FISIOLOGIA
PULMONAR
Revisão
Pneumofuncional 1
Sistema Respiratório
Sistema Respiratório
• Tem por finalidade primária a oxigenação sanguínea
viabilizando a produção de energia
• Equilíbrio Ácido-Básico
• Fonação
SISTEMA RESPIRATÓRIO
• Cavidade Nasal
Tem a função de aquecer e filtrar o ar que entra no sistema respiratório.
• Faringe
É uma estrutura que conduz o ar e alimento; o ar vai para a laringe; o
alimento vai para o esôfago; a epiglote é uma estrutura que tapa a
laringe, não permitindo a passagem de comida para os pulmões.
• Laringe
Conduz o ar; local onde fica as cordas focais – importante para a fala.
SISTEMA RESPIRATÓRIO
• Traquéia.
Principal via aérea condutora; grande tubo constituído
por pequenos anéis de cartilagem; Revestimento –
células secretoras e muco e células ciliadas (remoção
de partículas estranhas); contém músculo liso.
• Brônquios
São formados pela divisão da traquéia; entram nos
pulmões e ali sofrem inúmeras bifurcações;
SISTEMA RESPIRATÓRIO
• Brônquios
• Brônquio Principal Direito – pulmão direito; vertical;
curto; mais largo;
• Brônquio Principal Esquerdo – pulmão esquerdo
Pulmão
Pleuras
• Pleuras parietal e visceral
• Envolvem e protegem cada pulmão
• Pleura parietal – lâmina superficial reveste a parede
da cavidade torácica;
• Pleura visceral – lâmina profunda recobre os
próprios pulmões
PLEURAS
Ramificação Brônquica
Estrutura Alveolar (ventilação
colateral)
Zonas de Condução Respiratória
• Espaço morto anatômico e
fisiológico.
• ATENÇÃO...
Espaço Morto Anatômico, Espaço Morto Fisiológico e
Shunt Pulmonar
Troca de gases
O2 do ar penetra nos alvéolos, difunde-se
para o sangue - tecido;
O CO2 se difunde dos tecidos para o sangue
- alvéolos - ar atmosférico
Difusão dos Gases Através da Membrana
Respiratória
Para a difusão dos gases, estes devem transpor
a membrana respiratória
RESPIRAÇÃO EXTERNA E
INTERNA
Respiração
Troca de O2 e CO2 entre o ar nos alvéolos dos
pulmões e o sangue nos capilares.
Finalidade: conversão de sangue desoxigenado
(vem do lado direito do coração) para sangue
oxigenado (retorna para o lado esquerdo do
coração).
O sangue desoxigenado é bombeado pelo
ventrículo D (artérias pulmonares) para os
capilares pulmonares que circundam o alvéolo
As pressões parciais dos gases
PO2 sangue desoxigenado = 40 mmHg PO2 do ar alveolar = 105 mmHg
REGULAÇÃO DA RESPIRAÇÃO
O sistema nervoso ajusta a ventilação às necessidades do corpo, de
modo que as pressões parciais de O2 e CO2 no sangue arterial
pouco se alteram; mesmo durante exercícios extenuantes.
Repouso – 200 ml de O2 – usados pelas células corporais;
Exercício – aumenta 15-20 vezes o consumo de O2
Papel do Centro Respiratório
. Centro respiratório: área na qual os impulsos nervosos são enviados
para os músculos respiratórios;
. Consiste – aglomerados de neurônios – bilateralmente no bulbo e na
ponte do encéfalo;
Divisão Funcional dos Neurônios
Área de periodicidade bulbar – bulbo;
Área pneumotáxica – ponte;
Área apnêustica – ponte
CENTRO RESPIRATÓRIO
BULBAR
Controla o ritmo básico da respiração –
repouso – 2” de inspiração e 3” expiração.
Dentro da área de periodicidade bulbar –
neurônios inspiratórios e expiratórios.
O ritmo básico da respiração inicia com os
impulsos nervosos gerados na área
inspiratória.
Área Pneumotáxica
Ajuda a coordenar a transição entre a inspiração e a
expiração; Transmite impulsos inibidores para área
respiratória – desliga a área inspiratória antes que os
pulmões
fiquem completamente cheios de ar (limitam a
duração da inspiração facilitando o inicio da
expiração).
Área Apnêustica
Esta área envia impulsos estimulatórios para a área
inspiratória que ativa e prolonga a inspiração –
inibindo a expiração.
REGULAÇÃO DO CENTRO
RESPIRATÓRIO
Regulação do Centro Respiratório
Regulação Química da Respiração
O sistema respiratório funciona para manter
níveis adequados de CO2 e O2.
Quimiorreceptores centrais (bulbo) e
quimiorreceptores periféricos (paredes das
artérias sistêmicas)
Fluxo Aéreo
• Laminar: Vias aéreas menor
calibre, velocidade gasosa é
muito baixa.
• Turbilhonar: Grandes vias
aéreas, velocidade do gás
elevada.
• Traqueobronquico:
combinação dos anteriores,
muco e tumor.
MÚSCULOS DA
RESPIRAÇÃO
INSPIRAÇÃO
• Principal músculo:
Diafragma
• CONTRAÇÃO:
• Impulsiona as estruturas
abdominais para baixo e
para frente.
• Aumenta a dimensão da
cavidade torácica
verticalmente.
Diafragma
INSPIRAÇÃO - MOVIMENTOS
VOLUME CORRENTE = Elevação de
1cm
INSPIRAÇÃO FORÇADA = 10 cm
INSPIRAÇÃO
• Músculos intercostais
externos.
• Conectam as costelas
adjacentes.
• Inclina as costelas para
baixo e para frente.
• Ao contrair-se as
costelas são empurradas
para cima e para os
lados
Aumenta o diâmetro ântero-posterior e lateral do tórax.
Diafragma
INSPIRAÇÃO - MOVIMENTOS
Ocorre aumento dos diâmetros ântero-posterior, crânio-caudal e
látero-lateral
INSPIRAÇÃO - MOVIMENTOS
INSPIRAÇÃO – Músculos
Acessórios
• Músculos escalenos:
• Elevam as duas primeiras costelas.
• Músculos esternocleidomastóideos:
• Elevam o esterno.
• Músculos da Asa do nariz.
EXPIRAÇÃO
• A fase expiratória é realizada pelo relaxamento muscular e
recolhimento elástico passivo pulmonar.
• A pressão intrapleural torna-se menos negativa e é parcialmente
transmitida aos alvéolos.
• A pressão atmosférica é convencionada como ZERO. Na fase inspiratória
a pressão alveolar torna-se negativa e na expiratória torna-se positiva.
• Essa mudança nas pressões alveolares dera o fluxo inspiratório e
expiratório conforme a lei de Poiseuille.
EXPIRAÇÃO
• Músculos mais importantes -> Os da parede
abdominal:
• Reto abdominal.
• Oblíquos internos e externos.
• Transverso abdominal.
Quando se contraem a pressão
intra-abdominal aumenta.
O diafragma é empurrado para
cima.
Também são forçados durante a
tosse, vômito e defecação
Reto abdominal
Músculo reto
abdominal
Origem: sínfise púbica, crista púbica
Inserção: processo xifoide, cartilagens costais da
5.ª a 7.ª costelas
Inervação: nervos intercostais (T6-T11), nervo
subcostal (T12)
Função: flexão do tronco, compressão das vísceras
abdominais e expiração
Obliquo externo
Origem Superfícies externas das costelas 5-12
Inserção Linha alba, tubérculo púbico, metade anterior da
crista ilíaca
Ação Contração bilateral - Flexão do tronco, compressão
das vísceras abdominais, expiração
Contração unilateral - Flexão lateral do tronco
(ipsilateral) rotação do tronco (contralateral)
Inervação Motora: nervos intercostais (T7- T11), nervo
subcostal (T12)
Sensitiva: nervo ilio-hipogástrico (L1)
Vascularizaç
ão
Artérias intercostais posteriores inferiores, artéria
subcostal, artéria ilíaca circunflexa profunda
Obliquo interno
Origem Dois terços anteriores da crista ilíaca, arco
iliopectíneo, fáscia toracolombar
Inserção Margens inferiores das costelas 10-12, linha alba,
crista púbica e linha pectínea do púbis
Ação Contração bilateral - flexão do tronco, comprime as
vísceras abdominais, expiração
Contração unilateral - flexão lateral do tronco
(ipsilateral), rotação do tronco (ipsilateral)
Inervação Nervos intercostais (T7-T11), nervo subcostal (T12),
nervo iliohipogástrico (L1), nervo ilioinguinal (L1)
Vascularizaç
ão
Artérias intercostal posterior inferior e subcostal,
artérias epigástricas superior e inferior, artérias
circunflexas superficial e profunda, artérias lombares
posteriores
EXPIRAÇÃO
• Músculos intercostais internos:
• Auxiliam na expiração ativa puxando as costelas para
baixo e para dentro – Reduz o vol. do Tórax.
VENTILAÇÃO PULMONAR
Processo pelo qual os gases são trocados
entre a atmosfera e os alvéolos.
O ar flui entre a atmosfera e os pulmões
devido às diferença alternadas de pressão
criadas pela contração e relaxamento dos
músculos respiratórios.
VENTILAÇÃO PULMONAR
VOLUME CORRENTE – vol. de ar que entra e sai do
pulmão durante a inspiração e expiração normal
(repouso) – 500 ml * Mas ( 0,73 x altura em cm ) – 59,42
* Fem ( 0,65 x altura em cm ) – 50,74
VOLUME DE RESERVA INSPIRATÓRIO – vol. extra de ar
que pode ser inspirado além do volume corrente –
3100 ml
VENTILAÇÃO PULMONAR
VOLUME DE RESERVA EXPIRATÓRIO – vol. de ar que
ainda pode ser expirado de maneira forçada após
expiração normal – 1200 ml
VOLUME DE RESIDUAL – vol. de ar que ainda
permanece nos pulmões após expiração forçada.
Representa o ar que não pode ser removido dos
pulmões - 1200 ml.
VENTILAÇÃO PULMONAR
CAPACIDADE INSPIRATÓRIA – Vol. corrente + vol.
De reserva inspiratório. Quantidade máxima de ar que
uma pessoa pode inspirar a partir do final da
expiração – 500+3100= 3600 ml;
CAPACIDADE FUNCIONAL RESIDUAL – vol. de
reserva expiratório + vol. residual – 1200+1200= 2400 ml
VENTILAÇÃO PULMONAR
CAPACIDADE VITAL – vol. de ar que ainda pode
ser
expirado de maneira forçada após expiração normal
– 4800 ml (VRInsp+Vc+VRExp)
CAPACIDADE PULMONAR TOTAL – vol. de ar
contido nos pulmões no final de uma inspiração
máxima – 5800 ml.
Capacidades Pulmonares
• Capacidades Pulmonares são as somas dos volumes
pulmonares.
• Capacidade Inspiratória: VC + VRI
• Capacidade Vital: VC + VRI + VRE
• Capacidade Funcional Residual: VRE + VR
• Capacidade Pulmonar Total: CV + VR
PROPRIEDADES ELÁSTICAS DO
PULMÃO
1. COMPLACÊNCIA
2. CURVA PRESSÃO-VOLUME
Complacência dos pulmões
. Refere-se a quanto esforço é necessário para
expandir os pulmões e a parede torácica;
.
Complacência alta – pulmões e a parede
torácica fácil expansão;
. Complacência baixa – resistência à expansão;
. Fatores que afetam a complacência –
elasticidade e tensão superficial
Forças Elásticas
Na posição de repouso
do complexo tóraco-
pulmonar observa-se
pressão intrapleural
negativa.
O gradeado Costal exerce
uma força de expansão e o
pulmão, ao contrário,
imprime uma força para se
retrair.
Em condições normais, a pressão intrapleural sempre será negativa.
Causas de Redução da
Complacência
1. Fibrose Pulmonar
2. Edema Pulmonar
3. Atelectasias
4. Hipertensão Pulmonar Venosa
 Nessas situações para uma mesma variação de volume é
necessária uma grande variação de pressão.
Causas de Aumento da
Complacência
1. Enfisema Pulmonar
2. Envelhecimento pulmonar
3. Exacerbação de asma (mecanismo desconhecido)
Tensão superficial do
líquido alveolar
Tensão superficial do líquido alveolar
Origina-se em todas as interfaces ar-água –
moléculas polares de água são mais
fortemente atraídas umas as outras do que as
moléculas gasosas no ar;
Quando o líquido circunda uma esfera de ar –
alvéolo – a tensão superficial – força para
dentro – tendendo a colabamento alveolar;
Durante a respiração a tensão superficial deve
ser superada para expandir os pulmões;
Tensão superficial do
líquido alveolar
Surfactante
É uma mistura complexa
de diversos fosfolipídios,
proteínas e íons.
Função: Diminuir a tensão
superficial dos alvéolos.
Tensão Superficial e Lei de Laplace
Tensão Superficial e Lei de Laplace
1
1
2
2
3
3
Tensão Superficial e Lei de Laplace
• 1 = Surfactante
• 2 = Tensão Superficial (água)
• 3 = Propriedade elástica dos alvéolos
. 1 e 2 Tendem ao colabamento
A União dos três favorecem a homogeneização da
ventilação alveolar
Tensão Superficial e Lei de Laplace
Tensão Superficial e Lei de Laplace
Tensão Superficial e Lei de Laplace
Tensão Superficial e Lei de Laplace
Conforme a lei de Laplace, as pequenas bolhas descarregam todo o seu conteúdo nas bolhas
maiores uma vez que, o raio da esfera menor imprime uma grande pressão interna.
No caso dos alvéolos, os menores evacuariam seu conteúdo nos maiores, mas ao contrário, eles
são extremamente estáveis!!! Como isso ocorre???
Graças ao surfactante pulmonar, que diminui acentuadamente a tensão superficial dos alvéolos
com raios menores em comparação com os de maior raio

fisiologiapulmonar.ppt 1.ppt.............

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    Sistema Respiratório • Tempor finalidade primária a oxigenação sanguínea viabilizando a produção de energia • Equilíbrio Ácido-Básico • Fonação
  • 4.
    SISTEMA RESPIRATÓRIO • CavidadeNasal Tem a função de aquecer e filtrar o ar que entra no sistema respiratório. • Faringe É uma estrutura que conduz o ar e alimento; o ar vai para a laringe; o alimento vai para o esôfago; a epiglote é uma estrutura que tapa a laringe, não permitindo a passagem de comida para os pulmões. • Laringe Conduz o ar; local onde fica as cordas focais – importante para a fala.
  • 5.
    SISTEMA RESPIRATÓRIO • Traquéia. Principalvia aérea condutora; grande tubo constituído por pequenos anéis de cartilagem; Revestimento – células secretoras e muco e células ciliadas (remoção de partículas estranhas); contém músculo liso. • Brônquios São formados pela divisão da traquéia; entram nos pulmões e ali sofrem inúmeras bifurcações;
  • 6.
    SISTEMA RESPIRATÓRIO • Brônquios •Brônquio Principal Direito – pulmão direito; vertical; curto; mais largo; • Brônquio Principal Esquerdo – pulmão esquerdo
  • 7.
  • 8.
    Pleuras • Pleuras parietale visceral • Envolvem e protegem cada pulmão • Pleura parietal – lâmina superficial reveste a parede da cavidade torácica; • Pleura visceral – lâmina profunda recobre os próprios pulmões
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    Zonas de ConduçãoRespiratória • Espaço morto anatômico e fisiológico. • ATENÇÃO...
  • 13.
    Espaço Morto Anatômico,Espaço Morto Fisiológico e Shunt Pulmonar
  • 14.
    Troca de gases O2do ar penetra nos alvéolos, difunde-se para o sangue - tecido; O CO2 se difunde dos tecidos para o sangue - alvéolos - ar atmosférico Difusão dos Gases Através da Membrana Respiratória Para a difusão dos gases, estes devem transpor a membrana respiratória
  • 15.
  • 16.
    Respiração Troca de O2e CO2 entre o ar nos alvéolos dos pulmões e o sangue nos capilares. Finalidade: conversão de sangue desoxigenado (vem do lado direito do coração) para sangue oxigenado (retorna para o lado esquerdo do coração). O sangue desoxigenado é bombeado pelo ventrículo D (artérias pulmonares) para os capilares pulmonares que circundam o alvéolo As pressões parciais dos gases PO2 sangue desoxigenado = 40 mmHg PO2 do ar alveolar = 105 mmHg
  • 17.
    REGULAÇÃO DA RESPIRAÇÃO Osistema nervoso ajusta a ventilação às necessidades do corpo, de modo que as pressões parciais de O2 e CO2 no sangue arterial pouco se alteram; mesmo durante exercícios extenuantes. Repouso – 200 ml de O2 – usados pelas células corporais; Exercício – aumenta 15-20 vezes o consumo de O2
  • 18.
    Papel do CentroRespiratório . Centro respiratório: área na qual os impulsos nervosos são enviados para os músculos respiratórios; . Consiste – aglomerados de neurônios – bilateralmente no bulbo e na ponte do encéfalo; Divisão Funcional dos Neurônios Área de periodicidade bulbar – bulbo; Área pneumotáxica – ponte; Área apnêustica – ponte
  • 19.
  • 20.
    BULBAR Controla o ritmobásico da respiração – repouso – 2” de inspiração e 3” expiração. Dentro da área de periodicidade bulbar – neurônios inspiratórios e expiratórios. O ritmo básico da respiração inicia com os impulsos nervosos gerados na área inspiratória.
  • 21.
    Área Pneumotáxica Ajuda acoordenar a transição entre a inspiração e a expiração; Transmite impulsos inibidores para área respiratória – desliga a área inspiratória antes que os pulmões fiquem completamente cheios de ar (limitam a duração da inspiração facilitando o inicio da expiração).
  • 22.
    Área Apnêustica Esta áreaenvia impulsos estimulatórios para a área inspiratória que ativa e prolonga a inspiração – inibindo a expiração.
  • 23.
    REGULAÇÃO DO CENTRO RESPIRATÓRIO Regulaçãodo Centro Respiratório Regulação Química da Respiração O sistema respiratório funciona para manter níveis adequados de CO2 e O2. Quimiorreceptores centrais (bulbo) e quimiorreceptores periféricos (paredes das artérias sistêmicas)
  • 24.
    Fluxo Aéreo • Laminar:Vias aéreas menor calibre, velocidade gasosa é muito baixa. • Turbilhonar: Grandes vias aéreas, velocidade do gás elevada. • Traqueobronquico: combinação dos anteriores, muco e tumor.
  • 25.
  • 26.
    INSPIRAÇÃO • Principal músculo: Diafragma •CONTRAÇÃO: • Impulsiona as estruturas abdominais para baixo e para frente. • Aumenta a dimensão da cavidade torácica verticalmente.
  • 27.
  • 28.
    INSPIRAÇÃO - MOVIMENTOS VOLUMECORRENTE = Elevação de 1cm INSPIRAÇÃO FORÇADA = 10 cm
  • 29.
    INSPIRAÇÃO • Músculos intercostais externos. •Conectam as costelas adjacentes. • Inclina as costelas para baixo e para frente. • Ao contrair-se as costelas são empurradas para cima e para os lados Aumenta o diâmetro ântero-posterior e lateral do tórax.
  • 30.
  • 31.
    INSPIRAÇÃO - MOVIMENTOS Ocorreaumento dos diâmetros ântero-posterior, crânio-caudal e látero-lateral
  • 32.
  • 33.
    INSPIRAÇÃO – Músculos Acessórios •Músculos escalenos: • Elevam as duas primeiras costelas. • Músculos esternocleidomastóideos: • Elevam o esterno. • Músculos da Asa do nariz.
  • 34.
    EXPIRAÇÃO • A faseexpiratória é realizada pelo relaxamento muscular e recolhimento elástico passivo pulmonar. • A pressão intrapleural torna-se menos negativa e é parcialmente transmitida aos alvéolos. • A pressão atmosférica é convencionada como ZERO. Na fase inspiratória a pressão alveolar torna-se negativa e na expiratória torna-se positiva. • Essa mudança nas pressões alveolares dera o fluxo inspiratório e expiratório conforme a lei de Poiseuille.
  • 35.
    EXPIRAÇÃO • Músculos maisimportantes -> Os da parede abdominal: • Reto abdominal. • Oblíquos internos e externos. • Transverso abdominal. Quando se contraem a pressão intra-abdominal aumenta. O diafragma é empurrado para cima. Também são forçados durante a tosse, vômito e defecação
  • 36.
    Reto abdominal Músculo reto abdominal Origem:sínfise púbica, crista púbica Inserção: processo xifoide, cartilagens costais da 5.ª a 7.ª costelas Inervação: nervos intercostais (T6-T11), nervo subcostal (T12) Função: flexão do tronco, compressão das vísceras abdominais e expiração
  • 37.
    Obliquo externo Origem Superfíciesexternas das costelas 5-12 Inserção Linha alba, tubérculo púbico, metade anterior da crista ilíaca Ação Contração bilateral - Flexão do tronco, compressão das vísceras abdominais, expiração Contração unilateral - Flexão lateral do tronco (ipsilateral) rotação do tronco (contralateral) Inervação Motora: nervos intercostais (T7- T11), nervo subcostal (T12) Sensitiva: nervo ilio-hipogástrico (L1) Vascularizaç ão Artérias intercostais posteriores inferiores, artéria subcostal, artéria ilíaca circunflexa profunda
  • 38.
    Obliquo interno Origem Doisterços anteriores da crista ilíaca, arco iliopectíneo, fáscia toracolombar Inserção Margens inferiores das costelas 10-12, linha alba, crista púbica e linha pectínea do púbis Ação Contração bilateral - flexão do tronco, comprime as vísceras abdominais, expiração Contração unilateral - flexão lateral do tronco (ipsilateral), rotação do tronco (ipsilateral) Inervação Nervos intercostais (T7-T11), nervo subcostal (T12), nervo iliohipogástrico (L1), nervo ilioinguinal (L1) Vascularizaç ão Artérias intercostal posterior inferior e subcostal, artérias epigástricas superior e inferior, artérias circunflexas superficial e profunda, artérias lombares posteriores
  • 39.
    EXPIRAÇÃO • Músculos intercostaisinternos: • Auxiliam na expiração ativa puxando as costelas para baixo e para dentro – Reduz o vol. do Tórax.
  • 40.
    VENTILAÇÃO PULMONAR Processo peloqual os gases são trocados entre a atmosfera e os alvéolos. O ar flui entre a atmosfera e os pulmões devido às diferença alternadas de pressão criadas pela contração e relaxamento dos músculos respiratórios.
  • 41.
    VENTILAÇÃO PULMONAR VOLUME CORRENTE– vol. de ar que entra e sai do pulmão durante a inspiração e expiração normal (repouso) – 500 ml * Mas ( 0,73 x altura em cm ) – 59,42 * Fem ( 0,65 x altura em cm ) – 50,74 VOLUME DE RESERVA INSPIRATÓRIO – vol. extra de ar que pode ser inspirado além do volume corrente – 3100 ml
  • 42.
    VENTILAÇÃO PULMONAR VOLUME DERESERVA EXPIRATÓRIO – vol. de ar que ainda pode ser expirado de maneira forçada após expiração normal – 1200 ml VOLUME DE RESIDUAL – vol. de ar que ainda permanece nos pulmões após expiração forçada. Representa o ar que não pode ser removido dos pulmões - 1200 ml.
  • 43.
    VENTILAÇÃO PULMONAR CAPACIDADE INSPIRATÓRIA– Vol. corrente + vol. De reserva inspiratório. Quantidade máxima de ar que uma pessoa pode inspirar a partir do final da expiração – 500+3100= 3600 ml; CAPACIDADE FUNCIONAL RESIDUAL – vol. de reserva expiratório + vol. residual – 1200+1200= 2400 ml
  • 44.
    VENTILAÇÃO PULMONAR CAPACIDADE VITAL– vol. de ar que ainda pode ser expirado de maneira forçada após expiração normal – 4800 ml (VRInsp+Vc+VRExp) CAPACIDADE PULMONAR TOTAL – vol. de ar contido nos pulmões no final de uma inspiração máxima – 5800 ml.
  • 45.
    Capacidades Pulmonares • CapacidadesPulmonares são as somas dos volumes pulmonares. • Capacidade Inspiratória: VC + VRI • Capacidade Vital: VC + VRI + VRE • Capacidade Funcional Residual: VRE + VR • Capacidade Pulmonar Total: CV + VR
  • 46.
    PROPRIEDADES ELÁSTICAS DO PULMÃO 1.COMPLACÊNCIA 2. CURVA PRESSÃO-VOLUME
  • 47.
    Complacência dos pulmões .Refere-se a quanto esforço é necessário para expandir os pulmões e a parede torácica; . Complacência alta – pulmões e a parede torácica fácil expansão; . Complacência baixa – resistência à expansão; . Fatores que afetam a complacência – elasticidade e tensão superficial
  • 48.
    Forças Elásticas Na posiçãode repouso do complexo tóraco- pulmonar observa-se pressão intrapleural negativa. O gradeado Costal exerce uma força de expansão e o pulmão, ao contrário, imprime uma força para se retrair. Em condições normais, a pressão intrapleural sempre será negativa.
  • 49.
    Causas de Reduçãoda Complacência 1. Fibrose Pulmonar 2. Edema Pulmonar 3. Atelectasias 4. Hipertensão Pulmonar Venosa  Nessas situações para uma mesma variação de volume é necessária uma grande variação de pressão.
  • 50.
    Causas de Aumentoda Complacência 1. Enfisema Pulmonar 2. Envelhecimento pulmonar 3. Exacerbação de asma (mecanismo desconhecido)
  • 51.
    Tensão superficial do líquidoalveolar Tensão superficial do líquido alveolar Origina-se em todas as interfaces ar-água – moléculas polares de água são mais fortemente atraídas umas as outras do que as moléculas gasosas no ar; Quando o líquido circunda uma esfera de ar – alvéolo – a tensão superficial – força para dentro – tendendo a colabamento alveolar; Durante a respiração a tensão superficial deve ser superada para expandir os pulmões;
  • 52.
    Tensão superficial do líquidoalveolar Surfactante É uma mistura complexa de diversos fosfolipídios, proteínas e íons. Função: Diminuir a tensão superficial dos alvéolos.
  • 53.
    Tensão Superficial eLei de Laplace
  • 54.
    Tensão Superficial eLei de Laplace 1 1 2 2 3 3
  • 55.
    Tensão Superficial eLei de Laplace • 1 = Surfactante • 2 = Tensão Superficial (água) • 3 = Propriedade elástica dos alvéolos . 1 e 2 Tendem ao colabamento A União dos três favorecem a homogeneização da ventilação alveolar
  • 56.
    Tensão Superficial eLei de Laplace
  • 57.
    Tensão Superficial eLei de Laplace
  • 58.
    Tensão Superficial eLei de Laplace
  • 59.
    Tensão Superficial eLei de Laplace Conforme a lei de Laplace, as pequenas bolhas descarregam todo o seu conteúdo nas bolhas maiores uma vez que, o raio da esfera menor imprime uma grande pressão interna. No caso dos alvéolos, os menores evacuariam seu conteúdo nos maiores, mas ao contrário, eles são extremamente estáveis!!! Como isso ocorre??? Graças ao surfactante pulmonar, que diminui acentuadamente a tensão superficial dos alvéolos com raios menores em comparação com os de maior raio