Eça de Queirós


José Maria de Eça de Queirós é um dos mais importantes escritores
portugueses.


Nasceu na Póvoa do Varzim, filho de um magistrado e de “mãe
incógnita”, tendo os seus pais casado quando já tinha 4 anos. Até aí foi
entregue a uma ama.


Em 1866 terminou a licenciatura em Direito na Universidade de
Coimbra a passou a viver em Lisboa, exercendo a advocacia e o Direito.
Em 1869 fez uma viagem de seis semanas ao Oriente, tendo assistido à
inauguração do Canal do Suez. Aproveitou as notas de viagem para as
obras O Mistério da Estrada de Sintra e A Relíquia.


Em 1871, foi um dos participantes nas “Conferências do Casino.


Em 1870 foi nomeado administrador do concelho de Leiria e nessa
cidade   escreveu    O crime do Padre Amaro, obra considerada
representante da corrente realista.


Em 1873 ingressou na carreira diplomática e foi nomeado Consûl em
Havana mas foi em Inglaterra, local onde exerceu o mesmo cargo, que
produziu o maior número de trabalhos, como A Capital.
Manteve a sua actividade jornalística, publicando no Diário de
Notícias a rubrica Cartas de Inglaterra.


Em 1888 seria nomeado Consûl em Paris. É aqui que vem a falecer, em
1900. Teve funeral de estado.


Os seus romances são portadores de um realismo corrosivo e de uma
hábil arte narrativa, revelando um humor caricatural que se mantém
actual. É esta ironia que marca a sua obra literária.

Retirado de
http://pt.wikipedia.org/wiki/E%C3%A7a_de_Queir%C3%B3s

http://ciberjornal.files.wordpress.com/2009/01/eca-de-queiros-
vida-e-obra.pd,
Obra Literária



Algumas das suas obras mais conhecidas são:


  • O Mistério da Estrada de Sintra
  • O Primo Basílio
  • O Crime do Padre Amaro
  • A Relíquia
  • Os Maias
  • A Correspondência de Fradique Mendes
  • A Ilustre Casa de Ramirez
  • A Cidade e as Serras
  • Contos
  • A Capital
  • A Tragédia da Rua das Flores



As suas obras encontram-se publicadas em francês, em inglês,
em castelhano, em catalão, em basco, em italiano, em italiano,
em alemão, em húngaro, em sueco, em polaco, em romeno, em
eslovaco, em polaco, em checo, em búlgaro, em japonês, em
russo e islandês.
Algumas das suas obras podem já ser lidas em formato digital no site
da Biblioteca Nacional   (http://purl.pt/93/1/obras/index.html).




Retirado de http://cvc.instituto-camoes.pt/figuras/equeiros.html



PARA LER…
Os Maias
A acção passa-se em Lisboa, na segunda metade do século XIX e conta a
história de 3 gerações da família “Maia”. A terceira geração é representada
por Carlos que foi criado pelo avô, pois a mãe abandonou o pai e este
suicidou-se.
Carlos formou-se em Medicina em Coimbra e regressa a Lisboa para
exercer a profissão. Um dia conhece Maria Eduarda e apaixona-se por
ela mas vem a descobrir que ela é sua irmã. Após esta revelação, não
consegue libertar-se desta relação e o avô, sabendo do sucedido,
suicida-se.
Maria Eduarda parte rica para o estrangeiro. A mensagem desta
história será a afirmação de Carlos ao seu amigo Ega, passados 10
anos(?):

            “Falhámos a vida, menino!


Retirado de
http://www.citi.pt/cultura/literatura/romance/eca_queiroz/maias
_resumo.html,

Eça de queirós

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    Eça de Queirós JoséMaria de Eça de Queirós é um dos mais importantes escritores portugueses. Nasceu na Póvoa do Varzim, filho de um magistrado e de “mãe incógnita”, tendo os seus pais casado quando já tinha 4 anos. Até aí foi entregue a uma ama. Em 1866 terminou a licenciatura em Direito na Universidade de Coimbra a passou a viver em Lisboa, exercendo a advocacia e o Direito. Em 1869 fez uma viagem de seis semanas ao Oriente, tendo assistido à inauguração do Canal do Suez. Aproveitou as notas de viagem para as obras O Mistério da Estrada de Sintra e A Relíquia. Em 1871, foi um dos participantes nas “Conferências do Casino. Em 1870 foi nomeado administrador do concelho de Leiria e nessa cidade escreveu O crime do Padre Amaro, obra considerada representante da corrente realista. Em 1873 ingressou na carreira diplomática e foi nomeado Consûl em Havana mas foi em Inglaterra, local onde exerceu o mesmo cargo, que produziu o maior número de trabalhos, como A Capital. Manteve a sua actividade jornalística, publicando no Diário de Notícias a rubrica Cartas de Inglaterra. Em 1888 seria nomeado Consûl em Paris. É aqui que vem a falecer, em 1900. Teve funeral de estado. Os seus romances são portadores de um realismo corrosivo e de uma hábil arte narrativa, revelando um humor caricatural que se mantém actual. É esta ironia que marca a sua obra literária. Retirado de http://pt.wikipedia.org/wiki/E%C3%A7a_de_Queir%C3%B3s http://ciberjornal.files.wordpress.com/2009/01/eca-de-queiros- vida-e-obra.pd,
  • 3.
    Obra Literária Algumas dassuas obras mais conhecidas são: • O Mistério da Estrada de Sintra • O Primo Basílio • O Crime do Padre Amaro • A Relíquia • Os Maias • A Correspondência de Fradique Mendes • A Ilustre Casa de Ramirez • A Cidade e as Serras • Contos • A Capital • A Tragédia da Rua das Flores As suas obras encontram-se publicadas em francês, em inglês, em castelhano, em catalão, em basco, em italiano, em italiano, em alemão, em húngaro, em sueco, em polaco, em romeno, em eslovaco, em polaco, em checo, em búlgaro, em japonês, em russo e islandês.
  • 4.
    Algumas das suasobras podem já ser lidas em formato digital no site da Biblioteca Nacional (http://purl.pt/93/1/obras/index.html). Retirado de http://cvc.instituto-camoes.pt/figuras/equeiros.html PARA LER… Os Maias A acção passa-se em Lisboa, na segunda metade do século XIX e conta a história de 3 gerações da família “Maia”. A terceira geração é representada por Carlos que foi criado pelo avô, pois a mãe abandonou o pai e este suicidou-se. Carlos formou-se em Medicina em Coimbra e regressa a Lisboa para exercer a profissão. Um dia conhece Maria Eduarda e apaixona-se por ela mas vem a descobrir que ela é sua irmã. Após esta revelação, não consegue libertar-se desta relação e o avô, sabendo do sucedido, suicida-se. Maria Eduarda parte rica para o estrangeiro. A mensagem desta história será a afirmação de Carlos ao seu amigo Ega, passados 10 anos(?): “Falhámos a vida, menino! Retirado de http://www.citi.pt/cultura/literatura/romance/eca_queiroz/maias _resumo.html,