Relatório de Estágio
Avaliação de Riscos
Centro Social (IPSS)
A Benéfica e Previdente – Associação Mutualista
Susana Santos
setembro / outubro de 2014
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
II
Avaliação de Riscos – Centro Social (IPSS)
Relatório de estágio de final de curso submetido, como parte dos requisitos, para a obtenção do
grau de Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI).
Realizado por
Susana Santos
Orientadora
Carla Cerqueira
Matosinhos, outubro de 2014
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
III
DEDICATÓRIA / AGRADECIMENTOS
O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.
Albert Einstein
Dedicatória
Ao meu marido que, sem o seu apoio incondicional, não teria sequer iniciado esta formação.
Agradecimentos
A conclusão desta formação só foi possível com bastante apoio, que me foi motivando e fazendo
ultrapassar as dificuldades que foram surgindo.
Começo por agradecer à Benéfica e Previdente que me acolheu para a realização deste estágio,
em especial à Dr.ª Patrícia Santos que me recebeu sem reservas. Agradeço, também, à
Eng.ªAna Garcia pela colaboração na realização deste projeto, por todos os conhecimentos
transmitidos e apoio prestado durante a realização do estágio.
A todos formadores do Centro de Formação Alamedas Office, em especial à formadora
Eng.ªCarla Cerqueira pela sua orientação, dedicação e interesse com que me apoiou neste
trabalho. Sem os seus conhecimentos, conselhos e críticas, este relatório não seria possível.
A todos os meus colegas do curso TSSHT, pela amizade, companheirismo e simpatia
demonstrados durante os meses de formação.
E por último e não menos importante, um agradecimento à minha família por todas as
oportunidades que proporcionaram na minha vida, em especial, pelo apoio, paciência e
compreensão que tiveram comigo durante todo este período.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
IV
RESUMO
Tendo por base a melhoria contínua no que diz respeito à SST, pretende-se com este trabalho
identificar perigos onde seja necessário e possível agir por forma a melhorar a qualidade dos
serviços prestados num Centro Social.
Realizou-se uma avaliação de riscos, tendo em conta as condições mínimas em matéria de SST.
Trata-se de uma instituição que presta serviços de solidariedade social, onde foram detetadas
algumas não conformidades e oportunidades de melhoria.
Através dos resultados obtidos foram sugeridas ações preventivas e/ou corretivas, e
desenvolvidas algumas das ferramentas de suporte em falta.
Palavras-chave: Melhoria Contínua; Perigo; Avaliação de riscos, Serviços; Ações Preventivas;
Ações Corretivas.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
V
ÂMBITO
Este trabalho final está enquadrado no curso de Técnico Superior de Higiene e Segurança no
Trabalho – Nível VI, realizado no Centro de Formação Alamedas Office em Matosinhos, e é o
resultado de um estágio curricular, com a duração de 120 horas. A elaboração deste trabalho
teve como principal objetivo a aplicação de conhecimentos adquiridos durante o curso,
implementando-os em contexto real de trabalho.
Como seria impossível abordar todas as temáticas desenvolvidas no curso, optou-se por
desenvolver o trabalho numa Avaliação de Riscos Profissionais. Com esta ferramenta podem
identificar-se os principais perigos a que o trabalhador está exposto. É uma mais-valia para as
empresas, uma vez que permite ao empregador reunir as condições adequadas ao bom
funcionamento e desenvolvimento das suas atividades profissionais.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
VI
NOTA PRÉVIA
Toda a informação constante deste relatório é objetivamente académica mas, considera-se que
possa contribuir para a desenvolvimento e melhoria contínua da entidade acolhedora do estágio,
assim como da entidade sobre o qual foi desenvolvido.
No desenvolvimento do presente trabalho procurou-se seguir a legislação aplicável, tendo em
consideração as prescrições mínimas obrigatórias em matéria de SST, nomeadamente a
avaliação de riscos como metodologia de prevenção dos riscos profissionais.
De acordo com a EU-OSHA, “a avaliação de riscos é o processo que mede os riscos para a
segurança e saúde dos trabalhadores decorrentes de perigos no local de trabalho. É uma análise
sistemática de todos os aspetos relacionados com o trabalho, que identifica:
o Aquilo que é suscetível de causar lesões ou danos;
o A possibilidade de os perigos serem eliminados e, se tal não for o caso reduzidos a
níveis aceitáveis;
o As medidas de prevenção ou proteção que existem, ou deveriam existir, para controlar
os riscos.” (Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, 2014)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
VII
ÍNDICE GERAL
DEDICATÓRIA / AGRADECIMENTOS III
RESUMO IV
ÂMBITO V
NOTA PRÉVIA VI
ÍNDICE GERAL VII
ÍNDICE DE TABELAS X
ÍNDICE DE FIGURAS XI
ÍNDICE DE ESQUEMAS XII
SIGLAS/ ABREVIATURAS XIII
GLOSSÁRIO XIV
1. INTRODUÇÃO 1
2. OBJETIVOS DO ESTÁGIO 7
3. CARATERIZAÇÃO DA EMPRESA 8
Organigrama 10
4. LEGISLAÇÃO 11
Enquadramento Legal em SST 11
Regulamentação de SST no setor do Comércio e Serviços 11
Locais de Trabalho 12
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
VIII
Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais 12
Estatística da Sinistralidade Laboral 13
Modelos de Comunicação de Acidentes 13
Equipamentos de trabalho 13
Equipamentos dotados de visor (ergonomia) 14
Equipamentos de proteção individual 14
Movimentação de cargas 14
Sinalização de Segurança 15
Prevenção e combate a incêndios 15
Agentes Físicos 16
Ruído Ocupacional 16
Vibrações 16
Iluminação 16
Ambiente Térmico 17
Agentes Biológicos 17
Agentes Químicos 18
Riscos Elétricos 18
5. MÉTODOS DE RECOLHA DE DADOS 19
6. GESTÃO DA SST 20
6.1. Atividades básicas 20
6.2. Condições mínimas garantidas 20
6.2.1. Relatório Não Conformidades Detetadas 20
7. METODOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E AVALIAÇÃO DE RISCOS 21
7.1. Método de avaliação de riscos adotado – William Fine 21
8. APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS 24
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
IX
8.1. Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais 24
8.2. Movimentação Manual de Cargas 27
8.3. Consulta aos Trabalhadores 28
8.4. Formação e informação aos trabalhadores 28
8.5. Identificação dos Perigos e Avaliação dos Riscos 29
8.5.1. Relatório Diagnóstico – hierarquização dos riscos 29
8.6. Guia de Boas Práticas 29
9. CONCLUSÕES 30
10.PERSPETIVAS FUTURAS 31
11.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 32
ANEXOS 33
Anexo 1 – Guia dos Serviços da “Benéfica e Previdente” 34
Anexo I - Lista de Verificação – Atividades Básicas de SST 37
Anexo II – Lista de Verificação – Visita SST 44
Anexo III – Relatórios de não-conformidades detetadas 57
Anexo IV – Brochura ‘como evitar acidentes e doenças profissionais’ 64
Anexo V – Inquérito de Consulta aos Trabalhadores 68
Anexo VI – Cartaz de Prevenção para a Lavandaria Social 73
Anexo VII – Avaliação de Riscos 75
Anexo VIII – Relatório Diagnóstico - hierarquização dos riscos 108
Anexo IX – Guia de Boas Práticas 113
Estado (arrumação e armazenagem) e Conservação das Instalações 114
Riscos nos Locais de Trabalho 115
Organização de Segurança 122
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
X
ÍNDICE DE TABELAS
Tabela 1 - Princípios Gerais da Prevenção 2
Tabela 2 - Método William Fine, fórmula 22
Tabela 3 - Método William Fine, parâmetro PROBABILIDADE 22
Tabela 4 - Método William Fine, parâmetro EXPOSIÇÃO 22
Tabela 5 - Método William Fine, parâmetro CONSEQUÊNCIA 23
Tabela 6 - Método William Fine, MAGNITUDE DO RISCO 23
Tabela 7 - Acidentes de Trabalho/ 2013 24
Tabela 8 - Horas trabalhadas (inclui suplementares) 25
Tabela 9 - Índice de Frequência 25
Tabela 10 - Índice de Gravidade 26
Tabela 11 - Índice de Avaliação da Gravidade 26
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
XI
ÍNDICE DE FIGURAS
Figura 1 - Acesso ao Centro Social - SEDE/ SAD 27
Figura 2 - Acesso ao Centro Social - SEDE/ SAD 27
Figura 3 - Marmitas transporte de alimentos 27
Figura 4 - Desorganização no local de trabalho 114
Figura 5 - Riscos no trabalho 115
Figura 6 - Organização da segurança 122
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
XII
ÍNDICE DE ESQUEMAS
Esquema 1 - Organigrama – Estrutura dos Serviços do Centro Social 10
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
XIII
SIGLAS/ ABREVIATURAS
ACT Autoridade para as Condições do Trabalho
EU-OSHA Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho
IPSS Instituição Privada de Solidariedade Social
ANPC Autoridade Nacional de Proteção Civil
RJ-SCIE Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios
RT-SCIE Regulamento Técnico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios
C Consequência
E Exposição
GP Grau de Perigosidade
MMC Movimentação Manual de Cargas
MR Magnitude do Risco
P Probabilidade
SAD Serviço de Apoio Domiciliário
SST Segurança e Saúde no Trabalho
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
XIV
GLOSSÁRIO
Acidente de trabalho – acidente que se verifique no local e tempo de trabalho e produza direta
ou indiretamente lesão corporal, perturbação funcional ou doença de que resulte a morte ou
redução na capacidade de trabalho ou de ganho.
Apreciação do risco – processo de gestão do risco, resultante de perigos identificados, tendo
em conta a adequabilidade dos controlos existentes, cujo resultado é a decisão da aceitabilidade
ou não do risco.
Avaliação de risco – processo global de deteção e estimativa da grandeza do risco e de
decisão sobre a sua aceitabilidade.
Dano – lesão corporal, perturbação funcional ou doença que determine redução na capacidade
de trabalho ou de ganho ou a morte do trabalhador, resultante direta ou indiretamente de
acidente de trabalho.
Doença profissional – aquela que resulta diretamente das condições de trabalho e causa
incapacidade para o exercício da profissão ou morte.
Empregador – a pessoa singular ou coletiva com um ou mais trabalhadores ao seu serviço e
responsável pela empresa ou estabelecimento ou, quando se trate de organismos sem fins
lucrativos, que detenha competência para a contratação de trabalhadores.
Incidente – acontecimento relacionado com o trabalho em que ocorreu ou poderia ter ocorrido
lesão, afeção da saúde (independentemente da gravidade) ou morte.
Local de trabalho – o lugar em que o trabalhador se encontra ou de onde ou para onde deva
dirigir -se em virtude do seu trabalho, no qual esteja direta ou indiretamente sujeito ao controlo
do empregador.
Melhoria contínua – processo recorrente para aperfeiçoamento do sistema de gestão de SST
por forma a atingir melhorias no desempenho global da SST, de acordo com a própria política da
SST da organização.
Não conformidade – qualquer desvio das normas de trabalho, das práticas, dos procedimentos,
dos regulamentos e do desempenho do sistema de gestão que possa, direta ou indiretamente,
conduzir a lesões ou doenças, a danos para a propriedade, a danos para o ambiente do local de
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho
XV
trabalho, ou a uma combinação destes.
Objetivo da SST – resultados que uma organização se propõe a atingir em termos de
desempenho da SST.
Perigo – a propriedade intrínseca de uma instalação, atividade, equipamento, um agente ou
outro componente material do trabalho com potencial para provocar dano.
Prevenção – o conjunto de políticas e programas públicos, bem como disposições ou medidas
tomadas ou previstas no licenciamento e em todas as fases de atividade da empresa, do
estabelecimento ou do serviço, que visem eliminar ou diminuir os riscos profissionais a que estão
potencialmente expostos os trabalhadores.
Procedimento – modo especificado de realizar uma atividade ou um processo.
Registo – documento que expressa resultados atingidos ou que fornece evidência das
atividades realizadas.
Risco – a probabilidade de concretização do dano em função das condições de utilização,
exposição ou interação do componente material do trabalho que apresente perigo.
Segurança e Saúde do Trabalho – conjunto de intervenções que objetivam o controlo dos
riscos profissionais e a promoção da segurança e saúde dos trabalhadores da organização ou
outros, visitantes ou qualquer outro indivíduo no local de trabalho.
Sinalização de segurança e de saúde – sinalização relacionada com um objeto, uma atividade
ou uma situação determinada, que fornece uma indicação ou uma prescrição relativa a
segurança ou a saúde no trabalho, ou a ambas, por intermédio de uma placa, uma cor, um sinal
luminoso ou acústico, uma comunicação verbal ou um sinal gestual.
Trabalhador – a pessoa singular que, mediante retribuição, se obriga a prestar serviço a um
empregador e, bem assim, o tirocinante, o estagiário, o aprendiz e os que estejam na
dependência económica do empregador em razão dos meios de trabalho e do resultado da sua
atividade, embora não titulares de uma relação jurídica de emprego.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 1
1. INTRODUÇÃO
O principal objetivo da atuação do empregador prende-se na promoção da segurança e da
saúde dos trabalhadores de forma a prevenir a ocorrência de acidentes de trabalho e o
surgimento de doenças profissionais.
A legislação de SST aplica-se a todas as empresas, independentemente da atividade ou
dimensão da empresa. O empregador é responsável pela SST na sua empresa, por isso, deverá
adotar uma gestão preventiva, para reduzir os riscos associados, quer à atividade quer às
instalações. Só assim poderá garantir condições de trabalho seguras.
Assim sendo, o empregador deverá assegurar recursos internos, comuns ou externos, em
função da atividade e dimensão da sua empresa, para garantir o cumprimento das obrigações,
em matéria de Segurança e Saúde do Trabalho1 e deve abranger todos os trabalhadores, sejam
eles:
o Trabalhadores com contrato de trabalho sem termo;
o Trabalhadores com contrato de trabalho a termo certo ou incerto;
o Prestadores de serviços cuja mão-de-obra utilize;
o Trabalhadores cedidos;
o Trabalhadores temporários;
o Estagiários, aprendizes e tirocinantes.
A gestão da SST passa por identificar os perigos e avaliar os riscos associados ao local de
trabalho, instalações e à atividade, ou seja, as situações que possam causar dano ao
empregador, aos seus trabalhadores e a terceiros. Com esta ferramenta poderá verificar se se
está a fazer o suficiente para prevenir a sua ocorrência.
Uma avaliação de riscos consiste, fundamentalmente, em identificar, face às situações
existentes, as medidas necessárias para controlar a ocorrência de danos para a SST. Esta
avaliação deverá focar-se nos riscos cuja probabilidade de causar dano seja maior. Para que o
controlo seja o mais eficaz possível, todo este processo terá que ser registado e documentado
(Freitas & Cordeiro, 2013).
1 Lei 102/2009 de 10 de setembro, alterada pela Lei 3/2014 de 28 de janeiro
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 2
Sempre que possível, é preferível evitar os riscos no seu todo, realizando a avaliação de riscos
no momento da conceção dos locais de trabalho, da conceção do layout produtivo, da definição
da organização e dos processos de trabalho, da introdução de novas tecnologias e da aquisição
de máquinas, ferramentas e matérias-primas e, em qualquer modificação significativa das
condições de trabalho. Combater os riscos na origem é sempre mais eficaz porque se evita a
propagação ou se reduz a extensão. (Roxo, 2006)
Assim, a gestão da prevenção deve ser vista como um investimento e não como um custo, e a
sua política deve ter como base os onze princípios gerais da prevenção conforme descritos
abaixo.
Tabela 1 - Princípios Gerais da Prevenção
1. EVITAR OS RISCOS
2. PLANIFICAR A PREVENÇÃO COMO UM SISTEMA COERENTE QUE INTEGRE A EVOLUÇÃO TÉCNICA, A ORGANIZAÇÃO
DO TRABALHO, AS CONDIÇÕES DE TRABALHO, AS RELAÇÕES SOCIAIS E A INFLUÊNCIA DOS FATORES AMBIENTAIS
3. IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS PREVISÍVEIS EM TODAS AS ATIVIDADES DA EMPRESA, ESTABELECIMENTO OU
SERVIÇO, NA CONCEÇÃO OU CONSTRUÇÃO DE INSTALAÇÕES, DE LOCAIS E PROCESSOS DE TRABALHO, ASSIM
COMO NA SELEÇÃO DE EQUIPAMENTOS, SUBSTÂNCIAS E PRODUTOS, COM VISTA À ELIMINAÇÃO DOS MESMOS OU,
QUANDO ESTA SEJA INVIÁVEL, À REDUÇÃO DOS SEUS EFEITOS
4. INTEGRAÇÃO DA AVALIAÇÃO DOS RISCOS PARA A SEGURANÇA E A SAÚDE DO TRABALHADOR NO CONJUNTO DAS
ATIVIDADES DA EMPRESA, ESTABELECIMENTO OU SERVIÇO, DEVENDO ADOTAR AS MEDIDAS ADEQUADAS DE
PROTEÇÃO
5. COMBATE AOS RISCOS NA ORIGEM, POR FORMA A ELIMINAR OU REDUZIR A EXPOSIÇÃO E AUMENTAR OS NÍVEIS
DE PROTEÇÃO
6. ASSEGURAR, NOS LOCAIS DE TRABALHO, QUE AS EXPOSIÇÕES AOS AGENTES QUÍMICOS, FÍSICOS E BIOLÓGICOS
E AOS FATORES DE RISCO PSICOSSOCIAIS NÃO CONSTITUEM RISCO PARA A SEGURANÇA SAÚDE DO
TRABALHADOR
7. ADAPTAÇÃO DO TRABALHO AO HOMEM, ESPECIALMENTE NO QUE SE REFERE À CONCEÇÃO DOS POSTOS DE
TRABALHO, À ESCOLHA DE EQUIPAMENTOS DE TRABALHO E AOS MÉTODOS DE TRABALHO E PRODUÇÃO, COM
VISTA A, NOMEADAMENTE, ATENUAR O TRABALHO MONÓTONO E O TRABALHO REPETITIVO E REDUZIR OS RISCOS
PSICOSSOCIAIS
8. ADAPTAÇÃO AO ESTADO DE EVOLUÇÃO DA TÉCNICA, BEM COMO A NOVAS FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DO
TRABALHO
9. SUBSTITUIÇÃO DO QUE É PERIGOSO PELO QUE É ISENTO DE PERIGO OU MENOS PERIGOSO
10. PRIORIZAÇÃO DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA EM RELAÇÃO ÀS MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
11. ELABORAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE INSTRUÇÕES COMPREENSÍVEIS E ADEQUADAS À ATIVIDADE DESENVOLVIDA
PELO TRABALHADOR
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 3
Deverá assegurar-se a vigilância da saúde dos trabalhadores, não fosse também uma obrigação
legal.
Os trabalhadores terão que ser submetidos a exames de saúde por forma a atestar, que se
encontram física e mentalmente aptos para desempenhar as tarefas inerentes às quais se
encontra associado um conjunto de riscos profissionais. A identificação dos fatores de risco para
a saúde associados às condições de trabalho deve ser realizado por médicos do trabalho, em
articulação com os técnicos superiores de segurança e saúde do trabalho. Os exames médicos
devem ser adequados ao tipo de riscos, devem ser realizados periodicamente e podem ser
realizados nas instalações da empresa ou fora dela, em função da modalidade adotada pelo
empregador.
De acordo com o ponto 3, do art. 108º, da Lei n.º 102/2009, alterada pela Lei n.º 3/2014, devem
ser realizados os seguintes exames de saúde:
o Exames de admissão, antes do início da prestação de trabalho ou, se a urgência da
admissão o justificar, nos 15 dias seguintes;
o Exames periódicos, anuais para os menores e para os trabalhadores com idade superior
a 50 anos, e de 2 em 2 anos para os restantes trabalhadores;
o Exames ocasionais, sempre que haja alterações substanciais nos componentes
materiais de trabalho que possam ter repercussão nociva na saúde do trabalhador, bem
como no caso de regresso ao trabalho depois de uma ausência superior a 30 dias por
motivo de doença ou acidente.
O empregador deverá garantir medidas de prevenção para todos aqueles que se encontram,
utilizam e acedem às suas instalações, incluindo pessoas com mobilidade condicionada, bem
como, instalações sociais e de bem-estar para os seus trabalhadores.
As condições básicas sobre as quais deverá atender para garantir essas condições são:
o Ventilação adequada de todos os espaços do local de trabalho e instalações;
o Condições térmicas adequadas às atividades desenvolvidas;
o Condições de iluminação ajustadas às tarefas;
o Limpeza das instalações e respetiva gestão de resíduos;
o Gestão, inspeção e manutenção de equipamentos de trabalho, redes e instalações;
o Sistemas de deteção e de segurança contra incêndio;
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 4
o Meios e equipamentos de primeiros socorros e assistência em caso de acidente;
o Gestão e organização da emergência;
o Instalações sanitárias, separadas por géneros, devidamente equipadas;
o Locais para guardar vestuário e pertences (vestiários equipados com cacifos), em
particular quando a atividade a desenvolver implique a utilização de fardamento e EPI;
o Locais para a realização de refeições.
A variedade de riscos profissionais é muito vasta, sendo necessário conhecer cada setor de
atividade em particular. Mas, podem ser estabelecidas estratégias adequadas a qualquer tipo de
risco.
Por ordem de eficácia, as formas mais eficazes de combater os riscos são:
o Prevenção na fase de conceção de um projeto;
o Eliminar os riscos na fonte;
o Proteção coletiva (melhoramento de materiais e equipamentos disponíveis de forma a
proteger todas as pessoas em contato com os riscos);
o Proteção individual do trabalhador (EPI’s).
Muitas vezes, esta última não é muito bem aceite pelo trabalhador por variados motivos (Cardim
& Counhago, 1996):
o Perda de prestígio na imagem, frequentemente associado à ideia de medricas;
o Falta de exemplo dos seus superiores;
o Incómodo físico;
o Inadequação ao utilizador;
o Aspeto inestético;
o Falta de procedimentos indicando como e que equipamento usar;
o EPI’s em más condições de conservação;
o Indisponibilidade do equipamento necessário, no momento e local adequados.
Com a gestão da SST pretende-se a redução o mais possível, de preferência a valor zero, dos
acidentes de trabalho ou doenças profissionais, como resultado do trabalho que o trabalhador
desenvolve.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 5
Caso aconteça, o trabalhador terá direito à compensação pelos danos:
o No caso de acidente de trabalho, dependendo da natureza da incapacidade2 (temporária
ou permanente), terá direito à reparação em espécie (prestações de natureza médica ou
outras que seja necessárias e adequadas ao restabelecimento da saúde do sinistrado)
ou em dinheiro (indemnizações ou outras prestações/ subsídios previstos na lei)3;
o Em caso de presumível doença profissional, o direito à reparação depende do Centro
Nacional de Proteção contra os Riscos Profissionais, ao qual compete garantir o
reconhecimento da mesma e a sua reparação. O direito à reparação pressupõe que o
trabalhador esteja afetado por doença profissional e ter estado exposto ao respetivo
risco pela natureza da indústria, atividade ou condições, ambiente e técnicas do trabalho
habitual4. A lista das doenças profissionais consta do Decreto Regulamentar n.º 6/2001
de 5 de maio, alterado pelo Decreto Regulamentar 76/2007 de 17 de julho e, caso
alguma não esteja incluída na referida lista, desde que devidamente comprovada, será
igualmente indemnizável5. A doença profissional pode determinar-se temporária ou
permanente nos mesmos moldes do acidente de trabalho, bem como as modalidades
das prestações6.
Sendo uma imposição legal, os trabalhadores ou seus representantes devem ser consultados a
respeito das questões de SST, no mínimo uma vez por ano7. Essa consulta deverá ser feita por
escrito, de forma simples (por exemplo questionário) sobre os seguintes aspetos (Oliveira, 2006):
o Riscos para a SST do trabalho que estes desenvolvem;
o A forma como os riscos são controlados;
o Os programas de formação e informação e sua organização;
o A designação dos trabalhadores que desempenhem funções na área;
o A designação dos trabalhadores responsáveis pela aplicação das medidas de primeiros
socorros, combate a incêndios e evacuação de trabalhadores, respetiva formação e
material disponível;
2 Art. 19º, da Lei n.º 98/2009 de 4 de setembro
3 Art. 23º, da Lei n.º 98/2009 de 4 de setembro e seguintes
4 Art. 95º, da Lei n.º 98/2009 de 4 de setembro
5 Art. 94º, da Lei n.º 98/2009 de 4 de setembro
6 Art. 97º, da Lei n.º 98/2009 de 4 de setembro e seguintes
7 Art. 18º, da Lei n.º 102/2009, alterada pela Lei n.º 3/2014
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 6
o O recurso a serviços exteriores à empresa para as atividades de SST;
o O material de proteção individual e coletiva;
o As informações referentes a riscos, medidas de proteção e de prevenção e como se
aplicam, relativos ao posto de trabalho, função, estabelecimento ou empresa ou serviço;
o A lista anual dos acidentes de trabalho graves;
o Os relatórios de acidentes de trabalho.
Sendo, também, uma obrigação legal8, os trabalhadores devem saber como desenvolver as suas
tarefas de forma segura e sem riscos para a saúde.
Deste modo, o empregador deve:
o Disponibilizar e procedimentos de segurança de fácil entendimento;
o Informar e formar os trabalhadores sobre os riscos associados à sua atividade
profissional;
o Formar os trabalhadores sobre os procedimentos de segurança e as boas práticas a
adotar face aos riscos inerentes à atividade e a potenciais situações de emergência.
Estas ações deverão ser realizadas, sem qualquer custo para os trabalhadores, durante o seu
horário de trabalho.
8 Art. 19º e 20º da Lei n.º 102/2009, alterada pela Lei n.º 3/2014
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 7
2. OBJETIVOS DO ESTÁGIO
Os objetivos pedagógicos gerais definidos para o estágio centram-se em perceber o
funcionamento geral dos serviços do Centro Social, dominar o procedimento da avaliação de
riscos, valorizar a importância da avaliação de riscos e sensibilizar os profissionais para os riscos
presentes no local de trabalho.
Quanto aos objetivos específicos definidos, destacam-se:
o Elaborar instrumentos de comunicação específica;
o Identificar os perigos presentes nos serviços selecionados;
o Avaliar os riscos associados a cada perigo;
o Efetuar a apreciação dos riscos de acordo com o método selecionado;
o Definir medidas corretivas e preventivas associadas a cada risco;
o Seleção da legislação e normas aplicáveis a cada perigo identificado.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 8
3. CARATERIZAÇÃO DA EMPRESA
A empresa acolhedora de estágio é a “Benéfica e Previdente - Associação Mutualista”.
Esta associação resulta da fusão entre a “Associação Benéfica dos Empregados do Comércio no
Porto” e “A Previdente – Associação de Socorros Mútuos” em 30 de Dezembro de 2002.
Caracterização:
o CAE 94995 – Outras atividades associativas, n.e. (atividades de serviços);
o N.º de trabalhadores: 51;
o Modalidade dos serviços de SST adotada: internos.
Entre os variados serviços que esta associação presta9, estão incluídos os serviços de
Segurança e Saúde no Trabalho, estando autorizada pela ACT desde 2008, que visa responder
às exigências da Lei n.º 102/2009 de 10 de setembro, alterada pela Lei n.º 3/2014 de 28 de
janeiro, através do apoio às organizações e empresas nas seguintes áreas:
o Segurança no Trabalho
o Identificação, avaliação, redução e controlo dos riscos;
o Elaboração de programa de prevenção de riscos;
o Organização dos meios destinados à prevenção e proteção coletiva e individual,
assessoria da coordenação das medidas a adotar em caso de perigo grave e
eminente.
o Saúde no Trabalho
o Consulta médica;
o Análises clínicas;
o Eletrocardiograma;
o Exame titmus (teste à visão);
o Exame de dinamometria (medição da força do movimento humano);
o Teste de Rinnie e Webbor (teste de audição).
9 Ver Anexo 1 – Guia de Serviços
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 9
O trabalho de estágio desenvolveu-se num Centro Social que, a pedido da empresa acolhedora,
não está identificado.
O Centro Social referido é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), em
exercício das suas atividades há 70 anos e encontra-se situado no centro da cidade do Porto.
Desde a sua fundação, tem como objetivo dar resposta aos problemas sociais existentes, num
espirito de solidariedade humana e social. Neste sentido, desenvolve atividades nas seguintes
áreas:
o Apoio à Infância – creche e jardim-de-infância;
o Apoio à Terceira Idade – apoio domiciliário, centro de dia e lar;
o Apoio à Comunidade – fornecimento de refeições (incluído, também, no apoio
domiciliário), lavandaria social (também aberta ao público, atendimento e
encaminhamento no âmbito do Serviço Social e Psicologia), ateliers de várias atividades
(culinária, informática, ginástica sénior, grupo coral, manualidades, entre outras).
Dado que desenvolve as suas atividades num contexto social difícil10, o Centro Social pretende,
com estes serviços, integrar socialmente os mais desfavorecidos através de medidas de apoio
aos grupos etários mais fragilizados, incentivar as relações de vizinhança e a solidariedade
social, proporcionar apoio pedagógico e desenvolver atividades complementares na formação
dos utentes da Instituição.
Caraterização:
o CAE 88990 - Outras atividades de apoio social sem alojamento, n.e.;
o N.º de trabalhadores: 58;
o Modalidade dos serviços de SST adotada: externos
O organigrama apresentado a seguir permite uma visualização de uma forma geral dos serviços
do Centro Social.
10 Beneficiários do Rendimento Social de Inserção, desempregados, reformados com baixas pensões/ rendimentos
e, entre aqueles que trabalham, os que não atingem na maioria das situações o salário mínimo nacional.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 10
Organigrama
Esquema 1 - Organigrama – Estrutura dos Serviços do Centro Social
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 11
4. LEGISLAÇÃO
Abaixo consta levantamento da legislação, em questões da SST, que se considera relevante
para o exercício da atividade do Centro Social. (Verlag Dashofer, 2010); (ACT, 2014); (DRE,
2014).
Enquadramento Legal em SST
Lei n.º 42/2012, de 28 de agosto - Aprova os regimes de acesso e de exercício das profissões
de técnico superior de segurança no trabalho e de técnico de segurança no trabalho.
Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro - Aprova o Código do Trabalho, alterada alterado pelas Leis
n.os105/2009, de 14 de setembro, 53/2011, de 14 de outubro, 23/2012, de 25 de junho, 47/2012,
de 29 de agosto, 69/2013, de 30 de agosto, 27/2014, de 8 de maio e 55/2014 de 25 de agosto.
Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro - Regulamenta o regime jurídico da promoção e prevenção
da segurança e da saúde no trabalho, de acordo com o previsto no artigo 284º do Código do
Trabalho, no que respeita à prevenção alterada pela Lei nº 3/2014, de 28 de janeiro - Procede à
segunda alteração à Lei nº 102/2009, de 10 de setembro, que aprova o regime jurídico da
promoção da segurança e saúde no trabalho, e à segunda alteração ao Decreto-Lei nº 116/1997,
de 12 de maio, que transpõe para a ordem jurídica interna a Diretiva nº 93/103/CE, do Conselho,
de 23 de novembro, relativa às prescrições mínimas de segurança e de saúde no trabalho a
bordo dos navios de pesca.
Regulamentação de SST no setor do Comércio e Serviços
Decreto-Lei n.º 243/86, de 20 de agosto – Assegura boas condições de higiene e segurança e a
melhor qualidade de ambiente de trabalho em todos os locais onde se desenvolvam atividades
de comércio, escritório e serviços.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 12
Decreto-Lei n.º 48/2011 de 1 de abril – Simplifica o regime de exercício de diversas atividades
económicas no âmbito da iniciativa «Licenciamento zero», alterado pelo Decreto-Lei n.º
141/2012 de 11 de julho.
Locais de Trabalho
Lei n.º 113/99, de 3 de agosto – Regime geral das contraordenações laborais, através da
tipificação e classificação das contraordenações correspondentes à violação da legislação
específica de segurança, higiene e saúde no trabalho em certos sectores de atividades ou a
determinados riscos profissionais.
Decreto-Lei n.º 347/93, de 1 de outubro - Prescrições mínimas de segurança e de saúde para
os locais de trabalho.
Portaria n.º 987/93, de 6 de outubro - Regulamentação das normas técnicas respeitantes às
prescrições mínimas de segurança e de saúde para os locais de trabalho.
Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais
Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro - Código do Trabalho - Artº 283º e 284º - Prevê o direito à
reparação de acidentes de trabalho e de doenças profissionais.
Lei n.º 98/2009, de 4 de setembro - Regulamenta o regime de reparação de acidentes de
trabalho e de doenças profissionais.
Decreto Regulamentar n.º 6/2001, de 5 de maio, alterado pelo Decreto Regulamentar n.º
76/2007, de 17 de julho - Índice Codificado das doenças profissionais.
Portaria n.º 256/2011, de 5 de julho - Aprova a parte uniforme das condições gerais da apólice
de seguro obrigatório de acidentes de trabalho para trabalhadores por conta de outrem, bem
como as respetivas condições especiais uniformes.
Decreto-Lei n.º 352/2007, de 23 de outubro – Aprova a nova Tabela Nacional de Incapacidades
por Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais, revogando o Decreto-Lei n.º 341/93, de 30
de Setembro, e aprova a Tabela Indicativa para a Avaliação da Incapacidade em Direito Civil.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 13
Estatística da Sinistralidade Laboral
Decreto-Lei n.º 362/93, de 15 de outubro – Estabelece as regras relativas à informação
estatística sobre acidentes de trabalho e doenças profissionais.
Modelos de Comunicação de Acidentes
Portaria n.º 137/94, de 8 de março – Aprova o modelo de participação de acidente de trabalho e
o mapa de encerramento de processo de acidente de trabalho.
Equipamentos de trabalho
Decreto-Lei n.º 103/2008, de 12 de dezembro – Estabelece as regras a que deve obedecer a
colocação no mercado e a entrada em serviço das máquinas bem como a colocação no mercado
das quase – máquinas, alterado pelo Decreto-Lei n.º 75/2011 de 20 de junho (alteração aos
artigos 3.º, 4.º, 12.º, 14.º e 19.º).
Decreto-Lei n.º 325/2007, de 28 de setembro – Compatibilidade eletromagnética dos
equipamentos.
Decreto-Lei n.º 50/2005, de 25 de fevereiro – Prescrições mínimas de segurança e de saúde
para a utilização pelos trabalhadores de equipamentos de trabalho.
Portaria n.º 172/2000, de 23 de março - Define a complexidade e características das máquinas
usadas que revistam especial perigosidade.
Decreto-Lei n.º 214/95, de 18 de agosto - Estabelece as condições de utilização e
comercialização de máquinas usadas, visando a proteção da saúde e segurança dos utilizadores
e de terceiros.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 14
Equipamentos dotados de visor (ergonomia)
Lei n.º 113/99, de 3 de agosto – Regime geral das contraordenações laborais, através da
tipificação e classificação das contraordenações correspondentes à violação da legislação
específica de segurança, higiene e saúde no trabalho em certos sectores de atividades ou a
determinados riscos profissionais.
Decreto-Lei n.º 349/93, de 1 de outubro – Prescrições mínimas de segurança e de saúde
respeitantes ao trabalho com equipamentos dotados de visor.
Portaria n.º 989/93, de 6 de outubro – Regulamentação das normas técnicas respeitantes às
prescrições mínimas de segurança e de saúde respeitantes ao trabalho com equipamentos
dotados de visor.
Equipamentos de proteção individual
Lei n.º 113/99, de 3 de agosto – Regime geral das contraordenações laborais, através da
tipificação e classificação das contraordenações correspondentes à violação da legislação
específica de segurança, higiene e saúde no trabalho em certos sectores de atividades ou a
determinados riscos profissionais.
Decreto-lei n.º 348/93, de 1 de outubro – Prescrições mínimas de segurança e de saúde dos
trabalhadores na utilização de equipamentos de proteção individual.
Portaria n.º 988/93, de 6 de outubro – Regulamentação das prescrições mínimas de segurança
e de saúde dos trabalhadores na utilização de equipamentos de proteção individual.
Movimentação de cargas
Lei n.º 113/99, de 3 de agosto – Regime geral das contraordenações laborais, através da
tipificação e classificação das contraordenações correspondentes à violação da legislação
específica de segurança, higiene e saúde no trabalho em certos sectores de atividades ou a
determinados riscos profissionais.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 15
Decreto-Lei n.º 330/93, de 25 de setembro – Prescrições mínimas de segurança e saúde na
movimentação manual de cargas.
Sinalização de Segurança
Lei n.º 113/99, de 3 de agosto – Regime geral das contraordenações laborais, através da
tipificação e classificação das contraordenações correspondentes à violação da legislação
específica de segurança, higiene e saúde no trabalho em certos sectores de atividades ou a
determinados riscos profissionais.
Decreto-Lei n.º 141/95, de 14 de junho – Estabelece as prescrições mínimas para a sinalização
de segurança e de saúde no trabalho.
Portaria n.º 1456-A/95, de 11 de dezembro – Regulamenta as prescrições mínimas de
colocação e utilização sinalização de segurança e de saúde no trabalho.
Prevenção e combate a incêndios
Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro – Estabelece o Regime Jurídico da Segurança
Contra Incêndio em Edifícios (RJ-SCIE).
Portaria n.º 1532/2008,de 29 de dezembro – Aprova o Regulamento Técnico de Segurança
contra Incêndio em Edifícios (RT-SCIE).
Despacho n.º 2074/2009, de 7 de janeiro – Despacho do Presidente da ANPC, conforme
previsto no n.º 4 do artigo 12.º do Decreto-Lei n.º220/2008 de 12 de novembro: Critérios técnicos
para determinação da densidade de carga de incêndio modificada.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 16
Agentes Físicos
Ruído Ocupacional
Decreto-Lei n.º 182/2006, de 6 de setembro - Prescrições mínimas de segurança e de saúde
em matéria de exposição dos trabalhadores aos riscos devidos ao ruído.
Vibrações
Decreto-Lei n.º 46/2006, de 24 de fevereiro - Prescrições mínimas de segurança e saúde
respeitantes à exposição dos trabalhadores aos riscos devidos a vibrações mecânicas.
Iluminação
Norma ISO 8995:2002 de 15 de maio – Iluminação do local de trabalho.
Norma DIN 5035-2:1990 – Iluminação artificial; valores recomendados dos parâmetros de
iluminação nos espaços de trabalho.
DIN EN 12464-1 – Iluminação em locais de trabalho interiores.
Não existe legislação portuguesa específica relativa à “Iluminação nos Locais de Trabalho”, a
qual se encontra dispersa e abordada em diversos diplomas. Os requisitos referentes à
“Iluminação nos Locais de Trabalho” estão referidos nos seguintes diplomas legais nacionais:
Portaria n.º 101/96, de 3 de abril – que fixa as prescrições mínimas de SHST nos estaleiros
temporários ou móveis; (artigo 15º);
Portaria n.º 1456-A/95, de 11 de dezembro – que fixa as Normas Técnicas relativas à
Sinalização de Segurança; (artigo 11º);
Portaria n.º 989/93, de 06 de outubro – que fixa as Normas Técnicas relativas aos
equipamentos dotados de visor; (alínea b) do artigo 3º);
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 17
Portaria n.º 987/93, de 06 de outubro – que fixa as Normas Técnicas relativas às prescrições
mínimas dos Locais de Trabalho; (artigo 8º);
Decreto-Lei n.º 243/86, de 20 de agosto – que estabelece o Regulamento de SST nos
Estabelecimentos Comerciais, de Escritórios e de Serviços; (SECÇÃO III DO CAPÍTULO III –
artigos 14º, 15º, 16º e 17º);
Portaria n.º 53/71, de 3 de fevereiro com as alterações introduzidas pela Portaria n.º 702/80, de
22 de setembro – que estabelece o Regulamento de SST em Estabelecimentos Industriais;
(SECÇÃO II DO CAPÍTULO II – artigos 18º, 19º, 20º e 21º).
Ambiente Térmico
Norma ISO 7730:2005 – Ergonomia do ambiente térmico - determinação analítica e
interpretação de conforto térmico pelo método de cálculo dos índices PMV (voto médio
previsível) e PPD (percentagem previsível de insatisfeitos) e critérios de conforto térmico locais.
Norma ISO 7726:1998 - Ergonomia do ambiente térmico - Instrumentos para medição de
grandezas físicas.
Agentes Biológicos
Lei n.º 113/99, de 3 de agosto – Regime geral das contraordenações laborais, através da
tipificação e classificação das contraordenações correspondentes à violação da legislação
específica de segurança, higiene e saúde no trabalho em certos sectores de atividades ou a
determinados riscos profissionais.
Portaria n.º 405/98, de 11 de julho - Aprova a classificação dos agentes biológicos.
Portaria n.º 1036/98, de 15 de dezembro - Altera a lista dos agentes biológicos classificados,
constante do anexo à Portaria nº 405/98, de 11 de julho.
Decreto-Lei n.º 84/97, de 16 de abril - Estabelece as prescrições mínimas de proteção da
segurança e da saúde dos trabalhadores contra os riscos da exposição a agentes biológicos no
trabalho.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 18
Agentes Químicos
Decreto-Lei n.º 24/2012, de 6 de fevereiro – Estabelece prescrições mínimas em matéria de
proteção dos trabalhadores contra os riscos para a segurança e a saúde devido à exposição a
agentes químicos no trabalho.
Decreto-Lei n.º 266/2007, de 24 de julho – Proteção sanitária dos trabalhadores contra os riscos
de exposição ao amianto durante o trabalho.
NP 1796:2007 – Valores limite de exposição profissional a agentes químicos.
Decreto-Lei n.º 301/2000, de 18 de Novembro – Estabelece a proteção dos trabalhadores
contra os riscos ligados à exposição a agentes cancerígenos ou mutagénicos durante o trabalho.
Riscos Elétricos
Decreto-Lei n.º 6/2008, de 10 de janeiro – Harmonização das legislações dos Estados Membros
no domínio do material elétrico destinado a ser utilizado dentro de certos limites de tensão, e
revoga o Decreto-Lei n.º 117/88, de 12 de Abril.
Decreto-Lei n.º 226/2005, de 28 de dezembro – Estabelece os procedimentos de aprovação das
regras técnicas das instalações elétricas de baixa tensão.
Portaria n.º 949-A/2006, de 11 de setembro – Aprova as Regras Técnicas das Instalações
elétricas de Baixa Tensão.
Portaria n.º 1055/98, de 28 de dezembro – Fixa a data do início de entrada em funções da
CERTIEL - Associação Certificadora de Instalações Elétricas.
Decreto-Lei n.º 272/92, de 3 de dezembro – Regras para garantir condições de segurança aos
utilizadores de energia elétrica.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 19
5. MÉTODOS DE RECOLHA DE DADOS
Quanto aos métodos de recolha de dados, destacam-se os seguintes:
o Aplicação de uma Lista de Verificação;
o Observação direta, através de visitas aos serviços selecionados;
o Recolha de fotografias;
o Utilização de procedimentos existentes (metodologia de avaliação de riscos);
o Diálogo com os profissionais envolvidos.
Recolheram-se os dados possíveis relativos aos recursos humanos disponíveis. Com o
acompanhamento do encarregado do Centro Social, efetuou-se a visita ao serviço de forma a
proceder ao reconhecimento das instalações e do ambiente de trabalho.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 20
6. GESTÃO DA SST
6.1. Atividades básicas
Com o objetivo de verificar se foram considerados os princípios básicos da SST no Centro
Social, elaborou-se uma lista de verificação (Anexo I) que analisa os pontos seguintes (ACT,
2014):
o Organização dos Serviços de SST;
o Avaliação, controlo de riscos, análise de acidentes e doenças profissionais;
o Vigilância da Saúde;
o Consulta, formação e informação aos trabalhadores;
o Emergência e primeiros socorros, evacuação de trabalhadores e combate a incêndios.
A saúde no trabalho no Centro Social é assegurada pela Benéfica que, através de registos,
controla a periodicidade das consultas e exames em função do legalmente estabelecido.
6.2. Condições mínimas garantidas
Para a visita ao Centro Social, de forma a proceder ao reconhecimento das instalações e do
ambiente de trabalho das suas atividades, elaborou-se uma lista de verificação (Anexo II) com
base nos requisitos legais aplicáveis.
6.2.1. Relatório Não Conformidades Detetadas
Como resultado das visitas realizadas elaboraram-se os relatórios de não-conformidades
detetadas conforme Anexo III.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 21
7. METODOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E AVALIAÇÃO DE
RISCOS
O processo de avaliação e controlo dos riscos consiste em algumas etapas essenciais:
o Identificar os perigos - a primeira etapa, e da qual depende grande parte do objetivo a
atingir da avaliação dos riscos, é a identificação dos perigos. É necessário identificar os
perigos relacionados com:
o Ambiente geral (espaço para executar as tarefas, tarefas sobrepostas (no
espaço e no tempo), ruído, poeiras, condições climatéricas, entre outros);
o Equipamentos e ferramentas;
o Produtos químicos;
o Organização e condições do trabalho;
o Formação e experiência dos trabalhadores.
o Avaliar os riscos associados a cada perigo;
o Apreciação do risco;
o Com base nos níveis de risco, propor medidas que permitam minimizar e/ou controlar os
riscos;
o Sustentar as medidas propostas com legislação e normalização aplicáveis;
Posteriormente é feita a monitorização dos perigos, controlando a sua eliminação ou redução a
níveis aceitáveis.
Com base neste processo, foi realizada a avaliação e controlo dos riscos aos quais os
profissionais estão expostos.
7.1. Método de avaliação de riscos adotado – William Fine
Para a quantificação do risco foi utilizado o método de William Fine, explicado de seguida. As
tarefas caracterizam-se de acordo com as variáveis desta expressão, conforme tabelas que se
seguem (Freitas, Manual de Segurança e Saúde do Trabalho, 2011).
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 22
Trata-se de um método simplificado de avaliação do grau de perigosidade e é dado pela
expressão:
GP – Grau de Perigosidade P – Probabilidade E – Exposição C - Consequência
Tabela 3 - Método William Fine, parâmetro PROBABILIDADE
PROBABILIDADE
MUITO PROVÁVEL 10
POSSÍVEL 6
RARO 3
REPETIÇÃO IMPROVÁVEL 1
NUNCA ACONTECEU 0.5
PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL 0.1
Tabela 4 - Método William Fine, parâmetro EXPOSIÇÃO
EXPOSIÇÃO
CONTÍNUA (MUITAS VEZES POR DIA) 10
FREQUENTE (UMA VEZ POR DIA) 6
OCASIONAL (1 X SEMANA A 1 X MÊS) 3
IRREGULAR (1 X MÊS A 1 X ANO) 2
RARAMENTE (OCORRE, MAS COM BAIXA FREQUÊNCIA) 1
POUCO PROVÁVEL (NÃO SE SABE SE OCORRE, MAS É
POSSÍVEL)
0.5
GP = P × E × C
Tabela 2 - Método William Fine, fórmula
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 23
Tabela 5 - Método William Fine, parâmetro CONSEQUÊNCIA
CONSEQUÊNCIA
ELAVADO N.º VÍTIMAS MORTAIS 100
ALGUMAS VÍTIMAS MORTAIS 50
ACIDENTE MORTAL 25
INCAPACIDADE PERMANENTE 15
INCAPACIDADE TEMPORÁRIA 5
LESÕES LIGEIRAS 1
Seguidamente, avalia-se o risco em função da valoração atribuída a cada variável que resulta na
magnitude do risco ou, conforme caracterizado, grau de perigosidade. Este é o resultado o
produto das três variáveis, conforme fórmula acima descrita, sendo avaliada de acordo com a
matriz que se segue.
Tabela 6 - Método William Fine, MAGNITUDE DO RISCO
MAGNITUDE DO RISCO/ GRAU DE PERIGOSIDADE
≥ 400 Muito alta Interrupção imediata
≥200 <400 Alta Correção imediata
≥ 70 <200 Substancial Correção urgente
≥ 20 <70 Moderada Não urgente mas deve corrigir-se
< 20 Aceitável Situação a manter
Após o levantamento, identificação e valoração dos riscos por posto de trabalho, hierarquizam-se
os riscos em função da classificação obtida.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 24
8. APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS
8.1. Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais
A ocorrência de acidentes de trabalho ou de doenças profissionais constitui um indicador
significante da existência de disfunções nos locais de trabalho e áreas envolventes. A
informação e tratamento dos dados permite às organizações conhecer melhor as necessidades
de correção das medidas de prevenção aplicadas nos locais de trabalho.
Com os dados disponibilizados, referentes aos acidentes do ano de 2013, calcularam-se os
Índices de Sinistralidade do Centro Social, por setor de atividade.
A tabela seguinte apresenta, em resumo, o registo dos acidentes de trabalho do referido ano:
Tabela 7 - Acidentes de Trabalho/ 2013
Período de
Baixa
Dias
Úteis
Nº
Acidentes
Local Motivo
«Joana
Miranda»
03/set 08/out 26 1 SEDE
queda por piso escorregadio ao dirigir-
se para o trabalho
«Samuel
Santos»
05/set 15/set 7 1 SEDE
a limpar o refeitório, ao ajoelhar-se
para limpar o chão sentiu uma dor que
se manteve
21/nov 31/dez 29 1 SEDE
na distribuição dos almoços, teve um
acidente de viação
«Sara
Cunha»
18/jul 08/ago 16 1 SAD
distribuição de almoços ao domicílio,
caiu na rua
«Susana
Pinto»
09/mai 11/mai 2 1 LAVANDARIA
a colocar a roupa na máquina de lavar
roupa, bateu com as mãos na
máquina
80 5
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 25
Na tabela seguinte estão representadas o total de horas trabalhadas pelo pessoal associado a
cada setor de atividade:
Tabela 8 - Horas trabalhadas (inclui suplementares)
TOTAL DE HORAS TRABALHADAS 2013 Pessoal Homens Mulheres
Sede (Infantário) 70726 30 5 25
SAD 28995 12 0 12
Lavandaria 12057 4 0 4
Centro de Dia 4325 6 1 5
Lar 8094 6 0 6
124197 58 6 52
Conforme tabela que se segue, calculou-se o Índice de Frequência, que representa o número de
acidentes com baixa por milhão de horas/homem trabalhadas, segundo a fórmula que se segue:
Tabela 9 - Índice de Frequência
Índice de Frequência
Nº acidentes
X 1,000,000
Nº horas
trabalhadas
TOTAL
Sede (Infantário) 3 70726 42,42
SAD 1 28995 34,49
Lavandaria 1 12057 82,94
Centro de Dia 0 4325 0,00
Lar 0 8084 0,00
5 124187
Calculou-se, também, o Índice de Gravidade, que representa o número de dias úteis perdidos
por milhão de horas/homem trabalhadas, segundo a fórmula que se segue:
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 26
Tabela 10 - Índice de Gravidade
Índice de Gravidade
n.º dias úteis x
1,000,000
nº horas
trabalhadas
TOTAL
Sede (Infantário) 62 70726 876,62
SAD 16 28995 551,82
Lavandaria 2 12057 165,88
Centro de Dia 0 4325 0,00
Lar 0 8084 0,00
80 124187
Com o objetivo de estabelecer prioridades quanto às ações de controlo a implementar (através
dos resultados, calculados por setor de atividade), calculou-se o Índice de Avaliação de
Gravidade, que representa o número de dias úteis perdidos, em média, por acidente. De acordo
com a fórmula que se segue, o resultado desta avaliação está evidenciada na tabela abaixo:
Tabela 11 - Índice de Avaliação da Gravidade
Índice de Avaliação de
Gravidade
IG IF x 1,000
Sede (Infantário) 876,62 42,42 20665,25
SAD 551,82 34,49 15999,42
Lavandaria 165,88 82,94 2000,00
Centro de Dia 0,00 0,00 0,00
Lar 0,00 0,00 0,00
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 27
8.2. Movimentação Manual de Cargas
Tratando-se de um universo relativamente pequeno, é fácil identificar onde é necessário agir em
primeiro lugar. Neste caso particular, o foco de atenção centra-se na Sede/ SAD e na atividade
de transporte e distribuição das refeições. A grande dificuldade em arranjar uma solução viável
prende-se com o facto de depender, essencialmente, de fatores estruturais externos à
instituição.
Como se poderá ver nas imagens abaixo, o acesso ao edifício e o caminho a percorrer do
edifício aos transportes é bastante irregular, desnivelado representando assim um elevado risco.
Figura 1 - Acesso ao Centro Social - SEDE/ SAD Figura 2 - Acesso ao Centro Social - SEDE/ SAD
O transporte das marmitas com as refeições, do edifício para as carrinhas de transporte e vice-
versa, é efetuado manualmente pois não há meios estruturais nem de suporte mecânico para
execução da tarefa. As marmitas de alimentos líquidos (pretas) são transportadas por um auxiliar
e as de alimentos sólidos (azuis) são transportadas por dois auxiliares.
Figura 3 - Marmitas transporte de alimentos
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 28
Para fazer cumprir o disposto no Decreto-Lei n.º 330/93 de 25 de setembro, as ações corretivas
que se poderiam implementar neste caso, como por exemplo a construção de uma rampa de
acesso ao longo da escadaria (para o transporte poder ser apoiado por meios mecânicos),
dependem de fatores externos pois o acesso faz-se pela via pública. A aquisição de um carrinho
de transporte (de preferência elétrico) só seria viável se esta medida de estrutura fosse
efetivamente aplicada.
Para minimizar o impacto negativo desta tarefa, sugere-se a rotação regular dos trabalhadores
afetos à mesma.
Como forma de sensibilizar as partes interessadas sobre o primeiro passo para evitar os
acidentes e doenças profissionais, foi desenvolvida uma brochura (Anexo IV) e sugerida a sua
distribuição no Centro Social. (Cardim & Counhago, 1996).
8.3. Consulta aos Trabalhadores
Sendo uma imposição legal e, dado que a empresa acolhedora de estágio não faz consulta aos
trabalhadores dos seus clientes, elaborou-se o questionário/ inquérito (Anexo V) para a
realização da mesma, que será realizada oportunamente. (Freitas, 2011).
8.4. Formação e informação aos trabalhadores
Na visita à lavandaria do Centro Social, detetou-se, entre outras situações, falta de
sensibilização em relação às tarefas e riscos associados à atividade em questão. Neste sentido,
elaborou-se um cartaz (Anexo VI) de sensibilização e sugeriu-se a sua afixação no local de
trabalho. (FREMAP, 2014)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 29
8.5. Identificação dos Perigos e Avaliação dos Riscos
No Anexo VII apresenta-se a avaliação de riscos efetuada no Centro Social. As visitas
decorreram segundo os requisitos dos referenciais normativos e legais.
O desenvolvimento do relatório tem por base a observação in loco, das atividades em curso. É,
no entanto, importante referir que, tratando-se de um serviço externo, as visitas foram efetuadas
por amostragem e de acordo com a disponibilidade do Centro Social, ao qual está associada
uma certa aleatoriedade. Assim, cabe ao empregador a responsabilidade de averiguar a possível
existência, em outras áreas, de situações que não estejam na conformidade necessária.
8.5.1. Relatório Diagnóstico – hierarquização dos riscos
Em função da avaliação de riscos efetuada chegaram-se a conclusões, conforme relatório de
prioridades no Anexo VIII:
8.6. Guia de Boas Práticas
Como complemento à avaliação de riscos efetuada foi elaborado um guia de boas práticas e
sugerida a sua divulgação no Centro Social. O referido guia encontra-se no Anexo IX.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 30
9. CONCLUSÕES
Este relatório consistiu numa oportunidade de adquirir experiência e aprofundar os
conhecimentos adquiridos durante o curso TSSHT, aplicando-os num contexto real de trabalho.
Constatou-se que existem obstáculos e dificuldades na aplicação da temática, devido a algumas
resistências à mudança por hábitos adquiridos, e também porque a SST ainda é vista por muitos
como um custo e não como um investimento.
Esta avaliação de riscos foi elaborada tendo mais em conta o ambiente geral (instalações) e a
MMC, onde se apresentam mais riscos para os trabalhadores. A avaliação de riscos tem de ser
uma constante, envolvendo muita dedicação e tempo, pelo que o serviço externo fica aquém das
necessidades visto que a gestão do tempo não permite mais dedicação. Apesar disto, considera-
se que a recetividade à melhoria do Centro Social é bastante positiva, tendo sempre em conta as
limitações financeiras da instituição.
Os índices de sinistralidade ajudaram a identificar o principal foco de perigo mas, apesar de
terem essa consciência, não depende apenas da instituição a eliminação do risco associado. De
um modo geral, os trabalhadores são pessoas com experiência mas, têm consciência da
situação e percebem as limitações existentes acabando, na maioria das vezes, por aceitar as
condições existentes. Tendo em conta essas limitações considera-se que a solução mais
imediata seria maior rotatividade de pessoal na tarefa de maior risco.
Uma vez que houve grande recetividade e abertura para a realização deste trabalho, espero que
tenha contribuído para o desenvolvimento da atividade, tanto da empresa acolhedora do estágio
como do Centro Social onde o mesmo foi desenvolvido. Por tudo isto considera-se que os
objetivos propostos foram alcançados.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 31
10.PERSPETIVAS FUTURAS
Por força da minha anterior experiência profissional, aprendi a valorizar a Segurança no Trabalho
e, por isso, decidi aumentar as minhas competências nesta área. Esta formação fez com que
reconhecesse a importância em implementar sistemas de segurança nas organizações, tal como
em áreas complementares como é o caso da Qualidade e do Ambiente.
Com estas novas competências adquiridas, espero conseguir ingressar no mundo do trabalho
nesta área e contribuir para ambientes de trabalho mas seguros e saudáveis.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 32
11.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Documentos da internet
Autoridade para as Condições de Trabalho (2014), http://www.act.gov.pt/(pt-
PT)/Legislacao/Paginas/default.aspx (acedido em 28.09.2014).
Autoridade para as condições de Trabalho (2014), http://www.act.gov.pt/(pt-
PT)/CentroInformacao/ListasVerificacao/Paginas/ListasdeVerificação.aspx (acedido em
03.09.2014).
Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho (2014),
https://osha.europa.eu/pt/topics/riskassessment/definitions (acedido em 11.09.2014).
Benéfica e Previdente. (2014), http://www.benefica-previdente.com/assets/files/Solidarios/guia-
interno.pdf (acedido em 09.09.2014).
Diário da República Eletrónico. (2014). https://dre.pt/ (acedido em 09.2014).
Texto não publicado
FREMAP. (2014). Manual de Segurança e Saúde em Hotelaria. Espanha. FREMAP
Livros
Cardim, L. F., & Counhago, A. (1996). Segurança, Higiene e Saúde no Local de Trabalho -
Conceitos. Lisboa: IEFP.
Freitas, L. C. (2011). Manual de Segurança e Saúde do Trabalho. Lisboa: Edições Sílabo.
Freitas, L. C., & Cordeiro, T. C. (2013). Segurança e Saúde do Trabalho - Guia para micro,
pequenas e médias empresas. Lisboa: ACT
Oliveira, L. d. (2006). Manual de Apoio de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho. Porto: Vida
Económica.
Roxo, M. M. (2006). Segurança e Saúde do Trabalho: Avaliação e Controlo de Riscos. Coimbra:
Almedina.
Programa informático
Verlag Dashofer. (2010). Ferramentas - Segurança, Higiene e Saúde do Trabalho. Lisboa.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 33
ANEXOS
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 34
Anexo 1 – Guia dos Serviços da “Benéfica e Previdente”
(Benéfica e Previdente, 2014)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 35
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 36
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 37
Anexo I - Lista de Verificação – Atividades Básicas de SST
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 38
Dados Gerais
Empresa: Centro Social (IPSS)
Setor de Atividade: SEDE (creche/SAD); Centro de Dia; Lar; Lavandaria Social
1. Organização dos Serviços de SST
Sim Não N/A Observações
Existem serviços organizados de Segurança e Saúde no trabalho? ☒ ☐ ☐
Qual a modalidade de serviços adotada?
- Internos ☐ ☒ ☐
- Externos ☒ ☐ ☐
Se sim, a empresa está autorizada? ☒ ☐ ☐
Se sim, existe um representante do empregador? ☐ ☒ ☐
- Comuns ☐ ☒ ☐
- Empregador/ Trabalhador designado ☐ ☒ ☐
Existe(m) técnico(s) de ST com CAP válido, com qualificações adequadas às necessidades da empresa? ☒ ☐ ☐ Da empresa de serviços externos.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 39
2. Avaliação, controlo de riscos, análise de acidentes e doenças profissionais
Sim Não N/A Observações
São realizadas avaliações de riscos, de forma sistemática? ☒ ☐ ☐ Anualmente
Existem registos das avaliações de riscos efetuadas, em suporte escrito? ☒ ☐ ☐ Relatório Anual de Visita
A avaliação de riscos é feita por postos de trabalho? ☒ ☐ ☐ Não utilizam Lista de Verificação
Existe um programa atualizado de prevenção e controlo de riscos profissionais (identificando as medidas
de controlo, prevenção e proteção contra os riscos detetados)?
☒ ☐ ☐ Em anexo ao Relatório de Visita
O programa de prevenção e controlo de riscos tem em conta as medidas específicas a adotar para a
proteção de trabalhadores/ grupos vulneráveis (pessoas com capacidade reduzida, deficientes, doença
crónica, grávidas, lactantes e puérperas ou menores)?
☒ ☐ ☐
Existem registos de acidentes de trabalho ou ocorrência de doenças profissionais? ☒ ☐ ☐
Foram analisadas as suas causas? ☒ ☐ ☐
Foram aplicadas medidas corretivas e de prevenção em resultado da análise das causas detetadas? ☒ ☐ ☐
Medidas de estrutura difíceis de implementar (via
pública)
A avaliação de riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores é atualizada com base nesses
resultados?
☒ ☐ ☐
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 40
3. Vigilância da Saúde
Sim Não N/A Observações
Existe médico do trabalho? ☒ ☐ ☐
Foram realizados exames médicos de admissão aos trabalhadores? ☒ ☐ ☐
Existem fichas clínicas dos trabalhadores? ☒ ☐ ☐
São realizados os exames de saúde de vigilância médica com a periodicidade legalmente prevista? ☒ ☐ ☐ Assegurados por serviço externo
4. Consulta, formação e informação aos trabalhadores
Sim Não N/A Observações
Os trabalhadores e seus representantes foram consultados, por escrito, no âmbito da SST (pelo menos
1x ano)?
☐ ☒ ☐
Todos os trabalhadores e seus representantes dispõem de informação atualizada sobre:
- Riscos para a segurança e para a saúde? ☒ ☐ ☐
- Medidas de prevenção e proteção/ forma como se aplicam? ☒ ☐ ☐
- Medidas e instruções a adotar em caso de perigo grave e eminente? ☒ ☐ ☐
- Medidas de emergência de combate a incêndios, evacuação e 1ºs socorros? ☒ ☐ ☐
Todos os trabalhadores receberam formação adequada sobre segurança e saúde no trabalho, tendo em
atenção o posto de trabalho?
☒ ☐ ☐
É verificada previamente a experiência e qualificações dos trabalhadores, para operações específicas ou
postos de trabalho com risco elevado?
☐ ☐ ☒
São realizadas ações de formação e de aperfeiçoamento profissional adequadas a trabalhadores
deficientes, com doença crónica, ou capacidade reduzida?
☐ ☐ ☒
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 41
Foi realizada formação adequada com instruções a aplicar no caso de evacuação e emergência a todos
os trabalhadores?
☐ ☒ ☐
Plano Emergência a ser elaborado para
implementação (por outra empresa)
5. Emergência e primeiros socorros, evacuação de trabalhadores e combate a incêndios
Sim Não N/A Observações
Existe Plano de Emergência? ☐ ☒ ☐
A ser elaborado e na SEDE a ser revisto (por
outra empresa)
São realizados simulacros periodicamente, sendo os resultados analisados? ☐ ☒ ☐
Existem trabalhadores designados para a função e procedimentos de execução das atividades? ☐ ☒ ☐
Existe sistema de combate a incêndios? ☒ ☐ ☐
Existem materiais de combate a incêndios? ☒ ☐ ☐
Existem materiais de deteção e de alarme de incêndios? ☒ ☐ ☐
Existem sistemas de prestação de 1ºs socorros (materiais e humanos)? ☒ ☐ ☐
Existe sistema de evacuação em caso de sinistro, adequado à dimensão e perigosidade da empresa? ☒ ☐ ☐
Existem materiais de primeiros socorros? ☒ ☐ ☐
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 42
Observações
Não Conformidades:
- Consulta aos trabalhadores não realizada (apesar de haver formação/ informação e diálogo com os trabalhadores de forma regular, a consulta,
nos moldes legais, não é realizada).
- Não existe Plano de Emergência no Centro de Dia (a ser elaborado para implementação) e no Lar (a aguardar a mudança de instalações para
elaboração).
- O Plano de Emergência da SEDE não está ajustado à realidade do local (mas está a ser revisto).
Propostas de medidas a implementar
Elaboração de questionário de consulta aos trabalhadores.
Elaboração de lista de verificação de visita
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 43
LEGISLAÇÃO APLICÁVEL
Lei nº 7/2009, de 12 de fevereiro
Aprova o Código do Trabalho
Lei nº 102/2009, de 10 de setembro
Regulamenta o regime jurídico da promoção e prevenção da segurança e da saúde no trabalho, de acordo com o previsto no artigo 284º do
Código do Trabalho, no que respeita à prevenção.
Lei nº 3/2014, de 28 de janeiro
Procede à segunda alteração à Lei nº 102/2009, de 10 de setembro, que aprova o regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho,
e à segunda alteração ao Decreto-Lei nº 116/1997, de 12 de maio, que transpõe para a ordem jurídica interna a Diretiva nº 93/103/CE, do
Conselho, de 23 de novembro, relativa às prescrições mínimas de segurança e de saúde no trabalho a bordo dos navios de pesca.
Local, Data Porto, 8 de setembro de 2014 O Técnico
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 44
Anexo II – Lista de Verificação – Visita SST
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 45
Nome: Centro Social
Morada: Rua das Papoilas, 25 - Porto
Setor de Atividade: Lavandaria N.º Trabalhadores: 4
Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data:
C NC N/A
X
X
X
1.4. instalação elétrica sem risco de incêdio/ explosão X
1.5. limpeza geral, organização/ arrumação X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
7.4. produtos higiene (sabão líquido, toalhetes papel ou secador, balde fechado) X
Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93)
1. Áreas de Trabalho
1.1. pé direito mínimo 3m
1.2. área mínima por trabalhador 1,8 m2
1.3. cubagem do ar mínima 11,5 m3
2. Vias de circulação e emergência
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável:
CHECK -LIST - VISITA Susana Santos
1. Caracterização a empresa
2. Análise dos Riscos
3.1. meios de deteção e combate a incêndios em função do espaço
3.2. dispositivos de deteção de incêndio e de alarme
3.3. material de combate a incêndio em estado de funcionamento e sinalizado
4. Ventilação, temperatura, iluminação
4.1. locais de trabalho com ventilação ou arejamento natural
4.2. temperatura adequadas
2.1. vias desobstruídas e em boas condições de uso
2.2. vias e saídas de emergência sinalizadas (iluminação alternativa, se necessário)
2.3. portas de emergência abrem para fora e não fechadas à chave
2.4. vias e escadas seguras com mínimo 1,2 m largura
2.6. acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada
3. Sistemas de detecção e combate a incêndios
2.5. escadas com resguardos/ corrimões (mín. 0,90 m)/ rodapés (mín. 0,14 m)
5.3. janelas/ claraboias/ dispositivos de ventilação com condições de segurança
5.4. portas e portões - posição, número, dimensão e materiais adequados
5.5. saídas de emergência assinaladas
6. Instalações Sociais
6.1. existe local de descanso, com mesas e cadeiras de espaldar
6.2. existe zona para fumadores
4.3. dispõe de iluminação natural
4.4. dispõe de iluminação artificial complementar
5. Isolamento térmico/ pavimento, paredes e tetos/ janelas/ portas e portões
5.1 isolamento térmico compatível com a atividade
5.2. pavimento - fixo, estável, antiderrapante, regular e sem inclinações perigosas
5.3. paredes e tetos - em bom estado e sem evidência de humidades
7. Instalações Sanitárias
7.1. vestiários separados por sexo
7.2. armários por trabalhador
7.3. instalações sanitárias separadas por sexo
08/09/2014
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 46
C NC N/A
X
X
8.3. contactos de emergência (polícia, bombeiros, hospital) X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
8.2. sinalizado e de fácil acesso
Equipamentos (Decreto-Lei n.º 50/2005)
1. adequados ao trabalho
2. adaptados ao trabahador
3. manutenção, seus registos e relatórios (mín 2 anos)
4. comandos visíveis e identificados
8. Primeiros Socorros
8.1. material de 1ºs socorros adequado
Equipamentos dotados de visor (Decreto-Lei n.º 349/93 e Portaria n.º 989/93)
1 Visores dos postos de trabalho
1.1. carateres claros, imagem estável
1.2. iluminação/ contraste, orientação/ inclinação reguláveis
2. Teclados
2.1. inclinação regulável e espaço de apoio de braços e mãos
5. comando de corte de energia
6. equipamentos fixo e estabilizado
7. dispositivos de extração/ retenção (gases, vapores ou líquidos) eficazes
8. proteções nos elementos móveis
9. sinalização de segurança adequada
10. instalação em espaço livre suficiente
5. Cadeira de trabalho
5.1. estável e de altura ajustável
5.2. espaldar (costa) regulável em altura e inclinação
6. Posto de trabalho
6.1. permite mudanças de posição e movimentos
6.2. iluminação adequada
2.2. superfície baça e teclas com símbolos legíveis
3. Mesas de trabalho
3.1. permite disposição flexível do visor, teclado, documentos e material acessório
3.2. não refletor de luminosidade
4. Suporte de documentos
4.1. estável e regulável
6.3. não provoca reflexos no visor
6.4. respeita valores limite de ruído, calor, radiações, e humidade
6.5. janelas com dispositivo de ajuste da luz do dia
OBSERVAÇÕES: 7. Extrator de vapores por cima da tábua de engomar.
OBSERVAÇÕES:
OBSERVAÇÕES: 1.5. O local encontra-se desarrumado/ desorganizado; Os produtos de limpeza não estão armazenados em local mais adequado; não existe
armário fechado para o efeito. 4.1. e 4.2. Estabelecimento comercial que mantém a porta aberta; apesar de ter janelas para arejamento, calandra e a tábua de
engomar fazem com que o espaço seja mais quente que o desejado. 7.3. WC único (apenas trabalhadoras F) e não identificado. 8.1. Necessária a substituição de
materiais fora da validade.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 47
C NC N/A
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
3. informação sobre os riscos e formação sobre a sua utilização
Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93)
1. Meios seguros para MMC
1.1. objetos com pegas para serem agarrados com facilidade
1.2. objetos livres de elementos cortantes
1.3. forma e dimensão facilita a manipulação
Equipamentos Proteção Individual (Decreto-Lei n.º 348/93 e Portaria n.º 988/93)
1. conforme as normas da SST e em bom estado de conservação
2. adequados aos riscos e ao trabalhador (uso pessoal), usados corretamente
1.1. adequada aos riscos
1.2. afixada de forma clara
1.3. formação em sinalização
Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008)
1.4. uso de calçado apropriado para evitar esmagamento dos membros inferiores
1.5. meios mecânicos para evitar a MMC
3. Medidas de prevenção
3.1. períodos suficientes de descanço/ recuperação
3.2. formação em MMC
3.3. informação sobre riscos associados em MMC
OBSERVAÇÕES: 1.1. Não existem procedimentos de prevenção.
2.4. bocas de incêndio
2.5 aspersores/ "sprinklers"
OBSERVAÇÕES: As trabalhadoras usam batas de proteção a derrames.
OBSERVAÇÕES: 1.4. Para o manuseamento dos detergentes das máquinas, seria conveniente o uso de calçado de proteção.
3.3. Apesar das ações de formação, no local não existe nenhum cartaz de sensibilização.
OBSERVAÇÕES:
2. Meios de intervenção
2.1. extintores portáteis/ móveis adequados aos riscos, sinalizados, desobstruídos
2.1.1. distância máxima de 30mt (1 p/ 200m2
, mím. 2)
2.1.2. manípulo, no máximo, a 1,2 m do pavimento
2.2. mantas ignífugas (cozinhas)
2.3. RIA (rede incêndio armada)
1. Medidas de autoproteção
1.1. procedimentos/ planos de prevenção
1.2. procedimentos/ planos de emergência
1.3. registos de vistoria/ manutenção em SCIE
1.4. formação em SCIE
1.5. simulacros
Sinalização de Segurança (Decreto-Lei n.º 141/95 + Portaria n.º 1456-A/95)
1. Sinalização de Segurança
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 48
Nome: Centro Social
Morada: Rua das Rosas, 55
Setor de Atividade: Centro de Dia N.º Trabalhadores: 5
Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data:
C NC N/A
X
X
X
1.4. instalação elétrica sem risco de incêdio/ explosão X
1.5. limpeza geral, organização/ arrumação X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
7.4. produtos higiene (sabão líquido, toalhetes papel ou secador, balde fechado) X
08/09/2014
7. Instalações Sanitárias
7.1. vestiários separados por sexo
7.2. armários por trabalhador
7.3. instalações sanitárias separadas por sexo
5.3. janelas/ claraboias/ dispositivos de ventilação com condições de segurança
5.4. portas e portões - posição, número, dimensão e materiais adequados
5.5. saídas de emergência assinaladas
6. Instalações Sociais
6.1. existe local de descanso, com mesas e cadeiras de espaldar
6.2. existe zona para fumadores
4.3. dispõe de iluminação natural
4.4. dispõe de iluminação artificial complementar
5. Isolamento térmico/ pavimento, paredes e tetos/ janelas/ portas e portões
5.1 isolamento térmico compatível com a atividade
5.2. pavimento - fixo, estável, antiderrapante, regular e sem inclinações perigosas
5.3. paredes e tetos - em bom estado e sem evidência de humidades
3.1. meios de deteção e combate a incêndios em função do espaço
3.2. dispositivos de deteção de incêndio e de alarme
3.3. material de combate a incêndio em estado de funcionamento e sinalizado
4. Ventilação, temperatura, iluminação
4.1. locais de trabalho com ventilação ou arejamento natural
4.2. temperatura adequadas
2.1. vias desobstruídas e em boas condições de uso
2.2. vias e saídas de emergência sinalizadas (iluminação alternativa, se necessário)
2.3. portas de emergência abrem para fora e não fechadas à chave
2.4. vias e escadas seguras com mínimo 1,2 m largura
2.6. acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada
3. Sistemas de detecção e combate a incêndios
2.5. escadas com resguardos/ corrimões (mín. 0,90 m)/ rodapés (mín. 0,14 m)
Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93)
1. Áreas de Trabalho
1.1. pé direito mínimo 3m
1.2. área mínima por trabalhador 1,8 m2
1.3. cubagem do ar mínima 11,5 m3
2. Vias de circulação e emergência
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável:
CHECK -LIST - VISITA Susana Santos
1. Caracterização a empresa
2. Análise dos Riscos
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 49
C NC N/A
X
X
8.3. contactos de emergência (polícia, bombeiros, hospital) X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
8.2. sinalizado e de fácil acesso
OBSERVAÇÕES: 1.1. O refeitório não tem pé-direito mínimo de estrutura (edifício antigo). 2.4. Ausência de proteções anti-
derrapantes nas escadas. 4.4. Sistemas de iluminação sem proteção. 8.1. Necessária a substituição de materiais fora da
validade. 8.2. Não sinalizado.
Equipamentos (Decreto-Lei n.º 50/2005)
1. adequados ao trabalho
2. adaptados ao trabahador
3. manutenção, seus registos e relatórios (mín 2 anos)
8. Primeiros Socorros
8.1. material de 1ºs socorros adequado
10. instalação em espaço livre suficiente
OBSERVAÇÕES:
Equipamentos dotados de visor (Decreto-Lei n.º 349/93 e Portaria n.º 989/93)
1 Visores dos postos de trabalho
1.1. carateres claros, imagem estável
1.2. iluminação/ contraste, orientação/ inclinação reguláveis
4. comandos visíveis e identificados
5. comando de corte de energia
6. equipamentos fixo e estabilizado
7. dispositivos de extração/ retenção (gases, vapores ou líquidos) eficazes
8. proteções nos elementos móveis
9. sinalização de segurança adequada
4. Suporte de documentos
4.1. estável e regulável
5. Cadeira de trabalho
5.1. estável e de altura ajustável
5.2. espaldar (costa) regulável em altura e inclinação
6. Posto de trabalho
2. Teclados
2.1. inclinação regulável e espaço de apoio de braços e mãos
2.2. superfície baça e teclas com símbolos legíveis
3. Mesas de trabalho
3.1. permite disposição flexível do visor, teclado, documentos e material acessório
3.2. não refletor de luminosidade
6.1. permite mudanças de posição e movimentos
6.2. iluminação adequada
6.3. não provoca reflexos no visor
6.4. respeita valores limite de ruído, calor, radiações, e humidade
6.5. janelas com dispositivo de ajuste da luz do dia
OBSERVAÇÕES:
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 50
C NC N/A
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Equipamentos Proteção Individual (Decreto-Lei n.º 348/93 e Portaria n.º 988/93)
1. conforme as normas da SST e em bom estado de conservação
2. adequados aos riscos e ao trabalhador (uso pessoal), usados corretamente
3. informação sobre os riscos e formação sobre a sua utilização
OBSERVAÇÕES:
Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93)
3.2. formação em MMC
3.3. informação sobre riscos associados em MMC
OBSERVAÇÕES: 1.4. No transporte e manipulação das marmitas de refeições existe o risco de queda de objetos.
Sinalização de Segurança (Decreto-Lei n.º 141/95 + Portaria n.º 1456-A/95)
1. Meios seguros para MMC
1.1. objetos com pegas para serem agarrados com facilidade
1.2. objetos livres de elementos cortantes
1.3. forma e dimensão facilita a manipulação
1.4. uso de calçado apropriado para evitar esmagamento dos membros inferiores
1.5. meios mecânicos para evitar a MMC
2.4. bocas de incêndio
2.5 aspersores/ "sprinklers"
OBSERVAÇÕES: 1.1. Não tem procedimentos de prevenção. 1.3. Não tem registos.
2. Meios de intervenção
2.1. extintores portáteis/ móveis adequados aos riscos, sinalizados, desobstruídos
2.1.1. distância máxima de 30m (1 p/ 200m2
, mím. 2)
2.1.2. manípulo, no máximo, a 1,2 m do pavimento
2.2. mantas ignífugas (cozinhas)
2.3. RIA (rede incêndio armada)
1. Medidas de autoproteção
1.1. procedimentos/ planos de prevenção
1.2. procedimentos/ planos de emergência
1.3. registos de vistoria/ manutenção em SCIE
1.4. formação em SCIE
1.5. simulacros
1. Sinalização de Segurança
1.1. adequada aos riscos
1.2. afixada de forma clara
1.3. formação em sinalização
OBSERVAÇÕES:
Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008)
3. Medidas de prevenção
3.1. períodos suficientes de descanço/ recuperação
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 51
Nome: Centro Social
Morada: Rua das Papoilas, 37
Setor de Atividade: Lar N.º Trabalhadores: 5
Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data:
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
7.4. produtos higiene (sabão líquido, toalhetes papel ou secador, balde fechado) X
09/09/2014
1.4. instalação elétrica sem risco de incêdio/ explosão
1.5. limpeza geral, organização/ arrumação
7. Instalações Sanitárias
7.1. vestiários separados por sexo
7.2. armários por trabalhador
7.3. instalações sanitárias separadas por sexo
5.3. janelas/ claraboias/ dispositivos de ventilação com condições de segurança
5.4. portas e portões - posição, número, dimensão e materiais adequados
5.5. saídas de emergência assinaladas
6. Instalações Sociais
6.1. existe local de descanso, com mesas e cadeiras de espaldar
6.2. existe zona para fumadores
4.3. dispõe de iluminação natural
4.4. dispõe de iluminação artificial complementar
5. Isolamento térmico/ pavimento, paredes e tetos/ janelas/ portas e portões
5.1 isolamento térmico compatível com a atividade
5.2. pavimento - fixo, estável, antiderrapante, regular e sem inclinações perigosas
5.3. paredes e tetos - em bom estado e sem evidência de humidades
3.1. meios de deteção e combate a incêndios em função do espaço
3.2. dispositivos de deteção de incêndio e de alarme
3.3. material de combate a incêndio em estado de funcionamento e sinalizado
4. Ventilação, temperatura, iluminação
4.1. locais de trabalho com ventilação ou arejamento natural
4.2. temperatura adequadas
2.1. vias desobstruídas e em boas condições de uso
2.2. vias e saídas de emergência sinalizadas (iluminação alternativa, se necessário)
2.3. portas de emergência abrem para fora e não fechadas à chave
2.4. vias e escadas seguras com mínimo 1,2 m largura
2.6. acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada
3. Sistemas de detecção e combate a incêndios
2.5. escadas com resguardos/ corrimões (mín. 0,90 m)/ rodapés (mín. 0,14 m)
Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93)
1. Áreas de Trabalho
1.1. pé direito mínimo 3m
1.2. área mínima por trabalhador 1,8 m2
1.3. cubagem do ar mínima 11,5 m3
2. Vias de circulação e emergência
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável:
CHECK -LIST - VISITA Susana Santos
1. Caracterização a empresa
2. Análise dos Riscos
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 52
C NC N/A
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
8.2. sinalizado e de fácil acesso
OBSERVAÇÕES: 2.4. Falta de proteções antiderrapantes nas escadas; 4.4. Sistemas de iluminação sem proteção. 5.2. O
pavimento da cozinha apresenta irregularidades (faltam algumas peças de tijoleira). 8.1. Necessária a substituição de
materiais fora da validade.
Equipamentos (Decreto-Lei n.º 50/2005)
1. adequados ao trabalho
2. adaptados ao trabahador
3. manutenção, seus registos e relatórios (mín 2 anos)
8. Primeiros Socorros
8.1. material de 1ºs socorros adequado
10. instalação em espaço livre suficiente
OBSERVAÇÕES: Elevador para utentes.
Equipamentos dotados de visor (Decreto-Lei n.º 349/93 e Portaria n.º 989/93)
1 Visores dos postos de trabalho
1.1. carateres claros, imagem estável
1.2. iluminação/ contraste, orientação/ inclinação reguláveis
4. comandos visíveis e identificados
5. comando de corte de energia
6. equipamentos fixo e estabilizado
7. dispositivos de extração/ retenção (gases, vapores ou líquidos) eficazes
8. proteções nos elementos móveis
9. sinalização de segurança adequada
4. Suporte de documentos
4.1. estável e regulável
5. Cadeira de trabalho
5.1. estável e de altura ajustável
5.2. espaldar (costa) regulável em altura e inclinação
6. Posto de trabalho
2. Teclados
2.1. inclinação regulável e espaço de apoio de braços e mãos
2.2. superfície baça e teclas com símbolos legíveis
3. Mesas de trabalho
3.1. permite disposição flexível do visor, teclado, documentos e material acessório
3.2. não refletor de luminosidade
6.1. permite mudanças de posição e movimentos
6.2. iluminação adequada
6.3. não provoca reflexos no visor
6.4. respeita valores limite de ruído, calor, radiações, e humidade
6.5. janelas com dispositivo de ajuste da luz do dia
OBSERVAÇÕES: 5.1. e 5.2. A cadeira da receção não é ergonómica (quase sem utilização).
8.3. contactos de emergência (polícia, bombeiros, hospital)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 53
C NC N/A
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Equipamentos Proteção Individual (Decreto-Lei n.º 348/93 e Portaria n.º 988/93)
1. conforme as normas da SST e em bom estado de conservação
2. adequados aos riscos e ao trabalhador (uso pessoal), usados corretamente
3. informação sobre os riscos e formação sobre a sua utilização
OBSERVAÇÕES:
Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93)
Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008)
3. Medidas de prevenção
3.1. períodos suficientes de descanço/ recuperação
3.2. formação em MMC
3.3. informação sobre riscos associados em MMC
OBSERVAÇÕES: Só há uma auxiliar por turno pelo que as pausas são efetuadas quando possível; por norma são suficientes.
Sinalização de Segurança (Decreto-Lei n.º 141/95 + Portaria n.º 1456-A/95)
1. Meios seguros para MMC
1.1. objetos com pegas para serem agarrados com facilidade
1.2. objetos livres de elementos cortantes
1.3. forma e dimensão facilita a manipulação
1.4. uso de calçado apropriado para evitar esmagamento dos membros inferiores
1.5. meios mecânicos para evitar a MMC
2.4. bocas de incêndio
2.5. aspersores/ "sprinklers"
OBSERVAÇÕES: 1.1. Não tem plano de prevenção. 1.2. Não tem procedimentos de emergência. 1.3. Não tem registos. 2.1. a
necessitar de manutenção (em atraso desde jun/2014)
2. Meios de intervenção
2.1. extintores portáteis/ móveis adequados aos riscos, sinalizados, desobstruídos
2.1.1. distância máxima de 30m (1 p/ 200m2
, mím. 2)
2.1.2. manípulo, no máximo, a 1,2 m do pavimento
2.2. mantas ignífugas (cozinhas)
2.3. RIA (rede incêndio armada)
1. Medidas de autoproteção
1.1. procedimentos/ planos de prevenção
1.2. procedimentos/ planos de emergência
1.3. registos de vistoria/ manutenção em SCIE
1.4. formação em SCIE
1.5. simulacros
1. Sinalização de Segurança
1.1. adequada aos riscos
1.2. afixada de forma clara
1.3. formação em sinalização
OBSERVAÇÕES:
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 54
Nome: Centro Social
Morada: Rua das Pombas, 79
Setor de Atividade: Sede, SAD, Infantário N.º Trabalhadores: 44
Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data:
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
7.4. produtos higiene (sabão líquido, toalhetes papel ou secador, balde fechado) X
1.4. instalação elétrica sem risco de incêdio/ explosão
1.5. limpeza geral, organização/ arrumação
7. Instalações Sanitárias
7.1. vestiários separados por sexo
7.2. armários por trabalhador
7.3. instalações sanitárias separadas por sexo
5.3. janelas/ claraboias/ dispositivos de ventilação com condições de segurança
5.4. portas e portões - posição, número, dimensão e materiais adequados
5.5. saídas de emergência assinaladas
6. Instalações Sociais
6.1. existe local de descanso, com mesas e cadeiras de espaldar
6.2. existe zona para fumadores
4.3. dispõe de iluminação natural
4.4. dispõe de iluminação artificial complementar
5. Isolamento térmico/ pavimento, paredes e tetos/ janelas/ portas e portões
5.1. isolamento térmico compatível com a atividade
5.2. pavimento - fixo, estável, antiderrapante, regular e sem inclinações perigosas
5.3. paredes e tetos - em bom estado e sem evidência de humidades
3.1. meios de deteção e combate a incêndios em função do espaço
3.2. dispositivos de deteção de incêndio e de alarme
3.3. material de combate a incêndio em estado de funcionamento e sinalizado
4. Ventilação, temperatura, iluminação
4.1. locais de trabalho com ventilação ou arejamento natural
4.2. temperatura adequadas
2.1. vias desobstruídas e em boas condições de uso
2.2. vias e saídas de emergência sinalizadas (iluminação alternativa, se necessário)
2.3. portas de emergência abrem para fora e não fechadas à chave
2.4. vias e escadas seguras com mínimo 1,2 m largura
2.6. acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada
3. Sistemas de detecção e combate a incêndios
2.5. escadas com resguardos/ corrimões (mín. 0,90 m)/ rodapés (mín. 0,14 m)
Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93)
1. Áreas de Trabalho
1.1. pé direito mínimo 3m
1.2. área mínima por trabalhador 1,8 m2
1.3. cubagem do ar mínima 11,5 m3
2. Vias de circulação e emergência
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável:
CHECK -LIST - VISITA Susana Santos
1. Caracterização a empresa
2. Análise dos Riscos
25/09/2014
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 55
C NC N/A
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
8.2. sinalizado e de fácil acesso
OBSERVAÇÕES: 2.3. Uma das saídas de emergência encontra-se obstruída (piso 0); 2.4. A escada interior de acesso à
secretaria não tem corrimão de apoio e a escadaria do piso 2 para o piso 1 não tem proteção anti-derrapante; 4.4.
Sistemas de iluminação sem proteção; 8.1. Necessária a substituição de materiais fora da validade.
Equipamentos (Decreto-Lei n.º 50/2005)
1. adequados ao trabalho
2. adaptados ao trabahador
3. manutenção, seus registos e relatórios (mín 2 anos)
8. Primeiros Socorros
8.1. material de 1ºs socorros adequado
10. instalação em espaço livre suficiente
OBSERVAÇÕES:
Equipamentos dotados de visor (Decreto-Lei n.º 349/93 e Portaria n.º 989/93)
1 Visores dos postos de trabalho
1.1. carateres claros, imagem estável
1.2. iluminação/ contraste, orientação/ inclinação reguláveis
4. comandos visíveis e identificados
5. comando de corte de energia
6. equipamentos fixo e estabilizado
7. dispositivos de extração/ retenção (gases, vapores ou líquidos) eficazes
8. proteções nos elementos móveis
9. sinalização de segurança adequada
4. Suporte de documentos
4.1. estável e regulável
5. Cadeira de trabalho
5.1. estável e de altura ajustável
5.2. espaldar (costa) regulável em altura e inclinação
6. Posto de trabalho
2. Teclados
2.1. inclinação regulável e espaço de apoio de braços e mãos
2.2. superfície baça e teclas com símbolos legíveis
3. Mesas de trabalho
3.1. permite disposição flexível do visor, teclado, documentos e material acessório
3.2. não refletor de luminosidade
6.1. permite mudanças de posição e movimentos
6.2. iluminação adequada
6.3. não provoca reflexos no visor
6.4. respeita valores limite de ruído, calor, radiações, e humidade
6.5. janelas com dispositivo de ajuste da luz do dia
OBSERVAÇÕES: 6.2. Algumas divisões não têm proteções na iluminação artificial.
8.3. contactos de emergência (polícia, bombeiros, hospital)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 56
C NC N/A
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
C NC N/A
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Equipamentos Proteção Individual (Decreto-Lei n.º 348/93 e Portaria n.º 988/93)
1. conforme as normas da SST e em bom estado de conservação
2. adequados aos riscos e ao trabalhador (uso pessoal), usados corretamente
3. informação sobre os riscos e formação sobre a sua utilização
OBSERVAÇÕES:
Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93)
OBSERVAÇÕES: 1.2. Alguma sinalização do caminho de evacuação pode suscitar dúvidas em caso de emergência e as
plantas não estão atualizadas.
Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008)
3. Medidas de prevenção
3.1. períodos suficientes de descanço/ recuperação
3.2. formação em MMC
3.3. informação sobre riscos associados em MMC
OBSERVAÇÕES: 1.3. a 1.5. No caso do transporte das marmitas (refeições) o percurso a percorrer do carro de transporte às instalações
e vice-versa é irregular, distante devido à dificuldade de acesso e não é apoiado por meios mecânicos.
Sinalização de Segurança (Decreto-Lei n.º 141/95 + Portaria n.º 1456-A/95)
1. Meios seguros para MMC
1.1. objetos com pegas para serem agarrados com facilidade
1.2. objetos livres de elementos cortantes
1.3. forma e dimensão facilita a manipulação
1.4. uso de calçado apropriado para evitar esmagamento dos membros inferiores
1.5. meios mecânicos para evitar a MMC
2.4. bocas de incêndio
2.5 aspersores/ "sprinklers"
OBSERVAÇÕES: O Plano de emergência apresenta alguma falhas, que estão a ser analisadas.
2. Meios de intervenção
2.1. extintores portáteis/ móveis adequados aos riscos, sinalizados, desobstruídos
2.1.1. distância máxima de 30 m (1 p/ 200m2
, mím. 2)
2.1.2. manípulo, no máximo, a 1,2 m do pavimento
2.2. mantas ignífugas (cozinhas)
2.3. RIA (rede incêndio armada)
1. Medidas de autoproteção
1.1. procedimentos/ planos de prevenção
1.2. procedimentos/ planos de emergência
1.3. registos de vistoria/ manutenção em SCIE
1.4. formação em SCIE
1.5. simulacros
1. Sinalização de Segurança
1.1. adequada aos riscos
1.2. afixada de forma clara
1.3. formação em sinalização
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 57
Anexo III – Relatórios de não-conformidades detetadas
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 58
Nome: Centro Social
Morada: Rua das Papoilas, 25 - Porto
Setor de Atividade: Lavandaria 4
Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data:
Local
16/10/2014
N.º Trabalhadores:
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável:
Relatório Não Conformidades Susana Santos
1. Caracterização a empresa
Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93)
Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar
O local de trabalho encontra-se desarrumado/
desorganizado.
Sugere-se a definição de um espaço para
armazenamento dos produtos, em armário
fechado;
É importante manter o espaço de trabalho
arrumado e organizado, para evitar os riscos
de quedas e tropeções.
A mala de primeiros socorros não se encontra
sinalizada e necessita manutenção (produtos
fora de validade)
Mesa de apoio
Sujere-se a substituição dos produtos fora de
prazo e sinalizar a localização da caixa de
primeiros socorros.
1.5. limpeza geral,
organização/ arrumação
Os produtos de limpeza não estão
armazenados em local mais adequado - não
existe armário fechado para o efeito.
Zona de
circulação
4.1. locais de trabalho com
ventilação ou arejamento
natural
4.2. temperaturas adequadas
Como regra de boas práticas, as instalações
sanitárias deverão ser sinalizadas.
7.3. instalações sanitárias
separadas por sexo
O local apenas tem uma casa de banho e não
se encontra sinalizado
Instalações
sanitárias
Apesar de ter arejamento natural e sistema de
extração de vapores implementado, o mesmo
não é suficiente pois as temperaturas mantêm-
se acima do aconselhável.
Área de
trabalho
É importante reavaliar o sistema implemetado,
efetuado a manutenção do mesmo tendo em
atenção a capacidade de extração, recorrendo
à medição de temperatura e humidade do ar.
8.1. material de 1ºs socorros
adequado
8.2. sinalizado e de fácil
acesso
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 59
Local
Local
Área de
traballho
Local
Área de
trabalho
Assinatura:
Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade
Equipamentos Proteção Individual (Decreto-Lei n.º 348/93 e Portaria n.º 988/93)
Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar
2. adequados aos riscos e ao
trabalhador (uso pessoal),
usados corretamente
Medidas a Implementar
Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008)
1.1. Medidas de Autoproteção -
procedimentos/ planos de
prevenção
Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar
Não existem procedimentos de prevenção
Sugere-se a elaboração dos procedimentos a
adotar em caso de incêndio
Receção de
roupa suja
Sugere-se a substituição da máscara por uma
que proteja de agentes biológicos e vapores
orgânicos (tipo PFF2).
A máscara de proteção não é a adequada aos
agentes a proteger (agentes biológicos e
vapores orgânicos)
1.4. uso de calçado apropriado
para evitar esmagamento dos
membros inferiores
Para a movimentação manual de cargas
existe o risco de queda de objetos,
nomeadamente dos bidons de detergentes e
dos cestos de roupa lavada.
Sugere-se o uso de calçado de proteção de
segurança (com biqueira de aço)
Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 60
Nome: Centro Social
Morada: Rua das Rosas, 55
Setor de Atividade: Centro de Dia N.º Trabalhadores: 5
Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data:
Local
Acesso à cave
Local
Refeitório
Local
Área de
trabalho
Área de
trabalho
Assinatura:
1.3. registos de vistoria/
manutenção em SCIE
1.1. procedimentos/ planos de
prevenção
Não existem registos de vistorias/
manutenções em SCIE
Sugere-se a elaboração do registos de
vistorias/ manutenções em SCIE
Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008)
Identificação de Não Conformidade Medidas a ImplementarLista de Verificação
Não existem procedimentos de prevenção
Sugere-se a elaboração dos procedimentos
de prevenção em SCIE
Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar
1.4. uso de calçado apropriado
para evitar esmagamento dos
membros inferiores
Para a movimentação manual de cargas
existe o risco de queda de objetos,
nomeadamente dos bidons de detergentes e
dos cestos de roupa lavada.
Sugere-se o uso de calçado de proteção de
segurança (com biqueira de aço).
8.1. material de 1ºs socorros
adequado
A mala de primeiros socorros não se encontra
sinalizada e necessita manutenção (produtos
fora de validade).
Armário de
apoio
Sujere-se a substituição dos produtos fora de
prazo e sinalizar a localização da caixa de
primeiros socorros.
Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93)
8.2. sinalizado e de fácil acesso
2.4. vias e escadas seguras com
mínimo 1,2m largura
Ausência de proteções antiderrapantes nas
escadarias
Sugere-se a colocação de proteções
antiderrapantes nas escadas
4.4. dispõe de iluminação
artificial complementar
Ausência de proteções nos focos de
iluminação
Corredores e
Salas de
Atividades
Sugere-se a colocação de proteções nos
focos
16/10/2014
Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93)
Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável:
Relatório Não Conformidades Susana Santos
1. Caracterização a empresa
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 61
Nome: Centro Social
Morada: Rua das Papoilas, 37
Setor de Atividade: Lar N.º Trabalhadores: 5
Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data:
Local
Acesso à cave
Cozinha
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável:
Relatório Não Conformidades Susana Santos
1. Caracterização a empresa
16/10/2014
4.4. dispõe de iluminação
artificial complementar
Ausência de proteções nos focos de
iluminação
Instalações
Sugere-se a colocação de proteções nos
focos
Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93)
Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar
2.4. vias e escadas seguras
com mínimo 1,2m largura
Ausência de proteções antiderrapantes nas
escadarias
Sugere-se a colocação de proteções
antiderrapantes nas escadas
Equipamentos dotados de visor (Decreto-Lei n.º 349/93 e Portaria n.º 989/93)
5.1. estável e de altura
ajustável
5.2. espaldar (costa) regulável
em altura e inclinação
A cadeira de trabalho da receção não é
adequada.
Receção
Apesar do serviço de receção ser esporádico,
sugere-se a substituição da cadeira por uma
ergonómica.
5.2. pavimento - fixo, estável,
antiderrapante, regular e sem
inclinações perigosas
Pavimento danificado
Sugere-se manutenção/ reparação do
pavimento
8.1. material de 1ºs socorros
adequado
A mala de primeiros socorros necessita
manutenção (produtos fora de validade)
Receção
Sugere-se a substituição dos produtos fora de
prazo.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 62
Área de
trabalho
Área de
trabalho
Área de
trabalho
Assinatura:
Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008)
1.1. procedimentos/ planos de
prevenção
Não existe plano de prevenção
Sugere-se a elaboração do plano de
prevenção em SCIE.
Recomenda-se a manutenção dos
equipamentos.
2.1. extintores portáteis/ móveis
adequados aos riscos,
sinalizados, desobstruídos
2.3. RIA (rede incêndio
armada)
Com a manutenção em atraso (jun/2014)
Instalações
1.3. registos de vistoria/
manutenção em SCIE
Não existem registos de vistorias/
manutenções em SCIE
Sugere-se a elaboração do registos de
vistorias/ manutenções em SCIE.
1.2. procedimentos/ planos de
emergência
Não existem procedimentos de emergência
Sugere-se a elaboração dos procedimentos
de emergência em SCIE.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 63
Nome: Centro Social
Morada: Rua das Pombas, 79
Setor de Atividade: Sede, SAD, Infantário N.º Trabalhadores: 44
Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data:
Local
Piso 0 - junto do
ginásio
Piso 0 - Sala de
Costura
Piso 1 - Acesso à
secretaria
Piso 2/ Piso
1
Local
16/10/2014
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável:
Relatório Não Conformidades Susana Santos
1. Caracterização a empresa
Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93)
Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar
2.3. portas de emergência
abrem para fora e não
fechadas à chave
Uma das saídas de emergência do piso 0
encontra-se obstruída.
Sugere-se a desobstrução da saída de
emergência.
Sugere-se a colocação de corrimão e
proteções antiderrapantes na escadaria
Sugere-se a colocação de corrimão de apoio
na escada
Sugere-se a colocação de proteções
antiderrapantes na escadaria
8.1. material de 1ºs socorros
adequado
A mala de primeiros socorros necessita
manutenção (produtos fora de validade)
Receção
Sugere-se a substituição dos produtos fora de
prazo
A escada interior de acesso à secretaria não
tem corrimão de apoio
Escadaria sem corrimão e sem proteções
antiderrapantes
A escadaria do piso 2 para o piso 1 não tem
proteção anti-derrapante
2.4. vias e escadas seguras
com mínimo 1,2m largura
4.4. dispõe de iluminação
artificial complementar
Ausência de proteções nos focos de
iluminação
Sótão, Pavilhão
Multiusos, Sala
Esducadoras,
Gabinetes
Administrativos,
Receção
Sugere-se correção
Equipamentos dotados de visor (Decreto-Lei n.º 349/93 e Portaria n.º 989/93)
Ausência de proteções nos focos de
iluminação
Gabinetes
Administrativos
Sugere-se a colocação de proteções nos
focos
Lista de Verificação
6.2. iluminação adequada
Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 64
Local
SAD
SAD
SAD
Local
Todos os pisos
Assinatura:
Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar
1.2. afixada de forma clara
Detetada sinalização dos caminhos de
evacuação colocada de forma confusa.e as
plantas de emergência desatualizadas
Sugere-se a revisão urgente do plano de
emergência implementado.
Sinalização de Segurança (Decreto-Lei n.º 141/95 + Portaria n.º 1456-A/95)
Lista de Verificação Medidas a Implementar
1.3. forma e dimensão facilita
a manipulação
1.4. uso de calçado
apropriado para evitar
esmagamento dos membros
inferiores
1.5. meios mecânicos para
evitar a MMC
Identificação de Não Conformidade
No caso do transporte das marmitas
(refeições) o percurso a percorrer do carro de
transporte às instalações e vice-versa é
irregular, distante devido à dificuldade de
acesso e não é apoiado por meios mecânicos.
Como é díficil a implementação de uma
correção estrutural, sugere-se a rotatividade
frequente desta tarefa regularmente entre os
trabalhadores destacados para a mesma e o
uso de calçado de proteção apropriado
Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 65
Anexo IV – Brochura ‘como evitar acidentes e doenças profissionais’
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 66
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 67
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 68
Anexo V – Inquérito de Consulta aos Trabalhadores
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 69
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 70
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 71
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 72
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 73
Anexo VI – Cartaz de Prevenção para a Lavandaria Social
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 74
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 75
Anexo VII – Avaliação de Riscos
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 76
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 4
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Choque elétrico
Eletrização/
Queimaduras/
Paragem
respiratória/
Tetanização
Sistema de proteção elétrica
implementado (disjuntores,
ligação à terra, cabos
elétricos em bom estado)
0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas
Situação a manter
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de
gases/ Morte
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 6 15 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Não urgente mas
deve corrigir-se
Longos periodos
de tempo na
posição em pé
Más posturas/
Posturas forçadas
Lesões músculo-
esqueléticas
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Disponibilização de banco de apoio
para posição de pé/ Conhecer e
cumprir o Guia de Boas Práticas/
Uso de meias de descanço/
Formação específica em MMC e
posturas corretas
Situação a manter
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Centro Social
Lavandaria
Receção
Contacto direto
com caixa
registadora/
Telefone com
instalação
elétrica
danificada
Atendimento ao
público/
Atendimento
telefónico
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 77
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 4
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Contacto direto
com roupa suja
Contaminação por
agentes biológicos
e vapores
orgânicos
Infeções/
Náuseas/
Desmaio
Luvas/ Máscara de proteção
contra agentes biológicos
10 6 5 300 Alta
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Substituição da máscara
utilizada por uma com proteção a
agentes biológicos e vapores
orgânicos, para além do uso das
luvas
Correção imediata
Desorganização
do local de
trabalho
Quedas ao mesmo
nível
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 10 5 25 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Manter o local de trabalho
arrumdo e organizado
Não urgente mas
deve corrigir-se
Má utilização/
manuseamento
incorreto de
detergentes/
produtos químicos
Inalação/ contacto
direto com a pele
Náuseas/
Intoxicações/
Lesões oculares/
Alergias/
Irritações
cutâneas
Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Utilização de óculos de
proteção, para além do uso das
luvas
Situação a manter
Manuseamento
incorreto das
embalagens dos
detergentes ao
colocar nas
máquinas
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Apoiar com meios
mecânicos/ Formação específica em
MMC e posturas corretas
Não urgente mas
deve corrigir-se
Incorreta
colocação da
roupa nas
máquinas por
estas estarem
demasiados baixas
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
Rotação de funções mensal 6 6 5 180 Substâncial
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Apoiar com meios
mecânicos/ Pausas regulares/
Rotatividade de funções mais
frequente/ Formação específica em
MMC e posturas corretas
Correção urgente
Centro Social
Lavandaria
Lavandaria
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Receção e
manuseamento de
roupa suja
Lavagem/ Secagem
da roupa
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 78
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 4
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Pavimento
escorregadio
devido à
humidade ou
derrames de
detergentes/ água
Quedas ao mesmo
nível
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas
Situação a manter
Avaria/ Curto-
circuito do
sistema elétrico
do equipamento
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de gases
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 0,5 15 3,75 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Situação a manter
Desorganização
do local de
trabalho
Quedas ao mesmo
nível
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 10 5 25 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Manter o local de trabalho
arrumdo e organizado
Não urgente mas
deve corrigir-se
Engomadoria de
roupa
Movimentos
incorretos ao
pegar na roupa do
cesto para a tábua
de engomar
Posturas forçadas
(de pé e dos
braços)
Lesões musculo-
esqueléticas
Rotação de funções mensal 6 6 5 180 Substâncial
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Apoiar com meios
mecânicos e com base de apoio mais
elevada para as cestas da roupa a
engomar/ Pausas regulares/
Rotatividade de funções mais
frequente/ Uso de meias de
descanço/ Formação específica em
MMC e posturas corretas
Correção urgente
Lavandaria
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Lavagem/ Secagem
da roupa (cont.)
Centro Social
Lavandaria
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 79
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 4
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Má regulação da
temperatura do
ferro ou
manuseamento
incorreto do
mesmo
Exposição a
Temperauras
elevada do ferro
Queimaduras - 3 10 1 30 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas
Não urgente mas
deve corrigir-se
Exposição aos
vapores do ferro
de engomar
Desconforto
térmico
Sudação/ Mal-
estar/ Desmaio/
Irritação
Sistema de extração de
vapores / Porta da frente e
postigos das traseitras
abertos
3 10 5 150 Substâncial
Medição e monitorização do ar e
humidade/ Implementação de um
sistema de ventilação complementar
(ventoinhas para forçar a
movimentação do ar)/ Manutenção
do sistema implementado, de
preferência aumentar a potência de
extração
Correção urgente
Avaria/ Curto-
circuito do
sistema elétrico
do equipamento
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de gases
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 0,5 15 3,75 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Situação a manter
Desorganização
do local de
trabalho
Quedas ao mesmo
nível
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 10 5 25 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Manter o local de trabalho
arrumdo e organizado
Não urgente mas
deve corrigir-se
Centro Social
Lavandaria
Lavandaria
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Engomadoria de
roupa (cont.)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 80
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 4
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Exposição a
temperaturas mais
altas em relação ao
recomendado,
devido ao calor
emanado das
máquinas em
funcionamento
Desconforto
térmico
Sudação/ Frio/
Mal-estar/
Desmaio/
Irritação/
Redução da
produtividade
Sistema de extração de
vapores / Porta da frente e
postigos das traseitras
abertos
3 10 5 150 Substâncial
Medição e monitorização do ar e
humidade/ Implementação de um
sistema de ventilação complementar
(ventoinhas para forçar a
movimentação do ar)/ Manutenção
do sistema implementado, de
preferência aumentar a potência de
extração
Correção urgente
Iluminação
insuficiente devido
a avaria do sistema
de iluminação
existente
Exposição a
Iluminação
insuficiente
Fadiga Visual e
Ocular/ Dores de
Cabeça/ Postuas
incorretas
Armaduras + lâmpadas
fluorescentes
0,5 10 1 5 Aceitável
Medições de iluminância/
Manutençao e limpeza regular das
armaduras
Situação a manter
Realização de
tarefas repetitivas
em ambientes não
ideiais (iluminação,
desconforto
térmico)
Psicossociais
Irritação/
Cansaço/
Esgotamento
- 0,5 10 5 25 Moderada
Apoio social e/ou psicológico/
Formação em gestão de stress e
posturas/ Reorganização
ergonómica do posto de trabalho/
Formação específica em MMC e
posturas corretas
Não urgente mas
deve corrigir-se
Curto-circuito no
sistema elétrico
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de
gases/ Morte
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 0,5 15 3,75 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Situação a manter
Desorganização do
local de trabalho
Quedas ao
mesmo nível/
Tropeções
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 10 5 25 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Manter o local de trabalho
arrumdo e organizado
Não urgente mas
deve corrigir-se
Centro Social
Lavandaria
Instalações Gerais
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Presença e
circulação nas
instalações
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 81
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 4
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Má utilização/
manuseamento
incorreto de
detergentes para
higienização e
desinfeção das
instalações
Inalação,
contacto direto
com a pele
Náuseas/
Intoxicações/
Alergias/
Irritações
cutâneas
Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas
Situação a manter
Pavimento
escorregadio
devido à humidade
ou derrames de
detergentes/ água
Quedas ao
mesmo nível
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Uso de calçado de
proteção antiderrapante
Situação a manter
Manuseamento
incorreto dos
equipamentos de
limpeza (aspirador,
balde, esfregona)
Posturas
forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Apoiar com meios
mecânicos (baldes e acessórios
auxiliados com carro de transporte)
Não urgente mas
deve corrigir-se
Lavagem e limpeza
das instalações
Centro Social
Lavandaria
Instalações Gerais
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 82
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 4
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Quedas ao mesmo
nível (até 2m)/
Tropeções
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Uso de calçado de
proteção antiderrapante
Situação a manter
Queda de
objetos/ Choque
com objetos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Manter o local de trabalho
arrumado e organizado/ Uso de
calçado de proteção
Situação a manter
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de Boas
Práticas/ Apoiar com meios
mecânicos/ Formação específica em
MMC e posturas corretas
Situação a manter
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Receção e
armazenamento
de materiais
Manuseamento
incorreto dos
cestos de roupa/
sacos de roupa/
embalagens dos
produtos de
higiene e outros
Centro Social
Lavandaria
Armazém
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 83
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Posturas
forçadas
Lesões Musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Formação
específica em MMC e posturas
corretas
Não urgente mas deve
corrigir-se
Cortes Lesões múltiplas - 3 6 1 18 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de gases/
Morte
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 3 25 37,5 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Não urgente mas deve
corrigir-se
Eletrização/
Eletrocussão
Queimaduras/
Paragem
respiratória/
Tetanização
Sistema de proteção elétrica
implementado (disjuntores,
ligação à terra, cabos
elétricos em bom estado)
0,5 3 5 7,5 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Situação a manter
Realização das
atividades em
posturas pé/
sentado
Posturas
forçadas
Lesões Musculo-
esqueléticas
- 0,5 3 5 7,5 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Formação
específica em MMC e posturas
corretas
Situação a manter
Contacto com
computadores/
Impressoras com
instalação elétrica
danificada
Centro Social
Centro de Dia
Sala de Atividades e Informática
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Animação e
Atividades com
os utentes
Manuseamento
incorreto dos
materiais de
manualidades -
(Papel, Colas,
Tintas, Tesouras)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 84
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Má utilização/
manuseamento
incorreto de
produtos para
higienização das
instalações
Inalação, contacto
direto com a pele
Náuseas/
Intoxicações/
Alergias/
Irritações
cutâneas
Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Pavimento
escorregadio
devido à
humidade ou
derrames de
detergentes/ água
Quedas ao mesmo
nível
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado de
proteção antiderrapante
Situação a manter
Manuseamento
incorreto dos
equipamentos de
limpeza (aspirador,
balde, esfregona)
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Apoiar com meios
mecânicos (baldes e acessórios
auxiliados com carro de
transporte)
Não urgente mas
deve corrigir-se
Longos periodos
de tempo na
posição em pé
Posturas forçadas
Lesões Musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de meias de
descanço/ Formação específica
em MMC e posturas corretas
Não urgente mas
deve corrigir-se
Utilização de
instrumentos
cortantes/
perfurantes de
forma incorreta
Cortes
Cortes/
Ferimentos/
Infeções/ Alergias
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Contato direto
com Agentes
biológicos/ Fluidos
orgânicos
Contaminação por
agentes biológicos
e orgânicos
Infeções/
Náuseas/
Desmaio
Luvas 3 1 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ uso de máscara
com proteção a agentes biológicos
e orgânicos e uso das luvas
Situação a manter
Centro Social
Centro de Dia
Instalações Gerais
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Lavagem e limpeza
das instalações
Prestação de
cuidados aos
utentes
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 85
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Execução de
tarefas gerais em
ambiente não
climatizado (fora
dos 18° a 22°
ideiais)
Desconforto
térmico por
temperaturas altas,
baixas ou correntes
de ar
Sudação/ Frio/
Mal-estar/
Desmaio/
Irritação
- 0,5 10 1 5 Aceitável
Medição e monitorização do ar e
humidade
Situação a manter
Execução de
tarefas repetitivas
associadas a
iluminação
insuficiente e/ou
desconforto
térmico)
Psicossociais
Cansaço/ Dores
de cabeça/
Irritabilidade/
Esgotamento
- 0,5 10 5 25 Moderada
Apoio social e/ou psicológico/
Formação em gestão de stress/
Reorganização ergonómica do
posto de trabalho/ Formação
específica em MMC e posturas
corretas
Não urgente mas
deve corrigir-se
Avaria do sistema
de iluminação
e/ou lâmpadas
fundidas
Exposição a
iluminação
insuficiente
Fadiga Visual/
Dores de Cabeça
- 3 10 1 30 Moderada
Manutenção e verificação regular
do sistema/ Medições de
iluminância
Não urgente mas
deve corrigir-se
Curto-circuito no
sistema elétrico
danificado
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de
gases/ Morte
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 0,5 50 12,5 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Situação a manter
Circulação em
pavimentos e
escadas sem
proteções
antiderrapantes
Quedas ao mesmo
nível/ Quedas em
altura
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável Proteções antiderrapantes Situação a manter
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Presença e
circulação nas
instalações
Centro Social
Centro de Dia
Instalações Gerais
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 86
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Quedas ao mesmo
nível (até 2m)/
Tropeções
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado de
proteção antiderrapante
Situação a manter
Queda de objetos/
Choque com
objetos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
- 0,5 10 5 25 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manter o local de
trabalho arrumado e organizado/
Uso de calçado de proteção
Não urgente mas
deve corrigir-se
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Apoiar com meios
mecânicos/ Formação específica
em MMC e posturas corretas
Situação a manter
Receção e
armazenamento de
materiais
Manuseamento
incorreto na
receção de
materiais vários
(economato,
produtos de
higiene,…)
Centro Social
Centro de Dia
Armazém
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 87
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Longos periodos de
tempo na posição
de pé
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de meias de
descanço/ Formação específica
em MMC e posturas corretas
Situação a manter
Utilização incorreta
de utensílios de
corte
Contacto direto
com a lâmina de
corte
Cortes/
Ferimentos/
Amputação
- 3 6 1 18 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de
gases/ Morte
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 6 15 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Não urgente mas deve
corrigir-se
Contacto com
superfícies
quentes
Queimaduras - 0,5 6 1 3 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Eletrização (curto-
circuito por avaria
dos
equipamentos)
Eletrização/
Queimaduras/
Paragem
respiratória/
Tetanização
Sistema de proteção elétrica
implementado (disjuntores,
ligação à terra, cabos
elétricos em bom estado)
0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Utilização incorreta
de outros utensílios
de cozinha (tachos,
panelas,…)
Queda dos
utensílos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado
de proteção
Situação a manter
Preparação das
refeições/ lanches
Centro Social
Centro de Dia
Refeitório
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Utiização incorreta
do Fogão/
Microondas/
Outros
equipamentos
eletrónicos para
preparação das
refeições
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 88
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Preparação das
mesas
Manuseamento
incorreto de
Louças/ Talheres/
Copos
Queda de
objetos/ Choque
com objetos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manter o local de
trabalho arrumado e
organizado/ Uso de calçado de
proteção
Situação a manter
Servir as refeições
Manuseamento
incorreto de
Tachos/ Panelas
Salpicos ou
derrames de
substâncias a
temperaturas
elevadas
Queimaduras/
Ferimentos vários
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ uso de luvas de
proteção prorpiadas ao risco
Situação a manter
Químicos/
Projeção de
salpicos
Náuseas/
Intoxicações/
Alergias/
Irritações
cutâneas
Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Apoiar com meios
mecânicos (baldes e acessórios
auxiliados com carro de
transporte)
Não urgente mas deve
corrigir-se
Circulação em
pavimento
molhado/
escorregadio
Quedas ao mesmo
nível/ Choque
com objetos
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manter o local de
trabalho arrumado e
organizado/ Uso de calçado de
proteção antiderrapante
Situação a manter
Centro Social
Centro de Dia
Refeitório
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Manuseamento
incorreto de
produtos de
limpeza e meios de
apoio à limpeza
Lavagem e limpeza
dos
equipamentos/
utensílios
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 89
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Eletrização (curto-
circuito por avaria
dos
equipamentos)
Eletrização/
Queimaduras/
Paragem
respiratória/
Tetanização
Sistema de proteção elétrica
implementado (disjuntores,
ligação à terra, cabos
elétricos em bom estado)
0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 0,5 10 5 25 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Formação
específica em MMC e posturas
corretas
Não urgente mas deve
corrigir-se
Mau
manuseamento de
utensílios de
cozinha sujos
(tachos, panelas,
talheres)
Queda de
objetos/ Choque
com objetos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado
de proteção
Situação a manter
Centro Social
Centro de Dia
Refeitório
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Utilização incorreta
da Máquina Lavar
Loiça e outros
equipamentosLavagem e limpeza
dos
equipamentos/
utensílios (cont.)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 90
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Eletrização
Choque Eletrico/
Queimaduras/
Paragem
respiratória/
Tetanização
Sistema de proteção elétrica
implementado (disjuntores,
ligação à terra, cabos
elétricos em bom estado)
0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de
gases/ Morte
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 3 25 37,5 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Não urgente mas deve
corrigir-se
Longos periodos
de tempo em pé
ou sentado
Posturas
forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 0,5 6 1 3 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de cadeira
ergonómica/ Uso de meias de
descanço/ Formação específica
em MMC e posturas corretas
Situação a manter
Centro Social
Lar
Receção
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Atendimento ao
público/
Atendimento
telefónico
Telefone com
instalação elétrica
danificada
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 91
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Preparação das
mesas
Manuseamento
incorreto de
Louças/ Talheres/
Copos
Queda de
objetos/ Choque
com objetos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manter o local de
trabalho arrumado e
organizado/ Uso de calçado de
proteção
Situação a manter
Servir as
refeições
Manuseamento
incorreto de
Tachos/ Panelas
Salpicos ou
derrames de
substâncias a
temperaturas
elevadas
Queimaduras/
Ferimentos vários
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ uso de luvas de
proteção prorpiadas ao risco
Situação a manter
Contacto com os
produtos químicos
(inalação,
contacto com a
pele)
Náuseas/
Intoxicações/
Alergias/
Irritações
cutâneas
Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Formação
específica em MMC e posturas
corretas
Não urgente mas deve
corrigir-se
Circulação em
pavimento
molhado/
escorregadio
Quedas ao mesmo
nível/ Choque
com objetos
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manter o local de
trabalho arrumado e
organizado/ Uso de calçado de
proteção antiderrapante
Situação a manter
Recolha e
limpeza de
utensílios (cont.)
Mau
manuseamento
de utensílios de
cozinha sujos
(tachos, panelas,
pratos, talheres)
Queda dos
objetos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado
de proteção
Situação a manter
Centro Social
Lar
Sala de Estar/ Refeições
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Manuseamento
incorreto de
produtos de
limpeza e meios
de apoio à
limpeza
Recolha e
limpeza de
utensílios
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 92
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Má utilização/
manuseamento
incorreto de
produtos para
higienização das
instalações
Inalação, contacto
direto com a pele
Náuseas/
Intoxicações/
Alergias/
Irritações
cutâneas
Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Pavimento
escorregadio
devido à humidade
ou derrames de
detergentes/ água
Quedas ao mesmo
nível
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado de
proteção antiderrapante
Situação a manter
Manuseamento
incorreto dos
equipamentos de
limpeza (aspirador,
balde, esfregona)
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Apoiar com meios
mecânicos (baldes e acessórios
auxiliados com carro de
transporte)
Não urgente mas
deve corrigir-se
Centro Social
Lar
Instalações Gerais
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Lavagem e limpeza
das instalações
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 93
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Longos periodos de
tempo na posição
em pé
Posturas forçadas
Lesões Musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de meias de
descanço/ Formação específica
em MMC e posturas corretas
Não urgente mas
deve corrigir-se
Utilização de
instrumentos
cortantes/
perfurantes de
forma incorreta
Corte
Cortes/
Ferimentos/
Infeções/ Alergias
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Contato direto com
Agentes
biológicos/ Fluidos
orgânicos
Contaminação por
agentes biológicos
e orgânicos
Infeções/
Náuseas/
Desmaio
Luvas 3 1 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de máscara
com proteção a agentes biológicos
e orgânicos e uso das luvas
Situação a manter
Presença e
circulação nas
instalações
Execução de
tarefas gerais em
ambiente não
climatizado (fora
dos 18° a 22°
ideiais)
Desconforto
térmico por
temperaturas altas,
baixas ou correntes
de ar
Sudação/ Frio/
Mal-estar/
Desmaio/
Irritação
- 0,5 10 1 5 Aceitável
Medição e monitorização do ar e
humidade
Situação a manter
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Prestação de
cuidados aos
utentes
Centro Social
Lar
Instalações Gerais
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 94
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Execução de
tarefas repetitivas
associadas a
iluminação
insuficiente e/ou
desconforto
térmico)
Psicossociais
Cansaço/ Dores
de cabeça/
Irritabilidade/
Esgotamento
- 0,5 10 5 25 Moderada
Apoio social e/ou psicológico/
Formação em gestão de stress/
Reorganização ergonómica do
posto de trabalho/ Formação
específica em MMC e posturas
corretas
Não urgente mas
deve corrigir-se
Avaria do sistema
de iluminação e/ou
lâmpadas fundidas
Exposição a
Iluminação
insuficiente
Fadiga Visual/
Dores de Cabeça
- 3 10 1 30 Moderada
Manutenção e verificação regular
do sistema/ Medições de
iluminância
Não urgente mas
deve corrigir-se
Curto-circuito no
sistema elétrico
danificado
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de
gases/ Morte
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 0,5 50 12,5 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Situação a manter
Circulação em
pavimentos e
escadas sem
proteções
antiderrapantes
Quedas ao mesmo
nível/ Quedas em
altura
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável Proteções antiderrapantes Situação a manter
Presença e
circulação nas
instalações (cont.)
Centro Social
Lar
Instalações Gerais
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 95
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 1 6 5 30 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Apoio de meios
mecânicos (carros de apoio)
Não urgente mas deve
corrigir-se
Queda de objetos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
- 1 6 5 30 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado
de proteção
Não urgente mas deve
corrigir-se
Derrame/ salpicos
de alimentos
quentes
Queimaduras - 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de
gases/ Morte
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 6 15 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Não urgente mas deve
corrigir-se
Contacto com
superfícies
quentes
Queimaduras - 0,5 6 1 3 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Eletrização (curto-
circuito por avaria
dos
equipamentos)
Eletrização/
Queimaduras/
Paragem
respiratória/
Tetanização
Sistema de proteção elétrica
implementado (disjuntores,
ligação à terra, cabos
elétricos em bom estado)
0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Centro Social
Lar
Cozinha/ Armazém
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Utiização incorreta
do Fogão/
Microondas/
Outros
equipamentos
eletrónicos para
preparação das
refeições
Manuseamento
incorreto da
Marmita (caixa de
transporte das
refeições)
Receção das
marmitas
(refeições)
Preparação das
refeições/ lanches
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 96
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Longos periodos de
tempo na posição
de pé
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de meias de
descanço/ Formação específica
em MMC e posturas corretas
Situação a manter
Utilização incorreta
de utensílios de
corte
Contacto direto
com a lâmina de
corte
Cortes/
Ferimentos/
Amputação
- 3 6 1 18 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Utilização incorreta
de outros utensílios
de cozinha (tachos,
panelas,…)
Queda dos
utensílos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado
de proteção
Situação a manter
Químicos/
Projeção de
salpicos
Náuseas/
Intoxicações/
Alergias/
Irritações
cutâneas
Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Apoiar com meios
mecânicos (baldes e acessórios
auxiliados com carro de
transporte)
Não urgente mas deve
corrigir-se
Circulação em
pavimento
molhado/
escorregadio
Quedas ao mesmo
nível/ Choque
com objetos
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manter o local de
trabalho arrumado e
organizado/ Uso de calçado de
proteção antiderrapante
Situação a manter
Lar
Cozinha/ Armazém
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Centro Social
Manuseamento
incorreto de
produtos de
limpeza e meios de
apoio à limpeza
Lavagem e
limpeza dos
equipamentos/
utensílios
Preparação das
refeições/ lanches
(cont.)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 97
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Eletrização (curto-
circuito por avaria
dos
equipamentos)
Queimaduras/
Paragem
respiratória/
Tetanização
Sistema de proteção elétrica
implementado (disjuntores,
ligação à terra, cabos
elétricos em bom estado)
0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 0,5 10 5 25 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado
de proteção
Não urgente mas deve
corrigir-se
Mau
manuseamento de
utensílios de
cozinha sujos
(tachos, panelas,
talheres)
Queda de
objetos/ Choque
com objetos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de luvas
apropriadas ao risco
Situação a manter
Centro Social
Lar
Cozinha/ Armazém
Lavagem e
limpeza dos
equipamentos/
utensílios (cont.)
Utilização incorreta
da Máquina Lavar
Loiça e outros
equipamentos
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 98
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 44
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Eletrização
Queimaduras/
Paragem
respiratória/
Tetanização
Sistema de proteção elétrica
implementado (disjuntores,
ligação à terra, cabos
elétricos em bom estado)
0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de gases
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção
dos equipamentos atualizada
Situação a manter
Longos periodos
de tempo em pé
ou sentado
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 0,5 6 1 3 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de cadeira
ergonómica/ Uso de meias de
descanço/ Formação
específica em MMC e
posturas corretas
Situação a manter
Computador/
Impressora/
Fotocopiadora/
Telefone com
instalação elétrica
danificada
Choque elétrico
Eletrização/
Queimaduras/
Paragem
respiratória/
Tetanização
Sistema de proteção elétrica
implementado (disjuntores,
ligação à terra, cabos
elétricos em bom estado)
0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Toners ou
tinteiros
danificados
Exposição a
contaminantes
químicos (toners)
Intoxicações/
Alergias/
Ferimentos
- 0,5 6 1 3 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Avaria na
instalação elétrica
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de gases
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção
dos equipamentos atualizada
Situação a manter
Centro Social
Sede - SAD
Receção/ Secretaria/ Gabinetes de Trabalho
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Atendimento ao
público/
Atendimento
telefónico
Telefone com
instalação elétrica
danificada
Serviço de
escritório
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 99
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 44
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Trabalho
prolongado com
equipamento
dotado de visor
(computador)
Fadiga visual
Lesões oculares/
Lesões musculo-
esqueléticas
- 0,5 6 15 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Efetuar pausas
regulares alternando com
outras tarefas
Não urgente mas deve
corrigir-se
Posturas de
trabalho sentado
e de forma
incorreta por
longos períodos
de tempo
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
Uso de cadeira ergonómica 0,5 10 5 25 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Ginástica
laboral (alongamentos)/
Alternar com outras tarefas/
Formação específica em MMC
e posturas corretas
Não urgente mas deve
corrigir-se
Posturas de
trabalho sentado
e de forma
incorreta por
longos períodos
de tempo
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 3 10 5 150 Substâncial
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de cadeira
ergonómica/ Ginástica laboral
(alongamentos)/ Alternar com
outras tarefas/ Formação
específica em MMC e
posturas corretas
Correção urgente
Utilização
incorreta de
instrumentos
cortantes/
perfurantes
Contacto direto
com lâmina de
corte
Cortes/
Ferimentos/
Infeções/
Alergias
- 0,5 10 5 25 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Não urgente mas deve
corrigir-se
Sede - SAD
Receção/ Secretaria/ Gabinetes de Trabalho
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Serviço de
costura
Serviço de
escritório (cont.)
Centro Social
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 100
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 44
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 25/09/2015
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Má utilização/
manuseamento
incorreto de
produtos para
higienização das
instalações
Inalação, contacto
direto com a pele
Náuseas/
Intoxicações/
Alergias/
Irritações
cutâneas
Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Pavimento
escorregadio
devido à humidade
ou derrames de
detergentes/ água
Quedas ao mesmo
nível
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado de
proteção antiderrapante
Situação a manter
Manuseamento
incorreto dos
equipamentos de
limpeza (aspirador,
balde, esfregona)
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Apoiar com meios
mecânicos (baldes e acessórios
auxiliados com carro de
transporte)
Não urgente mas
deve corrigir-se
Presença e
circulação nas
instalações
Execução de
tarefas gerais em
ambiente não
climatizado (fora
dos 18° a 22°
ideiais)
Desconforto
térmico por
temperaturas altas,
baixas ou correntes
de ar
Sudação/ Frio/
Mal-estar/
Desmaio/
Irritação
- 0,5 10 1 5 Aceitável
Medição e monitorização do ar e
humidade
Situação a manter
Centro Social
Sede - SAD
Instalações
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Lavagem e limpeza
das instalações
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 101
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 44
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 25/09/2015
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Execução de
tarefas associadas
a iluminação
insuficiente e/ou
desconforto
térmico
Psicossociais
Cansaço/ Dores
de cabeça/
Irritabilidade/
Esgotamento
- 0,5 10 5 25 Moderada
Apoio social e/ou psicológico/
Formação em gestão de stress/
Reorganização ergonómica do
posto de trabalho/ Formação
específica em MMC e posturas
corretas
Não urgente mas
deve corrigir-se
Avaria do sistema
de iluminação
e/ou lâmpadas
fundidas
Exposição a
iluminação
insuficiente
Fadiga Visual/
Dores de Cabeça
- 3 10 1 30 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada/
Medições de iluminância
Não urgente mas
deve corrigir-se
Curto-circuito no
sistema elétrico
danificado
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de
gases/ Morte
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 0,5 50 12,5 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Situação a manter
Circulação em
pavimentos e
escadas sem
proteções
antiderrapantes
Quedas ao mesmo
nível/ Quedas em
altura
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Proteções antiderrapantes nas
escadas/ Corrimão na escada de
acesso à secretaria
Situação a manter
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Centro Social
Sede - SAD
Instalações
Presença e
circulação nas
instalações (cont.)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 102
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 44
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Posição pé/
sentado de forma
incorreta e por
longos periodos de
tempo
Posturas forçadas
Lesões Musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Formação
específica em MMC e posturas
corretas/ Ginástica Laboral
Não urgente mas
deve corrigir-se
Posturas forçadas
Lesões Musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Formação
específica em MMC e posturas
corretas
Não urgente mas
deve corrigir-se
Contato direto com
lâmina de corte
Cortes/ Lesões
várias
- 3 6 1 18 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Brinquedos
desarrumados
Quedas ao mesmo
nível
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manter o espaço
organizado
Situação a manter
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de
gases/ Morte
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 6 15 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Não urgente mas
deve corrigir-se
Contacto com
superfícies quentes
Queimaduras - 0,5 6 1 3 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Contacto com os
equipamentos
danificados e
ligados à corrente
elétrica
Eletrização
Queimaduras/
Paragem
respiratória/
Tetanização
Sistema de proteção elétrica
implementado (disjuntores,
ligação à terra, cabos
elétricos em bom estado)
0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Equipamentos
eletrónicos (banho
maria para
biberôes, fervedor
elétrico) com
instalação elétrica
danificada
Centro Social
Sede - SAD
Berçário/ Creche/ Salas 3 a 5 anos/ ATL
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Prestação de
cuidados e
atividades com as
crianças
Manuseamento
incorreto de
materiais para
manualidades
(Papel, Colas,
Tintas, Tesouras)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 103
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 44
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Prestação de
cuidados e
atividades com as
crianças (cont.)
Contato direto com
Agentes
biológicos/ Fluidos
orgânicos
Contaminação por
agentes biológicos
e orgânicos
Infeções/
Náuseas/
Desmaio
Luvas 3 1 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ uso de máscara
com proteção a agentes biológicos
e orgânicos e uso das luvas
Situação a manter
Execução de
tarefas gerais em
ambiente não
climatizado (fora
dos 18° a 22°
ideiais)
Desconforto
térmico por
temperaturas altas,
baixas ou correntes
de ar
Sudação/ Frio/
Mal-estar/
Desmaio/
Irritação
- 0,5 10 1 5 Aceitável
Medição e monitorização do ar e
humidade
Situação a manter
Execução de
tarefas controlo
das crianças
Psicossociais
Irritação/
Cansaço/
Esgotamento
- 0,5 10 5 25 Moderada
Apoio social e/ou psicológico/
Formação em gestão de stress
Não urgente mas
deve corrigir-se
Iluminação
insuficiente devido
a avaria do sistema
de iluminação e/ou
lâmpadas fundidas
Exposição a
Iluminação
insuficiente
Fadiga Visual/
Dores de Cabeça
- 0,5 10 1 5 Aceitável Medições de iluminância Situação a manter
Curto-circuito no
sistema elétrico
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de
gases/ Morte
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 0,5 50 12,5 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Situação a manter
Circulação em
pavimentos e
escadas sem
proteções
antiderrapantes
Quedas ao mesmo
nível/ Quedas em
altura
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 10 1 5 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manter o espaço
organizado
Situação a manter
Berçário/ Creche/ Salas 3 a 5 anos/ ATL
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Presença e
circulação no
espaço
Centro Social
Sede - SAD
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 104
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 44
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Longos periodos de
tempo na posição
de pé
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 0,5 10 5 25 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de meias de
descanço/ Formação específica
em MMC e posturas corretas
Não urgente mas deve
corrigir-se
Utilização incorreta
de utensílios de
corte
Contacto direto
com a lâmina de
corte
Cortes/
Ferimentos/
Amputação
- 3 6 1 18 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Incêndio
Queimaduras/
Intoxicação por
inalação de
gases/ Morte
Equipamento de proteção a
incêndios adequado
0,5 6 15 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manutenção dos
equipamentos atualizada
Não urgente mas deve
corrigir-se
Contacto com
superfícies
quentes
Queimaduras - 0,5 6 1 3 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Eletrização (curto-
circuito por avaria
dos
equipamentos)
Eletrização/
Queimaduras/
Paragem
respiratória/
Tetanização
Sistema de proteção elétrica
implementado (disjuntores,
ligação à terra, cabos
elétricos em bom estado)
0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Utilização incorreta
de outros
utensílios de
cozinha (tachos,
panelas,…)
Queda dos
utensílos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado
de proteção
Situação a manter
Preparação das
refeições/
lanches
Centro Social
Sede - SAD
Refeitórios/ Cozinha
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Utiização incorreta
do Fogão/
Microondas/
Outros
equipamentos
eletrónicos para
preparação das
refeições
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 105
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 44
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Preparação das
mesas
Manuseamento
incorreto de
Louças/ Talheres/
Copos
Queda de
objetos/ Choque
com objetos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manter o local
de trabalho arrumado e
organizado/ Uso de calçado de
proteção
Situação a manter
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 1 6 5 30 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Apoio de meios
mecânicos (carros de apoio)
Não urgente mas deve
corrigir-se
Queda de objetos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
- 1 6 5 30 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado
de proteção
Não urgente mas deve
corrigir-se
Quedas ao mesmo
nível/ Choque
com objetos
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 6 6 5 180 Substâncial
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Rotação de
tarefas regular/ Uso de calçado
de proteção antiderrapante
Correção urgente
Derrame/ salpicos
de alimentos
quentes
Queimaduras - 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Servir as
refeições
Manuseamento
incorreto de
Tachos/ Panelas
Salpicos ou
derrames de
substâncias a
temperaturas
elevadas
Queimaduras/
Ferimentos vários
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ uso de luvas de
proteção prorpiadas ao risco
Situação a manter
Centro Social
Sede - SAD
Refeitórios/ Cozinha
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Receção, entrega
e distribuição
das marmitas
(refeições)
Manuseamento
incorreto da
marmita (caixa de
transporte das
refeições)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 106
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 44
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Químicos/
Projeção de
salpicos
Náuseas/
Intoxicações/
Alergias/
Irritações
cutâneas
Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 3 3 5 45 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Apoiar com
meios mecânicos (baldes e
acessórios auxiliados com carro
de transporte)
Não urgente mas deve
corrigir-se
Circulação em
pavimento
molhado/
escorregadio
Quedas ao mesmo
nível/ Choque
com objetos
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manter o local
de trabalho arrumado e
organizado/ Uso de calçado de
proteção antiderrapante
Situação a manter
Eletrização (curto-
circuito por avaria
dos
equipamentos)
Queimaduras/
Paragem
respiratória/
Tetanização
Sistema de proteção elétrica
implementado (disjuntores,
ligação à terra, cabos
elétricos em bom estado)
0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas
Situação a manter
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 0,5 10 5 25 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado
de proteção
Não urgente mas deve
corrigir-se
Mau
manuseamento de
utensílios de
cozinha sujos
(tachos, panelas,
talheres)
Queda de
objetos/ Choque
com objetos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de luvas
apropriadas ao risco
Situação a manter
Sede - SAD
Refeitórios/ Cozinha
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Centro Social
Manuseamento
incorreto de
produtos de
limpeza e meios de
apoio à limpeza
Utilização incorreta
da Máquina Lavar
Loiça e outros
equipamentos
Lavagem e
limpeza das
instalações/
utensílios
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 107
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 44
Setor: Técnico: Susana Santos
Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014
Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito
Medidas
implementadas
P E C GP MR
Medidas de Prevenção/
Correção
Grau de
Perigosidade
Quedas ao mesmo
nível (até 2m)/
Tropeções
Fraturas/
Traumatismos/
Escoriações
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Uso de calçado de
proteção antiderrapante
Situação a manter
Queda de objetos/
Choque com
objetos
Esmagamento
membros
inferiores/
Traumatismos/
Escoriações/
Cortes e outras
lesões
- 0,5 6 5 15 Aceitável
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Manter o local de
trabalho arrumado e organizado/
Uso de calçado de proteção
Situação a manter
Posturas forçadas
Lesões musculo-
esqueléticas
- 1 6 5 30 Moderada
Conhecer e cumprir o Guia de
Boas Práticas/ Apoiar com meios
mecânicos/ Formação específica
em MMC e posturas corretas
Não urgente mas
deve corrigir-se
Centro Social
Sede - SAD
Armazém
Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
Receção e
armazenamento de
materiais
Manuseamento
incorreto na
receção de vários
materiais
(economato,
produtos de
higiene,…)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 108
Anexo VIII – Relatório Diagnóstico - hierarquização dos riscos
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 109
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 4
Setor:
Posto
Trabalho
Risco
Prazo para
Implementação
Contaminação por
agentes biológicos e
vapores orgânicos
Imediata
(1 mês)
Posturas forçadas
Curto Prazo
(1 a 3 meses)
Posturas forçadas (de
pé e dos braços)
Curto Prazo
(1 a 3 meses)
Desconforto térmico
Curto Prazo
(1 a 3 meses)
Desconforto térmico
Curto Prazo
(1 a 3 meses)
Posturas forçadas
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Quedas ao mesmo
nível/ Tropeções
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Data:
O Técnico:
Instalações
Lavagem e limpeza das
instalações
Manuseamento
incorreto dos
equipamentos de
limpeza (aspirador,
balde, esfregona)
Apoiar com meios mecânicos (baldes e
acessórios auxiliados com carro de
transporte)
Lavagem/ Secagem da
roupa
Movimentos incorretos
ao pegar na roupa do
cesto para a tábua de
engomar
Engomadoria da roupa
Apoiar com meios mecânicos e com base
de apoio mais elevada para as cestas da
roupa a engomar/ Pausas regulares/
Rotatividade de funções mais frequente/
Uso de meias de descanço/ Formação
específica em MMC e posturas corretas
21/10/2014
Receção e
manuseamento de
soupa suja
Medidas a implementar
Contacto direto com
roupa suja
Substituição da máscara utilizada por
uma com proteção a agentes biológicos e
vapores orgânicos, para além do uso das
luvas
Incorreta colocação da
roupa nas máquinas
por estas estarem
demasiados baixas
Apoiar com meios mecânicos/ Pausas
regulares/ Rotatividade de funções mais
frequente/ Formação específica em MMC
e posturas corretas
Presença e circulação
nas instalações
Exposição a
temperaturas mais
altas em relação ao
recomendado, devido
ao calor emanado das
máquinas em
funcionamento
'Medição e monitorização do ar e
humidade/ Implementação de um sistema
de ventilação complementar (ventoinhas
para forçar a movimentação do ar)/
Manutenção do sistema implementado,
de preferência aumentar a potência de
extração
Presença e circulação
nas instalações
Desorganização do
local de trabalho
Manter o local de trabalho arrumdo e
organizado
Engomadoria da roupa
Medição e monitorização do ar e
humidade/ Implementação de um sistema
de ventilação complementar (ventoinhas
para forçar a movimentação do ar)/
Manutenção do sistema implementado,
de preferência aumentar a potência de
extração
Engomadoria
Lavandaria
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responável:
Relatório Prioridades Susana Santos
PerigoTarefa
Centro Social
Lavandaria Social
Após a Identificação dos Perigos/ Avaliação dos riscos, entre outras, propõem-se as seguintes medidas e sugere-se o respetivo prazo de
implementação.
Exposição aos
vapores do ferro de
engomar
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 110
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor:
Posto
Trabalho
Risco
Prazo para
Implementação
Salas de
Atividades
Posturas forçadas
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Posturas forçadas
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Posturas forçadas
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Exposição a
iluminação
insuficiente
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Psicossociais
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Refeitório Posturas forçadas
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Data:
O Técnico:
Após a Identificação dos Perigos/ Avaliação dos riscos, entre outras, propõem-se as seguintes medidas e sugere-se o respetivo prazo de
implementação.
Centro de Dia
Prestação de cuidados
aos utentes
Longos periodos de
tempo na posição em
pé
Uso de meias de descanço/ Formação
específica em MMC e posturas corretas
Lavagem e limpeza dos
equipamentos/
utensílios
Manuseamento
incorreto de produtos
de limpeza e meios de
apoio à limpeza
Apoiar com meios mecânicos (baldes e
acessórios auxiliados com carro de
transporte)
Tarefa Perigo Medidas a implementar
Animação e atividades
com os utentes
Manuseamento
incorreto dos materiais
de manualidades -
(Papel, Colas, Tintas,
Tesouras)
Formação específica em MMC e posturas
corretas
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responável:
Relatório Prioridades Susana Santos
Centro Social
21/10/2014
Instalações
Execução de tarefas
repetitivas associadas
a iluminação
insuficiente e/ou
desconforto térmico)
Presença e circulação
nas instalações
Apoio social e/ou psicológico/ Formação
em gestão de stress/ Reorganização
ergonómica do posto de trabalho/
Formação específica em MMC e posturas
corretas
Presença e circulação
nas instalações
Avaria do sistema de
iluminação e/ou
lâmpadas fundidas
Manutenção e verificação regular do
sistema/ Medições de iluminância
Lavagem e limpeza das
instalações
Manuseamento
incorreto dos
equipamentos de
limpeza (aspirador,
balde, esfregona)
Apoiar com meios mecânicos (baldes e
acessórios auxiliados com carro de
transporte)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 111
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 5
Setor:
Posto
Trabalho
Risco
Prazo para
Implementação
Sala de estar/
refeições
Posturas forçadas
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Posturas forçadas
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Posturas forçadas
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Psicossociais
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Exposição a
iluminação
insuficiente
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Cozinha Posturas forçadas
Médio/ Longo
Prazo
(3 meses a 1 ano)
Data:
O Técnico:
Lar
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responável:
Relatório Prioridades Susana Santos
Centro Social
Após a Identificação dos Perigos/ Avaliação dos riscos, entre outras, propõem-se as seguintes medidas e sugere-se o respetivo prazo de
implementação.
Tarefa Perigo Medidas a implementar
Recolha e limpeza de
utensílios
Manuseamento
incorreto de produtos
de limpeza e meios de
apoio à limpeza
Formação específica em MMC e
posturas corretas
Prestação de cuidados
aos utentes
Longos periodos de
tempo na posição em
pé
Uso de meias de descanço/ Formação
específica em MMC e posturas corretas
Presença e circulação
nas instalações
Avaria do sistema de
iluminação e/ou
lâmpadas fundidas
Manutenção e verificação regular do
sistema/ Medições de iluminância
Lavagem e limpeza dos
equipamentos/
utensílios
Manuseamento
incorreto de produtos
de limpeza e meios de
apoio à limpeza
Apoiar com meios mecânicos (baldes e
acessórios auxiliados com carro de
transporte)
Lavagem e limpeza das
instalações
Manuseamento
incorreto dos
equipamentos de
limpeza (aspirador,
balde, esfregona)
Apoiar com meios mecânicos (baldes e
acessórios auxiliados com carro de
transporte)
Instalações
22/10/2014
Presença e circulação
nas instalações
Execução de tarefas
repetitivas associadas
a iluminação
insuficiente e/ou
desconforto térmico)
Apoio social e/ou psicológico/ Formação
em gestão de stress/ Reorganização
ergonómica do posto de trabalho/
Formação específica em MMC e posturas
corretas
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 112
Local de Trabalho
Empresa: N.º Trab.: 44
Setor:
Posto
Trabalho
Risco
Prazo para
Implementação
Refeitórios/
Cozinha
Quedas ao mesmo
nível/ Choque com
objetos
Curto Prazo (1 a 3
meses)
Posturas forçadas
Curto Prazo (1 a 3
meses)
Fadiga visual
Médio/ Longo
Prazo (3 meses a 1
ano)
Instalações/
Cozinha/
Refeitórios
Posturas forçadas
Médio/ Longo
Prazo (3 meses a 1
ano)
Instalações
Exposição a
iluminação
insuficiente
Médio/ Longo
Prazo (3 meses a 1
ano)
Instalações e
Salas das
crianças
Psicossociais
Médio/ Longo
Prazo (3 meses a 1
ano)
Médio/ Longo
Prazo (3 meses a 1
ano)
Médio/ Longo
Prazo (3 meses a 1
ano)
Refeitórios/
Cozinha
Posturas forçadas/
Queda de objetos
Médio/ Longo
Prazo (3 meses a 1
ano)
Data:
O Técnico:
Sede/ SAD
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responável:
Relatório Prioridades Susana Santos
Centro Social
Após a Identificação dos Perigos/ Avaliação dos riscos, entre outras, propõem-se as seguintes medidas e sugere-se o respetivo prazo de
implementação.
Tarefa Perigo Medidas a implementar
Serviço de costura
Posturas de trabalho
sentado e de forma
incorreta por longos
períodos de tempo
Uso de cadeira ergonómica/ Ginástica
laboral (alongamentos)/ Alternar com
outras tarefas/ Formação específica em
MMC e posturas corretas
Receção, entrega e
distribuição das
marmitas (refeições)
Manuseamento
incorreto da marmita
(caixa de transporte
das refeições)
Rotação de tarefas regular/ Uso de
calçado de proteção antiderrapante
Receção/
Gabinetes de
trabalho
Salas das
crianças
Lavagem e limpeza das
instalações
Manuseamento
incorreto dos
equipamentos de
limpeza (aspirador,
balde, esfregona)
Presença e circulação
nas instalações
Avaria do sistema de
iluminação e/ou
lâmpadas fundidas
22/10/2014
Receção, entrega e
distribuição das
marmitas (refeições)
Manuseamento
incorreto da marmita
(caixa de transporte
das refeições)
Apoio de meios mecânicos (carros de
apoio)/
Uso de calçado de proteção
Manuseamento
incorreto de materiais
para manualidades
(Papel, Colas, Tintas,
Tesouras)
Formação específica em MMC e posturas
corretas
Serviço de escritório
Trabalho prolongado
com equipamento
dotado de visor
(computador)
Efetuar pausas regulares alternando com
outras tarefas
Manutenção dos equipamentos
atualizada/ Medições de iluminância
Formação específica em MMC e posturas
corretas/ Ginástica Laboral
Prestação de cuidados
e atividades com as
crianças
Posturas forçadas
Execução de tarefas
associadas a
iluminação insuficiente
e/ou desconforto
térmico/
Execução de tarefas
controlo das crianças
Apoio social e/ou psicológico/ Formação
em gestão de stress/ Reorganização
ergonómica do posto de trabalho/
Formação específica em MMC e posturas
corretas
Presença e circulação
nas instalações e salas
das crianças
Posição pé/ sentado
de forma incorreta e
por longos periodos de
tempo
Apoiar com meios mecânicos (baldes e
acessórios auxiliados com carro de
transporte)
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 113
Anexo IX – Guia de Boas Práticas
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 114
Estado (arrumação e armazenagem) e Conservação das Instalações
Figura 4 - Desorganização no local de trabalho
o Todos os locais de trabalho, zonas de passagem, instalações comuns e seus
equipamentos devem estar conveniente e permanentemente conservados e
higienizados;
o As instalações sanitárias (lavabos, sanitas, urinóis) devem ser higienizadas e
desinfetadas periodicamente;
o Na armazenagem de materiais diversos, deve sempre haver corredores de passagem,
de acordo com os meios de movimentação disponíveis.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 115
Riscos nos Locais de Trabalho
Figura 5 - Riscos no trabalho
o Iluminação
Realizar periodicamente a manutenção adequada às fontes de iluminação:
- Substituição regular das lâmpadas (em função do seu tempo de vida útil, a partir do
qual perdem eficácia);
- Limpeza regular das luminárias e balaústres de proteção;
- Limpeza regular dos vidros (das janelas).
o Ambiente térmico
Os locais de trabalho devem ter meios que permitam a renovação natural do ar, sem
provocar correntes incómodas ou prejudiciais aos trabalhadores e manter as boas
condições de temperatura e humidade de modo a proporcionar bem-estar e defender a
saúde dos mesmos. Assim, a temperatura deve, dentro do possível, oscilar entre 18ºC e
22ºC podendo em alguns casos atingir os 25ºC. A humidade do ar deve oscilar entre os
50% e 70%.
o Incêndio/ Explosão
- Realizar periodicamente exercícios de treino de utilização de extintores e de evacuação
das instalações;
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 116
- Os extintores existentes nas instalações deverão ser sujeitos à respetiva revisão anual
realizada pela entidade técnica de modo a garantir o seu funcionamento e estado de
conservação;
- Os extintores devem estar instalados em locais visíveis, na proximidade dos locais de
maior risco, desobstruídos (área desimpedida de +/- 1m2) e ao longo dos caminhos de
evacuação;
- Manter em bom estado de conservação e funcionamento de todos os equipamentos de
combate a incêndios existentes;
- Efetuar manutenção periódica a todos os equipamentos elétricos utilizados;
- Manter as saídas de emergência desimpedidas;
o Eletrização/ Eletrocussão
- O quadro elétrico deve estar sempre desobstruído, de forma a permitir o seu fácil
acesso em caso de emergência;
- Os disjuntores devem estar devidamente identificados para uma rápida intervenção em
necessidade de corte da corrente elétrica;
- Toda a instalação elétrica deverá estar devidamente protegida por materiais
adequados, por exemplo, calha técnica;
- Todas as partes elétricas em carga devem estar devidamente protegidas de modo a
que essas partes em carga não fiquem expostas a possíveis contactos;
- Não utilizar fichas, cabos ou outros componentes elétricos que aparentem deficiente
estado de conservação;
- Nunca tocar em componentes de instalações com as mãos húmidas (ou qualquer outra
parte do corpo);
- Nunca limpar ou manusear os equipamentos elétricos sem antes efetuar o corte de
energia;
- Sinalizar todos os equipamentos e componentes elétricos avariados e informar o
responsável;
- Não efetuar reparações elétricas, a não ser que tenha formação/ competência para tal;
- Em zonas húmidas, usar tomadas estanques com tampa.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 117
o Vibrações
- Na aquisição de equipamentos e ferramentas elétricas ou pneumáticas, ter em conta
os sistemas anti vibração;
- Manter a manutenção adequada dos equipamentos de trabalho e respetivos registos;
- Diminuir ou limitar a duração e a intensidade da exposição através da rotatividade dos
trabalhadores ou pausas frequentes.
o Quedas ao mesmo nível – De forma a minimizar este risco, adotar as seguintes
medidas:
- Manter os locais de trabalho arrumados e limpos:
- Manter os locais de passagem desobstruídos;
- Todos os fios elétricos que permaneçam em locais de passagem, devem estar fixos e
protegidos por calha técnica;
- O pavimento deve ser liso e deve zelar que o mesmo se mantenha isento de saliências
e cavidades.
- Manter as vias de acesso e circulação com os níveis de iluminação adequados e
devidamente sinalizados.
o Quedas em altura – O acesso em altura com recurso a escadas requer bastante atenção
pelo facto de que uma má utilização acarreta risco de queda aos seus utilizadores,
podendo causar lesões músculo-esqueléticas de elevada gravidade. Nesse sentido,
deve ter-se os seguintes cuidados:
- Dotar as escadas de sistemas de apoio e fixação adequados ao piso e ao local;
- As escadas devem ter as dimensões adequadas ao trabalho e ao local e ter a
existência necessária para suportar a carga imposta pelo utilizador e a carga levada por
este;
- Colocar as escadas o mais próximo possível dos objetos/ locais a alcançar para não
forçar a posturas erradas;
- Subir e descer de frente para a escada, utilizando as mãos livres para auxiliar os
movimentos;
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 118
- Em escadas simples, evitar traspor os últimos 3 degraus e em escadas duplas, evitar
subir ao último degrau;
- Verificar periodicamente o estado de conservação e utilização do equipamento;
o Equipamentos dotados de visor
– O posto de trabalho deve estar instalado de forma que as fontes de luz não provoquem
encadeamento;
- Os monitores devem estar posicionados na perpendicular em relação às janelas
existentes;
- As janelas devem ter dispositivos de controlo de entrada de iluminação natural
(estores);
- A iluminação artificial deve ser colocada em filas paralelas às janelas e ao ângulo de
incidência do olhar;
- Evitar a utilização de iluminação artificial que provoque encadeamento direto ou
refletido e cintilação;
- Utilizar cadeiras com altura regulável e espaldar ajustável em altura e inclinação;
- Organizar as atividades de forma que o trabalho permita a mudança regular de
posição;
- Posição dos equipamentos na mesa de trabalho:
- O teclado deve ficar em frente ao corpo e no mesmo plano do rato, a uma
distância confortável para não causar cansaço nos braços, de forma que o
antebraço fique apoiado na mesa e que os punhos não fiquem dobrados;
- O monitor deve estar posicionado em frente ao corpo, a uma distância
confortável de, aproximadamente, um braço e à altura dos olhos. Os brilhos e
reflexos de luz no monitor devem ser eliminados sem comprometer a postura;
- Em trabalho contínuo, fazer uma pausa de +/- 10 minutos por cada duas horas
de trabalho;
- Verificar periodicamente a postura de trabalho;
- Os pés devem estar totalmente apoiados no chão (se necessário, utilizar um
apoio de pés) de forma a manter a parte inferior das pernas apoiada na cadeira;
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 119
- Deve existir espaço suficiente para os joelhos e pernas debaixo da mesa de
trabalho;
- As costas devem estar encostadas ao espaldar da cadeira e deve manter-se os
músculos dos ombros e pernas relaxados;
- Deve descansar os olhos com frequência, focando um ponto distante e
piscando os olhos com regularidade;
- Deve utilizar a mão livre ou um auricular para segurar no telefone, evitando o
apoio com o ombro;
- Organizar a área de trabalho de forma a não ter que se inclinar para alcançar
objetos/ equipamento frequentemente;
o Trabalho contínuo em pé
De forma a minimizar os efeitos do trabalho em pé, nomeadamente o inchaço das
pernas, deve ter-se em consideração as seguintes recomendações:
- Disponibilizar assentos confortáveis, funcionais e adaptados aos postos de trabalho, de
forma que possam ser utilizados sempre que a posição de sentado seja compatível com
a natureza do trabalho;
- Implementar pausas no horário de trabalho e/ ou rotatividade frequente de tarefas;
- Utilizar calçado adequado e, como complemento, aconselha-se o uso de meias de
descanso;
- Mudar de posição, alternando o peso em cada perna;
o Movimentação Manual de Cargas
De forma a tornar menos penosa a movimentação manual de cargas, recomenda-se o
seguimento das seguintes medidas:
- Manter o dorso direito;
- Procurar o melhor equilíbrio, aproximando a carga o mais possível do tronco;
- Posicionar corretamente os pés;
- Utilizar a força das pernas para elevar as cargas;
- Sempre que seja necessário movimentar cargas com peso ou volume elevado, deve
ser feito por duas ou mais pessoas;
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 120
- Respeitar as cargas máximas a transportar manualmente (30 kg em operações
ocasionais e 20 kg em operações frequentes).
o Produtos químicos (manipulação)
- Aplicar medidas de proteção coletiva eficazes, como por exemplo, ventilação e
armazenamento adequado;
- Não comer, beber ou fumar durante a manipulação dos produtos químicos;
- Depois da utilização dos produtos, deve lavar-se as mãos e a cara (mesmo usando
EPI’s);
- Os produtos não devem ser manipulados por trabalhadores que tenham feridas ou
lesões na pele;
- Reduzir ao mínimo a duração da exposição e o número de trabalhadores expostos;
- Garantir vigilância médica;
- Formar e informar os trabalhadores.
o Produtos químicos (armazenagem)
- Devem estar disponíveis as fichas de dados de segurança dos produtos utilizados.
Estas devem estar atualizadas e redigidas em português e complementares aos rótulos
dos produtos;
- As fichas de dados de segurança devem conter informações relativas às propriedades
físico-químicas, incluindo os valores limite de exposição, informação toxicológica,
identificação dos perigos, EPI’s a utilizar e medidas de primeiros socorros em caso de
acidente;
- Devem existir bacias de retenção para contenção de eventuais derrames, e estrados
para a armazenagem dos produtos.
o Produtos de higiene/ limpeza – Todos os produtos de higiene e limpeza devem estar em
boas condições de utilização e acondicionados em armário próprio, fechado e
devidamente identificado.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 121
o Agentes biológicos (vírus, bactérias, fungos)
- Para minimizar as consequências destes agentes, como por exemplo infeções, alergias
e até doenças profissionais, deve manter-se um plano de manutenção periódica
atualizado de todos os equipamentos, sejam eles, sistemas de ar condicionado, extração
e insuflação de ar;
- Deve utilizar-se EPI’s adequados, como por exemplo, luvas e máscaras, para evitar
contágios.
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 122
Organização de Segurança
Figura 6 - Organização da segurança
o Equipa de Segurança - No que diz respeito aos meios de primeiros socorros, combate a
incêndios e evacuação, as funções a adotar, por parte do pessoal numa situação de
emergência, devem estar previamente estabelecidos.
o Sinalização/ Iluminação de emergência
– A sinalização deve ser clara, não devendo ser afixada um número excessivo de sinais,
pois pode gerar confusão;
- Deve ser verificada e limpa regularmente, de modo a manter o seu bom estado de
conservação;
- Verificação/ manutenção regular dos blocos autónomos de iluminação de emergência;
o Primeiros Socorros
- Deve haver, no mínimo, um trabalhador apto a prestar cuidados básicos de primeiros
socorros;
- O conteúdo da mala de primeiros socorros deve ser mantido em condições de higiene
e reposto a cada utilização;
- Deve verificar-se a validade dos produtos e substituir os que estão fora do prazo;
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 123
- A caixa de primeiros socorros deve conter:
- Soro fisiológico, de preferência unidose;
- Antissético (tipo ‘Betadine’), de preferência unidose;
- Pensos rápidos;
- Compressas e gases esterilizadas;
- Ligaduras e adesivo;
- Luvas de latex e tesoura de ponta redonda.
o Formação - Os trabalhadores devem receber formação adequada ao domínio da
segurança e saúde no trabalho, tendo em atenção o seu posto de trabalho.
o Informação – Os trabalhadores devem dispor de informação atualizada sobre:
- Os riscos a que estão expostos, de acordo com a avaliação de riscos;
- As medidas de proteção e prevenção e a forma como se aplicam;
- As medidas a adotar em caso de perigo grave e eminente;
- As medidas de primeiros socorros, de combate a incêndio e de evacuação dos
trabalhadores, bem como os trabalhadores/ serviços encarregues de as por em prática;
o Consulta aos trabalhadores – Os trabalhadores (ou seus representantes, se os houver)
devem ser consultados, uma vez por ano e por escrito, em matéria de SST, sobre:
- Avaliação dos riscos laborais;
- Medidas de prevenção;
- Formação e informação em SST;
- Designação dos trabalhadores responsáveis em matéria de SST;
- Organização dos serviços de SST;
- Equipamentos de trabalho e acidentes de trabalho.
o Equipamentos de Trabalho
– Os equipamentos de trabalho devem ter um sistema de comando que permita a sua
paragem geral em condições de segurança, bem como um dispositivo de paragem de
emergência;
Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI)
Susana Santos
Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 124
- Devem existir manuais de instruções, em português, das máquinas utilizadas. Estes
fazem parte integrante das mesmas e devem estar sempre disponíveis;
- Os elementos móveis dos equipamentos que possam causar acidentes, devem dispor
de proteções que impeçam o acesso às zonas perigosas ou de dispositivos que
interrompam o movimento dos elementos móveis antes de aceder às mesmas;
- Os trabalhadores devem ser formados relativamente às normas de segurança e
utilização dos equipamentos, e informados dos riscos a que estão expostos;
- Os equipamentos devem ser sujeitos a verificações e manutenções periódica,
realizadas por pessoa competente, para garantir o seu bom funcionamento dos mesmos
e registadas em documento próprio contendo as seguintes informações:
- Identificação do equipamento e do operador;
- Tipo de verificação, local e data da realização;
- Prazos para reparar as deficiências detetadas;
- Identificação da pessoa competente para realizar a verificação/ manutenção.
o Equipamentos de Proteção Individual – A proteção individual assume um carácter
complementar em relação à proteção coletiva, devendo utilizar-se quando esta não for
suficiente. O fornecimento dos EPI’s deve ser registado de forma a facilitar o controlo
dos mesmos.
É obrigação do empregador fornecer gratuitamente os EPI’s adequados aos riscos a
prevenir, formar e informar sobre o seu uso, exigir e fiscalizar o seu uso, repor os EPI’s
danificados, consultar os trabalhadores sobre a escolha dos mesmos.
É obrigação do trabalhador usar corretamente os EPI’s de acordo com as instruções
dadas (antes da utilização, verificar o estado de conservação, limpeza e datas de
validade; guardar em local/ armário fechado isento de agentes nocivos, de preferência
na caixa original; limpar e/ou desinfetar a cada utilização; não deixar entrar em contacto
com outros materiais e equipamentos), conservar e manter em bom estado o
equipamento fornecido, comunicar avarias e deficiências do equipamento.

Avaliação de Riscos - IPSS

  • 1.
    Relatório de Estágio Avaliaçãode Riscos Centro Social (IPSS) A Benéfica e Previdente – Associação Mutualista Susana Santos setembro / outubro de 2014
  • 2.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho II Avaliação de Riscos – Centro Social (IPSS) Relatório de estágio de final de curso submetido, como parte dos requisitos, para a obtenção do grau de Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho (nível VI). Realizado por Susana Santos Orientadora Carla Cerqueira Matosinhos, outubro de 2014
  • 3.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho III DEDICATÓRIA / AGRADECIMENTOS O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário. Albert Einstein Dedicatória Ao meu marido que, sem o seu apoio incondicional, não teria sequer iniciado esta formação. Agradecimentos A conclusão desta formação só foi possível com bastante apoio, que me foi motivando e fazendo ultrapassar as dificuldades que foram surgindo. Começo por agradecer à Benéfica e Previdente que me acolheu para a realização deste estágio, em especial à Dr.ª Patrícia Santos que me recebeu sem reservas. Agradeço, também, à Eng.ªAna Garcia pela colaboração na realização deste projeto, por todos os conhecimentos transmitidos e apoio prestado durante a realização do estágio. A todos formadores do Centro de Formação Alamedas Office, em especial à formadora Eng.ªCarla Cerqueira pela sua orientação, dedicação e interesse com que me apoiou neste trabalho. Sem os seus conhecimentos, conselhos e críticas, este relatório não seria possível. A todos os meus colegas do curso TSSHT, pela amizade, companheirismo e simpatia demonstrados durante os meses de formação. E por último e não menos importante, um agradecimento à minha família por todas as oportunidades que proporcionaram na minha vida, em especial, pelo apoio, paciência e compreensão que tiveram comigo durante todo este período.
  • 4.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho IV RESUMO Tendo por base a melhoria contínua no que diz respeito à SST, pretende-se com este trabalho identificar perigos onde seja necessário e possível agir por forma a melhorar a qualidade dos serviços prestados num Centro Social. Realizou-se uma avaliação de riscos, tendo em conta as condições mínimas em matéria de SST. Trata-se de uma instituição que presta serviços de solidariedade social, onde foram detetadas algumas não conformidades e oportunidades de melhoria. Através dos resultados obtidos foram sugeridas ações preventivas e/ou corretivas, e desenvolvidas algumas das ferramentas de suporte em falta. Palavras-chave: Melhoria Contínua; Perigo; Avaliação de riscos, Serviços; Ações Preventivas; Ações Corretivas.
  • 5.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho V ÂMBITO Este trabalho final está enquadrado no curso de Técnico Superior de Higiene e Segurança no Trabalho – Nível VI, realizado no Centro de Formação Alamedas Office em Matosinhos, e é o resultado de um estágio curricular, com a duração de 120 horas. A elaboração deste trabalho teve como principal objetivo a aplicação de conhecimentos adquiridos durante o curso, implementando-os em contexto real de trabalho. Como seria impossível abordar todas as temáticas desenvolvidas no curso, optou-se por desenvolver o trabalho numa Avaliação de Riscos Profissionais. Com esta ferramenta podem identificar-se os principais perigos a que o trabalhador está exposto. É uma mais-valia para as empresas, uma vez que permite ao empregador reunir as condições adequadas ao bom funcionamento e desenvolvimento das suas atividades profissionais.
  • 6.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho VI NOTA PRÉVIA Toda a informação constante deste relatório é objetivamente académica mas, considera-se que possa contribuir para a desenvolvimento e melhoria contínua da entidade acolhedora do estágio, assim como da entidade sobre o qual foi desenvolvido. No desenvolvimento do presente trabalho procurou-se seguir a legislação aplicável, tendo em consideração as prescrições mínimas obrigatórias em matéria de SST, nomeadamente a avaliação de riscos como metodologia de prevenção dos riscos profissionais. De acordo com a EU-OSHA, “a avaliação de riscos é o processo que mede os riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores decorrentes de perigos no local de trabalho. É uma análise sistemática de todos os aspetos relacionados com o trabalho, que identifica: o Aquilo que é suscetível de causar lesões ou danos; o A possibilidade de os perigos serem eliminados e, se tal não for o caso reduzidos a níveis aceitáveis; o As medidas de prevenção ou proteção que existem, ou deveriam existir, para controlar os riscos.” (Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho, 2014)
  • 7.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho VII ÍNDICE GERAL DEDICATÓRIA / AGRADECIMENTOS III RESUMO IV ÂMBITO V NOTA PRÉVIA VI ÍNDICE GERAL VII ÍNDICE DE TABELAS X ÍNDICE DE FIGURAS XI ÍNDICE DE ESQUEMAS XII SIGLAS/ ABREVIATURAS XIII GLOSSÁRIO XIV 1. INTRODUÇÃO 1 2. OBJETIVOS DO ESTÁGIO 7 3. CARATERIZAÇÃO DA EMPRESA 8 Organigrama 10 4. LEGISLAÇÃO 11 Enquadramento Legal em SST 11 Regulamentação de SST no setor do Comércio e Serviços 11 Locais de Trabalho 12
  • 8.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho VIII Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais 12 Estatística da Sinistralidade Laboral 13 Modelos de Comunicação de Acidentes 13 Equipamentos de trabalho 13 Equipamentos dotados de visor (ergonomia) 14 Equipamentos de proteção individual 14 Movimentação de cargas 14 Sinalização de Segurança 15 Prevenção e combate a incêndios 15 Agentes Físicos 16 Ruído Ocupacional 16 Vibrações 16 Iluminação 16 Ambiente Térmico 17 Agentes Biológicos 17 Agentes Químicos 18 Riscos Elétricos 18 5. MÉTODOS DE RECOLHA DE DADOS 19 6. GESTÃO DA SST 20 6.1. Atividades básicas 20 6.2. Condições mínimas garantidas 20 6.2.1. Relatório Não Conformidades Detetadas 20 7. METODOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E AVALIAÇÃO DE RISCOS 21 7.1. Método de avaliação de riscos adotado – William Fine 21 8. APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS 24
  • 9.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho IX 8.1. Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais 24 8.2. Movimentação Manual de Cargas 27 8.3. Consulta aos Trabalhadores 28 8.4. Formação e informação aos trabalhadores 28 8.5. Identificação dos Perigos e Avaliação dos Riscos 29 8.5.1. Relatório Diagnóstico – hierarquização dos riscos 29 8.6. Guia de Boas Práticas 29 9. CONCLUSÕES 30 10.PERSPETIVAS FUTURAS 31 11.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 32 ANEXOS 33 Anexo 1 – Guia dos Serviços da “Benéfica e Previdente” 34 Anexo I - Lista de Verificação – Atividades Básicas de SST 37 Anexo II – Lista de Verificação – Visita SST 44 Anexo III – Relatórios de não-conformidades detetadas 57 Anexo IV – Brochura ‘como evitar acidentes e doenças profissionais’ 64 Anexo V – Inquérito de Consulta aos Trabalhadores 68 Anexo VI – Cartaz de Prevenção para a Lavandaria Social 73 Anexo VII – Avaliação de Riscos 75 Anexo VIII – Relatório Diagnóstico - hierarquização dos riscos 108 Anexo IX – Guia de Boas Práticas 113 Estado (arrumação e armazenagem) e Conservação das Instalações 114 Riscos nos Locais de Trabalho 115 Organização de Segurança 122
  • 10.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho X ÍNDICE DE TABELAS Tabela 1 - Princípios Gerais da Prevenção 2 Tabela 2 - Método William Fine, fórmula 22 Tabela 3 - Método William Fine, parâmetro PROBABILIDADE 22 Tabela 4 - Método William Fine, parâmetro EXPOSIÇÃO 22 Tabela 5 - Método William Fine, parâmetro CONSEQUÊNCIA 23 Tabela 6 - Método William Fine, MAGNITUDE DO RISCO 23 Tabela 7 - Acidentes de Trabalho/ 2013 24 Tabela 8 - Horas trabalhadas (inclui suplementares) 25 Tabela 9 - Índice de Frequência 25 Tabela 10 - Índice de Gravidade 26 Tabela 11 - Índice de Avaliação da Gravidade 26
  • 11.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho XI ÍNDICE DE FIGURAS Figura 1 - Acesso ao Centro Social - SEDE/ SAD 27 Figura 2 - Acesso ao Centro Social - SEDE/ SAD 27 Figura 3 - Marmitas transporte de alimentos 27 Figura 4 - Desorganização no local de trabalho 114 Figura 5 - Riscos no trabalho 115 Figura 6 - Organização da segurança 122
  • 12.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho XII ÍNDICE DE ESQUEMAS Esquema 1 - Organigrama – Estrutura dos Serviços do Centro Social 10
  • 13.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho XIII SIGLAS/ ABREVIATURAS ACT Autoridade para as Condições do Trabalho EU-OSHA Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho IPSS Instituição Privada de Solidariedade Social ANPC Autoridade Nacional de Proteção Civil RJ-SCIE Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios RT-SCIE Regulamento Técnico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios C Consequência E Exposição GP Grau de Perigosidade MMC Movimentação Manual de Cargas MR Magnitude do Risco P Probabilidade SAD Serviço de Apoio Domiciliário SST Segurança e Saúde no Trabalho
  • 14.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho XIV GLOSSÁRIO Acidente de trabalho – acidente que se verifique no local e tempo de trabalho e produza direta ou indiretamente lesão corporal, perturbação funcional ou doença de que resulte a morte ou redução na capacidade de trabalho ou de ganho. Apreciação do risco – processo de gestão do risco, resultante de perigos identificados, tendo em conta a adequabilidade dos controlos existentes, cujo resultado é a decisão da aceitabilidade ou não do risco. Avaliação de risco – processo global de deteção e estimativa da grandeza do risco e de decisão sobre a sua aceitabilidade. Dano – lesão corporal, perturbação funcional ou doença que determine redução na capacidade de trabalho ou de ganho ou a morte do trabalhador, resultante direta ou indiretamente de acidente de trabalho. Doença profissional – aquela que resulta diretamente das condições de trabalho e causa incapacidade para o exercício da profissão ou morte. Empregador – a pessoa singular ou coletiva com um ou mais trabalhadores ao seu serviço e responsável pela empresa ou estabelecimento ou, quando se trate de organismos sem fins lucrativos, que detenha competência para a contratação de trabalhadores. Incidente – acontecimento relacionado com o trabalho em que ocorreu ou poderia ter ocorrido lesão, afeção da saúde (independentemente da gravidade) ou morte. Local de trabalho – o lugar em que o trabalhador se encontra ou de onde ou para onde deva dirigir -se em virtude do seu trabalho, no qual esteja direta ou indiretamente sujeito ao controlo do empregador. Melhoria contínua – processo recorrente para aperfeiçoamento do sistema de gestão de SST por forma a atingir melhorias no desempenho global da SST, de acordo com a própria política da SST da organização. Não conformidade – qualquer desvio das normas de trabalho, das práticas, dos procedimentos, dos regulamentos e do desempenho do sistema de gestão que possa, direta ou indiretamente, conduzir a lesões ou doenças, a danos para a propriedade, a danos para o ambiente do local de
  • 15.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho XV trabalho, ou a uma combinação destes. Objetivo da SST – resultados que uma organização se propõe a atingir em termos de desempenho da SST. Perigo – a propriedade intrínseca de uma instalação, atividade, equipamento, um agente ou outro componente material do trabalho com potencial para provocar dano. Prevenção – o conjunto de políticas e programas públicos, bem como disposições ou medidas tomadas ou previstas no licenciamento e em todas as fases de atividade da empresa, do estabelecimento ou do serviço, que visem eliminar ou diminuir os riscos profissionais a que estão potencialmente expostos os trabalhadores. Procedimento – modo especificado de realizar uma atividade ou um processo. Registo – documento que expressa resultados atingidos ou que fornece evidência das atividades realizadas. Risco – a probabilidade de concretização do dano em função das condições de utilização, exposição ou interação do componente material do trabalho que apresente perigo. Segurança e Saúde do Trabalho – conjunto de intervenções que objetivam o controlo dos riscos profissionais e a promoção da segurança e saúde dos trabalhadores da organização ou outros, visitantes ou qualquer outro indivíduo no local de trabalho. Sinalização de segurança e de saúde – sinalização relacionada com um objeto, uma atividade ou uma situação determinada, que fornece uma indicação ou uma prescrição relativa a segurança ou a saúde no trabalho, ou a ambas, por intermédio de uma placa, uma cor, um sinal luminoso ou acústico, uma comunicação verbal ou um sinal gestual. Trabalhador – a pessoa singular que, mediante retribuição, se obriga a prestar serviço a um empregador e, bem assim, o tirocinante, o estagiário, o aprendiz e os que estejam na dependência económica do empregador em razão dos meios de trabalho e do resultado da sua atividade, embora não titulares de uma relação jurídica de emprego.
  • 16.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 1 1. INTRODUÇÃO O principal objetivo da atuação do empregador prende-se na promoção da segurança e da saúde dos trabalhadores de forma a prevenir a ocorrência de acidentes de trabalho e o surgimento de doenças profissionais. A legislação de SST aplica-se a todas as empresas, independentemente da atividade ou dimensão da empresa. O empregador é responsável pela SST na sua empresa, por isso, deverá adotar uma gestão preventiva, para reduzir os riscos associados, quer à atividade quer às instalações. Só assim poderá garantir condições de trabalho seguras. Assim sendo, o empregador deverá assegurar recursos internos, comuns ou externos, em função da atividade e dimensão da sua empresa, para garantir o cumprimento das obrigações, em matéria de Segurança e Saúde do Trabalho1 e deve abranger todos os trabalhadores, sejam eles: o Trabalhadores com contrato de trabalho sem termo; o Trabalhadores com contrato de trabalho a termo certo ou incerto; o Prestadores de serviços cuja mão-de-obra utilize; o Trabalhadores cedidos; o Trabalhadores temporários; o Estagiários, aprendizes e tirocinantes. A gestão da SST passa por identificar os perigos e avaliar os riscos associados ao local de trabalho, instalações e à atividade, ou seja, as situações que possam causar dano ao empregador, aos seus trabalhadores e a terceiros. Com esta ferramenta poderá verificar se se está a fazer o suficiente para prevenir a sua ocorrência. Uma avaliação de riscos consiste, fundamentalmente, em identificar, face às situações existentes, as medidas necessárias para controlar a ocorrência de danos para a SST. Esta avaliação deverá focar-se nos riscos cuja probabilidade de causar dano seja maior. Para que o controlo seja o mais eficaz possível, todo este processo terá que ser registado e documentado (Freitas & Cordeiro, 2013). 1 Lei 102/2009 de 10 de setembro, alterada pela Lei 3/2014 de 28 de janeiro
  • 17.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 2 Sempre que possível, é preferível evitar os riscos no seu todo, realizando a avaliação de riscos no momento da conceção dos locais de trabalho, da conceção do layout produtivo, da definição da organização e dos processos de trabalho, da introdução de novas tecnologias e da aquisição de máquinas, ferramentas e matérias-primas e, em qualquer modificação significativa das condições de trabalho. Combater os riscos na origem é sempre mais eficaz porque se evita a propagação ou se reduz a extensão. (Roxo, 2006) Assim, a gestão da prevenção deve ser vista como um investimento e não como um custo, e a sua política deve ter como base os onze princípios gerais da prevenção conforme descritos abaixo. Tabela 1 - Princípios Gerais da Prevenção 1. EVITAR OS RISCOS 2. PLANIFICAR A PREVENÇÃO COMO UM SISTEMA COERENTE QUE INTEGRE A EVOLUÇÃO TÉCNICA, A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO, AS CONDIÇÕES DE TRABALHO, AS RELAÇÕES SOCIAIS E A INFLUÊNCIA DOS FATORES AMBIENTAIS 3. IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS PREVISÍVEIS EM TODAS AS ATIVIDADES DA EMPRESA, ESTABELECIMENTO OU SERVIÇO, NA CONCEÇÃO OU CONSTRUÇÃO DE INSTALAÇÕES, DE LOCAIS E PROCESSOS DE TRABALHO, ASSIM COMO NA SELEÇÃO DE EQUIPAMENTOS, SUBSTÂNCIAS E PRODUTOS, COM VISTA À ELIMINAÇÃO DOS MESMOS OU, QUANDO ESTA SEJA INVIÁVEL, À REDUÇÃO DOS SEUS EFEITOS 4. INTEGRAÇÃO DA AVALIAÇÃO DOS RISCOS PARA A SEGURANÇA E A SAÚDE DO TRABALHADOR NO CONJUNTO DAS ATIVIDADES DA EMPRESA, ESTABELECIMENTO OU SERVIÇO, DEVENDO ADOTAR AS MEDIDAS ADEQUADAS DE PROTEÇÃO 5. COMBATE AOS RISCOS NA ORIGEM, POR FORMA A ELIMINAR OU REDUZIR A EXPOSIÇÃO E AUMENTAR OS NÍVEIS DE PROTEÇÃO 6. ASSEGURAR, NOS LOCAIS DE TRABALHO, QUE AS EXPOSIÇÕES AOS AGENTES QUÍMICOS, FÍSICOS E BIOLÓGICOS E AOS FATORES DE RISCO PSICOSSOCIAIS NÃO CONSTITUEM RISCO PARA A SEGURANÇA SAÚDE DO TRABALHADOR 7. ADAPTAÇÃO DO TRABALHO AO HOMEM, ESPECIALMENTE NO QUE SE REFERE À CONCEÇÃO DOS POSTOS DE TRABALHO, À ESCOLHA DE EQUIPAMENTOS DE TRABALHO E AOS MÉTODOS DE TRABALHO E PRODUÇÃO, COM VISTA A, NOMEADAMENTE, ATENUAR O TRABALHO MONÓTONO E O TRABALHO REPETITIVO E REDUZIR OS RISCOS PSICOSSOCIAIS 8. ADAPTAÇÃO AO ESTADO DE EVOLUÇÃO DA TÉCNICA, BEM COMO A NOVAS FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO 9. SUBSTITUIÇÃO DO QUE É PERIGOSO PELO QUE É ISENTO DE PERIGO OU MENOS PERIGOSO 10. PRIORIZAÇÃO DAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA EM RELAÇÃO ÀS MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL 11. ELABORAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE INSTRUÇÕES COMPREENSÍVEIS E ADEQUADAS À ATIVIDADE DESENVOLVIDA PELO TRABALHADOR
  • 18.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 3 Deverá assegurar-se a vigilância da saúde dos trabalhadores, não fosse também uma obrigação legal. Os trabalhadores terão que ser submetidos a exames de saúde por forma a atestar, que se encontram física e mentalmente aptos para desempenhar as tarefas inerentes às quais se encontra associado um conjunto de riscos profissionais. A identificação dos fatores de risco para a saúde associados às condições de trabalho deve ser realizado por médicos do trabalho, em articulação com os técnicos superiores de segurança e saúde do trabalho. Os exames médicos devem ser adequados ao tipo de riscos, devem ser realizados periodicamente e podem ser realizados nas instalações da empresa ou fora dela, em função da modalidade adotada pelo empregador. De acordo com o ponto 3, do art. 108º, da Lei n.º 102/2009, alterada pela Lei n.º 3/2014, devem ser realizados os seguintes exames de saúde: o Exames de admissão, antes do início da prestação de trabalho ou, se a urgência da admissão o justificar, nos 15 dias seguintes; o Exames periódicos, anuais para os menores e para os trabalhadores com idade superior a 50 anos, e de 2 em 2 anos para os restantes trabalhadores; o Exames ocasionais, sempre que haja alterações substanciais nos componentes materiais de trabalho que possam ter repercussão nociva na saúde do trabalhador, bem como no caso de regresso ao trabalho depois de uma ausência superior a 30 dias por motivo de doença ou acidente. O empregador deverá garantir medidas de prevenção para todos aqueles que se encontram, utilizam e acedem às suas instalações, incluindo pessoas com mobilidade condicionada, bem como, instalações sociais e de bem-estar para os seus trabalhadores. As condições básicas sobre as quais deverá atender para garantir essas condições são: o Ventilação adequada de todos os espaços do local de trabalho e instalações; o Condições térmicas adequadas às atividades desenvolvidas; o Condições de iluminação ajustadas às tarefas; o Limpeza das instalações e respetiva gestão de resíduos; o Gestão, inspeção e manutenção de equipamentos de trabalho, redes e instalações; o Sistemas de deteção e de segurança contra incêndio;
  • 19.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 4 o Meios e equipamentos de primeiros socorros e assistência em caso de acidente; o Gestão e organização da emergência; o Instalações sanitárias, separadas por géneros, devidamente equipadas; o Locais para guardar vestuário e pertences (vestiários equipados com cacifos), em particular quando a atividade a desenvolver implique a utilização de fardamento e EPI; o Locais para a realização de refeições. A variedade de riscos profissionais é muito vasta, sendo necessário conhecer cada setor de atividade em particular. Mas, podem ser estabelecidas estratégias adequadas a qualquer tipo de risco. Por ordem de eficácia, as formas mais eficazes de combater os riscos são: o Prevenção na fase de conceção de um projeto; o Eliminar os riscos na fonte; o Proteção coletiva (melhoramento de materiais e equipamentos disponíveis de forma a proteger todas as pessoas em contato com os riscos); o Proteção individual do trabalhador (EPI’s). Muitas vezes, esta última não é muito bem aceite pelo trabalhador por variados motivos (Cardim & Counhago, 1996): o Perda de prestígio na imagem, frequentemente associado à ideia de medricas; o Falta de exemplo dos seus superiores; o Incómodo físico; o Inadequação ao utilizador; o Aspeto inestético; o Falta de procedimentos indicando como e que equipamento usar; o EPI’s em más condições de conservação; o Indisponibilidade do equipamento necessário, no momento e local adequados. Com a gestão da SST pretende-se a redução o mais possível, de preferência a valor zero, dos acidentes de trabalho ou doenças profissionais, como resultado do trabalho que o trabalhador desenvolve.
  • 20.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 5 Caso aconteça, o trabalhador terá direito à compensação pelos danos: o No caso de acidente de trabalho, dependendo da natureza da incapacidade2 (temporária ou permanente), terá direito à reparação em espécie (prestações de natureza médica ou outras que seja necessárias e adequadas ao restabelecimento da saúde do sinistrado) ou em dinheiro (indemnizações ou outras prestações/ subsídios previstos na lei)3; o Em caso de presumível doença profissional, o direito à reparação depende do Centro Nacional de Proteção contra os Riscos Profissionais, ao qual compete garantir o reconhecimento da mesma e a sua reparação. O direito à reparação pressupõe que o trabalhador esteja afetado por doença profissional e ter estado exposto ao respetivo risco pela natureza da indústria, atividade ou condições, ambiente e técnicas do trabalho habitual4. A lista das doenças profissionais consta do Decreto Regulamentar n.º 6/2001 de 5 de maio, alterado pelo Decreto Regulamentar 76/2007 de 17 de julho e, caso alguma não esteja incluída na referida lista, desde que devidamente comprovada, será igualmente indemnizável5. A doença profissional pode determinar-se temporária ou permanente nos mesmos moldes do acidente de trabalho, bem como as modalidades das prestações6. Sendo uma imposição legal, os trabalhadores ou seus representantes devem ser consultados a respeito das questões de SST, no mínimo uma vez por ano7. Essa consulta deverá ser feita por escrito, de forma simples (por exemplo questionário) sobre os seguintes aspetos (Oliveira, 2006): o Riscos para a SST do trabalho que estes desenvolvem; o A forma como os riscos são controlados; o Os programas de formação e informação e sua organização; o A designação dos trabalhadores que desempenhem funções na área; o A designação dos trabalhadores responsáveis pela aplicação das medidas de primeiros socorros, combate a incêndios e evacuação de trabalhadores, respetiva formação e material disponível; 2 Art. 19º, da Lei n.º 98/2009 de 4 de setembro 3 Art. 23º, da Lei n.º 98/2009 de 4 de setembro e seguintes 4 Art. 95º, da Lei n.º 98/2009 de 4 de setembro 5 Art. 94º, da Lei n.º 98/2009 de 4 de setembro 6 Art. 97º, da Lei n.º 98/2009 de 4 de setembro e seguintes 7 Art. 18º, da Lei n.º 102/2009, alterada pela Lei n.º 3/2014
  • 21.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 6 o O recurso a serviços exteriores à empresa para as atividades de SST; o O material de proteção individual e coletiva; o As informações referentes a riscos, medidas de proteção e de prevenção e como se aplicam, relativos ao posto de trabalho, função, estabelecimento ou empresa ou serviço; o A lista anual dos acidentes de trabalho graves; o Os relatórios de acidentes de trabalho. Sendo, também, uma obrigação legal8, os trabalhadores devem saber como desenvolver as suas tarefas de forma segura e sem riscos para a saúde. Deste modo, o empregador deve: o Disponibilizar e procedimentos de segurança de fácil entendimento; o Informar e formar os trabalhadores sobre os riscos associados à sua atividade profissional; o Formar os trabalhadores sobre os procedimentos de segurança e as boas práticas a adotar face aos riscos inerentes à atividade e a potenciais situações de emergência. Estas ações deverão ser realizadas, sem qualquer custo para os trabalhadores, durante o seu horário de trabalho. 8 Art. 19º e 20º da Lei n.º 102/2009, alterada pela Lei n.º 3/2014
  • 22.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 7 2. OBJETIVOS DO ESTÁGIO Os objetivos pedagógicos gerais definidos para o estágio centram-se em perceber o funcionamento geral dos serviços do Centro Social, dominar o procedimento da avaliação de riscos, valorizar a importância da avaliação de riscos e sensibilizar os profissionais para os riscos presentes no local de trabalho. Quanto aos objetivos específicos definidos, destacam-se: o Elaborar instrumentos de comunicação específica; o Identificar os perigos presentes nos serviços selecionados; o Avaliar os riscos associados a cada perigo; o Efetuar a apreciação dos riscos de acordo com o método selecionado; o Definir medidas corretivas e preventivas associadas a cada risco; o Seleção da legislação e normas aplicáveis a cada perigo identificado.
  • 23.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 8 3. CARATERIZAÇÃO DA EMPRESA A empresa acolhedora de estágio é a “Benéfica e Previdente - Associação Mutualista”. Esta associação resulta da fusão entre a “Associação Benéfica dos Empregados do Comércio no Porto” e “A Previdente – Associação de Socorros Mútuos” em 30 de Dezembro de 2002. Caracterização: o CAE 94995 – Outras atividades associativas, n.e. (atividades de serviços); o N.º de trabalhadores: 51; o Modalidade dos serviços de SST adotada: internos. Entre os variados serviços que esta associação presta9, estão incluídos os serviços de Segurança e Saúde no Trabalho, estando autorizada pela ACT desde 2008, que visa responder às exigências da Lei n.º 102/2009 de 10 de setembro, alterada pela Lei n.º 3/2014 de 28 de janeiro, através do apoio às organizações e empresas nas seguintes áreas: o Segurança no Trabalho o Identificação, avaliação, redução e controlo dos riscos; o Elaboração de programa de prevenção de riscos; o Organização dos meios destinados à prevenção e proteção coletiva e individual, assessoria da coordenação das medidas a adotar em caso de perigo grave e eminente. o Saúde no Trabalho o Consulta médica; o Análises clínicas; o Eletrocardiograma; o Exame titmus (teste à visão); o Exame de dinamometria (medição da força do movimento humano); o Teste de Rinnie e Webbor (teste de audição). 9 Ver Anexo 1 – Guia de Serviços
  • 24.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 9 O trabalho de estágio desenvolveu-se num Centro Social que, a pedido da empresa acolhedora, não está identificado. O Centro Social referido é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), em exercício das suas atividades há 70 anos e encontra-se situado no centro da cidade do Porto. Desde a sua fundação, tem como objetivo dar resposta aos problemas sociais existentes, num espirito de solidariedade humana e social. Neste sentido, desenvolve atividades nas seguintes áreas: o Apoio à Infância – creche e jardim-de-infância; o Apoio à Terceira Idade – apoio domiciliário, centro de dia e lar; o Apoio à Comunidade – fornecimento de refeições (incluído, também, no apoio domiciliário), lavandaria social (também aberta ao público, atendimento e encaminhamento no âmbito do Serviço Social e Psicologia), ateliers de várias atividades (culinária, informática, ginástica sénior, grupo coral, manualidades, entre outras). Dado que desenvolve as suas atividades num contexto social difícil10, o Centro Social pretende, com estes serviços, integrar socialmente os mais desfavorecidos através de medidas de apoio aos grupos etários mais fragilizados, incentivar as relações de vizinhança e a solidariedade social, proporcionar apoio pedagógico e desenvolver atividades complementares na formação dos utentes da Instituição. Caraterização: o CAE 88990 - Outras atividades de apoio social sem alojamento, n.e.; o N.º de trabalhadores: 58; o Modalidade dos serviços de SST adotada: externos O organigrama apresentado a seguir permite uma visualização de uma forma geral dos serviços do Centro Social. 10 Beneficiários do Rendimento Social de Inserção, desempregados, reformados com baixas pensões/ rendimentos e, entre aqueles que trabalham, os que não atingem na maioria das situações o salário mínimo nacional.
  • 25.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 10 Organigrama Esquema 1 - Organigrama – Estrutura dos Serviços do Centro Social
  • 26.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 11 4. LEGISLAÇÃO Abaixo consta levantamento da legislação, em questões da SST, que se considera relevante para o exercício da atividade do Centro Social. (Verlag Dashofer, 2010); (ACT, 2014); (DRE, 2014). Enquadramento Legal em SST Lei n.º 42/2012, de 28 de agosto - Aprova os regimes de acesso e de exercício das profissões de técnico superior de segurança no trabalho e de técnico de segurança no trabalho. Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro - Aprova o Código do Trabalho, alterada alterado pelas Leis n.os105/2009, de 14 de setembro, 53/2011, de 14 de outubro, 23/2012, de 25 de junho, 47/2012, de 29 de agosto, 69/2013, de 30 de agosto, 27/2014, de 8 de maio e 55/2014 de 25 de agosto. Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro - Regulamenta o regime jurídico da promoção e prevenção da segurança e da saúde no trabalho, de acordo com o previsto no artigo 284º do Código do Trabalho, no que respeita à prevenção alterada pela Lei nº 3/2014, de 28 de janeiro - Procede à segunda alteração à Lei nº 102/2009, de 10 de setembro, que aprova o regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho, e à segunda alteração ao Decreto-Lei nº 116/1997, de 12 de maio, que transpõe para a ordem jurídica interna a Diretiva nº 93/103/CE, do Conselho, de 23 de novembro, relativa às prescrições mínimas de segurança e de saúde no trabalho a bordo dos navios de pesca. Regulamentação de SST no setor do Comércio e Serviços Decreto-Lei n.º 243/86, de 20 de agosto – Assegura boas condições de higiene e segurança e a melhor qualidade de ambiente de trabalho em todos os locais onde se desenvolvam atividades de comércio, escritório e serviços.
  • 27.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 12 Decreto-Lei n.º 48/2011 de 1 de abril – Simplifica o regime de exercício de diversas atividades económicas no âmbito da iniciativa «Licenciamento zero», alterado pelo Decreto-Lei n.º 141/2012 de 11 de julho. Locais de Trabalho Lei n.º 113/99, de 3 de agosto – Regime geral das contraordenações laborais, através da tipificação e classificação das contraordenações correspondentes à violação da legislação específica de segurança, higiene e saúde no trabalho em certos sectores de atividades ou a determinados riscos profissionais. Decreto-Lei n.º 347/93, de 1 de outubro - Prescrições mínimas de segurança e de saúde para os locais de trabalho. Portaria n.º 987/93, de 6 de outubro - Regulamentação das normas técnicas respeitantes às prescrições mínimas de segurança e de saúde para os locais de trabalho. Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro - Código do Trabalho - Artº 283º e 284º - Prevê o direito à reparação de acidentes de trabalho e de doenças profissionais. Lei n.º 98/2009, de 4 de setembro - Regulamenta o regime de reparação de acidentes de trabalho e de doenças profissionais. Decreto Regulamentar n.º 6/2001, de 5 de maio, alterado pelo Decreto Regulamentar n.º 76/2007, de 17 de julho - Índice Codificado das doenças profissionais. Portaria n.º 256/2011, de 5 de julho - Aprova a parte uniforme das condições gerais da apólice de seguro obrigatório de acidentes de trabalho para trabalhadores por conta de outrem, bem como as respetivas condições especiais uniformes. Decreto-Lei n.º 352/2007, de 23 de outubro – Aprova a nova Tabela Nacional de Incapacidades por Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais, revogando o Decreto-Lei n.º 341/93, de 30 de Setembro, e aprova a Tabela Indicativa para a Avaliação da Incapacidade em Direito Civil.
  • 28.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 13 Estatística da Sinistralidade Laboral Decreto-Lei n.º 362/93, de 15 de outubro – Estabelece as regras relativas à informação estatística sobre acidentes de trabalho e doenças profissionais. Modelos de Comunicação de Acidentes Portaria n.º 137/94, de 8 de março – Aprova o modelo de participação de acidente de trabalho e o mapa de encerramento de processo de acidente de trabalho. Equipamentos de trabalho Decreto-Lei n.º 103/2008, de 12 de dezembro – Estabelece as regras a que deve obedecer a colocação no mercado e a entrada em serviço das máquinas bem como a colocação no mercado das quase – máquinas, alterado pelo Decreto-Lei n.º 75/2011 de 20 de junho (alteração aos artigos 3.º, 4.º, 12.º, 14.º e 19.º). Decreto-Lei n.º 325/2007, de 28 de setembro – Compatibilidade eletromagnética dos equipamentos. Decreto-Lei n.º 50/2005, de 25 de fevereiro – Prescrições mínimas de segurança e de saúde para a utilização pelos trabalhadores de equipamentos de trabalho. Portaria n.º 172/2000, de 23 de março - Define a complexidade e características das máquinas usadas que revistam especial perigosidade. Decreto-Lei n.º 214/95, de 18 de agosto - Estabelece as condições de utilização e comercialização de máquinas usadas, visando a proteção da saúde e segurança dos utilizadores e de terceiros.
  • 29.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 14 Equipamentos dotados de visor (ergonomia) Lei n.º 113/99, de 3 de agosto – Regime geral das contraordenações laborais, através da tipificação e classificação das contraordenações correspondentes à violação da legislação específica de segurança, higiene e saúde no trabalho em certos sectores de atividades ou a determinados riscos profissionais. Decreto-Lei n.º 349/93, de 1 de outubro – Prescrições mínimas de segurança e de saúde respeitantes ao trabalho com equipamentos dotados de visor. Portaria n.º 989/93, de 6 de outubro – Regulamentação das normas técnicas respeitantes às prescrições mínimas de segurança e de saúde respeitantes ao trabalho com equipamentos dotados de visor. Equipamentos de proteção individual Lei n.º 113/99, de 3 de agosto – Regime geral das contraordenações laborais, através da tipificação e classificação das contraordenações correspondentes à violação da legislação específica de segurança, higiene e saúde no trabalho em certos sectores de atividades ou a determinados riscos profissionais. Decreto-lei n.º 348/93, de 1 de outubro – Prescrições mínimas de segurança e de saúde dos trabalhadores na utilização de equipamentos de proteção individual. Portaria n.º 988/93, de 6 de outubro – Regulamentação das prescrições mínimas de segurança e de saúde dos trabalhadores na utilização de equipamentos de proteção individual. Movimentação de cargas Lei n.º 113/99, de 3 de agosto – Regime geral das contraordenações laborais, através da tipificação e classificação das contraordenações correspondentes à violação da legislação específica de segurança, higiene e saúde no trabalho em certos sectores de atividades ou a determinados riscos profissionais.
  • 30.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 15 Decreto-Lei n.º 330/93, de 25 de setembro – Prescrições mínimas de segurança e saúde na movimentação manual de cargas. Sinalização de Segurança Lei n.º 113/99, de 3 de agosto – Regime geral das contraordenações laborais, através da tipificação e classificação das contraordenações correspondentes à violação da legislação específica de segurança, higiene e saúde no trabalho em certos sectores de atividades ou a determinados riscos profissionais. Decreto-Lei n.º 141/95, de 14 de junho – Estabelece as prescrições mínimas para a sinalização de segurança e de saúde no trabalho. Portaria n.º 1456-A/95, de 11 de dezembro – Regulamenta as prescrições mínimas de colocação e utilização sinalização de segurança e de saúde no trabalho. Prevenção e combate a incêndios Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro – Estabelece o Regime Jurídico da Segurança Contra Incêndio em Edifícios (RJ-SCIE). Portaria n.º 1532/2008,de 29 de dezembro – Aprova o Regulamento Técnico de Segurança contra Incêndio em Edifícios (RT-SCIE). Despacho n.º 2074/2009, de 7 de janeiro – Despacho do Presidente da ANPC, conforme previsto no n.º 4 do artigo 12.º do Decreto-Lei n.º220/2008 de 12 de novembro: Critérios técnicos para determinação da densidade de carga de incêndio modificada.
  • 31.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 16 Agentes Físicos Ruído Ocupacional Decreto-Lei n.º 182/2006, de 6 de setembro - Prescrições mínimas de segurança e de saúde em matéria de exposição dos trabalhadores aos riscos devidos ao ruído. Vibrações Decreto-Lei n.º 46/2006, de 24 de fevereiro - Prescrições mínimas de segurança e saúde respeitantes à exposição dos trabalhadores aos riscos devidos a vibrações mecânicas. Iluminação Norma ISO 8995:2002 de 15 de maio – Iluminação do local de trabalho. Norma DIN 5035-2:1990 – Iluminação artificial; valores recomendados dos parâmetros de iluminação nos espaços de trabalho. DIN EN 12464-1 – Iluminação em locais de trabalho interiores. Não existe legislação portuguesa específica relativa à “Iluminação nos Locais de Trabalho”, a qual se encontra dispersa e abordada em diversos diplomas. Os requisitos referentes à “Iluminação nos Locais de Trabalho” estão referidos nos seguintes diplomas legais nacionais: Portaria n.º 101/96, de 3 de abril – que fixa as prescrições mínimas de SHST nos estaleiros temporários ou móveis; (artigo 15º); Portaria n.º 1456-A/95, de 11 de dezembro – que fixa as Normas Técnicas relativas à Sinalização de Segurança; (artigo 11º); Portaria n.º 989/93, de 06 de outubro – que fixa as Normas Técnicas relativas aos equipamentos dotados de visor; (alínea b) do artigo 3º);
  • 32.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 17 Portaria n.º 987/93, de 06 de outubro – que fixa as Normas Técnicas relativas às prescrições mínimas dos Locais de Trabalho; (artigo 8º); Decreto-Lei n.º 243/86, de 20 de agosto – que estabelece o Regulamento de SST nos Estabelecimentos Comerciais, de Escritórios e de Serviços; (SECÇÃO III DO CAPÍTULO III – artigos 14º, 15º, 16º e 17º); Portaria n.º 53/71, de 3 de fevereiro com as alterações introduzidas pela Portaria n.º 702/80, de 22 de setembro – que estabelece o Regulamento de SST em Estabelecimentos Industriais; (SECÇÃO II DO CAPÍTULO II – artigos 18º, 19º, 20º e 21º). Ambiente Térmico Norma ISO 7730:2005 – Ergonomia do ambiente térmico - determinação analítica e interpretação de conforto térmico pelo método de cálculo dos índices PMV (voto médio previsível) e PPD (percentagem previsível de insatisfeitos) e critérios de conforto térmico locais. Norma ISO 7726:1998 - Ergonomia do ambiente térmico - Instrumentos para medição de grandezas físicas. Agentes Biológicos Lei n.º 113/99, de 3 de agosto – Regime geral das contraordenações laborais, através da tipificação e classificação das contraordenações correspondentes à violação da legislação específica de segurança, higiene e saúde no trabalho em certos sectores de atividades ou a determinados riscos profissionais. Portaria n.º 405/98, de 11 de julho - Aprova a classificação dos agentes biológicos. Portaria n.º 1036/98, de 15 de dezembro - Altera a lista dos agentes biológicos classificados, constante do anexo à Portaria nº 405/98, de 11 de julho. Decreto-Lei n.º 84/97, de 16 de abril - Estabelece as prescrições mínimas de proteção da segurança e da saúde dos trabalhadores contra os riscos da exposição a agentes biológicos no trabalho.
  • 33.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 18 Agentes Químicos Decreto-Lei n.º 24/2012, de 6 de fevereiro – Estabelece prescrições mínimas em matéria de proteção dos trabalhadores contra os riscos para a segurança e a saúde devido à exposição a agentes químicos no trabalho. Decreto-Lei n.º 266/2007, de 24 de julho – Proteção sanitária dos trabalhadores contra os riscos de exposição ao amianto durante o trabalho. NP 1796:2007 – Valores limite de exposição profissional a agentes químicos. Decreto-Lei n.º 301/2000, de 18 de Novembro – Estabelece a proteção dos trabalhadores contra os riscos ligados à exposição a agentes cancerígenos ou mutagénicos durante o trabalho. Riscos Elétricos Decreto-Lei n.º 6/2008, de 10 de janeiro – Harmonização das legislações dos Estados Membros no domínio do material elétrico destinado a ser utilizado dentro de certos limites de tensão, e revoga o Decreto-Lei n.º 117/88, de 12 de Abril. Decreto-Lei n.º 226/2005, de 28 de dezembro – Estabelece os procedimentos de aprovação das regras técnicas das instalações elétricas de baixa tensão. Portaria n.º 949-A/2006, de 11 de setembro – Aprova as Regras Técnicas das Instalações elétricas de Baixa Tensão. Portaria n.º 1055/98, de 28 de dezembro – Fixa a data do início de entrada em funções da CERTIEL - Associação Certificadora de Instalações Elétricas. Decreto-Lei n.º 272/92, de 3 de dezembro – Regras para garantir condições de segurança aos utilizadores de energia elétrica.
  • 34.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 19 5. MÉTODOS DE RECOLHA DE DADOS Quanto aos métodos de recolha de dados, destacam-se os seguintes: o Aplicação de uma Lista de Verificação; o Observação direta, através de visitas aos serviços selecionados; o Recolha de fotografias; o Utilização de procedimentos existentes (metodologia de avaliação de riscos); o Diálogo com os profissionais envolvidos. Recolheram-se os dados possíveis relativos aos recursos humanos disponíveis. Com o acompanhamento do encarregado do Centro Social, efetuou-se a visita ao serviço de forma a proceder ao reconhecimento das instalações e do ambiente de trabalho.
  • 35.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 20 6. GESTÃO DA SST 6.1. Atividades básicas Com o objetivo de verificar se foram considerados os princípios básicos da SST no Centro Social, elaborou-se uma lista de verificação (Anexo I) que analisa os pontos seguintes (ACT, 2014): o Organização dos Serviços de SST; o Avaliação, controlo de riscos, análise de acidentes e doenças profissionais; o Vigilância da Saúde; o Consulta, formação e informação aos trabalhadores; o Emergência e primeiros socorros, evacuação de trabalhadores e combate a incêndios. A saúde no trabalho no Centro Social é assegurada pela Benéfica que, através de registos, controla a periodicidade das consultas e exames em função do legalmente estabelecido. 6.2. Condições mínimas garantidas Para a visita ao Centro Social, de forma a proceder ao reconhecimento das instalações e do ambiente de trabalho das suas atividades, elaborou-se uma lista de verificação (Anexo II) com base nos requisitos legais aplicáveis. 6.2.1. Relatório Não Conformidades Detetadas Como resultado das visitas realizadas elaboraram-se os relatórios de não-conformidades detetadas conforme Anexo III.
  • 36.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 21 7. METODOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E AVALIAÇÃO DE RISCOS O processo de avaliação e controlo dos riscos consiste em algumas etapas essenciais: o Identificar os perigos - a primeira etapa, e da qual depende grande parte do objetivo a atingir da avaliação dos riscos, é a identificação dos perigos. É necessário identificar os perigos relacionados com: o Ambiente geral (espaço para executar as tarefas, tarefas sobrepostas (no espaço e no tempo), ruído, poeiras, condições climatéricas, entre outros); o Equipamentos e ferramentas; o Produtos químicos; o Organização e condições do trabalho; o Formação e experiência dos trabalhadores. o Avaliar os riscos associados a cada perigo; o Apreciação do risco; o Com base nos níveis de risco, propor medidas que permitam minimizar e/ou controlar os riscos; o Sustentar as medidas propostas com legislação e normalização aplicáveis; Posteriormente é feita a monitorização dos perigos, controlando a sua eliminação ou redução a níveis aceitáveis. Com base neste processo, foi realizada a avaliação e controlo dos riscos aos quais os profissionais estão expostos. 7.1. Método de avaliação de riscos adotado – William Fine Para a quantificação do risco foi utilizado o método de William Fine, explicado de seguida. As tarefas caracterizam-se de acordo com as variáveis desta expressão, conforme tabelas que se seguem (Freitas, Manual de Segurança e Saúde do Trabalho, 2011).
  • 37.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 22 Trata-se de um método simplificado de avaliação do grau de perigosidade e é dado pela expressão: GP – Grau de Perigosidade P – Probabilidade E – Exposição C - Consequência Tabela 3 - Método William Fine, parâmetro PROBABILIDADE PROBABILIDADE MUITO PROVÁVEL 10 POSSÍVEL 6 RARO 3 REPETIÇÃO IMPROVÁVEL 1 NUNCA ACONTECEU 0.5 PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL 0.1 Tabela 4 - Método William Fine, parâmetro EXPOSIÇÃO EXPOSIÇÃO CONTÍNUA (MUITAS VEZES POR DIA) 10 FREQUENTE (UMA VEZ POR DIA) 6 OCASIONAL (1 X SEMANA A 1 X MÊS) 3 IRREGULAR (1 X MÊS A 1 X ANO) 2 RARAMENTE (OCORRE, MAS COM BAIXA FREQUÊNCIA) 1 POUCO PROVÁVEL (NÃO SE SABE SE OCORRE, MAS É POSSÍVEL) 0.5 GP = P × E × C Tabela 2 - Método William Fine, fórmula
  • 38.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 23 Tabela 5 - Método William Fine, parâmetro CONSEQUÊNCIA CONSEQUÊNCIA ELAVADO N.º VÍTIMAS MORTAIS 100 ALGUMAS VÍTIMAS MORTAIS 50 ACIDENTE MORTAL 25 INCAPACIDADE PERMANENTE 15 INCAPACIDADE TEMPORÁRIA 5 LESÕES LIGEIRAS 1 Seguidamente, avalia-se o risco em função da valoração atribuída a cada variável que resulta na magnitude do risco ou, conforme caracterizado, grau de perigosidade. Este é o resultado o produto das três variáveis, conforme fórmula acima descrita, sendo avaliada de acordo com a matriz que se segue. Tabela 6 - Método William Fine, MAGNITUDE DO RISCO MAGNITUDE DO RISCO/ GRAU DE PERIGOSIDADE ≥ 400 Muito alta Interrupção imediata ≥200 <400 Alta Correção imediata ≥ 70 <200 Substancial Correção urgente ≥ 20 <70 Moderada Não urgente mas deve corrigir-se < 20 Aceitável Situação a manter Após o levantamento, identificação e valoração dos riscos por posto de trabalho, hierarquizam-se os riscos em função da classificação obtida.
  • 39.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 24 8. APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS 8.1. Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais A ocorrência de acidentes de trabalho ou de doenças profissionais constitui um indicador significante da existência de disfunções nos locais de trabalho e áreas envolventes. A informação e tratamento dos dados permite às organizações conhecer melhor as necessidades de correção das medidas de prevenção aplicadas nos locais de trabalho. Com os dados disponibilizados, referentes aos acidentes do ano de 2013, calcularam-se os Índices de Sinistralidade do Centro Social, por setor de atividade. A tabela seguinte apresenta, em resumo, o registo dos acidentes de trabalho do referido ano: Tabela 7 - Acidentes de Trabalho/ 2013 Período de Baixa Dias Úteis Nº Acidentes Local Motivo «Joana Miranda» 03/set 08/out 26 1 SEDE queda por piso escorregadio ao dirigir- se para o trabalho «Samuel Santos» 05/set 15/set 7 1 SEDE a limpar o refeitório, ao ajoelhar-se para limpar o chão sentiu uma dor que se manteve 21/nov 31/dez 29 1 SEDE na distribuição dos almoços, teve um acidente de viação «Sara Cunha» 18/jul 08/ago 16 1 SAD distribuição de almoços ao domicílio, caiu na rua «Susana Pinto» 09/mai 11/mai 2 1 LAVANDARIA a colocar a roupa na máquina de lavar roupa, bateu com as mãos na máquina 80 5
  • 40.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 25 Na tabela seguinte estão representadas o total de horas trabalhadas pelo pessoal associado a cada setor de atividade: Tabela 8 - Horas trabalhadas (inclui suplementares) TOTAL DE HORAS TRABALHADAS 2013 Pessoal Homens Mulheres Sede (Infantário) 70726 30 5 25 SAD 28995 12 0 12 Lavandaria 12057 4 0 4 Centro de Dia 4325 6 1 5 Lar 8094 6 0 6 124197 58 6 52 Conforme tabela que se segue, calculou-se o Índice de Frequência, que representa o número de acidentes com baixa por milhão de horas/homem trabalhadas, segundo a fórmula que se segue: Tabela 9 - Índice de Frequência Índice de Frequência Nº acidentes X 1,000,000 Nº horas trabalhadas TOTAL Sede (Infantário) 3 70726 42,42 SAD 1 28995 34,49 Lavandaria 1 12057 82,94 Centro de Dia 0 4325 0,00 Lar 0 8084 0,00 5 124187 Calculou-se, também, o Índice de Gravidade, que representa o número de dias úteis perdidos por milhão de horas/homem trabalhadas, segundo a fórmula que se segue:
  • 41.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 26 Tabela 10 - Índice de Gravidade Índice de Gravidade n.º dias úteis x 1,000,000 nº horas trabalhadas TOTAL Sede (Infantário) 62 70726 876,62 SAD 16 28995 551,82 Lavandaria 2 12057 165,88 Centro de Dia 0 4325 0,00 Lar 0 8084 0,00 80 124187 Com o objetivo de estabelecer prioridades quanto às ações de controlo a implementar (através dos resultados, calculados por setor de atividade), calculou-se o Índice de Avaliação de Gravidade, que representa o número de dias úteis perdidos, em média, por acidente. De acordo com a fórmula que se segue, o resultado desta avaliação está evidenciada na tabela abaixo: Tabela 11 - Índice de Avaliação da Gravidade Índice de Avaliação de Gravidade IG IF x 1,000 Sede (Infantário) 876,62 42,42 20665,25 SAD 551,82 34,49 15999,42 Lavandaria 165,88 82,94 2000,00 Centro de Dia 0,00 0,00 0,00 Lar 0,00 0,00 0,00
  • 42.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 27 8.2. Movimentação Manual de Cargas Tratando-se de um universo relativamente pequeno, é fácil identificar onde é necessário agir em primeiro lugar. Neste caso particular, o foco de atenção centra-se na Sede/ SAD e na atividade de transporte e distribuição das refeições. A grande dificuldade em arranjar uma solução viável prende-se com o facto de depender, essencialmente, de fatores estruturais externos à instituição. Como se poderá ver nas imagens abaixo, o acesso ao edifício e o caminho a percorrer do edifício aos transportes é bastante irregular, desnivelado representando assim um elevado risco. Figura 1 - Acesso ao Centro Social - SEDE/ SAD Figura 2 - Acesso ao Centro Social - SEDE/ SAD O transporte das marmitas com as refeições, do edifício para as carrinhas de transporte e vice- versa, é efetuado manualmente pois não há meios estruturais nem de suporte mecânico para execução da tarefa. As marmitas de alimentos líquidos (pretas) são transportadas por um auxiliar e as de alimentos sólidos (azuis) são transportadas por dois auxiliares. Figura 3 - Marmitas transporte de alimentos
  • 43.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 28 Para fazer cumprir o disposto no Decreto-Lei n.º 330/93 de 25 de setembro, as ações corretivas que se poderiam implementar neste caso, como por exemplo a construção de uma rampa de acesso ao longo da escadaria (para o transporte poder ser apoiado por meios mecânicos), dependem de fatores externos pois o acesso faz-se pela via pública. A aquisição de um carrinho de transporte (de preferência elétrico) só seria viável se esta medida de estrutura fosse efetivamente aplicada. Para minimizar o impacto negativo desta tarefa, sugere-se a rotação regular dos trabalhadores afetos à mesma. Como forma de sensibilizar as partes interessadas sobre o primeiro passo para evitar os acidentes e doenças profissionais, foi desenvolvida uma brochura (Anexo IV) e sugerida a sua distribuição no Centro Social. (Cardim & Counhago, 1996). 8.3. Consulta aos Trabalhadores Sendo uma imposição legal e, dado que a empresa acolhedora de estágio não faz consulta aos trabalhadores dos seus clientes, elaborou-se o questionário/ inquérito (Anexo V) para a realização da mesma, que será realizada oportunamente. (Freitas, 2011). 8.4. Formação e informação aos trabalhadores Na visita à lavandaria do Centro Social, detetou-se, entre outras situações, falta de sensibilização em relação às tarefas e riscos associados à atividade em questão. Neste sentido, elaborou-se um cartaz (Anexo VI) de sensibilização e sugeriu-se a sua afixação no local de trabalho. (FREMAP, 2014)
  • 44.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 29 8.5. Identificação dos Perigos e Avaliação dos Riscos No Anexo VII apresenta-se a avaliação de riscos efetuada no Centro Social. As visitas decorreram segundo os requisitos dos referenciais normativos e legais. O desenvolvimento do relatório tem por base a observação in loco, das atividades em curso. É, no entanto, importante referir que, tratando-se de um serviço externo, as visitas foram efetuadas por amostragem e de acordo com a disponibilidade do Centro Social, ao qual está associada uma certa aleatoriedade. Assim, cabe ao empregador a responsabilidade de averiguar a possível existência, em outras áreas, de situações que não estejam na conformidade necessária. 8.5.1. Relatório Diagnóstico – hierarquização dos riscos Em função da avaliação de riscos efetuada chegaram-se a conclusões, conforme relatório de prioridades no Anexo VIII: 8.6. Guia de Boas Práticas Como complemento à avaliação de riscos efetuada foi elaborado um guia de boas práticas e sugerida a sua divulgação no Centro Social. O referido guia encontra-se no Anexo IX.
  • 45.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 30 9. CONCLUSÕES Este relatório consistiu numa oportunidade de adquirir experiência e aprofundar os conhecimentos adquiridos durante o curso TSSHT, aplicando-os num contexto real de trabalho. Constatou-se que existem obstáculos e dificuldades na aplicação da temática, devido a algumas resistências à mudança por hábitos adquiridos, e também porque a SST ainda é vista por muitos como um custo e não como um investimento. Esta avaliação de riscos foi elaborada tendo mais em conta o ambiente geral (instalações) e a MMC, onde se apresentam mais riscos para os trabalhadores. A avaliação de riscos tem de ser uma constante, envolvendo muita dedicação e tempo, pelo que o serviço externo fica aquém das necessidades visto que a gestão do tempo não permite mais dedicação. Apesar disto, considera- se que a recetividade à melhoria do Centro Social é bastante positiva, tendo sempre em conta as limitações financeiras da instituição. Os índices de sinistralidade ajudaram a identificar o principal foco de perigo mas, apesar de terem essa consciência, não depende apenas da instituição a eliminação do risco associado. De um modo geral, os trabalhadores são pessoas com experiência mas, têm consciência da situação e percebem as limitações existentes acabando, na maioria das vezes, por aceitar as condições existentes. Tendo em conta essas limitações considera-se que a solução mais imediata seria maior rotatividade de pessoal na tarefa de maior risco. Uma vez que houve grande recetividade e abertura para a realização deste trabalho, espero que tenha contribuído para o desenvolvimento da atividade, tanto da empresa acolhedora do estágio como do Centro Social onde o mesmo foi desenvolvido. Por tudo isto considera-se que os objetivos propostos foram alcançados.
  • 46.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 31 10.PERSPETIVAS FUTURAS Por força da minha anterior experiência profissional, aprendi a valorizar a Segurança no Trabalho e, por isso, decidi aumentar as minhas competências nesta área. Esta formação fez com que reconhecesse a importância em implementar sistemas de segurança nas organizações, tal como em áreas complementares como é o caso da Qualidade e do Ambiente. Com estas novas competências adquiridas, espero conseguir ingressar no mundo do trabalho nesta área e contribuir para ambientes de trabalho mas seguros e saudáveis.
  • 47.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 32 11.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Documentos da internet Autoridade para as Condições de Trabalho (2014), http://www.act.gov.pt/(pt- PT)/Legislacao/Paginas/default.aspx (acedido em 28.09.2014). Autoridade para as condições de Trabalho (2014), http://www.act.gov.pt/(pt- PT)/CentroInformacao/ListasVerificacao/Paginas/ListasdeVerificação.aspx (acedido em 03.09.2014). Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho (2014), https://osha.europa.eu/pt/topics/riskassessment/definitions (acedido em 11.09.2014). Benéfica e Previdente. (2014), http://www.benefica-previdente.com/assets/files/Solidarios/guia- interno.pdf (acedido em 09.09.2014). Diário da República Eletrónico. (2014). https://dre.pt/ (acedido em 09.2014). Texto não publicado FREMAP. (2014). Manual de Segurança e Saúde em Hotelaria. Espanha. FREMAP Livros Cardim, L. F., & Counhago, A. (1996). Segurança, Higiene e Saúde no Local de Trabalho - Conceitos. Lisboa: IEFP. Freitas, L. C. (2011). Manual de Segurança e Saúde do Trabalho. Lisboa: Edições Sílabo. Freitas, L. C., & Cordeiro, T. C. (2013). Segurança e Saúde do Trabalho - Guia para micro, pequenas e médias empresas. Lisboa: ACT Oliveira, L. d. (2006). Manual de Apoio de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho. Porto: Vida Económica. Roxo, M. M. (2006). Segurança e Saúde do Trabalho: Avaliação e Controlo de Riscos. Coimbra: Almedina. Programa informático Verlag Dashofer. (2010). Ferramentas - Segurança, Higiene e Saúde do Trabalho. Lisboa.
  • 48.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 33 ANEXOS
  • 49.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 34 Anexo 1 – Guia dos Serviços da “Benéfica e Previdente” (Benéfica e Previdente, 2014)
  • 50.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 35
  • 51.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 36
  • 52.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 37 Anexo I - Lista de Verificação – Atividades Básicas de SST
  • 53.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 38 Dados Gerais Empresa: Centro Social (IPSS) Setor de Atividade: SEDE (creche/SAD); Centro de Dia; Lar; Lavandaria Social 1. Organização dos Serviços de SST Sim Não N/A Observações Existem serviços organizados de Segurança e Saúde no trabalho? ☒ ☐ ☐ Qual a modalidade de serviços adotada? - Internos ☐ ☒ ☐ - Externos ☒ ☐ ☐ Se sim, a empresa está autorizada? ☒ ☐ ☐ Se sim, existe um representante do empregador? ☐ ☒ ☐ - Comuns ☐ ☒ ☐ - Empregador/ Trabalhador designado ☐ ☒ ☐ Existe(m) técnico(s) de ST com CAP válido, com qualificações adequadas às necessidades da empresa? ☒ ☐ ☐ Da empresa de serviços externos.
  • 54.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 39 2. Avaliação, controlo de riscos, análise de acidentes e doenças profissionais Sim Não N/A Observações São realizadas avaliações de riscos, de forma sistemática? ☒ ☐ ☐ Anualmente Existem registos das avaliações de riscos efetuadas, em suporte escrito? ☒ ☐ ☐ Relatório Anual de Visita A avaliação de riscos é feita por postos de trabalho? ☒ ☐ ☐ Não utilizam Lista de Verificação Existe um programa atualizado de prevenção e controlo de riscos profissionais (identificando as medidas de controlo, prevenção e proteção contra os riscos detetados)? ☒ ☐ ☐ Em anexo ao Relatório de Visita O programa de prevenção e controlo de riscos tem em conta as medidas específicas a adotar para a proteção de trabalhadores/ grupos vulneráveis (pessoas com capacidade reduzida, deficientes, doença crónica, grávidas, lactantes e puérperas ou menores)? ☒ ☐ ☐ Existem registos de acidentes de trabalho ou ocorrência de doenças profissionais? ☒ ☐ ☐ Foram analisadas as suas causas? ☒ ☐ ☐ Foram aplicadas medidas corretivas e de prevenção em resultado da análise das causas detetadas? ☒ ☐ ☐ Medidas de estrutura difíceis de implementar (via pública) A avaliação de riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores é atualizada com base nesses resultados? ☒ ☐ ☐
  • 55.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 40 3. Vigilância da Saúde Sim Não N/A Observações Existe médico do trabalho? ☒ ☐ ☐ Foram realizados exames médicos de admissão aos trabalhadores? ☒ ☐ ☐ Existem fichas clínicas dos trabalhadores? ☒ ☐ ☐ São realizados os exames de saúde de vigilância médica com a periodicidade legalmente prevista? ☒ ☐ ☐ Assegurados por serviço externo 4. Consulta, formação e informação aos trabalhadores Sim Não N/A Observações Os trabalhadores e seus representantes foram consultados, por escrito, no âmbito da SST (pelo menos 1x ano)? ☐ ☒ ☐ Todos os trabalhadores e seus representantes dispõem de informação atualizada sobre: - Riscos para a segurança e para a saúde? ☒ ☐ ☐ - Medidas de prevenção e proteção/ forma como se aplicam? ☒ ☐ ☐ - Medidas e instruções a adotar em caso de perigo grave e eminente? ☒ ☐ ☐ - Medidas de emergência de combate a incêndios, evacuação e 1ºs socorros? ☒ ☐ ☐ Todos os trabalhadores receberam formação adequada sobre segurança e saúde no trabalho, tendo em atenção o posto de trabalho? ☒ ☐ ☐ É verificada previamente a experiência e qualificações dos trabalhadores, para operações específicas ou postos de trabalho com risco elevado? ☐ ☐ ☒ São realizadas ações de formação e de aperfeiçoamento profissional adequadas a trabalhadores deficientes, com doença crónica, ou capacidade reduzida? ☐ ☐ ☒
  • 56.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 41 Foi realizada formação adequada com instruções a aplicar no caso de evacuação e emergência a todos os trabalhadores? ☐ ☒ ☐ Plano Emergência a ser elaborado para implementação (por outra empresa) 5. Emergência e primeiros socorros, evacuação de trabalhadores e combate a incêndios Sim Não N/A Observações Existe Plano de Emergência? ☐ ☒ ☐ A ser elaborado e na SEDE a ser revisto (por outra empresa) São realizados simulacros periodicamente, sendo os resultados analisados? ☐ ☒ ☐ Existem trabalhadores designados para a função e procedimentos de execução das atividades? ☐ ☒ ☐ Existe sistema de combate a incêndios? ☒ ☐ ☐ Existem materiais de combate a incêndios? ☒ ☐ ☐ Existem materiais de deteção e de alarme de incêndios? ☒ ☐ ☐ Existem sistemas de prestação de 1ºs socorros (materiais e humanos)? ☒ ☐ ☐ Existe sistema de evacuação em caso de sinistro, adequado à dimensão e perigosidade da empresa? ☒ ☐ ☐ Existem materiais de primeiros socorros? ☒ ☐ ☐
  • 57.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 42 Observações Não Conformidades: - Consulta aos trabalhadores não realizada (apesar de haver formação/ informação e diálogo com os trabalhadores de forma regular, a consulta, nos moldes legais, não é realizada). - Não existe Plano de Emergência no Centro de Dia (a ser elaborado para implementação) e no Lar (a aguardar a mudança de instalações para elaboração). - O Plano de Emergência da SEDE não está ajustado à realidade do local (mas está a ser revisto). Propostas de medidas a implementar Elaboração de questionário de consulta aos trabalhadores. Elaboração de lista de verificação de visita
  • 58.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 43 LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Lei nº 7/2009, de 12 de fevereiro Aprova o Código do Trabalho Lei nº 102/2009, de 10 de setembro Regulamenta o regime jurídico da promoção e prevenção da segurança e da saúde no trabalho, de acordo com o previsto no artigo 284º do Código do Trabalho, no que respeita à prevenção. Lei nº 3/2014, de 28 de janeiro Procede à segunda alteração à Lei nº 102/2009, de 10 de setembro, que aprova o regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho, e à segunda alteração ao Decreto-Lei nº 116/1997, de 12 de maio, que transpõe para a ordem jurídica interna a Diretiva nº 93/103/CE, do Conselho, de 23 de novembro, relativa às prescrições mínimas de segurança e de saúde no trabalho a bordo dos navios de pesca. Local, Data Porto, 8 de setembro de 2014 O Técnico
  • 59.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 44 Anexo II – Lista de Verificação – Visita SST
  • 60.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 45 Nome: Centro Social Morada: Rua das Papoilas, 25 - Porto Setor de Atividade: Lavandaria N.º Trabalhadores: 4 Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data: C NC N/A X X X 1.4. instalação elétrica sem risco de incêdio/ explosão X 1.5. limpeza geral, organização/ arrumação X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 7.4. produtos higiene (sabão líquido, toalhetes papel ou secador, balde fechado) X Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93) 1. Áreas de Trabalho 1.1. pé direito mínimo 3m 1.2. área mínima por trabalhador 1,8 m2 1.3. cubagem do ar mínima 11,5 m3 2. Vias de circulação e emergência SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável: CHECK -LIST - VISITA Susana Santos 1. Caracterização a empresa 2. Análise dos Riscos 3.1. meios de deteção e combate a incêndios em função do espaço 3.2. dispositivos de deteção de incêndio e de alarme 3.3. material de combate a incêndio em estado de funcionamento e sinalizado 4. Ventilação, temperatura, iluminação 4.1. locais de trabalho com ventilação ou arejamento natural 4.2. temperatura adequadas 2.1. vias desobstruídas e em boas condições de uso 2.2. vias e saídas de emergência sinalizadas (iluminação alternativa, se necessário) 2.3. portas de emergência abrem para fora e não fechadas à chave 2.4. vias e escadas seguras com mínimo 1,2 m largura 2.6. acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada 3. Sistemas de detecção e combate a incêndios 2.5. escadas com resguardos/ corrimões (mín. 0,90 m)/ rodapés (mín. 0,14 m) 5.3. janelas/ claraboias/ dispositivos de ventilação com condições de segurança 5.4. portas e portões - posição, número, dimensão e materiais adequados 5.5. saídas de emergência assinaladas 6. Instalações Sociais 6.1. existe local de descanso, com mesas e cadeiras de espaldar 6.2. existe zona para fumadores 4.3. dispõe de iluminação natural 4.4. dispõe de iluminação artificial complementar 5. Isolamento térmico/ pavimento, paredes e tetos/ janelas/ portas e portões 5.1 isolamento térmico compatível com a atividade 5.2. pavimento - fixo, estável, antiderrapante, regular e sem inclinações perigosas 5.3. paredes e tetos - em bom estado e sem evidência de humidades 7. Instalações Sanitárias 7.1. vestiários separados por sexo 7.2. armários por trabalhador 7.3. instalações sanitárias separadas por sexo 08/09/2014
  • 61.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 46 C NC N/A X X 8.3. contactos de emergência (polícia, bombeiros, hospital) X C NC N/A X X X X X X X X X X C NC N/A X X X X X X X X X X X X X X 8.2. sinalizado e de fácil acesso Equipamentos (Decreto-Lei n.º 50/2005) 1. adequados ao trabalho 2. adaptados ao trabahador 3. manutenção, seus registos e relatórios (mín 2 anos) 4. comandos visíveis e identificados 8. Primeiros Socorros 8.1. material de 1ºs socorros adequado Equipamentos dotados de visor (Decreto-Lei n.º 349/93 e Portaria n.º 989/93) 1 Visores dos postos de trabalho 1.1. carateres claros, imagem estável 1.2. iluminação/ contraste, orientação/ inclinação reguláveis 2. Teclados 2.1. inclinação regulável e espaço de apoio de braços e mãos 5. comando de corte de energia 6. equipamentos fixo e estabilizado 7. dispositivos de extração/ retenção (gases, vapores ou líquidos) eficazes 8. proteções nos elementos móveis 9. sinalização de segurança adequada 10. instalação em espaço livre suficiente 5. Cadeira de trabalho 5.1. estável e de altura ajustável 5.2. espaldar (costa) regulável em altura e inclinação 6. Posto de trabalho 6.1. permite mudanças de posição e movimentos 6.2. iluminação adequada 2.2. superfície baça e teclas com símbolos legíveis 3. Mesas de trabalho 3.1. permite disposição flexível do visor, teclado, documentos e material acessório 3.2. não refletor de luminosidade 4. Suporte de documentos 4.1. estável e regulável 6.3. não provoca reflexos no visor 6.4. respeita valores limite de ruído, calor, radiações, e humidade 6.5. janelas com dispositivo de ajuste da luz do dia OBSERVAÇÕES: 7. Extrator de vapores por cima da tábua de engomar. OBSERVAÇÕES: OBSERVAÇÕES: 1.5. O local encontra-se desarrumado/ desorganizado; Os produtos de limpeza não estão armazenados em local mais adequado; não existe armário fechado para o efeito. 4.1. e 4.2. Estabelecimento comercial que mantém a porta aberta; apesar de ter janelas para arejamento, calandra e a tábua de engomar fazem com que o espaço seja mais quente que o desejado. 7.3. WC único (apenas trabalhadoras F) e não identificado. 8.1. Necessária a substituição de materiais fora da validade.
  • 62.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 47 C NC N/A X X X C NC N/A X X X X X X X X C NC N/A X X X C NC N/A X X X X X X X X X X X X 3. informação sobre os riscos e formação sobre a sua utilização Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93) 1. Meios seguros para MMC 1.1. objetos com pegas para serem agarrados com facilidade 1.2. objetos livres de elementos cortantes 1.3. forma e dimensão facilita a manipulação Equipamentos Proteção Individual (Decreto-Lei n.º 348/93 e Portaria n.º 988/93) 1. conforme as normas da SST e em bom estado de conservação 2. adequados aos riscos e ao trabalhador (uso pessoal), usados corretamente 1.1. adequada aos riscos 1.2. afixada de forma clara 1.3. formação em sinalização Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008) 1.4. uso de calçado apropriado para evitar esmagamento dos membros inferiores 1.5. meios mecânicos para evitar a MMC 3. Medidas de prevenção 3.1. períodos suficientes de descanço/ recuperação 3.2. formação em MMC 3.3. informação sobre riscos associados em MMC OBSERVAÇÕES: 1.1. Não existem procedimentos de prevenção. 2.4. bocas de incêndio 2.5 aspersores/ "sprinklers" OBSERVAÇÕES: As trabalhadoras usam batas de proteção a derrames. OBSERVAÇÕES: 1.4. Para o manuseamento dos detergentes das máquinas, seria conveniente o uso de calçado de proteção. 3.3. Apesar das ações de formação, no local não existe nenhum cartaz de sensibilização. OBSERVAÇÕES: 2. Meios de intervenção 2.1. extintores portáteis/ móveis adequados aos riscos, sinalizados, desobstruídos 2.1.1. distância máxima de 30mt (1 p/ 200m2 , mím. 2) 2.1.2. manípulo, no máximo, a 1,2 m do pavimento 2.2. mantas ignífugas (cozinhas) 2.3. RIA (rede incêndio armada) 1. Medidas de autoproteção 1.1. procedimentos/ planos de prevenção 1.2. procedimentos/ planos de emergência 1.3. registos de vistoria/ manutenção em SCIE 1.4. formação em SCIE 1.5. simulacros Sinalização de Segurança (Decreto-Lei n.º 141/95 + Portaria n.º 1456-A/95) 1. Sinalização de Segurança
  • 63.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 48 Nome: Centro Social Morada: Rua das Rosas, 55 Setor de Atividade: Centro de Dia N.º Trabalhadores: 5 Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data: C NC N/A X X X 1.4. instalação elétrica sem risco de incêdio/ explosão X 1.5. limpeza geral, organização/ arrumação X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 7.4. produtos higiene (sabão líquido, toalhetes papel ou secador, balde fechado) X 08/09/2014 7. Instalações Sanitárias 7.1. vestiários separados por sexo 7.2. armários por trabalhador 7.3. instalações sanitárias separadas por sexo 5.3. janelas/ claraboias/ dispositivos de ventilação com condições de segurança 5.4. portas e portões - posição, número, dimensão e materiais adequados 5.5. saídas de emergência assinaladas 6. Instalações Sociais 6.1. existe local de descanso, com mesas e cadeiras de espaldar 6.2. existe zona para fumadores 4.3. dispõe de iluminação natural 4.4. dispõe de iluminação artificial complementar 5. Isolamento térmico/ pavimento, paredes e tetos/ janelas/ portas e portões 5.1 isolamento térmico compatível com a atividade 5.2. pavimento - fixo, estável, antiderrapante, regular e sem inclinações perigosas 5.3. paredes e tetos - em bom estado e sem evidência de humidades 3.1. meios de deteção e combate a incêndios em função do espaço 3.2. dispositivos de deteção de incêndio e de alarme 3.3. material de combate a incêndio em estado de funcionamento e sinalizado 4. Ventilação, temperatura, iluminação 4.1. locais de trabalho com ventilação ou arejamento natural 4.2. temperatura adequadas 2.1. vias desobstruídas e em boas condições de uso 2.2. vias e saídas de emergência sinalizadas (iluminação alternativa, se necessário) 2.3. portas de emergência abrem para fora e não fechadas à chave 2.4. vias e escadas seguras com mínimo 1,2 m largura 2.6. acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada 3. Sistemas de detecção e combate a incêndios 2.5. escadas com resguardos/ corrimões (mín. 0,90 m)/ rodapés (mín. 0,14 m) Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93) 1. Áreas de Trabalho 1.1. pé direito mínimo 3m 1.2. área mínima por trabalhador 1,8 m2 1.3. cubagem do ar mínima 11,5 m3 2. Vias de circulação e emergência SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável: CHECK -LIST - VISITA Susana Santos 1. Caracterização a empresa 2. Análise dos Riscos
  • 64.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 49 C NC N/A X X 8.3. contactos de emergência (polícia, bombeiros, hospital) X C NC N/A X X X X X X X X X X C NC N/A X X X X X X X X X X X X X X 8.2. sinalizado e de fácil acesso OBSERVAÇÕES: 1.1. O refeitório não tem pé-direito mínimo de estrutura (edifício antigo). 2.4. Ausência de proteções anti- derrapantes nas escadas. 4.4. Sistemas de iluminação sem proteção. 8.1. Necessária a substituição de materiais fora da validade. 8.2. Não sinalizado. Equipamentos (Decreto-Lei n.º 50/2005) 1. adequados ao trabalho 2. adaptados ao trabahador 3. manutenção, seus registos e relatórios (mín 2 anos) 8. Primeiros Socorros 8.1. material de 1ºs socorros adequado 10. instalação em espaço livre suficiente OBSERVAÇÕES: Equipamentos dotados de visor (Decreto-Lei n.º 349/93 e Portaria n.º 989/93) 1 Visores dos postos de trabalho 1.1. carateres claros, imagem estável 1.2. iluminação/ contraste, orientação/ inclinação reguláveis 4. comandos visíveis e identificados 5. comando de corte de energia 6. equipamentos fixo e estabilizado 7. dispositivos de extração/ retenção (gases, vapores ou líquidos) eficazes 8. proteções nos elementos móveis 9. sinalização de segurança adequada 4. Suporte de documentos 4.1. estável e regulável 5. Cadeira de trabalho 5.1. estável e de altura ajustável 5.2. espaldar (costa) regulável em altura e inclinação 6. Posto de trabalho 2. Teclados 2.1. inclinação regulável e espaço de apoio de braços e mãos 2.2. superfície baça e teclas com símbolos legíveis 3. Mesas de trabalho 3.1. permite disposição flexível do visor, teclado, documentos e material acessório 3.2. não refletor de luminosidade 6.1. permite mudanças de posição e movimentos 6.2. iluminação adequada 6.3. não provoca reflexos no visor 6.4. respeita valores limite de ruído, calor, radiações, e humidade 6.5. janelas com dispositivo de ajuste da luz do dia OBSERVAÇÕES:
  • 65.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 50 C NC N/A X X X C NC N/A X X X X X X X X C NC N/A X X X C NC N/A X X X X X X X X X X X X Equipamentos Proteção Individual (Decreto-Lei n.º 348/93 e Portaria n.º 988/93) 1. conforme as normas da SST e em bom estado de conservação 2. adequados aos riscos e ao trabalhador (uso pessoal), usados corretamente 3. informação sobre os riscos e formação sobre a sua utilização OBSERVAÇÕES: Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93) 3.2. formação em MMC 3.3. informação sobre riscos associados em MMC OBSERVAÇÕES: 1.4. No transporte e manipulação das marmitas de refeições existe o risco de queda de objetos. Sinalização de Segurança (Decreto-Lei n.º 141/95 + Portaria n.º 1456-A/95) 1. Meios seguros para MMC 1.1. objetos com pegas para serem agarrados com facilidade 1.2. objetos livres de elementos cortantes 1.3. forma e dimensão facilita a manipulação 1.4. uso de calçado apropriado para evitar esmagamento dos membros inferiores 1.5. meios mecânicos para evitar a MMC 2.4. bocas de incêndio 2.5 aspersores/ "sprinklers" OBSERVAÇÕES: 1.1. Não tem procedimentos de prevenção. 1.3. Não tem registos. 2. Meios de intervenção 2.1. extintores portáteis/ móveis adequados aos riscos, sinalizados, desobstruídos 2.1.1. distância máxima de 30m (1 p/ 200m2 , mím. 2) 2.1.2. manípulo, no máximo, a 1,2 m do pavimento 2.2. mantas ignífugas (cozinhas) 2.3. RIA (rede incêndio armada) 1. Medidas de autoproteção 1.1. procedimentos/ planos de prevenção 1.2. procedimentos/ planos de emergência 1.3. registos de vistoria/ manutenção em SCIE 1.4. formação em SCIE 1.5. simulacros 1. Sinalização de Segurança 1.1. adequada aos riscos 1.2. afixada de forma clara 1.3. formação em sinalização OBSERVAÇÕES: Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008) 3. Medidas de prevenção 3.1. períodos suficientes de descanço/ recuperação
  • 66.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 51 Nome: Centro Social Morada: Rua das Papoilas, 37 Setor de Atividade: Lar N.º Trabalhadores: 5 Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data: C NC N/A X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 7.4. produtos higiene (sabão líquido, toalhetes papel ou secador, balde fechado) X 09/09/2014 1.4. instalação elétrica sem risco de incêdio/ explosão 1.5. limpeza geral, organização/ arrumação 7. Instalações Sanitárias 7.1. vestiários separados por sexo 7.2. armários por trabalhador 7.3. instalações sanitárias separadas por sexo 5.3. janelas/ claraboias/ dispositivos de ventilação com condições de segurança 5.4. portas e portões - posição, número, dimensão e materiais adequados 5.5. saídas de emergência assinaladas 6. Instalações Sociais 6.1. existe local de descanso, com mesas e cadeiras de espaldar 6.2. existe zona para fumadores 4.3. dispõe de iluminação natural 4.4. dispõe de iluminação artificial complementar 5. Isolamento térmico/ pavimento, paredes e tetos/ janelas/ portas e portões 5.1 isolamento térmico compatível com a atividade 5.2. pavimento - fixo, estável, antiderrapante, regular e sem inclinações perigosas 5.3. paredes e tetos - em bom estado e sem evidência de humidades 3.1. meios de deteção e combate a incêndios em função do espaço 3.2. dispositivos de deteção de incêndio e de alarme 3.3. material de combate a incêndio em estado de funcionamento e sinalizado 4. Ventilação, temperatura, iluminação 4.1. locais de trabalho com ventilação ou arejamento natural 4.2. temperatura adequadas 2.1. vias desobstruídas e em boas condições de uso 2.2. vias e saídas de emergência sinalizadas (iluminação alternativa, se necessário) 2.3. portas de emergência abrem para fora e não fechadas à chave 2.4. vias e escadas seguras com mínimo 1,2 m largura 2.6. acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada 3. Sistemas de detecção e combate a incêndios 2.5. escadas com resguardos/ corrimões (mín. 0,90 m)/ rodapés (mín. 0,14 m) Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93) 1. Áreas de Trabalho 1.1. pé direito mínimo 3m 1.2. área mínima por trabalhador 1,8 m2 1.3. cubagem do ar mínima 11,5 m3 2. Vias de circulação e emergência SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável: CHECK -LIST - VISITA Susana Santos 1. Caracterização a empresa 2. Análise dos Riscos
  • 67.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 52 C NC N/A X X X C NC N/A X X X X X X X X X X C NC N/A X X X X X X X X X X X X X X 8.2. sinalizado e de fácil acesso OBSERVAÇÕES: 2.4. Falta de proteções antiderrapantes nas escadas; 4.4. Sistemas de iluminação sem proteção. 5.2. O pavimento da cozinha apresenta irregularidades (faltam algumas peças de tijoleira). 8.1. Necessária a substituição de materiais fora da validade. Equipamentos (Decreto-Lei n.º 50/2005) 1. adequados ao trabalho 2. adaptados ao trabahador 3. manutenção, seus registos e relatórios (mín 2 anos) 8. Primeiros Socorros 8.1. material de 1ºs socorros adequado 10. instalação em espaço livre suficiente OBSERVAÇÕES: Elevador para utentes. Equipamentos dotados de visor (Decreto-Lei n.º 349/93 e Portaria n.º 989/93) 1 Visores dos postos de trabalho 1.1. carateres claros, imagem estável 1.2. iluminação/ contraste, orientação/ inclinação reguláveis 4. comandos visíveis e identificados 5. comando de corte de energia 6. equipamentos fixo e estabilizado 7. dispositivos de extração/ retenção (gases, vapores ou líquidos) eficazes 8. proteções nos elementos móveis 9. sinalização de segurança adequada 4. Suporte de documentos 4.1. estável e regulável 5. Cadeira de trabalho 5.1. estável e de altura ajustável 5.2. espaldar (costa) regulável em altura e inclinação 6. Posto de trabalho 2. Teclados 2.1. inclinação regulável e espaço de apoio de braços e mãos 2.2. superfície baça e teclas com símbolos legíveis 3. Mesas de trabalho 3.1. permite disposição flexível do visor, teclado, documentos e material acessório 3.2. não refletor de luminosidade 6.1. permite mudanças de posição e movimentos 6.2. iluminação adequada 6.3. não provoca reflexos no visor 6.4. respeita valores limite de ruído, calor, radiações, e humidade 6.5. janelas com dispositivo de ajuste da luz do dia OBSERVAÇÕES: 5.1. e 5.2. A cadeira da receção não é ergonómica (quase sem utilização). 8.3. contactos de emergência (polícia, bombeiros, hospital)
  • 68.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 53 C NC N/A X X X C NC N/A X X X X X X X X C NC N/A X X X C NC N/A X X X X X X X X X X X X Equipamentos Proteção Individual (Decreto-Lei n.º 348/93 e Portaria n.º 988/93) 1. conforme as normas da SST e em bom estado de conservação 2. adequados aos riscos e ao trabalhador (uso pessoal), usados corretamente 3. informação sobre os riscos e formação sobre a sua utilização OBSERVAÇÕES: Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93) Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008) 3. Medidas de prevenção 3.1. períodos suficientes de descanço/ recuperação 3.2. formação em MMC 3.3. informação sobre riscos associados em MMC OBSERVAÇÕES: Só há uma auxiliar por turno pelo que as pausas são efetuadas quando possível; por norma são suficientes. Sinalização de Segurança (Decreto-Lei n.º 141/95 + Portaria n.º 1456-A/95) 1. Meios seguros para MMC 1.1. objetos com pegas para serem agarrados com facilidade 1.2. objetos livres de elementos cortantes 1.3. forma e dimensão facilita a manipulação 1.4. uso de calçado apropriado para evitar esmagamento dos membros inferiores 1.5. meios mecânicos para evitar a MMC 2.4. bocas de incêndio 2.5. aspersores/ "sprinklers" OBSERVAÇÕES: 1.1. Não tem plano de prevenção. 1.2. Não tem procedimentos de emergência. 1.3. Não tem registos. 2.1. a necessitar de manutenção (em atraso desde jun/2014) 2. Meios de intervenção 2.1. extintores portáteis/ móveis adequados aos riscos, sinalizados, desobstruídos 2.1.1. distância máxima de 30m (1 p/ 200m2 , mím. 2) 2.1.2. manípulo, no máximo, a 1,2 m do pavimento 2.2. mantas ignífugas (cozinhas) 2.3. RIA (rede incêndio armada) 1. Medidas de autoproteção 1.1. procedimentos/ planos de prevenção 1.2. procedimentos/ planos de emergência 1.3. registos de vistoria/ manutenção em SCIE 1.4. formação em SCIE 1.5. simulacros 1. Sinalização de Segurança 1.1. adequada aos riscos 1.2. afixada de forma clara 1.3. formação em sinalização OBSERVAÇÕES:
  • 69.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 54 Nome: Centro Social Morada: Rua das Pombas, 79 Setor de Atividade: Sede, SAD, Infantário N.º Trabalhadores: 44 Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data: C NC N/A X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 7.4. produtos higiene (sabão líquido, toalhetes papel ou secador, balde fechado) X 1.4. instalação elétrica sem risco de incêdio/ explosão 1.5. limpeza geral, organização/ arrumação 7. Instalações Sanitárias 7.1. vestiários separados por sexo 7.2. armários por trabalhador 7.3. instalações sanitárias separadas por sexo 5.3. janelas/ claraboias/ dispositivos de ventilação com condições de segurança 5.4. portas e portões - posição, número, dimensão e materiais adequados 5.5. saídas de emergência assinaladas 6. Instalações Sociais 6.1. existe local de descanso, com mesas e cadeiras de espaldar 6.2. existe zona para fumadores 4.3. dispõe de iluminação natural 4.4. dispõe de iluminação artificial complementar 5. Isolamento térmico/ pavimento, paredes e tetos/ janelas/ portas e portões 5.1. isolamento térmico compatível com a atividade 5.2. pavimento - fixo, estável, antiderrapante, regular e sem inclinações perigosas 5.3. paredes e tetos - em bom estado e sem evidência de humidades 3.1. meios de deteção e combate a incêndios em função do espaço 3.2. dispositivos de deteção de incêndio e de alarme 3.3. material de combate a incêndio em estado de funcionamento e sinalizado 4. Ventilação, temperatura, iluminação 4.1. locais de trabalho com ventilação ou arejamento natural 4.2. temperatura adequadas 2.1. vias desobstruídas e em boas condições de uso 2.2. vias e saídas de emergência sinalizadas (iluminação alternativa, se necessário) 2.3. portas de emergência abrem para fora e não fechadas à chave 2.4. vias e escadas seguras com mínimo 1,2 m largura 2.6. acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada 3. Sistemas de detecção e combate a incêndios 2.5. escadas com resguardos/ corrimões (mín. 0,90 m)/ rodapés (mín. 0,14 m) Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93) 1. Áreas de Trabalho 1.1. pé direito mínimo 3m 1.2. área mínima por trabalhador 1,8 m2 1.3. cubagem do ar mínima 11,5 m3 2. Vias de circulação e emergência SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável: CHECK -LIST - VISITA Susana Santos 1. Caracterização a empresa 2. Análise dos Riscos 25/09/2014
  • 70.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 55 C NC N/A X X X C NC N/A X X X X X X X X X X C NC N/A X X X X X X X X X X X X X X 8.2. sinalizado e de fácil acesso OBSERVAÇÕES: 2.3. Uma das saídas de emergência encontra-se obstruída (piso 0); 2.4. A escada interior de acesso à secretaria não tem corrimão de apoio e a escadaria do piso 2 para o piso 1 não tem proteção anti-derrapante; 4.4. Sistemas de iluminação sem proteção; 8.1. Necessária a substituição de materiais fora da validade. Equipamentos (Decreto-Lei n.º 50/2005) 1. adequados ao trabalho 2. adaptados ao trabahador 3. manutenção, seus registos e relatórios (mín 2 anos) 8. Primeiros Socorros 8.1. material de 1ºs socorros adequado 10. instalação em espaço livre suficiente OBSERVAÇÕES: Equipamentos dotados de visor (Decreto-Lei n.º 349/93 e Portaria n.º 989/93) 1 Visores dos postos de trabalho 1.1. carateres claros, imagem estável 1.2. iluminação/ contraste, orientação/ inclinação reguláveis 4. comandos visíveis e identificados 5. comando de corte de energia 6. equipamentos fixo e estabilizado 7. dispositivos de extração/ retenção (gases, vapores ou líquidos) eficazes 8. proteções nos elementos móveis 9. sinalização de segurança adequada 4. Suporte de documentos 4.1. estável e regulável 5. Cadeira de trabalho 5.1. estável e de altura ajustável 5.2. espaldar (costa) regulável em altura e inclinação 6. Posto de trabalho 2. Teclados 2.1. inclinação regulável e espaço de apoio de braços e mãos 2.2. superfície baça e teclas com símbolos legíveis 3. Mesas de trabalho 3.1. permite disposição flexível do visor, teclado, documentos e material acessório 3.2. não refletor de luminosidade 6.1. permite mudanças de posição e movimentos 6.2. iluminação adequada 6.3. não provoca reflexos no visor 6.4. respeita valores limite de ruído, calor, radiações, e humidade 6.5. janelas com dispositivo de ajuste da luz do dia OBSERVAÇÕES: 6.2. Algumas divisões não têm proteções na iluminação artificial. 8.3. contactos de emergência (polícia, bombeiros, hospital)
  • 71.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 56 C NC N/A X X X C NC N/A X X X X X X X X C NC N/A X X X C NC N/A X X X X X X X X X X X X Equipamentos Proteção Individual (Decreto-Lei n.º 348/93 e Portaria n.º 988/93) 1. conforme as normas da SST e em bom estado de conservação 2. adequados aos riscos e ao trabalhador (uso pessoal), usados corretamente 3. informação sobre os riscos e formação sobre a sua utilização OBSERVAÇÕES: Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93) OBSERVAÇÕES: 1.2. Alguma sinalização do caminho de evacuação pode suscitar dúvidas em caso de emergência e as plantas não estão atualizadas. Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008) 3. Medidas de prevenção 3.1. períodos suficientes de descanço/ recuperação 3.2. formação em MMC 3.3. informação sobre riscos associados em MMC OBSERVAÇÕES: 1.3. a 1.5. No caso do transporte das marmitas (refeições) o percurso a percorrer do carro de transporte às instalações e vice-versa é irregular, distante devido à dificuldade de acesso e não é apoiado por meios mecânicos. Sinalização de Segurança (Decreto-Lei n.º 141/95 + Portaria n.º 1456-A/95) 1. Meios seguros para MMC 1.1. objetos com pegas para serem agarrados com facilidade 1.2. objetos livres de elementos cortantes 1.3. forma e dimensão facilita a manipulação 1.4. uso de calçado apropriado para evitar esmagamento dos membros inferiores 1.5. meios mecânicos para evitar a MMC 2.4. bocas de incêndio 2.5 aspersores/ "sprinklers" OBSERVAÇÕES: O Plano de emergência apresenta alguma falhas, que estão a ser analisadas. 2. Meios de intervenção 2.1. extintores portáteis/ móveis adequados aos riscos, sinalizados, desobstruídos 2.1.1. distância máxima de 30 m (1 p/ 200m2 , mím. 2) 2.1.2. manípulo, no máximo, a 1,2 m do pavimento 2.2. mantas ignífugas (cozinhas) 2.3. RIA (rede incêndio armada) 1. Medidas de autoproteção 1.1. procedimentos/ planos de prevenção 1.2. procedimentos/ planos de emergência 1.3. registos de vistoria/ manutenção em SCIE 1.4. formação em SCIE 1.5. simulacros 1. Sinalização de Segurança 1.1. adequada aos riscos 1.2. afixada de forma clara 1.3. formação em sinalização
  • 72.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 57 Anexo III – Relatórios de não-conformidades detetadas
  • 73.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 58 Nome: Centro Social Morada: Rua das Papoilas, 25 - Porto Setor de Atividade: Lavandaria 4 Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data: Local 16/10/2014 N.º Trabalhadores: SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável: Relatório Não Conformidades Susana Santos 1. Caracterização a empresa Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93) Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar O local de trabalho encontra-se desarrumado/ desorganizado. Sugere-se a definição de um espaço para armazenamento dos produtos, em armário fechado; É importante manter o espaço de trabalho arrumado e organizado, para evitar os riscos de quedas e tropeções. A mala de primeiros socorros não se encontra sinalizada e necessita manutenção (produtos fora de validade) Mesa de apoio Sujere-se a substituição dos produtos fora de prazo e sinalizar a localização da caixa de primeiros socorros. 1.5. limpeza geral, organização/ arrumação Os produtos de limpeza não estão armazenados em local mais adequado - não existe armário fechado para o efeito. Zona de circulação 4.1. locais de trabalho com ventilação ou arejamento natural 4.2. temperaturas adequadas Como regra de boas práticas, as instalações sanitárias deverão ser sinalizadas. 7.3. instalações sanitárias separadas por sexo O local apenas tem uma casa de banho e não se encontra sinalizado Instalações sanitárias Apesar de ter arejamento natural e sistema de extração de vapores implementado, o mesmo não é suficiente pois as temperaturas mantêm- se acima do aconselhável. Área de trabalho É importante reavaliar o sistema implemetado, efetuado a manutenção do mesmo tendo em atenção a capacidade de extração, recorrendo à medição de temperatura e humidade do ar. 8.1. material de 1ºs socorros adequado 8.2. sinalizado e de fácil acesso
  • 74.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 59 Local Local Área de traballho Local Área de trabalho Assinatura: Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Equipamentos Proteção Individual (Decreto-Lei n.º 348/93 e Portaria n.º 988/93) Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar 2. adequados aos riscos e ao trabalhador (uso pessoal), usados corretamente Medidas a Implementar Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008) 1.1. Medidas de Autoproteção - procedimentos/ planos de prevenção Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar Não existem procedimentos de prevenção Sugere-se a elaboração dos procedimentos a adotar em caso de incêndio Receção de roupa suja Sugere-se a substituição da máscara por uma que proteja de agentes biológicos e vapores orgânicos (tipo PFF2). A máscara de proteção não é a adequada aos agentes a proteger (agentes biológicos e vapores orgânicos) 1.4. uso de calçado apropriado para evitar esmagamento dos membros inferiores Para a movimentação manual de cargas existe o risco de queda de objetos, nomeadamente dos bidons de detergentes e dos cestos de roupa lavada. Sugere-se o uso de calçado de proteção de segurança (com biqueira de aço) Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93)
  • 75.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 60 Nome: Centro Social Morada: Rua das Rosas, 55 Setor de Atividade: Centro de Dia N.º Trabalhadores: 5 Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data: Local Acesso à cave Local Refeitório Local Área de trabalho Área de trabalho Assinatura: 1.3. registos de vistoria/ manutenção em SCIE 1.1. procedimentos/ planos de prevenção Não existem registos de vistorias/ manutenções em SCIE Sugere-se a elaboração do registos de vistorias/ manutenções em SCIE Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008) Identificação de Não Conformidade Medidas a ImplementarLista de Verificação Não existem procedimentos de prevenção Sugere-se a elaboração dos procedimentos de prevenção em SCIE Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar 1.4. uso de calçado apropriado para evitar esmagamento dos membros inferiores Para a movimentação manual de cargas existe o risco de queda de objetos, nomeadamente dos bidons de detergentes e dos cestos de roupa lavada. Sugere-se o uso de calçado de proteção de segurança (com biqueira de aço). 8.1. material de 1ºs socorros adequado A mala de primeiros socorros não se encontra sinalizada e necessita manutenção (produtos fora de validade). Armário de apoio Sujere-se a substituição dos produtos fora de prazo e sinalizar a localização da caixa de primeiros socorros. Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93) 8.2. sinalizado e de fácil acesso 2.4. vias e escadas seguras com mínimo 1,2m largura Ausência de proteções antiderrapantes nas escadarias Sugere-se a colocação de proteções antiderrapantes nas escadas 4.4. dispõe de iluminação artificial complementar Ausência de proteções nos focos de iluminação Corredores e Salas de Atividades Sugere-se a colocação de proteções nos focos 16/10/2014 Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93) Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável: Relatório Não Conformidades Susana Santos 1. Caracterização a empresa
  • 76.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 61 Nome: Centro Social Morada: Rua das Papoilas, 37 Setor de Atividade: Lar N.º Trabalhadores: 5 Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data: Local Acesso à cave Cozinha SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável: Relatório Não Conformidades Susana Santos 1. Caracterização a empresa 16/10/2014 4.4. dispõe de iluminação artificial complementar Ausência de proteções nos focos de iluminação Instalações Sugere-se a colocação de proteções nos focos Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93) Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar 2.4. vias e escadas seguras com mínimo 1,2m largura Ausência de proteções antiderrapantes nas escadarias Sugere-se a colocação de proteções antiderrapantes nas escadas Equipamentos dotados de visor (Decreto-Lei n.º 349/93 e Portaria n.º 989/93) 5.1. estável e de altura ajustável 5.2. espaldar (costa) regulável em altura e inclinação A cadeira de trabalho da receção não é adequada. Receção Apesar do serviço de receção ser esporádico, sugere-se a substituição da cadeira por uma ergonómica. 5.2. pavimento - fixo, estável, antiderrapante, regular e sem inclinações perigosas Pavimento danificado Sugere-se manutenção/ reparação do pavimento 8.1. material de 1ºs socorros adequado A mala de primeiros socorros necessita manutenção (produtos fora de validade) Receção Sugere-se a substituição dos produtos fora de prazo.
  • 77.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 62 Área de trabalho Área de trabalho Área de trabalho Assinatura: Segurança Contra Incêndios em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008 + Portaria n.º 1532/2008) 1.1. procedimentos/ planos de prevenção Não existe plano de prevenção Sugere-se a elaboração do plano de prevenção em SCIE. Recomenda-se a manutenção dos equipamentos. 2.1. extintores portáteis/ móveis adequados aos riscos, sinalizados, desobstruídos 2.3. RIA (rede incêndio armada) Com a manutenção em atraso (jun/2014) Instalações 1.3. registos de vistoria/ manutenção em SCIE Não existem registos de vistorias/ manutenções em SCIE Sugere-se a elaboração do registos de vistorias/ manutenções em SCIE. 1.2. procedimentos/ planos de emergência Não existem procedimentos de emergência Sugere-se a elaboração dos procedimentos de emergência em SCIE.
  • 78.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 63 Nome: Centro Social Morada: Rua das Pombas, 79 Setor de Atividade: Sede, SAD, Infantário N.º Trabalhadores: 44 Responsável/ Acompanhante: Gaudêncio João dos Santos Data: Local Piso 0 - junto do ginásio Piso 0 - Sala de Costura Piso 1 - Acesso à secretaria Piso 2/ Piso 1 Local 16/10/2014 SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responsável: Relatório Não Conformidades Susana Santos 1. Caracterização a empresa Locais de Trabalho (Decreto-Lei n.º 347/93 e Portaria n.º 987/93) Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar 2.3. portas de emergência abrem para fora e não fechadas à chave Uma das saídas de emergência do piso 0 encontra-se obstruída. Sugere-se a desobstrução da saída de emergência. Sugere-se a colocação de corrimão e proteções antiderrapantes na escadaria Sugere-se a colocação de corrimão de apoio na escada Sugere-se a colocação de proteções antiderrapantes na escadaria 8.1. material de 1ºs socorros adequado A mala de primeiros socorros necessita manutenção (produtos fora de validade) Receção Sugere-se a substituição dos produtos fora de prazo A escada interior de acesso à secretaria não tem corrimão de apoio Escadaria sem corrimão e sem proteções antiderrapantes A escadaria do piso 2 para o piso 1 não tem proteção anti-derrapante 2.4. vias e escadas seguras com mínimo 1,2m largura 4.4. dispõe de iluminação artificial complementar Ausência de proteções nos focos de iluminação Sótão, Pavilhão Multiusos, Sala Esducadoras, Gabinetes Administrativos, Receção Sugere-se correção Equipamentos dotados de visor (Decreto-Lei n.º 349/93 e Portaria n.º 989/93) Ausência de proteções nos focos de iluminação Gabinetes Administrativos Sugere-se a colocação de proteções nos focos Lista de Verificação 6.2. iluminação adequada Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar
  • 79.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 64 Local SAD SAD SAD Local Todos os pisos Assinatura: Lista de Verificação Identificação de Não Conformidade Medidas a Implementar 1.2. afixada de forma clara Detetada sinalização dos caminhos de evacuação colocada de forma confusa.e as plantas de emergência desatualizadas Sugere-se a revisão urgente do plano de emergência implementado. Sinalização de Segurança (Decreto-Lei n.º 141/95 + Portaria n.º 1456-A/95) Lista de Verificação Medidas a Implementar 1.3. forma e dimensão facilita a manipulação 1.4. uso de calçado apropriado para evitar esmagamento dos membros inferiores 1.5. meios mecânicos para evitar a MMC Identificação de Não Conformidade No caso do transporte das marmitas (refeições) o percurso a percorrer do carro de transporte às instalações e vice-versa é irregular, distante devido à dificuldade de acesso e não é apoiado por meios mecânicos. Como é díficil a implementação de uma correção estrutural, sugere-se a rotatividade frequente desta tarefa regularmente entre os trabalhadores destacados para a mesma e o uso de calçado de proteção apropriado Movimentação Manual de Cargas (Decreto-Lei n.º 330/93)
  • 80.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 65 Anexo IV – Brochura ‘como evitar acidentes e doenças profissionais’
  • 81.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 66
  • 82.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 67
  • 83.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 68 Anexo V – Inquérito de Consulta aos Trabalhadores
  • 84.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 69
  • 85.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 70
  • 86.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 71
  • 87.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 72
  • 88.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 73 Anexo VI – Cartaz de Prevenção para a Lavandaria Social
  • 89.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 74
  • 90.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 75 Anexo VII – Avaliação de Riscos
  • 91.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 76 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 4 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Choque elétrico Eletrização/ Queimaduras/ Paragem respiratória/ Tetanização Sistema de proteção elétrica implementado (disjuntores, ligação à terra, cabos elétricos em bom estado) 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases/ Morte Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 6 15 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Não urgente mas deve corrigir-se Longos periodos de tempo na posição em pé Más posturas/ Posturas forçadas Lesões músculo- esqueléticas - 0,5 6 5 15 Aceitável Disponibilização de banco de apoio para posição de pé/ Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de meias de descanço/ Formação específica em MMC e posturas corretas Situação a manter Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Centro Social Lavandaria Receção Contacto direto com caixa registadora/ Telefone com instalação elétrica danificada Atendimento ao público/ Atendimento telefónico
  • 92.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 77 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 4 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Contacto direto com roupa suja Contaminação por agentes biológicos e vapores orgânicos Infeções/ Náuseas/ Desmaio Luvas/ Máscara de proteção contra agentes biológicos 10 6 5 300 Alta Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Substituição da máscara utilizada por uma com proteção a agentes biológicos e vapores orgânicos, para além do uso das luvas Correção imediata Desorganização do local de trabalho Quedas ao mesmo nível Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 10 5 25 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumdo e organizado Não urgente mas deve corrigir-se Má utilização/ manuseamento incorreto de detergentes/ produtos químicos Inalação/ contacto direto com a pele Náuseas/ Intoxicações/ Lesões oculares/ Alergias/ Irritações cutâneas Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Utilização de óculos de proteção, para além do uso das luvas Situação a manter Manuseamento incorreto das embalagens dos detergentes ao colocar nas máquinas Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoiar com meios mecânicos/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Incorreta colocação da roupa nas máquinas por estas estarem demasiados baixas Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas Rotação de funções mensal 6 6 5 180 Substâncial Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoiar com meios mecânicos/ Pausas regulares/ Rotatividade de funções mais frequente/ Formação específica em MMC e posturas corretas Correção urgente Centro Social Lavandaria Lavandaria Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Receção e manuseamento de roupa suja Lavagem/ Secagem da roupa
  • 93.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 78 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 4 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Pavimento escorregadio devido à humidade ou derrames de detergentes/ água Quedas ao mesmo nível Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Avaria/ Curto- circuito do sistema elétrico do equipamento Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 0,5 15 3,75 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Situação a manter Desorganização do local de trabalho Quedas ao mesmo nível Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 10 5 25 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumdo e organizado Não urgente mas deve corrigir-se Engomadoria de roupa Movimentos incorretos ao pegar na roupa do cesto para a tábua de engomar Posturas forçadas (de pé e dos braços) Lesões musculo- esqueléticas Rotação de funções mensal 6 6 5 180 Substâncial Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoiar com meios mecânicos e com base de apoio mais elevada para as cestas da roupa a engomar/ Pausas regulares/ Rotatividade de funções mais frequente/ Uso de meias de descanço/ Formação específica em MMC e posturas corretas Correção urgente Lavandaria Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Lavagem/ Secagem da roupa (cont.) Centro Social Lavandaria
  • 94.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 79 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 4 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Má regulação da temperatura do ferro ou manuseamento incorreto do mesmo Exposição a Temperauras elevada do ferro Queimaduras - 3 10 1 30 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Não urgente mas deve corrigir-se Exposição aos vapores do ferro de engomar Desconforto térmico Sudação/ Mal- estar/ Desmaio/ Irritação Sistema de extração de vapores / Porta da frente e postigos das traseitras abertos 3 10 5 150 Substâncial Medição e monitorização do ar e humidade/ Implementação de um sistema de ventilação complementar (ventoinhas para forçar a movimentação do ar)/ Manutenção do sistema implementado, de preferência aumentar a potência de extração Correção urgente Avaria/ Curto- circuito do sistema elétrico do equipamento Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 0,5 15 3,75 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Situação a manter Desorganização do local de trabalho Quedas ao mesmo nível Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 10 5 25 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumdo e organizado Não urgente mas deve corrigir-se Centro Social Lavandaria Lavandaria Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Engomadoria de roupa (cont.)
  • 95.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 80 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 4 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Exposição a temperaturas mais altas em relação ao recomendado, devido ao calor emanado das máquinas em funcionamento Desconforto térmico Sudação/ Frio/ Mal-estar/ Desmaio/ Irritação/ Redução da produtividade Sistema de extração de vapores / Porta da frente e postigos das traseitras abertos 3 10 5 150 Substâncial Medição e monitorização do ar e humidade/ Implementação de um sistema de ventilação complementar (ventoinhas para forçar a movimentação do ar)/ Manutenção do sistema implementado, de preferência aumentar a potência de extração Correção urgente Iluminação insuficiente devido a avaria do sistema de iluminação existente Exposição a Iluminação insuficiente Fadiga Visual e Ocular/ Dores de Cabeça/ Postuas incorretas Armaduras + lâmpadas fluorescentes 0,5 10 1 5 Aceitável Medições de iluminância/ Manutençao e limpeza regular das armaduras Situação a manter Realização de tarefas repetitivas em ambientes não ideiais (iluminação, desconforto térmico) Psicossociais Irritação/ Cansaço/ Esgotamento - 0,5 10 5 25 Moderada Apoio social e/ou psicológico/ Formação em gestão de stress e posturas/ Reorganização ergonómica do posto de trabalho/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Curto-circuito no sistema elétrico Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases/ Morte Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 0,5 15 3,75 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Situação a manter Desorganização do local de trabalho Quedas ao mesmo nível/ Tropeções Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 10 5 25 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumdo e organizado Não urgente mas deve corrigir-se Centro Social Lavandaria Instalações Gerais Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Presença e circulação nas instalações
  • 96.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 81 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 4 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Má utilização/ manuseamento incorreto de detergentes para higienização e desinfeção das instalações Inalação, contacto direto com a pele Náuseas/ Intoxicações/ Alergias/ Irritações cutâneas Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Pavimento escorregadio devido à humidade ou derrames de detergentes/ água Quedas ao mesmo nível Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção antiderrapante Situação a manter Manuseamento incorreto dos equipamentos de limpeza (aspirador, balde, esfregona) Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoiar com meios mecânicos (baldes e acessórios auxiliados com carro de transporte) Não urgente mas deve corrigir-se Lavagem e limpeza das instalações Centro Social Lavandaria Instalações Gerais Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
  • 97.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 82 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 4 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Quedas ao mesmo nível (até 2m)/ Tropeções Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção antiderrapante Situação a manter Queda de objetos/ Choque com objetos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumado e organizado/ Uso de calçado de proteção Situação a manter Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoiar com meios mecânicos/ Formação específica em MMC e posturas corretas Situação a manter Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Receção e armazenamento de materiais Manuseamento incorreto dos cestos de roupa/ sacos de roupa/ embalagens dos produtos de higiene e outros Centro Social Lavandaria Armazém
  • 98.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 83 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Posturas forçadas Lesões Musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Cortes Lesões múltiplas - 3 6 1 18 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases/ Morte Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 3 25 37,5 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Não urgente mas deve corrigir-se Eletrização/ Eletrocussão Queimaduras/ Paragem respiratória/ Tetanização Sistema de proteção elétrica implementado (disjuntores, ligação à terra, cabos elétricos em bom estado) 0,5 3 5 7,5 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Situação a manter Realização das atividades em posturas pé/ sentado Posturas forçadas Lesões Musculo- esqueléticas - 0,5 3 5 7,5 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Formação específica em MMC e posturas corretas Situação a manter Contacto com computadores/ Impressoras com instalação elétrica danificada Centro Social Centro de Dia Sala de Atividades e Informática Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Animação e Atividades com os utentes Manuseamento incorreto dos materiais de manualidades - (Papel, Colas, Tintas, Tesouras)
  • 99.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 84 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Má utilização/ manuseamento incorreto de produtos para higienização das instalações Inalação, contacto direto com a pele Náuseas/ Intoxicações/ Alergias/ Irritações cutâneas Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Pavimento escorregadio devido à humidade ou derrames de detergentes/ água Quedas ao mesmo nível Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção antiderrapante Situação a manter Manuseamento incorreto dos equipamentos de limpeza (aspirador, balde, esfregona) Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoiar com meios mecânicos (baldes e acessórios auxiliados com carro de transporte) Não urgente mas deve corrigir-se Longos periodos de tempo na posição em pé Posturas forçadas Lesões Musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de meias de descanço/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Utilização de instrumentos cortantes/ perfurantes de forma incorreta Cortes Cortes/ Ferimentos/ Infeções/ Alergias - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Contato direto com Agentes biológicos/ Fluidos orgânicos Contaminação por agentes biológicos e orgânicos Infeções/ Náuseas/ Desmaio Luvas 3 1 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ uso de máscara com proteção a agentes biológicos e orgânicos e uso das luvas Situação a manter Centro Social Centro de Dia Instalações Gerais Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Lavagem e limpeza das instalações Prestação de cuidados aos utentes
  • 100.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 85 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Execução de tarefas gerais em ambiente não climatizado (fora dos 18° a 22° ideiais) Desconforto térmico por temperaturas altas, baixas ou correntes de ar Sudação/ Frio/ Mal-estar/ Desmaio/ Irritação - 0,5 10 1 5 Aceitável Medição e monitorização do ar e humidade Situação a manter Execução de tarefas repetitivas associadas a iluminação insuficiente e/ou desconforto térmico) Psicossociais Cansaço/ Dores de cabeça/ Irritabilidade/ Esgotamento - 0,5 10 5 25 Moderada Apoio social e/ou psicológico/ Formação em gestão de stress/ Reorganização ergonómica do posto de trabalho/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Avaria do sistema de iluminação e/ou lâmpadas fundidas Exposição a iluminação insuficiente Fadiga Visual/ Dores de Cabeça - 3 10 1 30 Moderada Manutenção e verificação regular do sistema/ Medições de iluminância Não urgente mas deve corrigir-se Curto-circuito no sistema elétrico danificado Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases/ Morte Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 0,5 50 12,5 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Situação a manter Circulação em pavimentos e escadas sem proteções antiderrapantes Quedas ao mesmo nível/ Quedas em altura Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Proteções antiderrapantes Situação a manter Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Presença e circulação nas instalações Centro Social Centro de Dia Instalações Gerais
  • 101.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 86 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Quedas ao mesmo nível (até 2m)/ Tropeções Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção antiderrapante Situação a manter Queda de objetos/ Choque com objetos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões - 0,5 10 5 25 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumado e organizado/ Uso de calçado de proteção Não urgente mas deve corrigir-se Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoiar com meios mecânicos/ Formação específica em MMC e posturas corretas Situação a manter Receção e armazenamento de materiais Manuseamento incorreto na receção de materiais vários (economato, produtos de higiene,…) Centro Social Centro de Dia Armazém Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
  • 102.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 87 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Longos periodos de tempo na posição de pé Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de meias de descanço/ Formação específica em MMC e posturas corretas Situação a manter Utilização incorreta de utensílios de corte Contacto direto com a lâmina de corte Cortes/ Ferimentos/ Amputação - 3 6 1 18 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases/ Morte Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 6 15 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Não urgente mas deve corrigir-se Contacto com superfícies quentes Queimaduras - 0,5 6 1 3 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Eletrização (curto- circuito por avaria dos equipamentos) Eletrização/ Queimaduras/ Paragem respiratória/ Tetanização Sistema de proteção elétrica implementado (disjuntores, ligação à terra, cabos elétricos em bom estado) 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Utilização incorreta de outros utensílios de cozinha (tachos, panelas,…) Queda dos utensílos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção Situação a manter Preparação das refeições/ lanches Centro Social Centro de Dia Refeitório Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Utiização incorreta do Fogão/ Microondas/ Outros equipamentos eletrónicos para preparação das refeições
  • 103.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 88 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Preparação das mesas Manuseamento incorreto de Louças/ Talheres/ Copos Queda de objetos/ Choque com objetos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumado e organizado/ Uso de calçado de proteção Situação a manter Servir as refeições Manuseamento incorreto de Tachos/ Panelas Salpicos ou derrames de substâncias a temperaturas elevadas Queimaduras/ Ferimentos vários - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ uso de luvas de proteção prorpiadas ao risco Situação a manter Químicos/ Projeção de salpicos Náuseas/ Intoxicações/ Alergias/ Irritações cutâneas Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoiar com meios mecânicos (baldes e acessórios auxiliados com carro de transporte) Não urgente mas deve corrigir-se Circulação em pavimento molhado/ escorregadio Quedas ao mesmo nível/ Choque com objetos Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumado e organizado/ Uso de calçado de proteção antiderrapante Situação a manter Centro Social Centro de Dia Refeitório Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Manuseamento incorreto de produtos de limpeza e meios de apoio à limpeza Lavagem e limpeza dos equipamentos/ utensílios
  • 104.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 89 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 08/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Eletrização (curto- circuito por avaria dos equipamentos) Eletrização/ Queimaduras/ Paragem respiratória/ Tetanização Sistema de proteção elétrica implementado (disjuntores, ligação à terra, cabos elétricos em bom estado) 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 0,5 10 5 25 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Mau manuseamento de utensílios de cozinha sujos (tachos, panelas, talheres) Queda de objetos/ Choque com objetos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção Situação a manter Centro Social Centro de Dia Refeitório Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Utilização incorreta da Máquina Lavar Loiça e outros equipamentosLavagem e limpeza dos equipamentos/ utensílios (cont.)
  • 105.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 90 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Eletrização Choque Eletrico/ Queimaduras/ Paragem respiratória/ Tetanização Sistema de proteção elétrica implementado (disjuntores, ligação à terra, cabos elétricos em bom estado) 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases/ Morte Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 3 25 37,5 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Não urgente mas deve corrigir-se Longos periodos de tempo em pé ou sentado Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 0,5 6 1 3 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de cadeira ergonómica/ Uso de meias de descanço/ Formação específica em MMC e posturas corretas Situação a manter Centro Social Lar Receção Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Atendimento ao público/ Atendimento telefónico Telefone com instalação elétrica danificada
  • 106.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 91 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Preparação das mesas Manuseamento incorreto de Louças/ Talheres/ Copos Queda de objetos/ Choque com objetos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumado e organizado/ Uso de calçado de proteção Situação a manter Servir as refeições Manuseamento incorreto de Tachos/ Panelas Salpicos ou derrames de substâncias a temperaturas elevadas Queimaduras/ Ferimentos vários - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ uso de luvas de proteção prorpiadas ao risco Situação a manter Contacto com os produtos químicos (inalação, contacto com a pele) Náuseas/ Intoxicações/ Alergias/ Irritações cutâneas Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Circulação em pavimento molhado/ escorregadio Quedas ao mesmo nível/ Choque com objetos Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumado e organizado/ Uso de calçado de proteção antiderrapante Situação a manter Recolha e limpeza de utensílios (cont.) Mau manuseamento de utensílios de cozinha sujos (tachos, panelas, pratos, talheres) Queda dos objetos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção Situação a manter Centro Social Lar Sala de Estar/ Refeições Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Manuseamento incorreto de produtos de limpeza e meios de apoio à limpeza Recolha e limpeza de utensílios
  • 107.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 92 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Má utilização/ manuseamento incorreto de produtos para higienização das instalações Inalação, contacto direto com a pele Náuseas/ Intoxicações/ Alergias/ Irritações cutâneas Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Pavimento escorregadio devido à humidade ou derrames de detergentes/ água Quedas ao mesmo nível Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção antiderrapante Situação a manter Manuseamento incorreto dos equipamentos de limpeza (aspirador, balde, esfregona) Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoiar com meios mecânicos (baldes e acessórios auxiliados com carro de transporte) Não urgente mas deve corrigir-se Centro Social Lar Instalações Gerais Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Lavagem e limpeza das instalações
  • 108.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 93 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Longos periodos de tempo na posição em pé Posturas forçadas Lesões Musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de meias de descanço/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Utilização de instrumentos cortantes/ perfurantes de forma incorreta Corte Cortes/ Ferimentos/ Infeções/ Alergias - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Contato direto com Agentes biológicos/ Fluidos orgânicos Contaminação por agentes biológicos e orgânicos Infeções/ Náuseas/ Desmaio Luvas 3 1 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de máscara com proteção a agentes biológicos e orgânicos e uso das luvas Situação a manter Presença e circulação nas instalações Execução de tarefas gerais em ambiente não climatizado (fora dos 18° a 22° ideiais) Desconforto térmico por temperaturas altas, baixas ou correntes de ar Sudação/ Frio/ Mal-estar/ Desmaio/ Irritação - 0,5 10 1 5 Aceitável Medição e monitorização do ar e humidade Situação a manter Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Prestação de cuidados aos utentes Centro Social Lar Instalações Gerais
  • 109.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 94 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Execução de tarefas repetitivas associadas a iluminação insuficiente e/ou desconforto térmico) Psicossociais Cansaço/ Dores de cabeça/ Irritabilidade/ Esgotamento - 0,5 10 5 25 Moderada Apoio social e/ou psicológico/ Formação em gestão de stress/ Reorganização ergonómica do posto de trabalho/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Avaria do sistema de iluminação e/ou lâmpadas fundidas Exposição a Iluminação insuficiente Fadiga Visual/ Dores de Cabeça - 3 10 1 30 Moderada Manutenção e verificação regular do sistema/ Medições de iluminância Não urgente mas deve corrigir-se Curto-circuito no sistema elétrico danificado Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases/ Morte Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 0,5 50 12,5 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Situação a manter Circulação em pavimentos e escadas sem proteções antiderrapantes Quedas ao mesmo nível/ Quedas em altura Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Proteções antiderrapantes Situação a manter Presença e circulação nas instalações (cont.) Centro Social Lar Instalações Gerais Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
  • 110.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 95 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 1 6 5 30 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoio de meios mecânicos (carros de apoio) Não urgente mas deve corrigir-se Queda de objetos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões - 1 6 5 30 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção Não urgente mas deve corrigir-se Derrame/ salpicos de alimentos quentes Queimaduras - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases/ Morte Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 6 15 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Não urgente mas deve corrigir-se Contacto com superfícies quentes Queimaduras - 0,5 6 1 3 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Eletrização (curto- circuito por avaria dos equipamentos) Eletrização/ Queimaduras/ Paragem respiratória/ Tetanização Sistema de proteção elétrica implementado (disjuntores, ligação à terra, cabos elétricos em bom estado) 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Centro Social Lar Cozinha/ Armazém Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Utiização incorreta do Fogão/ Microondas/ Outros equipamentos eletrónicos para preparação das refeições Manuseamento incorreto da Marmita (caixa de transporte das refeições) Receção das marmitas (refeições) Preparação das refeições/ lanches
  • 111.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 96 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Longos periodos de tempo na posição de pé Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de meias de descanço/ Formação específica em MMC e posturas corretas Situação a manter Utilização incorreta de utensílios de corte Contacto direto com a lâmina de corte Cortes/ Ferimentos/ Amputação - 3 6 1 18 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Utilização incorreta de outros utensílios de cozinha (tachos, panelas,…) Queda dos utensílos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção Situação a manter Químicos/ Projeção de salpicos Náuseas/ Intoxicações/ Alergias/ Irritações cutâneas Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoiar com meios mecânicos (baldes e acessórios auxiliados com carro de transporte) Não urgente mas deve corrigir-se Circulação em pavimento molhado/ escorregadio Quedas ao mesmo nível/ Choque com objetos Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumado e organizado/ Uso de calçado de proteção antiderrapante Situação a manter Lar Cozinha/ Armazém Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Centro Social Manuseamento incorreto de produtos de limpeza e meios de apoio à limpeza Lavagem e limpeza dos equipamentos/ utensílios Preparação das refeições/ lanches (cont.)
  • 112.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 97 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 09/09/2014 + 08/10/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Eletrização (curto- circuito por avaria dos equipamentos) Queimaduras/ Paragem respiratória/ Tetanização Sistema de proteção elétrica implementado (disjuntores, ligação à terra, cabos elétricos em bom estado) 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 0,5 10 5 25 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção Não urgente mas deve corrigir-se Mau manuseamento de utensílios de cozinha sujos (tachos, panelas, talheres) Queda de objetos/ Choque com objetos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de luvas apropriadas ao risco Situação a manter Centro Social Lar Cozinha/ Armazém Lavagem e limpeza dos equipamentos/ utensílios (cont.) Utilização incorreta da Máquina Lavar Loiça e outros equipamentos Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos
  • 113.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 98 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 44 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Eletrização Queimaduras/ Paragem respiratória/ Tetanização Sistema de proteção elétrica implementado (disjuntores, ligação à terra, cabos elétricos em bom estado) 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Situação a manter Longos periodos de tempo em pé ou sentado Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 0,5 6 1 3 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de cadeira ergonómica/ Uso de meias de descanço/ Formação específica em MMC e posturas corretas Situação a manter Computador/ Impressora/ Fotocopiadora/ Telefone com instalação elétrica danificada Choque elétrico Eletrização/ Queimaduras/ Paragem respiratória/ Tetanização Sistema de proteção elétrica implementado (disjuntores, ligação à terra, cabos elétricos em bom estado) 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Toners ou tinteiros danificados Exposição a contaminantes químicos (toners) Intoxicações/ Alergias/ Ferimentos - 0,5 6 1 3 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Avaria na instalação elétrica Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Situação a manter Centro Social Sede - SAD Receção/ Secretaria/ Gabinetes de Trabalho Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Atendimento ao público/ Atendimento telefónico Telefone com instalação elétrica danificada Serviço de escritório
  • 114.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 99 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 44 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Trabalho prolongado com equipamento dotado de visor (computador) Fadiga visual Lesões oculares/ Lesões musculo- esqueléticas - 0,5 6 15 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Efetuar pausas regulares alternando com outras tarefas Não urgente mas deve corrigir-se Posturas de trabalho sentado e de forma incorreta por longos períodos de tempo Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas Uso de cadeira ergonómica 0,5 10 5 25 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Ginástica laboral (alongamentos)/ Alternar com outras tarefas/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Posturas de trabalho sentado e de forma incorreta por longos períodos de tempo Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 3 10 5 150 Substâncial Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de cadeira ergonómica/ Ginástica laboral (alongamentos)/ Alternar com outras tarefas/ Formação específica em MMC e posturas corretas Correção urgente Utilização incorreta de instrumentos cortantes/ perfurantes Contacto direto com lâmina de corte Cortes/ Ferimentos/ Infeções/ Alergias - 0,5 10 5 25 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Não urgente mas deve corrigir-se Sede - SAD Receção/ Secretaria/ Gabinetes de Trabalho Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Serviço de costura Serviço de escritório (cont.) Centro Social
  • 115.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 100 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 44 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 25/09/2015 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Má utilização/ manuseamento incorreto de produtos para higienização das instalações Inalação, contacto direto com a pele Náuseas/ Intoxicações/ Alergias/ Irritações cutâneas Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Pavimento escorregadio devido à humidade ou derrames de detergentes/ água Quedas ao mesmo nível Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção antiderrapante Situação a manter Manuseamento incorreto dos equipamentos de limpeza (aspirador, balde, esfregona) Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoiar com meios mecânicos (baldes e acessórios auxiliados com carro de transporte) Não urgente mas deve corrigir-se Presença e circulação nas instalações Execução de tarefas gerais em ambiente não climatizado (fora dos 18° a 22° ideiais) Desconforto térmico por temperaturas altas, baixas ou correntes de ar Sudação/ Frio/ Mal-estar/ Desmaio/ Irritação - 0,5 10 1 5 Aceitável Medição e monitorização do ar e humidade Situação a manter Centro Social Sede - SAD Instalações Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Lavagem e limpeza das instalações
  • 116.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 101 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 44 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 25/09/2015 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Execução de tarefas associadas a iluminação insuficiente e/ou desconforto térmico Psicossociais Cansaço/ Dores de cabeça/ Irritabilidade/ Esgotamento - 0,5 10 5 25 Moderada Apoio social e/ou psicológico/ Formação em gestão de stress/ Reorganização ergonómica do posto de trabalho/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Avaria do sistema de iluminação e/ou lâmpadas fundidas Exposição a iluminação insuficiente Fadiga Visual/ Dores de Cabeça - 3 10 1 30 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada/ Medições de iluminância Não urgente mas deve corrigir-se Curto-circuito no sistema elétrico danificado Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases/ Morte Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 0,5 50 12,5 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Situação a manter Circulação em pavimentos e escadas sem proteções antiderrapantes Quedas ao mesmo nível/ Quedas em altura Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Proteções antiderrapantes nas escadas/ Corrimão na escada de acesso à secretaria Situação a manter Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Centro Social Sede - SAD Instalações Presença e circulação nas instalações (cont.)
  • 117.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 102 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 44 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Posição pé/ sentado de forma incorreta e por longos periodos de tempo Posturas forçadas Lesões Musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Formação específica em MMC e posturas corretas/ Ginástica Laboral Não urgente mas deve corrigir-se Posturas forçadas Lesões Musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Contato direto com lâmina de corte Cortes/ Lesões várias - 3 6 1 18 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Brinquedos desarrumados Quedas ao mesmo nível Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o espaço organizado Situação a manter Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases/ Morte Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 6 15 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Não urgente mas deve corrigir-se Contacto com superfícies quentes Queimaduras - 0,5 6 1 3 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Contacto com os equipamentos danificados e ligados à corrente elétrica Eletrização Queimaduras/ Paragem respiratória/ Tetanização Sistema de proteção elétrica implementado (disjuntores, ligação à terra, cabos elétricos em bom estado) 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Equipamentos eletrónicos (banho maria para biberôes, fervedor elétrico) com instalação elétrica danificada Centro Social Sede - SAD Berçário/ Creche/ Salas 3 a 5 anos/ ATL Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Prestação de cuidados e atividades com as crianças Manuseamento incorreto de materiais para manualidades (Papel, Colas, Tintas, Tesouras)
  • 118.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 103 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 44 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Prestação de cuidados e atividades com as crianças (cont.) Contato direto com Agentes biológicos/ Fluidos orgânicos Contaminação por agentes biológicos e orgânicos Infeções/ Náuseas/ Desmaio Luvas 3 1 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ uso de máscara com proteção a agentes biológicos e orgânicos e uso das luvas Situação a manter Execução de tarefas gerais em ambiente não climatizado (fora dos 18° a 22° ideiais) Desconforto térmico por temperaturas altas, baixas ou correntes de ar Sudação/ Frio/ Mal-estar/ Desmaio/ Irritação - 0,5 10 1 5 Aceitável Medição e monitorização do ar e humidade Situação a manter Execução de tarefas controlo das crianças Psicossociais Irritação/ Cansaço/ Esgotamento - 0,5 10 5 25 Moderada Apoio social e/ou psicológico/ Formação em gestão de stress Não urgente mas deve corrigir-se Iluminação insuficiente devido a avaria do sistema de iluminação e/ou lâmpadas fundidas Exposição a Iluminação insuficiente Fadiga Visual/ Dores de Cabeça - 0,5 10 1 5 Aceitável Medições de iluminância Situação a manter Curto-circuito no sistema elétrico Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases/ Morte Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 0,5 50 12,5 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Situação a manter Circulação em pavimentos e escadas sem proteções antiderrapantes Quedas ao mesmo nível/ Quedas em altura Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 10 1 5 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o espaço organizado Situação a manter Berçário/ Creche/ Salas 3 a 5 anos/ ATL Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Presença e circulação no espaço Centro Social Sede - SAD
  • 119.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 104 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 44 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Longos periodos de tempo na posição de pé Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 0,5 10 5 25 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de meias de descanço/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Utilização incorreta de utensílios de corte Contacto direto com a lâmina de corte Cortes/ Ferimentos/ Amputação - 3 6 1 18 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Incêndio Queimaduras/ Intoxicação por inalação de gases/ Morte Equipamento de proteção a incêndios adequado 0,5 6 15 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manutenção dos equipamentos atualizada Não urgente mas deve corrigir-se Contacto com superfícies quentes Queimaduras - 0,5 6 1 3 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Eletrização (curto- circuito por avaria dos equipamentos) Eletrização/ Queimaduras/ Paragem respiratória/ Tetanização Sistema de proteção elétrica implementado (disjuntores, ligação à terra, cabos elétricos em bom estado) 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Utilização incorreta de outros utensílios de cozinha (tachos, panelas,…) Queda dos utensílos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção Situação a manter Preparação das refeições/ lanches Centro Social Sede - SAD Refeitórios/ Cozinha Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Utiização incorreta do Fogão/ Microondas/ Outros equipamentos eletrónicos para preparação das refeições
  • 120.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 105 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 44 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Preparação das mesas Manuseamento incorreto de Louças/ Talheres/ Copos Queda de objetos/ Choque com objetos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumado e organizado/ Uso de calçado de proteção Situação a manter Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 1 6 5 30 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoio de meios mecânicos (carros de apoio) Não urgente mas deve corrigir-se Queda de objetos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões - 1 6 5 30 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção Não urgente mas deve corrigir-se Quedas ao mesmo nível/ Choque com objetos Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 6 6 5 180 Substâncial Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Rotação de tarefas regular/ Uso de calçado de proteção antiderrapante Correção urgente Derrame/ salpicos de alimentos quentes Queimaduras - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Servir as refeições Manuseamento incorreto de Tachos/ Panelas Salpicos ou derrames de substâncias a temperaturas elevadas Queimaduras/ Ferimentos vários - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ uso de luvas de proteção prorpiadas ao risco Situação a manter Centro Social Sede - SAD Refeitórios/ Cozinha Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Receção, entrega e distribuição das marmitas (refeições) Manuseamento incorreto da marmita (caixa de transporte das refeições)
  • 121.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 106 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 44 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Químicos/ Projeção de salpicos Náuseas/ Intoxicações/ Alergias/ Irritações cutâneas Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 3 3 5 45 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoiar com meios mecânicos (baldes e acessórios auxiliados com carro de transporte) Não urgente mas deve corrigir-se Circulação em pavimento molhado/ escorregadio Quedas ao mesmo nível/ Choque com objetos Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumado e organizado/ Uso de calçado de proteção antiderrapante Situação a manter Eletrização (curto- circuito por avaria dos equipamentos) Queimaduras/ Paragem respiratória/ Tetanização Sistema de proteção elétrica implementado (disjuntores, ligação à terra, cabos elétricos em bom estado) 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas Situação a manter Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 0,5 10 5 25 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção Não urgente mas deve corrigir-se Mau manuseamento de utensílios de cozinha sujos (tachos, panelas, talheres) Queda de objetos/ Choque com objetos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões Luvas 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de luvas apropriadas ao risco Situação a manter Sede - SAD Refeitórios/ Cozinha Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Centro Social Manuseamento incorreto de produtos de limpeza e meios de apoio à limpeza Utilização incorreta da Máquina Lavar Loiça e outros equipamentos Lavagem e limpeza das instalações/ utensílios
  • 122.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 107 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 44 Setor: Técnico: Susana Santos Posto de Trabalho: Data: 25/09/2014 Tarefa Perigo Risco Dano/ Efeito Medidas implementadas P E C GP MR Medidas de Prevenção/ Correção Grau de Perigosidade Quedas ao mesmo nível (até 2m)/ Tropeções Fraturas/ Traumatismos/ Escoriações - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Uso de calçado de proteção antiderrapante Situação a manter Queda de objetos/ Choque com objetos Esmagamento membros inferiores/ Traumatismos/ Escoriações/ Cortes e outras lesões - 0,5 6 5 15 Aceitável Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Manter o local de trabalho arrumado e organizado/ Uso de calçado de proteção Situação a manter Posturas forçadas Lesões musculo- esqueléticas - 1 6 5 30 Moderada Conhecer e cumprir o Guia de Boas Práticas/ Apoiar com meios mecânicos/ Formação específica em MMC e posturas corretas Não urgente mas deve corrigir-se Centro Social Sede - SAD Armazém Identificação dos Riscos/ Avaliação dos Riscos Receção e armazenamento de materiais Manuseamento incorreto na receção de vários materiais (economato, produtos de higiene,…)
  • 123.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 108 Anexo VIII – Relatório Diagnóstico - hierarquização dos riscos
  • 124.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 109 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 4 Setor: Posto Trabalho Risco Prazo para Implementação Contaminação por agentes biológicos e vapores orgânicos Imediata (1 mês) Posturas forçadas Curto Prazo (1 a 3 meses) Posturas forçadas (de pé e dos braços) Curto Prazo (1 a 3 meses) Desconforto térmico Curto Prazo (1 a 3 meses) Desconforto térmico Curto Prazo (1 a 3 meses) Posturas forçadas Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Quedas ao mesmo nível/ Tropeções Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Data: O Técnico: Instalações Lavagem e limpeza das instalações Manuseamento incorreto dos equipamentos de limpeza (aspirador, balde, esfregona) Apoiar com meios mecânicos (baldes e acessórios auxiliados com carro de transporte) Lavagem/ Secagem da roupa Movimentos incorretos ao pegar na roupa do cesto para a tábua de engomar Engomadoria da roupa Apoiar com meios mecânicos e com base de apoio mais elevada para as cestas da roupa a engomar/ Pausas regulares/ Rotatividade de funções mais frequente/ Uso de meias de descanço/ Formação específica em MMC e posturas corretas 21/10/2014 Receção e manuseamento de soupa suja Medidas a implementar Contacto direto com roupa suja Substituição da máscara utilizada por uma com proteção a agentes biológicos e vapores orgânicos, para além do uso das luvas Incorreta colocação da roupa nas máquinas por estas estarem demasiados baixas Apoiar com meios mecânicos/ Pausas regulares/ Rotatividade de funções mais frequente/ Formação específica em MMC e posturas corretas Presença e circulação nas instalações Exposição a temperaturas mais altas em relação ao recomendado, devido ao calor emanado das máquinas em funcionamento 'Medição e monitorização do ar e humidade/ Implementação de um sistema de ventilação complementar (ventoinhas para forçar a movimentação do ar)/ Manutenção do sistema implementado, de preferência aumentar a potência de extração Presença e circulação nas instalações Desorganização do local de trabalho Manter o local de trabalho arrumdo e organizado Engomadoria da roupa Medição e monitorização do ar e humidade/ Implementação de um sistema de ventilação complementar (ventoinhas para forçar a movimentação do ar)/ Manutenção do sistema implementado, de preferência aumentar a potência de extração Engomadoria Lavandaria SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responável: Relatório Prioridades Susana Santos PerigoTarefa Centro Social Lavandaria Social Após a Identificação dos Perigos/ Avaliação dos riscos, entre outras, propõem-se as seguintes medidas e sugere-se o respetivo prazo de implementação. Exposição aos vapores do ferro de engomar
  • 125.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 110 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Posto Trabalho Risco Prazo para Implementação Salas de Atividades Posturas forçadas Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Posturas forçadas Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Posturas forçadas Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Exposição a iluminação insuficiente Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Psicossociais Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Refeitório Posturas forçadas Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Data: O Técnico: Após a Identificação dos Perigos/ Avaliação dos riscos, entre outras, propõem-se as seguintes medidas e sugere-se o respetivo prazo de implementação. Centro de Dia Prestação de cuidados aos utentes Longos periodos de tempo na posição em pé Uso de meias de descanço/ Formação específica em MMC e posturas corretas Lavagem e limpeza dos equipamentos/ utensílios Manuseamento incorreto de produtos de limpeza e meios de apoio à limpeza Apoiar com meios mecânicos (baldes e acessórios auxiliados com carro de transporte) Tarefa Perigo Medidas a implementar Animação e atividades com os utentes Manuseamento incorreto dos materiais de manualidades - (Papel, Colas, Tintas, Tesouras) Formação específica em MMC e posturas corretas SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responável: Relatório Prioridades Susana Santos Centro Social 21/10/2014 Instalações Execução de tarefas repetitivas associadas a iluminação insuficiente e/ou desconforto térmico) Presença e circulação nas instalações Apoio social e/ou psicológico/ Formação em gestão de stress/ Reorganização ergonómica do posto de trabalho/ Formação específica em MMC e posturas corretas Presença e circulação nas instalações Avaria do sistema de iluminação e/ou lâmpadas fundidas Manutenção e verificação regular do sistema/ Medições de iluminância Lavagem e limpeza das instalações Manuseamento incorreto dos equipamentos de limpeza (aspirador, balde, esfregona) Apoiar com meios mecânicos (baldes e acessórios auxiliados com carro de transporte)
  • 126.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 111 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 5 Setor: Posto Trabalho Risco Prazo para Implementação Sala de estar/ refeições Posturas forçadas Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Posturas forçadas Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Posturas forçadas Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Psicossociais Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Exposição a iluminação insuficiente Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Cozinha Posturas forçadas Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Data: O Técnico: Lar SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responável: Relatório Prioridades Susana Santos Centro Social Após a Identificação dos Perigos/ Avaliação dos riscos, entre outras, propõem-se as seguintes medidas e sugere-se o respetivo prazo de implementação. Tarefa Perigo Medidas a implementar Recolha e limpeza de utensílios Manuseamento incorreto de produtos de limpeza e meios de apoio à limpeza Formação específica em MMC e posturas corretas Prestação de cuidados aos utentes Longos periodos de tempo na posição em pé Uso de meias de descanço/ Formação específica em MMC e posturas corretas Presença e circulação nas instalações Avaria do sistema de iluminação e/ou lâmpadas fundidas Manutenção e verificação regular do sistema/ Medições de iluminância Lavagem e limpeza dos equipamentos/ utensílios Manuseamento incorreto de produtos de limpeza e meios de apoio à limpeza Apoiar com meios mecânicos (baldes e acessórios auxiliados com carro de transporte) Lavagem e limpeza das instalações Manuseamento incorreto dos equipamentos de limpeza (aspirador, balde, esfregona) Apoiar com meios mecânicos (baldes e acessórios auxiliados com carro de transporte) Instalações 22/10/2014 Presença e circulação nas instalações Execução de tarefas repetitivas associadas a iluminação insuficiente e/ou desconforto térmico) Apoio social e/ou psicológico/ Formação em gestão de stress/ Reorganização ergonómica do posto de trabalho/ Formação específica em MMC e posturas corretas
  • 127.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 112 Local de Trabalho Empresa: N.º Trab.: 44 Setor: Posto Trabalho Risco Prazo para Implementação Refeitórios/ Cozinha Quedas ao mesmo nível/ Choque com objetos Curto Prazo (1 a 3 meses) Posturas forçadas Curto Prazo (1 a 3 meses) Fadiga visual Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Instalações/ Cozinha/ Refeitórios Posturas forçadas Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Instalações Exposição a iluminação insuficiente Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Instalações e Salas das crianças Psicossociais Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Refeitórios/ Cozinha Posturas forçadas/ Queda de objetos Médio/ Longo Prazo (3 meses a 1 ano) Data: O Técnico: Sede/ SAD SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Técnico Responável: Relatório Prioridades Susana Santos Centro Social Após a Identificação dos Perigos/ Avaliação dos riscos, entre outras, propõem-se as seguintes medidas e sugere-se o respetivo prazo de implementação. Tarefa Perigo Medidas a implementar Serviço de costura Posturas de trabalho sentado e de forma incorreta por longos períodos de tempo Uso de cadeira ergonómica/ Ginástica laboral (alongamentos)/ Alternar com outras tarefas/ Formação específica em MMC e posturas corretas Receção, entrega e distribuição das marmitas (refeições) Manuseamento incorreto da marmita (caixa de transporte das refeições) Rotação de tarefas regular/ Uso de calçado de proteção antiderrapante Receção/ Gabinetes de trabalho Salas das crianças Lavagem e limpeza das instalações Manuseamento incorreto dos equipamentos de limpeza (aspirador, balde, esfregona) Presença e circulação nas instalações Avaria do sistema de iluminação e/ou lâmpadas fundidas 22/10/2014 Receção, entrega e distribuição das marmitas (refeições) Manuseamento incorreto da marmita (caixa de transporte das refeições) Apoio de meios mecânicos (carros de apoio)/ Uso de calçado de proteção Manuseamento incorreto de materiais para manualidades (Papel, Colas, Tintas, Tesouras) Formação específica em MMC e posturas corretas Serviço de escritório Trabalho prolongado com equipamento dotado de visor (computador) Efetuar pausas regulares alternando com outras tarefas Manutenção dos equipamentos atualizada/ Medições de iluminância Formação específica em MMC e posturas corretas/ Ginástica Laboral Prestação de cuidados e atividades com as crianças Posturas forçadas Execução de tarefas associadas a iluminação insuficiente e/ou desconforto térmico/ Execução de tarefas controlo das crianças Apoio social e/ou psicológico/ Formação em gestão de stress/ Reorganização ergonómica do posto de trabalho/ Formação específica em MMC e posturas corretas Presença e circulação nas instalações e salas das crianças Posição pé/ sentado de forma incorreta e por longos periodos de tempo Apoiar com meios mecânicos (baldes e acessórios auxiliados com carro de transporte)
  • 128.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 113 Anexo IX – Guia de Boas Práticas
  • 129.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 114 Estado (arrumação e armazenagem) e Conservação das Instalações Figura 4 - Desorganização no local de trabalho o Todos os locais de trabalho, zonas de passagem, instalações comuns e seus equipamentos devem estar conveniente e permanentemente conservados e higienizados; o As instalações sanitárias (lavabos, sanitas, urinóis) devem ser higienizadas e desinfetadas periodicamente; o Na armazenagem de materiais diversos, deve sempre haver corredores de passagem, de acordo com os meios de movimentação disponíveis.
  • 130.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 115 Riscos nos Locais de Trabalho Figura 5 - Riscos no trabalho o Iluminação Realizar periodicamente a manutenção adequada às fontes de iluminação: - Substituição regular das lâmpadas (em função do seu tempo de vida útil, a partir do qual perdem eficácia); - Limpeza regular das luminárias e balaústres de proteção; - Limpeza regular dos vidros (das janelas). o Ambiente térmico Os locais de trabalho devem ter meios que permitam a renovação natural do ar, sem provocar correntes incómodas ou prejudiciais aos trabalhadores e manter as boas condições de temperatura e humidade de modo a proporcionar bem-estar e defender a saúde dos mesmos. Assim, a temperatura deve, dentro do possível, oscilar entre 18ºC e 22ºC podendo em alguns casos atingir os 25ºC. A humidade do ar deve oscilar entre os 50% e 70%. o Incêndio/ Explosão - Realizar periodicamente exercícios de treino de utilização de extintores e de evacuação das instalações;
  • 131.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 116 - Os extintores existentes nas instalações deverão ser sujeitos à respetiva revisão anual realizada pela entidade técnica de modo a garantir o seu funcionamento e estado de conservação; - Os extintores devem estar instalados em locais visíveis, na proximidade dos locais de maior risco, desobstruídos (área desimpedida de +/- 1m2) e ao longo dos caminhos de evacuação; - Manter em bom estado de conservação e funcionamento de todos os equipamentos de combate a incêndios existentes; - Efetuar manutenção periódica a todos os equipamentos elétricos utilizados; - Manter as saídas de emergência desimpedidas; o Eletrização/ Eletrocussão - O quadro elétrico deve estar sempre desobstruído, de forma a permitir o seu fácil acesso em caso de emergência; - Os disjuntores devem estar devidamente identificados para uma rápida intervenção em necessidade de corte da corrente elétrica; - Toda a instalação elétrica deverá estar devidamente protegida por materiais adequados, por exemplo, calha técnica; - Todas as partes elétricas em carga devem estar devidamente protegidas de modo a que essas partes em carga não fiquem expostas a possíveis contactos; - Não utilizar fichas, cabos ou outros componentes elétricos que aparentem deficiente estado de conservação; - Nunca tocar em componentes de instalações com as mãos húmidas (ou qualquer outra parte do corpo); - Nunca limpar ou manusear os equipamentos elétricos sem antes efetuar o corte de energia; - Sinalizar todos os equipamentos e componentes elétricos avariados e informar o responsável; - Não efetuar reparações elétricas, a não ser que tenha formação/ competência para tal; - Em zonas húmidas, usar tomadas estanques com tampa.
  • 132.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 117 o Vibrações - Na aquisição de equipamentos e ferramentas elétricas ou pneumáticas, ter em conta os sistemas anti vibração; - Manter a manutenção adequada dos equipamentos de trabalho e respetivos registos; - Diminuir ou limitar a duração e a intensidade da exposição através da rotatividade dos trabalhadores ou pausas frequentes. o Quedas ao mesmo nível – De forma a minimizar este risco, adotar as seguintes medidas: - Manter os locais de trabalho arrumados e limpos: - Manter os locais de passagem desobstruídos; - Todos os fios elétricos que permaneçam em locais de passagem, devem estar fixos e protegidos por calha técnica; - O pavimento deve ser liso e deve zelar que o mesmo se mantenha isento de saliências e cavidades. - Manter as vias de acesso e circulação com os níveis de iluminação adequados e devidamente sinalizados. o Quedas em altura – O acesso em altura com recurso a escadas requer bastante atenção pelo facto de que uma má utilização acarreta risco de queda aos seus utilizadores, podendo causar lesões músculo-esqueléticas de elevada gravidade. Nesse sentido, deve ter-se os seguintes cuidados: - Dotar as escadas de sistemas de apoio e fixação adequados ao piso e ao local; - As escadas devem ter as dimensões adequadas ao trabalho e ao local e ter a existência necessária para suportar a carga imposta pelo utilizador e a carga levada por este; - Colocar as escadas o mais próximo possível dos objetos/ locais a alcançar para não forçar a posturas erradas; - Subir e descer de frente para a escada, utilizando as mãos livres para auxiliar os movimentos;
  • 133.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 118 - Em escadas simples, evitar traspor os últimos 3 degraus e em escadas duplas, evitar subir ao último degrau; - Verificar periodicamente o estado de conservação e utilização do equipamento; o Equipamentos dotados de visor – O posto de trabalho deve estar instalado de forma que as fontes de luz não provoquem encadeamento; - Os monitores devem estar posicionados na perpendicular em relação às janelas existentes; - As janelas devem ter dispositivos de controlo de entrada de iluminação natural (estores); - A iluminação artificial deve ser colocada em filas paralelas às janelas e ao ângulo de incidência do olhar; - Evitar a utilização de iluminação artificial que provoque encadeamento direto ou refletido e cintilação; - Utilizar cadeiras com altura regulável e espaldar ajustável em altura e inclinação; - Organizar as atividades de forma que o trabalho permita a mudança regular de posição; - Posição dos equipamentos na mesa de trabalho: - O teclado deve ficar em frente ao corpo e no mesmo plano do rato, a uma distância confortável para não causar cansaço nos braços, de forma que o antebraço fique apoiado na mesa e que os punhos não fiquem dobrados; - O monitor deve estar posicionado em frente ao corpo, a uma distância confortável de, aproximadamente, um braço e à altura dos olhos. Os brilhos e reflexos de luz no monitor devem ser eliminados sem comprometer a postura; - Em trabalho contínuo, fazer uma pausa de +/- 10 minutos por cada duas horas de trabalho; - Verificar periodicamente a postura de trabalho; - Os pés devem estar totalmente apoiados no chão (se necessário, utilizar um apoio de pés) de forma a manter a parte inferior das pernas apoiada na cadeira;
  • 134.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 119 - Deve existir espaço suficiente para os joelhos e pernas debaixo da mesa de trabalho; - As costas devem estar encostadas ao espaldar da cadeira e deve manter-se os músculos dos ombros e pernas relaxados; - Deve descansar os olhos com frequência, focando um ponto distante e piscando os olhos com regularidade; - Deve utilizar a mão livre ou um auricular para segurar no telefone, evitando o apoio com o ombro; - Organizar a área de trabalho de forma a não ter que se inclinar para alcançar objetos/ equipamento frequentemente; o Trabalho contínuo em pé De forma a minimizar os efeitos do trabalho em pé, nomeadamente o inchaço das pernas, deve ter-se em consideração as seguintes recomendações: - Disponibilizar assentos confortáveis, funcionais e adaptados aos postos de trabalho, de forma que possam ser utilizados sempre que a posição de sentado seja compatível com a natureza do trabalho; - Implementar pausas no horário de trabalho e/ ou rotatividade frequente de tarefas; - Utilizar calçado adequado e, como complemento, aconselha-se o uso de meias de descanso; - Mudar de posição, alternando o peso em cada perna; o Movimentação Manual de Cargas De forma a tornar menos penosa a movimentação manual de cargas, recomenda-se o seguimento das seguintes medidas: - Manter o dorso direito; - Procurar o melhor equilíbrio, aproximando a carga o mais possível do tronco; - Posicionar corretamente os pés; - Utilizar a força das pernas para elevar as cargas; - Sempre que seja necessário movimentar cargas com peso ou volume elevado, deve ser feito por duas ou mais pessoas;
  • 135.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 120 - Respeitar as cargas máximas a transportar manualmente (30 kg em operações ocasionais e 20 kg em operações frequentes). o Produtos químicos (manipulação) - Aplicar medidas de proteção coletiva eficazes, como por exemplo, ventilação e armazenamento adequado; - Não comer, beber ou fumar durante a manipulação dos produtos químicos; - Depois da utilização dos produtos, deve lavar-se as mãos e a cara (mesmo usando EPI’s); - Os produtos não devem ser manipulados por trabalhadores que tenham feridas ou lesões na pele; - Reduzir ao mínimo a duração da exposição e o número de trabalhadores expostos; - Garantir vigilância médica; - Formar e informar os trabalhadores. o Produtos químicos (armazenagem) - Devem estar disponíveis as fichas de dados de segurança dos produtos utilizados. Estas devem estar atualizadas e redigidas em português e complementares aos rótulos dos produtos; - As fichas de dados de segurança devem conter informações relativas às propriedades físico-químicas, incluindo os valores limite de exposição, informação toxicológica, identificação dos perigos, EPI’s a utilizar e medidas de primeiros socorros em caso de acidente; - Devem existir bacias de retenção para contenção de eventuais derrames, e estrados para a armazenagem dos produtos. o Produtos de higiene/ limpeza – Todos os produtos de higiene e limpeza devem estar em boas condições de utilização e acondicionados em armário próprio, fechado e devidamente identificado.
  • 136.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 121 o Agentes biológicos (vírus, bactérias, fungos) - Para minimizar as consequências destes agentes, como por exemplo infeções, alergias e até doenças profissionais, deve manter-se um plano de manutenção periódica atualizado de todos os equipamentos, sejam eles, sistemas de ar condicionado, extração e insuflação de ar; - Deve utilizar-se EPI’s adequados, como por exemplo, luvas e máscaras, para evitar contágios.
  • 137.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 122 Organização de Segurança Figura 6 - Organização da segurança o Equipa de Segurança - No que diz respeito aos meios de primeiros socorros, combate a incêndios e evacuação, as funções a adotar, por parte do pessoal numa situação de emergência, devem estar previamente estabelecidos. o Sinalização/ Iluminação de emergência – A sinalização deve ser clara, não devendo ser afixada um número excessivo de sinais, pois pode gerar confusão; - Deve ser verificada e limpa regularmente, de modo a manter o seu bom estado de conservação; - Verificação/ manutenção regular dos blocos autónomos de iluminação de emergência; o Primeiros Socorros - Deve haver, no mínimo, um trabalhador apto a prestar cuidados básicos de primeiros socorros; - O conteúdo da mala de primeiros socorros deve ser mantido em condições de higiene e reposto a cada utilização; - Deve verificar-se a validade dos produtos e substituir os que estão fora do prazo;
  • 138.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 123 - A caixa de primeiros socorros deve conter: - Soro fisiológico, de preferência unidose; - Antissético (tipo ‘Betadine’), de preferência unidose; - Pensos rápidos; - Compressas e gases esterilizadas; - Ligaduras e adesivo; - Luvas de latex e tesoura de ponta redonda. o Formação - Os trabalhadores devem receber formação adequada ao domínio da segurança e saúde no trabalho, tendo em atenção o seu posto de trabalho. o Informação – Os trabalhadores devem dispor de informação atualizada sobre: - Os riscos a que estão expostos, de acordo com a avaliação de riscos; - As medidas de proteção e prevenção e a forma como se aplicam; - As medidas a adotar em caso de perigo grave e eminente; - As medidas de primeiros socorros, de combate a incêndio e de evacuação dos trabalhadores, bem como os trabalhadores/ serviços encarregues de as por em prática; o Consulta aos trabalhadores – Os trabalhadores (ou seus representantes, se os houver) devem ser consultados, uma vez por ano e por escrito, em matéria de SST, sobre: - Avaliação dos riscos laborais; - Medidas de prevenção; - Formação e informação em SST; - Designação dos trabalhadores responsáveis em matéria de SST; - Organização dos serviços de SST; - Equipamentos de trabalho e acidentes de trabalho. o Equipamentos de Trabalho – Os equipamentos de trabalho devem ter um sistema de comando que permita a sua paragem geral em condições de segurança, bem como um dispositivo de paragem de emergência;
  • 139.
    Técnico Superior deSegurança e Higiene no Trabalho (nível VI) Susana Santos Avaliação de Riscos de um Centro Social (IPSS) 124 - Devem existir manuais de instruções, em português, das máquinas utilizadas. Estes fazem parte integrante das mesmas e devem estar sempre disponíveis; - Os elementos móveis dos equipamentos que possam causar acidentes, devem dispor de proteções que impeçam o acesso às zonas perigosas ou de dispositivos que interrompam o movimento dos elementos móveis antes de aceder às mesmas; - Os trabalhadores devem ser formados relativamente às normas de segurança e utilização dos equipamentos, e informados dos riscos a que estão expostos; - Os equipamentos devem ser sujeitos a verificações e manutenções periódica, realizadas por pessoa competente, para garantir o seu bom funcionamento dos mesmos e registadas em documento próprio contendo as seguintes informações: - Identificação do equipamento e do operador; - Tipo de verificação, local e data da realização; - Prazos para reparar as deficiências detetadas; - Identificação da pessoa competente para realizar a verificação/ manutenção. o Equipamentos de Proteção Individual – A proteção individual assume um carácter complementar em relação à proteção coletiva, devendo utilizar-se quando esta não for suficiente. O fornecimento dos EPI’s deve ser registado de forma a facilitar o controlo dos mesmos. É obrigação do empregador fornecer gratuitamente os EPI’s adequados aos riscos a prevenir, formar e informar sobre o seu uso, exigir e fiscalizar o seu uso, repor os EPI’s danificados, consultar os trabalhadores sobre a escolha dos mesmos. É obrigação do trabalhador usar corretamente os EPI’s de acordo com as instruções dadas (antes da utilização, verificar o estado de conservação, limpeza e datas de validade; guardar em local/ armário fechado isento de agentes nocivos, de preferência na caixa original; limpar e/ou desinfetar a cada utilização; não deixar entrar em contacto com outros materiais e equipamentos), conservar e manter em bom estado o equipamento fornecido, comunicar avarias e deficiências do equipamento.