Os objetivos da
Disciplina
www.professorrenato.com- contato@professorrenato.
a. Compreender a dimensão ideológica de currículo;
b. Analisar criticamente a teoria e a história de
Currículos e Programas, bem como os enfoques da
nova sociologia do currículo nos diferentes âmbitos:
social, político e cultural;
c. Conhecer as diferentes concepções de currículo;
d. Vincular e refletir sobre a concepção humanista no
currículo escolar;
e. Discutir e analisar o currículo interdisciplinar no
contexto da educação atual.
3.
Texto
Básico:
3
Currículo da EducaçãoBásica no
Brasil: Concepções e políticas
Guiomar Namo de Mello
Disponível em:
www.professorrenato.com/index.php/outros-t
extos
4.
Atividade Avaliativa:
4
Elaborar umresumo:
a. Usar padrão
ABNT.
b. Fonte Arial ou Times, tamanho 12, entrelinhas 1,5.
c. Máximo 4 laudas, mínimo 2.
d. Data de entrega: 25 de fevereiro
Partes do trabalho:
a. Folha de rosto, introdução, resumo,
considerações
finais
,
bibliografia.
Como Fazer:
A partir da bibliografia sugerida, elabore um resumo abordando os
pontos apresentados durante a aula em conjunto com suporte
teórico (Currículo da Educação Básica no Brasil: Concepções e politicas).
).
5.
O que vouaprender com esta
aula?
I. O que se compreende por Natureza
do Currículo.
II. A relação entre a concepção do
Currículo e aquilo que se aprende na
escola.
5
6.
PROJETOS:
Conceitos e
fundamentos
O currículodo Ensino Fundamental é entendido, como
constituído pelas experiências escolares que se desdobram
relações
em torno do conhecimento,
sociais,
permeadas
pelas buscando articular
vivências e
saberes dos
estudantes com os conhecimentos historicamente
acumulados e contribuindo para construir as identidades
dos estudantes.
6
7.
CURRÍCULO: NATUREZA ECONCEPÇÃO
Currículo é tudo aquilo que uma sociedade
considera necessário que os alunos aprendam ao
longo de sua escolaridade. Como quase todos os
temas educacionais, as decisões sobre currículo
envolvem diferentes concepções de mundo, de
sociedade e, principalmente, diferentes teorias
sobre o que é o conhecimento, como é produzido
e distribuído, q
u
a
l seu papel nos destinos
humanos. 7
8.
NA PRÁTICA: AOS3 ANOS NO SECULO
XXI
a. a alfabetização e o letramento
b. o desenvolvimento das diversas formas de expressão,
o aprendizado da matemática e das demais Áreas de
Conhecimento;
c. o princípio da continuidade da aprendizagem, tendo em
conta a complexidade do processo de alfabetização e
os prejuízos que a repetência pode causar no EF como
um todo (...).
9.
NA PRÁTICA: NOSECULO
XI
Triviu
m:
Gramática, Lógica e Retórica, ou seja, ensinar a
pensar e a expressar o pensamento de acordo
com as regras da gramática.
O Quadrivium:
Vinha em seguida e era constituído de
Aritmética, Geometria, Música e Astronomia.
10.
NOVOS RUMOS PARAO CURRÍCULO
A vertente centrada no aluno entende que o
currículo escolar deve ser constituído do
conhecimento reconstruído pelo aluno a partir de
suas próprias referências culturais e individuais. O
professor, antes de mais nada é um facilitador da
reconstrução do conhecimento.
11.
CURRÍCULO E ASNOVAS TECNOLOGIAS
As Tecnologias da Informação
e Comunicação (TICs) estão se
revelando um recurso
pedagógico capaz de
potencializar o ensino baseado
em projetos e a organização de
situações problema,
estratégias pedagógicas
pertinentes na concepção do
currículo referenciado em
competências.
12.
UMA CRÍTICA
HISTÓRICA
A educaçãobrasileira começou pelo andar de
cima. Quando se transferiu para a colônia
com a corte portuguesa em 1808, Dom J
o
ão VI
criou, em 12 anos, 9 instituições de ensino
superior além de biblioteca e, ainda, um
jardim para estudo de botânica, um
laboratório de química, um observatório e um
museu. Essas instituições da cultura letrada
foram transplantadas para um país cuja
capital tinha 80% de analfabetos no inicio do
século XIX.
13.
UMA CRÍTICA
HISTÓRICA
A Aprimeira escola básica nacional foi o
colégio que até hoje leva o nome do
Imperador Pedro I
I
, com um curso de 7 a 8
anos a ser iniciado pelos que já dominavam as
primeiras letras. Em 1855 o mesmo Imperador
fez aprovar o primeiro currículo nacional que
indicava as disciplinas a serem ensinadas no
nível elementar – em geral de 4 anos de
duração – e no nível então chamado “superior”
que corresponderia ao que hoje chamamos de
ensino fundamental II e ensino medio.́
14.
A PRIMEIRA FORMADE
CURRÍCULO
No nível elementar estavam incluídos leitura,
escrita, e conteúdos muito básicos de
gramática, aritmética, pesos e medidas, além
de história sagrada e educação moral. No
primeiro nível do “superior” que veio a ser
depois chamado de ginásio e ao qual só
tinham acesso os aprovados num exame de
admissão, esses conteúdos eram divididos
em pelo menos 10 disciplinas que incluíam
Francês e Latim.
15.
LDB E CURRÍCULO
Osmarcos regulatórios fixados pelas leis orgânicas seguiram
em vigência até a aprovação da primeira lei geral da educação
brasileira - a Lei de Diretrizes e Bases - LDB n. 4024/1961.
Prevista na Constituição de 1946, essa LDB teve uma longa
trajetória no Congresso Nacional (14 anos). A inovação
introduzida pela primeira LDB foi a classificação das
disciplinas em obrigatórias e optativas, uma sistemática
nova para a construção curricular brasileira que
representava um tímido movimento em direção à
descentralização.
16.
LDB E CURRÍCULO
Omodelo curricular da LDB
4024/1961 foi "aperfeiçoado" pela LDB
5692/1971, com mais uma divisão do
currículo, agora em núcleo comum e
parte diversificada,
esta
última
peculiaridade
s
para
atender às locais e
às diferenças
individuais dos alunos. Pela primeira vez o
aluno, como pessoa cujas necessidades
devem ser levadas em conta, aparece no
tratamento das questões curriculares.
17.
CURRÍCULO PARA OSÉCULO XXI
Ser criativo e participativo, produtivo e
responsável no novo cenário tecnológico, requer
muito mais do que a acumulação de
conhecimentos. Aprender a aprender, saber
lidar com a informação cada vez mais
disponível, aplicar conhecimentos para
resolver problemas, ter autonomia para
tomar decisões, ser proativo para identificar
os dados de uma situação e buscar
soluções, tornam-se objetivos mais valiosos
do que o conhecimento desinteressado e
erudito da escola do passado.
REFERÊRNCIA
S
19
•COSTA, Marisa Vorraber(Org.). O currículo nos limiares do contemporâneo. 4.
ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2005.
•CORAZZA, Sandra Mara. O que quer um currículo?: pesquisas pós-críticas em
educação. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2004.
•MORIN, Edgar. Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. 3ª ed. São
Paulo: Cortez, Brasília, 2001
•MELLO, Guiomar Namo de. Currículo da Educação Básica no Brasil:
Concepções e políticas. São Paulo: USP, 2014.