– Químico: descriçãoexata de sua
composição e sua estrutura
molecular.
– Genérico: o 1° fabricante da
droga fornece o nome
genérico ou não registrado.
Torna-se
‐ o nome oficial.
– Comercial: marca ou
propriedade registrada pelo
fabricante.
*N-
acetil-
para-
aminofenol
*Acetaminofeno ou
paracetamol
*Tylenol
®
*Cloridrato de etíl 1-
metil-4-
fenilisonipecotato
*Meperidina
*Dolantina®
(POTTER e PERRY, 2005, p. 869)
Nomenclatura
4.
Nomenclatura
• Genéricos –conhecidos internacionalmente
(fármaco)
• Registrados (comerciais) – exclusivos dos
fabricantes (medicamentos)
*Há exceções: paracetamol nos EUA é
chamado Acetaminofen.
5.
Nomenclatura
• NOME QUÍMICO:Ester metílico do ácido (5-
‐
propiltil-
‐ 1H-benzimidazol-
‐ 2-
‐ il)carbâmico
‐
• NOME GENÉRICO: Albendazol
• NOME REGISTRADO: Zentel ®, Zolben ®
*Albendazol =
antiparasitário
Nomenclatura
• NOME QUÍMICO:1-fenil-
‐ 2,3-
‐ dimetil-
‐ 5-
‐ pirazolona-
‐ 4-
‐
‐
metilamino metanossulfonato de sódio
monoidratada
• NOME GENÉRICO: Dipirona
• NOMES COMERCIAIS: Baralgin ®, Conmel ®,
Novalgina ®.
*Dipirona =
analgésico
8.
Classificação
• Indica oseu efeito no organismo
• Os efeitos desejados
• Os sintomas que são aliviados
Ex: anti-histamínico,
‐ antidepressivos,
hipoglicemiante, antiinflamatórios, analgésicos,
antibióticos e etc.
Aspirina: analgésica, antipirética e antiinflamatória
(POTTER e PERRY, 2005, p. 869)
9.
• Estão disponíveisem diversas formas ou
preparações.
• A composição de um medicamento é
planejada para aumentar sua absorção e seu
metabolismo.
Forma Via de administração
(POTTER e PERRY, 2005, p. 869)
Formas Farmacêuticas
Farmacocinética
• Absorção: refere-se
‐à passagem das moléculas do
fármaco do seu local de administração para o sangue.
• Distribuição: após ser absorvido o fármaco é
distribuído dentro do organismo para os tecidos e os
órgãos e finalmente para o seu local de ação
específica.
• Metabolismo: transformados em formas menos ativa
ou inativa – biotransformação.
• Excreção: através dos rins, fígado, intestino, pulmões
e glândulas exócrinas.
30.
DOSE -Vias deadministração
Desintegração e dissolução
Absorção, distribuição,
biotransformação e excreção
Interação fármaco-
receptor
EFEITO TERAPÊUTICO
1 -Fase Biofarmacêutica
Liberação do fármaco
2 -Fase Farmacocinética
-Entrada na corrente sanguínea
-Distribuídos para locais de ação,
reservatórios ou locais
inesperados.
-Biotransformados em moléculas
mais hidrossolúveis para serem mais
facilmente eliminadas.
-Eliminados do organismo
3 -Fase Farmacodinâmica
Farmacocinética
31.
Farmacocinética – Absorção
•É o movimento das moléculas das drogas a partir de
sua via de administração para a corrente
sanguínea.
• Os fármacos devem atravessar barreiras biológicas:
mucosas, endotélio capilar ou barreiras
fisiológicas especializadas.
• Quanto mais fácil for a travessia da droga por estas
barreiras, melhor será absorvida.
• Influencia o início e a magnitude de efeito dos
fármacos, sendo um dos determinantes da escolha
de vias de administração e doses.
• Se um fármaco é inadequadamente absorvido, seus
efeitos sistêmicos inexistem.
32.
Farmacocinética -
‐ Absorção
•Liberação tópica de drogas – não precisam ser
absorvidas para terem seus efeitos, assim
como drogas adm. diretamente na área-alvo:
‐
ex. broncodilatadores inalatórios,
intravenosas.
• Drogas sistêmicas – precisam ser absorvidas
para a corrente sanguínea, que transporta
suas moléculas para as áreas-alvo.
‐
33.
Fatores envolvidos naabsorção
• Peso molecular: Quanto menor o PM, mais fácil será
o seu transporte através das membranas;
• Configuração estrutural: essa configuração irá ou
não possibilitar transporte, através da ligação a
receptores de membrana e a proteínas
transportadoras para que ele possa ser transportado;
• Grau de ionização (dissociação): o fármaco ionizado
não sofre transporte através da membrana. É o não-
‐
ionizado que sofre esse transporte. Assim, ter 90%
de fármaco não-ionizado
‐ e 10% ionizado é melhor do
que ter 50% não-ionizado
‐ e 50% ionizado;
34.
Fatores envolvidos naabsorção
• Lipossolubilidade: Quanto mais lipossolúvel, mais
fácil será o transporte através das membranas;
• Ligação às proteínas: o que realmente auxilia no
transporte dos compostos polares são as proteínas
transportadoras. Isso inclui tanto as proteínas
plasmáticas quanto as teciduais.
• Difusão simples:fármacos lipossolúveis e a favor do
gradiente de concentração
• Difusão por poros, filtração, ou difusão aquosa:
fármacos hidrossolúveis e de pequeno tamanho,
ocorre através de canais aquosos proteicos que
envolve um fluxo de água que arrasta o soluto
(fármaco) a partir de uma pressão hidrostática ou
osmótica através da membrana. Também
denominada difusão aquosa.
• Difusão facilitada – o fármaco atravessa a membrana
ligado em um carreador proteico a favor de um
gradiente de concentração, este transporte é mais
rápido que a difusão simples.
Absorção-
‐ transporte
37.
• Transporte ativo:o fármaco atravessa a membrana
através de um carreador proteico, contra um
gradiente de concentração (gasto de ATP) – são
passíveis a efeito de competição.
•Endocitose:
fagocitose;
pinocitose
• Exocitose
Absorção-
‐ transporte
Farmacocinética -
‐ Viasde administração
Via Oral (V.O) – Sublingual (S.L.) -Enteral
Via Retal (V.R.) -Enteral
VIA Parenteral Direta
Intravenosa (I.V. ou E.V.), Intra-
arterial (I.A.), Intra-
cardíaca, Intra-
raquídea (I.R.), Intradérmica (I.D.),
Subcutânea (S.C), Intramuscular (I.M.),
Via Tópica (V.T.): Parenteral Indireta
(Cutânea, Vaginal, Ocular, Intra-nasal
‐ e Otológica)
Via Respiratória – Parenteral Indireta
Inalatória ou Pulmonar
40.
• Consiste napassagem do fármaco da luz
intestinal para o fígado, por meio da veia
porta, antes de atingir a circulação sistêmica,
reduzindo sua biodisponibilidade
• Metabolismo no fígado antes de alcançar a
circulação sanguínea.
• Fármaco sofre uma modificação hepática
antes de atingir seus órgãos-alvos.
‐
• Pode ser inativado.
Efeito de 1ª Passagem
41.
Efeito de 1ªPassagem
Drogas adm oralmente são
primeiro expostas ao
fígado e podem ser
extensivamente
metabolizadas antes de
atingir o resto do corpo.
Drogas adm IV
entram diretamente
na circulação e tem
acesso direto ao
resto do corpo
Através do SistemaDigestivo...
• Via oral (V.O.):
Deglutição
Estômago:
pH ácido
Porção inicial do
intestino:
> Absorção
pH alcalino
Passagem pelo
fígado(Circulação
porta-hepática):
‐
Metabolismo de
1ª passagem
Vias de administração
* Fármacos são melhor
absorvidos em pH
alcalino
44.
-
‐ Método não
invasivo,
-
‐Praticidade,
-
‐ Auto-administração;
‐
-
‐ Facilidade...
-
‐ Dificuldade de deglutição,
-
‐ Baixa absorção no estômago
aumenta o tempo de latência dos
fármacos,
-
‐ pH’s extremos;
-
‐ Metabolismo de 1ª passagem...
Vantagens
Desvantagens
• Via oral (V.O.):
45.
• Via mucosaoral (Sublingual ou enteral transmucosa):
Mucosa oral
Rapidez na
absorção
Não sofre
metabolismo
de 1ª
passagem
Efeitos rápidos
Ex: anti-
hipertensivos,
analgésicos (Toragesic),
Rivotril.
Absorção veias abaixo da
Por vias parenterais...
Par
(fora)
Enteral
(Intestino)
Forado
intestino
Vantagens
Desvantagens
-Maior rapidez
no início dos
efeitos;;
-Correlação entre
droga administrada
e
o que fará o efeito;;
-
Biodisponibilidade;;
-Útil em casos
-Invasivo;;
-
Conhecimento
técnico e cuidados;;
-
Concentração x
tonicidade.
48.
• Via endovenosaou intravenosa (I.V.)
Leito
Vascular
Não há
absorção
Efeito
imediato
Cuidados:
Risco de embolia
(substâncias gasosas ou
oleosas);
Sobrecarga de volume;
Cuidado com a velocidade e
isotonia das soluções
Administração
de grandes
volumes
49.
• Via intramuscular(I.M):
Músculo
Altamente
irrigado
Absorção
rápida
Cuidados:
Líquidos anisotônicos e
irritantes devem ser
evitados;
Aplicação – risco de lesar
nervos e atingir vasos;
Procedimento invasivo
50.
Volume injetado:
região deltoide-de 2 a 3 mililitros
região glútea -de 4 a 5 mililitros
músculo da coxa -de 3 a 4
mililitros
• Via intramuscular (I.M):
51.
• Via Subcutânea:
Áreas
distensíveis
(Tecido
adiposo)
Maiores
volumes
(até
3mL)
Menorrisco
de
complicações
Útil para
medicamentos
que têm de
ser absorvidos
lentamente
Complicação: fenômeno de Arthus: formação de
nódulos devido injeções repetidas em um mesmo local.
Absorção lenta, através dos
capilares, de forma contínua
e segura
Usada para administração
de
vacinas (anti-
rábica e anti-
sarampo), anticoagulantes
(heparina) e
hipoglicemiantes (insulina).
52.
• Via Intradérmica:
Vialimitada
Pequenos
volumes
0,1 a 0,5
mL
Testes imunológicos
BCG;
Prova PPD
53.
• Cavidades serosas
Principal:Via
intraperitoneal
(I.P.)
Altamente
vascularizada
Pouco utilizada.
Útil em
experimentos
com animais.
• Mucosa bronquiale alvéolos:
Inalação de
medicamentos
Pulmão funciona
como via de
administração e
eliminação
Ação sistêmica ou
local
56.
Outras vias...
• Peleou superfícies epiteliais:
Pele íntegra
Tratamentos
tópicos ou
Ações
sistêmicas
• Via Intra-ocular
‐ ou conjuntival:
Tratamento de
conjuntivites ou
glaucoma
57.
Canal medular
(Epidural)
• ViaEpidural (Peridural) e Intratecal:
Bom alcance do SNC
Espaço
subaracnóide ou
raquidiano
(intratecal)
Evita barreira hematocefálica
(BHC)