- Em 11 de março de 2011, um terremoto e tsunami atingiram a usina nuclear de Fukushima no Japão, causando explosões e liberação de material radioativo. Isso forçou a evacuação de centenas de milhares de pessoas da área.
Sumario
• Imagensde Fukushima
• Fukushima antes do acidente nuclear
• Como funciona o reator
• Data do acontecimento
• O impacto do tsunami em Fukushima
• Causa do Acidente
• Como ocorreu a explosão do reator
• Liberação de Vapor radioativo
• Níveis de radiação
• Doses recebida
• Doses anuais
• Impacto ambiental
• Efeitos biológicos
• Efeitos radiologicos
• Rejeitos radioativos
• Orgãos competentes
• Fukushima hoje
• Reflitam
• Bibliografia
Data do acontecimento
11 de março de 2011, às 14:46 numa sexta-feira, hora
local, o Nordeste do Japão foi atingido por um terremoto de
9,0 graus na escala Richter cujo epicentro foi bem próximo
ao litoral e a poucos quilômetros abaixo da crosta terrestre,
o maior que se tem registro histórico a atingir uma área
densamente populosa e com alto desenvolvimento
industrial.
Causa do Acidente
O que causou o acidente foram duas coisas: pane de
eletricidade e falta de água, duas coisas muito comuns.
Mas é preciso ponderar que isso foi causado por dois
eventos naturais de violência atroz: um terremoto de alta
magnitude, incomparável em 150 anos, e um tsunami
destruidor, que aliás entupiu os circuitos de resfriamento,
que captam água do mar. A verdade é banal: uma falta de
eletricidade e um sistema de urgência que não funcionou.
É uma lição que precisa ser lembrada. É inadmissível,
mesmo em um evento natural muito forte, que uma central
perca sua alimentação.
Níveis de Radiação
• Após atravessar as cidades fantasmas localizadas na
zona interditada, os jornalistas constataram que o nível
de radioatividade era de 20 microsieverts (que mede os
efeitos biológicos da radiação) por hora na entrada da
central.
• À medida que os veículos se aproximavam dos reatores,
o nível subiu rapidamente até alcançar 500 microsieverts
por hora. Enquanto o comboio atravessava uma floresta
de pinheiros, um porta-voz da Tepco disse que o nível de
1.000 microsieverts, ou um millisievert por hora, foi
registrado recentemente no mesmo local. Esse é o limite
de dose anual estabelecido em tempos normais no Japão
e na maioria dos países.
15.
Doses recebidas:
Afuncionária do setor de logística recebeu radiações de 17,55 milisievert. O
limite autorizado para mulheres é de cinco 5 milisievert a cada três meses
16.
Dose anuais
•A Organização Mundial da Saúde (OMS) determina os
níveis máximos de exposição aos quais as pessoas
podem ser submetidas. Quem não trabalha em usinas
não deve estar a receber mais de 1 miliSievert por ano. O
miliSievert é uma unidade de medida criada
especialmente para calcular os níveis de radiação nociva
ao corpo. Já os trabalhadores de fábricas nucleares
podem receber, no máximo, 20 miliSieverts por ano, ou
100 miliSieverts a cada 5 anos.
Efeitos Biologicos
Ocontato com a radiação nuclear, causa danos aos tecidos vivos.
As principais doenças resultantes do contato humano com a radiação
são leucemia, tumores,
queda capilar, lesões em vários orgãos, entre outras.
Efeitos radiologicos
•Eles possuem a capacidade de ionizar, ou seja, separar
as partes das moléculas presentes no corpo, criando os
chamados radicais livres — substâncias que provocam a
morte prematura das células ou impedem a sua
reprodução. “As células também sofrem aberrações
cromossômicas, mutações que provocam problemas na
hereditariedade.
• Isso desencadeia, por exemplo, malformação fetal em
gestantes que tenham sido submetidas à radiação”
22.
Rejeitos radioativos
•O governo japonês
decidiu que a terra e
outros resíduos
contaminados com
material radioativo
procedente da usina
nuclear de Fukushima
deverão ser
armazenados durante
30 anos antes de
serem desprezados
23.
Orgãos competentes
•A agência
internacional de
energia anatômica
(AIEA) é uma
organização
autônoma,
integrante
• da Organização
das Nações
Unidas, é o seu
principal objetivo
é promover o uso
pacifico da
• energia nuclear.
Reflitam
• Ossinais estão aí para quem quiser vê-los. Assim como
nos últimos anos, desastres naturais de todo tipo e
intensidade mostraram que a Terra andou de péssimo
humor em 2011. Somadas a fatores de risco criados pela
própria humanidade – como usinas nucleares
inacreditavelmente vulneráveis –, as catástrofes não
deixam dúvidas sobre quem manda no planeta. Mais uma
vez, humanos impotentes assistiram à fúria da natureza
na forma de tornados, terremotos, enchentes e erupções
vulcânicas, entre outras manifestações.