O documento discute as origens pagãs e não-bíblicas da festa do Natal. Afirma que a data de 25 de dezembro foi escolhida pela Igreja Católica para substituir festivais pagãos e que a figura do Papai Noel surgiu de tradições associadas ao deus Nimrod na Babilônia antiga. Conclui que a Bíblia não manda comemorar o nascimento de Jesus e que os cristãos não devem observar o Natal.