PROF HELLEN RIBEIRO
APLICABILIDADE DA
ANATOMIA DO SISTEMA
CARDIOCIRCULATÓRIO
TECIDOS CARDÍACOS
Conduzir aos tecidos sangue oxigenado + nutrientes + hormônios, e remover o
sangue com CO2 e metabólitos, para que seja novamente purificado e arterializado
•Contrai gerando pressão para impulsionar o sangue para os vasos
sanguíneos
•Vasos que transportam sangue – ARTÉRIAS
•Vasos que retornam com o sangue – VEIAS
•A troca de nutrientes, resíduos e líquidos - CAPILARES
Sistema cardiovascular x Funções Homeostáticas
•Regulação da pressão arterial
•Distribui hormônios reguladores das glândulas endócrinas
•Regulação da temperatura corporal
O Ciclo cardíaco- Condução elétrica normal
IMPULSO ELÉTRICO
NÓDULO SINUSAL OU SINOATRIAL
NÓDULO ATRIOVENTRICULAR
(sístole dos átrios)
FEIXES DE RAMO DIREITO E
ESQUERDO E FIBRAS DE PURKINJE
(sístole dos ventrículos)
Ciclo completo
ANATOMIA DO TORAX
MANIFESTAÇÕES (+COMUNS)
•Dispnéia
•Fadiga
•Precordialgia (dor no peito)
•Palpitações
•Desmaio
•Edemas
•Variações na PA/FC
•Cianose
•Alterações periféricas
AVALIAÇÃO
•Anamnese
•Exame Físico
•Recursos Diagnósticos
Queixas Prioridades
Sinais e
sintomas
Intervençõe
s
ANAMNESE
•Informações precisas sobre os SINTOMAS
•Início?
•O quanto é desconfortável?
•O que desencadeia a dor ou dispnéia?
•O quanto as atividades diárias foram alteradas?
•Que tipo de atitude é tomada para diminuir, aliviar ou cessar os
sintomas
ANAMNESE
Investigar a DOR
• Tipo
• Localização
• Intensidade
• Irradiação
• Duração
• Fatores desencadeadores
Padrão de sono
Palpitações
Fatores associados à dor
Tratamentos anteriores
AVALIAÇÃO INICIAL
VERIFICAR/PROCURAR OS PULSOS
• Pulso carotídeo
• Pulso braquial
• Pulso radial
• Pulso femoral
• Pulso pedioso
• Pulso tibial posterior
Intensidade (cheio, fino), simétrico e rítmico.
PRESENÇA DE EDEMAS
• Dígito – pressão (dedo indicador) nos mmii – depressão (cacifo +)
• Notificação: ++++
MÉTODOS PROPEDÊUTICOS
•INSPEÇÃO
•PALPAÇÃO
•AUSCULTA
INSPEÇÃO
•Identificar deformidades da caixa torácica
•Decúbito dorsal
•Localização do ictus cordis (levantamento sistólico do precórdio)
4o
ou 5o
espaço intercostais, linha hemi-clavicular, no
lado esquerdo = NORMALIDADE
Choque de ponta, que corresponde ao ponto mais externo do
movimento do coração que resulta do impacto da ponta do
coração a cada sístole ventricular
PALPAÇÃO DO PRECÓRDIO
•Mão espalmada – palma da mão (frêmitos).
• Presença do levantamento sistólico do precórdio e pulsações
epigástricas ou supraesternais é confirmada na palpação.
•Quando não visualizado o IC pode ser localizado pela palpação.
PALPAÇÃO DO ICTUS CORDIS
•Colocar a mão(polpas digitais) no 5o
espaço (ictus cordis), na
linha hemi-clavicular.
•Posição lateral esquerda (deslocamento do coração + próximo da
parede torácica, acentuando movimentos precordiais e rítmos
cardíacos).
PALPAÇÃO DO ICTUS CORDIS
•Tentar perceber o choque do ápice do coração, que deve ter, no
máximo, 2cm de diâmetro.
•Também podem ser sentidas as bulhas, bem como frêmitos, nos
casos de sopros intensos.
PALPAÇÃO DO ICTUS CORDIS
AUSCULTA DO PRECÓRDIO
Método semiológico que detecta ou informa sobre os sons cardíacos,
enchimento ventricular e do fluxo sanguíneo pelas valvas cardíacas,
rítmo
BULHAS CARDÍACAS
AUSCULTA DO PRECÓRDIO
•Paciente relaxado e precordio descoberto
•Pontos do tórax – captação dos ruídos.
•Áreas de audibilidade – FOCOS DE AUSCULTA
• Pulmonar
• Aórtico
• Tricúspide
• Mitral
FOCOS DE AUSCULTA
Os focos são nomeados de acordo com a melhor ausculta da abertura e
fechamento da válvula em questão.
O QUE PROCURAMOS NESSES FOCOS?
•Sístole e diástole.
•Na sístole, temos a ejeção do conteúdo dos
ventrículos para a circulação.
•Na diástole, temos o enchimento dos ventrículos.
LEMBRAR!
MOVIMENTO
DO SANGUE
ABERTURA E
FECHAMENTO
DAS
VÁLVULAS
BULHAS
CARDÍACAS
BULHAS CARDÍACAS
•B1
•Sístole ventricular
• Abertura da aórtica e pulmonar
•Fechamento da mitral e da tricúspide (Avs)
•Início da sístole (contração ventricular).
•+ audível no ápice do coração (foco mitral e tricúspide).
•Fechamento abrupto (Avs).
BULHAS CARDÍACAS
•B2
•Diástole ventricular
•Abertura da mitral e da tricúspide
•Fechamento da aórtica e pulmonar
BULHAS CARDÍACAS
•+ audível na base do coração
•Final da sístole e início da diástole (enchimento ventricular)
Pressão negativa
Sangue retorna
para o lado D do
coração
Volume
ventricular
aumenta e o
esvaziamento é
retardado
INSPIRAÇÃO
FOCOS DE AUSCULTA
FOCO AÓRTICO
2o
espaço intercostal direito, região paraesternal (ao lado
do esterno).
FOCO PULMONAR
2º
espaço intercostal esquerdo, região paraesternal.
FOCO TRICÚSPIDE
5o
espaço intercostal na base do apêndice xifóide
FOCO MITRAL
5o
espaço intercostal esquerdo, linha hemi-clavicular.
Arritmias cardíacas
• Decorrentes de um funcionamento anormal do sistema elétrico e
da automaticidade do coração, refletindo distúrbios na frequência
e/ou ritmo cardíaco regular
• TAQUICARDIAS
• BRADICARDIAS
Exames Complementares para o Diagnóstico das Arritmias
Eletrocardiograma
Teste Ergométrico
Holter
Leitura e interpretação do ECG
• Onda P
Despolarização auricular
• QRS
Despolarização ventricular
• Segmento S-T
Preparação da repolarização
• Onda T
Repolarização ventricular
VASOS IMPORTANTES NA PRÁTICA DA
ENFERMAGEM
ARTÉRIAS
ARTÉRIAS MMSS
VEIAS MMSS
FOSSA CUBITAL
VEIAS MMII
AÇÕES DE ENFERMAGEM
PLANO ASSISTENCIAL
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
Instalar Acesso venoso periférico
Datar acessos venosos periféricos e trocar a cada 72h.
Monitorar SSVV: T, P, R , PA, glicemia, dor, SPO2
Administrar as medicações, e observar efeitos
terapêuticos após 30 min.
Registrar no prontuário evolução do paciente
Supervisionar a equipe de enfermagem
Registrar exames
Realizar curativos
Realizar mudança de decúbito de 2h em 2h
AÇÕES DE ENFERMAGEM
PLANO ASSISTENCIAL
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
Promover conforto ao paciente
Encaminhar ao banho de aspersão, ou realizar banho no
leito S/N
Realizar eletrocardiograma (ECG)
Monitorizar ao cardioscópio ou mutiparâmetro
Manter repouso absoluto
Elevar cabeceira para melhorar respiração
Investigar cianoses
Instalar oxigênio
Coletar gasometria após solicitação
AÇÕES DE ENFERMAGEM
PLANO ASSISTENCIAL
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
Palpar pulso central
Explicar ao paciente sobre cuidados
Iniciar reanimação S/N
Verificar termo de consentimento
Ouvir atentamente relato do paciente
Aplicar escala de glasgow
Realizar anamnese
Iniciar jejum até segunda ordem
Realizar exame físico completo cefalopodálico
REFERÊNCIAS
BARROS, Alba Lúcia Botura Leite et al. Anamnese e exame
físico: avaliação diagnóstica no adulto .2ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010. CAP. 09 (LEITURA COMPLEMENTAR.
MARIA, Vera Lúcia Regina (coord). Exame clínico de
enfermagem do adulto. São Paulo: látria, 2003

ANATOMIA DO SISTEMA CARDIOCIRCULATORIO 2.pptx

  • 1.
    PROF HELLEN RIBEIRO APLICABILIDADEDA ANATOMIA DO SISTEMA CARDIOCIRCULATÓRIO
  • 2.
  • 3.
    Conduzir aos tecidossangue oxigenado + nutrientes + hormônios, e remover o sangue com CO2 e metabólitos, para que seja novamente purificado e arterializado
  • 5.
    •Contrai gerando pressãopara impulsionar o sangue para os vasos sanguíneos •Vasos que transportam sangue – ARTÉRIAS •Vasos que retornam com o sangue – VEIAS •A troca de nutrientes, resíduos e líquidos - CAPILARES
  • 6.
    Sistema cardiovascular xFunções Homeostáticas •Regulação da pressão arterial •Distribui hormônios reguladores das glândulas endócrinas •Regulação da temperatura corporal
  • 7.
    O Ciclo cardíaco-Condução elétrica normal IMPULSO ELÉTRICO NÓDULO SINUSAL OU SINOATRIAL NÓDULO ATRIOVENTRICULAR (sístole dos átrios) FEIXES DE RAMO DIREITO E ESQUERDO E FIBRAS DE PURKINJE (sístole dos ventrículos) Ciclo completo
  • 9.
  • 13.
    MANIFESTAÇÕES (+COMUNS) •Dispnéia •Fadiga •Precordialgia (dorno peito) •Palpitações •Desmaio •Edemas •Variações na PA/FC •Cianose •Alterações periféricas
  • 14.
  • 15.
    ANAMNESE •Informações precisas sobreos SINTOMAS •Início? •O quanto é desconfortável? •O que desencadeia a dor ou dispnéia? •O quanto as atividades diárias foram alteradas? •Que tipo de atitude é tomada para diminuir, aliviar ou cessar os sintomas
  • 16.
    ANAMNESE Investigar a DOR •Tipo • Localização • Intensidade • Irradiação • Duração • Fatores desencadeadores Padrão de sono Palpitações Fatores associados à dor Tratamentos anteriores
  • 17.
    AVALIAÇÃO INICIAL VERIFICAR/PROCURAR OSPULSOS • Pulso carotídeo • Pulso braquial • Pulso radial • Pulso femoral • Pulso pedioso • Pulso tibial posterior Intensidade (cheio, fino), simétrico e rítmico. PRESENÇA DE EDEMAS • Dígito – pressão (dedo indicador) nos mmii – depressão (cacifo +) • Notificação: ++++
  • 18.
  • 19.
    INSPEÇÃO •Identificar deformidades dacaixa torácica •Decúbito dorsal •Localização do ictus cordis (levantamento sistólico do precórdio) 4o ou 5o espaço intercostais, linha hemi-clavicular, no lado esquerdo = NORMALIDADE Choque de ponta, que corresponde ao ponto mais externo do movimento do coração que resulta do impacto da ponta do coração a cada sístole ventricular
  • 20.
    PALPAÇÃO DO PRECÓRDIO •Mãoespalmada – palma da mão (frêmitos). • Presença do levantamento sistólico do precórdio e pulsações epigástricas ou supraesternais é confirmada na palpação. •Quando não visualizado o IC pode ser localizado pela palpação.
  • 21.
    PALPAÇÃO DO ICTUSCORDIS •Colocar a mão(polpas digitais) no 5o espaço (ictus cordis), na linha hemi-clavicular. •Posição lateral esquerda (deslocamento do coração + próximo da parede torácica, acentuando movimentos precordiais e rítmos cardíacos).
  • 22.
    PALPAÇÃO DO ICTUSCORDIS •Tentar perceber o choque do ápice do coração, que deve ter, no máximo, 2cm de diâmetro. •Também podem ser sentidas as bulhas, bem como frêmitos, nos casos de sopros intensos.
  • 23.
  • 24.
    AUSCULTA DO PRECÓRDIO Métodosemiológico que detecta ou informa sobre os sons cardíacos, enchimento ventricular e do fluxo sanguíneo pelas valvas cardíacas, rítmo BULHAS CARDÍACAS
  • 25.
    AUSCULTA DO PRECÓRDIO •Pacienterelaxado e precordio descoberto •Pontos do tórax – captação dos ruídos. •Áreas de audibilidade – FOCOS DE AUSCULTA • Pulmonar • Aórtico • Tricúspide • Mitral
  • 26.
    FOCOS DE AUSCULTA Osfocos são nomeados de acordo com a melhor ausculta da abertura e fechamento da válvula em questão. O QUE PROCURAMOS NESSES FOCOS? •Sístole e diástole. •Na sístole, temos a ejeção do conteúdo dos ventrículos para a circulação. •Na diástole, temos o enchimento dos ventrículos. LEMBRAR! MOVIMENTO DO SANGUE ABERTURA E FECHAMENTO DAS VÁLVULAS BULHAS CARDÍACAS
  • 27.
    BULHAS CARDÍACAS •B1 •Sístole ventricular •Abertura da aórtica e pulmonar •Fechamento da mitral e da tricúspide (Avs) •Início da sístole (contração ventricular). •+ audível no ápice do coração (foco mitral e tricúspide). •Fechamento abrupto (Avs).
  • 28.
    BULHAS CARDÍACAS •B2 •Diástole ventricular •Aberturada mitral e da tricúspide •Fechamento da aórtica e pulmonar
  • 29.
    BULHAS CARDÍACAS •+ audívelna base do coração •Final da sístole e início da diástole (enchimento ventricular) Pressão negativa Sangue retorna para o lado D do coração Volume ventricular aumenta e o esvaziamento é retardado INSPIRAÇÃO
  • 30.
  • 31.
    FOCO AÓRTICO 2o espaço intercostaldireito, região paraesternal (ao lado do esterno). FOCO PULMONAR 2º espaço intercostal esquerdo, região paraesternal.
  • 32.
    FOCO TRICÚSPIDE 5o espaço intercostalna base do apêndice xifóide FOCO MITRAL 5o espaço intercostal esquerdo, linha hemi-clavicular.
  • 35.
    Arritmias cardíacas • Decorrentesde um funcionamento anormal do sistema elétrico e da automaticidade do coração, refletindo distúrbios na frequência e/ou ritmo cardíaco regular • TAQUICARDIAS • BRADICARDIAS
  • 36.
    Exames Complementares parao Diagnóstico das Arritmias Eletrocardiograma Teste Ergométrico Holter
  • 37.
    Leitura e interpretaçãodo ECG • Onda P Despolarização auricular • QRS Despolarização ventricular • Segmento S-T Preparação da repolarização • Onda T Repolarização ventricular
  • 38.
    VASOS IMPORTANTES NAPRÁTICA DA ENFERMAGEM
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
  • 46.
    AÇÕES DE ENFERMAGEM PLANOASSISTENCIAL ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Instalar Acesso venoso periférico Datar acessos venosos periféricos e trocar a cada 72h. Monitorar SSVV: T, P, R , PA, glicemia, dor, SPO2 Administrar as medicações, e observar efeitos terapêuticos após 30 min. Registrar no prontuário evolução do paciente Supervisionar a equipe de enfermagem Registrar exames Realizar curativos Realizar mudança de decúbito de 2h em 2h
  • 47.
    AÇÕES DE ENFERMAGEM PLANOASSISTENCIAL ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Promover conforto ao paciente Encaminhar ao banho de aspersão, ou realizar banho no leito S/N Realizar eletrocardiograma (ECG) Monitorizar ao cardioscópio ou mutiparâmetro Manter repouso absoluto Elevar cabeceira para melhorar respiração Investigar cianoses Instalar oxigênio Coletar gasometria após solicitação
  • 48.
    AÇÕES DE ENFERMAGEM PLANOASSISTENCIAL ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Palpar pulso central Explicar ao paciente sobre cuidados Iniciar reanimação S/N Verificar termo de consentimento Ouvir atentamente relato do paciente Aplicar escala de glasgow Realizar anamnese Iniciar jejum até segunda ordem Realizar exame físico completo cefalopodálico
  • 49.
    REFERÊNCIAS BARROS, Alba LúciaBotura Leite et al. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica no adulto .2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. CAP. 09 (LEITURA COMPLEMENTAR. MARIA, Vera Lúcia Regina (coord). Exame clínico de enfermagem do adulto. São Paulo: látria, 2003