O documento discute a necessidade de autonomia do futebol no Clube de Regatas do Flamengo, defendendo que essa mudança é crucial para reestruturar a administração do clube, que enfrenta diversos problemas crônicos. José Maria Sobrinho propõe um plano de ação que inclui gestão financeira independente e um planejamento estratégico, ressaltando a importância de um trabalho liderado por Zico para alcançar esses objetivos. O texto conclui que a autonomia depende de vontade política e passos concretos do conselho diretor para sua implementação.