O documento discute as diferentes manifestações da umbanda no Brasil, detalhando suas variedades e origens, como a umbanda branca e a umbanda kardecista. Destaca o sincretismo entre as tradições africanas e elementos de outras religiões, além de mencionar a necessidade de uma atualização no conhecimento sobre novas vertentes da umbanda. O autor também expressa desacordo com certas interpretações e considera que ainda há muitos equívocos sobre o significado e a prática desse fenômeno espiritual.