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Biologia – 3º Ano
1. Definição 
 É a ciência que estuda as interações entre os organismos e seu ambiente, ou seja, 
é o estudo científico da distribuição e abundância dos seres vivos e das interações 
que determinam a sua distribuição. As interações podem ser entre seres vivos 
e/ou com o meio ambiente. 
 A palavra Ecologia tem origem no grego "oikos", que significa casa, e "logos", 
estudo. Logo, por extensão seria o estudo da casa, ou, de forma mais genérica, do 
lugar onde se vive.
2. História 
 É importante ressaltar o trabalho pioneiro do biologista dinamarquês Eugen 
Warming, autor do primeiro livro no mundo devotado especificamente à ecologia, 
publicado em 1895. Seu trabalho pioneiro combinou sistemática, taxonomia, 
morfologia e biogeografia, sintetizando-as em uma nova ciência chamada 
ecologia. 
 Ele formalizou a ideia de que uma comunidade natural é composta e caracterizada 
pelas espécies individuais que nela ocorrem. Eugen Warming é considerado o pai 
da ecologia vegetal e o fundador da ecologia nos trópicos.
3. Níveis de organização 
 A ecologia procura decifrar as conexões que existem entre os organismos entre si 
e com o meio, em diferentes níveis de organização biológica e em diferentes 
escalas espaciais e temporais.
3.1 Organismo 
 A união de todos os sistemas forma o organismo, que pode ser uma pessoa, uma 
planta, um peixe, um cachorro, um pássaro, um verme e entre outros.
3.2 População 
 Dificilmente um organismo vive isolado, ele interage com outros organismos da 
mesma espécie e de outras espécies, e também com o meio ambiente. O 
conjunto de organismos da uma mesma espécie, interagindo entre si e que 
habitam uma determinada região, em uma determinada época, chama-se 
população.
3.3 Comunidade 
 Também chamada de biocenose, é o conjunto de populações de diversas espécies 
que habitam uma mesma região num determinado período.
3.4 Ecossistema 
 Unidade principal de estudo da ecologia, definido como um sistema composto 
pelos seres vivos (meio biótico) e o local onde eles vivem (meio abiótico, onde 
estão inseridos todos os componentes não vivos do ecossistema como minerais, 
pedras, clima, luz solar) e todas as relações destes com o meio e entre si.
3.5 Biosfera 
 É a camada do globo terrestre habitada pelos seres vivos. Contém o solo, o ar, a 
água, a luz, o calor e os alimentos, que fornecem condições necessárias para o 
desenvolvimento da vida.
4. Conceitos Ecológicos – Habitat 
 É o lugar na natureza onde uma espécie vive. Por exemplo, o habitat da planta 
vitória régia são os lagos e as matas alagadas da Amazônia, enquanto o habitat do 
panda são as florestas de bambu das regiões montanhosas na China e no Vietnã.
4.1 Conceitos Ecológicos – Nicho Ecológico 
 O nicho é um conjunto de condições em que o indivíduo ou uma população vive e 
se reproduz. Pode se dizer ainda que o nicho é o "modo de vida" de um 
organismo na natureza. E esse modo de vida inclui tanto os fatores físicos - como 
a umidade, a temperatura - quanto os fatores biológicos - como o alimento e os 
seres que se alimentam desse indivíduo.
5. Cadeia Alimentar 
 É uma sequência de organismos interligados por relações de alimentação. É a 
maneira de expressar as relações de alimentação entre os organismos de um 
ecossistema, incluindo os produtores, os consumidores e os decompositores.
5.1 Componentes e níveis tróficos 
 Primeiro nível trófico: Representado pelos produtores, que nos ecossistemas terrestres são 
seres autotróficos fotossintetizantes ou quimiossintetizantes, as plantas e as bactérias do 
solo, respectivamente. Eles produzem sua própria matéria orgânica. 
 Segundo nível trófico: Utiliza a matéria do primeiro nível. São os consumidores primários, 
cujos representantes principais são os herbívoros, como as capivaras, que dependem 
diretamente dos vegetais para sua nutrição. 
 Terceiro nível trófico: Se alimentam dos consumidores primários, são a presa para 
os consumidores secundários, que são carnívoros e predadores como a onça, por exemplo. 
 Último nível trófico: Encontram-se os decompositores, que são os seres sapróbios ou 
saprófagos, principalmente os fungos e bactérias que vivem no solo e na água e são 
responsáveis por reciclar a matéria orgânica, que inclui dejetos dos seres detritívoros (como 
a minhoca e urubus) e cadáveres.
5.2 Teia Alimentar 
 Na natureza, alguns seres podem ocupar vários papéis em diferentes cadeias 
alimentares. Os animais têm alimentação variada. Um organismo pode se 
alimentar de diferentes seres vivos, além de servir de alimento para diversos 
outros. O resultado é que as cadeias alimentares se cruzam na natureza, 
formando o que chamamos de teia alimentar. Nas teias alimentares, um mesmo 
animal pode ocupar papéis diferentes, dependendo da cadeia envolvida.
6. Pirâmides Ecológicas 
 Representam, graficamente, o fluxo de energia e matéria entre os níveis tróficos 
no decorrer da cadeia alimentar. Para tal, cada retângulo representa, de forma 
proporcional, o parâmetro a ser analisado.
6.1 Pirâmide de números 
 Indica a quantidade de organismos que há em cada nível trófico. Em alguns 
casos, quando o produtor é uma planta de grande porte, o gráfico de números 
passa a ter uma conformação diferente da usual, sendo denominado “pirâmide 
invertida”. Outro exemplo de pirâmide invertida é dada quando 
envolve parasitas, sendo assim os últimos níveis tróficos mais numerosos.
6.1 Pirâmide de biomassa 
 Representa a quantidade de matéria orgânica presente no corpo dos organismos 
de um determinado nível trófico. Frequentemente, é expressa pelo peso seco por 
unidade de área.
6.2 Pirâmide de energia 
 Representa, em cada nível trófico, a quantidade de energia acumulada por 
unidade de área ou volume e por unidade de tempo, quilocaloria (kcal) por 
metro quadrado (m²) por ano. Dessa forma, indica o fluxo de energia presente em 
cada nível trófico de uma cadeia alimentar de um ecossistema, levando em conta 
o fator tempo. Sendo assim, não há possibilidade de inversão da pirâmide, já que 
o fluxo de energia de um ecossistema é unidirecional e vai diminuindo a cada 
nível trófico, apenas 10% será passado para o próximo nível.
7. Ciclos Biogeoquímicos 
 O trajeto das substâncias do ambiente abiótico para o mundo dos seres vivos e o 
seu retorno ao mundo abiótico completam o ciclo biogeoquímico. O termo é 
derivado do fato de que há um movimento cíclico de elementos que formam os 
organismos vivos (“bio”) e o ambiente geológico (“geo”), onde intervêm 
mudanças químicas. Em qualquer ecossistema existem tais ciclos.
7.1 Ciclo da Água 
 Ciclo curto ou pequeno: Lenta evaporação da água dos mares, rios e lagos, formando 
nuvens. Estas se condensam, voltando a superfície na forma de chuva ou neve. 
 Ciclo longo: A água passa pelo corpo dos seres vivos antes de voltar ao ambiente, é retirada 
do solo através das raízes das plantas sendo utilizada para a fotossíntese ou passada para 
outros animais através da cadeia alimentar. A água volta a atmosfera através da respiração, 
transpiração, fezes e urina.
7.2 Ciclo do Carbono 
 As plantas realizam fotossíntese retirando o carbono do CO2 do ambiente para formatação 
de matéria orgânica. Esta última é oxidada pelo processo de respiração celular, que resulta 
em liberação de CO2 para o ambiente. A decomposição e queima de combustíveis fósseis 
(carvão e petróleo) também libera CO2 no ambiente. 
 Além disso, o aumento no teor de CO2 atmosférico causa o agravamento do "efeito estufa" 
que pode acarretar o descongelamento de geleiras e das calotas polares com consequente 
aumento do nível do mar e inundação das cidades litorâneas.
7.3 Ciclo do Oxigênio 
 O oxigênio é um elemento químico presente em várias moléculas orgânicas e inorgânicas, 
como água e gás carbônico. Na atmosfera, o mesmo é encontrado na forma de gás (O2) e é 
liberado para o ambiente através da fotossíntese realizada pelos seres autótrofos. Tal gás é 
consumido pelas plantas e animais através da respiração, reiniciando o ciclo. O ciclo do 
oxigênio e do carbono estão intimamente relacionados.
7.4 Ciclo do Fósforo 
 É encontrado na natureza na forma de íon fosfato (PO4 
3-) e é conseguido através da 
dissolução das rochas. Esses íons ficam disponíveis no solo e na água, e as plantas os 
absorvem para serem utilizados em suas sínteses. Já os animais os obtêm através da água e 
dos alimentos, por meio da cadeia alimentar. 
 O fósforo é devolvido ao ambiente por meio dos organismos decompositores que degradam 
a matéria orgânica oriunda da excreção e da morte das plantas e animais. Uma parte desse 
fósforo é reciclada entre as plantas, o solo, os consumidores e decompositores. Outra parte 
é levada pela água da chuva para lagos e mares, onde pode se incorporar às rochas.
7.5 Ciclo do Cálcio 
 Os sais de cálcio são usados por animais para a formação de esqueletos, como ossos de 
peixes, conchas de moluscos, carapaças de foraminíferos e envoltório de corais. Esses se 
acumulam no fundo dos mares, lagos e rios. Depois de milhões de anos, podem vir a 
construir rochas calcárias continentais, se ocorrer uma elevação do terreno. Seus 
compostos de cálcio, quando novamente dissolvidos pelas águas das chuvas, voltam para os 
oceanos. O cálcio, quando está em solução, pode ser incorporado pelas raízes e vir a fazer 
parte de vegetais e mais tarde de consumidores e, por fim, retornar ao solo através da ação 
dos decompositores.
7.6 Ciclo do Enxofre 
 É encontrado nas rochas sedimentares, rochas vulcânicas, carvão, gás natural. Cerca de 
140g de enxofre estão presentes no ser humano. A natureza recicla enxofre sempre que um 
animal ou planta morre. Quando apodrecem, as substâncias chamadas de “sulfatos”, 
combinados com a água são absorvidos pelas raízes das plantas. Os animais o obtêm 
comendo vegetais ou comendo outros animais.
7.7 Ciclo do Nitrogênio 
 Fixação: Transformação do nitrogênio gasoso em amônia e nitrato. As bactérias retiram o nitrogênio do ar 
fazendo com que este reaja com o hidrogênio para formar amônia. 
 Amonificação: Decomposição da amônia pelas bactérias e fungos no processo de decomposição das 
proteínas e outros resíduos nitrogenados contidos na matéria orgânica morta e nas excretas. 
 Nitrificação: Conversão da amônia em nitratos. 
 Desnitrificação: Conversão dos nitratos em nitrogênios molecular pelas bactérias desnitrificantes.
8. Relações Ecológicas 
 Todos os seres vivos se relacionam com outros, tanto da mesma espécie (relações 
intraespecíficas) quanto de espécies distintas (relações interespecíficas). Estas 
podem ser harmônicas, quando não há prejuízo para nenhum dos indivíduos 
envolvidos; ou desarmônicas, quando pelo menos um se prejudica.
8.1 Relações Intraespecíficas Harmônicas – Colônia 
 É o agrupamento de vários indivíduos da mesma espécie que apresentam um elevado grau 
de dependência entre si, podendo ou não ocorrer divisão do trabalho. 
 Quando constituídas por organismos que apresentam a mesma forma, não ocorre divisão de 
trabalho, todos os indivíduos são iguais e executam as mesmas funções vitais, são 
denominadas colônias isomorfas. Ex: colônias de corais. 
 Quando constituídas por indivíduos com formas e funções distintas ocorre a divisão de 
trabalhos, são denominadas colônias heteromorfas. Ex: celenterado da espécie Physalia 
physalis, popularmente conhecida por “caravela”.
8.2 Relações Intraespecíficas Harmônicas – Sociedade 
 São associações entre indivíduos da mesma espécie, organizados de um modo cooperativo e 
não ligados anatomicamente. Os indivíduos componentes denominados sociais, colaboram 
com a sociedade em que estão integrados graças aos estímulos recíprocos. 
 Existência de hierarquia, uma divisão de funções para cada membro participante, o que gera 
indivíduos especialistas em determinadas funções, aumentando a eficiência do conjunto e 
sobrevivência da espécie, a ponto de ocorrerem seleções na escolha da função de acordo 
com a estrutura do corpo de cada animal. 
 Exemplos: Formigas soldados são maiores e possuem mais veneno que as formigas 
operárias; a abelha rainha é grande e põe ovos, enquanto as abelhas operárias são menores 
e não põem ovos.
8.3 Relações Intraespecíficas Desarmônicas – Canibalismo 
 É uma relação de predatismo em que seres comem outros seres da sua própria espécie. 
 Exemplos: Peixes devoram os alevinos de sua própria espécie; jacarés e crocodilos também 
devoram filhotes das suas espécies; a aranha e o louva-a-deus, logo após acasalamento, a 
fêmea devora o macho para obter as proteínas de seu organismo, necessárias para 
desenvolver os ovos no seu organismo.
8.4 Relações Intraespecíficas Desarmônicas – Competição 
 Competição entre indivíduos da mesma espécie, pelos mesmos fatores do ambiente, que 
existem em quantidade limitada. Dois tipos de competição são a disputa por espaço e a 
disputa entre machos de uma mesma espécie pelas fêmeas dessa mesma espécie. 
 Exemplos: O leão tem que competir com os outros leões do bando porque os leões praticam 
a poligamia patriarcal e é necessário competir, lutar para ganhar ou perder, a chance de se 
acasalar com todas aquelas fêmeas do bando. Cada um tem sua determinada arma, como os 
galos (esporas), carneiros (cabeçadas), aranhas (veneno), pavão (cauda), sapos (coaxar), 
pássaros canoros (canto e cores da plumagem), vagalumes (luzes), grilos (sons).
8.5 Relações Interespecíficas Harmônicas – Mutualismo 
 É uma relação entre indivíduos de espécies diferentes, em que ambos são beneficiados e em 
que ambos precisam um do outro para sobreviver. 
 Exemplos: Líquens (fungo + cianobactéria), cupim e protozoário que digere a celulose em 
seu organismo, micorrizas (fungos + raízes de plantas).
8.6 Relações Interespecíficas Harmônicas – Protocooperação 
 Indivíduos que cooperam entre si, mas não são dependentes um do outro para 
sobreviverem. 
 Exemplos: Anêmona-do-mar e paguro: o paguro tem corpo mole e ocupa o interior de 
conchas abandonadas. Sobre a concha, costumam instalar-se uma ou mais anêmonas do 
mar. Dessa união, surge o benefício mútuo: a anêmona possui células urticantes, que 
afugentam os predadores do paguro, e este, ao se deslocar, possibilita à anêmona uma 
melhor exploração do espaço, em busca de alimento. Pássaro palito e jacaré: o jacaré abre a 
sua boca e o pássaro palito introduz-se nela, de onde retira sanguessugas que ali encontram-se 
parasitando o réptil, além de retirar restos de comida presos entre seus dentes.
8.7 Relações Interespecíficas Harmônicas – Inquilinismo 
 Uma espécie usa a outra como abrigo, sendo que somente ela se beneficia, mas sem causar 
prejuízos à outra. 
 Exemplos: Orquídeas e árvores: vivendo no alto das árvores, que lhe servem de suporte, as 
orquídeas encontram condições ideais de luminosidade para o seu desenvolvimento e a 
árvore não é prejudicada. Fierasfer e pepino-do-mar: para alimentar-se, o fierasfer sai do 
pepino-do-mar e depois volta. Assim, o peixe encontra proteção no corpo do pepino-do-mar, 
que não recebe benefício nem sofre desvantagem.
8.8 Relações Interespecíficas Harmônicas – Comensalismo 
 Relação na qual apenas uma espécie se beneficia, mas sem causar prejuízos à outra. 
A associação ocorre em busca de alimento. 
 Exemplos: Rêmora e tubarão: a rêmora ou peixe-piolho é um peixe ósseo que apresenta a 
nadadeira dorsal transformada em ventosa, com a qual se fixa no ventre, próximo à boca do 
tubarão e é levada com ele. Quando o tubarão estraçalha a carne de suas presas, muitos 
pedacinhos de carne se espalham pela água e a rêmora se alimenta desses restos 
alimentares produzidos pelas atividades do tubarão. Hienas e leões: o comensalismo só 
acontece quando o leão já está fartamente alimentado e já tendo saciado a sua fome, 
abandona os restos da carcaça para as hienas.
8.9 Relações Interespecíficas Desarmônicas – Amensalismo 
 Os indivíduos de uma população secretam substâncias que inibem o desenvolvimento de 
indivíduos de outra espécie. 
 Exemplos: Maré Vermelha: em situações favoráveis de temperatura, densidade e pressão, 
certos micro-organismos (dinoflagelados) conseguem se proliferar rapidamente, se dividindo 
em vários, espalhando-se pelo mar em pouco tempo. A água torna-se avermelhada. 
Eucalipto: é uma planta de origem australiana e tem facilidade em se adaptar em várias 
condições climáticas. Produzem substâncias que são liberadas por suas raízes que impedem 
o crescimento de outros vegetais ao seu redor, diminuindo assim a competição por água que 
é fundamental para sua existência.
8.10 Relações Interespecíficas Desarmônicas – Predatismo 
 Uma relação em que um ser vivo, o predador, captura e mata um outro ser vivo, a presa, 
com o fim de se alimentar com a carne dele. 
 Exemplos: Animais carnívoros (leão, lobo, tigre e onça); peixes predadores; aves 
predadoras (corujas, águias e gaviões); répteis predadores (crocodilos, jacarés e lagartixas 
domésticas), aracnídeos (aranhas, lacraias, escorpiões) e plantas carnívoras.
8.11 Relações Interespecíficas Desarmônicas – Parasitismo 
 O parasita retira, do corpo do hospedeiro, nutrientes para garantir a sua sobrevivência, 
debilitando-o. 
 Exemplos: Animais e carrapato, lombrigas e vermes parasitas do ser humano. 
 Obs.: Parasitoses humanas: Ascaridíase (Ascaris lumbricoides); ancilostomose (Ancylostoma duodenali); 
bicho-geográfico (Ancylostoma braziliensis), filaríose (Wucherelia bancrofti) e oxiuriose (Oxyurus 
vermiculares).
8.12 Relações Interespecíficas Desarmônicas – Competição 
 Ocorre em praticamente todas as populações em que os indivíduos disputam recursos não-disponíveis 
em quantidade suficiente no ecossistema, como o alimento, parceiros sexuais e 
território. Esse tipo de competição determina quais espécies podem coexistir em um 
habitat. 
 Exemplos: Raízes de plantas competindo por água e nutrientes; gafanhotos e gado 
competindo por capim; ciliados competindo por alimento.
9. Equipe – 3ºB 
 Fernanda Freitas 
 Janaína Karen 
 Kíssia França 
 Yasmin Lopes

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Ecologia

  • 2. 1. Definição  É a ciência que estuda as interações entre os organismos e seu ambiente, ou seja, é o estudo científico da distribuição e abundância dos seres vivos e das interações que determinam a sua distribuição. As interações podem ser entre seres vivos e/ou com o meio ambiente.  A palavra Ecologia tem origem no grego "oikos", que significa casa, e "logos", estudo. Logo, por extensão seria o estudo da casa, ou, de forma mais genérica, do lugar onde se vive.
  • 3. 2. História  É importante ressaltar o trabalho pioneiro do biologista dinamarquês Eugen Warming, autor do primeiro livro no mundo devotado especificamente à ecologia, publicado em 1895. Seu trabalho pioneiro combinou sistemática, taxonomia, morfologia e biogeografia, sintetizando-as em uma nova ciência chamada ecologia.  Ele formalizou a ideia de que uma comunidade natural é composta e caracterizada pelas espécies individuais que nela ocorrem. Eugen Warming é considerado o pai da ecologia vegetal e o fundador da ecologia nos trópicos.
  • 4. 3. Níveis de organização  A ecologia procura decifrar as conexões que existem entre os organismos entre si e com o meio, em diferentes níveis de organização biológica e em diferentes escalas espaciais e temporais.
  • 5. 3.1 Organismo  A união de todos os sistemas forma o organismo, que pode ser uma pessoa, uma planta, um peixe, um cachorro, um pássaro, um verme e entre outros.
  • 6. 3.2 População  Dificilmente um organismo vive isolado, ele interage com outros organismos da mesma espécie e de outras espécies, e também com o meio ambiente. O conjunto de organismos da uma mesma espécie, interagindo entre si e que habitam uma determinada região, em uma determinada época, chama-se população.
  • 7. 3.3 Comunidade  Também chamada de biocenose, é o conjunto de populações de diversas espécies que habitam uma mesma região num determinado período.
  • 8. 3.4 Ecossistema  Unidade principal de estudo da ecologia, definido como um sistema composto pelos seres vivos (meio biótico) e o local onde eles vivem (meio abiótico, onde estão inseridos todos os componentes não vivos do ecossistema como minerais, pedras, clima, luz solar) e todas as relações destes com o meio e entre si.
  • 9. 3.5 Biosfera  É a camada do globo terrestre habitada pelos seres vivos. Contém o solo, o ar, a água, a luz, o calor e os alimentos, que fornecem condições necessárias para o desenvolvimento da vida.
  • 10. 4. Conceitos Ecológicos – Habitat  É o lugar na natureza onde uma espécie vive. Por exemplo, o habitat da planta vitória régia são os lagos e as matas alagadas da Amazônia, enquanto o habitat do panda são as florestas de bambu das regiões montanhosas na China e no Vietnã.
  • 11. 4.1 Conceitos Ecológicos – Nicho Ecológico  O nicho é um conjunto de condições em que o indivíduo ou uma população vive e se reproduz. Pode se dizer ainda que o nicho é o "modo de vida" de um organismo na natureza. E esse modo de vida inclui tanto os fatores físicos - como a umidade, a temperatura - quanto os fatores biológicos - como o alimento e os seres que se alimentam desse indivíduo.
  • 12. 5. Cadeia Alimentar  É uma sequência de organismos interligados por relações de alimentação. É a maneira de expressar as relações de alimentação entre os organismos de um ecossistema, incluindo os produtores, os consumidores e os decompositores.
  • 13. 5.1 Componentes e níveis tróficos  Primeiro nível trófico: Representado pelos produtores, que nos ecossistemas terrestres são seres autotróficos fotossintetizantes ou quimiossintetizantes, as plantas e as bactérias do solo, respectivamente. Eles produzem sua própria matéria orgânica.  Segundo nível trófico: Utiliza a matéria do primeiro nível. São os consumidores primários, cujos representantes principais são os herbívoros, como as capivaras, que dependem diretamente dos vegetais para sua nutrição.  Terceiro nível trófico: Se alimentam dos consumidores primários, são a presa para os consumidores secundários, que são carnívoros e predadores como a onça, por exemplo.  Último nível trófico: Encontram-se os decompositores, que são os seres sapróbios ou saprófagos, principalmente os fungos e bactérias que vivem no solo e na água e são responsáveis por reciclar a matéria orgânica, que inclui dejetos dos seres detritívoros (como a minhoca e urubus) e cadáveres.
  • 14. 5.2 Teia Alimentar  Na natureza, alguns seres podem ocupar vários papéis em diferentes cadeias alimentares. Os animais têm alimentação variada. Um organismo pode se alimentar de diferentes seres vivos, além de servir de alimento para diversos outros. O resultado é que as cadeias alimentares se cruzam na natureza, formando o que chamamos de teia alimentar. Nas teias alimentares, um mesmo animal pode ocupar papéis diferentes, dependendo da cadeia envolvida.
  • 15. 6. Pirâmides Ecológicas  Representam, graficamente, o fluxo de energia e matéria entre os níveis tróficos no decorrer da cadeia alimentar. Para tal, cada retângulo representa, de forma proporcional, o parâmetro a ser analisado.
  • 16. 6.1 Pirâmide de números  Indica a quantidade de organismos que há em cada nível trófico. Em alguns casos, quando o produtor é uma planta de grande porte, o gráfico de números passa a ter uma conformação diferente da usual, sendo denominado “pirâmide invertida”. Outro exemplo de pirâmide invertida é dada quando envolve parasitas, sendo assim os últimos níveis tróficos mais numerosos.
  • 17. 6.1 Pirâmide de biomassa  Representa a quantidade de matéria orgânica presente no corpo dos organismos de um determinado nível trófico. Frequentemente, é expressa pelo peso seco por unidade de área.
  • 18. 6.2 Pirâmide de energia  Representa, em cada nível trófico, a quantidade de energia acumulada por unidade de área ou volume e por unidade de tempo, quilocaloria (kcal) por metro quadrado (m²) por ano. Dessa forma, indica o fluxo de energia presente em cada nível trófico de uma cadeia alimentar de um ecossistema, levando em conta o fator tempo. Sendo assim, não há possibilidade de inversão da pirâmide, já que o fluxo de energia de um ecossistema é unidirecional e vai diminuindo a cada nível trófico, apenas 10% será passado para o próximo nível.
  • 19. 7. Ciclos Biogeoquímicos  O trajeto das substâncias do ambiente abiótico para o mundo dos seres vivos e o seu retorno ao mundo abiótico completam o ciclo biogeoquímico. O termo é derivado do fato de que há um movimento cíclico de elementos que formam os organismos vivos (“bio”) e o ambiente geológico (“geo”), onde intervêm mudanças químicas. Em qualquer ecossistema existem tais ciclos.
  • 20. 7.1 Ciclo da Água  Ciclo curto ou pequeno: Lenta evaporação da água dos mares, rios e lagos, formando nuvens. Estas se condensam, voltando a superfície na forma de chuva ou neve.  Ciclo longo: A água passa pelo corpo dos seres vivos antes de voltar ao ambiente, é retirada do solo através das raízes das plantas sendo utilizada para a fotossíntese ou passada para outros animais através da cadeia alimentar. A água volta a atmosfera através da respiração, transpiração, fezes e urina.
  • 21. 7.2 Ciclo do Carbono  As plantas realizam fotossíntese retirando o carbono do CO2 do ambiente para formatação de matéria orgânica. Esta última é oxidada pelo processo de respiração celular, que resulta em liberação de CO2 para o ambiente. A decomposição e queima de combustíveis fósseis (carvão e petróleo) também libera CO2 no ambiente.  Além disso, o aumento no teor de CO2 atmosférico causa o agravamento do "efeito estufa" que pode acarretar o descongelamento de geleiras e das calotas polares com consequente aumento do nível do mar e inundação das cidades litorâneas.
  • 22. 7.3 Ciclo do Oxigênio  O oxigênio é um elemento químico presente em várias moléculas orgânicas e inorgânicas, como água e gás carbônico. Na atmosfera, o mesmo é encontrado na forma de gás (O2) e é liberado para o ambiente através da fotossíntese realizada pelos seres autótrofos. Tal gás é consumido pelas plantas e animais através da respiração, reiniciando o ciclo. O ciclo do oxigênio e do carbono estão intimamente relacionados.
  • 23. 7.4 Ciclo do Fósforo  É encontrado na natureza na forma de íon fosfato (PO4 3-) e é conseguido através da dissolução das rochas. Esses íons ficam disponíveis no solo e na água, e as plantas os absorvem para serem utilizados em suas sínteses. Já os animais os obtêm através da água e dos alimentos, por meio da cadeia alimentar.  O fósforo é devolvido ao ambiente por meio dos organismos decompositores que degradam a matéria orgânica oriunda da excreção e da morte das plantas e animais. Uma parte desse fósforo é reciclada entre as plantas, o solo, os consumidores e decompositores. Outra parte é levada pela água da chuva para lagos e mares, onde pode se incorporar às rochas.
  • 24. 7.5 Ciclo do Cálcio  Os sais de cálcio são usados por animais para a formação de esqueletos, como ossos de peixes, conchas de moluscos, carapaças de foraminíferos e envoltório de corais. Esses se acumulam no fundo dos mares, lagos e rios. Depois de milhões de anos, podem vir a construir rochas calcárias continentais, se ocorrer uma elevação do terreno. Seus compostos de cálcio, quando novamente dissolvidos pelas águas das chuvas, voltam para os oceanos. O cálcio, quando está em solução, pode ser incorporado pelas raízes e vir a fazer parte de vegetais e mais tarde de consumidores e, por fim, retornar ao solo através da ação dos decompositores.
  • 25. 7.6 Ciclo do Enxofre  É encontrado nas rochas sedimentares, rochas vulcânicas, carvão, gás natural. Cerca de 140g de enxofre estão presentes no ser humano. A natureza recicla enxofre sempre que um animal ou planta morre. Quando apodrecem, as substâncias chamadas de “sulfatos”, combinados com a água são absorvidos pelas raízes das plantas. Os animais o obtêm comendo vegetais ou comendo outros animais.
  • 26. 7.7 Ciclo do Nitrogênio  Fixação: Transformação do nitrogênio gasoso em amônia e nitrato. As bactérias retiram o nitrogênio do ar fazendo com que este reaja com o hidrogênio para formar amônia.  Amonificação: Decomposição da amônia pelas bactérias e fungos no processo de decomposição das proteínas e outros resíduos nitrogenados contidos na matéria orgânica morta e nas excretas.  Nitrificação: Conversão da amônia em nitratos.  Desnitrificação: Conversão dos nitratos em nitrogênios molecular pelas bactérias desnitrificantes.
  • 27. 8. Relações Ecológicas  Todos os seres vivos se relacionam com outros, tanto da mesma espécie (relações intraespecíficas) quanto de espécies distintas (relações interespecíficas). Estas podem ser harmônicas, quando não há prejuízo para nenhum dos indivíduos envolvidos; ou desarmônicas, quando pelo menos um se prejudica.
  • 28. 8.1 Relações Intraespecíficas Harmônicas – Colônia  É o agrupamento de vários indivíduos da mesma espécie que apresentam um elevado grau de dependência entre si, podendo ou não ocorrer divisão do trabalho.  Quando constituídas por organismos que apresentam a mesma forma, não ocorre divisão de trabalho, todos os indivíduos são iguais e executam as mesmas funções vitais, são denominadas colônias isomorfas. Ex: colônias de corais.  Quando constituídas por indivíduos com formas e funções distintas ocorre a divisão de trabalhos, são denominadas colônias heteromorfas. Ex: celenterado da espécie Physalia physalis, popularmente conhecida por “caravela”.
  • 29. 8.2 Relações Intraespecíficas Harmônicas – Sociedade  São associações entre indivíduos da mesma espécie, organizados de um modo cooperativo e não ligados anatomicamente. Os indivíduos componentes denominados sociais, colaboram com a sociedade em que estão integrados graças aos estímulos recíprocos.  Existência de hierarquia, uma divisão de funções para cada membro participante, o que gera indivíduos especialistas em determinadas funções, aumentando a eficiência do conjunto e sobrevivência da espécie, a ponto de ocorrerem seleções na escolha da função de acordo com a estrutura do corpo de cada animal.  Exemplos: Formigas soldados são maiores e possuem mais veneno que as formigas operárias; a abelha rainha é grande e põe ovos, enquanto as abelhas operárias são menores e não põem ovos.
  • 30. 8.3 Relações Intraespecíficas Desarmônicas – Canibalismo  É uma relação de predatismo em que seres comem outros seres da sua própria espécie.  Exemplos: Peixes devoram os alevinos de sua própria espécie; jacarés e crocodilos também devoram filhotes das suas espécies; a aranha e o louva-a-deus, logo após acasalamento, a fêmea devora o macho para obter as proteínas de seu organismo, necessárias para desenvolver os ovos no seu organismo.
  • 31. 8.4 Relações Intraespecíficas Desarmônicas – Competição  Competição entre indivíduos da mesma espécie, pelos mesmos fatores do ambiente, que existem em quantidade limitada. Dois tipos de competição são a disputa por espaço e a disputa entre machos de uma mesma espécie pelas fêmeas dessa mesma espécie.  Exemplos: O leão tem que competir com os outros leões do bando porque os leões praticam a poligamia patriarcal e é necessário competir, lutar para ganhar ou perder, a chance de se acasalar com todas aquelas fêmeas do bando. Cada um tem sua determinada arma, como os galos (esporas), carneiros (cabeçadas), aranhas (veneno), pavão (cauda), sapos (coaxar), pássaros canoros (canto e cores da plumagem), vagalumes (luzes), grilos (sons).
  • 32. 8.5 Relações Interespecíficas Harmônicas – Mutualismo  É uma relação entre indivíduos de espécies diferentes, em que ambos são beneficiados e em que ambos precisam um do outro para sobreviver.  Exemplos: Líquens (fungo + cianobactéria), cupim e protozoário que digere a celulose em seu organismo, micorrizas (fungos + raízes de plantas).
  • 33. 8.6 Relações Interespecíficas Harmônicas – Protocooperação  Indivíduos que cooperam entre si, mas não são dependentes um do outro para sobreviverem.  Exemplos: Anêmona-do-mar e paguro: o paguro tem corpo mole e ocupa o interior de conchas abandonadas. Sobre a concha, costumam instalar-se uma ou mais anêmonas do mar. Dessa união, surge o benefício mútuo: a anêmona possui células urticantes, que afugentam os predadores do paguro, e este, ao se deslocar, possibilita à anêmona uma melhor exploração do espaço, em busca de alimento. Pássaro palito e jacaré: o jacaré abre a sua boca e o pássaro palito introduz-se nela, de onde retira sanguessugas que ali encontram-se parasitando o réptil, além de retirar restos de comida presos entre seus dentes.
  • 34. 8.7 Relações Interespecíficas Harmônicas – Inquilinismo  Uma espécie usa a outra como abrigo, sendo que somente ela se beneficia, mas sem causar prejuízos à outra.  Exemplos: Orquídeas e árvores: vivendo no alto das árvores, que lhe servem de suporte, as orquídeas encontram condições ideais de luminosidade para o seu desenvolvimento e a árvore não é prejudicada. Fierasfer e pepino-do-mar: para alimentar-se, o fierasfer sai do pepino-do-mar e depois volta. Assim, o peixe encontra proteção no corpo do pepino-do-mar, que não recebe benefício nem sofre desvantagem.
  • 35. 8.8 Relações Interespecíficas Harmônicas – Comensalismo  Relação na qual apenas uma espécie se beneficia, mas sem causar prejuízos à outra. A associação ocorre em busca de alimento.  Exemplos: Rêmora e tubarão: a rêmora ou peixe-piolho é um peixe ósseo que apresenta a nadadeira dorsal transformada em ventosa, com a qual se fixa no ventre, próximo à boca do tubarão e é levada com ele. Quando o tubarão estraçalha a carne de suas presas, muitos pedacinhos de carne se espalham pela água e a rêmora se alimenta desses restos alimentares produzidos pelas atividades do tubarão. Hienas e leões: o comensalismo só acontece quando o leão já está fartamente alimentado e já tendo saciado a sua fome, abandona os restos da carcaça para as hienas.
  • 36. 8.9 Relações Interespecíficas Desarmônicas – Amensalismo  Os indivíduos de uma população secretam substâncias que inibem o desenvolvimento de indivíduos de outra espécie.  Exemplos: Maré Vermelha: em situações favoráveis de temperatura, densidade e pressão, certos micro-organismos (dinoflagelados) conseguem se proliferar rapidamente, se dividindo em vários, espalhando-se pelo mar em pouco tempo. A água torna-se avermelhada. Eucalipto: é uma planta de origem australiana e tem facilidade em se adaptar em várias condições climáticas. Produzem substâncias que são liberadas por suas raízes que impedem o crescimento de outros vegetais ao seu redor, diminuindo assim a competição por água que é fundamental para sua existência.
  • 37. 8.10 Relações Interespecíficas Desarmônicas – Predatismo  Uma relação em que um ser vivo, o predador, captura e mata um outro ser vivo, a presa, com o fim de se alimentar com a carne dele.  Exemplos: Animais carnívoros (leão, lobo, tigre e onça); peixes predadores; aves predadoras (corujas, águias e gaviões); répteis predadores (crocodilos, jacarés e lagartixas domésticas), aracnídeos (aranhas, lacraias, escorpiões) e plantas carnívoras.
  • 38. 8.11 Relações Interespecíficas Desarmônicas – Parasitismo  O parasita retira, do corpo do hospedeiro, nutrientes para garantir a sua sobrevivência, debilitando-o.  Exemplos: Animais e carrapato, lombrigas e vermes parasitas do ser humano.  Obs.: Parasitoses humanas: Ascaridíase (Ascaris lumbricoides); ancilostomose (Ancylostoma duodenali); bicho-geográfico (Ancylostoma braziliensis), filaríose (Wucherelia bancrofti) e oxiuriose (Oxyurus vermiculares).
  • 39. 8.12 Relações Interespecíficas Desarmônicas – Competição  Ocorre em praticamente todas as populações em que os indivíduos disputam recursos não-disponíveis em quantidade suficiente no ecossistema, como o alimento, parceiros sexuais e território. Esse tipo de competição determina quais espécies podem coexistir em um habitat.  Exemplos: Raízes de plantas competindo por água e nutrientes; gafanhotos e gado competindo por capim; ciliados competindo por alimento.
  • 40. 9. Equipe – 3ºB  Fernanda Freitas  Janaína Karen  Kíssia França  Yasmin Lopes