O documento discute festas e rituais fúnebres afrodescendentes e suas redes educativas. Aborda como essas práticas preservam a história e cultura dos africanos escravizados e como representam formas de produção de conhecimento ignoradas. Também analisa como os corpos se expressam nessas festas para subverter a domesticação colonial e manter vivas suas memórias ancestrais.