O documento discute a necessidade de uma nova abordagem para a ciência, indo além da razão e observação para compreender a essência das coisas. Defende que a intuição, purificação moral e estabelecimento de comunicação espiritual entre observador e fenômeno são essenciais para o progresso. Aponta que a ciência atual se limita a produzir comodidades sem avançar a compreensão.