ELETRÔNICA ANALÓGICA
Estrutura atômica
• Se dividir uma substância em porções cada vez menores até
chegar a menor das porções, que denominamos molécula. Se
dividirmos a molécula em partes, chegaremos ao átomo, sendo
que este não mais conservará as propriedades do material
subdividido.
• O átomo é composto de outras partículas que são elétrons,
prótons e nêutrons
• Os prótons (p) possuem cargas elétricas positivas.
• Os elétrons (e) possuem cargas elétricas negativas.
O que é um Semicondutor
• O semicondutor é um material que possui uma resistência
entre um condutor e um isolante. A principal característica de
um semicondutor é a sua estrutura atômica, que permite uma
condução maior, mediante a adição de impurezas. A adição de
elementos de impureza em uma estrutura pura de germânio ou
silício denomina-se dopagem.
• Quando o número de elétrons livres (cargas negativas) é
aumentado, o semicondutor é do tipo negativo ou tipo N;
diminuindo o número de elétrons livres o semicondutor torna-
se do tipo P. Desta forma no semicondutor dopado do tipo N
prevalecem as cargas negativas, enquanto que no tipo P
prevalecem as cargas positivas.
• O carbono, germânio e silício são os semicondutores mais
conhecidos
Tabela Periódica
Distribuição eletrônica
Condutores, Isolantes e
semicondutores
• Condutores:
• Dizemos que um material é condutor, quando os elétrons são fracamente ligados ao núcleo e
• ao serem submetidos a uma diferença de potencial passam a se locomover no interior do
• material.
• Podemos citar como exemplo o ouro, a prata, o cobre e outros.
• Isolantes:
• Dizemos que um material é isolante, quando os elétrons se encontram fortemente presos em
• suas ligações, evitando a circulação desses elétrons.
• Podemos citar como exemplo, a borracha, a mica, a porcelana, etc.
• Semicondutores:
• Dizemos que um material é semicondutor se sua resistência se encontra entre a dos
• condutores e a dos isolantes.
• Os principais semicondutores utilizados são:
• Silício (Si)
• Germânio (Ge)
• A principal característica dos semicondutores é a de possuir 04 (quatro) elétrons em sua
• última camada, camada de valência. Isto permite aos átomos do material semicondutor a
• formação entre si de ligações covalentes.
Alguns tipos de condutores e
semicondutores
1 - CARACTERÍSTICAS DO
SEMICONDUTOR
As principais características do semicondutor puro (sem dopagem)
são:
• a) resistência maior do que os condutores metálicos, porém
menor do que isolantes;
• b) coeficiente negativo, isto é, a resistência diminui com o
aumento da temperatura;
• c) a valência dos átomos que constituem esses
semicondutores é  4; isto significa que a última camada desses
átomos possui 4 elétrons.
Classificação dos átomos quanto ao número de
elétrons na camada de valência
• Elemento trivalente:
É todo elemento que possua em sua última camada (camada de valência) um
total de 03 (três) elétrons
Exemplo:
Alumínio, índio, boro, gálio.
• Elemento tetravalente:
É todo elemento que possua em sua última camada (camada de valência) um
total de 04 (quatro) elétrons
Exemplo:
Silício, germânio, carbono, estanho.
• Elemento pentavalente:
É todo elemento que possua em sua última camada(camada de valência) um
total de 05 (cinco) elétrons.
Exemplo:
Antimônio, nitrogênio, fósforo, arsênio.
Dopagem do semicondutor
• Chama-se dopagem de um semicondutor, o processo utilizado para
construir elementos P e N, através da mistura ao silício (Si) ou
germânio (Ge) de quantidades reduzidas de impurezas de
elementos trivalentes ou pentavalentes.
Semicondutor tipo N
• Se introduzirmos na estrutura cristalina de um semicondutor uma
pequena quantidade de um material pentavalente, por exemplo,
antimônio (Sb), tendo este 05 (cinco) elétrons na camada de
valência, haverá a sobra de 01 (um) elétron do antimônio (Sb) que
não formará ligação covalente.
• O átomo do antimônio (Sb) que deu esse elétron chamamos de
doador. O silício (Si) ou germânio (Ge) dopados com elementos
pentavalentes são chamados de tipo N, sendo um material
negativo.
• Os portadores de carga no material tipo N, são os elétrons.
Semicondutor tipo P
• Se introduzirmos na estrutura cristalina de um semicondutor uma
pequena quantidade de um material trivalente, por exemplo índio
(ln), tendo este 03 (três) elétrons na camada de valência, faltará um
elétron.
• Essa falta de elétron comporta-se como uma carga positiva que
chamamos de lacuna. Os semicondutores dopados com elementos
trivalentes são chamados do tipo P, e ao elemento trivalente da
dopagem chamamos de aceitador.
• Os portadores de carga no material tipo P são as lacunas.
JUNÇÃO PN
A união de um cristal tipo p e um cristal tipo n, obtém-
se uma junção pn, que é um dispositivo de estado sólido
simples: o diodo semicondutor de junção.
Devido à repulsão mútua os elétrons livres do lado n
espalham-se em todas as direções, alguns atravessam a
junção e se combinam com as lacunas.
Quando isto ocorre, a lacuna desaparece e o átomo
associado torna-se carregado negativamente.
Um íon negativo atravessa a junção ele cria um par de íons.
Mas os íons estão fixo na estrutura do cristal por causa da
ligação covalente.
À medida que o número de íons aumenta, a região próxima
à junção fica sem elétrons livres e lacunas. Chamamos esta
região de camada de depleção.
JUNÇÃO PN
A intensidade da camada de depleção aumenta com cada elétron que
atravessa a junção até que se atinja um equilíbrio.
Além de certo ponto, a camada de depleção age como uma barreira
impedindo a continuação da difusão dos elétrons livres.
A diferença de potencial através da camada de depleção é chamada de
barreira de potencial.
JUNÇÃO PN
A diferença de potencial através da camada de depleção é
chamada de barreira de potencial.
Essa diferença de potencial é de 0,7 V para o silício e 0,3 V
para o germânio.
JUNÇÃO PN
POLARIZAÇÃO DA JUNÇÃO PN
2 - DIODO SEMICONDUTOR
Como o comportamento da junção PN diante da polarização direta e
reversa pode ser usado na realização de circuitos eletrônicos, ela
passou a ser conhecida comercialmente como diodo.
Como principal característica, o diodo pode comportar-se como
condutor ou isolante elétrico, dependendo da forma como a tensão é
aplicada aos seus terminais.
A principio, essa característica permitiu a aplicação do diodo na
transformação de corrente alternada em corrente contínua.
DIODO SEMICONDUTOR
DIODO SEMICONDUTOR
DIODO SEMICONDUTOR
DIODO SEMICONDUTOR
DIODO SEMICONDUTOR
DIODO SEMICONDUTOR
DIODO SEMICONDUTOR
DIODO SEMICONDUTOR
Data sheet
1N4XXX
DIODO SEMICONDUTOR
DIODO SEMICONDUTOR
VBR – Tensão de Pico Reverso
VR – Tensão de Rms Reverso
IZM – Corrente Máxima Diodo
DIODO SEMICONDUTOR
DIODOS (continuação)
2 – DIODOS (continuação)
2 – DIODOS (continuação)
2 – DIODOS (continuação)
2 – DIODOS (continuação)
2 – DIODOS (continuação)
Exemplo:
Exercícios
1 – Calcule as correntes nos circuitos que seguem. Aplicar o modelo
considerando Vd. Sendo D1 de silício e D2 de germânio.
a) b)
c) d)
2
3
4
Vd=0,8 V
5
0,8
1,2
6 – Qual lâmpada irá acender?
3 – APLICAÇÃO DE DIODOS
Circuitos com diodos
• Circuitos limitadores ou ceifadores
 Circuito limitador positivo
 Circuito limitador negativo
 Circuito limitador duplo
• Circuitos Retificadores
 Circuito Retificador de Meia onda
 Circuito Retificador de Onda Completa com CT
 Circuito Retificador de Onda Completa em Ponte
>
3 – APLICAÇÃO DE DIODOS
3 – APLICAÇÃO DE DIODOS
3 – APLICAÇÃO DE DIODOS
1 -
3 – APLICAÇÃO DE DIODOS
3 – APLICAÇÃO DE DIODOS
Determine a forma de onda na saída no circuito Limitador Duplo mostrado
abaixo, utilizando o modelo 2 (Vy) e sabendo-se que a tensão de entrada
é de 20 VRMS.
2 -
Ep = 28 V
28 V
3 – APLICAÇÃO DE DIODOS
RETIFICADORES
RETIFICADORES
3 -
RETIFICADORES
RETIFICADORES
RETIFICADORES
4 -
RETIFICADORES
Vp
RETIFICADORES
2
a) Vm = 3,18 V
b) Im = 318 mA
c) IDM = 159 mA
VBR= 5,7 V
RETIFICADORES
A figura abaixo mostra um transformador com derivação central e
tensão V2 de pico = 5,7 V ligado a um retificador de onda completa
(diodos de silício) com carga de 10 Ω. Considerando o valor de Vγ
do diodo (modelo 2) determinar
5 -
RETIFICADORES
-18
RETIFICADORES
6 - Dado o circuito abaixo, calcule: Considere diodo com V = 0,7 V
a) Tensão média na carga (Vcc)?
b) Corrente média na carga (Icc)?
c) Tensão de pico inverso (VPI) ?
d) Gráfico da tensão no resistor
de carga?
a) Vcc = Vm = 11 V
b) Icc = Im = 5 mA
c) VPI = VBr = 36 V
d) Gráfico da tensão no resistor
de carga?
VRL
t
4 – RETIFICADORES
Vp = Vrms x 1,414
Vrms = Vp x 0,707
4 – RETIFICADORES
4 – RETIFICADORES
7
4 – RETIFICADORES
4 – RETIFICADORES
8 - Dado o circuito abaixo, calcule: Considere diodo com V = 0,7 V
a) Tensão média na carga (Vcc)?
b) Corrente média na carga (Icc)?
c) Tensão de pico inverso (VPI) ?
d) Gráfico da tensão no resistor
de carga?
a) Vcc = Vm = 10,5 V
b) Icc = Im = 5,3 mA
c) VPI = VBr = 17,9 V
d) Gráfico da tensão no resistor
de carga?
VRL
18
t
127 Vef
2KΩ
4 – RETIFICADORES
4 – RETIFICADORES
f = 60 Hz p/ ½ onda
f = 120 Hz p/ onda
completa
Vmf = tensão média na
carga após a filtragem
f = frequência da ondulação
( depende do tipo de
retificador )
RL = resistência da carga
C = capacitor de filtro
5 – DIODO ZENER
5 – DIODO ZENER
2 – DIODOS (continuação)
Copyright © 2011 Paulo Cesar S. Francisco. Todos os direitos reservados.
2 – DIODOS (continuação)
Copyright © 2011 Paulo Cesar S. Francisco. Todos os direitos reservados.
5 – DIODO ZENER
5 – DIODO ZENER
1
2
3
4
5 – DIODO ZENER
1-
5 – DIODO ZENER
5 – DIODO ZENER
1 -
2-
5 – DIODO ZENER
5 – DIODO ZENER
2-
3-
5 – DIODO ZENER
5 – DIODO ZENER
4-
5 – DIODO ZENER
5 – DIODO ZENER
Uma fonte de alimentação possui uma tensão média de saída de 30V com ripple de 3V.
Determinar RS do regulador de tensão que elimina o ripple desta fonte e estabiliza sua
tensão em 15V , sabendo-se que ela será utilizada para alimentar cargas de 50Ω até
100KΩ e que o diodo zener do circuito tem as especificações dadas abaixo :
Especificações do diodo zener:
IZM = 700mA
IZm = 30mA VZ = 15V
IZM = 700mA
IZm = 30mA
• Condição de IZm :
IRLM = VZ / RLm ⇒ IRLM = 15/50 ⇒ IRLM = 300mA
VEm ≅ VE – Vr/2 ⇒ VEm = 30 – 3/2 ⇒ VEm = 28,5V
RSM = ( VEm – VZ ) / ( IZm + IRLM ) ⇒ RSM = ( 28,5 – 15 )/( 30 + 300 )*10-3 ⇒
RSM = 41Ω
• Condição de IZM :
IRLm = VZ / RLM ⇒ IRLm = 15 / 100*103 ⇒ IRLm = 150μA
VEM ≅ VE + Vr/2 ⇒ VEM = 30 + 3/2 ⇒ VEM = 31,5V
RSm = ( VEM – VZ )/( IZM + IRLm ) ⇒ RSm = ( 31,5 – 15 )/( 700*10-3 + 150*10-6)
RSm = 24Ω
5 – DIODO ZENER
Uma fonte de alimentação possui uma tensão média de saída de 30V com ripple de 3V.
Determinar RS do regulador de tensão que elimina o ripple desta fonte e estabiliza sua
tensão em 15V , sabendo-se que ela será utilizada para alimentar cargas de 50Ω até
100KΩ e que o diodo zener do circuito tem as especificações dadas abaixo :
IZM = 700mA
IZm = 30mA
Portanto, RS deve ser: 24Ω ≤ RS ≤ 41Ω
Valor comercial escolhido : RS = 33Ω
Fixado o valor de RS , pode-se calcular a potência dissipada por ele no circuito no pior caso,
ou seja, quando a tensão VE é máxima:
PRSM = VRSM2 / RS ⇒ PRSM = ( 31,5 – 15 )2 / 33 ⇒ PRSM = 8,25W
Portanto, RS pode ser um resistor de 10W.
6 – DIODOS ESPECIAIS
6 – DIODOS ESPECIAIS
85
Constituição
Um led é constituído por uma junção PN de material
semicondutor e por dois terminais, o Ânodo (A) e o Cátodo (K).
A cor da luz emitida pelo led depende do material semicondutor
que o constitui.
Símbolo:
6 – DIODOS ESPECIAIS
86
Identificação visual dos terminais
6 – DIODOS ESPECIAIS
87
Identificação visual dos terminais
6 – DIODOS ESPECIAIS
88
LED BICOLOR
6 – DIODOS ESPECIAIS
89
Aplicações dos led´s
Os led são utilizado como elementos indicadores
em calculadoras, aparelhos de medida,
indicadores numéricos de receptores de rádio, etc.
Fabricam-se individuais ou em conjunto (display de sete
segmentos) podendo neste segundo caso representar qualquer
caracter.
O display de sete segmentos é constituído por
díodos emissores de luz, tantos quantos os
segmentos do display.
Na figura pode ver-se um display constituído
por sete segmentos (cada segmento
corresponde a um led) e um ponto decimal (ou
seja, é constituído por oito led).
6 – DIODOS ESPECIAIS
http://www.prof2000.pt/users/lpa 90
Display de sete segmentos
O cátodo de todos estes díodos emissores de luz é comum, pelo
que aplicando uma tensão directa de polarização aos diferentes
ânodos se acenderá um ou outro dos segmentos.
Cátodo comum
K
a b c d e f g
Combinando ordenadamente as tensões diretas aplicadas aos
ânodos pode formar-se qualquer carater.
6 – DIODOS ESPECIAIS
91
Principio de funcionamento
Ao ser aplicada uma tensão
que polariza diretamente o led
ocorre que muitos elétrons não
têm a energia suficiente para
passarem da banda de valência
à banda de condução, ficando
na zona interdita ou proibida.
Como não podem permanecer
nessa zona voltam à banda de
valência tendo para esse efeito
de perder energia, o que
fazem emitindo luz (fotóns).
Energia
Banda de valência
Banda proibida
Banda de condução
Luz
Electrão
6 – DIODOS ESPECIAIS
92
Características técnicas
A corrente direta (IF) deverá estar compreendida entre 10 e 100 mA.
VF – Tensão máxima de polarização directa.
VR – Tensão máxima de polarização inversa.
Led vermelho
Material semicondutor que o constitui:
Fosfoarsenieto de gálio
VF = 1,6 V
VR = 3 V
Led verde
Led amarelo
Material semicondutor que o constitui:
Fosforeto de gálio
VF = 2,4 V
VR = 3 V
Led infra vermelho
Material semicondutor que o constitui:
Arsenieto de gálio
VF = 1,35 V
VR = 4 V
6 – DIODOS ESPECIAIS
93
Polarização de um led
O led está directamente
polarizado, e emite luz,
quando o ânodo está
positivo em relação ao
cátodo.
O led está inversamente
polarizado, e não emite
luz, quando o ânodo está
negativo em relação ao
cátodo.
6 – DIODOS ESPECIAIS
6 – DIODOS ESPECIAIS
6 – DIODOS ESPECIAIS
Vcc = 10V
6 – DIODOS ESPECIAIS
6 – DIODOS ESPECIAIS
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
• Física-O transistor de junção bipolar é um dispositivo
semicondutor de três terminais, formado por três camadas
consistindo de: duas camadas de material tipo “N" e uma
de tipo “P" ou de duas de material tipo “P" e uma de tipo
“N".
• O primeiro é chamado
de transistor NPN
enquanto que o
segundo é chamado de
transistor PNP.
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Um transístor bipolar (com polaridade NPN ou PNP) é
constituído por duas junções PN (junção base-emissor
e junção base-colector) de material semicondutor
(silício ou germânio) e por três terminais designados
por Emissor (E), Base (B) e Colector (C).
N – Material semicondutor com excesso de electrões livres
P – Material semicondutor com excesso de lacunas
Altamente
dopado
Menos
dopado que
o Emissor e
mais dopado
que a Base
Altamente
dopado
Camada
mais fina
e menos
dopada
Menos
dopado que
o Emissor e
mais dopado
que a Base
Camada
mais fina
e menos
dopada
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Através de uma polarização de tensão
adequada consegue-se estabelecer um
fluxo de corrente, permitindo que o
transistor seja utilizado em inúmeras
aplicações como:
Chaves comutadoras
eletrônicas, amplifica-
dores de tensão e de
potência,etc.
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Junções PN internas e símbolos
Junção PN
base -emissor
Junção PN
base - emissor
Junção PN
base - colector
Junção PN
base - colector
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Principio de funcionamento
Para que o transístor bipolar conduza é
necessário que seja aplicada na Base uma
corrente mínima (VBE ≥ 0,7 Volt), caso contrário
não haverá passagem de corrente entre o
Emissor e o Colector.
IB = 0
O transístor não conduz
(está em corte)
X
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Principio de funcionamento
Se aplicarmos uma pequena corrente na
base, o transístor conduz e pode amplificar a
corrente que passa do emissor para o
colector.
Uma pequena
corrente entre a base
e o emissor…
…origina uma grande
corrente entre o emissor
e o colector
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Polarização
Transistor NPN com
polarização direta entre
base e emissor e
polarização reversa entre
coletor e base.
Transistor PNP com
polarização direta entre
base e emissor e
polarização reversa
entre coletor e base
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Representação de tensões e correntes
VCE – Tensão coletor – emissor
VBE – Tensão base – emissor
VCB – Tensão coletor - base
Ic – Corrente de coletor
IB – Corrente de base
IE – Corrente de emissor
VRE – Tensão na resistência de emissor
VRC – Tensão na resistência de coletor
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Relação entre correntes e Tensões
 Considerando o sentido convencional da corrente e
aplicando a lei dos nós obtemos a seguinte relação das
correntes num transistor bipolar.
Rc
Rb
+
IC
IE
IB
NPN
IE = IC + IB
IE
+
Rc
Rb
IC
IB
PNP
IE = IC + IB
IE = IC + IB
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Relação entre correntes e Tensões
 A relação entre a corrente contínua de coletor e a
corrente contínua de base é chamada de ganho de
corrente βCC ou apenas β (beta).
 O parâmetro αcc ou apenas α (alfa) de um transistor
indica a relação entre a corrente de emissor e
coletor:
α = β / ( 1+β )
VCE = VCB + VBE β = IC
IB
α = IC
IE
β = α / ( 1- α )
α tende variar de 0,95 a 0,99
β  100 implica fazer IC=IE
hFE hFB
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Características técnicas
Utilizando o código alfanumérico do transístor podem-se obter as suas
características técnicas por consulta de um data book ou de um data sheet do
fabricante.
IC É a máxima corrente de colector que o transístor pode suportar. Se
este parâmetro for excedido o componente poderá queimar.
VCEO Tensão máxima colector – emissor com a base aberta.
VCBO Tensão máxima colector – base com o emissor aberto.
VEBO Tensão máxima emissor – base com o colector aberto.
hFE ou  Ganho ou factor de amplificação do transístor. hFE = IC : IB
Pd Potência máxima de dissipação.
fT Frequência de transição (frequência para a qual o ganho do transístor
é 1 ou seja, o transístor não amplifica mais a corrente).
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Corrente de Coletor-Base com Emissor
Aberto (Icbo)
Varia com a temperatura, sendo de grande importância, uma vez que,
para cada 10ºC de aumento de temperatura, essa corrente dobra. É a
corrente entre coletor e base, com o emissor aberto.
Corrente de Fuga no Transistor
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Corrente de Coletor-Emissor com Base
Aberta (Iceo)
 ICEO: Esta corrente ao
contrário da anterior, tem um
elevado significado. Trata-se
da corrente entre coletor e
emissor com a base aberta.
 ICEO = ( + 1)ICBO
Basicamente determina a
amplificação de um circuito,
conforme será visto mais
adiante.
Corrente de Fuga no Transistor
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
IEBO
 IEBO: É a corrente entre
base e emissor com o
coletor aberto. Não é normal
termos esta situação, uma
vez que a junção base-
emissor de um transistor é
sempre polarizada
diretamente.
Corrente de Fuga no Transistor
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Configurações básicas
Os transistores podem ser ligados em três
configurações básicas:
1. base comum (BC),
2. emissor comum (EC) e
3. coletor comum (CC).
Essas denominações relacionam-se aos pontos
onde o sinal é injetado e retirado, ou ainda, qual
dos terminais do transistor é referência para a
entrada e saída de sinal.
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Base Comum (BC)
O sinal é injetado entre emissor e base e
retirado entre coletor e base. Desta forma,
pode-se dizer que a base é o terminal
comum para a entrada e saída do sinal.
O capacitor "C" ligado da base a terra
assegura que a base seja efetivamente
aterrada para sinais alternados.
CARACTERÍSTICAS:
Ganho de corrente (Gi): < 1
Ganho de tensão (GV): elevado
Resistência de entrada (RIN): baixa
Resistência de saída (ROUT): alta
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Emissor Comum (EC)
O sinal é injetado entre base e emissor e
retirado entre coletor e emissor.
O capacitor no emissor "CE" assegura o
aterramento do emissor para sinais
alternados. CA é um capacitor de
acoplamento de sinal.
CARACTERÍSTICAS:
Ganho de corrente (Gi): elevado
Ganho de tensão (GV): elevado
Resistência de entrada (RIN): média
Resistência de saída (ROUT): alta
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Emissor Comum (EC)
O capacitor CA – Facilita
a passagem de Sinais
Alternados e bloqueia a
corrente contínua
O capacitor CE – Facilita
a passagem de Sinais
Alternados escoar para
o terra.
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Coletor Comum (CC)
O sinal é injetado entre base e emissor e
retirado do emissor.
O capacitor "CC" ligado do coletor a terra
assegura que o coletor esteja aterrado
para sinais alternados. CA é um capacitor
de acoplamento de sinal.
É conhecida como seguidor de emissor.
CARACTERÍSTICAS:
Ganho de corrente (Gi): elevado
Ganho de tensão (GV):  1
Resistência de entrada (RIN): muito elevada
Resistência de saída (ROUT): muito baixa
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
As configurações emissor comum, base comum e coletor
comum, são também denominadas emissor a terra, base a
terra e coletor a terra. Essas configurações também podem
ser apresentadas conforme ilustram as figuras abaixo:
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
• RETA DE CARGA
• A Figura mostra um circuito com polarização de base. O problema consiste em saber
os valores de correntes e tensões nos diversos componentes. Uma opção é o uso da
reta de Carga.
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Malha CE
Malha BE
Regiões de operação
• A análise da malha CE fornece a corrente IC:
IC = (VCC - VCE )/ RC
• Nesta equação existem duas incógnitas, IC e VCE. A solução deste
impasse é utilizar o gráfico IC x VCE. Com o gráfico em mãos,
basta Calcular os extremos da reta de carga:
• VCE = 0  IC = VCC / RC ponto superior
• IC = 0 VCE = VCC ponto inferior
• A partir da reta de carga e definido uma corrente IB chega-se aos
valores de IC e VCE.
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
• No circuito suponha RB= 500KΩ.
Construa a linha de carga no gráfico e meça IC e VCE de
operação.
• SOLUÇÃO: Os dois pontos da reta de carga são:
VCE = 0  IC = VCC / RC (15 )/1k5 = 10mA  ponto superior
• IC = 0  VCE = VCC = 15V  ponto inferior
• O corrente de base é a mesma que atravessa o resistor RB:
Regiões de operação
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Regiões de operação
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
VCEQ
ICQ
IBQ
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Regiões de operação: Resumo
IB(CORTE) = 0 (aberto)
IB(SAT) = 50 µA
IB = 20 µA a 40 µA
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
130
CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO:
1 - POLARIZAÇÃO
POR CORRENTE DE
BASE CONSTANTE
Para este tipo de polarização: IC = IB
Para evitar o disparo térmico, adota-se geralmente: VCE = 0,5VCC
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
131
CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO:
2 - POLARIZAÇÃO POR
CORRENTE DE
EMISSOR CONSTANTE
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Aplicando LKT:
VCC = VRC + VCE + REIE onde: VRC = RCIC
logo: VCC = RCIC + VCE + REIE
132
CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO:
2 - POLARIZAÇÃO POR
CORRENTE DE
EMISSOR CONSTANTE
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
133
CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO:
3 - POLARIZAÇÃO POR DIVISOR
DE TENSÃO NA BASE
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
O nome divisor de tensão é
proveniente do divisor de tensão
formado por RB1 e RB2, onde RB2
polariza diretamente a junção
base-emissor.
Ainda com o terminal da base aberto e VCC em curto, temos:
CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO:
3 - POLARIZAÇÃO POR
DIVISOR DE TENSÃO NA
BASE
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Aplicando Thèvenin:
Abrindo o terminal da base temos: VTH =
B2
B1
CC
B2
R
R
V
.
R

RTH =
B2
B1
B2
B1
R
R
R
.
R

CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO:
3 - POLARIZAÇÃO POR
DIVISOR DE TENSÃO NA
BASE
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Isto nos dá o circuito equivalente de Thèvenin:
1
R
R
V
-
V
TH
E
BE
TH



Aplicando LKT:
VTH - RTHIB - VBE - REIE = 0
1
IE


Sendo: IB =
Temos: IE =
CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO:
3 - POLARIZAÇÃO POR
DIVISOR DE TENSÃO NA
BASE
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
E
BE
TH
R
V
-
V
IE =
Para RE 10 X maior que podemos
simplif1car: 1
RTH


RTH  0,1RE
Para uma boa estabilidade no circuito utiliza-
se a regra 10:1, o que equivale dizer que:
CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO:
3 - POLARIZAÇÃO POR
DIVISOR DE TENSÃO NA
BASE
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
Regras práticas para a elaboração de
um projeto de polarização por divisor de
tensão na base:
VE = 0,1VCC
VCE = 0,5VCC
VRC = 0,4VCC
RC = 4RE
RBB = 0,1 RE
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
6 3,69
310
3,69
1,57 1.571
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
310
33,06 33.064
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)

Eletronica analógica - diodo , trasistor

  • 1.
  • 2.
    Estrutura atômica • Sedividir uma substância em porções cada vez menores até chegar a menor das porções, que denominamos molécula. Se dividirmos a molécula em partes, chegaremos ao átomo, sendo que este não mais conservará as propriedades do material subdividido. • O átomo é composto de outras partículas que são elétrons, prótons e nêutrons • Os prótons (p) possuem cargas elétricas positivas. • Os elétrons (e) possuem cargas elétricas negativas.
  • 3.
    O que éum Semicondutor • O semicondutor é um material que possui uma resistência entre um condutor e um isolante. A principal característica de um semicondutor é a sua estrutura atômica, que permite uma condução maior, mediante a adição de impurezas. A adição de elementos de impureza em uma estrutura pura de germânio ou silício denomina-se dopagem. • Quando o número de elétrons livres (cargas negativas) é aumentado, o semicondutor é do tipo negativo ou tipo N; diminuindo o número de elétrons livres o semicondutor torna- se do tipo P. Desta forma no semicondutor dopado do tipo N prevalecem as cargas negativas, enquanto que no tipo P prevalecem as cargas positivas. • O carbono, germânio e silício são os semicondutores mais conhecidos
  • 4.
  • 5.
  • 7.
    Condutores, Isolantes e semicondutores •Condutores: • Dizemos que um material é condutor, quando os elétrons são fracamente ligados ao núcleo e • ao serem submetidos a uma diferença de potencial passam a se locomover no interior do • material. • Podemos citar como exemplo o ouro, a prata, o cobre e outros. • Isolantes: • Dizemos que um material é isolante, quando os elétrons se encontram fortemente presos em • suas ligações, evitando a circulação desses elétrons. • Podemos citar como exemplo, a borracha, a mica, a porcelana, etc. • Semicondutores: • Dizemos que um material é semicondutor se sua resistência se encontra entre a dos • condutores e a dos isolantes. • Os principais semicondutores utilizados são: • Silício (Si) • Germânio (Ge) • A principal característica dos semicondutores é a de possuir 04 (quatro) elétrons em sua • última camada, camada de valência. Isto permite aos átomos do material semicondutor a • formação entre si de ligações covalentes.
  • 8.
    Alguns tipos decondutores e semicondutores
  • 9.
    1 - CARACTERÍSTICASDO SEMICONDUTOR As principais características do semicondutor puro (sem dopagem) são: • a) resistência maior do que os condutores metálicos, porém menor do que isolantes; • b) coeficiente negativo, isto é, a resistência diminui com o aumento da temperatura; • c) a valência dos átomos que constituem esses semicondutores é  4; isto significa que a última camada desses átomos possui 4 elétrons.
  • 10.
    Classificação dos átomosquanto ao número de elétrons na camada de valência • Elemento trivalente: É todo elemento que possua em sua última camada (camada de valência) um total de 03 (três) elétrons Exemplo: Alumínio, índio, boro, gálio. • Elemento tetravalente: É todo elemento que possua em sua última camada (camada de valência) um total de 04 (quatro) elétrons Exemplo: Silício, germânio, carbono, estanho. • Elemento pentavalente: É todo elemento que possua em sua última camada(camada de valência) um total de 05 (cinco) elétrons. Exemplo: Antimônio, nitrogênio, fósforo, arsênio.
  • 11.
    Dopagem do semicondutor •Chama-se dopagem de um semicondutor, o processo utilizado para construir elementos P e N, através da mistura ao silício (Si) ou germânio (Ge) de quantidades reduzidas de impurezas de elementos trivalentes ou pentavalentes.
  • 12.
    Semicondutor tipo N •Se introduzirmos na estrutura cristalina de um semicondutor uma pequena quantidade de um material pentavalente, por exemplo, antimônio (Sb), tendo este 05 (cinco) elétrons na camada de valência, haverá a sobra de 01 (um) elétron do antimônio (Sb) que não formará ligação covalente. • O átomo do antimônio (Sb) que deu esse elétron chamamos de doador. O silício (Si) ou germânio (Ge) dopados com elementos pentavalentes são chamados de tipo N, sendo um material negativo. • Os portadores de carga no material tipo N, são os elétrons.
  • 13.
    Semicondutor tipo P •Se introduzirmos na estrutura cristalina de um semicondutor uma pequena quantidade de um material trivalente, por exemplo índio (ln), tendo este 03 (três) elétrons na camada de valência, faltará um elétron. • Essa falta de elétron comporta-se como uma carga positiva que chamamos de lacuna. Os semicondutores dopados com elementos trivalentes são chamados do tipo P, e ao elemento trivalente da dopagem chamamos de aceitador. • Os portadores de carga no material tipo P são as lacunas.
  • 14.
    JUNÇÃO PN A uniãode um cristal tipo p e um cristal tipo n, obtém- se uma junção pn, que é um dispositivo de estado sólido simples: o diodo semicondutor de junção.
  • 15.
    Devido à repulsãomútua os elétrons livres do lado n espalham-se em todas as direções, alguns atravessam a junção e se combinam com as lacunas. Quando isto ocorre, a lacuna desaparece e o átomo associado torna-se carregado negativamente. Um íon negativo atravessa a junção ele cria um par de íons. Mas os íons estão fixo na estrutura do cristal por causa da ligação covalente. À medida que o número de íons aumenta, a região próxima à junção fica sem elétrons livres e lacunas. Chamamos esta região de camada de depleção. JUNÇÃO PN
  • 16.
    A intensidade dacamada de depleção aumenta com cada elétron que atravessa a junção até que se atinja um equilíbrio. Além de certo ponto, a camada de depleção age como uma barreira impedindo a continuação da difusão dos elétrons livres. A diferença de potencial através da camada de depleção é chamada de barreira de potencial. JUNÇÃO PN
  • 17.
    A diferença depotencial através da camada de depleção é chamada de barreira de potencial. Essa diferença de potencial é de 0,7 V para o silício e 0,3 V para o germânio. JUNÇÃO PN
  • 18.
  • 19.
    2 - DIODOSEMICONDUTOR Como o comportamento da junção PN diante da polarização direta e reversa pode ser usado na realização de circuitos eletrônicos, ela passou a ser conhecida comercialmente como diodo. Como principal característica, o diodo pode comportar-se como condutor ou isolante elétrico, dependendo da forma como a tensão é aplicada aos seus terminais. A principio, essa característica permitiu a aplicação do diodo na transformação de corrente alternada em corrente contínua.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
    DIODO SEMICONDUTOR VBR –Tensão de Pico Reverso VR – Tensão de Rms Reverso IZM – Corrente Máxima Diodo
  • 30.
  • 31.
  • 32.
    2 – DIODOS(continuação)
  • 33.
    2 – DIODOS(continuação)
  • 34.
    2 – DIODOS(continuação)
  • 35.
    2 – DIODOS(continuação)
  • 36.
    2 – DIODOS(continuação) Exemplo:
  • 37.
    Exercícios 1 – Calculeas correntes nos circuitos que seguem. Aplicar o modelo considerando Vd. Sendo D1 de silício e D2 de germânio. a) b) c) d)
  • 38.
  • 39.
  • 40.
  • 41.
    6 – Quallâmpada irá acender?
  • 42.
    3 – APLICAÇÃODE DIODOS Circuitos com diodos • Circuitos limitadores ou ceifadores  Circuito limitador positivo  Circuito limitador negativo  Circuito limitador duplo • Circuitos Retificadores  Circuito Retificador de Meia onda  Circuito Retificador de Onda Completa com CT  Circuito Retificador de Onda Completa em Ponte
  • 43.
  • 44.
  • 45.
    3 – APLICAÇÃODE DIODOS 1 -
  • 46.
  • 47.
    3 – APLICAÇÃODE DIODOS Determine a forma de onda na saída no circuito Limitador Duplo mostrado abaixo, utilizando o modelo 2 (Vy) e sabendo-se que a tensão de entrada é de 20 VRMS. 2 - Ep = 28 V 28 V
  • 48.
  • 49.
  • 50.
  • 51.
  • 52.
  • 53.
  • 54.
  • 55.
  • 56.
    a) Vm =3,18 V b) Im = 318 mA c) IDM = 159 mA VBR= 5,7 V RETIFICADORES A figura abaixo mostra um transformador com derivação central e tensão V2 de pico = 5,7 V ligado a um retificador de onda completa (diodos de silício) com carga de 10 Ω. Considerando o valor de Vγ do diodo (modelo 2) determinar 5 -
  • 57.
  • 58.
    -18 RETIFICADORES 6 - Dadoo circuito abaixo, calcule: Considere diodo com V = 0,7 V a) Tensão média na carga (Vcc)? b) Corrente média na carga (Icc)? c) Tensão de pico inverso (VPI) ? d) Gráfico da tensão no resistor de carga? a) Vcc = Vm = 11 V b) Icc = Im = 5 mA c) VPI = VBr = 36 V d) Gráfico da tensão no resistor de carga? VRL t
  • 59.
  • 60.
    Vp = Vrmsx 1,414 Vrms = Vp x 0,707 4 – RETIFICADORES
  • 61.
  • 62.
  • 63.
    4 – RETIFICADORES 8- Dado o circuito abaixo, calcule: Considere diodo com V = 0,7 V a) Tensão média na carga (Vcc)? b) Corrente média na carga (Icc)? c) Tensão de pico inverso (VPI) ? d) Gráfico da tensão no resistor de carga? a) Vcc = Vm = 10,5 V b) Icc = Im = 5,3 mA c) VPI = VBr = 17,9 V d) Gráfico da tensão no resistor de carga? VRL 18 t 127 Vef 2KΩ
  • 64.
  • 65.
    4 – RETIFICADORES f= 60 Hz p/ ½ onda f = 120 Hz p/ onda completa Vmf = tensão média na carga após a filtragem f = frequência da ondulação ( depende do tipo de retificador ) RL = resistência da carga C = capacitor de filtro
  • 66.
  • 67.
  • 68.
    2 – DIODOS(continuação) Copyright © 2011 Paulo Cesar S. Francisco. Todos os direitos reservados.
  • 69.
    2 – DIODOS(continuação) Copyright © 2011 Paulo Cesar S. Francisco. Todos os direitos reservados.
  • 70.
  • 71.
  • 72.
  • 73.
  • 74.
    5 – DIODOZENER 1 -
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  • 77.
    5 – DIODOZENER 2-
  • 78.
  • 79.
  • 80.
  • 81.
    5 – DIODOZENER Uma fonte de alimentação possui uma tensão média de saída de 30V com ripple de 3V. Determinar RS do regulador de tensão que elimina o ripple desta fonte e estabiliza sua tensão em 15V , sabendo-se que ela será utilizada para alimentar cargas de 50Ω até 100KΩ e que o diodo zener do circuito tem as especificações dadas abaixo : Especificações do diodo zener: IZM = 700mA IZm = 30mA VZ = 15V IZM = 700mA IZm = 30mA • Condição de IZm : IRLM = VZ / RLm ⇒ IRLM = 15/50 ⇒ IRLM = 300mA VEm ≅ VE – Vr/2 ⇒ VEm = 30 – 3/2 ⇒ VEm = 28,5V RSM = ( VEm – VZ ) / ( IZm + IRLM ) ⇒ RSM = ( 28,5 – 15 )/( 30 + 300 )*10-3 ⇒ RSM = 41Ω • Condição de IZM : IRLm = VZ / RLM ⇒ IRLm = 15 / 100*103 ⇒ IRLm = 150μA VEM ≅ VE + Vr/2 ⇒ VEM = 30 + 3/2 ⇒ VEM = 31,5V RSm = ( VEM – VZ )/( IZM + IRLm ) ⇒ RSm = ( 31,5 – 15 )/( 700*10-3 + 150*10-6) RSm = 24Ω
  • 82.
    5 – DIODOZENER Uma fonte de alimentação possui uma tensão média de saída de 30V com ripple de 3V. Determinar RS do regulador de tensão que elimina o ripple desta fonte e estabiliza sua tensão em 15V , sabendo-se que ela será utilizada para alimentar cargas de 50Ω até 100KΩ e que o diodo zener do circuito tem as especificações dadas abaixo : IZM = 700mA IZm = 30mA Portanto, RS deve ser: 24Ω ≤ RS ≤ 41Ω Valor comercial escolhido : RS = 33Ω Fixado o valor de RS , pode-se calcular a potência dissipada por ele no circuito no pior caso, ou seja, quando a tensão VE é máxima: PRSM = VRSM2 / RS ⇒ PRSM = ( 31,5 – 15 )2 / 33 ⇒ PRSM = 8,25W Portanto, RS pode ser um resistor de 10W.
  • 83.
    6 – DIODOSESPECIAIS
  • 84.
    6 – DIODOSESPECIAIS
  • 85.
    85 Constituição Um led éconstituído por uma junção PN de material semicondutor e por dois terminais, o Ânodo (A) e o Cátodo (K). A cor da luz emitida pelo led depende do material semicondutor que o constitui. Símbolo: 6 – DIODOS ESPECIAIS
  • 86.
    86 Identificação visual dosterminais 6 – DIODOS ESPECIAIS
  • 87.
    87 Identificação visual dosterminais 6 – DIODOS ESPECIAIS
  • 88.
    88 LED BICOLOR 6 –DIODOS ESPECIAIS
  • 89.
    89 Aplicações dos led´s Osled são utilizado como elementos indicadores em calculadoras, aparelhos de medida, indicadores numéricos de receptores de rádio, etc. Fabricam-se individuais ou em conjunto (display de sete segmentos) podendo neste segundo caso representar qualquer caracter. O display de sete segmentos é constituído por díodos emissores de luz, tantos quantos os segmentos do display. Na figura pode ver-se um display constituído por sete segmentos (cada segmento corresponde a um led) e um ponto decimal (ou seja, é constituído por oito led). 6 – DIODOS ESPECIAIS
  • 90.
    http://www.prof2000.pt/users/lpa 90 Display desete segmentos O cátodo de todos estes díodos emissores de luz é comum, pelo que aplicando uma tensão directa de polarização aos diferentes ânodos se acenderá um ou outro dos segmentos. Cátodo comum K a b c d e f g Combinando ordenadamente as tensões diretas aplicadas aos ânodos pode formar-se qualquer carater. 6 – DIODOS ESPECIAIS
  • 91.
    91 Principio de funcionamento Aoser aplicada uma tensão que polariza diretamente o led ocorre que muitos elétrons não têm a energia suficiente para passarem da banda de valência à banda de condução, ficando na zona interdita ou proibida. Como não podem permanecer nessa zona voltam à banda de valência tendo para esse efeito de perder energia, o que fazem emitindo luz (fotóns). Energia Banda de valência Banda proibida Banda de condução Luz Electrão 6 – DIODOS ESPECIAIS
  • 92.
    92 Características técnicas A correntedireta (IF) deverá estar compreendida entre 10 e 100 mA. VF – Tensão máxima de polarização directa. VR – Tensão máxima de polarização inversa. Led vermelho Material semicondutor que o constitui: Fosfoarsenieto de gálio VF = 1,6 V VR = 3 V Led verde Led amarelo Material semicondutor que o constitui: Fosforeto de gálio VF = 2,4 V VR = 3 V Led infra vermelho Material semicondutor que o constitui: Arsenieto de gálio VF = 1,35 V VR = 4 V 6 – DIODOS ESPECIAIS
  • 93.
    93 Polarização de umled O led está directamente polarizado, e emite luz, quando o ânodo está positivo em relação ao cátodo. O led está inversamente polarizado, e não emite luz, quando o ânodo está negativo em relação ao cátodo. 6 – DIODOS ESPECIAIS
  • 94.
    6 – DIODOSESPECIAIS
  • 95.
    6 – DIODOSESPECIAIS Vcc = 10V
  • 96.
    6 – DIODOSESPECIAIS
  • 97.
    6 – DIODOSESPECIAIS
  • 98.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) • Física-O transistor de junção bipolar é um dispositivo semicondutor de três terminais, formado por três camadas consistindo de: duas camadas de material tipo “N" e uma de tipo “P" ou de duas de material tipo “P" e uma de tipo “N". • O primeiro é chamado de transistor NPN enquanto que o segundo é chamado de transistor PNP.
  • 99.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Um transístor bipolar (com polaridade NPN ou PNP) é constituído por duas junções PN (junção base-emissor e junção base-colector) de material semicondutor (silício ou germânio) e por três terminais designados por Emissor (E), Base (B) e Colector (C). N – Material semicondutor com excesso de electrões livres P – Material semicondutor com excesso de lacunas Altamente dopado Menos dopado que o Emissor e mais dopado que a Base Altamente dopado Camada mais fina e menos dopada Menos dopado que o Emissor e mais dopado que a Base Camada mais fina e menos dopada
  • 100.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Através de uma polarização de tensão adequada consegue-se estabelecer um fluxo de corrente, permitindo que o transistor seja utilizado em inúmeras aplicações como: Chaves comutadoras eletrônicas, amplifica- dores de tensão e de potência,etc.
  • 101.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Junções PN internas e símbolos Junção PN base -emissor Junção PN base - emissor Junção PN base - colector Junção PN base - colector
  • 102.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Principio de funcionamento Para que o transístor bipolar conduza é necessário que seja aplicada na Base uma corrente mínima (VBE ≥ 0,7 Volt), caso contrário não haverá passagem de corrente entre o Emissor e o Colector. IB = 0 O transístor não conduz (está em corte) X
  • 103.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Principio de funcionamento Se aplicarmos uma pequena corrente na base, o transístor conduz e pode amplificar a corrente que passa do emissor para o colector. Uma pequena corrente entre a base e o emissor… …origina uma grande corrente entre o emissor e o colector
  • 104.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Polarização Transistor NPN com polarização direta entre base e emissor e polarização reversa entre coletor e base. Transistor PNP com polarização direta entre base e emissor e polarização reversa entre coletor e base
  • 105.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Representação de tensões e correntes VCE – Tensão coletor – emissor VBE – Tensão base – emissor VCB – Tensão coletor - base Ic – Corrente de coletor IB – Corrente de base IE – Corrente de emissor VRE – Tensão na resistência de emissor VRC – Tensão na resistência de coletor
  • 106.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Relação entre correntes e Tensões  Considerando o sentido convencional da corrente e aplicando a lei dos nós obtemos a seguinte relação das correntes num transistor bipolar. Rc Rb + IC IE IB NPN IE = IC + IB IE + Rc Rb IC IB PNP IE = IC + IB IE = IC + IB
  • 107.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Relação entre correntes e Tensões  A relação entre a corrente contínua de coletor e a corrente contínua de base é chamada de ganho de corrente βCC ou apenas β (beta).  O parâmetro αcc ou apenas α (alfa) de um transistor indica a relação entre a corrente de emissor e coletor: α = β / ( 1+β ) VCE = VCB + VBE β = IC IB α = IC IE β = α / ( 1- α ) α tende variar de 0,95 a 0,99 β  100 implica fazer IC=IE hFE hFB
  • 108.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB)
  • 109.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Características técnicas Utilizando o código alfanumérico do transístor podem-se obter as suas características técnicas por consulta de um data book ou de um data sheet do fabricante. IC É a máxima corrente de colector que o transístor pode suportar. Se este parâmetro for excedido o componente poderá queimar. VCEO Tensão máxima colector – emissor com a base aberta. VCBO Tensão máxima colector – base com o emissor aberto. VEBO Tensão máxima emissor – base com o colector aberto. hFE ou  Ganho ou factor de amplificação do transístor. hFE = IC : IB Pd Potência máxima de dissipação. fT Frequência de transição (frequência para a qual o ganho do transístor é 1 ou seja, o transístor não amplifica mais a corrente).
  • 110.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB)
  • 111.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB)
  • 112.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Corrente de Coletor-Base com Emissor Aberto (Icbo) Varia com a temperatura, sendo de grande importância, uma vez que, para cada 10ºC de aumento de temperatura, essa corrente dobra. É a corrente entre coletor e base, com o emissor aberto. Corrente de Fuga no Transistor
  • 113.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Corrente de Coletor-Emissor com Base Aberta (Iceo)  ICEO: Esta corrente ao contrário da anterior, tem um elevado significado. Trata-se da corrente entre coletor e emissor com a base aberta.  ICEO = ( + 1)ICBO Basicamente determina a amplificação de um circuito, conforme será visto mais adiante. Corrente de Fuga no Transistor
  • 114.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) IEBO  IEBO: É a corrente entre base e emissor com o coletor aberto. Não é normal termos esta situação, uma vez que a junção base- emissor de um transistor é sempre polarizada diretamente. Corrente de Fuga no Transistor
  • 115.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Configurações básicas Os transistores podem ser ligados em três configurações básicas: 1. base comum (BC), 2. emissor comum (EC) e 3. coletor comum (CC). Essas denominações relacionam-se aos pontos onde o sinal é injetado e retirado, ou ainda, qual dos terminais do transistor é referência para a entrada e saída de sinal.
  • 116.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Base Comum (BC) O sinal é injetado entre emissor e base e retirado entre coletor e base. Desta forma, pode-se dizer que a base é o terminal comum para a entrada e saída do sinal. O capacitor "C" ligado da base a terra assegura que a base seja efetivamente aterrada para sinais alternados. CARACTERÍSTICAS: Ganho de corrente (Gi): < 1 Ganho de tensão (GV): elevado Resistência de entrada (RIN): baixa Resistência de saída (ROUT): alta
  • 117.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Emissor Comum (EC) O sinal é injetado entre base e emissor e retirado entre coletor e emissor. O capacitor no emissor "CE" assegura o aterramento do emissor para sinais alternados. CA é um capacitor de acoplamento de sinal. CARACTERÍSTICAS: Ganho de corrente (Gi): elevado Ganho de tensão (GV): elevado Resistência de entrada (RIN): média Resistência de saída (ROUT): alta
  • 118.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Emissor Comum (EC) O capacitor CA – Facilita a passagem de Sinais Alternados e bloqueia a corrente contínua O capacitor CE – Facilita a passagem de Sinais Alternados escoar para o terra.
  • 119.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Coletor Comum (CC) O sinal é injetado entre base e emissor e retirado do emissor. O capacitor "CC" ligado do coletor a terra assegura que o coletor esteja aterrado para sinais alternados. CA é um capacitor de acoplamento de sinal. É conhecida como seguidor de emissor. CARACTERÍSTICAS: Ganho de corrente (Gi): elevado Ganho de tensão (GV):  1 Resistência de entrada (RIN): muito elevada Resistência de saída (ROUT): muito baixa
  • 120.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) As configurações emissor comum, base comum e coletor comum, são também denominadas emissor a terra, base a terra e coletor a terra. Essas configurações também podem ser apresentadas conforme ilustram as figuras abaixo:
  • 121.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB)
  • 122.
    • RETA DECARGA • A Figura mostra um circuito com polarização de base. O problema consiste em saber os valores de correntes e tensões nos diversos componentes. Uma opção é o uso da reta de Carga. 7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB) Malha CE Malha BE
  • 123.
    Regiões de operação •A análise da malha CE fornece a corrente IC: IC = (VCC - VCE )/ RC • Nesta equação existem duas incógnitas, IC e VCE. A solução deste impasse é utilizar o gráfico IC x VCE. Com o gráfico em mãos, basta Calcular os extremos da reta de carga: • VCE = 0  IC = VCC / RC ponto superior • IC = 0 VCE = VCC ponto inferior • A partir da reta de carga e definido uma corrente IB chega-se aos valores de IC e VCE. 7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
  • 124.
    • No circuitosuponha RB= 500KΩ. Construa a linha de carga no gráfico e meça IC e VCE de operação. • SOLUÇÃO: Os dois pontos da reta de carga são: VCE = 0  IC = VCC / RC (15 )/1k5 = 10mA  ponto superior • IC = 0  VCE = VCC = 15V  ponto inferior • O corrente de base é a mesma que atravessa o resistor RB: Regiões de operação 7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
  • 125.
    Regiões de operação 7– TRANSISTOR BIPOLAR (TJB) VCEQ ICQ IBQ
  • 126.
    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) Regiões de operação: Resumo IB(CORTE) = 0 (aberto) IB(SAT) = 50 µA IB = 20 µA a 40 µA
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    130 CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO: 1- POLARIZAÇÃO POR CORRENTE DE BASE CONSTANTE Para este tipo de polarização: IC = IB Para evitar o disparo térmico, adota-se geralmente: VCE = 0,5VCC 7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
  • 131.
    131 CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO: 2- POLARIZAÇÃO POR CORRENTE DE EMISSOR CONSTANTE 7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB) Aplicando LKT: VCC = VRC + VCE + REIE onde: VRC = RCIC logo: VCC = RCIC + VCE + REIE
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    132 CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO: 2- POLARIZAÇÃO POR CORRENTE DE EMISSOR CONSTANTE 7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB)
  • 133.
    133 CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO: 3- POLARIZAÇÃO POR DIVISOR DE TENSÃO NA BASE 7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB) O nome divisor de tensão é proveniente do divisor de tensão formado por RB1 e RB2, onde RB2 polariza diretamente a junção base-emissor.
  • 134.
    Ainda com oterminal da base aberto e VCC em curto, temos: CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO: 3 - POLARIZAÇÃO POR DIVISOR DE TENSÃO NA BASE 7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB) Aplicando Thèvenin: Abrindo o terminal da base temos: VTH = B2 B1 CC B2 R R V . R  RTH = B2 B1 B2 B1 R R R . R 
  • 135.
    CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO: 3- POLARIZAÇÃO POR DIVISOR DE TENSÃO NA BASE 7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB) Isto nos dá o circuito equivalente de Thèvenin: 1 R R V - V TH E BE TH    Aplicando LKT: VTH - RTHIB - VBE - REIE = 0 1 IE   Sendo: IB = Temos: IE =
  • 136.
    CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO: 3- POLARIZAÇÃO POR DIVISOR DE TENSÃO NA BASE 7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB) E BE TH R V - V IE = Para RE 10 X maior que podemos simplif1car: 1 RTH   RTH  0,1RE Para uma boa estabilidade no circuito utiliza- se a regra 10:1, o que equivale dizer que:
  • 137.
    CIRCUITOS DE POLARIZAÇÃO: 3- POLARIZAÇÃO POR DIVISOR DE TENSÃO NA BASE 7 – TRANSISTOR BIPOLAR (TJB) Regras práticas para a elaboração de um projeto de polarização por divisor de tensão na base: VE = 0,1VCC VCE = 0,5VCC VRC = 0,4VCC RC = 4RE RBB = 0,1 RE
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    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) 6 3,69 310 3,69 1,57 1.571
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    7 – TRANSISTORBIPOLAR (TJB) 310 33,06 33.064
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