DISFUNÇÕES
METABÓLICAS
A tireoide é uma glândula responsável pela produção de três importantes hormônios:
triiodotironina (T3), tiroxina (T4) e calcitonina, cujo funcionamento inadequado pode
acarretar ao indivíduo complicações que interferem em sua qualidade de vida e no
desenvolvimento satisfatório de seu organismo. Essas disfunções são denominadas
hipotireoidismo e hipertireoidismo.
HIPOTIREODISMO
HIPOTIREOIDISMO: Condição na qual a glândula tireoide não produz a quantidade
suficiente de hormônio da tireoide.
A deficiência de hormônios da tiroide, chamada de hipotireoidismo, pode afetar, por
exemplo, a frequência cardíaca, a temperatura corporal e todos os aspectos do
metabolismo. O hipotireoidismo é mais predominante em mulheres idosas.
SINAIS E SINTOMAS:
- fadiga, incapacidade de praticar atividade física, letargia, síndrome da fadiga ou
sentindo frio
- Na pele: descamação, rugosidade ou secura
- No sono: ronco ou sonolência
- Na menstruação: menstruação anormal ou menstruação irregular
- No aparelho gastrointestinal: constipação ou retenção de líquido
- Nos músculos: cólicas ou fraqueza muscular
- Nos cabelos: queda de cabelo ou secos
DIAGNOSTICO: através de um simples exame de sangue: a medição do TSH. Se a
tireoide for hipoativa, o nível de TSH é elevado.
TRATAMENTO: consiste na reposição hormonal da tireoide.
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM:
- Estimular a realização de atividades que evitem o imobilismo prolongado;
- Garantir o conforto e temperatura adequada para prevenir hipotermia (temperatura
baixa);
- Incentivar a pessoa ao retorno às suas atividades sociais e profissionais após alta
hospitalar;
- Orientar quanto ao fato de que, na medida em que a reposição do hormônio da
tireoide for sendo regularizada, todas as suas funções retornarão à normalidade;
- Participar no atendimento e acompanhamento desses clientes em sua fase de
maior gravidade
- Atentar para interações e sensibilidade a medicamentos.
HIPERTIREODISMO
Hipertiroidismo é a produção em excesso do hormônio tiroxina. Pode
acelerar o metabolismo.
SINAIS E SINTOMAS:
- Agitação, a ansiedade e o nervosismo;
- As pessoas apresentam-se irritadas diante de situações corriqueiras;
- Palpitações, calor e tremor nas mãos.
- Os olhos assumem um aspecto estranho, como se estivessem
saltando para fora (exoftalmia), podendo aparecer taquicardia,
hipertensão e até insuficiência cardíaca.
DIAGNOSTICO: exames de sangue, com a dosagem dos hormônios
tireoidianos (T3 e T4, que ficam aumentados) e do hormônio que regula
a tireoide, o TSH.
TRATAMENTO:
- Tratamento com iodo radioativos;
- Remédios antitireodianos;
- Tireodoctomia.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM:
- Alimentos ricos em líquidos.
- Alimentos ricos em calorias e proteínas.
- Administra medicações com prescrição médica.
DIABETES MELLITUS
O que é Diabetes: é uma doença crônica na qual o corpo não
produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a
insulina que produz.
Mas o que é insulina: É um hormônio que controla a quantidade
de glicose (açúcar) no sangue. O corpo precisa desse hormônio
para utilizar a glicose, que obtemos por meio dos alimentos, como
fonte de energia. Quando a pessoa tem diabetes, o organismo não
consegue utilizar a glicose adequadamente. O nível de glicose no
sangue fica alto: a famosa hiperglicemia.
Quando a glicemia ultrapassa a 180 mg/dl, os rins não conseguem
filtrar toda a glicose passada por eles, perdendo-a através da urina
(glicosúria). Com a glicose são eliminados também a água e os sais
minerais, levando o indivíduo a urinar mais (poliúria). Esta condição
faz com que ele sinta mais sede (polidipsia) e, consequentemente,
vai tomar mais água.
O pâncreas é um órgão localizado atrás do estômago que produz alguns hormônios
importantes para nosso sistema digestivo, dentre eles, a insulina.
Como funciona: Em condições normais, quando o nível de glicose no sangue
aumenta, células especiais, conhecidas como células beta, produzem insulina. De
acordo com as necessidades do organismo, essa glicose será utilizada como
combustível para o corpo ou armazenada como reserva, em forma de gordura,
fazendo com que o nível de açúcar no sangue volte ao normal.
TIPOS DE DIABETES:
- DIABETES TIPO 1;
- DIABETES TIPO 2;
- DIABETES GESTACIONAL.
DIABETES TIPO 1:
O sistema imunológico de algumas pessoas ataca, equivocadamente, células do pâncreas.
Como resultado, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo e o açúcar fica no
sangue, em vez de ser usado pelo corpo como energia.
Esse processo caracteriza o Tipo 1, uma doença autoimune, que concentra entre 5 e 10%
do total de pessoas com diabetes.
O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas também pode ser
diagnosticado em adultos.
SINTOMAS:
- No corpo: fadiga, fome, fome excessiva, sede excessiva ou suor;
- No aparelho gastrointestinal: náusea ou vômito;
- No trato urinário: enurese (micção durante o sono) ou micção excessiva.
TRATAMENTO: visa a manutenção dos níveis normais de açúcar no sangue com
acompanhamento regular, insulinoterapia, dieta e exercícios físicos, O tratamento consiste
no uso de insulina.
DIABETES TIPO 2:
O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente
a insulina que produz, ou não produz insulina suficiente para controlar a
taxa de açúcar no sangue.
Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2.
Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também
podem apresentar.
SINTOMAS:
- No corpo: fadiga, fome excessiva, sede ou sede excessiva;
- Também é comum: ganho de peso, micção frequente, má cicatrização de
feridas ou visão embaçada.
TRATAMENTO:
- Exercícios físicos, medicamentos e terapia com insulina, perda de peso,
Dieta de baixo carboidrato, Dieta com baixa ingestão de gorduras e Dieta
diabética.
- Antidiabético, Estatina e Insulina.
DIABETES GESTACIONAL: O diabetes mellitus gestacional (DMG) é definido pela
presença de hiperglicemia detectada pela primeira vez durante a gravidez, porém
com níveis de glicemia que não alcançam os critérios para o diagnóstico de diabetes
mellitus (DM).
FATORES DE RISCO PARA DMG:
- História pessoal de intolerância à glicose ou diabetes em gestação anterior.
- História familiar de diabetes, principalmente em parentes de primeiro grau.
- Obesidade ou ganho de peso gestacional excessivo , acima do esperado pela
OMS (tabela 1).
- Óbito ou malformação fetal anterior.
- Glicosúria na primeira consulta pré-natal.
- Pacientes com síndrome metabólica, síndrome dos ovários policísticos, uso atual
de glicocorticoides ou hipertensão arterial.
- Gestação múltipla.
Complicações Gestacionais:
- Polidrâmnio;
- Trabalho de parto prematuro;
- Parto operatório;
- Infecção trato urinário;
- Hemorragia pós-parto.
Complicações Maternas:
- Diabetes mellitus;
- Obesidade;
- Doença cardiovascular;
Complicações Fetais:
- Malformações congênitas;
- Crescimento fetal grande para idade/macrossomia;
- Hipoxemia e óbito fetal.
Complicações Neonatais:
- Hipoglicemia;
- Hipocalcemia;
- Hiperbilirrubinemia.
Tratamento:
- Dieta, atividades físicas, insulina e medicações orais.
Principais tipos de insulinas: As insulinas mais modernas, chamadas de análogas (ou
análogos de insulina), são produzidas a partir da insulina humana e modificadas de modo a
terem ação ultra-rápida.
ORIGEM NOME INICIO DE AÇÃO PICO DE AÇÃO DURAÇÃO DE AÇÃO
Ultrarrápida
(Análogos
Ultrarrápidos)
Apidra® (Glulisina),
Humalog® (Lispro),
NovoRapid® (Asparte)
5 - 15 minutos 1 - 2 horas 3 - 5 horas
Rápida (Insulina
Humana Regular)
Humulin®, Novolin® 30 minutos 2 -3 horas 6 horas
Ação intermediária
(NPH – humana)
Humulin® N, Novolin®
N
2 – 4 horas 4 – 10 horas 10 – 18 horas
Longa duração -
Análogos lentos
(Lantus® (Glargina),
Levemir® (Detemir),
Tresiba® (Degludeca)
90 minutos Sem pico de ação Lantus: até 24 horas -
Levemir: de 16 a 24
horas - Degludeca: >
24h
CUIDADOS GERAIS NO MANUSEIO DA INSULINA:
- Utilizar seringa descartável e apropriada para a administração de insulina;
- Manipular o frasco de insulina delicadamente, sem agitá-lo, pois isso pode
provocar alteração na ação do medicamento;
- Manter a insulina sob refrigeração não muito intensa - entre 2º e 8ºC;
- Observar os locais apropriados para a aplicação;
- Fazer o rodízio das áreas de aplicação, evitando o uso do mesmo local, antes de
duas semanas, mantendo um espaço mínimo de três centímetros entre eles;
- Inserir a agulha de insulina na posição de um ângulo de 90º, após a realização de
um leve pinçamento da pele, garantindo que a insulina seja injetada no tecido
subcutâneo;
- Evitar o massagear do local da aplicação.
Local da administração Cuidados importantes para aspiração da insulina
Cuidando do pé diabético:
- Examinar os pés, diariamente, para identificar a presença de deformidades,
alterações na cor e na temperatura, aumento de calosidade, presença de edemas e
de fissuras;
- Cortar as unhas com tesouras retas, lixando os cantos;
- Lixar a calosidade dos pés com lixa de madeira, nunca cortá-los com gilete;
- Lavar os pés com água morna e sabão neutro, secando-os bem, principalmente,
entre os dedos;
- Examinar a sensibilidade dos pés;
- Passar cremes hidratantes nos pés, exceto entre os dedos;
- Fazer exercícios com os pés, diariamente;
- Usar sapatos confortáveis, de preferência fechados, de couro macio e se possível
com meias de lã ou algodão, sem elásticos;
- Evitar o uso de meias de nylon fina, quando usá-las, dê
preferência à meia-calça;
- Examinar os sapatos, diariamente, verificando a existência de
pedras, pregos ou quaisquer irregularidades;
- Comprar sapatos sempre no período da tarde, devido à
possibilidade de edema nos membros inferiores;
- Andar sempre calçado, mesmo dentro de casa;
- Evitar o uso de chinelos de dedo;
- Não passar medicamento colorido nos pés ao feri-los.

DISFUNÇÕES-METABOLICAS-AULA-5………………..…

  • 1.
  • 2.
    A tireoide éuma glândula responsável pela produção de três importantes hormônios: triiodotironina (T3), tiroxina (T4) e calcitonina, cujo funcionamento inadequado pode acarretar ao indivíduo complicações que interferem em sua qualidade de vida e no desenvolvimento satisfatório de seu organismo. Essas disfunções são denominadas hipotireoidismo e hipertireoidismo.
  • 3.
  • 4.
    HIPOTIREOIDISMO: Condição naqual a glândula tireoide não produz a quantidade suficiente de hormônio da tireoide. A deficiência de hormônios da tiroide, chamada de hipotireoidismo, pode afetar, por exemplo, a frequência cardíaca, a temperatura corporal e todos os aspectos do metabolismo. O hipotireoidismo é mais predominante em mulheres idosas. SINAIS E SINTOMAS: - fadiga, incapacidade de praticar atividade física, letargia, síndrome da fadiga ou sentindo frio - Na pele: descamação, rugosidade ou secura - No sono: ronco ou sonolência - Na menstruação: menstruação anormal ou menstruação irregular - No aparelho gastrointestinal: constipação ou retenção de líquido - Nos músculos: cólicas ou fraqueza muscular - Nos cabelos: queda de cabelo ou secos
  • 5.
    DIAGNOSTICO: através deum simples exame de sangue: a medição do TSH. Se a tireoide for hipoativa, o nível de TSH é elevado. TRATAMENTO: consiste na reposição hormonal da tireoide. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: - Estimular a realização de atividades que evitem o imobilismo prolongado; - Garantir o conforto e temperatura adequada para prevenir hipotermia (temperatura baixa); - Incentivar a pessoa ao retorno às suas atividades sociais e profissionais após alta hospitalar; - Orientar quanto ao fato de que, na medida em que a reposição do hormônio da tireoide for sendo regularizada, todas as suas funções retornarão à normalidade; - Participar no atendimento e acompanhamento desses clientes em sua fase de maior gravidade - Atentar para interações e sensibilidade a medicamentos.
  • 6.
  • 7.
    Hipertiroidismo é aprodução em excesso do hormônio tiroxina. Pode acelerar o metabolismo. SINAIS E SINTOMAS: - Agitação, a ansiedade e o nervosismo; - As pessoas apresentam-se irritadas diante de situações corriqueiras; - Palpitações, calor e tremor nas mãos. - Os olhos assumem um aspecto estranho, como se estivessem saltando para fora (exoftalmia), podendo aparecer taquicardia, hipertensão e até insuficiência cardíaca. DIAGNOSTICO: exames de sangue, com a dosagem dos hormônios tireoidianos (T3 e T4, que ficam aumentados) e do hormônio que regula a tireoide, o TSH.
  • 8.
    TRATAMENTO: - Tratamento comiodo radioativos; - Remédios antitireodianos; - Tireodoctomia. CUIDADOS DE ENFERMAGEM: - Alimentos ricos em líquidos. - Alimentos ricos em calorias e proteínas. - Administra medicações com prescrição médica.
  • 9.
  • 10.
    O que éDiabetes: é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. Mas o que é insulina: É um hormônio que controla a quantidade de glicose (açúcar) no sangue. O corpo precisa desse hormônio para utilizar a glicose, que obtemos por meio dos alimentos, como fonte de energia. Quando a pessoa tem diabetes, o organismo não consegue utilizar a glicose adequadamente. O nível de glicose no sangue fica alto: a famosa hiperglicemia. Quando a glicemia ultrapassa a 180 mg/dl, os rins não conseguem filtrar toda a glicose passada por eles, perdendo-a através da urina (glicosúria). Com a glicose são eliminados também a água e os sais minerais, levando o indivíduo a urinar mais (poliúria). Esta condição faz com que ele sinta mais sede (polidipsia) e, consequentemente, vai tomar mais água.
  • 11.
    O pâncreas éum órgão localizado atrás do estômago que produz alguns hormônios importantes para nosso sistema digestivo, dentre eles, a insulina. Como funciona: Em condições normais, quando o nível de glicose no sangue aumenta, células especiais, conhecidas como células beta, produzem insulina. De acordo com as necessidades do organismo, essa glicose será utilizada como combustível para o corpo ou armazenada como reserva, em forma de gordura, fazendo com que o nível de açúcar no sangue volte ao normal.
  • 12.
    TIPOS DE DIABETES: -DIABETES TIPO 1; - DIABETES TIPO 2; - DIABETES GESTACIONAL.
  • 13.
    DIABETES TIPO 1: Osistema imunológico de algumas pessoas ataca, equivocadamente, células do pâncreas. Como resultado, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo e o açúcar fica no sangue, em vez de ser usado pelo corpo como energia. Esse processo caracteriza o Tipo 1, uma doença autoimune, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com diabetes. O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas também pode ser diagnosticado em adultos. SINTOMAS: - No corpo: fadiga, fome, fome excessiva, sede excessiva ou suor; - No aparelho gastrointestinal: náusea ou vômito; - No trato urinário: enurese (micção durante o sono) ou micção excessiva. TRATAMENTO: visa a manutenção dos níveis normais de açúcar no sangue com acompanhamento regular, insulinoterapia, dieta e exercícios físicos, O tratamento consiste no uso de insulina.
  • 14.
    DIABETES TIPO 2: OTipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz, ou não produz insulina suficiente para controlar a taxa de açúcar no sangue. Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. SINTOMAS: - No corpo: fadiga, fome excessiva, sede ou sede excessiva; - Também é comum: ganho de peso, micção frequente, má cicatrização de feridas ou visão embaçada. TRATAMENTO: - Exercícios físicos, medicamentos e terapia com insulina, perda de peso, Dieta de baixo carboidrato, Dieta com baixa ingestão de gorduras e Dieta diabética. - Antidiabético, Estatina e Insulina.
  • 15.
    DIABETES GESTACIONAL: Odiabetes mellitus gestacional (DMG) é definido pela presença de hiperglicemia detectada pela primeira vez durante a gravidez, porém com níveis de glicemia que não alcançam os critérios para o diagnóstico de diabetes mellitus (DM). FATORES DE RISCO PARA DMG: - História pessoal de intolerância à glicose ou diabetes em gestação anterior. - História familiar de diabetes, principalmente em parentes de primeiro grau. - Obesidade ou ganho de peso gestacional excessivo , acima do esperado pela OMS (tabela 1). - Óbito ou malformação fetal anterior. - Glicosúria na primeira consulta pré-natal. - Pacientes com síndrome metabólica, síndrome dos ovários policísticos, uso atual de glicocorticoides ou hipertensão arterial. - Gestação múltipla.
  • 16.
    Complicações Gestacionais: - Polidrâmnio; -Trabalho de parto prematuro; - Parto operatório; - Infecção trato urinário; - Hemorragia pós-parto. Complicações Maternas: - Diabetes mellitus; - Obesidade; - Doença cardiovascular;
  • 17.
    Complicações Fetais: - Malformaçõescongênitas; - Crescimento fetal grande para idade/macrossomia; - Hipoxemia e óbito fetal. Complicações Neonatais: - Hipoglicemia; - Hipocalcemia; - Hiperbilirrubinemia. Tratamento: - Dieta, atividades físicas, insulina e medicações orais.
  • 18.
    Principais tipos deinsulinas: As insulinas mais modernas, chamadas de análogas (ou análogos de insulina), são produzidas a partir da insulina humana e modificadas de modo a terem ação ultra-rápida. ORIGEM NOME INICIO DE AÇÃO PICO DE AÇÃO DURAÇÃO DE AÇÃO Ultrarrápida (Análogos Ultrarrápidos) Apidra® (Glulisina), Humalog® (Lispro), NovoRapid® (Asparte) 5 - 15 minutos 1 - 2 horas 3 - 5 horas Rápida (Insulina Humana Regular) Humulin®, Novolin® 30 minutos 2 -3 horas 6 horas Ação intermediária (NPH – humana) Humulin® N, Novolin® N 2 – 4 horas 4 – 10 horas 10 – 18 horas Longa duração - Análogos lentos (Lantus® (Glargina), Levemir® (Detemir), Tresiba® (Degludeca) 90 minutos Sem pico de ação Lantus: até 24 horas - Levemir: de 16 a 24 horas - Degludeca: > 24h
  • 19.
    CUIDADOS GERAIS NOMANUSEIO DA INSULINA: - Utilizar seringa descartável e apropriada para a administração de insulina; - Manipular o frasco de insulina delicadamente, sem agitá-lo, pois isso pode provocar alteração na ação do medicamento; - Manter a insulina sob refrigeração não muito intensa - entre 2º e 8ºC; - Observar os locais apropriados para a aplicação; - Fazer o rodízio das áreas de aplicação, evitando o uso do mesmo local, antes de duas semanas, mantendo um espaço mínimo de três centímetros entre eles; - Inserir a agulha de insulina na posição de um ângulo de 90º, após a realização de um leve pinçamento da pele, garantindo que a insulina seja injetada no tecido subcutâneo; - Evitar o massagear do local da aplicação.
  • 20.
    Local da administraçãoCuidados importantes para aspiração da insulina
  • 21.
    Cuidando do pédiabético: - Examinar os pés, diariamente, para identificar a presença de deformidades, alterações na cor e na temperatura, aumento de calosidade, presença de edemas e de fissuras; - Cortar as unhas com tesouras retas, lixando os cantos; - Lixar a calosidade dos pés com lixa de madeira, nunca cortá-los com gilete; - Lavar os pés com água morna e sabão neutro, secando-os bem, principalmente, entre os dedos; - Examinar a sensibilidade dos pés; - Passar cremes hidratantes nos pés, exceto entre os dedos; - Fazer exercícios com os pés, diariamente; - Usar sapatos confortáveis, de preferência fechados, de couro macio e se possível com meias de lã ou algodão, sem elásticos;
  • 22.
    - Evitar ouso de meias de nylon fina, quando usá-las, dê preferência à meia-calça; - Examinar os sapatos, diariamente, verificando a existência de pedras, pregos ou quaisquer irregularidades; - Comprar sapatos sempre no período da tarde, devido à possibilidade de edema nos membros inferiores; - Andar sempre calçado, mesmo dentro de casa; - Evitar o uso de chinelos de dedo; - Não passar medicamento colorido nos pés ao feri-los.