O documento discute a evolução da dança nas igrejas evangélicas, defendendo que a prática não tem base bíblica para fazer parte da liturgia cristã, apesar de sua popularidade entre os jovens. O autor critica a substituição do ensino da doutrina pelo entretenimento e expressões corporais, argumentando que o verdadeiro culto a Deus deve ser centrado na palavra e na reverência. Ele alerta sobre a influência do secularismo na liderança das igrejas, que busca agradar ao público em vez de cumprir a vontade divina.