• Nosso PCCaborda estudo sobre endometrite persistente pós
cobertura(EPPC), Este estudo aborda a anatomia e fisiologia do
sistema reprodutor da égua.
• Inflamação não infecciosa.
• É uma condição crônica.
• puro-sangue inglês, são mais predispostas devido ao
afrouxamento dos ligamentos uterinos.
• Manejo
• Esta pesquisa visa fornecer uma análise através de uma revisão
de literatura desses tópicos, visando melhorar o manejo e o
tratamento da endometrite persistente pós-cobertura em éguas.
O sistema reprodutordas éguas é composto por diversas
estruturas interligadas:
• Ovários
Formato “rim”
Suspensos pelo mesovário
• Tubas uterinas
Conecta ovário ao útero
Capturam o óvulo liberado pelos ovários]
• Útero
Dividido em colo e cérvix
Sendo composto por 3 Túnicas
6.
O sistema reprodutordas éguas é composto por diversas
estruturas interligadas:
• Vagina
• Vulva
A fêmea equina possui características únicas no seu aparelho
reprodutor em comparação com fêmeas de outras espécies. Uma
dessas particularidades é a Fossa da Ovulação, presente nos ovários
das éguas, onde ocorre a ovulação.
O ciclo estralcomeça quando a retina capta a luminosidade:
• estimulando o eixo hipotalâmico-hipofisário
Inibindo a Produção de melatonina
↑ Secreção de GnRH que estimula a liberação FSH e do LH que
estimula o ciclo reprodutivo.
• Ciclo reprodutivo da égua
• Estro
Folicular
• Diestro
Luteal
9.
Fase Folicular:
• Desenvolvimentodos folículos sobre FSH
• No estro, os folículos pré-ovulatórios maduros liberam
estrógeno, tornando a égua receptiva ao garanhão.
Fase luteal:
• No metaestro cai a quantidade de estrógeno no período de
ovulação, elevando a progesterona e formando corpo lúteo.
Defesa do útero:
•A cérvix, a vagina e a vulva atuam como barreiras físicas contra
microrganismos e sujeiras.
• Cobertura ou inseminação artificial, o sêmen é depositado direto
no útero.
desencadeia uma reação inflamatória intrauterina(endometrite
transitória).
espermatozoides com o endométrio atrai neutrófilos, que
fagocitam os espermatozoides. Esse processo libera
prostaglandina, causando contrações no miométrio que ajudam
a limpar o útero.
12.
Defesa do útero:
•Neutrofilos:
Pico depois de 8 horas e permanecem elevados durante 24h.
Desaparecem em 48h
Com a persistentencia após 48, caracteriza como EPPC.
• EPPC
• Após48h
Útero se torna inadequado.
Pode causar infecção ascendente.
• Éguas mais velhas são mais suscetíveis à endometrite
persistente pós-cobertura (EPPC). Com a idade, a vulva torna-se
mais flácida e aberta, facilitando a entrada de patógenos. Além
disso, o posicionamento anatômico do útero, com maior
angulação e posição inferior na pelve, dificulta a drenagem de
líquidos inflamatórios, contribuindo para a persistência da
endometrite.
15.
• EPPC
• Falhana contração uterina
Impede a expulsão eficaz de microrganismos patogênicos e
substâncias inflamatórias
incorreta drenagem de fluidos
• Identificação daséguas predispostas
• Historico
éguas com problemas anteriores
• Análise detalhada da cérvix
tensa no diestro e relaxada no estro
• Ultrassonografia transretal
presença de líquido intrauterino
• Cultura uterina e citologia
presença de neutrófilos ou agentes patológicos
18.
• Fluido uterinoultrapassando 2cm
São consideradas susceptíveis.
• A citologia e a cultura bacteriana
Swab desprotegido
Swab protegido
Biópsia uterina
Lavagem de baixo volume
Escova citológica.
• A leitura citológica classifica o grau de inflamação avaliando o
número de neutrófilos polimorfonucleares (PMNs) em 10
campos de alta potência, utilizando um aumento de 400x.
• Preparando oútero para inseminação.
eliminar fatores que predispõem a infecções antecipadamente
correções cirúrgicas na genitália externa
ausência de fungos ou bactérias através de exames citológicos e
de cultura
limitar a uma única cobertura por ciclo
• Que aumenta as chances de prenhez
• O uso de anti-inflamatórios não esteroidais (AINES)
meloxicam e firocoxibe
21.
• Preparando oútero para inseminação.
• Lavagem uterina com ringer lactato
associada à ocitocina
ajuda a remover exsudatos e detritos
Diminui resposta inflamatória
• agentes causadores da inflamação
Produtos seminais
Contaminantes externos
• tratamentos visam reduzir essa inflamação
22.
• Alguns aspectosanatômicos do trato reprodutor das éguas,
como a presença de um esfíncter na junção útero-tubarica e o
posicionamento mais baixo do oviduto em relação ao útero,
permitem tratamento pós-cobertura sem prejudicar a fertilidade.
• Entre as terapias pós-cobertura/inseminação, destacam-se:
Administração de drogas ecbólicas
lavagem uterina
Antibioticoterapia
anti-inflamatórios
plasma rico em plaquetas.
23.
• A ocitocinaé a droga ecbólica preferida. Mas pode ser
necessário escolher outra droga ecbólica, em vez de aumentar a
dose de ocitocina, para evitar quadros de tetania.
• Lavagem uterina
4 a 12h após a cobertura
Indicada quando há 2cm ou mais de líquido uterino ou repetição
de cio
• Diagnostico Tardio
antibioticoterapia é eficaz
Betalactâmicos como:
penicilina, ampicilina e ceftiofur
24.
Aminoglicosídeos como:
amicacina e gentamicina
duração de 3 a 5 dias
A administração uterina é preferível para minimizar danos à
microbiota e a outros órgãos.
• Firocoxib reduz a resposta inflamatória
Sem afetar a ovulação ou a drenagem uterina na dose de
0,2mg/kg
25.
• Plasma ricoem plaquetas
frequentemente recomendada por promover reparação do
tecido uterino
O plasma rico em plaquetas e o plasma homólogo com
leucócitos são eficazes na redução da inflamação uterina,
promovendo a apoptose dos neutrófilos e a ativação de
macrófagos para resolver a inflamação e cicatrizar o tecido.
26.
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