AUTO - AVALIÇÃO ASSEMBLEIA DO  AGRUPAMENTO AGRUPAMENTO  DE  ESCOLAS  DO BARREIRO JULHO  2007
Estrutura da Intervenção  Necessidade  / importância dos processos de Auto – Avaliação  Trabalho realizado  Desafios futuros  1 / 4
Auto – Avaliação  Diagnóstico da situação  Detecção de pontos fortes e menos fortes  Acções de melhoria  Visam a melhoria dos serviços prestados  2 / 4
Auto – Avaliação Fundamental o envolvimento dos interessados  Principais constrangimentos  Inércia à mudança  “ medo” da avaliação  pessoal 3 / 4
Auto – Avaliação “  prestação de contas “ IMPLICA 4 / 4
Lei 31 / 2002 de 20 de Dezembro “  A Auto – Avaliação tem carácter obrigatório, desenvolve-se em permanência (…)” Artigo 6 1 / 2
Auto – Avaliação Do emergir da necessidade à constituição do Grupo de Trabalho  Do envolvimento à informação  da comunidade Da definição de áreas aos Indicadores  Da recolha da informação ao Relatório Final  2 / 2
Decreto – Lei 115 – A / 98 de 4 de Maio   “  Apreciar os resultados do processo de avaliação interna da escola “ alínea i), artigo 10º ASSEMBLEIA 1 / 4
Ao nível das opções estratégicas  Formas e Momentos de divulgação  e  Debate dos resultados ASSEMBLEIA 2 / 4
A avaliação externa  Candidatura e aceitação  Articulação entre Auto – Avaliação e Avaliação Externa  3 / 4 2005/06 – 24 unidades 2006/07 – 100 unidades 2007/08 – 274 unidades
Contratos de desenvolvimento e autonomia  ASSEMBLEIA “  Aprovar as propostas de contratos de autonomia, ouvido o Conselho Pedagógico “ alínea f), artigo 10 4 / 4
 
Outros órgãos C.E. – Empenhamento na concretização das recomendações resultantes do processo. C.P. – Acompanhamento do processo, como forma de proporcionar o envolvimento generalizado dos diferentes membros da comunidade educativa

ApresentaçãO à Assembleia Julho 07

  • 1.
  • 2.
    AUTO - AVALIÇÃOASSEMBLEIA DO AGRUPAMENTO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO BARREIRO JULHO 2007
  • 3.
    Estrutura da Intervenção Necessidade / importância dos processos de Auto – Avaliação Trabalho realizado Desafios futuros 1 / 4
  • 4.
    Auto – Avaliação Diagnóstico da situação Detecção de pontos fortes e menos fortes Acções de melhoria Visam a melhoria dos serviços prestados 2 / 4
  • 5.
    Auto – AvaliaçãoFundamental o envolvimento dos interessados Principais constrangimentos Inércia à mudança “ medo” da avaliação pessoal 3 / 4
  • 6.
    Auto – Avaliação“ prestação de contas “ IMPLICA 4 / 4
  • 7.
    Lei 31 /2002 de 20 de Dezembro “ A Auto – Avaliação tem carácter obrigatório, desenvolve-se em permanência (…)” Artigo 6 1 / 2
  • 8.
    Auto – AvaliaçãoDo emergir da necessidade à constituição do Grupo de Trabalho Do envolvimento à informação da comunidade Da definição de áreas aos Indicadores Da recolha da informação ao Relatório Final 2 / 2
  • 9.
    Decreto – Lei115 – A / 98 de 4 de Maio “ Apreciar os resultados do processo de avaliação interna da escola “ alínea i), artigo 10º ASSEMBLEIA 1 / 4
  • 10.
    Ao nível dasopções estratégicas Formas e Momentos de divulgação e Debate dos resultados ASSEMBLEIA 2 / 4
  • 11.
    A avaliação externa Candidatura e aceitação Articulação entre Auto – Avaliação e Avaliação Externa 3 / 4 2005/06 – 24 unidades 2006/07 – 100 unidades 2007/08 – 274 unidades
  • 12.
    Contratos de desenvolvimentoe autonomia ASSEMBLEIA “ Aprovar as propostas de contratos de autonomia, ouvido o Conselho Pedagógico “ alínea f), artigo 10 4 / 4
  • 13.
  • 14.
    Outros órgãos C.E.– Empenhamento na concretização das recomendações resultantes do processo. C.P. – Acompanhamento do processo, como forma de proporcionar o envolvimento generalizado dos diferentes membros da comunidade educativa