UNIVERSIDADE PRIVADA DE ANGOLA-UPRA
FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
Docente
___________________________
Dr. Aniet Reyes Carvajal
Trabalho de Semiotécnica Medica
Curso: Medicina/2º Ano
Turma: MED21
Tema: Sonda de foley
SONDA DE FOLEY
SEMIOTÉCNICA MÉDICA
Sonda vesical ou de Foley
Procedimento médico utilizado para esvaziar
ou drenar a bexiga. Usado quando pacientes
não conseguem controlar a micção
espontanêamente.
De utilidade
temporária.
Drenagem urinária
prolongada
Sonda Vesical de
Alívio
Sonda Vesical de
demora
Sonda Vesical
Indicações
1. Esvaziamento da bexiga
• Em casos de retenção urinaria;
• Antes de certas intervenções;
• Para medição do residuo visical;
2. Determinados tratamentos
• Lavagem da bexiga e
Instilação visical.
Contraindicações
● Trauma uretral ou pélvico
● Infecção do trato urinário
● Lesão estrutural da uretra
● Alergia ao material do
cateter
3. Colocação duma algalia permanente
• Em doentes inconscientes, para evitar escaras.
• Incontinência urinária;
INSTRUMENTOS GERAIS UTILIZADOS
4. Seringa de 20 mL: utilizada para inflar o balão do cateter após a
inserção.
5. Solução antisséptica: utilizada para a higienização da região genital
antes do procedimento, reduzindo o risco de infecções.
6. Luvas estéreis:
2. Lubrificante estéril: um gel lubrificante que ajuda na inserção do cateter e
na prevenção de lesões na uretra.
3. Pinça de Kocher: um instrumento cirúrgico que pode ser utilizado para
segurar o cateter durante a inserção e evitar a contaminação.
1. Cateter uretral;
Sonda Vesical
de Alívio
Esta técnica é utilizada para
evacuar a urina de maneira
temporária.
Higiene
Pessoal
Preparação do
Ambiente e Materiais
Inserção da
Sonda
Assepsia
Preparação do
Paciente
Drenagem da
Urina
Procedimento
Finalização
Sonda Vesical
de Demora
Quando há necessidade de
drenagem urinária prolongada ou
contínua.
Cuidados
Específicos com a
Sonda de Demora
Troca regular
da sonda
Higiene
Diária
Monitorament
o
Evitar infecções
Os passos iniciais (preparação do ambiente, do paciente e
assepsia) são similares à sondagem de alívio.
Preparação: Certifique-se de que a sonda tenha balão
inflável
Inserção da Sonda: Após lubrificar e inserir a sonda até
atingir a bexiga.
Conexão à Bolsa Coletora: Conecte a extremidade da sonda
à bolsa coletora de urina.
É de igual importância orientar o paciente sobre a
manipulação segura e sinais de alerta, e documenta-lo
de acordo ao tipo de procedimento que realizou.
RETIRADA DO CATETERISMO VESICAL DE DEMORA
1. Higienizar as mãos;
2. Preparar o material;
3. Levar o material até o quarto do paciente;
4. Explicar o procedimento ao paciente;
5. Colocar biombo;
6. Posicionar o paciente;
RETIRADA DO CATETERISMO VESICAL DE DEMORA
7. Retirar os esparadrapos aderidos no paciente;
8. Aspirar conteúdo total do balonete;
9. Avisara o paciente que poderá sentir certo desconforto neste
momento;
10. Coma gaze em uma das mãos retirar o cateter de forma suave e
continua;
11. Deixar o paciente em posição confortável;
12. Recolher os materiais e deixar o leito em ordem;
14. Higienizar as mãos;
RETIRADA DO CATETERISMO VESICAL DE DEMORA
11. Deixar o paciente em posição confortável;
12. Recolher os materiais e deixar o leito em ordem;
13. Retirar luvas
14. Higienizar as mãos;
15. Registrar o procedimento.
IRRIGAÇÃO VESICAL
É a instalação de uma solução para a lavagem contínua da
bexiga.
● 1.ª via: drenagem da urina
● 2.ª via: insuflação do balão com água destilada
● 3.ª via: irrigação contínua.
INDICAÇÕES DA IRRIGAÇÃO VESICAL
● Prevenir obstruções do trato urinário, removendo coágulos
fragmentos pós cirúrgicos (próstata e bexiga);
● Introduzir soluções de tratamento de inflamações, irritações da
bexiga como também as medicações antineoplásicas;
● Prevenção e tratamento de hemorragias da bexiga.
Procediemento
1. Higienizar as mãos;
2. Orientar o paciente quanto ao procedimento;
3. Passar sonda vesical;
4. Conectar o equipo de irrigação à solução prescrita e a outra
extremidade à sonda Vesical de três vias;
5. Deixar infundir o soro em gotejamento rápido, trocando o frasco
antes do término;
6. Pedir o paciente e/ou acompanhante que ajude a observar quando
acaba a água ou o Soro;
7. Esvaziar a bolsa coletora sempre que a mesma estiver cheia, do
contrário, o paciente Terá muita cólica e náuseas ou vômitos;
8. Realizar o balanço de volume infundido e drenado;
Referências
FERNANDES, A. P. S. S.; GARCIA, T. R. Cateterismo vesical de
alívio: complicações e cuidados de enfermagem. Revista de
Enfermagem da UFPE, Recife, v. 10, n. 6, p. 2141-2147, jun.
2016.
Manual de Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLS), 11ª
edição, 2022. Instituto Nacional para Excelência em Saúde e
Cuidados (NICE). Cuidados com cateter urinário, 2021.
Campbell-Walsh Urology, 12ª edição.
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). NBR ISO
10993-1:2018 - Avaliação biológica de dispositivos médicos.
São Paulo: ABNT, 2018.
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo para Prevenção de
Infecção Relacionada à Sonda Vesical. Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (ANVISA), 2017. Disponível em:
www.gov.br/anvisa. Acesso em: 17 jan. 2025.
POTTER, P. A.; PERRY, A. G. Fundamentos de Enfermagem. 9ª
ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2021.
CARMAGNANI, Maria I., FAKIH, Trevisani, CANTERAS,
Lígia Mara Silva, TERERAN, N. Procedimentos de
Enfermagem – Guia Prático, 2ª edição. Guanabara
Koogan, 04/2017. VitalBook file.
TTI, NETINA, Sandra M. Prática de Enfermagem, 10ª
edição. Guanabara Koogan, 05/2016. VitalBookfile.
OLIVEIRA, R. G. de Blackbook – Enfermagem. Belo
Horizonte: Blackbook Editora, 2016.
POTTER, P. A.; PERRY, A.G.; STOCKERT, P.; HALL, A.
Fundamentos de Enfermagem. 9ªed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2018

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  • 1.
    UNIVERSIDADE PRIVADA DEANGOLA-UPRA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Docente ___________________________ Dr. Aniet Reyes Carvajal Trabalho de Semiotécnica Medica Curso: Medicina/2º Ano Turma: MED21 Tema: Sonda de foley
  • 2.
  • 3.
    Sonda vesical oude Foley Procedimento médico utilizado para esvaziar ou drenar a bexiga. Usado quando pacientes não conseguem controlar a micção espontanêamente.
  • 4.
    De utilidade temporária. Drenagem urinária prolongada SondaVesical de Alívio Sonda Vesical de demora
  • 5.
    Sonda Vesical Indicações 1. Esvaziamentoda bexiga • Em casos de retenção urinaria; • Antes de certas intervenções; • Para medição do residuo visical; 2. Determinados tratamentos • Lavagem da bexiga e Instilação visical. Contraindicações ● Trauma uretral ou pélvico ● Infecção do trato urinário ● Lesão estrutural da uretra ● Alergia ao material do cateter 3. Colocação duma algalia permanente • Em doentes inconscientes, para evitar escaras. • Incontinência urinária;
  • 6.
    INSTRUMENTOS GERAIS UTILIZADOS 4.Seringa de 20 mL: utilizada para inflar o balão do cateter após a inserção. 5. Solução antisséptica: utilizada para a higienização da região genital antes do procedimento, reduzindo o risco de infecções. 6. Luvas estéreis: 2. Lubrificante estéril: um gel lubrificante que ajuda na inserção do cateter e na prevenção de lesões na uretra. 3. Pinça de Kocher: um instrumento cirúrgico que pode ser utilizado para segurar o cateter durante a inserção e evitar a contaminação. 1. Cateter uretral;
  • 7.
    Sonda Vesical de Alívio Estatécnica é utilizada para evacuar a urina de maneira temporária.
  • 8.
    Higiene Pessoal Preparação do Ambiente eMateriais Inserção da Sonda Assepsia Preparação do Paciente Drenagem da Urina Procedimento Finalização
  • 9.
    Sonda Vesical de Demora Quandohá necessidade de drenagem urinária prolongada ou contínua.
  • 10.
    Cuidados Específicos com a Sondade Demora Troca regular da sonda Higiene Diária Monitorament o Evitar infecções
  • 11.
    Os passos iniciais(preparação do ambiente, do paciente e assepsia) são similares à sondagem de alívio. Preparação: Certifique-se de que a sonda tenha balão inflável Inserção da Sonda: Após lubrificar e inserir a sonda até atingir a bexiga. Conexão à Bolsa Coletora: Conecte a extremidade da sonda à bolsa coletora de urina.
  • 12.
    É de igualimportância orientar o paciente sobre a manipulação segura e sinais de alerta, e documenta-lo de acordo ao tipo de procedimento que realizou.
  • 13.
    RETIRADA DO CATETERISMOVESICAL DE DEMORA 1. Higienizar as mãos; 2. Preparar o material; 3. Levar o material até o quarto do paciente; 4. Explicar o procedimento ao paciente; 5. Colocar biombo; 6. Posicionar o paciente;
  • 14.
    RETIRADA DO CATETERISMOVESICAL DE DEMORA 7. Retirar os esparadrapos aderidos no paciente; 8. Aspirar conteúdo total do balonete; 9. Avisara o paciente que poderá sentir certo desconforto neste momento; 10. Coma gaze em uma das mãos retirar o cateter de forma suave e continua; 11. Deixar o paciente em posição confortável; 12. Recolher os materiais e deixar o leito em ordem; 14. Higienizar as mãos;
  • 15.
    RETIRADA DO CATETERISMOVESICAL DE DEMORA 11. Deixar o paciente em posição confortável; 12. Recolher os materiais e deixar o leito em ordem; 13. Retirar luvas 14. Higienizar as mãos; 15. Registrar o procedimento.
  • 16.
    IRRIGAÇÃO VESICAL É ainstalação de uma solução para a lavagem contínua da bexiga. ● 1.ª via: drenagem da urina ● 2.ª via: insuflação do balão com água destilada ● 3.ª via: irrigação contínua.
  • 17.
    INDICAÇÕES DA IRRIGAÇÃOVESICAL ● Prevenir obstruções do trato urinário, removendo coágulos fragmentos pós cirúrgicos (próstata e bexiga); ● Introduzir soluções de tratamento de inflamações, irritações da bexiga como também as medicações antineoplásicas; ● Prevenção e tratamento de hemorragias da bexiga.
  • 18.
    Procediemento 1. Higienizar asmãos; 2. Orientar o paciente quanto ao procedimento; 3. Passar sonda vesical; 4. Conectar o equipo de irrigação à solução prescrita e a outra extremidade à sonda Vesical de três vias; 5. Deixar infundir o soro em gotejamento rápido, trocando o frasco antes do término; 6. Pedir o paciente e/ou acompanhante que ajude a observar quando acaba a água ou o Soro; 7. Esvaziar a bolsa coletora sempre que a mesma estiver cheia, do contrário, o paciente Terá muita cólica e náuseas ou vômitos; 8. Realizar o balanço de volume infundido e drenado;
  • 19.
    Referências FERNANDES, A. P.S. S.; GARCIA, T. R. Cateterismo vesical de alívio: complicações e cuidados de enfermagem. Revista de Enfermagem da UFPE, Recife, v. 10, n. 6, p. 2141-2147, jun. 2016. Manual de Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLS), 11ª edição, 2022. Instituto Nacional para Excelência em Saúde e Cuidados (NICE). Cuidados com cateter urinário, 2021. Campbell-Walsh Urology, 12ª edição. Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). NBR ISO 10993-1:2018 - Avaliação biológica de dispositivos médicos. São Paulo: ABNT, 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo para Prevenção de Infecção Relacionada à Sonda Vesical. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), 2017. Disponível em: www.gov.br/anvisa. Acesso em: 17 jan. 2025. POTTER, P. A.; PERRY, A. G. Fundamentos de Enfermagem. 9ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2021. CARMAGNANI, Maria I., FAKIH, Trevisani, CANTERAS, Lígia Mara Silva, TERERAN, N. Procedimentos de Enfermagem – Guia Prático, 2ª edição. Guanabara Koogan, 04/2017. VitalBook file. TTI, NETINA, Sandra M. Prática de Enfermagem, 10ª edição. Guanabara Koogan, 05/2016. VitalBookfile. OLIVEIRA, R. G. de Blackbook – Enfermagem. Belo Horizonte: Blackbook Editora, 2016. POTTER, P. A.; PERRY, A.G.; STOCKERT, P.; HALL, A. Fundamentos de Enfermagem. 9ªed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018