Bolsistas: Bruna; Catarina; Leizi;
Simone; Talytta
1
 O Brasil é o segundo maior produtor de etanol
do mundo e o maior exportador.
 A indústria brasileira de etanol
tem 30 anos de história.
 O país usa como insumo agrícola
a cana de açúcar.
 Por regulamentação do Governo
Federal, toda a gasolina,
comercializada no país é
misturada com 25% de etanol.
 Início dos anos 1930.
Somente nos anos 1970, o Brasil
passou a usar maciçamente
o etanol como combustível.
 Na segunda metade da década de 1980, por
diversos motivos, ocorreu uma forte queda no
consumo de álcool combustível.
 Atualmente uma combinação de fatores como a
preocupação com o meio ambiente e a esperada
escassez de combustíveis fósseis levaram a um novo
interesse pelo etanol.
Crise do Petróleo
Governo brasileiro Pró - Álcool
 Tecnologia e subsídios para as usinas produtoras de
açúcar.
 Indústrias
automobilísticas:
adptação dos motores.
Fiat 147, em 1978
Crise do Álcool
 Alta no preço internacional do açúcar.
 O Governo brasileiro iniciou a importação de etanol
dos Estados Unidos.
 Retirou progressivamente os subsidios a produção.
 Problemas técnicos nos
motores a ácool.
 Altas inesperadas do preço
do petróleo.
20-25% de álcool na gasolina
Substância Orgânica
Etanol
Álcool Etílico
Metanol
Álcool Metílico
 Destilação seca da madeira
CO + 2 H2 → H3C-OH
 Produzido a partir de
origens fósseis, como o
gás natural
Líquido, inflamável,
Chama invisível, PF de -98°C,
PE de 65°C
Álcool da
Madeira
Efeitos potenciais à saúde
Inalação, Ingestão, contato
com a pele.
Pode causar intoxicação e
cegueira.
Dose fatal: 20 - 25 ml.
Usos
 Combustível Álcool enriquecido com 7%
de gasolina e, no máximo,
33% de metanol.
 Fabricação do Biodiesel
Transesterificação da Gordura
Óleo Vegetal + Metanol = Biodiesel
 Solvente Industrial
Indústria de plásticos
Extração de produtos animais e vegetais
Indústria Farmacêutica, etc...
Líquido, inflamável
PF de -114 °C
PE de 74 °C
 1 Fermentação de açúcares (Brasil)
Frutas, Cereais, Gramíneas, Raízes, Madeira
Fermentação alcoólica de açúcares,
pelo microorganismo
Saccharomyces cerevisiae
C6H12O6 → 2 C2H5OH + 2 CO2
O álcool etílico ou etanol pode ser obtido a partir de
vegetais ricos em açúcar e/ou amido, celulose.
 2 Hidratação de etileno (Outros)
 Produção
2.550 litros de álcool
2.100 litros de álcool
1 hectare
3.350 litros de álcool
Moagem e Purificação
Fermentação
Destilação do Álcool
Tipos e Usos
Anidro
Máximo teor alcoólico
99,55° a 99,95° GL
(°GL= %V) = mL de álcool contida em
1000mL da mistura hidroalcoólica
Combustível, álcool
carburante (Gasolina tipo C)
Matéria prima Indústria
(tintas, solventes, vernizes)
Hidratado
Mistura hidroalcoólica
(álcool e água) 70° a 96°GL
Combustível (Álcool Comum),
Industrias farmacêutica,
alcoolquímica, bebidas,
produtos de limpeza,e tc...
Tipos e Usos
Teor de Álcool na Gasolina
ANP : 22% e 26% em Volume
% álcool =
V álcool
V inicial da gasolina
x 100
Grau GL (Gay Lussac) representa o percentual de etanol (álcool etílico anidro), em
VOLUME, em uma mistura álcool/água. O grau INPM (Instituto Nacional de Pesos e
Medidas, hoje INMETRO) representa o mesmo percentual em MASSA (peso). Antes de
abordar o modo de converter, é preciso lembrar que a massa específica (densidade) do
etanol à 20ºC é 0,800 g/ml, enquanto a massa específica da água à 20ºC é 1,000 g/ml.
Esses valores são aproximados. Para converter GL em INPM basta transformar o volume
da água e do álcool, separadamente, em massa. Depois é só verificar o percentual de cada
componente (da água e do álcool) em relação à massa total da mistura.
Exemplo: Em um litro (1000 ml) de álcool 90º GL, 90% é etanol e 10% é água, ou seja,
900 ml de etanol e 100 ml de água. Como o grau INPM é dado em massa (peso), será
preciso converter tudo em massa. Assim, 900 ml x 0,800 g/ml (massa específica do
etanol) equivale a 720 g. 100 ml de água x 1,000 g/ml (massa específica da água) é igual a
100 g. A massa total da mistura é dada com a soma: 720 g + 100 g = 820 g. Calculando
quanto 720 gramas correspondem, em percentual, ao total da mistura álcool/água (820 g),
teremos 87,8% ou 87,8º INPM. É importante lembrar que esses valores são referidos à
20ºC.
90% V = 90° GL = 87,8° INPM (20°C)
Conversão °GL em °INPM
(°GL= %V) = mL de álcool
contida em 1000mL da mistura
hidroalcoólica
(INPM= % massa) = massa de álcool
em relação a massa total da mistura
hidroalcoólica
Referências Bibliográficas
• Álcool Anidro – Álcool Absoluto. Ciências New. Disponível em:
<https://sites.google.com/site/ciencianews/diversos-curiosidades-etc/alcool-anidro---alcool-absoluto> Acesso
em: 15 mar. 2013.
• ANDRADE, T. Ednilton; CARCALHO, R. G. Sergio; SOUZA, F. Lucas. Programa do Proálcool e o Etanol
no Brasil. Revista Engevista UFF, Fluminense, v. 11, n° 2, p. 127-136, dez. 2009.
• BADOLATO, S. G. Elza; DURAN, Maria Cristina. Risco de intoxicação por metanol pela ingestão de
bebidas alcoólicas. Instituto Adolfo Lutz, São Paulo, SP. Disponível em :
< http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol27/n2/art90.htm#autor> Acesso em: 17 mar. 2013.
• BRANDÃO, K. S. R.; SILVA, F. C.; NASCIMENTO, U. M.; SOUSA, M. C.; MOUZINHO, A. M. C.; SOUZA, A.
G.; CONCEIÇÃO, M. M.; MOURA, K. R. M. Produção de Biodiesel por Transesterificação do Óleo de Soja
com Misturas de Metanol-Etanol. In: I CONGRESSO DA REDE BRASILEIRA DE TECNOLOGIA DO
BIODIESEL, Brasília,2006. p. 141-146.
• Combustíveis. Brasil Escola. Disponível em:
<http://www.brasilescola.com/quimica/combustivel.htm>. Acesso em: 15 mar. 2013.
• CORREIA, L. Eduardo. A Retomada do Uso de Álcool Combustível no
Brasil. Dissertação (Mestrado em Economia Aplicada) – Universidade Federal
de Juiz de Fora, Faculdade de Economia Aplicada, Juiz de Fora, 2007.
• Era do Etanol. O. S. Engine Bio Ethanol. Disponível em:
<http://www.bioetanolfuel.com.br/index.php?pg=1>.
Acesso em: 15 mar. 2013.
Referências Bibliográficas
• LEAL, M. Régis; LEITE, C. C. Rogério. O Biocombustível no Brasil. Revista Novos Estudos CEBRAP, São
Paulo, n° 78, jul. 2007.
• Methanol.Wikidoc. Disponível em: http://www.wikidoc.org/index.php/Methanol> Acesso em: 15 mar. 2013.
• Motor a Álcool. Portal São Francisco. Disponível em:
<http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/motor-a-alcool/motor-a-alcool-4.php> Acesso em: 15 mar. 2013.
• NOEL, L. Francisco. Etanol: odesafio do combustível verde. Revista Problemas
Brasileiros, SESC São Paulo, n° 382, jul./ago. 2007.
• SCANDIFFIO, I. G. Mirna. Análise Prospectiva do Álcool Combustível no
Brasil - Cenários 2004-2024. Dissertação (Mestrado em Economia) -
Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia Mecânica
Planejamento de Sistemas Energéticos, Campinas, 2005.
• VENTUROLI, Thereza. Metanol: o veneno sob nova suspeita.
Revista Super Interessante, São Paulo, abr. 1995. Disponível em:
<http://super.abril.com.br/ciencia/metanol-veneno-nova-suspeita-
441093.shtml>.
Acesso em: 15 mar. 2013.
• JOB, M. A. Luís Carlos; STRAPASSON, B. Alexandre. Etanol, meio ambiente e tecnologia: Reflexões
sobre a experiência brasileira. Revista de Política Agrícola EMBRAPA, Brasília, ano XV, n° 3,
jul./ago./set. 2006.
http://pibiduelquimica.blogspot.com.br/

Fad álcool aula 1

  • 1.
    Bolsistas: Bruna; Catarina;Leizi; Simone; Talytta 1
  • 3.
     O Brasilé o segundo maior produtor de etanol do mundo e o maior exportador.  A indústria brasileira de etanol tem 30 anos de história.  O país usa como insumo agrícola a cana de açúcar.  Por regulamentação do Governo Federal, toda a gasolina, comercializada no país é misturada com 25% de etanol.
  • 4.
     Início dosanos 1930. Somente nos anos 1970, o Brasil passou a usar maciçamente o etanol como combustível.  Na segunda metade da década de 1980, por diversos motivos, ocorreu uma forte queda no consumo de álcool combustível.  Atualmente uma combinação de fatores como a preocupação com o meio ambiente e a esperada escassez de combustíveis fósseis levaram a um novo interesse pelo etanol.
  • 5.
    Crise do Petróleo Governobrasileiro Pró - Álcool  Tecnologia e subsídios para as usinas produtoras de açúcar.  Indústrias automobilísticas: adptação dos motores. Fiat 147, em 1978
  • 6.
    Crise do Álcool Alta no preço internacional do açúcar.  O Governo brasileiro iniciou a importação de etanol dos Estados Unidos.  Retirou progressivamente os subsidios a produção.  Problemas técnicos nos motores a ácool.  Altas inesperadas do preço do petróleo. 20-25% de álcool na gasolina
  • 7.
  • 9.
     Destilação secada madeira CO + 2 H2 → H3C-OH  Produzido a partir de origens fósseis, como o gás natural Líquido, inflamável, Chama invisível, PF de -98°C, PE de 65°C Álcool da Madeira
  • 10.
    Efeitos potenciais àsaúde Inalação, Ingestão, contato com a pele. Pode causar intoxicação e cegueira. Dose fatal: 20 - 25 ml.
  • 11.
    Usos  Combustível Álcoolenriquecido com 7% de gasolina e, no máximo, 33% de metanol.  Fabricação do Biodiesel Transesterificação da Gordura Óleo Vegetal + Metanol = Biodiesel  Solvente Industrial Indústria de plásticos Extração de produtos animais e vegetais Indústria Farmacêutica, etc...
  • 12.
    Líquido, inflamável PF de-114 °C PE de 74 °C  1 Fermentação de açúcares (Brasil) Frutas, Cereais, Gramíneas, Raízes, Madeira Fermentação alcoólica de açúcares, pelo microorganismo Saccharomyces cerevisiae C6H12O6 → 2 C2H5OH + 2 CO2 O álcool etílico ou etanol pode ser obtido a partir de vegetais ricos em açúcar e/ou amido, celulose.  2 Hidratação de etileno (Outros)
  • 13.
     Produção 2.550 litrosde álcool 2.100 litros de álcool 1 hectare 3.350 litros de álcool
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
    Tipos e Usos Anidro Máximoteor alcoólico 99,55° a 99,95° GL (°GL= %V) = mL de álcool contida em 1000mL da mistura hidroalcoólica Combustível, álcool carburante (Gasolina tipo C) Matéria prima Indústria (tintas, solventes, vernizes)
  • 18.
    Hidratado Mistura hidroalcoólica (álcool eágua) 70° a 96°GL Combustível (Álcool Comum), Industrias farmacêutica, alcoolquímica, bebidas, produtos de limpeza,e tc... Tipos e Usos
  • 19.
    Teor de Álcoolna Gasolina ANP : 22% e 26% em Volume % álcool = V álcool V inicial da gasolina x 100
  • 20.
    Grau GL (GayLussac) representa o percentual de etanol (álcool etílico anidro), em VOLUME, em uma mistura álcool/água. O grau INPM (Instituto Nacional de Pesos e Medidas, hoje INMETRO) representa o mesmo percentual em MASSA (peso). Antes de abordar o modo de converter, é preciso lembrar que a massa específica (densidade) do etanol à 20ºC é 0,800 g/ml, enquanto a massa específica da água à 20ºC é 1,000 g/ml. Esses valores são aproximados. Para converter GL em INPM basta transformar o volume da água e do álcool, separadamente, em massa. Depois é só verificar o percentual de cada componente (da água e do álcool) em relação à massa total da mistura. Exemplo: Em um litro (1000 ml) de álcool 90º GL, 90% é etanol e 10% é água, ou seja, 900 ml de etanol e 100 ml de água. Como o grau INPM é dado em massa (peso), será preciso converter tudo em massa. Assim, 900 ml x 0,800 g/ml (massa específica do etanol) equivale a 720 g. 100 ml de água x 1,000 g/ml (massa específica da água) é igual a 100 g. A massa total da mistura é dada com a soma: 720 g + 100 g = 820 g. Calculando quanto 720 gramas correspondem, em percentual, ao total da mistura álcool/água (820 g), teremos 87,8% ou 87,8º INPM. É importante lembrar que esses valores são referidos à 20ºC. 90% V = 90° GL = 87,8° INPM (20°C) Conversão °GL em °INPM (°GL= %V) = mL de álcool contida em 1000mL da mistura hidroalcoólica (INPM= % massa) = massa de álcool em relação a massa total da mistura hidroalcoólica
  • 21.
    Referências Bibliográficas • ÁlcoolAnidro – Álcool Absoluto. Ciências New. Disponível em: <https://sites.google.com/site/ciencianews/diversos-curiosidades-etc/alcool-anidro---alcool-absoluto> Acesso em: 15 mar. 2013. • ANDRADE, T. Ednilton; CARCALHO, R. G. Sergio; SOUZA, F. Lucas. Programa do Proálcool e o Etanol no Brasil. Revista Engevista UFF, Fluminense, v. 11, n° 2, p. 127-136, dez. 2009. • BADOLATO, S. G. Elza; DURAN, Maria Cristina. Risco de intoxicação por metanol pela ingestão de bebidas alcoólicas. Instituto Adolfo Lutz, São Paulo, SP. Disponível em : < http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol27/n2/art90.htm#autor> Acesso em: 17 mar. 2013. • BRANDÃO, K. S. R.; SILVA, F. C.; NASCIMENTO, U. M.; SOUSA, M. C.; MOUZINHO, A. M. C.; SOUZA, A. G.; CONCEIÇÃO, M. M.; MOURA, K. R. M. Produção de Biodiesel por Transesterificação do Óleo de Soja com Misturas de Metanol-Etanol. In: I CONGRESSO DA REDE BRASILEIRA DE TECNOLOGIA DO BIODIESEL, Brasília,2006. p. 141-146. • Combustíveis. Brasil Escola. Disponível em: <http://www.brasilescola.com/quimica/combustivel.htm>. Acesso em: 15 mar. 2013. • CORREIA, L. Eduardo. A Retomada do Uso de Álcool Combustível no Brasil. Dissertação (Mestrado em Economia Aplicada) – Universidade Federal de Juiz de Fora, Faculdade de Economia Aplicada, Juiz de Fora, 2007. • Era do Etanol. O. S. Engine Bio Ethanol. Disponível em: <http://www.bioetanolfuel.com.br/index.php?pg=1>. Acesso em: 15 mar. 2013.
  • 22.
    Referências Bibliográficas • LEAL,M. Régis; LEITE, C. C. Rogério. O Biocombustível no Brasil. Revista Novos Estudos CEBRAP, São Paulo, n° 78, jul. 2007. • Methanol.Wikidoc. Disponível em: http://www.wikidoc.org/index.php/Methanol> Acesso em: 15 mar. 2013. • Motor a Álcool. Portal São Francisco. Disponível em: <http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/motor-a-alcool/motor-a-alcool-4.php> Acesso em: 15 mar. 2013. • NOEL, L. Francisco. Etanol: odesafio do combustível verde. Revista Problemas Brasileiros, SESC São Paulo, n° 382, jul./ago. 2007. • SCANDIFFIO, I. G. Mirna. Análise Prospectiva do Álcool Combustível no Brasil - Cenários 2004-2024. Dissertação (Mestrado em Economia) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia Mecânica Planejamento de Sistemas Energéticos, Campinas, 2005. • VENTUROLI, Thereza. Metanol: o veneno sob nova suspeita. Revista Super Interessante, São Paulo, abr. 1995. Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/metanol-veneno-nova-suspeita- 441093.shtml>. Acesso em: 15 mar. 2013. • JOB, M. A. Luís Carlos; STRAPASSON, B. Alexandre. Etanol, meio ambiente e tecnologia: Reflexões sobre a experiência brasileira. Revista de Política Agrícola EMBRAPA, Brasília, ano XV, n° 3, jul./ago./set. 2006.
  • 23.