O documento discute a graça de contribuir financeiramente para causas religiosas. Afirma que contribuir é um privilégio concedido por Deus, não algo que merecemos. Também diz que a situação financeira não deve ser um impedimento para contribuir, citando como exemplo a igreja da Macedônia, que contribuiu mesmo em meio à pobreza. Defende que quanto mais pobre alguém é, maior tende a ser a contribuição proporcional à situação financeira.