O documento analisa o processo de fragmentação do Estado do Pará na criação dos novos estados do Tapajós e Carajás. Em 3 frases, resume que estudos apontam a inviabilidade econômica dos novos estados, que dependeriam de repasses, e que dividir o Pará não necessariamente levaria ao desenvolvimento desejado nem resolveria problemas como pobreza e conflitos fundiários, requerendo em vez disso melhor gestão e modelos apropriados a cada região.