O documento aborda a comercialização de software no Brasil, destacando aspectos econômicos e políticos, incluindo a importação e produção local de software. Em 2000, o setor gerou US$ 3,47 bilhões com predominância de pequenas e microempresas, que empregam 73% da força de trabalho. A nova política promove a produção de software com foco em marketing, empreendedorismo e formação de recursos humanos.