Ecologia
Prof. Pedro
COMPORTAMENTOS DE DEFESA
ANIMAL
ANACORESE: tipo de defesa na qual o animal vive em
galerias ou túneis por toda a sua vida. Alguns cnidários e
peixes.
COMPORTAMENTOS DE DEFESA
ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É
NECESSÁRIO ESTÍMULO)
TANATOSE: é o ato de se fingir de morto quando um outro
ser vivo, que possa ser um potencial predador, se aproxima.
COMPORTAMENTOS DE DEFESA
ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É
NECESSÁRIO ESTÍMULO)
COMPORTAMENTO DEIMÁTICO: tentativa de intimidação
COMPORTAMENTOS DE DEFESA
ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É
NECESSÁRIO ESTÍMULO)
RETALIAÇÃO: revidar um ataque provocando lesões.
COMPORTAMENTOS DE DEFESA
ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É
NECESSÁRIO ESTÍMULO)
FUGA:sair do alcance de um possível predador.
COMPORTAMENTOS DE DEFESA
ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É
NECESSÁRIO ESTÍMULO)
RETRAÇÃO CORPORAL:esconder-se em seu próprio
corpo. Por ex. : tartaruga
COMPORTAMENTOS DE DEFESA
ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É
NECESSÁRIO ESTÍMULO)
DEFESA EM GRUPO: animais que vivem juntos podem
perceber com maior precisão a chegada de algum predador.
Por ex. Suricata doperenses
COMPORTAMENTOS DE DEFESA
ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É
NECESSÁRIO ESTÍMULO)
ERRATICIDADE DE VOO: alguns animais voadores podem
começar a voar” desengonçadamente” quando ameaçados
por um predador, dificultando a sua captura. Por ex.
Borboletas
COMPORTAMENTOS DE DEFESA
ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É
NECESSÁRIO ESTÍMULO)
DEFLEXÃO DE ATAQUE: ato de fazer com que o o
predador ataque no local errado. Por ex. cauda da
lagartixa ; um pato fingindo se afogar em uma lagoa para
atrair um predador para longe do ninho.
COEVOLUÇÃO
Uma evolução conjunta entre duas espécies relacionadas,
onde uma pode interferir na evolução da outra e vice-versa.
TEORIA DA RAINHA VERMELHA
 A Hipótese da Rainha Vermelh ( Leigh Van Valen ) é
uma hipótese evolutiva. O termo advém da corrida da
Rainha Vermelha no livro de Lewis Carroll
Alice através do espelho.
 A Rainha Vermelha diz, :"É preciso correr o máximo
possível, para permanecermos no mesmo lugar.”
TEORIA DA RAINHA VERMELHA
 "Para um sistema evolutivo, é preciso haver um desenvolvimento
contínuo para manter a aptidão relativamente aos sistemas com o
qual estão a co-evoluir.”
TEORIA DA RAINHA VERMELHA
 Pretende explicar dois fenômenos diferentes: as
vantagens da reprodução sexuada no nível do indivíduo e a
constante corrida evolutiva entre espécies competidoras.
 Do ponto de vista microevolutivo, cada indivíduo seria um
experimento evolutivo, resultante da mistura entre os genes do pai
e da mãe.
 Com essa experimentação constante, a reprodução sexuada pode
permitir a uma espécie evoluir rapidamente apenas para manter
seu nicho ecológico já ocupado no ecossistema
TEORIA DA RAINHA VERMELHA
 Num panorama macroevolutivo, a observação de que a
probabilidade de grupos de espécies (geralmente famílias) é
constante dentro de cada grupo e aleatória entre grupos deu
suporte à hipótese no nível microevolutivo.
TEORIA DA RAINHA VERMELHA
 Cada melhoria em uma espécie resulta em uma vantagem seletiva para ela,
a variação irá resultar no aumento do valor adaptativo na espécie. Entretanto,
já que em geral, diferentes espécies estão co-evoluindo, melhorias em uma
espécie representam vantagem competitiva em relação às demais. O
aumento do valor adaptativo em um sistema evolutivo, deve promover a
diminuição do valor adaptativo em outro.
 A única forma de uma espécie sujeita a competição por recursos manter sua
aptidão em relação a espécies competidoras é pelo aumento da aptidão da
espécie.
TEORIA DA RAINHA VERMELHA
 Um bom exemplo deste fenômeno é a "corrida evolutiva" entre
predadores e presas , na qual o único modo de predadores
compensarem melhorias nas defesas da presa (coelhos correrem
mais rápido, por exemplo)é desenvolver melhorias nos seus
ataques (raposas correrem mais rápido, por exemplo).
 Neste caso, podemos considerar que o aumento relativo
(capacidade de correr mais rápido)é também um aumento
absoluto na aptidão.
TEORIA DA RAINHA VERMELHA
 A teoria da Rainha Vermelha, traz a ideia de uma corrida
armamentista evolutiva entre espécies que estão co-evoluindo,
pode explicar a importância da reprodução sexuada ao nível de
gene.
 Neste caso, o papel do sexo seria preservar genes que são
desvantajosos no presente, mas que podem ser vantajosos junto
a uma futura população do sistema de espécies co-evoluído.
TEORIA DA RAINHA VERMELHA
 Na maioria das espécies sexuadas, os machos correspondem á metade da população ,
entretanto eles geram diretamente a prole e, normalmente pouco contribuem para a
sobrevivência de seus descendentes. Na verdade, em algumas espécies, como no caso de
leões, os machos representam uma ameaça para a prole jovem de outros machos .
Contudo, existem espécies que podem ser consideradas exceções como: humanos,
baratas-d'água, cavalos-marinhos, pinguins, nas quais há maior investimento do macho na
sobrevivência da prole. Além disso, machos e fêmeas gastam recursos para atrair e competir
por parceiros.
 A seleção sexual pode resultar na diminuição do valor adaptativo de um organismo, como é
o caso da plumagem colorida da ave-do-paraíso que aumenta a chance do indivíduo ser
detectado tanto por predadores quanto por potencias parceiros reprodutivos
TEORIA DA RAINHA VERMELHA
 Uma possível explicação para o fato de quase todos os vertebrados serem sexuados é que o
sexo aumenta a taxa deadaptação. Isso ocorre por duas razões:.
 Se uma mutação vantajosa ocorre em uma linhagem assexuada, ela não pode se espalhar
sem eliminar outras linhagens, que poderiam conter outras mutações vantajosas.
 A reprodução sexuada mistura alelos. Algumas mutações podem ser vantajosas apenas
quando pareadas com outras em particular e a reprodução sexuada aumenta a chance
desses pareamentos ocorrerem.
TEORIA DA RAINHA VERMELHA
 Para que o sexo seja vantajoso é necessário que haja seleção para ambientes variáveis.
 Um caso em que isso pode ocorrer é na constante corrida armamentista evolutiva entre
parasitas e seus hospedeiros.
 Parasitas normalmente evoluem rápido, devido a seu ciclo de vida curto. Ao evoluir, atacam
seus hospedeiros de diferentes formas. Sendo assim, duas gerações consecutivas de
hospedeiros podem estar sujeitas a pressões seletivas diferentes. Caso essa mudança seja
rápida o suficiente, ela pode explicar a persistência do sexo.
TEORIA DA RAINHA VERMELHA
 . Na maioria das espécies sexuadas, os machos correspondem á metade da população ,
entretanto eles geram diretamente a prole e, normalmente pouco contribuem para a
sobrevivência de seus descendentes. Na verdade, em algumas espécies, como no caso de
leões, os machos representam uma ameaça para a prole jovem de outros machos .
Contudo, existem espécies que podem ser consideradas exceções como: humanos,
baratas-d'água, cavalos-marinhos, pinguins, nas quais há maior investimento do macho na
sobrevivência da prole. Além disso, machos e fêmeas gastam recursos para atrair e competir
por parceiros.
 A seleção sexual pode resultar na diminuição do valor adaptativo de um organismo, como é
o caso da plumagem colorida da ave-do-paraíso que aumenta a chance do indivíduo ser
detectado tanto por predadores quanto por potencias parceiros reprodutivos
Relações
Ecológicas
Sociedade
 As sociedades se caracterizam por grupos de organismos da mesma
espécie que cooperam entre si. Ex: abelhas, cupins, formigas.
Sociedades
 Sociedade – Não existe ligação física (anatômica) entre os indivíduos.
Colônias
Tipo de relação em que
os seres vivos da mesma
espécie se encontram
ligados fisicamente,
sendo difícil distinguir um
organismo individual.
RELAÇÕES HARMÔNICA INTRA-
ESPECÍFICAS
 Colônias bacterianas,protozoários,algas,fungos,
caravelas
Corais
RELAÇÕES HARMÔNICA INTRA-
ESPECÍFICAS
Colônia – Existe ligação física (anatômica) entre os indivíduos.
Mutualismo
Relação de benefícios para as espécies envolvidas;
porém, existe uma dependência mútua, pois uma não
consegue viver sem a outra.
Relações Harmônicas
Interespecíficas(MUTUALISMO)
 Liquens
 Cupins e protozoários
 Ruminantes e
bactérias
 Plantas leguminosas
e bactérias
Rhizobium
 Micorrizas e certas
plantas
Relações Harmônicas
Interespecíficas
Mutualismo – ambas as espécies são beneficiadas e
têm caráter obrigatório.
Protocooperação
Protocooperação
 Paguro e
actinia(anêmona)
 Jacaré e pássaro
paliteiro
 Agentes
polinizadores
Protocooperação - Relação ecológica, interespecífica, onde
ambas as espécies são beneficiadas e sem caráter obrigatório
Relações Desarmônicas
Interespecíficas
Predatismo – Retirada de um indivíduo da população para
alimentar outro indivíduo de espécie diferente.
Fonte: http://n.i.uol.com.br/licaodecasa/ensmedio/biologia/leozebra.jpg
Predatismo
Um indivíduo de uma das
espécies envolvidas
(predador) mata outro
indivíduo de uma espécie
diferente (presa), para obter
alimento.
PREDATISMO
Interação em que um indivíduo de uma espécie
(predador) utiliza um indivíduo de outra espécie
(presa) para alimentar-se.
Parasitismo
Uma das espécies, conhecida por parasita, causa
prejuízo à outra espécie, conhecida por hospedeira,
da qual retira alimento. Geralmente o parasita não
causa a morte imediata do hospedeiro, mantendo
assim sua fonte de alimento.
Pulgões – Zoofitismo
Endoparasita
PARASISTISMO (+/-)
Uma espécie vive às custas de alimento retirado do corpo
de outra espécie ( PARASITA-HOSPEDEIRO)
ECTOPARASITA ENDOPARASITA
Parasitismo
Ectoparasita
Canibalismo
Relação em que um indivíduo, para alimentar-se, mata outro da
mesma espécie. Quando a falta de alimento se torna constante
no local onde vive, o canibalismo pode ser a única maneira de
sobreviver.
Canibalismo:
EEB
INQUILINISMO
Apenas um indivíduo é
beneficiado e, para o
outro a relação é
indiferente.
Ocorre quando um ser
busca abrigo no outro,
sem prejudicá-lo.
Inquilinismo – quando um
indivíduo “mora” no outro
sem prejudicá-lo.
Comensalismo
Ocorre quando um
animal se alimenta dos
restos da caça do outro.
Apenas um indivíduo
obtém benefício e o
outro não é prejudicado.
Comensalismo
AMENSALISMO
 algas protistas (pirrófitas) de cor avermelhada e produtoras de
substâncias altamente tóxicas apresentam intensa proliferação, formando
enormes manchas vermelhas no oceano. Com isso, a concentração dessas
substâncias tóxicas aumenta, provocando “maré vermelha”.
Amensalismo
Amensalismo
 uma população de
determinada espécie libera
substância químicas para
inibir o estabelecimento /
crescimento de outras.
 Fungo Penicillium notatum e bactérias.
Competição intraespecífica
Competição interespecífica
Competição interespecífica
 indivíduos de espécies diferentes
competindo por abrigo, alimento.
Princípio da exclusão competitiva de Gause
Esclavagismo
 indivíduos de uma determinada espécie escravizando outros de
outras espécies.
Esclavagismo:
Foresia (+0): ocorre quando um organismo é
transportado por outro.
Ex: carrapicho e picão que se prendem em
pêlos de animais ou em roupas
Sinfilia (+0): ocorre quando um organismo se
alimenta da excreção de outro organismo
Ex: formigas e pulgões
Sucessão Ecológica
 Diz-se que uma sucessão
ecológica é primária
quando tem início num
terreno novo, totalmente
desabitado. Quando a
sucessão se faz a partir
de uma comunidade
antiga, é chamada de
secundária.
ECESE
SÉRIES
CLÍMAX
Sucesão
Ecológica
Sucessão Ecológica
 Os ecossistemas modificam-se naturalmente ao longo do
tempo
 Possuem a sua própria dinâmica e são sensíveis às
variações climáticas, geológicas, assim como a múltiplas
interacções dos seres vivos com o seu meio ambiente
 Campos de cultura abandonados, florestas destruídas, ilhas
resultantes de erupções vulcânicas
Sucessão Primária
 Quando o desenvolvimento começa numa área que não
tenha sido ocupada previamente por uma comunidade
 Espécie pioneira
 Exemplos:
Rocha
Superfície de areia de exposição recente
Corrente de lava
Sucessão Secundária
 Quando o desenvolvimento da comunidade se processa
numa determinada área da qual haja sido removida outra
comunidade
Exemplos:
Campo de cultura agrícola
Floresta destruída
Comunidade Clímax
Comunidade que se mantém em equilíbrio com as
condições existentes
Para cada tipo de ambiente físico, existe um tipo de
comunidade clímax possível
O clímax de uma sucessão que leva ao aparecimento
de um deserto é bem diferente do clímax de uma outra
sucessão que origina uma floresta

ECOLOGIA geral com características .pptx

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  • 2.
    COMPORTAMENTOS DE DEFESA ANIMAL ANACORESE:tipo de defesa na qual o animal vive em galerias ou túneis por toda a sua vida. Alguns cnidários e peixes.
  • 3.
    COMPORTAMENTOS DE DEFESA ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É NECESSÁRIOESTÍMULO) TANATOSE: é o ato de se fingir de morto quando um outro ser vivo, que possa ser um potencial predador, se aproxima.
  • 4.
    COMPORTAMENTOS DE DEFESA ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É NECESSÁRIOESTÍMULO) COMPORTAMENTO DEIMÁTICO: tentativa de intimidação
  • 5.
    COMPORTAMENTOS DE DEFESA ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É NECESSÁRIOESTÍMULO) RETALIAÇÃO: revidar um ataque provocando lesões.
  • 6.
    COMPORTAMENTOS DE DEFESA ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É NECESSÁRIOESTÍMULO) FUGA:sair do alcance de um possível predador.
  • 7.
    COMPORTAMENTOS DE DEFESA ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É NECESSÁRIOESTÍMULO) RETRAÇÃO CORPORAL:esconder-se em seu próprio corpo. Por ex. : tartaruga
  • 8.
    COMPORTAMENTOS DE DEFESA ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É NECESSÁRIOESTÍMULO) DEFESA EM GRUPO: animais que vivem juntos podem perceber com maior precisão a chegada de algum predador. Por ex. Suricata doperenses
  • 9.
    COMPORTAMENTOS DE DEFESA ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É NECESSÁRIOESTÍMULO) ERRATICIDADE DE VOO: alguns animais voadores podem começar a voar” desengonçadamente” quando ameaçados por um predador, dificultando a sua captura. Por ex. Borboletas
  • 10.
    COMPORTAMENTOS DE DEFESA ANIMAL(SECUNDÁRIAS-É NECESSÁRIOESTÍMULO) DEFLEXÃO DE ATAQUE: ato de fazer com que o o predador ataque no local errado. Por ex. cauda da lagartixa ; um pato fingindo se afogar em uma lagoa para atrair um predador para longe do ninho.
  • 11.
    COEVOLUÇÃO Uma evolução conjuntaentre duas espécies relacionadas, onde uma pode interferir na evolução da outra e vice-versa.
  • 12.
    TEORIA DA RAINHAVERMELHA  A Hipótese da Rainha Vermelh ( Leigh Van Valen ) é uma hipótese evolutiva. O termo advém da corrida da Rainha Vermelha no livro de Lewis Carroll Alice através do espelho.  A Rainha Vermelha diz, :"É preciso correr o máximo possível, para permanecermos no mesmo lugar.”
  • 13.
    TEORIA DA RAINHAVERMELHA  "Para um sistema evolutivo, é preciso haver um desenvolvimento contínuo para manter a aptidão relativamente aos sistemas com o qual estão a co-evoluir.”
  • 14.
    TEORIA DA RAINHAVERMELHA  Pretende explicar dois fenômenos diferentes: as vantagens da reprodução sexuada no nível do indivíduo e a constante corrida evolutiva entre espécies competidoras.  Do ponto de vista microevolutivo, cada indivíduo seria um experimento evolutivo, resultante da mistura entre os genes do pai e da mãe.  Com essa experimentação constante, a reprodução sexuada pode permitir a uma espécie evoluir rapidamente apenas para manter seu nicho ecológico já ocupado no ecossistema
  • 15.
    TEORIA DA RAINHAVERMELHA  Num panorama macroevolutivo, a observação de que a probabilidade de grupos de espécies (geralmente famílias) é constante dentro de cada grupo e aleatória entre grupos deu suporte à hipótese no nível microevolutivo.
  • 16.
    TEORIA DA RAINHAVERMELHA  Cada melhoria em uma espécie resulta em uma vantagem seletiva para ela, a variação irá resultar no aumento do valor adaptativo na espécie. Entretanto, já que em geral, diferentes espécies estão co-evoluindo, melhorias em uma espécie representam vantagem competitiva em relação às demais. O aumento do valor adaptativo em um sistema evolutivo, deve promover a diminuição do valor adaptativo em outro.  A única forma de uma espécie sujeita a competição por recursos manter sua aptidão em relação a espécies competidoras é pelo aumento da aptidão da espécie.
  • 17.
    TEORIA DA RAINHAVERMELHA  Um bom exemplo deste fenômeno é a "corrida evolutiva" entre predadores e presas , na qual o único modo de predadores compensarem melhorias nas defesas da presa (coelhos correrem mais rápido, por exemplo)é desenvolver melhorias nos seus ataques (raposas correrem mais rápido, por exemplo).  Neste caso, podemos considerar que o aumento relativo (capacidade de correr mais rápido)é também um aumento absoluto na aptidão.
  • 18.
    TEORIA DA RAINHAVERMELHA  A teoria da Rainha Vermelha, traz a ideia de uma corrida armamentista evolutiva entre espécies que estão co-evoluindo, pode explicar a importância da reprodução sexuada ao nível de gene.  Neste caso, o papel do sexo seria preservar genes que são desvantajosos no presente, mas que podem ser vantajosos junto a uma futura população do sistema de espécies co-evoluído.
  • 19.
    TEORIA DA RAINHAVERMELHA  Na maioria das espécies sexuadas, os machos correspondem á metade da população , entretanto eles geram diretamente a prole e, normalmente pouco contribuem para a sobrevivência de seus descendentes. Na verdade, em algumas espécies, como no caso de leões, os machos representam uma ameaça para a prole jovem de outros machos . Contudo, existem espécies que podem ser consideradas exceções como: humanos, baratas-d'água, cavalos-marinhos, pinguins, nas quais há maior investimento do macho na sobrevivência da prole. Além disso, machos e fêmeas gastam recursos para atrair e competir por parceiros.  A seleção sexual pode resultar na diminuição do valor adaptativo de um organismo, como é o caso da plumagem colorida da ave-do-paraíso que aumenta a chance do indivíduo ser detectado tanto por predadores quanto por potencias parceiros reprodutivos
  • 20.
    TEORIA DA RAINHAVERMELHA  Uma possível explicação para o fato de quase todos os vertebrados serem sexuados é que o sexo aumenta a taxa deadaptação. Isso ocorre por duas razões:.  Se uma mutação vantajosa ocorre em uma linhagem assexuada, ela não pode se espalhar sem eliminar outras linhagens, que poderiam conter outras mutações vantajosas.  A reprodução sexuada mistura alelos. Algumas mutações podem ser vantajosas apenas quando pareadas com outras em particular e a reprodução sexuada aumenta a chance desses pareamentos ocorrerem.
  • 21.
    TEORIA DA RAINHAVERMELHA  Para que o sexo seja vantajoso é necessário que haja seleção para ambientes variáveis.  Um caso em que isso pode ocorrer é na constante corrida armamentista evolutiva entre parasitas e seus hospedeiros.  Parasitas normalmente evoluem rápido, devido a seu ciclo de vida curto. Ao evoluir, atacam seus hospedeiros de diferentes formas. Sendo assim, duas gerações consecutivas de hospedeiros podem estar sujeitas a pressões seletivas diferentes. Caso essa mudança seja rápida o suficiente, ela pode explicar a persistência do sexo.
  • 22.
    TEORIA DA RAINHAVERMELHA  . Na maioria das espécies sexuadas, os machos correspondem á metade da população , entretanto eles geram diretamente a prole e, normalmente pouco contribuem para a sobrevivência de seus descendentes. Na verdade, em algumas espécies, como no caso de leões, os machos representam uma ameaça para a prole jovem de outros machos . Contudo, existem espécies que podem ser consideradas exceções como: humanos, baratas-d'água, cavalos-marinhos, pinguins, nas quais há maior investimento do macho na sobrevivência da prole. Além disso, machos e fêmeas gastam recursos para atrair e competir por parceiros.  A seleção sexual pode resultar na diminuição do valor adaptativo de um organismo, como é o caso da plumagem colorida da ave-do-paraíso que aumenta a chance do indivíduo ser detectado tanto por predadores quanto por potencias parceiros reprodutivos
  • 23.
  • 24.
    Sociedade  As sociedadesse caracterizam por grupos de organismos da mesma espécie que cooperam entre si. Ex: abelhas, cupins, formigas.
  • 25.
  • 26.
     Sociedade –Não existe ligação física (anatômica) entre os indivíduos.
  • 27.
    Colônias Tipo de relaçãoem que os seres vivos da mesma espécie se encontram ligados fisicamente, sendo difícil distinguir um organismo individual.
  • 28.
    RELAÇÕES HARMÔNICA INTRA- ESPECÍFICAS Colônias bacterianas,protozoários,algas,fungos, caravelas
  • 29.
  • 30.
    RELAÇÕES HARMÔNICA INTRA- ESPECÍFICAS Colônia– Existe ligação física (anatômica) entre os indivíduos.
  • 32.
    Mutualismo Relação de benefíciospara as espécies envolvidas; porém, existe uma dependência mútua, pois uma não consegue viver sem a outra.
  • 33.
    Relações Harmônicas Interespecíficas(MUTUALISMO)  Liquens Cupins e protozoários  Ruminantes e bactérias  Plantas leguminosas e bactérias Rhizobium  Micorrizas e certas plantas
  • 34.
    Relações Harmônicas Interespecíficas Mutualismo –ambas as espécies são beneficiadas e têm caráter obrigatório.
  • 36.
  • 37.
    Protocooperação  Paguro e actinia(anêmona) Jacaré e pássaro paliteiro  Agentes polinizadores
  • 39.
    Protocooperação - Relaçãoecológica, interespecífica, onde ambas as espécies são beneficiadas e sem caráter obrigatório
  • 40.
    Relações Desarmônicas Interespecíficas Predatismo –Retirada de um indivíduo da população para alimentar outro indivíduo de espécie diferente.
  • 41.
  • 44.
    Predatismo Um indivíduo deuma das espécies envolvidas (predador) mata outro indivíduo de uma espécie diferente (presa), para obter alimento.
  • 46.
    PREDATISMO Interação em queum indivíduo de uma espécie (predador) utiliza um indivíduo de outra espécie (presa) para alimentar-se.
  • 47.
    Parasitismo Uma das espécies,conhecida por parasita, causa prejuízo à outra espécie, conhecida por hospedeira, da qual retira alimento. Geralmente o parasita não causa a morte imediata do hospedeiro, mantendo assim sua fonte de alimento.
  • 48.
  • 49.
  • 50.
    PARASISTISMO (+/-) Uma espécievive às custas de alimento retirado do corpo de outra espécie ( PARASITA-HOSPEDEIRO) ECTOPARASITA ENDOPARASITA
  • 51.
  • 52.
    Canibalismo Relação em queum indivíduo, para alimentar-se, mata outro da mesma espécie. Quando a falta de alimento se torna constante no local onde vive, o canibalismo pode ser a única maneira de sobreviver.
  • 53.
  • 54.
  • 55.
    INQUILINISMO Apenas um indivíduoé beneficiado e, para o outro a relação é indiferente. Ocorre quando um ser busca abrigo no outro, sem prejudicá-lo.
  • 56.
    Inquilinismo – quandoum indivíduo “mora” no outro sem prejudicá-lo.
  • 57.
    Comensalismo Ocorre quando um animalse alimenta dos restos da caça do outro. Apenas um indivíduo obtém benefício e o outro não é prejudicado.
  • 59.
  • 60.
    AMENSALISMO  algas protistas(pirrófitas) de cor avermelhada e produtoras de substâncias altamente tóxicas apresentam intensa proliferação, formando enormes manchas vermelhas no oceano. Com isso, a concentração dessas substâncias tóxicas aumenta, provocando “maré vermelha”.
  • 61.
  • 62.
    Amensalismo  uma populaçãode determinada espécie libera substância químicas para inibir o estabelecimento / crescimento de outras.
  • 63.
     Fungo Penicilliumnotatum e bactérias.
  • 64.
  • 65.
  • 66.
    Competição interespecífica  indivíduosde espécies diferentes competindo por abrigo, alimento.
  • 67.
    Princípio da exclusãocompetitiva de Gause
  • 68.
    Esclavagismo  indivíduos deuma determinada espécie escravizando outros de outras espécies.
  • 69.
  • 70.
    Foresia (+0): ocorrequando um organismo é transportado por outro. Ex: carrapicho e picão que se prendem em pêlos de animais ou em roupas
  • 71.
    Sinfilia (+0): ocorrequando um organismo se alimenta da excreção de outro organismo Ex: formigas e pulgões
  • 72.
    Sucessão Ecológica  Diz-seque uma sucessão ecológica é primária quando tem início num terreno novo, totalmente desabitado. Quando a sucessão se faz a partir de uma comunidade antiga, é chamada de secundária.
  • 73.
  • 74.
    Sucessão Ecológica  Osecossistemas modificam-se naturalmente ao longo do tempo  Possuem a sua própria dinâmica e são sensíveis às variações climáticas, geológicas, assim como a múltiplas interacções dos seres vivos com o seu meio ambiente  Campos de cultura abandonados, florestas destruídas, ilhas resultantes de erupções vulcânicas
  • 75.
    Sucessão Primária  Quandoo desenvolvimento começa numa área que não tenha sido ocupada previamente por uma comunidade  Espécie pioneira  Exemplos: Rocha Superfície de areia de exposição recente Corrente de lava
  • 76.
    Sucessão Secundária  Quandoo desenvolvimento da comunidade se processa numa determinada área da qual haja sido removida outra comunidade Exemplos: Campo de cultura agrícola Floresta destruída
  • 77.
    Comunidade Clímax Comunidade quese mantém em equilíbrio com as condições existentes Para cada tipo de ambiente físico, existe um tipo de comunidade clímax possível O clímax de uma sucessão que leva ao aparecimento de um deserto é bem diferente do clímax de uma outra sucessão que origina uma floresta