[1] O documento discute a questão do uso de crack no Brasil e a necessidade de medidas efetivas de prevenção e tratamento, com investimento em informação e na rede pública de saúde;
[2] É destacada a importância da abordagem territorial e intersetorial para atender usuários de crack em situação de vulnerabilidade, com formação de profissionais, e do combate à pobreza;
[3] O atendimento no SUS deve seguir os princípios de acesso universal, gratuidade e intersetorialidade, com participação da família no tratamento