O documento discute a loucura sob um novo prisma, argumentando que existem casos de loucura sem lesão cerebral. O autor apresenta três pontos principais: 1) O pensamento é uma função da alma, não do cérebro, embora o cérebro seja o instrumento de manifestação dos pensamentos. 2) É possível ter loucura sem lesão cerebral, mostrando que a loucura nem sempre é patológica. 3) Alguns casos de loucura podem ser resultado da ação de espíritos obsessores sobre a alma encarnada.