O documento analisa criticamente os Black Blocs, argumentando que eles cultivam uma ideologia necrófila, praticam violência armada de forma ofensiva em vez de defensiva, e comportam-se como militantes guerreiros, tendo um papel regressivo nas manifestações e alienando a participação das pessoas. Além disso, os Black Blocs agem na prática como uma organização, não como uma mera tática, e acabam funcionando como força auxiliar do PT no Brasil.