O texto discute como o envelhecimento pode representar um retorno ao passado em vez de uma caminhada em direção ao futuro, trazendo riscos como o hábito e a repetição de respostas antigas. Também aborda como o passado pode ser preservado na memória de forma criativa, e questiona se o Brasil, apesar de país jovem, escapa realmente dos perigos da esclerose devido à falta de memória de sua história.