Foto reportagemPercurso Literário – Eça de Queirós
Índice de CapítulosCapítulo I – Jardim do Príncipe RealCapítulo II – São Pedro de AlcântaraCapítulo III – Teatro da TrindadeCapítulo IV – Casino LisbonenseCapítulo V – Estátua de Eça de Queirós e Rua das FloresCapítulo VI – Teatro de S. CarlosCapítulo VII – Praça D. Pedro IV
Jardim do Príncipe RealComeçámos no Jardim do Príncipe Real, onde foi retratado em os Maias de Eça de Queirós, em que Carlos da Maia viu no Patriarcado a Condessa de Gouvarinho.
Jardim do Príncipe RealPosteriormente, passámos junto a uma estátua de França Borges, um republicano, cuja ideologia que apoia (a causa republicana) está muito demarcada na Geração de 70.
São Pedro de AlcântaraMais tarde, passámos pelo Jardim de S. Pedro de Alcântara, que cujo miradouro dá para ver o Centro da Cidade, e este jardim  foi retratado, em passagens de obras de Eça de Queirós como Os Maias e A Capital.
Teatro da TrindadeDepois, passámos no Teatro da Trindade, onde antes ara um palácio, reconvertido no século XIX. Este teatro foi referenciado na passagem de Os Maias, onde envolvia João da Ega.
Casino LisbonenseDe seguida, passámos junto do extinto Casino Lisbonense, onde Eça de Queirós e a Geração de 70 deu início aqui as famosas Conferências Democráticas do Casino, onde foram referidos vários temas, como a política e a economia de Portugal da altura.
Estátua de Eça de QueirósPosteriormente, passámos junto á Estátua de Eça de Queirós, no Largo Barão de Quintela, onde nessa estátua, a mulher nua representa a verdade nua e crua, muito presente nessas obras.  Ao lado, está a mítica Rua das Flores, que deu origem á obra A Tragédia da Rua das Flores.
Teatro S. CarlosMais tarde, passámos no Teatro São Carlos, onde foi projectado nos finais do Século XVIII, e está localizado nos antigos terrenos do Barão de Quintela. Foi referida numa passagem de um livro de Eça de Queirós, O Primo Basílio.
Praça D. Pedro IVDe seguida, para terminar a nossa visita, fomos á Praça D. Pedro IV, onde Eça de Queirós viveu quando estava em Lisboa.
BibliografiaA maioria dos espaços foi referida no folheto do Percurso Literário de Eça de Queirós, organizado pela Câmara Municipal de Lisboa.
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    Índice de CapítulosCapítuloI – Jardim do Príncipe RealCapítulo II – São Pedro de AlcântaraCapítulo III – Teatro da TrindadeCapítulo IV – Casino LisbonenseCapítulo V – Estátua de Eça de Queirós e Rua das FloresCapítulo VI – Teatro de S. CarlosCapítulo VII – Praça D. Pedro IV
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    Jardim do PríncipeRealComeçámos no Jardim do Príncipe Real, onde foi retratado em os Maias de Eça de Queirós, em que Carlos da Maia viu no Patriarcado a Condessa de Gouvarinho.
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    Jardim do PríncipeRealPosteriormente, passámos junto a uma estátua de França Borges, um republicano, cuja ideologia que apoia (a causa republicana) está muito demarcada na Geração de 70.
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    São Pedro deAlcântaraMais tarde, passámos pelo Jardim de S. Pedro de Alcântara, que cujo miradouro dá para ver o Centro da Cidade, e este jardim foi retratado, em passagens de obras de Eça de Queirós como Os Maias e A Capital.
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    Teatro da TrindadeDepois,passámos no Teatro da Trindade, onde antes ara um palácio, reconvertido no século XIX. Este teatro foi referenciado na passagem de Os Maias, onde envolvia João da Ega.
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    Casino LisbonenseDe seguida,passámos junto do extinto Casino Lisbonense, onde Eça de Queirós e a Geração de 70 deu início aqui as famosas Conferências Democráticas do Casino, onde foram referidos vários temas, como a política e a economia de Portugal da altura.
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    Estátua de Eçade QueirósPosteriormente, passámos junto á Estátua de Eça de Queirós, no Largo Barão de Quintela, onde nessa estátua, a mulher nua representa a verdade nua e crua, muito presente nessas obras. Ao lado, está a mítica Rua das Flores, que deu origem á obra A Tragédia da Rua das Flores.
  • 9.
    Teatro S. CarlosMaistarde, passámos no Teatro São Carlos, onde foi projectado nos finais do Século XVIII, e está localizado nos antigos terrenos do Barão de Quintela. Foi referida numa passagem de um livro de Eça de Queirós, O Primo Basílio.
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    Praça D. PedroIVDe seguida, para terminar a nossa visita, fomos á Praça D. Pedro IV, onde Eça de Queirós viveu quando estava em Lisboa.
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    BibliografiaA maioria dosespaços foi referida no folheto do Percurso Literário de Eça de Queirós, organizado pela Câmara Municipal de Lisboa.
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