Aula 02
0 macroambiente
internacional
INTERNACIONALIZAÇÃO
DE EMPRESAS
254HZ-02
0 MACROAMBIENTE INTERNACIONAL
• Antes de iniciar um processo de internacionalização, uma
empresa deve compreender completamente o seu
macroambiente.
• O ambiente internacional têm mudado
bastante nas últimas décadas, criando
tanto novas oportunidades quanto novos
problemas; a economia mundial têm se
globalizado, o comércio e os investimentos
mundiais têm crescido rapidamente e o
sistema financeiro internacional têm se
tornado mais complexo e frágil;
0 MACROAMBIENTE INTERNACIONAL
• Existem forças que podem influenciar a empresa de forma
favorável e desfavorável:
– tarifa, a mais comum das restrições;
– cotas, que fixam limites para volumes de trocas;
– embargo, proibindo totalmente o comércio;
– controle de câmbio, regulando as taxas e os montantes das
trocas.
0 MACROAMBIENTE INTERNACIONAL
• Existem aspectos únicos de cada país que devem ser
compreendidos, sendo que a aceitação de diferentes
produtos e serviços em uma nação e sua atratividade como
um mercado para empresas estrangeiras dependem de seu
ambiente econômico, político, legal e cultural
O AMBIENTE POLÍTICO,
LEGAL E REGULATÓRIO
• Todos os países regulam suas relações comerciais com os
outros controlando o acesso de empresas estrangeiras;
• Cada país tem seu próprio sistema legal, alfandegário e de
regulamentações, que afetam as possibilidades de uma
empresa estrangeira entrar em seu mercado.
• Existem regras para transferências, importação e exportação,
além de padrões sanitários e de segurança, assim como
regulamentações para embalagens, rótulos e promoções, que
estão sempre sujeitas a mudanças.
O AMBIENTE POLÍTICO,
LEGAL E REGULATÓRIO
• Existem grandes diferenças no que se refere ao ambiente
político-legal das nações, destacando-se quatro diferentes
fatores, que devem ser levados em conta ao se analisar a
possibilidade de fazer negócios com um determinado país:
– Atitudes com relação às compras internacionais, alguns
países são receptivos a empresas estrangeiras, e outros
são hostis;
– Estabilidade política é crítico pois, muitas vezes, os
governos mudam de mãos e, mesmo quando não ocorrem
mudanças nos governos, os governantes podem decidir
responder a novos sentimentos populares, podendo desta
forma serem impostas dificuldades às operações de
empresas estrangeiras no país;
O AMBIENTE POLÍTICO,
LEGAL E REGULATÓRIO
– Regulamentação econômica, pode envolver as restrições
que um determinado país impõe à saída de moeda
nacional para pagamento e importações, gerando assim a
necessidade de realização de outros procedimentos para
que possa receber a moeda originalmente acertada na
negociação;
– Burocracia governamental, refere-se às condições que são
oferecidas por outro país quanto a uma alfândega
eficiente, informações sobre o mercado e outros, no
sentido de auxiliar a realização de negócios com empresas
estrangeiras.
O AMBIENTE POLÍTICO,
LEGAL E REGULATÓRIO
• Uma empresa certamente enfrentará riscos político-legais ao
estabelecer negócios com outro país, devendo reconhecer
este fato. As empresas podem adotar medidas para redução
de riscos, porém, provavelmente, não conseguirão eliminar
todos eles;
O AMBIENTE POLÍTICO,
LEGAL E REGULATÓRIO
• A análise dos riscos políticos tem o objetivo de auxiliar na
implementação de estratégias para redução destes riscos, tais
como:
– Parcerias locais, associação com parceiros locais que
possuam influência junto ao governo;
– Status indispensável, alcançar uma posição indispensável
no mercado, ocorre quando a empresa tem acesso à alta
tecnologia ou um produto específico;
O AMBIENTE POLÍTICO,
LEGAL E REGULATÓRIO
– Integração vertical, estabelecer produção, total ou parcial,
em mais de um país;
– Empréstimos locais, financiamentos locais e manutenção
de alto nível de contas a pagar locais podem reduzir os
efeitos de medidas econômicas locais;
– Redução de ativos fixos, se a empresa está operando
localmente deveria optar por operações de leasing ao
invés de adquirir os seus ativos;
– Seguro de risco político, pode ser utilizado como um
último recurso pelas empresas, sendo que o preço do risco
pode variar de acordo com a situação do país.
O AMBIENTE POLÍTICO,
LEGAL E REGULATÓRIO
– Integração vertical, estabelecer produção, total ou parcial,
em mais de um país;
– Empréstimos locais, financiamentos locais e manutenção
de alto nível de contas a pagar locais podem reduzir os
efeitos de medidas econômicas locais;
– Redução de ativos fixos, se a empresa está operando
localmente deveria optar por operações de leasing ao
invés de adquirir os seus ativos;
– Seguro de risco político, pode ser utilizado como um
último recurso pelas empresas, sendo que o preço do risco
pode variar de acordo com a situação do país.
GRUPO 1 GRUPO 2 GRUPO 3 GRUPO 4 GRUPO 5 GRUPO 6
ALEMANHA ARÁBIA SAUDITA ÁFRICA DO SUL ARUBA AZERBEIJÃO ALBÂNIA AFEGANISTÃO MOLDÁVIA
ANDORRA BRUNEI ARGÉLIA BAHREIN CABO VERDE ANGOLA ARGENTINA MYANMAR
AUSTRÁLIA CHILE BAHAMAS BULGÁRIA CAZAQUISTÃO ANT. E BARBUDA BIELORUSSIA NEPAL
ÁUSTRIA CHINA BARBADOS COLÔMBIA CROÁCIA ARMÉNIA BÓSNIA E HERZEGOVINA NICARÁGUA
BÉLGICA GIBRALTAR BOTSWANA EL SALVADOR DOMINICANA, REP. BANGLADESH BURKINA FASO NÍGER
CANADÁ KOWEIT BRASIL FIDJI EGIPTO BELIZE BURUNDI PAQUISTÃO
CHECA, REP. MACAU COSTA RICA FILIPINAS GABÃO BENIN CAMPUCHEA QUIRGUISTÃO
CHIPRE MALÁSIA DEP/TER AUSTR.b) LETÓNIA GANA BOLÍVIA CENT. AF, REP. RUANDA
COREIA OMAN DEP/TER DIN.c) ROMÉNIA GUATEMALA BUTÃO CHADE S. CRIST. E NEVIS
DINAMARCA0 QATAR DEP/TER ESP.d) TURQUIA JORDÂNIA CAMARÕES CONGO, REP. DEM. S. TOMÉ E PRÍNCIPE
u
ESLOVÁQUIA TRIND. E TOBAGO DEP/TER EUAe) LESOTO CAMBODJA COREIA DO NORTE SALOMÃO
ESLOVÉNIA DEP/TER FRA.f) MACEDÓNIA COMORES COSTA DO MARFIM SEICHELES
ESPANHA DEP/TER N. Z.g) MONGÓLIA CONGO CUBA l SERRA LEOA
ESTÓNIA DEP/TER RUh) NIGÉRIA DJIBOUTI EQUADOR SÍRIA
EUA0 EAUa) PAPUA-NOVA GUINÉ DOMINICA ERITREIA SOMÁLIA
FINLÂNDIA ILHAS MARSHALL PARAGUAI GEÓRGIA ETIÓPIA SUDÃO
FRANÇA0 ÍNDIA S. VIC. E GREN. HONDURAS GÂMBIA SURINAME
GRÉCIA0 INDONÉSIA SANTA LÚCIA JAMAICA GRENADA TADJIQUISTÃO
HOLANDA LITUÂNIA VIETNAME KIRIBATI GUIANA TOGO
HONG-KONG MARROCOS MALI GUINÉ EQUAT. TONGA
HUNGRIA MAURÍCIAS MOÇAMBIQUE GUINÉ, REP. DA UCRÂNIA
IRLANDA MÉXICO MONTENEGRO GUINÉ-BISSAU u VENEZUELA
ISLÂNDIA MICRONÉSIA NAURU HAITI ZIMBABUÉ
ISRAEL NAMÍBIA QUÉNIA IRAQUE l
ITÁLIA PALAU SAMOA OC. IÉMEN
JAPÃO PANAMÁ SENEGAL IRÃO
LIECHTENSTEIN PERU SÉRVIA KOSOVO
LUXEMBURGO RÚSSIA SRI LANKA LAOS
MALTA TAILÂNDIA SUAZILÂNDIA LÍBANO
MÓNACO TUNÍSIA TANZÂNIA LIBÉRIA
NORUEGA URUGUAI TURQUEMENISTÃO LÍBIA
NOVA ZELÂNDIA TUVALU MADAGÁSCAR
POLÓNIA UGANDA MALAWI
PORTUGAL UZBEQUISTÃO MALDIVAS
REINO UNIDO VANUATU MAURITÂNIA
SÃO MARINO ZÂMBIA
SINGAPURA
SUÉCIA
SUIÇA
TAIWAN
VATICANO
GRUPO 7
http://pt.tradingeconomics.com/country-list/rating
The Trading Economics credit
rating (TE Rating) scores the credit
worthiness of a country between
100 (riskless) and 0 (likely to
default).
TE S&P Moody's Fitch
100 AAA Aaa AAA Prime
95 AA+ Aa1 AA+ High
grade
90 AA Aa2 AA
85 AA- Aa3 AA-
80 A+ A1 A+ Upper
medium
grade
75 A A2 A
70 A- A3 A-
65 BBB+ Baa1 BBB+ Lower
medium
grade
60 BBB Baa2 BBB
55 BBB- Baa3 BBB-
50 BB+ Ba1 BB+ Non-
investme
nt grade
speculativ
e
45 BB Ba2 BB
40 BB- Ba3 BB-
O AMBIENTE POLÍTICO,
LEGAL E REGULATÓRIO
• No que se refere às forças legais, estas forças são o resultado
da ideologia ou filosofia política local. Assim como cada país
tem o seu próprio clima político, os sistemas legais também
variam de país para país. E, a empresa deve buscar um
aconselhamento legal, pois não é possível confiar na própria
experiência quando se trata de um país estrangeiro;
O AMBIENTE POLÍTICO,
LEGAL E REGULATÓRIO
• Os sistemas jurídicos mais usuais são os do direito romano-
germânico e o de common law. Os países da Europa
Continental, os países da América Latina, muitos países da
Europa Central e vários africanos e asiáticos fazem parte do
sistema jurídico romano germânico. Os EUA, a Inglaterra e
outros países que fizeram parte do Império Britânico,
pertencem ao sistema jurídico de common law.:
O AMBIENTE POLÍTICO,
LEGAL E REGULATÓRIO
• A base do sistema romano-germânico está no antigo direito
romano, e baseia-se, fundamentalmente, no direito
codificado, também chamado de “direito escrito”, ou seja, nos
códigos, nos quais estão os princípios gerais de direito
regulamentando assim amplas áreas do direito;
• No sistema de common law, os juízes baseiam suas decisões
no direito costumeiro, “common law”. É comum dizer que o
sistema romano-germânico é formado pelo “direito escrito”,
enquanto o sistema de common law consiste no direito não
escrito “direito das decisões judiciais”.
O AMBIENTE POLÍTICO,
LEGAL E REGULATÓRIO
• Independentemente do sistema jurídico, ocorre que alguns
negociadores internacionais em virtude da influência do
sistema jurídico local preferem contratos gerais e amplos, não
havendo necessidade de detalhamento excessivo de
cláusulas, pois as regras já estariam previstas nos códigos de
direito. É o estilo de países de sistema romano-germânico.
Isto já não ocorre com o sistema de common law, onde os
contratos são detalhados e até mesmo redundantes, dada a
ausência de códigos que possam vir a ser acionados para
reger situações de conflito.
O AMBIENTE ECONÔMICO GLOBAL
• A economia mundial: uma visão geral
– Durante os últimos 50 anos
• Emergência de mercados globais
• Integração da economia mundial
– Movimentos de capitais são a força impulsionadora
– A produção é “desvinculada” do emprego
– Macroeconomias de países individuais não controlam os
resultados econômicos
O AMBIENTE ECONÔMICO GLOBAL
• O ambiente econômico é o maior determinante do potencial
e das oportunidades de um determinado mercado, sendo o
nível de renda o indicador mais importante. Deve-se
determinar, em primeiro lugar, a renda total e,
posteriormente, a renda per capta, sendo este o elemento
mais importante, especialmente a sua análise mediante a
paridade do poder de compra.
O AMBIENTE ECONÔMICO GLOBAL
• PIB (GDP) mundo
?
http://data.worldbank.org
O AMBIENTE ECONÔMICO GLOBAL
• Estágios de desenvolvimento econômico
– Estágios de desenvolvimento de mercado baseados no PIB
per capita correspondente aos de desenvolvimento
econômico:
• Países de renda baixa e média baixa = países menos
desenvolvidos;
• Países de renda média alta = países industrializados;
• Países de renda alta = avançados, industrializados e
pós-industriais.
O AMBIENTE ECONÔMICO GLOBAL
• Renda e paridade de poder aquisitivo
– Renda
• O mais valioso e importante indicador do mercado
potencial
– Equivalências de poder de compra
• Comparação entre bens e serviços que podem ser
comprados com a moeda local em diferentes países
– Produto Interno Bruto (PIB)
• Soma de todas as riquezas (bens e serviços) produzidas
durante um ano
O AMBIENTE ECONÔMICO GLOBAL
• Além dos aspectos relativos à renda, que molda as exigências
de produtos e serviços, seus níveis de renda e de emprego
existe outro fator econômico que pode refletir a atratividade
de um país enquanto mercado: a estrutura industrial pode ser
classificada em quatro diferentes níveis:
– Economia de subsistência, onde a mão-de-obra está
concentrada basicamente na agricultura. A produção é
quase toda consumida e o saldo é trocado por produtos e
serviços simples. Estas economias oferecem poucas
oportunidades de mercado;
O AMBIENTE ECONÔMICO GLOBAL
– Economia de exportação de matéria-prima, onde existem
riquezas em um ou mais recursos naturais, deficiências em
outros setores, sendo que muito da riqueza vem da
exportação dos recursos disponíveis. Estas economias
podem ser um bom mercado para maquinário de grande
porte, ferramentas, suprimentos e caminhões, e ainda
produtos de luxo, dependendo do número de estrangeiros
residentes e nativos ricos;
O AMBIENTE ECONÔMICO GLOBAL
– Economias semi-industrializadas ou em desenvolvimento,
onde a manufatura responde por 10 a 20% da economia
do país, e onde, normalmente, a industrialização cria uma
classe rica e uma pequena e crescente classe média,
ambas demandando novos tipos de produtos;
– Economias industrializadas, são as maiores exportadoras
de produtos industrializados e capitais para investimento.
Comercializam produtos entre si e também exportam para
outros tipos de economias, em troca de matérias-primas e
produtos semi-acabados, sendo que, a variada atividade
econômica e a ampla classe média fazem destes países
mercado para todos os tipos de produtos.
O AMBIENTE ECONÔMICO GLOBAL
BLOCOS ECONÔMICOS
• A globalização, fez com que o mercado internacional se
tornasse cada vez mais competitivo, onde somente os mais
fortes prevalecem, através de uma constante disputa por
mercados, em âmbito global.
• Visando um fortalecimento político e econômico, muitos
países se unem para alcançar mercados e verticalizar a sua
participação e influência comercial no mundo. Nesse sentido,
a criação de blocos econômicos estreitou as relações
econômicas, financeiras e comerciais entre os países que os
compõem.
O AMBIENTE ECONÔMICO GLOBAL
ESTÁGIOS DE INTEGRAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS
• Zona de Livre Comércio
– Livre circulação de mercadorias, ou seja, não há Impostos
na circulação de produtos entre os países membros.
– A moeda nacional é mantida.
– Cada país define o imposto de importação para os
produtos vindos de nações não-pertencentes ao bloco e as
regras para o trânsito de capitais, serviços e pessoas.
O AMBIENTE ECONÔMICO GLOBAL
ESTÁGIOS DE INTEGRAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS
• União Aduaneira
– Livre circulação de mercadorias.
– Cada país define suas regras para a circulação de capitais,
serviços e pessoas.
– A moeda nacional é mantida.
– Imposto de importação comum para as mercadorias vindas
de nações não-pertencentes ao bloco.
O AMBIENTE ECONÔMICO GLOBAL
ESTÁGIOS DE INTEGRAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS
• Mercado comum
– Livre circulação de mercadorias.
– Imposto de importação comum para produtos vindos de
nações não-pertencentes ao bloco.
– A moeda nacional é mantida.
O AMBIENTE ECONÔMICO GLOBAL
ESTÁGIOS DE INTEGRAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS
• União econômica e monetária
– Livre circulação de mercadorias.
– Imposto comum para produtos vindos de fora do bloco.
– Livre circulação de capitais, serviços e pessoas.
– Moeda é comunitária. Exemplo: euro, na União Européia.
O AMBIENTE CULTURAL
• Cultura consiste em respostas adquiridas para situações já
ocorridas, ou seja, os indivíduos aprendem a reagir de
determinada maneira a uma situação qualquer, e, cada vez
que esta situação ocorrer, o indivíduo tende a reagir da
mesma forma. Quanto mais cedo as respostas são adquiridas,
mais difícil é a sua mudança.
• Todas as culturas do mundo têm suas diferenças e
semelhanças, sendo que a principal tarefa das empresas
atuantes no mercado internacional é identificá-las, e
incorporar estas percepções ao planejamento de suas
negociações.
O AMBIENTE CULTURAL
• Fazer negócios em um meio cultural diferente impõe aos
executivos responsáveis pela negociação um dever: o de levar
em consideração aspectos culturais que vão muito além do
comportamento exigido pela etiqueta. Quem ignora as
peculiaridades dos processos de negociação em cada país
pode se ver diante de surpresas desagradáveis.*
O AMBIENTE CULTURAL
O AMBIENTE CULTURAL
• A percepção é a habilidade vital da empresa que atua no
mercado global. Esta habilidade é muito valiosa tanto no
mercado local quanto no exterior, sendo de particular
importância para a empresa que atua no mercado
internacional, devido à tendência de utilização de critérios de
auto-referência.
• Os critérios de auto-referência representam uma força
negativa nos negócios globais, e são uma das maiores causas
de falhas e perdas para as empresas. Para evitá-los, deve-se
suspender a experiência e estar preparado para adquirir um
novo conhecimento sobre o comportamento e a motivação
humana.
O AMBIENTE CULTURAL
• O modelo de Hall (1976) distingue as culturas de alto e de
baixo contexto. Nas culturas de alto contexto, as negociações
caracterizam-se por serem longas, dando a cada tarefa o
tempo que for necessário, sendo que questões jurídicas
mostram-se menos importantes, ao contrário da palavra
dada.
• Quanto as culturas de baixo contexto, são caracterizadas por
serem negociações curtas, sendo o aspecto jurídico o mais
importante, valendo mais o que estiver escrito.
O AMBIENTE CULTURAL
• Culturas de alto e de baixo contexto:

Aula 2 - IE.pdf

  • 1.
  • 2.
    0 MACROAMBIENTE INTERNACIONAL •Antes de iniciar um processo de internacionalização, uma empresa deve compreender completamente o seu macroambiente. • O ambiente internacional têm mudado bastante nas últimas décadas, criando tanto novas oportunidades quanto novos problemas; a economia mundial têm se globalizado, o comércio e os investimentos mundiais têm crescido rapidamente e o sistema financeiro internacional têm se tornado mais complexo e frágil;
  • 3.
    0 MACROAMBIENTE INTERNACIONAL •Existem forças que podem influenciar a empresa de forma favorável e desfavorável: – tarifa, a mais comum das restrições; – cotas, que fixam limites para volumes de trocas; – embargo, proibindo totalmente o comércio; – controle de câmbio, regulando as taxas e os montantes das trocas.
  • 4.
    0 MACROAMBIENTE INTERNACIONAL •Existem aspectos únicos de cada país que devem ser compreendidos, sendo que a aceitação de diferentes produtos e serviços em uma nação e sua atratividade como um mercado para empresas estrangeiras dependem de seu ambiente econômico, político, legal e cultural
  • 5.
    O AMBIENTE POLÍTICO, LEGALE REGULATÓRIO • Todos os países regulam suas relações comerciais com os outros controlando o acesso de empresas estrangeiras; • Cada país tem seu próprio sistema legal, alfandegário e de regulamentações, que afetam as possibilidades de uma empresa estrangeira entrar em seu mercado. • Existem regras para transferências, importação e exportação, além de padrões sanitários e de segurança, assim como regulamentações para embalagens, rótulos e promoções, que estão sempre sujeitas a mudanças.
  • 6.
    O AMBIENTE POLÍTICO, LEGALE REGULATÓRIO • Existem grandes diferenças no que se refere ao ambiente político-legal das nações, destacando-se quatro diferentes fatores, que devem ser levados em conta ao se analisar a possibilidade de fazer negócios com um determinado país: – Atitudes com relação às compras internacionais, alguns países são receptivos a empresas estrangeiras, e outros são hostis; – Estabilidade política é crítico pois, muitas vezes, os governos mudam de mãos e, mesmo quando não ocorrem mudanças nos governos, os governantes podem decidir responder a novos sentimentos populares, podendo desta forma serem impostas dificuldades às operações de empresas estrangeiras no país;
  • 7.
    O AMBIENTE POLÍTICO, LEGALE REGULATÓRIO – Regulamentação econômica, pode envolver as restrições que um determinado país impõe à saída de moeda nacional para pagamento e importações, gerando assim a necessidade de realização de outros procedimentos para que possa receber a moeda originalmente acertada na negociação; – Burocracia governamental, refere-se às condições que são oferecidas por outro país quanto a uma alfândega eficiente, informações sobre o mercado e outros, no sentido de auxiliar a realização de negócios com empresas estrangeiras.
  • 8.
    O AMBIENTE POLÍTICO, LEGALE REGULATÓRIO • Uma empresa certamente enfrentará riscos político-legais ao estabelecer negócios com outro país, devendo reconhecer este fato. As empresas podem adotar medidas para redução de riscos, porém, provavelmente, não conseguirão eliminar todos eles;
  • 9.
    O AMBIENTE POLÍTICO, LEGALE REGULATÓRIO • A análise dos riscos políticos tem o objetivo de auxiliar na implementação de estratégias para redução destes riscos, tais como: – Parcerias locais, associação com parceiros locais que possuam influência junto ao governo; – Status indispensável, alcançar uma posição indispensável no mercado, ocorre quando a empresa tem acesso à alta tecnologia ou um produto específico;
  • 10.
    O AMBIENTE POLÍTICO, LEGALE REGULATÓRIO – Integração vertical, estabelecer produção, total ou parcial, em mais de um país; – Empréstimos locais, financiamentos locais e manutenção de alto nível de contas a pagar locais podem reduzir os efeitos de medidas econômicas locais; – Redução de ativos fixos, se a empresa está operando localmente deveria optar por operações de leasing ao invés de adquirir os seus ativos; – Seguro de risco político, pode ser utilizado como um último recurso pelas empresas, sendo que o preço do risco pode variar de acordo com a situação do país.
  • 11.
    O AMBIENTE POLÍTICO, LEGALE REGULATÓRIO – Integração vertical, estabelecer produção, total ou parcial, em mais de um país; – Empréstimos locais, financiamentos locais e manutenção de alto nível de contas a pagar locais podem reduzir os efeitos de medidas econômicas locais; – Redução de ativos fixos, se a empresa está operando localmente deveria optar por operações de leasing ao invés de adquirir os seus ativos; – Seguro de risco político, pode ser utilizado como um último recurso pelas empresas, sendo que o preço do risco pode variar de acordo com a situação do país.
  • 12.
    GRUPO 1 GRUPO2 GRUPO 3 GRUPO 4 GRUPO 5 GRUPO 6 ALEMANHA ARÁBIA SAUDITA ÁFRICA DO SUL ARUBA AZERBEIJÃO ALBÂNIA AFEGANISTÃO MOLDÁVIA ANDORRA BRUNEI ARGÉLIA BAHREIN CABO VERDE ANGOLA ARGENTINA MYANMAR AUSTRÁLIA CHILE BAHAMAS BULGÁRIA CAZAQUISTÃO ANT. E BARBUDA BIELORUSSIA NEPAL ÁUSTRIA CHINA BARBADOS COLÔMBIA CROÁCIA ARMÉNIA BÓSNIA E HERZEGOVINA NICARÁGUA BÉLGICA GIBRALTAR BOTSWANA EL SALVADOR DOMINICANA, REP. BANGLADESH BURKINA FASO NÍGER CANADÁ KOWEIT BRASIL FIDJI EGIPTO BELIZE BURUNDI PAQUISTÃO CHECA, REP. MACAU COSTA RICA FILIPINAS GABÃO BENIN CAMPUCHEA QUIRGUISTÃO CHIPRE MALÁSIA DEP/TER AUSTR.b) LETÓNIA GANA BOLÍVIA CENT. AF, REP. RUANDA COREIA OMAN DEP/TER DIN.c) ROMÉNIA GUATEMALA BUTÃO CHADE S. CRIST. E NEVIS DINAMARCA0 QATAR DEP/TER ESP.d) TURQUIA JORDÂNIA CAMARÕES CONGO, REP. DEM. S. TOMÉ E PRÍNCIPE u ESLOVÁQUIA TRIND. E TOBAGO DEP/TER EUAe) LESOTO CAMBODJA COREIA DO NORTE SALOMÃO ESLOVÉNIA DEP/TER FRA.f) MACEDÓNIA COMORES COSTA DO MARFIM SEICHELES ESPANHA DEP/TER N. Z.g) MONGÓLIA CONGO CUBA l SERRA LEOA ESTÓNIA DEP/TER RUh) NIGÉRIA DJIBOUTI EQUADOR SÍRIA EUA0 EAUa) PAPUA-NOVA GUINÉ DOMINICA ERITREIA SOMÁLIA FINLÂNDIA ILHAS MARSHALL PARAGUAI GEÓRGIA ETIÓPIA SUDÃO FRANÇA0 ÍNDIA S. VIC. E GREN. HONDURAS GÂMBIA SURINAME GRÉCIA0 INDONÉSIA SANTA LÚCIA JAMAICA GRENADA TADJIQUISTÃO HOLANDA LITUÂNIA VIETNAME KIRIBATI GUIANA TOGO HONG-KONG MARROCOS MALI GUINÉ EQUAT. TONGA HUNGRIA MAURÍCIAS MOÇAMBIQUE GUINÉ, REP. DA UCRÂNIA IRLANDA MÉXICO MONTENEGRO GUINÉ-BISSAU u VENEZUELA ISLÂNDIA MICRONÉSIA NAURU HAITI ZIMBABUÉ ISRAEL NAMÍBIA QUÉNIA IRAQUE l ITÁLIA PALAU SAMOA OC. IÉMEN JAPÃO PANAMÁ SENEGAL IRÃO LIECHTENSTEIN PERU SÉRVIA KOSOVO LUXEMBURGO RÚSSIA SRI LANKA LAOS MALTA TAILÂNDIA SUAZILÂNDIA LÍBANO MÓNACO TUNÍSIA TANZÂNIA LIBÉRIA NORUEGA URUGUAI TURQUEMENISTÃO LÍBIA NOVA ZELÂNDIA TUVALU MADAGÁSCAR POLÓNIA UGANDA MALAWI PORTUGAL UZBEQUISTÃO MALDIVAS REINO UNIDO VANUATU MAURITÂNIA SÃO MARINO ZÂMBIA SINGAPURA SUÉCIA SUIÇA TAIWAN VATICANO GRUPO 7
  • 14.
    http://pt.tradingeconomics.com/country-list/rating The Trading Economicscredit rating (TE Rating) scores the credit worthiness of a country between 100 (riskless) and 0 (likely to default). TE S&P Moody's Fitch 100 AAA Aaa AAA Prime 95 AA+ Aa1 AA+ High grade 90 AA Aa2 AA 85 AA- Aa3 AA- 80 A+ A1 A+ Upper medium grade 75 A A2 A 70 A- A3 A- 65 BBB+ Baa1 BBB+ Lower medium grade 60 BBB Baa2 BBB 55 BBB- Baa3 BBB- 50 BB+ Ba1 BB+ Non- investme nt grade speculativ e 45 BB Ba2 BB 40 BB- Ba3 BB-
  • 15.
    O AMBIENTE POLÍTICO, LEGALE REGULATÓRIO • No que se refere às forças legais, estas forças são o resultado da ideologia ou filosofia política local. Assim como cada país tem o seu próprio clima político, os sistemas legais também variam de país para país. E, a empresa deve buscar um aconselhamento legal, pois não é possível confiar na própria experiência quando se trata de um país estrangeiro;
  • 16.
    O AMBIENTE POLÍTICO, LEGALE REGULATÓRIO • Os sistemas jurídicos mais usuais são os do direito romano- germânico e o de common law. Os países da Europa Continental, os países da América Latina, muitos países da Europa Central e vários africanos e asiáticos fazem parte do sistema jurídico romano germânico. Os EUA, a Inglaterra e outros países que fizeram parte do Império Britânico, pertencem ao sistema jurídico de common law.:
  • 17.
    O AMBIENTE POLÍTICO, LEGALE REGULATÓRIO • A base do sistema romano-germânico está no antigo direito romano, e baseia-se, fundamentalmente, no direito codificado, também chamado de “direito escrito”, ou seja, nos códigos, nos quais estão os princípios gerais de direito regulamentando assim amplas áreas do direito; • No sistema de common law, os juízes baseiam suas decisões no direito costumeiro, “common law”. É comum dizer que o sistema romano-germânico é formado pelo “direito escrito”, enquanto o sistema de common law consiste no direito não escrito “direito das decisões judiciais”.
  • 18.
    O AMBIENTE POLÍTICO, LEGALE REGULATÓRIO • Independentemente do sistema jurídico, ocorre que alguns negociadores internacionais em virtude da influência do sistema jurídico local preferem contratos gerais e amplos, não havendo necessidade de detalhamento excessivo de cláusulas, pois as regras já estariam previstas nos códigos de direito. É o estilo de países de sistema romano-germânico. Isto já não ocorre com o sistema de common law, onde os contratos são detalhados e até mesmo redundantes, dada a ausência de códigos que possam vir a ser acionados para reger situações de conflito.
  • 19.
    O AMBIENTE ECONÔMICOGLOBAL • A economia mundial: uma visão geral – Durante os últimos 50 anos • Emergência de mercados globais • Integração da economia mundial – Movimentos de capitais são a força impulsionadora – A produção é “desvinculada” do emprego – Macroeconomias de países individuais não controlam os resultados econômicos
  • 20.
    O AMBIENTE ECONÔMICOGLOBAL • O ambiente econômico é o maior determinante do potencial e das oportunidades de um determinado mercado, sendo o nível de renda o indicador mais importante. Deve-se determinar, em primeiro lugar, a renda total e, posteriormente, a renda per capta, sendo este o elemento mais importante, especialmente a sua análise mediante a paridade do poder de compra.
  • 21.
    O AMBIENTE ECONÔMICOGLOBAL • PIB (GDP) mundo ? http://data.worldbank.org
  • 22.
    O AMBIENTE ECONÔMICOGLOBAL • Estágios de desenvolvimento econômico – Estágios de desenvolvimento de mercado baseados no PIB per capita correspondente aos de desenvolvimento econômico: • Países de renda baixa e média baixa = países menos desenvolvidos; • Países de renda média alta = países industrializados; • Países de renda alta = avançados, industrializados e pós-industriais.
  • 23.
    O AMBIENTE ECONÔMICOGLOBAL • Renda e paridade de poder aquisitivo – Renda • O mais valioso e importante indicador do mercado potencial – Equivalências de poder de compra • Comparação entre bens e serviços que podem ser comprados com a moeda local em diferentes países – Produto Interno Bruto (PIB) • Soma de todas as riquezas (bens e serviços) produzidas durante um ano
  • 24.
    O AMBIENTE ECONÔMICOGLOBAL • Além dos aspectos relativos à renda, que molda as exigências de produtos e serviços, seus níveis de renda e de emprego existe outro fator econômico que pode refletir a atratividade de um país enquanto mercado: a estrutura industrial pode ser classificada em quatro diferentes níveis: – Economia de subsistência, onde a mão-de-obra está concentrada basicamente na agricultura. A produção é quase toda consumida e o saldo é trocado por produtos e serviços simples. Estas economias oferecem poucas oportunidades de mercado;
  • 25.
    O AMBIENTE ECONÔMICOGLOBAL – Economia de exportação de matéria-prima, onde existem riquezas em um ou mais recursos naturais, deficiências em outros setores, sendo que muito da riqueza vem da exportação dos recursos disponíveis. Estas economias podem ser um bom mercado para maquinário de grande porte, ferramentas, suprimentos e caminhões, e ainda produtos de luxo, dependendo do número de estrangeiros residentes e nativos ricos;
  • 26.
    O AMBIENTE ECONÔMICOGLOBAL – Economias semi-industrializadas ou em desenvolvimento, onde a manufatura responde por 10 a 20% da economia do país, e onde, normalmente, a industrialização cria uma classe rica e uma pequena e crescente classe média, ambas demandando novos tipos de produtos; – Economias industrializadas, são as maiores exportadoras de produtos industrializados e capitais para investimento. Comercializam produtos entre si e também exportam para outros tipos de economias, em troca de matérias-primas e produtos semi-acabados, sendo que, a variada atividade econômica e a ampla classe média fazem destes países mercado para todos os tipos de produtos.
  • 27.
    O AMBIENTE ECONÔMICOGLOBAL BLOCOS ECONÔMICOS • A globalização, fez com que o mercado internacional se tornasse cada vez mais competitivo, onde somente os mais fortes prevalecem, através de uma constante disputa por mercados, em âmbito global. • Visando um fortalecimento político e econômico, muitos países se unem para alcançar mercados e verticalizar a sua participação e influência comercial no mundo. Nesse sentido, a criação de blocos econômicos estreitou as relações econômicas, financeiras e comerciais entre os países que os compõem.
  • 28.
    O AMBIENTE ECONÔMICOGLOBAL ESTÁGIOS DE INTEGRAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS • Zona de Livre Comércio – Livre circulação de mercadorias, ou seja, não há Impostos na circulação de produtos entre os países membros. – A moeda nacional é mantida. – Cada país define o imposto de importação para os produtos vindos de nações não-pertencentes ao bloco e as regras para o trânsito de capitais, serviços e pessoas.
  • 29.
    O AMBIENTE ECONÔMICOGLOBAL ESTÁGIOS DE INTEGRAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS • União Aduaneira – Livre circulação de mercadorias. – Cada país define suas regras para a circulação de capitais, serviços e pessoas. – A moeda nacional é mantida. – Imposto de importação comum para as mercadorias vindas de nações não-pertencentes ao bloco.
  • 30.
    O AMBIENTE ECONÔMICOGLOBAL ESTÁGIOS DE INTEGRAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS • Mercado comum – Livre circulação de mercadorias. – Imposto de importação comum para produtos vindos de nações não-pertencentes ao bloco. – A moeda nacional é mantida.
  • 31.
    O AMBIENTE ECONÔMICOGLOBAL ESTÁGIOS DE INTEGRAÇÃO DOS BLOCOS ECONÔMICOS • União econômica e monetária – Livre circulação de mercadorias. – Imposto comum para produtos vindos de fora do bloco. – Livre circulação de capitais, serviços e pessoas. – Moeda é comunitária. Exemplo: euro, na União Européia.
  • 32.
    O AMBIENTE CULTURAL •Cultura consiste em respostas adquiridas para situações já ocorridas, ou seja, os indivíduos aprendem a reagir de determinada maneira a uma situação qualquer, e, cada vez que esta situação ocorrer, o indivíduo tende a reagir da mesma forma. Quanto mais cedo as respostas são adquiridas, mais difícil é a sua mudança. • Todas as culturas do mundo têm suas diferenças e semelhanças, sendo que a principal tarefa das empresas atuantes no mercado internacional é identificá-las, e incorporar estas percepções ao planejamento de suas negociações.
  • 33.
    O AMBIENTE CULTURAL •Fazer negócios em um meio cultural diferente impõe aos executivos responsáveis pela negociação um dever: o de levar em consideração aspectos culturais que vão muito além do comportamento exigido pela etiqueta. Quem ignora as peculiaridades dos processos de negociação em cada país pode se ver diante de surpresas desagradáveis.*
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  • 35.
    O AMBIENTE CULTURAL •A percepção é a habilidade vital da empresa que atua no mercado global. Esta habilidade é muito valiosa tanto no mercado local quanto no exterior, sendo de particular importância para a empresa que atua no mercado internacional, devido à tendência de utilização de critérios de auto-referência. • Os critérios de auto-referência representam uma força negativa nos negócios globais, e são uma das maiores causas de falhas e perdas para as empresas. Para evitá-los, deve-se suspender a experiência e estar preparado para adquirir um novo conhecimento sobre o comportamento e a motivação humana.
  • 36.
    O AMBIENTE CULTURAL •O modelo de Hall (1976) distingue as culturas de alto e de baixo contexto. Nas culturas de alto contexto, as negociações caracterizam-se por serem longas, dando a cada tarefa o tempo que for necessário, sendo que questões jurídicas mostram-se menos importantes, ao contrário da palavra dada. • Quanto as culturas de baixo contexto, são caracterizadas por serem negociações curtas, sendo o aspecto jurídico o mais importante, valendo mais o que estiver escrito.
  • 37.
    O AMBIENTE CULTURAL •Culturas de alto e de baixo contexto: