C.E.D.I.CENTRO EMPRESARIAL  DESENVOLVIMENTO INTEGRADO
ENQUADRAMENTONa sequência de negócios efectuados com empresas estrangeiras desloquei-me várias vezes  ao estrangeiro , e quando propus internacionalizar a empresa , fui confrontado com várias dificuldades.Principais dificuldades com que me deparei:Onde vou implantar o negócio e como?Que procedimentos para o envio e transportes de material?Como desalfandegar e transportar para o local da obra?Autorizações, vistos, passagens, hotel, alimentação, transporte e acompanhamento para o pessoal técnico?Qual a logística para a montagem do equipamento (ferramentas e máquinas de elevação)? etc.A pergunta que de imediato me ocorreu, como empresário e que despoletou a ideia do negócio foi:Quanto custaria este serviço se o cliente quisesse o negócio tipo “chave na mão”?Os números a que cheguei  são suficientemente altos para desencorajar qualquer micro ou pequena empresa e têm de ser muito ponderados pelas médias empresas.
A IDEIAA principal ideia deste projecto consiste em criar uma sociedade de capitais mistos com capacidade para executar e administrar o projecto, plantando a semente.O objectivo é a implantação de uma rede de zonas comerciais e industriais envolvendo os Estados na qualidade de promotores.Deste modo teremos para oferecer condições únicas aos clientes (empresas industriais e comerciais) facilitando a sua instalação sem ter de recorrer a terceiros.
QUE SERVIÇOS PROPOMOSDisponibilizar ao cliente de forma prática e eficiente um completo conjunto de infra-estruturas e serviços que o levem a favorecer a nossa proposta. Como exemplo citamos:Marketing;Legislação;Fiscalidade;Espaço físico (áreas industriais, comerciais e habitacionais);Segurança, transporte (pessoas e mercadorias), acompanhamento pessoal, divulgação, aduaneiros, financeiros, recursos humanos, desporto, entretenimento, etc.
O PROJECTOÁREA DE IMPLANTAÇÃODependendo da dimensão do país e factores relacionados com a rentabilidade, a área de implantação não deverá ser inferior a 150.000 m2. Os locais a privilegiar e sempre que possível deverão contemplar os seguintes requisitos:Terrenos planos perto de cursos de água;Junto a rede de distribuição eléctrica;Bons acessos rodoviários; URBANIZAÇÃODelimitação da área de modo a garantir a segurança e a privacidade.A criação das infra-estruturas básicas: saneamento, aguas, electricidade, gás, comunicações, tratamento de resíduos sólidos e líquidos e arruamentos.
O PROJECTOÁREAS COMERCIAIS E INDUSTRIAISO edifício administrativo que comportará as empresas do 1º e 2º núcleo base com 15.000 m2 de área coberta distribuída por pisos.A implantação de naves industriais modulares de 4.000 m2 de área coberta e 4.000 m2 de área descoberta projectadas para se dividir em espaços de 1.000 e 2.000  m2 com área descoberta correspondente permitindo assim adaptar-se às necessidade dos clientes e permitindo até especificações.ÁREAS RESIDENCIAISA implantação de moradias V1, V2 e V3 prontas  a habitar para quadros das empresas .Implantação de módulos geminados T1, T2 e T3 do mesmo tipo para operários em comissão de serviço.Está contemplado no edifício administrativo um hotel para empresários e negociantes em transito.
O PLANO DE NEGÓCIOA implantação do projecto, o ritmo da construção e a concretização de acordo com o calendário pré-definido dependem de muitos factores. Depois de resolvidas as questões burocráticas, a disponibilidade financeira adequada ao ritmo da construção, é sem dúvida um factor determinante para o cumprimento da calendarização e redução de custos.Antecipando algumas dificuldades, moderando o optimismo e privilegiando o realismo o plano, torna-se tendencialmente evolutivo alongando os prazos da concretização e retorno do investimento sem que necessariamente a sua rentabilidade e sustentabilidade sejam postas em causa.
O FINANCIAMENTO O FINANCIAMENTO DA 1ª FASENuma 1º fase o estado será o 1º promotor, lança a primeira semente contribuindo com terrenos e as infra-estruturas básicas. A rentabilidade sustentada virá dos impostos e prestação de serviços.O 2º promotor é a  sociedade empresarial constituída pelo 1º núcleo base de empresas e investidores (hands off e handsin) que lançam a segunda semente.A rentabilidade e sustentabilidade provêm da venda e aluguer  das áreas comerciais  inseridas no edifício administrativo às empresas que constituirão o 2º núcleo base e da prestação de serviços.O FINANCIAMENTO DA 2ª FASE E 3ª FASEOs capitais  provenientes  do  ponto 2.2.4 ,  venda  e aluguer  das  áreas  industriais e habitacionais, prestação de serviços e eventual reforço dos investidores.A antecipação de capitais dos clientes alvo é possível se o marketing promocional conseguir passar a mensagem da credibilidade e sustentabilidade do projecto.OS RECURSOSA quantidade dos recursos e os timings para a sua disponibilização são determinados pela dimensão do projecto (nas suas 2 vertentes, nacional e local), pelo números de zonas acordadas para o arranque inicial e pela sua localização.A  gestão dos recursos é feita pela administração central que supervisiona e distribui    pelas administrações locais.
O FINANCIAMENTO OS MEIOSO 1º núcleo base é constituído pelo Estado e C.E.D.I. que é detentora das seguintes actividades: construção civil, metalomecânica, carpintaria electricidade, saneamento e marketing promocional.O 2º núcleo base é constituído pelas empresas de prestação de serviços : segurança, banca, transportes, aduaneiros, supermercado, restauração, hotelaria, vestuário, limpeza infantário, desporto, saúde, entretenimento, etc..O OBJECTIVOO mercado alvo preferencial são as empresas multinacionais industriais e comércio grossista que se queiram instalar proporcionando-lhes a logística, rapidez  na instalação distribuição dos produtos e redução dos custos.Proporcionar aos intervenientes locais (empresas dos núcleos base e seus trabalhadores) a convivência com as práticas da vanguarda do mundo empresarial, aprendendo e retirando ensinamentos nos diversos sectores empresariais, lançando assim a semente para os futuros empresários locais.De salientar que o termo "INTEGRADO" utilizado na sigla realça um dos aspectos  mais importantes do projecto que é possibilitar ao Estado harmonizar o crescimento económico e social evitando o desequilíbrio populacional, concentração e desertificação. O sucesso deste projecto, que abrange todas as camadas sociais, poderá catapultá-lo como modelo para outros países em vias de desenvolvimento.
ANÁLISE SWOTNuma primeira abordagem do assunto a alguns empresários, que mantêm actividades relacionadas com as entidades do 1º e 2º grupos base do projecto, a receptividade foi boa, havendo já demonstrações sérias de interesse em querer garantir a participação.Uns porque acham o projecto interessante, outros que tentaram instalar-se e desistiram porque se depararam com barreiras intransponíveis.Há quem esteja em processo de instalação e se vêm confrontados com avanços, recuos, incertezas nos procedimentos, constante dilatação do cumprimento dos objectivos e recursos, outros que desejam instalar-se mas não sabem como.
FORÇASA credibilidade do projecto e dos promotores.O Know-how de mercado e técnico das empresas que irão constituir o 1º grupo baseUm negócio que ,não sendo novo, baseia-se em métodos inovadoresque lhe conferemexclusividades diferenciando-o dos concorrentes.A vantagem do custo, dos processos e da qualidade dos produtos.O modelo económico liberta capital com o início da implantação, embora inferior ao do investimento até á conclusão da 1ª fase (ponto 2.2).A exclusividade dos serviços para as empresas dos núcleos base conferem á partida fortes garantias de sucesso reforçando a apetência  para a participação.A possibilidade de trabalhar ao ritmo e condições das empresas mãe será com certeza um factor preferencial em relação à oferta existente.A janela que se abre a inúmeras micro e pequenas empresas (sobretudo locais) através de parcerias e franchising com as empresas do 2º grupo base.
AS FRAQUEZASA possibilidade do promotor (Estado) não participar no totalidade prevista das suas responsabilidades no projectoOs processos não são pacíficos quando estão envolvidos grandes quantidades de recursos e se os promotores não dispõem da totalidade do capital a investirA qualidade dos recursos humanos locaisO custo dos recursos humanos especializadosA preparação das infra-estruturas com cálculos de elevado risco, consequência de muitos factores aleatóriosO custo do marketing promocional
AS OPORTUNIDADESA abertura Governamental para apoiar projectos de nível NacionalO actual forte crescimento da economia em Países EmergentesA necessidade dos Estados em diversificar e descentralizar o investimentoAs linhas de crédito específicas a que o projecto se pode candidatarO actual esforço dos vários países na recuperação e urbanização de áreas degradadasA concorrência opera em patamares inferiores
AS AMEAÇASNão se deve desprezar a hipótese de mudanças de políticas repentinas e factores económicos externos.A concorrência é sempre de considerar, porque ela existe, mas ficará a operar em canaletas de distribuição inferiorOs custos de produção industrial podem tornar-se elevados ameaçando a implantação neste sector de actividade. A verificar-se, o Estado pode intervir com incentivos.

Apresentação C.E.D.I.

  • 1.
    C.E.D.I.CENTRO EMPRESARIAL DESENVOLVIMENTO INTEGRADO
  • 2.
    ENQUADRAMENTONa sequência denegócios efectuados com empresas estrangeiras desloquei-me várias vezes ao estrangeiro , e quando propus internacionalizar a empresa , fui confrontado com várias dificuldades.Principais dificuldades com que me deparei:Onde vou implantar o negócio e como?Que procedimentos para o envio e transportes de material?Como desalfandegar e transportar para o local da obra?Autorizações, vistos, passagens, hotel, alimentação, transporte e acompanhamento para o pessoal técnico?Qual a logística para a montagem do equipamento (ferramentas e máquinas de elevação)? etc.A pergunta que de imediato me ocorreu, como empresário e que despoletou a ideia do negócio foi:Quanto custaria este serviço se o cliente quisesse o negócio tipo “chave na mão”?Os números a que cheguei são suficientemente altos para desencorajar qualquer micro ou pequena empresa e têm de ser muito ponderados pelas médias empresas.
  • 3.
    A IDEIAA principalideia deste projecto consiste em criar uma sociedade de capitais mistos com capacidade para executar e administrar o projecto, plantando a semente.O objectivo é a implantação de uma rede de zonas comerciais e industriais envolvendo os Estados na qualidade de promotores.Deste modo teremos para oferecer condições únicas aos clientes (empresas industriais e comerciais) facilitando a sua instalação sem ter de recorrer a terceiros.
  • 4.
    QUE SERVIÇOS PROPOMOSDisponibilizarao cliente de forma prática e eficiente um completo conjunto de infra-estruturas e serviços que o levem a favorecer a nossa proposta. Como exemplo citamos:Marketing;Legislação;Fiscalidade;Espaço físico (áreas industriais, comerciais e habitacionais);Segurança, transporte (pessoas e mercadorias), acompanhamento pessoal, divulgação, aduaneiros, financeiros, recursos humanos, desporto, entretenimento, etc.
  • 5.
    O PROJECTOÁREA DEIMPLANTAÇÃODependendo da dimensão do país e factores relacionados com a rentabilidade, a área de implantação não deverá ser inferior a 150.000 m2. Os locais a privilegiar e sempre que possível deverão contemplar os seguintes requisitos:Terrenos planos perto de cursos de água;Junto a rede de distribuição eléctrica;Bons acessos rodoviários; URBANIZAÇÃODelimitação da área de modo a garantir a segurança e a privacidade.A criação das infra-estruturas básicas: saneamento, aguas, electricidade, gás, comunicações, tratamento de resíduos sólidos e líquidos e arruamentos.
  • 6.
    O PROJECTOÁREAS COMERCIAISE INDUSTRIAISO edifício administrativo que comportará as empresas do 1º e 2º núcleo base com 15.000 m2 de área coberta distribuída por pisos.A implantação de naves industriais modulares de 4.000 m2 de área coberta e 4.000 m2 de área descoberta projectadas para se dividir em espaços de 1.000 e 2.000 m2 com área descoberta correspondente permitindo assim adaptar-se às necessidade dos clientes e permitindo até especificações.ÁREAS RESIDENCIAISA implantação de moradias V1, V2 e V3 prontas a habitar para quadros das empresas .Implantação de módulos geminados T1, T2 e T3 do mesmo tipo para operários em comissão de serviço.Está contemplado no edifício administrativo um hotel para empresários e negociantes em transito.
  • 7.
    O PLANO DENEGÓCIOA implantação do projecto, o ritmo da construção e a concretização de acordo com o calendário pré-definido dependem de muitos factores. Depois de resolvidas as questões burocráticas, a disponibilidade financeira adequada ao ritmo da construção, é sem dúvida um factor determinante para o cumprimento da calendarização e redução de custos.Antecipando algumas dificuldades, moderando o optimismo e privilegiando o realismo o plano, torna-se tendencialmente evolutivo alongando os prazos da concretização e retorno do investimento sem que necessariamente a sua rentabilidade e sustentabilidade sejam postas em causa.
  • 8.
    O FINANCIAMENTO OFINANCIAMENTO DA 1ª FASENuma 1º fase o estado será o 1º promotor, lança a primeira semente contribuindo com terrenos e as infra-estruturas básicas. A rentabilidade sustentada virá dos impostos e prestação de serviços.O 2º promotor é a sociedade empresarial constituída pelo 1º núcleo base de empresas e investidores (hands off e handsin) que lançam a segunda semente.A rentabilidade e sustentabilidade provêm da venda e aluguer das áreas comerciais inseridas no edifício administrativo às empresas que constituirão o 2º núcleo base e da prestação de serviços.O FINANCIAMENTO DA 2ª FASE E 3ª FASEOs capitais provenientes do ponto 2.2.4 , venda e aluguer das áreas industriais e habitacionais, prestação de serviços e eventual reforço dos investidores.A antecipação de capitais dos clientes alvo é possível se o marketing promocional conseguir passar a mensagem da credibilidade e sustentabilidade do projecto.OS RECURSOSA quantidade dos recursos e os timings para a sua disponibilização são determinados pela dimensão do projecto (nas suas 2 vertentes, nacional e local), pelo números de zonas acordadas para o arranque inicial e pela sua localização.A gestão dos recursos é feita pela administração central que supervisiona e distribui pelas administrações locais.
  • 9.
    O FINANCIAMENTO OSMEIOSO 1º núcleo base é constituído pelo Estado e C.E.D.I. que é detentora das seguintes actividades: construção civil, metalomecânica, carpintaria electricidade, saneamento e marketing promocional.O 2º núcleo base é constituído pelas empresas de prestação de serviços : segurança, banca, transportes, aduaneiros, supermercado, restauração, hotelaria, vestuário, limpeza infantário, desporto, saúde, entretenimento, etc..O OBJECTIVOO mercado alvo preferencial são as empresas multinacionais industriais e comércio grossista que se queiram instalar proporcionando-lhes a logística, rapidez na instalação distribuição dos produtos e redução dos custos.Proporcionar aos intervenientes locais (empresas dos núcleos base e seus trabalhadores) a convivência com as práticas da vanguarda do mundo empresarial, aprendendo e retirando ensinamentos nos diversos sectores empresariais, lançando assim a semente para os futuros empresários locais.De salientar que o termo "INTEGRADO" utilizado na sigla realça um dos aspectos mais importantes do projecto que é possibilitar ao Estado harmonizar o crescimento económico e social evitando o desequilíbrio populacional, concentração e desertificação. O sucesso deste projecto, que abrange todas as camadas sociais, poderá catapultá-lo como modelo para outros países em vias de desenvolvimento.
  • 10.
    ANÁLISE SWOTNuma primeiraabordagem do assunto a alguns empresários, que mantêm actividades relacionadas com as entidades do 1º e 2º grupos base do projecto, a receptividade foi boa, havendo já demonstrações sérias de interesse em querer garantir a participação.Uns porque acham o projecto interessante, outros que tentaram instalar-se e desistiram porque se depararam com barreiras intransponíveis.Há quem esteja em processo de instalação e se vêm confrontados com avanços, recuos, incertezas nos procedimentos, constante dilatação do cumprimento dos objectivos e recursos, outros que desejam instalar-se mas não sabem como.
  • 11.
    FORÇASA credibilidade doprojecto e dos promotores.O Know-how de mercado e técnico das empresas que irão constituir o 1º grupo baseUm negócio que ,não sendo novo, baseia-se em métodos inovadoresque lhe conferemexclusividades diferenciando-o dos concorrentes.A vantagem do custo, dos processos e da qualidade dos produtos.O modelo económico liberta capital com o início da implantação, embora inferior ao do investimento até á conclusão da 1ª fase (ponto 2.2).A exclusividade dos serviços para as empresas dos núcleos base conferem á partida fortes garantias de sucesso reforçando a apetência para a participação.A possibilidade de trabalhar ao ritmo e condições das empresas mãe será com certeza um factor preferencial em relação à oferta existente.A janela que se abre a inúmeras micro e pequenas empresas (sobretudo locais) através de parcerias e franchising com as empresas do 2º grupo base.
  • 12.
    AS FRAQUEZASA possibilidadedo promotor (Estado) não participar no totalidade prevista das suas responsabilidades no projectoOs processos não são pacíficos quando estão envolvidos grandes quantidades de recursos e se os promotores não dispõem da totalidade do capital a investirA qualidade dos recursos humanos locaisO custo dos recursos humanos especializadosA preparação das infra-estruturas com cálculos de elevado risco, consequência de muitos factores aleatóriosO custo do marketing promocional
  • 13.
    AS OPORTUNIDADESA aberturaGovernamental para apoiar projectos de nível NacionalO actual forte crescimento da economia em Países EmergentesA necessidade dos Estados em diversificar e descentralizar o investimentoAs linhas de crédito específicas a que o projecto se pode candidatarO actual esforço dos vários países na recuperação e urbanização de áreas degradadasA concorrência opera em patamares inferiores
  • 14.
    AS AMEAÇASNão sedeve desprezar a hipótese de mudanças de políticas repentinas e factores económicos externos.A concorrência é sempre de considerar, porque ela existe, mas ficará a operar em canaletas de distribuição inferiorOs custos de produção industrial podem tornar-se elevados ameaçando a implantação neste sector de actividade. A verificar-se, o Estado pode intervir com incentivos.