O documento explora as críticas históricas e as negações enfrentadas pelo espiritismo, delineando como teorias como magnetismo, fraude, hipnotismo e psicanálise tentaram desacreditar os fenómenos mediúnicos. Aborda ainda o medo da morte ideológica e a resistência da Igreja e da ciência ao espiritismo ao longo dos séculos. O autor destaca que essas negações, impulsionadas pelo medo de perder poder, foram inúteis na tentativa de silenciar a nova doutrina.