O documento discute como o silêncio pode ser uma forma de alienação parental, ao desvalorizar o outro genitor na vida da criança. A alienação parental pode começar durante a união do casal, por meio de informações errôneas passadas à criança. O silêncio e a omissão de informações sobre o outro genitor também podem alimentar o processo de afastamento da criança, pois depende da aprovação do genitor guardião.