POLÍTICA NACIONAL DE
    ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO




Reunião VISA/ 2006 – Controle sanitário de alimentos
Política Nacional da Alimentação e
                        Nutrição

                                       IV – Prevenção e controle dos
                                       distúrbios nutricionais e doenças
                                       associadas à alimentação e
                                       nutrição.


I - Estímulo às ações intersetoriais   V – Promoção de práticas
com vistas ao acesso universal aos
                                       alimentares saudáveis.
alimentos.

II – Garantia da segurança e da        VI - Desenvolvimento de linhas
qualidade dos alimentos e da           de investigação.
prestação de serviços nesse
contexto.
                                         VII – Desenvolvimento        e
                                       capacitação de RH .
III – Monitoramento da situação
alimentar e nutricional do País.
Interfaces

                    PNSAN
                   CONSEA

FOME ZERO


                            POLÍTICA DE PROMOÇÃO
   POLÍTICA NACIONAL DE            DA SAÚDE
 ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO-
           PNAN
Perfil da Saúde no Brasil
Transição        Mortalidade por DCNT* supera
Epidemiológica   doenças transmissíveis
                 Dupla carga de doenças
Transição        Mudanças na alimentação e redução
Nutricional      da atividade física

Transição        Envelhecimento populacional
Demográfica      acelerado e urbanização

Globalização     Difusão rápida de hábitos e
                 padrões de comportamento
Desafios na área de alimentação e
           nutrição no SUS


                        INFECÇÕES


   OBESIDADE               DESNUTRIÇÃO
    E OUTRAS
      DCNT                DEFICIÊNCIAS
                            DE MICRO


ATENÇÃO À SAÚDE E AS FACES DA INSEGURANÇA
ALIMENTAR E NUTRICIONAL      PROMOÇÃO DA
  ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NO CURSO DA VIDA
Pactos pela vida, em defesa do SUS e de
                 Gestão
  •   Compromisso entre os gestores em torno de
      prioridades que apresentam impacto sobre a
      situação de saúde da população brasileira.

  •   Prioridades:
      1. Saúde do Idoso;
      2. Controle do câncer do colo do útero e da mama;
      3. Redução da mortalidade infantil e materna;
      4. Fortalecimento da capacidade de resposta às doenças
         emergentes e endemias, com ênfase na dengue,
         hanseníase, tuberculose, malária e influenza;
      5. Promoção da saúde; e
      6. Fortalecimento da Atenção Básica
Política de Promoção da Saúde
Portaria n.º 687, de 30/03/2006
• Objetivos:
   • Elaborar e implementar uma Política de Promoção da Saúde, de
     responsabilidade dos três gestores

   • Enfatizar a mudança de comportamento da população brasileira
     de forma a internalizar a responsabilidade individual da prática
     de atividade física regular, alimentação adequada e saudável e
     combate ao tabagismo


• Proposta em sintonia com a Estratégia Global para
  Promoção da Alimentação Saudável, Atividade Física e
  Saúde

• Prioridade 2006/2007 – Alimentação saudável
Promoção da Alimentação Saudável

                 Linhas prioritárias:
                 Rotulagem nutricional obrigatória
                 Promoção da alimentação saudável
                 nas escolas
                 Iniciativa nacional de incentivo ao
                 consumo de alimentos saudáveis com
                 ênfase a Frutas, Legumes e Verduras

  Regulamentação de alimentos: marketing e
  publicidade de alimentos
  Pacto social para redução do teor de sódio nos
  alimentos
Promoção da Alimentação Saudável nas
               Escolas
   Grupo
        de Trabalho (CGPAN, Saúde da Criança,
   CGDANT/MS, Anvisa, FNDE, MDS e UNB)
   •   Projeto Escola da ANVISA
   •Portaria       Interministerial 1010, de 08/05/2006
   •   Eixos prioritários:
         -   ações de educação alimentar e nutricional;
         -   estímulo à produção de hortas escolares;
         -implantação de boas práticas de manipulação de
         alimentos;
         -restrição ao comércio de alimentos com altos teores de
         gordura saturada, gordura trans, açúcar livre e sal;
         -incentivo ao consumo de frutas, legumes e verduras no
         ambiente escolar com ênfase na cultura local;
         -   monitoramento da situação alimentar e nutricional.
Iniciativa ao consumo de F,L&V no marco da
            biodiversidade brasileira
             •Fórum Global da OMS sobre Prevenção e Controle de Doenças
                                Não Transmissíveis.
                             Rio de Janeiro – Brasil (09/11/2002)

               •Workshop Kobe/Japão (2004) relatório sobre os dados e as
                       estratégias governamentais sobre o tema
             •Workshop Lisboa/Portugual – Promoção de FL&V nos países de
                             língua portuguesa (set 2005)
              •Congreso panamericano para consumo de frutas e verduras -
                           Mendonza/ Argentina (maio 2006)



              Ministério da Saúde
              - GT (CONSEA)
              - Apoio ao Projeto PARA da Anvisa
              -    Capacitação de profissionais de
                  saúde
              - Projeto de Promoção da Alimentação
                Saudável nas escolas
              - Campanha com materiais educativos
                – “Pratique Saúde” (Logomarca/
Regulamentação de alimentos
  Evidências sobre a formação de hábitos
alimentares; Proteção dos direitos da criança.
     RDC n.º 73, de 29/03/2005 (ANVISA)
 Institui grupo de trabalho para apresentar proposta de
 Resolução para o controle de propaganda, publicidade,
           promoção e informação de alimentos.
 Início dos trabalhos: 25/10/2005 – (Pactuação da CP)

                   Próximos passos:
                   * Fóruns da sociedade civil (CONSEA,
                   IDEC, IBASE, IBFAN,ASBRAN e SBEM)
                   * Formação de massa crítica para
                   discussão sobre o tema
                   * Participação das Entidades e demais
                   setores afetos ao tema na consulta pública
                   * Publicação da RDC
Pacto social para redução do teor de sódio nos
                   alimentos

 • Alto consumo de sódio x hipertensão (20% da população
     brasileira)
 •   Consumo médio de sal 9,6g/dia (POF 2002/2003) sem
     considerar o consumido fora de casa
 •   Guia alimentar da População Brasileira – 5g de sal/dia (1,7g
     sódio)
 •   Aumento do consumo de alimentos industrializados
 •   Grupos para monitorar: embutidos, queijo/ requeijão, pratos
     prontos (pizza e lazanha), salgadinhos, amendoim e snacks
     (POF e Informação nutricional).
 •   Pacto social com a industria x norma e/ou regulamentação para
     a redução


      Importância do monitoramento do teor
       de sódio dos alimentos processados
Pacto social para redução do teor de sódio nos
                           alimentos

Tabela 2. Estimativas de óbitos evitáveis a cada ano pela redução do consumo de sal, gorduras
saturadas e açúcar (números absolutos e percentuais do total de óbitos anuais).
 



                      Nível de redução                Causas de óbito                    Óbitos preveníveis

                                                                                         Brasil*           Inglaterra**


    Sal               1g/dia                          Doenças isquêmicas                   6.356              4.750
                                                      do coração, AVC                     (0,63%)            (0,89%)


    Gorduras          1% na participação no           Doenças isquêmicas                    180                600
    saturadas         total de calorias               do coração                          (0,02%)            (0,11%)



    Açúcar            1% na participação no           Todas as causas, via                  708                750
                      total de calorias               redução da obesidade                (0,07%)            (0,14%)




    ** - UK White Paper: Choosing Health: Making healthy choices easier. Department of Health/UK (2004).
Política de Atenção Básica
•    Portaria n.º 648, DE 28/03/2006
•    Áreas estratégicas:
    1. Eliminação da hanseníase;
    2. Controle da tuberculose;
    3. Controle da hipertensão arterial;
    4. Controle da Diabetes Mellitus;
    5. Eliminação da desnutrição infantil;
    6. Saúde da Criança, da Mulher, do idoso e
       Saúde Bucal; e
    5. Promoção da saúde.
Programas de controle e prevenção das
          deficiências de micronutrientes
Protocolo de Atenção à Crianças com Desnutrição
     Nível hospitalar: implantação do Manual para Tratamento da
      Criança com Desnutrição Grave em nível Hospitalar
     Nível ambulatorial, da atenção básica, comunitário e familiar:
      elaboração de materiais


Carências nutricionais:
     Hipovitaminose A
     Anemia por deficiência de ferro
     Distúrbios por deficiência de iodo
Medidas de intervenção para a anemia
                por deficiência de ferro
                                Prevalência:
       Fortificação
     das farinhas de            • Criança - 40 a 50%
      trigo e milho             • Gestantes - 30 a 40%
                                • Estudo nacional PNDS/
                                   2006
Estudo UFPEL
Importância do     IDENTIFICAR GRUPOS
monitoramento          ESPECÍFICOS
 da fortificação



     Suplementação                      Educação
     medicamentosa                      Nutricional

                                          16
Medidas de intervenção para os DDI
* Fortificação universal do sal para consumo humano desde 1953
* Prevalência de bócio – 1,4% (aceitável)
* Compromisso com a OMS – monitoramento na população (a cada três anos)
* Ações do Ministério da Saúde:
     • Monitoramento para fortificação com segurança – deficiência x excesso
         (Thyromobil)
     • Atualização dos parâmetros legais para iodação do sal p/ consumo
         humano (RDC nº 130, de 26/05/2003 – adequação na faixa de iodação:
         20 a 60 ppm de iodato de potássio
     • Comissão - portaria Nº/GM 520 de 6 de abril de 2005
     • Pró-Iodo (Portaria MS n.º 2.362, de 1º de dezembro de 2005):
            Norma técnica e operacional e materiais educativos aos profissionais
             de saúde;
            Monitoramento:
                impacto da iodação do sal na população (iodúria em escolares) a
                 cada três anos – Pesquisas (PNAISAL: atualização dos parâmetros
               de iodação do sal; certificação da eliminação virtual dos DDI e
               apresentação dos resultados na AMS/OMS – 2007 e PNDS: qualitativa)
              Monitoramento do teor de iodo no sal para consumo humano
               pela ANVISA – indústria salineiras (sustentabilidade do Programa
               – recrudescimento)
Obrigada pela atenção!



 Patrícia Chaves Gentil
  cgpan@saude.gov.br
  Fone: 61 3448-8040
www.saude.gov.br/nutricao

Alimentos pnam (1)

  • 1.
    POLÍTICA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Reunião VISA/ 2006 – Controle sanitário de alimentos
  • 2.
    Política Nacional daAlimentação e Nutrição IV – Prevenção e controle dos distúrbios nutricionais e doenças associadas à alimentação e nutrição. I - Estímulo às ações intersetoriais V – Promoção de práticas com vistas ao acesso universal aos alimentares saudáveis. alimentos. II – Garantia da segurança e da VI - Desenvolvimento de linhas qualidade dos alimentos e da de investigação. prestação de serviços nesse contexto. VII – Desenvolvimento e capacitação de RH . III – Monitoramento da situação alimentar e nutricional do País.
  • 3.
    Interfaces PNSAN CONSEA FOME ZERO POLÍTICA DE PROMOÇÃO POLÍTICA NACIONAL DE DA SAÚDE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO- PNAN
  • 4.
    Perfil da Saúdeno Brasil Transição Mortalidade por DCNT* supera Epidemiológica doenças transmissíveis Dupla carga de doenças Transição Mudanças na alimentação e redução Nutricional da atividade física Transição Envelhecimento populacional Demográfica acelerado e urbanização Globalização Difusão rápida de hábitos e padrões de comportamento
  • 5.
    Desafios na áreade alimentação e nutrição no SUS INFECÇÕES OBESIDADE DESNUTRIÇÃO E OUTRAS DCNT DEFICIÊNCIAS DE MICRO ATENÇÃO À SAÚDE E AS FACES DA INSEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL PROMOÇÃO DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL NO CURSO DA VIDA
  • 6.
    Pactos pela vida,em defesa do SUS e de Gestão • Compromisso entre os gestores em torno de prioridades que apresentam impacto sobre a situação de saúde da população brasileira. • Prioridades: 1. Saúde do Idoso; 2. Controle do câncer do colo do útero e da mama; 3. Redução da mortalidade infantil e materna; 4. Fortalecimento da capacidade de resposta às doenças emergentes e endemias, com ênfase na dengue, hanseníase, tuberculose, malária e influenza; 5. Promoção da saúde; e 6. Fortalecimento da Atenção Básica
  • 7.
    Política de Promoçãoda Saúde Portaria n.º 687, de 30/03/2006 • Objetivos: • Elaborar e implementar uma Política de Promoção da Saúde, de responsabilidade dos três gestores • Enfatizar a mudança de comportamento da população brasileira de forma a internalizar a responsabilidade individual da prática de atividade física regular, alimentação adequada e saudável e combate ao tabagismo • Proposta em sintonia com a Estratégia Global para Promoção da Alimentação Saudável, Atividade Física e Saúde • Prioridade 2006/2007 – Alimentação saudável
  • 8.
    Promoção da AlimentaçãoSaudável Linhas prioritárias: Rotulagem nutricional obrigatória Promoção da alimentação saudável nas escolas Iniciativa nacional de incentivo ao consumo de alimentos saudáveis com ênfase a Frutas, Legumes e Verduras Regulamentação de alimentos: marketing e publicidade de alimentos Pacto social para redução do teor de sódio nos alimentos
  • 9.
    Promoção da AlimentaçãoSaudável nas Escolas Grupo de Trabalho (CGPAN, Saúde da Criança, CGDANT/MS, Anvisa, FNDE, MDS e UNB) • Projeto Escola da ANVISA •Portaria Interministerial 1010, de 08/05/2006 • Eixos prioritários: - ações de educação alimentar e nutricional; - estímulo à produção de hortas escolares; -implantação de boas práticas de manipulação de alimentos; -restrição ao comércio de alimentos com altos teores de gordura saturada, gordura trans, açúcar livre e sal; -incentivo ao consumo de frutas, legumes e verduras no ambiente escolar com ênfase na cultura local; - monitoramento da situação alimentar e nutricional.
  • 10.
    Iniciativa ao consumode F,L&V no marco da biodiversidade brasileira •Fórum Global da OMS sobre Prevenção e Controle de Doenças Não Transmissíveis. Rio de Janeiro – Brasil (09/11/2002) •Workshop Kobe/Japão (2004) relatório sobre os dados e as estratégias governamentais sobre o tema •Workshop Lisboa/Portugual – Promoção de FL&V nos países de língua portuguesa (set 2005) •Congreso panamericano para consumo de frutas e verduras - Mendonza/ Argentina (maio 2006) Ministério da Saúde - GT (CONSEA) - Apoio ao Projeto PARA da Anvisa - Capacitação de profissionais de saúde - Projeto de Promoção da Alimentação Saudável nas escolas - Campanha com materiais educativos – “Pratique Saúde” (Logomarca/
  • 11.
    Regulamentação de alimentos Evidências sobre a formação de hábitos alimentares; Proteção dos direitos da criança. RDC n.º 73, de 29/03/2005 (ANVISA) Institui grupo de trabalho para apresentar proposta de Resolução para o controle de propaganda, publicidade, promoção e informação de alimentos. Início dos trabalhos: 25/10/2005 – (Pactuação da CP) Próximos passos: * Fóruns da sociedade civil (CONSEA, IDEC, IBASE, IBFAN,ASBRAN e SBEM) * Formação de massa crítica para discussão sobre o tema * Participação das Entidades e demais setores afetos ao tema na consulta pública * Publicação da RDC
  • 12.
    Pacto social pararedução do teor de sódio nos alimentos • Alto consumo de sódio x hipertensão (20% da população brasileira) • Consumo médio de sal 9,6g/dia (POF 2002/2003) sem considerar o consumido fora de casa • Guia alimentar da População Brasileira – 5g de sal/dia (1,7g sódio) • Aumento do consumo de alimentos industrializados • Grupos para monitorar: embutidos, queijo/ requeijão, pratos prontos (pizza e lazanha), salgadinhos, amendoim e snacks (POF e Informação nutricional). • Pacto social com a industria x norma e/ou regulamentação para a redução Importância do monitoramento do teor de sódio dos alimentos processados
  • 13.
    Pacto social pararedução do teor de sódio nos alimentos Tabela 2. Estimativas de óbitos evitáveis a cada ano pela redução do consumo de sal, gorduras saturadas e açúcar (números absolutos e percentuais do total de óbitos anuais).     Nível de redução Causas de óbito Óbitos preveníveis Brasil* Inglaterra** Sal 1g/dia Doenças isquêmicas 6.356 4.750 do coração, AVC (0,63%) (0,89%) Gorduras 1% na participação no Doenças isquêmicas 180 600 saturadas total de calorias do coração (0,02%) (0,11%) Açúcar 1% na participação no Todas as causas, via 708 750 total de calorias redução da obesidade (0,07%) (0,14%) ** - UK White Paper: Choosing Health: Making healthy choices easier. Department of Health/UK (2004).
  • 14.
    Política de AtençãoBásica • Portaria n.º 648, DE 28/03/2006 • Áreas estratégicas: 1. Eliminação da hanseníase; 2. Controle da tuberculose; 3. Controle da hipertensão arterial; 4. Controle da Diabetes Mellitus; 5. Eliminação da desnutrição infantil; 6. Saúde da Criança, da Mulher, do idoso e Saúde Bucal; e 5. Promoção da saúde.
  • 15.
    Programas de controlee prevenção das deficiências de micronutrientes Protocolo de Atenção à Crianças com Desnutrição  Nível hospitalar: implantação do Manual para Tratamento da Criança com Desnutrição Grave em nível Hospitalar  Nível ambulatorial, da atenção básica, comunitário e familiar: elaboração de materiais Carências nutricionais:  Hipovitaminose A  Anemia por deficiência de ferro  Distúrbios por deficiência de iodo
  • 16.
    Medidas de intervençãopara a anemia por deficiência de ferro Prevalência: Fortificação das farinhas de • Criança - 40 a 50% trigo e milho • Gestantes - 30 a 40% • Estudo nacional PNDS/ 2006 Estudo UFPEL Importância do IDENTIFICAR GRUPOS monitoramento ESPECÍFICOS da fortificação Suplementação Educação medicamentosa Nutricional 16
  • 17.
    Medidas de intervençãopara os DDI * Fortificação universal do sal para consumo humano desde 1953 * Prevalência de bócio – 1,4% (aceitável) * Compromisso com a OMS – monitoramento na população (a cada três anos) * Ações do Ministério da Saúde: • Monitoramento para fortificação com segurança – deficiência x excesso (Thyromobil) • Atualização dos parâmetros legais para iodação do sal p/ consumo humano (RDC nº 130, de 26/05/2003 – adequação na faixa de iodação: 20 a 60 ppm de iodato de potássio • Comissão - portaria Nº/GM 520 de 6 de abril de 2005 • Pró-Iodo (Portaria MS n.º 2.362, de 1º de dezembro de 2005):  Norma técnica e operacional e materiais educativos aos profissionais de saúde;  Monitoramento:  impacto da iodação do sal na população (iodúria em escolares) a cada três anos – Pesquisas (PNAISAL: atualização dos parâmetros de iodação do sal; certificação da eliminação virtual dos DDI e apresentação dos resultados na AMS/OMS – 2007 e PNDS: qualitativa)  Monitoramento do teor de iodo no sal para consumo humano pela ANVISA – indústria salineiras (sustentabilidade do Programa – recrudescimento)
  • 18.
    Obrigada pela atenção! Patrícia Chaves Gentil cgpan@saude.gov.br Fone: 61 3448-8040 www.saude.gov.br/nutricao