SlideShare uma empresa Scribd logo
Escalonamento de processos em sistemas
virtualizados
Claudio Jorge Eckert Junior
Gian Paulo Vieira
Lisiane Reips
Prof. Jefferson James Cunha de Souza
SUMÁRIO
• Introdução
• Modelos de nuvem
• Classes de serviço
• Gerenciamento de nuvem de código aberto
• Arquitetura usada no sistema operacional nativo
• Tratamento de processos e seus escalonamentos
• Conclusão
• Bibliografia
• Dúvidas
Introdução
O termo de virtualização se refere de maneira geral
sobre a abstração de recursos computacionais.
Um único computador pode compartilhar seus
recursos de hardware com vários sistemas
operacionais hospedeiros.
Introdução
Esta abstração é geralmente realizada através de
um software (Máquina Virtual ou hypervision) que atua
como mediador entre os sistemas e os recursos da
máquina host.
Introdução
Também é função deste software escalonar qual
máquina virtual vai executar a cada momento,
semelhante ao escalonador de processos do Sistema
Operacional.
Introdução
O software é executado no modo de supervisor e as
máquinas virtuais são executadas em modo de usuário.
Quando estas tentam executar uma instrução
privilegiada, é gerada uma interrupção e o software se
encarrega de emular a execução desta instrução.
Introdução
Modelos de nuvem
Os modelos de nuvem são definidos de acordo com
o grupo que irá utilizar os serviços da arquitetura, estes
podem ser de quatro tipos.
Modelos de nuvem
- Nuvem Pública: a infraestrutura é fornecida para
muitos clientes e é gerenciada por terceiros. Várias
empresas podem trabalhar simultaneamente na mesma
infraestrutura. O usuário paga por aquilo que utilizar.
Modelos de nuvem
- Nuvem Privada: infraestrutura disponibilizada
apenas para um cliente específico e gerenciada pela
própria organização ou por terceiros. Este utiliza o
conceito de virtualização de máquinas, usando rede
proprietária.
Modelos de nuvem
- Nuvem Comunidade: infraestrutura compartilhada
por várias organizações por uma causa comum,
podendo ser gerenciada por elas mesmas ou por um
prestador de serviços.
Modelos de nuvem
- Nuvem Híbrida: compõe um ou mais modelos de
implantação de nuvem, em que a comunicação entre
elas é realizada de modo transparente (como uma
bridge).
Modelos de nuvem
13
Classes de serviço
Podemos separar as classes de serviço em três
categorias:
- Software como Serviço: o software pode ser
acessado via web, o cliente não possui controle
sobre o funcionamento da aplicação, do sistema e
do servidor rodando a mesma.
Classes de serviço
- Infraestrutura como Serviço: nesta classe um
usuário pode acessar uma parte de sistema que
possui recursos agrupados para criar e usar sua
própria infraestrutura de computação.
- Plataforma como Serviço: oferta um sistema de
gerenciamento unificado dos recursos para a
construção de aplicações. Este serviço não
necessita que o usuário se preocupe com a
infraestrutura.
Gerenciamento de nuvem de código aberto
Os principais gestores de infraestrutura virtual,
open-source, descritos atualmente em artigos, são:
- APACHE VCL: fornece acesso remoto para um
ambiente de computação dedicado para o usuário
final através de uma interface Web,
proporcionando ambientes personalizados para
usuários.
Gerenciamento de nuvem de código aberto
- CITRIX ESSENTIALS: fornece aos clientes
virtualização de servidores com um conjunto de
serviços avançados de gerenciamento de
virtualização, permitindo estender essas
capacidades de gerenciamento para o ambiente
Windows Server 2008.
Gerenciamento de nuvem de código aberto
- EUCALYPTUS: desenvolvido com a intenção de
fornecer uma implementação open-source quase
idêntica em funcionalidade com a API do Amazon
Web Services. Portanto, os usuários podem
interagir com uma nuvem Eucalyptus usando as
mesmas ferramentas que eles usam para acessar
o Amazon EC2.
Gerenciamento de nuvem de código aberto
- NIMBUS3: fornece a maioria das características
dos outros gestores como uma API para acesso
ao Amazon EC2 com suporte ao Xen. No entanto,
distingue-se dos outros, fornecendo uma interface
de acesso para o framework Globus Web Services
Resource (WSRF).
Gerenciamento de nuvem de código aberto
- OPENPEX: construído em torno da noção de
usar reservas antecipadas como o principal
método para alocar instâncias de VM. Distinguese
de outros gestores, pois incorpora um protocolo de
negociação bilateral que permite usuários e
provedores chegar a um acordo sobre troca de
ofertas e contra ofertas quando seus pedidos
originais não podem ser satisfeitos.
Gerenciamento de nuvem de código aberto
- OVIRT: fornece a maior parte das características
básicas dos gestores, incluindo suporte para o
gerenciamento de pools de servidores físicos,
pools de armazenamento, contas de usuário e
VMs.
Gerenciamento de nuvem de código aberto
- VMWARE VSPHERE: ferramenta destinada a
transformar a infraestrutura em uma nuvem
privada. Distingue-se de outros gestores como um
dos mais ricos em recursos. Na arquitetura
vSphere, servidores executam na plataforma
ESXi. Um servidor a parte executa vCenter Server,
que centraliza o controle da infraestrutura. Através
do software cliente vSphere, os administradores
conectam-se ao vCenter Server para executar
várias tarefas.
Gerenciamento de nuvem de código aberto
- OPENSTACK ESSEX: oferece software para
criar nuvens públicas e privadas. Contém uma
coleção de projetos open-source, incluindo
OpenStack Compute (codinome Nova),
armazenamento de objetos OpenStack (codinome
Swift), serviço de imagem OpenStack (codinome
Glance), serviço de armazenamento para uso das
instâncias (codinome Cinder) e serviço de rede
(codinome Quantum).
Gerenciamento de nuvem de código aberto
O OpenStack Essex fornece uma plataforma
operacional e um conjunto de ferramentas para
gerenciamento das nuvens.
Arquitetura usada no sistema operacional nativo
Pode-se dizer que existem “duas” formas de
virtualização, sendo elas: Virtualização completa e
virtualização de interface de sistema, que por sua vez
são dois tipos de Hypervisor, sendo o nativo e o tratado
como se fosse um processo normal de sistema
operacional.
Arquitetura usada no sistema operacional nativo
Na virtualização completa temos a total utilização da
arquitetura e hardware acima, sendo implementado
direto sobre o hardware de máquina real,
disponibilizando uma réplica do hardware e acessos a
entradas, saídas e instruções do processador.
Arquitetura usada no sistema operacional nativo
Esta forma de virtualização não prevê a
necessidade de alteração no sistema operacional
visitante, e tem um desempenho melhor por não
possuir camadas de abstração,. Na virtualização de
sistema, o hypervisor é executado como se fosse um
processo normal sobre um sistema operacional nativo.
Arquitetura usada no sistema operacional nativo
Podemos entender melhor com a figura a seguir,
que nos mostra os anéis de privilégio da arquitetura
nativa x86, onde o anel 0 está junto ao kernel e possui
acesso direto, e a camada 1 possui menor privilégio,
sendo o anel 3 a camada do usuário, desta forma
podemos entender em qual anel está o hipervisor e as
máquinas virtuais.
Arquitetura usada no sistema operacional nativo
29
Arquitetura usada no sistema operacional nativo
Porém na virtualização completa utiliza-se a técnica
de tradução binária, onde o hypervisor analisa,
reorganiza e traduz as sequências de instruções,
emitidas pelo sistema operacional convidado em novas
sequências de instruções, desta forma é possível
adaptar as instruções geradas pelo sistema convidado
ao sistema real.
Arquitetura usada no sistema operacional nativo
Como vantagens temos o fato de que o sistema
virtualizado não precisa de alteração, e como
desvantagens temos a perda de desempenho de cerca
de 30% pela interpretação dos dados.
Arquitetura usada no sistema operacional nativo
A arquitetura x86 não foi projetada para
virtualização e portanto não poderia ser virtualizada em
modo privilegiado “anel 0” e sim no “anel 1 e 2”, assim
foi criado o modo de virtualização assistida por
hardware, com processadores desenvolvidos pela Intel
e pela AMD, ambos chegando ao mesmo resultado,
mas ambos incompatíveis , agora os dois suportam o
hipervisor e os anéis de privilégios, proporcionando
utilizar os sistemas virtualizados convidados sem
alterá-los.
Tratamento de processos e seus escalonamentos
O gerenciamento de recursos e o tratamento de
tarefas são a chave de tecnologia em computação em
nuvem, desempenhando um papel vital neste contexto.
Tratamento de processos e seus escalonamentos
Atualmente temos estabelecidos em nuvem vários
algoritmos para estabelecer escalonamentos de
tarefas, mas não existe padrão uniforme a ser seguido,
entre eles os mais utilizados são os algoritmos de lista
que diferem principalmente na forma como a prioridade
é definida, mas em geral apresentam bom
desempenho. Os mais utilizados são:
Tratamento de processos e seus escalonamentos
- Myopic: consiste em organizar as atividades
prontas por ordem de chegada e associar cada
atividade a ser escalonada ao recurso disponível que
pode executá-la mais rapidamente.
- HEFT (Heterogeneus Earliest-Finish-Time =
Tempo de término mais antigo heterogêneo): escalona
atividades criando uma lista com pesos associados a
cada atividade, o peso é definido pela distância máxima
da atividade até a atividade de saída.
Tratamento de processos e seus escalonamentos
O primeiro passo é o cálculo de peso, sendo o valor
do peso de uma atividade igual ao tempo de execução
previsto para a atividade somado aos valores
encontrados no caminho até a atividade de saída.
- Ant Colony Optimization (ACO = Otimização de
colônias de formigas): basicamente este algoritmo
calcula o menor trajeto, a carga é calculada em cada
host (hospedeiro), tendo em conta a utilização da CPU
feita por todas as VMs que estão sendo executadas em
cada host.
Tratamento de processos e seus escalonamentos
Esta métrica é útil para uma formiga escolher o host
menos carregado para alocar suas VM.
O algoritmo ACO é encontrado também em
problemas de roteamento de pacotes de redes de
computadores, entre outros.
Foi descoberto que a comunicação das formigas
que caminhavam pela trilha ocorria por meio de uma
substância química denominada feromônio,
depositadas por elas próprias.
Tratamento de processos e seus escalonamentos
Enquanto as formigas caminhavam inicialmente de
forma aleatória, elas depositam uma certa quantidade
de substância, esta que é reforçada quando outra
formiga passar pelo caminho, tendo em vista que a
substância tende a evaporar com o tempo, quanto
maior a concentração de substância, mais curto é o
caminho.
Tratamento de processos e seus escalonamentos
- Algoritmo Min-Min: começa com um conjunto de
tarefas que são todas não atribuídas, primeiro, calcula
o tempo mínimo de conclusão para todas as tarefas e
todos os recursos, então, entre esses tempos mínimos,
o valor mínimo é selecionado, que é o tempo mínimo
entre todas as tarefas em quaisquer recursos.
Tratamento de processos e seus escalonamentos
Assim essa tarefa é programada no recurso em que
leva o mínimo tempo e o tempo disponível desse
recurso é atualizado para todos as outras tarefas, ou
seja, suponha que uma tarefa é atribuída a uma
máquina e leva 20 segundos para ser realizada, então
os tempos de execução de todos as outras as tarefas
nesta máquina serão aumentadas em 20 segundos.
Depois disso, a tarefa atribuída não é considerada e o
mesmo processo é repetido até que todas as tarefas
sejam atribuídas.
Tratamento de processos e seus escalonamentos
- Algoritmo Max-Min: da mesma forma que o Min-
Min exceto depois de descobrir o tempo de colisão, os
tempos mínimos de execução são encontrados para
cada tarefa. Então, entre esses tempos mínimos, o
valor máximo é selecionado, que é o tempo máximo
entre todas as tarefas em qualquer Recurso.
Tratamento de processos e seus escalonamentos
Assim essa tarefa está programada no recurso em
que leva o tempo mínimo, e o tempo disponível daquele
recurso é atualizado para todas as outras tarefas. A
atualização é feita da mesma maneira que para o Min-
Min. Todas as tarefas são recursos atribuídos por este
procedimento.
Tratamento de processos e seus escalonamentos
Além dos mais utilizados já citados, também são
utilizados:
- Otimização de exames de partículas
- Round Robin
- Genético
- Agendamento de tarefas baseado em prioridades
- Agendamento dinâmico baseado no limite
Conclusão
44
Bibliografia
https://repositorio.unesp.br/handle/11449/110377
http://www.sjrp.unesp.br/#!/noticia/1613/auditoria-e-
monitoramento-de-eventos-inconsistentes/
https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/1470
90/pauro_ll_me_sjrp.pdf?sequence=3
https://www.researchgate.net/publication/308307711_Es
calonamento_de_Instancias_de_Maquinas_Virtuais_em_Nu
vens_IaaS
Bibliografia
https://www.researchgate.net/publication/308307711_Es
calonamento_de_Instancias_de_Maquinas_Virtuais_em_Nu
vens_IaaS
https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/36087
http://www.ic.unicamp.br/~ducatte/mo401/1s2011/T2/Arti
gos/G09_012096_931544-t2.pdf
http://www.ic.unicamp.br/~ducatte/mo401/1s2012/T2/G0
4-115168-t2.pdf
Bibliografia
http://omnipax.com.br/livros/2013/MHPO/mhpo-
cap04.pdf
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/45/45134/tde-
28062016-155756/pt-br.php
https://pdfs.semanticscholar.org/fe70/2bc2833702e5312b
ed4ef2894d9cbc5d4d50.pdf
file:///C:/Users/Administrador/Downloads/Dissertao_Nayl
or_Garcia_Bachiega.pdf
http://newiranians.ir/SCHEDULING%20IN%20CLOUD%2
0COMPUTING.pdf
Dúvidas
48
Muito obrigado!
49

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Windows Server 2012 - Todas aplicações em qualquer nuvem
Windows Server 2012 - Todas aplicações em qualquer nuvemWindows Server 2012 - Todas aplicações em qualquer nuvem
Windows Server 2012 - Todas aplicações em qualquer nuvem
Fabio Hara
 
Flisol 2015
Flisol 2015 Flisol 2015
Flisol 2015
Ricardo Martins ☁
 
Xen Server X Vm Ware
Xen Server X Vm WareXen Server X Vm Ware
Xen Server X Vm Ware
Andre Flor
 
DevOpsDays Brasilia 2017
DevOpsDays Brasilia 2017DevOpsDays Brasilia 2017
DevOpsDays Brasilia 2017
Jonathan Baraldi
 
Aula sd 2008_02aspectosprojectosds
Aula sd 2008_02aspectosprojectosdsAula sd 2008_02aspectosprojectosds
Aula sd 2008_02aspectosprojectosds
Portal_do_Estudante_SD
 
Simulado traduzido 70 410
Simulado traduzido 70   410Simulado traduzido 70   410
Simulado traduzido 70 410
dionilson lemos
 
Windows server 2012 active directory e server manager fabio hara
Windows server 2012 active directory e server manager fabio haraWindows server 2012 active directory e server manager fabio hara
Windows server 2012 active directory e server manager fabio hara
Fabio Hara
 
Windows Server 2012 - estilo de trabalho moderno
Windows Server 2012 - estilo de trabalho modernoWindows Server 2012 - estilo de trabalho moderno
Windows Server 2012 - estilo de trabalho moderno
Fabio Hara
 
planejamento pre-instalacao win server 2012
 planejamento pre-instalacao win server 2012 planejamento pre-instalacao win server 2012
planejamento pre-instalacao win server 2012
Yan Ferrari Ferreira
 
Gerência de identidades federadas em nuvens
Gerência de identidades federadas em nuvensGerência de identidades federadas em nuvens
Gerência de identidades federadas em nuvens
jarddel
 
Windows Server 2012 - Alem da virtualização
Windows Server 2012 - Alem da virtualizaçãoWindows Server 2012 - Alem da virtualização
Windows Server 2012 - Alem da virtualização
Fabio Hara
 
windows server 2012 e windows 8 = melhores juntos
windows server 2012 e windows 8 = melhores juntoswindows server 2012 e windows 8 = melhores juntos
windows server 2012 e windows 8 = melhores juntos
Fabio Hara
 
Aula 7 (clouter)
Aula 7 (clouter)Aula 7 (clouter)
Aula 7 (clouter)
Evandro Júnior
 
Artigo virtualização
Artigo virtualizaçãoArtigo virtualização
Artigo virtualização
Anderson Schultz Ribeiro
 
Windows Server 2012 - Além da virtualização
Windows Server 2012 - Além da virtualizaçãoWindows Server 2012 - Além da virtualização
Windows Server 2012 - Além da virtualização
Fabio Hara
 
Windows server 2012
Windows server 2012Windows server 2012
Windows server 2012
Jairo Soares Dolores Mosca
 
Ws2012r2 hyper v
Ws2012r2 hyper vWs2012r2 hyper v
Ws2012r2 hyper v
Fabio Hara
 
Eucalyptus uma plataforma de cloud computing para qualquer tipo de usuário - ...
Eucalyptus uma plataforma de cloud computing para qualquer tipo de usuário - ...Eucalyptus uma plataforma de cloud computing para qualquer tipo de usuário - ...
Eucalyptus uma plataforma de cloud computing para qualquer tipo de usuário - ...
Gustavo Henrique Rodrigues Pinto Tomas
 
Apresentação do Curso
Apresentação do CursoApresentação do Curso
Apresentação do Curso
Eduardo de Lucena Falcão
 
Instalação do Windows Server 2008
Instalação do Windows Server 2008Instalação do Windows Server 2008
Instalação do Windows Server 2008
Guilherme Lima
 

Mais procurados (20)

Windows Server 2012 - Todas aplicações em qualquer nuvem
Windows Server 2012 - Todas aplicações em qualquer nuvemWindows Server 2012 - Todas aplicações em qualquer nuvem
Windows Server 2012 - Todas aplicações em qualquer nuvem
 
Flisol 2015
Flisol 2015 Flisol 2015
Flisol 2015
 
Xen Server X Vm Ware
Xen Server X Vm WareXen Server X Vm Ware
Xen Server X Vm Ware
 
DevOpsDays Brasilia 2017
DevOpsDays Brasilia 2017DevOpsDays Brasilia 2017
DevOpsDays Brasilia 2017
 
Aula sd 2008_02aspectosprojectosds
Aula sd 2008_02aspectosprojectosdsAula sd 2008_02aspectosprojectosds
Aula sd 2008_02aspectosprojectosds
 
Simulado traduzido 70 410
Simulado traduzido 70   410Simulado traduzido 70   410
Simulado traduzido 70 410
 
Windows server 2012 active directory e server manager fabio hara
Windows server 2012 active directory e server manager fabio haraWindows server 2012 active directory e server manager fabio hara
Windows server 2012 active directory e server manager fabio hara
 
Windows Server 2012 - estilo de trabalho moderno
Windows Server 2012 - estilo de trabalho modernoWindows Server 2012 - estilo de trabalho moderno
Windows Server 2012 - estilo de trabalho moderno
 
planejamento pre-instalacao win server 2012
 planejamento pre-instalacao win server 2012 planejamento pre-instalacao win server 2012
planejamento pre-instalacao win server 2012
 
Gerência de identidades federadas em nuvens
Gerência de identidades federadas em nuvensGerência de identidades federadas em nuvens
Gerência de identidades federadas em nuvens
 
Windows Server 2012 - Alem da virtualização
Windows Server 2012 - Alem da virtualizaçãoWindows Server 2012 - Alem da virtualização
Windows Server 2012 - Alem da virtualização
 
windows server 2012 e windows 8 = melhores juntos
windows server 2012 e windows 8 = melhores juntoswindows server 2012 e windows 8 = melhores juntos
windows server 2012 e windows 8 = melhores juntos
 
Aula 7 (clouter)
Aula 7 (clouter)Aula 7 (clouter)
Aula 7 (clouter)
 
Artigo virtualização
Artigo virtualizaçãoArtigo virtualização
Artigo virtualização
 
Windows Server 2012 - Além da virtualização
Windows Server 2012 - Além da virtualizaçãoWindows Server 2012 - Além da virtualização
Windows Server 2012 - Além da virtualização
 
Windows server 2012
Windows server 2012Windows server 2012
Windows server 2012
 
Ws2012r2 hyper v
Ws2012r2 hyper vWs2012r2 hyper v
Ws2012r2 hyper v
 
Eucalyptus uma plataforma de cloud computing para qualquer tipo de usuário - ...
Eucalyptus uma plataforma de cloud computing para qualquer tipo de usuário - ...Eucalyptus uma plataforma de cloud computing para qualquer tipo de usuário - ...
Eucalyptus uma plataforma de cloud computing para qualquer tipo de usuário - ...
 
Apresentação do Curso
Apresentação do CursoApresentação do Curso
Apresentação do Curso
 
Instalação do Windows Server 2008
Instalação do Windows Server 2008Instalação do Windows Server 2008
Instalação do Windows Server 2008
 

Semelhante a Escalonamento de processos em sistemas virtualizados

Artigo vmware
Artigo vmware Artigo vmware
Artigo vmware
yanrashigard
 
Desenvolvimento em Nuvem
Desenvolvimento em NuvemDesenvolvimento em Nuvem
Desenvolvimento em Nuvem
Vitor Savicki
 
Uma Arquitetura para a Implantação Automática de Serviços em Infraestruturas ...
Uma Arquitetura para a Implantação Automática de Serviços em Infraestruturas ...Uma Arquitetura para a Implantação Automática de Serviços em Infraestruturas ...
Uma Arquitetura para a Implantação Automática de Serviços em Infraestruturas ...
Lenin Abadie
 
Aula 03 informática aplicada - virtualização
Aula 03  informática aplicada - virtualizaçãoAula 03  informática aplicada - virtualização
Aula 03 informática aplicada - virtualização
Robson Ferreira
 
Cap4 v2
Cap4 v2Cap4 v2
Sistemas Distribuidos Java
Sistemas Distribuidos JavaSistemas Distribuidos Java
Sistemas Distribuidos Java
limadavi
 
Cloudwalker - processamento distribuído em nuvem
Cloudwalker - processamento distribuído em nuvemCloudwalker - processamento distribuído em nuvem
Cloudwalker - processamento distribuído em nuvem
Flávio Lisboa
 
Orquestração de containers com Rancher
Orquestração de containers com RancherOrquestração de containers com Rancher
Orquestração de containers com Rancher
Alex Ishida
 
Sistemas Operacionais - Aula 6 - Estrutura do Sistema Operacional
Sistemas Operacionais - Aula 6 - Estrutura do Sistema OperacionalSistemas Operacionais - Aula 6 - Estrutura do Sistema Operacional
Sistemas Operacionais - Aula 6 - Estrutura do Sistema Operacional
Charles Fortes
 
Aula01
Aula01Aula01
ADR00 - Conceitos de Sistemas Operacionais de Redes
ADR00 - Conceitos de Sistemas Operacionais de RedesADR00 - Conceitos de Sistemas Operacionais de Redes
ADR00 - Conceitos de Sistemas Operacionais de Redes
Silvano Oliveira
 
Serviço de Distribuição de SW em Plataforma Livre
Serviço de Distribuição de SW em Plataforma LivreServiço de Distribuição de SW em Plataforma Livre
Serviço de Distribuição de SW em Plataforma Livre
Mauro Tapajós
 
Cloud computing - Apresentação
Cloud computing - ApresentaçãoCloud computing - Apresentação
Cloud computing - Apresentação
Ana Paula Novello
 
Desempenho de um Servidor Web em Ambientes de Computação Isolados
Desempenho de um Servidor Web em Ambientes de Computação IsoladosDesempenho de um Servidor Web em Ambientes de Computação Isolados
Desempenho de um Servidor Web em Ambientes de Computação Isolados
Andre Danelon
 
Pres clusterpdf
Pres clusterpdfPres clusterpdf
Pres clusterpdf
Roberto Nou
 
Apresentando o OpsWorks - Bemobi
Apresentando o OpsWorks - BemobiApresentando o OpsWorks - Bemobi
Apresentando o OpsWorks - Bemobi
Ricardo Martins ☁
 
Sistemas Distribuídos - Computação Distribuída e Paralela
Sistemas Distribuídos - Computação Distribuída e ParalelaSistemas Distribuídos - Computação Distribuída e Paralela
Sistemas Distribuídos - Computação Distribuída e Paralela
Adriano Teixeira de Souza
 
Virtualiza%e7%e3o(3)
Virtualiza%e7%e3o(3)Virtualiza%e7%e3o(3)
Virtualiza%e7%e3o(3)
Paulo Henrique Henrique
 
Joaopinheiro
JoaopinheiroJoaopinheiro
Joaopinheiro
joaopinheiro7
 
Curso Virtualizacao Profissional com Xen em Sao Paulo
Curso Virtualizacao Profissional com Xen em Sao PauloCurso Virtualizacao Profissional com Xen em Sao Paulo
Curso Virtualizacao Profissional com Xen em Sao Paulo
Grupo Treinar
 

Semelhante a Escalonamento de processos em sistemas virtualizados (20)

Artigo vmware
Artigo vmware Artigo vmware
Artigo vmware
 
Desenvolvimento em Nuvem
Desenvolvimento em NuvemDesenvolvimento em Nuvem
Desenvolvimento em Nuvem
 
Uma Arquitetura para a Implantação Automática de Serviços em Infraestruturas ...
Uma Arquitetura para a Implantação Automática de Serviços em Infraestruturas ...Uma Arquitetura para a Implantação Automática de Serviços em Infraestruturas ...
Uma Arquitetura para a Implantação Automática de Serviços em Infraestruturas ...
 
Aula 03 informática aplicada - virtualização
Aula 03  informática aplicada - virtualizaçãoAula 03  informática aplicada - virtualização
Aula 03 informática aplicada - virtualização
 
Cap4 v2
Cap4 v2Cap4 v2
Cap4 v2
 
Sistemas Distribuidos Java
Sistemas Distribuidos JavaSistemas Distribuidos Java
Sistemas Distribuidos Java
 
Cloudwalker - processamento distribuído em nuvem
Cloudwalker - processamento distribuído em nuvemCloudwalker - processamento distribuído em nuvem
Cloudwalker - processamento distribuído em nuvem
 
Orquestração de containers com Rancher
Orquestração de containers com RancherOrquestração de containers com Rancher
Orquestração de containers com Rancher
 
Sistemas Operacionais - Aula 6 - Estrutura do Sistema Operacional
Sistemas Operacionais - Aula 6 - Estrutura do Sistema OperacionalSistemas Operacionais - Aula 6 - Estrutura do Sistema Operacional
Sistemas Operacionais - Aula 6 - Estrutura do Sistema Operacional
 
Aula01
Aula01Aula01
Aula01
 
ADR00 - Conceitos de Sistemas Operacionais de Redes
ADR00 - Conceitos de Sistemas Operacionais de RedesADR00 - Conceitos de Sistemas Operacionais de Redes
ADR00 - Conceitos de Sistemas Operacionais de Redes
 
Serviço de Distribuição de SW em Plataforma Livre
Serviço de Distribuição de SW em Plataforma LivreServiço de Distribuição de SW em Plataforma Livre
Serviço de Distribuição de SW em Plataforma Livre
 
Cloud computing - Apresentação
Cloud computing - ApresentaçãoCloud computing - Apresentação
Cloud computing - Apresentação
 
Desempenho de um Servidor Web em Ambientes de Computação Isolados
Desempenho de um Servidor Web em Ambientes de Computação IsoladosDesempenho de um Servidor Web em Ambientes de Computação Isolados
Desempenho de um Servidor Web em Ambientes de Computação Isolados
 
Pres clusterpdf
Pres clusterpdfPres clusterpdf
Pres clusterpdf
 
Apresentando o OpsWorks - Bemobi
Apresentando o OpsWorks - BemobiApresentando o OpsWorks - Bemobi
Apresentando o OpsWorks - Bemobi
 
Sistemas Distribuídos - Computação Distribuída e Paralela
Sistemas Distribuídos - Computação Distribuída e ParalelaSistemas Distribuídos - Computação Distribuída e Paralela
Sistemas Distribuídos - Computação Distribuída e Paralela
 
Virtualiza%e7%e3o(3)
Virtualiza%e7%e3o(3)Virtualiza%e7%e3o(3)
Virtualiza%e7%e3o(3)
 
Joaopinheiro
JoaopinheiroJoaopinheiro
Joaopinheiro
 
Curso Virtualizacao Profissional com Xen em Sao Paulo
Curso Virtualizacao Profissional com Xen em Sao PauloCurso Virtualizacao Profissional com Xen em Sao Paulo
Curso Virtualizacao Profissional com Xen em Sao Paulo
 

Mais de Claudio Eckert

Itil e cobit
Itil e cobitItil e cobit
Itil e cobit
Claudio Eckert
 
DDR5
DDR5DDR5
Redes de alta velocidade dwdm
Redes de alta velocidade dwdmRedes de alta velocidade dwdm
Redes de alta velocidade dwdm
Claudio Eckert
 
Trabalho flip flop
Trabalho flip flopTrabalho flip flop
Trabalho flip flop
Claudio Eckert
 
ULA Unidade Lógica Aritmética
ULA Unidade Lógica AritméticaULA Unidade Lógica Aritmética
ULA Unidade Lógica Aritmética
Claudio Eckert
 
RAD - Métodos ágeis
RAD - Métodos ágeisRAD - Métodos ágeis
RAD - Métodos ágeis
Claudio Eckert
 
RAD - Métodos ágeis
RAD - Métodos ágeisRAD - Métodos ágeis
RAD - Métodos ágeis
Claudio Eckert
 
Teste de software
Teste de softwareTeste de software
Teste de software
Claudio Eckert
 
Roteamento Intra-SA e Inter-SA
Roteamento Intra-SA e Inter-SARoteamento Intra-SA e Inter-SA
Roteamento Intra-SA e Inter-SA
Claudio Eckert
 
MPS.BR
MPS.BRMPS.BR

Mais de Claudio Eckert (10)

Itil e cobit
Itil e cobitItil e cobit
Itil e cobit
 
DDR5
DDR5DDR5
DDR5
 
Redes de alta velocidade dwdm
Redes de alta velocidade dwdmRedes de alta velocidade dwdm
Redes de alta velocidade dwdm
 
Trabalho flip flop
Trabalho flip flopTrabalho flip flop
Trabalho flip flop
 
ULA Unidade Lógica Aritmética
ULA Unidade Lógica AritméticaULA Unidade Lógica Aritmética
ULA Unidade Lógica Aritmética
 
RAD - Métodos ágeis
RAD - Métodos ágeisRAD - Métodos ágeis
RAD - Métodos ágeis
 
RAD - Métodos ágeis
RAD - Métodos ágeisRAD - Métodos ágeis
RAD - Métodos ágeis
 
Teste de software
Teste de softwareTeste de software
Teste de software
 
Roteamento Intra-SA e Inter-SA
Roteamento Intra-SA e Inter-SARoteamento Intra-SA e Inter-SA
Roteamento Intra-SA e Inter-SA
 
MPS.BR
MPS.BRMPS.BR
MPS.BR
 

Último

proposta curricular ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
proposta curricular  ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...proposta curricular  ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
proposta curricular ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
Escola Municipal Jesus Cristo
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdfEJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
Escola Municipal Jesus Cristo
 
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Luana Neres
 
LIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptx
LIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptxLIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptx
LIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptx
WelidaFreitas1
 
Aula 3- 6º HIS - As origens da humanidade, seus deslocamentos e os processos ...
Aula 3- 6º HIS - As origens da humanidade, seus deslocamentos e os processos ...Aula 3- 6º HIS - As origens da humanidade, seus deslocamentos e os processos ...
Aula 3- 6º HIS - As origens da humanidade, seus deslocamentos e os processos ...
Luana Neres
 
Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023
MatildeBrites
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
DanielCastro80471
 
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e ZCaça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
Mary Alvarenga
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
andressacastro36
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
PROPOSTA CURRICULAR EDUCACAO FISICA.docx
PROPOSTA CURRICULAR  EDUCACAO FISICA.docxPROPOSTA CURRICULAR  EDUCACAO FISICA.docx
PROPOSTA CURRICULAR EDUCACAO FISICA.docx
Escola Municipal Jesus Cristo
 
Química orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptxQuímica orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptx
KeilianeOliveira3
 
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
Escola Municipal Jesus Cristo
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Mary Alvarenga
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
RenanSilva991968
 
Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
Mary Alvarenga
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
NatySousa3
 

Último (20)

proposta curricular ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
proposta curricular  ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...proposta curricular  ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
proposta curricular ou plano de cursode lingua portuguesa eja anos finais ( ...
 
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, CPAD, A Realidade Bíblica do Inferno, 2Tr24.pptx
 
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdfEJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
EJA -livro para professor -dos anos iniciais letramento e alfabetização.pdf
 
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
Aula 2 - 6º HIS - Formas de registro da história e da produção do conheciment...
 
LIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptx
LIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptxLIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptx
LIÇÃO 9 - ORDENANÇAS PARA UMA VIDA DE SANTIFICAÇÃO.pptx
 
Aula 3- 6º HIS - As origens da humanidade, seus deslocamentos e os processos ...
Aula 3- 6º HIS - As origens da humanidade, seus deslocamentos e os processos ...Aula 3- 6º HIS - As origens da humanidade, seus deslocamentos e os processos ...
Aula 3- 6º HIS - As origens da humanidade, seus deslocamentos e os processos ...
 
Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023Memorial do convento slides- português 2023
Memorial do convento slides- português 2023
 
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdfEspecialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
Especialidade - Animais Ameaçados de Extinção(1).pdf
 
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e ZCaça-palavras - ortografia  S, SS, X, C e Z
Caça-palavras - ortografia S, SS, X, C e Z
 
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, Betel, Ordenança para uma vida de santificação, 2Tr24.pptx
 
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdfiNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
iNTRODUÇÃO À Plantas terrestres e Plantas aquáticas. (1).pdf
 
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
05-os-pre-socraticos sociologia-28-slides.pptx
 
PROPOSTA CURRICULAR EDUCACAO FISICA.docx
PROPOSTA CURRICULAR  EDUCACAO FISICA.docxPROPOSTA CURRICULAR  EDUCACAO FISICA.docx
PROPOSTA CURRICULAR EDUCACAO FISICA.docx
 
Química orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptxQuímica orgânica e as funções organicas.pptx
Química orgânica e as funções organicas.pptx
 
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
BULLYING NÃO É AMOR.pdf LIVRO PARA TRABALHAR COM ALUNOS ATRAVÉS DE PROJETOS...
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.Caça-palavras    ortografia M antes de P e B.
Caça-palavras ortografia M antes de P e B.
 
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdfAPOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
APOSTILA DE TEXTOS CURTOS E INTERPRETAÇÃO.pdf
 
Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
 
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdfCADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
CADERNO DE CONCEITOS E ORIENTAÇÕES DO CENSO ESCOLAR 2024.pdf
 

Escalonamento de processos em sistemas virtualizados

  • 1. Escalonamento de processos em sistemas virtualizados Claudio Jorge Eckert Junior Gian Paulo Vieira Lisiane Reips Prof. Jefferson James Cunha de Souza
  • 2. SUMÁRIO • Introdução • Modelos de nuvem • Classes de serviço • Gerenciamento de nuvem de código aberto • Arquitetura usada no sistema operacional nativo • Tratamento de processos e seus escalonamentos • Conclusão • Bibliografia • Dúvidas
  • 3. Introdução O termo de virtualização se refere de maneira geral sobre a abstração de recursos computacionais. Um único computador pode compartilhar seus recursos de hardware com vários sistemas operacionais hospedeiros.
  • 4. Introdução Esta abstração é geralmente realizada através de um software (Máquina Virtual ou hypervision) que atua como mediador entre os sistemas e os recursos da máquina host.
  • 5. Introdução Também é função deste software escalonar qual máquina virtual vai executar a cada momento, semelhante ao escalonador de processos do Sistema Operacional.
  • 6. Introdução O software é executado no modo de supervisor e as máquinas virtuais são executadas em modo de usuário. Quando estas tentam executar uma instrução privilegiada, é gerada uma interrupção e o software se encarrega de emular a execução desta instrução.
  • 8. Modelos de nuvem Os modelos de nuvem são definidos de acordo com o grupo que irá utilizar os serviços da arquitetura, estes podem ser de quatro tipos.
  • 9. Modelos de nuvem - Nuvem Pública: a infraestrutura é fornecida para muitos clientes e é gerenciada por terceiros. Várias empresas podem trabalhar simultaneamente na mesma infraestrutura. O usuário paga por aquilo que utilizar.
  • 10. Modelos de nuvem - Nuvem Privada: infraestrutura disponibilizada apenas para um cliente específico e gerenciada pela própria organização ou por terceiros. Este utiliza o conceito de virtualização de máquinas, usando rede proprietária.
  • 11. Modelos de nuvem - Nuvem Comunidade: infraestrutura compartilhada por várias organizações por uma causa comum, podendo ser gerenciada por elas mesmas ou por um prestador de serviços.
  • 12. Modelos de nuvem - Nuvem Híbrida: compõe um ou mais modelos de implantação de nuvem, em que a comunicação entre elas é realizada de modo transparente (como uma bridge).
  • 14. Classes de serviço Podemos separar as classes de serviço em três categorias: - Software como Serviço: o software pode ser acessado via web, o cliente não possui controle sobre o funcionamento da aplicação, do sistema e do servidor rodando a mesma.
  • 15. Classes de serviço - Infraestrutura como Serviço: nesta classe um usuário pode acessar uma parte de sistema que possui recursos agrupados para criar e usar sua própria infraestrutura de computação. - Plataforma como Serviço: oferta um sistema de gerenciamento unificado dos recursos para a construção de aplicações. Este serviço não necessita que o usuário se preocupe com a infraestrutura.
  • 16. Gerenciamento de nuvem de código aberto Os principais gestores de infraestrutura virtual, open-source, descritos atualmente em artigos, são: - APACHE VCL: fornece acesso remoto para um ambiente de computação dedicado para o usuário final através de uma interface Web, proporcionando ambientes personalizados para usuários.
  • 17. Gerenciamento de nuvem de código aberto - CITRIX ESSENTIALS: fornece aos clientes virtualização de servidores com um conjunto de serviços avançados de gerenciamento de virtualização, permitindo estender essas capacidades de gerenciamento para o ambiente Windows Server 2008.
  • 18. Gerenciamento de nuvem de código aberto - EUCALYPTUS: desenvolvido com a intenção de fornecer uma implementação open-source quase idêntica em funcionalidade com a API do Amazon Web Services. Portanto, os usuários podem interagir com uma nuvem Eucalyptus usando as mesmas ferramentas que eles usam para acessar o Amazon EC2.
  • 19. Gerenciamento de nuvem de código aberto - NIMBUS3: fornece a maioria das características dos outros gestores como uma API para acesso ao Amazon EC2 com suporte ao Xen. No entanto, distingue-se dos outros, fornecendo uma interface de acesso para o framework Globus Web Services Resource (WSRF).
  • 20. Gerenciamento de nuvem de código aberto - OPENPEX: construído em torno da noção de usar reservas antecipadas como o principal método para alocar instâncias de VM. Distinguese de outros gestores, pois incorpora um protocolo de negociação bilateral que permite usuários e provedores chegar a um acordo sobre troca de ofertas e contra ofertas quando seus pedidos originais não podem ser satisfeitos.
  • 21. Gerenciamento de nuvem de código aberto - OVIRT: fornece a maior parte das características básicas dos gestores, incluindo suporte para o gerenciamento de pools de servidores físicos, pools de armazenamento, contas de usuário e VMs.
  • 22. Gerenciamento de nuvem de código aberto - VMWARE VSPHERE: ferramenta destinada a transformar a infraestrutura em uma nuvem privada. Distingue-se de outros gestores como um dos mais ricos em recursos. Na arquitetura vSphere, servidores executam na plataforma ESXi. Um servidor a parte executa vCenter Server, que centraliza o controle da infraestrutura. Através do software cliente vSphere, os administradores conectam-se ao vCenter Server para executar várias tarefas.
  • 23. Gerenciamento de nuvem de código aberto - OPENSTACK ESSEX: oferece software para criar nuvens públicas e privadas. Contém uma coleção de projetos open-source, incluindo OpenStack Compute (codinome Nova), armazenamento de objetos OpenStack (codinome Swift), serviço de imagem OpenStack (codinome Glance), serviço de armazenamento para uso das instâncias (codinome Cinder) e serviço de rede (codinome Quantum).
  • 24. Gerenciamento de nuvem de código aberto O OpenStack Essex fornece uma plataforma operacional e um conjunto de ferramentas para gerenciamento das nuvens.
  • 25. Arquitetura usada no sistema operacional nativo Pode-se dizer que existem “duas” formas de virtualização, sendo elas: Virtualização completa e virtualização de interface de sistema, que por sua vez são dois tipos de Hypervisor, sendo o nativo e o tratado como se fosse um processo normal de sistema operacional.
  • 26. Arquitetura usada no sistema operacional nativo Na virtualização completa temos a total utilização da arquitetura e hardware acima, sendo implementado direto sobre o hardware de máquina real, disponibilizando uma réplica do hardware e acessos a entradas, saídas e instruções do processador.
  • 27. Arquitetura usada no sistema operacional nativo Esta forma de virtualização não prevê a necessidade de alteração no sistema operacional visitante, e tem um desempenho melhor por não possuir camadas de abstração,. Na virtualização de sistema, o hypervisor é executado como se fosse um processo normal sobre um sistema operacional nativo.
  • 28. Arquitetura usada no sistema operacional nativo Podemos entender melhor com a figura a seguir, que nos mostra os anéis de privilégio da arquitetura nativa x86, onde o anel 0 está junto ao kernel e possui acesso direto, e a camada 1 possui menor privilégio, sendo o anel 3 a camada do usuário, desta forma podemos entender em qual anel está o hipervisor e as máquinas virtuais.
  • 29. Arquitetura usada no sistema operacional nativo 29
  • 30. Arquitetura usada no sistema operacional nativo Porém na virtualização completa utiliza-se a técnica de tradução binária, onde o hypervisor analisa, reorganiza e traduz as sequências de instruções, emitidas pelo sistema operacional convidado em novas sequências de instruções, desta forma é possível adaptar as instruções geradas pelo sistema convidado ao sistema real.
  • 31. Arquitetura usada no sistema operacional nativo Como vantagens temos o fato de que o sistema virtualizado não precisa de alteração, e como desvantagens temos a perda de desempenho de cerca de 30% pela interpretação dos dados.
  • 32. Arquitetura usada no sistema operacional nativo A arquitetura x86 não foi projetada para virtualização e portanto não poderia ser virtualizada em modo privilegiado “anel 0” e sim no “anel 1 e 2”, assim foi criado o modo de virtualização assistida por hardware, com processadores desenvolvidos pela Intel e pela AMD, ambos chegando ao mesmo resultado, mas ambos incompatíveis , agora os dois suportam o hipervisor e os anéis de privilégios, proporcionando utilizar os sistemas virtualizados convidados sem alterá-los.
  • 33. Tratamento de processos e seus escalonamentos O gerenciamento de recursos e o tratamento de tarefas são a chave de tecnologia em computação em nuvem, desempenhando um papel vital neste contexto.
  • 34. Tratamento de processos e seus escalonamentos Atualmente temos estabelecidos em nuvem vários algoritmos para estabelecer escalonamentos de tarefas, mas não existe padrão uniforme a ser seguido, entre eles os mais utilizados são os algoritmos de lista que diferem principalmente na forma como a prioridade é definida, mas em geral apresentam bom desempenho. Os mais utilizados são:
  • 35. Tratamento de processos e seus escalonamentos - Myopic: consiste em organizar as atividades prontas por ordem de chegada e associar cada atividade a ser escalonada ao recurso disponível que pode executá-la mais rapidamente. - HEFT (Heterogeneus Earliest-Finish-Time = Tempo de término mais antigo heterogêneo): escalona atividades criando uma lista com pesos associados a cada atividade, o peso é definido pela distância máxima da atividade até a atividade de saída.
  • 36. Tratamento de processos e seus escalonamentos O primeiro passo é o cálculo de peso, sendo o valor do peso de uma atividade igual ao tempo de execução previsto para a atividade somado aos valores encontrados no caminho até a atividade de saída. - Ant Colony Optimization (ACO = Otimização de colônias de formigas): basicamente este algoritmo calcula o menor trajeto, a carga é calculada em cada host (hospedeiro), tendo em conta a utilização da CPU feita por todas as VMs que estão sendo executadas em cada host.
  • 37. Tratamento de processos e seus escalonamentos Esta métrica é útil para uma formiga escolher o host menos carregado para alocar suas VM. O algoritmo ACO é encontrado também em problemas de roteamento de pacotes de redes de computadores, entre outros. Foi descoberto que a comunicação das formigas que caminhavam pela trilha ocorria por meio de uma substância química denominada feromônio, depositadas por elas próprias.
  • 38. Tratamento de processos e seus escalonamentos Enquanto as formigas caminhavam inicialmente de forma aleatória, elas depositam uma certa quantidade de substância, esta que é reforçada quando outra formiga passar pelo caminho, tendo em vista que a substância tende a evaporar com o tempo, quanto maior a concentração de substância, mais curto é o caminho.
  • 39. Tratamento de processos e seus escalonamentos - Algoritmo Min-Min: começa com um conjunto de tarefas que são todas não atribuídas, primeiro, calcula o tempo mínimo de conclusão para todas as tarefas e todos os recursos, então, entre esses tempos mínimos, o valor mínimo é selecionado, que é o tempo mínimo entre todas as tarefas em quaisquer recursos.
  • 40. Tratamento de processos e seus escalonamentos Assim essa tarefa é programada no recurso em que leva o mínimo tempo e o tempo disponível desse recurso é atualizado para todos as outras tarefas, ou seja, suponha que uma tarefa é atribuída a uma máquina e leva 20 segundos para ser realizada, então os tempos de execução de todos as outras as tarefas nesta máquina serão aumentadas em 20 segundos. Depois disso, a tarefa atribuída não é considerada e o mesmo processo é repetido até que todas as tarefas sejam atribuídas.
  • 41. Tratamento de processos e seus escalonamentos - Algoritmo Max-Min: da mesma forma que o Min- Min exceto depois de descobrir o tempo de colisão, os tempos mínimos de execução são encontrados para cada tarefa. Então, entre esses tempos mínimos, o valor máximo é selecionado, que é o tempo máximo entre todas as tarefas em qualquer Recurso.
  • 42. Tratamento de processos e seus escalonamentos Assim essa tarefa está programada no recurso em que leva o tempo mínimo, e o tempo disponível daquele recurso é atualizado para todas as outras tarefas. A atualização é feita da mesma maneira que para o Min- Min. Todas as tarefas são recursos atribuídos por este procedimento.
  • 43. Tratamento de processos e seus escalonamentos Além dos mais utilizados já citados, também são utilizados: - Otimização de exames de partículas - Round Robin - Genético - Agendamento de tarefas baseado em prioridades - Agendamento dinâmico baseado no limite