O documento discute a cultura do cancelamento em redes sociais no Brasil. Aponta que a falta de regulação do Estado sobre o assunto contribui para um ambiente virtual menos democrático e livre de opressão. Também destaca que a escassez de educação sobre os perigos de ataques online pode construir um cenário prejudicial à representatividade e demonstra o papel fundamental da escola na formação de cidadãos com ideias mais moderadas.