O documento traça a evolução da sociolinguística, desde suas raízes na Índia e Grécia, até a formalização do termo por William Labov em 1964, destacando a intersecção entre língua e sociedade. Ele explora as contribuições de teóricos como Antoine Meillet, que enfatizou a língua como um fenômeno social, e outras abordagens que surgiram em resposta a mudanças sociais e culturais. Além disso, discute como a sociolinguística abrange diversas disciplinas e modelos teóricos, evidenciando a variação linguística em contextos sociais.