wwwbiogeo10.te.pt
Ana Luísa Ferreira
Fernando Antunes Bação
Maria João Jacinto
Paula Almeida Silva
BIOLOGIA e GEOLOGIA
© Texto | BIOGEO 10
ÍNDICE
Apresentação do projeto 2
Gestão curricular 5
Planificações 5
Planificação anual 7
Planificação a médio prazo 11
Planos de aula (versão de demonstração) 33
Materiais para avaliação 49
Teste de avaliação diagnóstica 49
Testes de avaliação 55
Prova global 115
Questões de aula 127
Testes práticos 151
Rubricas avaliação 175
Propostas de solução 185
Materiais complementares 195
Atividades práticas 195
Atividades de laboratório 217
Saídas de campo 249
Dinâmicas de grupo 271
Domínios de Autonomia Curricular (DAC) 283
Fichas de recuperação 289
Propostas de solução 321
Ensino digital 329
Ensino Digital 329
Roteiro Aula Digital 341
Guião de exploração de recursos digitais 357
Apps úteis no ensino de Biologia e Geologia 379
Atividades Kahoot 387
Arquivo de materiais 423
2 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
BIOGEO 10 é um projeto atual, apelativo e facilita a transição gradual entre ciclos de ensino. Encontra-se
alinhado com as Aprendizagens Essenciais, com o Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória e com
os requisitos do Exame Nacional de Biologia e Geologia. É adaptável a diversas metodologias de ensino.
Inclui:
Para o Aluno Para o Professor
Manual do Aluno (em 2 volumes)
Caderno de Exercícios
Recursos Digitais
Manual do Professor (em 2 volumes)
Caderno de Exercícios do Professor
Dossiê do Professor
Recursos Digitais
O Manual BIOGEO 10 organiza-se em seis domínios, dois no volume de Geologia e quatro no volume de
Biologia.
O Caderno de Exercícios BIOGEO 10 destina-se a apoiar a consolidação de aprendizagens, contribuindo para
a preparação para os momentos de avaliação. Disponibiliza ao Aluno soluções detalhadas e explicadas de
todos os exercícios. Na versão exclusiva do Professor, este caderno apresenta soluções na margem lateral.
O Dossiê do Professor BIOGEO 10 fornece um vasto leque de recursos complementares para apoiar os
professores que usam o projeto, destacando-se: planificações, recursos para os momentos de avaliação
(testes, questões de aula, testes práticos, rubricas de avaliação), materiais complementares (atividades
práticas, atividades laboratoriais, saídas de campo, dinâmicas de grupo, fichas de recuperação e propostas
de DAC) e vários documentos de apoio ao ensino digital.
Cumprimento das Aprendizagens Essenciais
O Manual BIOGEO 10 aborda de forma contextualizada, sistemática e detalhada todos os conceitos-chave
previstos nas Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia, 10.o
ano.
A aprendizagem é proporcionada ao longo do texto didático, que é claro e rigoroso, apoiando-se também em
infografias e imagens reais, mas também nas diversas propostas de exercícios que promovem a compreensão
a par e passo com o desenvolvimento de conteúdos.
Ao longo das unidades do Manual disponibilizam-se inúmeras situações de verificação das aprendizagens,
que culminam, no final de cada unidade, com os exercícios de integração alinhados com os níveis de exigência
do Exame Nacional.
Apresentação do projeto
BIOGEO 10
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 3
Contributo para o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória
O Manual BIOGEO 10 contribui para o desenvolvimento de competências previstas no Perfil dos Alunos, em
particular o raciocínio e a resolução de problemas, o saber científico, técnico e tecnológico, entre outras,
a par com as competências concetuais, procedimentais e investigativas da disciplina, através de exercícios e
atividades, e nas diversas situações contempladas na rubrica «Explorar +» de final de unidade (atividades de
ampliação, atividades práticas, atividades de laboratório, saídas de campo, etc.).
Versatilidade e flexibilidade
O Manual BIOGEO 10 apresenta-se em dois volumes (Geologia e Biologia), podendo o Professor decidir por
qual inicia. Concentra as atividades mais abrangentes e complexas no final das unidades, pelo que:
• o Professor pode decidir em que momento se devem realizar (previamente, durante ou após a abordagem
de um conteúdo);
• garante ao Aluno um texto didático fluido, completo e consistente, sem interrupções, facilitando o seu
estudo autónomo.
Inclusão
No Projeto BIOGEO 10 aposta-se na diversidade de opções de ensino e aprendizagem. Os exercícios do
Manual e do Caderno de Exercícios são variados, com questões de resposta direta e fechada, e outros mais
abrangentes e desafiantes, permitindo um trabalho diferenciado e adaptável a diferentes ritmos de
aprendizagem dos Alunos.
No Dossiê do Professor, as fichas de recuperação apresentam propostas alternativas, e as dinâmicas de grupo
promovem a inclusão.

Interdisciplinaridade
Ao longo do Manual BIOGEO 10, na rubrica «Conexões», destacam-se ligações com outros conteúdos da
disciplina ou de outras disciplinas.
As propostas DAC no Dossiê do Professor também apresentam sugestões de articulação interdisciplinar.
Cidadania
As atividades propostas ao longo do Manual BIOGEO 10, em concreto nas rubricas «Cidadania» e
«Explorar +», permitem abordar tópicos de Educação para a Cidadania de forma contextualizada e articuladas
com os conteúdos da disciplina.
Recursos digitais
Existe um vasto conjunto de recursos digitais, que estão em articulação com o Manual e que contribuem para
o desenvolvimento de competências conceptuais e digitais: Animações, Atividades interativas, Simuladores,
Vídeos, Podcasts, Sínteses, Apresentações, Quizzes, Kahoots, Simulador de Exame, entre outros.
Biologia e Geologia
1O.O
Ano
Gestão
Curricular
Gestão Curricular
• Planificação anual
• Planificação a médio prazo
• Planos de aula
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 5
Enquadramento
Apresenta-se, de seguida, uma proposta de planificação anual, de planificação a médio prazo e de
planos de aula, para a disciplina de Biologia e Geologia de 10.o
ano, de acordo com as
Aprendizagens Essenciais. Contemplam-se 105 aulas (ou 210 tempos letivos, considerando dois
blocos de aulas de 90/100 minutos e um bloco de 135/150 minutos, consoante sejam tempos
letivos de 45 minutos ou de 50 minutos, durante 34 semanas de aulas). Estas propostas poderão
ser adaptadas à realidade de cada escola/agrupamento.
A Biologia e Geologia é uma disciplina bienal (10.o
e 11.o
anos) do Curso Científico-Humanístico de
Ciências e Tecnologias. Visa, numa perspetiva de formação científica, expandir conhecimentos e
competências dos alunos nestas áreas do saber.
A concretização das Aprendizagens Essenciais (AE) supõe um tempo de lecionação equivalente
para cada uma das componentes disciplinares, assim como a integração obrigatória das suas
dimensões teórica e prático-experimental.
As Aprendizagens Essenciais Transversais (AET) devem ser entendidas como orientadoras dos
processos de tomada de decisão didática, necessários à concretização das Aprendizagens Essenciais
elencadas por Domínio (AED). A concretização das AET exige permanente atenção às características
dos alunos e dos contextos que influenciam, em cada momento, os processos de ensino,
aprendizagem e avaliação, razão pela qual apenas alguns exemplos se encontram concretizados em
descritores das AED. A dimensão interdisciplinar afigura-se essencial para a concretização das AED
desta disciplina, pois permite rentabilizar a exploração de contextos de aprendizagem e exige a
concertação de decisões educativas.
Aprendizagens essenciais transversais
• Pesquisar e sistematizar informações, integrando saberes prévios, para construir novos
conhecimentos.
• Explorar acontecimentos, atuais ou históricos, que documentem a natureza do conhecimento
científico.
• Interpretar estudos experimentais com dispositivos de controlo e variáveis controladas,
dependentes e independentes.
• Realizar atividades em ambientes exteriores à sala de aula articuladas com outras atividades
práticas.
• Formular e comunicar opiniões críticas, cientificamente fundamentadas e relacionadas com
Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente (CTSA).
• Articular conhecimentos de diferentes disciplinas para aprofundar tópicos de Biologia e de
Geologia.
Fonte: Direção-Geral da Educação, Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia, 10.o ano
(homologação em 31/08/2018)
Planificações
Biologia e Geologia 10.o
ano
6 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), homologado pelo Despacho
n.o
6478/2017, 26 de julho, afirma-se como referencial para as decisões a adotar pelos atores
educativos, quer dos estabelecimentos de educação e ensino quer dos organismos responsáveis
pelas políticas educativas, constituindo-se como matriz comum para todas as escolas e ofertas
educativas no âmbito da escolaridade obrigatória, designadamente a nível curricular, no
planeamento, na realização e na avaliação interna e externa do ensino e da aprendizagem.
Áreas de Competências do Perfil dos Alunos
A – Linguagens e textos
B – Informação e comunicação
C – Raciocínio e resolução de problemas
D – Pensamento crítico e pensamento criativo
E – Relacionamento interpessoal
F – Desenvolvimento pessoal e autonomia
G – Bem-estar, saúde e ambiente
H – Sensibilidade estética e artística
I – Saber científico, técnico e tecnológico
J – Consciência e domínio do corpo
Fonte: Direção-Geral da Educação, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória
(homologação em 26/07/2017)
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 7
Unidades Aprendizagens Essenciais por Domínio (AED)
Número de
tempos letivos
(45/50 min)
Domínio 1 – Geologia e métodos
1.1 Subsistemas
terrestres
• Interpretar situações identificando exemplos de interações entre os
subsistemas terrestres (atmosfera, biosfera, geosfera e hidrosfera).
10
1.2 Ciclo
das rochas
• Explicar o ciclo litológico com base nos processos de génese e
características dos vários tipos de rochas, selecionando exemplos que
possam ser observados em amostras de mão no laboratório e/ou campo.
20
1.3 Princípios de
raciocínio
geológico. Idade
da Terra
• Utilizar princípios de raciocínio geológico (atualismo, catastrofismo e
uniformitarismo) na interpretação de evidências de factos da história da
Terra (sequências estratigráficas, fósseis, tipos de rochas e formas de
relevo.
• Distinguir processos de datação relativa de absoluta/radiométrica,
identificando exemplos das suas potencialidades e limitações como
métodos de investigação em Geologia.
• Relacionar a construção da escala do tempo geológico com factos
biológicos e geológicos da história da Terra.
14
1.4 O mobilismo
geológico e a
Teoria da
Tectónica de
Placas
• Interpretar evidências de mobilismo geológico com base na Teoria da
Tectónica de Placas (placa litosférica, limites divergentes, convergentes e
transformantes/conservativos, rifte e zona de subducção, dorsais e
fossas oceânicas.
16
Total do Domínio 1: 60
Domínio 2 – Estrutura e dinâmica da geosfera
2.1 Vulcanismo • Relacionar composição de lavas (ácidas, intermédias e básicas), tipo de
atividade vulcânica (explosiva, mista e efusiva), materiais expelidos e
forma de edifícios vulcânicos, em situações concretas/reais.
• Explicar (ou prever) características de magmas e de atividade vulcânica
ativa com base na Teoria da Tectónica de Placas.
• Distinguir vulcanismo ativo de inativo, justificando a sua importância
para o estudo da história da Terra.
• Localizar evidências de atividade vulcânica em Portugal e os seus
impactes socioeconómicos (aproveitamento geotérmico, turístico e
arquitetónico).
• Planificar e realizar atividades laboratoriais de simulação de aspetos de
atividade vulcânica, identificando analogias e diferenças de escalas
(temporal e espacial) entre os modelos e os processos geológicos.
20
2.2 Sismologia • Caracterizar as ondas sísmicas (longitudinais, transversais e superficiais)
quanto à origem, forma de propagação, efeitos e registo.
• Interpretar dados de propagação de ondas sísmicas prevendo a
localização de descontinuidades (Mohorovicic, Gutenberg e Lehmann).
• Relacionar a existência de zonas de sombra com as características da
Terra e das ondas sísmicas.
• Determinar graficamente o epicentro de sismos, recorrendo a
sismogramas simplificados.
• Usar a Teoria da Tectónica de Placas para analisar dados de vulcanismo e
sismicidade em Portugal e no planeta Terra, relacionando-a com a
prevenção de riscos geológicos.
12
2.3 Estrutura
interna da Terra
• Discutir potencialidades e limitações dos métodos diretos e indiretos,
geomagnetismo e geotermia (grau e gradiente geotérmicos e fluxo
térmico) no estudo da estrutura interna da Terra.
• Interpretar modelos de estrutura interna da Terra com base em critérios
composicionais (crosta continental e oceânica, manto e núcleo) e
critérios físicos (litosfera, astenosfera, mesosfera, núcleo interno e
externo).
• Relacionar as propriedades da astenosfera com a dinâmica da litosfera
(movimentos horizontais e verticais) e tectónica de placas.
8
Total do Domínio 2: 40
Planificação anual
Biologia e Geologia 10.o
ano
8 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Unidades Aprendizagens Essenciais por Domínio (AED)
Número de
tempos letivos
(45/50 min)
Domínio 3 – Biodiversidade
3.1 Diversidade e
organização
biológica
• Relacionar a diversidade biológica com intervenções antrópicas que
podem interferir na dinâmica dos ecossistemas (interações
bióticas/abióticas, extinção e conservação de espécies).
• Sistematizar conhecimentos de hierarquia biológica (comunidade,
população, organismo, sistemas e órgãos) e estrutura dos ecossistemas
(produtores, consumidores, decompositores) com base em dados
recolhidos em suportes/ambientes diversificados (bibliografia, vídeos,
jardins, parques naturais, museus).
6
3.2 Células e
biomoléculas
• Distinguir tipos de células com base em aspetos de ultraestrutura e
dimensão: células procarióticas/eucarióticas (membrana plasmática,
citoplasma, organelos membranares, núcleo); células animais/vegetais
(parede celulósica, vacúolo hídrico, cloroplasto).
• Caracterizar biomoléculas (prótidos, glícidos, lípidos, ácidos nucleicos)
com base em aspetos químicos e funcionais (nomeadamente a função
enzimática das proteínas), mobilizando conhecimentos de Química
(grupos funcionais, nomenclatura).
• Observar células e/ou tecidos (animais/vegetais) ao microscópio, tendo
em vista a sua caracterização e comparação.
10
Total do Domínio 3: 16
Domínio 4 – Obtenção de matéria
4.1 Obtenção de
matéria pelos
seres vivos
heterotróficos
• Distinguir ingestão de digestão (intracelular e extracelular) e de absorção
em seres vivos heterotróficos com diferente grau de complexidade
(bactérias, fungos, protozoários, invertebrados, vertebrados).
• Interpretar o modelo de membrana celular (mosaico fluido) com base na
organização e características das biomoléculas constituintes.
• Relacionar processos transmembranares (ativos e passivos) com
requisitos de obtenção de matéria e de integridade celular.
• Planificar e realizar atividades laboratoriais/ experimentais sobre
difusão/ osmose, problematizando, formulando hipóteses e avaliando
criticamente procedimentos e resultados.
• Integrar processos transmembranares e funções de organelos celulares
(retículo endoplasmático, complexo de Golgi, lisossoma, vacúolo
digestivo) para explicar processos fisiológicos.
• Aplicar conceitos de transporte transmembranar (transporte ativo,
difusão, exocitose e endocitose) para explicar a propagação do impulso
nervoso ao longo do neurónio e na sinapse.
16
4.2 Obtenção de
matéria pelos
seres vivos
autotróficos
• Interpretar dados experimentais sobre fotossíntese (espetro de absorção
dos pigmentos, balanço dos produtos das fases química e fotoquímica),
mobilizando conhecimentos de Química (energia dos eletrões nos
átomos, processos exoenergéticos e endoenergéticos).
10
Total do Domínio 4: 26
Domínio 5 – Distribuição de matéria
5.1 Distribuição
de matéria nas
plantas
• Interpretar dados experimentais sobre mecanismos de transporte em
xilema e floema.
• Explicar movimentos de fluidos nas plantas vasculares com base em
modelos (pressão radicular; adesão-coesão-tensão; fluxo de massa),
integrando aspetos funcionais e estruturais.
• Planificar e executar atividades laboratoriais/ experimentais relativas ao
transporte nas plantas, problematizando, formulando hipóteses e
avaliando criticamente procedimentos e resultados.
8
5.2 Transporte
nos animais
• Relacionar características estruturais e funcionais de diferentes sistemas
de transporte (sistemas abertos e fechados; circulação simples/ dupla
incompleta/ completa) de animais (inseto, anelídeo, peixe, anfíbio, ave,
mamífero) com o seu grau de complexidade e adaptação às condições do
meio em que vivem.
• Interpretar dados sobre composição de fluidos circulantes (sangue e linfa
dos mamíferos) e sua função de transporte.
16
Total do Domínio 5: 24
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 9
Unidades Aprendizagens Essenciais por Domínio (AED)
Número de
tempos letivos
(45/50 min)
Domínio 6 – Transformação e utilização de energia pelos seres vivos
6.1 Obtenção de
energia
• Interpretar dados experimentais relativos a fermentação (alcoólica,
lática) e respiração aeróbia (balanço energético, natureza dos produtos
finais, equação geral e glicólise como etapa comum), mobilizando
conhecimentos de Química (processos exoenergéticos e
endoenergéticos).
• Relacionar a ultraestrutura de células procarióticas e eucarióticas
mitocôndria) com as etapas da fermentação e respiração.
• Planificar e realizar atividades laboratoriais/ experimentais sobre
metabolismo (fabrico de pão ou bebidas fermentadas por leveduras),
problematizando, formulando hipóteses e avaliando criticamente
procedimentos e resultados.
28
6.2 Trocas
gasosas
• Interpretar dados experimentais sobre mecanismos de abertura e fecho
de estomas e de regulação de trocas gasosas com o meio externo.
• Observar estomas, realizando procedimentos laboratoriais e registos
legendados das observações efetuadas.
• Relacionar a diversidade de estruturas respiratórias (tegumento,
traqueias, brânquias, pulmões) dos animais (inseto, anelídeo, peixe,
anfíbio, ave, mamífero) com o seu grau de complexidade e adaptação às
condições do meio em que vivem.
16
Total do Domínio 6: 44
TOTAL: 210
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 11
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
GEOLOGIA
Domínio
1
–
Geologia
e
métodos
1.1
Subsistemas
terrestres
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Interpretar
situações
identificando
exemplos
de
interações
entre
os
subsistemas
terrestres
(atmosfera,
biosfera,
geosfera
e
hidrosfera).
•
Dinamização
da
abertura
de
unidade
«Porque
se
extinguiu
o
maior
tubarão
de
todos
os
tempos?».
•
Realização
do
Kahoot
1.1.
•
Exploração
da
apresentação
«Componentes
do
sistema
Terra».
•
Exploração
do
manual
–
páginas
8
a
25.
•
Dinamização
da
atividade
«Cidadania»
em
pequenos
grupos
(3
ou
4
elementos)
–
página
11.
•
Exploração
da
animação
«Interações
nos
subsistemas
terrestres»
e
da
atividade
interativa:
«Subsistemas
terrestres».
•
Dinamização
do
quiz
«Terra
e
os
subsistemas
em
interação».
•
Exploração
dos
estudos
de
caso,
em
trabalho
de
pares
–
páginas
18
a
20.
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
21.
•
Explorar
+
:
«Refugiados
climáticos»
–
Trabalho
em
pequenos
grupos
(3
ou
4
elementos)
–
página
22.
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
24
e
25.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
–
Caderno
de
Exercícios
–
páginas
4
e
5.
•
Realização
da
saída
de
campo
«Conectar
as
esferas»
(Dossiê
do
Professor).
•
Sistematização
da
informação
e
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/
Culto/Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico
/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença
/do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/
Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
•
Estudos
de
caso
•
Explorar
+:
«Refugiados
climáticos»
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
1.1
Dossiê
do
Professor
•
Saída
de
Campo
«Conectar
as
esferas»
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Kahoot
1.1
•
Atividade
interativa
«Subsistemas
terrestres»
•
Apresentação
«Componentes
do
sistema
Terra»
•
Animação:
«Interações
entre
os
subsistemas
terrestres»
•
Quiz
«Terra
e
os
subsistemas
em
interação»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências:
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
1.1
•
Teste
interativo
«Os
subsistemas
terrestres»
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
10
12 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Domínio
1
–
Geologia
e
métodos
1.2
Ciclo
das
rochas
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Explicar
o
ciclo
litológico
com
base
nos
processos
de
génese
e
características
dos
vários
tipos
de
rochas,
selecionando
exemplos
que
possam
ser
observados
em
amostras
de
mão
no
laboratório
e/ou
no
campo.
•
Dinamização
da
abertura
de
unidade
«Como
é
que
um
rio
contribui
para
a
transformação
das
rochas?».
•
Realização
do
Kahoot
1.2.
•
Exploração
da
apresentação
«Ciclo
das
Rochas».
•
Exploração
do
Manual
–
páginas
26
a
45.
•
Resolução
de
atividades
do
Manual.
•
Construção
da
tabela
comparativa
das
rochas
sedimentares
–
página
31.
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Ciclo
das
rochas».
•
Exploração
da
animação
«Ciclo
das
rochas».
•
Dinamização
do
quiz
«Ciclo
das
rochas».
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
37.
•
Realização
da
atividade
prática
–
«Observação
e
identificação
de
rochas
em
amostras
de
mão»
–
página
38.
•
Visionamento
do
vídeo
laboratorial
–
consolidação
da
atividade
prática.
•
Elaboração
de
um
mapa
de
conceitos,
a
partir
da
síntese
da
página
41.
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
24
e
25.
•
Dinamização
da
atividade
de
pesquisa
«Rochas
predominantes
de
uma
região»
–
página
40.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
1.2
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/Culto/
Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico
/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença
/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
•
Atividade
prática
•
Explorar
+
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
1.2
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
«Saída
de
campo
a
Sintra»
•
Kahoot
1.2
•
Atividade
interativa
«Ciclo
das
rochas»
•
Apresentação
«Ciclo
das
rochas»
•
Animação
«Ciclo
das
rochas»
•
Quiz
«Ciclo
litológico»
•
Vídeo
laboratorial
«Observação
e
identificação
de
rochas
em
amostras
de
mão»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências:
•
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
1.2
•
Teste
interativo
«Ciclo
das
rochas»
•
Dossiê
do
Professor
–
Questão
de
aula
1
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
20
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 13
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Domínio
1
–
Geologia
e
métodos
1.3
Princípios
de
raciocínio
geológico.
Idade
e
história
da
Terra
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Utilizar
princípios
de
raciocínio
geológico
(atualismo,
catastrofismo
e
uniformitarismo)
na
interpretação
de
evidências
de
factos
da
história
da
Terra
(sequências
estratigráficas,
fósseis,
tipos
de
rochas
e
formas
de
relevo).
•
Apresentação
da
abertura
de
unidade
«Os
fósseis
dos
crocodilos
portugueses
contam
histórias?».
•
Realização
do
Kahoot
1.3.
•
Exploração
da
apresentação
«Princípios
do
raciocínio
geológico.
A
idade
e
história
da
Terra».
•
Exploração
do
Manual
–
páginas
48
a
73.
•
Exploração
da
animação
«Princípios
do
raciocínio
geológico».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Princípios
do
raciocínio
geológico».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Sequências
estratigráficas».
•
Dinamização
do
quiz
«Princípios
geológicos
e
tempo
geológico».
•
Conhecedor/Sabedor/
Culto/Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico
/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença
/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
•
Atividade
prática
•
Explorar
+
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
1.3
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Kahoot
1.3
•
Apresentação
«Princípios
do
raciocínio
geológico.
A
idade
e
história
da
Terra»
•
Animação
«Princípios
do
raciocínio
geológico»
•
Atividade
interativa
«Princípios
do
raciocínio
geológico»
•
Atividade
interativa
«Sequências
estratigráficas»
•
Quiz
«Princípios
geológicos
e
tempo
geológico»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências:
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
1.3
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
14
14 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Domínio
1
–
Geologia
e
métodos
1.3
Princípios
de
raciocínio
geológico.
Idade
e
história
da
Terra
(continuação)
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Distinguir
processos
de
datação
relativa
de
absoluta/
radiométrica,
identificando
exemplos
das
suas
potencialidades
e
limitações
como
métodos
de
investigação
em
Geologia.
•
Relacionar
a
construção
da
escala
do
tempo
geológico
com
factos
biológicos
e
geológicos
da
história
da
Terra
•
Exploração
da
apresentação
«Princípios
do
raciocínio
geológico.
A
idade
e
história
da
Terra».
•
Exploração
do
Manual
–
páginas
48
a
73.
•
Exploração
da
animação
«Datação
radiométrica
(cálculo)».
•
Dinamização
do
quiz
«História
da
Terra».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«A
história
da
Terra».
•
Dinamização
do
quiz
«Escala
do
tempo
geológico»
•
Explorar
+:
«Mineral
com
4,4
mil
milhões
de
anos
é
o
mais
antigo
pedaço
de
crosta
da
Terra».
•
Explorar
+:
«Nicolau
Steno,
um
homem
da
ciência
e
da
fé».
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
66.
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
70
a
73.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
1.3
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/Culto
/Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Explorar
+:
Atividade
de
ampliação
«Mineral
com
4,4
mil
milhões
de
anos
é
o
mais
antigo
pedaço
de
crosta
da
Terra»
•
Explorar
+:
«História
da
Ciência
–
Nicolau
Steno,
um
homem
da
ciência
e
da
fé»
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
1.3
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Atividade
prática
«Determinação
do
tempo
de
semivida»
•
Apresentação
«Princípios
do
raciocínio
geológico.
A
idade
e
história
da
Terra»
•
Animação
«Datação
radiométrica
(cálculo)»
•
Quiz
«História
da
Terra»
•
Atividade
interativa
«A
história
da
Terra»
•
Quiz
«Escala
do
tempo
geológico»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências:
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
1.3
•
Teste
interativo
«Princípios
do
raciocínio
geológico.
Idade
e
história
da
Terra»
•
Caderno
de
Exercícios
–
Teste
1
•
Dossiê
do
Professor
–
Teste
1
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 15
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Domínio
1
–
Geologia
e
métodos
1.4
O
mobilismo
geológico
e
a
Teoria
da
Tectónica
de
Placas
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Interpretar
evidências
de
mobilismo
geológico
com
base
na
Teoria
da
Tectónica
de
Placas
(placa
litosférica,
limites
divergentes,
convergentes
e
transformantes/c
onservativos,
rift
e
zona
de
subducção,
dorsais
e
fossas
oceânicas).
•
Apresentação
da
abertura
de
unidade
«Que
história
contam
os
fósseis
de
salamandra-gigante
descobertos
no
Algarve?».
•
Realização
do
Kahoot
1.4.
•
Exploração
da
apresentação
«Tectónica
de
placas».
•
Exploração
do
manual
–
páginas
76
a
97.
•
Resolução
de
atividades
do
Manual.
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Teoria
da
Deriva
Continental»
e
«Tectónica
de
placas».
•
Exploração
do
vídeo
«Movimento
das
placas
tectónicas».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Teoria
da
Expansão
dos
Fundos
Oceânicos».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Placas
tectónicas
e
tipos
de
limites
entre
placas
litosféricas».
•
Exploração
do
simulador
«Tectónica
de
placas».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Teoria
da
Tectónica
de
Placas».
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
89.
•
Explorar
+:
«Mar
português
com
mais
quilómetros»
–
página
90.
•
Explorar
+:
Atividade
prática
«Viajar
virtualmente
com
Google
Earth®»
–
atividade
em
pequenos
grupos
(3
a
4
elementos)
–
página
91.
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
94
a
97.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
1.4
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo.
•
Conhecedor/Sabedor/
Culto/Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico
/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/
Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
•
Explorar
+:
Atividade
de
ampliação
«Mar
português
com
mais
quilómetros»
•
Explorar
+:
Atividade
prática
«Viajar
virtualmente
com
Google
Earth»
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
1.4
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Atividade
prática:
«Simulação
da
expansão
dos
fundos
oceânicos»
•
Kahoot
1.4
•
Atividade
interativa
«Teoria
da
Deriva
Continental»
•
Apresentação
«Tectónica
de
placas»
•
Vídeo
«Movimento
das
placas
tectónicas»
•
Atividade
interativa
«Teoria
da
Expansão
dos
Fundos
Oceânicos»
•
Atividade
interativa
«Placas
tectónicas
e
tipos
de
limites
entre
placas
litosféricas»
•
Simulador
«Tectónica
de
placas»
•
Atividade
interativa
«Teoria
da
Tectónica
de
Placas»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências:
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
1.4
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
integração
1
•
Teste
interativo
«Princípios
de
raciocínio
geológico.
Idade
e
história
da
Terra»
•
Dossiê
do
Professor:
Teste
prático
1
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
16
16 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
D
Domínio
2
–
Estrutura
e
dinâmica
da
geosfera
2.1
Vulcanismo
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Relacionar
composição
de
lavas
(ácidas,
intermédias
e
básicas),
tipo
de
atividade
vulcânica
(explosiva,
mista
e
efusiva),
materiais
expelidos
e
forma
de
edifícios
vulcânicos,
em
situações
concretas/
reais.
•
Explicar
(ou
prever)
características
de
magmas
e
de
atividade
vulcânica
ativa
com
base
na
teoria
da
Tectónica
de
Placas.
•
Apresentação
da
abertura
de
unidade
«Onde
se
localiza
o
ponto
mais
alto
de
Portugal?».
•
Realização
do
Kahoot
2.1.
•
Exploração
da
apresentação
«Vulcanismo».
•
Exploração
do
Manual
–
páginas
102
a
120.
•
Exploração
da
animação
«Composição
da
lava
e
tipos
de
atividade
vulcânica».
•
Exploração
do
simulador
«Atividade
vulcânica
e
formação
de
rochas
magmáticas».
•
Dinamização
dos
quizzes
«Tipos
de
lavas»
e
«Tipos
de
atividade
vulcânica».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Atividade
vulcânica».
•
Exploração
da
animação
«Erupções
vulcânicas
históricas».
•
Resolução
dos
estudos
de
caso
em
trabalho
colaborativo
a
pares.
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
115.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
2.1
–
Caderno
de
Exercícios.
•
Exploração
da
animação
«Vulcanismo
e
tectónica
de
placas.
•
Exploração
da
apresentação
«Vulcões
e
tectónica
de
placas».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Vulcões
e
tectónica
de
placas».
•
Dinamização
do
quiz
«Vulcanismo
e
tectónica
de
placas».
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
94
a
97.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/Culto/
Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico
/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/
Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
•
Estudos
de
caso
Caderno
de
exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
1.4
Dossiê
do
professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Atividade
prática
«Relação
entre
a
viscosidade
de
um
fluido
e
a
sua
velocidade
de
expansão»
•
Kahoot
2.1
•
Apresentação
«hulcanismo»
•
Animação
«Composição
da
lava
e
tipos
de
atividade
vulcânica»
•
Simulador
«Atividade
vulcânica
e
formação
de
rochas
magmáticas»
•
Quizzes
«Tipos
de
lavas»
e
«Tipos
de
atividade
vulcânica»
•
Atividade
interativa
«Atividade
vulcânica»
•
Animação
«Erupções
vulcânicas
históricas»
•
Animação
«Vulcanismo
e
tectónica
de
placas»
•
Apresentação:«Vulcões
e
tectónica
de
placas»
•
Atividade
interativa
«Vulcões
e
tectónica
de
placas»
•
Quiz
«Vulcanismo
e
tectónica
de
placas»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências:
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
2.1
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
20
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 17
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Domínio
2
–
Estrutura
e
dinâmica
da
geosfera
2.1
Vulcanismo
(continuação)
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Distinguir
vulcanismo
ativo
de
inativo,
justificando
a
sua
importância
para
o
estudo
da
história
da
Terra.
•
Localizar
evidências
de
atividade
vulcânica
em
Portugal
e
os
seus
impactes
socioeconómicos
(aproveitamento
geotérmico,
turístico
e
arquitetónico).
•
Planificar
e
realizar
atividades
laboratoriais
de
simulação
de
aspetos
de
atividade
vulcânica,
identificando
analogias
e
diferenças
de
escalas
(temporal
e
espacial)
entre
os
modelos
e
os
processos
geológicos.
•
Dinamização
do
exercício
de
Cidadania
–
página
124.
•
Dinamização
do
quiz
«Atividade
vulcânica».
•
Realização
da
atividade
prática:
«Simulação
de
uma
erupção
vulcânica»
–
página
126.
•
Visionamento
do
vídeo
laboratorial
para
consolidação
da
atividade
prática.
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
128.
•
Explorar
+:
«Um
vulcão
em
erupção».
•
Explorar
+:
«Geossítios
açorianos
candidatos
a
Património
da
Humanidade».
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
134
a
137.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
2.1
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
conceitos
através
dos
essenciais
e
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/
Culto/Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico
/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Atividade
prática
«Simulação
de
uma
erupção
vulcânica»
•
Explorar
+:
«Atividade
de
ampliação
«Um
vulcão
em
erupção»
•
Explorar
+:
Atividade
de
ampliação
«Geossítios
açorianos
candidatos
a
Património
da
Humanidade».
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
2.1
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Quiz
«Atividade
vulcânica»
•
Vídeo
laboratorial
«Simulação
de
uma
erupção
vulcânica»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências:
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
2.1
•
Dossiê
do
Professor
–
Questão
de
aula
2
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
18 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Domínio
2
–
Estrutura
e
dinâmica
da
geosfera
2.2
Sismologia
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Caracterizar
as
ondas
sísmicas
(longitudinais,
transversais
e
superficiais)
quanto
à
origem,
forma
de
propagação,
efeitos
e
registo.
•
Interpretar
dados
de
propagação
de
ondas
sísmicas
prevendo
a
localização
de
descontinuidade
s
(Mohorovicic,
Gutenberg
e
Lehmann).
•
Relacionar
a
existência
de
zonas
de
sombra
com
as
características
da
Terra
e
das
ondas
sísmicas.
•
Dinamização
da
abertura
de
unidade
«Qual
foi
o
contributo
do
sismo
de
1755
para
a
compreensão
deste
tipo
de
fenómenos
naturais?»
–
páginas
138
e
139.
•
Realização
do
Kahoot
2.2.
•
Exploração
da
apresentação
«Sismologia».
•
Exploração
do
Manual
–
páginas
140
a
171.
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Sismos»;
•
Exploração
da
animação
«Características
das
ondas
sísmicas».
•
Exploração
da
animação
«Contributo
da
sismologia
para
o
conhecimento
da
estrutura
interna
da
Terra».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Ondas
sísmicas
e
descontinuidades
do
interior
da
Terra».
•
Dinamização
do
quiz
«Sismologia».
•
Conhecedor/Sabedor/
Culto/Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico
/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
2.2
Dossiê
do
professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Kahoot
2.2
•
Apresentação
«Sismologia»
•
Atividade
interativa
«Sismos»
•
Animação
«Características
das
ondas
sísmicas»
•
Animação
«Contributo
da
sismologia
para
o
conhecimento
da
estrutura
interna
da
Terra»
•
Atividade
interativa
«Ondas
sísmicas
e
descontinuidades
do
interior
da
Terra»
•
Quiz
«Sismologia»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências:
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
2.2
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
12
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 19
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Domínio
2
–
Estrutura
e
dinâmica
da
geosfera
2.2
Sismologia
(continuação)
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Determinar
graficamente
o
epicentro
de
sismos,
recorrendo
a
sismogramas
simplificados.
•
Usar
a
Teoria
da
Tectónica
de
Placas
para
analisar
dados
de
vulcanismo
e
sismicidade
em
Portugal
e
no
planeta
Terra,
relacionando-a
com
a
prevenção
de
riscos
geológicos.
•
Exploração
da
animação
«Determinação
do
epicentro
de
um
sismo».
•
Realização
da
atividade
prática
«Determinação
gráfica
do
epicentro
de
um
sismo».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Sismos
e
tectónica
de
placas».
•
Dinamização
do
quiz
«Tectónica
de
placas,
vulcanismo
e
sismicidade».
•
Dinamização
do
exercício
de
Cidadania
–
página
162.
•
Realização
da
atividade
prática
«Construções
antissísmicas
e
diminuição
do
risco
sísmico»
(Dossiê
do
Professor).
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
163.
•
Explorar
+:
Atividade
de
ampliação
–
«Nova
zona
de
subducção».
•
Explorar
+:
«Caso
de
sentença
de
L´Áquila».
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
168
a
171.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
2.2.
•
Sistematização
da
informação
e
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/
Culto/Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico
/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Explorar
+:
Atividade
de
ampliação
«Nova
zona
de
subducção»
•
Explorar
+:
«Caso
de
sentença
de
L´Áquila»
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
2.2
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Atividade
prática
«Determinação
do
epicentro
de
um
sismo».
•
Atividade
prática
«Construções
antissísmicas
e
diminuição
do
risco
sísmico»
•
Animação
«Determinação
do
epicentro
de
um
sismo»
•
Atividade
prática
«Determinação
do
epicentro
de
um
sismo»
•
Atividade
interativa
«Sismos
e
tectónica
de
placas»
•
Quiz
«Tectónica
de
placas,
vulcanismo
e
sismicidade»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências:
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
2.2
•
Dossiê
do
Professor
e
Caderno
de
Exercícios
–
Teste
2
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
20 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Domínio
2
–
Estrutura
e
dinâmica
da
geosfera
2.3
Estrutura
interna
da
Terra
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Discutir
potencialidades
e
limitações
dos
métodos
diretos
e
indiretos,
geomagnetismo
e
geotermia
(grau
e
gradiente
geotérmicos
e
fluxo
térmico)
no
estudo
da
estrutura
interna
da
Terra.
•
Interpretar
modelos
da
estrutura
interna
da
Terra
com
base
em
critérios
composicionais
(crosta
continental
e
oceânica,
manto
e
núcleo)
e
critérios
físicos
(litosfera,
astenosfera,
mesosfera,
núcleo
interno
e
externo).
•
Relacionar
as
propriedades
da
astenosfera
com
a
dinâmica
da
litosfera
(movimentos
horizontais
e
verticais)
e
tectónica
de
placas.
•
Dinamização
da
abertura
de
unidade
«Como
se
justifica
a
raridade
e
o
valor
do
diamante?».
•
Realização
do
Kahoot
2.3.
•
Exploração
da
apresentação
«Métodos
de
estudo
do
interior
da
Terra».
•
Exploração
do
;anual
–
páginas
174
a
197.
•
Exploração
da
animação
«Viagem
ao
interior
da
Terra».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Geomagnetismo».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Geotermia».
•
Dinamização
dos
quizzes
«Estrutura
interna
da
Terra»
e
«Dinâmica
da
litosfera
e
tectónica
de
placas».
•
Realização
da
atividade
prática
«Como
se
descobriram
os
núcleos
da
Terra?»
(Dossiê
do
Professor).
•
Explorar
+:
«Península
da
Escandinávia
–
onde
o
nível
do
mar
desce,
ao
contrário
do
resto
do
mundo».
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
189.
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
192
a
197.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
2.3
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/Culto/
Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico
/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
•
Explorar
+:
Atividade
de
ampliação
«Península
da
Escandinávia
–
onde
o
nível
do
mar
desce,
ao
contrário
do
resto
do
mundo»
Caderno
de
exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
2.3.
Dossiê
do
professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Atividade
prática
«Como
se
descobriram
os
núcleos
da
Terra?»
•
Kahoot
2.3
•
Apresentação
«Métodos
de
estudo
do
interior
da
Terra»
•
Animação
«Viagem
ao
interior
da
Terra»
•
Atividade
interativa
«Geomagnetismo»
•
Atividade
interativa
«Geotermia»
•
Quizzes
«Estrutura
interna
da
Terra»
e
«Dinâmica
da
litosfera
e
tectónica
de
placas»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências:
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação;
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
2.3
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
integração
2
•
Dossiê
do
Professor
–
Questão
de
aula
3
•
Dossiê
do
Professor
–
Teste
prático
2
•
Dossiê
do
professor
–
Teste
3
•
Dossiê
do
Professor
e
Caderno
de
Exercícios:
Prova
Global
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
8
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 21
BIOLOGIA
Domínio
3
–
Biodiversidade
3.1
Diversidade
e
organização
biológica
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Relacionar
a
diversidade
biológica
com
intervenções
antrópicas
que
podem
interferir
na
dinâmica
dos
ecossistemas
(interações
bióticas/
abióticas,
extinção
e
conservação
de
espécies).
•
Sistematizar
conhecimentos
de
hierarquia
biológica
(comunidade,
população,
organismo,
sistemas
e
órgãos)
e
estrutura
dos
ecossistemas
(produtores,
consumidores,
decompositores)
com
base
em
dados
recolhidos
em
suportes/ambientes
diversificados
(bibliografia,
vídeos,
jardins,
parques
naturais,
museus).
•
Dinamização
da
abertura
de
unidade
«O
esquilo-
-
vermelho
regressou
a
Portugal.
Mas
estará
livre
de
perigo?».
•
Realização
do
Kahoot
3.1.
•
Exploração
da
apresentação
«Biodiversidade
e
conservação
da
natureza».
•
Exploração
do
Manual
–
páginas
10
a
31.
•
Exploração
da
animação
«Ecossistemas».
•
Dinamização
dos
quizzes
«Diversidade
biológica
e
dinâmica
dos
ecossistemas»
e
«Hierarquia
biológica
e
estrutura
dos
ecossistemas».
•
Exploração
do
infográfico
«Áreas
protegidas
em
Portugal».
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
20.
•
Realização
da
atividade
de
campo
«Realização
de
um
Bioblitz»
–
páginas
21
e
22.
•
Explorar
+:
Estudos
de
caso
–
páginas
23
a
25.
•
Explorar
+:
Atividades
de
ampliação
da
página
25
–
Comunicar
ciência
–
atividade
colaborativa
em
pequenos
grupos
(3
ou
4
elementos).
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
27
a
31.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
3.1
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
dos
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/
Culto/Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
•
Atividade
de
campo
«Realização
de
um
Bioblitz»
•
Explorar
+:
Atividades
de
ampliação
«Estudos
de
caso»
•
Explorar
+:
Atividades
de
ampliação
«Comunicar
ciência»
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
3.1
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Kahoot
3.1
•
Animação
«Ecossistemas»
•
Apresentação
«Biodiversidade
e
conservação
da
natureza»
•
Atividade
«Os
ecossistemas»
•
Quizzes
«Diversidade
biológica
e
dinâmica
dos
ecossistemas»
e
«Hierarquia
biológica
e
estrutura
dos
ecossistemas»
•
Infográfico
«Áreas
protegidas
em
Portugal»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
3.1
•
Teste
interativo
«Biodiversidade
e
organização
biológica»
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
6
22 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Domínio
3
–
Biodiversidade
3.2
Células
e
biomoléculas
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Distinguir
tipos
de
células
com
base
em
aspetos
de
ultraestrutura
e
dimensão:
células
procarióticas/
eucarióticas
(membrana
plasmática,
citoplasma,
organelos
membranares,
núcleo);
células
animais/
vegetais
(parede
celulósica,
vacúolo
hídrico,
cloroplasto).
•
Observar
células
e/ou
tecidos
(animais
e
vegetais)
ao
microscópio,
tendo
em
vista
a
sua
caracterização
e
comparação.
•
Dinamização
da
abertura
de
unidade
«O
que
é
necessário
para
que
um
ovo
se
transforme
num
pinto?».
•
Realização
do
Kahoot
3.2.
•
Exploração
do
Manual
–
páginas
34
a
46.
•
Exploração
da
apresentação
em
PowerPoint®
«As
células».
•
Exploração
da
animação
«As
células».
•
Dinamização
dos
quizzes
«A
célula»,
«A
célula
vegetal»
e
«Célula
animal
e
célula
vegetal».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«A
célula».
•
Construção
de
uma
tabela
de
diferenças
entre
as
células
procarióticas
e
as
células
eucarióticas
animais
e
vegetais.
•
Realização
da
atividade
de
laboratório
«Observação
de
células
ao
MOC»
–
páginas
44-45.
•
Visionamento
do
vídeo
laboratorial,
de
forma
a
sistematizar
o
trabalho
desenvolvido.
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
46.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
3.2
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
dos
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/
Culto/Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/
Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
•
Atividade
de
laboratório
«Observação
de
células
ao
MOC»
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
3.2
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Kahoot
3.2
•
Apresentação
«As
células»
•
Animação
«As
células»
•
Quiz
«A
célula»
•
Quiz
«Célula
animal
e
célula
vegetal»
•
Atividade
interativa
«A
célula»
•
Quiz
«A
célula
vegetal»
•
Vídeos
laboratoriais
«Observação
de
células
ao
MOC:
células
da
epiderme
da
túnica
da
cebola;
folhas
de
elódea;
observação
de
seres
vivos
de
um
lago/charco
ou
de
uma
infusão»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
3.2
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
10
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 23
Domínio
3
–
Biodiversidade
3.2
Células
e
biomoléculas
(continuação)
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Caracterizar
biomoléculas
(prótidos,
glícidos,
lípidos,
ácidos
nucleicos)
com
base
em
aspetos
químicos
e
funcionais
(nomeadamente
a
função
enzimática
das
proteínas),
mobilizando
conhecimentos
de
Química
(grupos
funcionais,
nomenclatura).
•
Exploração
do
Manual
–
páginas
47
a
71
•
Exploração
da
apresentação
«A
química
da
vida».
•
Exploração
da
animação
«Biomoléculas».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Biomoléculas».
•
Dinamização
do
quiz
«Biomoléculas».
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
63.
•
Explorar
+:
«Enzima
que
digere
plástico
pode
ajudar
a
melhorar
a
reciclagem».
•
Explorar
+:
«Intolerâncias
alimentares».
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
68
a
71.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
3.2
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
domínio
3
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
dos
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/Culto/
Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Explorar
+:
Cidadania
e
desenvolvimento
«Enzima
que
digere
plástico
pode
ajudar
a
melhorar
a
reciclagem»
•
Explorar
+:
Atividade
de
ampliação
«Intolerâncias
alimentares»
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
3.2
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Animação
«Biomoléculas»
•
Apresentação
«A
química
da
vida»
•
Atividade
interativa
«Biomoléculas»
•
Quiz
«Biomoléculas»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
3.2
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
integração
3
•
Caderno
de
Exercícios
–
Teste
3
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
24 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Domínio
4
–
Obtenção
de
matéria
4.1
Obtenção
de
matéria
pelos
seres
vivos
heterotróficos
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Distinguir
ingestão
de
digestão
(intracelular
e
extracelular)
e
de
absorção
em
seres
vivos
heterotróficos
com
diferente
grau
de
complexidade
(bactérias,
fungos,
protozoários,
invertebrados,
vertebrados).
•
Dinamização
da
abertura
de
unidade
«Ferro
a
mais
ou
a
menos?».
•
Realização
do
Kahoot
4.1.
•
Exploração
do
manual
–
páginas
74
a
82.
•
Exploração
da
apresentação
«Ingestão,
digestão
e
absorção».
•
Exploração
da
animação
«Ingestão
e
digestão
(intracelular
e
extracelular)».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Digestão
intracelular
e
extracelular».
•
Dinamização
do
quiz
«Ingestão,
digestão
e
absorção».
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
82.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
4.1
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
dos
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/Culto/
Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G.)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
4.1
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Kahoot
4.1
•
Animação
«Ingestão
e
digestão
(intracelular
e
extracelular)»
•
Apresentação
«Ingestão,
digestão
e
absorção»
•
Atividade
interativa
«Digestão
intracelular
e
extracelular»
•
Quiz
«Ingestão,
digestão
e
absorção»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
4.1
•
Dossiê
do
Professor
–
Teste
4
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
16
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 25
Domínio
4
–
Obtenção
de
matéria
4.1
Obtenção
de
matéria
pelos
seres
vivos
heterotróficos
(continuação)
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Interpretar
o
modelo
de
membrana
celular
(mosaico
fluido)
com
base
na
organização
e
características
das
biomoléculas
constituintes.
•
Relacionar
processos
transmembranares
(ativos
e
passivos)
com
requisitos
de
obtenção
de
matéria
e
de
integridade
celular.
•
Planificar
e
realizar
atividades
laboratoriais/
experimentais
sobre
difusão/
osmose,
problematizando,
formulando
hipóteses
e
avaliando
criticamente
procedimentos
e
resultado.
•
Exploração
do
manual
–
páginas
83
a
86.
•
Exploração
da
apresentação
«A
membrana
celular».
•
Dinamização
do
quiz
«Modelo
da
estrutura
da
membrana
celular».
•
Exploração
do
manual
–
páginas
87
a
96.
•
Exploração
da
animação
«Transporte
membranar».
•
Realização
da
atividade
de
laboratório
«Osmose
em
células
vegetais».
•
Visionamento
do
vídeo
laboratorial
«Osmose
em
células
vegetais».
•
Realização
da
atividade
de
laboratório
«Osmose
em
células
animais».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Membrana
celular».
•
Dinamização
do
quiz
«Processos
transmembranares».
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
4.1
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/Culto/
Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Osmose
em
células
vegetais
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
4.1
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Atividade
de
laboratório
«Osmose
nas
células
animais»
•
Apresentação
«A
membrana
celular»
•
Quiz
«Modelo
da
estrutura
da
membrana
celular»
•
Animação
«Transporte
membranar»
•
Vídeo
laboratorial
«Osmose
em
células
vegetais»
•
Atividade
interativa
«Membrana
celular»
•
Quiz
«Processos
transmembranares»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
4.1
•
Dossiê
do
Professor
–
Questão
de
aula
4
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
26 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Domínio
4
–
Obtenção
de
matéria
4.1
Obtenção
de
matéria
pelos
seres
vivos
heterotróficos
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Integrar
processos
transmembranares
e
funções
de
organelos
celulares
(retículo
endoplasmático,
complexo
de
Golgi,
lisossoma,
vacúolo
digestivo)
para
explicar
processos
fisiológicos.
•
Aplicar
conceitos
de
transporte
transmembranar
(transporte
ativo,
difusão,
exocitose
e
endocitose)
para
explicar
a
propagação
do
impulso
nervoso
ao
longo
do
neurónio
e
na
sinapse.
•
Exploração
do
manual
–
páginas
97
a
118.
•
Dinamização
do
quiz
«Funções
dos
organelos
celulares».
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
101.
•
Exploração
dos
infográficos
«Potencial
de
ação
e
restabelecimento
do
potencial
de
repouso»
e
«Sinapse
química».
•
Exploração
do
simulador
«Neurónio».
•
Dinamização
do
quiz
«Propagação
do
impulso
nervoso».
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
108.
•
Explorar
+:
Atividade
de
ampliação
«O
cotransporte
de
sacarose
e
H
+
»
–
página
109.
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
112
a
119.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
4.1
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
dos
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/Culto/
Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Explorar
+:
Atividade
de
ampliação
«O
cotransporte
de
sacarose
e
H
+
»
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
4.1
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Quiz
«Funções
dos
organelos
celulares»
•
Apresentação
«Transporte
transmembranar
e
propagação
do
impulso
nervoso»
•
Infográfico
«Potencial
de
ação
e
restabelecimento
do
potencial
de
repouso»
•
Infográfico
«Sinapse
química»
•
Simulador
«Neurónio»
•
Quiz
«Propagação
do
impulso
nervoso»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
4.1
•
Caderno
de
Exercícios
–
Teste
4
•
Dossiê
do
Professor
–
Teste
prático
3
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 27
Domínio
4
–
Obtenção
de
matéria
4.2
Obtenção
de
matéria
pelos
seres
vivos
autotróficos
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Interpretar
dados
experimentais
sobre
fotossíntese
(espetro
de
absorção
dos
pigmentos,
balanço
dos
produtos
das
fases
química
e
fotoquímica),
mobilizando
conhecimentos
de
Química
(energia
dos
eletrões
nos
átomos,
processos
exoenergéticos
e
endoenergéticos).
•
Dinamização
da
abertura
de
unidade
«Como
é
que
as
cianobactérias
revolucionaram
a
biosfera?».
•
Realização
do
Kahoot
4.2.
•
Exploração
da
apresentação
«Fotossíntese».
•
Realização
da
atividade
de
laboratório
«Extração
de
pigmentos
fotossintéticos».
•
Exploração
do
Manual
–
páginas
122
a
145.
•
Exploração
da
animação
«Fotossíntese».
•
Exploração
do
simulador
«Fatores
que
influenciam
a
fotossíntese».
•
Exploração
de
dados
experimentais
«Experiência
de
Engelmann»
–
página
126.
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
129.
•
Exploração
da
apresentação
«Fases
da
fotossíntese».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Fotossíntese:
fase
fotoquímica».
•
Exploração
de
dados
experimentais
«Fase
fotoquímica:
reação
de
Hill»
–
página
133.
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Fotossíntese:
fase
química».
•
Exploração
de
dados
experimentais
«Fase
química:
ciclo
de
Calvin»
–
página
136.
•
Dinamização
do
quiz
«Fotossíntese».
•
Realização
da
atividade
de
laboratório
«Fotossíntese
–
taxa
fotossintética»
(Dossiê
do
Professor).
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
137.
•
Explorar
+:
«Como
evoluiu
o
conhecimento
sobre
a
fotossíntese?».
•
Explorar
+:
«Fotossíntese
artificial
–
um
desafio
de
futuro»
–
atividade
colaborativa
em
pequenos
grupos
(3
ou
4
elementos).
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
142
a
145.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
4.2
e
dos
exercícios
de
integração
do
domínio
4,
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
dos
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/
Culto/Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
•
Explorar
+:
«Como
evoluiu
o
conhecimento
sobre
a
fotossíntese?»
•
Explorar
+:
«
Fotossíntese
artificial
–
um
desafio
de
futuro»
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
4.2
•
Exercícios
de
integração
4
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Atividade
de
laboratório
«Extração
de
pigmentos
fotossintéticos»
•
Atividade
de
laboratório
«Fotossíntese
–
taxa
fotossintética»
•
Ampliação
do
Explorar
+:
«Fotossíntese
artificial»
•
Kahoot
4.2
•
Apresentação
«Fotossíntese»
•
Animação
«Fotossíntese»
•
Simulador
«Fatores
que
influenciam
a
fotossíntese»
•
Apresentação
«Fases
da
fotossíntese»
•
Atividades
interativas
«Fotossíntese:
fase
fotoquímica»
«Fotossíntese:
fase
química»
•
Quiz
«Fotossíntese»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
4.2
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
integração
4
•
Dossiê
do
Professor
–
Questão
de
aula
5
•
Teste
interativo
«Obtenção
de
matéria
pelos
seres
vivos
autotróficos»
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
10
28 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Domínio
5
–
Distribuição
de
matéria
5.1
Distribuição
de
matéria
nas
plantas
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Interpretar
dados
experimentais
sobre
mecanismos
de
transporte
em
xilema
e
floema.
•
Explicar
movimentos
de
fluidos
nas
plantas
vasculares
com
base
em
modelos
(pressão
radicular;
adesão-coesão-
tensão;
fluxo
de
massa),
integrando
aspetos
funcionais
e
estruturais.
•
Planificar
e
executar
atividades
laboratoriais/
experimentais
relativas
ao
transporte
nas
plantas,
problematizando,
formulando
hipóteses
e
avaliando
criticamente
procedimentos
e
resultados.
•
Dinamização
da
abertura
de
unidade
«As
plantas
transpiram.
Que
implicações
tem
esse
fenómeno?».
•
Realização
do
Kahoot
5.1.
•
Exploração
do
manual
–
páginas
148
a
171.
•
Exploração
da
apresentação
«Transporte
nas
plantas».
•
Exploração
da
atividade
de
interpretação
de
dados
experimentais
«Transporte
da
seiva
xilémica»
–
página
154.
•
Exploração
da
animação
«Transporte
da
seiva
xilémica».
•
Exploração
da
atividade
de
interpretação
de
dados
experimentais
«Transporte
da
seiva
floémica»
–
página
158.
•
Exploração
da
infografia
«Transporte
da
seiva
floémica».
•
Dinamização
do
quiz
«Transporte
nas
plantas».
•
Realização
das
atividades
experimentais
«I.
Investigando
a
subida
da
seiva
xilémica»
–
página
161;
«II.
Construção
de
um
modelo
de
fluxo
de
massa
–
Modelo
de
Münch»
–
páginas
162
e
163.
•
Visionamento
dos
vídeos
laboratoriais,
de
forma
a
consolidar
os
procedimentos
realizados.
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Distribuição
de
matéria
nas
plantas».
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
164.
•
Explorar
+:
«Árvores
que
batem
recordes».
•
Explorar
+:
«As
plantas
sabem
defender
o
seu
bem
mais
precioso».
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
168
a
171.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
5.1
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
dos
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/
Culto/Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
•
Atividades
experimentais
«I.
Investigando
a
subida
da
seiva
xilémica;
II.
Construção
de
um
modelo
de
fluxo
de
massa
–
Modelo
de
Münch»
•
Explorar
+:
«Árvores
que
batem
recordes»
•
Explorar
+:
«As
plantas
sabem
defender
o
seu
bem
mais
precioso»
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
5.1
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Kahoot
5.1
•
Apresentação
«Transporte
nas
plantas»
•
Quiz
«Movimentos
de
fluidos
nas
plantas»
•
Animação
«Transporte
da
seiva
xilémica»
•
Infográfico
«Transporte
da
seiva
floémica»
•
Quiz
«Transporte
nas
plantas»
•
Vídeo
laboratorial
«Investigando
a
subida
da
seiva
xilémica»
•
Vídeo
laboratorial
«Construção
de
um
modelo
de
fluxo
de
massa
–
Modelo
de
Münch»
•
Atividade
interativa
«Distribuição
de
matéria
nas
plantas»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
5.1
•
Dossiê
do
Professor
–
Teste
5
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
8
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 29
Domínio
5
–
Distribuição
de
matéria
5.2
Transporte
nos
animais
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Relacionar
características
estruturais
e
funcionais
de
diferentes
sistemas
de
transporte
(sistemas
abertos
e
fechados;
circulação
simples/
dupla
incompleta/
completa)
de
animais
(inseto,
anelídeo,
peixe,
anfíbio,
ave,
mamífero)
com
o
seu
grau
de
complexidade
e
adaptação
às
condições
do
meio
em
que
vivem.
•
Interpretar
dados
sobre
composição
de
fluidos
circulantes
(sangue
e
linfa
dos
mamíferos)
e
sua
função
de
transporte.
•
Dinamização
da
abertura
de
unidade
«Quanto
tempo
demora
um
glóbulo
vermelho
a
regressar
ao
indicador
da
mão
direita?».
•
Realização
do
Kahoot
5.2.
•
Exploração
do
manual
–
páginas
174
a
195.
•
Exploração
da
animação
«Sistemas
de
transporte
nos
animais».
•
Exploração
da
apresentação
«Transporte
nos
animais».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Sistemas
de
transporte
nos
animais».
•
Dinamização
do
quiz
«Transporte
nos
animais».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Fluidos
circulantes
nos
mamíferos».
•
Dinamização
do
quiz
«Sangue
e
linfa».
•
Realização
da
atividade
laboratorial
«Dissecação
do
peixe
e
do
coração
de
porco».
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
189.
•
Explorar
+:
«Parte
da
vida
de
cabeça
para
baixo».
•
Explorar
+:
«O
longo
pescoço
da
girafa».
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
192
a
195.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
5.2
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
domínio
5
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
dos
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/Culto/
Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
•
Explorar
+:
«Parte
da
vida
de
cabeça
para
baixo»
•
Explorar
+:
«O
longo
pescoço
da
girafa»
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
5.2
•
Exercícios
de
integração
5
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Atividade
laboratorial
«Dissecação
do
peixe
e
do
coração
de
porco»
•
Kahoot
5.2
•
Animação
«Sistemas
de
transporte
nos
animais»
•
Apresentação
«Transporte
nos
animais»
•
Atividade
interativa
«Sistemas
de
transporte
nos
animais»
•
Quiz
«Transporte
nos
animais»
•
Atividade
interativa
«Fluidos
circulantes
nos
mamíferos»
•
Quiz
«Sangue
e
linfa»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
5.1
•
Teste
interativo
«Transporte
nos
animais»
•
Caderno
de
Exercícios
–
Teste
5
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
16
30 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Domínio
6
–
Transformação
e
utilização
de
energia
pelos
seres
vivos
6.1
Obtenção
de
energia
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Interpretar
dados
experimentais
relativos
a
fermentação
(alcoólica,
lática)
e
respiração
aeróbia
(balanço
energético,
natureza
dos
produtos
finais,
equação
geral
e
glicólise
como
etapa
comum),
mobilizando
conhecimentos
de
Química
(processos
exoenergéticos
e
endoenergéticos).
Relacionar
a
ultraestrutura
de
células
procarióticas
e
eucarióticas
(mitocôndria)
com
as
etapas
da
fermentação
e
respiração.
•
Planificar
e
realizar
atividades
laboratoriais/
experimentais
sobre
metabolismo
(fabrico
de
pão
ou
bebidas
fermentadas
por
leveduras),
problematizando,
formulando
hipóteses
e
avaliando
criticamente
procedimentos
e
resultados.
•
Dinamização
da
abertura
de
unidade
«Tartarugas
que
hibernam
debaixo
de
água
deixam
de
respirar
durante
meses.
Como
conseguem?».
•
Realização
do
Kahoot
6.1.
•
Exploração
do
manual
–
páginas
198
a
223.
•
Exploração
da
apresentação
«Transformação
e
utilização
de
energia
pelos
seres
vivos».
•
Exploração
da
animação
«Respiração
aeróbia».
•
Exploração
da
infografia
«Cadeia
respiratória
e
quimiosmose».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Respiração
aeróbia».
•
Realização
da
atividade
experimental
«Utilização
de
Saccharomyces
cerevisiae
para
o
estudo
da
fermentação».
•
Exploração
da
atividade
de
interpretação
de
dados
experimentais
«Experiências
clássicas
sobre
respiração
e
fermentação»
–
páginas
212
e
213.
•
Dinamização
dos
quizzes
«Fermentação
e
respiração
aeróbia»
e
«As
células
e
a
fermentação
e
respiração».
•
Realização
das
atividades
de
laboratório
«Produção
de
iogurte»
e
«A
química
do
pão»
–
páginas
214
e
215.
•
Visionamento
dos
vídeos
laboratoriais
para
exploração
das
atividades
realizadas.
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
216.
•
Explorar
+:
«Todas
as
biomoléculas
podem
fornecer
energia,
mas
o
organismo
prefere
os
glícidos».
•
Explorar
+:
«Porquê
continuar
a
respiração
aeróbia
e
parar
a
produção
de
ATP?».
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
220
a
223.
•
Conhecedor/Sabedor/Culto/
Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico
/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizador
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
•
Atividade
experimental
«Utilização
de
Saccharomyces
cerevisiae
para
o
estudo
da
fermentação»
•
Atividades
de
laboratório
«Produção
de
iogurte»
e
«A
química
do
pão»
•
Explorar
+:
«Todas
as
biomoléculas
podem
fornecer
energia,
mas
o
organismo
prefere
os
glícidos»
•
Explorar
+:
«Porquê
continuar
a
respiração
aeróbia
e
parar
a
produção
de
ATP»
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
6.1
•
Kahoot
6.1
•
Apresentação
«Transformação
e
utilização
de
energia
pelos
seres
vivos»
•
Animação
«Respiração
aeróbia»
•
Infográfico
«Cadeia
respiratória
e
quimiosmose»
y
Atividade
interativa
«Respiração
aeróbia»
y
Animação
«Fermentação»
y
Vídeo
laboratorial
«Utilização
de
Saccharomyces
cerevisiae
para
o
estudo
da
fermentação»
y
Atividade
interativa
«Fermentação»
y
Quizzes
«Fermentação
e
respiração
aeróbia»
e
«As
células
e
a
fermentação
e
respiração»
•
Vídeos
laboratoriais
«Produção
de
iogurte»
e
«A
química
do
pão»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
6.1
•
Teste
interativo
«Transformação
e
utilização
de
energia»
•
Dossiê
do
Professor
–
Questão
de
aula
6
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
28
Planificação a médio prazo
Biologia e Geologia 10.o
ano
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 31
Domínio
6
–
Transformação
e
utilização
de
energia
pelos
seres
vivos
6.2
Trocas
gasosas
Aprendizagens
Essenciais
Estratégias/atividades
Descritores
do
Perfil
dos
Alunos
Recursos
do
projeto
Avaliação
Número
de
tempos
letivos
(45
ou
50
min)
•
Interpretar
dados
experimentais
sobre
mecanismos
de
abertura
e
fecho
de
estomas
e
de
regulação
de
trocas
gasosas
com
o
meio
externo.
•
Observar
estomas,
realizando
procedimentos
laboratoriais
e
registos
legendados
das
observações
efetuadas.
•
Relacionar
a
diversidade
de
estruturas
respiratórias
(tegumento,
traqueias,
brânquias,
pulmões)
dos
animais
(inseto,
anelídeo,
peixe,
anfíbio,
ave,
mamífero)
com
o
seu
grau
de
complexidade
e
adaptação
às
condições
do
meio
em
que
vivem.
•
Dinamização
da
abertura
de
unidade
«Como
conseguem
os
gansos-de-cabeça-listada
voar
sobre
os
Himalaias?».
•
Realização
do
Kahoot
6.2.
•
Exploração
do
manual
–
páginas
226
a
247.
•
Exploração
da
apresentação
«Trocas
gasosas».
•
Realização
da
atividade
de
laboratório
«Observação
e
interpretação
de
dados
sobre
a
abertura
e
fecho
de
estomas»
–
página
231.
•
Visionamento
do
vídeo
laboratorial,
para
discussão
dos
resultados
da
atividade
laboratorial.
•
Exploração
da
animação
«Estruturas
respiratórias
nos
animais».
•
Exploração
da
atividade
interativa
«Trocas
gasosas
nos
animais».
•
Dinamização
do
quiz
«Estruturas
respiratórias».
•
Resolução
dos
exercícios
de
verificação
do
Manual
–
página
242.
•
Explorar
+:
atividades
de
ampliação
–
página
243.
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
Manual
–
páginas
245
a
247.
•
Resolução
dos
exercícios
de
consolidação
6.2
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Resolução
dos
exercícios
de
integração
do
domínio
6
do
Caderno
de
Exercícios.
•
Sistematização
da
informação
e
dos
conceitos
através
dos
essenciais
e
da
síntese
do
final
da
unidade.
•
Exploração
de
uma
das
dinâmicas
de
grupo
(Dossiê
do
Professor).
•
Conhecedor/Sabedor/Cult
o/
Informado
(A,
B,
G,
I,
J)
•
Crítico/Analítico
(A,
B,
C,
D,
G)
•
Indagador/Investigador
(C,
D,
F,
H,
I)
•
Respeitador
da
diferença/
do
outro
(A,
B,
E,
F,
H)
•
Sistematizador/Organizado
r
(A,
B,
C,
I,
J)
•
Questionador
(A,
F,
G,
I,
J)
•
Comunicador
(A,
B,
D,
E,
H)
•
Participativo/Colaborador
(B,
C,
D,
E,
F)
•
Responsável/Autónomo
(C,
D,
E,
F,
G,
I,
J)
•
Cuidador
de
si
e
do
outro
(B,
E,
F,
G)
•
Autoavaliador
(transversal
às
áreas)
Manual
•
Abertura
de
unidade
•
Atividade
de
laboratório
«Observação
e
interpretação
de
dados
sobre
a
abertura
e
fecho
de
estomas»
•
Explorar
+:
atividades
de
ampliação
Caderno
de
Exercícios
•
Exercícios
de
consolidação
6.2
•
Exercícios
de
integração
6
Dossiê
do
Professor
•
Dinâmicas
de
grupo
•
Kahoot
6.2
•
Apresentação
«Trocas
gasosas»
•
Vídeo
laboratorial
«Observação
e
interpretação
de
dados
sobre
a
abertura
e
o
fecho
dos
estomas»
•
Animação
«Estruturas
respiratórias
nos
animais»
•
Atividade
interativa
«Trocas
gasosas
nos
animais»
•
Quiz
«Estruturas
respiratórias»
Instrumentos
de
avaliação
e
recolha
de
evidências
•
Manual
–
Exercícios
de
verificação
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
consolidação
6.2
•
Caderno
de
Exercícios
–
Exercícios
de
integração
6
•
Teste
interativo
«Trocas
gasosas»
•
Dossiê
do
Professor
–
Teste
prático
4
•
Dossiê
do
Professor
–
Teste
6
•
Caderno
de
exercícios
–
Teste
6
•
Dossiê
do
Professor
–
Prova
global
Rubricas
de
avaliação
e
dinâmicas
de
avaliação
(grelhas
de
avaliação,
portefólio,
reflexão,
etc.)
16
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 33
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 1 y Geologia e métodos
1.1 Subsistemas terrestres
Aprendizagens
Essenciais
Interpretar situações identificando exemplos de interações entre os subsistemas terrestres
(atmosfera, biosfera, geosfera e hidrosfera).
Sumário
• A Terra como um sistema fechado.
• Componentes do sistema Terra.
Conceitos
• Sistema, sistema aberto, sistema fechado, sistema isolado, subsistema terrestre, geosfera,
atmosfera, hidrosfera e biosfera.
Atividades
• Explorar as páginas de abertura da unidade 1.1 das páginas 8 e 9 do Manual – Vol. 1.
• Realizar e corrigir os exercícios «Interpretar» (página 9 do Manual – Vol. 1) e/ou realizar o
Kahoot associado a esta unidade disponível através da .
• Colocar ao grupo-turma a questão: «O que é um sistema?» e registar as principais ideias.
• Explorar a figura 1 da página 10 do Manual – Vol. 1 – para identificar os componentes do
sistema Terra – os subsistemas terrestres. Para dinamizar esta atividade pode também
proceder à projeção e exploração da apresentação «Componentes do sistema Terra»
disponível na .
• Explorar a figura 2 da página 11 do Manual – Vol. 1 – para diferenciar os três tipos de
sistemas.
• Dinamizar o trabalho colaborativo da página 11 do Manual – Vol. 1: «Crie um slogan para
uma campanha de sensibilização sobre a necessidade de reciclagem dos materiais que o ser
humano utiliza». Comunique o slogan à turma, justificando a sua opção.
Recursos
• Manual – Vol. 1 (páginas 8 a 11)
•
- Kahoot 1.1
- Apresentação «Componentes do sistema Terra»
Nota
• Este plano de aula pode servir de referência para qualquer outro que considere a exploração
da abertura de unidade 1.1.
Plano de aula no 1 90/100 min
Plano de aula n.o 2
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
34 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 1 y Geologia e métodos
1.1 Subsistemas terrestres
Aprendizagens
Essenciais
Interpretar situações identificando exemplos de interações entre os subsistemas terrestres
(atmosfera, biosfera, geosfera e hidrosfera).
Sumário
• Interações entre os subsistemas terrestres.
• Saída de campo: Conectar as esferas.
Conceitos • Geosfera, atmosfera, hidrosfera e biosfera.
Atividades
• Explorar as páginas 16 e 17 do Manual – Vol. 1.
• Organizar a saída de campo «Conectar as esferas» (Dossiê do Professor): distribuir uma
fotocópia dos documentos «Observações de campo – conectar as esferas» (anexo 1) e
«Trabalho de pares – conectar as esferas» (anexo 2) por cada aluno.
• Dinamizar a saída de campo de acordo com o roteiro de trabalho proposto no Dossiê do
Professor.
• Sugerir aos alunos a realização dos exercícios das páginas 4 e 5 do Caderno de Exercícios.
Recursos
• Manual – Vol. 1 (páginas 16 e 17)
• Dossiê do Professor
- Fotocópias dos documentos «Observações de campo – conectar as esferas» (anexo 1) e
«Trabalho de pares – conectar as esferas» (anexo 2)
• Caderno de Exercícios (páginas 4 e 5)
Plano de aula no 1 135/150 min
Plano de aula n.o 3
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 35
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 1 y Geologia e métodos
1.2 Ciclo das rochas
Aprendizagens
Essenciais
Explicar o ciclo litológico com base nos processos de génese e características dos vários tipos de
rochas, selecionando exemplos que possam ser observados em amostras de mão no laboratório
e/ou no campo.
Sumário • Ciclo das rochas.
Conceitos
• Ciclo das rochas, sedimentos, sedimentogénese, diagénese, rocha sedimentar, magma, rocha
magmática plutónica, rocha magmática vulcânica, recristalização, rocha metamórfica.
Atividades
• Preparar, antecipadamente, cartões com os conceitos associados ao ciclo das rochas e um
conjunto de setas em papel, para 5 grupos de trabalho.
• Colocar ao grupo-turma as questões: «Será que uma rocha pode dar origem a outra rocha?
Em que condições é que isto pode acontecer?».
• A partir das respostas fornecidas pelos alunos, explorar a figura 11 da página 36 da unidade 1.2
do Manual – Vol. 1 – e/ou apresentação «Ciclo das rochas» referente a este assunto disponível
na .
• Projetar e explorar a animação «Ciclo das rochas» acessível na .
• Fornecer, por grupo de trabalho, os cartões e as setas e solicitar a construção de um ciclo das
rochas com esses materiais, para validar as aprendizagens desta aula.
• Realizar e corrigir os exercícios «Compreender» e «Interpretar» da página 36 do Manual –
Vol. 1.
• Realizar e corrigir o grupo II dos Exercícios de integração das páginas 44 e 45 do Manual –
Vol. 1.
Recursos
• Manual – Vol. 1 (páginas 36, 44 e 45)
•
– Apresentação «Ciclo das rochas»
– Animação «Ciclo das rochas»
Plano de aula n.o 13 90/100 min
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
36 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 1 y Geologia e métodos
1.3 Princípios de raciocínio geológico. A idade e história da Terra
Aprendizagens
Essenciais
Utilizar princípios de raciocínio geológico (atualismo, catastrofismo e uniformitarismo) na
interpretação de evidências de factos da história da Terra (sequências estratigráficas, fósseis,
tipos de rochas e formas de relevo).
Sumário
• Sequências estratigráficas. Princípio da sobreposição dos estratos e princípio da
horizontalidade original.
Conceitos
• Estrato, sequência estratigráfica, princípio da sobreposição dos estratos, princípio da
horizontalidade original, transgressão marinha, regressão marinha, lacuna estratigráfica,
superfície de descontinuidade.
Atividades
• Relembrar os princípios do raciocínio geológico através da apresentação «Princípios do
raciocínio geológico. A idade e história da Terra» disponível na ou, em alternativa,
explorar «O essencial» da página 49 do Manual – Vol. 1.
• Relembrar o conceito de sedimentogénese (conexões com a página 29 do Manual – Vol. 1).
• Colocar ao grupo-turma a questão: Em que princípio de raciocínio geológico se poderá incluir a
sedimentogénese?
• Projetar e explorar a apresentação «Princípios do raciocínio geológico. A idade e história da
Terra.» da , de modo a introduzir os conceitos relativos a esta aula.
• Realizar e corrigir os exercícios «Interpretar» e «Compreender» das páginas 50 e 51 do
Manual – Vol. 1.
• Propor a realização de um pequeno trabalho de pesquisa sobre a vida e obra de alguns dos
cientistas que contribuíram para o estudo da História da Terra, de forma que os alunos
compreendam a ligação entre a evolução da sociedade e da ciência: sugestões de cientistas –
Mary Anning, Arthur Holmes, William Smith, Paul Choffat e Alexandre Brongniart, por
exemplo.
Recursos
• Manual – Vol. 1 (páginas 49, 50 e 51)
•
– Apresentação «Princípios do raciocínio geológico. A idade e história da Terra»
Plano de aula n.o 19 90/100 min
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 37
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 1 y Geologia e métodos
1.4 O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas
Aprendizagens
Essenciais
Interpretar evidências de mobilismo geológico com base na Teoria da Tectónica de Placas (placa
litosférica, limites divergentes, convergentes e transformantes/conservativos, rifte e zona de
subducção, dorsais e fossas oceânicas).
Sumário • Atividade prática: simulação da expansão dos fundos oceânicos.
Conceitos
• Pangeia, deriva dos continentes, expansão dos fundos oceânicos, fossas oceânicas, zonas de
subducção, riftes.
Atividades
• Preparar a dinamização da atividade prática, nomeadamente, no que diz respeito aos
materiais necessários (sugestão: pode pedir, com antecedência, os materiais a cada um dos
grupos de trabalho).
• Fornecer fotocópia (uma por cada aluno) do guião da atividade prática «Simulação da
expansão dos fundos oceânicos», incluído no Dossiê do Professor.
• Acompanhar a construção da maquete por todos os grupos, assim como o desenvolvimento
do método.
• Orientar o registo de resultados, tal como a sua discussão.
• Corrigir a discussão de resultados e a conclusão da atividade prática (Dossiê do Professor),
promovendo a comunicação por todos os elementos de todos os grupos.
Recursos
• Dossiê do Professor
- Fotocópias do guião da atividade prática «Simulação da expansão dos fundos oceânicos» e
do anexo 1
Plano de aula no 1 VERSÃO DE
135/150 min
Plano de aula n.o 30
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
38 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 2 y Estrutura e dinâmica da geosfera
2.1 Vulcanismo
Aprendizagens
Essenciais
Relacionar composição de lavas (ácidas, intermédias e básicas), tipo de atividade vulcânica
(explosiva, mista e efusiva), materiais expelidos e forma de edifícios vulcânicos, em situações
concretas/reais.
Sumário • Tipos de atividade vulcânica e formação de rochas magmáticas (plutónicas e vulcânicas).
Conceitos
• Atividade vulcânica efusiva, atividade vulcânica explosiva, atividade vulcânica mista, lavas
ácidas, lavas básicas, lavas intermédias, riólito, andesito, basalto, granito, diorito, gabro,
vulcão escudo, estratovulcão, vulcão em domo.
Atividades
• Relembrar os tipos de rochas magmáticas (conexões entre as páginas 33 e 103 do Manual –
Vol. 1 – e os tipos de atividade vulcânica das páginas 107 a 109 do Manual – Vol. 1).
• Propor aos alunos a exploração do simulador «Atividade vulcânica e formação de rochas
magmáticas» da .
• Identificar, com os alunos, as variáveis consideradas no simulador.
• Solicitar a construção de um mapa de conceitos que relacione os conteúdos que testaram no
simulador.
• Projetar a animação «Erupções vulcânicas históricas» acessível na .
• Realizar e corrigir os Exercícios de Verificação da página 115 do Manual – Vol. 1.
Recursos
• Manual – Vol. 1 (páginas 33, 103, 107, 108, 109 e 115)
•
– Simulador «Atividade vulcânica e formação de rochas magmáticas»
– Animação «Erupções vulcânicas históricas»
Plano de aula n.o 32 90/100 min
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 39
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 2 y Estrutura e dinâmica da geosfera
2.2 Sismologia
Aprendizagens
Essenciais
Usar a Teoria da Tectónica de Placas para analisar dados de vulcanismo e sismicidade em
Portugal e no planeta Terra, relacionando-a com a prevenção de riscos geológicos.
Sumário
• Atividade prática de resolução de problemas: construção antissísmica e diminuição de risco
sísmico.
Conceitos • Ondas sísmicas, vibração sísmica, gaiola pombalina.
Atividades
• Colocar ao grupo-turma as questões:
Qual é a influência dos materiais dos edifícios na sua resposta a um sismo?
Qual é a influência da altura de um edifício na sua resposta a um sismo?
De que modo a estrutura dos edifícios pode diminuir o risco sísmico?
(questões-problema que se encontram no guião da atividade prática «Construção antissísmica
e diminuição de risco sísmico», incluída no Dossiê do Professor).
• Dividir o quadro em três setores, um para cada questão.
• Fornecer aos alunos post-it para registarem as respostas a cada uma das questões e solicitar a
sua afixação no quadro.
• Dividir a turma em 5/6 grupos e fornecer os materiais necessários para o desenvolvimento da
atividade prática – que devem estar preparados antecipadamente (ver guião da atividade).
• Acompanhar a construção da mesa de vibração e das maquetes dos edifícios por todos os
grupos, assim como o desenvolvimento do método.
• Orientar a discussão dos resultados, assim como as conclusões que se podem tirar desta
atividade prática.
• Solicitar aos alunos a recolha de cada um dos post-it que afixaram no quadro e a reformulação
das suas respostas.
Recursos
• Dossiê do Professor
- Fotocópias do guião da atividade prática «Construção antissísmica e diminuição do risco
sísmico»
Nota
• Esta atividade é do tipo design thinking, que pressupõe que os alunos idealizem e
desenvolvam o seu trabalho com liberdade e criatividade.
Plano de aula no 1 VERSÃO DE
135/150 min
Plano de aula n.o 41
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
40 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 2 y Estrutura e dinâmica da geosfera
2.3 Estrutura interna da Terra
Aprendizagens
Essenciais
Discutir potencialidades e limitações dos métodos diretos e indiretos, geomagnetismo e
geotermia (grau e gradiente geotérmicos e fluxo térmico) no estudo da estrutura interna da
Terra.
Sumário • Métodos de estudo do interior da Terra: geotermia.
Conceitos • Gradiente geotérmico, grau geotérmico, fluxo térmico.
Atividades
• Projetar e explorar a apresentação «Métodos de estudo do interior da Terra» disponível na
.
Também pode explorar as páginas 184 e 185 do Manual – Vol. 1.
• Realizar e corrigir os exercícios «Aplicar», «Formular hipóteses» e «Compreender» da página
185 do Manual – Vol. 1.
• Explorar a atividade interativa «Geotermia» acessível na .
• Solicitar a construção de um mapa de conceitos de todos os métodos de estudo do interior da
Terra, a partir da utilização da síntese da página 191 do Manual – Vol. 1.
Recursos
• Manual – Vol. 1 (páginas 184, 185 e 191)
•
– Apresentação «Métodos de estudo do interior da Terra»
– Atividade interativa «Geotermia»
Plano de aula n.o 48 90/100 min
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 41
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 3 y Biodiversidade
3.1 Diversidade e organização biológica
Aprendizagens
Essenciais
Relacionar a diversidade biológica com intervenções antrópicas que podem interferir na
dinâmica dos ecossistemas (interações bióticas/abióticas, extinção e conservação de espécies).
Sumário • Sustentabilidade e conservação da natureza.
Conceitos • Biodiversidade, dinâmica dos ecossistemas, sustentabilidade e conservação da natureza.
Atividades
• Dividir a turma em 3 grupos de trabalho, em que cada grupo tratará um dos tópicos a), b) e c)
descritos na atividade «Comunicar Ciência» da página 25 do Manual – Vol. 2.
• Dinamizar o Explorar + Atividades de ampliação «A redução da quantidade de fezes do
hipopótamo coloca em perigo a fertilidade dos rios e lagos» da página 25 do Manual – Vol. 2.
• Acompanhar o trabalho desenvolvido pelos alunos, assegurando a utilização de fontes
fidedignas e a revisão por pares.
• Solicitar apresentação do trabalho de cada grupo e avaliar, utilizando para isso a rubrica
de avaliação para a apresentação oral, incluída no Dossiê do Professor.
Recursos
• Manual – Vol. 2. (página 25)
• Computador/telemóvel
• Dossiê do Professor
– Rubrica de avaliação para a apresentação oral
Notas
• Trata-se de uma atividade relacionada com a comunicação em ciência, que deverá ser
dinamizada com a turma dividida em turnos.
• A apresentação dos trabalhos deverá ser realizada em grupo-turma normal.
• O Professor poderá optar por dinamizar esta atividade em interdisciplinaridade com
a disciplina de Português.
Plano de aula no 1 VERSÃO DE
135/150 min
Plano de aula n.o 52
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
42 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 3 y Biodiversidade
3.2 Células e biomoléculas
Aprendizagens
Essenciais
Observar células e/ou tecidos (animais/vegetais) ao microscópio, tendo em vista a sua
caracterização e comparação.
Sumário • Observação de células ao MOC.
Conceitos
• Célula eucariótica, célula eucariótica vegetal, célula eucariótica animal, cloroplastos,
membrana plasmática, núcleo, parede celular, citoplasma, vacúolos.
Atividades
• Colocar a questão-problema: Como se pode observar e estudar a estrutura das células
eucarióticas?
• Dividir a turma em grupos de trabalho.
• Dinamizar a atividade de laboratório «Observação de células ao MOC» das páginas 44 e 45
do Manual – Vol. 2.
Nota: O Professor deverá preparar com antecedência os materiais necessários a esta atividade
de laboratório, nomeadamente a preparação de uma infusão. Para isto, poderá recorrer ao
apoio à atividade de laboratório «Observação de células ao MOC», incluído no Dossiê do
Professor.
• Acompanhar e avaliar o trabalho desenvolvido pelos alunos; para a avaliação, poderá utilizar
a rubrica de avaliação para a microscopia, incluída no Dossiê do Professor.
• Realizar e corrigir a discussão, promovendo a comunicação entre todos os elementos de todos
os grupos.
• Elaborar, com os alunos, a resposta à questão-problema.
• Projetar e explorar os vídeos laboratoriais «Observação de células ao MOC» da .
Recursos
• Manual – Vol. 2 (páginas 44 e 45)
•
– Vídeos laboratoriais «Observação de células ao MOC»
• Dossiê do Professor
– Apoio à atividade de laboratório «Observação de células ao MOC»
– Rubrica de avaliação para a microscopia
Nota Esta atividade deverá ser dinamizada com a turma dividida em turnos.
Plano de aula n.o 55 135/150 min
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 43
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 4 • Obtenção de matéria
4.1 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos
Aprendizagens
Essenciais
Relacionar processos transmembranares (ativos e passivos) com requisitos de obtenção
de matéria e de integridade celular.
Sumário • Difusão simples e osmose.
Conceitos
• Permeabilidade seletiva da membrana, gradiente de concentração, transporte passivo,
difusão simples, osmose, meio isotónico, meio hipertónico e meio hipotónico, potencial
hídrico, pressão osmótica, aquaporinas.
Atividades
• Colocar a seguinte questão: Se a sobrevivência das células depende das trocas que realiza com
o meio extracelular, qual é a estrutura celular que medeia essas trocas?
• Relembrar a estrutura e a composição química da membrana plasmática – Modelo do mosaico
fluido; poderá utilizar a figura 7 da página 83 do Manual – Vol. 2.
• Colocar a seguinte questão: Tomando em consideração a estrutura e a composição química da
membrana plasmática, de que forma as substâncias a ser transportadas (polares ou apolares)
poderão ser mobilizadas para dentro e para fora das células?
• Registar as respostas dos alunos no quadro.
• Colocar a seguinte questão: Considerando o transporte através dos fosfolípidos, que tipo
de substâncias serão transportadas e que fatores podem condicionar esse transporte?
• Explorar a figura 12 da página 87 do Manual – Vol. 2.
• Resolver e corrigir os exercícios «Interpretar» e «Colocar hipóteses» da página 87 do Manual –
Vol. 2.
• Projetar e explorar a animação «Transporte membranar», disponível na .
• Explorar as figuras 13, 14 e 15 das páginas 88 e 89 do Manual – Vol. 2.
• Explorar a figura 17 da página 90 do Manual – Vol. 2.
• Realizar e corrigir os exercícios «Interpretar» e «Compreender» da página 90 do Manual –
Vol. 2.
• Construir, com a turma, um mapa de conceitos no quadro, aproveitando para sistematizar
os conceitos de difusão simples, transporte passivo e osmose.
Recursos
• Manual – Vol. 2 (páginas 83, 87, 88, 89 e 90)
•
– Animação «Transporte membranar»
Plano de aula n.o 62 90/100 min
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
44 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 4 • Obtenção de matéria
4.2 Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos
Aprendizagens
Essenciais
Interpretar dados experimentais sobre fotossíntese (espetro de absorção dos pigmentos,
balanço dos produtos das fases química e fotoquímica), mobilizando conhecimentos de Química
(energia dos eletrões nos átomos, processos exoenergéticos e endoenergéticos).
Sumário • Fase fotoquímica da fotossíntese.
Conceitos
• Tilacoide, membrana do tilacoide, lúmen do tilacoide, estroma, ADP, NADP+, ATP, NADPH,
fotossistemas, oxidação das clorofilas, oxidação da água, cadeia transportadora de eletrões,
ATP sintase, fotofosforilação.
Atividades
• Projetar e explorar a apresentação «Fases da fotossíntese», apenas para a fase fotoquímica,
disponível na .
• Realizar e corrigir os exercícios «Compreender» da página 132 do Manual – Vol. 2.
• Explorar a atividade interativa «Fotossíntese: fase fotoquímica» na .
• Explorar a atividade «Interpretar dados experimentais» da página 133 do Manual – Vol. 2.
Recursos
• Manual – Vol. 2 (páginas 132 e 133)
•
– Apresentação «Fases da fotossíntese»
– Atividade interativa «Fotossíntese: fase fotoquímica»
Plano de aula n.o 68 90/100 min
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 45
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 5 • Distribuição de matéria
5.1 Distribuição de matéria nas plantas
Aprendizagens
Essenciais
Explicar movimentos de fluidos nas plantas vasculares com base em modelos (pressão radicular;
adesão-coesão-tensão; fluxo de massa), integrando aspetos funcionais e estruturais.
Sumário • Transporte de seiva floémica.
Conceitos
• Seiva floémica, tubo crivoso, células de companhia, fonte, sumidouro, seiva xilémica, vaso
de xilema, modelo de fluxo de massa sob pressão, carga do floema, descarga do floema.
Atividades
• Colocar a seguinte questão: Como seguir o trajeto da seiva floémica?
• Realizar e corrigir a atividade «Interpretar dados experimentais», da página 158 do Manual –
Vol. 2.
• Explorar a figura 17 da página 159 do Manual – Vol. 2.
• Realizar e corrigir os exercícios «Interpretar» da página 159 do Manual – Vol. 2.
• Explorar a figura 18 da página 160 do Manual – Vol. 2.
• Explorar o infográfico «Transporte da seiva floémica», disponível na .
• Explorar o quiz «Transporte nas plantas» na .
Recursos
• Manual – Vol. 2 (páginas 158, 159 e 160)
•
– Infográfico «Transporte da seiva floémica»
– Quiz «Transporte nas plantas»
Plano de aula n.o 73 90/100 min
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
46 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 5 • Distribuição de matéria
5.2 Transporte nos animais
Aprendizagens
Essenciais
Interpretar dados sobre composição de fluidos circulantes (sangue e linfa dos mamíferos)
e sua função de transporte.
Sumário • Fluidos circulantes em mamíferos: sangue e linfa.
Conceitos
• Plasma sanguíneo, leucócitos, eritrócitos, fluido intersticial, fluido intracelular, meio interno,
sistema linfático, linfa.
Atividades
• Colocar as seguintes questões:
Como é constituído o sangue do ser humano? E a linfa?
Existirá alguma relação entre estes dois fluidos circulantes?
(Serve como diagnóstico das aprendizagens relativas ao 9.o ano).
• Registar as respostas dos alunos no quadro.
• Explorar a figura 11 da página 186 do Manual – Vol. 2.
• Realizar e corrigir os exercícios «Interpretar» e «Aplicar» da página 186 do Manual – Vol. 2.
• Explorar a figura 12 da página 187 do Manual – Vol. 2.
• Realizar e corrigir os exercícios «Interpretar» da página 187 do Manual – Vol. 2.
• Explorar a atividade interativa «Fluidos circulantes nos mamíferos» na .
• Explorar o quiz «Sangue e linfa» na .
• Solicitar a audição do podcast da página 188 do Manual – Vol. 2 e a elaboração de um mapa
de conceitos desta unidade.
Recursos
• Manual – Vol. 2 (páginas 186 e 187)
•
– Atividade interativa «Fluidos circulantes nos mamíferos»
– Quiz «Sangue e linfa»
• Telemóvel (para escutar o podcast)
Plano de aula n.o 81 90/100 min
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 47
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 6 • Transformação e utilização de energia pelos seres vivos
6.1 Obtenção de energia
Aprendizagens
Essenciais
Relacionar a ultraestrutura de células procarióticas e eucarióticas (mitocôndria) com as etapas
da fermentação e respiração.
Sumário • Respiração aeróbia.
Conceitos • Mitocôndria, glicólise, formação de acetil-CoA, ciclo de Krebs, fosforilação oxidativa.
Atividades
• Projetar e explorar a apresentação «Transformação e utilização de energia pelos seres vivos»,
disponível na .
• Projetar e explorar a animação «Respiração aeróbia», acessível na .
• Realizar e corrigir o grupo II dos Exercícios de integração das páginas 222 e 223 do Manual –
Vol. 2.
Recursos
• Manual – Vol. 2 (páginas 222 e 223)
•
– Apresentação «Transformação e utilização de energia pelos seres vivos»
– Animação «Respiração aeróbia»
Plano de aula n.o 85 90/100 min
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO
48 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Escola _________________________________________________________________________________________
Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o
_____________ Data ______/______/________
DOMÍNIO 6 • Transformação e utilização de energia pelos seres vivos
6.2 Trocas gasosas
Aprendizagens
Essenciais
Observar estomas, realizando procedimentos laboratoriais e registos legendados
das observações efetuadas.
Sumário
• Atividade de laboratório: observação e interpretação de dados sobre a abertura e o fecho
dos estomas.
Conceitos
• Estomas, células-guarda, meio hipertónico, meio hipotónico, osmose, pressão
de turgescência, células-guarda túrgidas, células-guarda flácidas.
Atividades
• Dividir a turma em grupos de trabalho.
• Dinamizar a atividade de laboratório «Observação e interpretação de dados sobre a abertura
e o fecho dos estomas» da página 231 do Manual – Vol. 2.
Nota: O Professor deverá preparar com antecedência os materiais necessários para esta
atividade de laboratório.
• Acompanhar e avaliar o trabalho desenvolvido pelos alunos; para a avaliação, poderá utilizar
a rubrica de avaliação para a microscopia, incluída no Dossiê do Professor.
• Propor a utilização de câmaras térmicas já disponíveis para telemóveis (pretende-se que
os alunos observem diferenças de contraste nas preparações microscópicas).
• Realizar e corrigir a discussão, promovendo a comunicação entre todos os elementos de todos
os grupos.
• Projetar e explorar o vídeo laboratorial «Observação e interpretação de dados sobre
a abertura e o fecho dos estomas», disponível na .
Recursos
• Manual – Vol. 2 (página 231)
•
– Vídeo laboratorial «Observação e interpretação de dados sobre a abertura e o fecho
dos estomas»
• Dossiê do Professor
– Rubrica de avaliação para a microscopia
Nota Esta atividade deverá ser dinamizada com a turma dividida em turnos.
Plano de aula n.o 99 135/150 min
* Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na ,
a partir de setembro de 2021.
Materiais
para
Avaliação
Materiais
para Avaliação
• Testes
• Testes práticos
• Questões de aula
• Prova global
• Rubricas de avaliação
• Propostas de solução
Biologia e Geologia
1O.O
Ano
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 49
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
GRUPO I
A enciclopédia geológica natural – Ilha de Santa Maria
A ilha de Santa Maria é a ilha mais antiga dos Açores e isso moldou-lhe a paisagem. Foi a
primeira ilha a ser descoberta e isso moldou-lhe o caráter. Dia sim, dia não, descobrem-se
novidades sobre a evolução geológica da ilha, onde há um deserto vermelho, pedras que
cantam e até uma «calçada dos gigantes». Ao longo da sua existência esteve várias vezes
debaixo de água, o que ficou inscrito no seu interior, que se revela nas rochas vulcânicas e
sedimentares. É nestes depósitos sedimentares calcários que abundam fósseis, desde
conchas e outros moluscos a alguns de maior porte, o que é único nos Açores. Santa Maria
revela-se como uma enciclopédia geológica natural, destino de várias expedições científicas.
Existem diversos tipos de fósseis na Pedra-que-pica, uma jazida de milhões de fósseis,
incluindo de dentes de peixes e tubarões, onde o único acesso é feito pelo mar. Na Pedreira
do Campo, há paredes que chegam aos 15 metros de altura, com uma notável sequência de
lavas submarinas; outra parte da pedreira revela rochas sedimentares com abundantes
fósseis. A descoberta dos piroclastos e bioclastos foi um feliz acidente causado pela
exploração da pedra, que ainda se faz na zona, sem que tal assuste as garças-reais que aqui
passeiam calmamente. O que já deixou de se fazer foi a cal, para qual se utilizavam as rochas
sedimentares cobertas de fósseis. Nas redondezas, aliás, a gruta do Figueiral, artificial, é uma
recordação da extração para a cal e um «mural» para as várias camadas geológicas da ilha.
https://acervo.publico.pt/fugas/noticia/ilhas-a-enciclopedia-geologica-natural-1733157
(consultado em 20/03/2021)
1. A ilha de Santa Maria possui uma origem ________ estando associada a limites ________.
(A)vulcânica ... divergentes
(B)sedimentar ... divergentes
(C) vulcânica ... convergentes
(D)sedimentar ... convergentes
2. As rochas vulcânicas resultam da consolidação ________ à /em ________.
(A)da lava ... profundidade
(B)da lava ... superfície
(C) do magma ... profundidade
(D)do magma ... superfície
3. As rochas sedimentares formadas a partir de restos de seres vivos são
(A)quimiogénicas.
(B)detríticas consolidadas.
(C) detríticas não consolidadas.
(D)biogénicas.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Teste de avaliação
diagnóstica
50 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
4. Considere as afirmações seguintes, relativas a três tipos de rochas.
I. O basalto é uma rocha magmática extrusiva.
II. O sal-gema é uma rocha sedimentar detrítica.
III. O xisto é uma rocha não foliada.
(A)I e II são verdadeiras; III é falsa.
(B)I é verdadeira; II e III são falsas.
(C) II e III são verdadeiras; I é falsa.
(D)I e III são verdadeiras; II é falsa.
5. Os fósseis de idade têm uma __________ distribuição __________, sendo __________ fósseis
de ambiente.
(A)grande ... estratigráfica ... o contrário dos
(B)pequena ... geográfica ... igual aos
(C) pequena ... estratigráfica ... igual aos
(D)grande ... geográfica ... o contrário dos
6. Ordene as etapas identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir o processo de
fossilização.
A. As partes moles dos organismos são decompostas.
B. Ocorre o afloramento das rochas com fósseis.
C. Os organismos morrem e acumulam-se numa bacia sedimentar.
D. Os movimentos tectónicos provocam o levantamento dos estratos que contêm os fósseis.
E. Ocorre deposição de sedimentos que cobrem os organismos.
____________________________________________________________________________________________
7. O movimento das placas litosféricas pode dever-se às correntes de convecção do manto.
Explique o mecanismo das correntes de convecção.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 51
GRUPO II
Escorpiões – animais enigmáticos
Apesar de, à primeira vista, os escorpiões apresentarem poucas semelhanças com as
aranhas, os investigadores incluem-nos na classe dos Aracnídeos, juntamente com as
aranhas e os ácaros. Como acontece com os restantes artrópodes, apresentam um esqueleto
externo quitinoso e apêndices articulados, necessitando de mudas sucessivas para que o
exoesqueleto acompanhe o crescimento do animal.
Os escorpiões são predadores noturnos ou crepusculares, que se alimentam principalmente
de insetos e aranhas, podendo incluir também na sua dieta outros animais de maior
tamanho, como pequenos roedores e répteis. Para capturar as presas de menores
dimensões, os escorpiões utilizam somente as quelíceras, evitando dessa forma gastar
desnecessariamente o seu veneno, mas nas presas de maior tamanho, recorrem ao veneno
do seu aguilhão caudal, que as paralisa, facilitando assim a sua captura. O processo de
ingestão do alimento é lento, podendo demorar duas horas para devorar completamente
uma barata. Em relação ao tamanho, é variável de espécie para espécie, indo desde os 9 mm
no escorpião cavernícola Typhlochactas mitchelli, até aos 20 cm de comprimento na espécie
africana Pandinus imperator. Na realidade, são organismos extremamente fascinantes, pois
possuem uma enorme resistência à radioatividade (pensa-se que são 150 vezes mais
resistentes do que o ser humano) e às condições adversas dos meios inóspitos onde
geralmente habitam. No entanto, as suas proezas não se ficam por aqui. Conhecem-se
relatos de escorpiões que viveram três anos sem se alimentarem, que suportaram
temperaturas extremas de -10 °C e de 60 °C, que não foram afetados por condições
extremas de desidratação e que sobreviveram a dois dias de imersão.
Adaptado de http://naturlink.pt/article.aspx?
menuid=2cid=10724bl=1viewall=true
(consultado em 20/03/2021)
Fig. 1 Escorpião.
1. Os escorpiões são seres ___________ e ___________.
(A)consumidores ... herbívoros
(B)consumidores ... carnívoros
(C) decompositores ... herbívoros
(D)decompositores ... carnívoros
52 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. Os escorpiões são seres ___________, formados por células ___________.
(A)multicelulares ... procarióticas
(B)multicelulares ... eucarióticas
(C) unicelulares ... procarióticas
(D)unicelulares ... eucarióticas
3. As células dos escorpiões têm, em comum com as bactérias,
(A)a parede e a membrana celular.
(B)a parede celular.
(C) a membrana celular.
(D)os cloroplastos.
4. Numa população de escorpiões, o número de indivíduos diminui se
(A)aumentar o número dos seus predadores.
(B)aumentar o número das suas presas.
(C) diminuir a temperatura até -10 °C.
(D)aumentar a temperatura até 60 °C.
5. A predação é um tipo de interação
(A)interespecífica, sendo ambos (predador e presa) beneficiados.
(B)interespecífica, sendo o predador beneficiado e a presa prejudicada.
(C) intraespecífica, sendo o predador e a presa prejudicados.
(D)intraespecífica, sendo ambos (predador e presa) beneficiados.
6. Ordene as etapas identificadas pelas letras de A a E, de modo a descrever uma sucessão
ecológica secundária que pode ocorrer no ecossistema onde vivem os escorpiões.
A. Germinação de sementes de plantas anuais.
B. Instalação de uma nova comunidade clímax.
C. Diversificação da fauna e da flora.
D. Destruição da comunidade na sequência de um incêndio.
E. Aparecimento das ervas e pequenos arbustos.
____________________________________________________________________________________________
7. As chuvas ácidas podem ter um efeito nefasto em diversos habitats. Explique de que forma as
chuvas ácidas podem prejudicar os seres vivos dos habitats afetados.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 53
GRUPO III
O mal das montanhas
O «mal das montanhas», também conhecido como «doença das alturas» ou «mal agudo das
montanhas», é um problema causado pela escassez de oxigénio, em grandes altitudes,
impossibilitando que o organismo capte este gás, resultando num conjunto de efeitos
nefastos ao organismo. Esta doença afeta os montanhistas, e quando não é tratada, pode
levar a um edema pulmonar ou cerebral, podendo evoluir para a morte. Os primeiros sinais
clínicos manifestam-se 4 a 8 horas antes de se atingirem altitudes superiores a 3500 metros,
no entanto, pode aparecer em altitudes inferiores, variando de acordo com o organismo de
cada pessoa.
As altitudes responsáveis pela doença dividem-se em três categorias:
x moderadas: entre 2400 a 3600 metros;
x altas: entre 3600 a 5400 metros;
x extremas: superiores a 5400 metros.
O «mal agudo das montanhas» ocorre em indivíduos que moram ao nível do mar e que
sobem a uma altitude moderada, em 1 a 2 dias. Este processo resulta numa falta de ar,
aumento a frequência cardíaca e consequente cansaço. Aproximadamente 20% dos
indivíduos sentem dores de cabeça, náuseas, vómitos e insónias. O extenuante exercício
físico leva a piorar os sintomas. A maior parte das pessoas recupera dentro de poucos dias.
Esta perturbação tem uma maior prevalência entre os jovens do que entre as pessoas mais
velhas.
Adaptado de www.infoescola.com/doencas/mal-das-montanhas
(consultado em 20/03/2021)
Tabela 1 Relação entre a altitude e os valores de pressão atmosférica,
pressão alveolar e saturação arterial de O2.
Altitude (m)
Pressão atmosférica
(mm Hg)
PO2 alveolar
(mm Hg)
Saturação arterial
de O2 (%)
0 760 100 97
973 680 94 96
1976 600 78 94
3040 523 62 90
4286 450 51 86
5594 380 42 75
6992 305 31 60
8859 230 19 33
1. O «mal agudo das montanhas»
(A)relaciona-se com a diminuição do oxigénio na atmosfera, dificultando a captação do gás.
(B)afeta apenas a pressão parcial de oxigénio nos alvéolos pulmonares.
(C) afeta apenas a pressão parcial de oxigénio no sangue.
(D)resulta apenas numa falta de ar, nos indivíduos que a manifestam.
54 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. A uma altitude de _______ metros, o oxigénio passa dos alvéolos pulmonares para o sangue se
o valor da pressão de oxigénio no capilar for _______ a _______ mm Hg.
(A)0 ... superior ... 760
(B)1976 ... superior ... 600
(C) 4286 ... inferior ... 51
(D)8859 ... inferior ... 230
3. Na metade ________ do coração circula sangue ________, e este é bombeado para os tecidos
pela ________.
(A)esquerda ... venoso ... artéria pulmonar
(B)direita ... arterial ... artéria aorta
(C) esquerda ... arterial ... artéria aorta
(D)direita ... venoso ... artéria pulmonar
4. A oxigenação do sangue ocorre de acordo com a seguinte sequência:
(A)aurícula direita, ventrículo direito, pulmões, veias pulmonares.
(B)ventrículo direito, artéria pulmonar, pulmões, veias pulmonares.
(C) ventrículo esquerdo, artéria aorta, todas as partes do corpo, veias cavas.
(D)aurícula esquerda, ventrículo esquerdo, artéria aorta, veias cavas.
5. A falta de oxigénio provoca um(a) __________ do raciocínio lógico, o que compromete os atos
__________ de um indivíduo.
(A)aumento ... involuntários
(B)diminuição ... involuntários
(C) aumento ... voluntários
(D)diminuição ... voluntários
Grupo
Item
Cotação (em pontos)
I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7.
10 10 10 10 10 10 15 75
II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7.
10 10 10 10 10 10 15 75
III 1. 2. 3. 4. 5.
10 10 10 10 10 50
TOTAL 200
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 55
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
GRUPO I
A água, os produtos hidrófugos e os monumentos nacionais
A água é um dos principais agentes envolvidos nos processos de degradação das rochas
utilizadas nas construções. A preservação e conservação das rochas, que visam evitar a
permanência do contacto com a água e a redução da penetração da água nesse material,
podem ser feitas através da utilização de produtos hidrófugos. Apesar de estes produtos
serem muito eficazes, podem ter efeitos indesejados, como alterações do aspeto visual das
rochas.
A grande afinidade entre a água e os materiais de construção, como as rochas, advém do seu
comportamento polar (Fig. 1) e das características dos materiais com os quais contacta. As
superfícies dos materiais, normalmente com carga negativa, atraem as extremidades positivas
da molécula de água, dadas pelos átomos de hidrogénio.
A aplicação de um produto hidrófugo numa superfície rochosa vai alterar esta situação. Dado
que estes produtos possuem ligações polares e não polares na sua estrutura molecular, a parte
polar da molécula é atraída para a superfície (grupos OH) e a não polar para o exterior (Fig. 2),
reduzindo assim a aptidão de molhagem da superfície tratada.
Grande parte dos materiais utilizados nas construções são porosos, ou seja, com
características propícias à circulação de água e de soluções salinas no seu interior. Quando, no
inverno, a água congela dentro do material rochoso que é poroso, o aumento de volume
origina forças que fissuram este material. Por outro lado, a água que circula no interior dos
materiais porosos transporta sais dissolvidos, que podem cristalizar e serem também
responsáveis por processos de degradação relevantes.
O Mosteiro dos Jerónimos é um dos monumentos nacionais que está a ser alvo de medidas
de conservação e restauro. Na sua cantaria encontram-se algumas variedades de um calcário
branco, cristalino, compacto, designado «pedra lioz». Quando este calcário se formou,
existiam rudistas no ambiente, cujos fósseis aparecem em maior ou menor proporção na
rocha. Os rudistas constituem um grupo de animais de ambientes marinhos, de águas quentes
e de salinidade normal, que habitaram os mares do Cretácico.
Adaptado de Perdiz, A. (2016). Conservação de pedras carbonatadas.
Estudo da evolução da ação hidrófuga e consolidante de tratamentos submetidos a exposição natural.
Tese de dissertação de Mestrado em Engenharia Civil. Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa.
Fig. 1 Carácter polar da molécula de água. Fig. 2 Atuação de um produto hidrófugo,
após aplicação numa superfície polar.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Teste de avaliação 1 Subsistemas terrestres
Ciclo das rochas
Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra.
56 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. O texto descreve uma interação entre os subsistemas
(A) atmosfera e hidrosfera.
(B) geosfera e atmosfera.
(C) geosfera e biosfera.
(D) atmosfera e biosfera.
2. A aplicação de produtos hidrófugos nas rochas usadas na construção dos monumentos nacionais
(A) não traz quaisquer consequências negativas.
(B) provoca a diminuição da compactação e dureza das rochas.
(C) justifica-se pelo facto das rochas serem porosas.
(D) faz diminuir, provavelmente, a resistência destes materiais.
3. Ao congelar, a água contida nas rochas provoca
(A) o aumento da meteorização desses materiais.
(B) o aumento da erosão desses materiais.
(C) o aumento da circulação de soluções salinas por entre os seus poros.
(D) a diminuição da fissuração desses materiais.
4. Considere as afirmações seguintes, relativas à «pedra lioz».
I. É uma rocha sedimentar detrítica.
II. Faz efervescência com o ácido clorídrico.
III. Formou-se em ambientes marinhos de águas quentes.
(A) I e II são verdadeiras; III é falsa.
(B) II e III são verdadeiras; I é falsa.
(C) III é verdadeira; I e II são falsas.
(D) I é verdadeira; II e III são falsas.
5. Segundo os dados do texto, os rudistas
(A) têm apenas importância estratigráfica.
(B) eram animais típicos de águas altamente salinizadas.
(C) podem ser considerados como fósseis de fácies e fósseis de idade.
(D) permitem aplicar o princípio da sobreposição dos estratos.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 57
6. Faça corresponder cada uma das características das rochas sedimentares referidas na coluna A
à respetiva designação, que consta na coluna B.
Coluna A Coluna B
(a) Desagregada e muito porosa. [ ____ ]
(b) Quimiogénica e carbonatada. [ ____ ]
(c) Biogénica, geralmente, de cor preta. [ ____ ]
(1) Sal-gema
(2) Areia
(3) Argilito
(4) Calcário
(5) Carvão
7. Uma coluna estratigráfica na qual a dimensão dos sedimentos aumenta da camada do topo para
a camada da base traduz uma ______ marinha, com consequente _____ da linha de costa.
(A) regressão … recuo
(B) transgressão … recuo
(C) transgressão … avanço
(D) regressão … avanço
8. Indique as designações dos processos que conduzem à formação de um conglomerado a partir
de um granito.
____________________________________________________________________________________________
9. Explique de que forma a aplicação de produtos hidrófugos constitui uma medida de conservação
de monumentos.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
58 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
GRUPO II
Uma nova trilobite em Portugal
A família de trilobites Brachymetopidae é representada exclusivamente pelo género Radnori
no Ordovícico e no Silúrico. Até 2015, o registo mais antigo documentado do género Radnoria
localizava-se no sul da China, pois não é comum encontrar-se fósseis deste género em rochas
do Ordovícico, mas é particularmente diverso no Ordovícico Superior do Peri-Gondwana
europeu – um supercontinente do início do Paleozoico que acabou por se unir a outras massas
continentais para dar origem à Pangeia no Triásico Médio.
Uma nova espécie de trilobite, Radnoria guyi, foi descoberta em Portugal, em rochas da
formação Cabeço do Peão, na vila de Pereiro, a cerca de 4 km a noroeste de Mação, na parte
norte do distrito de Santarém (Fig. 3). A descoberta de fósseis desta nova espécie na formação
Cabeço do Peão, do Ordovícico Superior, trouxe uma nova luz para a compreensão da sua
biogeografia, sugerindo que teve uma origem em regiões da Peri-Gondwana de alta latitude.
Os fósseis encontrados são de exoesqueleto, com um cefalão em forma de ferradura e um
tórax composto por nove segmentos (Fig. 4). A formação Cabeço do Peão está dividida em
membros, dos quais se destacam o membro do Queixopêrra (Queixopêrra Mmb), altamente
fossilífero, rico em trilobites, braquiópodes, briozoários e equinodermes e o membro do Aziral
(Aziral Mmb), cuja sequência estratigráfica se encontra representada na figura 5.
Fig. 3 Localização geográfica do afloramento do membro da Queixopêrra da formação Cabeço do
Peão, perto da vila de Pereiro, Mação (centro de Portugal).
Fig. 4 Fósseis de Radnoria guyi, mostrando as
regiões do cefalão e do tórax.
Fig. 5 Secção da sequência estratigráfica da
Formação Cabeço do Peão, com
identificação dos membros da
Queixopêrra e do Aziral e dos locais
de recolha dos fósseis de trilobites,
assinalados com estrelas vermelhas.
Adaptado de www.researchgate.net/publication/281888992 (consultado em 12/03/2021)
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 59
1. Segundo o princípio da _______, o membro do Queixopêrra da formação Cabeço do Peão é
______ do que o membro do Aziral.
(A) sobreposição dos estratos … mais recente
(B) identidade paleontológica … mais recente
(C) sobreposição dos estratos … mais antigo
(D) identidade paleontológica … mais antigo
2. A extinção das trilobites pode ser interpretada à luz do princípio do ______, uma vez que se
verificou ______.
(A) gradualismo … numa série de eventos, ao longo de um grande período
(B) gradualismo … num evento único, de grandes proporções, localizado no tempo
(C) catastrofismo … numa série de eventos, ao longo de um grande período
(D) catastrofismo … num evento único, de grandes proporções, localizado no tempo
3. A fossilização é um processo
(A) raro porque exige um conjunto de circunstâncias especiais.
(B) raro porque apenas ocorre em seres vivos de pequenas dimensões.
(C) raro porque apenas ocorre em animais com esqueleto externo.
(D) frequente porque ocorre em animais e plantas.
4. A transição entre o membro do Queixopêrra e o membro do Aziral marca uma alteração
(A) das condições de pressão e temperatura a que as rochas destes membros se formaram.
(B) do processo de fossilização das trilobites que existem nas rochas destes membros.
(C) das condições de sedimentação para a formação das rochas que os delimitam.
(D) de localização do continente Peri-Gondwana para regiões de altas latitudes.
5. Os fósseis de trilobites permitem determinar a idade ______ das rochas em que se encontram,
na medida em que os seres vivos que lhes deram origem apresentavam uma reduzida
distribuição ______ e uma ampla distribuição ______.
(A) absoluta … estratigráfica … geográfica
(B) absoluta … geográfica … estratigráfica
(C) relativa … estratigráfica … geográfica
(D) relativa … geográfica … estratigráfica
60 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
6. Os argilitos são rochas sedimentares detríticas ______, que ______.
(A) consolidadas … não se conseguem riscar com a unha
(B) consolidadas … cheiram a barro quando bafejadas
(C) não consolidadas … não se conseguem riscar com a unha
(D) não consolidadas … cheiram a barro quando bafejadas
7. O rio Tejo, que atravessa o distrito de Santarém, deu origem, ao longo do seu percurso,
a algumas formas de relevo, como os vales em ______, a ______ devido à sua ______.
(A) V … montante … capacidade erosiva
(B) V … jusante … capacidade erosiva
(C) U … montante … capacidade de sedimentação
(D) U … jusante … capacidade de sedimentação
8. Indique a designação da ação erosiva do mar.
____________________________________________________________________________________________
9. As trilobites foram organismos bentónicos, isto é, viviam sobre sedimentos que cobriam os
fundos oceânicos, e apresentavam um exoesqueleto rígido. Explique por que razão essas
características facilitaram a sua fossilização.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
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GRUPO III
O maciço de Monchique
O maciço de Monchique situa-se a noroeste do Algarve e é constituída por dois blocos
topográficos, a Fóia e a Picota, que são cumes de natureza magmática. Esta natureza explica
a existência da zona termal de Monchique (água mineralizada das Caldas de Monchique),
relacionada com a presença de fraturas que permitem a infiltração da água superficial e a sua
circulação nas zonas profundas do interior do maciço eruptivo.
A Fóia, com cerca de 902 metros de altitude e orientação, aproximadamente, este-oeste,
constitui o ponto mais alto de Portugal Continental a sul do Rio Tejo. A Picota, com 774 metros
de altitude e orientação nordeste-sudoeste, ocupa quase metade da área total do maciço
ígneo (Fig. 6).
O maciço intrusivo de Monchique, incluído na chamada Província Ígnea Alcalina da Península
Ibérica, destaca-se pelas suas características raras (ao nível europeu), situando-se,
mundialmente, entre os maiores maciços de sienitos nefelínicos existentes (rocha constituída
por feldspatos, anfíbolas, piroxenas e nefelina). Esta intrusão, contemporânea dos maciços de
Sintra e Sines, apresenta uma estrutura anelar ou concêntrica, constituída por dois tipos de
sienitos nefelínicos, que refletem duas fases de intrusão: um nuclear, situado numa zona mais
central, que ocupa mais de metade da área total do maciço (cerca de 60%), e outro, mais
periférico, que ocupa cerca de 40% da totalidade do maciço. O sienito nuclear, com um
conteúdo de nefelina que varia entre os 25% e os 40%, caracteriza-se por apresentar uma
textura e granulometria bastante homogéneas. O sienito típico da zona exterior contém, por
sua vez, um teor de nefelina inferior a 10%, ainda que, nalguns locais, atinje os 20%, e
apresenta uma composição mineralógica, uma textura e uma granulometria mais
heterogéneas, expondo, ainda, um grau de fraturação superior ao do sienito da unidade
central. A intrusão do maciço ígneo originou uma auréola de metamorfismo, onde é possível
observar corneanas, com cerca de 200 metros a 1 km de espessura, que envolve a totalidade
do corpo intrusivo.
Fig. 6 Carta geológica simplificada da região de Monchique.
Adaptado de: Parreiral, R. (2011). Representações para o Ensino e a Aprendizagem de Temas de Geologia no Ensino Básico e no
Ensino Secundário. Tese de doutoramento em História e Metodologia das Ciências Geológicas. Universidade de Coimbra.
62 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. O sienito é uma rocha ______ com textura ______.
(A) metamórfica … foliada
(B) metamórfica … não foliada
(C) magmática plutónica … fanerítica
(D) magmática vulcânica … afanítica
2. É ______ encontrar fósseis numa rocha como o sienito, uma vez que as condições que presidem
à formação desta rocha ______ as mais adequadas para a formação de fósseis.
(A) improvável … não são
(B) improvável … são
(C) provável … não são
(D) provável … são
3. Rochas como o riolito resultam de um arrefecimento ______ da lava. O magma que lhe deu
origem pode também formar ______ se consolidar em profundidade.
(A) rápido … gabro
(B) rápido … granito
(C) lento … gabro
(D) lento … granito
4. Considere as afirmações seguintes, relativas ao ciclo das rochas.
I. Qualquer rocha metamórfica resulta de transformações, no estado sólido, de uma rocha-mãe.
II. Apenas as rochas sedimentares dão origem a rochas metamórficas.
III. As rochas magmáticas podem resultar da fusão de qualquer tipo de rocha.
(A) I e II são falsas; III é verdadeira.
(B) I é falsa; II e III são verdadeiras.
(C) II e III são falsas; I é verdadeira.
(D) I e III são falsas; II é verdadeira.
5. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a E, de modo a traduzir a evolução da
instalação do maciço de Monchique.
A. Ascensão do maciço para a superfície devido a movimentos tectónicos.
B. Deposição e litificação das rochas que originaram metapelitos e metagrauvaques.
C. Formação de uma auréola de metamorfismo.
D. Infiltração das águas superficiais e circulação em zonas profundas do maciço.
E. Formação do magma em profundidade.
____________________________________________________________________________________________
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 63
6. A formação de sedimentos aluviais recentes é resultado da geodinâmica ______, cuja fonte de
energia é o ______.
(A) interna … calor interno da Terra
(B) interna … Sol
(C) externa … calor interno da Terra
(D) externa … Sol
7. A corneana é uma rocha de metamorfismo ______ que resulta da ______.
(A) regional … atuação de pressão não litostática devido a movimento tectónicos
(B) regional … libertação de calor e fluidos do magma para as rochas encaixantes
(C) de contacto … atuação de pressão não litostática devido a movimento tectónicos
(D) de contacto … libertação de calor e fluidos do magma para as rochas encaixantes
8. O uniformitarismo é um princípio de raciocínio geológico que se distingue do ______, pois
considera que existe ______.
(A) neocatastrofismo ... uma causa catastrófica para cada mudança verificada na Terra
(B) neocatastrofismo … apenas fenómenos graduais e lentos que explicam mudanças na
Terra
(C) catastrofismo ... apenas alguns fenómenos catastróficos que explicam mudanças na
Terra
(D) catastrofismo ... uma causa diferente no passado e no presente para explicar as
mudanças na Terra
9. Explique de que forma o maciço de Monchique condiciona a composição das águas
mineralizadas das Caldas de Monchique.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Grupo
Item
Cotação (em pontos)
I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
7 7 7 7 7 7 7 5 12 66
II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
7 7 7 7 7 7 7 5 12 66
III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
7 7 7 7 7 7 7 7 12 68
TOTAL 200
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 65
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
GRUPO I
Paleontólogo descobre fóssil com mais de 300 milhões de anos
na Bacia Carbonífera do Douro
O paleontólogo e investigador do Instituto de Ciências da Terra da Universidade do Porto
descobriu, na Bacia Carbonífera do Douro (Fig. 1), em Gondomar, um fóssil de um novo grupo
de plantas em rochas com 300 milhões de anos. O novo fóssil batizado Iberisetum
wegeneri, em homenagem ao geólogo e meteorologista alemão Alfred Wegener, autor da
Teoria da Deriva Continental, representa um novo género e uma nova espécie de um grupo
extinto de plantas primitivas. O estudo foi publicado na revista Historical Biology com o
contributo de outros dois investigadores, Artur Sá, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto
Douro e ďLJŶĥŬ aŝŵƽŶĞŬ͕ do Instituto Czech Geological Survey. Uma das características
peculiares do Iberisetum wegeneri é possuir grandes bainhas foliares que funcionavam como
painéis solares, onde as folhas estavam orientadas para o sol, com a finalidade de maximizar
a captura de luz para a fotossíntese da planta primitiva. Esta morfologia funcional é o resultado
de uma adaptação evolutiva das plantas residentes às condições climáticas e ecológicas
restritas aos ambientes intramontanhosos da Bacia do Douro. A Bacia do Douro era parte
integrante da primitiva Ibéria que estava localizada em latitudes equatoriais (tropicais) no
Carbonífero superior, há cerca de 300 milhões de anos, e albergou uma grande diversidade de
flora. Um ambiente deposicional intramontanhoso como a Bacia do Douro favoreceu a
deposição e a preservação de muitos restos de flora (e alguns elementos faunísticos) no
registo fóssil na região. Esta região é uma das mais ricas em fósseis do Carbonífero da Bacia
do Douro, e já foram identificadas cerca de 12 novas espécies para a ciência. A fauna fóssil
identificada compreende também uma diversidade de bivalves fluviais (não marinhos).
Fig. 1 Bloco-diagrama interpretativo do sistema deposicional e dos respetivos subambientes
de sedimentação na Bacia Carbonífera do Douro.
Adaptado de www.natgeo.pt/ciencia/2021/02/paleontologo-descobre-fossil-com-mais-de-300-milhoes-de-anos-na-bacia-
carbonifera e Fernandes, I. Percursos Geológicos no Sulco Carbonífero Dúrico-Beirão (consultado em 20/02/2021)
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Teste de avaliação 2 O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas
Vulcanismo
66 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. Identifique as rochas sedimentares detríticas que se encontram na Bacia Carbonífera do Douro.
____________________________________________________________________________________________
2. As rochas que contêm fósseis de Iberisetum wegeneri são da Era ______ e estes organismos
eram contemporâneos das ______.
(A) Mesozoica ... amonites
(B) Paleozoica ... trilobites
(C) Mesozoica ... trilobites
(D) Paleozoica ... amonites
3. Considere as afirmações seguintes relativas aos fósseis de Iberisetum wegeneri.
I. Apresentam evidências de adaptações a climas frios e montanhosos.
II. Permitem conhecer o paleoambiente terrestre.
III. Formam-se devido a um lento enterramento por sedimentos finos.
(A) I e II são verdadeiras; III é falsa.
(B) II e III são verdadeiras; I é falsa.
(C) II é verdadeira; I e III são falsas.
(D) I é verdadeira; II e III são falsas.
4. A Teoria da Deriva Continental de Wegener
(A) baseou-se em três tipos de dados que defendiam a existência de um supercontinente.
(B) foi apoiada pela Teoria da Expansão dos Fundos Oceânicos.
(C) explica o afastamento das placas litosféricas, a partir da zona do rifte.
(D) defende o imobilismo das placas litosféricas.
5. O carvão é uma rocha sedimentar ______ formada em ambientes ______.
(A) biogénica … continentais pantanosos
(B) biogénica … marinhos pouco profundos
(C) quimiogénica … continentais pantanosos
(D) quimiogénica … marinhos pouco profundos
6. Faça corresponder cada uma das afirmações da coluna A à respetiva designação, que consta na
coluna B.
Coluna A Coluna B
(a) Na Terra ocorrem transformações graduais e bruscas,
responsáveis pela evolução da sua história. [ ____ ]
(b) Todas as mudanças na crosta terrestre ocorrem subitamente.
[ ____ ]
(c) O estudo dos fósseis pode revelar a ocorrência de fenómenos
que se observam nos processos geológicos atuais. [ ____ ]
(1) Catastrofismo
(2) Uniformitarismo
(3) Neocatastrofismo
(4) Atualismo geológico
(5) Gradualismo
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 67
7. Ordene as etapas identificadas pelas letras de A a D, de modo a traduzir a formação dos estratos
que contêm brechas na Bacia Carbonífera do Douro, segundo uma relação causa-efeito.
A. Diminuição progressiva do volume entre os sedimentos angulosos.
B. Transporte dos detritos até à Bacia Carbonífera do Douro.
C. Meteorização física e química das rochas.
D. Precipitação de substâncias químicas nos interstícios dos sedimentos
____________________________________________________________________________________________
8. Para determinar a idade absoluta de uma rocha, pode recorrer-se ao par de isótopos carbono-14
e nitrogénio-14 (14
C /14
N), que apresenta um tempo de semivida de 5730 anos. Os limites de
tempo cuja datação é possível utilizando o respetivo par de isótopos são entre os 100 e os 70 000
anos. Refira, justificando, se seria possível a utilização deste par de isótopos para datar rochas
que contêm fósseis de Iberisetum wegeneri.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
9. Explique que condições da Bacia Carbonífera do Douro permitiram a fossilização de Iberisetum
wegeneri.
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68 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
GRUPO II
Ridge-push e slab-pull – como se movem as placas litosféricas?
As placas litosféricas movem-se devido à fraqueza relativa da astenosfera e a fonte necessária
a este movimento é a dissipação de calor a partir do manto. De alguma forma, esta energia
tem de ser transferida para a litosfera e existem duas forças capazes de o conseguir: o atrito
e a gravidade. Relativamente à gravidade, os investigadores têm-se dedicado a estudar o
modelo ridge-push e slab-pull (Fig. 2). No ridge-push, o movimento das placas litosféricas é
causado pela maior elevação destas nas dorsais médio-oceânicas em relação à planície abissal.
A maior elevação é causada pela densidade relativamente baixa do material quente em
ascensão no manto. A gravidade faz com que a litosfera elevada empurre a litosfera que está
mais afastada. No slab-pull, o movimento das placas litosféricas é causado pelo peso das
placas frias e densas, afundando-se nas fossas oceânicas. Contudo, há evidências de que a
convecção que ocorre no manto complementa os processos de ridge-push e de slab-pull. A
ascensão de materiais nas cristas médio-oceânicas faz parte desta convecção. A maior parte
dos cientistas acredita que a astenosfera não é suficientemente forte para produzir o
movimento por fricção. Pensa-se que o arrastamento causado por blocos será a força mais
importante aplicada sobre as placas litosféricas. Modelos recentes mostram que a sucção nas
fossas também tem um papel importante. No entanto, é de notar que a placa Norte-
-Americana não sofre subducção em nenhuma zona e, ainda assim, move-se. O mesmo se
passa com as placas Africana, Euro-Asiática e da Antártida. As forças que realmente estão por
detrás do movimento das placas litosféricas, bem como a fonte de energia que as provocam,
continuam a ser tópicos de aceso debate e de investigações em curso.
Fig. 2 Movimento ridge-push (A). Movimento slab-pull (B).
Adaptado de https://webpages.ciencias.ulisboa.pt/~ecfont/Geomag/Tectónica%20de%20placas.pdf
ĞDĂƌƐŚĂŬ͕^͘;ϮϬϭϯͿ͘Essentials of Geology. 4.a edição (consultado em 23/03/2021)
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 69
1. Segundo o documento, as placas litosféricas
(A) movimentam-se devido às forças junto à dorsal médio-oceânica e à fossa oceânica.
(B) subductam sem a intervenção das correntes de convecção.
(C) movimentam-se devido à transferência de calor da litosfera para a astenosfera.
(D) subductam apenas com a ação dos movimentos ridge-push e slab-pull.
2. As seguintes afirmações dizem respeito aos movimentos ridge-push e slab-pull.
I. Na dorsal médio-oceânica a densidade dos materiais é menor.
II. A densidade das placas litosféricas é menor nas fossas oceânicas.
III. A planície abissal tem um menor declive, comparativamente à dorsal médio-oceânica.
(A) I e II são verdadeiras; III é falsa.
(B) I e III são verdadeiras; II é falsa.
(C) I é verdadeira; II e III são falsas.
(D) III é verdadeira; I e II são falsas.
3. Nos limites convergentes, a placa litosférica
(A) oceânica subducta, uma vez que é menos densa do que a continental.
(B) continental colide com outra continental, formando cadeias orogénicas.
(C) oceânica colide com outra continental, formando um arco vulcânico insular.
(D) continental subducta, uma vez que é mais densa do que a oceânica.
4. As correntes de convecção são fluxos de materiais que ocorrem no ______ ou na ______. Nelas,
os materiais muito ______ e ______ densos sobem em direção à superfície.
(A) núcleo ... mesosfera ... quentes ... mais
(B) manto ... astenosfera ... frios ... menos
(C) manto ... astenosfera ... quentes ... menos
(D) núcleo ... mesosfera ... frios ... mais
5. A ascensão de magma ______ provoca a formação de nova ______, tornando-se ______ densa
à medida que se afasta da dorsal oceânica.
(A) na fossa oceânica ... astenosfera ... mais
(B) no rifte ... litosfera ... mais
(C) na fossa oceânica ... litosfera ... menos
(D) no rifte ... astenosfera ... menos
70 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
6. A formação de uma cadeia orogénica resulta da colisão entre duas placas litosféricas, que
(A) por possuírem a mesma densidade, provocam o aumento da espessura crustal.
(B) convergem entre si, permitindo a manutenção da litosfera oceânica.
(C) mantêm entre si a espessura da crosta continental e formam nova litosfera.
(D) formam nova litosfera oceânica e aumentam a espessura crustal.
7. O movimento das placas litosféricas deve-se à
(A) viscosidade dos materiais na crosta
(B) rigidez dos materiais da astenosfera.
(C) rigidez dos materiais da geosfera.
(D) viscosidade dos materiais da astenosfera.
8. Na zona de rifte ascendem materiais
(A) com densidade superior às rochas encaixantes.
(B) que consolidam simetricamente em relação à dorsal oceânica.
(C) com densidade superior à câmara magmática.
(D) que consolidam de forma assimétrica em relação à dorsal oceânica.
9. Explique de que forma o modelo das correntes de convecção pode interligar-se com o modelo
em que ocorrem os movimentos ridge-push e slab-pull.
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GRUPO III
Lusi – um vulcão de lama em contínua erupção há mais de 10 anos
O maior e mais destrutivo vulcão de lama do mundo nasceu perto da cidade de Sidoarjo, na
ilha de Java, Indonésia, consumindo várias aldeias e causando um grande impacto nas
comunidades próximas e nos campos que eram os meios de subsistência dos habitantes locais.
O vulcão de lama, conhecido por Lusi, formou-se no dia 29 de maio de 2006. No auge da sua
atividade emitiu, diariamente, cerca de 180 mil m3
de lama, que atingiu até 40 metros de
espessura em algumas aldeias. O pior episódio eruptivo provocou 13 mortos e destruiu as
casas de 60 mil pessoas.
As eventuais causas da ocorrência desta erupção estão em discussão. Uma das hipóteses
aponta para um sismo que ocorreu alguns dias antes da erupção, cujo epicentro se localizou
na região. Outra sugere que a erupção foi motivada por uma falha catastrófica do poço de
exploração de gás Banjar Panji 1 que estava a ser perfurado nas proximidades no momento.
Os vulcões de lama são extremamente comuns, existindo milhares de exemplos conhecidos
em todo o mundo. Podem apresentar muitas formas e tamanhos e exibem um
comportamento em parte semelhante ao dos vulcões propriamente ditos, passando por
longos períodos de inatividade com erupções violentas periódicas. Ao contrário dos seus
homólogos, cujos produtos vulcânicos se encontram a altas temperaturas, os vulcões de lama
emitem, geralmente, uma mistura fria de gás (metano), água e sólidos, que é empurrada para
a superfície pelo gás flutuante que ela contém. Normalmente, os vulcões de lama crescem
lentamente, isto é, camada sobre camada de lama. O Lusi é o vulcão de lama mais rápido que
se conhece. A lama emitida enterrou casas, fábricas, locais de culto e escolas.
Com base na informação disponibilizada pela empresa indonésia responsável pelo poço de
exploração de gás, os investigadores defendem que houve um influxo de água suficiente para
causar pressão nas rochas em torno do furo, fazendo com que estas fraturassem. A mistura
entre a água pressurizada e a lama subterrânea da Formação Kalibeng, que faz parte da
geologia de Java, surgiram rapidamente à superfície através de uma falha, formando o vulcão
de lama Lusi, apenas a 200 metros do local de perfuração.
Fig. 1 Contexto tectónico do vulcão Lusi e dois estratovulcões gémeos: Arjuno e Welirang.
Adaptado de www.ivar.azores.gov.pt/noticias/Paginas/20170727-vulcao-lama-lusi-indonesia.aspx e Wibowo. H. et al. (2018).
Sidoarjo hot mudflow (Lusi), Indonesia. IOP Conf. Ser.: Earth Environ. Sci. 212 012050 (consultado em 20/3/2021)
72 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. O vulcão Lusi, ______ aos vulcões de atividade efusiva, cresceu ______.
(A) contrariamente … lentamente
(B) analogamente … lentamente
(C) contrariamente … rapidamente
(D) analogamente … rapidamente
2. Considere as afirmações seguintes, relativas à erupção do vulcão Lusi.
I. Os produtos resultantes da erupção estavam a elevadas temperaturas e no estado sólido.
II. A erupção foi provocada por um sismo, causado pela libertação de energia numa falha
tectónica.
III. A água, em profundidade, fraturou as rochas junto ao furo da exploração de metano.
(A) I e III são verdadeiras; II é falsa.
(B) I é verdadeira; II e III são falsas.
(C) III é verdadeira; I e II são falsas.
(D) II e III são verdadeiras; I é falsa.
3. Ao contrário dos vulcões efusivos, os vulcões característicos das erupções explosivas emitem
(A) cinzas vulcânicas e escoadas lávicas basálticas.
(B) lapilli e escoadas lávicas andesíticas.
(C) piroclastos de fluxo e de queda.
(D) nuvens ardentes e mantos de lava básica.
4. A placa litosférica ______ subducta na direção ______.
(A) oceânica ... SO-NE
(B) continental ... SO-NE
(C) oceânica ... NE-SO
(D) continental ... NE-SO
5. As erupções no complexo vulcânico Arjuno e Welirang
(A) foram do tipo misto, com emissões de lavas básicas alternadas com piroclastos.
(B) resultaram da ascensão de magmas formados por aumento da temperatura e do
teor de água.
(C) foram do tipo efusivo, de acordo com o seu contexto tectónico.
(D) originaram cones com declives suaves e crateras de diâmetro considerável.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 73
6. Contrariamente ao complexo vulcânico Arjuno e Welirang, as ilhas do Hawai encontram-se num
contexto ______ e resultam da ascensão do magma a partir ______ provenientes do limite
manto-núcleo externo, originando erupções predominantemente ______.
(A) intraplaca ... pontos quentes ... explosivas
(B) interplaca ... plumas mantélicas ... explosivas
(C) intraplaca ... plumas mantélicas ... efusivas
(D) interplaca... pontos quentes ... efusivas
7. Considerando que a última erupção do complexo vulcânico Arjuno e Welirang foi em 1952, o
seu vulcanismo considera-se ______ e os seus cones vulcânicos apresentam ______ erosão.
(A) ativo ... intensa
(B) inativo ... pouca
(C) ativo ... pouca
(D) inativo ... intensa
8. Explique de que forma as características do vulcão Lusi determinam o risco elevado para a
população que habita nas suas proximidades.
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____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
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Grupo
Item
Cotação (em pontos)
I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
5 7 7 7 7 7 7 12 12 71
II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
7 7 7 7 7 7 7 7 12 68
III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8.
7 7 7 7 7 7 7 12 61
TOTAL 200
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 75
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
GRUPO I
O sismo do Nepal de 2015
No dia 25 de abril de 2015, um sismo devastador de magnitude 7,8 assolou o Nepal, causando
cerca de 9000 mortes e quase 2300 feridos. O epicentro localizou-se em Lamjung, no distrito
de Ghorka, 75 km a noroeste de Katmandu, capital do Nepal, com uma profundidade focal de
8,2 km. O sismo ocorreu na interface de subducção marcada pela falha principal dos Himalaias,
também designada MHT, uma falha de grandes dimensões com 150 km de comprimento e 80
km de largura, onde a placa Indiana é puxada para a placa Euro-Asiática. Este sismo foi sentido
em algumas regiões da Índia, China, Bangladesh, Paquistão e Butão, tendo sido registadas
mais de 400 réplicas com magnitude superior a 4 nos meses subsequentes. A maior réplica
sentida teve uma magnitude de 7,3. Ocorreu no dia 12 de maio de 2015, no distrito de
Dolakha, a 75 km a nordeste de Katmandu, com uma profundidade focal de 18 km, somando
às vítimas do sismo principal mais 200 mortes e 2500 feridos (Fig. 1). Kathmandu foi
particularmente afetada no seu parque habitacional, pois a maioria dos edifícios foi construída
com alvenaria (construção que utiliza pedras, tijolos ou outros materiais, unidos ou não, por
uma argamassa), sendo estes pouco ou nada reforçados. De facto, apenas 25% dos edifícios
são de betão armado com paredes de enchimento. Nestes últimos encontraram-se falhas de
construção, nomeadamente, quanto à orientação da construção que foi efetuada por técnicos
de grau médio, e ao nível da construção propriamente dita, que foi realizada por pedreiros
sem experiência profissional em projeto de estruturas. Antes do sismo, estes edifícios já
tinham sido avaliados como significativamente vulneráveis quando sujeitos a um sismo com
uma probabilidade de ocorrência razoável para a região do Nepal. Nas regiões urbanas e rurais
em torno do Vale de Katmandu estima-se que 90% do parque imobiliário existente é composto
por edifícios que não foram alvo de qualquer projeto estrutural.
Fig. 1 Contexto tectónico associado ao sismo ocorrido no Nepal em 2015.
Adaptado de www.researchgate.net/publication/303590059 (consultado em 10/03/2021)
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Teste de avaliação 3 Sismologia
Estrutura interna da terra
76 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. Na região onde ocorreu o sismo do Nepal existe
(A) divergência entre limites litosféricos continentais.
(B) divergência entre limites litosféricos oceânicos.
(C) convergência entre limites litosféricos oceânicos.
(D) convergência entre limites litosféricos continentais.
2. Segundo os dados fornecidos, é
(A) provável que não ocorram mais sismos no limite entre a placa Indiana e a placa
Euro-Asiática.
(B) possível que ocorram mais sismos superficiais do que profundos na região
de Katmandu.
(C) impossível a ocorrência de mais danos nos edifícios de Katmandu provocados
por sismos futuros.
(D) apenas a movimentação da falha MHT que provoca sismos na região.
3. Com o aumento da distância a Katmandu, verifica-se
(A) um aumento do intervalo S-P.
(B) uma diminuição do intervalo S-P.
(C) uma diminuição da profundidade focal.
(D) um aumento da profundidade focal
4. Para um determinado sismo, a ______ apresenta ______, correspondendo à quantidade de
energia libertada no ______.
(A) magnitude … um valor fixo … epicentro
(B) magnitude … um valor fixo … hipocentro
(C) intensidade … valores variáveis … epicentro
(D) intensidade … valores variáveis … hipocentro
5. Faça corresponder cada um dos tipos de ondas sísmicas referidas na coluna A à respetiva
caracterização, que consta da coluna B.
Coluna A Coluna B
(a) Ondas P [ ____ ]
(b) Ondas S [ ____ ]
(c) Ondas superficiais [ ____ ]
(1) A sua velocidade anula-se quando a rigidez é zero.
(2) Alteram o volume dos materiais atravessados.
(3) Propagam-se apenas quando a densidade do meio é
zero.
(4) Propagam-se apenas em meios gasosos.
(5) Possuem maior amplitude e menor velocidade.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 77
6. A falha MHT é considerada uma falha ______, ao longo da qual a placa ______ é a subductada.
(A) inativa … Indiana
(B) inativa …Euro-Asiática
(C) ativa … Indiana
(D) ativa … Euro-Asiática
7. As réplicas ______ os sismos principais e têm, geralmente, ______ magnitude do que estes.
(A) antecedem … menor
(B) antecedem … maior
(C) sucedem … menor
(D) sucedem … maior
8. O risco sísmico na região de Katmandu é______, em virtude da sismicidade ser do tipo ______.
(A) alto … interplaca
(B) baixo … interplaca
(C) alto … intraplaca
(D) baixo … intraplaca
9. A região de Katmandu foi construída num antigo leito de um lago, onde se acumularam
sedimentos alagados, que alcançaram uma espessura de 100 metros. Explique de que modo a
existência destes sedimentos contribuiu para que o sismo do Nepal tivesse sido tão devastador
nesta cidade.
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78 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
GRUPO II
As ondas sísmicas e a estrutura interna da Terra
Os sismos e as ondas sísmicas, para além do seu potencial destruidor, são também fontes de
conhecimento científico e de desenvolvimento económico. Em Sismologia, especialidade da
Geofísica Interna, área da Física que se dedica ao estudo do interior do Terra (e de outros
corpos celestes) utilizando métodos físicos, tem sido o estudo das ondas sísmicas, o método
que tem fornecido informação mais detalhada sobre a estrutura interna do nosso planeta e
sobre a geodinâmica causadora dos sismos de origem natural (Fig. 2). Analisando registos de
eventos sísmicos naturais ou artificiais, a Sismologia tem permitido um conhecimento sobre a
estrutura profunda e inacessível à observação direta do nosso planeta, mas também tem
contribuído para a deteção na crosta de vários elementos de grande valor económico, tais
como hidrocarbonetos, águas subterrâneas ou jazigos minerais. Em sismologia, a
interpretação dos dados não é inequívoca, existindo controvérsia em muitos campos.
O conhecimento e o modelo aceite para a estrutura interna da Terra resultam de uma
construção que tem sido sucessivamente melhorada com o contributo de muitos
investigadores. Ninguém verificou a veracidade do modelo – o conhecimento científico não é
a «verdade» mas sim, um resultado do desafio humano em compreender e prever como se
estrutura o interior da Terra, interpretando com criatividade e esforço os dados disponíveis.
Fig. 2 Corte transversal da Terra mostrando a propagação
das ondas P e S. Os pontos A, B, C e D correspondem a
locais onde se encontram estações sismográficas.
Adaptado de Santos, M. (2003). Sismologia – «Um Projeto Interdisciplinar no Ensino da Física».
Tese de mestrado em Física – área de especialização em Física para o ensino.
Faculdade de Ciências e Tecnologia. Universidade do Algarve.
1. Os dados que melhor descrevem o local E são
(A) profundidade de 2890 km e densidade que passa de 3,4 g/cm3
a 5,6 g/cm3
.
(B) profundidade de 5150 km e densidade média de 4,5 g/cm3
.
(C) profundidade de 2890 km e densidade que passa de 5,6 g/cm3
a 9,9 g/cm3
.
(D) profundidade de 5150 km e densidade média de 11, 1 g/cm3
.
2. Indique a designação da descontinuidade sísmica que é marcada pelo ponto E.
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Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 79
3. Como a amplitude das ondas sísmicas superficiais tende a ______ com a diminuição da distância
epicentral, a ______ deve ser maior na estação A do que na estação B.
(A) aumentar … intensidade
(B) diminuir … intensidade
(C) aumentar … magnitude
(D) diminuir … magnitude
4. A partir dos dados obtidos apenas na estação sísmica A é possível determinar a
(A) intensidade e a localização do epicentro.
(B) intensidade e a distância ao epicentro.
(C) magnitude e a localização do epicentro.
(D) magnitude e a distância ao epicentro.
5. Os sismogramas representados na figura 3 foram registados nas estações sismográficas B, C e D.
Fig. 3 Sismogramas obtidos nas estações sismográficas B, C e D.
Indique qual das tabelas seguintes estabelece a melhor correspondência entre cada estação
sismográfica e o respetivo sismograma.
Estação
sismográfica
Sismograma
Estação
sismográfica
Sismograma
B 1 B 3
C 2 C 2
D 3 D 1
(A) (B)
Estação
sismográfica
Sismograma
Estação
sismográfica
Sismograma
B 2 B 1
C 3 C 3
D 1 D 2
(C) (D)
6. A zona de sombra sísmica encontra-se ______ da Terra e a sua distância ao epicentro ______
de sismo para sismo.
(A) à superfície … mantem-se
(B) à superfície … varia
(C) no interior … mantem-se
(D) no interior … varia
80 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
7. A chegada das ondas P e S a uma estação sismográfica antes do tempo previsto, indica que
(A) a velocidade de propagação dessas ondas diminui com a profundidade.
(B) as ondas atravessaram camadas do interior da Terra de materiais mais rígidos.
(C) a densidade dos materiais aumenta muito com a profundidade.
(D) a incompressibilidade dos materiais diminui muito com a profundidade.
8. A descontinuidade de
(A) Mohorovicic assinala a separação entre duas camadas com diferente estado físico.
(B) Gutenberg separa duas zonas com propriedades físicas e químicas semelhantes.
(C) Lehmann limita duas zonas com propriedades físicas distintas.
(D) Mohorovicic delimita a litosfera da astenosfera.
9. Explique de que modo o modelo físico da geosfera está assente em dados da sismologia,
nomeadamente na velocidade das ondas sísmicas.
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GRUPO III
Luzes bizarras de sismos finalmente explicadas
Raros flashes de luz que, às vezes, são vistos associados a sismos podem ser causados por
propriedades elétricas de certas rochas em ambientes específicos, relatam cientistas.
Denominadas relâmpagos de terramotos, as luzes podem assumir «muitas formas e cores
diferentes», diz o coautor de um estudo, Friedemann Freund, professor adjunto de Física da
San Jose State University e investigador sénior do Ames Research Center da NASA.
Freund diz que as formas comuns destas luzes incluem chamas azuladas que parecem sair do
solo na altura do tornozelo, orbes de luz chamadas relâmpagos de bola que flutuam no ar, por
dezenas de segundos ou até minutos, e rápidos flashes de luz brilhante que se assemelham a
descargas atmosféricas regulares, mas que vêm do solo em vez do céu.
Ao longo dos séculos houve muitos relatos da existência de luzes, antes ou enquanto um sismo
estava a ocorrer. Em 12 de novembro de 1988, houve pessoas que relataram um globo de luz
rosa-púrpura brilhante ao longo do rio Saint Lawrence, no Québec, Canadá, 11 dias antes de
um poderoso sismo. Poucos segundos antes do terramoto de L'Aquila, Itália, em 2009, as
pessoas viram chamas de luz de dez centímetros, piscando acima de uma rua de pedra.
Nos últimos anos foram propostas várias teorias sobre a formação destas luzes, incluindo a
interrupção do campo magnético da Terra devido a stresse tectónico e o chamado efeito
piezoelétrico, no qual rochas contendo quartzo produzem voltagens, quando comprimidas de
uma certa maneira. Contudo, Freund e os seus colegas relatam que o que causa estas luzes
parece ser um processo elétrico totalmente diferente. Segundo ele, «quando a natureza
pressiona certas rochas, as cargas elétricas são ativadas».
Os tipos de rochas particularmente atribuídos a este tipo de fenómeno são os basaltos e
gabros, que apresentam minúsculos defeitos nos seus cristais. Quando uma onda sísmica os
atinge, podem libertar-se cargas elétricas dessas rochas. Em algumas áreas, os basaltos e os
gabros estão presentes em estruturas verticais chamadas diques, que se formam ao longo de
falhas verticais e podem atingir profundidades de 97 km. Esses diques podem canalizar cargas
elétricas.
As condições certas para as luzes existem em menos de 0,5% dos sismos em todo o mundo,
estimam os cientistas, o que explica por que são fenómenos relativamente raros. As luzes de
sismos parecem ser mais comuns na Itália, Grécia, França, Alemanha, China e partes da
América do Sul.
Freund observou que estas luzes podem ocorrer semanas antes ou durante um grande
sismo. Elas foram registadas a distâncias de até 160 km do epicentro.
No entanto, Bruce Presgrave, geofísico do Centro Nacional de Informações sobre Sismos do
US Geological Survey afirma que é «improvável que as «luzes de sismo» sejam muito úteis
para a previsão destes fenómenos, porque não parecem ser relatadas com tanta frequência».
Adaptado de www.nationalgeographic.com/science/article/140106-earthquake-lights-earthquake-prediction-geology-science
(consultado em 12/03/2021)
82 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. A hipótese colocada por Freund para a origem dos flashes de luz associados a sismos é a de que
(A) ocorre produção de voltagem nas rochas, quando estas são comprimidas.
(B) a interrupção do campo magnético terrestre provoca stresse tectónico.
(C) as estruturas geológicas como diques levam à formação de falhas verticais.
(D) as pressões provocadas nas rochas levam à libertação de cargas elétricas.
2. Os basaltos e os gabros são rochas que formam a partir da consolidação ______ de magma,
______ condições de pressão e temperatura.
(A) do mesmo tipo … nas mesmas
(B) do mesmo tipo … em diferentes
(C) de diferentes tipos … nas mesmas
(D) de diferentes tipos … em diferentes
3. O quartzo é um mineral que se pode encontrar em rochas como o ______ e pode ______.
(A) basalto … possuir várias cores
(B) basalto … ser riscado pelo canivete
(C) granito … possuir várias cores
(D) granito … ser riscado pelo canivete
4. A existência do campo magnético terrestre pode ser explicada pela ocorrência de correntes
elétricas originadas no núcleo ______ devido ______.
(A) externo … ao seu estado físico e à sua composição química
(B) externo … apenas à sua composição química
(C) interno … ao seu estado físico e à sua composição química
(D) interno … apenas à sua composição química
5. O geomagnetismo é um método de estudo ______ do interior do planeta e pode provocar nas
rochas anomalias magnéticas ______ na polaridade atual.
(A) direto … positivas
(B) direto … negativas
(C) indireto … positivas
(D) indireto … negativas
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 83
6. Considere as afirmações seguintes, que dizem respeito a alguns métodos de estudo do interior
da Terra.
I. Os xenólitos permitem conhecer a composição química do núcleo externo.
II. Nos pontos quentes o gradiente geotérmico é alto.
III. A recolha e análise de amostras obtidas em afloramento constituem um método direto.
(A) I e II são verdadeiras; III é falsa.
(B) II e III são verdadeiras; I é falsa.
(C) III é verdadeira; I e II são falsas.
(D) I é verdadeira; II e III são falsas.
7. Relativamente à zona de baixa velocidade, é possível referir que
(A) é caracterizada pela diminuição da amplitude das ondas superficiais.
(B) nesta região, apenas as ondas P diminuem abruptamente a sua velocidade.
(C) revela uma região onde ocorre um aumento da rigidez dos materiais.
(D) nesta região, tanto as ondas P, como as S, diminuem abruptamente a sua velocidade.
8. Indique a designação da região compreendida entre os 410 km e os 660 km de profundidade.
____________________________________________________________________________________________
9. Explique a posição de Bruce Presgrave, quando afirma que é improvável que as «luzes de sismo»
sejam muito úteis para a previsão de terramotos.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Grupo
Item
Cotação (em pontos)
I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
7 7 7 7 7 7 7 7 12 68
II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
7 5 7 7 7 7 7 7 12 66
III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
7 7 7 7 7 7 7 5 12 66
TOTAL 200
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 85
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
GRUPO I
Zoonoses
A infeção pelo novo coronavírus começou como tantas outras pandemias e surtos no
passado: dentro de um animal. O hospedeiro original do vírus foi quase certamente um
morcego, tal como aconteceu com o ébola, o SARS, o MERS e vírus menos conhecidos como
o Nipah e o Marburg. O VIH migrou para os seres humanos há mais de um século, vindo de
um chimpanzé. O vírus influenza A «saltou» das aves para os porcos e para as pessoas.
Os roedores espalharam a febre de Lassa na África Ocidental. Mas, segundo os cientistas que
estudam as doenças zoonóticas, as doenças que passam dos animais para as pessoas,
o problema não são os animais, somos nós.
Os animais selvagens sempre foram portadores de vírus. O comércio mundial de animais
selvagens, no valor de milhares de milhões de dólares, a intensificação da agricultura, a
desflorestação e a urbanização estão a aproximar as pessoas dos animais, dando aos seus
vírus aquilo de que precisam para nos infetar: oportunidade. A maioria falha, mas alguns são
bem-sucedidos. Muito poucos, como o SARS-CoV-2, triunfam, ajudados por uma população
humana interligada que pode transportar um agente patogénico para todo o mundo e em
poucas horas.
Segundo os cientistas, cerca de 70% das doenças infeciosas emergentes nos seres humanos
são de origem animal e podem existir cerca de 1,7 milhões de vírus por descobrir na vida
selvagem. Muitos investigadores estão à procura dos próximos vírus que poderão passar de
animais para os seres humanos. Os fatores mais favoráveis para a propagação de vírus têm
três coisas em comum: muitas pessoas, rápidas mudanças ambientais e invasão e pressão
humana sobre ecossistemas com elevada biodiversidade.
Os roedores e os morcegos são os hospedeiros mais prováveis para as doenças zoonóticas.
Cerca de metade das espécies de mamíferos são roedores, e cerca de um quarto são
morcegos. Os morcegos constituem cerca de 50% dos mamíferos nas regiões tropicais com
maior biodiversidade e, embora sejam valiosos polinizadores e devoradores de pragas, são
também espantosos transmissores de vírus. Têm um sistema imunitário que é uma espécie
de super-herói que lhes permite tornarem-se «reservatórios de muitos agentes patogénicos
que não os afetam, mas que podem ter um impacto tremendo em nós se forem capazes de
dar o ”salto”», afirmou Thomas Gillespie, ecologista de doenças da Universidade de Emory,
no estado da Geórgia, nos Estados Unidos da América.
Adaptado de www.publico.pt/2020/04/07/p3/noticia/
covid19-proxima-pandemia-vai-chegar-nao-mudarmos-forma-interagimos-vida-selvagem-1911340
(consultado em 06/03/2021)
Fig. 1 Ligação do
SARS-CoV-2 à proteína
ACE2 de uma célula
humana.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Teste de avaliação 4 Diversidade e organização biológica
Células e biomoléculas
Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos
86 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. Para estudar o percurso do vírus no interior das células hospedeiras, os investigadores
deveriam marcar radioativamente o
(A)enxofre presente no material genético.
(B)enxofre presente nas proteínas da cápsula do vírus.
(C) fósforo presente no material genético.
(D)fósforo presente nas proteínas da cápsula do vírus.
2. Na membrana do vírus SARS-CoV-2, ou nas das células humanas, os fosfolípidos têm a parte
_____ no interior da dupla camada e _____ mobilidade.
(A)hidrofílica ... não apresentam
(B)hidrofílica ... apresentam
(C) hidrofóbica ... não apresentam
(D)hidrofóbica ... apresentam
3. As proteínas spike presentes nas cápsulas dos vírus são formadas por reações de
(A)hidrólise entre aminoácidos.
(B)condensação entre aminoácidos.
(C) hidrólise entre monossacarídeos.
(D)condensação entre monossacarídeos.
4. Faça corresponder cada uma das afirmações da coluna A à respetiva designação, que consta na
coluna B.
Coluna A Coluna B
(a) As células do epitélio do sistema respiratório
contêm a proteína ACE2, à qual se liga
o SARS-CoV-2. [ ____ ]
(b) Conjunto de morcegos da mesma espécie de
uma determinada região da Ásia. [ ____ ]
(c) Todos os seres vivos do planeta estão
interligados. [ ____ ]
(1) Ecossistema
(2) Tecido
(3) Habitat
(4) População
(5) Biosfera
5. A destruição do __________ de muitas espécies, por ações antrópicas, tem vindo a reduzir a
__________ e a aumentar a possibilidade de disseminação de __________, que são doenças
com origem em outros animais.
(A)habitat … biodiversidade … zoonoses
(B)habitat … geodiversidade … viroses
(C) ecossistema … geodiversidade …. zoonoses
(D)ecossistema … biodiversidade …. viroses
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 87
6. As células dos seres humanos e dos morcegos são células ___________. Os vírus também
infetam bactérias, que são seres ___________.
(A)procarióticas … procariontes
(B)procarióticas … eucariontes
(C) eucarióticas … procariontes
(D)eucarióticas … eucariontes
7. Os morcegos que se alimentam de néctar são consumidores
(A)primários e ocupam o primeiro nível trófico.
(B)primários e ocupam o segundo nível trófico.
(C) secundários e ocupam o segundo nível trófico.
(D)secundários e ocupam o primeiro nível trófico.
8. Tendo em consideração a composição dos vírus, explique a importância do uso de sabão e de
álcool-gel na higienização das mãos e superfícies para o combate à propagação da covid-19.
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9. Explique o significado da afirmação: «E cada vez tornamos o “salto” mais fácil.»
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88 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
GRUPO II
Influência do cádmio na fertilidade masculina
O cádmio é um metal pesado amplamente utilizado em processos industriais como a
galvanização e a produção de ligas metálicas, baterias, tintas e plásticos. O consumo de
tabaco é uma das vias de exposição ao cádmio mais frequentes para a população em geral.
Para avaliar a influência do cádmio na fertilidade masculina, mais propriamente sobre a
motilidade (capacidade de movimentação) dos espermatozoides, foi realizada uma
investigação em ratinhos com oito semanas de idade. À semelhança do que acontece com os
espermatozoides humanos, os espermatozoides dos ratinhos possuem uma cabeça, onde se
encontra o núcleo da célula, uma região designada peça intermediária, rica em mitocôndrias,
e uma cauda ou flagelo. Constituíram-se quatro grupos, de 10 animais cada, que foram
injetados subcutaneamente com uma única dose, de 1 mg, 2 mg e 3 mg de CdCl2/kg pc1
e
0,9% de NaCl. Os animais foram mantidos em gaiolas de policarbonato transparente, em
câmaras climatizadas, com uma temperatura de 22 ± 2 °C, humidade relativa de 40% a 60%,
fotoperíodo de 12h/dia, com o mesmo tipo de alimentação e a mesma quantidade de água.
Para se ambientarem, os animais foram submetidos a estas condições uma semana antes do
início da experiência.
A motilidade dos espermatozoides foi avaliada por contagem de todos os espermatozoides
móveis progressivos (que se deslocam), não progressivos (que se movem mas não se
deslocam), e imóveis, num campo do microscópio ótico. Em cada preparação foram
contabilizados pelo menos 100 espermatozoides. Os resultados estão expressos nos gráficos
A e B da figura 2.
1 Peso corporal.
Adaptado de Oliveira, H. (2009). Avaliação do efeito de metais pesados na fertilidade do ratinho.
Tese de Doutoramento. Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro
Fig. 2 Efeito do cloreto de cádmio na motilidade dos espermatozoides dos ratinhos, ao fim de 24 h (A)
e ao fim de 35 dias (B). Os asteriscos revelam diferenças significativas (*) e muito significativas
(**) em relação ao controlo.
1. Indique o grupo de controlo desta investigação.
____________________________________________________________________________________________
2. Após 24 h, os resultados mostram uma redução significativa da percentagem de
(A)espermatozoides móveis progressivos para as doses de 2 mg e 3 mg de CdCl2/kg pc.
(B)espermatozoides móveis não progressivos para as doses de 2 mg e 3 mg de CdCl2/kg pc.
(C) espermatozoides imóveis para as doses de 1 mg e 2 mg de CdCl2/kg pc.
(D)espermatozoides móveis progressivos e não progressivos e imóveis para todas as doses.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 89
3. Indique como variou a percentagem dos espermatozoides imóveis, para todas as doses, após
35 dias.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
4. Na experiência, a variável independente foi ________ e a dependente ________.
(A)o número de dias que durou a experiência … o número de espermatozoides conta-
bilizados.
(B)a dose de cloreto de cádmio administrada … a motilidade dos espermatozoides.
(C) a estirpe de ratinhos utilizada … o número de mitocôndrias em cada espermatozoide.
(D)a temperatura a que os ratinhos estiveram sujeitos … a motilidade dos espermatozoides.
5. Os espermatozoides dos ratinhos são células ________, contendo ________ que lhes
asseguram o fornecimento de energia necessário à sua movimentação.
(A)procarióticas ... mitocôndrias
(B)procarióticas ... retículo endoplasmático rugoso
(C) eucarióticas ... mitocôndrias
(D)eucarióticas … retículo endoplasmático rugoso
6. Os ratinhos são seres vivos ________ que estabelecem relações ________ com populações de
outras espécies.
(A)heterotróficos … interespecíficas
(B)heterotróficos … intraespecíficas
(C) autotróficos … interespecíficas
(D)autotróficos … intraespecíficas
7. O ATP (adenosina trifosfato) é a molécula que fornece energia às células. A sua estrutura e
composição estão representadas na figura 3. Considerando os dados fornecidos pela figura 3,
pode afirmar-se que o ATP possui
grupos moleculares que também estão
presentes
(A)nos triglicerídeos e no DNA.
(B)nas proteínas e no RNA.
(C) nos fosfolípidos e no RNA.
(D)nas enzimas e no DNA.
Fig. 3 Estrutura e composição do ATP.
90 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. A manutenção da forma de um espermatozoide é garantida ________ e a mobilidade do
flagelo pela presença de proteínas _________.
(A)pela membrana celular … estruturais
(B)pela membrana celular … contráteis
(C) pelo citoesqueleto … estruturais
(D)pelo citoesqueleto … contráteis
9. Explique o modo como o consumo de tabaco pode causar infertilidade masculina, de acordo
com a investigação.
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____________________________________________________________________________________________
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 91
GRUPO III
Pitões e digestão
As cobras do género Python, vulgarmente conhecidas como pitões, são serpentes constritoras1
que podem atingir grandes dimensões e predar presas de grande porte, como veados e outros
ungulados, crocodilos ou mesmo outras serpentes, que ingerem inteiras. A digestão de presas
grandes pode representar uma desvantagem, pois reduz-lhes, significativamente, os
movimentos e a capacidade de se defenderem. A digestão deve decorrer da forma mais rápida
e eficiente que for possível. Podem ingerir, de uma só vez, uma grande quantidade de
alimento, mas têm períodos de jejum que podem chegar a durar meses. Nesses períodos, a
economia energética é fundamental para a sobrevivência. As diferentes solicitações a que o
aparelho digestivo destes animais está sujeito levaram a adaptações específicas. Num estudo
com cinco espécies de pitões foi comparada a estrutura do intestino delgado durante o
período de jejum e após ingestão (Fig. 4).
Outro estudo, realizado com a espécie pitão-da-Birmânia, recolheu os seguintes dados
relativamente aos fenómenos que se podiam registar no intestino delgado após a ingestão de
uma presa:
• Seis horas após a refeição, com a presa ainda intacta no estômago, o comprimento das
microvilosidades das células epiteliais (de revestimento) intestinais duplica; aumenta a
capacidade de absorção de aminoácidos e a atividade da enzima aminopeptidase,
responsável pela degradação de péptidos.
• Um dia após a refeição, 17% a 27% da presa entrou no intestino delgado, que tem a sua
massa aumentada em 70%, as microvilosidades aumentam seu comprimento em quatro
vezes e a absorção de nutrientes e a atividade das hidrolases aumentam de três a dez
vezes.
• No segundo e terceiro dia após a ingestão, cerca de 75% da presa já deixou o estômago.
Nessa fase, as enzimas tripsina e amilase, provenientes do pâncreas, têm um pico, mais
notório no caso da tripsina.
• Ao fim de dez dias, a presa está digerida e o intestino volta ao estado atrofiado, típico do
período de jejum.
1 As serpentes constritoras matam as presas por asfixia, comprimindo o corpo.
Fontes: https://jeb.biologists.org/content/jexbio/211/24/3767.full.pdf;
https://jeb.biologists.org/content/210/2/340 (consultadas em 14/03/2021)
Fig. 4 Variação da massa do intestino delgado e do seu comprimento, em pitões de cinco espécies
do mesmo género. As fotografias são do intestino de Python molurus, em jejum e durante
a digestão. Os asteriscos representam diferenças significativas (*) e muito significativas (**).
92 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. Considere as seguintes afirmações relativas ao estudo cujos resultados estão expressos na
figura 4. Selecione a alternativa que as avalia corretamente.
I. Após a ingestão, verificou-se um aumento de massa significativo no intestino de todas as
espécies.
II. Apenas se verificou um aumento significativo do comprimento do intestino na espécie
Python brongersmai.
III. Há alterações visíveis a olho nu no intestino, antes e após ingestão.
(A)I é verdadeira; II e III são falsas.
(B)I e II são verdadeiras; III é falsa.
(C) I e III são verdadeiras; II é falsa.
(D)III é verdadeira; I e II são falsas.
2. As serpentes apresentam
(A)tubo digestivo completo e a digestão é intracelular.
(B)tubo digestivo incompleto e a digestão é intracelular.
(C) tubo digestivo incompleto e a digestão é extracelular.
(D)tubo digestivo completo e a digestão é extracelular.
3. O substrato da amilase __________ que se liga(m) temporariamente __________, formando
__________________.
(A)é o amido … ao centro ativo … o complexo enzima-substrato
(B)é o amido … ao complexo enzima-substrato … o centro ativo
(C) são péptidos … ao centro ativo … o complexo enzima-substrato
(D)são péptidos … ao complexo enzima-substrato … o centro ativo
4. A tripsina, que atua na digestão das proteínas,
(A)tem uma função imunológica que leva à formação de novas ligações peptídicas.
(B)tem uma função imunológica que leva à quebra de ligações peptídicas.
(C) tem uma função catalítica que leva à quebra de ligações peptídicas.
(D)tem uma função catalítica que leva à formação de novas ligações peptídicas.
5. As serpentes são _______________, ao contrário dos fungos, que são _______________.
(A)macroconsumidores … produtores
(B)macroconsumidores … microconsumidores
(C) microconsumidores … macroconsumidores
(D)microconsumidores … produtores
6. Nos seres com digestão extracorporal, as hidrolases
(A)são libertadas para o meio.
(B)são libertadas para a cavidade gastrovascular.
(C) são libertadas para o lúmen intestinal.
(D)não são libertadas e atuam em vacúolos digestivos.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 93
7. A digestão dos lípidos implica a presença de
(A)amilase, a enzima que quebra ligações éster.
(B)amilase, a enzima que quebra ligações glicosídicas.
(C) lipase, a enzima que quebra ligações glicosídicas.
(D)lipase, a enzima que quebra ligações éster.
8. As células do epitélio intestinal têm de estar fortemente unidas umas às outras para evitar a
entrada de microrganismos ou de enzimas digestivas para os tecidos. Isto é conseguido através
da ligação entre
(A)moléculas de colesterol das membranas de células adjacentes.
(B)proteínas intrínsecas das membranas de células adjacentes.
(C) fosfolípidos das membranas de células adjacentes.
(D)proteínas extrínsecas das membranas de células adjacentes.
9. A atrofia do intestino durante o jejum e o seu rápido aumento de tamanho como resposta à
ingestão são notórios nas serpentes do género Python. Explique a importância dessas
alterações durante o processo digestivo e no período de jejum. Faça referência às alterações
que ocorrem nas microvilosidades.
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____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Grupo
Item
Cotação (em pontos)
I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
7 7 7 6 7 7 7 10 10 66
II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
6 7 7 7 7 8 7 7 10 68
III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
7 7 7 7 7 7 7 7 10 66
TOTAL 200
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 95
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
GRUPO I
Dessalinização da água do mar em Cabo Verde
O conhecimento da osmose permitiu ao ser humano conceber equipamentos capazes de
dessalinizar a água, isto é, transformar água salgada em água doce. O processo também
permite retirar outros iões de solução, além de microrganismos.
A osmose implica a passagem passiva da água, através de uma membrana semipermeável,
de um meio hipotónico (menos concentrado) para um meio hipertónico (mais concentrado).
A osmose inversa é o contrário, a água vai fluir através de membranas, da solução mais
concentrada (água rica em sais / microrganismos / outras partículas) para a menos
concentrada (água doce / purificada). As membranas utilizadas, que são necessariamente
semipermeáveis, retêm os sais e outras impurezas. Para forçar a passagem da água, em
sentido inverso, é necessário aplicar uma força superior à da pressão osmótica. Nestes
sistemas são usadas bombas de alta pressão que forçam a passagem da água através das
membranas.
Em Cabo Verde, as reservas naturais de água são escassas e a estação chuvosa é de curta
duração. O governo deste país apostou na osmose inversa para dessalinizar a água do mar.
Já existem duas centrais de dessalinização de água do mar, uma na ilha do Sal e outra em
São Vicente.
Cada uma destas centrais, que utiliza a eficiente tecnologia de osmose inversa, fornece
10 mil metros cúbicos de água potável por dia, abastecendo uma população de 100 mil
habitantes.
Adaptado de https://agriculturaemar.com/
siemens-no-combate-a-escassez-de-agua-com-projecto-de-dessalinizacao-em-cabo-verde/
(consultado em 21/02/2021)
Fig. 1 A – Osmose. B – Osmose inversa.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Teste de avaliação 5 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos
Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos
Distribuição de matéria nas plantas
96 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. A osmose inversa é um processo _______ de passagem de água através de uma membrana
semipermeável.
(A)ativo e mediado
(B)ativo e não mediado
(C) passivo e mediado
(D)passivo e não mediado
2. Uma célula animal ou vegetal, quando colocada em meio hipertónico, sofre ________, em
resultado ________ de água.
(A)turgescência … da perda
(B)turgescência … do ganho
(C) plasmólise … da perda
(D)plasmólise … do ganho
3. A água é uma molécula essencial à vida, pois tem propriedades importantes para várias
funções vitais. Considere as seguintes afirmações relativas à molécula da água.
I. É uma molécula apolar.
II. Forma ligações de hidrogénio com outras moléculas de água, permitindo a adesão entre as
moléculas.
III. Forma ligações de hidrogénio com moléculas hidrofílicas, permitindo a sua solubilização.
(A)I e II são falsas; III é verdadeira.
(B)I é falsa; II e III são verdadeiras.
(C) I é verdadeira; II e III são falsas.
(D)I e III são falsas; II é verdadeira.
4. Associe a cada afirmação da coluna I o tipo de transporte da coluna II que lhe corresponde.
Coluna I Coluna II
(a) Determinadas substâncias são transportadas
através da membrana plasmática contra o
gradiente de concentração, havendo neste caso
consumo energético por parte da célula. [ ____ ]
(b) A velocidade de passagem de certas substâncias
através da membrana celular é acelerada pela
presença de moléculas transportadoras. [ ____ ]
(c) Passagem de substâncias, de acordo com o
gradiente de concentração, através da bicamada
fosfolipídica da membrana celular. [ ____ ]
(1) Difusão facilitada
(2) Osmose
(3) Transporte ativo
(4) Difusão simples
(5) Pinocitose
5. O modelo de mosaico fluido considera que a membrana plasmática é constituída por uma
dupla camada de ________, que são moléculas anfipáticas, pois possuem ________________.
(A)fosfolípidos … cabeças hidrofóbica e caudas hidrofílicas
(B)fosfolípidos … caudas hidrofóbicas e cabeças hidrofílicas
(C) triglicerídeos … cabeças hidrofóbicas e caudas hidrofílicas
(D)triglicerídeos … caudas hidrofílicas e cabeças hidrofóbicas
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 97
6. Relativamente ao modelo de mosaico fluido da membrana plasmática, considere as seguintes
afirmações.
I. Os glícidos da membrana celular projetam-se apenas para o meio extracelular.
II. As proteínas ocupam posições fixas.
III. A região mais interior da membrana plasmática tem características hidrofóbicas.
(A)I é verdadeira; II e III são falsas.
(B)I e III são falsas; II é verdadeira.
(C) I e II são falsas; III é verdadeira.
(D)II é falsa; I e III são verdadeiras.
7. As aquaporinas são proteínas de canal que aumentam significativamente a permeabilidade das
células à água. Considerando as características da molécula de água, explique por que razão as
aquaporinas facilitam, quer o fluxo de entrada de água para o meio intracelular, quer a sua
saída para o meio extracelular.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
8. A bicamada fosfolipídica é mais permeável
(A)aos gases atmosféricos do que à água.
(B)à água do que aos gases atmosféricos.
(C) aos iões do que à água.
(D)aos iões do que aos gases atmosféricos.
9. Com _________ da concentração de soluto, mais moléculas de água ficam unidas, por ligações
_________, a essas substâncias, o que _________ o potencial hídrico da solução.
(A)o aumento … de hidrogénio … reduz
(B)o aumento … covalentes … aumenta
(C) a diminuição … covalentes … reduz
(D)a diminuição … de hidrogénio … aumenta
98 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
GRUPO II
TTX – uma neurotoxina mortal
A tetrodotoxina (TTX) é das mais potentes neurotoxinas. Basta uma ínfima quantidade para
ser fatal e não existe antídoto, pelo que continua a ser responsável por várias intoxicações e
fatalidades humanas. A ingestão desta toxina está geralmente associada ao consumo de
fugu (peixe-baiacu ou peixe-balão). Este peixe é considerado o mais delicioso do Japão.
A toxina não é produzida pelo peixe, mas sim por bactérias endossimbiontes (alojadas
especialmente no fígado). A TTX é uma substância termoestável, logo não se altera mesmo
quando o peixe é cozinhado, e não modifica o sabor do alimento. O delicioso prato à base de
fugu apenas pode ser confecionado por chefes qualificados, pois só assim é possível garantir
que os clientes saiam do restaurante satisfeitos e, mais importante, vivos.
A tetrodotoxina liga-se às proteínas que constituem os canais de sódio, dos neurónios,
bloqueando a passagem de iões de sódio. Os sintomas da intoxicação incluem paralisia e a
morte resulta de paragem cardiorrespiratória. A TTX, dado o seu mecanismo de atuação,
está a ser alvo de estudo no campo médico, para a criação de analgésicos que possam aliviar
dores severas.
Adaptado de www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4626696/
(consultado em 21/02/2021)
1. A TTX é uma neurotoxina que atua
(A)degradando neurotransmissores na fenda sináptica.
(B)bloqueando proteínas membranares extrínsecas.
(C) promovendo a libertação de neurotransmissores na fenda sináptica.
(D)bloqueando proteínas membranares intrínsecas.
2. A tetradoxina (TTX)
(A)não é alterada durante a confeção de fugu nem é hidrolisada no tubo digestivo do ser
humano.
(B)não é alterada durante a confeção de fugu, mas é hidrolisada no tubo digestivo do ser
humano.
(C) é alterada durante a confeção de fugu e é hidrolisada no tubo digestivo do ser
humano.
(D)é alterada durante a confeção de fugu, mas não é hidrolisada no tubo digestivo do ser
humano.
3. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a F, de modo a obter a sequência correta
do mecanismo de transmissão do impulso nervoso.
A. Repolarização da membrana dos neurónios.
B. Abertura dos canais de K+
.
C. Formação de um potencial de ação.
D. Estimulação de um neurónio.
E. Abertura dos canais de Na+
.
____________________________________________________________________________________________
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 99
4. Os iões responsáveis pelo potencial de membrana dos neurónios atravessam a membrana
destas células
(A)por difusão simples ou por difusão facilitada.
(B)por difusão facilitada ou por transporte ativo.
(C) apenas por transporte não mediado.
(D)apenas por transporte ativo.
5. Durante o período refratário de um neurónio,
(A)os canais de sódio e de potássio estão abertos.
(B)os canais de sódio e de potássio estão fechados.
(C) os canais de potássio estão fechados e os canais de sódio estão abertos.
(D)os canais de potássio estão abertos e os canais de sódio estão fechados.
6. Explique por que razão o estudo do mecanismo de atuação da TTX pode contribuir para o
desenvolvimento de analgésicos capazes de aliviar dores severas.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
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100 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
GRUPO III
As árvores, a primavera e a formação de vasos condutores
As árvores crescem continuamente. Todos os anos há um alargamento do caule, com
formação de novos feixes de xilema e de floema na periferia do caule, sob o ritidoma (casca).
Na Áustria, foi realizado um estudo sobre o crescimento dos tecidos condutores de três
espécies de coníferas – Pinus sylvestris, Picea abies e Larix decidua – durante dois anos
consecutivos. Foram recolhidas microamostragens do caule ao longo do período de março a
outubro e feita uma contagem de novas células de xilema e de floema.
Os dados obtidos foram sujeitos a tratamento matemático para se obterem valores médios do
número de novos traqueídos e células de floema, por dia. Os resultados estão expressos nos
gráficos da figura 2.
Nas conclusões desse estudo é referido que, apesar de diferenças entre as espécies, o início do
crescimento dos tecidos condutores é determinado pelo aumento da temperatura no fim do
inverno e princípio da primavera.
Adaptado de https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25071313/
(consultado em 27/01/2021)
Fig. 2 Número diário de novas células condutoras de seiva xilémica e floémica, formadas entre março
e outubro, nos anos de 2011 e de 2012.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 101
1. Considere as seguintes afirmações, relativas aos gráficos da figura 2.
I. Em 2012, o aumento do número de novos traqueídos foi mais rápido, mas iniciou-se mais
tarde.
II. Para Picea abies e Larix decidua é evidente que o pico de formação de células de xilema
antecede o pico relativo à formação de novas células de floema.
III. De acordo com os dados, o início da primavera de 2012 foi mais quente do que no ano
anterior.
(A)I é verdadeira; II e III são falsas.
(B)I é falsa; II e III são verdadeiras.
(C) I e III são falsas; II é verdadeira.
(D)I e II são falsas; III é verdadeira.
2. Os traqueídos são
(A)células vivas, ao contrário dos vasos xilémicos.
(B)células mortas com paredes não lenhificadas.
(C) células vivas, como as células parenquimatosas.
(D)células mortas com paredes lenhificadas.
3. Nas folhas, o tecido clorofilino, as células de companhia e os respetivos tubos crivosos,
comunicam através de plasmodesmos. Isto implica que o transporte de sacarose para as
nervuras seja um exemplo de transporte a
(A)curta distância, por via transmembranar.
(B)curta distância, por via simplástica.
(C) longa distância, por via apoplástica.
(D)longa distância, por via transmembranar.
4. De acordo com a informação fornecida, na primavera o surgimento de novos traqueídos
acontece com algum atraso em relação à formação de novas células de floema. Explique por
que razão a formação de novo floema terá de anteceder a produção de novos vasos de xilema.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
5. Analise as informações que se seguem relativas ao modelo da adesão-coesão-tensão.
Reconstitua a sequência dos acontecimentos mencionados, numa lógica de causa-efeito.
A. As células do mesófilo perdem água.
B. Há saída de água dos vasos xilémicos foliares para o mesófilo.
C. A abertura dos estomas permite a evapotranspiração.
D. A tensão criada no xilema foliar faz ascender toda a coluna hídrica.
E. Há aumento da pressão osmótica no mesófilo.
____________________________________________________________________________________________
102 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
6. Na fotossíntese, a energia dos fotões é transmitida sequencialmente para
(A)elementos da CTE, eletrões da clorofila a, moléculas de ATP e, finalmente, para a
glicose.
(B)elementos da CTE, eletrões da clorofila a, moléculas de glicose e, finalmente, para
moléculas de ATP.
(C) eletrões da clorofila a, elementos da CTE, moléculas de ATP e, finalmente, para a
glicose.
(D)eletrões da clorofila a, elementos da CTE, moléculas de glicose e, finalmente, para
moléculas de ATP.
7. As reações do ciclo de Calvin dependem da presença de ________, que são produtos
formados na fase fotoquímica.
(A)ADP e de NADP+
(B)ATP e de CO2
(C) ATP e de NADPH
(D)CO2 e de H2O
8. Sacarose e aminoácidos, presentes na seiva floémica, são sintetizados a partir de moléculas de
________, um composto formado na fase ________ de fotossíntese.
(A)NADPH … química
(B)G3P … fotoquímica
(C) NADP+
… fotoquímica
(D)G3P … química
9. No floema, junto ________, as células do tubo crivoso têm ________ pressão de turgescência
por causa da saída de sacarose.
(A)ao sumidouro … menor
(B)ao sumidouro … maior
(C) à fonte … menor
(D)à fonte … maior
10. Ordene os acontecimentos identificados pelas letras de A a F, de modo a reconstituir a
sequência relacionada com a carga do floema.
A. Síntese de sacarose nos tecidos clorofilinos.
B. Síntese de glicose a partir de moléculas de G3P.
C. Transporte ativo de açúcares para o interior dos tubos crivosos.
D. Transformação da luz em energia química de moléculas de NADH e ATP.
E. Reações cíclicas no estroma dos cloroplastos.
___________________________________________________________________________________________
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 103
11. Durante o inverno, os pinheiros mantêm as folhas, mas reduzem a taxa fotossintética.
Explique de que forma a redução da luminosidade e do número de horas de luz diárias e as
baixas temperaturas, durante o inverno, afetam a taxa fotossintética.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
12. Faça corresponder a cada uma das situações, expressas na coluna I, o processo que lhe está
diretamente associado e que consta da coluna II.
Coluna I Coluna II
(a) Saída de seiva xilémica quando se corta um
caule. [ ____ ]
(b) Formação de amido nas raízes, por
polimerização de monossacarídeos. [ ____ ]
(c) Fixação de dióxido de carbono durante o
período diurno. [ ____ ]
(d) Transporte ativo de sais minerais e entrada
de água por osmose. [ ____ ]
(e) Movimento de substâncias orgânicas das
fontes para os frutos em desenvolvimento.
[ ____ ]
(1) Evapotranspiração
(2) Absorção radicular
(3) Fotossíntese
(4) Gutação
(5) Exsudação
(6) Transporte da seiva xilémica
(7) Transporte da seiva floémica
(8) Acumulação de substâncias de
reserva
Grupo
Item
Cotação (em pontos)
I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
7 7 7 7 7 7 10 7 7 66
II 1. 2. 3. 4. 5. 6.
7 7 7 7 7 10 45
III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12.
7 7 7 9 7 7 7 7 7 7 9 8 89
TOTAL 200
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 105
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
GRUPO I
Artérias coronárias
O miocárdio (músculo cardíaco) realiza um trabalho muito vigoroso e, por isso, as suas
células dependem de um constante fornecimento de oxigénio. Na maioria dos vertebrados,
o miocárdio está em segundo lugar de prioridade no catabolismo aeróbico e na exigência de
oxigénio, ocupando o cérebro o primeiro lugar. Nas aves e nos mamíferos, o sangue que
passa no lúmen ventricular não flui para as células do miocárdio, portanto essas células não
são oxigenadas dessa forma. Existe a chamada circulação coronária, em que as artérias
coronárias se ramificam a partir da aorta (Fig. 1), levando sangue oxigenado para as células
do miocárdio. As veias coronárias recolhem o sangue venoso, levando-o diretamente para a
aurícula direita. Se uma dessas artérias é bloqueada, a parte do miocárdio irrigada por ela
deteriora-se rapidamente, devido à falta de oxigénio. É por isso que a oclusão das artérias
coronárias, ou enfarte do miocárdio, é tão perigosa.
Nos peixes teleósteos (com esqueleto ósseo) e nos anfíbios, o miocárdio é esponjoso e o
sangue que passa pelo ventrículo flui pelos espaços do tecido esponjoso, levando oxigénio
para as células do miocárdio. Esse sangue, porém, não é tão oxigenado como o da circulação
coronária que, nesses animais, não existe.
Adaptado de https://uab.ufsc.br/biologia/files/2020/08/Fisiologia-Animal-Comparada.pdf
(consultado em 18/02/2021)
1. Os peixes teleósteos, como qualquer peixe, possuem uma circulação _____________ e o
sangue que passa no coração é _____________.
(A)simples … arterial
(B)simples … venoso
(C) dupla e incompleta … arterial e venoso
(D)dupla e completa … arterial e venoso
Fig. 1 Rede de artérias da circulação coronária.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Teste de avaliação 6 Transporte nos animais
Obtenção de energia
Trocas gasosas
106 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. A circulação nos anfíbios é _____________, pelo que o sangue enviado para a cabeça tem
origem _____________.
(A)dupla e completa … no ventrículo esquerdo
(B)dupla e incompleta … no único ventrículo do coração
(C) dupla e completa … no ventrículo direito
(D)simples … no único ventrículo do coração
3. Considere as seguintes afirmações.
I. Os insetos não têm sangue nem coração.
II. Ao contrário dos vertebrados, os insetos apresentam um sistema circulatório aberto.
III. Os sistemas circulatórios fechados gastam menos energia para bombear o fluido circulante.
(A)I e III são falsas, II é verdadeira.
(B)I é falsa, II e III são verdadeiras.
(C) I é verdadeira, II e III são falsas.
(D)I e II são verdadeiras, III é falsa.
4. No ser humano, a existência de uma circulação dupla e completa permite
(A)menor velocidade de circulação sanguínea em relação a uma circulação simples.
(B)igual atividade metabólica à de seres vivos com circulação dupla e incompleta.
(C) maior oxigenação do sangue em relação a uma circulação dupla e incompleta.
(D)manter a pressão sanguínea constante, ao contrário de uma circulação simples.
5. O dióxido de carbono e o vapor de água que são trocados nos alvéolos pulmonares do ser
humano resultam ________________________, ocorrendo este intercâmbio de gases a nível
celular por difusão _______.
(A)da fermentação lática que se realizou em algumas células … simples
(B)da fermentação lática que se realizou em algumas células … facilitada
(C) da respiração aeróbia que se realizou nas células … facilitada
(D)da respiração aeróbia que se realizou nas células … simples
6. Na respiração aeróbia efetuada nas células cardíacas, os compostos orgânicos são totalmente
degradados
(A)no hialoplasma, no final da glicólise.
(B)na matriz mitocondrial, no final do ciclo de Krebs.
(C) nas cristas mitocondriais, no final da cadeia transportadora de eletrões.
(D)na matriz mitocondrial, na formação de acetil-CoA.
7. As artérias coronárias que irrigam o miocárdio ramificam-se a partir da artéria aorta, que está
ligada ao ventrículo _________, e recebem sangue deste como resultado de uma _________.
(A)direito … sístole
(B)esquerdo … diástole
(C) direito … diástole
(D)esquerdo … sístole
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 107
8. O risco de enfarte do miocárdio relaciona-se sobretudo com o bloqueio ou mesmo com a
rotura das artérias coronárias, e não das veias coronárias, o que se explica pelo facto de as
artérias __________________________ do que as veias.
(A)terem uma parede mais musculosa e elástica
(B)terem uma parede menos espessa e resistente
(C) receberem o sangue com pressão mais elevada e terem menor calibre
(D)receberem o sangue com pressão menos elevada e terem maior calibre
9. Explique de que forma a inexistência de circulação coronária nos peixes e nos anfíbios impede
que esses animais tenham taxas metabólicas idênticas às de aves e mamíferos.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
108 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
GRUPO II
Como o peixe-vermelho resiste à falta de oxigénio
Mudanças na quantidade de oxigénio dissolvido na água (OD) são fenómenos naturais que
os peixes têm de enfrentar, principalmente os de água doce, que vivem nos troços inferiores
dos rios, onde a agitação da água é relativamente baixa. Muitas espécies exibem uma
capacidade surpreendente de sobreviver e de permanecer ativas sob hipoxia (baixos valores
de OD), ou mesmo em anoxia, isto é, na ausência de oxigénio, por longos períodos.
Os peixes teleósteos do grupo dos ciprinídeos, onde se inclui o pimpão ou peixe-vermelho,
constituem um exemplo de tolerância a baixos valores de OD. Os processos que o permitem
incluem uma cooperação metabólica entre diferentes tecidos. Em hipoxia ou anoxia, os
tecidos passam a recorrer à fermentação lática, produzindo elevadas quantidades de lactato.
No fígado, o lactato pode ser novamente convertido em glicose e esta é acumulada sob a
forma de glicogénio, um processo que também se verifica nos músculos dos seres humanos.
No entanto, os ciprinídeos têm outra forma de metabolizar o lactato. O tecido muscular é
capaz de converter o lactato (também produzido por outros órgãos) em etanol. Este é
facilmente excretado pelas guelras (ou brânquias), evitando a acumulação de lactato e a
acidificação do sangue (Fig. 2). Desta forma se explica a resistência desta espécie em
aquários de pequena dimensão e sem sistema de oxigenação da água.
Adaptado de www.frontiersin.org/articles/10.3389/fphys.2018.00366/full
(consultado em 27/02/2021)
Fig. 2 Formação de lactato e processos da sua eliminação da corrente sanguínea, em
ciprinídeos, sob condições de hipoxia ou de anoxia.
1. Nos animais, o glicogénio é um ________ que tem a mesma função que ________ nas plantas.
(A)polissacarídeo … a celulose
(B)polissacarídeo … o amido
(C) polipeptídeo … a celulose
(D)polipeptídeo … o amido
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 109
2. A sobrevivência do peixe-vermelho em hipoxia implica a produção de energia metabólica
essencialmente através da fermentação lática. Este processo ocorre
(A)no citoplasma das células, com redução do piruvato.
(B)no citoplasma das células, com oxidação do piruvato.
(C) nas mitocôndrias, com oxidação do piruvato.
(D)nas mitocôndrias, com redução do piruvato.
3. As afirmações seguintes referem-se a processos catabólicos.
I. Na fermentação lática, o aceitador final de eletrões é uma molécula orgânica, tal como
acontece na respiração anaeróbia.
II. A respiração aeróbia e a fermentação lática têm em comum a glicólise.
III. As células do peixe-vermelho que convertem piruvato em lactato são anaeróbias
facultativas.
(A)I e II são falsas; III é verdadeira.
(B)I é falsa; II e III são verdadeiras.
(C) I é verdadeira; II e III são falsas.
(D)I e III são falsas; II é verdadeira.
4. Ocorrem descarboxilações nas seguintes etapas da respiração aeróbia:
(A)glicólise e cadeia respiratória.
(B)glicólise e ciclo de Krebs.
(C) formação de acetil-CoA e ciclo de Krebs.
(D)formação de acetil-CoA e cadeia respiratória.
5. Nos peixes, ocorre a hematose __________, e o sangue oxigenado vai _________________.
(A)branquial … voltar ao coração e só depois segue para os tecidos
(B)cutânea … voltar ao coração e só depois segue para os tecidos
(C) cutânea … diretamente para os tecidos sem voltar de novo ao coração
(D)branquial … diretamente para os tecidos sem voltar de novo ao coração
6. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência
de acontecimentos que ocorrem nas mitocôndrias e levam à produção de ATP.
A. Formação de acetil-CoA.
B. Oxidação do NADH.
C. Redução do FAD.
D. Quimiosmose.
E. Aumento da concentração de iões H+
no espaço intermembranar.
____________________________________________________________________________________________
7. A circulação do sangue nas brânquias do peixe-vermelho faz-se _____________ da circulação
da água nesse órgão. Após a hematose, a água sai pela ____________.
(A)no mesmo sentido … boca
(B)no mesmo sentido … fenda opercular
(C) em sentido oposto ao … boca
(D)em sentido oposto ao … fenda opercular
110 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência
de acontecimentos relativos ao metabolismo da glicose no peixe-vermelho, em hipoxia, e que
permitem a eliminação do excesso de lactato do organismo.
A. Difusão de etanol para a água.
B. Transporte de lactato para os músculos.
C. Oxidação do NADH.
D. Fosforilação do ADP.
E. Ativação da glicose.
____________________________________________________________________________________________
9. Os peixes-vermelhos conseguem sobreviver em pequenos aquários quase privados de
oxigénio. Explique por que razão estes animais conseguem sobreviver nessas condições
recorrendo apenas à fermentação lática.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
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GRUPO III
Os iaques e o planalto tibetano
Os iaques (Bos grunniens) têm adaptações para viver num ambiente hostil de grandes
altitudes, onde os nómadas tibetanos os mantêm principalmente para alimentação e como
meio de transporte. Adaptações relacionadas com o metabolismo energético e o sistema
cardiovascular ajudam esses ruminantes a viver em condições extremas.
Os ruminantes têm um enorme estômago dividido em quatro câmaras. O alimento ingerido
passa para o rúmen, a maior câmara do estômago, onde bactérias e outros microrganismos
(microbiota) digerem fibras vegetais (celulose). Para ajudar nesse processo, regurgitam e mastigam
novamente o alimento, várias vezes, antes que ele passe para o resto do sistema digestivo
através das outras câmaras do estômago. A microbiota do rúmen fermenta a matéria vegetal e
produz gases como o metano, lançados posteriormente para a atmosfera, e ácidos gordos
voláteis (AGV), que são a fonte de energia para os animais. Em comparação com as vacas (Bos
taurus), os iaques conseguem obter mais energia, ingerindo o mesmo alimento (Fig. 3), o que
se deve a diferenças na microbiota do rúmen destas duas espécies.
Os iaques, relativamente ao gado bovino, têm ainda corações e pulmões maiores e não
apresentam vasoconstrição pulmonar hipóxica (com pouco oxigénio). A vasoconstrição
pulmonar é uma resposta a situações de hipoxia, que pode compensar o facto de algumas
regiões do pulmão estarem menos ventiladas ou obstruídas por alguma razão. Ao reduzir o
fluxo sanguíneo nessas áreas, o sangue é desviado para áreas mais ventiladas, otimizando as
trocas gasosas.
Fontes: www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0960982216304705; www.nature.com/articles/ng.2343
(consultados em 14/3/2021)
Fig. 3 A – Distribuição do gado bovino (vaca) e do iaque. B – Produção e emissão de metano, pelo
gado bovino (vaca) e pelo iaque. C – Produção e emissão de ácidos gordos voláteis, pelo
gado bovino (vaca) e pelo iaque. Os asteriscos revelam diferenças significativas (*) e muito
significativas (**) entre os dois tipos de ruminantes.
112 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. A fonte de energia para os ruminantes são __________, produzidos(as) pela microbiota do
rúmen, que é formada por organismos que vivem em __________ e recorrem à __________
para obter energia.
(A)as fibras de celulose … anaerobiose … respiração aeróbia
(B)as fibras de celulose … aerobiose … fermentação
(C) os ácidos gordos voláteis … anaerobiose … fermentação
(D)os ácidos gordos voláteis … aerobiose … respiração aeróbia
2. No planalto tibetano, os iaques conseguem retirar mais energia do alimento que ingerem do
que as vacas, porque a microbiota do seu rúmen produz
(A)mais metano.
(B)mais AGV.
(C) menos metano.
(D)menos AGV.
3. As plantas do planalto tibetano têm de resistir a situações de stress hídrico; quando tal
acontece, as suas folhas produzem ácido abscísico
(A)que baixa a pressão osmótica das células estomáticas, com a entrada de iões K+
,
e provoca a abertura dos estomas.
(B)que aumenta a pressão osmótica das células estomáticas, com a saída de iões K+
,
e provoca a abertura dos estomas.
(C) que aumenta a pressão osmótica das células estomáticas, com a entrada de iões K+
,
e provoca o fecho dos estomas.
(D)que baixa a pressão osmótica das células estomáticas, com a saída de iões K+
, e provoca
o fecho dos estomas.
4. Considere as afirmações seguintes, que se referem às condições de vida no planalto tibetano,
onde o clima é frio e seco.
I. Neste planalto, o frio é o único fator que limita a sobrevivência dos seres vivos.
II. Neste planalto, o clima é seco e pouco favorável para os anfíbios porque estes dependem
da hematose cutânea.
III. Nas águas agitadas dos rios deste planalto existe mais oxigénio dissolvido do que nos lagos.
(A)I é falsa; II e III são verdadeiras.
(B)I e III são falsas; II é verdadeira.
(C) I e II são falsas; III é verdadeira.
(D)I é verdadeira; II e III são falsas.
5. Os insetos apresentam difusão ________, através _________.
(A)indireta … de traqueias
(B)direta … do tegumento
(C) indireta … do tegumento
(D)direta … de traqueias
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 113
6. A vasoconstrição acontece ________, resulta da contração de fibras musculares das suas
paredes e ________ o fluxo de sangue nos tecidos irrigados por esses vasos.
(A)nas arteríolas … reduz
(B)nos capilares … reduz
(C) nas arteríolas … aumenta
(D)nos capilares … aumenta
7. Associe a cada afirmação da coluna I a superfície respiratória da coluna II que lhe corresponde.
Coluna I Coluna II
(a) São evaginações irrigadas, protegidas em
cavidades internas. [ ____ ]
(b) São superfícies respiratórias que permitem
elevadas taxas metabólicas, mas apenas em
animais de dimensões reduzidas. [ ____ ]
(c) São invaginações irrigadas, protegidas da
dissecação. [ ____ ]
(1) Tegumentos
(2) Traqueias
(3) Brânquias internas
(4) Brânquias externas
(5) Pulmões
8. Nas aves, a circulação __________ do ar nos __________ permite uma hematose muito eficaz.
(A)unidirecional … parabrônquios
(B)unidirecional … alvéolos
(C) bidirecional … alvéolos
(D)bidirecional … parabrônquios
9. O iaque e o gado bovino são espécies próximas, podendo mesmo gerar híbridos, mas estão
adaptados de forma diferente à vida em altitude. Explique como as características do sistema
cardiovascular e respiratório dos iaques os torna mais adaptados do que o gado bovino à vida
em altitude.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Grupo
Item
Cotação (em pontos)
I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
7 7 7 7 7 7 7 7 10 66
II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
7 7 7 7 7 8 7 8 10 68
III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
7 7 7 7 7 7 7 7 10 66
TOTAL 200
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Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
GRUPO I
Efeito de estufa descontrolado
O efeito de estufa é essencial à vida tal como a conhecemos. À semelhança de uma estufa de
vidro, que deixa entrar a luz e retém o calor, o efeito de estufa isola gases na atmosfera e
protege do frio mortífero do espaço.
Mas desde a Revolução Industrial, a espécie humana perturbou o delicado equilíbrio
atmosférico. As concentrações de dióxido de carbono (CO2) libertado pela queima dos
combustíveis fósseis, e de outros gases com efeito de estufa (GEE), subiram a um ritmo
alarmante, formando um manto espesso em torno da Terra, retendo calor em excesso e
fazendo disparar as temperaturas globais.
Embora um clima mais quente possa ser bem-vindo em alguns locais, a realimentação de
alguns ciclos, como o da água e do carbono, complicam os efeitos das temperaturas mais
elevadas. A maior evaporação gera uma cobertura de nuvens mais densas, exarcebando o
efeito de aquecimento, já que as próprias nuvens são fortes isoladores (Fig. 1). O processo de
retenção de carbono realizado, desde há longa data, pela formação de algumas rochas e pelo
próprio oceano, removendo CO2 da atmosfera, apresentará grande instabilidade e estas
reservas de CO2 serão libertadas, acelerando ainda mais o problema.
Os cientistas alertam para um “ponto de inflexão”, uma temperatura para lá da qual o problema
já não pode ser revertido. O prestigiado climatólogo da NASA, James Hansen, forneceu-nos um
número para definir a nova condição crítica da vida tal como a conhecemos. James e os seus
colaboradores estudaram a relação histórica entre o carbono atmosférico e fenómenos como o
aumento do nível do mar (durante toda a história humana até ao início da Revolução Industrial,
o ar não conteve mais de 275 ppm de CO2). Depois de analisarem os dados mais recentes,
verificaram que o número atual é demasiado elevado e é por isso que o Ártico está a fundir.
O aquecimento do planeta não é um problema para o futuro, mas sim uma crise do presente.
Fig. 1 As atividades humanas poderão desencadear um aquecimento imparável do planeta.
Adaptado de Superinteressante, outubro de 2012
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Prova global
116 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. O subsistema onde se encontram armazenados os combustíveis fósseis é a
(A) biosfera, pois estes resultam da acumulação de restos de seres vivos.
(B) geosfera, pois são considerados como material da astenosfera.
(C) biosfera, pois esta é constituída pelos seres vivos essencialmente formados por carbono.
(D) geosfera, pois estão aprisionados ao nível da crosta terrestre.
2. Considerando a composição da atmosfera primitiva, pode afirmar-se que o dióxido de carbono
existia
(A) em maior percentagem do que o oxigénio.
(B) em menor percentagem do que o árgon.
(C) em menor percentagem do que o nitrogénio e o oxigénio.
(D) em percentagem semelhante à do oxigénio.
3. Hansen e os seus colaboradores estudaram a relação histórica entre o carbono atmosférico e
fenómenos como o aumento do nível da água do mar. A relação estudada reflete a interação
dos subsistemas
(A) atmosfera – biosfera
(B) geosfera – hidrosfera
(C) biosfera – geosfera
(D) atmosfera – hidrosfera
4. O aquecimento global pode intensificar-se através do aumento
(A) da luz solar recebida, tornando a Terra num sistema aberto.
(B) da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera, emitido durante períodos de
intensa atividade vulcânica.
(C) de desequilíbrios nos subsistemas fechados da Terra.
(D) da formação de glaciares que refletem a radiação infravermelha recebida pela Terra.
5. O excesso de dióxido de carbono na atmosfera pode ser removido em consequência
(A) da formação de rochas carbonatadas no mar.
(B) da libertação de metano utilizado na agricultura.
(C) da desflorestação que ocorre em várias regiões do mundo.
(D) das alterações climáticas provocadas pelo aumento da temperatura.
6. Atualmente, a fusão dos glaciares está a provocar uma __________ ao nível mundial, com
exceção de alguns locais, como a península da Escandinávia, onde o fenómeno __________
compensa o aumento do nível do mar.
(A) regressão marinha … de isostasia
(B) transgressão marinha … de isostasia
(C) regressão marinha … de subsidência
(D) transgressão marinha … de subsidência
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 117
7. A erosão provocada pelo mar faz __________ a linha de costa, fenómeno que pode ser
interpretado à luz do __________.
(A) avançar … catastrofismo
(B) avançar … uniformitarismo
(C) recuar … catastrofismo
(D) recuar … uniformitarismo
8. Os cientistas afirmam que o aquecimento global também provoca a alteração das correntes
oceânicas. Indique a designação do tipo de dinâmica da Terra onde se incluem estes dois
fenómenos.
____________________________________________________________________________________________
9. Comente a seguinte afirmação: «O aquecimento global verificado atualmente poderá conduzir
ao estabelecimento de uma nova era ou um novo período na escala do tempo geológico».
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
118 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
GRUPO II
Raízes aéreas das orquídeas
Na natureza existem cerca de 28 mil espécies de orquídeas. Algumas espécies de regiões
tropicais são epífitas, isto é, fixam-se aos troncos das árvores, não para as parasitar, mas
apenas para que lhes sirvam de suporte. Esta estratégia permite que em florestas densas
evitem a competição com outras plantas no solo e possam ter melhor exposição solar. No
entanto, o acesso à água e a nutrientes fica aparentemente impedido.
A sobrevivência destas plantas está dependente de adaptações especiais das suas raízes, que
crescem em contacto com o ar – raízes aéreas. São raízes espessas, geralmente
esbranquiçadas e com a extremidade – coifa – verde, acastanhada ou avermelhada. As partes
mais antigas destas raízes aéreas são cobertas por um tecido protetor – velame – de cor
branco prateado (quando seco) ou verde pálido (quando húmido).
O velame é um tecido constituído por várias camadas de células mortas e de parede espessada.
As paredes hidrofílicas e os espaços vazios do velame funcionam como uma esponja, que quando
chove capta rapidamente a água e os nutrientes dissolvidos na água da chuva. Em ambientes
húmidos, o velame permite até a captação de água da atmosfera, sob a forma de vapor.
Simultaneamente, o velame funciona como uma barreira que impede a evaporação de água dos
tecidos mais internos da raiz, garantindo que as orquídeas se mantêm hidratadas, mesmo sob
condições ambientais mais secas. Alguns estudos indicam que o velame também é importante
na proteção dos tecidos contra a radiação ultravioleta e infravermelha.
A entrada de água para o córtex da raiz não é feita por via apoplástica porque grande parte
das células da camada subjacente ao velame – exoderme –, apresenta paredes com
espessamentos de suberina, o que as impermeabiliza. Na exoderme existem ainda células de
passagem, vivas e com paredes finas, que permitem que a planta controle a entrada de água
e de sais minerais. A exoderme é outra estrutura que impede que a planta perca facilmente
água pelas suas raízes expostas, mas permite a troca de gases.
Além disto, a fotossíntese, que geralmente é uma função das folhas, em muitas orquídeas é
parcial ou totalmente desenvolvida nas suas raízes aéreas, contribuindo para a síntese de
compostos orgânicos.
As raízes das orquídeas dependem de associações simbióticas com fungos ou com bactérias
para obterem alguns nutrientes que escasseiam no seu ambiente.
Adaptado de https://repositorioaberto.uab.pt/bitstream/10400.2/9058/1/Ra%C3%ADzes%20de%20orqu%C3%ADdeas_PBN.pdf
(consultado em 14/02/2021)
Fig. 2 A – Raízes aéreas de uma orquídea. B – Corte da raiz de uma orquídea (MOC).
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 119
1. As afirmações seguintes dizem respeito às raízes aéreas das orquídeas epífitas.
I. Perderam a função da captação de absorção de água e sais minerais.
II. Estão revestidas por um tecido que, quando está desenvolvido, não tem células vivas.
III. Podem constituir superfícies de trocas gasosas entre a planta e o exterior.
(A) I é falsa; II e III são verdadeiras.
(B) II é verdadeira; I e III são falsas.
(C) I e III são verdadeiras; II é falsa.
(D) III é falsa; I e II são verdadeiras.
2. As folhas das orquídeas epífitas estão cobertas por uma espessa camada serosa – ________ –
e, em muitas espécies, os estomas estão afundados em pequenas câmaras. As raízes aéreas
estão cobertas pelo ________. Desta forma, a planta _________ pelas folhas e raízes expostas.
(A) quitina … velame … evita perder água
(B) quitina … córtex … consegue captar água
(C) cutícula … velame … evita perder água
(D) cutícula … córtex … consegue captar água
3. Existem células das raízes das orquídeas que ____________ em reações cíclicas que ocorrem
____________.
(A) fixam dióxido de carbono … na matriz das mitocôndrias
(B) fixam dióxido de carbono … no estroma dos cloroplastos
(C) utilizam oxigénio … na matriz das mitocôndrias
(D) utilizam oxigénio … no estroma dos cloroplastos
4. Nas orquídeas, como em todas as plantas, o transporte entre o córtex da raiz e o cilindro
central está limitado
(A) às vias transmembranar e simplástica.
(B) às vias apoplástica e simplástica.
(C) à via transmembranar.
(D) à via apoplástica.
5. Faça corresponder a cada designação da coluna I, o acontecimento respetivo que consta da
coluna II.
Coluna I Coluna II
(a) Apenas na fase fotoquímica da
fotossíntese. [ ____ ]
(b) Apenas na fase química da fotossíntese.
[ ____ ]
(c) Em ambas as fases. [ ____ ]
(1) Reações de descarboxilação.
(2) Libertação de oxigénio.
(3) Reações de oxirredução.
(4) Libertação de dióxido de carbono.
(5) Hidrólise de ATP.
120 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
6. A translocação da seiva floémica verifica-se através de células ________, que constituem vasos
onde a seiva está sob ________.
(A) mortas … pressão
(B) mortas … tensão
(C) vivas … pressão
(D) vivas … tensão
7. A existência de pressão radicular pode ser demonstrada por
(A) fenómenos de evapotranspiração.
(B) fenómenos de exsudação e gutação.
(C) fenómenos de desidratação.
(D) fenómenos de abertura e fecho dos estomas.
8. Se, numa célula vegetal, a síntese de ATP fosse bloqueada, um processo que não sofreria
prejuízo seria a
(A) fotossíntese.
(B) fermentação.
(C) síntese proteica.
(D) osmose.
9. Identifique dois problemas que as raízes aéreas das orquídeas epífitas têm de enfrentar e
explique como os conseguiram superar.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
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Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 121
GRUPO III
Vulcão das Furnas – Açores
O vulcão das Furnas é um dos três vulcões potencialmente mais ativos da ilha de São Miguel,
nos Açores. Este vulcão está flanqueado, a oriente, pelo vulcão da Povoação, e a ocidente,
pela zona fissural do Planalto da Achada.
À semelhança dos vulcões das Sete Cidades, do Fogo e da Povoação, o vulcão das Furnas é um
estratovulcão ou vulcão compósito, constituído por alternâncias de escoadas lávicas e
materiais piroclásticos, tais como, cinzas, lapilli (bagacinas), bombas e blocos. É igualmente
um vulcão poligenético, por ter resultado de inúmeras erupções seriadas ao longo da sua
história geológica.
Inicialmente, o vulcão das Furnas teria um aspeto morfológico semelhante à Montanha do
Pico. Porém, ao longo da sua evolução, e na sequência de sucessivos episódios vulcânicos, foi
modificando a sua configuração, até atingir o aspeto atual. Para tal, terá contribuído,
fundamentalmente, o desenvolvimento de uma câmara magmática subjacente ao mesmo que
terá permanecido e evoluído, através de processos geoquímicos e termodinâmicos altamente
complexos, no decurso de um tempo geológico alargado. A evolução do magma conduziu ao
enriquecimento de alguns elementos químicos, substancialmente sílica, determinantes no
grau de explosividade de futuros episódios. A observação dos produtos vulcânicos emitidos
durante as várias erupções (maioritariamente de natureza traquítica, isto é, com cerca de 63%
sílica), associada à análise dos diversos depósitos e das várias estruturas, que integram este
vulcão, permitiu reconstituir a sua história geológica.
O histórico de erupções deste vulcão pode contribuir para o prognóstico de algum fenómeno
vulcânico e, consequentemente, para a minimização de danos humanos e socioeconómicos.
Importa ainda realçar um outro problema que se prende com a saúde da população que
diariamente vive nas Furnas. É imperioso que todos estejam consciencializados de que alguns
dos gases vulcânicos, que os envolvem em neblinas quase místicas, podem provocar danos
físicos, ou, em casos extremos, serem letais quando atingem determinadas concentrações.
Adaptado de: http://siaram.azores.gov.pt/vulcanismo/vulcao-furnas/_texto.html
(consultado em 15/03/2021)
Fig. 3 Complexos vulcânicos da Ilha de São Miguel, Açores.
122 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. O vulcão das Furnas é um estratovulcão, pois apresenta um cone
(A) formado exclusivamente por escoadas lávicas.
(B) formado por camadas alternadas de lavas e piroclastos.
(C) formado exclusivamente por piroclastos.
(D) alto devido ao seu vulcanismo efusivo.
2. A atividade vulcânica referida é do tipo
(A) fissural com emissão de materiais pobres em sílica.
(B) central com emissão de materiais ricos em sílica.
(C) fissural com emissão de materiais ricos em sílica.
(D) central com emissão de materiais pobres em sílica.
3. As Furnas encontram-se numa zona de grau geotérmico
(A) elevado e baixo fluxo térmico.
(B) baixo e elevado fluxo térmico.
(C) elevado e elevado fluxo térmico.
(D) baixo e baixo fluxo térmico.
4. Faça corresponder cada uma das expressões da coluna A relativas ao tipo de atividade
tectónica ao respetivo contexto tectónico entre placas onde ocorre, descrito na coluna B.
Coluna I Coluna II
(a) Atividade vulcânica fissural com
emissões de lavas básicas [ ____ ]
(b) Atividade vulcânica central com
emissões de lavas fluidas que ocorre no
interior de uma placa [ ____ ]
(c) Atividade vulcânica do tipo misto a
explosivo, formando arcos vulcânicos
continentais [ ____ ]
(1) Limite convergente entre placa
litosférica oceânica e placa litosférica
oceânica
(2) Limite convergente entre placa
litosférica continental e placa litosférica
continental
(3) Limite divergente entre duas placas
litosféricas
(4) Limite convergente entre placa
litosférica oceânica e placa litosférica
continental
(5) Hotspots
5. O arrefecimento à superfície de magmas de natureza traquítica leva à formação de rochas
magmáticas
(A) plutónicas com minerais bem desenvolvidos.
(B) vulcânicas com minerais bem desenvolvidos.
(C) plutónicas com minerais pouco desenvolvidos.
(D) vulcânicas com minerais pouco desenvolvidos.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 123
6. Ordene as etapas identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência
cronológica dos acontecimentos que originaram o complexo vulcânico das Sete Cidades.
A. Ascensão de magma rico em componentes voláteis.
B. Formação de uma depressão preenchida por águas pluviais.
C. Projeção violenta de materiais piroclásticos, incluindo partes dos flancos do vulcão.
D. Diminuição da densidade dos materiais rochosos em fusão.
E. Aumento da pressão no interior da câmara magmática.
____________________________________________________________________________________________
7. A datação absoluta dos complexos vulcânicos da Ilha de São Miguel pode feita com recurso a
isótopos radioativos _________ presentes nas rochas _________.
(A) estáveis … vulcânicas
(B) estáveis … plutónicas
(C) instáveis … vulcânicas
(D) instáveis … plutónicas
8. O vulcanismo é um método _________ do estudo do interior da Terra que pode trazer para a
superfície materiais presentes no _________.
(A) direto … núcleo externo
(B) direto … manto
(C) indireto … núcleo externo
(D) indireto … manto
9. A vigilância dos vulcões é essencial para a segurança das povoações, pois pode ajudar a prever
erupções e prevenir as suas consequências. Explique de que modo se pode prever uma futura
erupção utilizando dados sísmicos.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
124 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
GRUPO IV
Fungos e aplicações na indústria
Os fungos são organismos que podem ser encontrados em quase todos os ambientes
(terrestres e aquáticos) a colonizar uma grande variedade de substratos (solo, plantas ou
detritos orgânicos). O número estimado de espécies de fungos é de 2,2 a 3,8 milhões, embora
apenas estejam descritas cerca de 120 mil espécies.
A importância económica dos fungos é muito vasta. São importantes produtores de ácidos
orgânicos, como os ácidos cítrico, fumárico e glutâmico, e também produzem metabolitos
secundários e enzimas com diferentes aplicações (Tabela 1).
Tabela 1 – Exemplos de metabolitos secundários e de enzimas, produzidos comercialmente
a partir de fungos, e as respetivas aplicações (adaptado de Deacon, 2006).
Fungo Metabolito/Enzima Aplicação
Metabolito
Penicillium chrysogenum Penicilinas Antibacteriano
Acremonium chrysogenum Cefalosporinas Antibacteriano
Penicillium griseofulvum Griseofulvinas Antifúngico
Tolypocladium spp. Ciclosporinas Imunossupressor
Giberella fujikuroi Giberelinas Hormona de plantas
Claviceps purpurea Ergotinas Tratamento de enxaquecas; vasoconstritor;
vasodilatador; anti-Parkinson; combate da
hipertensão e de distúrbios psiquiátricos
Enzima
Aspergillus niger, A. oryzae ɲ-amilase Hidrólise do amido
Aspergillus spp. Protease Hidrólise de proteínas (panificação)
Aspergillus, Rhizopus Pectinase Clarificação de sumos de fruta
Mucor, Aspergillus, Penicillium Lipase Lacticínios e detergentes
Mucor spp. Renina Coagulação do leite
Trichoderma reesei Celulase Indústria alimentar
Aspergillus niger Lactase Indústria alimentar
Os fungos também são responsáveis pela produção de muitos dos nossos alimentos. A leve-
dura Saccharomyces cerevisiae, conhecida como levedura do padeiro, é o microrganismo
usado no fabrico do pão. As leveduras com o metabolismo fermentativo, no qual utilizam a
glicose produzindo etanol e dióxido de carbono, são também utilizadas na produção de
bebidas alcoólicas como o saké japonês, a cerveja e o vinho.
As espécies Penicillium camemberti, P. roquefortii e P. caseiolum são responsáveis pela
produção dos queijos camembert, roquefort e brie, respetivamente, conferindo distintos
sabores, texturas e aromas a estes queijos.
Muitos cogumelos silvestres são comestíveis e por isso são colhidos no campo e
comercializados em mercados. Entre os mais apreciados estão as trufas (Tuber melanosporum
e Tuber magnatum), pertencentes ao filo Ascomycota, cujos ascocarpos lembram tubérculos,
com odor característico e que são diferenciados debaixo do solo. As trufas formam micorrizas
com as raízes de árvores como os carvalhos.
Nos últimos anos registou-se um aumento considerável das atividades económicas
relacionadas com a exploração dos cogumelos silvestres. Várias associações micológicas
promovem festivais de míscaros (Amanita ponderosa, Lactarius deliciosus), associando a
colheita deste recurso à prova gastronómica das espécies encontradas.
Adaptado da revista Elementar, Casa das Ciências, Dezembro 2018, V6/04)
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 125
1. O fungo Saccharomyces cerevisiae é utilizado na indústria da panificação e promove
(A) reações catabólicas de elevado rendimento energético.
(B) reações anabólicas de elevado rendimento energético.
(C) reações catabólicas de baixo rendimento energético.
(D) reações anabólicas de baixo rendimento energético.
2. Nos ecossistemas, os fungos são
(A) macroconsumidores e heterotróficos por absorção.
(B) microconsumidores e heterotróficos por ingestão.
(C) macroconsumidores e heterotróficos por ingestão.
(D) microconsumidores e heterotróficos por absorção.
3. A acidificação do leite provoca a sua coagulação por ________ de ________ presentes neste
alimento.
(A) hidrólise … lípidos
(B) hidrólise … proteínas
(C) desnaturação … lípidos
(D) desnaturação … proteínas
4. A produção de ácido cítrico obtém-se interrompendo
(A) o ciclo de Calvin.
(B) o ciclo de Krebs.
(C) a glicólise.
(D) a fermentação.
5. A lipase extraída do fungo Aspergilus, ao ser utilizada em processos industriais, promove
(A) reações de hidrólise em ligações éster.
(B) reações de condensação em ligações peptídicas.
(C) reações de condensação em ligações éster.
(D) reações de hidrólise em ligações peptídicas.
6. Ordene as etapas que ocorrem durante a fermentação, desde o início do processo até à
libertação dos produtos finais.
A. Produção de ácido pirúvico.
B. Consumo de ATP.
C. Formação de etanol.
D. Síntese de ATP.
E. Libertação de CO2.
____________________________________________________________________________________________
126 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
7. As ergotinas são utilizadas no tratamento de doenças cardiovasculares. No ser humano atuam
num sistema circulatório que é
(A) fechado e o sangue circula com maior pressão nas veias
(B) aberto e o sangue circula com maior pressão nas artérias
(C) fechado e o sangue circula com maior pressão nas artérias
(D) aberto e o sangue circula com maior pressão nas veias
8. De acordo com os dados fornecidos, refira como as condições físico-químicas do meio podem
interferir nos processos inerentes à panificação.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
9. Explique a importância para os seres humanos de, num futuro próximo, investir em avanços
científico-tecnológicos que permitam estudar e conhecer melhor os fungos.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Grupo
Item
Cotação (em pontos)
I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total
5 5 5 5 5 5 5 5 10 50
II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total
5 5 5 5 5 5 5 5 10 50
III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total
5 5 5 5 5 5 5 5 10 50
IV 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total
5 5 5 5 5 5 5 7 8 50
TOTAL 200
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 127
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
A Terra está a perder oxigénio e ainda não se sabe porquê
A Terra está a perder oxigénio, embora não o suficiente para desencadear grandes problemas
para a vida na Terra, descobriu um novo estudo.
Os níveis de oxigénio atmosférico estão, fundamentalmente, ligados à evolução da vida na
Terra. Como tal, os cientistas há muito procuram reconstruir como os níveis de oxigénio
atmosférico flutuaram no passado e o que pode controlar essas mudanças. «Não havia
consenso sobre se, antes de a humanidade começar a queimar combustíveis fósseis, o ciclo
do oxigénio estava em equilíbrio ou em desequilíbrio e, neste caso, se estava a aumentar ou
a diminuir», disse o autor principal do estudo, Daniel Stolper, geoquímico da Universidade de
Princeton.
Para identificar os níveis de oxigénio presentes na atmosfera do planeta ao longo da sua
história, os cientistas perfuraram gelo da Antártida e da Gronelândia a diferentes
profundidades e analisaram a composição química das amostras recolhidas.
Novas estimativas apontam para uma perda de cerca de 0,7% de oxigénio nos últimos 800 mil
anos. Uma das hipóteses que ajuda a explicar este declínio, avançado por Stolper, é a de que
«as taxas de erosão global podem ter aumentado devido, entre outros fatores, ao crescimento
dos glaciares, que fragmentaram as rochas». O aumento das taxas de erosão teria exposto
mais pirite e carbono orgânico à atmosfera. A pirite é um sulfureto de ferro e o carbono
orgânico consiste em restos de organismos, principalmente plantas terrestres e
microrganismos fotossintéticos aquáticos, como algas. Tanto a pirite como o carbono orgânico
podem reagir com o oxigénio e removê-lo da atmosfera.
Estas descobertas revelam o que pode ser uma estranha contradição: a de que os níveis de
dióxido de carbono atmosférico devem subir conforme os níveis de oxigénio caem. No
entanto, pesquisas anteriores descobriram que os níveis de dióxido de carbono atmosférico
não mudaram, em média, nos últimos 800 000 anos. A explicação para este facto pode residir
num outro: o aumento dos níveis de dióxido de carbono atmosférico aumentará as taxas nas
quais as rochas vulcânicas se desgastam e os seus componentes vão para os mares, o que
pode, então, prender o dióxido de carbono atmosférico em minerais oceânicos. Isso significa
que se pode ter uma mudança no oxigénio atmosférico sem nenhuma mudança observável
no dióxido de carbono médio.
Adaptado de www.livescience.com/56219-earth-atmospheric-oxygen-levels-declining.html
(consultado em 25/03/2021)
1. Segundo Stolper, a explicação para a diminuição nos níveis de oxigénio atmosférico reside numa
interação entre a
(A) biosfera e a geosfera.
(B) geosfera e a atmosfera.
(C) hidrosfera e a atmosfera.
(D) hidrosfera e a biosfera.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Questão de aula 1 Subsistemas terrestres
Ciclo das rochas
128 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. O provável aumento das taxas de erosão resultou da ação da ______, que é um subsistema
terrestre ______.
(A) hidrosfera … aberto
(B) atmosfera … aberto
(C) hidrosfera … fechado
(D) atmosfera … fechado
3. O aumento dos níveis de dióxido de carbono pode ser compensado
(A) pelo aumento da atividade vulcânica e pela queima dos combustíveis fósseis.
(B) pela diminuição dos níveis de oxigénio atmosférico.
(C) pelo aumento da taxa de formação de rochas sedimentares carbonatadas.
(D) pela diminuição das taxas de erosão provocadas pelos glaciares.
4. A pirite é um mineral porque possui uma estrutura cristalina
(A) variável consoante o meio onde se forma e uma composição química mal definida.
(B) e uma composição química bem definida ou variável dentro de certos limites.
(C) bem definida e uma composição química altamente variável.
(D) sólida e altamente variável e uma composição química fixa.
5. Considere as afirmações seguintes, relativas ao ciclo das rochas.
I. Algumas das rochas sedimentares provêm da alteração das rochas magmáticas e
metamórficas.
II. Rochas submetidas a pressões não litostáticas, apesar de se manterem no estado sólido,
podem experimentar alterações mineralógicas.
III. Todas as rochas magmáticas se originam a partir da lava expelida pelos vulcões.
(A) I e III são verdadeiras; II é falsa.
(B) I e II são verdadeiras; III é falsa.
(C) III é verdadeira; I e II são falsas.
(D) II é verdadeira; I e III são falsas.
6. A sedimentogénese é uma etapa que ______ a diagénese, levando à formação de rochas
sedimentares detríticas ______.
(A) sucede … consolidadas
(B) antecede … consolidadas
(C) sucede … não consolidadas
(D) antecede … não consolidadas
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 129
7. As rochas vulcânicas resultam de um arrefecimento ______ do magma e, por isso, possuem
textura ______.
(A) lento … fanerítica
(B) rápido … afanítica
(C) lento … afanítica
(D) rápido … fanerítica
8. Indique a designação do processo geológico que conduz à formação das rochas metamórficas.
____________________________________________________________________________________________
9. Comente a seguinte afirmação: «O ciclo litológico é indispensável ao funcionamento dos
subsistemas terrestres».
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Item
Cotação (em pontos)
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
10 10 10 10 10 10 10 10 20 100
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 131
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
O Arquipélago do Havai e a cadeia submarina do Imperador
O Monte Kilauea, na Grande Ilha do Havai, esteve em erupção silenciosa desde 1983, com
impacte limitado nos habitantes da ilha. Desde o dia 3 de maio de 2018, um aumento
dramático de atividade vulcânica afetou bairros e moradores, forçando as evacuações e
enviando fluxos de lava para a costa este. Há mais de um século, o geólogo James Dana visitou
as oito maiores ilhas do arquipélago havaiano e observou uma diferença significativa nas suas
idades: as ilhas mais a noroeste, Kaua’i e Ni’ihau, eram as mais antigas; as outras eram
progressivamente mais recentes, sendo a Ilha Grande, na ponta sudeste, a mais recente de
todas.
A uma distância de 3200 km da Ilha Grande, ocorre uma anomalia impressionante: a linha de
montes submarinos muda abruptamente de direção, rumo ao norte, em direção à península
russa de Kamtchatka, onde os montes submarinos entram numa zona de subducção (Fig. 1).
Esta cadeia de montes submarinos contém cerca de uma centena de ilhas vulcânicas
submersas e ficou conhecida como a cadeia dos montes submarinos do Imperador, em virtude
de ter sido descoberta por um geólogo japonês. A sua formação ocorreu ao longo de um
período de 55 Ma. A mudança na direção indica que o movimento da placa do Pacífico foi
quase diretamente em sentido norte, embora as causas desse movimento e da abrupta
mudança de direção, há cerca de 50 milhões de anos, permaneçam um mistério. A resposta
provavelmente resulta de mudanças na direção e de colisões em diversas outras placas
adjacentes.
Fig. 1 Contexto geográfico do Arquipélago do Havai e da cadeia
submarina do Imperador
Adaptado de Erupções do Kilauea e o arquipélago havaiano: a geologia da tectónica de placas e dos pontos quentes. Wood, B.,
Journal of Big History III (1). 17- 31.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Questão de aula 2 Vulcanismo
132 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. Nos últimos 5 Ma, a placa do Pacífico moveu-se e originou o Arquipélago do Havai. Neste
arquipélago, os vulcões são, progressivamente,
(A) mais antigos de SE para o NO
(B) mais recentes de SE para o NO
(C) mais antigos para sudoeste
(D) mais recentes de SE para o NO
2. Identifique a característica tectónica que permitiu a formação dos referidos vulcões.
____________________________________________________________________________________________
3. A lava do vulcão Kilauea é
(A) básica, rica em sílica e muito fluida.
(B) ácida, rica em sílica e muito fluida.
(C) básica, pobre em sílica e muito fluida.
(D) ácida, rica em sílica e muito viscosa.
4. A cadeia montanhosa submarina do Imperador resultou de
(A) plumas ascendentes de magma formadas no manto.
(B) consolidação de magma em profundidade em pontos quentes.
(C) correntes ascensionais lentas de magma, com origem em pontos quentes.
(D) correntes ascensionais rápidas de magma, com origem em pontos quentes do núcleo.
5. A lava basáltica é formada
(A) por fusão parcial das rochas devido à adição de voláteis.
(B) por fusão parcial das rochas, em parte, devido a descompressão.
(C) a partir de magmas pouco ricos em óxidos de ferro e magnésio.
(D) a partir de magmas muito ricos em elementos voláteis.
6. A lava expelida pelo Kilauea
(A) apresenta uma grande dificuldade na libertação dos gases.
(B) inicia a sua solidificação a temperaturas mais elevadas.
(C) arrefece lentamente devido à sua viscosidade.
(D) quando arrefece, forma rochas de cor mais clara.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 133
7. Faça corresponder cada uma das descrições da coluna A ao respetivo conceito, que consta na
coluna B.
Coluna A Coluna B
(a) Emanações de gases ricos em enxofre através de aberturas
na superfície da crosta da Terra. [ ____ ]
(b) Piroclastos de diâmetro entre os 64 e os 2 mm. [ ____ ]
(c) Expulsão violenta e em fluxo de cinzas e gases, expelidos a
grandes temperaturas. [ ____ ]
(1) Lapilli
(2) Mofetas
(3) Nuvens ardentes
(4) Bombas vulcânicas
(5) Sulfataras
____________________________________________________________________________________________
8. Considere as seguintes afirmações, relativas ao vulcanismo.
I. É o único processo de libertação de energia interna da Terra, devido às correntes de
convecção.
II. É o processo responsável pelo movimento das placas tectónicas e enquadra-se na
geodinâmica interna.
III. Ocorre, principalmente, ao longo de limites convergentes e divergentes de placas litosféricas.
(A) I e III são verdadeiras; II é falsa.
(B) I e II são verdadeiras; III é falsa.
(C) III é verdadeira; I e II são falsas.
(D) II é verdadeira; I e III são falsas.
9. Explique de que forma o alinhamento da cadeia montanhosa submarina do Imperador fornece
informações sobre o deslocamento da placa do Pacífico.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Item
Cotação (em pontos)
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9.
10 10 10 10 10 10 10 10 20 100
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 135
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
A célula em 3D
A partir da década de 50 do século passado, a microscopia eletrónica (ME) revelou um mundo
intrincado dentro das células eucarióticas, espacialmente organizado em todas as escalas de
comprimento, desde montagens moleculares nanométricas até estruturas celulares como os
microtúbulos, constituídos por proteínas. Mesmo em diferentes regiões da célula, existem
diferenças notáveis na estrutura dos componentes individuais, como a organização da
cromatina nuclear ou a morfologia do retículo endoplasmático, este último altamente
compacto na região próxima do núcleo, mas mais disperso na região mais afastada do núcleo.
Recentemente, ao combinar a ME com a mais recente microscopia de super-resolução (SR),
cientistas do Instituto Médico Howard Hughes e da Universidade da Califórnia, em Berkeley,
nos Estados Unidos, obtiveram imagens extremamente detalhadas das complexas estruturas
das células, todas em 3D. A modalidade SR destaca características que não são
imediatamente visíveis a partir dos dados ME e, entre outras vantagens, permite a
classificação única de vesículas com morfologia semelhante, como os lisossomas, os
peroxissomas e as vesículas derivadas de mitocôndrias. A combinação destas duas técnicas,
designada pelos investigadores como cryo-SR/EM permite obter imagens com boa resolução
em altura, largura e profundidade, possibilitando diferenciar estruturas muito próximas, antes
indistinguíveis, como o rearranjo do DNA no núcleo à medida que uma célula estaminal se
diferencia e origina um neurónio, por exemplo.
Adaptado de https://science.sciencemag.org/content/367/6475/eaaz5357
(consultado em 08/03/2021)
Fig. 1 Esquema representativo de um tipo de célula.
1. A estrutura assinalada com a letra K participa diretamente
(A) na síntese de proteínas e na digestão de macromoléculas.
(B) no transporte de substâncias e na proteção da célula.
(C) na produção de enzimas e no controlo da atividade celular.
(D) na respiração celular e na obtenção de energia.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Questão de aula 3 Ecossistemas, células e biomoléculas
136 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. O organelo N intervém na síntese de moléculas
(A) cujos monómeros são monossacarídeos.
(B) como os nucleótidos, que fazem parte dos ácidos nucleicos.
(C) que possuem dois grupos funcionais: amina e carboxilo.
(D) inorgânicas, tais como os ácidos gordos e o glicerol.
3. A dimensão da maioria das células vegetais e animais situa-se na ordem de um micrómetro
(μm). Esta unidade corresponde à milionésima parte
(A) de um milímetro.
(B) de um metro.
(C) de um centímetro.
(D) de um nanómetro.
4. A célula representada na figura 1 é ________ porque possui organelos _______________.
(A) procariótica … como os ribossomas e o núcleo
(B) eucariótica … membranares e núcleo
(C) procariótica … como os cloroplastos e as mitocôndrias
(D) eucariótica … como os cloroplastos e a parede celular
5. A célula representada na figura 1 é considerada vegetal, pois possui
(A) os organelos A, M e L, que são típicos deste tipo de células.
(B) os organelos I, L e N, que são típicos deste tipo de células.
(C) os organelos F, G e H, que são típicos deste tipo de células.
(D) os organelos G, I e J, que são típicos deste tipo de células.
6. Algumas lesmas-do-mar armazenam cloroplastos obtidos a partir de algas que ingeriram.
Enquanto estes organelos continuarem a realizar a sua função dentro das lesmas, pode
considerar-se que estas
(A) pertencerão ao primeiro nível trófico de uma cadeia alimentar.
(B) deixarão de ser autotróficas e passarão a ser heterotróficas.
(C) passarão a desempenhar o papel de decompositores numa cadeia alimentar.
(D) terão acesso a uma menor quantidade de energia devido ao tipo de alimentação.
7. Os níveis de hierarquia biológica repre-
sentados na figura 2 pelas letras A, B, C e D
correspondem, respetivamente, a
(A) sistema de órgãos, organismo, ecos-
sistema e comunidade.
(B) comunidade, ecossistema, sistema de
órgãos e organismo.
(C) ecossistema, comunidade, organismo
e sistema de órgãos.
(D) organismo, sistema de órgãos, comu-
nidade e ecossistema. Fig. 2 Alguns níveis de hierarquia biológica.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 137
8. A informação genética de uma célula encontra-se no _______, e esse tipo de moléculas são
_______ de nucleótidos.
(A) DNA … polímeros
(B) RNA … polímeros
(C) DNA … monómeros
(D) RNA … monómeros
9. Os conhecimentos sobre as células progridem à medida que as técnicas de investigação se
aperfeiçoam. Explique quais serão as possíveis vantagens de juntar a técnica referida no texto
com a crescente utilização de proteínas fluorescentes e de moléculas marcadas radioativamente.
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
Item
Cotação (em pontos)
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total
10 10 10 10 10 10 10 10 20 100
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 139
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
Colesterol, bactérias e membranas
Na comunidade de micróbios do cólon humano há uma bactéria que transforma o colesterol
em coprostanol, um metabolito não absorvível que é eliminado pelas fezes.
A bactéria responsável por esta conversão foi batizada como Bacteroides dorei Strain D8 e foi
identificada a partir das fezes de uma pessoa cujo teor em coprostanol era muito elevado.
Foram feitas misturas de 12 colónias bacterianas presentes nas fezes e posteriormente foram
cultivadas num meio com colesterol. Numa dessas culturas, o colesterol foi totalmente
convertido em coprostanol. Uma vez identificada a bactéria, os investigadores constataram
que, de acordo com o nível de bactérias no cólon, as pessoas transformam mais ou menos
colesterol. As que têm mais de cem mil milhões destas bactérias por grama de matéria fecal,
transformam totalmente o colesterol. Com uma concentração entre um milhão e cem
milhões por grama, a transformação é parcial, e com menos de um milhão, a transformação
não se produz, explicou o investigador.
Foram realizadas culturas de Bacteroides sp. Strain D8 e foi testada em laboratório a sua
capacidade de «devorar» o colesterol. As bactérias foram incubadas com uma determinada
quantidade de colesterol, a 37 °C. Os resultados estão expressos no gráfico da figura 1.
Fig. 1 Cultura de Bacteroides sp. Strain D8 num meio com colesterol.
Fontes: www.rtp.pt/noticias/mundo/bacteria-devoradora-de-colesterol-identificada-no-homem_n146164;
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/17616613/
(consultados em 10/03/2021)
1. No gráfico da figura 1, as letras A, B e C, representam, respetivamente,
(A) coprostanol, colesterol e crescimento da colónia de bactérias.
(B) colesterol, crescimento da colónia de bactérias e coprostanol.
(C) crescimento da colónia de bactérias, coprostanol e colesterol.
(D) crescimento da colónia de bactérias, colesterol e coprostanol.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Questão de aula 4 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos
140 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. O colesterol é transportado no plasma associado a lipoproteínas – LDL e HDL. As LDL
transportam o colesterol para as células e facilitam a deposição da gordura nos vasos,
enquanto as HDL fazem o inverso, ou seja promovem a remoção do colesterol em excesso,
inclusive o das placas arteriais (Fig. 2).
Fig. 2 LDL e HDL.
2.1 Considere as seguintes afirmações relativas ao colesterol.
I. O colesterol é um constituinte das membranas das células animais.
II. As lipoproteínas de baixa densidade (LDL) têm uma percentagem de colesterol mais
elevada do que as de alta densidade (HDL).
III. Uma concentração alta de HDL no sangue e baixa de LDL representa um maior risco de
formação de placas de gordura e de enfartes.
(A) I e III são verdadeiras; II é falsa.
(B) III é verdadeira; I e II são falsas.
(C) II é verdadeira; I e III são falsas.
(D) I e II são verdadeiras; III é falsa.
2.1 As LDL circulantes são incorporadas nas células através de pinocitose em vesículas que se
ligam a lisossomas, formando vacúolos digestivos. O colesterol que depois fica livre no
citoplasma pode ser utilizado pela célula. Os __________________ contribuem para a
libertação do colesterol das partículas LDL porque __________________.
(A) lisossomas … armazenam substâncias tóxicas
(B) ribossomas associados ao retículo … armazenam substâncias tóxicas
(C) lisossomas … realizam digestão intracelular
(D) ribossomas associados ao reticulo … realizam digestão intracelular
3. A pinocitose é um tipo de
(A) endocitose, que implica a invaginação da membrana plasmática para inclusão de fluido
extracelular.
(B) exocitose, que implica a evaginação da membrana plasmática para libertação de fluido
intracelular.
(C) endocitose, que implica a invaginação da membrana plasmática para inclusão de
partículas sólidas.
(D) exocitose, que implica a evaginação da membrana plasmática para libertação de
partículas sólidas.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 141
4. Nas membranas celulares existem proteínas periféricas que
(A) contêm muitos aminoácidos hidrofóbicos.
(B) são também chamadas intrínsecas.
(C) se associam aos fosfolípidos por ligações covalentes.
(D) podem interagir com a região hidrofílica dos fosfolípidos.
5. Em muitos neurónios existe uma bainha de mielina, rica em colesterol. A falta de colesterol
nas células poderá diminuir o isolamento ____________, o que tornará _______ eficiente a
condução dos impulsos nervosos.
(A) das dendrites … menos
(B) do axónio … menos
(C) das dendrites … mais
(D) do axónio … mais
6. A presença de mais ou menos colesterol no sangue __________ diretamente o potencial
osmótico deste fluido, porque o colesterol é uma molécula _________________.
(A) não afeta … apolar com reduzida solubilidade na água
(B) afeta … apolar com elevada solubilidade na água
(C) não afeta … polar com reduzida solubilidade na água
(D) afeta … polar com elevada solubilidade na água
7. O transporte _________ está dependente da presença de proteínas membranares _________.
(A) mediado … periféricas
(B) mediado … intrínsecas
(C) não mediado … periféricas
(D) não mediado … intrínsecas
8. Explique por que razão, quanto maior for a concentração de Bacteroides sp. Strain D8 no
intestino de um ser humano, menor será a probabilidade de essa pessoa vir a sofrer de
problemas vasculares, mesmo ingerindo gorduras animais.
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
Item
Cotação (em pontos)
1. 2.1 2.2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. Total
10 10 10 10 10 10 10 10 20 100
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Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
Por que razão caem as folhas no outono?
Com a chegada do outono, a paisagem adapta-se, os tons verdes das folhas dão lugar aos
amarelos, laranjas, laranjas ferruginosos e vermelhos escarlates. Esta é a resposta de muitas
árvores às alterações do clima da nova estação, preparando-se para a dormência do inverno.
Nesta estação, as substâncias de reserva ficam essencialmente acumuladas na raiz.
Entre os pigmentos das folhas verdes, a clorofila, maioritária e de cor verde, torna invisíveis
os outros pigmentos, que são os carotenoides (laranjas) ou as xantofilas (amarelas, derivadas
dos carotenos). Mais frágil, a clorofila é de facto a primeira a desaparecer nas folhas das
caducifólias, dando lugar aos outros pigmentos, até que também estes desaparecem.
Contudo, há um outro tom que marca as folhas de algumas plantas no outono – o vermelho
das antocianinas. Estes pigmentos não se encontravam mascarados nas folhas pelos verdes
das clorofilas, formando-se apenas nos últimos instantes de vida das folhas, no momento em
que o fenómeno de abcisão foliar quebra a ligação entre os ramos e as folhas.
À medida que os dias de outono vão sendo menos luminosos, a capacidade de realizar a
fotossíntese vai diminuindo e o gasto energético necessário para manter as folhas vivas não é
compensado pela produção de matéria orgânica. Então, através de um processo mediado por
hormonas, as folhas caem de forma programada, e por uma zona na base dos pecíolos das
folhas chamada zona de abscisão (Fig. 1).
A zona de abscisão é formada por várias camadas de células parenquimatosas de pequeno
tamanho, com paredes finas, que estão orientadas perpendicularmente ao pecíolo. Para
ocorrer a abscisão, enzimas hidrolíticas (pectinases e celulases), produzidas em grande
quantidade por células próximas, causam a destruição da lamela média1
e da parede celular
primária das células desta zona. Antes da conclusão da abscisão, há exportação dos nutrientes
móveis das folhas, por vasos floémicos do pecíolo. Observa-se, pouco antes da queda do
órgão, a produção e acumulação de substâncias que vedam os vasos condutores. Depois
formam-se várias camadas de células, com elevado conteúdo de suberina e de lenhina, que
evitam a perda de água e impedem a entrada de microrganismos. Nessa altura, uma pequena
brisa pode fazer cair as folhas, mas sempre pela zona de abscisão.
1 Camada que liga as paredes
celulares de células contíguas.
Fontes: www.studocu.com/pt-br/document/universidade-tecnologica-federal-do-
parana/fisiologia-vegetal/resumos/abscisao-maturacao-e-senescencia/4465600/view;
www.wilder.pt/naturalistas/a-transformacao-das-folhas-das-arvores/
(consultados em 20/3/2021)
Fig. 1 A – Zona de abscisão, na
base do pecíolo. B – Zona de
abscisão, antes da queda da folha.
C – Zona de abscisão depois da
queda da folha.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Questão de aula 5 Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos
Distribuição de matéria nas plantas
144 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência
de acontecimentos envolvidos no transporte da seiva floémica das folhas para o caule.
A. A água entra nos tubos crivosos das nervuras por osmose.
B. Aumenta a pressão osmótica nos tubos crivosos das nervuras da folha.
C. O açúcar e a água começam a fluir através das placas crivosas na zona do pecíolo.
D. As células de companhia transportam ativamente sacarose para os tubos crivosos das
nervuras.
E. A pressão de turgescência nos vasos floémicos das nervuras aumenta.
_____________________________________________________________________________
2. Uma folha fica vermelha no outono porque as
(A) xantofilas refletem luz vermelha.
(B) xantofilas absorvem luz vermelha.
(C) antocianinas refletem luz vermelha.
(D) antocianinas absorvem luz vermelha.
3. Considere as afirmações relativas ao transporte nas plantas.
I. No início da primavera, quando se inicia a formação das folhas, ocorre carga do floema na raiz.
II. No xilema, a seiva circula sempre sob pressão.
III. As cicatrizes da abscisão foliar ficam cobertas por suberina, uma substância também
presente na endoderme da raiz.
(A) I e II são verdadeiras; III é falsa.
(B) I e III são verdadeiras; II é falsa.
(C) II é verdadeira; I e III são falsas.
(D) I é verdadeira; II e III são falsas.
4. Durante a fotossíntese, a energia luminosa transforma-se em energia química, quando os
eletrões
(A) da clorofila são transferidos para a CTE.
(B) de moléculas de NADPH são transferidos para a CTE.
(C) da CTE reduzem o NADP+
.
(D) de moléculas de NADPH reduzem compostos do ciclo de Calvin.
5. A abertura dos estomas é essencial durante a fotossíntese. Um nutriente essencial na
regulação da abertura dos estomas é o
(A) fosfato.
(B) cálcio.
(C) magnésio.
(D) potássio.
6. A regulação da abertura dos estomas é essencial porque permite à planta obter um equilíbrio
entre a perda de _________ e o ganho de _________.
(A) oxigénio … água
(B) dióxido de carbono … açúcares
(C) água … dióxido de carbono
(D) açúcar … oxigénio
+
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 145
7. Faça corresponder a cada frase da coluna I a respetiva designação, que consta da coluna II.
Coluna I Coluna II
(a) Tecido presente na superfície das folhas e nas partes jovens de
caules e raízes, constituído por células achatadas e sem
cloroplastos. [ ____ ]
(b) Tecido constituído por vários tipos de células mortas como os
traqueídos, vasos xilémicos e fibras lenhosas, e com um único tipo
de células vivas, o parênquima. [ ____ ]
(c) Tecido com células vivas, alongadas, unidas topo a topo, e cuja
parede transversal apresenta perfurações. [ ____ ]
(1) Xilema
(2) Floema
(3) Epiderme
(4) Parênquima
clorofilino
(5) Cutícula
8. Indique onde se encontram especificamente os pigmentos fotossintéticos.
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
9. Explique por que razão a queda das folhas ocorre sempre pela zona de abscisão.
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
Item
Cotação (em pontos)
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total
10 10 10 10 10 10 10 10 20 100
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Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
O metabolismo é incrivelmente versátil e adaptável
As células necessitam de energia para o seu metabolismo, bem como de substâncias para a
construção das suas biomoléculas. Nem todas as moléculas orgânicas dos alimentos são
destinadas à oxidação com o objetivo de obter combustível para a produção de ATP. Além das
calorias, o alimento deve também fornecer compostos orgânicos de que as células necessitam
para produzir as suas próprias moléculas. Alguns monómeros orgânicos obtidos da digestão
podem ser utilizados diretamente. Por exemplo, os aminoácidos, que resultam da hidrólise de
proteínas presentes nos alimentos, podem ser incorporados nas proteínas do organismo.
Frequentemente, o organismo necessita de moléculas específicas que não estão presentes
nos alimentos. Compostos intermediários da respiração aeróbia podem ser desviados para
vias anabólicas como precursores a partir dos quais as células conseguem sintetizar as
moléculas de que necessitam. Por exemplo, os seres humanos podem produzir cerca da
metade dos 20 aminoácidos que compõem as proteínas, modificando compostos desviados
do ciclo do ácido cítrico ou ciclo de Krebs; os restantes são os designados «aminoácidos
essenciais», que devem ser obtidos a partir da dieta. Igualmente, a glicose pode ser produzida
a partir de piruvato, e os ácidos gordos podem ser sintetizados a partir de acetil-CoA.
Evidentemente, essas vias anabólicas, em vez de produzirem ATP, necessitam de o consumir.
A glicólise, a formação de acetil-CoA e o ciclo do ácido cítrico funcionam como processos
metabólicos que permitem às células converter alguns tipos de moléculas noutros tipos, de
acordo com as necessidades. A ingestão de mais alimentos do que os que são necessários leva
ao armazenamento de gordura, mesmo que os lípidos não estejam presentes na dieta.
O metabolismo é incrivelmente versátil e adaptável (Fig. 1).
Adaptado de Campbell, N., Reece, J. (2015). Biology. Pág. 181
Fig. 1 Ligação entre etapas da respiração aeróbia e vias anabólicas e catabólicas.
1. Considere as seguintes afirmações relativas ao metabolismo celular.
I. Pode formar-se acetil-CoA a partir de monómeros de glícidos, lípidos ou proteínas.
II. No ciclo de Krebs são produzidos compostos que podem integrar vias anabólicas.
III. A respiração aeróbia é uma via anabólica.
(A) I e III são verdadeiras; II é falsa.
(B) III é verdadeira; I e II são falsas.
(C) II é verdadeira; I e III são falsas.
(D) I e II são verdadeiras; III é falsa.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Questão de aula 6 Obtenção de energia
148 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. A síntese proteica ocorre no retículo endoplasmático _______ e envolve reações _________.
(A) rugoso … exoenergéticas
(B) rugoso … endoenergéticas
(C) liso … exoenergéticas
(D) liso … endoenergéticas
3. O lactato é produzido por _________ do piruvato e a sua transformação em glicose implica
a _________.
(A) oxidação … fosforilação de moléculas de ADP
(B) oxidação … hidrólise de moléculas de ATP
(C) redução … fosforilação de moléculas de ADP
(D) redução … hidrólise de moléculas de ATP
4. A glicólise ocorre __________, enquanto a formação de acetil-CoA verifica-se __________.
(A) na matriz das mitocôndrias … nas cristas mitocondriais
(B) na matriz das mitocôndrias … no citosol
(C) no citosol … na matriz das mitocôndrias
(D) no citosol … nas cristas mitocondriais
5. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência
de acontecimentos que culmina com a produção de aminoácidos não essenciais numa célula
humana.
A. Ingestão de alimentos ricos em amido.
B. Oxidação da glicose no citosol.
C. Desvio de compostos formados no ciclo de Krebs para a formação de aminoácidos.
D. Quebra de ligações glicosídicas por hidrolases digestivas.
E. Descarboxilação do piruvato na matriz mitocondrial.
_____________________________________________________________________________
6. Faça corresponder a cada frase da coluna I a respetiva designação, que consta da coluna II.
Coluna I Coluna II
(a) Recebe os eletrões resultantes da oxidação do NADH e do
FADH2. [ ____ ]
(b) Etapa da respiração aeróbia em que ocorrem descarboxilações
e oxidações de compostos orgânicos. [ ____ ]
(c) Etapa da respiração aeróbia em que a célula investe energia
metabólica. [ ____ ]
(1) Cadeia respiratória
(2) Glicólise
(3) Quimiosmose
(4) ATP sintase
(5) Ciclo de Krebs
7. A produção de lactato nas células humanas é um processo de recurso, quando há carência de
(A) oxigénio e apenas permite um ganho de 2 ATP por molécula de glicose.
(B) oxigénio e apenas permite um ganho de 4 ATP por molécula de glicose.
(C) nutrientes e apenas permite um ganho de 2 ATP por molécula de glicose.
(D) nutrientes e apenas permite um ganho de 4 ATP por molécula de glicose.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 149
8. Indique qual é a etapa da respiração aeróbia que não está representada na figura 1 e refira
onde é que essa etapa se realiza.
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
9. Explique como uma alimentação pobre em lípidos, mas muito abundante em glícidos e em
proteínas, pode resultar na acumulação de gorduras.
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
Item
Cotação (em pontos)
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total
10 10 10 10 10 10 10 10 20 100
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Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
GRUPO I
Subsistemas terrestres
Numa aula de Biologia e Geologia montou-se um dispositivo experimental como o representado na
figura 1. No modelo I, as duas garrafas de plástico invertidas (garrafa A e garrafa B) estão isoladas
uma da outra; no modelo II as duas garrafas encontram-se interligadas por um fio de algodão que
contacta a água da garrafa A (1 dы). Em ambos os modelos, na garrafa B, foram colocadas 10
sementes de feijão, no mesmo estado de desenvolvimento, e solo, na mesma quantidade.
O dispositivo experimental foi colocado numa área arejada e solarenga da sala. Os resultados foram
analisados ao fim de uma semana e encontram-se registados na tabela I.
Modelo I Modelo II
Fig. 1 Modelos do dispositivo experimental.
Tabela I – Resultados experimentais obtidos ao fim de uma semana.
Modelo I Modelo II
Germinação das sementes
Algumas sementes não
germinaram.
Germinaram todas as
sementes.
Comprimento das plantas de feijão 1 cm (em média) 3 cm (em média)
Quantidade de água (garrafa A) 95 cы 60 cы
1. O modelo I é um exemplo de sistema ______, uma vez que ______ trocas de matéria entre as
garrafas A e B.
(A) fechado … ocorrem
(B) fechado … não ocorrem
(C) aberto … ocorrem
(D) aberto … não ocorrem
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Teste prático 1 Subsistemas terrestres
Ciclo das rochas
Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra
152 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. A variável independente desta experiência é
(A) o comprimento das plantas de feijão.
(B) a quantidade de água colocada nas garrafas A.
(C) a transferência de água entre as garrafas A e B.
(D) o tempo de realização da experiência.
3. A experiência realizada ______ controlada, na qual o modelo ______ funciona como grupo
experimental.
(A) não é … I
(B) não é … II
(C) é … I
(D) é … II
4. O maior crescimento das plantas no modelo II deve-se à presença de uma ______, que permite
uma ______.
(A) maior quantidade de água … maior taxa de fotossíntese.
(B) maior quantidade de oxigénio … maior taxa de respiração.
(C) menor quantidade de dióxido de carbono … maior taxa de fotossíntese.
(D) menor quantidade de água … menor taxa de evapotranspiração.
5. Identifique os componentes nas garrafas que fazem parte de cada um dos subsistemas
terrestres.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
6. Explique a variação da quantidade de água na garrafa A dos modelos I e II, no final da
experiência.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 153
GRUPO II
Classificação de rochas
A figura 2 representa amostras de mão das rochas 1 a 6.
1. A rocha identificada com o número 1, foi provavelmente formada por
(A) sedimentos depositados no fundo oceânico, ocorrendo a diagénese.
(B) calor e pressão que atuaram numa rocha preexistente, recristalizando-a.
(C) arrefecimento do magma em profundidade, cristalizando com uma textura
fanerítica.
(D) arrefecimento da lava à superfície, recristalizando com uma textura afanítica.
2. As rochas 2 e 3 são _____ e resultaram de _____.
(A) quimiogénicas ... sedimentogénese, apenas
(B) ambas detríticas ... diagénese
(C) respetivamente, detrítica consolidada e biogénica ... sedimentogénese, apenas
(D) respetivamente, biogénica e detrítica consolidada ... diagénese
3. A rocha 4 é sedimentar _____, tendo-se formado devido à _____
(A) biogénica ... precipitação de substâncias químicas em ambiente marinho
(B) quimiogénica ... precipitação de substâncias químicas em ambiente marinho
(C) biogénica ... acumulação de restos de seres vivos com carbonato de cálcio
(D) quimiogénica ... acumulação de restos de seres vivos com carbonato de cálcio
Rocha 1 Rocha 2 Rocha 3
Rocha 4 Rocha 5 Rocha 6
Fig. 2 Amostras de mão de rochas.
Nota para o Professor: Este grupo
pode ser realizado com amostras
de mão existentes na escola.
154 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
4. As rochas 1 e 6
(A) consolidaram em intervalos de tempo distintos, originando texturas fanerítica e
vítrea, respetivamente.
(B) possuem texturas diferentes, devido às condições de pressão não litostática e
temperatura.
(C) têm textura fanerítica, por terem consolidado em intervalos de tempo diferentes.
(D) têm textura fanerítica e vítrea, respetivamente, devido a processos de
recristalização.
5. Indique duas características que permitem distinguir a rocha 2 da rocha 3.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
6. Caracterize a rocha 5 de acordo com os seguintes aspetos:
a) identificação;
b) classificação;
c) condições/fatores que conduzem à sua formação;
d) textura.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 155
GRUPO III
Raciocínio geológico e história da Terra
O bloco-diagrama da figura 3 mostra uma sucessão de unidades litostratigráficas. Algumas dessas
unidades contêm fósseis.
Fig. 3 Bloco-diagrama de uma sucessão de unidades litostratigráficas.
1. De acordo com o princípio do _____, proposto por _____, a formação das camadas de argilito
ocorreu de uma forma _____.
(A) uniformitarismo ... James Hutton … lenta e gradual
(B) catastrofismo ... Cuvier … lenta e gradual
(C) uniformitarismo ... Cuvier … rápida e abrupta
(D) catastrofismo ... James Hutton … rápida e abrupta
2. Segundo o princípio da sobreposição dos estratos,
(A) os estratos de arenitos são os mais recentes.
(B) os estratos que contêm trilobites são os mais recentes.
(C) a intrusão de granito é a mais recente.
(D) as cinzas vulcânicas são mais recentes do que o argilito.
3. Entre os estratos que contêm argilito e os que contêm arenito grosseiro, pode-se afirmar que
ocorreu
(A) episódios de meteorização.
(B) uma transgressão marinha.
(C) episódios de erosão.
(D) uma deformação.
Nota para o Professor: Este grupo pode
ser realizado com amostras de fósseis e
fazê-los corresponder aos estratos.
156 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
4. Observando os fósseis que estão contidos nos estratos é possível concluir que
(A) o paleoambiente onde se formou esta sucessão foi continental pantanoso.
(B) apenas a trilobite é um fóssil de idade.
(C) a amonite e a trilobite são fósseis de ambiente.
(D) o paleoambiente onde se formou esta sucessão foi maioritariamente marinho.
5. Ao analisar o granito encontrou-se um isótopo X cujo tempo de semivida é de 50 000 anos. Se
se recolher amostras deste granito com 150 000 anos, é de esperar que a percentagem de
isótopo-filho nessas amostra seja, aproximadamente, igual a
(A) 12,5%.
(B) 50%.
(C) 75%.
(D) 87,5%.
6. A trilobite é um fóssil característico da Era _____, enquanto a amonite é um fóssil característico
da Era _____.
(A) Cenozoica ... Mesozoica
(B) Mesozoica ...Paleozoica
(C) Paleozoica ... Mesozoica
(D) Mesozoica ... Cenozoica
Grupo
Item
Cotação (em pontos)
I 1. 2. 3. 4. 5. 6.
10 10 10 10 10 20 70
II 1. 2. 3. 4. 5. 6.
10 10 10 10 10 20 70
III 1. 2. 3. 4. 5. 6.
10 10 10 10 10 10 60
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 157
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
GRUPO I
Simulação de atividade vulcânica
No laboratório de uma escola planificaram-se duas atividades práticas com o objetivo de
compreender aspetos relacionados com os tipos de atividade vulcânica e identificar as analogias e
diferenças entre os modelos laboratoriais e os processos geológicos – figuras 1A e 1B.
Após a atividade prática, os alunos registaram os resultados obtidos na tabela I.
A B
Fig. 1 Modelos laboratoriais de tipos de atividade vulcânica.
Tabela I – Resultados das simulações de atividade vulcânica.
Modelo
Estrutura
do cone
Materiais expelidos
População
atingida
Outras observações
A
Vertentes
íngremes e
elevadas.
Projeção de materiais sólidos de
pequenas dimensões e uma
nuvem de fumo extensa.
Sim
Foram observadas chamas
a sair da cratera.
B
Vertente
suaves e
baixas.
Escoadas fluidas de materiais de
cor avermelhada.
Sim
O material escorreu
rapidamente.
1. As erupções A e B são do tipo ______ e ______.
(A) primário ... fissural
(B) secundário ... central
(C) primário ... central
(D) secundário ... fissural
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Teste prático 2 Vulcanismo
Sismologia
Estrutura interna da Terra
158 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. A atividade vulcânica simulada em B é
(A) explosiva, com lavas pobres em sílica, originando rochas como o basalto.
(B) efusiva e os materiais emitidos resultam de magmas ricos em sílica.
(C) explosiva, com magmas ricos em sílica, originando rochas como o granito.
(D) efusiva e com facilidade em libertar gases, originando rochas como o gabro.
3. A simulação da atividade vulcânica em A diz respeito a uma erupção ______, cuja lava é ______,
pobre em ______.
(A) efusiva ... básica ... materiais voláteis
(B) efusiva ... ácida ... sílica
(C) explosiva ... básica ... sílica
(D) explosiva ... ácida ... materiais voláteis
4. No caso A, o contexto tectónico é ______, enquanto no caso B é ______.
(A) divergente ... convergente
(B) divergente ... conservativo
(C) convergente ... divergente
(D) convergente ... conservativo
5. Associe os materiais libertados nestas simulações descritos na coluna A, aos materiais expelidos
nas atividades vulcânicas descritos na coluna B.
Coluna A Coluna B
(a) Projeção de materiais sólidos de pequenas dimensões. [ ____ ]
(b) Escoadas fluidas de materiais de cor avermelhada. [ ____ ]
(c) Nuvem de fumo extensa. [ ____ ]
(1) Cinzas
(2) Bombas
(3) Lavas pahoehoe
(4) Lavas em almofada
(5) Coluna eruptiva
6. Explique, de acordo com os resultados da tabela I, qual das erupções será mais perigosa para a
população.
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 159
GRUPO II
Determinação do epicentro de um sismo
Um sismo ocorrido numa região italiana, junto ao mar Adriático, foi registado em três estações
sismográficas de Santa Sofia (SFI), Fossombrone (FSSB) e Esanatoglia (SNTG) (figura 2).
Nos sismogramas obtidos nestas estações encontra-se assinalados os tempos de chegada das ondas
P e S (figura 3).
Fig. 2 Sismogramas obtidos nas estações sismográficas de Santa Sofia
(SFI), Fossombrone (FSSB) e Esanatoglia (SNTG).
Fig. 3 Relação Intervalo S-P e distância epicentral.
1. Preencha a tabela II com base no gráfico S-P da figura 3.
Tabela II
Estação sismográfica Intervalo S-P (s) Distância ao epicentro (km)
Santa Sofia (SFI)
Fossombrone (FSSB)
Esanatoglia (SNTG)
160 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. Determine graficamente o epicentro do sismo na figura 4, tendo em consideração a escala do
mapa.
Fig. 4 Determinação gráfica do epicentro do sismo.
3. Ordene as etapas de A a F de modo a reconstituir a sequência de procedimentos da
determinação da localização do epicentro de um sismo.
A.Cálculo da distância entre a estação sismográfica e o epicentro.
B. Interseção das distâncias epicentrais calculadas em outras estações sismográficas.
C. Registo da chegada de ondas P à estação sismográfica.
D.Registo da chegada das ondas S à estação sismográfica.
E. Determinação da distância S-P em cada um dos sismogramas.
F. Identificação de ondas P e de ondas S no sismograma.
Adaptado de Exame Nacional de Biologia e Geologia, 2019, 1.ª fase
4. Explique o procedimento da determinação gráfica da magnitude de um sismo.
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GRUPO III
Densidade das camadas da Terra
A atividade prática seguinte teve como objetivo compreender a densidade e a espessura das
diferentes camadas da Terra, a partir da realização de um modelo análogo. O modelo foi elaborado
com uma proveta graduada. Utilizaram-se cinco tipos diferentes de soluções com diferentes
densidades (note que 1 g/cm3
corresponde a 1 g/mы).
Métodos
1. Pesquisar a densidade e a profundidade de cada camada identificada na tabela III.
2. Determinar a percentagem que cada camada ocupa, considerando a estrutura interna da Terra.
3. Identificar as soluções com densidades distintas.
Soluções: 1,38 g/ ŵы – xarope de agave; 1,16 g/ ŵы – cola líquida; 1,05 g/ ŵы – detergente da loiça
(verde); 1,00 g/ ŵы – água com corante alimentar (azul); 0,89 g/ ŵы – álcool etílico.
4. Estabelecer a correspondência entre cada camada da estrutura interna da Terra e a solução que
a poderá representar na proveta graduada.
5. Determinar a quantidade de solução que deverá ser vertida na proveta graduada, para a
capacidade de 20 ŵы.
6. Verter as soluções para dentro da proveta (uma de cada vez), de modo a simular as densidades
das camadas do interior da Terra (Fig. 5).
Os resultados obtidos encontram-se registados na tabela III.
Tabela III – Densidade e profundidade das camadas da Terra.
Camada
Densidade*
(g/cm3
)
Espessura de
cada camada
(km)
% (em relação
ao volume total
da Terra)
mы de solução
utilizada (em
20 mы da proveta)
Líquido
utilizado na
proveta1
Crosta 2,2 a 2,9 40 0,5 0,1
Manto superior 3,4 a 4,4 670 10,5 2,1
Manto inferior 4,4 a 5,6 2190 34,7 6,9
Núcleo externo 9,9 a 12,2 2250 35,2 7,1
Núcleo interno 12,8 a 13,1 1221 19,1 3,8
Total 6371 100 20
* Fonte: USGS publications repositor – https://pubs.usgs.gov/gip/interior/
1
A coluna foi preenchida após a realização da atividade, mas não se apresentam os dados.
Fig. 5 Resultados da atividade prática –
proveta graduada com a diferença
entre as diversas soluções.
162 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. De acordo com os dados da tabela III,
(A) a crosta é a camada menos densa e mais espessa.
(B) o núcleo externo é a camada com maior densidade e espessura.
(C) a densidade e a espessura aumentam com a profundidade.
(D) o núcleo interno é a camada com maior densidade.
2. Na proveta, os líquidos organizaram-se da base para o topo
(A) por ordem crescente de densidades.
(B) por ordem decrescente de densidades.
(C) de acordo com a percentagem ocupada por cada uma das camadas.
(D) de acordo com a espessura de cada uma das camadas.
3. Através da interpretação dos dados da proveta da figura 5, a solução
(A) B diz respeito à cola líquida e representa o núcleo interno.
(B) C corresponde a detergente da loiça e representa o manto inferior.
(C) A corresponde ao álcool etílico e representa o núcleo interno.
(D) E diz respeito ao xarope de agave e representa a camada mais fina.
4. Os resultados obtidos na proveta representam o modelo ______, uma vez que se baseia ______
e não ______ dos materiais.
(A) geofísico ... na composição química ... no estado físico
(B) geoquímico ... no estado físico ... na composição química
(C) geofísico ... no estado físico ... na composição química
(D) geoquímico ... na composição química ... no estado físico
5. Considerando apenas os dados da experiência, formule uma hipótese que relacione a velocidade
das ondas sísmicas com a profundidade.
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____________________________________________________________________________________________
6. A hipótese formulada por si na questão anterior, na realidade, não se verifica na natureza.
Indique que características dos materiais, para além da densidade, vão influenciar as variações
da velocidade das ondas sísmicas.
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Grupo
Item
Cotação (em pontos)
I 1. 2. 3. 4. 5. 6.
10 10 10 10 10 20 70
II 1. 2. 3. 4.
10 20 10 20 60
III 1. 2. 3. 4. 5. 6.
10 10 10 10 20 10 70
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 163
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
GRUPO I
Observação de seres vivos de um charco ao MOC
A figura 1 representa dois seres vivos que podem ser encontrados em charcos e lagos.
A amiba é um ser unicelular heterotrófico que se movimenta e captura presas através de
prolongamentos temporários denominados pseudópodes. Alimenta-se de bactérias e de
outros seres unicelulares. A espirogira é uma alga filamentosa que tem um cloroplasto em
forma de uma espiral.
Uma grande parte das bactérias que se encontram nestes habitats sobrevivem decompondo
detritos vegetais que se acumulam no meio e, por sua vez, servem de alimento a vários
eucariontes unicelulares, como a amiba ou a paramécia.
Fig. 1 Imagens ao MOC de uma amiba (A), e de um filamento de espirogira (B). A seta representa
o sentido aparente de deslocação da amiba. Nota: A ampliação das duas imagens é diferente
1. A imagem da espirogira foi obtida com uma ampliação total de 400×. Indique a sequência
exata dos passos necessários para obter a imagem da figura 1B, ordenando as letras das
afirmações seguintes.
A. Olhar pela ocular e baixar a platina com o parafuso macrométrico até obter uma imagem.
B. Focar melhor com o parafuso micrométrico.
C. Com a objetiva de 10× montada, fechar o diafragma e subir a platina ao máximo.
D. Rodar o canhão e selecionar a objetiva de 40× e focar com o parafuso micrométrico.
E. Depois de correr a preparação, centrar a área que quer observar ampliada.
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2. As células da espirogira e a célula da amiba
(A) têm em comum uma parede celular.
(B) têm ambas membrana celular e cloroplastos.
(C) diferem porque as primeiras podem fazer fagocitose.
(D) diferem porque as primeiras realizam fotossíntese.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Teste prático 3 Células e biomoléculas
164 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
3. Para acompanhar o movimento da amiba, seria necessário deslocar a preparação
(A) para baixo e para a direita.
(B) para baixo e para a esquerda.
(C) para cima e para a esquerda.
(D) para cima e para a direita.
4. Para conseguir visualizar uma porção maior do filamento da espirogira, seria necessário
(A) diminuir a ampliação para diminuir o campo de visão.
(B) diminuir a ampliação para aumentar o campo de visão.
(C) aumentar a ampliação para diminuir o campo de visão.
(D) aumentar a ampliação para aumentar o campo de visão.
5. Para tornar mais visível o núcleo das células pode utilizar-se como corante ___________.
A utilização de corantes para visualizar os cloroplastos não é necessária, porque estes possuem
__________.
(A) a água destilada … membranas
(B) a água da torneira … pigmentos fotossintéticos
(C) o azul de metileno … pigmentos fotossintéticos
(D) o carmin acético … membranas
6. A membrana celular não é visível ao microscópio ótico, mas observando o movimento dos
pseudópodes da amiba é possível concluir que ela existe e é uma estrutura fluida.
Explique por que razão a membrana celular não é visível ao MOC e identifique o que lhe
confere fluidez.
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Grupo II
Osmose em Paramecium multimicronucleatum
Paramecium multimicronucleatum é um protozoário, vulgarmente conhecido como paramécia.
As paramécias são seres eucariontes, unicelulares e heterotróficos, que vivem em meio
dulçaquícola (água doce). Não dispondo de parede celular e vivendo num meio hipotónico,
possuem estruturas específicas – vacúolos contráteis – que bombeiam a água em excesso para o
exterior (Fig. 2). Num estudo com esta espécie, algumas células foram filmadas ao microscópio.
Foi contado o número de vezes que os vacúolos se contraíram e foi estimada a quantidade de
fluido libertado, num determinado período e em meios com concentrações diferentes de soluto.
Alguns resultados desse estudo estão apresentados nos gráficos da figura 3.
Nesse trabalho foi ainda verificado que as paramécias, quando colocadas em meio isotónico
ou mesmo em meio hipertónico, apesar de o número de contrações dos vacúolos reduzir
muito, ainda se continuava a verificar.
Adaptado de
www.researchgate.net/publication/12191822_How_external_osmolarity_affects_the_activity_of_the_contractile_vacuole_compl
ex_the_cytosolic_osmolarity_and_the_water_permeability_of_the_plasma_membrane_in_Paramecium_multimicronucleatum
(consultado em 08/04/2021)
Fig. 2 Paramécia. Fig. 3 Rcvc corresponde à variação da quantidade de fluido
expulso pelo vacúolo contrátil. A linha a tracejado
indica quando as paramécias foram transferidas para
outro meio com diferente concentração de solutos.
A osmolaridade (osmmol L-1
) aumenta com a
concentração de solutos. O meio com 24 mosmol L-1
corresponde à concentração do meio natural da
paramécia.
1. A osmose refere-se à deslocação da água, através de uma membrana semipermeável, do meio
(A) hipertónico para o meio hipotónico.
(B) hipotónico para o meio hipertónico.
(C) hipertónico para o meio isotónico.
(D) isotónico para o meio hipotónico.
166 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. Quando as paramécias são transferidas para meios com _______ concentração de solutos,
conseguem adaptar-se expulsando mais água através __________________.
(A) maior … da superfície da membrana celular
(B) menor … da superfície da membrana celular
(C) maior … dos vacúolos contráteis
(D) menor … dos vacúolos contráteis
3. Os dois meios em que foram colocadas as paramécias são ________ em relação ao seu
citoplasma, o que justifica a ________ dos vacúolos contráteis e a expulsão contínua de fluido.
(A) hipotónicos … inatividade
(B) hipotónicos … atividade
(C) hipertónicos … inatividade
(D) hipertónicos … atividade
4. A principal função dos vacúolos contráteis é evitar que as paramécias sofram _________,
quando colocadas num meio com _________ pressão osmótica.
(A) lise celular … menor
(B) lise celular … maior
(C) plasmólise … maior
(D) plasmólise … menor
5. Alguns iões existem em maior concentração no citoplasma das paramécias do que no meio
onde estas vivem. A entrada desses iões para o citoplasma ocorre por
(A) difusão facilitada, através de proteínas transportadoras.
(B) difusão simples, através da bicamada lipídica.
(C) transporte ativo, através de proteínas transportadoras.
(D) difusão facilitada, através da bicamada lipídica.
6. Ao interpretar os resultados do seu estudo, os investigadores lançaram a hipótese de que os
vacúolos contráteis podem não estar apenas envolvidos na eliminação do excesso de água,
mas também na excreção de algumas substâncias residuais metabólicas. Fundamente essa
hipótese com base nos resultados do estudo.
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Grupo III
A absorção de glicose nos diabéticos
Um aluno questionou o professor sobre uma dúvida relativamente à absorção de glicose nos
diabéticos. O aluno sabia que estes doentes têm dificuldade em metabolizar a glicose e que, na
ausência de insulina, a glicose não entra facilmente nas células e que se acumula no sangue. A
sua dúvida era que, nesse caso, não entendia como os diabéticos podiam absorver a glicose,
pois esta tinha de atravessar as células do epitélio intestinal.
O professor forneceu os seguintes dados ao aluno para lhe permitir resolver a sua questão:
• A glicose pode atravessar as membranas celulares, por difusão facilitada, através de
proteínas transportadoras que constituem uma família com vários elementos (GLUT1,
GLUT2, GLUT 4, etc.).
• A proteína GLUT4 praticamente só realiza o seu «trabalho» na presença de insulina, uma
hormona produzida no pâncreas; os diabéticos ou não a produzem, ou produzem-na em
quantidade insuficiente ou as suas células são resistentes à insulina.
• A proteína GLUT4 é o principal transportador de glicose num grande número de tecidos (ex.
tecido muscular).
• As células do epitélio intestinal têm outra proteína – SGLT1 – que assegura o transporte de
glicose do lúmen intestinal para o interior das células, contra o gradiente de concentração.
O posterior transporte para o sangue é realizado por difusão através da GLUT2 (Fig. 4).
Fig. 4 Mecanismos de absorção da glicose ao nível intestinal.
Adaptado de www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttextpid=S0004-27301998000600003
(consultado em 08/04/2021)
1. Na figura 4, os números 1 e 2 representam, respetivamente,
(A) vilosidades intestinais e um canal de sódio.
(B) microvilosidades intestinais e a bomba de sódio-potássio.
(C) vilosidades intestinais e a bomba de sódio-potássio.
(D) microvilosidades intestinais e um canal de potássio.
168 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. As proteínas que realizam transportes transmembranares são proteínas
(A) extrínsecas e são moléculas polares.
(B) extrínsecas e são moléculas anfipáticas.
(C) intrínsecas e são moléculas anfipáticas.
(D) intrínsecas e são moléculas polares.
3. A proteína SGLT1 utiliza o gradiente de sódio para transportar a glicose _________ seu
gradiente de concentração. A proteína GLUT2 permite o transporte ________ da glicose para o
sangue.
(A) a favor do … ativo
(B) a favor do … passivo
(C) contra o … ativo
(D) contra o … passivo
4. Nas células do epitélio intestinal, a concentração de sódio mantém-se ________ por ação da
bomba de sódio-potássio, mecanismo que depende da presença de _________.
(A) baixa … ATP
(B) baixa … insulina
(C) alta … ATP
(D) alta … insulina
5. Explique como é que a informação fornecida pelo professor permitiu ao aluno esclarecer a sua
dúvida e ficar a conhecer como se realiza a absorção intestinal de glicose.
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_______________________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________________
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Grupo
Item
Cotação (em pontos)
I 1. 2. 3. 4. 5. 6. Totais
10 10 10 10 10 20 70
II 1. 2. 3. 4. 5. 6.
10 10 10 10 10 20 70
III 1. 2. 3. 4. 5.
10 10 10 10 20 60
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 169
Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta.
GRUPO I
Marcação radioativa – um método para seguir moléculas
Os isótopos radioativos podem ser usados para seguir o movimento da sacarose por
translocação no floema. A radioatividade pode ser revelada usando um filme fotográfico,
numa técnica designada autorradiografia, pois é o material biológico que tem regiões onde se
encontra a substância radioativa.
Numa experiência típica como a realizada por Bidulph e Cory na Universidade de Washington
na década de 1960, uma planta é cultivada em laboratório e uma folha é exposta por um
curto período de tempo a dióxido de carbono contendo o isótopo radioativo 14
C.
A figura 1 mostra três situações em que diferentes folhas foram expostas a 14
CO2 durante
3 horas. As imagens A2, B2 e C2 mostram as autorradiografias que localizam a radioatividade
seis horas após a exposição.
Adaptado de www.curiouscience.com/uploads/3/7/4/1/37410239/phloem_aphid_stylet_expt__1___1_.pdf
(consultado em 08/04/2021)
Fig. 1 As imagens A1, B1 e C1 indicam as folhas que foram expostas a 14
CO2. As imagens A2, B2 e C2
mostram as autorradiografias que localizam a radioatividade seis horas após a exposição.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Teste prático 4 Distribuição de matéria nas plantas
Obtenção de energia
Trocas gasosas
A1 B1 C1
A2 B2 C2
170 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1. A sacarose apresenta radioatividade porque é formada a partir de _______, que é um produto
da __________, um processo que consome ______________.
(A) glicose … fotossíntese … dióxido de carbono
(B) glicose … respiração aeróbia … oxigénio
(C) amido … fotossíntese … oxigénio
(D) amido … respiração aeróbia … dióxido de carbono
2. Os vasos que conduzem a sacarose são constituídos por células
(A) mortas, com paredes lenhificadas.
(B) vivas, com placas crivosas.
(C) vivas, com paredes lenhificadas.
(D) mortas, com placas crivosas.
3. O modelo ___________ é o que melhor explica a movimentação da seiva floémica em direção
aos órgãos _______________.
(A) da adesão-coesão-tensão … de consumo ou de reserva
(B) do fluxo de massa … produtores
(C) da adesão-coesão-tensão … produtores
(D) do fluxo de massa … de consumo ou de reserva
4. As autorradiografias ________ demonstram que a seiva floémica tem uma deslocação ________.
(A) A2 e B2 … bidirecional
(B) B2 e C2 … unidirecional
(C) A2 e B2 … unidirecional
(D) B2 e C2 … bidirecional
5. Na experiência descrita, a raiz constituiu sempre ________, enquanto as folhas maduras
funcionaram sempre como ________. Nos botões terminais, com botões florais e folhas em
início de crescimento, verificou-se _______ do floema.
(A) um sumidouro… uma fonte … carga
(B) uma fonte … um sumidouro … carga
(C) um sumidouro… uma fonte … descarga
(D) uma fonte … um sumidouro … descarga
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 171
Grupo II
A vida das leveduras e a produção de vinho do Porto
A produção de vinho é um processo complexo, pois ocorrem múltiplas reações químicas e
intervêm outros microrganismos, além das leveduras, mas estas são, sem dúvida o elemento
central. A levedura Saccharomyces cerevisiae, através da fermentação alcoólica, transforma
os açúcares do sumo da uva em etanol e inibe a proliferação de outros organismos.
O processo de fermentação do mosto1
pela S. cerevisiae implica uma fase inicial de
proliferação rápida, em que a presença de oxigénio é fundamental. Após essa fase, a cultura
de leveduras estabiliza. As leveduras também são sensíveis à presença de álcool etílico e a
partir de determinada concentração, aproximadamente 15 graus2
não sobrevivem. Por isso é
que o vinho não tem usualmente um teor alcoólico superior (Fig. 2).
Mas o vinho do Porto, um vinho internacional reconhecido, tem um teor alcoólico entre os 19
e 22 graus e ainda tem açúcares. Há quem3
defenda que «o vinho do Porto nasceu de um
acidente, durante as longas viagens feitas entre Portugal e mercados como a Inglaterra no
século XVII — aos vinhos seriam adicionadas doses de aguardente para que estes pudessem
resistir às travessias marítimas». Atualmente, o processo de produção continua a ser esse, as
leveduras são interrompidas «a meio do trabalho», altura em que é adicionada aguardente.
A aguardente tem um forte teor alcoólico, o que provoca a morte das leveduras.
1 Sumo de uvas frescas usado para obtenção vinho.
2 O grau alcoólico é obtido medindo a densidade da bebida. Quando mais álcool estiver presente menor é a
densidade e maior é o teor alcoólico.
3 https://observador.pt/2015/10/03/sabe-vinho-do-porto/ (consultado em 08/04/2021)
Fig. 2 Fases de crescimento e de declínio de S. cerevisiae durante a fermentação do vinho.
Adaptado de www.researchgate.net/publication/332733632_Yeast_Life_Span_and_its_Impact_on_Food_Fermentations
(consultado em 08/04/2021)
1. As leveduras são organismos
(A) anaeróbios facultativos e não possuem mitocôndrias.
(B) anaeróbios e não possuem mitocôndrias.
(C) anaeróbios facultativos e possuem mitocôndrias.
(D) anaeróbios e possuem mitocôndrias.
172 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. No gráfico da figura 2, a fase de __________ corresponde a uma fraca produção de etanol,
pois nesse período as leveduras apresentam fundamentalmente um metabolismo ________,
com maior produção de energia por substrato consumido.
(A) declínio … aeróbio (B) crescimento exponencial … aeróbio
(C) declínio … anaeróbio (D)crescimento exponencial … anaeróbio
3. No gráfico da figura 2, durante toda a fase ________ açúcares para degradar e o teor alcoólico
do meio _____ tóxico para S. cerevisiae.
(A) de declínio há … não é
(B) de declínio não há … é
(C) estacionária não há … é
(D) estacionária há … não é
4. Explique por que razão o vinho do Porto é um vinho naturalmente doce, mas com um teor
alcoólico superior ao de outros vinhos.
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5. Conceba uma experiência que comprove que a adição de álcool etílico pode matar as
leveduras S. cerevisiae durante o processo de fermentação. Tenha como base a experiência
que realizou em aula para o estudo da fermentação. Em vez do Erlenmeyer, utilize um frasco
Kitazato com saída superior (Fig. 3) e adicione ao material um tubo fino de borracha e uma
seringa de 20 mL com álcool etílico a 96%.
Fig. 3 Frasco Kitazato com saída superior.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 173
Grupo III
Estomas
Numa aula prática de Biologia, um aluno retirou a epiderme inferior de uma folha, dividiu-a
em dois fragmentos e montou um em água destilada e o outro numa solução salina saturada.
Observou o tecido ao MOC para ver os estomas. Os esquemas que desenhou para
representar as suas observações estão apresentados na figura 4.
Fig. 4 Esquematização de estomas montados em soluções com diferente concentração de sais
(preparações A e B).
1. Os números 1, 3 e 4 da figura representam, respetivamente,
(A) cloroplastos, célula-guarda e ostíolo.
(B) cloroplastos, núcleo e parede espessada da célula-guarda.
(C) células de companhia, núcleo e parede da célula-guarda com maior elasticidade.
(D) células de companhia, cloroplasto e ostíolo.
2. Nesta experiência, a variável independente foi _______________, enquanto a variável
dependente foi _______________.
(A) a concentração de potássio nas células-guarda … a abertura ou o fecho dos estomas
(B) a abertura ou o fecho dos estomas … a concentração de potássio nas células-guarda
(C) a abertura ou o fecho dos estomas … a concentração de sais no meio de montagem
(D) a concentração de sais no meio de montagem … a abertura ou o fecho dos estomas
3. A preparação _______ foi realizada utilizando água destilada como meio de montagem. A água
deslocou-se para _________ das células-guarda que ficaram ________.
(A) B … fora … plasmolisadas
(B) B … dentro … túrgidas
(C) A … fora … túrgidas
(D) A … dentro … plasmolisadas
174 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
4. A abertura dos estomas é estimulada _________ e o seu fecho induzido pela presença de
________.
(A) pela luz … potássio
(B) pela água … ácido abscísico
(C) pela luz … ácido abscísico
(D) pela água … potássio
5. A perda de água pela planta ocorre essencialmente ________ e tem implicações diretas no
transporte da seiva ______.
(A) pela cutícula… floémica
(B) pela cutícula … xilémica
(C) pelos estomas … floémica
(D) pelos estomas … xilémica
6. Explique a importância de as plantas poderem controlar a abertura e o fecho dos estomas.
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Grupo
Item
Cotação (em pontos)
I 1. 2. 3. 4. 5. Totais
10 10 10 10 10 50
II 1. 2. 3. 4. 5.
10 10 10 20 30 80
III 1. 2. 3. 4. 5. 6.
10 10 10 10 10 20 70
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 175
Introdução
A utilização de rubricas de avaliação constitui um procedimento bastante simples para apoiar a
avaliação de uma grande diversidade de produções e desempenhos dos alunos. Na verdade, desde
a apresentação oral de trabalhos, passando por qualquer trabalho escrito até ao desempenho na
manipulação de um qualquer instrumento, as rubricas podem ser excelentes auxiliares para
ajudarem, quer os alunos, quer os professores a avaliar a qualidade do que é necessário aprender
e saber fazer. Para a grande maioria dos autores, as rubricas deverão incluir o conjunto de critérios
que se considera traduzir, bem como o que é desejável que os alunos aprendam e, para cada
critério, um número de descrições de níveis de desempenho. Ou seja, para um dado critério, poderá
ter-se, por exemplo, três, quatro ou mesmo cinco níveis de desempenho que deverão traduzir
orientações fundamentais, para que os alunos possam regular e autorregular os seus progressos
nas aprendizagens que têm de desenvolver. Assim, numa rubrica, devem existir sempre dois
elementos fundamentais: um conjunto coerente e consistente de critérios e um conjunto muito
claro de descrições para cada um desses critérios. Susan Brookhart refere que, embora as rubricas
nos permitam avaliar, elas são descritivas e não avaliativas por natureza. Em vez de julgar o
desempenho, professores e alunos verificam qual a descrição que melhor o pode representar.
Assim, antes do mais, as rubricas permitem desenvolver uma avaliação de referência criterial. E isto
significa que estamos a comparar o que os alunos sabem e são capazes de fazer num dado
momento com um ou mais critérios e suas descrições e não com uma média ou com um grupo,
como acontece na avaliação de referência normativa. É igualmente relevante sublinhar que as
rubricas podem ser utilizadas quer no contexto da avaliação formativa, avaliação para as
aprendizagens, ou seja, para distribuir feedback de elevada qualidade, quer no contexto da
avaliação sumativa, avaliação das aprendizagens, para que, num dado momento, se possa fazer um
balanço ou um ponto de situação acerca do que os alunos sabem e são capazes de fazer. Como
acontece com qualquer estratégia, processo ou tarefa de avaliação, as rubricas podem ser mais ou
menos eficazes e úteis para avaliar certos objetos. Mas será sempre bom ter presente que as
rubricas são sobretudo destinadas a apoiar a avaliação do desempenho dos alunos. Neste sentido,
as rubricas devem ser claras e objetivas quanto à linguagem e terminologia utilizada, adequadas às
tarefas e produtos que se pretendem avaliar e ser explícitas quanto ao nível de desempenho, para
que sejam significativas para o aluno. Não devem ser usadas só como instrumentos de classificação,
mas também como ferramenta colocada ao serviço da aprendizagem autorregulada.
Os alunos deverão sempre ter acesso às rubricas que estão a ser utilizadas e, inclusivamente,
sempre que tal seja possível, participar na identificação de critérios e na descrição dos
desempenhos considerados relevantes para as aprendizagens a desenvolver.
Adaptado de www.researchgate.net/profile/Domingos-Fernandes-
2/publication/339956075_Rubricas_de_Avaliacao/links/5e6fc5c4458515eb5aba58ad/Rubricas-de-
Avaliacao.pdf (consultado em 22/03/2021)
Nota: Tendo em conta o que foi referido anteriormente, os autores optaram por não propor pesos
para cada um dos itens de avaliação.
Rubricas de avaliação
176 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Critério
(Itens
avaliar)
Descritores
ou
níveis
de
desempenho
1
–
Emergente
2
–
Em
desenvolvimento
3
–
Em
consolidação
4
–
Em
expansão
Peso
Correção
científica
Apresentação
com
falhas
graves
ao
nível
dos
conceitos
ou
das
informações
fundamentais.
Apresentação
com
muitas,
mas
não
graves,
incorreções
ao
nível
dos
conceitos
ou
das
informações
fundamentais.
Apresentação
com
poucas
incorreções
ao
nível
dos
conceitos
ou
das
informações
fundamentais.
Apresentação
sem
qualquer
incorreção
ao
nível
dos
conceitos
ou
das
informações
fundamentais.
Objetividade
Exposição
sem
clareza,
nem
objetividade.
Exposição
pouco
clara
e
pouco
objetiva.
Exposição,
globalmente,
clara
e
objetiva.
Exposição
muito
clara
e
muito
objetiva.
Conteúdo
científico
Revela
poucos
conhecimentos
dos
conteúdos
essenciais
relacionados
com
o
tema.
Revela
um
conhecimento
incompleto
de
alguns
conteúdos
essenciais
relacionados
com
o
tema.
Revela
um
conhecimento
essencial
e
completo
dos
conteúdos
relacionados
com
o
tema.
Revela
um
conhecimento
profundo
e
completo
dos
conteúdos
relacionados
com
o
tema.
Articulação
entre
os
elementos
do
grupo
*
Não
existe
qualquer
articulação
entre
os
vários
elementos
do
grupo.
Apresentação
desorganizada.
Fraca
articulação
entre
os
vários
elementos
do
grupo.
Torna-se
evidente
que
alguns
deles
não
prepararam
a
apresentação.
Boa
articulação
entre
a
maioria
dos
elementos
do
grupo.
Contudo,
algum
dos
elementos
não
prepararam
a
apresentação
com
os
restantes.
Excelente
articulação
entre
os
vários
elementos
do
grupo.
Apresentação
lógica
e
extremamente
bem
organizada.
Defesa
do
trabalho
Os
elementos
do
grupo
não
estão
suficientemente
preparados
para
defender
aspetos
do
seu
trabalho.
Vários
elementos
do
grupo
têm
um
conhecimento
deficiente
do
conteúdo
do
seu
trabalho.
A
maioria
dos
elementos
do
grupo
revela
um
bom
conhecimento
do
conteúdo
do
seu
trabalho.
Todos
os
elementos
do
grupo
revelam
um
conhecimento
profundo
do
conteúdo
do
seu
trabalho.
Qualidade
dos
recursos
Não
utiliza
qualquer
elemento
audiovisual
para
apoiar
ou
realçar
o
conteúdo
da
apresentação
(imagens,
esquemas/
gráficos,
vídeos).
Utiliza
alguns
elementos
audiovisuais
de
fraca
qualidade.
Utiliza
elementos
audiovisuais
de
qualidade,
mas
não
os
explora
adequadamente.
Utiliza
elementos
audiovisuais
de
grande
qualidade
para
apoiar
ou
realçar
o
conteúdo
da
apresentação
(imagens,
esquemas/
gráficos,
vídeos).
Criatividade
Apresentação
nada
criativa
tanto
ao
nível
da
metodologia
como
dos
materiais
utilizados.
Apresentação
pouco
criativa
ao
nível
da
metodologia
e
dos
materiais
utilizados.
Apresentação
com
vários
aspetos
criativos
ao
nível
da
metodologia
e
dos
materiais
utilizados.
Apresentação
extremamente
criativa
tanto
ao
nível
da
metodologia
como
dos
materiais
utilizados.
*
A
aplicar
no
caso
de
apresentação
em
grupo.
Rubrica de avaliação:
apresentação oral
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 177
Modo
de
apresentação
da
informação
A
informação
é
lida
em
vez
de
ser
apresentada.
A
maior
parte
da
informação
é
lida
em
vez
de
ser
apresentada.
A
informação
é
apresentada,
mas
acompanhada
da
leitura
de
algumas
notas.
A
informação
é
apresentada
e
não
lida.
Capacidade
de
suscitar
interesse
A
apresentação
é
bastante
ineficaz
na
captação
da
atenção
ou
do
interesse
da
audiência.
A
apresentação
nem
sempre
é
eficaz
na
captação
da
atenção
e
do
interesse
da
audiência.
A
apresentação
poderá
ter
alguns
percalços,
mas
é
eficaz
na
captação
da
atenção
e
do
interesse
da
audiência.
Apresentação
sem
percalços
e
eficaz
na
captação
da
atenção
e
do
interesse
da
audiência.
Utilização
da
voz
Discurso
inaudível,
com
voz
monótona,
sem
expressividade.
Discurso
nem
sempre
audível,
com
oscilações
no
volume
de
voz,
mas
sem
expressividade.
Discurso
audível
durante
a
maior
parte
da
apresentação,
boa
articulação
de
voz
com
alguma
expressividade.
Discurso
audível
durante
toda
a
apresentação,
boa
articulação
de
voz
com
expressividade.
Fluidez
discursiva
e
correção
linguística
Dificuldade
de
articulação
do
discurso,
com
incorreções
na
utilização
da
língua
portuguesa,
impedindo
a
inteligibilidade
da
exposição
feita.
Discurso
pouco
fluente
e
com
dificuldades
na
utilização
correta
da
língua
portuguesa.
Discurso
razoavelmente
bem
articulado
e
sem
incorreções,
com
utilização
correta
da
língua
portuguesa.
Discurso
muito
bem
articulado,
fluído
e
sem
incorreções,
com
utilização
correta
da
língua
portuguesa.
Gestão
do
tempo
*
A
apresentação
ultrapassa
consideravelmente
o
período
temporal
que
lhe
estava
destinado
ou
ficou
aquém
do
mesmo
(acima
de
10
minutos).
A
apresentação
ultrapassa
consideravelmente
o
período
temporal
que
lhe
estava
destinado
ou
ficou
aquém
do
mesmo
(até
10
minutos).
A
apresentação
ultrapassa
ligeiramente
o
período
temporal
que
lhe
estava
destinado
ou
ficou
aquém
do
mesmo
(até
5
minutos).
Ótima
gestão
do
tempo
disponível.
*
Para
apresentações
de
duração
prevista
de
15
a
30
minutos.
Rubrica de avaliação:
apresentação oral (cont.)
178 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Critério
(Itens
avaliar)
Descritores
ou
níveis
de
desempenho
1
–
Emergente
2
–
Em
desenvolvimento
3
–
Em
consolidação
4
–
Em
expansão
Peso
Pesquisa
e
seleção
de
informação
Pesquisa
insuficiente.
Não
existe
seleção
nem
sistematização
da
informação.
Pesquisa
com
falhas
na
seleção
das
informações
relevantes,
com
uma
sistematização
incipiente
da
informação.
Pesquisa
das
informações
necessárias
com
algumas
falhas
na
sistematização.
Pesquisa
eficaz
revelando
capacidade
de
seleção
e
sistematização.
Organização
do
guião
*
Guião
completamente
desorganizado.
Guião
pouco
organizado,
não
relevando
qualquer
cuidado
no
detalhe,
focando
só
alguns
elementos
presentes
no
vídeo.
Guião
organizado
e
estruturado,
revelando
algum
cuidado
no
detalhe,
não
focando
todos
os
elementos
presentes
no
vídeo.
Guião
bem
organizado
e
estruturado,
revelando
cuidado
no
detalhe
e
focando
todos
os
elementos
presentes
no
vídeo.
Correção
científica
Apresentação
com
falhas
graves
ao
nível
dos
conceitos
ou
das
informações
fundamentais.
Apresentação
com
muitas,
mas
não
graves,
incorreções
ao
nível
dos
conceitos
ou
das
informações
fundamentais.
Apresentação
com
poucas
incorreções
ao
nível
dos
conceitos
ou
das
informações
fundamentais.
Apresentação
sem
qualquer
incorreção
ao
nível
dos
conceitos
ou
das
informações
fundamentais.
Conteúdo
científico
Revela
poucos
conhecimentos
dos
conteúdos
essenciais
relacionados
com
o
tema.
Revela
um
conhecimento
incompleto
de
alguns
conteúdos
essenciais
relacionados
com
o
tema.
Revela
um
conhecimento
essencial
e
completo
dos
conteúdos
relacionados
com
o
tema.
Revela
um
conhecimento
profundo
e
completo
dos
conteúdos
relacionados
com
o
tema.
Articulação
entre
os
elementos
do
grupo
**†
Não
existe
qualquer
articulação
entre
os
vários
elementos
do
grupo.
Apresentação
desorganizada.
Fraca
articulação
entre
os
vários
elementos
do
grupo.
Torna-se
evidente
que
alguns
deles
não
prepararam
a
apresentação.
Boa
articulação
entre
a
maioria
dos
elementos
do
grupo.
Contudo,
algum
dos
elementos
não
prepararam
a
apresentação
com
os
restantes.
Excelente
articulação
entre
os
vários
elementos
do
grupo.
Apresentação
lógica
e
extremamente
bem
organizada.
*
O
guião
deverá
ser
entregue
ao
Professor
antes
da
realização
do
vídeo
e
pode
ser
dispensável
em
vídeos
de
curta
duração.
**
Para
o
caso
de
o
vídeo
ser
produzido
em
grupo.
Rubrica de avaliação:
elaboração de um vídeo
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 179
Discurso
Discurso
inaudível,
com
voz
monótona,
sem
expressividade.
Discurso
nem
sempre
audível,
com
oscilações
no
volume
de
voz,
mas
sem
expressividade.
Discurso
audível
durante
a
maior
parte
da
apresentação,
boa
articulação
de
voz
com
alguma
expressividade.
Discurso
audível
durante
toda
a
apresentação,
boa
articulação
de
voz
com
expressividade.
Qualidade
visual
Monótono,
nada
apelativo
nem
atrativo,
não
ajudando
em
nada
a
apresentação
dos
conteúdos.
Visualmente,
apresenta
poucos
aspetos
interessantes,
que
revelam
pouco
esforço
na
apresentação
de
elementos
atrativos
ou
apelativos,
contribuindo
pouco
para
uma
apresentação
eficaz.
Visualmente,
apresenta
vários
aspetos
interessantes,
que
revelam
algum
esforço
na
apresentação
de
elementos
atrativos
ou
apelativos,
contribuindo
para
uma
apresentação
eficaz.
Visualmente
inovador,
apelativo
e
atrativo,
tornando
a
apresentação
dos
conteúdos
mais
eficaz.
Criatividade
As
ideias
são
básicas,
assim
como
os
materiais
e
os
métodos.
As
ideias,
os
materiais
e
os
métodos
são
utilizados
de
forma
previsível.
As
ideias,
os
materiais
e
os
métodos
mostram
sinais
de
imaginação
ou
de
estilo
pessoal.
As
ideias,
os
materiais
e
métodos
são
utilizados
de
forma
imaginativa
e
eficaz.
Capacidade
de
suscitar
interesse
durante
a
projeção
do
vídeo
A
apresentação
é
bastante
ineficaz
na
captação
da
atenção
ou
do
interesse
da
audiência.
A
apresentação
nem
sempre
é
eficaz
na
captação
da
atenção
e
do
interesse
da
audiência.
A
apresentação
poderá
ter
alguns
percalços,
mas
é
eficaz
na
captação
da
atenção
e
do
interesse
da
audiência.
Apresentação
sem
percalços
e
eficaz
na
captação
da
atenção
e
do
interesse
da
audiência.
Gestão
do
tempo
A
apresentação
ultrapassa
consideravelmente
o
período
temporal
que
lhe
estava
destinado
ou
ficou
aquém
do
mesmo
(acima
de
X
*
minutos).
A
apresentação
ultrapassa
consideravelmente
o
período
temporal
que
lhe
estava
destinado
ou
ficou
aquém
do
mesmo
(até
X
*
minutos).
A
apresentação
ultrapassa
ligeiramente
o
período
temporal
que
lhe
estava
destinado
ou
ficou
aquém
do
mesmo
(até
X
*
–
5
minutos).
Ótima
gestão
do
tempo
disponível.
*
Tempo
a
definir
pelo
Professor.
Rubrica de avaliação:
elaboração de um vídeo (cont.)
180 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
*
†
Critério
(Itens
a
avaliar)
Descritores
ou
níveis
de
desempenho
1
–
Emergente
2
–
Em
desenvolvimento
3
–
Em
consolidação
4
–
Em
expansão
Peso
Questão-
-problema
Não
identifica
o
problema.
Identifica
parcialmente
o
problema.
Identifica
o
problema,
mas
não
o
formula
com
clareza.
Identifica
e
formula
com
clareza
o
problema.
Fundamentação
Teórica
Não
identifica
nenhum
dos
princípios
que
permitem
a
compreensão
da
atividade
experimental.
Identifica
poucos
princípios/teorias
que
permitem
a
inteira
compreensão
da
atividade
experimental.
Identifica
a
maioria
dos
princípios/teorias
que
permitem
a
inteira
compreensão
da
atividade
experimental.
Identifica
os
princípios/teorias
que
permitem
a
inteira
compreensão
da
atividade
experimental.
Seleção
do
material
Não
seleciona
nenhum
dos
materiais
essenciais.
Seleciona
alguns
materiais
essenciais.
Seleciona
quase
todos
os
materiais
essenciais.
Seleciona
todos
os
materiais
essenciais.
Planificação
do
procedimento/
método
Planifica
apenas
algumas
etapas
do
procedimento,
com
falhas
no
rigor
científico
*
.
Planifica
quase
todas
as
etapas
do
procedimento,
com
falhas
no
rigor
científico.
Planifica
todas
as
etapas
do
procedimento,
mas
com
falhas
no
rigor
científico.
ou
Planifica
quase
todas
as
etapas
do
procedimento,
mas
sem
falhas
no
rigor
científico.
Planifica
todas
as
etapas
do
procedimento,
com
rigor
científico.
Execução
do
procedimento/
método
Executa
apenas
uma
pequena
parte
das
etapas
necessárias
ao
procedimento
e
nem
sempre
pela
ordem
correta.
Executa
quase
todas
as
etapas
do
procedimento,
mas
nem
sempre
pela
ordem
correta.
Executa
todas
as
etapas
do
procedimento,
mas
nem
sempre
pela
ordem
correta.
ou
Executa
quase
todas
as
etapas
do
procedimento,
mas
sempre
pela
ordem
correta.
Executa
todas
as
etapas
do
procedimento
pela
ordem
correta.
Nota:
Em
função
do
trabalho
realizado,
alguns
destes
critérios
não
estarão
sujeitos
a
avaliação.
Neste
caso,
a
ponderação
deverá
ser
redistribuída
pelos
restantes
critérios.
*
O
rigor
científico
deve
ser
balizado
pelo
Professor,
de
acordo
com
a
tipologia
e
os
objetivos
da
atividade
experimental.
Rubrica de avaliação:
trabalho experimental
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 181
Manuseamento
do
material
Manuseia
sem
destreza
e
sem
segurança
o
material.
Manuseia
algumas
vezes
com
destreza
e
segurança
o
material.
Manuseia
na
maioria
das
vezes
com
destreza
e
segurança
o
material.
Manuseia
sempre
com
destreza
e
segurança
o
material.
Resultados
(registo
e
apresentação)
Não
regista
os
resultados.
Regista
e
apresenta
os
resultados
com
falhas
no
rigor
e/ou
na
clareza.
Regista
e
apresenta
os
resultados
com
rigor
e
clareza,
mas
a
sua
leitura
não
é
acessível.
Regista
e
apresenta
os
resultados
com
rigor,
clareza
e
permitindo
uma
leitura
acessível
dos
mesmos.
Discussão/
Interpretação
dos
resultados
Não
justifica
os
resultados
em
função
dos
pressupostos
teóricos
e/ou
procedimentais.
Justifica
em
parte
os
resultados
em
função
dos
pressupostos
teóricos
e/ou
procedimentais.
Justifica
a
maioria
dos
resultados
em
função
dos
pressupostos
teóricos
e/ou
procedimentais
e
eventuais
afastamentos,
caso
existam,
das
previsões.
Justifica
os
resultados
em
função
dos
pressupostos
teóricos
e/ou
procedimentais
e
eventuais
afastamentos,
caso
existam,
das
previsões.
Conclusão
Não
responde
à
questão-
-problema.
Responde
à
questão-problema,
mas
com
falhas
no
cruzamento
entre
os
dados
obtidos
e
a
fundamentação
teórica
e
na
validação
ou
refutação
da(s)
hipótese(s).
Responde
à
questão-problema,
mas
com
falhas
no
cruzamento
entre
os
dados
obtidos
e
a
fundamentação
teórica
e/ou
na
validação
ou
refutação
da(s)
hipótese(s).
Responde
à
questão-problema,
cruzando
aos
dados
obtidos
com
a
fundamentação
teórica,
validando
ou
refutando
hipótese(s).
Autonomia
Não
demonstrou
autonomia,
recorrendo
com
muita
frequência
ao
apoio
de
colegas
e
Professor.
Demonstrou
pouca
autonomia,
recorrendo
com
frequência
a
apoio
de
colegas
e
Professor.
Demonstrou
autonomia,
recorrendo
pontualmente
a
apoio
de
colegas
e
Professor.
Demonstrou
autonomia,
não
recorrendo
a
apoio
de
colegas
e
Professor.
Rubrica de avaliação:
trabalho experimental (cont.)
182 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Critério
(Itensa
avaliar)
Descritores
ou
níveis
de
desempenho
1
–
Emergente
2
–
Em
desenvolvimento
3
–
Em
consolidação
4
–
Em
expansão
Peso
Fundamentação
teórica
Não
identifica
nenhum
dos
princípios
que
permitem
a
compreensão
do
funcionamento
do
microscópio
e
das
características
da
imagem
resultantes
da
microscopia.
Identifica
poucos
princípios
que
permitem
a
compreensão
do
funcionamento
do
microscópio
e
das
características
da
imagem
resultantes
da
microscopia.
Identifica
a
maioria
dos
princípios
que
permitem
a
inteira
compreensão
do
funcionamento
do
microscópio
e
das
características
da
imagem
resultantes
da
microscopia.
Identifica
todos
os
princípios
que
permitem
a
inteira
compreensão
do
funcionamento
do
microscópio
e
das
características
da
imagem
resultantes
da
microscopia.
Seleção
do
material
Não
seleciona
nenhum
dos
materiais
essenciais.
Seleciona
alguns
materiais
essenciais.
Seleciona
quase
todos
os
materiais
essenciais.
Seleciona
todos
os
materiais
essenciais.
Planificação
do
procedimento/
método
Planifica
apenas
algumas
etapas
do
procedimento,
com
falhas
no
rigor
científico
*
.
Planifica
quase
todas
as
etapas
do
procedimento,
com
falhas
no
rigor
científico.
Planifica
todas
as
etapas
do
procedimento,
mas
com
falhas
no
rigor
científico.
ou
Planifica
quase
todas
as
etapas
do
procedimento,
mas
sem
falhas
no
rigor
científico.
Planifica
todas
as
etapas
do
procedimento,
com
rigor
científico.
Montagem
da
preparação
Não
consegue
montar
a
preparação.
Revela
falhas
no
manuseamento
do
material
biológico
e
na
montagem
da
preparação,
tornando
difícil
a
obtenção
de
uma
imagem.
Revela
falhas
no
manuseamento
do
material
biológico
ou
na
montagem
da
preparação,
mas
ainda
assim
permite
a
obtenção
de
uma
imagem
percetível.
Manuseia
devidamente
o
material
biológico.
Monta
devidamente
a
preparação,
permitindo
a
obtenção
de
uma
boa
imagem.
*
O
rigor
científico
deve
ser
balizado
pelo
Professor,
de
acordo
com
a
tipologia
e
os
objetivos
da
atividade
experimental.
Rubrica de avaliação:
atividades que envolvem a utilização do microscópio ótico
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 183
Obtenção
de
imagem
Revela
falhas
graves
nas
técnicas
de
focagem,
iluminação
e
ampliação
que
impedem
a
obtenção
de
uma
imagem.
Revela
falhas
nas
técnicas
de
focagem,
de
iluminação
e
ampliação,
mas
obtém
uma
imagem
de
fraca
qualidade.
Revela
falhas
pontuais
nas
técnicas
de
focagem,
de
iluminação
e
ampliação,
obtendo
uma
imagem
percetível.
Domina
perfeitamente
as
técnicas
de
focagem,
iluminação
e
ampliação,
que
permitem
a
obtenção
de
uma
imagem
de
qualidade.
Manuseamento
do
material
Manuseia
sem
destreza
e
sem
segurança
o
material.
Manuseia
algumas
vezes
com
destreza
e
segurança
o
material.
Manuseia
na
maioria
das
vezes
com
destreza
e
segurança
o
material.
Manuseia
sempre
com
destreza
e
segurança
o
material.
Resultados
(registo
e
apresentação)
Não
regista
os
resultados.
Apresenta
esquemas/fotografias
com
falhas
na
identificação,
legendagem
e
sem
indicação
da
ampliação
utilizada.
Apresenta
esquemas/fotografias
com
falhas
na
identificação
e/ou
legendagem
e/ou
na
indicação
da
ampliação
utilizada.
Apresenta
esquemas/fotografias
devidamente
identificados
e
legendados,
indicando
a
ampliação
utilizada.
Discussão/
Interpretação
dos
resultados
Não
justifica
os
resultados
em
função
dos
pressupostos
teóricos
e/ou
procedimentais.
Justifica
em
parte
os
resultados
em
função
dos
pressupostos
teóricos
e/ou
procedimentais.
Justifica
a
maioria
dos
resultados
em
função
dos
pressupostos
teóricos
e/ou
procedimentais
e
eventuais
afastamentos,
caso
existam,
das
previsões.
Justifica
os
resultados
em
função
dos
pressupostos
teóricos
e/ou
procedimentais
e
eventuais
afastamentos,
caso
existam,
das
previsões.
Conclusão
Não
responde
à
questão-
-problema
que
está
na
base
da
atividade.
Responde
à
questão-problema,
mas
com
falhas
no
cruzamento
entre
os
dados
obtidos
e
a
fundamentação
teórica
e
na
validação
ou
refutação
da(s)
hipótese(s).
Responde
à
questão-problema,
mas
com
falhas
no
cruzamento
entre
os
dados
obtidos
e
a
fundamentação
teórica
e/ou
na
validação
ou
refutação
da(s)
hipótese(s).
Responde
à
questão-problema,
cruzando
aos
dados
obtidos
com
a
fundamentação
teórica,
validando
ou
refutando
hipótese(s).
Autonomia
Não
demonstra
autonomia,
recorrendo
com
muita
frequência
ao
apoio
de
colegas
e
professor.
Demonstra
pouca
autonomia,
recorrendo
com
frequência
a
apoio
de
colegas
e
professor.
Demonstra
autonomia,
recorrendo
pontualmente
a
apoio
de
colegas
e
professor.
Demonstra
autonomia,
não
recorrendo
a
apoio
de
colegas
e
professor.
Rubrica de avaliação:
atividades que envolvem a utilização do microscópio ótico (cont.)
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 185
GRUPO I
1. (A)
2. (B)
3. (D)
4. (B)
5. (D)
6. C – E – A – D – B
7. O calor interno da Terra é transmitido aos materiais
existentes no manto. À medida que esses materiais
aquecem, ascendem e chegam à superfície. Quando
isto acontece, tornam-se mais frios e acabam por se
tornar mais densos e afundar. Este mecanismo faz com
as placas litosféricas se movimentem.
GRUPO II
1. (B)
2. (B)
3. (C)
4. (A)
5. (B)
6. D – A – E – C – B
7. As chuvas ácidas resultam da reação da água
existente na atmosfera com poluentes gasosos
emitidos sobretudo pela utilização de combustíveis
fósseis. Ao ocorrer a precipitação, as águas das chuvas
infiltram-se no solo e escorrem para as massas de
água, acidificando solos, rios e lagos, e prejudicando os
seres vivos que aí vivem. Esses seres vivos têm um pH
ótimo e podem não sobreviver com esta alteração do
pH do seu habitat.
GRUPO III
1. (A)
2. (C)
3. (C)
4. (B)
5. (D)
Propostas de solução
Teste de avaliação diagnóstica
186 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
TESTE DE AVALIAÇÃO 1
GRUPO I
1. (B)
2. (C)
3. (A)
4. (B)
5. (C)
6. (a) – (2); (b) – (4); (c) – (5)
7. (B)
8. Sedimentogénese e diagénese.
9. Os produtos hidrófugos possuem na sua estrutura
molecular ligações polares e não polares. A sua parte
polar é atraída para a superfície da rocha e a não polar
fica virada para o exterior. Desta forma, impedem a
entrada de água para o interior da rocha, reduzindo
assim a aptidão de molhagem da superfície tratada, o
que permite a sua conservação.
GRUPO II
1. (C)
2. (D)
3. (A)
4. (C)
5. (C)
6. (B)
7. (A)
8. Abrasão marinha.
9. Por um lado, o facto de terem vivido sobre
sedimentos dos fundos oceânicos possibilitou que, após
a sua morte, fossem rapidamente recobertos por novos
sedimentos que, entretanto, se foram depositando. Por
outro lado, o facto de possuírem um exoesqueleto
rígido facilitou a fossilização destes seres, uma vez que
este era dificilmente decomposto.
GRUPO III
1. (C)
2. (A)
3. (B)
4. (C)
5. B – E – C – A – D
6. (D)
7. (D)
8. (B)
9. A presença de fraturas no maciço de Monchique
permite a infiltração da água superficial e a sua
circulação nas zonas profundas do interior deste
maciço. Ao circularem pelas rochas, as águas
estabelecem trocas de iões com estas, enriquecendo-se
em determinados iões, e perdendo outros, o que
condiciona a sua composição.
TESTE DE AVALIAÇÃO 2
GRUPO I
1. Siltito, conglomerado, arenito e brecha.
2. (B)
3. (C)
4. (B)
5. (A)
6. (a) – (3); (b) – (1); (c) – (4)
7. C – B – E – A – D
8. O par de isótopos 14C /14N não poderia ser utilizado
para a datação das rochas que continham os fósseis. A
idade que foi atribuída às rochas foi de mais de 300 Ma
que, portanto, não está contemplada no intervalo de
tempo para o par de isótopos carbono-14 e nitrogénio-
-14.
9. A Bacia Carbonífera do Douro estava integrada na
primitiva Península Ibérica, localizada em latitudes
tropicais e, por essa razão, com uma grande diversidade
de flora e abundante. O ambiente intramontanhoso
permitiu a deposição rápida de sedimentos sobre os
seres vivos que morreram, que evitaram, por um lado,
um ambiente rico em oxigénio e, por outro lado, a ação
de agentes decompositores.
GRUPO II
1. (A)
2. (B)
3. (B)
4. (C)
5. (B)
6. (A)
7. (D)
8. (B)
9. Nas correntes de convecção, os materiais rochosos
em fusão parcial, muito quentes e menos densos,
sobem em direção à superfície terrestre. Por baixo da
litosfera, os materiais rochosos deslocam-se
lateralmente, arrefecendo e tornando-se mais densos.
Esta deslocação provoca o movimento da placa
litosférica que está por cima. Nas zonas de
convergência de placas litosféricas, uma placa afunda
em relação à outra. Os materiais rochosos que afundam
no interior da terra reaquecem devido ao calor interno
do planeta. Os processos ridge-push e slab-pull,
poderão ajudar também nos movimentos das placas,
uma vez que estas são menos densas na zona da dorsal
oceânica e mais densas na zona das fossas. Assim, a
força com que estas mesmas placas são empurradas ou
puxadas pode ajudar à movimentação da litosfera sobre
a astenosfera.
GRUPO III
1. (B)
2. (C)
3. (C)
4. (A)
5. (B)
6. (C)
7. (C)
8. O vulcão Lusi emite uma mistura fria de gás (metano),
água e sólidos, que foi empurrada para a superfície em
virtude de um influxo de água suficiente para causar
pressão nas rochas em torno do furo que foi efetuado.
O Lusi é o vulcão de lama mais rápido que se conhece e
a lama que emitiu enterrou aldeias e provocou mortos,
pelo que apresenta um risco elevado para a população
que habita nas suas proximidades.
TESTE DE AVALIAÇÃO 3
GRUPO I
1. (D)
2. (B)
3. (A)
4. (B)
5. (a) – (2); (b) – (1); (c) – (5)
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Testes de avaliação
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 187
6. (C)
7. (C)
8. (A)
9. Por um lado, o elevado teor em água dos sedimentos
leva a um comportamento de liquefação do solo e
consequente afundimento das edificações. Por outro
lado, a reduzida consolidação do solo/existência de
rochas não consolidadas/aluviões no subsolo de
Katmandu conduz a uma amplificação das ondas
sísmicas com consequentes danos nos edificados.
GRUPO II
1. (C)
2. Descontinuidade de Gutenberg.
3. (B)
4. (B)
5. (D)
6. (A)
7. (B)
8. (C)
9. Com base nos dados da sismologia e outros, o modelo
físico propõe a geosfera dividida em quatro unidades,
da superfície para o interior: a litosfera, que é uma
camada rígida onde a velocidade das ondas sísmicas
aumenta progressivamente; a astenosfera, camada
constituída por materiais parcialmente fundidos, onde
as ondas sísmicas oscilam na sua velocidade (zona de
baixas velocidades); a mesosfera, zona rígida do manto
que se estende até ao núcleo externo, onde as ondas
sísmicas aumentam a sua velocidade; o núcleo externo,
que é uma camada líquida, as ondas S deixam de se
propagar e as ondas P sofrem uma grande diminuição
na sua velocidade e o núcleo interno sólido, onde as
ondas P voltam a aumentar a sua velocidade.
GRUPO III
1. (D)
2. (B)
3. (C)
4. (A)
5. (C)
6. (B)
7. (D)
8. Zona de transição.
9. Os sismos são fenómenos muito frequentes na
Terra. Uma vez que as luzes de terramoto podem
ocorrer antes ou durante um sismo e que existem em
menos de 0,5% dos terramotos em todo o mundo,
então é improvável a utilização deste fenómeno para
a previsão de sismos.
188 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
TESTE DE AVALIAÇÃO 4
GRUPO I
1. (C)
2. (D)
3. (B)
4. (a) – (2); (b) – (4); (c) – (5)
5. (A)
6. (C)
7. (B)
8. A membrana do vírus é constituída por uma
bicamada fosfolipídica associada a proteínas, tal como
a membrana celular das células que este vai parasitar e
utilizar para se replicar. Visto que os lípidos são
moléculas que se dissolvem em solventes orgânicos, o
álcool-gel vai destruir a membrana do vírus
provocando assim a sua destruição. Da mesma forma,
poderá ser usado sabão ou detergente para
higienização das mãos e/ou superfícies, pois estes
emulsionam os lípidos, sendo também uma forma de
destruir os invólucros dos vírus e impedir que sejam
capazes de infetar as células humanas provocando a
doença covid-19.
9. O aumento da população mundial leva a uma cada
vez maior utilização de recursos naturais necessários
não só à sobrevivência da espécie humana, mas
também ao seu modo de vida. Esta procura crescente
causa destruição e perturbação de muitos
ecossistemas levando a que determinados vírus e
microrganismos existentes nestes locais, alguns
intocados pelo ser humano, passem a estar em
contacto mais próximo, e muitos deles podem
provocar doenças graves no ser humano. Daí o
significado da expressão, pois são as nossas
intervenções nos ecossistemas que facilitam a
contaminação da espécie humana com determinados
agentes patogénicos.
GRUPO II
1. O controlo é o grupo que foi submetido à injeção
subcutânea de 0,9% de NaCl.
2. (A)
3. A percentagem de espermatozoides imóveis
aumentou com o aumento das doses de CdCl2/kg pc,
mas apenas foi significativamente maior do que o
controlo na concentração maior (de 3 mg CdCl2/kg pc).
4. (B)
5. (C)
6. (A)
7. (C)
8. (D)
9. O consumo de tabaco é uma das vias de exposição
ao cádmio mais frequentes para a população humana,
em geral. Segundo os resultados da investigação, o
cádmio interfere com a capacidade de motilidade dos
espermatozoides, diminuindo-a, o que pode causar
problemas de infertilidade.
GRUPO III
1. (C)
2. (D)
3. (A)
4. (C)
5. (B)
6. (A)
7. (D)
8. (B)
9. Durante o processo digestivo, é obrigatório que o
intestino esteja preparado para poder acomodar o quimo;
desta forma, entende-se o seu grande aumento de
tamanho, inclusivamente em comprimento. Para a
realização do processo digestivo são também
necessárias enzimas, como a aminopeptidase, que
aumenta a sua atividade para digerir o alimento, que é
rico em proteínas. A absorção é uma importante
função do intestino delgado e por isso compreende-se
que aumente a capacidade para absorver aminoácidos
e que as microvilosidades se desenvolvam para
aumentar a área de absorção e, assim, aproveitar
melhor o alimento ingerido. No período de jejum, que
nestas espécies pode ser muito prolongado, é
indispensável consumir pouca energia, logo a atrofia
do intestino delgado é uma vantagem.
TESTE DE AVALIAÇÃO 5
GRUPO I
1. (B)
2. (C)
3. (B)
4. (a) – (3); (b) – (1); (c) – (4)
5. (B)
6. (D)
7. Como as moléculas de água são polares, têm
dificuldade em atravessar a região interna das
membranas celulares, pois é apolar, sendo constituída
pelos ácidos gordos dos fosfolípidos. As aquaporinas
funcionam como um canal hidrofílico que permite a
passagem de moléculas de água, facilitando, quer o
fluxo de entrada de água para o meio intracelular,
quer a sua saída para o meio extracelular. O fluxo de
água ocorre nos dois sentidos, sem gastos energéticos
e de acordo com a pressão osmótica de cada meio.
8. (A)
9. (A)
GRUPO II
1. (D)
2. (A)
3. D – E – C – B – A
4. (B)
5. (D)
6. O estudo do mecanismo de atuação da TTX pode
ampliar o conhecimento sobre como bloquear os canais
de sódio dos neurónios e como impossibilitar a formação
de potenciais de ação, impedindo a propagação do
impulso nervoso. Como a sensação da dor resulta da
chegada de impulsos nervosos ao sistema nervoso
central, se se conseguir inibir a propagação do impulso
nervoso em determinados nervos, a sensação de dor na
região enervada por esses nervos não será sentida. Esta
linha de investigação pode, assim, levar à criação de
analgésicos mais eficazes, capazes de aliviar dores
severas.
GRUPO III
1. (A)
2. (D)
3. (B)
Propostas de solução
Testes de avaliação
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 189
4. O floema é o um tecido que transporta nutrientes
básicos para o metabolismo e crescimento das células.
As novas células de xilema são células vivas que têm
de crescer e formar paredes espessadas e lenhificadas,
de forma a poderem ser funcionais no transporte da
seiva xilémica; necessitam, portanto de um aporte de
nutrientes, que só pode ser canalizado pelo floema,
pelo que este tem de se ter diferenciado/desenvolvido
antes.
5. C – A – E – B – D
6. (C)
7. (C)
8. (D)
9. (A)
10. D – E – B – A – C
11. Durante o inverno, a diminuição da luminosidade e
do número de horas de luz diárias reduz a energia
luminosa captada na fase fotoquímica, o que implica
uma menor produção de compostos orgânicos no
estroma dos cloroplastos. Temperaturas baixas têm
um impacto negativo na atuação das enzimas que
estão envolvidas no processo fotossintético. Os dois
fatores levam a uma diminuição da taxa fotossintética.
12. (a) – (5); (b) – (8); (c) – (3); (d) – (2); (e) – (7)
TESTE DE AVALIAÇÃO 6
GRUPO I
1. (B)
2. (B)
3. (A)
4. (C)
5. (D)
6. (B)
7. (D)
8. (C)
9. O miocárdio dos peixes e dos anfíbios é irrigado pelo
sangue que percorre a cavidade do ventrículo. Nos
peixes, esse sangue, que regressa dos restantes
órgãos, é venoso. Nos anfíbios, o sangue que aflui para
o seu único ventrículo é uma mistura de sangue
arterial, que regressa dos pulmões, e de sangue
venoso, da circulação sistémica. A menor oxigenação
do sangue do miocárdio destes animais limita a
produção de energia metabólica e não permite uma
atividade cardíaca tão intensa como a de aves e
mamíferos, em que o miocárdio é irrigado por sangue
oxigenado vindo dos pulmões. A menor atividade
cardíaca dos peixes e dos anfíbios faz o sangue circular
com menor pressão pelos tecidos, impedindo taxas
metabólicas elevadas, pois a distribuição de nutrientes
e oxigénio e a remoção de produtos de excreção é
mais lenta.
GRUPO II
1. (B)
2. (A)
3. (B)
4. (C)
5. (D)
6. A – C – B – E – D
7. (D)
8. E – D – C – B – A
9. As exigências metabólicas dos peixes não são muito
elevadas e podem ser sustentadas pela produção de
ATP através da fermentação lática se o animal não
estiver muito ativo. No entanto, a acumulação de
lactato aumenta a acidez do sangue. Os peixes-
-vermelhos evitam esse problema transformando o
lactato, no fígado, novamente em glicose e, com esta,
sintetizam glicogénio, uma substância de reserva. Nos
músculos destes peixes existe outro processo para
retirar lactato do sangue: transformam-no em etanol,
e este pode ser facilmente eliminado do organismo
através das brânquias.
GRUPO III
1. (C)
2. (B)
3. (D)
4. (A)
5. (D)
6. (A)
7. (a) – (3); (b) – (2); (c) – (5)
8. (A)
9. Numa atmosfera rarefeita, a quantidade de oxigénio
disponível é reduzida. Os pulmões do iaque apresentam
uma maior capacidade/volume, permitindo captar mais
oxigénio. O coração mais volumoso pode pôr em
circulação mais sangue, aumentando a oxigenação dos
tecidos. O facto de os pulmões dos iaques não
apresentarem vasoconstrição pulmonar hipóxica é
importante para a vida em altitudes muito elevadas.
Se essa reação acontecesse em altitude, devido à baixa
quantidade de oxigénio, afetaria todo o pulmão,
reduzindo o fluxo de sangue neste órgão e tornando
ainda mais difícil a captação de oxigénio.
190 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
GRUPO I
1. (D)
2. (A)
3. (D)
4. (B)
5. (A)
6. (B)
7. (D)
8. Geodinâmica externa.
9. O aquecimento global verificado atualmente tem
sido responsável pela alteração ou mesmo pela
eliminação de alguns habitats, trazendo consequências
para as espécies que neles vivem. Essas consequências
podem conduzir a uma extinção em massa. Os momentos
em que estas extinções ocorreram ao longo da história
da Terra permitiram dividir a escala dos tempos
geológicos em eras e períodos. Assim, o mesmo poderá
vir a ocorrer na atualidade.
GRUPO II
1. (A)
2. (C)
3. (B)
4. (A)
5. (a) – (2); (b) – (5); c) – (3)
6. (C)
7. (B)
8. (D)
9. São vários os problemas que as raízes aéreas das
orquídeas têm de enfrentar. Podem ser apresentados
dois dos seguintes:
Captação de água – possuem raízes aéreas com um
tecido especializado, o velame, que, sendo constituído
por células mortas de paredes hidrofílicas, funciona
com uma esponja e absorve e retém água e minerais
da chuva ou mesmo da atmosfera.
Captação de nutrientes – é complementada por
relações de simbiose que estabelecem com fungos e
bactérias.
Resistência à desidratação – é conseguida pelo velame
e pela exoderme; esta apresenta células com paredes
espessadas com suberina, uma substância imper-
meável.
Resistência à radiação ultravioleta e infravermelha – as
raízes aéreas estão mais expostas à radiação solar e
possuem tecidos clorofilinos para realizar a
fotossíntese; a cobertura das raízes com o velame
protege-as das radiação solar que poderia ser
prejudicial (ultravioleta e infravermelha).
GRUPO III
1. (B)
2. (B)
3. (B)
4. (a) – (3); (b) – (5); (c) – (4)
5. (D)
6. D – E – A – C – B
7. (C)
8. (B)
9. A monitorização dos vulcões pode ser feita através
da instalação de sismógrafos, pois a ascensão do
magma sob pressão provoca vibrações que são
detetadas nestes aparelhos, o que permite a previsão
de uma possível erupção.
GRUPO IV
1. (C)
2. (D)
3. (D)
4. (B)
5. (A)
6. B – D – A – E – C
7. (C)
8. Na indústria da panificação são utilizadas proteases
do fungo Aspergillus spp. para promover a hidrólise de
proteínas. As proteases são enzimas e, como tal,
também são proteínas, podendo ser desnaturadas
com variações de temperatura ambiental ou
alterações do pH do meio. A desnaturação, perda da
estrutura tridimensional das proteínas, leva a que
estas não desempenhem a sua função, compro-
metendo assim o processo de panificação.
9. De acordo com os dados fornecidos, existem muitas
aplicações na área da medicina e da indústria
alimentar para derivados de fungos conhecidos,
nomeadamente como antibióticos. Tendo em
consideração que se estima que grande parte das
espécies de fungos esteja ainda por descobrir, é muito
importante o investimento em projetos científicos e
tecnológicos que permitam a sua identificação e o seu
estudo, para se poderem obter novos medicamentos e
novos alimentos.
Propostas de solução
Prova global
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 191
QUESTÃO DE AULA 1
1. (B)
2. (A)
3. (C)
4. (B)
5. (B)
6. (D)
7. (B)
8. Recristalização.
9. Por um lado, o ciclo litológico disponibiliza à
superfície materiais que, de outra forma, ficariam
aprisionados em profundidade, como as rochas
magmáticas plutónicas e metamórficas. Ao sofrerem
meteorização e erosão, os elementos químicos destas
rochas podem atingir a hidrosfera (enriquecendo as
águas), servir a biosfera (para a alimentação dos seres
vivos, para a edificação de conchas, etc.) e constituir
novas rochas, como as rochas sedimentares, incluídas
na geosfera. Por outro lado, o ciclo litológico possibilita
ainda a ocorrência de erupções vulcânicas que emitem
gases e irão constituir a atmosfera.
QUESTÃO DE AULA 2
1. (A)
2. A existência de uma pluma térmica/ponto
quente/hotspot.
3. (C)
4. (A)
5. (B)
6. (B)
7. (a) – (5); (b) – (1); (c) – (3)
8. (C)
9. A cadeia montanhosa submarina do Imperador
encontra-se no interior da placa do Pacífico, tendo
resultado da atuação do hotspot que também formou o
Arquipélago do Havai. Esta cadeia apresenta um
alinhamento quase totalmente norte-sul, enquanto o
Arquipélago do Havai apresenta um alinhamento
noroeste-sudeste. Esta diferença nos alinhamentos
revela que a placa do Pacífico alterou o sentido de
deslocação (passou de norte-sul para noroeste-
sudeste).
Propostas de solução
Propostas de solução
Questões de aula
192 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
QUESTÃO DE AULA 3
1. (B)
2. (C)
3. (A)
4. (B)
5. (D)
6. (A)
7. (C)
8. (A)
9. As vantagens de juntar a técnica referida no texto
com a crescente utilização de proteínas fluorescentes
e de moléculas marcadas radioativamente são,
principalmente, duas. Por um lado, podem obter-se
imagens com boa resolução em altura, largura e
profundidade, o que possibilita diferenciar estruturas
muito próximas, que antes não se conseguiam
individualizar. Isto significa que passa a ser possível
fazer estudos de morfologia mais pormenorizados, de
uma grande variedade de células e até de vírus. Por
outro lado, a junção destas técnicas permite localizar,
tridimensionalmente, estruturas e moléculas marcadas
radioativamente.
QUESTÃO DE AULA 4
1. (B)
2.1 (D)
2.2 (C)
3. (A)
4. (D)
5. (B)
6. (A)
7. (B)
8. As gorduras animais são ricas em colesterol, mas a
bactéria Bacteroides sp. Strain D8 converte o
colesterol ingerido em coprostanol, metabolito não
absorvível. Quanto maior for a concentração deste
tipo de bactérias no intestino, maior será a per-
centagem de colesterol convertido e eliminado nas
fezes. Quanto mais reduzida for a quantidade de
colesterol absorvido, menos LHL estará presente no
sangue, o que diminui o risco de depósitos de placas
de colesterol nos vasos. Estas placas estão na base de
problemas vasculares – aterosclerose – que podem
levar a complicações mais graves, ou mesmo fatais,
como o enfarte de miocárdio ou o acidente vascular
cerebral (AVC).
QUESTÃO DE AULA 5
1. D – B – A – E – C
2. (C)
3. (B)
4. (A)
5. (D)
6. (C)
7. (a) – (3); (b) – (1); (c) – (2)
8. Encontram-se nos fotossistemas, que se localizam
na membrana dos tilacoides, no interior dos
cloroplastos.
9. A queda das folhas ocorre sempre pela zona de
abscisão, por um lado, porque esta é constituída por
uma camada de células parenquimatosas de pequeno
tamanho e com paredes finas. Essas paredes e as
respetivas lamelas médias são destruídas por ação
enzimática, antes da abscisão, criando uma zona frágil
que permite que a folha se destaque com facilidade.
Por outro lado, é essencial à planta que a folha se
destaque pela zona de abscisão, pois sob a camada de
separação houve, previamente, a oclusão dos vasos
condutores e a formação de camadas de células com
elevado conteúdo de suberina e de lenhina, que
evitam a perda de água e impedem a entrada de
microrganismos.
QUESTÃO DE AULA 6
1. (D)
2. (B)
3. (D)
4. (C)
5. A – D – B – E – C
6. (a) – (1); (b) – (5); (c) – (2)
7. (A)
8. É a fosforilação oxidativa e realiza-se na membrana
interna da mitocôndria / nas cristas mitocondriais.
9. Os nutrientes absorvidos e que não são utilizados
podem ser armazenados em reservas, sob a forma de
triglicerídeos (gorduras). Os aminoácidos não utilizados
na síntese proteica, depois da remoção do grupo
amina, podem ser transformados em acetil-CoA. O
mesmo acontece com os glícidos, que depois de
transformados em glicose, sofrem glicólise, sendo o
piruvato resultante oxidado na mitocôndria e
transformado em acetil-CoA.
Quando há acetil-CoA em excesso, este é convertido
em ácidos gordos que vão integrar moléculas de
triglicerídeos. Assim, podem formar-se gorduras a
partir de glícidos e proteínas presentes na dieta.
Propostas de solução
Questões de aula
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 193
TESTE PRÁTICO 1
GRUPO I
1. (B)
2. (C)
3. (D)
4. (A)
5. O ar nas garrafas representa a atmosfera, o solo
representa a geosfera, a água nas garrafas pertence à
hidrosfera e as sementes estão incluídas na biosfera.
6. No modelo I, a diminuição da quantidade de água de
1 dы para 60 cы resultou, muito provavelmente, da
evaporação deste líquido, em virtude de o dispositivo
experimental estar montado numa região arejada e
solarenga da sala. No modelo II, a diminuição da
quantidade de água de 1 dы para 60 cы, resultou, quer
do fator referido para o modelo I, quer do facto de a
água ter subido através do fio de algodão para permitir
a manutenção da quantidade deste líquido no solo, uma
vez que esta foi utilizada pelas sementes para a sua
germinação e para o crescimento das plantas.
GRUPO II
1. (C)
2. (B)
3. (C)
4. (A)
5. Na rocha 2 os sedimentos são arredondados e na
rocha 3 são angulosos; na rocha 2 os sedimentos
resultaram de um transporte mais longo do que os da
rocha 3.
6. A rocha 6 é um gnaisse, que é uma rocha
metamórfica. Resulta de metamorfismo regional,
cujos fatores principais são a tensão não litostática e
a temperatura. A textura é foliada – bandado
gnáissico.
GRUPO III
1. (A)
2. (D)
3. (C)
4. (D)
5. (D)
6. (C)
TESTE PRÁTICO 2
GRUPO I
1. (C)
2. (C)
3. (A)
4. (A)
5. (a) – (1); (b) – (3); (c) – (5)
6. De acordo com os resultados da tabela I, as duas
erupções atingiram as populações. Na atividade
vulcânica efusiva, em que há emissões de escoadas de
lava mais fluidas, de natureza básica, há mais
possibilidade de evacuar atempadamente as
populações e de controlar a direção da corrente lávica.
Nas erupções de natureza explosiva, associada a
magmas mais ácidos e viscosos, podem formar-se
nuvens ardentes que se deslocam a grandes
velocidades e de modo não previsível, incontrolável,
apresentando grande perigosidade para a segurança
das populações.
GRUPO II
1.
Estação
sismográfica
Intervalo S-P
(s)
Distância ao
epicentro (km)
Santa Sofia (SFI) 5,5 38
Fossombrone
(FSSB)
8,5 59,5
Esanatoglia
(SNTG)
11,8 83
2. O sismo teve epicentro junto à localidade de Arezzo.
3. C – D – F – E – A – B
4. Inicialmente, mede-se, no sismograma, a amplitude
da maior onda sísmica registada. Seguidamente,
mede-se o intervalo de tempo S-P, de modo a
determinar a distância epicentral. Depois, marcam-se
os pontos correspondentes à amplitude e à distância
epicentral em dois gráficos e unem-se os pontos,
formando uma reta. A reta obtida passará num ponto
de outro gráfico que corresponde à magnitude do
sismo.
GRUPO III
1. (D)
2. (B)
3. (B)
4. (D)
5. Segundo os dados da experiência, à medida que a
profundidade aumenta, a densidade dos materiais
terrestres aumenta. Como a velocidade das ondas
sísmicas é inversamente proporcional ao aumento da
densidade, a velocidade das ondas sísmicas vai
diminuindo com a profundidade.
6. A rigidez e a incompressibilidade.
Propostas de solução
Propostas de solução
Testes práticos
194 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
TESTE PRÁTICO 3
GRUPO I
1. C – A – B – E – D
2. (D)
3. (B)
4. (B)
5. (C)
6. A membrana celular não é visível ao MOC porque o
limite de resolução deste microscópio é superior à
espessura da membrana. A fluidez da membrana deve-
se ao facto de esta ser constituída por moléculas
anfipáticas (fosfolípidos e proteínas) que não
apresentam posições fixas, possuindo alguma
mobilidade.
GRUPO II
1. (B)
2. (D)
3. (B)
4. (A)
5. (C)
6. O estudo indica que a atividade dos vacúolos
contráteis, apesar de reduzida, continua quando as
paramécias são colocadas em meio isotónico ou
mesmo hipertónico. Se a sua única função fosse
manter o equilíbrio hídrico, a sua atividade seria
desnecessária numa solução isotónica pois as células já
estariam em equilíbrio com o meio (a entrada e a saída
de água através da membrana plasmática seriam
equivalentes). Quando colocadas numa solução
hipertónica, as células da paramécia tendem a perder
água por osmose; nesse caso, a atividade dos vacúolos
contráteis só agrava o desequilíbrio. Pode, assim,
concluir-se que os vacúolos contráteis devem ter
também outra função.
GRUPO III
1. (B)
2. (C)
3. (D)
4. (A)
5. O professor indicou que existem vários trans-
portadores da glicose, mas que só a proteína GLUT4
está dependente da insulina e que o epitélio intestinal
tem outros transportadores para a glicose. Isso já
responde à questão de os diabéticos poderem
absorver glicose, mas terem muitas células que não a
podem metabolizar. O professor forneceu ainda
informações que permitem ao aluno entender, que as
células do epitélio intestinal ao transportar ativamente
glicose do lúmen intestinal para o meio intracelular,
aproveitam ao máximo esse nutriente. Como conse-
quentemente a concentração de glicose nas células
epiteliais é superior à do sangue, a glicose pode passar
para este meio por difusão facilitada por ação da
proteína GLUT2.
TESTE PRÁTICO 4
GRUPO I
1. (A)
2. (B)
3. (D)
4. (A)
5. (C)
GRUPO II
1. (C)
2. (B)
3. (D)
4. O vinho do Porto é um vinho naturalmente doce
porque não são adicionados açúcares no processo de
produção (vinificação). Num vinho, a quantidade de
álcool resulta da transformação dos açúcares em
etanol por fermentação alcoólica. Assim, seria natural
que quanto mais açúcares estivessem presentes num
vinho menos álcool ele tivesse. Tal não acontece no
vinho do Porto porque a adição de aguardente, a meio
do processo de fermentação, mata as leveduras,
impedindo que todos os açúcares se transformem em
álcool, mas aumenta o teor de álcool do vinho.
5. O aluno deve montar dois dispositivos: um para
servir de controlo e outro que permita a introdução de
álcool durante o processo de fermentação. Os
dispositivos devem ser idênticos ao da experiência
referida. Nos dois Kitazatos, devem ser introduzidas as
soluções de sacarose e as leveduras nas mesmas
quantidades. Na abertura superior dos recipientes
devem ser colocados os balões a vedarem os
dispositivos. É importante que as aberturas laterais
estejam seladas, mas num dos dispositivos essa saída
deve estar ligada, pelo tubo de borracha, a uma
seringa com álcool, para que seja possível adicionar o
álcool à mistura.
As previsões de resultados apontam para que:
– no dispositivo de controlo haja libertação de dióxido
de carbono durante mais tempo, enchendo mais o
balão. Isso indica que as leveduras estavam a fazer
fermentação alcoólica;
– no outro dispositivo, a adição de álcool leva a que o
balão não encha mais, indicando que o processo de
fermentação parou por morte das leveduras.
GRUPO III
1. (B)
2. (D)
3. (B)
4. (C)
5. (D)
6. O controlo da abertura e do fecho dos estomas é
importante para as plantas, pois estas necessitam de
manter os estomas abertos para realizarem as trocas
gasosas, nomeadamente a fotossíntese. Mas podem
ter do os fechar, mesmo durante o dia, para não
perderem mais água quando se encontram sob stress
hídrico.
Propostas de solução
Testes práticos
Materiais
Complementares
Materiais
Complementares
• Atividades práticas
• Atividades laboratoriais
• Saídas de campo
• Propostas de DAC
• Dinâmicas de grupo
• Fichas de recuperação
Biologia e Geologia
1O.O
Ano
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 195
Introdução
A descoberta da radioatividade, no século XIX, concedeu a Marie Curie o Prémio Nobel da
Física, em 1903. Esta descoberta permite, atualmente, aos geólogos utilizarem esta
propriedade das rochas (e dos minerais que estas contêm) para determinarem a sua idade.
O processo de decaimento radioativo dos átomos pode ser comparado a um relógio. Nesta
atividade, irá simular este fenómeno ao lançar um conjunto de dados e ao utilizar as regras
de probabilidade. Neste contexto, usa-se a datação radiométrica do 238
U (urânio-238) que é
o principal método para determinar a idade absoluta de algumas das rochas mais antigas da
Terra.
Questão-problema
Como ocorre o decaimento radioativo?
Fundamentação teórica
Princípios e teorias
x A datação radiométrica permite determinar a idade absoluta das rochas,em milhões de
anos (Ma).
x Nas rochas existem determinados elementos que são radioativos e instáveis (isótopos-
pai) e que se transformam noutros mais estáveis (isótopos-filho), emitindo radiação
(radioatividade).
x O tempo de semivida corresponde ao intervalo de tempo necessário para que se
desintegre metade da quantidade de isótopos-pai em isótopos-filho de uma amostra.
x O tempo de semivida é independente das condições ambientais e constante para cada
par de isótopos.
x A idade absoluta de um mineral é determinada em função da percentagem de isótopos-
-pai e isótopos-filho, tendo em consideração o respetivo tempo de semivida.
x O 238
U decai em 206
Pb, sendo o seu tempo de semivida de 4500 Ma.
Conceitos
Datação radiométrica; isótopos-pai (238
U); isótopos-filho (206
Pb); radioatividade; decaimento
radioativo; tempo de semivida.
Dados radioativos – simulação do tempo de semivida
Atividade individual/colaborativa
Atividade prática 1
196 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Procedimento experimental
Material
x Telemóvel;
x Folha de registo/apresentação de resultados (anexo 1);
x Folha de interpretação de resultados (anexo 2).
Método
1. Abra o link Random.org/dice.
2. Selecione 50 dados virtuais e lance os dados.
3. Conte o número de dados que mostram uma pinta na face. Registe esse
número no anexo 1 nas colunas referentes à radioatividade [ ] e ao 206
Pb.
4. Subtraia esse número ao número inicial de 238
U, que inicialmente foi 50.
Registe este novo número no anexo 1 na coluna referente ao 238
U.
5. Faça um novo lançamento com o número de 238
U calculado na alínea
anterior.
6. Repita o procedimento dos pontos 3, 4 e 5.
7. Faça este procedimento num total de 15 vezes.
8. Transfira os resultados que registou no anexo para o anexo 2 e construa o
gráfico que corresponde ao decaimento observado.
Fig. 1
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 197
Anexo 1
Registo/apresentação de resultados
Fig. 2 Exemplo do registo/apresentação de resultados.
Fig. 3 Registo dos lançamentos efetuados (1 Ga corresponde
a 109
anos)
n Após cada lançamento, conte o número de dados que «sofreram decaimento».
o Subtraia esse número ao número de átomos de 238
U remanescentes…
p … e some-o ao número crescente de átomos de 206
Pb.
198 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Anexo 2
Interpretação de resultados
Discussão dos resultados
1. Indique que tipo de isótopo (isótopo-pai ou isótopo-filho) representa o dado com uma
pinta.
2. Indique, aproximadamente, o número de lançamentos que corresponde a um tempo de
semivida.
3. Compare o gráfico que construiu com os obtidos pelos outros colegas.
4. Indique a forma do gráfico que obteve.
5. Compare o gráfico que construiu com o gráfico teórico (Fig. 4).
Conclusão
Discuta o resultado experimental obtido durante as simulações à luz do modelo teórico
lecionado nas aulas.
Fig. 4 Gráfico do decaimento radioativo
(decaimento teórico e decamento após 15 lançamentos dos dados).
Adaptado de https://deq.nc.gov/about/divisions/energy-mineral-and-land-resources/north-carolina-geological-
survey/geoscience#answer-keys-and-rubrics (consultado em 27/03/2021)
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 199
Introdução
A Teoria da Deriva Continental partia do pressuposto de que os continentes se moviam e se
distanciavam uns dos outros, e apoiava-se numa série de argumentos, muitos dos quais
válidos, mas não explicava como o processo decorria. A Teoria da Expansão dos Fundos
Oceânicos, ao tentar explicar os dados fornecidos por sondagens efetuadas no fundo
oceânico e o próprio relevo submarino, contribuiu para a compreensão do afastamento das
massas continentais, validando a fragmentação da Pangeia e a migração dos continentes
resultantes dessa divisão para as posições atuais.
Questão-problema
Como se pode explicar a deriva dos continentes e a expansão dos fundos oceânicos?
Fundamentação teórica
Princípios e teorias
x Os continentes atuais estiveram unidos no passado, formando, até há cerca de 280 Ma a
200 Ma, um único supercontinente – Pangeia.
x A Pangeia fragmentou-se lentamente em continentes de menores dimensões, que se
foram deslocando até às posições ocupadas pelos continentes atuais.
x Os oceanos expandem-se devido à formação de nova crosta oceânica nos riftes, que
resulta da consolidação do magma proveniente do interior da Terra.
x A crosta oceânica é destruída ao nível das fossas oceânicas. A datação radiométrica
permite determinar a idade absoluta das rochas (em milhões de anos – Ma).
Conceitos
Pangeia; deriva dos continentes; expansão dos fundos oceânicos; riftes médio-oceânicos;
fossas oceânicas.
Procedimento experimental
Materiais
x Placa de papel cartonado/cartolina (com, aproximadamente, 30 cm de altura e 12 cm de
largura);
x Tesouras;
x Pedaço de esferovite (20 cm x 20 cm) com 5 cm de espessura;
x Régua;
x Fita-cola transparente;
x Fotocópias do anexo 3.
Simulação da expansão dos fundos oceânicos
Atividade colaborativa
Atividade prática 2
200 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Método
1. Corte o papel cartonado/cartolina em A, B e C, de acordo com a figura 1.
2. Corte as duas tiras de papel do anexo 3.
Fig. 1 Esquema do papel cartonado/cartolina com indicações das zones de corte.
3. Coloque as duas tiras de papel nas ranhuras do papel cartonado/cartolina, de acordo com
a figura 2.
Fig. 2 Esquema da introdução das tiras de papel cartonado/cartolina
nas ranhuras de papel cartonado.
4. Coloque um pedaço de fita-cola transparente a unir as duas tiras de papel, como
representado na figura 2.
5. Puxe devagar as duas tiras de papel através da pontas, de modo que os números que se
encontram nas tiras fiquem simétricos.
6. Observe a movimentações dos locais 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20 e 21.
7. Registe as suas observações.
8. Corte a placa de esferovite ao meio da forma representada.
9. Volte a colocar as tiras na posição inicial (ver figura 2) e cole (com fita-cola) as duas
porções de esferovite de forma a encaixarem uma na outra, mas cada parte em cima de
cada uma das tiras de papel.
10. Repita o passo número 5.
11. Registe as suas observações.
Nota para o Professor: Pode solicitar
aos alunos que pintem as bandas
simétricas em relação ao rifte.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 201
Registo/apresentação de resultados
Registo das observações
Sem esferovite Com esferovite
Dados adicionais
Os dados do navio Glomar Challenger permitem fazer uma conexão com a ciência real.
Local Idade dos sedimentos (Ma) Distância ao rifte (km)
14 40 745
15 24 422
16 11 221
17 33 718
18 26 506
19 49 1010
20 67 1303
Discussão dos resultados
1. Indique a que corresponde, na Terra, as ranhuras A, B e C.
2. Indique o que representam as placas de esferovite em cima da tira do papel, no início e
no final da experiência.
3. Explique o que se tentou simular com a realização dos passos 5 e 10 do procedimento.
4. Calcule a velocidade média de expansão do fundo oceânico na atividade realizada em
cm/ano, considerando os dados fornecidos.
5. Considerando a idade da Terra, explique por que razão os fundos oceânicos mais antigos
só têm entre 280 Ma a 200 Ma.
Conclusão
Explique como a atividade realizada permite responder à questão-problema.
Adaptado de www.researchgate.net/publication/249521102_Modeling_seafloor-spreading_rates_through_time e
https://ucmp.berkeley.edu/fosrec/Metzger3.html (consultado em 27/03/2021)
202 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Anexo 3
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Fig. 3
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 203
Introdução
Durante uma erupção vulcânica são expelidos vários materiais do interior da Terra para a
superfície terrestre. Um desses materiais é a lava, que corresponde à fração líquida do
magma, parcialmente desgaseificada. De acordo com certas propriedades, as lavas podem
comportar-se de forma diferente. Uma dessas propriedades é a viscosidade, que representa
a resistência da lava em fluir. A viscosidade condiciona a velocidade de progressão da lava,
assim como, em grande escala, o tipo de erupção vulcânica.
Questões-problema
Que fatores condicionam a viscosidade da lava?
Qual a relação entre a viscosidade da lava e a sua velocidade
de progressão?
Como é que a viscosidade da lava influencia o tipo de
atividade vulcânica?
Fundamentação teórica
Princípios e teorias
x A viscosidade é uma propriedade que representa a resistência de uma determinada
substância em fluir.
x A composição e a temperatura do magma em ascensão, ou da lava que se forma a partir
dele, influenciam a sua viscosidade.
x A viscosidade do magma/lava condiciona o tipo de atividade vulcânica.
x Na atividade vulcânica efusiva, a lava é pouco viscosa e a erupção calma.
x A expulsão de lava pouco viscosa, a elevadas temperaturas, é geralmente rápida e muito
abundante, cobrindo extensas áreas.
x Na atividade vulcânica explosiva, a lava é muito viscosa e a erupção é, geralmente,
violenta.
x A expulsão de lava muito viscosa, de menor temperatura, é geralmente lenta e
frequentemente não chega a derramar.
x A lava muito viscosa solidifica frequentemente na chaminé vulcânica ou na cratera,
originando domos ou agulhas vulcânicas.
x Os diferentes tipos de atividade vulcânica estão associados a diferentes riscos.
Conceitos
Viscosidade; magma; lava; atividade vulcânica efusiva; atividade vulcânica explosiva; risco
vulcânico.
Relação entre a viscosidade de um fluido e a sua velocidade de progressão
Atividade colaborativa
Atividade prática 3
Nota para o Professor: Antes
do início desta experiência,
pode contextualizar situações
reais de erupções vulcânicas,
como o caso do vulcão
Nyiragongo (República
Democrática do Congo) e do
Monte de Saint Helens (EUA).
204 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Procedimento experimental
Material (por grupo)
Um tipo de substância para cada grupo (caramelo, geleia, mel, gel de banho e ketchup); placa
de aquecimento; 1 gobelé; termómetro; 8 tubos de ensaio; 3 varetas; 3 colheres de
sobremesa; 1 suporte para tubos de ensaio; 2 tabuleiros ou plataformas (com,
aproximadamente, 25 cm de largura por 75 cm de comprimento); uma caneta de acetato;
cronómetro; régua.
Método
1. Coloque o gobelé contendo água na placa de aquecimento, até atingir a temperatura de
50 o
C.
2. Prepare os seguintes tubos:
– tubos A e B, com uma colher da substância;
– tubos C e D, com uma colher da substância + meia colher de açúcar.
3. Agite os tubos, com um com uma vareta diferente.
4. Coloque os tubos B e D no suporte e, de seguida, no gobelé. Deixe aquecer durante 2
minutos.
5. Marque uma linha de partida e de fim (a 15 cm da linha de partida) no
tabuleiro/plataforma com uma caneta de acetato.
6. Incline o tabuleiro/plataforma, tal como observa na figura 1.
Fig. 1 Esquema do tabuleiro/plataforma para a escorrência de substâncias.
7. Retire os tubos do gobelé e verta o seu conteúdo por cima da linha de partida, em locais
diferentes. Cronometre o tempo que cada substância demora a atingir a linha de fim.
Registe os resultados na tabela I.
8. Verta o conteúdo dos tubos A e C para outros 2 locais da linha de partida. Cronometre o
tempo que a substância demora a atingir a linha de fim. Registe os resultados na tabela I.
9. Prepare de novo os tubos B e D, de acordo com as indicações fornecidas no passo 2.
10. Repita os passos anteriores para os tubos B e D para temperaturas de 100 o
C.
11. Repita o passo 9 e aqueça os tubos a 200 o
C. Verta sobre o tabuleiro/plataforma e registe
os resultados.
12. Calcule, para cada um dos tubos utilizados, a velocidade de progressão da substância ou
mistura das substâncias às diferentes temperaturas (tabela II).
13. Compare os resultados obtidos pelo seu grupo com os dos outros grupos.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 205
Registo/apresentação de resultados
Tabela I
Substância: ______________________
Tempo (s)
Substância Substância + açúcar
À temperatura ambiente
A 50 oC
A 100 oC
A 200 oC
Tabela II Velocidade de progressão das diferentes substâncias a diferentes temperaturas.
Tubo A Tubo B Tubo C Tubo D
Temperatura ambiente 50 oC 100 oC 200 oC ambiente 50 o C 100 oC 200 oC
Tempo de
progressão (s)
Velocidade
de progressão =
distância/tempo
(cm/s)
Discussão de resultados
1. Mencione por que motivo foram usados os tubos A e C.
2. Refira que característica da lava é simulada com a variação das substâncias utilizadas.
3. Explique a função do açúcar nesta experiência.
4. Identifique a variável dependente desta experiência.
5. Indique a substância mais viscosa utilizada por todos os grupos.
6. Indique os fatores testados nesta experiência que provocam a variação da viscosidade de
uma determinada lava.
7. Relacione a viscosidade da substância com a velocidade de progressão no tabuleiro.
8. Relacione a temperatura da lava com a sua viscosidade.
9. Associe duas das substâncias utilizadas aos tipos de atividade vulcânica: efusiva e explosiva.
10. Relacione a viscosidade da lava com o risco para as populações.
Conclusão
Responda às questões-problema.
Adaptado de Edwards, B., Teasdale  Myers. (2006). Active Learning Strategies for Constructing Knowledge of Viscosity
Controls on Lava Flow Emplacement, Textures and Volcanic Hazards. Journal of Geoscience Education. 54. 603-609.
10.5408/1089-9995-54.5.603.
www.researchgate.net/publication/232734703_Active_Learning_Strategies_for_Constructing_Knowledge_of_Viscosity_
Controls_on_Lava_Flow_Emplacement_Textures_and_Volcanic_Hazards/citation/download (consultado em 23/03/2021)
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 207
[Concebido pelo Prof. Doutor Luís Matias, com dados do IPMA e do Instituto Dom Luiz (FCUL)]
Questão-problema
Como determinar graficamente o epicentro de um sismo?
Dados
Um sismo ocorrido a 15 de janeiro de 2018, pelas 11h51, sentido em todo o Alentejo e na
região de Lisboa e Vale do Tejo, foi registado pela rede sísmica do Instituto Português do Mar
e da Atmosfera (IPMA). Os sismogramas obtidos nas estações sismográficas de Leiria (PSBE),
Estremoz (PESTR) e Beja (PBEJ) permitem identificar a chegada das ondas P e S e respetivos
intervalos S-P (figuras 1 e 2).
Fig. 1 Localização geográfica das estações sismográficas de Leiria, Estremoz e Beja.
Determinação do epicentro de um sismo (págs. 152 e 153 do Manual – Vol. 1)
Atividade individual
Atividade prática 4
208 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Fig. 2 Sismogramas obtidos em cada estação sismográfica.
As linhas a vermelho correspondem aos tempos de
chegada das ondas P e S.
Fig. 3 Gráfico da relação tempo/distância
das ondas sísmicas.
Interpretação dos dados
1. Preencha a tabela I com base nos sismogramas da figura 2 e no gráfico da relação
tempo/distância da figura 3.
Tabela I
Estação sismográfica Intervalo S-P (s) Distância ao epicentro (km)
Leiria
Estremoz
Beja
2. Tendo em consideração a escala do mapa, determine graficamente o epicentro deste
sismo no mapa da figura 1.
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Introdução
Ao projetar um edifício ou estrutura, os engenheiros consideram várias forças. Quando um
sismo ocorre, as vibrações do solo fazem vibrar as fundações dos edifícios e essas vibrações
transmitem-se debaixo para cima, ao longo de toda a sua estrutura. As acelerações
horizontais geradas ao nível do solo e dos pisos dependem das características do movimento
sísmico e do próprio edifício. A escolha dos materiais e a altura dos edifícios revelam-se
fatores muito importantes. Todas as estruturas devem ser projetadas com capacidade para
suportar com as forças que atuam sobre elas, nomeadamente as provocadas durante a
ocorrência de um sismo, para que não prejudiquem as pessoas e os seus bens, isto é, para
que diminuam o risco sísmico.
Questões-problema
Qual a influência dos materiais dos edifícios na sua resposta a um sismo?
Qual a influência da altura de um edifício na sua resposta a um sismo?
De que modo a estrutura dos edifícios pode diminuir o risco sísmico?
Fundamentação teórica
Princípios e teorias
x As ondas sísmicas ao provocarem vibrações nos materiais, durante a sua propagação,
geram forças, que podem afetar a estabilidade das construções.
x Quando a frequência das ondas sísmicas aumenta os edifícios podem sofrer graves danos.
x Geralmente, quanto mais alto for um edifício, menor a sua resistência às vibrações.
x Reforços na estrutura dos edifícios aumentam a sua estabilidade e resistência às vibrações
provocadas pelas ondas sísmicas.
x A gaiola pombalina confere maior estabilidade aos edifícios.
Conceitos: Ondas sísmicas; vibração; gaiola pombalina.
Desafio
Hoje você vai ser o(a) engenheiro(a) responsável pela construção de edifícios para uma
cidade. Assim, considere as etapas representadas na figura 1.
Fig. 1 Etapas do processo de design de engenharia.
Construção antissísmica e diminuição de risco sísmico
Atividade colaborativa / Design thinking
Atividade prática 5
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Procedimento experimental
Material
Para a mesa de agitação: 2 pedaços de papelão resistente
(tamanho A4); 2 elásticos espessos, duas bolas de ténis; 2 molas
pretas para papéis de 25 mm; uma régua de 20 cm; fita adesiva
masking.
Para o edifício: 2 pedaços de papelão resistente, de tamanho
inferior a A4; esparguete ou palhinhas ou palitos de espetadas,
todos com 10 cm de altura; marshmallows ou jumping clay ou
plasticina leve.
Método
Montagem da mesa de agitação
1. Coloque as duas bolas de ténis, afastadas 10 cm uma da outra, entre os dois pedaços de
papelão.
2. Prenda cada bola de ténis aos dois pedaços de papelão com um elástico espesso.
3. Prenda a régua, com a fita adesiva masking, sob o pedaço superior do papelão.
Nota: Cada vez que agitar a mesa, deve segurar o pedaço inferior de papelão com a sua mão.
Montagem do edifício
1. Desenhe, num papel, um edifício da altura que pretender e com estrutura a seu gosto.
2. Partilhe com os restantes elementos do grupo o seu desenho.
3. Escolha 2 ou 3 edifícios para construção.
4. Construa esses edifícios, em cima de cada pedaço de papelão, de tamanho inferior a A4, com
materiais à sua escolha.
5. À vez, coloque cada edifício construído em cima da mesa de agitação; prenda a base onde o
edifício foi construído com as duas molas pretas ao papelão superior da mesa de agitação.
Simulação do sismo
1. Abane a mesa de agitação, com o recurso à régua, para cada um dos tipos de edifícios. Tente
manter os mesmos movimentos.
2. Registe os resultados.
3. Compare com os resultados dos outros grupos e, caso seja necessário, otimize as construções
realizadas.
4. No caso de ter realizado alterações, volte a testar os edifícios recorrendo à mesa de agitação.
Nota para o Professor:
A mesa de agitação pode
também ser construída
com uma caixa de
sapatos, berlindes e uma
placa de cartão mais
pequena do que a caixa,
para colocar em cima
dos berlindes
(pode utilizar a tampa
da própria caixa).
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Registo/apresentação de resultados
Discussão de resultados
1. Explique de que forma a altura dos edifícios condiciona a sua estabilidade.
2. Explique de que forma os diferentes tipos de materiais com que se constroem os edifícios
condicionam a sua estabilidade.
3. Considerando a destruição provocada pelo sismo de 1755, explique a decisão tomada
pelo Marquês de Pombal, para a reconstrução dos edifícios da baixa de Lisboa.
Conclusão
Responda à questão-problema: De que modo a estrutura dos edifícios pode diminuir o risco
sísmico?
Adaptado de www.teachengineering.org/activities/view/cub_mechanics_lesson10_activity1 e
www.jpl.nasa.gov/edu/teach/activity/spaghetti-anyone/ (consultados em 29/03/2021).
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Introdução
A descoberta do núcleo da Terra – das suas dimensões e estado físico – teve como base
estudos geofísicos baseados, essencialmente, na análise de dados da sismologia. Os dados
recolhidos foram, portanto, obtidos a partir de métodos indiretos. Recorrendo a funções
matemáticas foi possível conhecer as dimensões do núcleo terrestre. Esta atividade prática
pretende simular, através de um modelo muito simples, como se propagam as ondas sísmicas
no interior da Terra e que informações podem revelar.
Questão-problema
Como é que os geofísicos descobriram a existência o núcleo da Terra e as suas dimensões?
Fundamentação teórica
Princípios e teorias
x De acordo com a Teoria do Ressalto Elástico, os sismos originam-se quando as tensões
acumuladas sobre os blocos rochosos ultrapassam os limites de elasticidade destes.
A energia até então acumulada é subitamente libertada sob a forma de ondas sísmicas.
x As ondas sísmicas profundas P e S podem atravessar o planeta. As ondas P e S têm a sua
propagação e velocidade condicionadas, pela rigidez e densidade dos materiais que
atravessam. As ondas S não atravessam materiais que não estejam no estado sólido.
x Superfície de descontinuidade: superfície que delimita dois meios com características
físicas e/ou químicas diferentes e leva à não propagação, ou à refração e/ou reflexão dos
raios incidentes (que podem ser de luz ou sísmicos), de acordo com o ângulo de
incidência.
x Zona de sombra sísmica: região da superfície terrestre que não é atingida por ondas
sísmicas profundas diretas emanadas de um sismo de grande magnitude.
x Os raios laser* são estreitos feixes de luz (fotões)
concentrada, monocromáticos e bastante intensos.
x As dimensões da Terra já eram conhecidas antes de
se conhecer a existência do núcleo e já sido
calculadas na antiguidade por Eratóstenes**.
x Trigonometria, função cosseno (Aprendizagens Essenciais de Matemática, 9.o
ano).
Fig. 1
Dimensões do núcleo da Terra
Atividade individual/colaborativa
Atividade prática 6
*Nota para o Professor: sobre este
assunto, consultar:
https://spaceplace.nasa.gov/laser/en/
**Nota para o Professor: sobre este
assunto, consultar: https://www.fc.up.pt/
mp/jcsantos/Eratostenes.html.
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Conceitos
Foco sísmico, ondas sísmicas profundas (P e S), raio sísmico, superfície de descontinuidade
sísmica, rigidez, densidade, reflexão e refração, cosseno.
Procedimento
Material
ƵĂƐƚŝŶĂƐĚĞǀŝĚƌŽ͕ƵŵĂŐƌĂŶĚĞ;уϮϱĐŵĚĞĚŝąŵĞƚƌŽͿĞƵŵĂŵĠĚŝĂ;у12 cm de diâmetro),
gobelé alto de 50 mы, ponteiro de visão laser, cartolina, marcador, compasso, régua
graduada, transferidor, calculadora (ou telemóvel se tiver calculadora com funções
trigonométricas), água e azeite.
Método
1. Numa cartolina marque, com um compasso, três círculos centrados e com as dimensões
dos recipientes que vai utilizar: tina grande, tina média e gobelé (figura 2).
Fig. 2 Esquema da marcação dos limites dos três recipientes.
2. Corte um retângulo de cartolina (com 6 cm x 4 cm) e faça um furo no centro com 1 cm
de diâmetro.
3. Cole na base da parede da tina grande o retângulo de papel/cartolina furado, com a base
maior para baixo. Use fita-cola nos lados, de modo a não cobrir o furo (figura 3).
Fig. 3 Retângulo com furo central.
4. Encha a tina grande com 4 cm de altura de água e coloque-a no centro da cartolina
(alinhada com a respetiva circunferência). Marque na cartolina, junto à circunferência da
tina, um ponto alinhado na vertical com o furo. Marque com um «F».
5. Encha uma tina média com 4 cm de altura de azeite e coloque-a no centro da cartolina
(guie-se pela respetiva circunferência).
6. Aproxime o ponteiro de visão laser do foco e, mantendo sempre o aparelho na horizontal,
ligue-o «varrendo» o interior da tina com o raio laser em todas as direções.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 215
7. Registe, na cartolina, com um «P», os locais, do perímetro da tina grande que delimitam
a zona onde a luz do laser não chega. Para visualizar melhor a área não iluminada coloque
um papel aderente à tina grande na zona oposta á origem da luz; tenha cuidado em não
desviar a tina da sua posição na cartolina (figura 4).
Fig. 4 Trajeto dos raios laser e marcação dos pontos «F» e «P».
ZS – zona de sobra (região não iluminada).
8. Coloque 5 cm de altura de água no gobelé e introduza-o no centro da tina com azeite
(sobre a respetiva circunferência).
9. Repita o procedimento do ponto 6. Tente iluminar a zona à qual anteriormente não
chegava a luz do laser. Registe como o conseguiu.
10. Retire as tinas de cima da cartolina. Una, com um marcador fino, o ponto «F» (ponto de
onde partia a luz do laser) ao centro das circunferências. Trace um segmento de reta que
una ainda um dos pontos «P», que marca o início da zona de sombra, ao ponto «F». Trace
outro segmento de reta, que parta do centro e seja perpendicular ao anterior (figura 5).
Fig. 5 r = raio da tina grande; rn = raio da tina média.
11. Meça o raio da tina grande e o ângulo indicado na figura 4.
12. Calcule o raio da tina média utilizando a fórmula relativa ao cosseno.
13. Compare o resultado obtido com uma medição desse segmento.
Registo/apresentação de resultados
Apresente a cartolina com o registo dos pontos «F» e «P», as medições e os resultados dos
cálculos pedidos. Pode ainda representar os raios laser através de esquemas, fotografias
(legendadas) ou pequenos vídeos com áudio explicativo do que é observado.
216 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Discussão dos resultados
1. Indique o que representam, respetivamente, o gobelé, a tina média, a tina grande, o
ponto «F» e o feixe de laser.
2. Indique que tipo de ondas sísmicas são simuladas pelo laser. Justifique por que razão não
poderão ser outras.
3. Explique a existência de uma zona que não é atingido pelo laser e compare com os
conhecimentos teórico sobre sismologia.
4. Refira se se verificaria uma zona de sombra para as ondas sísmicas se a Terra fosse
homogénea.
5. Indique uma característica física que muda da água para o azeite e que influencia a
propagação das ondas sísmicas.
6. Indique a que descontinuidade correspondem, respetivamente, as paredes da tina média
e do gobelé.
7. Refira que dados permitiram a Gutenberg calcular a profundidade a que se encontra o
núcleo externo e quais são as suas dimensões.
8. Explique, utilizando dados recolhidos na atividade realizada, que pista terá permitido a
Lehmann ter suspeitado da existência de um núcleo interno.
Conclusão
Responda à questão-problema.
Notas para o Professor: Esta atividade pretende que os alunos descubram que é possível “ver” o invisível
utilizando métodos indiretos e recorrendo a várias ciências, neste caso a física e a matemática. Visa também
mostrar a importância de modelos na construção do conhecimento científico.
Propomos que o professor faça uma discussão com os alunos sobre as vantagens e limitações do modelo
utilizado.
O modelo apresentado pode ser utlizado como base para os alunos idealizarem:
– uma demonstração da inexistência de zona de sombra se o interior da Terra fosse homogéneo (utilizando
apenas a tina maior com água e o feixe de laser).
– uma demonstração do comportamento das ondas S (utilizando, por exemplo, uma tina média de mesma
dimensão com areia em vez de azeite);
O protocolo apresentado está pensado para o Professor da disciplina de Biologia e Geologia aplicar numa aula
prática, mas consideramos que seria interessante, envolver a/o docente de matemática titular da turma. Nesse
caso os alunos procederiam apenas à recolha de dados relativos à localização da zona de sombra para os feixes
de laser e ao tamanho da tina maior, não lhes seriam disponibilizadas quaisquer outras informações (ex. função
cosseno) nem pedido para marcarem nenhuns ângulos. Sob a orientação do Professor de Matemática
explorariam a forma de chegar ao tamanho da tina média que corresponde ao limite do núcleo externo.
Podiam ainda utilizar os dados da literatura (ver manual) relativos à localização da sombra sísmica em
distâncias angulares relativas ao foco sísmico ou de valoras de distância epicentral.
A exploração conjunta com a/o docente de Física e Química A está condicionada pelo facto de os fenómenos
ondulatórios constituírem aprendizagens essenciais da disciplina, mas apenas no 11.o ano.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 217
Introdução
A osmose é o movimento da água através de uma membrana semipermeável. Este
movimento é condicionado pela concentração total dos solutos existentes nos meios
intracelular e extracelular, determinando a passagem de água da solução menos
concentrada para a solução mais concentrada. Esta atividade pretende servir como um
modelo da deslocação da água através da membrana celular. No entanto, apresenta
limitações, pois as membranas externas do ovo, através das quais vai ocorrer a osmose,
não são membranas celulares, logo não apresentam permeabilidade seletiva, apesar de
serem igualmente semipermeáveis.
Questão-problema
Como pode um ovo servir de modelo para estudar a osmose nas células?
Fundamentação teórica
Princípios e teorias
• O ovo das aves é a célula sexual feminina,
fecundada ou não.
• A gema de um ovo não fertilizado, «saco de
nutrientes», é considerada uma célula visível a
olho nu, uma vez que está intimamente ligada
ao óvulo; no entanto, a parte celular funcional é
microscópica.
• A gema do ovo está suspensa num caldo de
água (cerca de 85%) e de proteína (a clara de
ovo).
• Externamente, o ovo tem uma casca de
carbonato de cálcio porosa, que é permeável
aos gases, mas impermeável aos líquidos.
• O ácido acético do vinagre remove, por
dissolução, a casca do ovo.
• O ovo é ainda constituído por membranas que são visíveis após a remoção da casca
rígida, sendo de natureza proteica; não são membranas plasmáticas, mas também são
semipermeáveis, isto é, são permeáveis a algumas substâncias, mas impermeáveis ou
pouco permeáveis a outras.
• A sacarose (o açúcar comum) é um dissacarídeo que, devido à sua dimensão, tem maior
dificuldade em atravessar as membranas do ovo do que os iões de Na+
e de Cl-
do sal.
• O movimento passivo da água através de uma membrana semipermeável denomina-se
osmose e ocorre do meio com menor concentração de soluto (meio hipotónico) para o
meio com maior concentração de soluto (meio hipertónico), até que as concentrações
se igualem de ambos os lados da membrana (os meios ficam isotónicos).
• Quando uma célula é colocada numa solução hipertónica, perde água, e diz-se que fica
plasmolisada – o fenómeno é a plasmólise. Quando uma célula é colocada numa solução
hipotónica, ganha água e fica túrgida – o fenómeno é a turgescência.
Osmose em células animais
Atividade colaborativa
Atividade de laboratório 1
Fig. 1 Composição de um ovo de ave.
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Conceitos
Membranas semipermeáveis, permeabilidade seletiva, osmose, meio hipertónico, meio
hipotónico, meios isotónicos, plasmólise e turgescência.
Procedimento
Material
• Ovos de codorniz*
• Vinagre
• Papel absorvente
• Caneta de acetato
• Balança de precisão
• Copos de precipitação (ou outros, ex. copos de plástico transparentes)
• Soro fisiológico
• Sacarose
• Sal
• Água destilada
Método
1. Mergulhe os ovos em vinagre até à remoção total da casca (1 a 3 dias para ovos de
codorniz, um pouco mais para ovos de galinha).
2. Marque os copos de precipitação com A, B, C e D, usando uma caneta de acetato.
3. Coloque 50 mL de água destilada no copo A.
4. Coloque 50 mL de soro fisiológico no copo B.
5. Prepare a solução saturada de sacarose.
6. Coloque 50 mL de solução de sacarose no copo C.
7. Prepare a solução saturada de sal (NaCl).
8. Coloque 50 mL de solução saturada de NaCl no copo D.
9. Retire os ovos do vinagre e lave-os rapidamente com água corrente. Se algum
fragmento da casca permanecer, tente removê-lo gentilmente.
10. Seque os ovos com papel absorvente.
11. Pese cada um na balança de precisão e registe o valor na tabela 1.
12. Coloque um ovo em cada copo.
13. Após duas horas, retire os ovos dos copos de precipitação, seque-os e pese-os. Registe
as suas observações na tabela 1. Registe também se observou alteração na forma e nas
membranas dos ovos.
* A utilização preferencial de ovos de codorniz prende-se unicamente com o facto de se economizar nos restantes
materiais necessários à atividade, mas podem ser utilizados ovos de galinha.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 219
Registo/apresentação de resultados
Tabela 1 – Registo das pesagens dos ovos.
A
Água destilada
B
Soro fisiológico
C
Solução saturada
de sacarose
D
Solução saturada
de NaCl
Pi
Peso inicial do ovo
(g)
Pf
Peso final do ovo
(g)
Variação peso (%) =
= 100 × (Pf – Pi)/Pi
Discussão dos resultados
1. Em relação ao uso do vinagre:
1.1 refira a necessidade do uso do ácido acético;
1.2 quando os ovos foram colocados em vinagre, visualizou-se uma efervescência com
o aparecimento de bolhas; indique a composição química dessas bolhas.
2. Discuta se realizou algum ensaio em que o meio utilizado fosse uma solução isotónica
relativamente ao ovo.
3. Identifique:
3.1 a variável independente;
3.2 a variável dependente.
4. Compare os resultados percentuais da variação do peso dos ovos dos copos:
4.1 A e B;
4.2 B, C e D.
5. Refira, além da osmose, que outro tipo de transporte pode ter ocorrido através da
membrana dos ovos.
6. Explique a escolha da variação do peso em percentagem e não em valores absolutos.
Conclusão
Responda à questão-problema.
Sugestão
Sugere-se que o Professor recolha os resultados de todos os grupos. Com esses dados,
poderá escolher, com os alunos, os que devem constar de uma tabela em Excel para
apresentação final dos resultados da turma. Poderá também discutir com a turma que
formato gráfico deve ser utilizado para que os resultados tenham uma leitura mais fácil,
mas sem comprometer o rigor, e discutir ainda a vantagem de integrar todos os resultados
obtidos.
Adaptado de www.exploratorium.edu/snacks/naked-egg (consultado em 02/04/2021)
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 221
Introdução
Os pigmentos fotossintéticos são a base para as plantas captarem a energia luminosa e
realizarem a síntese de compostos orgânicos. Conhecê-los um pouco melhor é o principal
objetivo desta atividade.
Questão-problema
Que pigmentos existem numa folha e como os podemos separar?
Fundamentação teórica
Princípios e noções gerais
• Nas plantas existem pigmentos de cor verde, as clorofilas – clorofila a (verde azulado) e
clorofila b (verde amarelado) –, e pigmentos laranjas ou amarelos, os carotenoides –
carotenos (tons de laranja) e xantofilas (tons de amarelo).
• Os pigmentos fotossintéticos têm regiões hidrofóbicas que lhes permitem ficar
«ancorados» nas membranas dos tilacoides dos cloroplastos.
• As folhas (e outros órgãos das plantas) podem ainda ter outros pigmentos com outras
funções, como as antocianinas (tons de vermelho) e os taninos (tons de castanho).
• Solução de clorofila bruta – solução com diversos pigmentos fotossintéticos extraídos de
uma planta (ou de outro ser vivo fotossintético).
• Cromatografia de papel – técnica que permite a separação de solutos em função da
solubilidade relativa de cada um. Os componentes mais solúveis sobem mais no papel
enquanto os outros ficam mais junto à base.
Conceitos
Pigmentos fotossintéticos (clorofilas e carotenoides), tilacoide, cloroplasto e cromatografia.
Procedimento experimental
Material
• Folhas de espinafre
• Almofariz e pilão
• Álcool a 95%
• Papel de filtro 10 cm × 10 cm
• Areia
• Copo de precipitação alto (100 mL)
• Funil
• Caixa de Petri
Método
1. Corte as folhas (com uma tesoura) em pequenos fragmentos para dentro do almofariz,
até encher cerca de metade do recipiente.
2. Adicione um pouco de areia.
3. Macere as folhas com o pilão.
4. Vá juntando pequenas quantidades de álcool até obter um líquido fortemente corado de
verde.
Extração de pigmentos fossintéticos e sua separação por cromatografia de papel
Atividade colaborativa
Atividade de laboratório 2
222 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
5. Prepare o copo de precipitação com o funil e o papel de filtro.
6. Filtre a mistura tentando não deixar cair os fragmentos das folhas para dentro do funil.
7. Transfira o filtrado para uma caixa de Petri.
8. Corte um retângulo de papel de filtro com 10 cm × 10 cm e dobre-o ao meio. Coloque-o
na caixa de Petri de modo a ficar com a dobra na vertical.
9. Aguarde e registe (por exemplo, com fotografias).
Registo/apresentação de resultados
Apresentação da folha de papel de filtro com os pigmentos devidamente identificados, ou
fotografia legendada.
Discussão dos resultados
1. Indique, relativamente ao procedimento, qual é a importância de:
1.1 macerar as folhas;
1.2 utilizar álcool e não água como solvente.
2. Indique os pigmentos presentes por ordem crescente da sua solubilidade em álcool.
3. As plantas que crescem na sombra têm geralmente maior concentração de clorofilas.
Justifique esse facto.
4. Os carotenoides nos cloroplastos também ajudam a absorver o excesso de energia e
dissipá-la como calor. Indique em que condições se encontram as folhas com maior
concentração destes pigmentos.
Conclusão
Responda à questão-problema.
Notas para o Professor: O Docente pode recolher as soluções de clorofila bruta que os alunos obtiveram e
articular com o/a colega de física e química algumas atividades complementares:
– Observação do fenómeno de fluorescência numa solução de clorofila bruta
Nos laboratórios de física há geralmente condições para, em segurança, fazer incidir uma luz ultravioleta na
solução de clorofila e observar a libertação de uma luz vermelha. O Docente pode explorar este aspeto para
evidenciar o mecanismo de captação da energia luminosa (pág. 127 do Manual, Vol. 2).
– Espetro de absorção de uma solução de clorofila bruta
Em alguns laboratórios de física e química há espetrofotómetros que podem ser utilizados. Dessa forma, os
alunos podem fazer uma comparação com o gráfico obtido e o espetro de ação da fotossíntese (pág. 126 do
Manual, Vol. 2) e discutir os resultados da sua investigação.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 223
Introdução
A taxa fotossintética corresponde à intensidade a que a fotossíntese se realiza. Recordando
que a fotossíntese é um processo que liberta oxigénio, podem encontrar-se diversas
estratégias para quantificar o oxigénio libertado e obter assim a taxa fotossintética. Nesta
atividade essa quantificação é apenas relativa.
Questão-problema
Como estudar de forma simples os fatores que afetam a taxa fotossintética?
Fundamentação teórica
Princípios e conceitos gerais
• Equação geral da fotossíntese:
• Estrutura da folha: nas folhas existem espaços vazios por onde circula o ar e que
permitem aos tecidos a realização de trocas gasosas. No espinafre, como em muitas
plantas, são mais abundantes na página inferior da folha (no parênquima clorofilino
lacunoso).
• A dissolução de hidrogenocarbonato de sódio na água liberta dióxido de carbono.
• As folhas estão cobertas por uma cutícula cerosa hidrofóbica.
• O detergente emulsiona os lípidos.
Conceitos
Fotossíntese, taxa fotossintética, tecido clorofilino, lacunas e cutícula.
Procedimento experimental
Material
• Folhas frescas de espinafre, de agrião ou de hera (folhas de crescimento rápido e com
concentração elevada de pigmentos fotossintéticos)
• Furador de papel de um furo (em opção furador de papel com dois furos e reservatório
para os discos cortados)
• Água
• Hidrogenocarbonato de sódio (bicarbonato de sódio: NaHCO3)
• Balança
• Detergente da loiça
• Seringa de 10 mL (sem agulha)
• Copo de plástico transparente ou copo de precipitação de 250 mL
• Lâmpada LED de 14 W
• Candeeiro de secretária
• Cronómetro (do relógio/telemóvel)
• Papel de alumínio (opcional)
Fotossíntese – taxa fotossintética
Atividade colaborativa
Atividade de laboratório 3
224 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Método
1. Faça uma solução de bicarbonato a 0,1% misturando
0,5 g de bicarbonato de sódio com 500 mL de água.
Adicione 1 ou 2 gotas de detergente da loiça a esta
solução e misture delicadamente, tentando evitar
fazer espuma na solução.
2. Usando o furador, corte 10 círculos das folhas (Fig. 1).
Evite as nervuras principais.
3. Remova o êmbolo da seringa. Coloque os discos de
folhas no cilindro da seringa. Recoloque o êmbolo
com cuidado para não tocar nem danificar os discos
das folhas (Fig. 2).
4. Verta 150 mL de solução de bicarbonato no copo.
Tente evitar fazer espuma.
5. Coloque a ponta da seringa na solução do copo e
aspire cerca de 6 a 8 mL de solução de bicarbonato
para a seringa. Os discos das folhas devem ficar a
flutuar na solução.
6. Segure a seringa com a ponta para cima e expulse o
ar empurrando o êmbolo com cuidado.
7. Tape a ponta da seringa firmemente com o dedo
polegar e puxe o êmbolo suavemente para trás,
criando um leve vácuo. Devem ver-se pequenas
bolhas a sair dos discos de folhas. Segure o êmbolo
por alguns segundos e depois solte-o, deixando-o
voltar à posição inicial (Fig. 3). Alguns discos devem
começar a afundar.
8. Repita a etapa anterior várias vezes (sempre com o
polegar a vedar a ponta da seringa), até que todos os discos se tenham afundado na
solução. Poderá ser necessário bater com os dedos na seringa para libertar as bolhas de
ar e fazer que todos os discos afundem.
9. Quando todos os discos de folhas estiverem afundados na solução, retire o polegar e,
com a seringa quase horizontal, remova cuidadosamente o êmbolo e despeje os discos
e a solução no copo. Todos os discos devem ficar no fundo do copo. Se algum flutuar,
remova-o.
10. Prepare o material para fazer a contagem do tempo e o registo.
11. Coloque o candeeiro para que a lâmpada fique suspensa cerca de 20 cm acima do copo.
12. A cada minuto registe o número de discos que atingem a superfície.
13. Quando todos os discos atingirem a superfície, coloque o copo na obscuridade de um
armário, e espere 50 minutos. Pode envolver o copo em papel de alumínio para evitar
qualquer penetração de luz.
14. Registe o que observou.
Fig. 1
Fig. 2
Fig. 3
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 225
Registo/apresentação de resultados
Construa uma tabela com os resultados obtidos a cada minuto. Transforme a tabela num gráfico
linear, com o tempo no eixo das abcissas (X) e o número de discos que chegam à superfície no eixo
das ordenadas (Y). Pode recorrer ao programa Microsoft Excel para a construção da tabela e para a
criação do gráfico. Pode ser feito um pequeno vídeo para visualização da subida dos discos. Nesse
caso, tente aproximar a câmara de forma a serem vistos pormenores, como as pequenas bolhas de
ar que se formam em redor dos discos.
Discussão dos resultados
1. Indique, relativamente ao procedimento, qual é a importância de utilizar:
1.1 bicarbonato de sódio;
1.2 detergente da loiça.
2. Considerando a estrutura de uma folha, explique por que razão os discos cortados
flutuam na água e, depois do procedimento assinalado nos pontos 7 e 8 do protocolo,
por que razão se afundam nela.
3. Os discos das folhas foram colocados numa situação ótima para a realização da
fotossíntese. Justifique esta afirmação.
4. Tendo em conta a equação geral da fotossíntese, explique a subida dos discos das folhas
na água do copo.
5. Construa uma hipótese que justifique os resultados obtidos na obscuridade.
6. Refira se esta atividade podia ser utilizada como base para o estudo da influência da
intensidade luminosa na taxa fotossintética. Explique sinteticamente como procederia.
7. Indique se considera possível que o método seguido nesta atividade seja utilizado para
pesquisa de outros fatores que afetam a taxa fotossintética. Em caso afirmativo, dê um
exemplo.
Conclusão
Responda à questão-problema.
Adaptado de www.exploratorium.edu/snacks/photosynthetic-floatation;
https://mrandersonscience.files.wordpress.com/2015/01/flda_original_protocol-1.pdf
(consultado em 02/04/2021)
Notas para o Professor: O Professor pode desafiar os alunos a idealizarem outras experiências com base
nesta atividade. Por exemplo:
– A importância do dióxido de carbono na atividade fotossintética
Montar um dispositivo idêntico e outro sem bicarbonato de sódio.
– A importância do comprimento de onda na atividade fotossintética
Montar um dispositivo idêntico e outros com filtros de várias cores no candeeiro.
– A importância da temperatura na atividade fotossintética
Montar um dispositivo idêntico, outro com o recipiente em banho-maria (ex. 30 °C) e outro com o recipiente
numa tina com gelo (usando recipientes de vidro de laboratório).
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 227
Dissecação de animais: porquê, para quê e como
A dissecação consiste no estudo da anatomia, na abertura e/ou separação de diferentes
órgãos ou outras peças anatómicas de seres vivos.
Por que fazer isso no contexto de aula?
As aulas de dissecação de animais têm um valor educacional associado ao desenvolvimento
de competências práticas e científicas, oferecendo ao Aluno a possibilidade de:
• aprender a constituição estrutural com base em órgãos reais e não apenas através de
esquemas;
• intuir/compreender a funcionalidade do órgão e a sua relação com a estrutura;
• pesquisar e problematizar, motivado pela curiosidade;
• desenvolver a capacidade de observação;
• associar as suas aprendizagens aos sentidos da visão, do olfato e do tato, construindo
momentos únicos de aprendizagem.
Que cuidados se devem ter e porquê?
Se bem que exista em cada grupo de alunos alguns que anseiam por este tipo de atividades,
outros, pelo contrário, receiam-nas e alguns questionam a sua relevância, apontando
questões éticas. Se os primeiros facilitam o trabalho do Professor, os outros não podem ser
esquecidos nem desrespeitados.
Questões éticas, morais ou religiosas
Há já algum tempo que não se usa o abate de animais em aulas práticas de Biologia. Assim,
os animais e ou órgãos utilizados são de animais que são utilizados para consumo humano
e que foram criados e abatidos de acordo com regras estritas para garantir o seu bem-estar
nas explorações de origem e reduzir o seu sofrimento durante o abate.
Para alguns alunos, estas aulas podem ser uma agressão às suas crenças religiosas
sensibilidade. Nesse caso, o Professor deve dar a liberdade de o aluno realizar ou não a
atividade. Pode permitir-lhe apenas observar ou só participar em alguns momentos. Se a
atividade for alvo de avaliação, esses alunos podem realizar um trabalho sobre o mesmo
assunto, mas mais teórico.
Este tipo de atividades pode levantar outro tipo de problemas, nomeadamente ao nível da
segurança. O manuseamento do material de dissecação, particularmente o bisturi, deve ser
explicado com clareza e, sempre que possível, o bisturi deve ser substituído pela tesoura.
Os professores devem ainda conferir que esse tipo de material permanece nos estojos
respetivos após a utilização.
Dissecação de animais
Atividade de laboratório 4
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 229
Introdução
Os peixes teleósteos, isto é, peixes com esqueleto ósseo, possuem superfícies respiratórias e
um sistema circulatório particulares, especialmente adaptados ao meio aquático. São
«parentes» afastados dos outros vertebrados que, de alguma forma, evoluíram a partir deles.
Algumas características do sistema circulatório dos vertebrados são comuns a todos eles, como
a existência de um sistema circulatório fechado com um coração em posição ventral.
Questão-problema
Que relação existe entre a estrutura e a localização das brânquias e do coração e a
oxigenação do sangue nos peixes?
Fundamentação teórica
Princípios e teorias
• Os peixes apresentam sistema circulatório fechado e hematose branquial.
• As brânquias (ou guelras) são estruturas filamentosas intensamente irrigadas, suportadas
por arcos branquiais e protegidas pelos opérculos.
• A circulação da água, com oxigénio dissolvido, entra pela boca, saindo, por contração da
cavidade bucal, para as brânquias e daí para o exterior através da fenda opercular.
• O coração dos peixes apresenta, aparentemente, quatro cavidades, mas só duas são
contráteis, há apenas uma aurícula e um ventrículo.
Conceitos
Brânquias, arcos branquiais, opérculo, fenda opercular, coração, aurícula e ventrículo.
Procedimento experimental
Material
• Um carapau fresco médio ou grande (pode ser
utilizada qualquer espécie de peixe teleósteo
marinho ou de água doce)
• Tabuleiro
• Material de dissecação: pinça, agulha, lanceta,
tesoura, sonda e bisturi
• Luvas
• Caixa de Petri
• Lupa binocular
• Água
Dissecação de um peixe: brânquias e coração
Atividade de laboratório 4A
Fig. 1
230 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Método
1. Coloque o peixe no tabuleiro. Abra a boca do
peixe e observe a comunicação da cavidade
bucal com as brânquias, introduzindo a sonda
pela fenda opercular.
2. Remova um dos opérculos, com o bisturi ou com
a tesoura, e observe a estrutura das brânquias.
3. Remova um dos arcos branquiais com a tesoura.
4. Coloque o arco branquial numa caixa de Petri e
observe com a lupa binocular. Cubra a brânquia
com água e observe novamente. Registe a
diferença que encontra.
5. Use uma tesoura para fazer o corte indicado na
figura 2.
6. Remova cuidadosamente o coração. Observe e
registe.
Registo/apresentação de resultados
Elabore esquemas e/ou faça registos fotográficos devidamente legendados.
Discussão dos resultados
1. Relacione a estrutura das brânquias com a grande dimensão da sua superfície.
2. Indique como se pode comprovar que as brânquias são fortemente irrigadas.
3. O carapau, um nadador rápido que vive nos oceanos, tem uma fenda opercular muito
maior relativamente à de uma enguia, um peixe que vive no fundo dos rios. Explique a
relação entre as diferenças estruturais indicadas e o modo de vida de cada animal.
4. Apesar da eficiência das brânquias na hematose, um peixe asfixia quando é retirado da
água. Considerando as suas observações, explique a razão deste facto.
5. Refira por que razão o sangue do coração é mais escuro do que o das brânquias.
6. Explique, indicando dados das suas observações, como se pode concluir que no coração
dos peixes circula apenas sangue venoso.
7. O coração dos peixes localiza-se muito próximo das brânquias. Relacione este facto com
o sistema de circulação dos peixes.
Conclusão
Responda à questão-problema.
Fig. 2
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 231
Notas para o Professor:
O Professor pode aproveitar para referir pormenores da anatomia externa do peixe
(figura 3) e mostrar os diversos órgãos internos. Pode também comparar a anatomia do
peixe com a do ser humano, descobrindo paralelismos que os alunos não suspeitariam.
Dessa forma, estará a introduzir discretamente alguns aspetos relativos à evolução, uma
aprendizagem essencial do 11.o
ano.
Fig. 3 Anatomia externa e interna de um peixe teleósteo.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 233
Introdução
O coração é um órgão fascinante. É uma «bomba» que durante décadas bombeia o sangue
para todos os órgãos do corpo. A sua estrutura revela a forma como o sangue circula no seu
interior e permite inferir o trajeto do sangue no corpo.
Questão-problema
Que relações existem entre a morfologia (estrutura) e a fisiologia (funcionamento) do
coração de um mamífero?
Fundamentação teórica
Princípios e teorias
• O coração é o órgão central do sistema cardiovascular dos mamíferos, pois é uma estrutura
vital para a circulação do sangue, cuja função principal é distribuir nutrientes e oxigénio e
remover os produtos de excreção.
• Nos mamíferos, a circulação é dupla e completa. O seu coração tem quatro cavidades: duas
aurículas e dois ventrículos.
• Existe um septo que separa completamente os dois ventrículos.
• Nas cavidades cardíacas do lado direito circula sangue venoso, e nas do lado esquerdo
sangue arterial.
• Cada aurícula abre para um ventrículo através de uma válvula que impede o refluxo de
sangue.
• À saída dos ventrículos existem válvulas sigmoides.
• As artérias coronárias fornecem sangue oxigenado ao músculo cardíaco – miocárdio.
Conceitos
Coração, miocárdio, cavidades e válvulas cardíacas, vasos sanguíneos, circulação dupla e
completa.
Procedimento experimental
Material
• Coração de porco
• Tabuleiro de dissecação (ou outro facilmente lavável)
• Materiais de dissecação: bisturi, sonda, tesoura, agulha e lanceta
• Luvas
Método
1. Morfologia externa do coração.
1.1 Coloque o coração no tabuleiro de dissecação.
1.2 Para poder fazer a identificação das estruturas através de esquemas ou de
fotografias, deve identificar a face ventral, o que é relativamente fácil pois é mais
arredondada.
1.3 Descubra, por palpação, os ventrículos (muito mais volumosos e consistentes) e as
aurículas (que apresentam uma prega lateral).
Dissecação de um coração de porco
Atividade de laboratório 4B
234 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1.4 Distinga as artérias das veias. As artérias têm paredes muito mais resistentes e
espessas e uma coloração mais clara.
1.5 Observe as coronárias. Faça um corte transversal numa (use o bisturi) e introduza
uma agulha de dissecação para testar a resistência da sua parede. Identifique se é
uma artéria ou uma veia.
1.6 Faça a legenda do esquema da figura (pode não dispor de todas as estruturas, por
terem sido removidas pelo fornecedor).
2. Morfologia interna do coração
2.1 Coloque o coração no tabuleiro de dissecação com a face ventral virada para cima.
2.2 Realize os cortes indicados na figura.
2.2.1Comece por dissecar a parte à sua esquerda: iniciando o corte pela artéria
pulmonar, avance em direção ao sulco intraventricular e, com o coração
assente no tabuleiro, corte a parede do ventrículo direito com um bisturi.
2.2.2Proceda de igual forma para a parte à sua direita.
2.3 Compare a espessura da parede dos dois ventrículos.
2.4 Observe as válvulas arteriais/sigmoides (em forma de meia lua) e as válvulas
auriculoventriculares (membranas esbranquiçadas associadas a filamentos da
mesma cor). Com uma pinça, explore a sua elasticidade.
2.5 Faça a legenda da figura 4.
Registo/apresentação de resultados
Fig. 4
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 235
Discussão dos resultados
1. Relacione a circulação sanguínea com as diferenças que se encontram na espessura das
paredes:
1.1 das aurículas relativamente à dos ventrículos;
1.2 dos dois ventrículos.
2. Refira de que modo a estrutura das paredes de artérias e veias reflete a função de cada
vaso.
3. Explique por que razão as coronárias estão localizadas na periferia do coração.
4. Relacione o tipo de sangue transportado pelas veias (cavas e pulmonares) com as
cavidades cardíacas onde se inserem.
5. Indique a função das válvulas sigmoides e das válvulas auriculoventriculares.
6. Explique de que forma a estrutura do coração de um mamífero revela que apresenta
uma circulação dupla e completa.
Conclusão
Responda à questão-problema.
Notas para o Professor: Se quando for feita a encomenda dos corações para dissecação pedir um coração
com os pulmões garante que tem um coração com os vasos sanguíneos associados e pode ainda explorar
mais alguns órgãos, como o esófago e os pulmões.
Relativamente ao esófago, é interessante mostrar a espessura e a elasticidade da parede, bem com a
presença de tecido muscular (e referir a sua relação com os movimentos peristálticos).
Quanto aos pulmões, é útil mostrar a sua elasticidade, fazendo uma demonstração muito simples e
recorrendo a equipamento que existe nos laboratórios de física e química – uma bomba de vácuo. Sugere-se
o envolvimento do Professor dessa disciplina para transformar uma bomba de vácuo num compressor
(processo muito fácil). Então basta ligar o tubo que expele o ar à traqueia e ver os pulmões inflar
dramaticamente, aumentando em muito o seu volume. Se alguma região não se dilatar é porque está
danificada e deixa escapar o ar. Desligando o aparelho, a elasticidade do pulmão fá-lo retomar o volume
inicial. O Professor pode então lançar algumas questões para discussão:
– Que movimentos da caixa torácica implicam contrações musculares com gastos energéticos?
– Que estrutura permite a aderência dos pulmões à caixa torácica e ao diafragma? Se não existisse o que
aconteceria?
Na sua demonstração, o Professor pode ainda cortar um fragmento do pulmão e colocar em água,
evidenciando que flutua. Os alunos devem encontrar a razão de tal facto. Propõe-se ainda permitir que os
alunos explorem, através do tato, um fragmento de pulmão. Certamente vão referir a existência de
estruturas tubulares rígidas (brônquios). É uma oportunidade para o Professor questionar os alunos sobre se
conhecem estruturas similares noutros animais (traqueias dos insetos) e se têm uma função idêntica.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 237
O MICROSCÓPIO ÓTICO COMPOSTO (MOC)
A utilização do microscópio ótico implica vários conhecimentos e procedimentos com que os
alunos devem estar familiarizados.
Constituição de um microscópio ótico composto (MOC)
O MOC é constituído por duas partes: uma parte mecânica e uma parte ótica. Cada parte engloba
uma série de componentes com diferentes funções (Fig. 1). No seu conjunto, a parte ótica permite a
obtenção da imagem e a mecânica serve para dar estabilidade e suporte à parte ótica.
Fig. 1 Constituição de um microscópio ótico composto (MOC). Os elementos da parte mecânica estão
representados a laranja e os da parte ótica estão a verde.
Obervação de células ao microscópio
Tubo (ou canhão) • Cilindro que suporta os sistemas de lentes, com a ocular na
extremidade superior e o revólver, com as objetivas, na extremidade inferior.
Nos microscópios monoculares (com uma só ocular), o tubo é um cilindro reto
ou oblíquo. Nos microscópios binoculares (com duas oculares), o tubo pode ser
inclinado e a distância entre as duas oculares pode ser ajustada em função
do espaço entre os olhos de cada observador.
Revólver (ou tambor) • Peça giratória adaptada à parte
inferior do tubo, onde estão inseridas as lentes das
objetivas de diferentes ampliações, e que, por rotação,
permite trocar de objetiva. Gira-se o revólver sempre
de uma objetiva de menor ampliação para a de maior
ampliação ao lado.
Braço (ou coluna) • Peça fixa
à base, na qual estão aplicadas
todas as outras partes
constituintes mecânicas, como
o tubo, a platina, o porta-
-condensador e os parafusos
macro e micrométrico). Pode ser
reclinável ou fixo.
Platina • Peça circular,
quadrada ou retangular, paralela
à base, onde se coloca a
preparação a observar,
possuindo, no centro, um orifício
circular ou alongado que
possibilita a passagem dos raios
luminosos captados pelo
espelho e concentrados
(direcionados) pelo condensador
e pelo diafragma, passando pelo
material, pela objetiva e pela
ocular até à retina do
observador.
Charriot • Peça opcional,
na platina, que permite
o deslocamento da preparação.
Pé (ou base) • Suporta o microscópio,
assegurando a sua estabilidade.
Lente ocular • Encaixada na extremidade
superior do tubo, a sua função é aumentar
a imagem fornecida pela objetiva. O aumento
fornecido pela ocular está geralmente inscrito
nela. Por exemplo: 5×; 8×; 10×.
Condensador e diafragma • Localizados
abaixo da platina.
Condensador • É constituído por um
conjunto de lentes que concentram os
raios luminosos, fazendo-os incidir na
preparação. Assim, a luz é distribuída
regularmente no campo visual do
microscópio.
Diafragma • Está associado ao
condensador e permite regular
a intensidade luminosa no campo visual
do microscópio. Por norma, ao utilizar
as objetivas de pequena ampliação, deve
ser fechado para eliminar os raios laterais.
Deve ser aberto quando se utilizam
as objetivas de maior ampliação.
Lentes objetivas • Encaixadas no
revólver, permitem a ampliação
da imagem de um objeto.
O aumento fornecido por cada
objetiva encontra-se inscrito em
cada uma. Para se utilizar
a objetiva de 100× coloca-se uma
gota de óleo de cedro (gota de
imersão) em cima da lamela;
isso permite um maior
aproveitamento de luz, pois com
a objetiva seca parte dos feixes
luminosos são desviados.
Fonte de luz ou espelho • Peça encaixada por
baixo do condensador. Existem vários tipos de
fontes luminosas, podendo ser uma lâmpada
(iluminação artificial), ou um espelho que reflita
a luz solar (iluminação natural). O espelho
quando existe tem duas faces: uma plana, usada
nas grandes ampliações, incluindo a de imersão,
uma vez que capta e projeta os raios luminosos
paralelos e divergentes; e a face côncava, usada
nas pequenas ampliações, uma vez que capta
e projeta os raios convergentes.
Parafuso macrométrico • Botão
que se roda para fazer movimentos
de grande amplitude no tubo ou
na platina. É necessário para fazer
a focagem. Permite um movimento
vertical de 7,5 cm.
Parafuso micrométrico • Botão
que se roda para fazer movimentos
de amplitude reduzida no tubo
ou na platina. Permite completar
a focagem. O movimento
é no máximo de 2 milésimos
de milímetros (2 μm).
1
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13
Apoio à atividade
de laboratório
238 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Funcionamento do MOC e características da imagem obtida
O MOC permite observar material biológico ampliado e em pormenor, usando um feixe de luz que
atravessa o objeto. A imagem é então ampliada pela objetiva, seguidamente é transmitida a um
espelho (no canhão) e, finalmente, sofre nova ampliação pela ocular. Esse percurso dos raios
luminosos justifica as características da imagem que o observador vê. Relativamente ao objeto
real, a imagem obtida ao MOC é ampliada, invertida e simétrica.
O poder de ampliação e a resolução permitem tornar visível ao olho do ser humano objetos que
sem o MOC são invisíveis. A ampliação a que se observa o objeto é calculada multiplicando a
ampliação da ocular pela ampliação da objetiva. A resolução é a menor distância a que devem
estar dois pontos para que possam ser observados como distintos. O MOC tem um limite de
resolução de 0,3-0,2 μm. O poder de resolução depende da abertura numérica da objetiva, do
comprimento de onda da luz utilizada e da refração que o meio oferece.
O que se observa focado ao MOC é função da profundidade de campo, que se define como a
variação da posição de foco da objetiva que não provoca alterações na acuidade visual e nitidez
da imagem de um ponto no centro do campo. A profundidade de campo, bem como o campo de
visão, são inversamente proporcionais à ampliação. Em termos práticos, aumentar a ampliação
implica reduzir o campo de visão e ter maior dificuldade em focar o objeto.
PREPARAÇÃO DO MATERIAL PARA OBSERVAÇÃO AO MOC
Preparações temporárias ou definitivas
Para observação ao microscópio, o material biológico deverá ser preparado numa camada muito
fina entre lâmina e lamela, para poder ser examinado, pois a luz tem de atravessar o conjunto –
a preparação biológica. As preparações são normalmente constituídas por quatro elementos,
a saber: a lâmina, o meio de montagem, o objeto biológico em estudo e a lamela.
As preparações biológicas podem ser temporárias ou definitivas, se apresentam, respetivamente,
curta ou longa duração. As preparações temporárias permitem observar o material vivo, inclusive
no seu meio normal de vida: água salgada, água doce ou fluidos corporais. Esses meios, nos quais
se encontram as células a observar, constituem o meio de montagem. O soro fisiológico e a
solução de Ringer são soluções isotónicas que permitem manter, em equilíbrio hídrico,
respetivamente, células animais e células vegetais vivas.
As preparações temporárias têm uma duração limitada, uma vez que o meio de montagem
evapora e as células também se degradam e autodestroem por autólise.
Nas preparações definitivas, como as que se podem adquirir a empresas especializadas, o
material é submetido a técnicas morosas que requerem equipamento especializado. Apesar de
não permitirem observar material biológico vivo, têm a vantagem de a preparação ter uma
grande durabilidade. Nas aulas de microscopia só se irão efetuar preparações temporárias, mas o
estudo destas pode e deve ser complementado com a utilização de preparações definitivas,
porque a qualidade das mesmas, nomeadamente os cortes histológicos, permite visualizar
estruturas que de outra forma não seriam observáveis. Estas preparações apresentam ainda uma
mais-valia em termos didáticos, pois, devido a técnicas de coloração diversas, põem em evidência
determinadas estruturas celulares, extracelulares e ultracelulares.
Técnicas de coloração
As células apresentam estruturas muito transparentes que não contrastam suficientemente de
modo a tornarem-se distintas umas das outras. As exceções são os cloroplastos e os vacúolos, que
têm pigmentos hidrossolúveis das células vegetais, e os cromatóforos, que são células animais
especializadas. A função dos corantes é dar maior contraste/evidência a estruturas celulares que,
pela sua transparência e fraco contraste ótico, se tornariam difíceis de observar.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 239
Existem corantes vitais e corantes não vitais; os primeiros mantêm o material biológico vivo e os
segundos não. No entanto, o mesmo corante pode ser vital ou não, dependendo da concentração
em que se usa. Os corantes vitais são geralmente usados em concentrações muito baixas.
Não existe uma técnica de coloração que ponha em evidência todas as estruturas celulares.
A coloração das células deve-se sobretudo à combinação dos corantes com as
proteínas, dependendo da sua carga elétrica. Por esta razão, o facto de os corantes poderem
corar especificamente um organelo e não outro – corantes seletivos – está relacionado com a
diferença de cargas elétricas existente entre as proteínas dos diferentes organelos celulares e os
corantes que a elas se podem ligar quimicamente. Assim, quando colocamos corante azul (ex. azul
de metileno) numa preparação, podemos verificar de início que toda a preparação fica azul, mas,
se lavarmos a preparação, o corante que não se encontra ligado a nenhuma estrutura é arrastado.
Nas preparações definitivas é frequentemente utilizado mais do que um corante. Em preparações
de cortes histológicos de tecidos animais, a técnica de coloração mais utilizada é da hematoxilina-
eosina. A hematoxilina (hemateína) cora substâncias ácidas presentes no núcleo (ácidos
nucleicos) e a eosina cora os compostos básicos do tecido, como o citoplasma. Em cortes
histológicos de órgãos vegetais apenas as paredes são visíveis e geralmente apresentam-se
coradas de forma diferenciada, de acordo com a presença ou não de lenhina.
A tabela 1 indica alguns corantes de uso comum e a sua aplicabilidade.
Tabela 1
Corante Aplicabilidade
Vermelho neutro
Em espécimes animais e vegetais. Cora o núcleo e alguns
organelos como os lisossomas e os vacúolos.
Pode ser utilizado para evidenciar tecidos e seres planctónicos.
É um corante vital.
Azul de metileno
Em espécimes animais e vegetais.
Cora rapidamente o núcleo.
É um corante vital.
Carmim acético
Em espécimes animais.
Cora o núcleo.
Safranina
Em espécimes animais e vegetais.
Cora o núcleo.
Em tecidos vegetais cora as paredes lenhificadas
Solução de Fehling A + B
Deteta a presença de açúcares redutores (monossacarídeos, como
a glucose, e dissacarídeos, como a maltose e a lactose) e aldeídos.
Soluto de lugol
Em espécimes vegetais.
Cora estruturas com amilose.
A aplicação do corante pode ser feita de diferentes formas.
Coloração por imersão
Nesta técnica de coloração, o material biológico fica
imerso durante algum tempo no corante selecionado
(Fig. 2).
Fig. 2 Técnica de
coloração por imersão.
240 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Coloração por irrigação
Na técnica de coloração por irrigação substitui-se o meio de montagem de uma preparação pelo
corante. Para tal, coloca-se o corante num dos lados da preparação e, no outro lado, absorve-se o
meio original com papel absorvente (Fig. 3).
Fig. 3 Técnica de coloração por irrigação.
Montagem de uma preparação
Etapas a seguir para a montagem de uma preparação:
1. Na parte central da lâmina bem limpa, coloca-se uma gota do meio de montagem que se
vai utilizar.
2. Sobre o meio de montagem, coloca-se o material a observar e cobre-se com a lamela.
Nota: Para evitar a formação de bolhas de ar na preparação, deve-se colocar a lamela fazendo um
ângulo de 45° com a lâmina e, com a ajuda de uma agulha de disseção, deixá-la cair lentamente
sobre a lâmina (Fig. 4).
Fig. 4 Montagem de uma preparação.
Por vezes, no estudo de microrganismos e de tecidos animais ou vegetais, temos necessidade de
observar o material in vivo (ao vivo), no seu estado natural, sem uso de fixadores nem corantes,
que de algum modo sempre criam artificialidades no material da observação.
Existem técnicas especiais que são vantajosas em determinadas situações.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 241
Técnica de esfregaço
Esta técnica utiliza-se quando as células a observar estão em meio líquido, como é o caso das
células sanguíneas ou das bactérias do iogurte. A técnica do esfregaço consiste em espalhar o
material biológico ao longo de uma lâmina de vidro, com o auxílio de outra lâmina de vidro, sob a
forma de uma camada delgada e homogénea (Fig. 5-A). Também poderá ser efetuada com o
auxílio de uma ansa de inoculação (Fig. 5-B).
Fig. 5 A – Técnica do esfregaço com lâmina de vidro.
B – Técnica do esfregaço com uma ansa.
Técnica de esmagamento
Este método é usado nos casos em que existe uma aderência fraca entre as células do tecido a
observar. Para visualizar as células, basta colocar um pequeno fragmento do tecido entre a lâmina
e a lamela e fazer uma pequena pressão com o polegar. Provoca-se assim um esmagamento do
tecido, o que faz que as células se espalhem, formando uma fina camada, que é facilmente
atravessada pela luz.
Fig. 6 Técnica do esmagamento.
A
B
242 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
UTILIZAÇÃO DO MOC
Nas aulas de microscopia deve estar disponível um microscópio ótico por aluno ou no máximo
para ser partilhado por dois alunos. Deve-se frisar, aos alunos, que partilhar um microscópio não
é utilizá-lo simultaneamente por dois alunos, apesar de possuir dois parafusos macrométricos e
dois parafusos micrométricos.
Na utilização do MOC devem ser seguidas algumas regras básicas:
1. Se o MOC possuir uma ocular, deve-se olhar por ela com o olho esquerdo (se se for destro),
mantendo os dois olhos abertos. Se o MOC tiver duas oculares, deve-se olhar por ambas.
2. A mão dominante deve ficar livre para desenhar as observações; assim, os parafusos de
comando devem ser manuseados com a outra mão.
3. Os mecanismos de deslocação não devem ser forçados. Os parafusos macrométricos e
micrométricos são muito sensíveis e a sua substituição tem um custo elevado.
4. No final da sua utilização deve-se: desligar a fonte de luz; rodar o revólver de modo a
colocar no eixo ótico a objetiva de menor ampliação; baixar a platina com o parafuso
macrométrico e retirar a preparação; deixar a platina e as lentes (ocular e objetivas) limpas.
Iluminação da preparação
As imagens do MOC são obtidas por transparência e, muitas vezes, não é com mais luz que se
conseguem as melhores imagens. Como numa fotografia, a luz é o mais importante, mas na
«dose» e na incidência certas. A iluminação é regulada de acordo com o material a observar, pois
algumas preparações exigem mais luz do que outras.
Na iluminação de uma preparação devem ser observadas as seguintes etapas:
1. Ligar a fonte de luz. Alguns microscópios têm um reóstato que permite regular a
intensidade da fonte de luz.
2. Regular o condensador, rodando-o, até que o campo do microscópio se apresente claro e
uniforme. As mudanças de objetiva devem ser acompanhadas de um ajuste do
condensador.
3. Regular a abertura do diafragma, de forma a obter a iluminação ideal. Para objetos com
grande transparência, o fecho do diafragma pode fornecer uma luz oblíqua que evidencia o
que se pretende observar.
Técnica de focagem da imagem
Focagem com a objetiva de menor ampliação
1. Descer completamente a platina e verificar se a objetiva de menor ampliação está
devidamente colocada no eixo ótico. Se não estiver, roda-se o revólver até se sentir um
pequeno estalido, que é indicador da posição de encaixe.
2. Fixar a lâmina preparada para observação na platina, usando as pinças.
3. Deslocar a platina horizontalmente de modo que o material a observar fique alinhado com
a objetiva.
4. Sem olhar pela ocular, mas sim lateralmente e para a preparação, subir completamente a
platina, movendo o parafuso macrométrico.
5. Observar pela ocular e mover lentamente o parafuso macrométrico até que o material
fique visível.
6. Aperfeiçoar a focagem com o parafuso micrométrico. Corrigir a iluminação, se necessário.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 243
Focagem com as objetivas de maior ampliação
1. Para aumento de ampliação, trocar a objetiva. Para o efeito, depois de focar com a objetiva
de menor ampliação, iluminar o melhor possível o material e situar no centro do campo do
microscópio o pormenor que se quer observar mais ampliado.
2. Rodar o revólver, de modo a colocar a objetiva que tem a ampliação imediatamente
superior.
3. Focar, utilizando exclusivamente o parafuso micrométrico, movendo-o muito lentamente,
pois qualquer movimento brusco pode partir a preparação ou danificar a objetiva (alguns
microscópios têm mecanismos de travão que evitam danos).
4. Ajustar de novo a iluminação.
5. Se não se conseguir focar, repetir todas as operações pela ordem indicada.
REGISTO DAS OBSERVAÇÕES
Fotografias de imagens ao MOC
«Uma imagem vale mais de que mil palavras.» Na microscopia isso também é verdade, mas
existem algumas limitações. A imagem ao MOC foca apenas um plano, pelo que uma fotografia
capta apenas esse plano. No entanto, quando se faz uma observação ao microscópio pode ficar-se
com uma ideia da estrutura 3D movimentando o parafuso micrométrico, o que permite focar
vários planos.
As fotografias de preparações microscópicas podem ser realizadas com câmaras digitais acopladas
à ocular ou simplesmente com um telemóvel (já existem no mercado objetos para acoplar os
telemóveis à ocular).
Execução de desenhos de observação microscópica
Para quê fazer desenhos, se é mais moroso e difícil do que tirar fotografias?
A prática do desenho tem uma importância fundamental na interpretação e na descoberta dos
pormenores, pois desenvolve as faculdades de observação e ajuda a memória a reter os aspetos
morfológicos. Pode também ser «uma dor de cabeça» para alguns alunos, porque consideram que
não tem jeito para o desenho, ou mesmo para o professor, porque alguns alunos podem ser
tentados a fazer desenhos artísticos que não representem o real observável. É necessário explicar
muito bem quais são as regras que os alunos devem seguir neste trabalho.
Antes de desenhar, o aluno deve ter bem presente o objetivo em vista. O desenho, antes de mais
nada, é uma escolha e um resumo. Com uma objetiva de baixa ampliação, o aluno deve explorar a
preparação em toda a sua extensão e selecionar o seu objetivo. Deve colocar a parte selecionada
no centro do campo de visão, recorrer à ampliação adequada e fazer então o seu registo.
Para realizar cada desenho deve-se usar lápis preto macio, papel branco e borracha. O desenho
deve ocupar sensivelmente meia folha A4.
É desnecessário fazer um círculo em volta do desenho para mostrar que foi visto ao microscópio.
O desenho esquemático tem de estar centrado no que se pretende ver, pelo que não faz nenhum
sentido representar, por exemplo, uma bolha de ar ou um resíduo de corante, simplesmente
porque está lá. O aluno deve representar apenas o que vê, confiar na sua capacidade de
observação e não copiar representações esquemáticas realizadas por colegas ou existentes em
livros, pois o que está a ver pode até ter muito mais interesse.
244 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
O aluno deve começar com traços muito suaves e apagar o mínimo de vezes possível (não faz mal
que fiquem alguns traços ténues no fundo). É indispensável que compare muitas vezes o seu
desenho com o que vê. Deve mexer o parafuso micrométrico para focar diferentes planos e
integrar no esquema a informação que recolheu. Por fim, é importante que realce os pormenores
pretendidos.
Como legendar fotografias ou esquemas
Na legendagem devem ser seguidas as seguintes regras:
x dar um título à representação e indicar a ampliação total com que foi obtida;
x fazer a legenda fora do esquema e em letra legível;
x usar um lápis e uma régua para desenhar as linhas da legenda;
x colocar, preferencialmente, as linhas da legenda na horizontal.
Fontes:
https://wikiciencias.casadasciencias.org/wiki/index.php/Microsc%C3%B3pio_%C3%93ptico;
https://www.fciencias.com/2014/06/26/tecnicas-de-coloracao/
https://blogs.zeiss.com/microscopy/en/education-in-biology/
https://mmegias.webs.uvigo.es/02-english/6-tecnicas/5-general.php
(consultados em 09/04/2021)
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 245
Introdução
Com esta atividade, pretende-se que, através do método IBSE – Inquiry Based Science
Learning (aprendizagem baseada na resolução de problemas) – os alunos apresentem
soluções que possam contribuir para a resolução de um determinado problema.
O IBSE é um modelo de ensino-aprendizagem que reconhece a necessidade de desenvolver
nos alunos competências de raciocínio, de resolução de problemas e de saber científico,
técnico e tecnológico. Contudo, uma vez que este modelo pressupõe a utilização de
problemas reais, e não o estudo de casos hipotéticos com resultados perfeitos e
convergentes, os alunos, ao enfrentarem esses problemas, também desenvolvem outras
competências, elencadas no Perfil dos Alunos, tais como, linguagens e textos, informação e
comunicação, pensamento crítico e pensamento criativo, relacionamento interpessoal e
desenvolvimento pessoal.
Neste tipo de metodologia, os alunos agem como profissionais e confrontam-se com os
problemas à medida que eles ocorrem – com informação pouco estruturada e a
necessidade de determinar a melhor solução possível. Esta é a forma como engenheiros,
médicos e, também, professores, abordam a resolução de problemas.
As vantagens da dinamização deste tipo de atividade são várias, destacando-se:
• os alunos definem os problemas com clareza e resolvem-nos – os professores são
«tutores» e «facilitadores» da aprendizagem;
• aos alunos são dadas apenas linhas orientadoras para abordarem os problemas, e
não uma fórmula para o resolverem. Desta forma, têm de desenvolver hipóteses
alternativas, aceder a informação de fontes diversas, avaliá-la e utilizá-la para,
porventura, alterar as hipóteses com base em nova informação;
• os alunos encontram soluções que correspondam ao problema e respetivas
condições, com base na informação obtida e num raciocínio claramente expresso;
• a avaliação é autêntica (contextualizada e integrada nas atividades de aprendizagem)
e é baseada no desempenho.
O problema proposto, neste caso, está relacionado com a fotossíntese.
PROBLEMA
Com o desaparecimento de várias espécies de plantas, o processo fotossintético pode estar
em risco. Como é óbvio, as implicações deste facto são importantes, uma vez que a
realização da fotossíntese pelas plantas assegura a sobrevivência de numerosas espécies,
de forma direta ou indireta. No entanto, os cientistas têm descoberto formas de realizar a
fotossíntese artificialmente. Será que o futuro do planeta pode ser sustentado pela
tecnologia que, entretanto, foi criada?
Para a resolução do problema, os alunos poderão ser desafiados a descobrir as suas
respostas e a apresentar soluções, utilizando as etapas descritas a seguir.
Fotossíntese artificial (pág. 139 do Manual – Vol. 2)
Atividade de resolução de problemas
Ampliação do Explorar +
246 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
ETAPA 1 – Envolvimento
Sem colocar o problema aos alunos, o Professor poderá fornecer algumas informações que
motivem e envolvam os alunos nesta atividade. Os alunos são confrontados com um
cenário do mundo real em relação ao qual devem colocar questões como: O que é que eu
já sei sobre este problema ou esta questão? O que é que eu necessito de saber para
resolver eficazmente este problema ou esta questão? A que fontes posso aceder para
encontrar uma solução ou hipótese?
Seguidamente, o Professor poderá fornecer uma lista de notícias/vídeos, que se elencam
abaixo, ou solicitar aos alunos a sua própria pesquisa, de forma a definir o problema e a
explorar os seus conhecimentos prévios. Nesta última situação, é importante a avaliação
das fontes utilizadas:
• Em que medida são atuais?
• Até que ponto são credíveis e adequadas?
Notícias
As folhas artificiais poderão finalmente sair dos laboratórios
https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=folhas-artificiais-sair-laboratorios
id=010115190226#.XVkpj6dOqRs (consultado em 02/04/2021)
Cientistas descobrem nova forma de transformar luz solar em combustível
https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/cientistas-descobrem-nova-forma-de-transformar-luz-solar-em-
combustivel-23035802 (consultado em 02/04/2021)
Células artificiais com fotossíntese abrem múltiplos caminhos
https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=celulas-artificiais-fotossintese-abrem-
multiplos-caminhosid=010165180607#.XVkuoKdOqRs (consultado em 02/04/2021)
Conferência sobre espécies ameaçadas debate níveis de proteção de animais e plantas
https://observador.pt/2019/08/17/conferencia-sobre-especies-ameacadas-debate-niveis-de-protecao-de-
animais-e-plantas/ (consultado em 02/04/2021)
Quase 600 plantas extintas em 250 anos. «Más notícias para todas as espécies»
https://rr.sapo.pt/2019/06/11/mundo/quase-600-plantas-extintas-em-250-anos-mas-noticias-para-todas-as-
especies/noticia/154414/ (consultado em 02/04/2021)
Vídeos
Can artificial photosynthesis save the planet?
https://www.youtube.com/watch?v=mSavKdVpE20 (consultado em 02/04/2021)
Artificial photosynthesis – TedX
https://www.youtube.com/watch?v=bhH3_EY6uq8 (consultado em 02/04/2021)
ETAPA 2 – Identificar os conhecimentos que é necessário adquirir para resolver o problema
Após a leitura das notícias e a visualização dos vídeos, seguir-se-á um pequeno debate, de
forma a retirar as ideias principais e a identificar o problema:
• Será que o futuro do planeta pode ser sustentado pela tecnologia que foi criada?
Seguidamente, os alunos serão divididos em grupos e tentam fazer o ponto da situação,
respondendo aos seguintes tópicos:
• O que já sabiam sobre o assunto?
• O que ficaram a saber sobre o assunto?
• O que ainda falta esclarecer?
• Que possíveis pessoas/empresas (stakeholders) os poderão ajudar a resolver o
problema?
Nota: O Professor pode ajudar a organizar os alunos em diferentes grupos: cientistas que são
adeptos da fotossíntese artificial, biólogos que se opõem a este tipo de tecnologias,
governo/empresas que pretendam investir nesta solução, etc.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 247
ETAPA 3 – Investigar sobre o problema e procurar soluções
Nesta etapa, os alunos, em grupo, deverão assumir a posição das pessoas/empresas
(stakeholders) e investigar mais sobre o problema. Nesta fase, é importante que partilhem,
debatam, reflitam e cooperem com os seus colegas de grupo.
ETAPA 4 – Avaliar possíveis soluções para o problema
Em grupos, os alunos deverão compreender qual o papel de cada um dos grupos de
pessoas/ empresas e a sua posição na resolução do problema, construindo um pequeno
guião do tipo role-play. Neste processo, cada um dos grupos vai descrever a sua resposta à
pergunta inicial.
ETAPA 5 – Solucionar o problema e apresentar resultados
Através de um vídeo/representação/apresentação, os alunos deverão organizar os seus
argumentos, de forma a solucionar o problema. No final, haverá uma apresentação dos
resultados à turma.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 249
Guião para planificação de uma visita de estudo no âmbito da disciplina de Biologia e Geologia
(em interdisciplinaridade)
Introdução
A prática pedagógica de visitas de estudo favorece um ambiente direcionado às aprendizagens
integradoras, onde é possível criar condições para a evolução cognitiva do aluno, potenciando a
formação de cidadãos ativos, responsáveis e respeitadores da diferença do outro, nomeadamente
ao nível cultural e patrimonial, através do desenvolvimento de competências sociais, pessoais e
científicas. Assim, uma visita de estudo bem programada e dinamizada permite atingir uma
amplitude de objetivos que ultrapassam os objetivos científicos da disciplina.
Para a equipa de autores, as visitas de estudo apresentam-se como estratégias fundamentais que
nenhuma outra, em sala de aula, poderá substituir. Na realidade, tendo a Geologia como principal
objeto de estudo a Terra e a Biologia os seres vivos, dificilmente em sala de aula o aluno consegue
ter uma visão integradora sem um contexto abrangente, que só o trabalho de campo poderá
proporcionar. As visitas de estudo são, ainda, práticas onde a interdisciplinaridade pode e deve ser
potenciada, no seu máximo, criando um ambiente de aprendizagem integrada e unificadora do
conhecimento. Nesta perspetiva, constituem-se como contextos onde se podem dinamizar os DAC
e temas de Cidadania e Desenvolvimento, nomeadamente, o desenvolvimento sustentável, a
educação ambiental, a educação patrimonial, entre outras.
Por tudo o que foi referido, os autores consideraram pertinente a elaboração de um guião para
facilitar o trabalho de planificação de uma visita de estudo em qualquer área geográfica,
destacando outros aspetos, para além dos geológicos e biológicos, que o docente considere
significativos para a aprendizagem dos alunos. Como sugestão, e à laia de referência, apresenta-se
uma visita de estudo à zona de Sintra, em interdisciplinaridade com as áreas disciplinares de
Português, Filosofia, Inglês e Física e Química A. Esta visita pode ser transposta para qualquer outro
local do país, consoante a escola em que o docente se encontra a lecionar.
Guião de trabalho
Planificação da visita de estudo
1. Escolha do local a visitar
A escolha do local a visitar pode ser feita pelos professores dinamizadores da visita ou pelos
alunos, em trabalho colaborativo, após pesquisa efetuada pelos mesmos e dentro de um
conjunto de possibilidades fornecido pelo Professor.
Alguns exemplos de locais a visitar: museus de história natural, geomonumentos, parques
naturais, áreas protegidas, locais de interesse geológico ou biológico (que possam não estar
assinalados patrimonialmente, como pedreiras, ribeiras, praias rochosas e matas).
2. Definição dos objetivos a atingir, das competências que se pretendem desenvolver (Perfil dos
Alunos) e das Aprendizagens Essenciais das disciplinas envolvidas (incluídos nos documentos
curriculares)
Este momento deverá ocorrer em reunião de docentes preparada para o efeito. Nesta fase, os
professores deverão preocupar-se em estabelecer objetivos e competências que não sejam
apenas científicos. Se possível, devem ser estabelecidos descritores de avaliação das
aprendizagens atingidas pelos alunos com a realização da visita de estudo.
Saídas de campo
250 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Apresentam-se, seguidamente, alguns objetivos possíveis:
– promover a relação entre aluno/aluno e professor/aluno;
– despertar a sensibilidade para o ambiente que os rodeia;
– desenvolver a inteligência emocional;
– reconhecer o valor do património existente, respeitá-lo e contribuir para a sua conservação.
3. Calendarização das atividades a dinamizar
Será necessário estabelecer uma calendarização que inclua os aspetos que a seguir se
discriminam:
1.a
semana
mês:
______
2.a
/3.a
semanas
mês:
______
4.a
semanas
mês:
______
1.a
/2.a
semanas
mês:
______
2.a
/3.a
semanas
mês:
______
4.a
/5.a
semanas
mês:
______
mês:
______
Contactos com
entidades
gestoras (caso
seja
necessário)
X
Visita prévia
aos locais
escolhidos
X
Logística
(transporte,
materiais, etc.)
X X X
Planeamento
das atividades
X X X
Sessão de
esclarecimento
preparatória
da visita
X
Visita
de estudo
X
Trabalho final
(partilha com
os pares)
X
Apresentação
à comunidade
X
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 251
4. Definição de estratégias/atividades
Em trabalho colaborativo, os professores deverão elencar as estratégias que deverão ser
dinamizadas para a realização da visita de estudo: antes, durante e após.
Antes da visita de estudo propõe-se a exploração do mapa geológico da região/Google
Earth®/Google Maps® e o tipo de materiais a fornecer aos alunos (como kits de aprendizagem,
por exemplo). Deve-se ainda, elaborar os guiões a fornecer aos alunos, os regulamentos de
dinâmicas de grupo/jogos/peddy-paper, etc. O trabalho de pesquisa e investigação deve estar
incluído no guião fornecido ao aluno.
Durante a visita de estudo, sugerem-se as seguintes atividades: dinâmicas de grupo (que
desenvolvem competências ligadas a saúde, bem-estar e ambiente, de relacionamento
interpessoal ou desenvolvimento pessoal e autonomia), jogos, trabalho de pesquisa, trabalho
experimental, trabalho entre pares, peddy-paper, de exploração/interpretação, direcionadas
para o exercício da criatividade, entre outros.
Após a visita de estudo, é necessário proceder-se à escolha do produto final resultante da
aprendizagem a entregar pelos alunos. Este produto deve ser apresentado em grupo aos
colegas, que contribuirão com opiniões e críticas construtivas e, posteriormente, apresentado à
comunidade.
5. Sessão de esclarecimento preparatória da visita de estudo
Nesta fase, os professores devem orientar os alunos para os objetivos de aprendizagem, das
competências que se pretendem desenvolver e das Aprendizagens Essenciais das disciplinas
envolvidas. Também deverá ser feita referência ao material que deverão levar para a visita de
estudo (vestuário, calçado, alimentação, hidratação, etc.) e às regras que deverão respeitar
consoante o espaço a visitar.
6. Durante a visita de estudo
Os alunos devem realizar as atividades propostas no guião. Os professores devem permitir um
tempo para que os alunos explorem, em segurança, de forma autónoma o espaço visitado.
7. Avaliação da visita de estudo
O guião da visita de estudo deve conter uma parte destinada à a avaliação da visita de estudo
pelos alunos. Esta avaliação deve ser realizada logo após o término da mesma. Desta forma,
sugere-se a devolução do guião ao Professor. Quanto aos professores envolvidos na organização
e dinamização da visita de estudo, sugere-se um exercício reflexivo sobre a mesma,
nomeadamente, quanto às possibilidades de repercussão desta visita de estudo sobre as suas
práticas pedagógicas e sobre os aspetos que melhorariam na mesma ou noutra visita
semelhante.
A equipa de autores realça que a ausência de planificação da visita de estudo compromete a sua
dinamização e a obtenção de resultados significativos ao nível da aprendizagem que dela se espera.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 253
Saída de campo na região de Sintra – Mafra
Introdução
Com esta saída de campo pretende-se (re)descobrir uma diversidade geológica incrível e invulgar
em Portugal. A biodiversidade é, também, muito elevada, uma vez que existe uma grande
diversidade de habitats e, consequentemente, de ecossistemas. Será ainda possível observar fauna
e flora, quer autóctone (características do nosso país), quer endémica (exclusiva desta zona e, como
tal rara) e ainda a paisagem natural humanizada da serra de Sintra. Estes são alguns dos locais
integrantes da Área Protegida do Parque Natural de Sintra-Cascais. Nesta viagem estão sempre
presentes as obras do ser humano, umas mais modestas e rústicas, outras monumentais.
Objetivos
• Observar diferentes aspetos da geologia da região: litologia e modos de jazida das rochas.
• Observar diferentes paisagens.
• Observar diversos habitats e ecossistemas.
• Proceder ao estudo integrado de um ecossistema.
• Reconhecer a importância da preservação dos geomonumentos.
• Reconhecer a importância da preservação da biodiversidade e da criação e manutenção de áreas
protegidas.
• Fazer fotografias destinadas à elaboração de um cartaz sobre as paisagens geológicas/biológicas
observadas.
• Fomentar o espírito crítico e a fruição estética.
• Desenvolver o espírito de equipa.
«Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Conheço a Itália, a Sicília, a Grécia e o Egito, e nunca vi
nada, nada que valha a Pena. É a cousa mais bela que tenho visto. Este é o verdadeiro jardim
de Klingsor – e, lá no alto, está o Castelo do Santo Graal.»
Richard Straus
«Sintra é o único lugar do país em que a história se fez jardim. Porque toda a sua lenda
converge para aí e os seus próprios monumentos falam menos do passado do que de um
eterno presente de verdura. E a memória do que foi mesmo em tragédia desvanece-se no ar
ou reverdece numa hera de um muro antigo.»
Louvar e Amar, Virgílio Ferreira
Saídas de campo
254 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Material
• Mapa da região
• Máquina fotográfica/telemóvel
• Caderno ou bloco de notas
• Material de escrita
• Kit com tiras de pH, termómetro e medidor portátil de oxigénio dissolvido
• Recipientes para separação do lixo produzido durante a saída de campo
Algumas regras a seguir numa saída de campo
1. Preservar a natureza, recolhendo apenas as amostras necessárias.
2. Não retirar amostras que possam mutilar ou danificar verdadeiras preciosidades.
3. Preservar os seres vivos nos vários locais a visitar.
4. Não se aproximar demasiado de precipícios ou de zonas perigosas.
5. Ser discreto durante a visita, evitando ruídos, gritos, conversas desnecessárias, corridas, etc.
6. Não fazer lume.
7. Estar atento às informações durante a visita.
8. Colaborar nas tarefas que lhe são pedidas.
Início da saída de campo
A. À porta da escola
1. Assinale no mapa o local onde se encontra, colocando o n.o
da paragem.
2. Observe o espaço que o rodeia.
3. Registe no quadro seguinte três aspetos com impacte ambiental.
Aspetos positivos Aspetos negativos
• •
• •
• •
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 255
B. Penedo do Lexim
Este local é um geomonumento (imóvel de interesse público – Decreto-Lei n.o
28/82 de 26 de
fevereiro). Corresponde a uma antiga chaminé vulcânica que constituía um vulcão ativo há 70 Ma
e que faz parte do Complexo Vulcânico de Lisboa.
1. Assinale no mapa o local onde se encontra, colocando o n.o
da paragem.
2. Escolha um local seguro, sente-se e observe as cores, sinta o vento, identifique os aromas, oiça
os sons e registe essas observações no quadro seguinte.
Cores Sons Cheiros
3. Registe as emoções que sentiu através de um pequeno poema. Escreva-o no espaço seguinte.
4. Imagine-se aqui há cerca de 70 Ma quando este vulcão estava em erupção. Imagine novamente
as cores, os cheiros e os sons desse tempo e registe-os no quadro seguinte.
Cores Sons Cheiros
256 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
5. Escolha com os seus dedos um enquadramento fotográfico e fotografe-o.
Realize o esboço da paisagem fotografada.
6. Compare esta paisagem com a da área onde vive. Que diferenças encontra?
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
7. Neste local encontram-se vestígios antropológicos.
y Ajude o seu professor a identificar a área.
y Preste atenção à explicação.
y Indique o que faria para preservar este local.
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
8. Complete a frase seguinte, relativa à rocha que constitui o Penedo do Lexim.
Esta rocha é o ________________ e resultou do arrefecimento ________________ da lava que
existia no interior de uma chaminé vulcânica.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 257
9. Represente esquematicamente um vulcão, em corte, fazendo a legenda das seguintes
estruturas: cratera, chaminé vulcânica, cone vulcânico, câmara magmática.
10. Complete a frase seguinte.
Ao longo de milhões de anos, o ________________ sofreu ________________ e a rocha da
chaminé ficou à vista. Observam-se prismas de basalto, formas que se designam
«________________ ________________». É uma paisagem ________________.
11. Escolha um colega de turma que partilhe consigo a mesma banda/cantor preferida/o ou o
mesmo gosto musical e desenvolvam o seguinte trabalho de pares:
– observem a vegetação que vos rodeia e recolham três folhas de plantas diferentes;
– registem as características dessa vegetação. Fotografem-na.
258 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
C. Mata Ribeirinha de Cheleiros
1. Assinale no mapa o local onde se encontra, colocando o n.o
da paragem.
2. Sente-se de forma confortável, faça silêncio e oiça os sons que o rodeiam. Aproveite este
momento e partilhe com os colegas o poema por si elaborado na paragem anterior.
3. Observe esta linha de água (Ribeira de Cheleiros) e esquematize um perfil transversal da mesma.
y Identifique a forma do vale provocado pela erosão fluvial.
_________________________________________________________________________
y Classifique o troço da ribeira em curso superior, médio ou inferior (para isso é necessário
olhar para a dimensão e forma dos seixos que existem no leito do rio).
_________________________________________________________________________
y Caracterize a água da ribeira quanto ao pH, temperatura e oxigénio dissolvido.
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 259
Estudo sumário de um ecossistema
O estudo integral de todo o ecossistema, de todo o ambiente físico que o integra e de todos
organismos que nele vivem, é uma ação humanamente impossível. Por esta razão, os biólogos
fazem o estudo de pequenas áreas representativas do ecossistema e, depois, com esses dados
generalizam leis para a totalidade do ecossistema. Aqui propõe-se que estude de forma simples o
ecossistema ribeirinho à volta deste curso de água. Para tal, forme um grupo de trabalho com 4 a
5 elementos.
1. Observe com atenção e criteriosamente este ecossistema e caracterize-o globalmente,
preenchendo o seguinte quadro.
2. Defina a área de amostragem no ecossistema, por exemplo, uma margem desta linha de água
que abranja a variedade do ecossistema (água, áreas de vegetação espontânea, troncos velhos,
pedras, áreas de declive variado, etc.). Delimite a área de amostragem com estacas
improvisadas.
Quantifique e/ou qualifique alguns dos fatores abióticos que observa e registe-os no quadro
seguinte.
Fator abiótico Procedimento Registo
Tipo de solo
ou substrato
• Identifique os tipos de rochas que formam o
leito do rio, os detritos, quer em dimensão
quer em termos de origem.
Temperatura
• Meça a temperatura à superfície e em
profundidade, quer no solo quer na água.
Matéria orgânica
• Verifique se existem vestígios ou restos de
vegetais (ex: folhas, ramos, etc.) e animais
(penas, fezes, ossadas, etc.) no solo.
Identifique-os.
• Determine a extensão do solo coberta por
matéria orgânica (completamente coberta,
parcialmente coberta, pouco coberta,
descoberta).
Outros
• Assinale outro fator abiótico particularmente
sentido no dia da visita (exemplo,
pluviosidade, vento, etc).
Tipo de zona
Proximidade a cursos
de água
Grau de exposição
à luz solar
Características de relevo
Florestal Lago Recebe luz direta
durante todo o dia
Recebe luz apenas
durante parte do
dia
Sombrio
Plano
Declive pouco
acentuado
Declive acentuado
Montanhoso
Planalto
Urbana Rio
Agrícola Ribeiro
Industrializada Fonte
Ajardinada Pântano
Mar
260 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Estudo da biodiversidade
3. Observe a comunidade biótica presente no ecossistema, começando pela comunidade vegetal.
Indique que tipo de árvores, arbustos e plantas herbáceas observa (se conseguir, quantifique a
diversidade de tipos populacionais presentes e a sua abundância relativa).
Comunidade vegetal
Arbórea Arbustiva Herbácea
4. Tire fotografias com o objetivo de auxiliar as observações e registos.
5. Dedique-se agora à observação dos animais. Registe a fauna visível em troncos de árvores,
arbustos, solo e na água. Não se esqueça que os troncos caídos no solo costumam albergar
grande número de seres vivos, assim como algumas pedras (quer em terra, quer na água).
(Deverá ter o cuidado de voltar a colocar as pedras e os troncos na posição em que se
encontram)
Procure vestígios de fauna (ex.: pegadas de animais, habitáculos – tocas, formigueiros, ninhos,
etc.). Registe também esses vestígios.
Comunidade animal
6. Reflita sobre os motivos que permitiram a existência deste local ainda tão selvagem tão próximo
de nós. Indique alguns desses motivos.
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________
7. O que sugere para preservar o local onde se encontra?
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Pausa para almoço
Nota: Após o almoço, junte o lixo produzido, colocando-o posteriormente nos recipientes
apropriados.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 261
D. Granja dos Serrões – campo de lapiás
Este local é um geomonumento. Foi reclassificado como Monumento Natural da Granja dos
Serrões, pelo Decreto-Lei n.o
142/2008 de 24 de julho.
1. Assinale no mapa o local onde se encontra, colocando o n.o
da paragem.
2. Escolha um local seguro, sente-se e observe as cores, sinta o vento, identifique os aromas, oiça
os sons e registe no quadro seguinte:
Cores Sons Cheiros
3. Registe os aspetos seguintes, fazendo esquemas, tirando fotografias ou fazendo a descrição no
quadro seguinte.
Aspeto dos blocos rochosos Vegetação Seres vivos observáveis
y Aqui a rocha é o calcário.
y As formações rochosas que se observam – os lapiás – constituem o
remanescente da dissolução do calcário, mostrando a composição
estratigráfica de pormenor.
y A erosão observada (erosão cársica) resulta da dissolução do carbonato
de cálcio pelas águas gasocarbónicas pluviais (águas da chuva com dióxido
de carbono dissolvido). A reação química é a seguinte:
CaCO3 + H2O + C02 їĂ;,K3)2
Calcário Hidrogenocarbonato
de cálcio (solúvel)
y Entre os lapiás permanece um resíduo argiloso, não solúvel, constituindo
a terra rossa.
O campo de lapiás é um testemunho da história geológica da Terra e documenta
uma relação entre a atmosfera, litosfera e biosfera.
262 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
4. Indique a relação entre este coberto vegetal e o do Penedo de Lexim.
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5. Refira uma justificação para a relação referida anteriormente.
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E. A vivência atmosférica de Sintra – Parque da Pena
1. Assinale no mapa o local onde se encontra, colocando o n.o
da paragem.
2. Leia em silêncio o seguinte texto.
«Sintra pertence àquela classe de valores míticos de primeira grandeza do nosso firmamento
espiritual, cujo culto é fervorosamente exercido por uma pequeníssima confraria de
apaixonados. (...) Sintra é em tudo excecional – no clima, na paisagem, na História, nos
monumentos. (...) A luz ali é doce, cor de cidra, cintilante de suaves gorjeios de claridade, desde
que o sol se levanta até ao desmaiar das ave-marias; a finura da sua atmosfera, nascida – como
Afrodite – das ondas do mar, côa-se pelos bosques de ericácias e sai perfumada com aromas de
mato que floresce nas encostas, sabe a murtinhos e ao medronho capitoso. E os frequentes
nevoeiros, tão caluniados e detestados, são como dobras de renda branca a roçar pelo colo dos
montes, a enredar-se nas fidalgas cameleiras de jardins (...). Pessoas dotadas de sensibilidade
para as coisas do espírito e da Arte nunca poderão aproximar-se de Sintra, da verdadeira Sintra,
sem experimentarem a profunda melancolia que se desprende desta região peregrina, destas
paragens tantas vezes decantadas e enaltecidas (...)».
Lino, Raul. Diário de Notícias, 2/3/1952
2.1 O autor do texto apresenta dois modos de experiência estética. Identifique-os.
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3. Faça uma retrospetiva sobre as suas experiências vividas nesta viagem e selecione as afirmações
corretas.
;Ϳ A experiência estética é interessada e têm um fim utilitário.
;Ϳ A experiência estética é livre e desinteressada.
;Ϳ 0 juízo estético é um juízo de valor que obedece a normas ético-morais.
;Ϳ O juízo estético é um juízo de conhecimento.
;Ϳ O juízo estético é imparcial, contemplativo e universal.
4. Selecione um elemento do parque, natural ou não. Desenhe-o, fotografe-o ou descreva-o.
Justifique a sua escolha.
264 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
4. Para pensar e refletir.
Será que este parque, ao refletir o modo de estar, a experiência pessoal e subjetiva de D.
Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha não reflete, também, o encontro do mundo, da história, dos
outros, das coisas e dos afetos com a nossa própria interioridade?
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F. Partilhe com doçura – Escadaria do Palácio da Vila
y Cada aluno retira de um saco um papel com um nome de um(a) colega secreto(a) (e não revela
o seu nome).
y Após retirar o papel com o nome, cada aluno pensa sobre aspetos positivos desse colega.
y À vez, cada aluno dirige-se ao(à) colega secreto(a), entrega-lhe um doce típico de Sintra
(travesseiro e/ou queijada) e revela o aspeto positivo que identificou sobre ele(a).
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 265
G. Avaliação
1. Agora que a visita chegou ao fim, é importante saber a sua opinião sobre a mesma.
-
- Refira um aspeto positivo da visita.
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/ Refira um aspeto negativo da visita.
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Apresente sugestões para que, futuramente, a visita possa ser melhorada.
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2. Faça a avaliação final desta visita de estudo, rodeando o número que corresponde à sua
opinião (1 corresponde a «Não gostei nada»; 5 corresponde a «Gostei muito»).
1 2 3 4 5
3. Entregue este guião devidamente preenchido ao seu Professor.
Deverá também fazer uma reflexão sobre a visita de estudo (em inglês e em português). Use a
sua imaginação e, no máximo, 2 páginas A4, por grupo, com letra Arial, tamanho 12. Utilize as
fotografias que tirou, devidamente legendadas. O uso de termos científicos e um enredo
coerente contribuirão positivamente para a classificação final.
Adaptado de: Almeida, A.; Vitorino, A; Calha, L; Silva, P.; Mendes, S. (2013). Guião de trabalho de campo. Trabalho
realizado no âmbito da Ação de Formação «Sintra, a Natureza e os homens».
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 267
Conectar as esferas – interações entre os subsistemas terrestres
Questão-problema:
Serão os subsistemas (biosfera, hidrosfera, geosfera e atmosfera) interdependentes?
Objetivos
• Identificar os diferentes subsistemas terrestres.
• Investigar os subsistemas terrestres, através de
observações da natureza.
• Descrever interações entre os subsistemas terrestres.
Material
• Lápis;
• Fotocópias do documento «Observações de campo – conectar as esferas» (anexo 1);
• Fotocópias do documento «Trabalho de pares – conectar as esferas» (anexo 2);
• Post-it.
Roteiro de trabalho
Envolver
1. Observar o local escolhido durante 10 a 15 minutos.
2. Recolher informações/registar, no mínimo, 5 observações no documento «Observações de
campo – conectar as esferas» com base nas seguintes questões:
a) O que é que se observa?
b) O que acontece na natureza?
c) Que mudanças são observáveis?
Explorar
1. Observar o diagrama com os componentes dos subsistemas terrestres: água, solo, ar e seres
vivos (este trabalho pode ser realizado fora da sala de aula ou após o regresso à mesma).
2. Fazer corresponder as observações realizadas a cada um dos componentes dos subsistemas
terrestres.
3. Partilhar as observações com um colega.
O Professor pode escolher uma das observações de cada par e descrever com mais detalhe as
interações entre os subsistemas, utilizando para isso o documento «Trabalho de pares –
conectar as esferas».
4. Desenhar setas para identificar as conexões entre os diferentes subsistemas (deve realizar o
máximo de conexões possível).
Atividade desenvolvida sob a forma de metodologia inquiry.
Áreas de Competências do Perfil dos Alunos: A, B, C, E, F, G, I
Saídas de campo Subsistemas terrestres
Nota para o Professor: Deverá
escolher, previamente, o local onde se
vão realizar as observações, como um
jardim, uma mata, uma floresta, etc.
268 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
5. Escrever nas setas as explicações das conexões.
6. O Professor pode solicitar a alguns grupos a
explicação das interações desenhadas e identificadas
ou, em alternativa, colocar os desenhos elaborados
ao longo das paredes da sala e pedir aos alunos para
os observarem.
Explicar
1. Questionar os alunos sobre:
a) O que viram e ouviram?
b) Que conclusões poderão tirar?
c) O que é que esta exploração permite mostrar?
Avaliar
1. Mostrar aos alunos imagens diversificadas que representam elementos de subsistemas
terrestres. Para cada imagem, e durante o intervalo de tempo de 30 segundos, os alunos
deverão identificar interações entre subsistemas.
2. Recolher a folha no final.
Explorar mais (sugestões para o Professor)
– Poderá elaborar um Kahoot com esta dinâmica.
– Poderá realizar esta atividade em diferentes alturas do ano letivo, de modo a comparar
observações e interações.
– Poderá «gamificar» esta atividade: pode fornecer aos alunos pares de interações (exemplo:
sol-solo) num conjunto de cartas elaborado para o efeito e solicitar que descrevam uma
situação que ilustra cada uma das interações fornecidas.
Adaptado de https://gpm.nasa.gov/education/lesson-plans/connect-spheres-earth-systems-interactions
Nota para o Professor: Pretende-se
que os alunos compreendam que
todos os subsistemas terrestres
estão conectados de alguma forma e
que cada parte não pode existir por
si só.
Nota para o Professor: deverá
fornecer post-it em número igual
aos trabalhos e pedir aos alunos
para escreverem um comentário ou
identificar mais conexões.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 269
Anexo I
Observações de campo – conectar as esferas
Número da
observação
Observação
1
2
3
4
5
6
7
8
270 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Anexo II
Trabalho de pares – conectar as esferas
1. Desenhe um círculo à volta dos subsistemas correspondentes às observações.
2. Desenhe as setas que permitem representar as conexões observadas nos subsistemas.
3. Descreva os detalhes de cada uma das interações ao longo de cada seta.
Ar
(atmosfera)
Seres vivos
(biosfera)
Solo
(geosfera)
Água
(hidrosfera)
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 271
Enquadramento
As dinâmicas de grupo consistem em atividades interativas, geralmente, desenvolvidas na forma
de jogo, que permitem gerar e desenvolver um ambiente inclusivo de ensino e aprendizagem e
um sentimento de pertença à turma, através da criação de oportunidades de comunicação (oral
e escrita) para todos os alunos.
Estas dinâmicas possibilitam o desenvolvimento de várias competências, proporcionam
ambientes de tomada de decisão importantes para o exercício de cidadania e têm, ainda,
a vantagem de «transformar» o Professor num líder reconhecido por todos, contribuindo, muitas
vezes, para a diminuição de ocorrências disciplinares em turmas cujo comportamento é muito
agitado. Permitem, ainda, compreender a dinâmica da própria turma, pois possibilitam a
identificação de alunos: líderes, inibidos, com boas capacidades de comunicação, afetivos, etc.
As dinâmicas de grupo que seguidamente se apresentam estão divididas em dois tipos:
• as que permitem desenvolver e mobilizar as áreas de competências do Perfil dos Alunos
relacionadas com o bem-estar, a saúde e o ambiente, o relacionamento interpessoal e o
desenvolvimento pessoal e da autonomia, dotando o aluno de ferramentas para o exercício
pleno de cidadania, e que podem ser utilizadas em qualquer momento;
• as que permitem desenvolver e mobilizar competências relacionadas com a aprendizagem,
nomeadamente de saber científico, técnico e tecnológico, e que deverão ser aplicadas
durante a lecionação desses conteúdos científicos.
Quer para as primeiras, quer para as segundas, o Professor deverá propiciar sempre, no final da
sua aplicação, um momento de reflexão, através da colocação de questões, onde poderá
identificar as dificuldades sentidas pelos alunos. Deste modo, sugere-se, no final de cada uma das
atividades, um conjunto de questões que poderão ser utilizadas pelo Professor. Contudo, o
docente poderá optar por colocar outras que considere mais adequadas ao grupo-turma. A
reflexão pode ser dirigida para o grupo-turma, em geral, ou individualmente, consoante o tipo de
dinâmica realizada (este aspeto é referido em cada uma das atividades sugeridas). O momento de
reflexão é muito importante, pelo que é recomendável que não seja descurado (o Professor
deverá reservar parte da aula para esta fase – no mínimo, aproximadamente, meia hora).
Sugere-se a aplicação destas dinâmicas de grupo em aulas em que a turma esteja dividida em
turnos. O tempo de duração de cada uma delas é de, aproximadamente, noventa minutos.
Dinâmicas de grupo
272 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Quebra-gelo: Eu chamo-me… e gosto de…
Introdução:
O objetivo desta dinâmica de grupo é promover a interação e, consequentemente, a comunicação
entre os vários intervenientes, através de um jogo, cuja regra deverá ser descoberta por cada um
dos alunos e só deve ser revelada no final. É útil a sua realização no início do ano letivo, pois
permite que os alunos se possam conhecer melhor e revelar alguns gostos pessoais. Esta
atividade também permite desinibir os alunos mais introvertidos, diverti-los, testar a sua atenção
e concentração e levá-los à interiorização de que é importante o cumprimento das regras.
Os alunos não deverão conversar uns com os outros durante a realização da atividade.
Material:
– Cadeiras dispostas em círculo (tantas quantos os participantes)
– Bola
Procedimento:
As cadeiras deverão ser ocupadas por todos os alunos e pelo Professor, que também entrará no
jogo. Não deverão existir no círculo cadeiras vazias – as excedentes deverão ser retiradas para
outro local da sala – e o círculo deverá estar o mais apertado possível (em contexto pandémico
deverá fazer-se um círculo mais alargado).
O Professor deverá começar por referir que existe uma regra subjacente ao jogo e que o objetivo
é descobrir essa mesma regra. A regra é: Eu chamo-me Cristina (o aluno diz o seu nome) e gosto
de camélias (o aluno diz algo de que goste – objetos, ações, etc. – cuja inicial deve ser igual à
inicial do seu próprio nome).
Como nenhum dos alunos sabe esta regra, deverá ser o Professor a iniciar o jogo, com a bola nas
mãos. Passa depois a bola para o participante à sua direita ou à sua esquerda que deverá repetir
este procedimento. Todos os alunos deverão participar e o jogo só deve ser interrompido após o
Professor se certificar de que todos os alunos estão a obedecer à regra. Nessa altura, o Professor
deverá abrir o momento de reflexão sobre esta atividade.
Reflexão (para o grupo-turma):
• Porque estamos em círculo?
• Para que serviu este jogo?
• Que regra estava implícita neste jogo?
• Sentiram facilidades? Quais?
• Sentiram dificuldades? Quais?
Dinâmica de grupo 1 Competências relacionadas com o bem-estar, a saúde
e o ambiente, o relacionamento interpessoal
e o desenvolvimento pessoal e da autonomia
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 273
Quebra-gelo: Repetição de nomes
Esta dinâmica de grupo é semelhante à anterior em vários aspetos: deve ser realizada no início do
ano letivo e também permite desinibir os alunos mais introvertidos, diverti-los e testar a sua
atenção e concentração.
Trata-se de um jogo de memorização dos nomes de todos os alunos da turma. Com esta dinâmica,
o Professor poderá ficar a conhecer mais rapidamente os nomes dos alunos e identificar aqueles
que possuem uma melhor capacidade de memorização e concentração.
Os alunos não deverão conversar uns com os outros durante a realização da atividade.
Material:
– Cadeiras dispostas em círculo (tantas quantos os participantes)
– Bola
Procedimento:
As cadeiras deverão ser ocupadas por todos os alunos. O Professor poderá escolher se entra no
jogo ou não. Não deverão existir no círculo cadeiras vazias – as excedentes deverão ser retiradas
para outro local da sala – e o círculo deverá estar o mais apertado possível (no contexto
pandémico atual poderá fazer-se um círculo mais alargado).
O Professor deverá começar por referir que o objetivo é os alunos repetirem todos os nomes de
colegas que vão ouvindo pela ordem em que são referidos, acrescentando de seguida o seu
próprio nome. Por exemplo: o primeiro aluno, que se chama Miguel, diz o seu nome; o segundo
aluno, que se chama António, diz Miguel e acrescenta António; o terceiro aluno, que é a Bruna,
diz Miguel, António, Bruna; e assim sucessivamente.
O Professor escolhe, então, o sentido do jogo (no sentido dos ponteiros do relógio ou em sentido
contrário) e o aluno que o irá iniciar, colocando-lhe uma bola nas mãos. A bola deverá ser passada
de aluno para aluno. O último aluno deverá repetir todos os nomes ditos pelos colegas até então.
Reflexão (para o grupo-turma)
• Porque estamos em círculo?
• Para que serviu este jogo?
• Sentiram facilidades? Quais?
• Sentiram dificuldades? Quais?
Dinâmica de grupo 2 Competências relacionadas com o bem-estar, a saúde
e o ambiente, o relacionamento interpessoal
e o desenvolvimento pessoal e da autonomia
274 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Dizer bem nas costas
Esta dinâmica de grupo pretende aumentar a coesão do grupo-turma, através do reforço positivo,
nomeadamente pela atribuição de elogios de todos alunos, uns aos outros.
Esta atividade só deverá ser dinamizada algum tempo após o início do ano letivo, pois requer que
os alunos se conheçam bem entre si. Os elogios podem ser de natureza variada e devem ser feitos
com respeito.
Material:
– Cadeiras dispostas em círculo (tantas quantos os participantes)
– Fita-cola
– Folhas de papel A5 (em número igual ao número dos alunos da turma)
– Canetas de diferentes cores
Procedimento:
Inicialmente, os alunos ficam de pé, dispostos no interior do círculo formado pelas cadeiras. Nas
costas de cada aluno, deverá ser colada, com fita-cola, uma folha A5, em branco.
O Professor solicita, então, a cada participante, que escreva uma característica positiva na folha
de cada um dos colegas.
Após esta fase, os alunos sentam-se nas cadeiras, retiram a folha de papel que têm nas costas e,
na sua vez, leem os elogios escritos pelos seus colegas.
Reflexão (individualmente para cada aluno):
• Concorda com os elogios que lhe foram feitos?
• Na sua perspetiva, acrescentaria mais algum? Porquê?
• Como se sentiu quando olhou pela primeira vez para a folha que estava nas suas costas?
Porquê?
• O que foi mais fácil para si: escrever elogios para os outros colegas ou ler os que
escreveram para si?
Dinâmica de grupo 3 Competências relacionadas com o bem-estar, a saúde
e o ambiente, o relacionamento interpessoal
e o desenvolvimento pessoal e da autonomia
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 275
O valor das palavras
À semelhança da dinâmica de grupo anterior, também esta pretende aumentar a coesão do
grupo-turma, mas, desta vez, através da identificação de um conjunto de expressões que devem
ser usadas nas relações entre as pessoas e de outro conjunto de expressões que devem ser
evitadas a todo o custo. Esta atividade poderá ser dinamizada em qualquer altura do ano letivo e,
principalmente, se estiverem identificadas dificuldades de relacionamento entre os alunos da
turma. Permite, ainda, identificar situações passadas que possam ter tido influência na forma
como, atualmente, o aluno se relaciona com as outras pessoas e trabalhar competências
relacionadas com a discriminação sexual ou racial, por exemplo.
Material:
– Cadeiras dispostas em círculo (tantas quantos os participantes)
– Folhas de papel A5 (duas por cada aluno participante)
– Canetas de diferentes cores
Procedimento:
As cadeiras deverão ser ocupadas por todos os alunos. Não deverão existir no círculo cadeiras
vazias – as excedentes deverão ser retiradas para outro local da sala – e o círculo deverá estar o
mais apertado possível (em contexto pandémico deverá fazer-se um círculo mais alargado).
O Professor distribui duas folhas A5, em branco, a cada aluno e solicita a cada participante que
escreva numa das folhas uma expressão que se pode utilizar com os colegas e, na outra folha,
uma expressão que não se deve usar.
Após este momento, os alunos, à vez, leem as expressões que registaram em cada folha. Estas
expressões poderão ser escritas no quadro, dividido em dois setores, ou poderão ser afixadas
num placard, também dividido nesses sectores.
Descrevem-se a seguir alguns exemplos do que poderá ser registado pelos alunos:
Expressões a usar:
Acredita em ti; ainda bem que fazes parte da minha vida; és o meu braço direito; és uma ótima
pessoa; essa roupa fica-te bem; fico feliz por estares bem; muito obrigada; para a próxima
corre melhor; tens tantas qualidades; vamos resolver as nossas divergências; ajuda-me, por
favor.
Expressões a evitar:
A culpa é toda tua; é por essas e por outras que não falo contigo; és um atrasado mental; essa
roupa não te fica bem; não fazes nada bem; não gostas de ninguém; só pensas em ti; vai e não
voltes; preferia nunca te ter conhecido; não podes confiar em ninguém.
Reflexão (individualmente para cada aluno):
• De que forma a expressão a usar que escreveu pode fazer a diferença para outra pessoa?
• Por que razão escreveu essa expressão a evitar?
• Como reagiria, a partir de agora, se ouvisse alguma das expressões a evitar destinadas a si?
Porquê?
Reflexão (para o grupo-turma)
• Na vossa perspetiva, faltou referir alguma expressão? Qual?
Dinâmica de grupo 4 Competências relacionadas com o bem-estar, a saúde
e o ambiente, o relacionamento interpessoal
e o desenvolvimento pessoal e da autonomia
276 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
A ordenação
Esta dinâmica de grupo destina-se a conteúdos que impliquem uma sequência de
acontecimentos. Neste caso, escolheu-se a escala do tempo geológico e a fotossíntese, mas o
Professor poderá adaptá-la também aos acontecimentos ocorridos no ciclo das rochas, na
propagação de impulso nervoso, incluindo a sinapse química, ou no transporte nas plantas e
durante a respiração aeróbia.
É desejável que esta dinâmica de grupo seja aplicada nas aulas em que a turma esteja dividida em
turnos, pois a dimensão da sala onde será realizada pode ser uma condicionante.
Propõe-se a realização desta atividade num contexto de consolidação de conhecimentos.
Para a realização desta dinâmica é necessário que os alunos se posicionem segundo o
acontecimento que lhe foi atribuído, tendo em conta todos os outros. As regras que deverão ser
respeitadas são as seguintes: os alunos não devem falar, comunicando entre si apenas por gestos,
e não devem pisar o chão (devem deslocar-se apenas em cima das folhas de jornal). Caso algumas
destas regras seja desrespeitada, o jogo deverá reiniciar-se.
Material:
– Folhas duplas de jornal (em número igual ao número total dos alunos participantes)
– Cartões de cartolina de tamanho A4 (contendo, cada um, um acontecimento específico)
Exemplos de acontecimentos que podem constar nos cartões (na sequência correta)
Escala do tempo geológico Fotossíntese
x Formação do planeta Terra.
x Formação da atmosfera.
x Formação dos oceanos.
x Aparecimento dos seres heterotróficos.
x Aparecimento dos seres autotróficos.
x Formação da camada de ozono.
x Colonização do meio terrestre pelos seres
vivos.
x Aparecimento das trilobites.
x Formação do supercontinente Pangeia.
x Aparecimento das plantas com flor.
x Extinção das amonites.
x Aparecimento dos hominídeos.
x Captação da luz pelos pigmentos
fotossintéticos.
x Excitação das clorofilas.
x Transferência de eletrões para moléculas
aceitadoras.
x Transporte ativo de H+
.
x Oxidação das moléculas de clorofila.
x Redução das clorofilas do fotossistema I.
x Síntese de ATP e de NADPH.
x Fixação do carbono.
x Formação de ADP e de NADP+
.
x Redução e produção de açúcares.
x Regeneração da ribulose bifosfato.
Procedimento:
As mesas e as cadeiras devem ser afastadas, de modo a criar um espaço amplo na sala. As folhas
de jornal devem ser colocadas no chão, abertas, em fila (reta ou curva). Com os cartões de
cartolina voltados para baixo, o Professor solicita aos alunos que escolham um, sem verem o que
tem escrito e sem o mostrarem. Cada aluno posiciona-se em cima de uma folha de jornal e só
nessa altura deve mostrar o seu cartão. Sem falarem uns com os outros e sem porem os pés no
chão, os alunos devem ordenar-se segundo os acontecimentos dos respetivos cartões.
Reflexão (para o grupo-turma):
• O que foi mais fácil nesta dinâmica de grupo?
• Quais as principais dificuldades que encontraram?
• Que acontecimentos não foram considerados nesta dinâmica? Onde os incluiriam?
Dinâmica de grupo 5 Competências relacionadas com o saber científico,
técnico ou tecnológico
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 277
O risco
O objetivo desta dinâmica de grupo é avaliar o conceito de risco que os alunos possuem,
considerando diferentes situações. Esta atividade pode ser aplicada em unidades didáticas como a
vulcanologia, a sismologia e a biodiversidade, baseando-se num exercício de tomada de decisão,
com a respetiva justificação.
Material:
– 1 corda grossa, com aproximadamente 2,5 metros
– Folhas A4, com números de 0 a 10 (em que o 0 corresponde a nenhum risco e o 10
corresponde ao risco máximo)
– Tiras de papel,com afirmações ou texto
Alguns exemplos de afirmações que podem constar nas tiras
Risco vulcânico Risco sísmico Risco de perda de biodiversidade
x Através do estudo do
registo geológico das
rochas da região, descobri
que a casa onde moro
encontra-se implantada
numa região vulcânica que,
há 80 Ma, mostrou
inúmeras erupções com um
caráter explosivo.
x Por razões profissionais,
a minha família teve de
mudar de residência para
a ilha do Faial, nos Açores.
x O meu pai é da ilha da
Madeira e sempre lá
vivemos. Apesar de ter
surgido uma oportunidade,
nunca fomos morar para
o continente.
x Os meus pais querem
mudar-se para o Algarve,
pois nessa região o clima é
mais agradável.
x Através do estudo
geológico das rochas da
região, descobri que a casa
onde moro encontra-se
implantada por cima de
uma falha inativa.
x A minha família teve de
mudar de residência do
Porto para Lisboa.
x A minha família resolveu
mudar de estilo de vida e
comprou um terreno onde
se projeta construir um
aldeamento turístico, junto
ao Parque Natural de
Peneda-Gerês.
x A minha irmã foi trabalhar
para o estrangeiro e
deixou-me a sua tartaruga
americana com 20 anos.
Como tive pena dela,
libertei-a numa ribeira
perto de casa.
x Por indicação de vários
amigos, fui comprar uma
piton-da-birmânia bebé.
Paguei uma pequena
fortuna.
Procedimento:
Colocar a corda no chão e dispor, por ordem crescente, os números de 0 a 10 (em folhas A4) ao
longo da corda. Os alunos retiram, de uma caixa, uma tira dobrada com uma frase escrita e, sem
mostrar a frase aos outros, leem-na em silêncio e vão posicionar-se na escala, de acordo com o
risco que atribuem a essa frase. Caso tenham dúvidas, podem consultar o manual antes de se
posicionarem na corda. Os alunos devem, posteriormente, conferenciar entre si para descobrirem
quem tirou a mesma frase e decidir, em grupo, em que posição se deverão efetivamente colocar.
Reflexão (para o grupo-turma):
• Por que razão se posicionaram dessa forma?
• Qual a importância da previsão e prevenção vulcânica/sísmica?
• Que implicações têm a comercialização de espécies exóticas e a sua libertação no meio
ambiente?
• Qual a importância da preservação de áreas naturais?
• Existem aspetos positivos associados ao vulcanismo/ à sismicidade/ à perda de
biodiversidade? Se sim, quais?
Dinâmica de grupo 6 Competências relacionadas com o saber científico,
técnico ou tecnológico
278 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Cadeias alimentares
Esta dinâmica de grupo permite que os alunos compreendam o conceito de cadeia alimentar e a
sua importância para o equilíbrio dos ecossistemas. Pode ser realizada em interdisciplinaridade
com Educação Física. O Professor poderá aplicá-la antes de introduzir os conceitos associados a
esta questão, uma vez que os alunos já abordaram este conteúdo no 8.° ano, na disciplina de
Ciências Naturais.
Material:
– Coletes ou T-shirts de três cores diferentes
– Dispositivo de áudio para reprodução de música
– Espaço externo à sala de aula
Procedimento:
O Professor, que não deve revelar o objetivo do jogo, divide os alunos em três grupos com a
seguinte constituição:
1.° grupo – 15 produtores (P), que vestem um colete de cor verde e simulam o fitoplâncton;
2.° grupo – 8 consumidores primários (CP), que vestem um colete de cor amarela e simulam o
zooplâncton;
3.° grupo – 5 consumidores secundários, (CS), que vestem um colete de cor vermelha e
simulam sardinhas.
O Professor poderá organizar os grupos com um número diferente de alunos, mas deverá manter
a proporção indicada.
Ao som da música, os CP procuram apanhar os P (alimentando-se deles) e esconder-se das
sardinhas, enquanto estas procuram alimentar-se do zooplâncton. Caso um produtor seja
apanhado por um CP, senta-se e espera o fim da rodada; se o CP for apanhado por um CS também
se senta e espera pelo fim da rodada. Para se defender de um ataque de CS, os CP agacham-se,
escondendo-se do CS (predador).
No fim da rodada, que é anunciada pelo terminar da música, os alunos P apanhados transformam-
-se em CP e devem vestir um colete/T-shirt da cor respetiva (ganho em população devido à
alimentação). Os CP que não se tenham alimentado «morrem» (e saem do jogo), os apanhados
transformam-se em CS e vestem o colete/T-shirt da cor respetiva. Caso um CS não se tenha
alimentado, «morre» e sai do jogo.
Reflexão (para o grupo-turma):
• O que estiveram a representar? (o Professor pode aproveitar para clarificar o conceito de
cadeia alimentar)
• Por que motivo este jogo começa com a proporção indicada?
• Se esta atividade continuasse por mais rodadas, o jogo continuaria a ser possível?
• Porque é que os seres vivos precisam de se alimentar?
• Por que razão num ecossistema em equilíbrio as populações dos vários níveis tróficos não
desaparecem?
• O ser humano pesca sardinhas; que consequências tem isso nesta cadeia? E que
consequências pode haver para o ecossistema marinho?
• Que exemplos de desequilíbrios de ecossistemas conhecem?
Dinâmica de grupo 7 Competências relacionadas com o saber científico,
técnico ou tecnológico
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 279
O carrossel
A estratégia do carrossel é uma dinâmica de grupo que poderá ser usada em qualquer unidade
didática de qualquer domínio da disciplina de Biologia e Geologia e, também no âmbito de
temáticas de Cidadania e Desenvolvimento, nomeadamente, a utilização racional da água, a
proteção de geomonumentos, a criação de áreas protegidas, a bioética (ex.: a utilização de
espécies animais como cobaias em experiências científicas), e em questões sensíveis como a
gravidez na adolescência, a interrupção voluntária da gravidez, a discriminação racial e sexual, etc.
Consiste na utilização de uma «Caixa de perguntas», na qual os participantes colocam
anonimamente uma questão que gostariam de ver esclarecida. Esta dinâmica é muito importante,
pois permite desenvolver competências de comunicação (oral ou escrita), sem expor alunos que,
por timidez ou vergonha, têm receio de colocar dúvidas no desenrolar da aula.
Material:
– Tiras de papel (uma tira por aluno participante)
– 1 caixa de papel com uma ranhura no meio («Caixa de perguntas»)
– Cadeiras (tantas quantos os participantes; em número par)
Procedimento:
O Professor deverá iniciar a dinâmica por distribuir as tiras de papel em branco, uma por cada
aluno e solicitar o seu preenchimento com uma questão/dúvida que gostassem de ver
respondida.
Após o preenchimento, os alunos devem dobrar a tira de papel ao meio e colocá-la na caixa.
Serão, então, criados dois grupos, cada um com metade dos alunos da turma1
. Num dos grupos,
os alunos irão desempenhar a função de inquiridores, enquanto os restantes tentarão responder
às questões colocadas pelos primeiros. Numa segunda fase, trocam de papel: os alunos
inicialmente inquiridores deverão passar àqueles que respondem, enquanto os que responderam
na fase inicial, deverão passar a ser inquiridores.
No centro da sala, devem dispor-se as cadeiras da seguinte forma: um grupo de cadeiras deve
estar com as costas voltadas umas para as outras e encostadas; aí devem sentar-se os alunos que
irão responder. À frente de cada uma destas cadeiras, deverá colocar-se outra cadeira, de forma a
possibilitar que o aluno que coloca a pergunta fique de frente para o aluno que responde, de
acordo com o esquema abaixo:
P – Aluno que pergunta
R – Aluno que responde
1 O n.° de alunos envolvidos tem de ser par. Caso isto não se verifique, o Professor poderá participar na atividade, pois
todos os alunos devem estar envolvidos para que se sintam integrados no grupo-turma.
Dinâmica de grupo 8 Competências relacionadas com o saber científico,
técnico ou tecnológico
280 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Posteriormente, cada aluno inquiridor deverá retirar uma tira da caixa de perguntas e colocar a
questão inscrita na tira ao aluno que está sentado à sua frente.
Quando o Professor o indicar, os alunos P deverão avançar, ao mesmo tempo, para o próximo
aluno que dá a resposta (ver setas no esquema).
Quando todos os alunos tiverem respondido às questões, trocam de lugar, e os alunos P passam a
ser R e os alunos R passam a ser P.
O tempo limite para a elaboração oral de cada resposta deverá ser regulado pelo Professor.
A atividade termina quando estiverem respondidas todas as questões nesta segunda fase.
Reflexão (para o grupo-turma)
• Em que papel se sentiram melhor: no de aluno que pergunta ou no do aluno que responde?
Porquê?
• Qual foi a questão que tiverem de colocar?
• Que respostas obtiveram a essa questão?
• Por que motivo obtiveram respostas diferentes à mesma questão?
Nota: O Professor poderá recorrer às respostas mais corretas para elaborar uma apresentação
digital, que deverá partilhar com os alunos.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 281
Quem conta um conto…
Esta dinâmica de grupo tem como objetivo refletir sobre a forma como mudamos as histórias,
desde que nos são contadas até ao momento em que somos nós próprios a contá-las. Poderá ser
aplicada em qualquer unidade didática e permite desenvolver a competência de comunicação e
melhorar as capacidades de memorização e concentração. Poderá ser realizada em
interdisciplinaridade com uma disciplina de língua estrangeira (através de um texto construído
nessa língua) e em qualquer momento do ano letivo.
Material:
– Cadeiras dispostas em círculo (tantas quantos os participantes)
– Texto (escrito em português ou numa língua estrangeira), que deve ter vários personagens
e vários acontecimentos e não deve ser maior do que o exemplificado de seguida
Exemplo de um possível texto2
:
Filho de um comerciante, James Hutton nasceu em Edimburgo, a 3 de junho de 1726 e faleceu a
26 de março de 1797, nessa mesma cidade. O seu pai e o seu irmão mais velho morreram quando
ele era criança, deixando-o com a sua mãe e mais três irmãs. A sua instrução inicial foi dada pela
sua mãe, tendo frequentado depois a atual Royal High School e, mais tarde, a Universidade de
Edimburgo, na qual iniciou os seus estudos em Direito. Contudo, como aprendiz de advogado, ele
dedicava mais tempo a divertir os seus colegas escriturários com experiências químicas do que a
copiar documentos legais. Como resultado, foi dispensado do curso de Direito antes do final do
primeiro ano e ingressou no estudo da Medicina, por estar mais intimamente relacionada com a
Química. Ele passou três anos na Universidade de Edimburgo, depois dois em Paris e, finalmente,
obteve o título de doutor na Holanda, em setembro de 1749. Mas, a Medicina tinha pouco apelo
para Hutton. A sua associação com o amigo James Davie para desenvolverem um método barato
de fabricação de sal amoníaco provou-se financeiramente compensadora e, portanto, Hutton
acabou por decidir dedicar-se à agricultura. Estas duas atividades revelam-se muito
compensadoras a nível financeiro e, por esse motivo, acabou por desistir da agricultura em 1768,
para se estabelecer em Edimburgo, onde poderia perseguir os seus interesses científicos.
Procedimento:
As cadeiras deverão ser ocupadas por todos os alunos. Não deverão existir no círculo cadeiras
vazias – as excedentes deverão ser retiradas para outro local da sala – e o círculo deverá estar o
mais apertado possível (em contexto pandémico deverá fazer-se um círculo mais alargado).
O Professor solicita a três voluntários para formarem um grupo, que sairão da sala acompanhados
por um colega que lhes irá ler o texto fornecido pelo Professor. A leitura do texto deverá ser feita
a um colega de cada vez (sem os outros ouvirem). Enquanto isso, o Professor deverá ler o texto
original na sala.
Após ouvirem o texto e por indicação do Professor, cada aluno voluntário deverá reentrar na aula
e contar à restante turma o que ouviu.
2 Pode ser utilizada a biografia de qualquer outro cientista, qualquer outra história ou uma sequência de
acontecimentos que levaram a uma descoberta.
Dinâmica de grupo 9 Competências relacionadas com o saber científico,
técnico ou tecnológico
282 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Reflexão (para o grupo-turma):
• Que personagens identificaram nesta história?
• Que discrepâncias encontraram entre o texto original e o que foi relatado pelos alunos
voluntários?
• Que pormenores foram mais valorizados?
• Porque é que isso acontece?
• O que é comunicar?3
• O que é importante para que a comunicação seja eficiente?
3 O Professor poderá ir registando no quadro as respostas dos alunos a esta questão, de forma a poder ser feita uma
síntese no final da aula.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 283
Enquadramento legal dos domínios de autonomia curricular (DAC)
«Domínios de autonomia curricular (DAC) são áreas de confluência de trabalho interdisciplinar e
ou de articulação curricular, desenvolvidas a partir da matriz curricular-base de uma oferta
educativa e formativa, tendo por referência os documentos curriculares, em resultado do
exercício de autonomia e flexibilidade, sendo, para o efeito, convocados, total ou parcialmente, os
tempos destinados a componentes de currículo, áreas disciplinares e disciplinas.»
Alínea e) do Artigo 3.o do Decreto-Lei 55/2018, de 6 de julho
«Os domínios de autonomia curricular têm por base os documentos curriculares das
componentes de currículo, áreas disciplinares e disciplinas que lhes dão origem.»
Artigo 19.o, n.o 4, do Decreto-Lei 55/2018, de 6 de julho
Objetivos dos DAC
• Consolidar, aprofundar e enriquecer as Aprendizagens Essenciais.
• Desenvolver e valorizar as áreas de competências definidas no Perfil dos Alunos à saída da
Escolaridade Obrigatória (PASEO).
• Desenvolver competências de pesquisa, avaliação, reflexão, mobilização crítica e autónoma
de informação, com vista à resolução de problemas e ao reforço da autoestima dos alunos.
• Promover o exercício da cidadania ativa, de participação social em contextos de partilha e
de colaboração e de confronto de ideias.
• Implementar metodologias centradas no aluno, proporcionando situações de
aprendizagens significativas.
Principais etapas da construção de um DAC
1. Definir, em Conselho de Turma, as disciplinas cujos conteúdos podem ser trabalhados no
mesmo DAC.
Identificar as aprendizagens essenciais que são comuns ou que referem explicitamente a
articulação interdisciplinar, tendo em vista o desenvolvimento de áreas de competência
identificadas no PASEO.
2. Articular as Aprendizagens Essenciais e Transversais e as competências do PASEO que se
pretendem desenvolver com o DAC.
3. Privilegiar o trabalho prático-experimental e o desenvolvimento das capacidades de
pesquisa, relação e análise, tendo por base:
– temas, aprendizagens ou problemas;
– competências e capacidades;
– géneros textuais associados à produção e transmissão de informação e conhecimento.
4. Definir o produto final, envolvendo os alunos no processo.
5. Construir o cronograma de ação e definir o planeamento (tempo, espaços e recursos
necessários).
6. Definir a avaliação (técnicas, procedimentos diversificados e adequados às finalidades, ao
objeto em avaliação, aos destinatários e ao tipo de informação a recolher).
Adaptado de
www.erte.dge.mec.pt/sites/default/files/projectos_transversais/laboratorios_de_aprendizagem/atividades/w3_dac_9julho.pdf
(consultado em 21/03/2021)
Domínios de autonomia curricular (DAC)
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 285
Promoção da consciencialização ambiental
Áreas disciplinares
Biologia e Geologia y Português y Inglês y Física e Química A y Economia y Cidadania e
Desenvolvimento
Abordagens pedagógicas
Aprendizagem colaborativa, aprendizagem por projeto, aprendizagem baseada em casos, aula
invertida e aprendizagem baseada na resolução de problemas.
Domínios
Aprendizagens
Essenciais
Aprendizagens Transversais Perfil dos Alunos
Biologia
Biodiversidade
• Relacionar a
diversidade biológica
com intervenções
antrópicas que
podem interferir nas
dinâmicas dos
ecossistemas
(interações bióticas/
abióticas, extinção e
conservação de
espécies).
• Pesquisar e sistematizar
informações, integrando
saberes prévios, para
construir novos
conhecimentos.
• Realizar atividades em
ambientes exteriores à
sala de aula articuladas
com outras atividades
práticas.
• Formular e comunicar
opiniões críticas,
cientificamente
fundamentadas e
relacionadas com Ciência,
Tecnologia, Sociedade e
Ambiente (CTSA).
• Articular conhecimentos
de diferentes disciplinas
para aprofundar tópicos
de Biologia e de Geologia.
• Conhecedor/sabedor/
culto/ informado
(A, B, G, I, J)
• Criativo
(A, C, D, J)
• Crítico/analítico
(A, B, C, D, G)
• Indagador/investigador
(C, D, F, H, I)
• Sistematizador/organizador
(A, B, C, I, J)
• Questionador
(A, F, G, I, J)
• Comunicador
(A, B, D, E, H)
• Participativo/colaborador
(B, C, D, E, F)
• Responsável/autónomo
(C, D, E, F, G, I, J)
Geologia
Geologia
e métodos
• Interpretar
situações,
identificando
exemplos de
interações entre os
subsistemas
terrestres
(atmosfera, biosfera,
geosfera e
hidrosfera).
Fases de execução do projeto
1. Realizar um exercício participativo com os alunos (em pequenos grupos) – mapeamento –,
com o objetivo de identificar situações, na escola, em praias ou em rios próximos,
relacionadas com o problema da contaminação do meio envolvente por plásticos.
Possíveis problemas a detetar: ecopontos inexistentes/em número reduzido; ausência de
hábitos de reciclagem na escola e em casa, falta de educação ambiental.
2. Formular a questão-problema.
3. Efetuar uma pesquisa orientada sobre os plásticos: a sua origem, utilizações, os impactes
do seu uso para o ambiente e para a saúde (compreender a interferência nos ecossistemas
e nas dinâmicas dos diferentes subsistemas terrestres).
DAC 1
Educação ambiental
286 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
4. Identificar e contactar entidades e pessoas (parceiros/stakeholders) que possam ajudar a
responder à questão-problema.
5. Realizar uma saída de campo/visita de estudo para levantamento e recolha de dados que
permitam conhecer melhor a questão-problema.
6. Realizar atividades práticas para reconhecimento dos tipos de plásticos existentes e das
suas aplicações.
7. Realizar palestras sobre a visita de estudo e as atividades laboratoriais, discutindo alguns
assuntos relacionados com a problemática em estudo: economia circular, ciclo de vida dos
produtos, redução dos plásticos e impactes ambientais (estas palestras podem ser
organizadas pelos alunos com a colaboração dos stakeholders).
8. Pensar no produto final, de acordo com a questão-problema formulada, como a construção
de máquinas que permitam reutilizar os plásticos (consultar, por exemplo, o site
https://preciousplastic.com/); colocar mais ecopontos ou reorganizar os existentes na
escola; promover campanhas de reciclagem; póster científico bilingue).
9. Comunicar o projeto à comunidade escolar.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 287
Estudo de geossítios (ou sítios de interesse geológico)
Áreas disciplinares
Biologia e Geologia y Português y Inglês y Cidadania e Desenvolvimento
Abordagens pedagógicas
Aprendizagem colaborativa, aprendizagem por projeto, aprendizagem baseada em estudos de
caso, aula invertida e aprendizagem baseada na resolução de problemas.
Contextualização
Domínios Aprendizagens Essenciais
Aprendizagens
Transversais
Perfil dos Alunos
Geologia
Geologia
e métodos
Estrutura
e dinâmica
da geosfera
• Interpretar situações
identificando exemplos
de interações entre os
subsistemas terrestres
(atmosfera, biosfera,
geosfera e hidrosfera).
• Relacionar a construção
da escala do tempo
geológico com factos
biológicos e geológicos da
história da Terra.
• Distinguir vulcanismo ativo
de inativo, justificando a
sua importância para o
estudo da história da
Terra.
• Localizar evidências de
atividade vulcânica em
Portugal e os seus
impactes
socioeconómicos
(aproveitamento
geotérmico, turístico e
arquitetónico).
• Usar a teoria da Tectónica
de Placas para analisar
dados de vulcanismo e
sismicidade em Portugal
e no planeta Terra,
relacionando-a com a
prevenção de riscos
geológicos.
• Pesquisar e sistematizar
informações, integrando
saberes prévios, para
construir novos
conhecimentos.
• Realizar atividades em
ambientes exteriores à
sala de aula articuladas
com outras atividades
práticas.
• Formular e comunicar
opiniões críticas,
cientificamente
fundamentadas e
relacionadas com Ciência,
Tecnologia, Sociedade e
Ambiente (CTSA).
• Articular conhecimentos
de diferentes disciplinas
para aprofundar tópicos
de Biologia e de Geologia.
• Conhecedor/sabedor/
culto/ informado
(A, B, G, I, J)
• Criativo
(A, C, D, J)
• Crítico/analítico
(A, B, C, D, G)
• Indagador/ investigador
(C, D, F, H, I)
• Sistematizador/
organizador
(A, B, C, I, J)
• Questionador
(A, F, G, I, J)
• Comunicador
(A, B, D, E, H)
• Participativo/colaborador
(B, C, D, E, F)
• Responsável/autónomo
(C, D, E, F, G, I, J)
Fases de execução do projeto
1. Realizar um exercício de brainstorming sobre o que é o património geológico.
2. Efetuar uma pesquisa orientada sobre geossítios em Portugal.
Nota: existe uma listagem de geossítios e a respetiva descrição no site http://geossitios.progeo.pt
DAC 2
Desenvolvimento sustentável
288 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
3. Orientar a escolha dos alunos, relativamente ao geossítio a estudar, com base na descrição
e nas aprendizagens essenciais da disciplina de Biologia e Geologia.
4. Efetuar pesquisas sobre esse geossítio (possibilidade de visita, pontos de interesse a visitar,
importância para o país, entidade gestora, caso exista, etc.)
5. Selecionar cientista(s) ou centro(s) de investigação que possam fornecer informações sobre
o local e entrevistá-lo(s).
6. Divulgar a(s) entrevista(s) no jornal da escola, na rádio ou em qualquer outro meio de
comunicação social.
7. Planificar uma visita de estudo ao local (assinalar na carta geológica as possíveis paragens a
realizar, o tipo de observações a efetuar, possibilidade de recolher amostras e determinar
quais e como devem ser recolhidas, elencar possíveis problemas ambientais que possam
ser encontrados).
8. Realizar a visita de estudo (todas as paragens selecionadas deverão ser devidamente
documentadas, as amostras identificadas e catalogadas, os problemas ambientais
identificados). As amostras deverão passar a fazer parte do espólio científico da escola.
9. Elaborar um vídeo do geossítio, mostrando todas as etapas do trabalho efetuado e da visita
realizada. O vídeo pode ser locucionado em português e em inglês, e, neste último caso,
possuir legendagem em português. O vídeo deverá ser divulgado à comunidade escolar.
Sugestões de outras temáticas a desenvolver nos DAC
Seguidamente apresentam-se dez sugestões de temáticas a desenvolver nos DAC. Optou-se por
não apresentar as suas planificações para que os professores, utilizando os exemplos atrás
referidos, possam adaptá-las às suas práticas pedagógicas, às características das suas turmas e
aos contextos da escola/comunidade escolar. Contudo, sugere-se um produto final para cada
sugestão temática.
1. Ritmo e frequência cardíaca – ao ritmo do coração
Produto final: realização de um concurso de dança inter-turmas
2. Avaliar a alimentação da Escola
Produto final: criação de novas ementas na escola
3. Influência das máscaras na respiração aeróbia
Produto final: criação de máscaras com materiais reciclados
4. As rochas e os minerais da minha região
Produto final: criação de um folheto de divulgação
5. A lavagem das mãos e os microrganismos
Produto final: conjunto de sessões de esclarecimento efetuadas por alunos do 10.o
ano a
alunos do 1.o
CEB
6. A COVID-19 e a sustentabilidade ambiental
Produto final: criação de ecopontos para máscaras descartáveis
7. A humanidade e a proteção das espécies que não lhe são úteis
Produto final: criação de um tribunal de defesa de todas as espécies
8. A utilização de seres vivos como cobaias
Produto final: realização de uma feira de ciência
9. Riquezas naturais potenciadoras do desenvolvimento da região
Produto final: criação de um blogue de divulgação sobre a região
10. A importância dos Açores para o conhecimento da Terra
Produto final: construção de maquetes
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 289
1. Leia atentamente o texto seguinte, que é um excerto da Carta do Chefe Seattle ao Presidente
dos EUA, em 1854, a propósito da intenção manifestada pelo governo americano de adquirir o
território da sua tribo na zona de fronteira entre os EUA e o Canadá.
«(…) Como podes comprar ou vender o céu, o calor da Terra? Tal ideia nos é estranha. Se não
somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água, como podes então comprá-los? Cada
torrão desta terra para o meu povo, cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada
véu de neblina na floresta escura, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados nas tradições e
na consciência do meu povo. A seiva que circula nas árvores carrega consigo as recordações
do homem vermelho. (…) Esta água brilhante que corre nos rios e regatos não é apenas água,
mas sim o sangue de nossos ancestrais. (…) De uma coisa sabemos. A terra não pertence ao
ser humano: é o ser humano que pertence à terra, disso temos certeza. Todas as coisas estão
interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo está relacionado entre si. (…)»
www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/Carta_do_Chefe_Seattle_1263221069.pdf
(consultado em 13/03/2021)
1.1 Estabeleça a correspondência correta entre cada subsistema terrestre da coluna I e as
expressões do texto, apresentadas na coluna II.
Nota: A cada letra da coluna I correspondem dois números da coluna II.
Coluna I Coluna II
(a) Atmosfera [ ____ ]
(b) Hidrosfera [ ____ ]
(c) Geosfera [ ____ ]
(d) Biosfera [ ____ ]
(1) «cada torrão desta terra»
(2) «cada praia arenosa»
(3) «cada véu de neblina»
(4) «rios e regatos»
(5) «cada folha reluzente de pinheiro»
(6) «inseto a zumbir»
(7) «pureza do ar»
(8) «resplendor da água»
1.2 Classifique como verdadeira ou falsa cada uma das seguintes afirmações, relativas aos
subsistemas terrestres.
(A) Os minerais das rochas pertencem à geosfera. [ ____ ]
(B) O ciclo da água é um exemplo da interação dos vários subsistemas terrestres. [ ____ ]
(C) Os seres vivos realizam trocas de gases com a geosfera. [ ____ ]
(D) A água que evapora dos lagos é uma interação atmosfera-geosfera. [ ____ ]
(E) Os seres vivos contribuem para a formação de algumas rochas. [ ____ ]
(F) Os subsistemas terrestres são fechados e interdependentes. [ ____ ]
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Ficha de recuperação 1 Subsistemas terrestres
290 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1.3 Selecione a opção que completa corretamente a frase seguinte.
A expressão «Todas as coisas estão interligadas» permite afirmar que os subsistemas
terrestres são
(A) abertos.
(B) fechados.
(C) isolados.
(D) umas vezes abertos, outras fechados.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 291
1. Na superfície da Terra existe uma grande variedade de rochas.
1.1 Selecione a opção que completa corretamente a frase seguinte.
Uma rocha é
(A) um constituinte da litosfera que é um componente dos minerais.
(B) uma massa sólida natural e sempre composta por um só mineral.
(C) uma massa sólida artificial e sempre composta por vários minerais
(D) uma massa sólida natural e composta por um ou mais minerais.
1.2 Estabeleça a correspondência correta entre cada grupo de rochas da coluna I e as
respetivas características, expressas na coluna II.
Nota: A cada letra corresponde um número.
Coluna I Coluna II
(a) Rocha metamórfica. [ ____ ]
(b) Rocha sedimentar. [ ____ ]
(c) Rocha magmática intrusiva
ou plutónica. [ ____ ]
(d) Rocha magmática extrusiva
ou vulcânica. [ ____ ]
(1) Resulta de formações rochosas preexistentes, a
partir da acumulação de detritos à superfície da
Terra.
(2) Resulta da consolidação do magma no interior da
crosta terrestre.
(3) Resulta da consolidação da lava no exterior da
crosta terrestre.
(4) Tem origem a partir de outras rochas por ação de
elevadas temperaturas e pressões, sempre no
estado sólido.
2. Complete as frases, relativas aos processos de formação de rochas, com os termos seguintes.
Nota: Todos os termos devem ser usados.
temperatura y pequenos y mármore y calcário y sal-gema y arenito
basalto y granito y xisto y carvão y argilito ypressão y grandes
y A rocha sedimentar resultante da evaporação de água é o a)_____________________.
y O b)_____________________ pode ser uma rocha sedimentar quimiogénica ou biogénica,
enquanto o c)_____________________ tem uma origem exclusivamente biológica.
y A rocha que resulta da cimentação de grãos de areia é o d)_____________________.
y O e)_____________________ é uma rocha sedimentar detrítica formada por sedimentos de
menores dimensões do que os grãos de areia.
y O f)_____________________ é uma rocha que resulta do arrefecimento lento do magma e,
como tal, apresenta g)_____________________ cristais, enquanto o
h)_____________________ é magmática extrusiva, em que normalmente os cristais são
i)_____________________, e apenas visíveis ao microscópio.
y Em relação às rochas metamórficas, o j)_____________________ resulta da recristalização do
calcário, sendo a k)_____________________ o principal fator a atuar; já o
l)_____________________ é uma rocha que apresenta foliação, uma vez que a
m)_____________________ teve um papel preponderante na sua formação.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Ficha de recuperação 2 Ciclo das rochas
292 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
3. Ordene as etapas identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência correta
da formação de uma rocha sedimentar.
A. Sedimentação.
B. Transporte.
C. Erosão.
D. Diagénese.
E. Meteorização
____________________________________________________________________________________________
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 293
1. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas aos
princípios do raciocínio geológico.
(A) No catastrofismo, as mudanças geológicas são bruscas e pontuais. [ ____ ]
(B) A base do neocatastrofismo é o uniformitarismo, mas admite que no curso da história da
Terra algumas mudanças foram originadas por fenómenos repentinos e catastróficos.
[ ____ ]
(C) A extinção dos dinossauros devido à queda de um meteorito é uma explicação
uniformitarista. [ ____ ]
(D) O catastrofismo inclui o atualismo geológico, que afirma que «o presente é a chave do
passado.» [ ____ ]
(E) No uniformitarismo as mudanças geológicas são lentas e graduais. [ ____ ]
(F) Os catastrofistas defendem que as leis físicas e químicas que atuam na natureza se mantêm
constantes ao longo do tempo. [ ____ ]
2. Complete as frases, relativas a fósseis, com os termos seguintes.
rochas sedimentares y fósseis de fácies/ambiente y absoluta y fósseis de idade
relativa y sedimentos y identidade paleontológica
y A maior parte dos fósseis aparecem em a)_____________________.
y Para que se dê a fossilização é necessário que o organismo, os seus restos ou marcas, fiquem
rapidamente cobertos por b)_____________________.
y Na reconstituição de ambientes do passado têm grande interesse os fósseis de seres vivos
que existem e existiram em locais com condições muito restritas. Estes fósseis denominam-
se c)_____________________.
y Nem todos os fósseis são igualmente importantes para a datação das rochas. Só aqueles que
correspondem a seres que sobreviveram durante intervalos de tempo curtos e viveram
espalhados por muitas zonas da Terra (tiveram grande área de dispersão) permitem fazer
uma datação d)_____________________ das rochas onde se encontram. Estes fósseis
denominam-se e)_____________________.
y O princípio que permite datar com a mesma idade estratos ou conjuntos de estratos
contendo os mesmos fósseis é o da f) _____________________.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Ficha de recuperação 3 Princípios de raciocínio geológico.
Idade e história da Terra.
294 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
3. Complete as frases, relativas à datação absoluta, com os termos seguintes.
absoluta y radioatividade y isótopos-filho y isótopos-pai
isótopos y neutrões y tempo de semivida
y A datação radiométrica é um método de datação a)_____________________ que se faz valer
de uma característica que certos átomos apresentam que é a b)_____________________.
Estes átomos, denominados c)_____________________, são átomos de um determinado
elemento químico que apresentam um número de d)_____________________ diferente do
número de protões.
y Estes átomos instáveis, denominados e)_____________________ tendem a transformar-se
noutros mais estáveis denominados f)_____________________, através da desintegração.
Esta desintegração acontece a uma determinada taxa que não é afetada por condições
ambientais. Assim, conhecendo o g)_____________________ de um determinado elemento,
isto é, o intervalo de tempo necessário para que se reduza para metade o número de isótopos
radioativos iniciais de uma amostra, pode-se calcular a idade de uma rocha/mineral se se
conseguir determinar a percentagem de isótopos iniciais.
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1. Complete as frases, relativas ao mobilismo geológico, com os termos seguintes.
Deriva Continental y morfológico y paleoclimático y paleontológico
geológico y transformante y divergente y convergente y continental
Expansão dos Fundos Oceânicos y Pangeia y limite
y A Teoria Tectónica de Placas foi precedida pela Teoria da a)_____________________
proposta por Alfred Wegener, a qual afirma que no passado os continentes atuais teriam
estado unidos, constituindo um único supercontinente chamado b)____________________,
e pela Teoria da c)_____________________.
y Ao formular a sua teoria, Wegener apresentou alguns dados a favor da mesma. Assim,
quando se referiu à «existência de grande semelhança nas sequências de estratos rochosos
encontrados na América do Sul e em África», Wegener apresentou um dado
d)_____________________. Por outro lado, quando relatou o «aparecimento de fósseis do
feto Glossopteris na Austrália, Antártida, África e América do Sul», Wegener utilizou um dado
e)_____________________, enquanto a expressão «A existência de depósitos de carvão na
Antártida» remete para um dado f)_____________________. Finalmente, quando Wegener
constata que existe um «encaixe dos contornos da costa oriental da América do Sul e
ocidental de África», usou um dado g)_____________________.
y Segundo a Teoria da Tectónica de Placas, a litosfera está fragmentada em várias placas
tectónicas ou litosféricas que se movem umas em relação às outras. Estas zonas de contato
entre duas placas ou h)_____________________ são regiões geologicamente ativas (onde
ocorre a maioria dos sismos e vulcões). Quando duas placas se afastam, corresponde a um
limite i)_____________________ ou construtivo, uma vez que há construção de
crosta/litosfera. Por seu lado, quando as placas colidem umas em relação às outras existe um
limite j)_____________________ ou destrutivo. Neste existe subducção, exceto se a colisão
ocorrer entre uma placa litosférica continental e uma placa litosférica
k)_____________________. Existe ainda uma outra possibilidade de movimento
entre placas litosféricas, que é deslizamento entre placas e que corresponde a um limite
l)_____________________ ou conservativo.
2. Nas alíneas 2.1 a 2.3, selecione a opção que completa corretamente a afirmação.
2.1 A atividade do rifte do Atlântico Norte é responsável
(A) pelo afastamento entre a América do Norte e América do Sul.
(B) pelo afastamento entre a Europa e a América do Norte.
(C) pela aproximação entre a África e Europa.
(D) pela aproximação entre a América do Norte e África.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Ficha de recuperação 4 O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica
de Placas
296 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2.2 O limite entre placas litosféricas que origina a cadeia montanhosa dos Andes é
(A) convergente.
(B) divergente.
(C) transformante.
(D) nenhum dos anteriores.
2.3 Quando duas placas litosféricas deslizam horizontalmente uma em relação à outra, em
sentidos opostos, originam um limite entre placas
(A) convergente
(B) divergente.
(C) transformante.
(D) nenhum dos anteriores.
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1. Complete as frases, relativas aos produtos emitidos por atividade vulcânica, com os termos
seguintes.
bombas vulcânicas y cinza y lapilli/bagacina y lava escoriácea/aa
lava encordoada/pahoehoe y lava em almofada/pillow lava
nuvens ardentes y pedra-pomes y piroclastos de fluxo y piroclastos de queda
y Quando uma escoada de material fluido solidifica apresenta a superfície encordoada ou lisa,
diz-se que é a)_____________________. Se apresentar a superfície angulosa designa-se
b)_____________________. Já as formações arredondadas de lava que arrefece
rapidamente debaixo de água designam-se c)_____________________.
y Se o material piroclástico emitido por um vulcão for muito fragmentado e de pequenas
dimensões denomina-se d)_____________________; se tiver dimensões intermédias,
denomina-se e)____________________; se tiver grandes dimensões, designa-se
f)___________________. Um caso particular de piroclastos muito porosos e leves, menos
densos do que a água, é a g)_____________________.
y Quanto à forma como os piroclastos são ejetados, existem dois tipos de piroclastos: os
h)_____________________, quando o material é ejetado a grande altitude; e os
i)_____________________, que descem as encostas do vulcão. Um caso particular deste
último tipo são as correntes densas de gases e cinzas incandescentes com deslocação rápida
que correspondem a j) _____________________.
2. Estabeleça a correspondência correta entre cada tipo de atividade vulcânica da coluna I e as
respetivas características, expressas na coluna II.
Nota: a cada letra corresponde um número.
Coluna I Coluna II
(a) Atividade efusiva [ ____ ]
(b) Atividade explosiva [ ____ ]
(c) Atividade mista [ ____ ]
(1) É característica dos estratovulcões.
(2) Resulta de lavas muito ácidas que podem mesmo
solidificar nas crateras originando domos.
(3) Origina cones vulcânicos largos e baixos que
resultam do escoamento de lavas muito fluídas.
3. Selecione a opção que completa corretamente a frase seguinte.
A maioria dos vulcões ativos no planeta encontra-se
(A) em várias zonas do planeta, de forma indiscriminada.
(B) em zonas onde as placas litosféricas são tectonicamente estáveis.
(C) em qualquer limite divergente e convergente entre placas litosféricas.
(D) nos limites divergentes e convergentes entre placas litosféricas, exceto nos limites
convergentes do tipo placa continental – placa continental.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Ficha de recuperação 5 Vulcanismo
298 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
4. Estabeleça a correspondência correta entre os diferentes tipos de manifestações de vulcanismo
secundário da coluna I e as respetivas características, expressas na coluna II.
Nota: a cada letra corresponde um número.
Coluna I Coluna II
(a) Fumarola [ ____ ]
(b) Géiser [ ____ ]
(c) Nascente termal [ ____ ]
(1) Jatos de água quente e vapor de água projetados
de forma intermitente a partir de fraturas no solo.
(2) Emissões de gases vulcânicos ricos em enxofre ou
em dióxido de carbono através de fissuras da
superfície terrestre.
(3) Emissões de água quente ricas em substâncias
minerais.
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1. Observe com atenção a figura 1, que representa a carta de isossistas do sismo de 23 de abril
de 1909.
Fig. 1 Carta de isossistas do sismo
de 23 de abril de 1909.
1.1 Ordene, por ordem crescente de intensidade sísmica, as seguintes localidades:
A. Santarém
B. Setúbal
C. Benavente
D. Azambuja
_______________________________________________________________________________________
1.2 Indique uma localidade na qual o sismo tenha sido sentido com a mesma intensidade do
que Peniche.
_______________________________________________________________________________________
1.3 Refira a localidade mais próxima do epicentro.
_______________________________________________________________________________________
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Ficha de recuperação 6 Sismologia
300 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas à
sismologia.
(A) O sismógrafo é o registo gráfico das ondas sísmicas. [ ____ ]
(B) Fraturas nas rochas que constituem o interior da Terra podem provocar sismos. [ ____ ]
(C) A intensidade de um sismo depende unicamente da distância ao epicentro. [ ____ ]
(D) A atividade vulcânica pode originar um sismo. [ ____ ]
(E) As isossistas são traçadas com base na Escala de Richter. [ ____ ]
(F) A intensidade de um sismo corresponde à avaliação da grandeza de um sismo baseada na
quantidade de energia libertada no hipocentro. [ ____ ]
(G) Uma réplica é um abalo sísmico que ocorre após o sismo principal. [ ____ ]
3. Selecione a opção que completa corretamente a frase seguinte.
Foco sísmico ou hipocentro é o
(A) ponto à superfície com a máxima intensidade sísmica.
(B) local à superfície onde as ondas sísmicas chegam em primeiro lugar.
(C) ponto no interior da Terra onde se inicia a libertação de energia.
(D) local da superfície terrestre onde as ondas sísmicas têm maior amplitude.
4. Complete as frases, relativas às ondas sísmicas, com os termos seguintes.
Nota: Cada termo pode ser usado três vezes.
primárias y secundárias y superficiais
y As ondas a)______ são as mais lentas.
y As ondas b)______ são as primeiras a chegar ao sismógrafo; as ondas que são registadas em
segundo lugar são as ondas c)______.
y As ondas d)______ só se propagam em meios sólidos, enquanto as e)______ propagam-se nos
três tipos de meios: sólido, líquido e gasoso.
y As ondas mais destruidoras são as ondas f)______.
y As ondas g)______ têm maior amplitude.
y As ondas h)______ classificam-se como ondas transversais; as ondas i)______ classificam-se
como ondas longitudinais.
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1. Observe com atenção a figura 1, que esquematiza uma secção do globo terrestre.
Fig. 1 Secção do globo terrestre.
1.1 Faça a correspondência entre os números de I a IV da figura 1 e as seguintes zonas da
estrutura interna da Terra.
Núcleo interno y Manto y Núcleo externo y Crosta
I – _________________________
II – _________________________
III – _________________________
IV –_________________________
1.2 Faça a correspondência entre as letras A, B e C da figura 1 e as seguintes descontinuidades
do interior da Terra.
Descontinuidade de Gutenberg y Descontinuidade de Lehmann
Descontinuidade de Mohorovocic
A – _________________________
B – _________________________
C – _________________________
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Ficha de recuperação 7 Estrutura interna da Terra
302 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. Complete as frases, relativas à estrutura interna da Terra, com os termos seguintes.
astenosfera y crosta y crosta oceânica y crosta continental
litosfera y manto y núcleo interno y núcleo externo
y A zona que corresponde à parte central do globo terrestre é o a)_____________________. Já
a camada mais externa da Terra é a b)_____________________, que se divide em
c)_____________________, mais densa, e em d)_____________________ com maior
espessura.
y A camada rígida formada pela crosta e parte superior do manto corresponde à
e)_____________________, que assenta sobre uma zona do manto menos rígida formada por
materiais parcialmente fundidos, que se denomina de f)_____________________.
y A camada da Terra que ocupa 2/3 do seu volume é designada g)_____________________,
enquanto a camada que se deduz estar no estado líquido é o h) _____________________.
3. Estabeleça a correspondência correta entre cada tipo de método do estudo do interior da Terra
da coluna I e a respetiva descrição da coluna II.
Nota: Cada letra tem correspondência com um número.
Coluna I Coluna II
(a) Sismologia [ ____ ]
(b) Estudo da geotermia [ ____ ]
(c) Estudo das explorações mineiras
[ ____ ]
(d) Estudo do geomagnetismo [ ____ ]
(e) Vulcanismo [ ____ ]
(f) Sondagens [ ____ ]
(1) Análise do material resultante das escavações
de minas profundas.
(2) A Terra funciona como um íman gigante,
revelando dados sobre o núcleo externo.
(3) Estudo do aumento da temperatura do planeta
com a profundidade.
(4) A variação da velocidade e da direção das ondas
sísmicas fornece informações sobre o estado
físico dos materiais do interior da Terra.
(5) Análise de amostras resultantes de perfurações
efetuadas na crosta terrestre.
(6) Análise do material expelido pelos vulcões.
3.1 Dos métodos que constam na coluna I, refira dois métodos diretos utilizados para o estudo
do interior da Terra.
_______________________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________________
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1. Leia o seguinte texto, relacionado com a rã-de-unhas-africana em Portugal.
«A rã-de-unhas-africana, Xenopus laevis, é uma espécie originária da África do Sul e de
Moçambique, que se encontra em duas ribeiras, Laje e Barcarena, na parte dos cursos que
passam no concelho de Oeiras, distrito de Lisboa.
Atualmente, após vários anos de uma campanha de controlo, iniciada em 2010, tornou-se
muito rara. No entanto, ainda se encontram animais isolados.»
www.wilder.pt/naturalistas/ra-de-unhas-africana-esta-invasora-e-um-caso-de-sucesso-em-portugal/
(consultado em 12/03/2021)
Complete as frases, relativas ao funcionamento e à organização hierárquica de um ecossistema,
com os termos seguintes.
ecossistema • comunidade • população • tecidos • exótica • invasora • segundo
primeiro • primário • impedida • produtor
y A rã-de-unhas-africana deve o seu nome ao facto de ter unhas córneas nas extremidades dos
seus dedos. Os dedos são formados por a)____________________ – conjunto de células que
desempenham determinadas funções.
y O conjunto de rãs-de-unhas-africanas que habitam a ribeira da Lage constitui uma
b)____________________, enquanto o conjunto de todos os seres vivos que habitam essa
mesma ribeira corresponde a uma c)____________________. Considera-se que a ribeira da
Laje, com todos os seus componentes bióticos e abióticos, é um(a) d)__________________.
y Como esta rã não é originária de Portugal, é classificada como uma espécie
e)____________________ e, como se revelou ser muito voraz, tendo preferência por girinos
de anfíbios nativos, põe em risco as suas populações e é também uma espécie
f)________________.
y Da sua alimentação também fazem parte presas praticamente do seu tamanho. Assim, em
relação à posição que pode ocupar numa teia alimentar, esta rã nunca é um
g)____________________ porque é heterotrófica, nunca ocupando por isso, o
h)____________________ nível trófico. Como não é herbívora, também não ocupa o
i)____________________ nível trófico, ou seja não é um consumidor
j)____________________.
y Como medida preventiva e uma vez que esta espécie ainda é comercializada nas lojas de
animais, a sua libertação na natureza deve ser k)____________________.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Ficha de recuperação 8 Diversidade e organização biológica
304 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas às
relações tróficas num ecossistema.
(A) Na mesma cadeia alimentar, os produtores ocupam vários níveis tróficos. [ __ ]
(B) Os consumidores terciários são o nível trófico que apresenta maior número de
indivíduos. [ __ ]
(C) Uma cadeia alimentar é formada por várias teias alimentares. [ __ ]
(D) A transferência de matéria num ecossistema é cíclica e a transferência de energia é
unidirecional. [ __ ]
(E) Os consumidores, sejam eles primários, secundários ou terciários, são sempre micro-
consumidores. [ __ ]
(F) Os produtores e os decompositores são ambos autotróficos. [ __ ]
(G) Os seres autotróficos são seres vivos que produzem matéria orgânica a partir de matéria
inorgânica. [ __ ]
(H) Ao longo de uma cadeia alimentar, a energia é transferida de modo que todos os indivíduos
de cada do nível tófico recebam a mesma quantidade de energia do nível trófico anterior.
[ __ ]
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1. Estabeleça a correspondência correta entre cada tipo de célula da coluna I e as suas
características, expressas na coluna II.
Nota: A cada letra da coluna I correspondem dois números da coluna II.
Coluna I Coluna II
(a) Célula procariótica [ ____ ]
(b) Célula eucariótica animal e
vegetal [ ____ ]
(c) Célula eucariótica animal [ ____ ]
(d) Célula eucariótica vegetal [ ____ ]
(e) Célula procariótica e eucariótica [ ____ ]
(1) Com cloroplastos.
(2) Com lisossomas.
(3) Com parede celular formada por celulose.
(4) Com membrana plasmática.
(5) Sem membrana nuclear.
(6) Com ribossomas.
(7) Com cápsula.
(8) Com núcleo.
(9) Com mitocôndrias.
(10) Com centríolos.
2. Complete as frases, relativas a funções dos organelos/estruturas celulares, com os termos
seguintes.
núcleo • retículo endoplasmático rugoso • retículo endoplasmático liso • ribossomas
lisossomas • centríolos • mitocôndrias • complexo de Golgi • membrana plasmática
cloroplastos • parede celular
y A a)____________________ tem como função a regular as trocas entre a célula e o meio
exterior; já a b)____________________ confere rigidez e proteção às células onde existe.
y Os c)____________________ intervêm na síntese de proteínas. Alguns destes encontram-
-se à superfície do d)____________________ que, além de participar na síntese, ainda
transporta as proteínas. Por seu lado, o e)____________________ participa na síntese e no
transporte de lípidos.
y O f)____________________ é responsável pela secreção de substâncias e participa na
formação dos g)____________________ que, por seu lado, são responsáveis pela digestão
intracelular.
y A divisão celular é controlada pelo h)____________________, mas nas células animais
também intervêm os i)____________________.
y Existem dois organelos com dupla membrana: as j)____________________, responsáveis
pela respiração aeróbia, e os k)____________________, responsáveis pela fotossíntese.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Ficha de recuperação 9 Células e biomoléculas
306 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
3. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas às
biomoléculas.
(A) Os lípidos são geralmente insolúveis em água. [ __ ]
(B) Todas as enzimas são proteínas. [ __ ]
(C) As proteínas são os únicos polímeros existentes nos prótidos. [ __ ]
(D) A glicose e a frutose são exemplos de monossacarídeos. [ __ ]
(E) O amido é um polissacarídeo de reserva vegetal e o glicogénio é um polissacarídeo de
reserva animal. [ __ ]
(F) O DNA e o RNA são polímeros dos ácidos nucleicos. [ __ ]
(G) A unidade básica dos ácidos nucleicos é a base nitrogenada. [ __ ]
(H) O RNA possui sempre uma estrutura em hélice dupla. [ __ ]
(I) As proteínas podem possuir estrutura primária, secundária, terciária ou quaternária. [ __ ]
(J) Todos os lípidos são constituídos por glicerol e ácidos gordos. [ __ ]
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1. Estabeleça a correspondência correta entre cada um dos tipos de digestão em seres
heterotróficos da coluna I e as suas características, expressas na coluna II.
Nota: A cada letra corresponde um número.
Coluna I Coluna II
(a) Digestão intracorporal [ __ ]
(b) Digestão extracorporal [ __ ]
(c) Digestão intracorporal e extracelular [ __ ]
(d) Digestão intracelular [ __ ]
(1) Efetuada pelos fungos.
(2) Ocorre nos seres unicelulares.
(3) Efetuada pelo ser humano.
(4) Efetuada por todos os animais.
2. Complete as frases, relativas à digestão nos animais, com os termos seguintes.
digestão • endocitose • cavidade gastrovascular • boca • lisossomas • exocitose
completo • absorção
y Na hidra e na planária, a digestão inicia-se na a)____________________ devido à ação de
enzimas que são libertadas por b)____________________. As partículas semidigeridas
passam por c)__________________ para as células do organismo, onde continua a digestão
dentro de vacúolos digestivos, devido à intervenção dos d)_________________________. As
partículas não digeridas são expulsas pela abertura, denominada e)____________________.
y As minhocas e os humanos possuem tubo digestivo f)____________________, o que
constituiu uma importante vantagem evolutiva, dado que permite uma
g)____________________ e uma h)____________________ sequenciais, pois o alimento
desloca-se num só sentido.
3. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas à
membrana plasmática.
(A) A membrana plasmática é impermeável à água. [ __ ]
(B) Todas as membranas biológicas têm a mesma estrutura básica. [ __ ]
(C) Os fosfolípidos da membrana organizam-se em bicamada. [ __ ]
(D) O colesterol entra na composição das membranas de todas as células. [ __ ]
(E) As proteínas da membrana podem estar associadas a glícidos, formando glicoproteínas. [ __ ]
(F) As proteínas extrínsecas facilitam a difusão de moléculas polares. [ __ ]
(G) Os fosfolípidos são moléculas com cabeça hidrofílica e cauda hidrofóbica. [ __ ]
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos
Ficha de recuperação 10
308 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
4. Complete as frases, relativas aos transportes transmembranares, com os termos seguintes.
hipertónico • citoplasma • hipotónico • vacúolo • turgescência
plasmólise • osmose
y A passagem de água através de uma membrana semipermeável denomina-se
a)______________________. A água desloca-se do meio menos concentrado em soluto –
meio b)______________________ – para o meio mais concentrado em soluto – meio
c)______________________.
y Numa célula animal ou vegetal que perdeu água ocorreu o fenómeno de
d)______________________, enquanto numa célula animal ou vegetal que ganhou água
ocorreu o fenómeno de e)______________________.
y Nas células vegetais, a entrada e a saída de água ocorrem sobretudo para o
f)______________________, enquanto nas células animais ocorrem para o
g)______________________.
5. Selecione a opção que completa corretamente a frase seguinte.
O transporte ativo de uma substância ____ energia porque ocorre ____ gradiente de
concentração.
(A) gasta … contra o
(B) gasta … a favor do
(C) não gasta … contra o
(D) não gasta … a favor do
6. Estabeleça a correspondência correta entre os tipos de transportes transmembranares
indicados na coluna I e as suas características, expressas na coluna II.
Nota: Cada letra da coluna I tem correspondência com dois números da coluna II.
Coluna I Coluna II
(a) Transporte ativo [ ____ ]
(b) Difusão facilitada [ ____ ]
(c) Ambos os transportes [ ____ ]
(1) É usada uma proteína transportadora.
(2) Ocorre através de proteínas intrínsecas.
(3) São utilizadas permeases.
(4) Ocorre contra o gradiente de concentração.
(5) Depende apenas de fenómenos físicos.
(6) Necessita de ATP.
7. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas ao
transporte de grande quantidade de macromoléculas através da membrana.
(A) As substâncias são introduzidas nas células por exocitose. [ __ ]
(B) Existem vários tipos de endocitose, a endocitose mediada por recetores, a pinocitose e a
fagocitose. [ __ ]
(C) A pinocitose corresponde à entrada na célula de gotículas de fluido extracelular. [ __ ]
(D) É através da fagocitose que os seres unicelulares ingerem o alimento. [ __ ]
(E) Na endocitose mediada por recetores é necessária a emissão de pseudópodes. [ __ ]
(F) A endocitose mediada por recetores permite a entrada de substâncias específicas na célula.
[ __ ]
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8. Complete as frases, relativas à transmissão do impulso nervoso, com os termos seguintes.
arborização terminal • repolarização • potencial de ação • negativas • despolarização
repouso • dendrite • sinapse • neurotransmissores
y Quando um neurónio não está a transmitir impulso nervoso diz-se que está em
a)________________________. Nesta situação, existe um excesso de cargas
b)________________________ no interior da célula em relação ao exterior.
y Quando ocorre um estímulo, o impulso nervoso propaga-se ao longo de neurónio sob a
forma de c)________________________, ocorrendo uma alteração transitória na
polarização da membrana na fase de d)____________________, seguindo-se a fase de
e)________________________, na qual a membrana volta à polarização inicial.
y Quando o impulso nervoso atinge a f)________________________ do axónio, uma das
formas de estabelecer uma ligação funcional ou g)________________________com o
neurónio seguinte é através da libertação de substâncias químicas, denominadas
h)________________________. Estas substâncias vão ligar-se à membrana da
i)________________________ do neurónio seguinte, desencadeando neste um impulso
nervoso.
9. Selecione a opção que completa corretamente a frase seguinte.
Relativamente à condução saltatória do impulso nervoso
(A) só acontece nos axónios dos neurónios sem bainha de mielina.
(B) só acontece nos axónios dos neurónios com bainha de mielina.
(C) acontece em todos os axónios de todos os neurónios.
(D) acontece em todos os axónios dos neurónios dos invertebrados.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 311
1. Complete as frases, relacionadas com o processo fotossintético, com alguns dos seguintes
termos.
oxigénio • estroma • clorofilas • tilacoides • oxidadas • fotoquímica • química
• dióxido de carbono • NADPH • ADP • ATP • NADP+
• compostos orgânicos
y Os pigmentos fotossintéticos responsáveis pela cor verde das folhas são as
a)_____________________, que absorvem as radiações luminosas, ficando
b)_____________________. Estes pigmentos, localizados nos c)_____________________
dos cloroplastos vão, posteriormente, receber eletrões vindos da molécula de água, levando
à libertação de d)_____________________.
y Nesta primeira fase da fotossíntese, ou fase e)_____________________, formam-se ainda
as moléculas f)___________________ (transportadora de H+
) e g)____________________,
que vão ser usadas na fase h)_____________________ da fotossíntese, que ocorre no
i)_____________________ do cloroplasto.
y Esta fase, que é um ciclo, começa com a fixação do j)_____________________ e resulta na
formação de k) _____________________.
y Das substâncias produzidas na fase anterior, uma irá fornecer energia às reações deste ciclo,
quando passa a l)_____________________, e a outra transfere o seu hidrogénio e eletrões
para os compostos desta fase e passa a m)_____________________. Estes dois compostos
ficam assim disponíveis para ser usados na primeira fase da fotossíntese.
2. Selecione a opção correta nos itens 2.1 a 2.3.
2.1 O processo fotossintético tem como finalidade converter energia luminosa em energia
(A) química, sob a forma de glicose.
(B) elétrica, uma vez que existe transferência de eletrões entre moléculas.
(C) química, sob a forma de ATP.
(D) nuclear.
2.2 O organelo responsável pela fotossíntese é
(A) a mitocôndria e existe tanto nos animais como nas plantas.
(B) o cloroplasto, e existe tanto nos animais como nas plantas.
(C) o cloroplasto, e só existe nas plantas.
(D) a mitocôndria, e só existe nos animais.
2.3 Os reagentes da fotossíntese são
(A) a glicose e o oxigénio.
(B) a glicose e o dióxido de carbono.
(C) a água e o dióxido de carbono.
(D) a água e o oxigénio.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Ficha de recuperação 11 Obtenção de matéria pelos seres autotróficos
312 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
3. Ordene as seguintes etapas da fotossíntese.
A. Ciclo de Calvin.
B. Excitação da clorofila.
C. Libertação de oxigénio.
D. Dissociação da água.
____________________________________________________________________________________________
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1. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas à
captação e distribuição de matéria nas plantas.
(A) A seiva bruta é formada por água e sais minerais, enquanto a seiva elaborada só é
constituída por sacarose. [ __ ]
(B) A seiva bruta é transportada pelo xilema, e a seiva elaborada pelo floema. [ __ ]
(C) O sentido da seiva bruta é sempre ascendente, mas o da seiva elaborada pode ser
ascendente ou descendente. [ __ ]
(D) Num caule, a seiva bruta circula mais externamente e a seiva elaborada mais internamente.
[ __ ]
(E) Um dos elementos condutores do xilema são os traqueídos, que são células mortas. [ __ ]
(F) Os elementos condutores do floema são os tubos crivosos, e são células vivas. [ __ ]
(G) Os pelos absorventes das raízes permitem uma absorção da água mais eficaz. [ __ ]
(H) Os musgos, como qualquer planta terrestre, têm vasos xilémicos e floémicos. [ __ ]
(I) As células que formam os elementos condutores do xilema comunicam umas com as outras
através das placas crivosas. [ __ ]
2. Selecione a opção correta nos itens 2.1 a 2.4.
2.1 A entrada de água na raiz ocorre
(A) umas vezes por osmose, outras por transporte ativo.
(B) uma vez por osmose, outras por difusão facilitada.
(C) sempre por osmose.
(D) sempre por transporte ativo.
2.2 A subida de água até à folha através do xilema tem como principal causa a
(A) transpiração.
(B) respiração.
(C) pressão radicular.
(D) osmose.
2.3 Durante um dia luminoso e quente, geralmente quanto mais rapidamente uma planta
libertar água/vapor de água, mais rapidamente absorve água do solo. Esta afirmação está
de acordo com o
(A) modelo da pressão radicular.
(B) modelo da adesão-coesão-tensão.
(C) modelo de fluxo de massa sob pressão.
(D) modelo do mosaico fluido.
2.4 A pressão de turgescência, que promove o deslocamento da seiva elaborada, inicia-se
(A) no xilema, junto às fontes.
(B) no xilema, junto aos sumidouros.
(C) no floema, junto aos sumidouros.
(D) no floema, junto às fontes.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Distribuição de matéria nas plantas
Ficha de recuperação 12
314 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
3. Os fenómenos a seguir indicados estão relacionados com a circulação de água nas plantas.
Ordene-os corretamente, utilizando as respetivas letras. Inicie pela letra A.
A. Saída de água pela folha.
B. Absorção de água do solo pela raiz.
C. Subida de água da raiz para o caule.
D. Passagem da água do caule para a folha.
____________________________________________________________________________________________
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1. Complete as frases, relativas aos sistemas de transporte nos animais, com alguns dos seguintes
termos.
maior • menor • cavidade gastrovascular • hemolinfa • aberto • fechado
intracorporal • artérias • veias • transporte
y A a)______________________ da planária e da hidra funciona como sistema de
b)______________________ e digestivo, isto porque após a digestão
c)______________________, distribui os nutrientes a todas as células.
y Nos animais com sistema de transporte d)______________________, o líquido circulante
denomina-se e)______________________ porque não se distingue do líquido intersticial.
y Nos animais com sistema de transporte f)______________________ existem vários tipos de
vasos sanguíneos. As g)______________________ são os vasos sanguíneos que trazem o
sangue de volta ao coração; já as h)______________________ são os vasos que transportam
o sangue do coração para todo o corpo do animal.
y A pressão sanguínea na veia cava é i)______________________ do que na aorta, e a
velocidade do fluxo sanguíneo na veia cava é j)______________________ do que nos
capilares.
2. Observe a tabela seguinte, relativa ao coração de diferentes vertebrados.
Animais N.o
de aurículas N.o
de ventrículos Separação dos ventrículos
Peixe 1 1
Ave 2 2 Total
Tartaruga 2 2 Parcial
Rã 2 ?
2.1 Indique o número de ventrículos existentes no coração da rã.
________________________________________________________________________
2.2 Selecione a opção correta nos itens 2.2.1 a 2.2.3.
2.2.1 Com base na anatomia do coração, o animal mais parecido com os mamíferos é
(A) o atum.
(B) a rã.
(C) a tartaruga.
(D)a andorinha.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Transportes nos animais
Ficha de recuperação 13
316 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2.2.2 No coração dos peixes,
(A) o sangue venoso mistura-se com o sangue arterial.
(B) só circula sangue venoso.
(C) só circula sangue arterial.
(D)circula à vez sangue venoso e sangue arterial.
2.2.3 Quando há mistura de sangue arterial e venoso no coração de um vertebrado, a
circulação é
(A) simples e incompleta.
(B) simples e completa.
(C) dupla e completa.
(D)dupla e incompleta.
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1. Complete as frases, relacionadas com processos de metabolismo celular, com alguns dos
seguintes termos.
catabolismo • anabolismo • exoenergéticas • endoenergéticas • anaeróbios • aeróbios
anaeróbios facultativos • fermentação alcoólica • respiração aeróbia • etanol • ATP
glicólise • piruvato • fermentação lática • lactato • fermentação • citosol
y O a)_______________________ corresponde ao conjunto de reações que ocorrem nas
células com a formação de substâncias complexas a partir de substâncias mais simples. Como
necessitam de energia para que ocorram, são classificadas como reações
b)_______________________. Por seu lado, o c)_______________________ corresponde
ao conjunto de reações celulares em que ocorre a degradação de substâncias complexas em
substâncias mais simples. Como libertam energia, são classificadas como
d)_______________________.
y Em relação à forma como obtêm energia, os seres vivos podem ser classificados como
e)_______________________, se as reações catabólicas necessitam de oxigénio para que
ocorram, e como f)_______________________, se as reações catabólicas ocorrem na
ausência de oxigénio. Contudo, existem ainda seres vivos, os g)_______________________,
que têm a capacidade de utilizar tanto processos catabólicos aeróbios como anaeróbios.
y Se o aceitador final de eletrões for o oxigénio, o processo catabólico em causa é a
h)_______________________, mas se for uma molécula orgânica é a
i)_______________________. Contudo, a primeira etapa, que se denomina
j)_______________________, é comum aos dois processos e ocorre no
k)_______________________ das células. Nesta etapa, uma molécula de glicose é
convertida em duas moléculas de l)_______________________.
y Existem dois tipos de fermentação: a m)_______________________, cujo produtos finais são
o CO2 (dióxido de carbono) e o n)_______________________, e a o)____________________,
cujo produto final é o p)_______________________. O resultado final, em termos de ganhos
energéticos, em ambas as fermentações é de duas moléculas de
q)_______________________.
2. Selecione a opção correta nos itens 2.1 e 2.2, relativos à respiração aeróbia.
2.1 O organelo responsável pela respiração aeróbia é
(A) o cloroplasto tanto nos animais como nas plantas.
(B) o cloroplasto nas plantas e a mitocôndria nos animais.
(C) a mitocôndria nas plantas e o cloroplasto nos animais.
(D) a mitocôndria tanto nos animais como nas plantas.
2.2 Os reagentes da respiração aeróbia são
(A) a glicose e o oxigénio.
(B) a glicose e o dióxido de carbono.
(C) a água e o oxigénio.
(D) a água e o dióxido de carbono.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Obtenção de energia
Ficha de recuperação 14
318 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
3. Ordene as seguintes etapas da respiração aeróbia.
A. Ciclo de Krebs.
B. Cadeia respiratória.
C. Glicólise.
D. Formação de acetil-CoA.
____________________________________________________________________________
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1. Complete as frases, relacionadas com as trocas gasosas nas plantas, com os termos seguintes.
fora • ostíolos • estomas • transpiração • quentes • secos • células-guarda • túrgidas
y As trocas gasosas nas plantas ocorrem em estruturas denominadas a)________________;
cada uma possui, na parte central, aberturas designadas b)________________.
y Estas estruturas abrem quando as c)________________ estão d)________________ e, como
consequência, difunde-se vapor de água para e)________________ da planta. A este
fenómeno dá-se o nome f)________________.
y Este fenómeno é particularmente favorecido em dias g)________________ e
h)________________.
2. Estabeleça a correspondência correta entre cada um dos animais indicados na coluna I e a
superfície respiratória/órgão expressa na coluna II.
Nota: A cada letra corresponde um só número.
Coluna I Coluna II
(a) Mamífero [ __ ]
(b) Ave [ __ ]
(c) Peixe [ __ ]
(d) Minhoca [ __ ]
(e) Inseto [ __ ]
(1) Superfície cutânea.
(2) Traqueias.
(3) Pulmões com sacos aéreos.
(4) Brânquias.
(5) Pulmões com alvéolos.
2.1 Dos animais referidos na coluna I, indique aquele ou aqueles que tem ou têm difusão
indireta dos gases respiratórios entre as superfícies respiratórias e as células.
________________________________________________________________________
3. Selecione a opção correta nos itens 3.1 a 3.3.
3.1 Uma característica comum a todos os sistemas respiratórios dos animais é a existência de
superfícies respiratórias
(A) muito finas e húmidas.
(B) unicamente húmidas.
(C) unicamente finas.
(D) com muitos vasos sanguíneos.
3.2 Nos peixes, a eficiente captação de oxigénio da água, nas superfícies respiratórias, é
explicada porque
(A) a água e o sangue circulam no mesmo sentido.
(B) a água e o sangue circulam em sentidos opostos.
(C) o coração está situado perto das brânquias.
(D) a água tem mais oxigénio dissolvido do que o ar.
Nome ____________________________________ Turma _____N.o
___ Data ___ /___ /____
Trocas gasosas
Ficha de recuperação 15
320 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
3.3 Os insetos têm um sistema respiratório muito eficiente porque
(A) o ar que sai e o ar que entra não se misturam.
(B) é bastante ramificado.
(C) a difusão de gases entre o ar e os tecidos é direta.
(D) a hemolinfa é rica em pigmentos respiratórios.
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Atividade prática 1
Discussão dos resultados
1. O dado com uma pinta representa o isótopo-filho.
2. 4 a 5 lançamentos.
3. Os gráficos são semelhantes.
4. Trata-se de um gráfico em curva.
5. Apesar de algumas pequenas variações, os gráficos são semelhantes.
Conclusão
Os resultados obtidos aproximam-se do modelo teórico estudado. Quando passa um tempo de semivida, 50%
dos isótopos-pai decaem e originam isótopos-filho. Na simulação realizada, no início de cada lançamento, os
dados correspondem a isótopos-pai. Após o lançamento, alguns dos dados são transformados em isótopos-
-filho. À medida que ocorre cada lançamento, vão-se subtraindo os dados transformados, de forma a
diminuírem os isótopos-pai e a aumentarem os isótopos-filho. Isto corresponde ao que se passa num mineral
após uma semivida. Tal como na simulação realizada, à medida que o tempo passa, o que corresponde a
novos lançamentos sucessivos, a quantidade de isótopos-pai vai diminuindo, mas a probabilidade de se
transformarem em isótopos-filho permanece igual.
Atividade prática 2
Discussão dos resultados
1. As ranhuras A e B correspondem a zonas de subducção/fossas oceânicas; a ranhura C corresponde ao
rifte.
2. As placas de esferovite, no início da experiência, representam a Pangeia, e no final, correspondem aos
continentes atuais.
3. O passo 5 corresponde à expansão dos fundos oceânicos; o passo 10 diz respeito à deriva continental
provocada pela expansão dos fundos oceânicos.
4. 1,97 cm/ano.
5. Os fundos oceânicos estão continuamente a formar-se e a destruir-se. Considerando que a idade da Terra
é de 4600 Ma, isto significa que a maior parte dos fundos oceânicos que se formaram no planeta já foram
destruídos.
Conclusão
Esta atividade pretendeu simular a fragmentação da Pangeia em dois continentes (placas de esferovite) mais
pequenos, que se afastaram devido à abertura de um rifte. A ascensão de material do manto no rifte provoca
o afastamento desses continentes e a formação de nova crosta oceânica. Na atividade simula-se ainda a
possibilidade do movimento das placas litosféricas, que contêm as massas continentais, ser devido à
existência de fossas oceânicas/ zonas de subducção numa região em que ocorre destruição de crosta
oceânica.
Atividade prática 3
Discussão dos resultados
1. Os tubos A e C foram utilizados para controlo da experiência.
2. A sua viscosidade.
3. O açúcar irá aumentar a viscosidade das substâncias, na medida em que se dissolve nas mesmas e torna-
-as mais espessas.
4. A velocidade de progressão das substâncias ao longo do plano inclinado.
Propostas de solução
Atividades práticas
322 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
5. Ketchup.
6. A adição de açúcar, que representa a variação da quantidade de sílica; a temperatura.
7. Quanto maior for a viscosidade da substância, menor será a sua velocidade de progressão.
8. Quanto maior for a temperatura da lava, menor é a sua viscosidade.
9. Atividade vulcânica efusiva – gel de banho; atividade vulcânica explosiva – ketchup.
10.As lavas mais fluidas, por apresentarem uma taxa de escorrência mais elevada e maior velocidade de
propagação, acarretam algum risco para as populações, uma vez que estas podem não ter tempo para
evacuar. Contudo, as lavas mais viscosas, apesar de terem uma taxa de escorrência mais baixa, são as
mais perigosas, pois devido à sua baixa temperatura e à sua elevada viscosidade, têm tendência a
solidificar à saída da cratera ou no interior da chaminé vulcânica. Este facto faz aumentar a pressão no
interior do edifício vulcânico, gerando explosões, normalmente violentas, que podem ocorrer
subitamente, colocando em risco as populações.
Conclusão
A viscosidade da lava é condicionada pela sua composição em sílica e pela temperatura a que se encontra. As
lavas mais viscosas progridem mais lentamente do que as lavas mais fluidas. Lavas viscosas originam erupções
explosivas e lavas fluidas originam erupções efusivas.
Atividade prática 4
Interpretação de dados
1.
Estação sismográfica Intervalo S-P (s) Distância ao epicentro (km)
Leiria 13,9 114
Estremoz 4,3 36
Beja 10 82
2. O ponto preto na figura seguinte representa o epicentro do sismo.
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Atividade prática 5
Discussão dos resultados
1. Quanto mais altos forem os edifícios, menor será a sua estabilidade.
2. Materiais mais dúcteis, simulados nesta experiência pelo esparguete, permitem uma maior estabilidade
dos edifícios contruídos. Pelo contrário, materiais mais frágeis, dão uma menor estabilidade dos edifícios
construídos.
3. Após o sismo de 1755, o Marquês de Pombal mandou reconstruir os edifícios da Baixa de Lisboa, usando
estruturas de madeira em forma de cruz (gaiola pombalina) no interior das paredes. O uso da gaiola
pombalina dá estabilidade aos edifícios e reduz a sua fragilidade/vulnerabilidade aos sismos.
Conclusão
Edifícios cuja estrutura responde melhor às vibrações provocadas pelos sismos, são mais resistentes ao
colapso, o que faz diminuir o risco sísmico.
Atividade prática 6
Discussão dos resultados
1. O gobelé representa o núcleo interno. Os limites exteriores da tina média representam a fronteira entre
o núcleo e o manto. A tina grande representa a Terra. O ponto «F» representa o foco de um grande sismo.
O raio laser representa o raio sísmico.
2. Os raios laser representam as ondas P. As outras ondas profundas são as ondas S, mas essas não
atravessam o núcleo externo, representado no modelo pela tina média.
3. Na Terra, existe uma zona de sombra sísmica que se deve à refração dos raios sísmicos, neste caso são
raios laser. Na realidade, o limite de descontinuidade é a superfície de descontinuidade de Gutenberg. No
modelo, é a transição para a tina média.
4. Não.
5. A densidade.
6. São, respetivamente, a superfície de descontinuidade de Gutenberg e a descontinuidade de Lehmann.
7. A localização da zona de sombra e o raio da Terra.
8. Na Terra, tal como no modelo, verifica-se a chegada à zona de sombra de raios refletidos numa superfície
de descontinuidade no interior do núcleo (no modelo é a parede do gobelé). Quando Lehmann verificou
esse facto intuiu a existência de um núcleo interno.
Conclusão
– Apesar de não se conseguir aceder diretamente ao interior da Terra, podemos acumular conhecimentos
sobre esta zona interpretando dados da sismologia (e não só).
– Como as ondas sísmicas se comportam como ondas luminosas, sofrem reflexões e refrações ao
ultrapassar superfícies de descontinuidade.
– Da interpretação desses dados e através de cálculos matemáticos foi possível calcular onde se encontram
as descontinuidades e a profundidade e dimensão das diferentes camadas concêntricas que constituem
a Terra.
– O diferente comportamento das ondas sísmicas em função do material que atravessam também permite
inferir sobre características físicas desses materiais, como a rigidez e a densidade.
– No modelo utilizado provou-se que, com a delimitação da zona de sombra, neste caso para o feixe de
laser e a dimensão do raio da tina maior (equivalente à superfície terrestre) foi possível calcular as
dimensões da tina média (equivalente ao núcleo externo).
– A chegada de ondas refletidas à zona de sombra permite concluir que o núcleo não é homogéneo/existe
um núcleo interno.
324 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Atividade de laboratório 1
Osmose em células animais
Discussão dos resultados
1.1 O ácido acético descalcifica a casca do ovo, possibilitando a passagem da água e de determinados solutos.
1.2 Dióxido de carbono.
2. Em função dos resultados, indicar se algum dos ovos não alterou o seu peso durante a experiência; esse
seria o meio isotónico. Algumas variações podem verificar-se, mesmo no ovo colocado em soro
fisiológico. A discussão desse resultado deve levar à conclusão de que o ovo era hipotónico (se diminuiu
de peso) ou hipertónico (se aumentou de peso) relativamente ao soro fisiológico.
3.1 A concentração de soluto.
3.2 A variação do peso dos ovos.
4.1 No ovo do copo B, a variação do peso terá sido pouco significativa, pois o soro fisiológico tem uma
concentração de solutos mais próxima da existente no ovo. No copo A houve entrada de água para o
ovo, por osmose, uma vez que o meio é hipotónico (água destilada), e foi isso que fez aumentar o peso
do ovo.
4.2 A variação do peso do ovo do copo B não terá sido significativa. Os ovos dos copos C e D terão
diminuído de peso por terem sido colocados em meio hipertónico, o que obrigou a água a sair, por
osmose. Discutir os resultados, tendo ainda em conta a possibilidade de uma difusão mais fácil do sal
do que da sacarose.
5. Difusão.
6. Como os ovos não têm todos o mesmo peso inicial, estudar a variação percentual do seu peso ao longo
da experiência permite fazer uma comparação mais correta.
Conclusão / Resposta à questão-problema
Um ovo, de galinha ou de codorniz, pode servir de modelo para a osmose nas células se houver primeiro a
descalcificação da casca, pois esta é impermeável aos líquidos. Apesar de um ovo não fecundado ser
constituído por uma célula, ela corresponde apenas à gema. As membranas associadas à casca não são
membranas celulares, mas também são semipermeáveis, isto é, permeáveis à água e impermeáveis, ou
parcialmente permeáveis, a alguns solutos. Desta forma, tal como nas células, ocorrem fenómenos de
osmose. A água entra para o ovo, por osmose, se ele for colocado em meio hipotónico, o que justifica o seu
aumento de peso. Se for colocado num meio hipertónico, a água sai por osmose e o ovo perde peso.
O mesmo acontece com todas as células. No entanto, ao contrário das membranas celulares, as membranas
externas do ovo não têm a capacidade de selecionar quando uma determinada molécula pode entrar ou
sair da célula. Isso verifica-se nas membranas das células por ação de proteínas transportadoras, como os
canais iónicos, as permeases e a bomba de sódio potássio.
Atividade de laboratório 2
Extração de pigmentos fossintéticos e sua separação por cromatografia de papel
Discussão dos resultados
1.1 Destruir a estrutura da folha, rompendo as células para expor os pigmentos e poder extraí-los com o
solvente.
1.2 Os pigmentos fotossintéticos têm regiões hidrofóbicas, logo não são solúveis em água, mas sim em
solventes orgânicos, como é o caso do álcool.
2. Clorofila b, clorofila a e carotenoides.
3. As plantas que crescem na sombra produzem mais clorofilas para compensar a falta de luminosidade.
4. Essas folhas estão expostas a luz muito intensa.
Propostas de solução
Atividades de laboratório
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 325
Conclusão / Resposta à questão-problema
Numa folha de espinafres podemos encontrar clorofila a, clorofila b e carotenoides. A sua separação é
possível utilizando técnicas simples como a cromatografia de papel. A disposição dos diversos pigmentos na
folha de papel de filtro resulta da sua solubilidade no solvente escolhido; os pigmentos com maior
solubilidade ascendem mais no papel. As concentrações destes pigmentos variam em função das espécies,
das condições de iluminação em que se encontram e da idade das folhas (esta última mais evidente nas
folhas caducas).
Atividade de laboratório 3
Fotossíntese – taxa fotossintética
Discussão dos resultados
1.1 Aumentar a quantidade de dióxido de carbono dissolvido na água.
1.2 O detergente atua na cutícula hidrofóbica da folha e facilita a penetração da água.
2. Os discos cortados flutuam na água porque as folhas apresentam lacunas com ar. Depois de este ser
substituído por água a densidade dos discos aumenta e afundam-se.
3. O tecido clorofilino dos discos tinha as condições ideais para a realização da fotossíntese porque
dispunha de luz intensa, dióxido de carbono em quantidade e água disponível.
4. De acordo com a equação geral da fotossíntese, um dos produtos formados é o oxigénio. A libertação
deste gás pelo tecido clorofilino da folha preencheu as lacunas dos discos e fê-los flutuar.
5. Na ausência de luz não foi produzido mais oxigénio e o que se encontrava nas lacunas dos discos
libertou-se e estas ficaram preenchidas por água.
6. Sim, podia-se atingir esse objetivo montando dispositivos idênticos, mas sob luz de diferentes
intensidades (ex. candeeiros iguais a diferentes distâncias dos copos).
7. Sim. Por exemplo: retirar o bicarbonato, num dispositivo, para jogar com diferentes quantidades de
dióxido de carbono do meio; colocar os dispositivos a diferentes temperaturas (ex. colocar um
dispositivo num recipiente com gelo, noutro usar um banho-maria).
Conclusão / Resposta à questão-problema
A atividade fotossintética levou à libertação de oxigénio que preencheu as lacunas das folhas e fez subir os
discos que assim se tornaram menos densos. Na obscuridade a fotossíntese cessa e o oxigénio que se
encontrava nas lacunas dos discos libertou-se e estas ficaram preenchidas por água. Esta atividade pode
servir de base para o estudo de fatores que influenciam a taxa fotossintética, na medida em que a subida
dos discos (variável dependente) pode ser mais ou menos rápida em função das variáveis independentes
que sejam introduzidas (ex. intensidade luminosa, comprimento de onda da luz utilizada, variação da
quantidade de dióxido de carbono em solução na água, ou temperatura). Na realização dessas experiências,
o dispositivo utilizado nesta atividade serviria de controlo.
Atividade de laboratório 4A
Dissecação de um peixe: brânquias e coração
Discussão dos resultados
1. Os peixes têm vários pares de brânquias, cada uma com vários filamentos e cada um deles com várias
lamelas; desta forma, a superfície total em contacto com a água é relativamente grande.
2. Através da sua cor e porque quando se cortam libertam bastante sangue.
3. Num nadador rápido, os gastos energéticos são maiores, sendo também maior o consumo de oxigénio, pelo
que mais água terá de atravessar as brânquias para oxigenar o sangue. Ter fendas operculares maiores
permite um maior fluxo de água. A enguia tem as necessidades energéticas menores que o carapau.
4. Quando uma brânquia é retirada de água, as lamelas e os filamentos branquiais aderem, reduzindo
significativamente a superfície através da qual ocorre a hematose. Assim, um peixe fora de água vê a
sua superfície respiratória reduzida que, como tem tendência a desidratar em contato com o ar, deixa
de ser funcional, pelo que, mais tarde ou mais cedo, o peixe vai asfixiar.
326 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
5. Porque é sangue venoso.
6. Como os peixes só têm uma aurícula, que recebe o sangue, e um ventrículo, que o expulsa, o sangue
que atravessa o coração só podia ser arterial ou venoso, mas a sua coloração indica que é venoso.
7. A circulação dos peixes é uma circulação simples, em que todo sangue que sai do coração se dirige
diretamente para as brânquias e destas é que segue para os restantes órgãos. Desta forma, é vantajoso
que o coração se localize na proximidade das brânquias, para que quando sai oxigenado das brânquias
ainda siga a grande velocidade e pressão.
Conclusão / Resposta à questão-problema
As brânquias estão protegidas pelos opérculos e comunicam com a cavidade bucal e com o exterior, através
da fenda opercular; assim, podem ser banhadas por uma corrente contínua de água com oxigénio
dissolvido que permite uma hematose mais eficaz. A existência de vários pares de brânquias, cada um com
vários filamentos, e estes com muitas lamelas, forma uma grande superfície onde se fazem as trocas
gasosas. O coração localiza-se em posição ventral, junto às brânquias, pois é para esse órgão que envia
diretamente o sangue. O sangue que é oxigenado nas brânquias, segue para os restantes órgãos e regressa
ao coração. Como os peixes têm circulação simples e o coração apenas tem uma aurícula e um ventrículo,
é atravessado unicamente por sangue venoso.
Atividade de laboratório 4B
Dissecação de um coração de porco
Discussão dos resultados
1.1 Os ventrículos são mais musculosos, pois têm de enviar o sangue, sob pressão, para as artérias,
enquanto as aurículas recebem o sangue proveniente de outros órgãos (com menor pressão), através
de veias, e contraem-se apenas para enviar o sangue para os ventrículos.
1.2 O ventrículo esquerdo tem paredes mais espessas e musculosas do que o ventrículo direito. Quando se
contraem (sístole), bombeiam o sangue, para as artérias, com uma pressão diferente. A baixa pressão
nas artérias pulmonares facilita as trocas gasosas nos pulmões e a pressão mais elevada na circulação
sistémica permite que o sangue transporte oxigénio e nutrientes até aos tecidos muito rapidamente,
apesar de percorrer um trajeto maior.
2. As artérias recebem o sangue sob pressão elevada em resultado da sístole ventricular, pelo que têm de
ser mais elásticas e resistentes, o que justifica a sua maior espessura. A sua elasticidade,
conjuntamente com a existência de válvulas à saída do coração, permitem manter a pressão do sangue
até à rede de capilares. As veias conduzem o sangue com baixa pressão em direção ao coração, pelo
que têm paredes com menor espessura e menor resistência.
3. As coronárias são artérias que levam o sangue arterial para o miocárdio. Se se inserissem no meio da
massa muscular do coração, a contração deste bloqueava o fluxo de sangue nas coronárias, e o coração
deixava de receber nutrientes e oxigénio.
4. As veias cavas transportam sangue venoso para a aurícula direita, e as veias pulmonares transportam
sangue arterial para a aurícula esquerda.
5. Impedirem o refluxo do sangue, garantindo que segue um caminho unidirecional. As válvulas sigmoides
impedem o retrocesso de sangue para os ventrículos; as válvulas auriculoventriculares impedem o
retrocesso do sangue para as aurículas.
6. A existência de quatro cavidades cardíacas bem individualizadas, separadas por válvulas, indica que o
sangue percorre dois circuitos independentes, a circulação pulmonar e a circulação sistémica.
Conclusão / Resposta à questão-problema
A divisão do coração em duas partes distintas e o sistema de válvulas indicam que os mamíferos têm uma
circulação dupla e completa. Os ventrículos são muito mais desenvolvidos do que as aurículas, pois a sua
contração tem de gerar pressão suficiente para levar o sangue para os diferentes órgãos. O ventrículo
esquerdo é mais musculoso, pois canaliza o sangue para a circulação sistémica. As válvulas cardíacas
garantem que, após as sístoles, não há refluxo de sangue. Os vasos sanguíneos que contactam com as
cavidades cardíacas têm uma estrutura diferenciada, sendo as artérias muito mais resistentes e elásticas,
para poderem receber o sangue sob pressão. O músculo cardíaco é irrigado pelas artérias coronárias, vasos
que percorrem a periferia do órgão para não serem obstruídos durante as sístoles cardíacas.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 327
Ficha de recuperação 1
1.1 (a) – (3) e 7; (b) – (4) e (8); (c) – (1) e (2); (d) – (5) e (6)
1.2 (A) V; (B) V; (C) F; (D) F; (E) V; (F) F
1.3 (A)
Ficha de recuperação 2
1.1 (D)
1.2 (a) – (4); (b) – (1); (c) – (2); (d) – (3)
2. a) sal-gema; b) calcário; c) carvão; d) arenito;
e) argilito; f) granito; g) grandes; h) basalto;
i) pequenos; j) mármore; k) temperatura; l) xisto;
m) pressão
3. E – C – B – A – D
Ficha de recuperação 3
1. (A) V; (B) V; (C) F; (D) F; (E) – V; (F) F
2. a) rochas sedimentares; b) sedimentos; c) fósseis de
fácies/ambiente; d) relativa; e) fósseis de Idade;
f) identidade paleontológica
3. a) absoluta; b) radioatividade; c) isótopos; d) neutrões;
e) isótopos-pai; f) isótopos-filho; g) tempo de semivida
Ficha de recuperação 4
1. a) Deriva Continental; b) Pangeia; c) Expansão dos
Fundos Oceânicos; d) geológico; e) paleontológico;
f) paleoclimático; g) morfológico; h) limite; i) diver-
gente; j) convergente; k) continental; l) transformante.
2.1. (B)
2.2. (A)
2.3. (C)
Ficha de recuperação 5
1. a) lava encordoada/pahoehoe; b) lava escoriácea/aa;
c) lava em almofada/pillow lava; d) cinza; e) lapilli/
bagacina; f) bombas ou blocos; g) pedra-pomes; h)
piroclastos de queda; i) piroclastos de fluxo; j) nuvens
ardentes.
2. (a) – (3); (b) – (2); (c) – (1)
3. (D)
4. (a) – (2); (b) – (1); (c) – (3)
Ficha de recuperação 6
1.1 B – A – D – C
1.2 Setúbal
1.3 Benavente
2. (A) F; (B) F; (C) F; (D) V; (E) F; (F) F; (G) V
3. (C)
4. a) superficiais; b) primárias; c) secundárias; d) secun-
dárias; e) primárias; f) superficiais; g) superficiais;
h) secundárias; i) primárias.
Ficha de recuperação 7
1.1 I – Crosta; II – Manto; III – Núcleo externo; IV – Núcleo
interno
1.2 A – Descontinuidade de Mohorovicic; B – Descon-
tinuidade de Gutenberg; C – Descontinuidade de
Lehmann
2. a) núcleo interno; b) crosta; c) crosta oceânica;
d) crosta continental; e) litosfera; f) astenosfera;
g) manto; h) núcleo externo.
3. (a) – (4); (b) – (3); (c) – (1); (d) – (2); (e) – (6); (f) – (5)
3.1 Dois dos seguintes: explorações mineiras; vulcanismo;
sondagens.
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Propostas de solução
Fichas de recuperação
328 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Ficha de recuperação 8
1. a) tecidos; b) população; c) comunidade;
d) ecossistema; e) exótica; f) invasora; g) produtor;
h) primeiro; i) segundo; j) primário; k) impedida
2. (A) F (B) F; (C) F; (D) V; (E) F; (F) F; (G) V; (H) F
Ficha de recuperação 9
1. (a) – (5), (7); (b) – (8), (9); (c) – (2), (10); (d) – (1), (3);
(e) – (4), (6)
2. a) membrana plasmática; b) parede celular;
c) ribossomas; d) retículo endoplasmático rugoso;
e) retículo endoplasmático liso; f) complexo de Golgi;
g) lisossomas; h) núcleo; i) centríolos; j) mitocôndrias;
k) cloroplastos
3. (A) V; (B) V; (C) F; (D) V; (E) V; (F) V; (G) F; (H) F; (I) V;
(J) F
Ficha de recuperação 10
1. (a) – (4); (b) – (1); (c) – (3); (d) – (2)
2. a) cavidade gastrovascular; b) exocitose;
c) endocitose; d) lisossomas; e) boca; f) completo;
g) digestão; h) absorção
3. (A) F; (B) V; (C) V; (D) F; (E) V; (F) F; (G) V
4. a) osmose; b) hipotónico; c) hipertónico;
d) plasmólise; e) turgescência; f) vacúolo;
g) citoplasma
5. (A)
6. (a) – (4), (6); (b) – (3), (5); (c) – (1), (2)
7. (A) F; (B) V; (C) V; (D) V; (E) F; (F) V
8. a) repouso; b) negativas; c) potencial de ação;
d) despolarização; e) repolarização; f) arborização
terminal; g) sinapse; h) neurotransmissores; i) dendrite
9. (B)
Ficha de recuperação 11
1. a) clorofilas; b) oxidadas; c) tilacoides; d) oxigénio;
e) fotoquímica; f) NADPH; g) ATP; h) química;
i) estroma; j) dióxido de carbono; k) compostos
orgânicos; l) ADP; m) NADP+
2.1 (A)
2.2 (C)
2.3 (C)
3. B – D – C – A
Ficha de recuperação 12
1. (A) F; (B) V; (C) V; (D) F; (E) V; (F) V, (G) V; (H) F; (I) F
2.1 (C)
2.2 (A)
2.3 (B)
2.4 (D)
3. A – D – C – B
Ficha de recuperação 13
1. a) cavidade gastrovascular; b) transporte;
c) intracorporal; d) aberto; e) hemolinfa; f) fechado;
g) veias; h) artérias; i) menor; j) maior
2.1 Um.
2.2.1 (D)
2.2.2 (B)
2.2.3 (D)
Ficha de recuperação 14
1. a) anabolismo; b) endoenergéticas; c) catabolismo;
d) exoenergéticas; e) aeróbios; f) anaeróbios;
g) anaeróbios facultativos; h) respiração aeróbia;
i) fermentação; j) glicólise; k) citosol; l) piruvato
m) fermentação alcoólica; n) etanol; o) fermentação
lática; p) lactato; q) ATP
2.1 (D)
2.2 (A)
3. C – D – A – B
Ficha de recuperação 15
1. a) estomas; b) ostíolos; c) células-guarda;
d) túrgidas; e) fora; f) transpiração; g) secos h) quentes
(ou vice-versa, em g) e h))
2. (a) – (5); (b) – (3); (c) – (4); (d) – (1); (e) – (2)
2.1 Mamífero; ave; peixe e minhoca.
3.1 (A)
3.2 (B)
3.3 (C)
Propostas de solução
Fichas de recuperação
Ensino
Digital
Ensino Digital
Biologia e Geologia
1O.O
Ano
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 329
Ensino digital | Carlos Pinheiro
A crise pandémica obrigou as escolas a transfor-
ŵĂƌĞŵĂƐƐƵĂƐƉƌĄƟĐĂƐ͕ĂĚĂƉƚĂŶĚŽͲĂƐĂƵŵĐŽŶƚĞdžƚŽ
ĚĞĞŶƐŝŶŽĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ŶƵŵĂŵďŝĞŶƚĞ
totalmente virtual e mediado por tecnologias que a
ŵĂŝŽƌŝĂĚŽƐĚŽĐĞŶƚĞƐĞĂůƵŶŽƐŶĆŽĚŽŵŝŶĂǀĂ͕ŵĂƐĚĞ
que muito rapidamente se apropriaram.
KƌĞŐƌĞƐƐŽĂŽĞŶƐŝŶŽƉƌĞƐĞŶĐŝĂů͕ŶŽŝŶşĐŝŽĚŽĂŶŽ
ůĞƟǀŽ ϮϬϮϬͲϮϭ͕ƐĞ ƉŽƌ Ƶŵ ůĂĚŽ ĮĐŽƵ ŵĂƌĐĂĚŽ ƉĞůĂ
eventual necessidade de recorrer de novo a mode-
ůŽƐĚĞĞŶƐŝŶŽĂĚŝƐƚąŶĐŝĂŽƵŵŝƐƚŽ͕ƚŽƌŶŽƵ
ƚĂŵďĠŵ ĞǀŝĚĞŶƚĞ ƋƵĞ͕ ŵĞƐŵŽ ƉƌĞƐĞŶ-
ĐŝĂůŵĞŶƚĞ͕ĠƉŽƐƐşǀĞůŵŽďŝůŝnjĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞ
plataformas digitais para a construção de
novos cenários de ensino e de aprendiza-
ŐĞŵ͕ŶƵŵŵŽĚĞůŽĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽ͘
K ĐŽŶĐĞŝƚŽ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ŚşďƌŝĚŽ͕ ŽƵ
blended learning, resulta da combinação
da aprendizagem presencial com ambien-
tes online͕ ƉƌŽŵŽǀĞŶĚŽ ƵŵĂ ĚŝĨĞƌĞŶĐŝĂ-
ĕĆŽĚŽƐƚĞŵƉŽƐ͕ĚŽƐůƵŐĂƌĞƐ͕ĚŽƐŵŽĚŽƐĞ
ĚŽƐƌŝƚŵŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƉĂƌĂƋƵĞŽƐ
ĂůƵŶŽƐĂƉƌĞŶĚĂŵŵĂŝƐĞŵĞůŚŽƌ͘
As sugestões que aqui apresentamos
ǀŝƐĂŵ͕ ĂƐƐŝŵ͕ ŶĆŽ Ɛſ ĂƵdžŝůŝĂƌ ŽƐ ĚŽĐĞŶ-
tes na eventual transição para modelos
ĚĞΛŽƵŵŝƐƚŽƐ͕ŵĂƐƚĂŵďĠŵƉŽƚĞŶĐŝĂƌĂŝŶŽǀĂ-
ĕĆŽƐƵƐƚĞŶƚĂĚĂĞĂŇĞdžŝďŝůŝĚĂĚĞŶŽŵŽĚĞůŽƉƌĞƐĞŶĐŝĂů͕
ƟƌĂŶĚŽƉĂƌƟĚŽĚŽƵƐŽĚĂƐƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐƉĂƌĂ
ĂŵĞůŚŽƌŝĂĚŽƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞĞŶƐŝŶŽĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕
aliando com sucesso as vantagens da sala de aula
İƐŝĐĂĂŽƐďĞŶĞİĐŝŽƐĚĂĞĚƵĐĂĕĆŽĚŝŐŝƚĂů͘
WůĂŶŝĮĐĂƌ
KƋƵĞƐĆŽĂŵďŝĞŶƚĞƐŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ
ĞƋƵĂŝƐĂƐƐƵĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐ͍
KƐ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ŚşďƌŝĚŽƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ ŵƵŝ-
ƚĂƐǀĞnjĞƐĚĞƐŝŐŶĂĚŽƐƉĞůĂĞdžƉƌĞƐƐĆŽŝŶŐůĞƐĂblended
learning͕ ƐĆŽ Ƶŵ ŵŽĚĞůŽ ŇĞdžşǀĞů ƋƵĞ ĐŽŵďŝŶĂ
ĂŵďŝĞŶƚĞƐ İƐŝĐŽƐ Ğ ǀŝƌƚƵĂŝƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŶŽ
ĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚĞƉƌŽũĞƚŽƐŽƵĚĞŽƵƚƌĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐ
ĚĞĞŶƐŝŶŽͲĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƐĞŵŚĂǀĞƌŶĞĐĞƐƐŝĚĂĚĞĚĞ
ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ Ğ ĂůƵŶŽƐ ƉĂƌƟůŚĂƌĞŵ Ž ŵĞƐŵŽ ĞƐƉĂĕŽ
İƐŝĐŽĞŽƐŵĞƐŵŽƐƚĞŵƉŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘dƌĂƚĂͲƐĞ
ĚĞƵŵŵŽĚĞůŽƋƵĞĞdžŝŐĞƵŵĂĐƵŝĚĂĚŽƐĂƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ
ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐŽďƌĞĐŽŵŽĞƋƵĂŶĚŽƵƐĂƌŽƐĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ
ĂŵďŝĞŶƚĞƐ͕İƐŝĐŽƐĞĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƉĂƌĂĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉƌĞƐĞŶ-
ĐŝĂŝƐ ŽƵ Ă ĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ ƚƌĂďĂůŚŽ ĂƵƚſŶŽŵŽ ŽƵ ĐŽůĂďŽ-
ƌĂƟǀŽ͕ŝŶƚĞƌĂĕĆŽƐŽĐŝĂůĞĂƉůŝĐĂĕĆŽƉƌĄƟĐĂ͕ƚĞŶĚŽĞŵ
ǀŝƐƚĂƉƌŽƉŽƌĐŝŽŶĂƌĂŽƐĂůƵŶŽƐĐŽŶƚĞdžƚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂ-
ŐĞŵŵĂŝƐƌŝĐŽƐ͕ĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĚŽƐĞĂĚĂƉƚĂĚŽƐĂŽƐƌŝƚŵŽƐ
ĞĐĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐĂƐĚĞĐĂĚĂĂƉƌĞŶĚĞŶƚĞ͘
ZĞůĂƟǀĂŵĞŶƚĞ ă ƐƵĂ ĞƐƚƌƵƚƵƌĂ͕ ŽƐ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ
ŚşďƌŝĚŽƐ ĐŽŵƉƌĞĞŶĚĞŵ ƵŵĂ ĐŽŵƉŽŶĞŶƚĞ ŚƵŵĂŶĂ
;ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ Ğ ĂůƵŶŽƐ͕ ĞǀĞŶƚƵĂůŵĞŶƚĞ ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐƚĂƐ
ĐŽŶǀŝĚĂĚŽƐĞĞŶĐĂƌƌĞŐĂĚŽƐĚĞĞĚƵĐĂĕĆŽͿ͕
ĐŽŶƚĞƷĚŽƐƉĞĚĂŐſŐŝĐŽƐ;ƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ŽƐƚƌĂ-
ĚŝĐŝŽŶĂŝƐ͕ŵĂƐĞƐƉĞĐŝĂůŵĞŶƚĞŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐͿ͕
ƵŵĂŵďŝĞŶƚĞĨşƐŝĐŽ;ĂƐĂůĂĚĞĂƵůĂͿĞĚŝŐŝ-
ƚĂů;ĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐƚĞĐŶŽůſŐŝĐĂƐͿĞĂƐŝŶƚĞ-
rações entre eles.
 ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŚşďƌŝĚĂ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂ
inúmeras vantagens.WŽƌƵŵůĂĚŽ͕ĂƐƐĞŶƚĂ
ŶĂŝĚĞŝĂĚĞƋƵĞŽƐĂůƵŶŽƐĚĞŝdžĂŵĚĞƐĞƌ
ƌĞĐĞƚŽƌĞƐƉĂƐƐŝǀŽƐĚĞĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽĞĚĞ
que o professor já não é a única fonte de
informação. Combinar o ensino presencial
ŶĂĞƐĐŽůĂĐŽŵĂƟǀŝĚĂĚĞƐƌĞĂůŝnjĂĚĂƐăĚŝƐ-
ƚąŶĐŝĂ͕ĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐonline͕ƉůĂŶŝĮĐĂĚĂƐ
ĞĂƉŽŝĂĚĂƐƉĞůŽƐƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ͕ĚĞƐĞŶǀŽůǀĞ
ĂĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂƵƚſŶŽŵĂ
ĞĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͕ƉŽƚĞŶĐŝĂĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂŽůŽŶŐŽ
da vida e oferece instrumentos que facilitam a per-
sonalização e a diferenciação. Ao usar ambientes e
recursos online͕ĞƐƚĄͲƐĞƐŝŵƵůƚĂŶĞĂŵĞŶƚĞĂĂƉŽŝĂƌŽ
desenvolvimento das competências digitais dos alu-
ŶŽƐ͕ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐŝŶĚŝƐƉĞŶƐĄǀĞŝƐƉĂƌĂŽĞdžĞƌĐşĐŝŽĚĞ
ƵŵĂĐŝĚĂĚĂŶŝĂƉůĞŶĂ͕ĂƟǀĂĞĐƌŝĂƟǀĂŶĂƐŽĐŝĞĚĂĚĞĚĂ
ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽĞĚŽĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽĞŵƋƵĞĞƐƚĂŵŽƐŝŶƐĞ-
ridos.
ƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐůĞƟǀĂƐƉƌĞƐĞŶĐŝĂŝƐƐĆŽŝŶĚŝƐƉĞŶƐĄǀĞŝƐ
para o desenvolvimento das competências sociais dos
ĂůƵŶŽƐ͕ƉĂƌĂŽďĞŵͲĞƐƚĂƌƉĞƐƐŽĂů͕ƉĂƌĂŽƐĞŶƟĚŽĚĞ
ƉĞƌƚĞŶĕĂăĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞĞƉĂƌĂĂƌĞůĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ
ƉƌŽĨĞƐƐŽƌͬĂůƵŶŽ͕ ƚĆŽ ŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞ ƉĂƌĂ Ž ƐƵĐĞƐƐŽ ĚĂ
aprendizagem no caso de crianças e jovens. A abor-
dagem ŚşďƌŝĚĂ, sem prescindir dessa componente
ĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂů ĚĞ ŝŶƚĞƌĂĕĆŽ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ Ğŵ ƐĂůĂ ĚĞ
aula, permite ao professor propor novas soluções de
ĞŶƐŝŶŽĞĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ŚĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞďĂƐĞĂĚĂƐ
ŶŽƵƐŽĚĞƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ĐŽŵƉƌŽĐĞƐƐŽƐŵĂŝƐ
ĐĞŶƚƌĂĚŽƐŶŽĂůƵŶŽ͕ŶŽĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚĞĐŽŵƉĞ-
ƚġŶĐŝĂƐƚƌĂŶƐǀĞƌƐĂŝƐĞŶĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵƉŽƌƉƌŽũĞƚŽƐ͕
O conceito de ensino
ŚşďƌŝĚŽƌĞƐƵůƚĂĚĂ
combinação da
aprendizagem presencial
com ambientes online͕
promovendo uma
diferenciação dos
ƚĞŵƉŽƐ͕ĚŽƐůƵŐĂƌĞƐ͕
dos modos e dos ritmos
ĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƉĂƌĂ
que os alunos aprendam
ŵĂŝƐĞŵĞůŚŽƌ͘
330 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
ƋƵĞǀĂůŽƌŝnjĞŵŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽĞĐƌŝĂƟǀŽ͕ŽƚƌĂ-
ďĂůŚŽ ĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽ Ğ ĂƐ ĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĐŽŵƵŶŝĐĂ-
ĕĆŽ͘EĞƐƚĞƐĞŶƟĚŽ͕ĠƵŵĂĂďŽƌĚĂŐĞŵƋƵĞƉŽĚĞƐĞƌ
ŝŵƉůĞŵĞŶƚĂĚĂĚĞĨŽƌŵĂĞĮĐĂnjƚĂŶƚŽŶŽĞŶƐŝŶŽďĄƐŝĐŽ
ĐŽŵŽŶŽƐĞĐƵŶĚĄƌŝŽ͕ĚĞƐĚĞƋƵĞŶĂĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞĞƐĐŽ-
ůĂƌŚĂũĂƵŵĂĐŽŵƉƌĞĞŶƐĆŽĐůĂƌĂĚĂƐƐƵĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐ
e seja precedida de organização e planeamento. Na
ŽƉŝŶŝĆŽ ĚĞ DŽƌĞŝƌĂ͕ :͘ ͕͘ Θ ,ŽƌƚĂ͕ϭ
uma das gran-
ĚĞƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐĚĞƐƚĞŵŽĚĞůŽĠĂƐƵĂŇĞdžŝďŝůŝĚĂĚĞͨŶĂ
ĨŽƌŵĂĐŽŵŽƐĞŐĞƌĞŽƚĞŵƉŽ͕ĐŽŵŽŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐƐĆŽ
ŵŝŶŝƐƚƌĂĚŽƐ͕ĐŽŵŽŽƐĂůƵŶŽƐŝŶƚĞƌĂŐĞŵĐŽŵŽƐƌĞĐƵƌ-
ƐŽƐ͕ĐŽŵŽƐƐĞƵƐƉĂƌĞƐĞĐŽŵŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͘ŶƋƵĂŶƚŽ
no ambiente online ĞİƐŝĐŽ͕ŽĨŽƌŵĂƚŽĠĞƐĐŽůŚŝĚŽĞ
ƵƐĂĚŽ Ğŵ ĞdžĐůƵƐŝǀŝĚĂĚĞ Ğ͕ ƉŽƌƚĂŶƚŽ͕ ƐĞŵ ŽƐ ďĞŶĞ-
İĐŝŽƐĚŽŽƵƚƌŽ͕Žblended learning pode oferecer o
ŵĞůŚŽƌ ĚĞ ĂŵďĂƐ ĂƐ ƌĞĂůŝĚĂĚĞƐ͕ Ž ŵĞůŚŽƌ ĚĞƐƐĞƐ
ŵƵŶĚŽƐ͕ŶƵŵĂĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂŝŶƚĞŐƌĂĚĂĞƷŶŝĐĂͩ͘
YƵĞƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐĚĞǀŽƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌ͍
ĞƐĐŽůŚĂĚĂƉůĂƚĂĨŽƌŵĂĚĞƐƵƉŽƌƚĞĂŽƐĂŵďŝĞŶƚĞƐ
ŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĠƵŵĂĚĂƐĚĞĐŝƐƁĞƐŵĂŝƐ
ŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƐŶŽƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͘KƐŵŽĚĞůŽƐ
mais comuns são os sistemas de gestão de aprendiza-
gem (LMS – Learning Management Systems) ou siste-
mas de gestão de conteúdos de aprendizagem (LCMS
ʹĞĂƌŶŝŶŐŽŶƚĞŶƚDĂŶĂŐĞŵĞŶƚ^LJƐƚĞŵƐͿ͕ƉŽĚĞŶĚŽ
ƚĂŵďĠŵƵƐĂƌͲƐĞŽƵƚƌŽƟƉŽĚĞĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽůĂ-
ďŽƌĂĕĆŽĞĚŝƐĐƵƐƐĆŽ͕ĐŽŵďŝŶĂĚĂƐĐŽŵĞůĞŵĞŶƚŽƐĚĞ
ƐƵƉŽƌƚĞ͕ŽƌŝĞŶƚĂĕĆŽĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘ŵĂŝŽƌŝĂĚĂƐƉůĂƚĂ-
ĨŽƌŵĂƐŵĂŝƐƵƐĂĚĂƐ;DŽŽĚůĞ͕'ŽŽŐůĞůĂƐƐƌŽŽŵŽƵ
DŝĐƌŽƐŽŌdĞĂŵƐͿĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĂŽĞƐƐĞŶĐŝĂůĚĂƐĂƟǀŝĚĂ-
des relacionadas com a gestão do processo de ensino
Ğ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ Ğŵ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ŶŽŵĞĂĚĂ-
ŵĞŶƚĞ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ ĚĞ ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ ĚĞ ŐĞƐƚĆŽ ĚĞ
ĐŽŶƚĞƷĚŽƐĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘
K ŝĚĞĂů ƐĞƌĄ ƋƵĞ Ă ƉƌſƉƌŝĂ ĞƐĐŽůĂ ĐŽŶƚƌĂƚƵĂůŝnjĞ͕
ŽƌŐĂŶŝnjĞ Ğ ĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĞ ă ĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞ ĞƐĐŽůĂƌ ƵŵĂ
plataforma adequada ao modelo de ensino que pre-
ƚĞŶĚĞĂĚŽƚĂƌ͕ĞƋƵĞĞƐƐĂƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐĞũĂƵƐĂĚĂƉŽƌ
ƚŽĚŽƐŽƐƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ͘/ƐƐŽ͕ĐŽŶƚƵĚŽ͕ŶĆŽƐŝŐŶŝĨŝĐĂƋƵĞ
ĂůƵŶŽƐĞĚŽĐĞŶƚĞƐĮƋƵĞŵůŝŵŝƚĂĚŽƐĂŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐŽĨĞ-
ƌĞĐŝĚŽƐ ƉŽƌ ĞƐƐĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ͕ ƐĞŶĚŽ ƉĞůŽ ĐŽŶƚƌĄƌŝŽ
ϭ
DŽƌĞŝƌĂ͕:͕͘͘Θ,ŽƌƚĂ͕D͘:͘;ϮϬϮϬͿ͘ĚƵĐĂĕĆŽĞĂŵďŝĞŶƚĞƐ
ŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘hŵƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞŝŶŽǀĂĕĆŽƐƵƐƚĞŶ-
tada. Revista UFG͕20;ϮϲͿ͘Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵŚƩƉƐ͗ͬͬĚŽŝ͘
ŽƌŐͬϭϬ͘ϱϮϭϲͬƌĞǀƵĨŐ͘ǀϮϬ͘ϲϲϬϮϳ͘ŽŶƐƵůƚĂĚŽĞŵϮϵͲϭϭͲϮϬϮϬ
ĚĞƐĞũĄǀĞůƋƵĞƐĞĚŝǀĞƌƐŝĮƋƵĞĂƵƟůŝnjĂĕĆŽĚĞĐŽŶƚĞƷ-
ĚŽƐĞĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƐĞƉŽƐƐşǀĞůŝŶƚĞŐƌĂŶĚŽͲŽƐ
ŶĂ ƉƌſƉƌŝĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ͕ Ğ ƐĂůǀĂŐƵĂƌĚĂŶĚŽ͕ ŶĂƚƵƌĂů-
ŵĞŶƚĞ͕ĂƐƋƵĞƐƚƁĞƐĚĞƉƌŝǀĂĐŝĚĂĚĞĞƐĞŐƵƌĂŶĕĂĚŽƐ
ĂůƵŶŽƐ͕ ŶŽ ƌĞƐƉĞŝƚŽ ƉĞůŽ ĚŝƐƉŽƐƚŽ ŶŽ ZĞŐƵůĂŵĞŶƚŽ
'ĞƌĂůƐŽďƌĞĂWƌŽƚĞĕĆŽĚĞĂĚŽƐ͘
Para a implementação de um modelo de ensino
ŚşďƌŝĚŽďĂƐĞĂĚŽĞŵƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƐĞƌĄĞƐƐĞŶ-
ĐŝĂůƋƵĞĂƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ͕ĚŽƉŽŶƚŽĚĞǀŝƐƚĂĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͕
ƉĞƌŵŝƚĂ͕ĚĞĨŽƌŵĂĨĄĐŝů͕ŝŶĐŽƌƉŽƌĂƌĞŐĞƌŝƌĂƟǀŝĚĂĚĞƐ
de comunicação de um para um e de um para mui-
ƚŽƐ͕ĚĞĨŽƌŵĂƐşŶĐƌŽŶĂĞĂƐƐşŶĐƌŽŶĂ͕ĂĚŝƐƚƌŝďƵŝĕĆŽĞ
ŵŽŶŝƚŽƌŝnjĂĕĆŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƚĂƌĞĨĂƐ͕ĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĂƐ
aprendizagens e formas rápidas de feedback.
ŽƉŽŶƚŽĚĞǀŝƐƚĂĚŽƐĂƉƌĞŶĚĞŶƚĞƐ͕ĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐ
ĚĞǀĞƌĆŽ ĨĂǀŽƌĞĐĞƌ Ă ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͕
ƉĞƌŵŝƟŶĚŽƋƵĞŽƐĂůƵŶŽƐŽƌŐĂŶŝnjĞŵ͕ƉƌŽĐĞƐƐĞŵ͕ĂŶĂ-
ůŝƐĞŵĞŝŶƚĞƌƉƌĞƚĞŵŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ƋƵĞƉůĂŶĞŝĞŵ͕ŵŽŶŝ-
ƚŽƌŝnjĞŵĞƌĞŇŝƚĂŵƐŽďƌĞĂƐƵĂƉƌſƉƌŝĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕
ƋƵĞĨŽƌŶĞĕĂŵĞǀŝĚġŶĐŝĂƐĚŽƉƌŽŐƌĞƐƐŽ͕ƋƵĞƉĂƌƟůŚĞŵ
ŝĚĞŝĂƐĞĞŶĐŽŶƚƌĞŵƐŽůƵĕƁĞƐĐƌŝĂƟǀĂƐ͘ĞǀĞƌĆŽĂŝŶĚĂ
ŽĨĞƌĞĐĞƌ Ă ŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚĂƌ ĐŽůĂďŽƌĂƟǀĂ-
ŵĞŶƚĞ͕ĚĞĂƉƌĞƐĞŶƚĂƌͬĞŶǀŝĂƌŽƚƌĂďĂůŚŽĂŽĚŽĐĞŶƚĞĞ
de receber rápido feedback. É ainda importante que
as plataformas contemplem procedimentos de auten-
ƟĐĂĕĆŽƋƵĞĐŽŵƉƌŽǀĞŵĂŝĚĞŶƟĚĂĚĞĚŽƐĂůƵŶŽƐ͕ĚĞ
ĨŽƌŵĂĂĞǀŝƚĂƌͲƐĞĂĞdžŝƐƚġŶĐŝĂĚĞĚƷǀŝĚĂƐƐŽďƌĞĂĂƵƚŽ-
ƌŝĂĚĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐƌĞĂůŝnjĂĚĂƐ͘
YƵĞŵŽĚĞůŽƐĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĞdžŝƐƚĞŵĞĐŽŵŽ
ƉůĂŶŝĮĐĂƌ͍
A escola deverá dispor de um Plano de Ação para
ŽĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽŝŐŝƚĂů;WͿ͕ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽĨƵŶ-
damental para o desenvolvimento digital da escola.
ƐƚĞ W ŝŵƉůŝĐĂ Ă ŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽ ĚĂƐ ŝŶĨƌĂĞƐƚƌƵ-
ƚƵƌĂƐ͕ ĐŽŶĞĐƟǀŝĚĂĚĞ Ğ ĞƋƵŝƉĂŵĞŶƚŽ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ Ƶŵ
ƉůĂŶĞĂŵĞŶƚŽĞĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĞĮĐĂnjĞƐĚĂĐĂƉĂ-
ĐŝĚĂĚĞ ĚŝŐŝƚĂů͕ ŝŶĐůƵŝŶĚŽ ĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞƐ ŽƌŐĂŶŝnjĂƟǀĂƐ
ĂƚƵĂůŝnjĂĚĂƐ͕ĂŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚŽŶşǀĞůĚĞƉƌŽĮĐŝġŶĐŝĂ
digital e formas de capacitação dos professores e
o acesso a conteúdos de aprendizagem de elevada
qualidade e a plataformas seguras que respeitem
ĂƉƌŝǀĂĐŝĚĂĚĞĞĂƐŶŽƌŵĂƐĠƟĐĂƐ͘ĞƐĞũĂǀĞůŵĞŶƚĞ͕
esse plano deverá também incluir a referência a
ŵŽĚĞůŽƐĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͘
ƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĚĞŵŽĚĞůŽƐŚşďƌŝĚŽƐĚĞĞĚƵĐĂĕĆŽ
ĚĞǀĞƌĄĚĂƌƉƌĞĨĞƌġŶĐŝĂĂĂƟǀŝĚĂĚĞƐƋƵĞĨĂǀŽƌĞĕĂŵŽ
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 331
Ensino digital | Carlos Pinheiro
desenvolvimento de competências trans-
versais e interdisciplinares de forma inte-
ŐƌĂĚĂĞĂƌƟĐƵůĂĚĂ͕ŝŶĐůƵŝŶĚŽĂĚƵĐĂĕĆŽ
ƉĂƌĂ Ă ŝĚĂĚĂŶŝĂ͕ ƉĞůŽ ƋƵĞ ĚĞƐĞũĂǀĞů-
ŵĞŶƚĞƌĞĂůŝnjĂƌͲƐĞͲĄŶŽĐŽŶƚĞdžƚŽĚŽŽŶƐĞ-
ůŚŽĚĞdƵƌŵĂ͕ĞŵĂƌƟĐƵůĂĕĆŽĐŽŵŽWůĂŶŽ
ĚĞdƌĂďĂůŚŽĚĞdƵƌŵĂĞĂŶƚĞƐĚŽŝŶşĐŝŽĚĂƐ
ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ůĞƟǀĂƐ͘ K ƚƌĂďĂůŚŽ ĐŽůĂďŽƌĂ-
ƟǀŽĚŽƐĚŽĐĞŶƚĞƐƐĞƌĄŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞŶĆŽƐſ
ŶĞƐƚĂĨĂƐĞĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͕ĐŽŵŽĂŽůŽŶŐŽ
de todo o processo.
^ƵŐĞƌĞͲƐĞ ƵŵĂ ĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĕĆŽ ĚĂƐ
ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ͕ ƉƌŝǀŝůĞŐŝĂŶĚŽ͕
ĐŽŶƚƵĚŽ͕ ĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ
ĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽ͕ĞŵƉĂƌĞƐŽƵĞŵŐƌƵƉŽƐŵĂŝƐĂůĂƌŐĂĚŽƐ͕
usandoastecnologiasdigitaisparapromoveroenvolvi-
ŵĞŶƚŽĂƟǀŽĞĐƌŝĂƟǀŽĚŽƐĂůƵŶŽƐŶĂĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĚŽƐĞƵ
ƉƌſƉƌŝŽ ĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽ͘ ƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐ ƋƵĞ
ĨŽŵĞŶƚĞŵĂƐĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐƚƌĂŶƐǀĞƌƐĂŝƐĚŽƐĂůƵŶŽƐ͕Ă
ƌĞŇĞdžĆŽĞĂĞdžƉƌĞƐƐĆŽĐƌŝĂƟǀĂ͕ĚĞĨŽƌŵĂƚƌĂŶƐĚŝƐĐŝƉůŝ-
ŶĂƌ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ŶŽąŵďŝƚŽĚĞƵŵϮ
Ϳ͕ĐŽŶĚƵnjĞŵ
ŚĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞăƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐŵĂŝƐƐŝŐ-
ŶŝĮĐĂƟǀĂƐ͘ďƌŝƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂƉƌŽďůĞŵĄƟĐĂƐĚĂ
ǀŝĚĂĂƚƵĂů͕ĞŶǀŽůǀĞŶĚŽŽƐĂůƵŶŽƐĞŵĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉƌĄƟ-
ĐĂƐ͕ŶĂŝŶǀĞƐƟŐĂĕĆŽĐŝĞŶơĮĐĂŽƵŶĂƌĞƐŽůƵĕĆŽĚĞƉƌŽ-
ďůĞŵĂƐĐŽŶĐƌĞƚŽƐ͕ƋƵĞƐĞƚƌĂĚƵnjĂŵ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ŶĂ
ƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĚĞƚĂƌĞĨĂƐƋƵĞƉĞƌŵŝƚĂŵĂŽƐĂůƵŶŽƐĞdžƉƌĞƐ-
ƐĂƌͲƐĞĂƚƌĂǀĠƐĚĞŵĞŝŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ŵŽĚŝĮĐĂŶĚŽĞĐƌŝĂŶĚŽ
ĐŽŶƚĞƷĚŽĚŝŐŝƚĂů;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ǀşĚĞŽƐ͕ĄƵĚŝŽƐ͕ĨŽƚŽƐ͕
ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ďůŽŐƵĞƐ͕ ƉĄŐŝŶĂƐ web͕ wikis͕
ĞͲƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐ͕ĚŝĄƌŝŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘͘͘ͿƐĞƌĄ
ƵŵĨĂƚŽƌĚĞŵŽƟǀĂĕĆŽĂĚŝĐŝŽŶĂůĞĐŽŵƌĞƐƵůƚĂĚŽƐƐĞŵ-
ƉƌĞƐƵƌƉƌĞĞŶĚĞŶƚĞƐ͘ĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂů͕ŶĞƐƚĞƐĐĂƐŽƐ͕ƚƌĂ-
ďĂůŚĂƌŽƚĞŵĂĚŽƐĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌĞĚĂƐůŝĐĞŶĕĂƐƋƵĞ
ƐĞĂƉůŝĐĂŵĂŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ďĞŵĐŽŵŽĂĨŽƌŵĂ
ĚĞƌĞĨĞƌĞŶĐŝĂƌĨŽŶƚĞƐĞĂƚƌŝďƵŝƌůŝĐĞŶĕĂƐ͕ĞĐĂƉĂĐŝƚĂƌŽƐ
alunos para gerir riscos e usar tecnologias digitais de
forma segura e responsável.
^ĞƌĄƚĂŵďĠŵŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƋƵĞĂƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĐŽŶƐŝ-
dere oportunidades de aprendizagem personalizada
ŶŽąŵďŝƚŽĚĂĚŝĨĞƌĞŶĐŝĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕
Ϯ
KƐʹĚŽŵşŶŝŽƐĚĞĂƵƚŽŶŽŵŝĂĐƵƌƌŝĐƵůĂƌʹĐŽŶƐƟƚƵĞŵ
ƵŵĂŽƉĕĆŽĐƵƌƌŝĐƵůĂƌĚĞƚƌĂďĂůŚŽŝŶƚĞƌĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƌĞŽƵĂƌƟĐƵůĂ-
ção curricular,ĐƵũĂƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĚĞǀĞŝĚĞŶƟĮĐĂƌĂƐĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƐ
envolvidas e a forma de organização. (Decreto-Lei n.o
ϱϱͬϮϬϭϴ
ʹƌƟŐŽϵ͘o
)
dar a diferentes alunos diferentes tarefas
digitais para atender a necessidades indi-
ǀŝĚƵĂŝƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ ƉƌĞĨĞƌġŶĐŝĂƐ Ğ
ŝŶƚĞƌĞƐƐĞƐͿ Ğ ƚĞƌ Ğŵ ůŝŶŚĂ ĚĞ ĐŽŶƚĂ ƋƵĞ͕
Ğŵ ƉĂƌƟĐƵůĂƌ ŶĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƌĞĂůŝnjĂĚĂƐ Ă
ĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ƉŽĚĞƌĆŽƐƵƌŐŝƌĚŝĮĐƵůĚĂĚĞƐƉƌĄ-
ƟĐĂƐ ŽƵ ƚĠĐŶŝĐĂƐ ;ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ ĂĐĞƐƐŽ Ă
ĚŝƐƉŽƐŝƟǀŽƐĞƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐŽƵĨĂůƚĂĚĞ
ĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐͿ͕ ĚĞǀĞŶĚŽ ƉŽƌ ŝƐƐŽ
prever-se formas de apoio para os alunos
que necessitem.
džŝƐƚĞŵǀĄƌŝŽƐŵŽĚĞůŽƐĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ
ĚĞĂŵďŝĞŶƚĞƐŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕
como o dos cenários de aprendizagem da
ƵƌŽƉĞĂŶ ^ĐŚŽŽůŶĞƚ3
(ŚƩƉƐ͗ͬͬĨĐů͘ĞƵŶ͘ŽƌŐͬƚŽŽůƐĞƚϯ)
ou os do ůĂLJƚŽŶŚƌŝƐƚĞŶƐĞŶ/ŶƐƟƚƵƚĞ4
. Seja qual for
Ž ŵŽĚĞůŽ ĂĚŽƚĂĚŽ͕ Ă ƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ ĚĞǀĞƌĄ ƉƌĞǀĞƌ ĂƐ
ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐ Ă ƌĞĂůŝnjĂƌ Ğ Ă ƐƵĂ ĐĂůĞŶĚĂƌŝnjĂĕĆŽ͕ ŽƐ
ƌĞĐƵƌƐŽƐŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽƐ͕ĂĚĞƐĐƌŝĕĆŽĐůĂƌĂĚĂƐƚĂƌĞĨĂƐĞ
ĚĂĨŽƌŵĂĐŽŵŽŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐŝƌĆŽƐĞƌƵƐĂĚŽƐ͕ĂĂǀĂůŝĂ-
ção e o papel dos alunos e do(s) professor(es) em cada
ƵŵĂĚĂƐĞƚĂƉĂƐ͘DĂŝƐăĨƌĞŶƚĞ͕ŵŽƐƚƌĂƌĞŵŽƐĐŽŵŽĂ
ĐŽŶĐĞĕĆŽ ĚĞ ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƐĞ ĐŽŶĐƌĞƟnjĂ ŵĞĚŝĂŶƚĞ Ă
aplicação destes modelos.
^ĞůĞĐŝŽŶĂƌĞĐƌŝĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐ
KƋƵĞƐĆŽďŽŶƐƌĞĐƵƌƐŽƐƉĂƌĂĞĚƵĐĂĕĆŽĚŝŐŝƚĂů
ĞŽŶĚĞĞŶĐŽŶƚƌĄͲůŽƐ͍
 ĞƐƐĞŶĐŝĂů ƋƵĞ Ž ĚŽĐĞŶƚĞ ĚŝƐƉŽŶŚĂ ĚĂƐ
ĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐŶĞĐĞƐƐĄƌŝĂƐƉĂƌĂƵƐĂƌ͕ĐƌŝĂƌ͕ƉĂƌƟůŚĂƌ
ĞƉůĂŶŝĮĐĂƌĂƵƟůŝnjĂĕĆŽĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐĚŝŐŝ-
ƚĂŝƐ ĚĞ ĨŽƌŵĂ ĞĨĞƟǀĂ Ğ ƌĞƐƉŽŶƐĄǀĞů͘ ŵ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ
online͕ŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐƐĆŽĂƉƌŝŶĐŝƉĂůĨŽƌŵĂĚĞ
ĐŽŶƚĂĐƚŽĚŽƐĂůƵŶŽƐĐŽŵŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐĐƵƌƌŝĐƵůĂƌĞƐ͕
pelo que uma cuidadosa seleção é fundamental para
o sucesso da aprendizagem esperada.EĂƚƵƌĂůŵĞŶƚĞ͕
a avaliação e seleção de recursos deverá estar sempre
ŽƌŝĞŶƚĂĚĂƉĂƌĂŽŽďũĞƟǀŽĞƐƉĞĐşĮĐŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ
ĞƚĞƌĞŵĐŽŶƚĂŽĐŽŶƚĞdžƚŽ͕ĂĂďŽƌĚĂŐĞŵƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĞ
ŽŶşǀĞůĚĞĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂĚŽƐĂůƵŶŽƐ͘
3
sĞƌĞdžĞŵƉůŽƐĞŵƉŽƌƚƵŐƵġƐĞŵŚƩƉƐ͗ͬͬĨĐů͘ĞƵŶ͘ŽƌŐͬƉƚͺWdͬ
ƚŽŽůϯƉϭ
4
 ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĐŚƌŝƐƚĞŶƐĞŶŝŶƐƟƚƵƚĞ͘ŽƌŐͬǁƉͲĐŽŶƚĞŶƚͬƵƉůŽĂĚƐͬ
ϮϬϭϯͬϬϰͬůĂƐƐŝĨLJŝŶŐͲͲϭϮͲďůĞŶĚĞĚͲůĞĂƌŶŝŶŐ͘ƉĚĨ
ƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐ
que fomentem
as competências
transversais dos
ĂůƵŶŽƐ͕ĂƌĞŇĞdžĆŽĞĂ
ĞdžƉƌĞƐƐĆŽĐƌŝĂƟǀĂ͕ĚĞ
forma transdisciplinar
conduzem
ŚĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞ
ăƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĚĞ
aprendizagens mais
ƐŝŐŶŝĮĐĂƟǀĂƐ͘
332 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
No Quadro Europeu de Competência Digital para
Educadores – DigCompEduϱ
͕ĂĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂĚŽƐƉƌŽ-
fessores para avaliar recursos é destacada em dife-
ƌĞŶƚĞƐŶşǀĞŝƐĚĞĐŽŵƉůĞdžŝĚĂĚĞ͗ĂǀĂůŝĂƌĂƋƵĂůŝĚĂĚĞĚĞ
recursos digitais – em termos gerais e com base em
ĐƌŝƚĠƌŝŽƐďĄƐŝĐŽƐ͕ĐŽŵŽƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ůŽĐĂůĚĞƉƵďůŝ-
ĐĂĕĆŽ͕ ĂƵƚŽƌŝĂ͕ ĐŽŵĞŶƚĄƌŝŽƐ ĚĞ ŽƵƚƌŽƐ ƵƟůŝnjĂĚŽƌĞƐ͘
ƵŵŶşǀĞůŝŶƚĞƌŵĠĚŝŽ͕ŵĂƐĚĞŵĂŝŽƌĞdžŝŐġŶĐŝĂ͕ƉĞĚĞͲ
ͲƐĞĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌƋƵĞƐĞũĂĐĂƉĂnjĚĞĂǀĂůŝĂƌĂĮĂďŝůŝĚĂĚĞ
de recursos digitais e a sua adequação para o grupo
ĚĞĂƉƌĞŶĚĞŶƚĞƐĞŽďũĞƟǀŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞƐƉĞĐş-
ĮĐŽ͘ŝŶĂůŵĞŶƚĞĂƵŵŶşǀĞůŵĂŝƐĞůĞǀĂĚŽĚĞĞdžŝŐġŶĐŝĂ
ƉĞĚĞͲƐĞĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌƉĂƌĂĂǀĂůŝĂƌĂĮĂďŝůŝĚĂĚĞĞĂĚĞ-
quação do conteúdo com base numa combinação de
ĐƌŝƚĠƌŝŽƐ͕ǀĞƌŝĮĐĂŶĚŽƚĂŵďĠŵĂƐƵĂƉƌĞĐŝƐĆŽĞŶĞƵ-
tralidade.
A Internet oferece um manancial imensurável
ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ĞĚƵĐĂƟǀŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ĚĞƐĚĞ ĨŽƚŽŐƌĂĮĂƐ͕
ĚŽĐƵŵĞŶƚĂĕĆŽ ĞƐĐƌŝƚĂ ƐŽď Ă ĨŽƌŵĂ ĚĞ ƚĞdžƚŽƐ͕ ƋƵĞ
ƉŽĚĞŵƐĞƌĐŽŵďŝŶĂĚŽƐĐŽŵŐƌĄĮĐŽƐ͕ŇƵdžŽŐƌĂŵĂƐ͕
ĚŝĂŐƌĂŵĂƐ͕ ƚĂďĞůĂƐ͕ ďĂƐĞƐ ĚĞ ĚĂĚŽƐ͕ ŚŝƐƚſƌŝĂƐ ĚŝŐŝ-
ƚĂŝƐ͕ ĂŶŝŵĂĕƁĞƐ͕ ǀşĚĞŽƐ͕ ŽďũĞƚŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ ƚƌŝĚŝŵĞŶ-
ƐŝŽŶĂŝƐ Ğ ƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ ĞƐƉĂĐŝĂŝƐ͕ ƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ
ĚĞ ƌĞĂůŝĚĂĚĞ ǀŝƌƚƵĂů ŽƵ ĂƵŵĞŶƚĂĚĂ͕ ƐŝŵƵůĂĕƁĞƐ͕
ŵĂŶƵĂŝƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ũŽŐŽƐ͕ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ǀŝƌƚƵĂŝƐ͕ ƌĞĐƵƌ-
ƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐĂďĞƌƚŽƐ͕ebooks͕ǀŝĚĞŽũŽŐŽƐƐĠƌŝŽƐŽƵ
ĐŽŵĞƌĐŝĂŝƐĐŽŵĮŶĂůŝĚĂĚĞƐĞĚƵĐĂƟǀĂƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕
DŝŶĞĐƌĂŌͿ͕ƌĞƉŽƐŝƚſƌŝŽƐĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐĞŽƵƚƌĂƐ
plataformas de conteúdos e recursos. Em Portugal
ƚĞŵŽƐ ĞdžĐĞůĞŶƚĞƐ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ůŝǀƌĞƐ͕
ĐŽŵŽ Ă ĂƐĂ ĚĂƐ ŝġŶĐŝĂƐ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĐĂƐĂĚĂƐ-
ĐŝĞŶĐŝĂƐ͘ŽƌŐͿ͕ĂZdWŶƐŝŶĂ;ŚƩƉƐ͗ͬͬĞŶƐŝŶĂ͘ƌƚƉ͘ƉƚͿ͕Ž
Portal Pordata (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƉŽƌĚĂƚĂ͘ƉƚͿŽƵĂŚĂŶ
Academy (ŚƩƉƐ͗ͬͬƉƚͲƉƚ͘ŬŚĂŶĂĐĂĚĞŵLJ͘ŽƌŐͿ͕ Ğ ƐŽůƵ-
ĕƁĞƐĐŽŵĞƌĐŝĂƐĚĞŵƵŝƚŽďŽĂƋƵĂůŝĚĂĚĞ͕ĚĞƋƵĞƐĆŽ
ĞdžĞŵƉůŽĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐĚĂƐĞĚŝƚŽƌĂƐĞƐĐŽůĂƌĞƐ͕ĐŽŵŽ
a Aula Digital da Leya (ŚƩƉƐ͗ͬͬĂƵůĂĚŝŐŝƚĂů͘ůĞLJĂ͘ĐŽŵ).
^ĞŶĚŽƉƌŽĚƵnjŝĚŽƐƉŽƌĞƋƵŝƉĂƐĚĞƉƌŽĮƐƐŝŽŶĂŝƐƋƵĞ
ĂƐƐĞŐƵƌĂŵŽƌŝŐŽƌ͕ĂĚŝǀĞƌƐŝĚĂĚĞĞĂĐŽŶƐŝƐƚġŶĐŝĂĚŽƐ
ƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐĚĂƵůĂŝŐŝƚĂů oferecem um
ŐƌĂƵĚĞĐŽŶĮĂŶĕĂĞǀĂůŽƌĂĐƌĞƐĐŝĚŽƐƌĞůĂƟǀĂŵĞŶƚĞ
ĂŽƐ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ůŝǀƌĞƐ ĚĂ /ŶƚĞƌŶĞƚ͕ Ğ ĞƐƚĆŽ ĂůŝŶŚĂĚŽƐ
ĐŽŵŽĐƵƌƌşĐƵůŽĞŽƌŝĞŶƚĂĚŽƐƉĂƌĂŽďũĞƟǀŽƐĞƐƚƌŝƚĂ-
ŵĞŶƚĞƉĞĚĂŐſŐŝĐŽƐ͘ƵůĂŝŐŝƚĂůĨŽƌŶĞĐĞƚĂŵďĠŵ
ƐƵƉŽƌƚĞĞŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞĂƉŽŝŽăĞdžƉůŽƌĂĕĆŽĚŽƐ
ϱ
ŚƩƉ͗ͬͬĂƌĞĂ͘ĚŐĞ͘ŵĞĐ͘ƉƚͬĚŽǁŶůŽĂĚͬŝŐŽŵƉĚƵͺϮϬϭϴ͘ƉĚĨ
ƉƌſƉƌŝŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ĨĂĐŝůŝƚĂŶĚŽƐŽďƌĞŵĂŶĞŝƌĂŽƚƌĂďĂ-
ůŚŽĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͘
Mas como selecionar os recursos mais adequados
no meio de tanta diversidade?
 dϲ
͕ ƵŵĂ ĂŐġŶĐŝĂ ŐŽǀĞƌŶĂŵĞŶƚĂů ďƌŝƚąŶŝĐĂ
ƉĂƌĂĂƐƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐŶĂĞĚƵĐĂĕĆŽ͕ŝĚĞŶƟĮĐĂƵŵĐŽŶ-
ũƵŶƚŽĚĞƉƌŝŶĐşƉŝŽƐĚĞƋƵĂůŝĚĂĚĞĚŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂ-
ƟǀŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͗
• o recurso favorece a inclusão e o acesso;
ͻ
ŽƌĞĐƵƌƐŽĠĚĞƐĂĮĂŶƚĞĞŵŽƟǀĂĚŽƌĞƉŽƚĞŶĐŝĂŽ
envolvimento dos alunos na aprendizagem;
• o recurso tem potencial para uma aprendizagem
ĞĨĞƟǀĂĞĞĮĐĂnj͖
ͻ
ŽƌĞĐƵƌƐŽƉƌŽƉŝĐŝĂƵŵĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂĞŽƌŝĞŶ-
tada para apoiar o progresso na aprendizagem;
• o recurso favorece uma rigorosa avaliação suma-
ƟǀĂ͖
• o recurso é inovador e propicia abordagens
ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐŝŶŽǀĂĚŽƌĂƐ͖
• o recurso é fácil de usar pelos alunos;
• o recurso tem uma elevada convergência curri-
cular.
ǀŝĚĞŶƚĞŵĞŶƚĞ͕ĞƐƚĞƉƌŽĐĞƐƐŽĞdžŝŐĞƚĞŵƉŽĞĞdžƉĞ-
ƌŝġŶĐŝĂ͕ƉĞůŽƋƵĞƚĂŵďĠŵĂƋƵŝŽƚƌĂďĂůŚŽĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽ
ĚĞĚŽĐĞŶƚĞƐĠĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂů͕ĞĞdžŝƐƚĞŵĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞƐ
onlineŵƵŝƚŽĂƟǀĂƐ͕ŽŶĚĞŵŝůŚĂƌĞƐĚĞƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐƉĂƌ-
ƟůŚĂŵ ĂƐ ƐƵĂƐ ĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂƐ ĚĞ ƐƵĐĞƐƐŽ Ğŵ ĂŵďŝĞŶ-
tes digitais e esclarecem as dúvidas mais comuns. Em
ĞŶƐŝŶŽ ŚşďƌŝĚŽ͕ ĚĞǀĞŵŽƐ ƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌ Ă ĚŝǀĞƌƐŝĚĂĚĞ ĚĞ
ƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ƟƌĂŶĚŽƉĂƌƟĚŽĚŽŵƵůƟŵĠĚŝĂƋƵĞŽƐĂŵďŝĞŶ-
ƚĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐŽĨĞƌĞĐĞŵ͕Ğ͕ƐŽďƌĞƚƵĚŽ͕ĞǀŝƚĂƌĂƚĞŶƚĂĕĆŽ
de usar apenas os mesmos materiais usados nas aulas
presenciais (o que funciona bem em regime presencial
ŶĆŽƐĞƌĄŶĞĐĞƐƐĂƌŝĂŵĞŶƚĞĞĮĐĂnjƋƵĂŶĚŽŽĂůƵŶŽŶĆŽ
está na presença do professor). Deve-se também veri-
ĮĐĂƌƐĞŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐƵƐĂŵƵŵĂůŝŶŐƵĂŐĞŵĐůĂƌĂĞŽďũĞ-
ƟǀĂĞƋƵĞƐĞũĂĞŶƚĞŶĚŝĚĂƉĞůŽƐĂůƵŶŽƐŶƵŵĂƵƟůŝnjĂĕĆŽ
ĂƵƚſŶŽŵĂ͕͘ĮŶĂůŵĞŶƚĞ͕ƉŽŶĚĞƌĂƌƉŽƐƐşǀĞŝƐƌĞƐƚƌŝĕƁĞƐ
ƉĂƌĂ Ă ƵƟůŝnjĂĕĆŽ ŽƵ ƌĞƵƟůŝnjĂĕĆŽ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ
;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌ͕ƟƉŽĚĞĮĐŚĞŝƌŽ͕ƌĞƋƵŝ-
ƐŝƚŽƐƚĠĐŶŝĐŽƐ͕ĚŝƐƉŽƐŝĕƁĞƐůĞŐĂŝƐ͕ĂĐĞƐƐŝďŝůŝĚĂĚĞͿ͘
ϲ
d;ϮϬϬϳͿYƵĂůŝƚLJWƌŝŶĐŝƉůĞƐĨŽƌĚŝŐŝƚĂůůĞĂƌŶŝŶŐƌĞƐŽƵƌĐĞƐ͘
^ƵŵŵĂƌLJ/ŶĨŽƌŵĂƟŽŶ. Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵŚƩƉƐ͗ͬͬůĂĞƌĞŵŝ-
ĚĚĞů͘ĚŬͬǁƉͲĐŽŶƚĞŶƚͬƵƉůŽĂĚƐͬϮϬϭϮͬϬϳͬYƵĂůŝƚLJͺƉƌŝŶĐŝƉůĞƐ͘ƉĚĨ.
ŽŶƐƵůƚĂĚŽĞŵϮϵͲϭϭͲϮϬϮϬ͘
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 333
Ensino digital | Carlos Pinheiro
KĚŽĐĞŶƚĞƉŽĚĞƌĄƚĂŵďĠŵĚĞƐĞŶǀŽůǀĞƌĂƟǀŝĚĂĚĞƐ
de ĐƵƌĂĚŽƌŝĂĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ƉƌŽĐĞĚĞŶĚŽ͕ĚĞĨŽƌŵĂƐŝƐƚĞ-
ŵĄƟĐĂ͕ăŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽ͕ǀĂůŝĚĂĕĆŽ͕ĚĞƐĐƌŝĕĆŽĞĚŝƐƉŽŶŝ-
bilização de recursos digitais de forma organizada (por
ĞdžĞŵƉůŽ͕ĚĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵƚĞŵĂƐĚŽĐƵƌƌşĐƵůŽͿ͘džŝƐƚĞŵ
ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐƋƵĞĨĂĐŝůŝƚĂŵĞƐƐĞƉƌŽĐĞƐƐŽ͕ĐŽŵŽ
o tĂŬĞůĞƚ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁĂŬĞůĞƚ͘ĐŽŵͿ͕ŽůŝƉďŽĂƌĚŚƩƉƐ͗ͬͬ
ŇŝƉďŽĂƌĚ͘ĐŽŵͿ͕ Ž Symbaloo ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƐLJŵďĂůŽŽ͘
com) e o Diigo (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŝŝŐŽ͘ĐŽŵͿ͘ƐƚĞƟƉŽĚĞ
ĂƟǀŝĚĂĚĞĂƐƐĞŐƵƌĂƌĄĂŽĚŽĐĞŶƚĞƵŵďĂŶĐŽĚĞƌĞĐƵƌ-
ƐŽƐƋƵĂŶĚŽƟǀĞƌĚĞƐĞůĞĐŝŽŶĂƌŵĂƚĞƌŝĂŝƐƉĂƌĂĂĐŽŶ-
ĐĞĕĆŽĚĂƐĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƉŽĚĞƌĄƐĞƌŝŐƵĂůŵĞŶƚĞƵŵ
ƉƌĞĐŝŽƐŽ ĂƵdžşůŝŽ ŶĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ŝŶǀĞƐƟŐĂĕĆŽ ĚŽƐ
alunos.
ŽŵŽĐƌŝĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐƉĂƌĂĞŶƐŝŶŽĚŝŐŝƚĂů͍
ŽŶƐƟƚƵŝŶĚŽ ƵŵĂ ĂƟǀŝĚĂĚĞ ďĂƐƚĂŶƚĞ ĞdžŝŐĞŶƚĞ Ğ
ĐŽŵƉůĞdžĂ͕ĨƌĞƋƵĞŶƚĞŵĞŶƚĞĂĐĂƌŐŽĚĞĞƋƵŝƉĂƐŵƵů-
ƟĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƌĞƐ;ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐƚĂƐĚĞĐŽŶƚĞƷĚŽ͕ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐ-
tas em designĚĞŵĂƚĞƌŝĂŝƐ͕ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐƚĂƐĞŵdesign
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ũĞƚŽ͕ĞƚĐ͘Ϳ͕ĂƉƌŽĚƵĕĆŽĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ
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ƐŝŵƵůĂĕƁĞƐ͕ŐĂŵŝĮĐĂĕĆŽ͕ƌĞĂůŝĚĂĚĞǀŝƌƚƵĂů͕ŐĞƐƚĆŽĚĞ
bases de dados) não está ao alcance do comum dos
ĚŽĐĞŶƚĞƐ͘ ŽŶƚƵĚŽ͕ Ă ŵĂŝŽƌŝĂ ĚŽƐ ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ ƉŽƐ-
ƐƵŝĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐƋƵĞ͕ĚĞĨŽƌŵĂƐŝŵƉůĞƐ͕ůŚĞƉĞƌŵŝ-
ƚĞŵĐƌŝĂƌĞŽƵĂĚĂƉƚĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕
ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ͕ƉĂƌƟůŚĂĚĂƐŶŽ^ůŝĚĞƐŚĂƌĞ͕ŶƵŵƐĞƌǀŝĕŽ
ŶĂ ŶƵǀĞŵ ŽƵ ŶĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ ĚĂ ĞƐĐŽůĂͿ͕ ŝŶƚĞŐƌĂŶĚŽ
ĂŶŝŵĂĕƁĞƐ͕links͕ŵƵůƟŵĠĚŝĂŽƵĞůĞŵĞŶƚŽƐŝŶƚĞƌĂƟ-
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ƌĞĐƵƌƐŽ ĚŝŐŝƚĂů͘ ĂnjĞƌ ŵŽĚŝĮĐĂĕƁĞƐ ďĄƐŝĐĂƐ Ă ƌĞĐƵƌ-
ƐŽƐ ĞĚƵĐĂƟǀŽƐ ĂďĞƌƚŽƐ͕ ƌĞƐƉĞŝƚĂŶĚŽ ŽƐ ƚĞƌŵŽƐ ĚĞ
ůŝĐĞŶĐŝĂŵĞŶƚŽĚŽƐŵĞƐŵŽƐ͕ƉĂƌĂŽƐĂĚĞƋƵĂƌĂŽƐĞƵ
ĐŽŶƚĞdžƚŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĞĚŝĕĆŽŽƵ
ĞdžĐůƵƐĆŽĚĞĞůĞŵĞŶƚŽƐ͕ĂĚĂƉƚĂĕĆŽĚĂƐĐŽŶĮŐƵƌĂĕƁĞƐ
gerais ou combinação de diferentes recursos) é tam-
bém uma forma de criar recursos. A simples gravação
ĚĞƵŵǀşĚĞŽ;ĐŽŵŽƉƌſƉƌŝŽƚĞůĞŵſǀĞůͿĐŽŵŽĚŽĐĞŶƚĞ
ĂĞdžƉůŝĐĂƌƵŵĐŽŶƚĞƷĚŽŵĂŝƐĐŽŵƉůĞdžŽŽƵĂĚĞŵŽŶƐ-
ƚƌĂƌƵŵƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽ͕ĞĂƐƵĂƉƵďůŝĐĂĕĆŽŶƵŵĂƉůĂ-
ƚĂĨŽƌŵĂ ĚĞ ƉĂƌƟůŚĂ ĚĞ ǀşĚĞŽƐ ŽƵ ŶĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ ĚĂ
ĞƐĐŽůĂ͕ĠŽƵƚƌŽĞdžĐĞůĞŶƚĞĞdžĞŵƉůŽĨĄĐŝůĚĞĞdžĞĐƵƚĂƌ͘
ƐƚĂƐ ƐĆŽ ĂĕƁĞƐ ƌŽƟŶĞŝƌĂƐ ƋƵĞ ƌĞƋƵĞƌĞŵ ƉŽƵĐŽ
ƉůĂŶĞĂŵĞŶƚŽĞĐƌŝĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ŵĂƐ͕ĐĂĚĂǀĞnjŵĂŝƐ͕ĂƐ
plataformasonlineŽĨĞƌĞĐĞŵ͕ŵĞƐŵŽŶĂƐƐƵĂƐǀĞƌƐƁĞƐ
ŐƌĂƚƵŝƚĂƐ͕ŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞƐĚĞĐƌŝĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐ
ĚŝŐŝƚĂŝƐĚĞƋƵĂůŝĚĂĚĞƋƵĞĐŽŶƐƟƚƵĞŵĞdžĐĞůĞŶƚĞƐŽƉŽƌ-
tunidades de aprendizagem e avaliação em ensino
ŚşďƌŝĚŽ͘
ĞƐƚĂĐĂŵŽƐĂƋƵŝĂůŐƵŵĂƐ͗
• criação de páginas web͗ tĞďŶŽĚĞ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ
ǁǁǁ͘ǁĞďŶŽĚĞ͘ƉƚͿ͕ 'ŽŽŐůĞ ^ŝƚĞƐ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƐŝƚĞƐ͘
google.comͿ͕tŝdž;ŚƩƉƐ͗ͬͬƉƚ͘ǁŝdž͘ĐŽŵ);
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ĐƌŝĂĕĆŽ ĚĞ ƵŵĂ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕĆŽ͗ WƌĞnjŝ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ
prezi.comͿ͕DŝĐƌŽƐŽŌ^ǁĂLJ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƐǁĂLJ͘ŽĸĐĞ͘
comͿ͕ EĞĂƌƉŽĚ  ;ŚƩƉƐ͗ͬͬŶĞĂƌƉŽĚ͘ĐŽŵ ͕ ^ůŝĚŽ
(ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘Ɛůŝ͘ĚŽͿ͕ ĚŽďĞ ^ƉĂƌŬ  ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ
ƐƉĂƌŬ͘ĂĚŽďĞ͘ĐŽŵͬƉƚͲZ);
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ĐƌŝĂĕĆŽĚĞƚĞƐƚĞƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂ͗ĂŚŽŽƚ
(ŚƩƉƐ͗ͬͬŬĂŚŽŽƚ͘ĐŽŵͬͿ͕ YƵŝnjŝnjnj ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƋƵŝnjŝnjnj͘
comͿ͕^ŽĐƌĂƟǀĞ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƐŽĐƌĂƟǀĞ͘ĐŽŵͿ͕'ŽŽŐůĞ
ŽƌŵƐ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŐŽŽŐůĞ͘ĐŽŵͬĨŽƌŵƐͿ͕ tŽƌ-
ĚǁĂůů;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁŽƌĚǁĂůů͘ŶĞƚͬƉƚ);
ͻ
ĐƌŝĂĕĆŽĚĞƉĞƋƵĞŶŽƐǀşĚĞŽƐƐŽďƌĞƚĞŵĂƐĚŽĐƵƌƌş-
ĐƵůŽ͗WŽǁƚŽŽŶ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƉŽǁƚŽŽŶ͘ĐŽŵͿ͕ŝƚĞĂ-
ble (ŚƩƉƐ͗ͬͬďŝƚĞĂďůĞ͘ĐŽŵͿ͕ ŝnjŽĂ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘
ŬŝnjŽĂ͘ĐŽŵͿ͕DŽŽǀůLJ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŵŽŽǀůLJ͘ĐŽŵ);
ͻ
ĐƌŝĂĕĆŽĚĞŝŶĨŽŐƌĄĮĐŽƐƐŽďƌĞƚĞŵĂƐĚŽĐƵƌƌşĐƵůŽ͗
WŝŬƚŽĐŚĂƌƚ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƉŝŬƚŽĐŚĂƌƚ͘ĐŽŵͿ͕ 'ĞŶŝĂů͘ůLJ
(ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŐĞŶŝĂů͘ůLJͬĞŶͿ͕ /ŶĨŽŐƌĂŵ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ
infogram.com/ptͿ͕ ĂŶǀĂ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĐĂŶǀĂ͘
ĐŽŵͬƉƚͺƉƚͬĐƌŝĂƌͬŝŶĨŽŐƌĂĮĐŽͿ͕ sŝƐŵĞ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ
ǁǁǁ͘ǀŝƐŵĞ͘ĐŽ);
• criaçãodeummapamentaloumuraldigitalpara
ĂƉƌĞƐĞŶƚĂƌ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ ĚĞ ĨŽƌŵĂ ŽƌŐĂŶŝnjĂĚĂ͗
Mindomo (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŵŝŶĚŽŵŽ͘ĐŽŵͬƉƚͿ͕
Padlet (ŚƩƉƐ͗ͬͬƉĂĚůĞƚ͘ĐŽŵͿ͕ WŽƉƉůĞƚ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ
popplet.com).
^ĞƌĄĂĐŽŶƐĞůŚĄǀĞůĐŽŵĞĕĂƌĐŽŵƌĞĐƵƌƐŽƐĨĄĐĞŝƐĚĞ
produzir e de disponibilizar online͕ŶƵŵĂůŝŶŐƵĂŐĞŵ
ĐůĂƌĂĞĂĐĞƐƐşǀĞůƉĂƌĂŽƐĂůƵŶŽƐ͕ĞĞdžƉĞƌŝŵĞŶƚĂƌĚŝĨĞ-
ƌĞŶƚĞƐąŶŐƵůŽƐĚĞĂďŽƌĚĂŐĞŵ;Ă/ŶƚĞƌŶĞƚĞƐƚĄĐŚĞŝĂ
ĚĞĐŽŶƚĞƷĚŽƐƐŽďƌĞƚŽĚŽƐŽƐĂƐƐƵŶƚŽƐ͕ƉĞůŽƋƵĞĂŽƌŝ-
ginalidade é muito valorizada pelos alunos). Se neces-
ƐĄƌŝŽ͕ ƉŽĚĞƌĄ ƉĞĚŝƌͲƐĞ ĂũƵĚĂ ŶĂ ĞƐĐŽůĂ ĂŽƐ ĐŽůĞŐĂƐ
ŵĂŝƐĞdžƉĞƌŝĞŶƚĞƐ͘
^ĞũĂ ƋƵĂů ĨŽƌ Ž ƟƉŽ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽ ƉƌŽĚƵnjŝĚŽ ŽƵ
ĂĚĂƉƚĂĚŽ͕ Ġ ĞƐƐĞŶĐŝĂů Ž ƌĞƐƉĞŝƚŽ ƉĞůŽƐ ĚŝƌĞŝƚŽƐ ĚĞ
ĂƵƚŽƌ;ŽƐĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌƚġŵĞdžĐĞĕƁĞƐƉĂƌĂĮŶĂ-
ůŝĚĂĚĞƐĞĚƵĐĂƟǀĂƐ͕ŵĂƐĚĞǀĞƌĆŽƌĞƐƉĞŝƚĂƌͲƐĞĞƐƐĂƐ
334 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
ĞdžĐĞĕƁĞƐĞŝĚĞŶƟĮĐĂƌƐĞŵƉƌĞŽƐĂƵƚŽƌĞƐͿ͘EŽĐĂƐŽ
ĚĞƐĞƉƌŽĚƵnjŝƌĞŵĐŽŶƚĞƷĚŽƐƉƌſƉƌŝŽƐ͕ĚĞǀĞͲƐĞĐŽŶ-
ƐŝĚĞƌĂƌĂƐƵĂƉĂƌƟůŚĂĞƉŽƐƐŝďŝůŝĚĂĚĞĚĞƌĞƵƟůŝnjĂĕĆŽ͕
ĂƚƌŝďƵŝŶĚŽͲůŚĞƐ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ƵŵĂůŝĐĞŶĕĂƌĞĂƟǀĞ
Commonsϳ
.
ŽŵŽĐƌŝĂƌĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉĂƌĂĞŶƐŝŶŽĚŝŐŝƚĂů͍
A operacionalização dos modelos de ensino e
ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŚşďƌŝĚŽƐ ĐŽŶĐƌĞƟnjĂͲƐĞ ŶĂ ĐƌŝĂĕĆŽ Ğ
ĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĂĕĆŽ ĂŽƐ ĂůƵŶŽƐ ĚĞ ĞͲĂƟǀŝ-
ĚĂĚĞƐ͕ ƋƵĞ ƉŽĚĞŵ ĐŽŵďŝŶĂƌ ƚƌĂďĂůŚŽ
ƌĞĂůŝnjĂĚŽĞŵƐĂůĂĂƵůĂĐŽŵƚƌĂďĂůŚŽĂĚŝƐ-
tância em plataformas digitais. A conce-
ĕĆŽĚĞĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞǀĞƌĄƐĞƌĂƌƟĐƵůĂĚĂ
ĞŵĐŽŶƐĞůŚŽĚĞƚƵƌŵĂ͕ŶƵŵĂƉĞƌƐƉĞƟǀĂ
ŝŶƚĞƌĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƌ͕ ƉŽŶĚĞƌĂŶĚŽ Ă ĐĂƌŐĂ ĚĞ
ƚƌĂďĂůŚŽƉĞĚŝĚĂĂŽƐĂůƵŶŽƐ͕ŽƟƉŽĚĞĨĞƌ-
ƌĂŵĞŶƚĂƐĂƵƟůŝnjĂƌĞĂĐĂůĞŶĚĂƌŝnjĂĕĆŽĚĂƐ
ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͕ƉĂƌĂĞǀŝƚĂƌƐŽďƌĞĐĂƌŐĂĚĞƚƌĂ-
ďĂůŚŽ͘ĞǀĞƚĞƌͲƐĞĞŵĐŽŶƚĂƋƵĞƚĂƌĞĨĂƐ
Ğ ĞdžĞƌĐşĐŝŽƐ Ă ĚŝƐƚąŶĐŝĂ ĚĞŵŽƌĂŵ ŵĂŝƐ
tempo a concluir em casa devido a dife-
rentes fatores.
hŵĂĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞĚĞǀĞŝĚĞŶƟĮĐĂƌĐůĂƌĂ-
ŵĞŶƚĞŽƐŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĚĂƌ
ŝŶƐƚƌƵĕƁĞƐĐůĂƌĂƐ͕ƐƵĐŝŶƚĂƐĞĚĞĨĄĐŝůůĞŝƚƵƌĂ
ƉĂƌĂĂƚĂƌĞĨĂƉĞĚŝĚĂ͕ĂĮŵĚĞĞǀŝƚĂƌŝŶƚĞƌ-
ƉƌĞƚĂĕƁĞƐĞƌƌĂĚĂƐ͘KƐƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ƚĂŶƚŽŽƐ
İƐŝĐŽƐĐŽŵŽŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ĚĞǀĞƌĆŽĞƐƚĂƌĐŽƌ-
ƌĞƚĂŵĞŶƚĞŝĚĞŶƟĮĐĂĚŽƐ͕ĞĚĞǀĞŵŽƐĂƐƐĞŐƵƌĂƌͲŶŽƐĚĞ
que os mesmos são facilmente acedidos e entendidos
por todos os alunos.
 ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞ ĚĞǀĞ ƚĂŵďĠŵ ĐůĂƌŝĮĐĂƌ Ž ƟƉŽ ĚĞ
ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽĞƐƉĞƌĂĚĂĚŽƐĂůƵŶŽƐĞŵĐĂĚĂƵŵĂĚĂƐ
tarefas e indicar o tempo previsto para a sua realiza-
ĕĆŽ͕ďĞŵĐŽŵŽĂĨŽƌŵĂĚĞĚĞǀŽůƵĕĆŽĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ
ĞĂĚĂƚĂůŝŵŝƚĞƉĂƌĂĂĐŽŶĐůƵƐĆŽ͘KĞƋƵŝůşďƌŝŽĞŶƚƌĞ
ŽƚĞŵƉŽĂƚƌŝďƵşĚŽƉĂƌĂĚĞƐĞŶǀŽůǀĞƌĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞ
ĂƐƵĂĐŽŵƉůĞdžŝĚĂĚĞĠĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂůƉĂƌĂĂƐƐĞŐƵƌĂƌŽ
ƐƵĐĞƐƐŽĚĂƐŵĞƐŵĂƐ͘ĞǀĞƌĄƐĞƌƚĂŵďĠŵŇĞdžşǀĞů͕ŝƐƚŽ
Ġ͕ƉĂƐƐşǀĞůĚĞƐĞŝƌĂĚĂƉƚĂŶĚŽĞŵĨƵŶĕĆŽĚŽfeedback
ƌĞĐŽůŚŝĚŽ͕ĞƐĞƌĂĐŽŵƉĂŶŚĂĚĂĚĞƵŵĂƌƵďƌŝĐĂĚĞĂǀĂ-
ůŝĂĕĆŽ͕ĚĞƋƵĞĨĂůĂƌĞŵŽƐĂĚŝĂŶƚĞ͘
ϳ
ŚƩƉƐ͗ͬͬĐƌĞĂƟǀĞĐŽŵŵŽŶƐ͘ŽƌŐ͘
ŽŵŽ ƐĞ ĚŝƐƐĞ Ă ƉƌŽƉſƐŝƚŽ ĚĂ ƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͕ ŶŽ
ĚĞƐĞŶŚŽĚĂƐĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞǀĞͲƐĞƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌŽƚƌĂ-
ďĂůŚŽĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽĞĂƐŵĞƚŽĚŽůŽŐŝĂƐĚĞƚƌĂďĂůŚŽĚĞ
ƉƌŽũĞƚŽĞ͕ĞŵĨƵŶĕĆŽĚŽƟƉŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ƉŽĚĞƌĆŽ
ƉƌĞǀĞƌͲƐĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐƐşŶĐƌŽŶĂƐĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ŽƌŐĂŶŝnjĂ-
ĚĂƐĞĚŝŶĂŵŝnjĂĚĂƐƉĞůŽƐƉƌſƉƌŝŽƐĂůƵŶŽƐ͕ŵĂƐƉƌĞ-
ferencialmente com a supervisão do professor. As
ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͕ ŶĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ŚşďƌŝĚŽ͕
ƚġŵĐŽŵŽƉƌŝŶĐŝƉĂůŽďũĞƟǀŽĂũƵĚĂƌŽĂůƵŶŽĂĐŽŶƐ-
ƚƌƵŝƌŽƐĞƵƉƌſƉƌŝŽĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽ͕ĂƉĂƌƟƌĚĂŝŶƚĞ-
ƌĂĕĆŽĐŽŵŽƐĐŽůĞŐĂƐ͕ĐŽŵŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞ
ĐŽŵŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ǀĂůŽƌŝnjĂŶĚŽƉŽƌ
ŝƐƐŽĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂƵƚſŶŽŵĂĞĂƵƚŽƌ-
ƌĞŐƵůĂĚĂ͘hŵĂĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞďĞŵĞƐƚƌƵƚƵ-
ƌĂĚĂƚĞŵĚĞƐĞƌŵŽƟǀĂĚŽƌĂ͕ĞŶǀŽůǀĞŶƚĞ
Ğ ŝŶƚĞŶĐŝŽŶĂů͕ ƉƌŽŵŽǀĞƌ ƵŵĂ ĂƉƌĞŶ-
ĚŝnjĂŐĞŵ ĂƟǀĂ Ğ ƵŵĂ ĨŽƌƚĞ ŝŶƚĞƌĂĕĆŽ Ğ
ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ Ğ ĞƐƚĂƌ ĂƐƐŽĐŝĂĚĂ Ă ƵŵĂ
ĂǀĂůŝĂĕĆŽĂĚĞƋƵĂĚĂƋƵĞǀĞƌŝĮƋƵĞƐĞŽƐ
ŽďũĞƟǀŽƐ ĞƐƚĆŽ Ă ƐĞƌ ĐƵŵƉƌŝĚŽƐ͕ ƉƌĞƐ-
ƐƵƉŽŶĚŽƉŽƌŝƐƐŽƵŵĂĐŽŵƉĂŶŚĂŵĞŶƚŽ
regular da parte do professor.
Ɛ ƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ ƐĆŽ ĞdžĐĞůĞŶ-
ƚĞƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐŶŽĂƉŽŝŽăĚŝĨĞƌĞŶĐŝĂĕĆŽ
ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĞăĞĚƵĐĂĕĆŽƉĞƌƐŽŶĂůŝnjĂĚĂ͕
algo a ter em conta na conceção de
ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ƋƵĞĚĞǀĞƌĄĚĂƌƌĞƐƉŽƐƚĂăƐ
ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐĞdžƉĞĐƚĂƟǀĂƐĞĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞƐĚĞ
ĐĂĚĂĂůƵŶŽ͘EŽĐĂƐŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĐŽůĂ-
ďŽƌĂƟǀĂƐ͕ĚĞǀĞƌĆŽĂĚŽƚĂƌͲƐĞĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ
ŝŶĐůƵƐŝǀĂƐ ƋƵĞ ƉƌŽŵŽǀĂŵ Ă ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽ ĚĞ ƚŽĚŽƐ
ŽƐŵĞŵďƌŽƐĚŽŐƌƵƉŽ͕ŝŶĐĞŶƟǀĂŶĚŽ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕Ă
ŝŶƚĞƌĂũƵĚĂĞŶƚƌĞĂůƵŶŽƐ͕ƋƵĞƌĂŽŶşǀĞůĚĂƌĞĂůŝnjĂĕĆŽ
ĚĂƐ ƚĂƌĞĨĂƐ ƋƵĞƌ ĂŽ ŶşǀĞů ĚĂ ƌĞŐƵůĂĕĆŽ ŝŶƚĞƌƉĂƌĞƐ͘
WŽĚĞƌĆŽƐĞƌĂƚƌŝďƵşĚĂƐĨƵŶĕƁĞƐĞƐƉĞĐşĮĐĂƐĂŽƐĂůƵ-
ŶŽƐĚĞƵŵĂƚƵƌŵĂ͕ŵĞĚŝĂŶƚĞĂƐƐƵĂƐĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐ͕
ĐŽŵŽ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ƚƵƚŽƌĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƋƵĞĂũƵĚĂŵŽƐ
ĐŽůĞŐĂƐ ŶĂ ƵƟůŝnjĂĕĆŽ ĚĂƐ ƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐ͖ ĚĞůĞŐĂĚŽ ĚĞ
ƚƵƌŵĂ͕ƋƵĞĨŽŵĞŶƚĂĂƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽĚŽƐĐŽůĞŐĂƐŶĂ
ĞdžĞĐƵĕĆŽĚĂƐƚĂƌĞĨĂƐƉƌŽƉŽƐƚĂƐĞĂũƵĚĂĂŵŽŶŝƚŽƌŝ-
njĄͲůĂƐ͖ŵŽĚĞƌĂĚŽƌĞƐŶĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕
entre outros.
WĂƌĂůĞůĂŵĞŶƚĞ͕ĚĞǀĞƌĞŵŽƐĞƐƚĂƌĂƚĞŶƚŽƐĂŽďĞŵͲ
-estar emocional dos alunos e a situações de can-
ƐĂĕŽİƐŝĐŽŽƵƉƐŝĐŽůſŐŝĐŽ͕ƐŽůŝĐŝƚĂŶĚŽĐŽŵĨƌĞƋƵġŶĐŝĂ
feedbackƐŽďƌĞĂĐĂƌŐĂĚĞƚƌĂďĂůŚŽ͕ŽĞƐƚĂĚŽĞŵŽĐŝŽ-
nal e as preferências e ritmos de aprendizagem.
EŽĚĞƐĞŶŚŽĚĂƐ
ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞǀĞͲƐĞ
ƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌŽƚƌĂďĂůŚŽ
ĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽĞĂƐ
metodologias de
ƚƌĂďĂůŚŽĚĞƉƌŽũĞƚŽ
Ğ͕ĞŵĨƵŶĕĆŽĚŽƟƉŽ
ĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ƉŽĚĞƌĆŽ
ƉƌĞǀĞƌͲƐĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐ
ƐşŶĐƌŽŶĂƐĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕
organizadas
e dinamizadas pelos
ƉƌſƉƌŝŽƐĂůƵŶŽƐ͕ŵĂƐ
preferencialmente
com a supervisão do
professor.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 335
Ensino digital | Carlos Pinheiro
'ĞƐƚĆŽĚĂĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĞĚĂƐŝŶƚĞƌĂĕƁĞƐ
YƵĞƌĞŐƌĂƐĞƐƚĂďĞůĞĐĞƌƉĂƌĂƵŵĂĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĐůĂƌĂ
ĞĞĮĐĂnj͍
KƐŵŽĚĞůŽƐĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽĞŽƵƐŽĚĞƉůĂƚĂĨŽƌ-
mas digitais incluem frequentemente espaços de inte-
ração e o estabelecimento de comunicações regulares
ĞŶƚƌĞ ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ Ğ ĂůƵŶŽƐ Ğ ĞŶƚƌĞ ĂůƵŶŽƐ͕ ƵƐĂŶĚŽ
ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐƋƵĞƐĞƌĞŐĞŵƉŽƌĐſĚŝŐŽƐĞĨŽƌŵĂƐĚĞ
ĐŽŶĚƵƚĂƉƌſƉƌŝĂƐ͘ƉŽƌŝƐƐŽŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞĚĞĮŶŝƌƉƌĞ-
ǀŝĂŵĞŶƚĞ͕ĞĚĞƉƌĞĨĞƌġŶĐŝĂĞŵĐŽŶũƵŶƚŽĐŽŵŽƐĂůƵ-
ŶŽƐ͕ƌĞŐƌĂƐĐůĂƌĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĞŶĞƟƋƵĞƚĂĞŶƚƌĞ
ĂůƵŶŽͬƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ĞŶƚƌĞĂůƵŶŽͬĂůƵŶŽĞĞŶƚƌĞƉƌŽĨĞƐƐŽƌͬ
pais/encarregados de educação.
ƋƵŝĮĐĂŵĂůŐƵŵĂƐƐƵŐĞƐƚƁĞƐƉĂƌĂĂĞůĂďŽƌĂĕĆŽ
ĚĞƵŵĐſĚŝŐŽĚĞĐŽŶĚƵƚĂ͗
ͻ
ƐĞƌĞŵƉĄƟĐŽ͕ĐŽƌĚŝĂůĞĐŽŶƐƚƌƵƟǀŽŶĂƐŝŶƚĞƌĂ-
ĕƁĞƐĐŽŵŽƐĂůƵŶŽƐĞŝŶĐĞŶƟǀĂƌĂĂĚŽĕĆŽĚĞƐƐĞƐ
ƉƌŝŶĐşƉŝŽƐŶĂŝŶƚĞƌĂĕĆŽĞŶƚƌĞƉĂƌĞƐ͖
ͻ
ŐĞƌŝƌ ĂƐ ĞdžƉĞĐƚĂƟǀĂƐ ĚĞ ŝŶƚĞƌĂĕĆŽ ;ĚĞĮŶŝƌ Ž
ƉƌĂnjŽŵĄdžŝŵŽĚĞƌĞƐƉŽƐƚĂĂŽƐĂůƵŶŽƐͿ͗ŶĆŽƐĞ
ĚĞǀĞƌĞƐƉŽŶĚĞƌŶĂŚŽƌĂĂƋƵĂůƋƵĞƌŵĞŶƐĂŐĞŵ
ŽƵĚƷǀŝĚĂĚĞĂůƵŶŽ͕ŵĞƐŵŽĨŽƌĂĚŽŚŽƌĄƌŝŽĚĞ
ƚƌĂďĂůŚŽ;ĂŵĞŶŽƐƋƵĞƐĞũĂƵƌŐĞŶƚĞ͕ĚĞǀĞŝŶƚĞ-
ƌĂŐŝƌͲƐĞĂƉĞŶĂƐĚƵƌĂŶƚĞŽŚŽƌĄƌŝŽůĂďŽƌĂůͿ͖
ͻ
ƚĞƌĞŵĐŽŶƚĂŽĐŽŶƚĞdžƚŽĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĂƐƐşŶ-
crona (a ausência de linguagem não verbal pode
ŐĞƌĂƌĂŵďŝŐƵŝĚĂĚĞĞͬŽƵŝŶƚĞƌƉƌĞƚĂĕƁĞƐĞƌƌĂĚĂƐ͗
ƉŽŶĚĞƌĂƌŽƵƐŽĚĂĐƌşƟĐĂĚĞŵĂƐŝĂĚŽĚƵƌĂ͕ĚĂ
ŝƌŽŶŝĂĞĚŽŚƵŵŽƌͿ͖
ͻ
ĞŵĐĂŶĂŝƐŐĞƌŝĚŽƐƉŽƌĂůƵŶŽƐ͕ŶŽŵĞĂƌŽƵĞůĞŐĞƌ
um moderador;
• monitorizar com regularidade as comunicações
ĞŶƚƌĞƉĂƌĞƐĞŵĂŵďŝĞŶƚĞĂďĞƌƚŽ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕
ŶŽƐĨſƌƵŶƐͿĞŝŶƚĞƌǀŝƌƋƵĂŶĚŽŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͘
YƵĂŝƐĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽŵĂŝƐ
ĂĚĞƋƵĂĚĂƐĂĐĂĚĂĐŽŶƚĞdžƚŽ͍
ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĂĚŝƐƚąŶĐŝĂŽĐŽƌƌĞĞŵ
ĨŽƌŵĂƚŽ ƐşŶĐƌŽŶŽ Ğ ĂƐƐşŶĐƌŽŶŽ͘ džĐĞƚŽ Ğŵ ĐĂƐŽƐ ĚĞ
ŝŶƚĞƌƌƵƉĕĆŽ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ƉƌĞƐĞŶĐŝĂů͕ ĐŽŵŽ ŶĂ ƌĞĐĞŶƚĞ
ƐŝƚƵĂĕĆŽƉĂŶĚĠŵŝĐĂ͕ĚĞǀĞƌĆŽƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌͲƐĞ͕ŶĂƐŵŽĚĂ-
ůŝĚĂĚĞƐĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽ͕ĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂ-
ĕĆŽĂƐƐşŶĐƌŽŶĂ͘
Em termos de ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ ƐşŶĐƌŽŶĂ͕ ĂƐ ĨĞƌƌĂ-
ŵĞŶƚĂƐĚŝƐƉŽŶşǀĞŝƐƐĆŽŽchat͕ĂĂƵĚŝŽĐŽŶĨĞƌġŶĐŝĂĞĂ
videoconferência. Estas ferramentas permitem o con-
ƚĂĐƚŽĚŝƌĞƚŽĞŶƚƌĞĂůƵŶŽ;ƐͿĞƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ŽƵĞŶƚƌĞĂůƵŶŽƐ͕
simulandooambientedesaladeaulaeproporcionando
um feedback imediato; promovem também a esponta-
ŶĞŝĚĂĚĞ͕ŽƋƵĞƉŽĚĞƐĞƌĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂůĞŵĚĞƚĞƌŵŝŶĂ-
ĚĂƐĐŝƌĐƵŶƐƚąŶĐŝĂƐ͘ŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽ͕Ă
ƐƵĂƵƟůŝnjĂĕĆŽƉŽĚĞƌĄũƵƐƟĮĐĂƌͲƐĞŶŽĐĂƐŽĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐ
ĚĞŐƌƵƉŽ͕ƉĞƌŵŝƟŶĚŽƋƵĞĂůƵŶŽƐĐŽŵƵŶŝƋƵĞŵĞŶƚƌĞƐŝ
ƉĂƌĂŽƌŐĂŶŝnjĂĕĆŽĚŽƚƌĂďĂůŚŽ͕ƉĂƌĂĞƐĐůĂƌĞĐŝŵĞŶƚŽĚĞ
ĚƷǀŝĚĂƐƐƵƐĐŝƚĂĚĂƐƉĞůĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƉĂƌĂƐĞƐƐƁĞƐĚĞ
ďƌĂŝŶƐƚŽƌŵŝŶŐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽĚĞƉƌĞƉĂƌĂĕĆŽƉĂƌĂĂƌĞĂ-
ůŝnjĂĕĆŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĚĞƚĂƌĞĨĂƐͿ͘
Entre as ferramentas de ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĂƐƐşŶĐƌŽŶĂ͕
encontram-se o ĞŵĂŝů (que pode ser usado como lista
ĚĞĚŝƐƚƌŝďƵŝĕĆŽͿĞŽƐĨſƌƵŶƐĚĞĚŝƐĐƵƐƐĆŽ;ƋƵĞƉŽĚĞŵ
ĂƐƐƵŵŝƌ ĨŽƌŵĂƐ ĚŝƐƟŶƚĂƐ Ğŵ ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐ
ou aplicações). Embora as ferramentas de comunica-
ĕĆŽĂƐƐşŶĐƌŽŶĂƉŽƐƐĂŵ ƐĞƌƵƐĂĚĂƐĂƵƚŽŶŽŵĂŵĞŶƚĞ
pelos alunos (no respeito pelas regras de comunica-
ĕĆŽĞƐƚĂďĞůĞĐŝĚĂƐͿ͕ĞůĂƐĚĞǀĞŵƐĞƌƐĞŵƉƌĞ͕ƐŽďƌĞƚƵĚŽ
ĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĂďĞƌƚŽƐĐŽŵŽ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ŶŽĐĂƐŽĚĞ
ĨſƌƵŶƐĚĂƚƵƌŵĂ͕ƐƵƉĞƌǀŝƐŝŽŶĂĚĂƐƉĞůŽĚŽĐĞŶƚĞ͘
ĞƉĞŶĚĞŶĚŽ ĚŽ ƟƉŽ ĚĞ ĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ Ă ĂĕĆŽ ĚŽ
ĚŽĐĞŶƚĞƉŽĚĞŝŶĐŝĚŝƌƐŽďƌĞ͗
• mensagens ou perguntas para fomentar a dis-
cussão;
ͻ
ĞůĂďŽƌĂĕĆŽĚĞƵŵĂƐşŶƚĞƐĞĚĂĚŝƐĐƵƐƐĆŽ͖
ͻ
ŵĞŶƐĂŐĞŶƐƌĞůĂĐŝŽŶĂĚĂƐĐŽŵŽĐŽŶƚĞƷĚŽĚĂƐĂƟ-
vidades (recursos ou esclarecimentos adicionais
ƐŽďƌĞŽƚĞŵĂĚĂĂƟǀŝĚĂĚĞŽƵĂƚĂƌĞĨĂĂƌĞĂůŝnjĂƌͿ͖
• mensagens relacionadas com o processo (escla-
recimento de dúvidas no uso das tecnologias
ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ĐůĂƌŝĮĐĂĕĆŽ ĚĞ ƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽƐ ƐŽďƌĞ
ĂƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĞŽĞŶǀŝŽĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐ͕ĚŝƐĐƵƐƐĆŽ
ƐŽďƌĞĂƐĞƚĂƉĂƐĚŽƚƌĂďĂůŚŽͿ͖
ͻ
ŽƌŝĞŶƚĂĕƁĞƐƐŽďƌĞĞƟƋƵĞƚĂ͗ĐſĚŝŐŽĚĞĐŽŶĚƵƚĂ͕
ĚĞĐŝƐƁĞƐƐŽďƌĞƉůĄŐŝŽ͕ŶĞƟƋƵĞƚĂ͕ƚŽŵĚĂƐĚŝƐ-
cussões;
• resposta a perguntas ou dúvidas dos alunos e
feedbackĂŽƐƚƌĂďĂůŚŽƐ͘
ŽŵŽƵƐĂƌĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ
ĂŽƐĞƌǀŝĕŽĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĚĂĂǀĂůŝĂĕĆŽ͍
ŶƋƵĂŶƚŽ ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽ ĚĂ ĂĕĆŽ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ͕ ĂƐ
ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ ĚĞ ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ ƐĆŽ͕ ƉĞƌ ƐĞ͕ valiosos
recursos ao serviço da aprendizagem e da avaliação.
336 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
KƉĞƌĮůĚŽƐĂůƵŶŽƐăƐĂşĚĂĚĂĞƐĐŽůĂƌŝĚĂĚĞ
ŽďƌŝŐĂƚſƌŝĂ ƉƌĞĐŽŶŝnjĂ͕ ŶĂƐ ĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐ
ĚĂĄƌĞĂĚĞ/ŶĨŽƌŵĂĕĆŽĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ƋƵĞ
ŽƐĂůƵŶŽƐƐĞũĂŵĐĂƉĂnjĞƐĚĞͨĐŽůĂďŽƌĂƌĞŵ
ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ ĐŽŶƚĞdžƚŽƐ ĐŽŵƵŶŝĐĂƟǀŽƐ͕ ĚĞ
ĨŽƌŵĂĂĚĞƋƵĂĚĂĞƐĞŐƵƌĂ͕ƵƟůŝnjĂŶĚŽĚŝĨĞ-
ƌĞŶƚĞƐƟƉŽƐĚĞĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ;ĂŶĂůſŐŝĐĂƐĞ
ĚŝŐŝƚĂŝƐͿ͕ĐŽŵďĂƐĞŶĂƐƌĞŐƌĂƐĚĞĐŽŶĚƵƚĂ
ƉƌſƉƌŝĂƐĚĞĐĂĚĂĂŵďŝĞŶƚĞͩ͘ϴ
É por isso importante que o uso
das ferramentas de comunicação seja
ĐƵŝĚĂĚŽƐĂŵĞŶƚĞ ƉůĂŶŝĨŝĐĂĚŽ͕ ĂƐƐŽĐŝĂĚŽ Ă
ŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞŽďũĞƚŽĚĞĂǀĂ-
ůŝĂĕĆŽ͕ƐĞũĂƋƵĂůĨŽƌĂĄƌĞĂĐƵƌƌŝĐƵůĂƌ͕ƉŽƌ
ĞdžĞŵƉůŽ͕ŵĞĚŝĂŶƚĞŽƵƐŽĚĞƵŵĂƌƵďƌŝĐĂĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘
EŽĐĂƐŽĚĂƐŵĞŶƐĂŐĞŶƐĞŵĨſƌƵŶƐ͕ĂƐŵĂŝƐƌŝĐĂƐ
ĚŽƉŽŶƚŽĚĞǀŝƐƚĂƉĞĚĂŐſŐŝĐŽ͕ŽĚŽĐĞŶƚĞĚĞǀĞŝŶĨŽƌ-
ŵĂƌƉƌĞǀŝĂŵĞŶƚĞŽƐĂůƵŶŽƐĚĞƋƵĞĂƐƐƵĂƐƉĂƌƟĐŝƉĂ-
ções serão objeto de avaliação e divulgar os critérios
ĚĞ ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĚĞ ĐĂĚĂ ŵĞŶƐĂŐĞŵ ;ƋƵĞ ƉŽĚĞƌĆŽ ƐĞƌ͕
ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ Ă ĚŝŵĞŶƐĆŽ͕ Ž ĂĐƌĞƐĐĞŶƚĂƌ ǀĂůŽƌ ĂŽ
ĚĞďĂƚĞ͕ĞƐĞƌĞŵƐƵƉŽƌƚĂĚĂƐĞŵĐŝƚĂĕƁĞƐĐƌŝƚĞƌŝŽƐĂƐĞͬ
ŽƵƚĞƌĞŵĂŶĞdžŽƐƐŝŐŶŝĮĐĂƟǀŽƐ͘WŽĚĞŵ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕
ƵƐĂƌͲƐĞĐŝŶĐŽŶşǀĞŝƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͗ϬʹƐĞŵƋƵĂůƋƵĞƌ
ŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ϭʹĐŽŵĂůŐƵŵŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ϮʹĐŽŵŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖
ϯʹĐŽŵŵƵŝƚŽŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ϰʹĐŽŵŝŶƚĞƌĞƐƐĞĞdžĐĞĐŝŽ-
ŶĂů͘EŽĮŶĂů͕ŽĚŽĐĞŶƚĞĚĞǀĞƌĄƐŝŶƚĞƟnjĂƌŽĐŽŶƚĞƷĚŽ
ĞĂƐĞǀĞŶƚƵĂŝƐĐŽŶĐůƵƐƁĞƐĚĂĚŝƐĐƵƐƐĆŽ͕ŽƵ͕ĞŵĂůƚĞƌ-
ŶĂƟǀĂ͕ƐŽůŝĐŝƚĂƌĂƵŵŽƵŵĂŝƐĂůƵŶŽƐƋƵĞƌĞĂůŝnjĞŵƵŵ
ƚĞdžƚŽƐşŶƚĞƐĞĚŽƐĐŽŶƚƌŝďƵƚŽƐĚŽƐĐŽůĞŐĂƐ͘
FeedbackĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ
YƵĞŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ͕ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĞƚĠĐŶŝĐĂƐ
ĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĞǀŽƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌ͍
 ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĐŽŶƐƟƚƵŝ Ƶŵ ƉƌŽĐĞƐƐŽ ƌĞŐƵůĂĚŽƌ ĚŽ
ĞŶƐŝŶŽĞĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƋƵĞŽƌŝĞŶƚĂŽƉĞƌĐƵƌƐŽĞƐĐŽ-
ůĂƌĚŽƐĂůƵŶŽƐĞĐĞƌƟĮĐĂĂƐĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐĚĞƐĞŶǀŽůǀŝ-
ĚĂƐ͕ĞƋƵĞƚĞŵƉŽƌŽďũĞƟǀŽĐĞŶƚƌĂůĂŵĞůŚŽƌŝĂĚŽĞŶƐŝŶŽ
ĞĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘ĂƐĞŝĂͲƐĞŶƵŵƉƌŽĐĞƐƐŽĐŽŶơŶƵŽĚĞ
ŝŶƚĞƌǀĞŶĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƋƵĞĐŽŵƉƌĞĞŶĚĞĂƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐ
ϴ
D/E/^dZ/KhK;ϮϬϭϲͿ͘WĞƌĮůĚŽƐůƵŶŽƐă^ĂşĚĂ
da Escolaridade Obrigatória. Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵ͗ŚƩƉƐ͗ͬͬ
ǁǁǁ͘ĚŐĞ͘ŵĞĐ͘ƉƚͬƐŝƚĞƐͬĚĞĨĂƵůƚͬĮůĞƐͬƵƌƌŝĐƵůŽͬWƌŽũĞƚŽͺƵƚŽ-
ŶŽŵŝĂͺĞͺůĞdžŝďŝůŝĚĂĚĞͬƉĞƌĮůͺĚŽƐͺĂůƵŶŽƐ͘ƉĚĨ. Consultado em
ϯϬͲϭϭͲϮϬϮϬ͕ƉĄŐ͘ϮϮ͘
ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͗ĚŝĂŐŶſƐƟĐĂ͕ĨŽƌ-
ŵĂƟǀĂĞƐƵŵĂƟǀĂ͘
A ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĚŝĂŐŶſƐƟĐĂ realiza-se
ƐĞŵƉƌĞ ƋƵĞ ƐĞũĂ ĐŽŶƐŝĚĞƌĂĚŽ ŽƉŽƌƚƵŶŽ͕
ƐĞŶĚŽĞƐƐĞŶĐŝĂůƉĂƌĂĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂƌĂĚĞĮ-
ŶŝĕĆŽĚĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͕ƉĂƌĂĂĂĚĞƋƵĂĕĆŽĚĞ
ŵĞƚŽĚŽůŽŐŝĂƐ͕ ĚĞ ĐŽŶƚĞƷĚŽƐ Ğ ŽďũĞƟǀŽƐ
ĞĚŽƐƉƌſƉƌŝŽƐŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘
É igualmente um instrumento importante
ƉĂƌĂĂĚĞĮŶŝĕĆŽĚĞĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐĚĞĚŝĨĞƌĞŶ-
ĐŝĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĞƉŽĚĞƌĄƚĂŵďĠŵƐĞƌƷƟů
ƉĂƌĂĂĐŽŶƐƟƚƵŝĕĆŽĚĞŐƌƵƉŽƐĚĞƚƌĂďĂůŚŽ͘
EĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ĚŝŐŝƚĂů͕
ĐŽŵŽ Ğŵ ƚŽĚĂƐ ĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƉĞĚĂŐſŐŝ-
ĐĂƐ͕ĚĞǀĞƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌͲƐĞĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂ͕ƌĞĐŽƌ-
ƌĞŶĚŽĂƵŵĂǀĂƌŝĞĚĂĚĞĚĞŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞƌĞĐŽůŚĂ
ĚĞŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽĂĚĞƋƵĂĚŽƐăĚŝǀĞƌƐŝĚĂĚĞĚĂƐĂƉƌĞŶ-
ĚŝnjĂŐĞŶƐ Ğ ăƐ ĐŝƌĐƵŶƐƚąŶĐŝĂƐ Ğŵ ƋƵĞ ŽĐŽƌƌĞŵ͘ ƐƚĞ
ƟƉŽĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ĚĞĐĂƌĄƚĞƌĐŽŶơŶƵŽĞƐŝƐƚĞŵĄƟĐŽ͕
ƉĞƌŵŝƚĞĂŽƐƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ͕ĂŽƐĂůƵŶŽƐĞĂŽƐĞŶĐĂƌƌĞŐĂ-
dos de educação obter informação atualizada sobre
Ž ĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽ ĚŽ ĞŶƐŝŶŽ Ğ ĚĂ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕
com vista ao ajustamento de processos e estratégias
(autorregulação do processo e da aprendizagem).
As plataformas e ferramentas digitais oferecem
um conjunto de vantagens que ajudam a transformar
ĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂŶƵŵŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽĂƟǀŽĞĐŽŶơ-
ŶƵŽĚĞŵĞůŚŽƌŝĂĚĂƐĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐ͕ƚŽƌŶĂŶĚŽŽƐƉƌŽ-
ĐĞƐƐŽƐŵĂŝƐƌĄƉŝĚŽƐ͕ƚƌĂŶƐƉĂƌĞŶƚĞƐĞĞĮĐĂnjĞƐ͘:ĂŶĞƚ
ŽŽŶĞLJ;ϮϬϭϵͿϵ
ŝĚĞŶƟĮĐĂĂůŐƵŵĂƐĚĞƐƐĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐ͗
• feedbackƌĄƉŝĚŽ;ĞŵƚĞŵƉŽƌĞĂůͿĞĚĞƐƵƉŽƌƚĞăƐ
ĞƚĂƉĂƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĐŽŵƵŵŶşǀĞů
ĚĞĚŝĮĐƵůĚĂĚĞĂĚĞƋƵĂĚŽ͖
ͻ
ƐƵƉŽƌƚĞƉĂƌĂĂƐĞƐĐŽůŚĂƐĚŽƐĂůƵŶŽƐ;ƉĂƌĂƉĞƌƐŽ-
ŶĂůŝnjĂƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĐŽŵŽĨĂƚŽƌĚĞŵŽƟǀĂ-
ĕĆŽŝŶƚƌşŶƐĞĐĂͿ͖
• ambientes de aprendizagem imersiva para
ĂƉŽŝĂƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĐŽŶƚĞdžƚƵĂůŝnjĂĚĂ͖
ͻ
ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐƉĂƌĂĚŝƐƉŽƐŝƟǀŽƐŵſǀĞŝƐƋƵĞƉĞƌ-
ŵŝƚĞŵĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵͨĂƋƵĂůƋƵĞƌ
ŚŽƌĂĞĞŵƋƵĂůƋƵĞƌůƵŐĂƌ͖ͩ
ϵ
KKEz͕:͘;ϮϬϭϵͿ͘ŝŐŝƚĂůŽƌŵĂƟǀĞƐƐĞƐƐŵĞŶƚ͗ƌĞǀŝĞǁ
ŽĨƚŚĞůŝƚĞƌĂƚƵƌĞ͘KŶůŝŶĞ͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵ͗ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĞƵŶ͘ŽƌŐͬ
ĚŽĐƵŵĞŶƚƐͬϰϭϭϳϱϯͬϴϭϳϯϰϭͬƐƐĞƐƐйϰϬĞĂƌŶŝŶŐнŝƚĞƌĂƚƵ-
ƌĞнZĞǀŝĞǁͬďĞϬϮĚϱϮϳͲϴĐϮĨͲϰϱĞϯͲϵĨϳϱͲϮĐϱĐĚϱϵϲϮϲϭĚ͘ŽŶƐƵů-
ƚĂĚŽĞŵϯϬͲϭϭͲϮϬϮϬ͕ƉƉ͘ϴͲϵ͘
É importante que o
uso das ferramentas
de comunicação seja
cuidadosamente
ƉůĂŶŝĮĐĂĚŽ͕ĂƐƐŽĐŝĂĚŽ
ĂŽďũĞƟǀŽƐĚĞ
aprendizagem e objeto
ĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ƐĞũĂƋƵĂů
ĨŽƌĂĄƌĞĂĐƵƌƌŝĐƵůĂƌ͕ƉŽƌ
ĞdžĞŵƉůŽ͕ŵĞĚŝĂŶƚĞŽ
uso de uma rubrica de
avaliação.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 337
Ensino digital | Carlos Pinheiro
• oportunidades de autoavaliação e de avaliação
por pares;
ͻ
ĂĐĞƐƐŽĂƌĞĐƵƌƐŽƐĞĂĞdžĞŵƉůŽƐonline;
ͻ
ƌĞĐŽůŚĂĚĞĚĂĚŽƐƉĂƌĂŵĞůŚŽƌĐŽŵƉƌĞĞŶĚĞƌŽƐ
ƉƌŽĐĞƐƐŽƐĞĐŽŶƚĞdžƚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĂŶĄ-
ůŝƐĞĚĞƐƐĞƐĚĂĚŽƐĂĮŵĚĞƉƌĞǀĞƌŽƉƌŽŐƌĞƐƐŽ
dos alunos e adaptar a aprendizagem;
• potencial para uma integração mais consistente
ĚĂƐĂǀĂůŝĂĕƁĞƐĨŽƌŵĂƟǀĂĞƐƵŵĂƟǀĂ͖
• oportunidades para os alunos conceberem os
ƐĞƵƐƉƌſƉƌŝŽƐŽďũĞƟǀŽƐĞĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐĚĞĂƉƌĞŶ-
dizagem.
Quanto aos ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐ Ğ ƚĠĐŶŝĐĂƐ de avalia-
ĕĆŽ͕ĞůĞƐĚĞǀĞƌĆŽƐĞƌŽŵĂŝƐĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĚŽƐƉŽƐƐşǀĞŝƐ͕
podendo incluir a ŽďƐĞƌǀĂĕĆŽ;ƋƵĞƉĞƌŵŝƚĞƌĞĐŽůŚĞƌ
ĚĂĚŽƐŶŽŵŽŵĞŶƚŽĞŵƋƵĞĞƐƚĆŽĂĂĐŽŶƚĞĐĞƌ͕ƐĞŵ
ĐƌŝĂƌ ƐŝƚƵĂĕƁĞƐ ĂƌƟĮĐŝĂŝƐ͕ ƉƌŽƉŽƌĐŝŽŶĂŶĚŽ Ž ƌĞƚŽƌŶŽ
imediato do resultado da aprendizagem) e ŵĠƚŽĚŽƐ
ĞƚĠĐŶŝĐĂƐŽƌĂŝƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĂƋƵĂŶĚŽĚĂĂƉƌĞƐĞŶƚĂ-
ĕĆŽŽƌĂůĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐŽƵĂƐƵĂĚŝƐĐƵƐƐĆŽͬĚĞĨĞƐĂͿ͕ƋƵĞ
são os mais fáceis de aplicar.
Nas ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐŽƌĂŝƐ deverá valorizar-se não a
ƌĞƉƌŽĚƵĕĆŽĚŽĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽ͕ŵĂƐƐŽďƌĞƚƵĚŽŽƉĞŶ-
ƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽĞŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌŝĂƟǀŽ͕ĂĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞ
ĚĞƉĞŶƐĂƌĚĞŵŽĚŽĂďƌĂŶŐĞŶƚĞĞĞŵƉƌŽĨƵŶĚŝĚĂĚĞ͕
ĚĞĨŽƌŵĂůſŐŝĐĂ͕ĂŶĂůŝƐĂŶĚŽŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂƐ
ŽƵŝĚĞŝĂƐĚĞĨŽƌŵĂĐƌşƟĐĂ͕ĂƌŐƵŵĞŶƚĂŶĚŽĐŽŵƌĞĐƵƌƐŽ
ĂĐƌŝƚĠƌŝŽƐŝŵƉůşĐŝƚŽƐŽƵĞdžƉůşĐŝƚŽƐ͘
Quanto aos ŵĠƚŽĚŽƐĞƐĐƌŝƚŽƐ͕ĂůĠŵĚŽƐƚƌĂĚŝĐŝŽ-
ŶĂŝƐƚĞƐƚĞƐĞƐĐƌŝƚŽƐ͕ĞdžŝƐƚĞŵŽƵƚƌŽƐŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐŵĂŝƐ
ĂĚĞƋƵĂĚŽƐăĂǀĂůŝĂĕĆŽĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ĚĞƋƵĞ
ĚĞƐƚĂĐĂŵŽƐŽƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐ͗
ͻ
ƚƌĂďĂůŚŽƐ ĞƐĐƌŝƚŽƐ ;ĞŶƐĂŝŽƐ͕ ƌĞůĂƚſƌŝŽƐ͕ ĂŶĄůŝ-
ƐĞƐ ĚĞ ƚĞdžƚŽƐ͕ ĮĐŚĂƐ ĚĞ ƌĞƐŽůƵĕĆŽ ĚĞ ĞdžĞƌĐş-
ĐŝŽƐ͕ƌĞĚĂĕĆŽĚĞƚĞdžƚŽƐŽƌŝŐŝŶĂŝƐ͕ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ͕
ŵĂƉĂƐ ŵĞŶƚĂŝƐ͕ ŝŶĨŽŐƌĄĮĐŽƐ͘͘͘Ϳ͘ EĞƐƚĞ ƟƉŽ
ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽƐ͕ ĚĞǀĞƌĆŽ ĂĚŽƚĂƌͲƐĞ ĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ
ĂŶƟͲ'ŽŽŐůĞ͕ŝƐƚŽĠ͕ŽƐĂůƵŶŽƐĚĞǀĞƌĆŽƐĞƌĚĞƐĂ-
ĮĂĚŽƐĂĂŶĂůŝƐĂƌĞŝŶǀĞƐƟŐĂƌƋƵĞƐƚƁĞƐ;ƵƐĂŶĚŽĂ
/ŶƚĞƌŶĞƚĞŽƵƚƌĂƐĨŽŶƚĞƐĚĞŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽͿ͕ĚŝƐƟŶ-
guindo o que sabem do que pretendem desco-
brir e adotando as estratégias adequadas para
ŝŶǀĞƐƟŐĂƌĞƌĞƐƉŽŶĚĞƌăƐƋƵĞƐƚƁĞƐŝŶŝĐŝĂŝƐ͘ĞǀĞ
ǀĂůŽƌŝnjĂƌͲƐĞ Ă ĂŶĄůŝƐĞ ĐƌşƟĐĂ ĚĂƐ ĐŽŶĐůƵƐƁĞƐ Ă
ƋƵĞ ĐŚĞŐĂŵ͕ ƌĞĨŽƌŵƵůĂŶĚŽ͕ ƐĞ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͕ ĂƐ
ĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ĂĚŽƚĂĚĂƐ͕ Ğ ĐŽŶƚƌĂƌŝĂƌ Ğ ĐŽŶĚĞŶĂƌ
ƐŝƐƚĞŵĂƟĐĂŵĞŶƚĞŽƉůĄŐŝŽĞĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕĆŽĂĐƌş-
ƟĐĂ ĚĂ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͘ DƵŝƚŽƐ ĚĞƐƚĞƐ ƚƌĂďĂůŚŽƐ
podem também ser avaliados mediante técni-
cas orais.
ͻ
ƚƌĂďĂůŚŽƐ ƉƌĄƟĐŽƐ͘ ƐƚĞƐ ƉŽĚĞŵ ƐĞƌ ƌĞĂůŝnjĂ-
ĚŽƐƉƌĞƐĞŶĐŝĂůŵĞŶƚĞŽƵĞŵŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐŚşďƌŝ-
ĚĂƐ͕ ƉƌŽƉŽŶĚŽ͕ ŶĞƐƚĞ ƷůƟŵŽ ĐĂƐŽ͕ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ
cujos resultados possam ser documentados por
ĞƐĐƌŝƚŽ͕ĄƵĚŝŽŽƵǀşĚĞŽ͕ƉĞůŽĂůƵŶŽŽƵƉŽƌƚĞƌ-
ĐĞŝƌŽƐ͕ĞƉŽƐƚĞƌŝŽƌŵĞŶƚĞĞŶǀŝĂĚŽƐŽƵĂƉƌĞƐĞŶ-
ƚĂĚŽƐĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌŽƵăƚƵƌŵĂ͖
ͻ
ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽĞŵĨſƌƵŶƐ͖
ͻ
ĞͲƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐŽƵĚŝĄƌŝŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘ƐƚĞƐ
são os instrumentos mais ricos do ponto de vista
ĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƉŽŝƐƉĞƌŵŝƚĞŵĚĞƐĞŶǀŽůǀĞƌĞ
ĂǀĂůŝĂƌĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐĚĞŶşǀĞůĞůĞǀĂĚŽ;ĚĞƐĐƌĞ-
ǀĞƌ͕ ĐŽŵĞŶƚĂƌ͕ ƌĞůĂĐŝŽŶĂƌ͕ ĂǀĂůŝĂƌ͕ ĐƌŝĂƌͿ͘  ƐƵĂ
componente digital possibilita o recurso a for-
mas diversas de produção ou organização de
ĐŽŶƚĞƷĚŽƐ ;ĨŽƚŽŐƌĂĮĂ͕ ŵƵůƟŵĠĚŝĂͿ ƋƵĞ ĚŽĐƵ-
ŵĞŶƚĂŵĂƐĨĂƐĞƐĚŽƚƌĂďĂůŚŽĞĐŽŶǀŽĐĂŵĚŝĨĞ-
ƌĞŶƚĞƐƟƉŽƐĚĞůŝƚĞƌĂĐŝĂƐ͘
ƵƟůŝnjĂĕĆŽĚĞĞͲƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐŽƵĚŝĄƌŝŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂ-
ŐĞŵƉĞƌŵŝƚĞĂŽƐĂůƵŶŽƐƵƟůŝnjĂƌĞĚŽŵŝŶĂƌŝŶƐƚƌƵŵĞŶ-
ƚŽƐ ĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĚŽƐ ƉĂƌĂ ƉĞƐƋƵŝƐĂƌ͕ ĚĞƐĐƌĞǀĞƌ͕ ĂǀĂůŝĂƌ͕
ǀĂůŝĚĂƌĞŵŽďŝůŝnjĂƌŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ĚĞĨŽƌŵĂĐƌşƟĐĂĞĂƵƚſ-
ŶŽŵĂ͕ǀĞƌŝĮĐĂŶĚŽĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐĨŽŶƚĞƐĚŽĐƵŵĞŶƚĂŝƐĞĂ
ƐƵĂĐƌĞĚŝďŝůŝĚĂĚĞ͕ĞŽƌŐĂŶŝnjĂƌĂŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽƌĞĐŽůŚŝĚĂ
ĚĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵƵŵƉůĂŶŽ͕ĐŽŵǀŝƐƚĂăĞůĂďŽƌĂĕĆŽĞă
ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕĆŽĚĞƵŵŶŽǀŽƉƌŽĚƵƚŽŽƵĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂĚĞ
ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘  ƚĂŵďĠŵ ƵŵĂ ĞdžĐĞůĞŶƚĞ ĨŽƌŵĂ ĚĞ
desenvolver as competências digitais dos aprendentes.
džĞŵƉůŽƐĚĞĞůĞŵĞŶƚŽƐĂĂǀĂůŝĂƌ͗
• seleção dos materiais e sua relação com as
aprendizagens;
ͻ
ƚĞdžƚŽĚĞƐĐƌŝƟǀŽͬĞdžƉůŝĐĂƟǀŽ͖
ͻ
ĂŶĄůŝƐĞĐƌşƟĐĂ͖
• evidências de aprendizagem;
ͻ
ŶĂǀĞŐĂĕĆŽ͕ĨŽƌŵĂƚĂĕĆŽĞĂĐĞƐƐŝďŝůŝĚĂĚĞ͖
• citações e respeito pelos direitos de autor;
ͻ
ĞůĞŵĞŶƚŽƐŵƵůƟŵĠĚŝĂ͘
Outra forma de usar a avaliação ao serviço da
aprendizagem é a prática da ĂƵƚŽĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ƋƵĞƉŽĚĞ
ƐĞƌ ƌĞĂůŝnjĂĚĂ ĂŶƚĞƐ͕ ĚƵƌĂŶƚĞ ŽƵ ĂƉſƐ ĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͘
ƐƚĂƉŽĚĞƌĄƌĞǀĞƐƟƌͲƐĞĚĞƵŵĂƌĞŇĞdžĆŽĐƌşƟĐĂ͕ĐŽŵ
338 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
ƋƵĞƐƚƁĞƐ ŽƌŝĞŶƚĂĚŽƌĂƐ͕ ŽƵ ĚĞ ƵŵĂ ĚŝƐĐƵƐƐĆŽ ŶƵŵ
ĨſƌƵŵ͘KƌĞƐƵůƚĂĚŽĚĞƐƚĞƉƌŽĐĞƐƐŽƐĞƌǀŝƌĄĚĞŝŶƐƚƌƵ-
ŵĞŶƚŽĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚŽƌƉĂƌĂŽĂůƵŶŽĞ͕ƉĂƌĂŽƉƌŽĨĞƐ-
ƐŽƌ͕ƐĞƌĄƵŵŝŶĚŝĐĂĚŽƌĚĞŶĞĐĞƐƐŝĚĂĚĞĚĞƌĞǀŝƐĆŽĞͬŽƵ
ĂƉƌŽĨƵŶĚĂŵĞŶƚŽĚĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉƌŽƉŽƐƚĂƐ͘
Importa também referir o uso das tecnologias digi-
tais para ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĞŶƚƌĞ ƉĂƌĞƐ͕ ŵĞĚŝĂŶƚĞ ĐƌŝƚĠƌŝŽƐ
ƉƌĞĚĞĮŶŝĚŽƐ͕ƋƵĞĐŽŶƚƌŝďƵŝƉĂƌĂĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĐŽůĂďŽƌĂ-
ƟǀĂĚĞĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐĞƉĂƌĂĂ
aprendizagem entre pares.
Muitas das plataformas de ensino digital permi-
tem manter os pais informados acerca do percurso
ĚŽƐĂůƵŶŽƐĞĚŽƐƌĞƐƵůƚĂĚŽƐĚĂƐƵĂĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ĂƐƐĞŐƵ-
ƌĂŶĚŽĂƐƐŝŵƵŵĂƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽŵĂŝƐŝŶĨŽƌŵĂĚĂŶĂǀŝĚĂ
escolar do seu educando.
YƵĂůĂŝŵƉŽƌƚąŶĐŝĂĚŽĨĞĞĚďĂĐŬ
ŶŽĞŶƐŝŶŽĚŝŐŝƚĂů͍
Dar feedback ĨŽƌŵĂƟǀŽ ĨƌĞƋƵĞŶƚĞ͕ ƌĄƉŝĚŽ͕ ŽƉŽƌ-
ƚƵŶŽĞĚŝƌĞĐŝŽŶĂĚŽĂŽƐĂůƵŶŽƐĠƵŵĨĂƚŽƌĐƌşƟĐŽĚĞ
sucesso da aprendizagem em ambientes digitais.
Ainda que muitas ferramentas permitam conceber
ĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞfeedbackĂƵƚŽŵĄƟĐŽ;ŽĐĂƐŽĚŽƐƚĞƐƚĞƐ
ĚĞƌĞƐƉŽƐƚĂĨĞĐŚĂĚĂͿ͕ĞƐƚĞŵƵŝƚĂƐǀĞnjĞƐŶĆŽĠŵĂŝƐĚŽ
que a devolução do resultado de uma tarefa/questão
ĞŶĆŽĚĞǀĞƌĄƐƵďƐƟƚƵŝƌŽfeedbackƉĞƐƐŽĂů͕ĨŽƌŵĂƟǀŽ
ĞĨŽƌŵĂĚŽƌ͕ƉŽƌƉĂƌƚĞĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͘
EĂ ĐƌŝĂĕĆŽ ĚĞ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ Ğŵ
ĂŵďŝĞŶƚĞƐŚşďƌŝĚŽƐ͕ŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌĚĞǀĞƌĄƉŽƌŝƐƐŽƉƌĞ-
ver a necessidade de dar um feedback regular aos
ĂůƵŶŽƐ͕ƵƐĂŶĚŽĂƐƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐƉĂƌĂŵŽŶŝƚŽƌŝ-
zar remotamente o seu progresso e intervir quando
ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͕ ƉĞƌŵŝƟŶĚŽ Ă ĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĕĆŽ Ğ ŽĨĞƌĞ-
ĐĞŶĚŽƐŽůƵĕƁĞƐƉĂƌĂƵůƚƌĂƉĂƐƐĂƌĚŝĮĐƵůĚĂĚĞƐŽƵƉĂƌĂ
ĂƉƌŽĨƵŶĚĂƌ ĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽƐ͘ WŽĚĞƌͲƐĞͲĄ ŝŶĐůƵƐŝǀĂ-
mente antecipar as necessidades de orientação dos
ĂůƵŶŽƐ͕ ĐƌŝĂŶĚŽ͕ ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ ƵŵĂ ƐĞĐ-
ção de ajuda ou de perguntas frequentes
;YͿŽƵƚƵƚŽƌŝĂŝƐĞŵǀşĚĞŽ.
WĂƌĂƐĞƌĞĨĞƟǀŽ͕Žfeedback deve evi-
denciar as competências já adquiridas
pelos alunos e oferecer novas possibilida-
des de aprendizagem e de evidenciação
ĚĂƐŵĞƐŵĂƐ͘hŵfeedback focado apenas
ŶĂŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚĞĞƌƌŽƐĠƉŽƵĐŽƷƚŝůĞƐſ
terá verdadeiro impacto se incidir naquilo
ƋƵĞŽĂůƵŶŽƉƌĞĐŝƐĂĚĞĨĂnjĞƌƉĂƌĂĐƵŵƉƌŝƌĂƚĂƌĞĨĂ͕ŽĨĞ-
ƌĞĐĞŶĚŽ͕ ƐĞ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͕ ŶŽǀĂƐ ĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ŽƵ ŶŽǀŽƐ
ƌĞĐƵƌƐŽƐƉĂƌĂĂƟŶŐŝƌŽƐŽďũĞƟǀŽƐ͘hŵĂĨŽƌŵĂĚĞĨŽƌŶĞ-
cer um feedbackĞĮĐĂnjƐĞƌĄĞƐƚĂďĞůĞĐĞƌƵŵĂĐŽŵƉĂƌĂ-
ĕĆŽĐŽŵĐƌŝƚĠƌŝŽƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽŽƵƌƵďƌŝĐĂƐ͕ĚĞƐĐƌĞǀĞŶĚŽ
aquilo que o aluno já alcançou e fornecendo sugestões
ƐŽďƌĞŽƋƵĞĂŝŶĚĂƉŽĚĞƐĞƌŵĞůŚŽƌĂĚŽ͘Kfeedback
deverá por isso ocorrer durante o processo de realiza-
ĕĆŽĚĂĂƟǀŝĚĂĚĞĞŶĆŽĂƉſƐŽƐĞƵĮŶĂů͘
Além deste feedbackĨŽƌŵĂƟǀŽĞĂǀĂůŝĂƟǀŽ͕Ğŵ
modalidades de ensino digital é também essencial o
feedbackŝŶƚĞƌĂĐŝŽŶĂů͕ŶŽŵĞĂĚĂŵĞŶƚĞŵĞŶƐĂŐĞŶƐĚĞ
ŝŶĐĞŶƟǀŽŽƵƐŝŵƉůĞƐŵĞŶƚĞĂĐŽŶĮƌŵĂĕĆŽĚĞƌĞĐĞďŝ-
ŵĞŶƚŽĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐŽƵĞdžĞĐƵĕĆŽĚĞƚĂƌĞĨĂƐ͘
ŽŵŽĐŽŶƐƚƌƵŝƌŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞƌĞŐŝƐƚŽ
ĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽŵĂŝƐŽďũĞƟǀŽƐ͕ƚƌĂŶƐƉĂƌĞŶƚĞƐĞ
ƉŽƚĞŶĐŝĂĚŽƌĞƐĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͍
ĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĂƐĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐƉƌĞƐƐƵƉƁĞĂĞdžŝƐ-
tência de critérios que traduzam claramente o que é
desejável que os alunos aprendam e a descrição dos
ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐŶşǀĞŝƐĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ. Estes instrumentos
de registo são comummente designados de rubricas
;ĂƉĂƌƟƌĚŽŝŶŐůġƐƌƵďƌŝĐ) de avaliação ou descritores
ĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ͘,ĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞ͕ĂƐƌƵďƌŝĐĂƐĂƉƌĞƐĞŶ-
tam-se sob a forma de uma matriz com indicação de
um conjunto de critérios que contemplem todas as
ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐƋƵĞŽĂůƵŶŽƚĞŵĚĞƌĞĂůŝnjĂƌŶĂĞdžĞĐƵ-
ĕĆŽĚĂƚĂƌĞĨĂ͕Ğ͕ƉĂƌĂĐĂĚĂĐƌŝƚĠƌŝŽ͕ŽƐĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐŶşǀĞŝƐ
ĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽƋƵĂůŝƚĂƟǀŽ;ƋƵĞǀĂƌŝĂŵŝĚĞĂůŵĞŶƚĞ
ĞŶƚƌĞϯĞϱͿ͘ĂĚĂŶşǀĞůĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽĠĚĞƐĐƌŝƚŽĚĞ
ĨŽƌŵĂĚĞƚĂůŚĂĚĂĞĐůĂƌĂƉĂƌĂŽĂůƵŶŽĞƉŽĚĞƐĞƌĂƐƐŽ-
ĐŝĂĚŽĂƵŵĂĞƐĐĂůĂĚĞǀĂůŽƌĞƐ͕ƉĞƌŵŝƟŶĚŽĂƐƐŝŵĂŽ
professor criar registos de avaliação mais transparen-
ƚĞƐĞĐŽĞƌĞŶƚĞƐĐŽŵŽƐŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘
As rubricas podem ser usadas para avaliar qual-
ƋƵĞƌ ƟƉŽ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ͕ ĐŽŵŽ ƉĞƐƋƵŝƐĂƐ͕
ƚƌĂďĂůŚŽƐĞŵŐƌƵƉŽ͕ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ͕ƌĞƐĞ-
ŶŚĂƐ͕ ƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐ͕ ĚĞďĂƚĞƐ͕ ƉƌŽĚƵĕĆŽ ĚĞ
ƉŽĚĐĂƐƚƐ͕ ǀşĚĞŽƐ͕ ĞƚĐ͕͘ ƐĞŶĚŽ ĞdžƚƌĞŵĂ-
mente úteis em qualquer modalidade e
ŶşǀĞůĚĞĞŶƐŝŶŽ͕ƉŽŝƐĂůĠŵĚĞĨĂĐŝůŝƚĂƌĞŵ
ŽƚƌĂďĂůŚŽĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͕ƉŽĚĞŵƐĞƌƵƐĂĚĂƐ
pelos alunos como instrumento orienta-
ĚŽƌĚŽƐĞƵƚƌĂďĂůŚŽ͕ĂŽƐĞƌǀŝĕŽĚĂĂƉƌĞŶ-
ĚŝnjĂŐĞŵĂƵƚſŶŽŵĂĞĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͘
Dar feedbackĨŽƌŵĂƟǀŽ
ĨƌĞƋƵĞŶƚĞ͕ƌĄƉŝĚŽ͕
oportuno e direcionado
aos alunos é um fator
ĐƌşƟĐŽĚĞƐƵĐĞƐƐŽĚĂ
aprendizagem em
ambientes digitais.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 339
Ensino digital | Carlos Pinheiro
ŶƚƌĞ ĂƐ ǀĂŶƚĂŐĞŶƐ ĚĂƐ ƌƵďƌŝĐĂƐ ĚĞ ĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕
ƐĂůŝĞŶƚĂŵŽƐĂƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐ͗
• permitem ŽĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚŽƐĂůƵŶŽƐŶŽƉƌŽͲ
ĐĞƐƐŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ;ƉŽƌĞdžĞŵ-
ƉůŽ͕ ƐƵŐĞƌŝŶĚŽ ĐƌŝƚĠƌŝŽƐ ƉĂƌĂ Ă ĞůĂďŽƌĂĕĆŽ ĚĂƐ
ƌƵďƌŝĐĂƐƉĞůĂƐƋƵĂŝƐŽƐƐĞƵƐƚƌĂďĂůŚŽƐĞƉƌŽũĞƚŽƐ
serão avaliados);
• ƌĞĚƵnjĞŵ Ă ƐƵďũĞƟǀŝĚĂĚĞ da avaliação (o pro-
cesso de avaliação torna-se mais transparente
e o aluno compreenderá mais facilmente o
ĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽƋƵĞƐĞĞƐƉĞƌĂĚĞůĞŶƵŵĂƚĂƌĞĨĂĚĞ
ĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ĞƋƵĂŝƐƐĆŽŽƐĂƐƉĞƚŽƐƋƵĞǀĆŽƐĞƌŽ
foco da avaliação);
ͻ
ĂũƵĚĂŵŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌĂĚĂƌŵĞůŚŽƌ feedback ao
aluno;
ͻ
ŵĞůŚŽƌĂƌĂŵĂŵŽƟǀĂĕĆŽĞĂĐŽŶĮĂŶĕĂĚŽƐĂůƵͲ
nos͕ pelo facto de os ajudar a compreender a
ĨŽƌŵĂĚĞĂůĐĂŶĕĂƌƵŵďŽŵĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ͖
• ĞŶĐŽƌĂũĂŵŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽ;ͨƐĞĚŝƐĐƵƟƌ-
mos previamente com os alunos os critérios pre-
ƐĞŶƚĞƐŶĂƐŐƌĞůŚĂƐ͕ĞƐƚĂƌĞŵŽƐĂĞdžƉůŝĐŝƚĂƌĂůŐƵŶƐ
ĞůĞŵĞŶƚŽƐŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƐŶŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽ
ƋƵĞ͕ĚĞŽƵƚƌŽŵŽĚŽ͕ŽŵŝƟƌşĂŵŽƐĐŽŶƐŝĚĞƌĂŶĚŽͲ
ͲŽƐŝŵƉůşĐŝƚŽƐ͕ͩ^ƚĞǀĞŶƐΘĞǀŝϭϬ
);
• facilitamaĐŽŵƉƌĞĞŶƐĆŽĚĂƐĞdžƉĞĐƚĂƟǀĂƐĐŽŵŽ
ƚƌĂďĂůŚŽ͘ƌƵďƌŝĐĂĚĞŝdžĂĐůĂƌŽƋƵĂŝƐĂƐĐĂƌĂĐƚĞ-
ƌşƐƟĐĂƐƋƵĞŽƚƌĂďĂůŚŽĚĞǀĞƉŽƐƐƵŝƌƉĂƌĂŽďƚĞƌĂ
ĞdžĐĞůġŶĐŝĂ͘WĞƌŵŝƚĞƋƵĞŽĂůƵŶŽĨĂĕĂƵŵĂĂƵƚŽĂ-
ǀĂůŝĂĕĆŽƉĞƌŵĂŶĞŶƚĞĚŽƐĞƵƚƌĂďĂůŚŽĞƐĞũĂŵĂŝƐ
ĂƵƚſŶŽŵŽŶŽƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͖
• ajudam a ĐůĂƌŝĮĐĂƌŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ
ĐŽŵƉůĞdžŽƐ assegurando avaliações consisten-
ƚĞƐ͘KƐĂůƵŶŽƐƉĞƌĐĞďĞŵŵĞůŚŽƌŽƋƵĞƐĞĞƐƉĞƌĂ
ĚĞůĞƐ͕ŵĞƐŵŽĞŵƚĂƌĞĨĂƐĐŽŵƉůĞdžĂƐ͕ƉŽĚĞŶĚŽ
usar a rubrica como um guia para um bom
ĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ Ğ ƉĞƌŵŝƟŶĚŽͲůŚĞƐ ƉĞƌĐĞďĞƌ ƉŽƌ-
ƋƵĞĠƋƵĞŽƐĞƵƚƌĂďĂůŚŽĠďŽŵŽƵŵĂƵ͖
• ƌĞĚƵnjĞŵŽƚƌĂďĂůŚŽĚŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ƉŽŝƐƚŽƌŶĂŵĂ
ĂǀĂůŝĂĕĆŽŵĂŝƐƌĄƉŝĚĂĞŵĞŶŽƐƐƵďũĞƟǀĂ͘
Algumas plataformas de LMS já permitem a avaͲ
ůŝĂĕĆŽƉŽƌƌƵďƌŝĐĂƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĂDŝĐƌŽƐŽŌdĞĂŵƐ͕
ϭϬ
 ^ƚĞǀĞŶƐ͕ ͘ Θ Ğǀŝ͕ ͘ ;ϮϬϬϱͿ͘ /ŶƚƌŽĚƵĐƟŽŶ ƚŽ ZƵďƌŝĐƐ͗
ĂŶ ĂƐƐĞƐƐŵĞŶƚ ƚŽŽů ƚŽ ƐĂǀĞ ŐƌĂĚŝŶŐ ƟŵĞ͕ ĐŽŶǀĞLJ ĞīĞĐƟǀĞ
ĨĞĞĚďĂĐŬ ĂŶĚ ƉƌŽŵŽƚĞ ƐƚƵĚĞŶƚ ůĞĂƌŶŝŶŐ͘ ^ƚĞƌůŝŶŐ͕ sŝƌŐŝŶŝĂ͗
^ƚLJůƵƐWƵďůŝƐŚŝŶŐ͘
Ă 'ŽŽŐůĞ ůĂƐƐƌŽŽŵ Ğ ĂƐ ǀĞƌƐƁĞƐ ŵĂŝƐ ƌĞĐĞŶƚĞƐ ĚŽ
DŽŽĚůĞͿ͘džŝƐƚĞŵĚŝǀĞƌƐĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐonlineϭϭ
e apli-
ĐĂĕƁĞƐƉĂƌĂĚŝƐƉŽƐŝƟǀŽƐŵſǀĞŝƐƋƵĞĨĂĐŝůŝƚĂŵĂĐƌŝĂ-
ĕĆŽ ĚĞ ƌƵďƌŝĐĂƐ Ğ ŽĨĞƌĞĐĞŵ ĞdžĞŵƉůŽƐ͕ ƐƵŐĞƐƚƁĞƐ Ğ
modelos que podem ser adaptados. Estas ferramen-
ƚĂƐ͕ĐŽŶƚƵĚŽ͕ƐĆŽŵĞŶŽƐǀĂŶƚĂũŽƐĂƐĚŽƋƵĞĂƐƌƵďƌŝ-
ĐĂƐĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĂĚĂƐƉĞůĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐD^͕ƉŽŝƐĂşͨĂƐ
rubricas de avaliação são criadas e enviadas ao mesmo
ƚĞŵƉŽƋƵĞĂĂƟǀŝĚĂĚĞƋƵĞŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌƉƌĞƚĞŶĚĞƌĞĂůŝ-
njĂƌ͕ĐůĂƌŝĮĐĂŶĚŽƉƌĞǀŝĂŵĞŶƚĞ͕ŶƵŵĂůſŐŝĐĂĚĞĨĞĞĚƵƉ͕
ŽƋƵĞƐĞĞƐƉĞƌĂƋƵĞĐĂĚĂĂůƵŶŽĨĂĕĂ͘ůĠŵĚŝƐƐŽ͕ĂŐŝ-
ůŝnjĂŵĞƉŽƚĞŶĐŝĂŵĂŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞ͕ĂĞƐƉĞĐŝĮĐŝĚĂĚĞĞ
a personalização do feedbackĚŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ĂĂǀĂůŝĂĕĆŽ
ƉĞůŽƐƉĂƌĞƐĞĂƉƌſƉƌŝĂĂƵƚŽĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ƉĞƌŵŝƟŶĚŽƵŵĂ
ŐĞƐƚĆŽŵĂŝƐĞĮĐĂnjĚĂŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽƌĞĐŽůŚŝĚĂͩ͘ϭϮ
hŵĂďŽĂƌƵďƌŝĐĂĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĞǀĞƌĄƐĞƌ͗
• ĂĚĞƋƵĂĚĂ ăƐ ƚĂƌĞĨĂƐ ŽƵ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ƋƵĞ ƐĞ ƉƌĞ-
tende avaliar;
• džƉůşĐŝƚĂ ƋƵĂŶƚŽ ĂŽƐ ŶşǀĞŝƐ ĚĞ ĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ
;ŶŽ ƐĞƵ ĐŽŶũƵŶƚŽ͕ ĚĞǀĞ ĚĞƐĐƌĞǀĞƌ ƋƵĂůƋƵĞƌ
ƌĞƐƵůƚĂĚŽƉŽƐƐşǀĞůƐŽďƌĞŽĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽĚĞƵŵ
aluno) e quanto ao que se espera do aluno em
ĐĂĚĂŶşǀĞů͖
• ĐůĂƌĂĞŽďũĞƟǀĂƋƵĂŶƚŽăůŝŶŐƵĂŐĞŵĞƚĞƌŵŝŶŽůŽ-
ŐŝĂƵƟůŝnjĂĚĂ;ĚĞǀĞŵƐĞƌĞŶƚĞŶĚŝĚĂƐƉĞůŽĂůƵŶŽͿ
ʹƋƵĂŶƚŽŵĂŝƐŽďũĞƟǀĂĨŽƌĂƐƵĂĚĞƐĐƌŝĕĆŽ͕ŵĂŝƐ
fácil será para o professor a avaliação do traba-
ůŚŽŽƵƚĂƌĞĨĂĞ͕ƉĂƌĂŽĂůƵŶŽ͕ĂůĐĂŶĕĂƌŽƌĞƐƵů-
ƚĂĚŽĞƐƉĞƌĂĚŽĞĞŶƚĞŶĚĞƌĂĐůĂƐƐŝĮĐĂĕĆŽŽďƟĚĂ͖
• ĨŽƌŵĂƟǀĂ. Embora a rubrica possa ser usada
ĐŽŵŽŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽĚĞĐůĂƐƐŝĮĐĂĕĆŽ͕ĞůĂĚĞǀĞƌĄ
estar sobretudo ao serviço da aprendizagem
ĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͕ĐŽŶƚƌŝďƵŝŶĚŽƉĂƌĂĂũƵĚĂƌŽƐĂůƵ-
nos a aprender e os professores a ensinar.
sĄƌŝŽƐĞdžĞŵƉůŽƐĚĞƌƵďƌŝĐĂƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ;ĚĂƌĞƐ-
ponsabilidade da Direção Regional da Educação dos
ĕŽƌĞƐͿ͕ƉĂƌĂĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐƟƉŽůŽŐŝĂƐĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐ͕ƉŽĚĞ-
rão ser encontrados em ŚƩƉƐ͗ͬͬǀŝĞǁ͘ŐĞŶŝĂů͘ůLJͬϱĞďĨ-
ϮĚϬĞϴĞϮϰϯďϬĚϱĂϯϮĨĂĚďͬŐƵŝĚĞͲƌƵďƌŝĐĂƐ.
ϭϭ
 ůŐƵŵĂƐ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ ƐĆŽ͕ ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ YƵŝĐŬZƵďƌŝĐ͕
ƐƐĂLJdĂŐŐĞƌ͕ZƵďƌŝĐDĂŬĞƌ͕ŝZƵďƌŝĐŽƵZƵďŝƐƚĂƌ͘
ϭϮ
DĂĐŚĂĚŽ͕͘;ϮϬϮϬͿ͘WƌĄƟĐĂƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂĞŵĐŽŶͲ
ƚĞdžƚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĞŶƐŝŶŽĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͘Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞů
Ğŵ͗ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƌĞƐĞĂƌĐŚŐĂƚĞ͘ŶĞƚͬƉƵďůŝĐĂƟŽŶͬϯϰϬϵϰϬϱϬϱͺ
WƌĂƟĐĂƐͺĚĞͺĂǀĂůŝĂĐĂŽͺĨŽƌŵĂƟǀĂͺĞŵͺĐŽŶƚĞdžƚŽƐͺĚĞͺĂƉƌĞŶĚŝ-
njĂŐĞŵͺĞͺĞŶƐŝŶŽͺĂͺĚŝƐƚĂŶĐŝĂ͘ŽŶƐƵůƚĂĚŽĞŵϯϬͲϭϭͲϮϬϮϬ͘
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R
Roteiro
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No Banco de recursos encontra rapidamente os recursos digitais
de que precisa na sala de aula, para orientar o estudo dos seus alunos
ou para iniciar um trabalho interdisciplinar.
Explore os recursos do Professor
Recursos digitais organizados e facilmente pesquisáveis pelos temas do programa
ou de forma livre, por palavras-chave.
Para usar de forma complementar ou independente do manual escolar.
Ideal para a realização de pesquisas, trabalhos de projeto
ou para o trabalho interdisciplinar.
Pesquise por tema do programa ou de forma livre
e encontre rapidamente recursos úteis para desenvolver
trabalho interdisciplinar.
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Os seus alunos podem testar os seus conhecimentos
e ver as suas dúvidas esclarecidas em qualquer
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o essencial da matéria no seu smartphone.
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rápidos, para testar os conhecimentos.
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Disponível para as principais disciplinas
do 5.o ao 12.o ano.
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da plataforma web e faça recomendações
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A partir da área As minhas salas pode comunicar e enviar trabalhos e testes
para orientar o estudo dos seus alunos, monitorizando os seus resultados.
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e documentos de estudo, comunicar e esclarecer as dúvidas de todos
os alunos da turma, criando um post no mural.
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A plataforma é uma ferramenta inovadora que possibilita a fácil exploração do projeto
BIOGEO 10.
A permite o acesso a um vasto conjunto de recursos multimédia associados ao manual,
apoiando quer o trabalho na sala de aula quer o estudo autónomo dos alunos.
Apresenta-se em seguida uma panorâmica geral do tipo de recursos disponíveis em cada domínio
do manual e depois, com mais detalhe, os recursos disponíveis para cada unidade, de acordo com
o objetivo de utilização: apresentação de conteúdos, aplicação/consolidação ou avaliação,
explicitando-se os recursos que são exclusivos do Professor.
Recursos multimédia disponíveis em cada Domínio
Domínio 1 භ Geologia e métodos
Recursos multimédia do domínio
Tipo de recurso Quantidade disponível
Apresentações PowerPoint® (exclusivas do Professor) 4
Vídeo 1
Animações 5
Infográfico 1
Simulador 1
Vídeo laboratorial 1
Atividades interativas 9
Sínteses 4
Podcasts 4
Kahoot® (exclusivos do Professor) 4
Quizzes 6
Testes interativos 4
Testes interativos (exclusivos do Professor) 4
Guião de exploração de recursos digitais
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Domínio 2 භ Estrutura e dinâmica da geosfera
Recursos multimédia do domínio
Tipo de recurso Quantidade disponível
Apresentações PowerPoint® (exclusivas do Professor) 4
Animações 7
Simulador 1
Vídeo laboratorial 1
Atividades interativas 7
Sínteses 3
Podcasts 3
Kahoot® (exclusivos do Professor) 4
Quizzes 8
Testes interativos 3
Testes interativos (exclusivos do Professor) 3
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Domínio 3 භ Biodiversidade
Recursos multimédia do domínio
Tipo de recurso Quantidade disponível
Apresentações PowerPoint® (exclusivas do Professor) 3
Animações 3
Infográfico 1
Simulador 1
Vídeo laboratorial 3
Atividades interativas 3
Sínteses 2
Podcasts 2
Kahoot® (exclusivos do Professor) 2
Quizzes 6
Testes interativos 2
Testes interativos (exclusivos do Professor) 2
360 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Domínio 4 භ Obtenção de matéria
Recursos multimédia do domínio
Tipo de recurso Quantidade disponível
Apresentações PowerPoint® (exclusivas do Professor) 5
Animações 3
Infográfico 2
Simulador 2
Vídeo laboratorial 1
Atividades interativas 4
Sínteses 2
Podcasts 2
Kahoot® (exclusivos do Professor) 2
Quizzes 6
Testes interativos 2
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Domínio 5 භ Distribuição de matéria
Recursos multimédia do domínio
Tipo de recurso Quantidade disponível
Apresentações PowerPoint® (exclusivas do Professor) 2
Animações 2
Infográfico 1
Vídeo laboratorial 2
Atividades interativas 2
Sínteses 2
Podcasts 2
Kahoot® (exclusivos do Professor) 2
Quizzes 4
Testes interativos 2
Testes interativos (exclusivos do Professor) 2
362 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Domínio 6 භ Transformação e utilização de energia pelos seres vivos
Recursos multimédia do domínio
Tipo de recurso Quantidade disponível
Apresentações PowerPoint® (exclusivas do Professor) 2
Animações 3
Infográfico 1
Vídeo laboratorial 4
Atividades interativas 4
Sínteses 2
Podcasts 2
Kahoot® (exclusivos do Professor) 2
Quizzes 4
Testes interativos 2
Testes interativos (exclusivos do Professor) 2
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 363
Domínio 1 භ Geologia e métodos
1.1 Subsistemas terrestres
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Componentes do sistema Terra (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Interações entre os subsistemas terrestres
Animação que apresenta o modo como os quatro subsistemas terrestres interagem
entre si, através de exemplos.
Aplicação/
Consolidação
• Atividade Subsistemas terrestres
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Subsistemas terrestres
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 1.1 Subsistemas
terrestres.
• Podcast Subsistemas terrestres
Resumos áudio dos conteúdos:
– Sistema Terra;
– Subsistemas terrestres.
• Kahoot® Kahoot 1.1 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 8 e 9.
• Quiz Terra e os subsistemas em interação
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Subsistemas terrestres
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo Os subsistemas terrestres (Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
364 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1.2 Ciclo das rochas
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Ciclo das rochas (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Ciclo das rochas
Animação que apresenta o ciclo das rochas e os principais fenómenos geológicos
que ocorrem.
Aplicação/
Consolidação
• Vídeo Laboratorial Observação e identificação de rochas em amostras de mão
Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade prática presente
no manual.
• Atividade Tipos de rochas
Atividade composta por 2 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade O ciclo das rochas
Atividade composta por 2 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Ciclo das rochas
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 1.2 Ciclo das
rochas.
• Podcast Ciclo das rochas
– Resumos áudio dos conteúdos:
– Rochas e minerais;
– Rochas sedimentares;
– Rochas magmática;
– Rochas metamórficas;
– Ciclo litológico ou ciclo das rochas.
• Kahoot® Kahoot 1.2 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 26 e 27.
• Quiz Ciclo litológico
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Ciclo das rochas
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo O ciclo das rochas (Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 365
1.3 Princípios de raciocínio geológico.
Idade e história da Terra.
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Princípios do raciocínio geológico. A idade e história da Terra
(Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Princípios do raciocínio geológico
Animação que apresenta os princípios do raciocínio geológico.
• Animação Datação radiométrica (cálculo)
Animação que mostra o cálculo através da datação radiométrica (curva de
desintegração do radio-isótopo considerado).
• Infográfico Escala do tempo geológico
Infografia da escala do tempo geológico.
Aplicação/
Consolidação
• Atividade Princípios do raciocínio geológico
Atividade composta por 2 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade Sequências estratigráficas
Atividade composta por 2 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade A história da Terra
Atividade composta por 2 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 1.3 Princípios de
raciocínio geológico. Idade e história da Terra.
• Podcast Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra
Resumos áudio dos conteúdos:
– Princípios do raciocínio geológico;
– Sequências estratigráficas;
– Fósseis;
– Tipos de rochas;
– Relevo;
– Datação relativa;
– Datação absoluta;
– Escala do tempo geológico.
• Kahoot® Kahoot 1.3 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, na
página 47.
• Quiz Princípios geológicos e tempo geológico
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz História da Terra
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Escala do tempo geológico
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo Os princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra
(Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
366 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1.4 O mobilismo geológico e a teoria da tectónica da placas
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Tectónica de placas (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Placas litosféricas e tipos de limites entre placas litosféricas
Animação que apresenta as principais placas litosféricas e os tipos de limites que
existem entre si.
• Vídeo Movimento das placas litosféricas
Vídeo com a representação do movimento das placas tectónica ao longo dos
últimos 500 milhões de anos.
Aplicação/
Consolidação
• Simulador Tectónica de Placas
Simulador que permite analisar os processos que ocorrem nos limites entre as
placas litosféricas, consoante a placa litosférica e o tipo de limite.
• Atividade Teoria da Deriva Continental
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade Teoria da Expansão dos Fundos Oceânicos
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade Teoria da Tectónica de Placas
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 1.4 O mobilismo
geológico e a teoria da tectónica de placas.
• Podcast O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas
Resumos áudio dos conteúdos:
– Da Teoria da Deriva Continental à Teoria da Tectónica de Placas;
– Teoria da Deriva Continental;
– Teoria da Expansão dos Fundos Oceânicos;
– Teoria da Tectónica de Placas;
– Correntes de convecção;
– Tipos de limites entre placas litosféricas.
• Kahoot® Kahoot 1.4 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 74 e 75.
• Quiz Mobilismo geológico
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas
(Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 367
Domínio 2 භ Estrutura e dinâmica da geosfera
2.1 Vulcanismo
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Vulcanismo (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Apresentação Vulcões e tectónica de placas (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Composição da lava e tipos de atividade vulcânica
Animação que apresenta as principais características da composição de lava,
fazendo a associação a cada tipo de erupção vulcânica.
• Animação Erupções vulcânicas históricas
Animação que compara à escala, o poder e o tamanho de várias erupções
vulcânicas que ocorreram ao longo da história.
• Animação Vulcanismo e tectónica de placas
Animação que apresenta a distribuição dos vulcões na Terra e as suas principais
características, tendo em conta se o vulcanismo ocorre nos limites ou no interior
das placas.
Aplicação/
Consolidação
• Simulador Atividade vulcânica e formação de rochas magmáticas
Simulador que permite analisar o tipo de atividade vulcânica pode ocorrer
consoante a percentagem de sílica presente na lava e os tipos de rochas que se
podem formar.
• Vídeo Laboratorial Simulação de uma erupção vulcânica
Vídeo com sugestão de um protocolo para a execução da atividade prática presente
no manual.
• Atividade Atividade vulcânica
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade Vulcões e tectónica de placas
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Vulcanismo
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 2.1 Vulcanismo.
• Podcast Vulcanismo
Resumos áudio dos conteúdos:
– Vulcanismo primário central e fissural;
– Tipos de atividade vulcânica;
– Vulcanismo secundário ou residual;
– Vulcões e tectónica de placas;
– Vulcanismo ativo e inativo.
• Kahoot® Kahoot 2.1 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 98 e 99.
• Quiz Tipos de lavas
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Tipos de atividade vulcânica
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Vulcanismo e tectónica de placas
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Atividade vulcânica
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Vulcanismo
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo Vulcanismo (Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
368 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
2.2 Sismologia
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Sismologia (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Características das ondas sísmicas
Animação que apresenta as ondas sísmicas e as suas características.
• Animação Contributo da sismologia para o conhecimento da estrutura interna da
Terra
Animação que apresenta os contributos do estudo das ondas sísmicas para o
conhecimento da estrutura interna da Terra.
• Animação Determinação do epicentro de um sismo
Animação que apresenta como se determina graficamente o epicentro de um sismo
recorrendo a sismogramas simplificados.
Aplicação/
Consolidação
• Atividade Sismos
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade Ondas sísmicas e descontinuidades do interior da Terra
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade Sismos e tectónica de placas
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Sismologia
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 2.2 Sismologia.
• Podcast Sismologia
Resumos áudio dos conteúdos:
– Sismos;
– Teoria do ressalto elástico;
– Conceitos básicos em sismologia;
– Ondas sísmicas;
– Ondas sísmicas e descontinuidades do interior da Terra;
– Determinação gráfica do epicentro de um sismo;
– Sismicidade e tectónica de placas;
– Escalas de avaliação de sismos;
– Avaliação do risco sísmico;
– Ações de prevenção de risco sísmico.
• Kahoot® Kahoot 2.2 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 138 e 139.
Quiz Sismologia
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Tectónica de placas, vulcanismo e sismicidade
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Sismologia
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo Sismologia (Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 369
2.3 Estrutura interna da Terra
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Métodos de estudo do interior da Terra (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Viagem ao interior da Terra
Animação que apresenta uma viagem ao interior da terra, comparando a
profundidade de estruturas da natureza ou construídas pelo ser humano, com
profundidade conhecida, com a estrutura do interior da Terra.
Aplicação/
Consolidação
• Atividade Geomagnetismo
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade Geotermia
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Estrutura interna da Terra
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 2.2 Sismologia.
• Podcast Estrutura interna da Terra
Resumos áudio dos conteúdos:
– Métodos de estudo do interior da Terra;
– Modelos da estrutura interna da Terra.
• Kahoot® Kahoot 2.3 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 172 e 173.
• Quiz Estrutura interna da Terra
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Dinâmica da litosfera e tectónica de placas
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Estrutura interna da Terra
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo Estrutura interna da Terra (Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
370 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Domínio 3 භ Biodiversidade
3.1 Biodiversidade e conservação da natureza
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Biodiversidade e conservação da natureza (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Ecossistemas
Animação que apresenta os níveis de organização biológica.
• Infográfico Áreas protegidas em Portugal
Infografia com mapa de algumas das áreas protegidas em Portugal.
Aplicação/
Consolidação
• Atividade Os ecossistemas
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Biodiversidade e conservação da natureza
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 3.1 Biodiversidade
e conservação da natureza.
• Podcast Biodiversidade e conservação da natureza
Resumos áudio dos conteúdos:
– Hierarquia biológica;
– Funcionamento dos ecossistemas;
– Importância dos ecossistemas e da biodiversidade.
• Kahoot® Kahoot 3.1 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 8 e 9.
• Quiz Diversidade biológica e dinâmica dos ecossistemas
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Hierarquia biológica e estrutura dos ecossistemas
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Biodiversidade e organização biológica
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo Biodiversidade e organização biológica (Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 371
3.2 Células e biomoléculas
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação As células (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Apresentação A química da vida (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação As células
Animação que apresenta e compara as estruturas que constituem as células
procarióticas e as eucarióticas.
• Animação Biomoléculas
Animação que apresenta os quatro grupos de biomoléculas – glícidos, lípidos,
prótidos e ácidos nucleicos – quanto à sua constituição e funções que
desempenham nos seres vivos.
Aplicação/
Consolidação
• Vídeo Laboratorial Observação de células ao MOC – células da epiderme da túnica
da cebola
Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade de laboratório
presente no manual.
• Vídeo Laboratorial Observação de células ao MOC – folha de elódea
Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade de laboratório
presente no manual.
• Vídeo Laboratorial Observação de células ao MOC – observação de seres vivos de
um lago/charco ou de uma infusão
Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade de laboratório
presente no manual.
• Atividade A célula
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade Biomoléculas
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Células e biomoléculas
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 3.2 Células e
biomoléculas.
• Podcast Células e biomoléculas
Resumos áudio dos conteúdos:
– Células;
– Biomoléculas.
• Kahoot® Kahoot 3.2 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 32 e 33.
• Quiz A célula
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Célula animal e célula vegetal
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz A célula vegetal
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Biomoléculas
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Célula e as biomoléculas
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo A célula e as biomoléculas (Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
372 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Domínio 4 භ Obtenção de matéria
4.1 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Ingestão, digestão e absorção em seres vivos heterotróficos (Exclusivo
para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Apresentação A membrana celular (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Apresentação Transporte transmembranar e propagação do impulso nervoso
(Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Ingestão e digestão (intracelular e extracelular)
Animação que distingue a ingestão da digestão (intracelular e extracelular),
apresentando exemplos.
• Animação Transporte membranar
Animação que apresenta os vários processos transmembranares que podem
ocorrer na célula.
• Infográfico Potencial de ação e restabelecimento do potencial de repouso
Infografia animada da imagem do manual sobre o potencial de ação e
restabelecimento do potencial de repouso.
• Infográfico Sinapse química
Infografia animada da imagem do manual sobre a sinapse química.
Aplicação/
Consolidação
• Simulador Neurónio
Simulador do PhET® que permite analisar a passagem de iões de Sódio e de Potássio
através da membrana do neurónio, durante o impulso nervoso.
• Vídeo Laboratorial Osmose em células vegetais
Vídeo com sugestão de um protocolo para a execução da atividade de laboratório
presente no manual.
• Atividade Digestão intracelular e extracellular
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade Membrana cellular
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 4.1 Obtenção de
matéria pelos seres vivos heterotróficos.
• Podcast Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos
– Resumos áudio dos conteúdos:
– Ingestão, digestão e absorção;
– Membrana plasmática;
– Transportes membranares;
– Impulso nervoso.
• Kahoot® Kahoot 4.1 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 72 e 73.
• Quiz Ingestão, digestão e absorção
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Modelo da estrutura da membrana celular
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Processos transmembranares
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 373
Aplicação/
Consolidação
(Cont.)
• Quiz Funções de organelos celulares
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Propagação do impulso nervoso
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos
(Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
374 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
4.2 Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Fotossíntese (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Apresentação Fases da fotossíntese (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Fotossíntese
Animação que apresenta o processo da fotossíntese e as duas fases: fotoquímica e
química.
Aplicação/
Consolidação
• Simulador Fatores que influenciam a fotossíntese
Simulador que permite analisar os efeitos de vários fatores, como o dióxido de
carbono, a temperatura, a intensidade da luz e a variação do comprimento de onda
da luz, no processo da fotossíntese.
• Atividade Fotossíntese: fase fotoquímica
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade Fotossíntese: fase química
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 4.2 Obtenção de
matéria pelos seres vivos autotróficos.
• Podcast Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos
Resumos áudio dos conteúdos:
– Fotossíntese;
– Fase fotoquímica;
– Fase química (ciclo de Calvin).
• Kahoot® Kahoot 4.2 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 120 e 121.
• Quiz Fotossíntese
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos
(Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 375
Domínio 5 භ Distribuição de matéria
5.1 Distribuição de matéria nas plantas
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Transporte nas plantas (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Transporte da seiva xilémica
Animação que apresenta os modelos de translocação da seiva xilémica: o modelo
da pressão radicular e o modelo da adesão-coesão-tensão.
• Infográfico Transporte da seiva floémica
Infografia animada da imagem do manual do transporte da seiva floémica.
Aplicação/
Consolidação
• Vídeo Laboratorial Investigando a subida da seiva xilémica
Vídeo com sugestão de um protocolo para a execução da atividade experimental
presente no manual.
• Vídeo Laboratorial Construção de um modelo de fluxo de massa – Modelo de
Münch
Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade experimental
presente no manual.
• Atividade Distribuição de matéria nas plantas
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Distribuição de matéria nas plantas
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 5.1 Distribuição de
matéria nas plantas.
• Podcast Distribuição de matéria nas plantas
Resumos áudio dos conteúdos:
– Transporte nas plantas;
– Transporte da seiva xilémica;
– Transporte da seiva floémica.
• Kahoot® Kahoot 5.1 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 146 e 147.
• Quiz Movimentos de fluidos nas plantas
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Transporte nas plantas
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Transporte nas plantas
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo Transporte nas plantas (Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
376 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
5.2 Transporte nos animais
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Transporte nos animais (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Sistemas de transporte nos animais
Animação que apresenta os sistemas de transporte nos animais, distinguindo os
sistemas de transporte aberto dos sistemas de transporte fechado e os tipos de
circulação nos vertebrados.
Aplicação/
Consolidação
• Atividade Sistemas de transporte nos animais
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade Fluidos circulantes nos mamíferos
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Transporte nos animais
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 5.2 Transporte nos
animais.
• Podcast Transporte nos animais
Resumos áudio dos conteúdos:
– Sistemas de transporte nos animais – estrutura e funções;
– Circulação simples - peixes;
– Circulação dupla e incompleta – anfíbios;
– Circulação dupla e completa – aves e mamíferos.
• Kahoot® Kahoot 5.2 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 172 e 173.
• Quiz Transporte nos animais
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Sangue e linfa
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Transporte nos animais
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo Transporte nos animais (Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 377
Domínio 6 භ Transformação e utilização de energia pelos seres vivos
6.1 Obtenção de energia
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Transformação e utilização de energia pelos seres vivos
(Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Respiração aeróbia
Animação que apresenta as quatro etapas da respiração aeróbia, o balanço
energético, os produtos e a equação final.
• Animação Fermentação
Animação que apresentada as duas etapas da fermentação, o balanço energético,
os produtos e a equação final.
• Infográfico Cadeia respiratória e quimiosmose
Infografia animada da imagem do manual sobre a cadeia respiratória e
quimiosmose.
Aplicação/
Consolidação
• Vídeo Laboratorial Utilização de Saccharomyces cerevisiae para o estudo da
fermentação
Vídeo com sugestão de um protocolo para a execução da atividade experimental
presente no manual.
• Vídeo Laboratorial Produção de iogurte
Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade de laboratório
presente no manual.
• Vídeo Laboratorial A química do pão
Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade de laboratório
presente no manual.
• Atividade Respiração aeróbia
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade Fermentação
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Obtenção de energia
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 6.1 Obtenção de
energia.
• Podcast Obtenção de energia
Resumos áudio dos conteúdos:
– Anabolismo e catabolismo;
– Respiração aeróbia;
– Fermentação;
– Comparação entre respiração aeróbia e fermentação.
• Kahoot® Kahoot 6.1 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 196 e 197.
• Quiz Fermentação e respiração aeróbia
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz As células e a fermentação e respiração
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Transformação e utilização de energia
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo Transformação e utilização de energia (Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
378 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
6.2 Trocas gasosas
Recursos
Apresentação
de conteúdos
• Apresentação Trocas gasosas (Exclusivo para o Professor)
Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de
consolidação de conhecimentos.
• Animação Estruturas respiratórias nos animais
Animação que apresenta a diversidade de estruturas respiratórias nos animais.
Aplicação/
Consolidação
• Vídeo Laboratorial Observação e interpretação de dados sobre a abertura e o
fecho dos estomas
Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade de laboratório
presente no manual.
• Atividade Trocas gasosas nas plantas
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Atividade Trocas gasosas nos animais
Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas
de apoio (dica).
• Síntese Trocas gasosas
Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 6.1 Obtenção de
energia.
• Podcast Trocas gasosas
Resumos áudio dos conteúdos:
Trocas gasosas em diferentes meios;
Trocas gasosas nas plantas;
Trocas gasosas nos animais.
• Kahoot® Kahoot 6.2 (Exclusivo para o Professor)
Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas
páginas 224 e 225.
• Quiz Trocas gasosas nas plantas
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
• Quiz Estruturas respiratórias
Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
Avaliação
• Teste interativo Trocas gasosas
Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado.
• Teste interativo Trocas gasosas (Exclusivo para o Professor)
Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
379
Apps úteis no ensino de Biologia e Geologia
380
381
382
383
384
385
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 387
Volume 1 – Geologia
1.1 Subsistemas terrestres [Vol. 1 (Geologia) – págs. 8 e 9]
Atividade:
Por que se extinguiu
o maior tubarão de
todos os tempos?
Soluções: 1 – A; 2 – A; 3 – B; 4 – A; 5 – C; 6 – C; 7 – D; 8 – B; 9 – A; 10 – A
1.2 Ciclo das rochas [Vol. 1 (Geologia) – págs. 26 e 27]
Atividade:
Como é que um rio
contribui para a
transformação das
rochas?
Soluções: 1 – A; 2 – B; 3 – B; 4 – D; 5 – B; 6 – C; 7 – A; 8 – D; 9 – A; 10 – C
1.3 Princípios do raciocínio geológico. Idade e história da Terra[Vol. 1 (Geologia) – págs. 46 e 47]
Atividade:
Os fósseis dos
crocodilos
portugueses contam
histórias?
Soluções: 1 – D; 2 – A; 3 – B; 4 – B; 5 – B; 6 – A; 7 – D; 8 – B; 9 – A; 10 – C
Kahoots
388 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
1.4 O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas [Vol. 1 (Geologia) – págs. 74 e 75]
Atividade:
Que história contam
os fósseis de
salamandra-gigante
descobertos no
Algarve?
Soluções: 1 – B; 2 – B; 3 – A; 4 – C; 5 – B; 6 – D; 7 – A; 8 – B; 9 – A; 10 – C
2.1 Vulcanismo [Vol. 1 (Geologia) – págs. 98 e 99]
Atividade:
Onde se localiza o
ponto mais alto de
Portugal?
Soluções: 1 – B; 2 – A; 3 – D; 4 – C; 5 – B; 6 – D; 7 – B; 8 – A; 9 – B; 10 – C
2.2 Sismologia [Vol. 1 (Geologia) – págs. 138 e 139]
Atividade:
Qual foi o contributo
do sismo de 1755
para a compreensão
deste tipo de
fenómenos naturais?
Soluções: 1 – B; 2 – D; 3 – C; 4 – A; 5 – A; 6 – B; 7 – A; 8 – C; 9 – B; 10 – D
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 389
2.3 Estrutura interna da Terra [Vol. 1 (Geologia) – págs. 172 e 173]
Atividade:
Como se justifica a
raridade e o valor do
diamante?
Soluções: 1 – D; 2 – A; 3 – B; 4 – D; 5 – B; 6 – C; 7 – D; 8 – B; 9 – A; 10 – B
390 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
Volume 2 – Biologia
3.1 Biodiversidade e conservação da natureza [Vol. 2 (Biologia) – págs. 8 e 9]
Atividade:
O esquilo-vermelho
regressou a Portugal.
Mas estará livre de
perigo?
Soluções: 1 – A; 2 – D; 3 – B; 4 – B; 5 – C; 6 – A; 7 – A; 8 – D; 9 – A; 10 – B
3.2 Células e biomoléculas [Vol. 2 (Biologia) – págs. 32 e 33]
Atividade:
O que é necessário
para que um ovo se
transforme num
pinto?
Soluções: 1 – B; 2 – A; 3 – D; 4 – B; 5 – C; 6 – B; 7 – B; 8 – B; 9 – C; 10 – A
4.1 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos [Vol. 2 (Biologia) – págs. 72 e 73]
Atividade:
Ferro a mais ou ferro
a menos?
Soluções: 1 – A; 2 – B; 3 – C; 4 – D; 5 – C; 6 – A; 7 – A; 8 – D; 9 – A; 10 – B
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 391
4.2 Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos [Vol. 2 (Biologia) – págs. 120 e 121]
Atividade:
Como é que as
cianobactérias
revolucionaram a
biosfera?
Soluções: 1 – C; 2 – B; 3 – A; 4 – A; 5 – B; 6 – B; 7 – A; 8 – C; 9 – D; 10 – A
5.1 Distribuição de matéria nas plantas [Vol. 2 (Biologia) – págs. 146 e 147]
Atividade:
As plantas
transpiram. Que
implicações tem esse
fenómeno?
Soluções: 1 – D; 2 – B; 3 – A; 4 – A; 5 – D; 6 – B; 7 – C; 8 – C; 9 – A; 10 – A
5.2 Transporte nos animais [Vol. 2 (Biologia) – págs. 172 e 173]
Atividade:
Quanto tempo
demora um glóbulo
vermelho a regressar
ao dedo indicador da
mão direita?
Soluções: 1 – B; 2 – B; 3 – A; 4 – A; 5 – C; 6 – C; 7 – C; 8 – B; 9 – D; 10 – A
392 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
6.1 Obtenção de energia [Vol. 2 (Biologia) – págs. 196 e 197]
Atividade:
Tartarugas que
hibernam debaixo
de água deixam de
respirar durante
meses.
Como conseguem?
Soluções: 1 – B; 2 – A; 3 – C; 4 – D; 5 – B; 6 – A; 7 – B; 8 – D; 9 – B; 10 – D
6.2 Obtenção de energia [Vol. 2 (Biologia) – págs. 224 e 225]
Atividade:
Como conseguem os
gansos-de-cabeça-
-listada voar sobre
os Himalaias?
Soluções: 1 – A; 2 – A; 3 – C; 4 – B; 5 – D; 6 – B; 7 – C; 8 – C; 9 – D; 10 – A
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 393
1. O megalodonte deve o seu nome
(A) às dimensões dos seus dentes.
(B) à grande quantidade de dentes que possuía.
(C) às suas pequenas dimensões.
(D) ao seu tipo de alimentação.
2. Num período de glaciação
(A) diminui a temperatura média à superfície da Terra.
(B) diminui a quantidade de gelo nos polos.
(C) aumenta o nível médio das águas do mar.
(D) aumenta a temperatura média à superfície da Terra
3. O megalodonte extinguiu-se
(A) há cerca de 10 milhões de anos.
(B) há cerca de 3 milhões de anos.
(C) depois da idade do gelo.
(D) quando surgiu o Homo sapiens sapiens.
4. O fecho do istmo do Panamá
(A) foi provocado pelo movimento das placas litosféricas.
(B) impossibilitou a migração das baleias anãs.
(C) impediu a evolução das orcas.
(D) não teve nada a ver com a extinção do megalodonte.
5. Com o arrefecimento do planeta, há 3 Ma, as baleias-anãs migraram para
(A) zonas tropicais.
(B) zonas de águas tépidas.
(C) os polos.
(D) a zona equatorial.
6. Os fósseis de megalodonte são essencialmente de dentes porque
(A) tinham um esqueleto ósseo.
(B) não tinham esqueleto.
(C) estes não se decompõem facilmente.
(D) tinham um esqueleto de cartilagem.
7. Alguns paleontólogos atribuem a extinção destes animais
(A) ao declínio das populações de presas.
(B) à competição pelo alimento com outros predadores de grande porte.
(C) às alterações climáticas que ocorreram naquela altura.
(D) Todas as opções anteriores.
Kahoot 1.1
394 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. A explicação sobre a extinção dos megalodonte é uma teoria.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
9. Sendo um predador de topo, o desaparecimento do megalodonte terá tido consequências
em todo o ecossistema.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
10. As teorias que justificam a extinção do megalodonte evidenciam a interação entre os
subsistemas terrestres.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 395
1. O rio Mondego atravessa, no seu curso, todos os tipos de rochas.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
2. As rochas ___ que ocorrem em Coimbra são mais ___ do que os granitos da serra da Estrela.
(A) sedimentares (…) antigas
(B) sedimentares (…) recentes
(C) magmáticas (…) antigas
(D) magmáticas (…) recentes
3. O Mondeguinho surge entre rochas graníticas que se formaram à superfície, por
arrefecimento do magma.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
4. As rochas metamórficas são resultado da ___ de rochas preexistentes.
(A) erosão
(B) fusão
(C) destruição
(D) recristalização
5. Na Livraria do Mondego, o leito do rio estreita porque
(A) os quartzitos são rochas metamórficas.
(B) os quartzitos são rochas muito resistentes à erosão.
(C) nesta zona a corrente do rio tem menos energia.
(D) os quartzitos são rochas muito antigas.
6. Os diferentes tipos de rochas (sedimentares, magmáticas e metamórficas) classificam-se de
acordo com a
(A) sua idade.
(B) sua cor.
(C) sua origem.
(D) sua distância ao mar.
7. Ao longo de um rio verifica-se, sucessivamente,
(A) erosão, transporte e deposição.
(B) transporte, deposição e erosão.
(C) transporte, erosão e deposição.
(D) deposição, transporte e erosão.
Kahoot 1.2
396 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. A capacidade de erosão do rio Mondego é
(A) constante ao longo do seu trajeto.
(B) insignificante ao longo do seu trajeto.
(C) maior no troço final – Baixo Mondego.
(D) maior no troço inicial – Alto Mondego.
9. A fertilidade dos solos do Baixo Mondego deve-se ao tipo de materiais depositados pelo rio.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
10. O ciclo das rochas ___ relacionar ___ de todos os tipos de rochas.
(A) permite (…) a idade
(B) não permite (…) a formação
(C) permite (…) a origem
(D) não permite (…) a origem
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 397
1. O tempo geológico é medido em
(A) anos.
(B) séculos.
(C) milénios.
(D) milhões de anos.
2. O crocodilo-de-chelas foi encontrado
(A) em rochas sedimentares detríticas.
(B) em rochas metamórficas foliadas.
(C) entre cinzas vulcânicas.
(D) entre sedimentos do rio Tejo, junto a Chelas.
3. O crocodilo de Tentúgal e o crocodilo de Chelas são de duas espécies que viveram no Tejo há
milhões de anos.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
4. Portugalosuchus azenhae viveu entre dinossauros, o que significa que é um fóssil formado na
a Era
(A) Paleozóica.
(B) Mesozóica.
(C) Cenozóica.
5. O crocodilo de Chelas era uma espécie __________ que viveu num tempo em que Lisboa tinha
um clima __________.
(A) estuarina … temperado
(B) estuarina … tropical
(C) marinha … árido
(D) marinha … tropical
6. As rochas onde foram encontrados os fósseis do crocodilo de Tentúgal são contemporâneas
da sua existência.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
7. O risco de extinção do crocodilo semelhante a Tomistoma lusitanica, que vive atualmente na
Ásia, deve-se, essencialmente,
(A) ao facto de já existir há muito tempo na Terra.
(B) ao facto de não ser um verdaeiro crocodilo.
(C) à sua incapacidade de viver em ambiente marinho.
(D) às modificações no seu habitat.
Kahoot 1.3
398 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. Em Lisboa também existem rochas sedimentares onde se encontram fósseis de organismos
marinhos, o que revela que
(A) o clima mudou ao longo do tempo geológico.
(B) a região de Lisboa já esteve submersa.
(C) a Pangeia ainda não se tinha fragmentado.
(D) o movimento dos continentes é muito lento.
9. O estudo dos fósseis e das rochas em que se encontram permite reconstituir a história do
planeta Terra.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
10. De todos os organismos que já viveram na Terra
(A) apenas alguns se extinguiram.
(B) apenas alguns seres aquáticos fossilizaram.
(C) a maior parte está extinta.
(D) a maior parte fossilizou.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 399
1. Metoposaurus algarvensis era um animal
(A) marinho.
(B) de água doce.
2. Os fósseis de Metoposaurus algarvensis formaram-se no Período
(A) Jurásico, durante a formação da Pangeia
(B) Triásico, no início da fragmentação da Pangeia.
(C) Cretácico, durante a formação da Pangeia
(D) Pérmico, no início da fragmentação da Pangeia.
3. A fossilização de vários exemplares de Metoposaurus algarvensis no mesmo local foi
facilitada por
(A) se concentrarem em lagos lamacentos que secaram durante o verão.
(B) serem anfíbios e estarem dependentes da presença de água.
(C) serem predadores de topo.
(D) se deslocarem com mais dificuldade em terra
4. No Triásico, com um clima quente e seco, as zonas propícias à presença de Metoposaurus
algarvensis eram regiões
(A) marinhas costeiras.
(B) permanente húmidas de rios de montanha.
(C) de baixa altitude para onde drenavam redes fluviais.
(D) de elevada altitude onde se iniciam as redes fluviais.
5. A formação de zonas de subducção foi responsável pela fragmentação da Pangeia.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
6. As placas litosféricas são constituídas por
(A) crosta oceânica ou continental.
(B) crosta continental apenas.
(C) crosta oceânica apenas.
(D) crosta e parte superficial do manto.
7. Aquando da formação dos fósseis de Metoposaurus algarvensis, a região algarvia estava
junto a um limite divergente.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
Kahoot 1.4
400 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. Nos limites divergentes, as placas litosféricas
(A) permanecem imóveis
(B) afastam-se.
(C) colidem.
(D) deslizam lateralmente.
9. Metoposaurus algarvensis era um dos predadores de topo que os dinossauros, de então,
tiveram de enfrentar.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
10. A distribuição dos fósseis de Metoposaurus algarvensis ___ a Teoria ___ proposta por
Wegener.
(A)apoia (…) da Expansão dos Fundos Oceânicos
(B)não apoia (…)da Expansão dos Fundos Oceânicos
(C)apoia (…) da Deriva Continental
(D)não apoia (…) da Deriva Continental
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 401
1. A superfície da crosta oceânica em que se instala a ilha do Pico é de natureza
(A) sedimentar.
(B) vulcânica.
(C) plutónica.
(D) metamórfica.
2. Geologicamente, a Montanha do Pico é
(A) um complexo vulcânico.
(B) um conjunto de vulcões.
(C) um vulcão de grandes dimensões.
(D) uma caldeira vulcânica.
3. Subir à cratera da Montanha do Pico tem alguns riscos, pois
(A) o vulcão ainda está ativo.
(B) a parte superior está permanentemente coberta de neve.
(C) a vegetação é muito densa.
(D) as condições de visibilidade podem comprometer a orientação.
4. O Piquinho é
(A) um cone de cinzas vulcânicas.
(B) uma pequena cratera.
(C) um cone lávico.
(D) uma agulha vulcânica.
5. O vulcão da Montanha do Pico começou a apresentar erupções subaéreas há 240 000 anos.
Antes disso
(A) tinha estado adormecido.
(B) tinha tido erupções submarinas.
(C) não tinha erupções.
(D) tinha apenas manifestações de vulcanismo secundário.
6. As crateras secundárias correspondem às
(A) últimas crateras a formarem-se.
(B) segundas crateras a formarem-se.
(C) crateras que se encontram no topo do vulcão.
(D) crateras que têm uma posição lateral.
7. As erupções do vulcão do Pico ocorreram apenas na cratera principal, libertando sempre o
mesmo tipo de materiais.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
Kahoot 2.1
402 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. As bombas e as bagacinas libertadas em erupções explosivas são
(A) piroclastos.
(B) bioclastos.
(C) balastros.
(D) tipos de lava.
9. As erupções do vulcão da Montanha do Pico foram sempre explosivas
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
10. A Montanha do Pico é um património geológico que
(A) constitui um recurso renovável.
(B) tem pouco valor económico para a região.
(C) deve ser preservado para as futuras gerações.
(D) não dá informação sobre o interior da Terra.
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1. Antes do sismo de Lisboa (em 1755) já havia muitos estudos realizados sobre a atividade
sísmica.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
2. Um tsunami ocorre
(A) sempre que se verifica um sismo.
(B) apenas na sequência de um sismo.
(C) antes de um grande sismo.
(D) na sequência de alguns sismos.
3. A intensidade de um sismo é avaliada através de dados recolhidos
(A) com sismógrafos.
(B) com osciloscópios.
(C) sobre o grau de destruição causada pelo sismo.
(D) sobre o grau de destruição causada apenas pelo tsunami.
4. Se na atualidade voltasse a ocorrer um sismo idêntico ao de 1755, podiam registar-se várias
(A) intensidades na Escala Macrossísmica Europeia.
(B) magnitudes na Escala de Richter.
(C) intensidades na Escala de Richter.
(D) magnitudes na Escala Macrossísmica Europeia.
5. Os abalos sísmicos são resultado da propagação de ondas sísmicas.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
6. A partir do séc. XX, o registo de sismos violentos permitiu aos sismólogos
(A) determinar com rigor os estragos causados pelos sismos registados.
(B) alargar o conhecimento sobre a estrutura interna da Terra.
(C) prever com exatidão a ocorrência de novos sismos.
(D) nenhuma das opções anteriores é válida.
7. A partir dos sismogramas, podem obter-se informações, como a localização do epicentro e a
magnitude do sismo.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
Kahoot 2.2
404 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. A energia de um sismo é libertada na forma de ondas sísmicas com origem no
(A) epicentro e que se propagam em profundidade e ao longo da superfície.
(B) hipocentro e que se propagam apenas em profundidade.
(C) hipocentro e que se propagam em profundidade e ao longo da superfície.
(D) epicentro e que se propagam apenas à superfície.
9. Os edifícios da Praça do Comércio, em Lisboa, escondem uma estrutura antissísmica
designada ___.
(A) jaula pombalina
(B) gaiola pombalina
(C) grade pombalina
(D) rede pombalina
10. A prevenção do risco sísmico, para além da edificação de estruturas antissísmicas, inclui
(A) elaboração e atualização de planos de emergência.
(B) divulgação de informação sobre os comportamentos adequados.
(C) realização de simulacros.
(D) Todas as opções anteriores são válidas.
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1. O diamante difere da grafite por
(A) ser um material sintético.
(B) ser um material mais comum.
(C) ter uma composição química diferente.
(D) ter uma estrutura cristalina diferente.
2. A pressão
(A) litostática exerce-se em todas as direções e aumenta em profundidade.
(B) litostática exerce-se numa só direção e diminui com a profundidade.
(C) dirigida exerce-se em todas as direções e aumenta com a profundidade.
(D) dirigida exerce-se numa só direção e diminui com a profundidade.
3. As chaminés kimberlíticas fornecem dados sobre a composição do manto inferior.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
4. A perfuração mais profunda alguma vez realizada pelo ser humano atingiu uma
profundidade de
(A) 24 km.
(B) 160 km.
(C) 80 km.
(D) 12 km
5. A pressão e a temperatura necessárias à formação de diamantes só se encontram a
profundidades superiores a 160 km.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
6. As placas litosféricas ou placas tectónicas são formadas
(A) exclusivamente por crosta terrestre.
(B) exclusivamente pelo manto superior rígido.
(C) por crosta terrestre e parte rígida do manto superior.
(D) por crosta terrestre e pela região plástica da astenosfera.
7. A dinâmica da litosfera resulta do calor interno da Terra e da presença de uma camada
(A) sobrejacente mais plástica.
(B) sobrejacente mais rígida.
(C) subjacente mais rígida.
(D) subjacente mais plástica.
Kahoot 2.3
406 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. A estrutura interna da Terra
(A) apresenta apenas duas camadas distintas.
(B) apresenta camadas concêntricas.
(C) é homogénea.
(D) é desconhecida.
9. O vulcanismo fornece informações _______ materiais existentes no interior da Terra.
(A) sobre a composição química dos
(B) unicamente sobre a pressão a que estão sujeitos os
(C) unicamente sobre a temperatura dos
(D) unicamente sobre as propriedades físicas dos
10. A sismologia permitiu conhecer a superfície de descontinuidade que limita
(A) a crosta continental da crosta oceânica.
(B) o núcleo externo do manto.
(C) a litosfera da astenosfera.
(D) o manto superior do manto inferior.
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1. Os esquilos são espécies que exploram recursos das florestas mas contribuem para a sua
manutenção.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
2. A ___ entre as duas espécies de esquilos acontece pelo facto de ___.
(A) simbiose ... consumirem o mesmo tipo de alimentos
(B) simbiose ... o esquilo-cinzento ser maior e mais inteligente
(C) competição ... o esquilo-cinzento ser maior e mais inteligente
(D) competição ... consumirem o mesmo tipo de alimentos
3. O esquilo-vermelho extinguiu-se em ___ como consequência ___.
(A) Portugal ... da introdução do esquilo-cinzento
(B) Portugal ... da desflorestação massiva
(C) Inglaterra ... da falta de alimento
(D) Inglaterra ... das alterações climáticas
4. Os esquilos são considerados consumidores de ___ ordem, logo ocupam o ___ nível trófico.
(A) 1.a
... primeiro
(B) 1.a
... segundo
(C) 2.a
... segundo
(D) 2.a
... terceiro
5. Atualmente, as ___ de esquilos-vermelhos de ___ estão em crescimento.
(A) comunidades ... de Portugal
(B) comunidades ... do Reino Unido
(C) populações ... de Portugal
(D) populações ... do Reino Unido
6. A doença que causa mortalidade no ___ é provocada por ___.
(A) esquilo-vermelho ... um vírus
(B) esquilo-vermelho ... uma bactéria
(C) esquilo-cinzento ... uma bactéria
(D) esquilo-cinzento ... um vírus
7. Um órgão apresenta um nível de complexidade maior do que um tecido.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
Kahoot 3.1
408 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. Num ecossistema em equilíbrio existe ___ número de presas do que dos seus predadores,
porque ___.
(A) menor ... a energia se perde ao longo das cadeias tróficas
(B) menor ... os predadores dominam o ecossistema
(C) igual ... os ciclos de matéria renovam os recursos
(D) maior ... a energia se perde ao longo das cadeias tróficas
9. Um ecossistema pode entrar em desequilíbrio com a introdução de uma única espécie.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
10. O crescimento das populações de esquilo-vermelho em Portugal está a ___ o ecossistema e
a ___ a reflorestação.
(A) beneficiar ... limitar
(B) beneficiar ... promover
(C) prejudicar ... promover
(D) prejudicar ... limitar
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1. As células do pinto são células com núcleo diferenciado e por isso designam-se
(A) células animais.
(B) células eucarióticas.
(C) células diferenciadas.
(D) células procarióticas.
2. Durante o desenvolvimento, o novo ser utiliza os nutrientes existentes na clara, na gema e
mesmo na casca do ovo.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
3. O ovo é um ___ que é utilizado na alimentação humana como fonte de ___.
(A) nutriente … hidratos de carbono e água
(B) nutriente … proteínas e lípidos
(C) alimento … hidratos de carbono e água
(D) alimento … proteínas e lípidos
4. Proteínas, hidratos de carbono e lípidos são compostos inorgânicos.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
5. Para o crescimento do pinto, é necessário que as células ___ utilizando a informação
presente ___.
(A) cresçam … nas proteínas
(B) cresçam … nos lípidos
(C) se dividam … no DNA
(D) se dividam … nos hidratos de carbono
6. As substâncias ___ são os constituintes mais abundantes no ovo e incluem ___.
(A) inorgânicas … proteínas e lípidos (gorduras)
(B) inorgânicas … água e minerais
(C) orgânicas … proteínas e lípidos (gorduras)
(D) orgânicas … água e minerais
7. O momento da ___ corresponde à saída do pinto do interior do ovo.
(A) implosão
(B) abcisão
(C) eclosão
(D) catalisação
Kahoot 3.2
410 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. O DNA é uma molécula ___ representa uma percentagem ___ do peso do ovo.
(A) muito importante e, naturalmente, … muito significativa
(B) muito importante e, no entanto, … pouco significativa
(C) pouco importante e, naturalmente, … pouco significativa
(D) pouco importante e, no entanto, … muito significativa
9. As penas, o bico e as unhas de um pinto são constituídas por uma proteína chamada
queratina, que tem
(A) função reguladora.
(B) função energética.
(C) função estrutural.
(D) função enzimática.
10. Apesar de existirem em pequena quantidade no ovo, ___ abundantes nos cereais que
alimentam o pinto.
(A) os glícidos são nutrientes orgânicos
(B) as proteínas são nutrientes orgânicos
(C) os glícidos são nutrientes inorgânicos
(D) as proteínas são nutrientes inorgânicos
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1. A hemacromatose resulta de superatividade de uma proteína existente na membrana das
células intestinais.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
2. A ___ é o componente celular responsável pela ___.
(A) membrana celular … passagem de moléculas só para o meio extracelular
(B) membrana celular … troca de moléculas entre as células e o meio externo
(C) parede celular … troca de moléculas entre as células e o meio externo
(D) parede celular … passagem seletiva de substâncias vitais à célula
3. A ___ do ferro para a corrente sanguínea ocorre nas ___.
(A) absorção … células do estômago
(B) digestão … vilosidades intestinais
(C) absorção … vilosidades intestinais
(D) digestão … células do estômago
4. A sequência correta dos fenómenos de obtenção de nutrientes pelas células na espécie
humana é
(A) digestão no intestino, digestão no estômago, ingestão e absorção.
(B) absorção, ingestão, digestão no estômago e digestão no intestino.
(C) digestão no estômago, digestão no intestino, absorção e ingestão.
(D) ingestão, digestão no estômago, digestão no intestino e absorção.
5. Os ___ apresentam um tubo digestivo ___ pois a digestão de vegetais é difícil.
(A) herbívoros … mais curto
(B) carnívoros … mais curto
(C) herbívoros … mais longo
(D) carnívoros … mais longo
6. A hemoglobina assegura o transporte de ___ a todas as células, molécula à qual a membrana
plasmática é ___.
(A) oxigénio … permeável
(B) ferro … permeável
(C) oxigénio … impermeável
(D) ferro … impermeável
Kahoot 4.1
412 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
7. Os lisossomas são organelos que contêm enzimas digestivas.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
8. As enzimas digestivas têm natureza ___ e permitem a ___ de ligações em moléculas presentes
nos alimentos.
(A) lipídica ... quebra
(B) proteica ... formação
(C) lipídica ... formação
(D) proteica ... quebra
9. Os neurónios são a unidade básica do sistema nervoso.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
10. A transmissão do impulso nervoso ao longo de um neurónio ocorre ___. O impulso nervoso
é um sinal ___.
(A) das dendrites para os axónios ... químico
(B) das dendrites para os axónios ... eletroquímico
(C) dos axónios para as dendrites ... químico
(D) dos axónios para as dendrites ... eletroquímico
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 413
1. Sabe-se que um ser vivo é fotossintético, logo só pode ser
(A) uma planta.
(B) uma planta ou uma alga.
(C) uma planta, uma alga ou uma bactéria.
(D) uma planta, uma alga ou um fungo.
2. Dos seguintes acontecimentos qual foi o que permitiu a colonização do meio terrestre.
(A) Desenvolvimento de plantas.
(B) Formação de ozono (O3) na estratosfera.
(C) Primeiros seres fotossintéticos.
(D) Formação de O2 atmosférico.
3. Durante a evolução da vida na Terra, a respiração aeróbia é posterior à fotossíntese.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
4. Os produtos da respiração aeróbia (CO2 e H2O) são utilizáveis na fotossíntese.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
5. Os estromatólitos são verdes porque as cianobactérias possuem clorofila.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
6. Os corais foram os primeiros seres vivos construtores de recifes e ainda existem na atualidade.
(C) Verdadeiro.
(D) Falso.
7. Os fósseis de estromatólitos formaram-se em mares ___ profundos, uma vez que ___
necessitam de luz.
(A) pouco … as cianobactérias
(B) pouco … os corais
(C) muito … as cianobactérias não
(D) muito … os corais não
8. A fotossíntese é um processo que necessita de
(A) oxigénio, água, luz e clorofila.
(B) oxigénio, água, e luz.
(C) dióxido de carbono, água, luz e clorofila.
(D) dióxido de carbono, água, e oxigénio.
Kahoot 4.2
414 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
9. A existência de oxigénio atmosférico resultante da atividade das cianobactérias é um exemplo
de interação entre
(A) a atmosfera e geosfera.
(B) a geosfera e a biosfera.
(C) a hidrosfera e a biosfera.
(D) a atmosfera e a biosfera.
10. O crescimento dos estromatólitos é um processo muito ___ e resulta da ___.
(A) lento … precipitação de carbonato de cálcio
(B) lento … atividade de seres eucariontes
(C) rápido … precipitação de carbonato de cálcio
(D) rápido … atividade de seres procariontes
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1. As plantas necessitam de deslocar água do solo para as suas folhas para
(A) controlarem a temperatura destas.
(B) poderem realizar a fotossíntese.
(C) poderem transpirar.
(D) todas as opções anteriores.
2. O aquecimento das folhas podia levar à ___ de enzimas e de ___.
(A) desnaturação … outros glícidos
(B) desnaturação … outras proteínas
(C) hidrólise … outras proteínas
(D) hidrólise … outros glícidos
3. As plantas prestam outros serviços aos ecossistemas, além da produção de alimento e da
libertação de oxigénio.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
4. A evaporação da água das folhas refresca o ar à sua volta.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
5. A matéria orgânica produzida no parênquima (tecido vegetal fundamental) ___ tem de ser
distribuída ___.
(A) de reserva ... pelas folhas
(B) de reserva ... pela planta
(C) clorofilino ... pelas folhas
(D) clorofilino ... pela planta
6. A ascensão da água, desde a raiz até aos ramos terminais, ocorre de acordo com a lei da
gravitação universal.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
7. A epiderme das folhas está revestida por ceras, substâncias ___ que contribuem para ___ a
transpiração foliar.
(A) hidrofílicas … reduzir
(B) hidrofílicas … aumentar
(C) hidrofóbicas … reduzir
(D) hidrofóbicas … aumentar
Kahoot 5.1
416 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. As folhas das plantas são estruturas finas, o que garante que ___ presentes ___ possam
receber luz.
(A) as mitocôndrias ... nas células do parênquima clorofilino
(B) as mitocôndrias ... nas células da epiderme
(C) os cloroplastos ... nas células do parênquima clorofilino
(D) os cloroplastos ... nas células da epiderme
9. Para que a fotossíntese, a respiração e a transpiração possam ocorrer,
(A) as folhas não podem estar totalmente impermeabilizadas.
(B) as folhas têm de estar totalmente impermeabilizadas.
(C) as células do parênquima clorofilino têm de possuir cloroplastos.
(D) as células do parênquima clorofilino têm de possuir mitocôndrias.
10. A fotossíntese e a transpiração foliar fazem das plantas elementos particularmente
importantes nos ciclos biogeoquímicos
(A) da água e do carbono.
(B) do carbono e do fósforo.
(C) do nitrogénio e do fósforo.
(D) do nitrogénio e da água.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 417
1. A principal função dos eritrócitos é o transporte de
(A) dióxido de carbono.
(B) oxigénio.
(C) água.
(D) nutrientes.
2. A velocidade do sangue é mínima nas artérias, reduz-se drasticamente nos capilares e volta a
aumentar nas veias.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
3. O coração humano é um órgão propulsor, constituído por
(A) duas aurículas e dois ventrículos.
(B) uma aurícula e um ventrículo.
(C) duas aurículas e um ventrículo.
(D) uma aurícula e dois ventrículos.
4. Cada vez que os dois ventrículos se contraem, em média são bombeados 0,14 litros de
sangue para as artérias.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
5. O ventrículo esquerdo bombeia o sangue para a
(A) artéria aorta e, desta, para os pulmões.
(B) artéria pulmonar e, posteriormente, para os capilares sistémicos.
(C) artéria aorta e, posteriormente, para os capilares sistémicos.
(D) veia pulmonar e, desta, para os pulmões
6. Relativamente às veias, é possível afirmar que
(A) são os vasos onde a pressão sanguínea é menor.
(B) apresentam apenas uma camada de células nas suas paredes.
(C) são os únicos vasos que possuem válvulas ao longo do seu trajeto.
(D) são os vasos que recebem o sangue diretamente dos ventrículos.
7. O miocárdio é o músculo do coração e é mais espesso
(A) na aurícula direita.
(B) na aurícula esquerda.
(C) no ventrículo esquerdo.
(D) no ventrículo direito.
Kahoot 5.2
418 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. A diástole e a sístole, são, respetivamente,
(A) a contração e o relaxamento do coração.
(B) o relaxamento e a contração do coração.
(C) a saída e a entrada de sangue no coração.
(D) a entrada e a saída de sangue no coração.
9. Na circulação pulmonar, o sangue faz o seguinte circuito: ventrículo
(A) esquerdo, veias pulmonares, pulmões e artéria pulmonar.
(B) esquerdo, artéria pulmonar, pulmões e veias pulmonares
(C) direito, veias pulmonares, pulmões e artéria pulmonar.
(D) direito, artéria pulmonar, pulmões e veias pulmonares.
10. Um eritrócito demora 58 segundos a dar a volta ao sistema circulatório.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 419
1. Durante a hibernação da tartaruga-pintada, o reduzido número de batimentos cardíacos
indicia que os tecidos necessitam de
(A) menos nutrientes e expelem mais produtos de excreção.
(B) menos nutrientes e expelem menos produtos de excreção.
(C) mais nutrientes e expelem mais produtos de excreção.
(D) mais nutrientes e expelem menos produtos de excreção.
2. Na hibernação, a acidificação do sangue da tartaruga-pintada é um risco maior do que a falta
de oxigénio.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
3. A ___ é um processo celular exoenergético.
(A) polimerização de aminoácidos
(B) bomba de sódio-potássio
(C) hidrólise de ATP
(D) osmose
4. A carapaça da tartaruga-pintada protege o animal
(A) apenas de agressões externas.
(B) apenas da desidratação.
(C) de agressões externas e da congelação do sangue durante a hibernação.
(D) de agressões externas e da acidificação do sangue durante a hibernação.
5. Os processos que levam à formação de ATP são endoenergéticos.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
6. As células eliminam o ácido lático para fluidos corporais, tais como o fluido intersticial e o
sangue.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
7. O metabolismo das células das tartarugas-pintadas
(A) é impossível sem oxigénio atmosférico, pois respiram por pulmões.
(B) pode ser assegurado pela energia obtida com a fermentação lática.
(C) não é afetado com a imersão, pois há oxigénio dissolvido na água.
(D) é acelerado durante a hibernação para obterem mais energia.
Kahoot 6.1
420 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. As tartarugas-pintadas permanecem ___, ficando sujeitas a amplitudes térmicas ___ do que
as existentes no ar.
(A) Emersas durante a hibernação … maiores
(B) emersas durante a hibernação … menores
(C) imersas durante a hibernação … maiores
(D) imersas durante a hibernação … menores
9. As células das tartarugas-pintadas apresentam mitocôndrias,
(A) retículo endoplasmático e nucleoide.
(B) retículo endoplasmático e núcleo.
(C) parede celular e nucleoide.
(D) parede celular e núcleo.
10. As tartarugas
(A) não apresentam sistema circulatório.
(B) apresentam um sistema circulatório aberto.
(C) apresentam um sistema circulatório fechado e simples.
(D) apresentam um sistema circulatório fechado e duplo.
Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 421
1. A hemoglobina é uma ___ existente nos ___, cuja função essencial é o transporte de
oxigénio no sangue.
(A) proteína … eritrócitos
(B) lípido… eritrócitos
(C) glícido … leucócitos
(D) proteína … leucócitos
2. Uma maior vascularização permite um maior fluxo de sangue.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
3. As mitocôndrias são
(A) um organelo celular que produz energia por via anaeróbia.
(B) um tipo de células que realizam fermentação.
(C) um organelo celular no qual se produz energia por via aeróbia.
(D) um tipo de células que consomem oxigénio.
4. Na travessia dos Himalaias, as baixas temperaturas são a maior dificuldade que Anser indicus
tem de superar.
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
5. Com o aumento da altitude, o ar torna-se mais ___, e a quantidade de oxigénio, no mesmo
volume de ar, ___.
(A) frio … mantém-se constante
(B) quente ... diminui
(C) rarefeito … mantém-se constante
(D) rarefeito ... diminui
6. Às trocas de gases entre o sangue e o ar, no interior dos pulmões, dá-se a designação de
(A) hemolinfa.
(B) hematose.
(C) hemoglobina.
(D) hemácia.
7. Em altitude, a hiperventilação é uma solução para oxigenar os tecidos, que não é uma
solução viável
(A) para as aves.
(B) para o ganso-de-cabeça-listada.
(C) para o ser humano.
(D) para a generalidade dos vertebrados.
Kahoot 6.2
422 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
8. Indique o processo que ocorre nos músculos do ganso-de-cabeça-listada e lhes permite
realizar voos prolongados.
(A) Fermentação alcoólica.
(B) Fermentação lática.
(C) Respiração aeróbia.
(D) Respiração anaeróbia.
9. As adaptações do ganso-de-cabeça-listada ao voo em altitude são um exemplo da
(A) maior resistência desta ave ao frio relativamente às outras.
(B) maior capacidade de voo desta ave relativamente às outras.
(C) importância das migrações para todas as aves.
(D) importância da interação entre diversos sistemas de órgãos.
10. Os sistemas circulatório e respiratório estão intimamente interligados no ganso-de-cabeça
listada
(A) Verdadeiro.
(B) Falso.
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Biologia e Geologia
1O.O
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  • 1.
    wwwbiogeo10.te.pt Ana Luísa Ferreira FernandoAntunes Bação Maria João Jacinto Paula Almeida Silva BIOLOGIA e GEOLOGIA
  • 2.
    © Texto |BIOGEO 10 ÍNDICE Apresentação do projeto 2 Gestão curricular 5 Planificações 5 Planificação anual 7 Planificação a médio prazo 11 Planos de aula (versão de demonstração) 33 Materiais para avaliação 49 Teste de avaliação diagnóstica 49 Testes de avaliação 55 Prova global 115 Questões de aula 127 Testes práticos 151 Rubricas avaliação 175 Propostas de solução 185 Materiais complementares 195 Atividades práticas 195 Atividades de laboratório 217 Saídas de campo 249 Dinâmicas de grupo 271 Domínios de Autonomia Curricular (DAC) 283 Fichas de recuperação 289 Propostas de solução 321 Ensino digital 329 Ensino Digital 329 Roteiro Aula Digital 341 Guião de exploração de recursos digitais 357 Apps úteis no ensino de Biologia e Geologia 379 Atividades Kahoot 387 Arquivo de materiais 423
  • 3.
    2 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 BIOGEO 10 é um projeto atual, apelativo e facilita a transição gradual entre ciclos de ensino. Encontra-se alinhado com as Aprendizagens Essenciais, com o Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória e com os requisitos do Exame Nacional de Biologia e Geologia. É adaptável a diversas metodologias de ensino. Inclui: Para o Aluno Para o Professor Manual do Aluno (em 2 volumes) Caderno de Exercícios Recursos Digitais Manual do Professor (em 2 volumes) Caderno de Exercícios do Professor Dossiê do Professor Recursos Digitais O Manual BIOGEO 10 organiza-se em seis domínios, dois no volume de Geologia e quatro no volume de Biologia. O Caderno de Exercícios BIOGEO 10 destina-se a apoiar a consolidação de aprendizagens, contribuindo para a preparação para os momentos de avaliação. Disponibiliza ao Aluno soluções detalhadas e explicadas de todos os exercícios. Na versão exclusiva do Professor, este caderno apresenta soluções na margem lateral. O Dossiê do Professor BIOGEO 10 fornece um vasto leque de recursos complementares para apoiar os professores que usam o projeto, destacando-se: planificações, recursos para os momentos de avaliação (testes, questões de aula, testes práticos, rubricas de avaliação), materiais complementares (atividades práticas, atividades laboratoriais, saídas de campo, dinâmicas de grupo, fichas de recuperação e propostas de DAC) e vários documentos de apoio ao ensino digital. Cumprimento das Aprendizagens Essenciais O Manual BIOGEO 10 aborda de forma contextualizada, sistemática e detalhada todos os conceitos-chave previstos nas Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia, 10.o ano. A aprendizagem é proporcionada ao longo do texto didático, que é claro e rigoroso, apoiando-se também em infografias e imagens reais, mas também nas diversas propostas de exercícios que promovem a compreensão a par e passo com o desenvolvimento de conteúdos. Ao longo das unidades do Manual disponibilizam-se inúmeras situações de verificação das aprendizagens, que culminam, no final de cada unidade, com os exercícios de integração alinhados com os níveis de exigência do Exame Nacional. Apresentação do projeto BIOGEO 10
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 3 Contributo para o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória O Manual BIOGEO 10 contribui para o desenvolvimento de competências previstas no Perfil dos Alunos, em particular o raciocínio e a resolução de problemas, o saber científico, técnico e tecnológico, entre outras, a par com as competências concetuais, procedimentais e investigativas da disciplina, através de exercícios e atividades, e nas diversas situações contempladas na rubrica «Explorar +» de final de unidade (atividades de ampliação, atividades práticas, atividades de laboratório, saídas de campo, etc.). Versatilidade e flexibilidade O Manual BIOGEO 10 apresenta-se em dois volumes (Geologia e Biologia), podendo o Professor decidir por qual inicia. Concentra as atividades mais abrangentes e complexas no final das unidades, pelo que: • o Professor pode decidir em que momento se devem realizar (previamente, durante ou após a abordagem de um conteúdo); • garante ao Aluno um texto didático fluido, completo e consistente, sem interrupções, facilitando o seu estudo autónomo. Inclusão No Projeto BIOGEO 10 aposta-se na diversidade de opções de ensino e aprendizagem. Os exercícios do Manual e do Caderno de Exercícios são variados, com questões de resposta direta e fechada, e outros mais abrangentes e desafiantes, permitindo um trabalho diferenciado e adaptável a diferentes ritmos de aprendizagem dos Alunos. No Dossiê do Professor, as fichas de recuperação apresentam propostas alternativas, e as dinâmicas de grupo promovem a inclusão. Interdisciplinaridade Ao longo do Manual BIOGEO 10, na rubrica «Conexões», destacam-se ligações com outros conteúdos da disciplina ou de outras disciplinas. As propostas DAC no Dossiê do Professor também apresentam sugestões de articulação interdisciplinar. Cidadania As atividades propostas ao longo do Manual BIOGEO 10, em concreto nas rubricas «Cidadania» e «Explorar +», permitem abordar tópicos de Educação para a Cidadania de forma contextualizada e articuladas com os conteúdos da disciplina. Recursos digitais Existe um vasto conjunto de recursos digitais, que estão em articulação com o Manual e que contribuem para o desenvolvimento de competências conceptuais e digitais: Animações, Atividades interativas, Simuladores, Vídeos, Podcasts, Sínteses, Apresentações, Quizzes, Kahoots, Simulador de Exame, entre outros.
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    Biologia e Geologia 1O.O Ano Gestão Curricular GestãoCurricular • Planificação anual • Planificação a médio prazo • Planos de aula
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 5 Enquadramento Apresenta-se, de seguida, uma proposta de planificação anual, de planificação a médio prazo e de planos de aula, para a disciplina de Biologia e Geologia de 10.o ano, de acordo com as Aprendizagens Essenciais. Contemplam-se 105 aulas (ou 210 tempos letivos, considerando dois blocos de aulas de 90/100 minutos e um bloco de 135/150 minutos, consoante sejam tempos letivos de 45 minutos ou de 50 minutos, durante 34 semanas de aulas). Estas propostas poderão ser adaptadas à realidade de cada escola/agrupamento. A Biologia e Geologia é uma disciplina bienal (10.o e 11.o anos) do Curso Científico-Humanístico de Ciências e Tecnologias. Visa, numa perspetiva de formação científica, expandir conhecimentos e competências dos alunos nestas áreas do saber. A concretização das Aprendizagens Essenciais (AE) supõe um tempo de lecionação equivalente para cada uma das componentes disciplinares, assim como a integração obrigatória das suas dimensões teórica e prático-experimental. As Aprendizagens Essenciais Transversais (AET) devem ser entendidas como orientadoras dos processos de tomada de decisão didática, necessários à concretização das Aprendizagens Essenciais elencadas por Domínio (AED). A concretização das AET exige permanente atenção às características dos alunos e dos contextos que influenciam, em cada momento, os processos de ensino, aprendizagem e avaliação, razão pela qual apenas alguns exemplos se encontram concretizados em descritores das AED. A dimensão interdisciplinar afigura-se essencial para a concretização das AED desta disciplina, pois permite rentabilizar a exploração de contextos de aprendizagem e exige a concertação de decisões educativas. Aprendizagens essenciais transversais • Pesquisar e sistematizar informações, integrando saberes prévios, para construir novos conhecimentos. • Explorar acontecimentos, atuais ou históricos, que documentem a natureza do conhecimento científico. • Interpretar estudos experimentais com dispositivos de controlo e variáveis controladas, dependentes e independentes. • Realizar atividades em ambientes exteriores à sala de aula articuladas com outras atividades práticas. • Formular e comunicar opiniões críticas, cientificamente fundamentadas e relacionadas com Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente (CTSA). • Articular conhecimentos de diferentes disciplinas para aprofundar tópicos de Biologia e de Geologia. Fonte: Direção-Geral da Educação, Aprendizagens Essenciais de Biologia e Geologia, 10.o ano (homologação em 31/08/2018) Planificações Biologia e Geologia 10.o ano
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    6 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), homologado pelo Despacho n.o 6478/2017, 26 de julho, afirma-se como referencial para as decisões a adotar pelos atores educativos, quer dos estabelecimentos de educação e ensino quer dos organismos responsáveis pelas políticas educativas, constituindo-se como matriz comum para todas as escolas e ofertas educativas no âmbito da escolaridade obrigatória, designadamente a nível curricular, no planeamento, na realização e na avaliação interna e externa do ensino e da aprendizagem. Áreas de Competências do Perfil dos Alunos A – Linguagens e textos B – Informação e comunicação C – Raciocínio e resolução de problemas D – Pensamento crítico e pensamento criativo E – Relacionamento interpessoal F – Desenvolvimento pessoal e autonomia G – Bem-estar, saúde e ambiente H – Sensibilidade estética e artística I – Saber científico, técnico e tecnológico J – Consciência e domínio do corpo Fonte: Direção-Geral da Educação, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (homologação em 26/07/2017)
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 7 Unidades Aprendizagens Essenciais por Domínio (AED) Número de tempos letivos (45/50 min) Domínio 1 – Geologia e métodos 1.1 Subsistemas terrestres • Interpretar situações identificando exemplos de interações entre os subsistemas terrestres (atmosfera, biosfera, geosfera e hidrosfera). 10 1.2 Ciclo das rochas • Explicar o ciclo litológico com base nos processos de génese e características dos vários tipos de rochas, selecionando exemplos que possam ser observados em amostras de mão no laboratório e/ou campo. 20 1.3 Princípios de raciocínio geológico. Idade da Terra • Utilizar princípios de raciocínio geológico (atualismo, catastrofismo e uniformitarismo) na interpretação de evidências de factos da história da Terra (sequências estratigráficas, fósseis, tipos de rochas e formas de relevo. • Distinguir processos de datação relativa de absoluta/radiométrica, identificando exemplos das suas potencialidades e limitações como métodos de investigação em Geologia. • Relacionar a construção da escala do tempo geológico com factos biológicos e geológicos da história da Terra. 14 1.4 O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas • Interpretar evidências de mobilismo geológico com base na Teoria da Tectónica de Placas (placa litosférica, limites divergentes, convergentes e transformantes/conservativos, rifte e zona de subducção, dorsais e fossas oceânicas. 16 Total do Domínio 1: 60 Domínio 2 – Estrutura e dinâmica da geosfera 2.1 Vulcanismo • Relacionar composição de lavas (ácidas, intermédias e básicas), tipo de atividade vulcânica (explosiva, mista e efusiva), materiais expelidos e forma de edifícios vulcânicos, em situações concretas/reais. • Explicar (ou prever) características de magmas e de atividade vulcânica ativa com base na Teoria da Tectónica de Placas. • Distinguir vulcanismo ativo de inativo, justificando a sua importância para o estudo da história da Terra. • Localizar evidências de atividade vulcânica em Portugal e os seus impactes socioeconómicos (aproveitamento geotérmico, turístico e arquitetónico). • Planificar e realizar atividades laboratoriais de simulação de aspetos de atividade vulcânica, identificando analogias e diferenças de escalas (temporal e espacial) entre os modelos e os processos geológicos. 20 2.2 Sismologia • Caracterizar as ondas sísmicas (longitudinais, transversais e superficiais) quanto à origem, forma de propagação, efeitos e registo. • Interpretar dados de propagação de ondas sísmicas prevendo a localização de descontinuidades (Mohorovicic, Gutenberg e Lehmann). • Relacionar a existência de zonas de sombra com as características da Terra e das ondas sísmicas. • Determinar graficamente o epicentro de sismos, recorrendo a sismogramas simplificados. • Usar a Teoria da Tectónica de Placas para analisar dados de vulcanismo e sismicidade em Portugal e no planeta Terra, relacionando-a com a prevenção de riscos geológicos. 12 2.3 Estrutura interna da Terra • Discutir potencialidades e limitações dos métodos diretos e indiretos, geomagnetismo e geotermia (grau e gradiente geotérmicos e fluxo térmico) no estudo da estrutura interna da Terra. • Interpretar modelos de estrutura interna da Terra com base em critérios composicionais (crosta continental e oceânica, manto e núcleo) e critérios físicos (litosfera, astenosfera, mesosfera, núcleo interno e externo). • Relacionar as propriedades da astenosfera com a dinâmica da litosfera (movimentos horizontais e verticais) e tectónica de placas. 8 Total do Domínio 2: 40 Planificação anual Biologia e Geologia 10.o ano
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    8 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Unidades Aprendizagens Essenciais por Domínio (AED) Número de tempos letivos (45/50 min) Domínio 3 – Biodiversidade 3.1 Diversidade e organização biológica • Relacionar a diversidade biológica com intervenções antrópicas que podem interferir na dinâmica dos ecossistemas (interações bióticas/abióticas, extinção e conservação de espécies). • Sistematizar conhecimentos de hierarquia biológica (comunidade, população, organismo, sistemas e órgãos) e estrutura dos ecossistemas (produtores, consumidores, decompositores) com base em dados recolhidos em suportes/ambientes diversificados (bibliografia, vídeos, jardins, parques naturais, museus). 6 3.2 Células e biomoléculas • Distinguir tipos de células com base em aspetos de ultraestrutura e dimensão: células procarióticas/eucarióticas (membrana plasmática, citoplasma, organelos membranares, núcleo); células animais/vegetais (parede celulósica, vacúolo hídrico, cloroplasto). • Caracterizar biomoléculas (prótidos, glícidos, lípidos, ácidos nucleicos) com base em aspetos químicos e funcionais (nomeadamente a função enzimática das proteínas), mobilizando conhecimentos de Química (grupos funcionais, nomenclatura). • Observar células e/ou tecidos (animais/vegetais) ao microscópio, tendo em vista a sua caracterização e comparação. 10 Total do Domínio 3: 16 Domínio 4 – Obtenção de matéria 4.1 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos • Distinguir ingestão de digestão (intracelular e extracelular) e de absorção em seres vivos heterotróficos com diferente grau de complexidade (bactérias, fungos, protozoários, invertebrados, vertebrados). • Interpretar o modelo de membrana celular (mosaico fluido) com base na organização e características das biomoléculas constituintes. • Relacionar processos transmembranares (ativos e passivos) com requisitos de obtenção de matéria e de integridade celular. • Planificar e realizar atividades laboratoriais/ experimentais sobre difusão/ osmose, problematizando, formulando hipóteses e avaliando criticamente procedimentos e resultados. • Integrar processos transmembranares e funções de organelos celulares (retículo endoplasmático, complexo de Golgi, lisossoma, vacúolo digestivo) para explicar processos fisiológicos. • Aplicar conceitos de transporte transmembranar (transporte ativo, difusão, exocitose e endocitose) para explicar a propagação do impulso nervoso ao longo do neurónio e na sinapse. 16 4.2 Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos • Interpretar dados experimentais sobre fotossíntese (espetro de absorção dos pigmentos, balanço dos produtos das fases química e fotoquímica), mobilizando conhecimentos de Química (energia dos eletrões nos átomos, processos exoenergéticos e endoenergéticos). 10 Total do Domínio 4: 26 Domínio 5 – Distribuição de matéria 5.1 Distribuição de matéria nas plantas • Interpretar dados experimentais sobre mecanismos de transporte em xilema e floema. • Explicar movimentos de fluidos nas plantas vasculares com base em modelos (pressão radicular; adesão-coesão-tensão; fluxo de massa), integrando aspetos funcionais e estruturais. • Planificar e executar atividades laboratoriais/ experimentais relativas ao transporte nas plantas, problematizando, formulando hipóteses e avaliando criticamente procedimentos e resultados. 8 5.2 Transporte nos animais • Relacionar características estruturais e funcionais de diferentes sistemas de transporte (sistemas abertos e fechados; circulação simples/ dupla incompleta/ completa) de animais (inseto, anelídeo, peixe, anfíbio, ave, mamífero) com o seu grau de complexidade e adaptação às condições do meio em que vivem. • Interpretar dados sobre composição de fluidos circulantes (sangue e linfa dos mamíferos) e sua função de transporte. 16 Total do Domínio 5: 24
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 9 Unidades Aprendizagens Essenciais por Domínio (AED) Número de tempos letivos (45/50 min) Domínio 6 – Transformação e utilização de energia pelos seres vivos 6.1 Obtenção de energia • Interpretar dados experimentais relativos a fermentação (alcoólica, lática) e respiração aeróbia (balanço energético, natureza dos produtos finais, equação geral e glicólise como etapa comum), mobilizando conhecimentos de Química (processos exoenergéticos e endoenergéticos). • Relacionar a ultraestrutura de células procarióticas e eucarióticas mitocôndria) com as etapas da fermentação e respiração. • Planificar e realizar atividades laboratoriais/ experimentais sobre metabolismo (fabrico de pão ou bebidas fermentadas por leveduras), problematizando, formulando hipóteses e avaliando criticamente procedimentos e resultados. 28 6.2 Trocas gasosas • Interpretar dados experimentais sobre mecanismos de abertura e fecho de estomas e de regulação de trocas gasosas com o meio externo. • Observar estomas, realizando procedimentos laboratoriais e registos legendados das observações efetuadas. • Relacionar a diversidade de estruturas respiratórias (tegumento, traqueias, brânquias, pulmões) dos animais (inseto, anelídeo, peixe, anfíbio, ave, mamífero) com o seu grau de complexidade e adaptação às condições do meio em que vivem. 16 Total do Domínio 6: 44 TOTAL: 210
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 11 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano GEOLOGIA Domínio 1 – Geologia e métodos 1.1 Subsistemas terrestres Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Interpretar situações identificando exemplos de interações entre os subsistemas terrestres (atmosfera, biosfera, geosfera e hidrosfera). • Dinamização da abertura de unidade «Porque se extinguiu o maior tubarão de todos os tempos?». • Realização do Kahoot 1.1. • Exploração da apresentação «Componentes do sistema Terra». • Exploração do manual – páginas 8 a 25. • Dinamização da atividade «Cidadania» em pequenos grupos (3 ou 4 elementos) – página 11. • Exploração da animação «Interações nos subsistemas terrestres» e da atividade interativa: «Subsistemas terrestres». • Dinamização do quiz «Terra e os subsistemas em interação». • Exploração dos estudos de caso, em trabalho de pares – páginas 18 a 20. • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 21. • Explorar + : «Refugiados climáticos» – Trabalho em pequenos grupos (3 ou 4 elementos) – página 22. • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 24 e 25. • Resolução dos exercícios de consolidação – Caderno de Exercícios – páginas 4 e 5. • Realização da saída de campo «Conectar as esferas» (Dossiê do Professor). • Sistematização da informação e conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/ Culto/Informado (A, B, G, I, J) • Crítico /Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença /do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/ Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade • Estudos de caso • Explorar +: «Refugiados climáticos» Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 1.1 Dossiê do Professor • Saída de Campo «Conectar as esferas» • Dinâmicas de grupo • Kahoot 1.1 • Atividade interativa «Subsistemas terrestres» • Apresentação «Componentes do sistema Terra» • Animação: «Interações entre os subsistemas terrestres» • Quiz «Terra e os subsistemas em interação» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências: • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 1.1 • Teste interativo «Os subsistemas terrestres» Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 10
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    12 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano Domínio 1 – Geologia e métodos 1.2 Ciclo das rochas Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Explicar o ciclo litológico com base nos processos de génese e características dos vários tipos de rochas, selecionando exemplos que possam ser observados em amostras de mão no laboratório e/ou no campo. • Dinamização da abertura de unidade «Como é que um rio contribui para a transformação das rochas?». • Realização do Kahoot 1.2. • Exploração da apresentação «Ciclo das Rochas». • Exploração do Manual – páginas 26 a 45. • Resolução de atividades do Manual. • Construção da tabela comparativa das rochas sedimentares – página 31. • Exploração da atividade interativa «Ciclo das rochas». • Exploração da animação «Ciclo das rochas». • Dinamização do quiz «Ciclo das rochas». • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 37. • Realização da atividade prática – «Observação e identificação de rochas em amostras de mão» – página 38. • Visionamento do vídeo laboratorial – consolidação da atividade prática. • Elaboração de um mapa de conceitos, a partir da síntese da página 41. • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 24 e 25. • Dinamização da atividade de pesquisa «Rochas predominantes de uma região» – página 40. • Resolução dos exercícios de consolidação 1.2 do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/Culto/ Informado (A, B, G, I, J) • Crítico /Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença / do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade • Atividade prática • Explorar + Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 1.2 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • «Saída de campo a Sintra» • Kahoot 1.2 • Atividade interativa «Ciclo das rochas» • Apresentação «Ciclo das rochas» • Animação «Ciclo das rochas» • Quiz «Ciclo litológico» • Vídeo laboratorial «Observação e identificação de rochas em amostras de mão» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências: • Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 1.2 • Teste interativo «Ciclo das rochas» • Dossiê do Professor – Questão de aula 1 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 20
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 13 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano Domínio 1 – Geologia e métodos 1.3 Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Utilizar princípios de raciocínio geológico (atualismo, catastrofismo e uniformitarismo) na interpretação de evidências de factos da história da Terra (sequências estratigráficas, fósseis, tipos de rochas e formas de relevo). • Apresentação da abertura de unidade «Os fósseis dos crocodilos portugueses contam histórias?». • Realização do Kahoot 1.3. • Exploração da apresentação «Princípios do raciocínio geológico. A idade e história da Terra». • Exploração do Manual – páginas 48 a 73. • Exploração da animação «Princípios do raciocínio geológico». • Exploração da atividade interativa «Princípios do raciocínio geológico». • Exploração da atividade interativa «Sequências estratigráficas». • Dinamização do quiz «Princípios geológicos e tempo geológico». • Conhecedor/Sabedor/ Culto/Informado (A, B, G, I, J) • Crítico /Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença / do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade • Atividade prática • Explorar + Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 1.3 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Kahoot 1.3 • Apresentação «Princípios do raciocínio geológico. A idade e história da Terra» • Animação «Princípios do raciocínio geológico» • Atividade interativa «Princípios do raciocínio geológico» • Atividade interativa «Sequências estratigráficas» • Quiz «Princípios geológicos e tempo geológico» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências: • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 1.3 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 14
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    14 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano Domínio 1 – Geologia e métodos 1.3 Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra (continuação) Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Distinguir processos de datação relativa de absoluta/ radiométrica, identificando exemplos das suas potencialidades e limitações como métodos de investigação em Geologia. • Relacionar a construção da escala do tempo geológico com factos biológicos e geológicos da história da Terra • Exploração da apresentação «Princípios do raciocínio geológico. A idade e história da Terra». • Exploração do Manual – páginas 48 a 73. • Exploração da animação «Datação radiométrica (cálculo)». • Dinamização do quiz «História da Terra». • Exploração da atividade interativa «A história da Terra». • Dinamização do quiz «Escala do tempo geológico» • Explorar +: «Mineral com 4,4 mil milhões de anos é o mais antigo pedaço de crosta da Terra». • Explorar +: «Nicolau Steno, um homem da ciência e da fé». • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 66. • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 70 a 73. • Resolução dos exercícios de consolidação 1.3 do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/Culto /Informado (A, B, G, I, J) • Crítico/Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Explorar +: Atividade de ampliação «Mineral com 4,4 mil milhões de anos é o mais antigo pedaço de crosta da Terra» • Explorar +: «História da Ciência – Nicolau Steno, um homem da ciência e da fé» Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 1.3 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Atividade prática «Determinação do tempo de semivida» • Apresentação «Princípios do raciocínio geológico. A idade e história da Terra» • Animação «Datação radiométrica (cálculo)» • Quiz «História da Terra» • Atividade interativa «A história da Terra» • Quiz «Escala do tempo geológico» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências: • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 1.3 • Teste interativo «Princípios do raciocínio geológico. Idade e história da Terra» • Caderno de Exercícios – Teste 1 • Dossiê do Professor – Teste 1 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.)
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 15 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano Domínio 1 – Geologia e métodos 1.4 O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Interpretar evidências de mobilismo geológico com base na Teoria da Tectónica de Placas (placa litosférica, limites divergentes, convergentes e transformantes/c onservativos, rift e zona de subducção, dorsais e fossas oceânicas). • Apresentação da abertura de unidade «Que história contam os fósseis de salamandra-gigante descobertos no Algarve?». • Realização do Kahoot 1.4. • Exploração da apresentação «Tectónica de placas». • Exploração do manual – páginas 76 a 97. • Resolução de atividades do Manual. • Exploração da atividade interativa «Teoria da Deriva Continental» e «Tectónica de placas». • Exploração do vídeo «Movimento das placas tectónicas». • Exploração da atividade interativa «Teoria da Expansão dos Fundos Oceânicos». • Exploração da atividade interativa «Placas tectónicas e tipos de limites entre placas litosféricas». • Exploração do simulador «Tectónica de placas». • Exploração da atividade interativa «Teoria da Tectónica de Placas». • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 89. • Explorar +: «Mar português com mais quilómetros» – página 90. • Explorar +: Atividade prática «Viajar virtualmente com Google Earth®» – atividade em pequenos grupos (3 a 4 elementos) – página 91. • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 94 a 97. • Resolução dos exercícios de consolidação 1.4 do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo. • Conhecedor/Sabedor/ Culto/Informado (A, B, G, I, J) • Crítico /Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/ Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade • Explorar +: Atividade de ampliação «Mar português com mais quilómetros» • Explorar +: Atividade prática «Viajar virtualmente com Google Earth» Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 1.4 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Atividade prática: «Simulação da expansão dos fundos oceânicos» • Kahoot 1.4 • Atividade interativa «Teoria da Deriva Continental» • Apresentação «Tectónica de placas» • Vídeo «Movimento das placas tectónicas» • Atividade interativa «Teoria da Expansão dos Fundos Oceânicos» • Atividade interativa «Placas tectónicas e tipos de limites entre placas litosféricas» • Simulador «Tectónica de placas» • Atividade interativa «Teoria da Tectónica de Placas» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências: • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 1.4 • Caderno de Exercícios – Exercícios de integração 1 • Teste interativo «Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra» • Dossiê do Professor: Teste prático 1 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 16
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    16 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano D Domínio 2 – Estrutura e dinâmica da geosfera 2.1 Vulcanismo Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Relacionar composição de lavas (ácidas, intermédias e básicas), tipo de atividade vulcânica (explosiva, mista e efusiva), materiais expelidos e forma de edifícios vulcânicos, em situações concretas/ reais. • Explicar (ou prever) características de magmas e de atividade vulcânica ativa com base na teoria da Tectónica de Placas. • Apresentação da abertura de unidade «Onde se localiza o ponto mais alto de Portugal?». • Realização do Kahoot 2.1. • Exploração da apresentação «Vulcanismo». • Exploração do Manual – páginas 102 a 120. • Exploração da animação «Composição da lava e tipos de atividade vulcânica». • Exploração do simulador «Atividade vulcânica e formação de rochas magmáticas». • Dinamização dos quizzes «Tipos de lavas» e «Tipos de atividade vulcânica». • Exploração da atividade interativa «Atividade vulcânica». • Exploração da animação «Erupções vulcânicas históricas». • Resolução dos estudos de caso em trabalho colaborativo a pares. • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 115. • Resolução dos exercícios de consolidação 2.1 – Caderno de Exercícios. • Exploração da animação «Vulcanismo e tectónica de placas. • Exploração da apresentação «Vulcões e tectónica de placas». • Exploração da atividade interativa «Vulcões e tectónica de placas». • Dinamização do quiz «Vulcanismo e tectónica de placas». • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 94 a 97. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/Culto/ Informado (A, B, G, I, J) • Crítico /Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/ Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade • Estudos de caso Caderno de exercícios • Exercícios de consolidação 1.4 Dossiê do professor • Dinâmicas de grupo • Atividade prática «Relação entre a viscosidade de um fluido e a sua velocidade de expansão» • Kahoot 2.1 • Apresentação «hulcanismo» • Animação «Composição da lava e tipos de atividade vulcânica» • Simulador «Atividade vulcânica e formação de rochas magmáticas» • Quizzes «Tipos de lavas» e «Tipos de atividade vulcânica» • Atividade interativa «Atividade vulcânica» • Animação «Erupções vulcânicas históricas» • Animação «Vulcanismo e tectónica de placas» • Apresentação:«Vulcões e tectónica de placas» • Atividade interativa «Vulcões e tectónica de placas» • Quiz «Vulcanismo e tectónica de placas» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências: • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 2.1 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 20
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 17 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano Domínio 2 – Estrutura e dinâmica da geosfera 2.1 Vulcanismo (continuação) Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Distinguir vulcanismo ativo de inativo, justificando a sua importância para o estudo da história da Terra. • Localizar evidências de atividade vulcânica em Portugal e os seus impactes socioeconómicos (aproveitamento geotérmico, turístico e arquitetónico). • Planificar e realizar atividades laboratoriais de simulação de aspetos de atividade vulcânica, identificando analogias e diferenças de escalas (temporal e espacial) entre os modelos e os processos geológicos. • Dinamização do exercício de Cidadania – página 124. • Dinamização do quiz «Atividade vulcânica». • Realização da atividade prática: «Simulação de uma erupção vulcânica» – página 126. • Visionamento do vídeo laboratorial para consolidação da atividade prática. • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 128. • Explorar +: «Um vulcão em erupção». • Explorar +: «Geossítios açorianos candidatos a Património da Humanidade». • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 134 a 137. • Resolução dos exercícios de consolidação 2.1 do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e conceitos através dos essenciais e síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/ Culto/Informado (A, B, G, I, J) • Crítico /Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Atividade prática «Simulação de uma erupção vulcânica» • Explorar +: «Atividade de ampliação «Um vulcão em erupção» • Explorar +: Atividade de ampliação «Geossítios açorianos candidatos a Património da Humanidade». Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 2.1 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Quiz «Atividade vulcânica» • Vídeo laboratorial «Simulação de uma erupção vulcânica» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências: • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 2.1 • Dossiê do Professor – Questão de aula 2 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.)
  • 20.
    18 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano Domínio 2 – Estrutura e dinâmica da geosfera 2.2 Sismologia Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Caracterizar as ondas sísmicas (longitudinais, transversais e superficiais) quanto à origem, forma de propagação, efeitos e registo. • Interpretar dados de propagação de ondas sísmicas prevendo a localização de descontinuidade s (Mohorovicic, Gutenberg e Lehmann). • Relacionar a existência de zonas de sombra com as características da Terra e das ondas sísmicas. • Dinamização da abertura de unidade «Qual foi o contributo do sismo de 1755 para a compreensão deste tipo de fenómenos naturais?» – páginas 138 e 139. • Realização do Kahoot 2.2. • Exploração da apresentação «Sismologia». • Exploração do Manual – páginas 140 a 171. • Exploração da atividade interativa «Sismos»; • Exploração da animação «Características das ondas sísmicas». • Exploração da animação «Contributo da sismologia para o conhecimento da estrutura interna da Terra». • Exploração da atividade interativa «Ondas sísmicas e descontinuidades do interior da Terra». • Dinamização do quiz «Sismologia». • Conhecedor/Sabedor/ Culto/Informado (A, B, G, I, J) • Crítico /Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 2.2 Dossiê do professor • Dinâmicas de grupo • Kahoot 2.2 • Apresentação «Sismologia» • Atividade interativa «Sismos» • Animação «Características das ondas sísmicas» • Animação «Contributo da sismologia para o conhecimento da estrutura interna da Terra» • Atividade interativa «Ondas sísmicas e descontinuidades do interior da Terra» • Quiz «Sismologia» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências: • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 2.2 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 12
  • 21.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 19 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano Domínio 2 – Estrutura e dinâmica da geosfera 2.2 Sismologia (continuação) Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Determinar graficamente o epicentro de sismos, recorrendo a sismogramas simplificados. • Usar a Teoria da Tectónica de Placas para analisar dados de vulcanismo e sismicidade em Portugal e no planeta Terra, relacionando-a com a prevenção de riscos geológicos. • Exploração da animação «Determinação do epicentro de um sismo». • Realização da atividade prática «Determinação gráfica do epicentro de um sismo». • Exploração da atividade interativa «Sismos e tectónica de placas». • Dinamização do quiz «Tectónica de placas, vulcanismo e sismicidade». • Dinamização do exercício de Cidadania – página 162. • Realização da atividade prática «Construções antissísmicas e diminuição do risco sísmico» (Dossiê do Professor). • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 163. • Explorar +: Atividade de ampliação – «Nova zona de subducção». • Explorar +: «Caso de sentença de L´Áquila». • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 168 a 171. • Resolução dos exercícios de consolidação 2.2. • Sistematização da informação e conceitos através dos essenciais e da síntese do final. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/ Culto/Informado (A, B, G, I, J) • Crítico /Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Explorar +: Atividade de ampliação «Nova zona de subducção» • Explorar +: «Caso de sentença de L´Áquila» Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 2.2 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Atividade prática «Determinação do epicentro de um sismo». • Atividade prática «Construções antissísmicas e diminuição do risco sísmico» • Animação «Determinação do epicentro de um sismo» • Atividade prática «Determinação do epicentro de um sismo» • Atividade interativa «Sismos e tectónica de placas» • Quiz «Tectónica de placas, vulcanismo e sismicidade» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências: • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 2.2 • Dossiê do Professor e Caderno de Exercícios – Teste 2 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.)
  • 22.
    20 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano Domínio 2 – Estrutura e dinâmica da geosfera 2.3 Estrutura interna da Terra Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Discutir potencialidades e limitações dos métodos diretos e indiretos, geomagnetismo e geotermia (grau e gradiente geotérmicos e fluxo térmico) no estudo da estrutura interna da Terra. • Interpretar modelos da estrutura interna da Terra com base em critérios composicionais (crosta continental e oceânica, manto e núcleo) e critérios físicos (litosfera, astenosfera, mesosfera, núcleo interno e externo). • Relacionar as propriedades da astenosfera com a dinâmica da litosfera (movimentos horizontais e verticais) e tectónica de placas. • Dinamização da abertura de unidade «Como se justifica a raridade e o valor do diamante?». • Realização do Kahoot 2.3. • Exploração da apresentação «Métodos de estudo do interior da Terra». • Exploração do ;anual – páginas 174 a 197. • Exploração da animação «Viagem ao interior da Terra». • Exploração da atividade interativa «Geomagnetismo». • Exploração da atividade interativa «Geotermia». • Dinamização dos quizzes «Estrutura interna da Terra» e «Dinâmica da litosfera e tectónica de placas». • Realização da atividade prática «Como se descobriram os núcleos da Terra?» (Dossiê do Professor). • Explorar +: «Península da Escandinávia – onde o nível do mar desce, ao contrário do resto do mundo». • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 189. • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 192 a 197. • Resolução dos exercícios de consolidação 2.3 do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/Culto/ Informado (A, B, G, I, J) • Crítico /Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade • Explorar +: Atividade de ampliação «Península da Escandinávia – onde o nível do mar desce, ao contrário do resto do mundo» Caderno de exercícios • Exercícios de consolidação 2.3. Dossiê do professor • Dinâmicas de grupo • Atividade prática «Como se descobriram os núcleos da Terra?» • Kahoot 2.3 • Apresentação «Métodos de estudo do interior da Terra» • Animação «Viagem ao interior da Terra» • Atividade interativa «Geomagnetismo» • Atividade interativa «Geotermia» • Quizzes «Estrutura interna da Terra» e «Dinâmica da litosfera e tectónica de placas» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências: • Manual – Exercícios de verificação; • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 2.3 • Caderno de Exercícios – Exercícios de integração 2 • Dossiê do Professor – Questão de aula 3 • Dossiê do Professor – Teste prático 2 • Dossiê do professor – Teste 3 • Dossiê do Professor e Caderno de Exercícios: Prova Global Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 8
  • 23.
    Planificação a médioprazo Biologia e Geologia 10.o ano Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 21 BIOLOGIA Domínio 3 – Biodiversidade 3.1 Diversidade e organização biológica Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Relacionar a diversidade biológica com intervenções antrópicas que podem interferir na dinâmica dos ecossistemas (interações bióticas/ abióticas, extinção e conservação de espécies). • Sistematizar conhecimentos de hierarquia biológica (comunidade, população, organismo, sistemas e órgãos) e estrutura dos ecossistemas (produtores, consumidores, decompositores) com base em dados recolhidos em suportes/ambientes diversificados (bibliografia, vídeos, jardins, parques naturais, museus). • Dinamização da abertura de unidade «O esquilo- - vermelho regressou a Portugal. Mas estará livre de perigo?». • Realização do Kahoot 3.1. • Exploração da apresentação «Biodiversidade e conservação da natureza». • Exploração do Manual – páginas 10 a 31. • Exploração da animação «Ecossistemas». • Dinamização dos quizzes «Diversidade biológica e dinâmica dos ecossistemas» e «Hierarquia biológica e estrutura dos ecossistemas». • Exploração do infográfico «Áreas protegidas em Portugal». • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 20. • Realização da atividade de campo «Realização de um Bioblitz» – páginas 21 e 22. • Explorar +: Estudos de caso – páginas 23 a 25. • Explorar +: Atividades de ampliação da página 25 – Comunicar ciência – atividade colaborativa em pequenos grupos (3 ou 4 elementos). • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 27 a 31. • Resolução dos exercícios de consolidação 3.1 do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e dos conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/ Culto/Informado (A, B, G, I, J) • Crítico/Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade • Atividade de campo «Realização de um Bioblitz» • Explorar +: Atividades de ampliação «Estudos de caso» • Explorar +: Atividades de ampliação «Comunicar ciência» Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 3.1 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Kahoot 3.1 • Animação «Ecossistemas» • Apresentação «Biodiversidade e conservação da natureza» • Atividade «Os ecossistemas» • Quizzes «Diversidade biológica e dinâmica dos ecossistemas» e «Hierarquia biológica e estrutura dos ecossistemas» • Infográfico «Áreas protegidas em Portugal» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 3.1 • Teste interativo «Biodiversidade e organização biológica» Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 6
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    22 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano Domínio 3 – Biodiversidade 3.2 Células e biomoléculas Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Distinguir tipos de células com base em aspetos de ultraestrutura e dimensão: células procarióticas/ eucarióticas (membrana plasmática, citoplasma, organelos membranares, núcleo); células animais/ vegetais (parede celulósica, vacúolo hídrico, cloroplasto). • Observar células e/ou tecidos (animais e vegetais) ao microscópio, tendo em vista a sua caracterização e comparação. • Dinamização da abertura de unidade «O que é necessário para que um ovo se transforme num pinto?». • Realização do Kahoot 3.2. • Exploração do Manual – páginas 34 a 46. • Exploração da apresentação em PowerPoint® «As células». • Exploração da animação «As células». • Dinamização dos quizzes «A célula», «A célula vegetal» e «Célula animal e célula vegetal». • Exploração da atividade interativa «A célula». • Construção de uma tabela de diferenças entre as células procarióticas e as células eucarióticas animais e vegetais. • Realização da atividade de laboratório «Observação de células ao MOC» – páginas 44-45. • Visionamento do vídeo laboratorial, de forma a sistematizar o trabalho desenvolvido. • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 46. • Resolução dos exercícios de consolidação 3.2 do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e dos conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/ Culto/Informado (A, B, G, I, J) • Crítico/Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/ Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade • Atividade de laboratório «Observação de células ao MOC» Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 3.2 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Kahoot 3.2 • Apresentação «As células» • Animação «As células» • Quiz «A célula» • Quiz «Célula animal e célula vegetal» • Atividade interativa «A célula» • Quiz «A célula vegetal» • Vídeos laboratoriais «Observação de células ao MOC: células da epiderme da túnica da cebola; folhas de elódea; observação de seres vivos de um lago/charco ou de uma infusão» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de exercícios – Exercícios de consolidação 3.2 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 10
  • 25.
    Planificação a médioprazo Biologia e Geologia 10.o ano Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 23 Domínio 3 – Biodiversidade 3.2 Células e biomoléculas (continuação) Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Caracterizar biomoléculas (prótidos, glícidos, lípidos, ácidos nucleicos) com base em aspetos químicos e funcionais (nomeadamente a função enzimática das proteínas), mobilizando conhecimentos de Química (grupos funcionais, nomenclatura). • Exploração do Manual – páginas 47 a 71 • Exploração da apresentação «A química da vida». • Exploração da animação «Biomoléculas». • Exploração da atividade interativa «Biomoléculas». • Dinamização do quiz «Biomoléculas». • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 63. • Explorar +: «Enzima que digere plástico pode ajudar a melhorar a reciclagem». • Explorar +: «Intolerâncias alimentares». • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 68 a 71. • Resolução dos exercícios de consolidação 3.2 do Caderno de Exercícios. • Resolução dos exercícios de integração do domínio 3 do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e dos conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/Culto/ Informado (A, B, G, I, J) • Crítico/Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Explorar +: Cidadania e desenvolvimento «Enzima que digere plástico pode ajudar a melhorar a reciclagem» • Explorar +: Atividade de ampliação «Intolerâncias alimentares» Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 3.2 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Animação «Biomoléculas» • Apresentação «A química da vida» • Atividade interativa «Biomoléculas» • Quiz «Biomoléculas» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 3.2 • Caderno de Exercícios – Exercícios de integração 3 • Caderno de Exercícios – Teste 3 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.)
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    24 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano Domínio 4 – Obtenção de matéria 4.1 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Distinguir ingestão de digestão (intracelular e extracelular) e de absorção em seres vivos heterotróficos com diferente grau de complexidade (bactérias, fungos, protozoários, invertebrados, vertebrados). • Dinamização da abertura de unidade «Ferro a mais ou a menos?». • Realização do Kahoot 4.1. • Exploração do manual – páginas 74 a 82. • Exploração da apresentação «Ingestão, digestão e absorção». • Exploração da animação «Ingestão e digestão (intracelular e extracelular)». • Exploração da atividade interativa «Digestão intracelular e extracelular». • Dinamização do quiz «Ingestão, digestão e absorção». • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 82. • Resolução dos exercícios de consolidação 4.1 do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e dos conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/Culto/ Informado (A, B, G, I, J) • Crítico/Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G.) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 4.1 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Kahoot 4.1 • Animação «Ingestão e digestão (intracelular e extracelular)» • Apresentação «Ingestão, digestão e absorção» • Atividade interativa «Digestão intracelular e extracelular» • Quiz «Ingestão, digestão e absorção» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 4.1 • Dossiê do Professor – Teste 4 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 16
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    Planificação a médioprazo Biologia e Geologia 10.o ano Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 25 Domínio 4 – Obtenção de matéria 4.1 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos (continuação) Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Interpretar o modelo de membrana celular (mosaico fluido) com base na organização e características das biomoléculas constituintes. • Relacionar processos transmembranares (ativos e passivos) com requisitos de obtenção de matéria e de integridade celular. • Planificar e realizar atividades laboratoriais/ experimentais sobre difusão/ osmose, problematizando, formulando hipóteses e avaliando criticamente procedimentos e resultado. • Exploração do manual – páginas 83 a 86. • Exploração da apresentação «A membrana celular». • Dinamização do quiz «Modelo da estrutura da membrana celular». • Exploração do manual – páginas 87 a 96. • Exploração da animação «Transporte membranar». • Realização da atividade de laboratório «Osmose em células vegetais». • Visionamento do vídeo laboratorial «Osmose em células vegetais». • Realização da atividade de laboratório «Osmose em células animais». • Exploração da atividade interativa «Membrana celular». • Dinamização do quiz «Processos transmembranares». • Resolução dos exercícios de consolidação 4.1 do Caderno de Exercícios. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/Culto/ Informado (A, B, G, I, J) • Crítico/Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Osmose em células vegetais Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 4.1 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Atividade de laboratório «Osmose nas células animais» • Apresentação «A membrana celular» • Quiz «Modelo da estrutura da membrana celular» • Animação «Transporte membranar» • Vídeo laboratorial «Osmose em células vegetais» • Atividade interativa «Membrana celular» • Quiz «Processos transmembranares» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 4.1 • Dossiê do Professor – Questão de aula 4 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.)
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    26 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano Domínio 4 – Obtenção de matéria 4.1 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Integrar processos transmembranares e funções de organelos celulares (retículo endoplasmático, complexo de Golgi, lisossoma, vacúolo digestivo) para explicar processos fisiológicos. • Aplicar conceitos de transporte transmembranar (transporte ativo, difusão, exocitose e endocitose) para explicar a propagação do impulso nervoso ao longo do neurónio e na sinapse. • Exploração do manual – páginas 97 a 118. • Dinamização do quiz «Funções dos organelos celulares». • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 101. • Exploração dos infográficos «Potencial de ação e restabelecimento do potencial de repouso» e «Sinapse química». • Exploração do simulador «Neurónio». • Dinamização do quiz «Propagação do impulso nervoso». • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 108. • Explorar +: Atividade de ampliação «O cotransporte de sacarose e H + » – página 109. • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 112 a 119. • Resolução dos exercícios de consolidação 4.1 do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e dos conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/Culto/ Informado (A, B, G, I, J) • Crítico/Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Explorar +: Atividade de ampliação «O cotransporte de sacarose e H + » Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 4.1 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Quiz «Funções dos organelos celulares» • Apresentação «Transporte transmembranar e propagação do impulso nervoso» • Infográfico «Potencial de ação e restabelecimento do potencial de repouso» • Infográfico «Sinapse química» • Simulador «Neurónio» • Quiz «Propagação do impulso nervoso» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 4.1 • Caderno de Exercícios – Teste 4 • Dossiê do Professor – Teste prático 3 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.)
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    Planificação a médioprazo Biologia e Geologia 10.o ano Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 27 Domínio 4 – Obtenção de matéria 4.2 Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Interpretar dados experimentais sobre fotossíntese (espetro de absorção dos pigmentos, balanço dos produtos das fases química e fotoquímica), mobilizando conhecimentos de Química (energia dos eletrões nos átomos, processos exoenergéticos e endoenergéticos). • Dinamização da abertura de unidade «Como é que as cianobactérias revolucionaram a biosfera?». • Realização do Kahoot 4.2. • Exploração da apresentação «Fotossíntese». • Realização da atividade de laboratório «Extração de pigmentos fotossintéticos». • Exploração do Manual – páginas 122 a 145. • Exploração da animação «Fotossíntese». • Exploração do simulador «Fatores que influenciam a fotossíntese». • Exploração de dados experimentais «Experiência de Engelmann» – página 126. • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 129. • Exploração da apresentação «Fases da fotossíntese». • Exploração da atividade interativa «Fotossíntese: fase fotoquímica». • Exploração de dados experimentais «Fase fotoquímica: reação de Hill» – página 133. • Exploração da atividade interativa «Fotossíntese: fase química». • Exploração de dados experimentais «Fase química: ciclo de Calvin» – página 136. • Dinamização do quiz «Fotossíntese». • Realização da atividade de laboratório «Fotossíntese – taxa fotossintética» (Dossiê do Professor). • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 137. • Explorar +: «Como evoluiu o conhecimento sobre a fotossíntese?». • Explorar +: «Fotossíntese artificial – um desafio de futuro» – atividade colaborativa em pequenos grupos (3 ou 4 elementos). • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 142 a 145. • Resolução dos exercícios de consolidação 4.2 e dos exercícios de integração do domínio 4, do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e dos conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/ Culto/Informado (A, B, G, I, J) • Crítico/Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade • Explorar +: «Como evoluiu o conhecimento sobre a fotossíntese?» • Explorar +: « Fotossíntese artificial – um desafio de futuro» Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 4.2 • Exercícios de integração 4 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Atividade de laboratório «Extração de pigmentos fotossintéticos» • Atividade de laboratório «Fotossíntese – taxa fotossintética» • Ampliação do Explorar +: «Fotossíntese artificial» • Kahoot 4.2 • Apresentação «Fotossíntese» • Animação «Fotossíntese» • Simulador «Fatores que influenciam a fotossíntese» • Apresentação «Fases da fotossíntese» • Atividades interativas «Fotossíntese: fase fotoquímica» «Fotossíntese: fase química» • Quiz «Fotossíntese» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 4.2 • Caderno de Exercícios – Exercícios de integração 4 • Dossiê do Professor – Questão de aula 5 • Teste interativo «Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos» Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 10
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    28 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano Domínio 5 – Distribuição de matéria 5.1 Distribuição de matéria nas plantas Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Interpretar dados experimentais sobre mecanismos de transporte em xilema e floema. • Explicar movimentos de fluidos nas plantas vasculares com base em modelos (pressão radicular; adesão-coesão- tensão; fluxo de massa), integrando aspetos funcionais e estruturais. • Planificar e executar atividades laboratoriais/ experimentais relativas ao transporte nas plantas, problematizando, formulando hipóteses e avaliando criticamente procedimentos e resultados. • Dinamização da abertura de unidade «As plantas transpiram. Que implicações tem esse fenómeno?». • Realização do Kahoot 5.1. • Exploração do manual – páginas 148 a 171. • Exploração da apresentação «Transporte nas plantas». • Exploração da atividade de interpretação de dados experimentais «Transporte da seiva xilémica» – página 154. • Exploração da animação «Transporte da seiva xilémica». • Exploração da atividade de interpretação de dados experimentais «Transporte da seiva floémica» – página 158. • Exploração da infografia «Transporte da seiva floémica». • Dinamização do quiz «Transporte nas plantas». • Realização das atividades experimentais «I. Investigando a subida da seiva xilémica» – página 161; «II. Construção de um modelo de fluxo de massa – Modelo de Münch» – páginas 162 e 163. • Visionamento dos vídeos laboratoriais, de forma a consolidar os procedimentos realizados. • Exploração da atividade interativa «Distribuição de matéria nas plantas». • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 164. • Explorar +: «Árvores que batem recordes». • Explorar +: «As plantas sabem defender o seu bem mais precioso». • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 168 a 171. • Resolução dos exercícios de consolidação 5.1 do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e dos conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/ Culto/Informado (A, B, G, I, J) • Crítico/Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade • Atividades experimentais «I. Investigando a subida da seiva xilémica; II. Construção de um modelo de fluxo de massa – Modelo de Münch» • Explorar +: «Árvores que batem recordes» • Explorar +: «As plantas sabem defender o seu bem mais precioso» Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 5.1 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Kahoot 5.1 • Apresentação «Transporte nas plantas» • Quiz «Movimentos de fluidos nas plantas» • Animação «Transporte da seiva xilémica» • Infográfico «Transporte da seiva floémica» • Quiz «Transporte nas plantas» • Vídeo laboratorial «Investigando a subida da seiva xilémica» • Vídeo laboratorial «Construção de um modelo de fluxo de massa – Modelo de Münch» • Atividade interativa «Distribuição de matéria nas plantas» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 5.1 • Dossiê do Professor – Teste 5 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 8
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    Planificação a médioprazo Biologia e Geologia 10.o ano Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 29 Domínio 5 – Distribuição de matéria 5.2 Transporte nos animais Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Relacionar características estruturais e funcionais de diferentes sistemas de transporte (sistemas abertos e fechados; circulação simples/ dupla incompleta/ completa) de animais (inseto, anelídeo, peixe, anfíbio, ave, mamífero) com o seu grau de complexidade e adaptação às condições do meio em que vivem. • Interpretar dados sobre composição de fluidos circulantes (sangue e linfa dos mamíferos) e sua função de transporte. • Dinamização da abertura de unidade «Quanto tempo demora um glóbulo vermelho a regressar ao indicador da mão direita?». • Realização do Kahoot 5.2. • Exploração do manual – páginas 174 a 195. • Exploração da animação «Sistemas de transporte nos animais». • Exploração da apresentação «Transporte nos animais». • Exploração da atividade interativa «Sistemas de transporte nos animais». • Dinamização do quiz «Transporte nos animais». • Exploração da atividade interativa «Fluidos circulantes nos mamíferos». • Dinamização do quiz «Sangue e linfa». • Realização da atividade laboratorial «Dissecação do peixe e do coração de porco». • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 189. • Explorar +: «Parte da vida de cabeça para baixo». • Explorar +: «O longo pescoço da girafa». • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 192 a 195. • Resolução dos exercícios de consolidação 5.2 do Caderno de Exercícios. • Resolução dos exercícios de integração do domínio 5 do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e dos conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/Culto/ Informado (A, B, G, I, J) • Crítico/Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade • Explorar +: «Parte da vida de cabeça para baixo» • Explorar +: «O longo pescoço da girafa» Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 5.2 • Exercícios de integração 5 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Atividade laboratorial «Dissecação do peixe e do coração de porco» • Kahoot 5.2 • Animação «Sistemas de transporte nos animais» • Apresentação «Transporte nos animais» • Atividade interativa «Sistemas de transporte nos animais» • Quiz «Transporte nos animais» • Atividade interativa «Fluidos circulantes nos mamíferos» • Quiz «Sangue e linfa» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 5.1 • Teste interativo «Transporte nos animais» • Caderno de Exercícios – Teste 5 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 16
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    30 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Planificação a médio prazo Biologia e Geologia 10.o ano Domínio 6 – Transformação e utilização de energia pelos seres vivos 6.1 Obtenção de energia Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Interpretar dados experimentais relativos a fermentação (alcoólica, lática) e respiração aeróbia (balanço energético, natureza dos produtos finais, equação geral e glicólise como etapa comum), mobilizando conhecimentos de Química (processos exoenergéticos e endoenergéticos). Relacionar a ultraestrutura de células procarióticas e eucarióticas (mitocôndria) com as etapas da fermentação e respiração. • Planificar e realizar atividades laboratoriais/ experimentais sobre metabolismo (fabrico de pão ou bebidas fermentadas por leveduras), problematizando, formulando hipóteses e avaliando criticamente procedimentos e resultados. • Dinamização da abertura de unidade «Tartarugas que hibernam debaixo de água deixam de respirar durante meses. Como conseguem?». • Realização do Kahoot 6.1. • Exploração do manual – páginas 198 a 223. • Exploração da apresentação «Transformação e utilização de energia pelos seres vivos». • Exploração da animação «Respiração aeróbia». • Exploração da infografia «Cadeia respiratória e quimiosmose». • Exploração da atividade interativa «Respiração aeróbia». • Realização da atividade experimental «Utilização de Saccharomyces cerevisiae para o estudo da fermentação». • Exploração da atividade de interpretação de dados experimentais «Experiências clássicas sobre respiração e fermentação» – páginas 212 e 213. • Dinamização dos quizzes «Fermentação e respiração aeróbia» e «As células e a fermentação e respiração». • Realização das atividades de laboratório «Produção de iogurte» e «A química do pão» – páginas 214 e 215. • Visionamento dos vídeos laboratoriais para exploração das atividades realizadas. • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 216. • Explorar +: «Todas as biomoléculas podem fornecer energia, mas o organismo prefere os glícidos». • Explorar +: «Porquê continuar a respiração aeróbia e parar a produção de ATP?». • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 220 a 223. • Conhecedor/Sabedor/Culto/ Informado (A, B, G, I, J) • Crítico /Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade • Atividade experimental «Utilização de Saccharomyces cerevisiae para o estudo da fermentação» • Atividades de laboratório «Produção de iogurte» e «A química do pão» • Explorar +: «Todas as biomoléculas podem fornecer energia, mas o organismo prefere os glícidos» • Explorar +: «Porquê continuar a respiração aeróbia e parar a produção de ATP» Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 6.1 • Kahoot 6.1 • Apresentação «Transformação e utilização de energia pelos seres vivos» • Animação «Respiração aeróbia» • Infográfico «Cadeia respiratória e quimiosmose» y Atividade interativa «Respiração aeróbia» y Animação «Fermentação» y Vídeo laboratorial «Utilização de Saccharomyces cerevisiae para o estudo da fermentação» y Atividade interativa «Fermentação» y Quizzes «Fermentação e respiração aeróbia» e «As células e a fermentação e respiração» • Vídeos laboratoriais «Produção de iogurte» e «A química do pão» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 6.1 • Teste interativo «Transformação e utilização de energia» • Dossiê do Professor – Questão de aula 6 Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 28
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    Planificação a médioprazo Biologia e Geologia 10.o ano Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 31 Domínio 6 – Transformação e utilização de energia pelos seres vivos 6.2 Trocas gasosas Aprendizagens Essenciais Estratégias/atividades Descritores do Perfil dos Alunos Recursos do projeto Avaliação Número de tempos letivos (45 ou 50 min) • Interpretar dados experimentais sobre mecanismos de abertura e fecho de estomas e de regulação de trocas gasosas com o meio externo. • Observar estomas, realizando procedimentos laboratoriais e registos legendados das observações efetuadas. • Relacionar a diversidade de estruturas respiratórias (tegumento, traqueias, brânquias, pulmões) dos animais (inseto, anelídeo, peixe, anfíbio, ave, mamífero) com o seu grau de complexidade e adaptação às condições do meio em que vivem. • Dinamização da abertura de unidade «Como conseguem os gansos-de-cabeça-listada voar sobre os Himalaias?». • Realização do Kahoot 6.2. • Exploração do manual – páginas 226 a 247. • Exploração da apresentação «Trocas gasosas». • Realização da atividade de laboratório «Observação e interpretação de dados sobre a abertura e fecho de estomas» – página 231. • Visionamento do vídeo laboratorial, para discussão dos resultados da atividade laboratorial. • Exploração da animação «Estruturas respiratórias nos animais». • Exploração da atividade interativa «Trocas gasosas nos animais». • Dinamização do quiz «Estruturas respiratórias». • Resolução dos exercícios de verificação do Manual – página 242. • Explorar +: atividades de ampliação – página 243. • Resolução dos exercícios de integração do Manual – páginas 245 a 247. • Resolução dos exercícios de consolidação 6.2 do Caderno de Exercícios. • Resolução dos exercícios de integração do domínio 6 do Caderno de Exercícios. • Sistematização da informação e dos conceitos através dos essenciais e da síntese do final da unidade. • Exploração de uma das dinâmicas de grupo (Dossiê do Professor). • Conhecedor/Sabedor/Cult o/ Informado (A, B, G, I, J) • Crítico/Analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/Investigador (C, D, F, H, I) • Respeitador da diferença/ do outro (A, B, E, F, H) • Sistematizador/Organizado r (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/Colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/Autónomo (C, D, E, F, G, I, J) • Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) • Autoavaliador (transversal às áreas) Manual • Abertura de unidade • Atividade de laboratório «Observação e interpretação de dados sobre a abertura e fecho de estomas» • Explorar +: atividades de ampliação Caderno de Exercícios • Exercícios de consolidação 6.2 • Exercícios de integração 6 Dossiê do Professor • Dinâmicas de grupo • Kahoot 6.2 • Apresentação «Trocas gasosas» • Vídeo laboratorial «Observação e interpretação de dados sobre a abertura e o fecho dos estomas» • Animação «Estruturas respiratórias nos animais» • Atividade interativa «Trocas gasosas nos animais» • Quiz «Estruturas respiratórias» Instrumentos de avaliação e recolha de evidências • Manual – Exercícios de verificação • Caderno de Exercícios – Exercícios de consolidação 6.2 • Caderno de Exercícios – Exercícios de integração 6 • Teste interativo «Trocas gasosas» • Dossiê do Professor – Teste prático 4 • Dossiê do Professor – Teste 6 • Caderno de exercícios – Teste 6 • Dossiê do Professor – Prova global Rubricas de avaliação e dinâmicas de avaliação (grelhas de avaliação, portefólio, reflexão, etc.) 16
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO Editávele fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 33 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 1 y Geologia e métodos 1.1 Subsistemas terrestres Aprendizagens Essenciais Interpretar situações identificando exemplos de interações entre os subsistemas terrestres (atmosfera, biosfera, geosfera e hidrosfera). Sumário • A Terra como um sistema fechado. • Componentes do sistema Terra. Conceitos • Sistema, sistema aberto, sistema fechado, sistema isolado, subsistema terrestre, geosfera, atmosfera, hidrosfera e biosfera. Atividades • Explorar as páginas de abertura da unidade 1.1 das páginas 8 e 9 do Manual – Vol. 1. • Realizar e corrigir os exercícios «Interpretar» (página 9 do Manual – Vol. 1) e/ou realizar o Kahoot associado a esta unidade disponível através da . • Colocar ao grupo-turma a questão: «O que é um sistema?» e registar as principais ideias. • Explorar a figura 1 da página 10 do Manual – Vol. 1 – para identificar os componentes do sistema Terra – os subsistemas terrestres. Para dinamizar esta atividade pode também proceder à projeção e exploração da apresentação «Componentes do sistema Terra» disponível na . • Explorar a figura 2 da página 11 do Manual – Vol. 1 – para diferenciar os três tipos de sistemas. • Dinamizar o trabalho colaborativo da página 11 do Manual – Vol. 1: «Crie um slogan para uma campanha de sensibilização sobre a necessidade de reciclagem dos materiais que o ser humano utiliza». Comunique o slogan à turma, justificando a sua opção. Recursos • Manual – Vol. 1 (páginas 8 a 11) • - Kahoot 1.1 - Apresentação «Componentes do sistema Terra» Nota • Este plano de aula pode servir de referência para qualquer outro que considere a exploração da abertura de unidade 1.1. Plano de aula no 1 90/100 min Plano de aula n.o 2 * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO 34Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 1 y Geologia e métodos 1.1 Subsistemas terrestres Aprendizagens Essenciais Interpretar situações identificando exemplos de interações entre os subsistemas terrestres (atmosfera, biosfera, geosfera e hidrosfera). Sumário • Interações entre os subsistemas terrestres. • Saída de campo: Conectar as esferas. Conceitos • Geosfera, atmosfera, hidrosfera e biosfera. Atividades • Explorar as páginas 16 e 17 do Manual – Vol. 1. • Organizar a saída de campo «Conectar as esferas» (Dossiê do Professor): distribuir uma fotocópia dos documentos «Observações de campo – conectar as esferas» (anexo 1) e «Trabalho de pares – conectar as esferas» (anexo 2) por cada aluno. • Dinamizar a saída de campo de acordo com o roteiro de trabalho proposto no Dossiê do Professor. • Sugerir aos alunos a realização dos exercícios das páginas 4 e 5 do Caderno de Exercícios. Recursos • Manual – Vol. 1 (páginas 16 e 17) • Dossiê do Professor - Fotocópias dos documentos «Observações de campo – conectar as esferas» (anexo 1) e «Trabalho de pares – conectar as esferas» (anexo 2) • Caderno de Exercícios (páginas 4 e 5) Plano de aula no 1 135/150 min Plano de aula n.o 3 * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO Editávele fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 35 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 1 y Geologia e métodos 1.2 Ciclo das rochas Aprendizagens Essenciais Explicar o ciclo litológico com base nos processos de génese e características dos vários tipos de rochas, selecionando exemplos que possam ser observados em amostras de mão no laboratório e/ou no campo. Sumário • Ciclo das rochas. Conceitos • Ciclo das rochas, sedimentos, sedimentogénese, diagénese, rocha sedimentar, magma, rocha magmática plutónica, rocha magmática vulcânica, recristalização, rocha metamórfica. Atividades • Preparar, antecipadamente, cartões com os conceitos associados ao ciclo das rochas e um conjunto de setas em papel, para 5 grupos de trabalho. • Colocar ao grupo-turma as questões: «Será que uma rocha pode dar origem a outra rocha? Em que condições é que isto pode acontecer?». • A partir das respostas fornecidas pelos alunos, explorar a figura 11 da página 36 da unidade 1.2 do Manual – Vol. 1 – e/ou apresentação «Ciclo das rochas» referente a este assunto disponível na . • Projetar e explorar a animação «Ciclo das rochas» acessível na . • Fornecer, por grupo de trabalho, os cartões e as setas e solicitar a construção de um ciclo das rochas com esses materiais, para validar as aprendizagens desta aula. • Realizar e corrigir os exercícios «Compreender» e «Interpretar» da página 36 do Manual – Vol. 1. • Realizar e corrigir o grupo II dos Exercícios de integração das páginas 44 e 45 do Manual – Vol. 1. Recursos • Manual – Vol. 1 (páginas 36, 44 e 45) • – Apresentação «Ciclo das rochas» – Animação «Ciclo das rochas» Plano de aula n.o 13 90/100 min * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO 36Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 1 y Geologia e métodos 1.3 Princípios de raciocínio geológico. A idade e história da Terra Aprendizagens Essenciais Utilizar princípios de raciocínio geológico (atualismo, catastrofismo e uniformitarismo) na interpretação de evidências de factos da história da Terra (sequências estratigráficas, fósseis, tipos de rochas e formas de relevo). Sumário • Sequências estratigráficas. Princípio da sobreposição dos estratos e princípio da horizontalidade original. Conceitos • Estrato, sequência estratigráfica, princípio da sobreposição dos estratos, princípio da horizontalidade original, transgressão marinha, regressão marinha, lacuna estratigráfica, superfície de descontinuidade. Atividades • Relembrar os princípios do raciocínio geológico através da apresentação «Princípios do raciocínio geológico. A idade e história da Terra» disponível na ou, em alternativa, explorar «O essencial» da página 49 do Manual – Vol. 1. • Relembrar o conceito de sedimentogénese (conexões com a página 29 do Manual – Vol. 1). • Colocar ao grupo-turma a questão: Em que princípio de raciocínio geológico se poderá incluir a sedimentogénese? • Projetar e explorar a apresentação «Princípios do raciocínio geológico. A idade e história da Terra.» da , de modo a introduzir os conceitos relativos a esta aula. • Realizar e corrigir os exercícios «Interpretar» e «Compreender» das páginas 50 e 51 do Manual – Vol. 1. • Propor a realização de um pequeno trabalho de pesquisa sobre a vida e obra de alguns dos cientistas que contribuíram para o estudo da História da Terra, de forma que os alunos compreendam a ligação entre a evolução da sociedade e da ciência: sugestões de cientistas – Mary Anning, Arthur Holmes, William Smith, Paul Choffat e Alexandre Brongniart, por exemplo. Recursos • Manual – Vol. 1 (páginas 49, 50 e 51) • – Apresentação «Princípios do raciocínio geológico. A idade e história da Terra» Plano de aula n.o 19 90/100 min * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO Editávele fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 37 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 1 y Geologia e métodos 1.4 O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas Aprendizagens Essenciais Interpretar evidências de mobilismo geológico com base na Teoria da Tectónica de Placas (placa litosférica, limites divergentes, convergentes e transformantes/conservativos, rifte e zona de subducção, dorsais e fossas oceânicas). Sumário • Atividade prática: simulação da expansão dos fundos oceânicos. Conceitos • Pangeia, deriva dos continentes, expansão dos fundos oceânicos, fossas oceânicas, zonas de subducção, riftes. Atividades • Preparar a dinamização da atividade prática, nomeadamente, no que diz respeito aos materiais necessários (sugestão: pode pedir, com antecedência, os materiais a cada um dos grupos de trabalho). • Fornecer fotocópia (uma por cada aluno) do guião da atividade prática «Simulação da expansão dos fundos oceânicos», incluído no Dossiê do Professor. • Acompanhar a construção da maquete por todos os grupos, assim como o desenvolvimento do método. • Orientar o registo de resultados, tal como a sua discussão. • Corrigir a discussão de resultados e a conclusão da atividade prática (Dossiê do Professor), promovendo a comunicação por todos os elementos de todos os grupos. Recursos • Dossiê do Professor - Fotocópias do guião da atividade prática «Simulação da expansão dos fundos oceânicos» e do anexo 1 Plano de aula no 1 VERSÃO DE 135/150 min Plano de aula n.o 30 * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO 38Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 2 y Estrutura e dinâmica da geosfera 2.1 Vulcanismo Aprendizagens Essenciais Relacionar composição de lavas (ácidas, intermédias e básicas), tipo de atividade vulcânica (explosiva, mista e efusiva), materiais expelidos e forma de edifícios vulcânicos, em situações concretas/reais. Sumário • Tipos de atividade vulcânica e formação de rochas magmáticas (plutónicas e vulcânicas). Conceitos • Atividade vulcânica efusiva, atividade vulcânica explosiva, atividade vulcânica mista, lavas ácidas, lavas básicas, lavas intermédias, riólito, andesito, basalto, granito, diorito, gabro, vulcão escudo, estratovulcão, vulcão em domo. Atividades • Relembrar os tipos de rochas magmáticas (conexões entre as páginas 33 e 103 do Manual – Vol. 1 – e os tipos de atividade vulcânica das páginas 107 a 109 do Manual – Vol. 1). • Propor aos alunos a exploração do simulador «Atividade vulcânica e formação de rochas magmáticas» da . • Identificar, com os alunos, as variáveis consideradas no simulador. • Solicitar a construção de um mapa de conceitos que relacione os conteúdos que testaram no simulador. • Projetar a animação «Erupções vulcânicas históricas» acessível na . • Realizar e corrigir os Exercícios de Verificação da página 115 do Manual – Vol. 1. Recursos • Manual – Vol. 1 (páginas 33, 103, 107, 108, 109 e 115) • – Simulador «Atividade vulcânica e formação de rochas magmáticas» – Animação «Erupções vulcânicas históricas» Plano de aula n.o 32 90/100 min * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO Editávele fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 39 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 2 y Estrutura e dinâmica da geosfera 2.2 Sismologia Aprendizagens Essenciais Usar a Teoria da Tectónica de Placas para analisar dados de vulcanismo e sismicidade em Portugal e no planeta Terra, relacionando-a com a prevenção de riscos geológicos. Sumário • Atividade prática de resolução de problemas: construção antissísmica e diminuição de risco sísmico. Conceitos • Ondas sísmicas, vibração sísmica, gaiola pombalina. Atividades • Colocar ao grupo-turma as questões: Qual é a influência dos materiais dos edifícios na sua resposta a um sismo? Qual é a influência da altura de um edifício na sua resposta a um sismo? De que modo a estrutura dos edifícios pode diminuir o risco sísmico? (questões-problema que se encontram no guião da atividade prática «Construção antissísmica e diminuição de risco sísmico», incluída no Dossiê do Professor). • Dividir o quadro em três setores, um para cada questão. • Fornecer aos alunos post-it para registarem as respostas a cada uma das questões e solicitar a sua afixação no quadro. • Dividir a turma em 5/6 grupos e fornecer os materiais necessários para o desenvolvimento da atividade prática – que devem estar preparados antecipadamente (ver guião da atividade). • Acompanhar a construção da mesa de vibração e das maquetes dos edifícios por todos os grupos, assim como o desenvolvimento do método. • Orientar a discussão dos resultados, assim como as conclusões que se podem tirar desta atividade prática. • Solicitar aos alunos a recolha de cada um dos post-it que afixaram no quadro e a reformulação das suas respostas. Recursos • Dossiê do Professor - Fotocópias do guião da atividade prática «Construção antissísmica e diminuição do risco sísmico» Nota • Esta atividade é do tipo design thinking, que pressupõe que os alunos idealizem e desenvolvam o seu trabalho com liberdade e criatividade. Plano de aula no 1 VERSÃO DE 135/150 min Plano de aula n.o 41 * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO 40Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 2 y Estrutura e dinâmica da geosfera 2.3 Estrutura interna da Terra Aprendizagens Essenciais Discutir potencialidades e limitações dos métodos diretos e indiretos, geomagnetismo e geotermia (grau e gradiente geotérmicos e fluxo térmico) no estudo da estrutura interna da Terra. Sumário • Métodos de estudo do interior da Terra: geotermia. Conceitos • Gradiente geotérmico, grau geotérmico, fluxo térmico. Atividades • Projetar e explorar a apresentação «Métodos de estudo do interior da Terra» disponível na . Também pode explorar as páginas 184 e 185 do Manual – Vol. 1. • Realizar e corrigir os exercícios «Aplicar», «Formular hipóteses» e «Compreender» da página 185 do Manual – Vol. 1. • Explorar a atividade interativa «Geotermia» acessível na . • Solicitar a construção de um mapa de conceitos de todos os métodos de estudo do interior da Terra, a partir da utilização da síntese da página 191 do Manual – Vol. 1. Recursos • Manual – Vol. 1 (páginas 184, 185 e 191) • – Apresentação «Métodos de estudo do interior da Terra» – Atividade interativa «Geotermia» Plano de aula n.o 48 90/100 min * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO Editávele fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 41 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 3 y Biodiversidade 3.1 Diversidade e organização biológica Aprendizagens Essenciais Relacionar a diversidade biológica com intervenções antrópicas que podem interferir na dinâmica dos ecossistemas (interações bióticas/abióticas, extinção e conservação de espécies). Sumário • Sustentabilidade e conservação da natureza. Conceitos • Biodiversidade, dinâmica dos ecossistemas, sustentabilidade e conservação da natureza. Atividades • Dividir a turma em 3 grupos de trabalho, em que cada grupo tratará um dos tópicos a), b) e c) descritos na atividade «Comunicar Ciência» da página 25 do Manual – Vol. 2. • Dinamizar o Explorar + Atividades de ampliação «A redução da quantidade de fezes do hipopótamo coloca em perigo a fertilidade dos rios e lagos» da página 25 do Manual – Vol. 2. • Acompanhar o trabalho desenvolvido pelos alunos, assegurando a utilização de fontes fidedignas e a revisão por pares. • Solicitar apresentação do trabalho de cada grupo e avaliar, utilizando para isso a rubrica de avaliação para a apresentação oral, incluída no Dossiê do Professor. Recursos • Manual – Vol. 2. (página 25) • Computador/telemóvel • Dossiê do Professor – Rubrica de avaliação para a apresentação oral Notas • Trata-se de uma atividade relacionada com a comunicação em ciência, que deverá ser dinamizada com a turma dividida em turnos. • A apresentação dos trabalhos deverá ser realizada em grupo-turma normal. • O Professor poderá optar por dinamizar esta atividade em interdisciplinaridade com a disciplina de Português. Plano de aula no 1 VERSÃO DE 135/150 min Plano de aula n.o 52 * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO 42Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 3 y Biodiversidade 3.2 Células e biomoléculas Aprendizagens Essenciais Observar células e/ou tecidos (animais/vegetais) ao microscópio, tendo em vista a sua caracterização e comparação. Sumário • Observação de células ao MOC. Conceitos • Célula eucariótica, célula eucariótica vegetal, célula eucariótica animal, cloroplastos, membrana plasmática, núcleo, parede celular, citoplasma, vacúolos. Atividades • Colocar a questão-problema: Como se pode observar e estudar a estrutura das células eucarióticas? • Dividir a turma em grupos de trabalho. • Dinamizar a atividade de laboratório «Observação de células ao MOC» das páginas 44 e 45 do Manual – Vol. 2. Nota: O Professor deverá preparar com antecedência os materiais necessários a esta atividade de laboratório, nomeadamente a preparação de uma infusão. Para isto, poderá recorrer ao apoio à atividade de laboratório «Observação de células ao MOC», incluído no Dossiê do Professor. • Acompanhar e avaliar o trabalho desenvolvido pelos alunos; para a avaliação, poderá utilizar a rubrica de avaliação para a microscopia, incluída no Dossiê do Professor. • Realizar e corrigir a discussão, promovendo a comunicação entre todos os elementos de todos os grupos. • Elaborar, com os alunos, a resposta à questão-problema. • Projetar e explorar os vídeos laboratoriais «Observação de células ao MOC» da . Recursos • Manual – Vol. 2 (páginas 44 e 45) • – Vídeos laboratoriais «Observação de células ao MOC» • Dossiê do Professor – Apoio à atividade de laboratório «Observação de células ao MOC» – Rubrica de avaliação para a microscopia Nota Esta atividade deverá ser dinamizada com a turma dividida em turnos. Plano de aula n.o 55 135/150 min * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO Editávele fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 43 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 4 • Obtenção de matéria 4.1 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos Aprendizagens Essenciais Relacionar processos transmembranares (ativos e passivos) com requisitos de obtenção de matéria e de integridade celular. Sumário • Difusão simples e osmose. Conceitos • Permeabilidade seletiva da membrana, gradiente de concentração, transporte passivo, difusão simples, osmose, meio isotónico, meio hipertónico e meio hipotónico, potencial hídrico, pressão osmótica, aquaporinas. Atividades • Colocar a seguinte questão: Se a sobrevivência das células depende das trocas que realiza com o meio extracelular, qual é a estrutura celular que medeia essas trocas? • Relembrar a estrutura e a composição química da membrana plasmática – Modelo do mosaico fluido; poderá utilizar a figura 7 da página 83 do Manual – Vol. 2. • Colocar a seguinte questão: Tomando em consideração a estrutura e a composição química da membrana plasmática, de que forma as substâncias a ser transportadas (polares ou apolares) poderão ser mobilizadas para dentro e para fora das células? • Registar as respostas dos alunos no quadro. • Colocar a seguinte questão: Considerando o transporte através dos fosfolípidos, que tipo de substâncias serão transportadas e que fatores podem condicionar esse transporte? • Explorar a figura 12 da página 87 do Manual – Vol. 2. • Resolver e corrigir os exercícios «Interpretar» e «Colocar hipóteses» da página 87 do Manual – Vol. 2. • Projetar e explorar a animação «Transporte membranar», disponível na . • Explorar as figuras 13, 14 e 15 das páginas 88 e 89 do Manual – Vol. 2. • Explorar a figura 17 da página 90 do Manual – Vol. 2. • Realizar e corrigir os exercícios «Interpretar» e «Compreender» da página 90 do Manual – Vol. 2. • Construir, com a turma, um mapa de conceitos no quadro, aproveitando para sistematizar os conceitos de difusão simples, transporte passivo e osmose. Recursos • Manual – Vol. 2 (páginas 83, 87, 88, 89 e 90) • – Animação «Transporte membranar» Plano de aula n.o 62 90/100 min * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO 44Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 4 • Obtenção de matéria 4.2 Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos Aprendizagens Essenciais Interpretar dados experimentais sobre fotossíntese (espetro de absorção dos pigmentos, balanço dos produtos das fases química e fotoquímica), mobilizando conhecimentos de Química (energia dos eletrões nos átomos, processos exoenergéticos e endoenergéticos). Sumário • Fase fotoquímica da fotossíntese. Conceitos • Tilacoide, membrana do tilacoide, lúmen do tilacoide, estroma, ADP, NADP+, ATP, NADPH, fotossistemas, oxidação das clorofilas, oxidação da água, cadeia transportadora de eletrões, ATP sintase, fotofosforilação. Atividades • Projetar e explorar a apresentação «Fases da fotossíntese», apenas para a fase fotoquímica, disponível na . • Realizar e corrigir os exercícios «Compreender» da página 132 do Manual – Vol. 2. • Explorar a atividade interativa «Fotossíntese: fase fotoquímica» na . • Explorar a atividade «Interpretar dados experimentais» da página 133 do Manual – Vol. 2. Recursos • Manual – Vol. 2 (páginas 132 e 133) • – Apresentação «Fases da fotossíntese» – Atividade interativa «Fotossíntese: fase fotoquímica» Plano de aula n.o 68 90/100 min * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO Editávele fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 45 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 5 • Distribuição de matéria 5.1 Distribuição de matéria nas plantas Aprendizagens Essenciais Explicar movimentos de fluidos nas plantas vasculares com base em modelos (pressão radicular; adesão-coesão-tensão; fluxo de massa), integrando aspetos funcionais e estruturais. Sumário • Transporte de seiva floémica. Conceitos • Seiva floémica, tubo crivoso, células de companhia, fonte, sumidouro, seiva xilémica, vaso de xilema, modelo de fluxo de massa sob pressão, carga do floema, descarga do floema. Atividades • Colocar a seguinte questão: Como seguir o trajeto da seiva floémica? • Realizar e corrigir a atividade «Interpretar dados experimentais», da página 158 do Manual – Vol. 2. • Explorar a figura 17 da página 159 do Manual – Vol. 2. • Realizar e corrigir os exercícios «Interpretar» da página 159 do Manual – Vol. 2. • Explorar a figura 18 da página 160 do Manual – Vol. 2. • Explorar o infográfico «Transporte da seiva floémica», disponível na . • Explorar o quiz «Transporte nas plantas» na . Recursos • Manual – Vol. 2 (páginas 158, 159 e 160) • – Infográfico «Transporte da seiva floémica» – Quiz «Transporte nas plantas» Plano de aula n.o 73 90/100 min * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO 46Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 5 • Distribuição de matéria 5.2 Transporte nos animais Aprendizagens Essenciais Interpretar dados sobre composição de fluidos circulantes (sangue e linfa dos mamíferos) e sua função de transporte. Sumário • Fluidos circulantes em mamíferos: sangue e linfa. Conceitos • Plasma sanguíneo, leucócitos, eritrócitos, fluido intersticial, fluido intracelular, meio interno, sistema linfático, linfa. Atividades • Colocar as seguintes questões: Como é constituído o sangue do ser humano? E a linfa? Existirá alguma relação entre estes dois fluidos circulantes? (Serve como diagnóstico das aprendizagens relativas ao 9.o ano). • Registar as respostas dos alunos no quadro. • Explorar a figura 11 da página 186 do Manual – Vol. 2. • Realizar e corrigir os exercícios «Interpretar» e «Aplicar» da página 186 do Manual – Vol. 2. • Explorar a figura 12 da página 187 do Manual – Vol. 2. • Realizar e corrigir os exercícios «Interpretar» da página 187 do Manual – Vol. 2. • Explorar a atividade interativa «Fluidos circulantes nos mamíferos» na . • Explorar o quiz «Sangue e linfa» na . • Solicitar a audição do podcast da página 188 do Manual – Vol. 2 e a elaboração de um mapa de conceitos desta unidade. Recursos • Manual – Vol. 2 (páginas 186 e 187) • – Atividade interativa «Fluidos circulantes nos mamíferos» – Quiz «Sangue e linfa» • Telemóvel (para escutar o podcast) Plano de aula n.o 81 90/100 min * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO Editávele fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 47 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 6 • Transformação e utilização de energia pelos seres vivos 6.1 Obtenção de energia Aprendizagens Essenciais Relacionar a ultraestrutura de células procarióticas e eucarióticas (mitocôndria) com as etapas da fermentação e respiração. Sumário • Respiração aeróbia. Conceitos • Mitocôndria, glicólise, formação de acetil-CoA, ciclo de Krebs, fosforilação oxidativa. Atividades • Projetar e explorar a apresentação «Transformação e utilização de energia pelos seres vivos», disponível na . • Projetar e explorar a animação «Respiração aeróbia», acessível na . • Realizar e corrigir o grupo II dos Exercícios de integração das páginas 222 e 223 do Manual – Vol. 2. Recursos • Manual – Vol. 2 (páginas 222 e 223) • – Apresentação «Transformação e utilização de energia pelos seres vivos» – Animação «Respiração aeróbia» Plano de aula n.o 85 90/100 min * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    VERSÃO DE DEMONSTRAÇÃO 48Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Escola _________________________________________________________________________________________ Ano _____________ Turma _____________ Aula n.o _____________ Data ______/______/________ DOMÍNIO 6 • Transformação e utilização de energia pelos seres vivos 6.2 Trocas gasosas Aprendizagens Essenciais Observar estomas, realizando procedimentos laboratoriais e registos legendados das observações efetuadas. Sumário • Atividade de laboratório: observação e interpretação de dados sobre a abertura e o fecho dos estomas. Conceitos • Estomas, células-guarda, meio hipertónico, meio hipotónico, osmose, pressão de turgescência, células-guarda túrgidas, células-guarda flácidas. Atividades • Dividir a turma em grupos de trabalho. • Dinamizar a atividade de laboratório «Observação e interpretação de dados sobre a abertura e o fecho dos estomas» da página 231 do Manual – Vol. 2. Nota: O Professor deverá preparar com antecedência os materiais necessários para esta atividade de laboratório. • Acompanhar e avaliar o trabalho desenvolvido pelos alunos; para a avaliação, poderá utilizar a rubrica de avaliação para a microscopia, incluída no Dossiê do Professor. • Propor a utilização de câmaras térmicas já disponíveis para telemóveis (pretende-se que os alunos observem diferenças de contraste nas preparações microscópicas). • Realizar e corrigir a discussão, promovendo a comunicação entre todos os elementos de todos os grupos. • Projetar e explorar o vídeo laboratorial «Observação e interpretação de dados sobre a abertura e o fecho dos estomas», disponível na . Recursos • Manual – Vol. 2 (página 231) • – Vídeo laboratorial «Observação e interpretação de dados sobre a abertura e o fecho dos estomas» • Dossiê do Professor – Rubrica de avaliação para a microscopia Nota Esta atividade deverá ser dinamizada com a turma dividida em turnos. Plano de aula n.o 99 135/150 min * Os planos de aula estarão disponíveis, para professores adotantes, em versão completa, na , a partir de setembro de 2021.
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    Materiais para Avaliação Materiais para Avaliação • Testes •Testes práticos • Questões de aula • Prova global • Rubricas de avaliação • Propostas de solução Biologia e Geologia 1O.O Ano
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 49 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. GRUPO I A enciclopédia geológica natural – Ilha de Santa Maria A ilha de Santa Maria é a ilha mais antiga dos Açores e isso moldou-lhe a paisagem. Foi a primeira ilha a ser descoberta e isso moldou-lhe o caráter. Dia sim, dia não, descobrem-se novidades sobre a evolução geológica da ilha, onde há um deserto vermelho, pedras que cantam e até uma «calçada dos gigantes». Ao longo da sua existência esteve várias vezes debaixo de água, o que ficou inscrito no seu interior, que se revela nas rochas vulcânicas e sedimentares. É nestes depósitos sedimentares calcários que abundam fósseis, desde conchas e outros moluscos a alguns de maior porte, o que é único nos Açores. Santa Maria revela-se como uma enciclopédia geológica natural, destino de várias expedições científicas. Existem diversos tipos de fósseis na Pedra-que-pica, uma jazida de milhões de fósseis, incluindo de dentes de peixes e tubarões, onde o único acesso é feito pelo mar. Na Pedreira do Campo, há paredes que chegam aos 15 metros de altura, com uma notável sequência de lavas submarinas; outra parte da pedreira revela rochas sedimentares com abundantes fósseis. A descoberta dos piroclastos e bioclastos foi um feliz acidente causado pela exploração da pedra, que ainda se faz na zona, sem que tal assuste as garças-reais que aqui passeiam calmamente. O que já deixou de se fazer foi a cal, para qual se utilizavam as rochas sedimentares cobertas de fósseis. Nas redondezas, aliás, a gruta do Figueiral, artificial, é uma recordação da extração para a cal e um «mural» para as várias camadas geológicas da ilha. https://acervo.publico.pt/fugas/noticia/ilhas-a-enciclopedia-geologica-natural-1733157 (consultado em 20/03/2021) 1. A ilha de Santa Maria possui uma origem ________ estando associada a limites ________. (A)vulcânica ... divergentes (B)sedimentar ... divergentes (C) vulcânica ... convergentes (D)sedimentar ... convergentes 2. As rochas vulcânicas resultam da consolidação ________ à /em ________. (A)da lava ... profundidade (B)da lava ... superfície (C) do magma ... profundidade (D)do magma ... superfície 3. As rochas sedimentares formadas a partir de restos de seres vivos são (A)quimiogénicas. (B)detríticas consolidadas. (C) detríticas não consolidadas. (D)biogénicas. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Teste de avaliação diagnóstica
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    50 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 4. Considere as afirmações seguintes, relativas a três tipos de rochas. I. O basalto é uma rocha magmática extrusiva. II. O sal-gema é uma rocha sedimentar detrítica. III. O xisto é uma rocha não foliada. (A)I e II são verdadeiras; III é falsa. (B)I é verdadeira; II e III são falsas. (C) II e III são verdadeiras; I é falsa. (D)I e III são verdadeiras; II é falsa. 5. Os fósseis de idade têm uma __________ distribuição __________, sendo __________ fósseis de ambiente. (A)grande ... estratigráfica ... o contrário dos (B)pequena ... geográfica ... igual aos (C) pequena ... estratigráfica ... igual aos (D)grande ... geográfica ... o contrário dos 6. Ordene as etapas identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir o processo de fossilização. A. As partes moles dos organismos são decompostas. B. Ocorre o afloramento das rochas com fósseis. C. Os organismos morrem e acumulam-se numa bacia sedimentar. D. Os movimentos tectónicos provocam o levantamento dos estratos que contêm os fósseis. E. Ocorre deposição de sedimentos que cobrem os organismos. ____________________________________________________________________________________________ 7. O movimento das placas litosféricas pode dever-se às correntes de convecção do manto. Explique o mecanismo das correntes de convecção. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 51 GRUPO II Escorpiões – animais enigmáticos Apesar de, à primeira vista, os escorpiões apresentarem poucas semelhanças com as aranhas, os investigadores incluem-nos na classe dos Aracnídeos, juntamente com as aranhas e os ácaros. Como acontece com os restantes artrópodes, apresentam um esqueleto externo quitinoso e apêndices articulados, necessitando de mudas sucessivas para que o exoesqueleto acompanhe o crescimento do animal. Os escorpiões são predadores noturnos ou crepusculares, que se alimentam principalmente de insetos e aranhas, podendo incluir também na sua dieta outros animais de maior tamanho, como pequenos roedores e répteis. Para capturar as presas de menores dimensões, os escorpiões utilizam somente as quelíceras, evitando dessa forma gastar desnecessariamente o seu veneno, mas nas presas de maior tamanho, recorrem ao veneno do seu aguilhão caudal, que as paralisa, facilitando assim a sua captura. O processo de ingestão do alimento é lento, podendo demorar duas horas para devorar completamente uma barata. Em relação ao tamanho, é variável de espécie para espécie, indo desde os 9 mm no escorpião cavernícola Typhlochactas mitchelli, até aos 20 cm de comprimento na espécie africana Pandinus imperator. Na realidade, são organismos extremamente fascinantes, pois possuem uma enorme resistência à radioatividade (pensa-se que são 150 vezes mais resistentes do que o ser humano) e às condições adversas dos meios inóspitos onde geralmente habitam. No entanto, as suas proezas não se ficam por aqui. Conhecem-se relatos de escorpiões que viveram três anos sem se alimentarem, que suportaram temperaturas extremas de -10 °C e de 60 °C, que não foram afetados por condições extremas de desidratação e que sobreviveram a dois dias de imersão. Adaptado de http://naturlink.pt/article.aspx? menuid=2cid=10724bl=1viewall=true (consultado em 20/03/2021) Fig. 1 Escorpião. 1. Os escorpiões são seres ___________ e ___________. (A)consumidores ... herbívoros (B)consumidores ... carnívoros (C) decompositores ... herbívoros (D)decompositores ... carnívoros
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    52 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. Os escorpiões são seres ___________, formados por células ___________. (A)multicelulares ... procarióticas (B)multicelulares ... eucarióticas (C) unicelulares ... procarióticas (D)unicelulares ... eucarióticas 3. As células dos escorpiões têm, em comum com as bactérias, (A)a parede e a membrana celular. (B)a parede celular. (C) a membrana celular. (D)os cloroplastos. 4. Numa população de escorpiões, o número de indivíduos diminui se (A)aumentar o número dos seus predadores. (B)aumentar o número das suas presas. (C) diminuir a temperatura até -10 °C. (D)aumentar a temperatura até 60 °C. 5. A predação é um tipo de interação (A)interespecífica, sendo ambos (predador e presa) beneficiados. (B)interespecífica, sendo o predador beneficiado e a presa prejudicada. (C) intraespecífica, sendo o predador e a presa prejudicados. (D)intraespecífica, sendo ambos (predador e presa) beneficiados. 6. Ordene as etapas identificadas pelas letras de A a E, de modo a descrever uma sucessão ecológica secundária que pode ocorrer no ecossistema onde vivem os escorpiões. A. Germinação de sementes de plantas anuais. B. Instalação de uma nova comunidade clímax. C. Diversificação da fauna e da flora. D. Destruição da comunidade na sequência de um incêndio. E. Aparecimento das ervas e pequenos arbustos. ____________________________________________________________________________________________ 7. As chuvas ácidas podem ter um efeito nefasto em diversos habitats. Explique de que forma as chuvas ácidas podem prejudicar os seres vivos dos habitats afetados. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 53 GRUPO III O mal das montanhas O «mal das montanhas», também conhecido como «doença das alturas» ou «mal agudo das montanhas», é um problema causado pela escassez de oxigénio, em grandes altitudes, impossibilitando que o organismo capte este gás, resultando num conjunto de efeitos nefastos ao organismo. Esta doença afeta os montanhistas, e quando não é tratada, pode levar a um edema pulmonar ou cerebral, podendo evoluir para a morte. Os primeiros sinais clínicos manifestam-se 4 a 8 horas antes de se atingirem altitudes superiores a 3500 metros, no entanto, pode aparecer em altitudes inferiores, variando de acordo com o organismo de cada pessoa. As altitudes responsáveis pela doença dividem-se em três categorias: x moderadas: entre 2400 a 3600 metros; x altas: entre 3600 a 5400 metros; x extremas: superiores a 5400 metros. O «mal agudo das montanhas» ocorre em indivíduos que moram ao nível do mar e que sobem a uma altitude moderada, em 1 a 2 dias. Este processo resulta numa falta de ar, aumento a frequência cardíaca e consequente cansaço. Aproximadamente 20% dos indivíduos sentem dores de cabeça, náuseas, vómitos e insónias. O extenuante exercício físico leva a piorar os sintomas. A maior parte das pessoas recupera dentro de poucos dias. Esta perturbação tem uma maior prevalência entre os jovens do que entre as pessoas mais velhas. Adaptado de www.infoescola.com/doencas/mal-das-montanhas (consultado em 20/03/2021) Tabela 1 Relação entre a altitude e os valores de pressão atmosférica, pressão alveolar e saturação arterial de O2. Altitude (m) Pressão atmosférica (mm Hg) PO2 alveolar (mm Hg) Saturação arterial de O2 (%) 0 760 100 97 973 680 94 96 1976 600 78 94 3040 523 62 90 4286 450 51 86 5594 380 42 75 6992 305 31 60 8859 230 19 33 1. O «mal agudo das montanhas» (A)relaciona-se com a diminuição do oxigénio na atmosfera, dificultando a captação do gás. (B)afeta apenas a pressão parcial de oxigénio nos alvéolos pulmonares. (C) afeta apenas a pressão parcial de oxigénio no sangue. (D)resulta apenas numa falta de ar, nos indivíduos que a manifestam.
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    54 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. A uma altitude de _______ metros, o oxigénio passa dos alvéolos pulmonares para o sangue se o valor da pressão de oxigénio no capilar for _______ a _______ mm Hg. (A)0 ... superior ... 760 (B)1976 ... superior ... 600 (C) 4286 ... inferior ... 51 (D)8859 ... inferior ... 230 3. Na metade ________ do coração circula sangue ________, e este é bombeado para os tecidos pela ________. (A)esquerda ... venoso ... artéria pulmonar (B)direita ... arterial ... artéria aorta (C) esquerda ... arterial ... artéria aorta (D)direita ... venoso ... artéria pulmonar 4. A oxigenação do sangue ocorre de acordo com a seguinte sequência: (A)aurícula direita, ventrículo direito, pulmões, veias pulmonares. (B)ventrículo direito, artéria pulmonar, pulmões, veias pulmonares. (C) ventrículo esquerdo, artéria aorta, todas as partes do corpo, veias cavas. (D)aurícula esquerda, ventrículo esquerdo, artéria aorta, veias cavas. 5. A falta de oxigénio provoca um(a) __________ do raciocínio lógico, o que compromete os atos __________ de um indivíduo. (A)aumento ... involuntários (B)diminuição ... involuntários (C) aumento ... voluntários (D)diminuição ... voluntários Grupo Item Cotação (em pontos) I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 10 10 10 10 10 10 15 75 II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 10 10 10 10 10 10 15 75 III 1. 2. 3. 4. 5. 10 10 10 10 10 50 TOTAL 200
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 55 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. GRUPO I A água, os produtos hidrófugos e os monumentos nacionais A água é um dos principais agentes envolvidos nos processos de degradação das rochas utilizadas nas construções. A preservação e conservação das rochas, que visam evitar a permanência do contacto com a água e a redução da penetração da água nesse material, podem ser feitas através da utilização de produtos hidrófugos. Apesar de estes produtos serem muito eficazes, podem ter efeitos indesejados, como alterações do aspeto visual das rochas. A grande afinidade entre a água e os materiais de construção, como as rochas, advém do seu comportamento polar (Fig. 1) e das características dos materiais com os quais contacta. As superfícies dos materiais, normalmente com carga negativa, atraem as extremidades positivas da molécula de água, dadas pelos átomos de hidrogénio. A aplicação de um produto hidrófugo numa superfície rochosa vai alterar esta situação. Dado que estes produtos possuem ligações polares e não polares na sua estrutura molecular, a parte polar da molécula é atraída para a superfície (grupos OH) e a não polar para o exterior (Fig. 2), reduzindo assim a aptidão de molhagem da superfície tratada. Grande parte dos materiais utilizados nas construções são porosos, ou seja, com características propícias à circulação de água e de soluções salinas no seu interior. Quando, no inverno, a água congela dentro do material rochoso que é poroso, o aumento de volume origina forças que fissuram este material. Por outro lado, a água que circula no interior dos materiais porosos transporta sais dissolvidos, que podem cristalizar e serem também responsáveis por processos de degradação relevantes. O Mosteiro dos Jerónimos é um dos monumentos nacionais que está a ser alvo de medidas de conservação e restauro. Na sua cantaria encontram-se algumas variedades de um calcário branco, cristalino, compacto, designado «pedra lioz». Quando este calcário se formou, existiam rudistas no ambiente, cujos fósseis aparecem em maior ou menor proporção na rocha. Os rudistas constituem um grupo de animais de ambientes marinhos, de águas quentes e de salinidade normal, que habitaram os mares do Cretácico. Adaptado de Perdiz, A. (2016). Conservação de pedras carbonatadas. Estudo da evolução da ação hidrófuga e consolidante de tratamentos submetidos a exposição natural. Tese de dissertação de Mestrado em Engenharia Civil. Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa. Fig. 1 Carácter polar da molécula de água. Fig. 2 Atuação de um produto hidrófugo, após aplicação numa superfície polar. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Teste de avaliação 1 Subsistemas terrestres Ciclo das rochas Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra.
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    56 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. O texto descreve uma interação entre os subsistemas (A) atmosfera e hidrosfera. (B) geosfera e atmosfera. (C) geosfera e biosfera. (D) atmosfera e biosfera. 2. A aplicação de produtos hidrófugos nas rochas usadas na construção dos monumentos nacionais (A) não traz quaisquer consequências negativas. (B) provoca a diminuição da compactação e dureza das rochas. (C) justifica-se pelo facto das rochas serem porosas. (D) faz diminuir, provavelmente, a resistência destes materiais. 3. Ao congelar, a água contida nas rochas provoca (A) o aumento da meteorização desses materiais. (B) o aumento da erosão desses materiais. (C) o aumento da circulação de soluções salinas por entre os seus poros. (D) a diminuição da fissuração desses materiais. 4. Considere as afirmações seguintes, relativas à «pedra lioz». I. É uma rocha sedimentar detrítica. II. Faz efervescência com o ácido clorídrico. III. Formou-se em ambientes marinhos de águas quentes. (A) I e II são verdadeiras; III é falsa. (B) II e III são verdadeiras; I é falsa. (C) III é verdadeira; I e II são falsas. (D) I é verdadeira; II e III são falsas. 5. Segundo os dados do texto, os rudistas (A) têm apenas importância estratigráfica. (B) eram animais típicos de águas altamente salinizadas. (C) podem ser considerados como fósseis de fácies e fósseis de idade. (D) permitem aplicar o princípio da sobreposição dos estratos.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 57 6. Faça corresponder cada uma das características das rochas sedimentares referidas na coluna A à respetiva designação, que consta na coluna B. Coluna A Coluna B (a) Desagregada e muito porosa. [ ____ ] (b) Quimiogénica e carbonatada. [ ____ ] (c) Biogénica, geralmente, de cor preta. [ ____ ] (1) Sal-gema (2) Areia (3) Argilito (4) Calcário (5) Carvão 7. Uma coluna estratigráfica na qual a dimensão dos sedimentos aumenta da camada do topo para a camada da base traduz uma ______ marinha, com consequente _____ da linha de costa. (A) regressão … recuo (B) transgressão … recuo (C) transgressão … avanço (D) regressão … avanço 8. Indique as designações dos processos que conduzem à formação de um conglomerado a partir de um granito. ____________________________________________________________________________________________ 9. Explique de que forma a aplicação de produtos hidrófugos constitui uma medida de conservação de monumentos. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    58 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 GRUPO II Uma nova trilobite em Portugal A família de trilobites Brachymetopidae é representada exclusivamente pelo género Radnori no Ordovícico e no Silúrico. Até 2015, o registo mais antigo documentado do género Radnoria localizava-se no sul da China, pois não é comum encontrar-se fósseis deste género em rochas do Ordovícico, mas é particularmente diverso no Ordovícico Superior do Peri-Gondwana europeu – um supercontinente do início do Paleozoico que acabou por se unir a outras massas continentais para dar origem à Pangeia no Triásico Médio. Uma nova espécie de trilobite, Radnoria guyi, foi descoberta em Portugal, em rochas da formação Cabeço do Peão, na vila de Pereiro, a cerca de 4 km a noroeste de Mação, na parte norte do distrito de Santarém (Fig. 3). A descoberta de fósseis desta nova espécie na formação Cabeço do Peão, do Ordovícico Superior, trouxe uma nova luz para a compreensão da sua biogeografia, sugerindo que teve uma origem em regiões da Peri-Gondwana de alta latitude. Os fósseis encontrados são de exoesqueleto, com um cefalão em forma de ferradura e um tórax composto por nove segmentos (Fig. 4). A formação Cabeço do Peão está dividida em membros, dos quais se destacam o membro do Queixopêrra (Queixopêrra Mmb), altamente fossilífero, rico em trilobites, braquiópodes, briozoários e equinodermes e o membro do Aziral (Aziral Mmb), cuja sequência estratigráfica se encontra representada na figura 5. Fig. 3 Localização geográfica do afloramento do membro da Queixopêrra da formação Cabeço do Peão, perto da vila de Pereiro, Mação (centro de Portugal). Fig. 4 Fósseis de Radnoria guyi, mostrando as regiões do cefalão e do tórax. Fig. 5 Secção da sequência estratigráfica da Formação Cabeço do Peão, com identificação dos membros da Queixopêrra e do Aziral e dos locais de recolha dos fósseis de trilobites, assinalados com estrelas vermelhas. Adaptado de www.researchgate.net/publication/281888992 (consultado em 12/03/2021)
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 59 1. Segundo o princípio da _______, o membro do Queixopêrra da formação Cabeço do Peão é ______ do que o membro do Aziral. (A) sobreposição dos estratos … mais recente (B) identidade paleontológica … mais recente (C) sobreposição dos estratos … mais antigo (D) identidade paleontológica … mais antigo 2. A extinção das trilobites pode ser interpretada à luz do princípio do ______, uma vez que se verificou ______. (A) gradualismo … numa série de eventos, ao longo de um grande período (B) gradualismo … num evento único, de grandes proporções, localizado no tempo (C) catastrofismo … numa série de eventos, ao longo de um grande período (D) catastrofismo … num evento único, de grandes proporções, localizado no tempo 3. A fossilização é um processo (A) raro porque exige um conjunto de circunstâncias especiais. (B) raro porque apenas ocorre em seres vivos de pequenas dimensões. (C) raro porque apenas ocorre em animais com esqueleto externo. (D) frequente porque ocorre em animais e plantas. 4. A transição entre o membro do Queixopêrra e o membro do Aziral marca uma alteração (A) das condições de pressão e temperatura a que as rochas destes membros se formaram. (B) do processo de fossilização das trilobites que existem nas rochas destes membros. (C) das condições de sedimentação para a formação das rochas que os delimitam. (D) de localização do continente Peri-Gondwana para regiões de altas latitudes. 5. Os fósseis de trilobites permitem determinar a idade ______ das rochas em que se encontram, na medida em que os seres vivos que lhes deram origem apresentavam uma reduzida distribuição ______ e uma ampla distribuição ______. (A) absoluta … estratigráfica … geográfica (B) absoluta … geográfica … estratigráfica (C) relativa … estratigráfica … geográfica (D) relativa … geográfica … estratigráfica
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    60 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 6. Os argilitos são rochas sedimentares detríticas ______, que ______. (A) consolidadas … não se conseguem riscar com a unha (B) consolidadas … cheiram a barro quando bafejadas (C) não consolidadas … não se conseguem riscar com a unha (D) não consolidadas … cheiram a barro quando bafejadas 7. O rio Tejo, que atravessa o distrito de Santarém, deu origem, ao longo do seu percurso, a algumas formas de relevo, como os vales em ______, a ______ devido à sua ______. (A) V … montante … capacidade erosiva (B) V … jusante … capacidade erosiva (C) U … montante … capacidade de sedimentação (D) U … jusante … capacidade de sedimentação 8. Indique a designação da ação erosiva do mar. ____________________________________________________________________________________________ 9. As trilobites foram organismos bentónicos, isto é, viviam sobre sedimentos que cobriam os fundos oceânicos, e apresentavam um exoesqueleto rígido. Explique por que razão essas características facilitaram a sua fossilização. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 61 GRUPO III O maciço de Monchique O maciço de Monchique situa-se a noroeste do Algarve e é constituída por dois blocos topográficos, a Fóia e a Picota, que são cumes de natureza magmática. Esta natureza explica a existência da zona termal de Monchique (água mineralizada das Caldas de Monchique), relacionada com a presença de fraturas que permitem a infiltração da água superficial e a sua circulação nas zonas profundas do interior do maciço eruptivo. A Fóia, com cerca de 902 metros de altitude e orientação, aproximadamente, este-oeste, constitui o ponto mais alto de Portugal Continental a sul do Rio Tejo. A Picota, com 774 metros de altitude e orientação nordeste-sudoeste, ocupa quase metade da área total do maciço ígneo (Fig. 6). O maciço intrusivo de Monchique, incluído na chamada Província Ígnea Alcalina da Península Ibérica, destaca-se pelas suas características raras (ao nível europeu), situando-se, mundialmente, entre os maiores maciços de sienitos nefelínicos existentes (rocha constituída por feldspatos, anfíbolas, piroxenas e nefelina). Esta intrusão, contemporânea dos maciços de Sintra e Sines, apresenta uma estrutura anelar ou concêntrica, constituída por dois tipos de sienitos nefelínicos, que refletem duas fases de intrusão: um nuclear, situado numa zona mais central, que ocupa mais de metade da área total do maciço (cerca de 60%), e outro, mais periférico, que ocupa cerca de 40% da totalidade do maciço. O sienito nuclear, com um conteúdo de nefelina que varia entre os 25% e os 40%, caracteriza-se por apresentar uma textura e granulometria bastante homogéneas. O sienito típico da zona exterior contém, por sua vez, um teor de nefelina inferior a 10%, ainda que, nalguns locais, atinje os 20%, e apresenta uma composição mineralógica, uma textura e uma granulometria mais heterogéneas, expondo, ainda, um grau de fraturação superior ao do sienito da unidade central. A intrusão do maciço ígneo originou uma auréola de metamorfismo, onde é possível observar corneanas, com cerca de 200 metros a 1 km de espessura, que envolve a totalidade do corpo intrusivo. Fig. 6 Carta geológica simplificada da região de Monchique. Adaptado de: Parreiral, R. (2011). Representações para o Ensino e a Aprendizagem de Temas de Geologia no Ensino Básico e no Ensino Secundário. Tese de doutoramento em História e Metodologia das Ciências Geológicas. Universidade de Coimbra.
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    62 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. O sienito é uma rocha ______ com textura ______. (A) metamórfica … foliada (B) metamórfica … não foliada (C) magmática plutónica … fanerítica (D) magmática vulcânica … afanítica 2. É ______ encontrar fósseis numa rocha como o sienito, uma vez que as condições que presidem à formação desta rocha ______ as mais adequadas para a formação de fósseis. (A) improvável … não são (B) improvável … são (C) provável … não são (D) provável … são 3. Rochas como o riolito resultam de um arrefecimento ______ da lava. O magma que lhe deu origem pode também formar ______ se consolidar em profundidade. (A) rápido … gabro (B) rápido … granito (C) lento … gabro (D) lento … granito 4. Considere as afirmações seguintes, relativas ao ciclo das rochas. I. Qualquer rocha metamórfica resulta de transformações, no estado sólido, de uma rocha-mãe. II. Apenas as rochas sedimentares dão origem a rochas metamórficas. III. As rochas magmáticas podem resultar da fusão de qualquer tipo de rocha. (A) I e II são falsas; III é verdadeira. (B) I é falsa; II e III são verdadeiras. (C) II e III são falsas; I é verdadeira. (D) I e III são falsas; II é verdadeira. 5. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a E, de modo a traduzir a evolução da instalação do maciço de Monchique. A. Ascensão do maciço para a superfície devido a movimentos tectónicos. B. Deposição e litificação das rochas que originaram metapelitos e metagrauvaques. C. Formação de uma auréola de metamorfismo. D. Infiltração das águas superficiais e circulação em zonas profundas do maciço. E. Formação do magma em profundidade. ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 63 6. A formação de sedimentos aluviais recentes é resultado da geodinâmica ______, cuja fonte de energia é o ______. (A) interna … calor interno da Terra (B) interna … Sol (C) externa … calor interno da Terra (D) externa … Sol 7. A corneana é uma rocha de metamorfismo ______ que resulta da ______. (A) regional … atuação de pressão não litostática devido a movimento tectónicos (B) regional … libertação de calor e fluidos do magma para as rochas encaixantes (C) de contacto … atuação de pressão não litostática devido a movimento tectónicos (D) de contacto … libertação de calor e fluidos do magma para as rochas encaixantes 8. O uniformitarismo é um princípio de raciocínio geológico que se distingue do ______, pois considera que existe ______. (A) neocatastrofismo ... uma causa catastrófica para cada mudança verificada na Terra (B) neocatastrofismo … apenas fenómenos graduais e lentos que explicam mudanças na Terra (C) catastrofismo ... apenas alguns fenómenos catastróficos que explicam mudanças na Terra (D) catastrofismo ... uma causa diferente no passado e no presente para explicar as mudanças na Terra 9. Explique de que forma o maciço de Monchique condiciona a composição das águas mineralizadas das Caldas de Monchique. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ Grupo Item Cotação (em pontos) I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 7 7 7 7 7 7 7 5 12 66 II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 7 7 7 7 7 7 7 5 12 66 III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 7 7 7 7 7 7 7 7 12 68 TOTAL 200
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 65 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. GRUPO I Paleontólogo descobre fóssil com mais de 300 milhões de anos na Bacia Carbonífera do Douro O paleontólogo e investigador do Instituto de Ciências da Terra da Universidade do Porto descobriu, na Bacia Carbonífera do Douro (Fig. 1), em Gondomar, um fóssil de um novo grupo de plantas em rochas com 300 milhões de anos. O novo fóssil batizado Iberisetum wegeneri, em homenagem ao geólogo e meteorologista alemão Alfred Wegener, autor da Teoria da Deriva Continental, representa um novo género e uma nova espécie de um grupo extinto de plantas primitivas. O estudo foi publicado na revista Historical Biology com o contributo de outros dois investigadores, Artur Sá, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e ďLJŶĥŬ aŝŵƽŶĞŬ͕ do Instituto Czech Geological Survey. Uma das características peculiares do Iberisetum wegeneri é possuir grandes bainhas foliares que funcionavam como painéis solares, onde as folhas estavam orientadas para o sol, com a finalidade de maximizar a captura de luz para a fotossíntese da planta primitiva. Esta morfologia funcional é o resultado de uma adaptação evolutiva das plantas residentes às condições climáticas e ecológicas restritas aos ambientes intramontanhosos da Bacia do Douro. A Bacia do Douro era parte integrante da primitiva Ibéria que estava localizada em latitudes equatoriais (tropicais) no Carbonífero superior, há cerca de 300 milhões de anos, e albergou uma grande diversidade de flora. Um ambiente deposicional intramontanhoso como a Bacia do Douro favoreceu a deposição e a preservação de muitos restos de flora (e alguns elementos faunísticos) no registo fóssil na região. Esta região é uma das mais ricas em fósseis do Carbonífero da Bacia do Douro, e já foram identificadas cerca de 12 novas espécies para a ciência. A fauna fóssil identificada compreende também uma diversidade de bivalves fluviais (não marinhos). Fig. 1 Bloco-diagrama interpretativo do sistema deposicional e dos respetivos subambientes de sedimentação na Bacia Carbonífera do Douro. Adaptado de www.natgeo.pt/ciencia/2021/02/paleontologo-descobre-fossil-com-mais-de-300-milhoes-de-anos-na-bacia- carbonifera e Fernandes, I. Percursos Geológicos no Sulco Carbonífero Dúrico-Beirão (consultado em 20/02/2021) Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Teste de avaliação 2 O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas Vulcanismo
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    66 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. Identifique as rochas sedimentares detríticas que se encontram na Bacia Carbonífera do Douro. ____________________________________________________________________________________________ 2. As rochas que contêm fósseis de Iberisetum wegeneri são da Era ______ e estes organismos eram contemporâneos das ______. (A) Mesozoica ... amonites (B) Paleozoica ... trilobites (C) Mesozoica ... trilobites (D) Paleozoica ... amonites 3. Considere as afirmações seguintes relativas aos fósseis de Iberisetum wegeneri. I. Apresentam evidências de adaptações a climas frios e montanhosos. II. Permitem conhecer o paleoambiente terrestre. III. Formam-se devido a um lento enterramento por sedimentos finos. (A) I e II são verdadeiras; III é falsa. (B) II e III são verdadeiras; I é falsa. (C) II é verdadeira; I e III são falsas. (D) I é verdadeira; II e III são falsas. 4. A Teoria da Deriva Continental de Wegener (A) baseou-se em três tipos de dados que defendiam a existência de um supercontinente. (B) foi apoiada pela Teoria da Expansão dos Fundos Oceânicos. (C) explica o afastamento das placas litosféricas, a partir da zona do rifte. (D) defende o imobilismo das placas litosféricas. 5. O carvão é uma rocha sedimentar ______ formada em ambientes ______. (A) biogénica … continentais pantanosos (B) biogénica … marinhos pouco profundos (C) quimiogénica … continentais pantanosos (D) quimiogénica … marinhos pouco profundos 6. Faça corresponder cada uma das afirmações da coluna A à respetiva designação, que consta na coluna B. Coluna A Coluna B (a) Na Terra ocorrem transformações graduais e bruscas, responsáveis pela evolução da sua história. [ ____ ] (b) Todas as mudanças na crosta terrestre ocorrem subitamente. [ ____ ] (c) O estudo dos fósseis pode revelar a ocorrência de fenómenos que se observam nos processos geológicos atuais. [ ____ ] (1) Catastrofismo (2) Uniformitarismo (3) Neocatastrofismo (4) Atualismo geológico (5) Gradualismo
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 67 7. Ordene as etapas identificadas pelas letras de A a D, de modo a traduzir a formação dos estratos que contêm brechas na Bacia Carbonífera do Douro, segundo uma relação causa-efeito. A. Diminuição progressiva do volume entre os sedimentos angulosos. B. Transporte dos detritos até à Bacia Carbonífera do Douro. C. Meteorização física e química das rochas. D. Precipitação de substâncias químicas nos interstícios dos sedimentos ____________________________________________________________________________________________ 8. Para determinar a idade absoluta de uma rocha, pode recorrer-se ao par de isótopos carbono-14 e nitrogénio-14 (14 C /14 N), que apresenta um tempo de semivida de 5730 anos. Os limites de tempo cuja datação é possível utilizando o respetivo par de isótopos são entre os 100 e os 70 000 anos. Refira, justificando, se seria possível a utilização deste par de isótopos para datar rochas que contêm fósseis de Iberisetum wegeneri. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 9. Explique que condições da Bacia Carbonífera do Douro permitiram a fossilização de Iberisetum wegeneri. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    68 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 GRUPO II Ridge-push e slab-pull – como se movem as placas litosféricas? As placas litosféricas movem-se devido à fraqueza relativa da astenosfera e a fonte necessária a este movimento é a dissipação de calor a partir do manto. De alguma forma, esta energia tem de ser transferida para a litosfera e existem duas forças capazes de o conseguir: o atrito e a gravidade. Relativamente à gravidade, os investigadores têm-se dedicado a estudar o modelo ridge-push e slab-pull (Fig. 2). No ridge-push, o movimento das placas litosféricas é causado pela maior elevação destas nas dorsais médio-oceânicas em relação à planície abissal. A maior elevação é causada pela densidade relativamente baixa do material quente em ascensão no manto. A gravidade faz com que a litosfera elevada empurre a litosfera que está mais afastada. No slab-pull, o movimento das placas litosféricas é causado pelo peso das placas frias e densas, afundando-se nas fossas oceânicas. Contudo, há evidências de que a convecção que ocorre no manto complementa os processos de ridge-push e de slab-pull. A ascensão de materiais nas cristas médio-oceânicas faz parte desta convecção. A maior parte dos cientistas acredita que a astenosfera não é suficientemente forte para produzir o movimento por fricção. Pensa-se que o arrastamento causado por blocos será a força mais importante aplicada sobre as placas litosféricas. Modelos recentes mostram que a sucção nas fossas também tem um papel importante. No entanto, é de notar que a placa Norte- -Americana não sofre subducção em nenhuma zona e, ainda assim, move-se. O mesmo se passa com as placas Africana, Euro-Asiática e da Antártida. As forças que realmente estão por detrás do movimento das placas litosféricas, bem como a fonte de energia que as provocam, continuam a ser tópicos de aceso debate e de investigações em curso. Fig. 2 Movimento ridge-push (A). Movimento slab-pull (B). Adaptado de https://webpages.ciencias.ulisboa.pt/~ecfont/Geomag/Tectónica%20de%20placas.pdf ĞDĂƌƐŚĂŬ͕^͘;ϮϬϭϯͿ͘Essentials of Geology. 4.a edição (consultado em 23/03/2021)
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 69 1. Segundo o documento, as placas litosféricas (A) movimentam-se devido às forças junto à dorsal médio-oceânica e à fossa oceânica. (B) subductam sem a intervenção das correntes de convecção. (C) movimentam-se devido à transferência de calor da litosfera para a astenosfera. (D) subductam apenas com a ação dos movimentos ridge-push e slab-pull. 2. As seguintes afirmações dizem respeito aos movimentos ridge-push e slab-pull. I. Na dorsal médio-oceânica a densidade dos materiais é menor. II. A densidade das placas litosféricas é menor nas fossas oceânicas. III. A planície abissal tem um menor declive, comparativamente à dorsal médio-oceânica. (A) I e II são verdadeiras; III é falsa. (B) I e III são verdadeiras; II é falsa. (C) I é verdadeira; II e III são falsas. (D) III é verdadeira; I e II são falsas. 3. Nos limites convergentes, a placa litosférica (A) oceânica subducta, uma vez que é menos densa do que a continental. (B) continental colide com outra continental, formando cadeias orogénicas. (C) oceânica colide com outra continental, formando um arco vulcânico insular. (D) continental subducta, uma vez que é mais densa do que a oceânica. 4. As correntes de convecção são fluxos de materiais que ocorrem no ______ ou na ______. Nelas, os materiais muito ______ e ______ densos sobem em direção à superfície. (A) núcleo ... mesosfera ... quentes ... mais (B) manto ... astenosfera ... frios ... menos (C) manto ... astenosfera ... quentes ... menos (D) núcleo ... mesosfera ... frios ... mais 5. A ascensão de magma ______ provoca a formação de nova ______, tornando-se ______ densa à medida que se afasta da dorsal oceânica. (A) na fossa oceânica ... astenosfera ... mais (B) no rifte ... litosfera ... mais (C) na fossa oceânica ... litosfera ... menos (D) no rifte ... astenosfera ... menos
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    70 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 6. A formação de uma cadeia orogénica resulta da colisão entre duas placas litosféricas, que (A) por possuírem a mesma densidade, provocam o aumento da espessura crustal. (B) convergem entre si, permitindo a manutenção da litosfera oceânica. (C) mantêm entre si a espessura da crosta continental e formam nova litosfera. (D) formam nova litosfera oceânica e aumentam a espessura crustal. 7. O movimento das placas litosféricas deve-se à (A) viscosidade dos materiais na crosta (B) rigidez dos materiais da astenosfera. (C) rigidez dos materiais da geosfera. (D) viscosidade dos materiais da astenosfera. 8. Na zona de rifte ascendem materiais (A) com densidade superior às rochas encaixantes. (B) que consolidam simetricamente em relação à dorsal oceânica. (C) com densidade superior à câmara magmática. (D) que consolidam de forma assimétrica em relação à dorsal oceânica. 9. Explique de que forma o modelo das correntes de convecção pode interligar-se com o modelo em que ocorrem os movimentos ridge-push e slab-pull. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 71 GRUPO III Lusi – um vulcão de lama em contínua erupção há mais de 10 anos O maior e mais destrutivo vulcão de lama do mundo nasceu perto da cidade de Sidoarjo, na ilha de Java, Indonésia, consumindo várias aldeias e causando um grande impacto nas comunidades próximas e nos campos que eram os meios de subsistência dos habitantes locais. O vulcão de lama, conhecido por Lusi, formou-se no dia 29 de maio de 2006. No auge da sua atividade emitiu, diariamente, cerca de 180 mil m3 de lama, que atingiu até 40 metros de espessura em algumas aldeias. O pior episódio eruptivo provocou 13 mortos e destruiu as casas de 60 mil pessoas. As eventuais causas da ocorrência desta erupção estão em discussão. Uma das hipóteses aponta para um sismo que ocorreu alguns dias antes da erupção, cujo epicentro se localizou na região. Outra sugere que a erupção foi motivada por uma falha catastrófica do poço de exploração de gás Banjar Panji 1 que estava a ser perfurado nas proximidades no momento. Os vulcões de lama são extremamente comuns, existindo milhares de exemplos conhecidos em todo o mundo. Podem apresentar muitas formas e tamanhos e exibem um comportamento em parte semelhante ao dos vulcões propriamente ditos, passando por longos períodos de inatividade com erupções violentas periódicas. Ao contrário dos seus homólogos, cujos produtos vulcânicos se encontram a altas temperaturas, os vulcões de lama emitem, geralmente, uma mistura fria de gás (metano), água e sólidos, que é empurrada para a superfície pelo gás flutuante que ela contém. Normalmente, os vulcões de lama crescem lentamente, isto é, camada sobre camada de lama. O Lusi é o vulcão de lama mais rápido que se conhece. A lama emitida enterrou casas, fábricas, locais de culto e escolas. Com base na informação disponibilizada pela empresa indonésia responsável pelo poço de exploração de gás, os investigadores defendem que houve um influxo de água suficiente para causar pressão nas rochas em torno do furo, fazendo com que estas fraturassem. A mistura entre a água pressurizada e a lama subterrânea da Formação Kalibeng, que faz parte da geologia de Java, surgiram rapidamente à superfície através de uma falha, formando o vulcão de lama Lusi, apenas a 200 metros do local de perfuração. Fig. 1 Contexto tectónico do vulcão Lusi e dois estratovulcões gémeos: Arjuno e Welirang. Adaptado de www.ivar.azores.gov.pt/noticias/Paginas/20170727-vulcao-lama-lusi-indonesia.aspx e Wibowo. H. et al. (2018). Sidoarjo hot mudflow (Lusi), Indonesia. IOP Conf. Ser.: Earth Environ. Sci. 212 012050 (consultado em 20/3/2021)
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    72 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. O vulcão Lusi, ______ aos vulcões de atividade efusiva, cresceu ______. (A) contrariamente … lentamente (B) analogamente … lentamente (C) contrariamente … rapidamente (D) analogamente … rapidamente 2. Considere as afirmações seguintes, relativas à erupção do vulcão Lusi. I. Os produtos resultantes da erupção estavam a elevadas temperaturas e no estado sólido. II. A erupção foi provocada por um sismo, causado pela libertação de energia numa falha tectónica. III. A água, em profundidade, fraturou as rochas junto ao furo da exploração de metano. (A) I e III são verdadeiras; II é falsa. (B) I é verdadeira; II e III são falsas. (C) III é verdadeira; I e II são falsas. (D) II e III são verdadeiras; I é falsa. 3. Ao contrário dos vulcões efusivos, os vulcões característicos das erupções explosivas emitem (A) cinzas vulcânicas e escoadas lávicas basálticas. (B) lapilli e escoadas lávicas andesíticas. (C) piroclastos de fluxo e de queda. (D) nuvens ardentes e mantos de lava básica. 4. A placa litosférica ______ subducta na direção ______. (A) oceânica ... SO-NE (B) continental ... SO-NE (C) oceânica ... NE-SO (D) continental ... NE-SO 5. As erupções no complexo vulcânico Arjuno e Welirang (A) foram do tipo misto, com emissões de lavas básicas alternadas com piroclastos. (B) resultaram da ascensão de magmas formados por aumento da temperatura e do teor de água. (C) foram do tipo efusivo, de acordo com o seu contexto tectónico. (D) originaram cones com declives suaves e crateras de diâmetro considerável.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 73 6. Contrariamente ao complexo vulcânico Arjuno e Welirang, as ilhas do Hawai encontram-se num contexto ______ e resultam da ascensão do magma a partir ______ provenientes do limite manto-núcleo externo, originando erupções predominantemente ______. (A) intraplaca ... pontos quentes ... explosivas (B) interplaca ... plumas mantélicas ... explosivas (C) intraplaca ... plumas mantélicas ... efusivas (D) interplaca... pontos quentes ... efusivas 7. Considerando que a última erupção do complexo vulcânico Arjuno e Welirang foi em 1952, o seu vulcanismo considera-se ______ e os seus cones vulcânicos apresentam ______ erosão. (A) ativo ... intensa (B) inativo ... pouca (C) ativo ... pouca (D) inativo ... intensa 8. Explique de que forma as características do vulcão Lusi determinam o risco elevado para a população que habita nas suas proximidades. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ Grupo Item Cotação (em pontos) I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 5 7 7 7 7 7 7 12 12 71 II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 7 7 7 7 7 7 7 7 12 68 III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 7 7 7 7 7 7 7 12 61 TOTAL 200
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 75 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. GRUPO I O sismo do Nepal de 2015 No dia 25 de abril de 2015, um sismo devastador de magnitude 7,8 assolou o Nepal, causando cerca de 9000 mortes e quase 2300 feridos. O epicentro localizou-se em Lamjung, no distrito de Ghorka, 75 km a noroeste de Katmandu, capital do Nepal, com uma profundidade focal de 8,2 km. O sismo ocorreu na interface de subducção marcada pela falha principal dos Himalaias, também designada MHT, uma falha de grandes dimensões com 150 km de comprimento e 80 km de largura, onde a placa Indiana é puxada para a placa Euro-Asiática. Este sismo foi sentido em algumas regiões da Índia, China, Bangladesh, Paquistão e Butão, tendo sido registadas mais de 400 réplicas com magnitude superior a 4 nos meses subsequentes. A maior réplica sentida teve uma magnitude de 7,3. Ocorreu no dia 12 de maio de 2015, no distrito de Dolakha, a 75 km a nordeste de Katmandu, com uma profundidade focal de 18 km, somando às vítimas do sismo principal mais 200 mortes e 2500 feridos (Fig. 1). Kathmandu foi particularmente afetada no seu parque habitacional, pois a maioria dos edifícios foi construída com alvenaria (construção que utiliza pedras, tijolos ou outros materiais, unidos ou não, por uma argamassa), sendo estes pouco ou nada reforçados. De facto, apenas 25% dos edifícios são de betão armado com paredes de enchimento. Nestes últimos encontraram-se falhas de construção, nomeadamente, quanto à orientação da construção que foi efetuada por técnicos de grau médio, e ao nível da construção propriamente dita, que foi realizada por pedreiros sem experiência profissional em projeto de estruturas. Antes do sismo, estes edifícios já tinham sido avaliados como significativamente vulneráveis quando sujeitos a um sismo com uma probabilidade de ocorrência razoável para a região do Nepal. Nas regiões urbanas e rurais em torno do Vale de Katmandu estima-se que 90% do parque imobiliário existente é composto por edifícios que não foram alvo de qualquer projeto estrutural. Fig. 1 Contexto tectónico associado ao sismo ocorrido no Nepal em 2015. Adaptado de www.researchgate.net/publication/303590059 (consultado em 10/03/2021) Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Teste de avaliação 3 Sismologia Estrutura interna da terra
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    76 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. Na região onde ocorreu o sismo do Nepal existe (A) divergência entre limites litosféricos continentais. (B) divergência entre limites litosféricos oceânicos. (C) convergência entre limites litosféricos oceânicos. (D) convergência entre limites litosféricos continentais. 2. Segundo os dados fornecidos, é (A) provável que não ocorram mais sismos no limite entre a placa Indiana e a placa Euro-Asiática. (B) possível que ocorram mais sismos superficiais do que profundos na região de Katmandu. (C) impossível a ocorrência de mais danos nos edifícios de Katmandu provocados por sismos futuros. (D) apenas a movimentação da falha MHT que provoca sismos na região. 3. Com o aumento da distância a Katmandu, verifica-se (A) um aumento do intervalo S-P. (B) uma diminuição do intervalo S-P. (C) uma diminuição da profundidade focal. (D) um aumento da profundidade focal 4. Para um determinado sismo, a ______ apresenta ______, correspondendo à quantidade de energia libertada no ______. (A) magnitude … um valor fixo … epicentro (B) magnitude … um valor fixo … hipocentro (C) intensidade … valores variáveis … epicentro (D) intensidade … valores variáveis … hipocentro 5. Faça corresponder cada um dos tipos de ondas sísmicas referidas na coluna A à respetiva caracterização, que consta da coluna B. Coluna A Coluna B (a) Ondas P [ ____ ] (b) Ondas S [ ____ ] (c) Ondas superficiais [ ____ ] (1) A sua velocidade anula-se quando a rigidez é zero. (2) Alteram o volume dos materiais atravessados. (3) Propagam-se apenas quando a densidade do meio é zero. (4) Propagam-se apenas em meios gasosos. (5) Possuem maior amplitude e menor velocidade.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 77 6. A falha MHT é considerada uma falha ______, ao longo da qual a placa ______ é a subductada. (A) inativa … Indiana (B) inativa …Euro-Asiática (C) ativa … Indiana (D) ativa … Euro-Asiática 7. As réplicas ______ os sismos principais e têm, geralmente, ______ magnitude do que estes. (A) antecedem … menor (B) antecedem … maior (C) sucedem … menor (D) sucedem … maior 8. O risco sísmico na região de Katmandu é______, em virtude da sismicidade ser do tipo ______. (A) alto … interplaca (B) baixo … interplaca (C) alto … intraplaca (D) baixo … intraplaca 9. A região de Katmandu foi construída num antigo leito de um lago, onde se acumularam sedimentos alagados, que alcançaram uma espessura de 100 metros. Explique de que modo a existência destes sedimentos contribuiu para que o sismo do Nepal tivesse sido tão devastador nesta cidade. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    78 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 GRUPO II As ondas sísmicas e a estrutura interna da Terra Os sismos e as ondas sísmicas, para além do seu potencial destruidor, são também fontes de conhecimento científico e de desenvolvimento económico. Em Sismologia, especialidade da Geofísica Interna, área da Física que se dedica ao estudo do interior do Terra (e de outros corpos celestes) utilizando métodos físicos, tem sido o estudo das ondas sísmicas, o método que tem fornecido informação mais detalhada sobre a estrutura interna do nosso planeta e sobre a geodinâmica causadora dos sismos de origem natural (Fig. 2). Analisando registos de eventos sísmicos naturais ou artificiais, a Sismologia tem permitido um conhecimento sobre a estrutura profunda e inacessível à observação direta do nosso planeta, mas também tem contribuído para a deteção na crosta de vários elementos de grande valor económico, tais como hidrocarbonetos, águas subterrâneas ou jazigos minerais. Em sismologia, a interpretação dos dados não é inequívoca, existindo controvérsia em muitos campos. O conhecimento e o modelo aceite para a estrutura interna da Terra resultam de uma construção que tem sido sucessivamente melhorada com o contributo de muitos investigadores. Ninguém verificou a veracidade do modelo – o conhecimento científico não é a «verdade» mas sim, um resultado do desafio humano em compreender e prever como se estrutura o interior da Terra, interpretando com criatividade e esforço os dados disponíveis. Fig. 2 Corte transversal da Terra mostrando a propagação das ondas P e S. Os pontos A, B, C e D correspondem a locais onde se encontram estações sismográficas. Adaptado de Santos, M. (2003). Sismologia – «Um Projeto Interdisciplinar no Ensino da Física». Tese de mestrado em Física – área de especialização em Física para o ensino. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Universidade do Algarve. 1. Os dados que melhor descrevem o local E são (A) profundidade de 2890 km e densidade que passa de 3,4 g/cm3 a 5,6 g/cm3 . (B) profundidade de 5150 km e densidade média de 4,5 g/cm3 . (C) profundidade de 2890 km e densidade que passa de 5,6 g/cm3 a 9,9 g/cm3 . (D) profundidade de 5150 km e densidade média de 11, 1 g/cm3 . 2. Indique a designação da descontinuidade sísmica que é marcada pelo ponto E. ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 79 3. Como a amplitude das ondas sísmicas superficiais tende a ______ com a diminuição da distância epicentral, a ______ deve ser maior na estação A do que na estação B. (A) aumentar … intensidade (B) diminuir … intensidade (C) aumentar … magnitude (D) diminuir … magnitude 4. A partir dos dados obtidos apenas na estação sísmica A é possível determinar a (A) intensidade e a localização do epicentro. (B) intensidade e a distância ao epicentro. (C) magnitude e a localização do epicentro. (D) magnitude e a distância ao epicentro. 5. Os sismogramas representados na figura 3 foram registados nas estações sismográficas B, C e D. Fig. 3 Sismogramas obtidos nas estações sismográficas B, C e D. Indique qual das tabelas seguintes estabelece a melhor correspondência entre cada estação sismográfica e o respetivo sismograma. Estação sismográfica Sismograma Estação sismográfica Sismograma B 1 B 3 C 2 C 2 D 3 D 1 (A) (B) Estação sismográfica Sismograma Estação sismográfica Sismograma B 2 B 1 C 3 C 3 D 1 D 2 (C) (D) 6. A zona de sombra sísmica encontra-se ______ da Terra e a sua distância ao epicentro ______ de sismo para sismo. (A) à superfície … mantem-se (B) à superfície … varia (C) no interior … mantem-se (D) no interior … varia
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    80 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 7. A chegada das ondas P e S a uma estação sismográfica antes do tempo previsto, indica que (A) a velocidade de propagação dessas ondas diminui com a profundidade. (B) as ondas atravessaram camadas do interior da Terra de materiais mais rígidos. (C) a densidade dos materiais aumenta muito com a profundidade. (D) a incompressibilidade dos materiais diminui muito com a profundidade. 8. A descontinuidade de (A) Mohorovicic assinala a separação entre duas camadas com diferente estado físico. (B) Gutenberg separa duas zonas com propriedades físicas e químicas semelhantes. (C) Lehmann limita duas zonas com propriedades físicas distintas. (D) Mohorovicic delimita a litosfera da astenosfera. 9. Explique de que modo o modelo físico da geosfera está assente em dados da sismologia, nomeadamente na velocidade das ondas sísmicas. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 81 GRUPO III Luzes bizarras de sismos finalmente explicadas Raros flashes de luz que, às vezes, são vistos associados a sismos podem ser causados por propriedades elétricas de certas rochas em ambientes específicos, relatam cientistas. Denominadas relâmpagos de terramotos, as luzes podem assumir «muitas formas e cores diferentes», diz o coautor de um estudo, Friedemann Freund, professor adjunto de Física da San Jose State University e investigador sénior do Ames Research Center da NASA. Freund diz que as formas comuns destas luzes incluem chamas azuladas que parecem sair do solo na altura do tornozelo, orbes de luz chamadas relâmpagos de bola que flutuam no ar, por dezenas de segundos ou até minutos, e rápidos flashes de luz brilhante que se assemelham a descargas atmosféricas regulares, mas que vêm do solo em vez do céu. Ao longo dos séculos houve muitos relatos da existência de luzes, antes ou enquanto um sismo estava a ocorrer. Em 12 de novembro de 1988, houve pessoas que relataram um globo de luz rosa-púrpura brilhante ao longo do rio Saint Lawrence, no Québec, Canadá, 11 dias antes de um poderoso sismo. Poucos segundos antes do terramoto de L'Aquila, Itália, em 2009, as pessoas viram chamas de luz de dez centímetros, piscando acima de uma rua de pedra. Nos últimos anos foram propostas várias teorias sobre a formação destas luzes, incluindo a interrupção do campo magnético da Terra devido a stresse tectónico e o chamado efeito piezoelétrico, no qual rochas contendo quartzo produzem voltagens, quando comprimidas de uma certa maneira. Contudo, Freund e os seus colegas relatam que o que causa estas luzes parece ser um processo elétrico totalmente diferente. Segundo ele, «quando a natureza pressiona certas rochas, as cargas elétricas são ativadas». Os tipos de rochas particularmente atribuídos a este tipo de fenómeno são os basaltos e gabros, que apresentam minúsculos defeitos nos seus cristais. Quando uma onda sísmica os atinge, podem libertar-se cargas elétricas dessas rochas. Em algumas áreas, os basaltos e os gabros estão presentes em estruturas verticais chamadas diques, que se formam ao longo de falhas verticais e podem atingir profundidades de 97 km. Esses diques podem canalizar cargas elétricas. As condições certas para as luzes existem em menos de 0,5% dos sismos em todo o mundo, estimam os cientistas, o que explica por que são fenómenos relativamente raros. As luzes de sismos parecem ser mais comuns na Itália, Grécia, França, Alemanha, China e partes da América do Sul. Freund observou que estas luzes podem ocorrer semanas antes ou durante um grande sismo. Elas foram registadas a distâncias de até 160 km do epicentro. No entanto, Bruce Presgrave, geofísico do Centro Nacional de Informações sobre Sismos do US Geological Survey afirma que é «improvável que as «luzes de sismo» sejam muito úteis para a previsão destes fenómenos, porque não parecem ser relatadas com tanta frequência». Adaptado de www.nationalgeographic.com/science/article/140106-earthquake-lights-earthquake-prediction-geology-science (consultado em 12/03/2021)
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    82 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. A hipótese colocada por Freund para a origem dos flashes de luz associados a sismos é a de que (A) ocorre produção de voltagem nas rochas, quando estas são comprimidas. (B) a interrupção do campo magnético terrestre provoca stresse tectónico. (C) as estruturas geológicas como diques levam à formação de falhas verticais. (D) as pressões provocadas nas rochas levam à libertação de cargas elétricas. 2. Os basaltos e os gabros são rochas que formam a partir da consolidação ______ de magma, ______ condições de pressão e temperatura. (A) do mesmo tipo … nas mesmas (B) do mesmo tipo … em diferentes (C) de diferentes tipos … nas mesmas (D) de diferentes tipos … em diferentes 3. O quartzo é um mineral que se pode encontrar em rochas como o ______ e pode ______. (A) basalto … possuir várias cores (B) basalto … ser riscado pelo canivete (C) granito … possuir várias cores (D) granito … ser riscado pelo canivete 4. A existência do campo magnético terrestre pode ser explicada pela ocorrência de correntes elétricas originadas no núcleo ______ devido ______. (A) externo … ao seu estado físico e à sua composição química (B) externo … apenas à sua composição química (C) interno … ao seu estado físico e à sua composição química (D) interno … apenas à sua composição química 5. O geomagnetismo é um método de estudo ______ do interior do planeta e pode provocar nas rochas anomalias magnéticas ______ na polaridade atual. (A) direto … positivas (B) direto … negativas (C) indireto … positivas (D) indireto … negativas
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 83 6. Considere as afirmações seguintes, que dizem respeito a alguns métodos de estudo do interior da Terra. I. Os xenólitos permitem conhecer a composição química do núcleo externo. II. Nos pontos quentes o gradiente geotérmico é alto. III. A recolha e análise de amostras obtidas em afloramento constituem um método direto. (A) I e II são verdadeiras; III é falsa. (B) II e III são verdadeiras; I é falsa. (C) III é verdadeira; I e II são falsas. (D) I é verdadeira; II e III são falsas. 7. Relativamente à zona de baixa velocidade, é possível referir que (A) é caracterizada pela diminuição da amplitude das ondas superficiais. (B) nesta região, apenas as ondas P diminuem abruptamente a sua velocidade. (C) revela uma região onde ocorre um aumento da rigidez dos materiais. (D) nesta região, tanto as ondas P, como as S, diminuem abruptamente a sua velocidade. 8. Indique a designação da região compreendida entre os 410 km e os 660 km de profundidade. ____________________________________________________________________________________________ 9. Explique a posição de Bruce Presgrave, quando afirma que é improvável que as «luzes de sismo» sejam muito úteis para a previsão de terramotos. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ Grupo Item Cotação (em pontos) I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 7 7 7 7 7 7 7 7 12 68 II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 7 5 7 7 7 7 7 7 12 66 III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 7 7 7 7 7 7 7 5 12 66 TOTAL 200
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 85 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. GRUPO I Zoonoses A infeção pelo novo coronavírus começou como tantas outras pandemias e surtos no passado: dentro de um animal. O hospedeiro original do vírus foi quase certamente um morcego, tal como aconteceu com o ébola, o SARS, o MERS e vírus menos conhecidos como o Nipah e o Marburg. O VIH migrou para os seres humanos há mais de um século, vindo de um chimpanzé. O vírus influenza A «saltou» das aves para os porcos e para as pessoas. Os roedores espalharam a febre de Lassa na África Ocidental. Mas, segundo os cientistas que estudam as doenças zoonóticas, as doenças que passam dos animais para as pessoas, o problema não são os animais, somos nós. Os animais selvagens sempre foram portadores de vírus. O comércio mundial de animais selvagens, no valor de milhares de milhões de dólares, a intensificação da agricultura, a desflorestação e a urbanização estão a aproximar as pessoas dos animais, dando aos seus vírus aquilo de que precisam para nos infetar: oportunidade. A maioria falha, mas alguns são bem-sucedidos. Muito poucos, como o SARS-CoV-2, triunfam, ajudados por uma população humana interligada que pode transportar um agente patogénico para todo o mundo e em poucas horas. Segundo os cientistas, cerca de 70% das doenças infeciosas emergentes nos seres humanos são de origem animal e podem existir cerca de 1,7 milhões de vírus por descobrir na vida selvagem. Muitos investigadores estão à procura dos próximos vírus que poderão passar de animais para os seres humanos. Os fatores mais favoráveis para a propagação de vírus têm três coisas em comum: muitas pessoas, rápidas mudanças ambientais e invasão e pressão humana sobre ecossistemas com elevada biodiversidade. Os roedores e os morcegos são os hospedeiros mais prováveis para as doenças zoonóticas. Cerca de metade das espécies de mamíferos são roedores, e cerca de um quarto são morcegos. Os morcegos constituem cerca de 50% dos mamíferos nas regiões tropicais com maior biodiversidade e, embora sejam valiosos polinizadores e devoradores de pragas, são também espantosos transmissores de vírus. Têm um sistema imunitário que é uma espécie de super-herói que lhes permite tornarem-se «reservatórios de muitos agentes patogénicos que não os afetam, mas que podem ter um impacto tremendo em nós se forem capazes de dar o ”salto”», afirmou Thomas Gillespie, ecologista de doenças da Universidade de Emory, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos da América. Adaptado de www.publico.pt/2020/04/07/p3/noticia/ covid19-proxima-pandemia-vai-chegar-nao-mudarmos-forma-interagimos-vida-selvagem-1911340 (consultado em 06/03/2021) Fig. 1 Ligação do SARS-CoV-2 à proteína ACE2 de uma célula humana. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Teste de avaliação 4 Diversidade e organização biológica Células e biomoléculas Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos
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    86 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. Para estudar o percurso do vírus no interior das células hospedeiras, os investigadores deveriam marcar radioativamente o (A)enxofre presente no material genético. (B)enxofre presente nas proteínas da cápsula do vírus. (C) fósforo presente no material genético. (D)fósforo presente nas proteínas da cápsula do vírus. 2. Na membrana do vírus SARS-CoV-2, ou nas das células humanas, os fosfolípidos têm a parte _____ no interior da dupla camada e _____ mobilidade. (A)hidrofílica ... não apresentam (B)hidrofílica ... apresentam (C) hidrofóbica ... não apresentam (D)hidrofóbica ... apresentam 3. As proteínas spike presentes nas cápsulas dos vírus são formadas por reações de (A)hidrólise entre aminoácidos. (B)condensação entre aminoácidos. (C) hidrólise entre monossacarídeos. (D)condensação entre monossacarídeos. 4. Faça corresponder cada uma das afirmações da coluna A à respetiva designação, que consta na coluna B. Coluna A Coluna B (a) As células do epitélio do sistema respiratório contêm a proteína ACE2, à qual se liga o SARS-CoV-2. [ ____ ] (b) Conjunto de morcegos da mesma espécie de uma determinada região da Ásia. [ ____ ] (c) Todos os seres vivos do planeta estão interligados. [ ____ ] (1) Ecossistema (2) Tecido (3) Habitat (4) População (5) Biosfera 5. A destruição do __________ de muitas espécies, por ações antrópicas, tem vindo a reduzir a __________ e a aumentar a possibilidade de disseminação de __________, que são doenças com origem em outros animais. (A)habitat … biodiversidade … zoonoses (B)habitat … geodiversidade … viroses (C) ecossistema … geodiversidade …. zoonoses (D)ecossistema … biodiversidade …. viroses
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 87 6. As células dos seres humanos e dos morcegos são células ___________. Os vírus também infetam bactérias, que são seres ___________. (A)procarióticas … procariontes (B)procarióticas … eucariontes (C) eucarióticas … procariontes (D)eucarióticas … eucariontes 7. Os morcegos que se alimentam de néctar são consumidores (A)primários e ocupam o primeiro nível trófico. (B)primários e ocupam o segundo nível trófico. (C) secundários e ocupam o segundo nível trófico. (D)secundários e ocupam o primeiro nível trófico. 8. Tendo em consideração a composição dos vírus, explique a importância do uso de sabão e de álcool-gel na higienização das mãos e superfícies para o combate à propagação da covid-19. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 9. Explique o significado da afirmação: «E cada vez tornamos o “salto” mais fácil.» ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    88 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 GRUPO II Influência do cádmio na fertilidade masculina O cádmio é um metal pesado amplamente utilizado em processos industriais como a galvanização e a produção de ligas metálicas, baterias, tintas e plásticos. O consumo de tabaco é uma das vias de exposição ao cádmio mais frequentes para a população em geral. Para avaliar a influência do cádmio na fertilidade masculina, mais propriamente sobre a motilidade (capacidade de movimentação) dos espermatozoides, foi realizada uma investigação em ratinhos com oito semanas de idade. À semelhança do que acontece com os espermatozoides humanos, os espermatozoides dos ratinhos possuem uma cabeça, onde se encontra o núcleo da célula, uma região designada peça intermediária, rica em mitocôndrias, e uma cauda ou flagelo. Constituíram-se quatro grupos, de 10 animais cada, que foram injetados subcutaneamente com uma única dose, de 1 mg, 2 mg e 3 mg de CdCl2/kg pc1 e 0,9% de NaCl. Os animais foram mantidos em gaiolas de policarbonato transparente, em câmaras climatizadas, com uma temperatura de 22 ± 2 °C, humidade relativa de 40% a 60%, fotoperíodo de 12h/dia, com o mesmo tipo de alimentação e a mesma quantidade de água. Para se ambientarem, os animais foram submetidos a estas condições uma semana antes do início da experiência. A motilidade dos espermatozoides foi avaliada por contagem de todos os espermatozoides móveis progressivos (que se deslocam), não progressivos (que se movem mas não se deslocam), e imóveis, num campo do microscópio ótico. Em cada preparação foram contabilizados pelo menos 100 espermatozoides. Os resultados estão expressos nos gráficos A e B da figura 2. 1 Peso corporal. Adaptado de Oliveira, H. (2009). Avaliação do efeito de metais pesados na fertilidade do ratinho. Tese de Doutoramento. Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro Fig. 2 Efeito do cloreto de cádmio na motilidade dos espermatozoides dos ratinhos, ao fim de 24 h (A) e ao fim de 35 dias (B). Os asteriscos revelam diferenças significativas (*) e muito significativas (**) em relação ao controlo. 1. Indique o grupo de controlo desta investigação. ____________________________________________________________________________________________ 2. Após 24 h, os resultados mostram uma redução significativa da percentagem de (A)espermatozoides móveis progressivos para as doses de 2 mg e 3 mg de CdCl2/kg pc. (B)espermatozoides móveis não progressivos para as doses de 2 mg e 3 mg de CdCl2/kg pc. (C) espermatozoides imóveis para as doses de 1 mg e 2 mg de CdCl2/kg pc. (D)espermatozoides móveis progressivos e não progressivos e imóveis para todas as doses.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 89 3. Indique como variou a percentagem dos espermatozoides imóveis, para todas as doses, após 35 dias. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 4. Na experiência, a variável independente foi ________ e a dependente ________. (A)o número de dias que durou a experiência … o número de espermatozoides conta- bilizados. (B)a dose de cloreto de cádmio administrada … a motilidade dos espermatozoides. (C) a estirpe de ratinhos utilizada … o número de mitocôndrias em cada espermatozoide. (D)a temperatura a que os ratinhos estiveram sujeitos … a motilidade dos espermatozoides. 5. Os espermatozoides dos ratinhos são células ________, contendo ________ que lhes asseguram o fornecimento de energia necessário à sua movimentação. (A)procarióticas ... mitocôndrias (B)procarióticas ... retículo endoplasmático rugoso (C) eucarióticas ... mitocôndrias (D)eucarióticas … retículo endoplasmático rugoso 6. Os ratinhos são seres vivos ________ que estabelecem relações ________ com populações de outras espécies. (A)heterotróficos … interespecíficas (B)heterotróficos … intraespecíficas (C) autotróficos … interespecíficas (D)autotróficos … intraespecíficas 7. O ATP (adenosina trifosfato) é a molécula que fornece energia às células. A sua estrutura e composição estão representadas na figura 3. Considerando os dados fornecidos pela figura 3, pode afirmar-se que o ATP possui grupos moleculares que também estão presentes (A)nos triglicerídeos e no DNA. (B)nas proteínas e no RNA. (C) nos fosfolípidos e no RNA. (D)nas enzimas e no DNA. Fig. 3 Estrutura e composição do ATP.
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    90 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. A manutenção da forma de um espermatozoide é garantida ________ e a mobilidade do flagelo pela presença de proteínas _________. (A)pela membrana celular … estruturais (B)pela membrana celular … contráteis (C) pelo citoesqueleto … estruturais (D)pelo citoesqueleto … contráteis 9. Explique o modo como o consumo de tabaco pode causar infertilidade masculina, de acordo com a investigação. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 91 GRUPO III Pitões e digestão As cobras do género Python, vulgarmente conhecidas como pitões, são serpentes constritoras1 que podem atingir grandes dimensões e predar presas de grande porte, como veados e outros ungulados, crocodilos ou mesmo outras serpentes, que ingerem inteiras. A digestão de presas grandes pode representar uma desvantagem, pois reduz-lhes, significativamente, os movimentos e a capacidade de se defenderem. A digestão deve decorrer da forma mais rápida e eficiente que for possível. Podem ingerir, de uma só vez, uma grande quantidade de alimento, mas têm períodos de jejum que podem chegar a durar meses. Nesses períodos, a economia energética é fundamental para a sobrevivência. As diferentes solicitações a que o aparelho digestivo destes animais está sujeito levaram a adaptações específicas. Num estudo com cinco espécies de pitões foi comparada a estrutura do intestino delgado durante o período de jejum e após ingestão (Fig. 4). Outro estudo, realizado com a espécie pitão-da-Birmânia, recolheu os seguintes dados relativamente aos fenómenos que se podiam registar no intestino delgado após a ingestão de uma presa: • Seis horas após a refeição, com a presa ainda intacta no estômago, o comprimento das microvilosidades das células epiteliais (de revestimento) intestinais duplica; aumenta a capacidade de absorção de aminoácidos e a atividade da enzima aminopeptidase, responsável pela degradação de péptidos. • Um dia após a refeição, 17% a 27% da presa entrou no intestino delgado, que tem a sua massa aumentada em 70%, as microvilosidades aumentam seu comprimento em quatro vezes e a absorção de nutrientes e a atividade das hidrolases aumentam de três a dez vezes. • No segundo e terceiro dia após a ingestão, cerca de 75% da presa já deixou o estômago. Nessa fase, as enzimas tripsina e amilase, provenientes do pâncreas, têm um pico, mais notório no caso da tripsina. • Ao fim de dez dias, a presa está digerida e o intestino volta ao estado atrofiado, típico do período de jejum. 1 As serpentes constritoras matam as presas por asfixia, comprimindo o corpo. Fontes: https://jeb.biologists.org/content/jexbio/211/24/3767.full.pdf; https://jeb.biologists.org/content/210/2/340 (consultadas em 14/03/2021) Fig. 4 Variação da massa do intestino delgado e do seu comprimento, em pitões de cinco espécies do mesmo género. As fotografias são do intestino de Python molurus, em jejum e durante a digestão. Os asteriscos representam diferenças significativas (*) e muito significativas (**).
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    92 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. Considere as seguintes afirmações relativas ao estudo cujos resultados estão expressos na figura 4. Selecione a alternativa que as avalia corretamente. I. Após a ingestão, verificou-se um aumento de massa significativo no intestino de todas as espécies. II. Apenas se verificou um aumento significativo do comprimento do intestino na espécie Python brongersmai. III. Há alterações visíveis a olho nu no intestino, antes e após ingestão. (A)I é verdadeira; II e III são falsas. (B)I e II são verdadeiras; III é falsa. (C) I e III são verdadeiras; II é falsa. (D)III é verdadeira; I e II são falsas. 2. As serpentes apresentam (A)tubo digestivo completo e a digestão é intracelular. (B)tubo digestivo incompleto e a digestão é intracelular. (C) tubo digestivo incompleto e a digestão é extracelular. (D)tubo digestivo completo e a digestão é extracelular. 3. O substrato da amilase __________ que se liga(m) temporariamente __________, formando __________________. (A)é o amido … ao centro ativo … o complexo enzima-substrato (B)é o amido … ao complexo enzima-substrato … o centro ativo (C) são péptidos … ao centro ativo … o complexo enzima-substrato (D)são péptidos … ao complexo enzima-substrato … o centro ativo 4. A tripsina, que atua na digestão das proteínas, (A)tem uma função imunológica que leva à formação de novas ligações peptídicas. (B)tem uma função imunológica que leva à quebra de ligações peptídicas. (C) tem uma função catalítica que leva à quebra de ligações peptídicas. (D)tem uma função catalítica que leva à formação de novas ligações peptídicas. 5. As serpentes são _______________, ao contrário dos fungos, que são _______________. (A)macroconsumidores … produtores (B)macroconsumidores … microconsumidores (C) microconsumidores … macroconsumidores (D)microconsumidores … produtores 6. Nos seres com digestão extracorporal, as hidrolases (A)são libertadas para o meio. (B)são libertadas para a cavidade gastrovascular. (C) são libertadas para o lúmen intestinal. (D)não são libertadas e atuam em vacúolos digestivos.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 93 7. A digestão dos lípidos implica a presença de (A)amilase, a enzima que quebra ligações éster. (B)amilase, a enzima que quebra ligações glicosídicas. (C) lipase, a enzima que quebra ligações glicosídicas. (D)lipase, a enzima que quebra ligações éster. 8. As células do epitélio intestinal têm de estar fortemente unidas umas às outras para evitar a entrada de microrganismos ou de enzimas digestivas para os tecidos. Isto é conseguido através da ligação entre (A)moléculas de colesterol das membranas de células adjacentes. (B)proteínas intrínsecas das membranas de células adjacentes. (C) fosfolípidos das membranas de células adjacentes. (D)proteínas extrínsecas das membranas de células adjacentes. 9. A atrofia do intestino durante o jejum e o seu rápido aumento de tamanho como resposta à ingestão são notórios nas serpentes do género Python. Explique a importância dessas alterações durante o processo digestivo e no período de jejum. Faça referência às alterações que ocorrem nas microvilosidades. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ Grupo Item Cotação (em pontos) I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 7 7 7 6 7 7 7 10 10 66 II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 6 7 7 7 7 8 7 7 10 68 III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 7 7 7 7 7 7 7 7 10 66 TOTAL 200
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 95 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. GRUPO I Dessalinização da água do mar em Cabo Verde O conhecimento da osmose permitiu ao ser humano conceber equipamentos capazes de dessalinizar a água, isto é, transformar água salgada em água doce. O processo também permite retirar outros iões de solução, além de microrganismos. A osmose implica a passagem passiva da água, através de uma membrana semipermeável, de um meio hipotónico (menos concentrado) para um meio hipertónico (mais concentrado). A osmose inversa é o contrário, a água vai fluir através de membranas, da solução mais concentrada (água rica em sais / microrganismos / outras partículas) para a menos concentrada (água doce / purificada). As membranas utilizadas, que são necessariamente semipermeáveis, retêm os sais e outras impurezas. Para forçar a passagem da água, em sentido inverso, é necessário aplicar uma força superior à da pressão osmótica. Nestes sistemas são usadas bombas de alta pressão que forçam a passagem da água através das membranas. Em Cabo Verde, as reservas naturais de água são escassas e a estação chuvosa é de curta duração. O governo deste país apostou na osmose inversa para dessalinizar a água do mar. Já existem duas centrais de dessalinização de água do mar, uma na ilha do Sal e outra em São Vicente. Cada uma destas centrais, que utiliza a eficiente tecnologia de osmose inversa, fornece 10 mil metros cúbicos de água potável por dia, abastecendo uma população de 100 mil habitantes. Adaptado de https://agriculturaemar.com/ siemens-no-combate-a-escassez-de-agua-com-projecto-de-dessalinizacao-em-cabo-verde/ (consultado em 21/02/2021) Fig. 1 A – Osmose. B – Osmose inversa. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Teste de avaliação 5 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos Distribuição de matéria nas plantas
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    96 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. A osmose inversa é um processo _______ de passagem de água através de uma membrana semipermeável. (A)ativo e mediado (B)ativo e não mediado (C) passivo e mediado (D)passivo e não mediado 2. Uma célula animal ou vegetal, quando colocada em meio hipertónico, sofre ________, em resultado ________ de água. (A)turgescência … da perda (B)turgescência … do ganho (C) plasmólise … da perda (D)plasmólise … do ganho 3. A água é uma molécula essencial à vida, pois tem propriedades importantes para várias funções vitais. Considere as seguintes afirmações relativas à molécula da água. I. É uma molécula apolar. II. Forma ligações de hidrogénio com outras moléculas de água, permitindo a adesão entre as moléculas. III. Forma ligações de hidrogénio com moléculas hidrofílicas, permitindo a sua solubilização. (A)I e II são falsas; III é verdadeira. (B)I é falsa; II e III são verdadeiras. (C) I é verdadeira; II e III são falsas. (D)I e III são falsas; II é verdadeira. 4. Associe a cada afirmação da coluna I o tipo de transporte da coluna II que lhe corresponde. Coluna I Coluna II (a) Determinadas substâncias são transportadas através da membrana plasmática contra o gradiente de concentração, havendo neste caso consumo energético por parte da célula. [ ____ ] (b) A velocidade de passagem de certas substâncias através da membrana celular é acelerada pela presença de moléculas transportadoras. [ ____ ] (c) Passagem de substâncias, de acordo com o gradiente de concentração, através da bicamada fosfolipídica da membrana celular. [ ____ ] (1) Difusão facilitada (2) Osmose (3) Transporte ativo (4) Difusão simples (5) Pinocitose 5. O modelo de mosaico fluido considera que a membrana plasmática é constituída por uma dupla camada de ________, que são moléculas anfipáticas, pois possuem ________________. (A)fosfolípidos … cabeças hidrofóbica e caudas hidrofílicas (B)fosfolípidos … caudas hidrofóbicas e cabeças hidrofílicas (C) triglicerídeos … cabeças hidrofóbicas e caudas hidrofílicas (D)triglicerídeos … caudas hidrofílicas e cabeças hidrofóbicas
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 97 6. Relativamente ao modelo de mosaico fluido da membrana plasmática, considere as seguintes afirmações. I. Os glícidos da membrana celular projetam-se apenas para o meio extracelular. II. As proteínas ocupam posições fixas. III. A região mais interior da membrana plasmática tem características hidrofóbicas. (A)I é verdadeira; II e III são falsas. (B)I e III são falsas; II é verdadeira. (C) I e II são falsas; III é verdadeira. (D)II é falsa; I e III são verdadeiras. 7. As aquaporinas são proteínas de canal que aumentam significativamente a permeabilidade das células à água. Considerando as características da molécula de água, explique por que razão as aquaporinas facilitam, quer o fluxo de entrada de água para o meio intracelular, quer a sua saída para o meio extracelular. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 8. A bicamada fosfolipídica é mais permeável (A)aos gases atmosféricos do que à água. (B)à água do que aos gases atmosféricos. (C) aos iões do que à água. (D)aos iões do que aos gases atmosféricos. 9. Com _________ da concentração de soluto, mais moléculas de água ficam unidas, por ligações _________, a essas substâncias, o que _________ o potencial hídrico da solução. (A)o aumento … de hidrogénio … reduz (B)o aumento … covalentes … aumenta (C) a diminuição … covalentes … reduz (D)a diminuição … de hidrogénio … aumenta
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    98 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 GRUPO II TTX – uma neurotoxina mortal A tetrodotoxina (TTX) é das mais potentes neurotoxinas. Basta uma ínfima quantidade para ser fatal e não existe antídoto, pelo que continua a ser responsável por várias intoxicações e fatalidades humanas. A ingestão desta toxina está geralmente associada ao consumo de fugu (peixe-baiacu ou peixe-balão). Este peixe é considerado o mais delicioso do Japão. A toxina não é produzida pelo peixe, mas sim por bactérias endossimbiontes (alojadas especialmente no fígado). A TTX é uma substância termoestável, logo não se altera mesmo quando o peixe é cozinhado, e não modifica o sabor do alimento. O delicioso prato à base de fugu apenas pode ser confecionado por chefes qualificados, pois só assim é possível garantir que os clientes saiam do restaurante satisfeitos e, mais importante, vivos. A tetrodotoxina liga-se às proteínas que constituem os canais de sódio, dos neurónios, bloqueando a passagem de iões de sódio. Os sintomas da intoxicação incluem paralisia e a morte resulta de paragem cardiorrespiratória. A TTX, dado o seu mecanismo de atuação, está a ser alvo de estudo no campo médico, para a criação de analgésicos que possam aliviar dores severas. Adaptado de www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4626696/ (consultado em 21/02/2021) 1. A TTX é uma neurotoxina que atua (A)degradando neurotransmissores na fenda sináptica. (B)bloqueando proteínas membranares extrínsecas. (C) promovendo a libertação de neurotransmissores na fenda sináptica. (D)bloqueando proteínas membranares intrínsecas. 2. A tetradoxina (TTX) (A)não é alterada durante a confeção de fugu nem é hidrolisada no tubo digestivo do ser humano. (B)não é alterada durante a confeção de fugu, mas é hidrolisada no tubo digestivo do ser humano. (C) é alterada durante a confeção de fugu e é hidrolisada no tubo digestivo do ser humano. (D)é alterada durante a confeção de fugu, mas não é hidrolisada no tubo digestivo do ser humano. 3. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a F, de modo a obter a sequência correta do mecanismo de transmissão do impulso nervoso. A. Repolarização da membrana dos neurónios. B. Abertura dos canais de K+ . C. Formação de um potencial de ação. D. Estimulação de um neurónio. E. Abertura dos canais de Na+ . ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 99 4. Os iões responsáveis pelo potencial de membrana dos neurónios atravessam a membrana destas células (A)por difusão simples ou por difusão facilitada. (B)por difusão facilitada ou por transporte ativo. (C) apenas por transporte não mediado. (D)apenas por transporte ativo. 5. Durante o período refratário de um neurónio, (A)os canais de sódio e de potássio estão abertos. (B)os canais de sódio e de potássio estão fechados. (C) os canais de potássio estão fechados e os canais de sódio estão abertos. (D)os canais de potássio estão abertos e os canais de sódio estão fechados. 6. Explique por que razão o estudo do mecanismo de atuação da TTX pode contribuir para o desenvolvimento de analgésicos capazes de aliviar dores severas. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    100 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 GRUPO III As árvores, a primavera e a formação de vasos condutores As árvores crescem continuamente. Todos os anos há um alargamento do caule, com formação de novos feixes de xilema e de floema na periferia do caule, sob o ritidoma (casca). Na Áustria, foi realizado um estudo sobre o crescimento dos tecidos condutores de três espécies de coníferas – Pinus sylvestris, Picea abies e Larix decidua – durante dois anos consecutivos. Foram recolhidas microamostragens do caule ao longo do período de março a outubro e feita uma contagem de novas células de xilema e de floema. Os dados obtidos foram sujeitos a tratamento matemático para se obterem valores médios do número de novos traqueídos e células de floema, por dia. Os resultados estão expressos nos gráficos da figura 2. Nas conclusões desse estudo é referido que, apesar de diferenças entre as espécies, o início do crescimento dos tecidos condutores é determinado pelo aumento da temperatura no fim do inverno e princípio da primavera. Adaptado de https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25071313/ (consultado em 27/01/2021) Fig. 2 Número diário de novas células condutoras de seiva xilémica e floémica, formadas entre março e outubro, nos anos de 2011 e de 2012.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 101 1. Considere as seguintes afirmações, relativas aos gráficos da figura 2. I. Em 2012, o aumento do número de novos traqueídos foi mais rápido, mas iniciou-se mais tarde. II. Para Picea abies e Larix decidua é evidente que o pico de formação de células de xilema antecede o pico relativo à formação de novas células de floema. III. De acordo com os dados, o início da primavera de 2012 foi mais quente do que no ano anterior. (A)I é verdadeira; II e III são falsas. (B)I é falsa; II e III são verdadeiras. (C) I e III são falsas; II é verdadeira. (D)I e II são falsas; III é verdadeira. 2. Os traqueídos são (A)células vivas, ao contrário dos vasos xilémicos. (B)células mortas com paredes não lenhificadas. (C) células vivas, como as células parenquimatosas. (D)células mortas com paredes lenhificadas. 3. Nas folhas, o tecido clorofilino, as células de companhia e os respetivos tubos crivosos, comunicam através de plasmodesmos. Isto implica que o transporte de sacarose para as nervuras seja um exemplo de transporte a (A)curta distância, por via transmembranar. (B)curta distância, por via simplástica. (C) longa distância, por via apoplástica. (D)longa distância, por via transmembranar. 4. De acordo com a informação fornecida, na primavera o surgimento de novos traqueídos acontece com algum atraso em relação à formação de novas células de floema. Explique por que razão a formação de novo floema terá de anteceder a produção de novos vasos de xilema. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 5. Analise as informações que se seguem relativas ao modelo da adesão-coesão-tensão. Reconstitua a sequência dos acontecimentos mencionados, numa lógica de causa-efeito. A. As células do mesófilo perdem água. B. Há saída de água dos vasos xilémicos foliares para o mesófilo. C. A abertura dos estomas permite a evapotranspiração. D. A tensão criada no xilema foliar faz ascender toda a coluna hídrica. E. Há aumento da pressão osmótica no mesófilo. ____________________________________________________________________________________________
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    102 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 6. Na fotossíntese, a energia dos fotões é transmitida sequencialmente para (A)elementos da CTE, eletrões da clorofila a, moléculas de ATP e, finalmente, para a glicose. (B)elementos da CTE, eletrões da clorofila a, moléculas de glicose e, finalmente, para moléculas de ATP. (C) eletrões da clorofila a, elementos da CTE, moléculas de ATP e, finalmente, para a glicose. (D)eletrões da clorofila a, elementos da CTE, moléculas de glicose e, finalmente, para moléculas de ATP. 7. As reações do ciclo de Calvin dependem da presença de ________, que são produtos formados na fase fotoquímica. (A)ADP e de NADP+ (B)ATP e de CO2 (C) ATP e de NADPH (D)CO2 e de H2O 8. Sacarose e aminoácidos, presentes na seiva floémica, são sintetizados a partir de moléculas de ________, um composto formado na fase ________ de fotossíntese. (A)NADPH … química (B)G3P … fotoquímica (C) NADP+ … fotoquímica (D)G3P … química 9. No floema, junto ________, as células do tubo crivoso têm ________ pressão de turgescência por causa da saída de sacarose. (A)ao sumidouro … menor (B)ao sumidouro … maior (C) à fonte … menor (D)à fonte … maior 10. Ordene os acontecimentos identificados pelas letras de A a F, de modo a reconstituir a sequência relacionada com a carga do floema. A. Síntese de sacarose nos tecidos clorofilinos. B. Síntese de glicose a partir de moléculas de G3P. C. Transporte ativo de açúcares para o interior dos tubos crivosos. D. Transformação da luz em energia química de moléculas de NADH e ATP. E. Reações cíclicas no estroma dos cloroplastos. ___________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 103 11. Durante o inverno, os pinheiros mantêm as folhas, mas reduzem a taxa fotossintética. Explique de que forma a redução da luminosidade e do número de horas de luz diárias e as baixas temperaturas, durante o inverno, afetam a taxa fotossintética. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 12. Faça corresponder a cada uma das situações, expressas na coluna I, o processo que lhe está diretamente associado e que consta da coluna II. Coluna I Coluna II (a) Saída de seiva xilémica quando se corta um caule. [ ____ ] (b) Formação de amido nas raízes, por polimerização de monossacarídeos. [ ____ ] (c) Fixação de dióxido de carbono durante o período diurno. [ ____ ] (d) Transporte ativo de sais minerais e entrada de água por osmose. [ ____ ] (e) Movimento de substâncias orgânicas das fontes para os frutos em desenvolvimento. [ ____ ] (1) Evapotranspiração (2) Absorção radicular (3) Fotossíntese (4) Gutação (5) Exsudação (6) Transporte da seiva xilémica (7) Transporte da seiva floémica (8) Acumulação de substâncias de reserva Grupo Item Cotação (em pontos) I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 7 7 7 7 7 7 10 7 7 66 II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7 7 7 7 7 10 45 III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 7 7 7 9 7 7 7 7 7 7 9 8 89 TOTAL 200
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 105 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. GRUPO I Artérias coronárias O miocárdio (músculo cardíaco) realiza um trabalho muito vigoroso e, por isso, as suas células dependem de um constante fornecimento de oxigénio. Na maioria dos vertebrados, o miocárdio está em segundo lugar de prioridade no catabolismo aeróbico e na exigência de oxigénio, ocupando o cérebro o primeiro lugar. Nas aves e nos mamíferos, o sangue que passa no lúmen ventricular não flui para as células do miocárdio, portanto essas células não são oxigenadas dessa forma. Existe a chamada circulação coronária, em que as artérias coronárias se ramificam a partir da aorta (Fig. 1), levando sangue oxigenado para as células do miocárdio. As veias coronárias recolhem o sangue venoso, levando-o diretamente para a aurícula direita. Se uma dessas artérias é bloqueada, a parte do miocárdio irrigada por ela deteriora-se rapidamente, devido à falta de oxigénio. É por isso que a oclusão das artérias coronárias, ou enfarte do miocárdio, é tão perigosa. Nos peixes teleósteos (com esqueleto ósseo) e nos anfíbios, o miocárdio é esponjoso e o sangue que passa pelo ventrículo flui pelos espaços do tecido esponjoso, levando oxigénio para as células do miocárdio. Esse sangue, porém, não é tão oxigenado como o da circulação coronária que, nesses animais, não existe. Adaptado de https://uab.ufsc.br/biologia/files/2020/08/Fisiologia-Animal-Comparada.pdf (consultado em 18/02/2021) 1. Os peixes teleósteos, como qualquer peixe, possuem uma circulação _____________ e o sangue que passa no coração é _____________. (A)simples … arterial (B)simples … venoso (C) dupla e incompleta … arterial e venoso (D)dupla e completa … arterial e venoso Fig. 1 Rede de artérias da circulação coronária. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Teste de avaliação 6 Transporte nos animais Obtenção de energia Trocas gasosas
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    106 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. A circulação nos anfíbios é _____________, pelo que o sangue enviado para a cabeça tem origem _____________. (A)dupla e completa … no ventrículo esquerdo (B)dupla e incompleta … no único ventrículo do coração (C) dupla e completa … no ventrículo direito (D)simples … no único ventrículo do coração 3. Considere as seguintes afirmações. I. Os insetos não têm sangue nem coração. II. Ao contrário dos vertebrados, os insetos apresentam um sistema circulatório aberto. III. Os sistemas circulatórios fechados gastam menos energia para bombear o fluido circulante. (A)I e III são falsas, II é verdadeira. (B)I é falsa, II e III são verdadeiras. (C) I é verdadeira, II e III são falsas. (D)I e II são verdadeiras, III é falsa. 4. No ser humano, a existência de uma circulação dupla e completa permite (A)menor velocidade de circulação sanguínea em relação a uma circulação simples. (B)igual atividade metabólica à de seres vivos com circulação dupla e incompleta. (C) maior oxigenação do sangue em relação a uma circulação dupla e incompleta. (D)manter a pressão sanguínea constante, ao contrário de uma circulação simples. 5. O dióxido de carbono e o vapor de água que são trocados nos alvéolos pulmonares do ser humano resultam ________________________, ocorrendo este intercâmbio de gases a nível celular por difusão _______. (A)da fermentação lática que se realizou em algumas células … simples (B)da fermentação lática que se realizou em algumas células … facilitada (C) da respiração aeróbia que se realizou nas células … facilitada (D)da respiração aeróbia que se realizou nas células … simples 6. Na respiração aeróbia efetuada nas células cardíacas, os compostos orgânicos são totalmente degradados (A)no hialoplasma, no final da glicólise. (B)na matriz mitocondrial, no final do ciclo de Krebs. (C) nas cristas mitocondriais, no final da cadeia transportadora de eletrões. (D)na matriz mitocondrial, na formação de acetil-CoA. 7. As artérias coronárias que irrigam o miocárdio ramificam-se a partir da artéria aorta, que está ligada ao ventrículo _________, e recebem sangue deste como resultado de uma _________. (A)direito … sístole (B)esquerdo … diástole (C) direito … diástole (D)esquerdo … sístole
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 107 8. O risco de enfarte do miocárdio relaciona-se sobretudo com o bloqueio ou mesmo com a rotura das artérias coronárias, e não das veias coronárias, o que se explica pelo facto de as artérias __________________________ do que as veias. (A)terem uma parede mais musculosa e elástica (B)terem uma parede menos espessa e resistente (C) receberem o sangue com pressão mais elevada e terem menor calibre (D)receberem o sangue com pressão menos elevada e terem maior calibre 9. Explique de que forma a inexistência de circulação coronária nos peixes e nos anfíbios impede que esses animais tenham taxas metabólicas idênticas às de aves e mamíferos. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    108 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 GRUPO II Como o peixe-vermelho resiste à falta de oxigénio Mudanças na quantidade de oxigénio dissolvido na água (OD) são fenómenos naturais que os peixes têm de enfrentar, principalmente os de água doce, que vivem nos troços inferiores dos rios, onde a agitação da água é relativamente baixa. Muitas espécies exibem uma capacidade surpreendente de sobreviver e de permanecer ativas sob hipoxia (baixos valores de OD), ou mesmo em anoxia, isto é, na ausência de oxigénio, por longos períodos. Os peixes teleósteos do grupo dos ciprinídeos, onde se inclui o pimpão ou peixe-vermelho, constituem um exemplo de tolerância a baixos valores de OD. Os processos que o permitem incluem uma cooperação metabólica entre diferentes tecidos. Em hipoxia ou anoxia, os tecidos passam a recorrer à fermentação lática, produzindo elevadas quantidades de lactato. No fígado, o lactato pode ser novamente convertido em glicose e esta é acumulada sob a forma de glicogénio, um processo que também se verifica nos músculos dos seres humanos. No entanto, os ciprinídeos têm outra forma de metabolizar o lactato. O tecido muscular é capaz de converter o lactato (também produzido por outros órgãos) em etanol. Este é facilmente excretado pelas guelras (ou brânquias), evitando a acumulação de lactato e a acidificação do sangue (Fig. 2). Desta forma se explica a resistência desta espécie em aquários de pequena dimensão e sem sistema de oxigenação da água. Adaptado de www.frontiersin.org/articles/10.3389/fphys.2018.00366/full (consultado em 27/02/2021) Fig. 2 Formação de lactato e processos da sua eliminação da corrente sanguínea, em ciprinídeos, sob condições de hipoxia ou de anoxia. 1. Nos animais, o glicogénio é um ________ que tem a mesma função que ________ nas plantas. (A)polissacarídeo … a celulose (B)polissacarídeo … o amido (C) polipeptídeo … a celulose (D)polipeptídeo … o amido
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 109 2. A sobrevivência do peixe-vermelho em hipoxia implica a produção de energia metabólica essencialmente através da fermentação lática. Este processo ocorre (A)no citoplasma das células, com redução do piruvato. (B)no citoplasma das células, com oxidação do piruvato. (C) nas mitocôndrias, com oxidação do piruvato. (D)nas mitocôndrias, com redução do piruvato. 3. As afirmações seguintes referem-se a processos catabólicos. I. Na fermentação lática, o aceitador final de eletrões é uma molécula orgânica, tal como acontece na respiração anaeróbia. II. A respiração aeróbia e a fermentação lática têm em comum a glicólise. III. As células do peixe-vermelho que convertem piruvato em lactato são anaeróbias facultativas. (A)I e II são falsas; III é verdadeira. (B)I é falsa; II e III são verdadeiras. (C) I é verdadeira; II e III são falsas. (D)I e III são falsas; II é verdadeira. 4. Ocorrem descarboxilações nas seguintes etapas da respiração aeróbia: (A)glicólise e cadeia respiratória. (B)glicólise e ciclo de Krebs. (C) formação de acetil-CoA e ciclo de Krebs. (D)formação de acetil-CoA e cadeia respiratória. 5. Nos peixes, ocorre a hematose __________, e o sangue oxigenado vai _________________. (A)branquial … voltar ao coração e só depois segue para os tecidos (B)cutânea … voltar ao coração e só depois segue para os tecidos (C) cutânea … diretamente para os tecidos sem voltar de novo ao coração (D)branquial … diretamente para os tecidos sem voltar de novo ao coração 6. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência de acontecimentos que ocorrem nas mitocôndrias e levam à produção de ATP. A. Formação de acetil-CoA. B. Oxidação do NADH. C. Redução do FAD. D. Quimiosmose. E. Aumento da concentração de iões H+ no espaço intermembranar. ____________________________________________________________________________________________ 7. A circulação do sangue nas brânquias do peixe-vermelho faz-se _____________ da circulação da água nesse órgão. Após a hematose, a água sai pela ____________. (A)no mesmo sentido … boca (B)no mesmo sentido … fenda opercular (C) em sentido oposto ao … boca (D)em sentido oposto ao … fenda opercular
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    110 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência de acontecimentos relativos ao metabolismo da glicose no peixe-vermelho, em hipoxia, e que permitem a eliminação do excesso de lactato do organismo. A. Difusão de etanol para a água. B. Transporte de lactato para os músculos. C. Oxidação do NADH. D. Fosforilação do ADP. E. Ativação da glicose. ____________________________________________________________________________________________ 9. Os peixes-vermelhos conseguem sobreviver em pequenos aquários quase privados de oxigénio. Explique por que razão estes animais conseguem sobreviver nessas condições recorrendo apenas à fermentação lática. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 111 GRUPO III Os iaques e o planalto tibetano Os iaques (Bos grunniens) têm adaptações para viver num ambiente hostil de grandes altitudes, onde os nómadas tibetanos os mantêm principalmente para alimentação e como meio de transporte. Adaptações relacionadas com o metabolismo energético e o sistema cardiovascular ajudam esses ruminantes a viver em condições extremas. Os ruminantes têm um enorme estômago dividido em quatro câmaras. O alimento ingerido passa para o rúmen, a maior câmara do estômago, onde bactérias e outros microrganismos (microbiota) digerem fibras vegetais (celulose). Para ajudar nesse processo, regurgitam e mastigam novamente o alimento, várias vezes, antes que ele passe para o resto do sistema digestivo através das outras câmaras do estômago. A microbiota do rúmen fermenta a matéria vegetal e produz gases como o metano, lançados posteriormente para a atmosfera, e ácidos gordos voláteis (AGV), que são a fonte de energia para os animais. Em comparação com as vacas (Bos taurus), os iaques conseguem obter mais energia, ingerindo o mesmo alimento (Fig. 3), o que se deve a diferenças na microbiota do rúmen destas duas espécies. Os iaques, relativamente ao gado bovino, têm ainda corações e pulmões maiores e não apresentam vasoconstrição pulmonar hipóxica (com pouco oxigénio). A vasoconstrição pulmonar é uma resposta a situações de hipoxia, que pode compensar o facto de algumas regiões do pulmão estarem menos ventiladas ou obstruídas por alguma razão. Ao reduzir o fluxo sanguíneo nessas áreas, o sangue é desviado para áreas mais ventiladas, otimizando as trocas gasosas. Fontes: www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0960982216304705; www.nature.com/articles/ng.2343 (consultados em 14/3/2021) Fig. 3 A – Distribuição do gado bovino (vaca) e do iaque. B – Produção e emissão de metano, pelo gado bovino (vaca) e pelo iaque. C – Produção e emissão de ácidos gordos voláteis, pelo gado bovino (vaca) e pelo iaque. Os asteriscos revelam diferenças significativas (*) e muito significativas (**) entre os dois tipos de ruminantes.
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    112 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. A fonte de energia para os ruminantes são __________, produzidos(as) pela microbiota do rúmen, que é formada por organismos que vivem em __________ e recorrem à __________ para obter energia. (A)as fibras de celulose … anaerobiose … respiração aeróbia (B)as fibras de celulose … aerobiose … fermentação (C) os ácidos gordos voláteis … anaerobiose … fermentação (D)os ácidos gordos voláteis … aerobiose … respiração aeróbia 2. No planalto tibetano, os iaques conseguem retirar mais energia do alimento que ingerem do que as vacas, porque a microbiota do seu rúmen produz (A)mais metano. (B)mais AGV. (C) menos metano. (D)menos AGV. 3. As plantas do planalto tibetano têm de resistir a situações de stress hídrico; quando tal acontece, as suas folhas produzem ácido abscísico (A)que baixa a pressão osmótica das células estomáticas, com a entrada de iões K+ , e provoca a abertura dos estomas. (B)que aumenta a pressão osmótica das células estomáticas, com a saída de iões K+ , e provoca a abertura dos estomas. (C) que aumenta a pressão osmótica das células estomáticas, com a entrada de iões K+ , e provoca o fecho dos estomas. (D)que baixa a pressão osmótica das células estomáticas, com a saída de iões K+ , e provoca o fecho dos estomas. 4. Considere as afirmações seguintes, que se referem às condições de vida no planalto tibetano, onde o clima é frio e seco. I. Neste planalto, o frio é o único fator que limita a sobrevivência dos seres vivos. II. Neste planalto, o clima é seco e pouco favorável para os anfíbios porque estes dependem da hematose cutânea. III. Nas águas agitadas dos rios deste planalto existe mais oxigénio dissolvido do que nos lagos. (A)I é falsa; II e III são verdadeiras. (B)I e III são falsas; II é verdadeira. (C) I e II são falsas; III é verdadeira. (D)I é verdadeira; II e III são falsas. 5. Os insetos apresentam difusão ________, através _________. (A)indireta … de traqueias (B)direta … do tegumento (C) indireta … do tegumento (D)direta … de traqueias
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 113 6. A vasoconstrição acontece ________, resulta da contração de fibras musculares das suas paredes e ________ o fluxo de sangue nos tecidos irrigados por esses vasos. (A)nas arteríolas … reduz (B)nos capilares … reduz (C) nas arteríolas … aumenta (D)nos capilares … aumenta 7. Associe a cada afirmação da coluna I a superfície respiratória da coluna II que lhe corresponde. Coluna I Coluna II (a) São evaginações irrigadas, protegidas em cavidades internas. [ ____ ] (b) São superfícies respiratórias que permitem elevadas taxas metabólicas, mas apenas em animais de dimensões reduzidas. [ ____ ] (c) São invaginações irrigadas, protegidas da dissecação. [ ____ ] (1) Tegumentos (2) Traqueias (3) Brânquias internas (4) Brânquias externas (5) Pulmões 8. Nas aves, a circulação __________ do ar nos __________ permite uma hematose muito eficaz. (A)unidirecional … parabrônquios (B)unidirecional … alvéolos (C) bidirecional … alvéolos (D)bidirecional … parabrônquios 9. O iaque e o gado bovino são espécies próximas, podendo mesmo gerar híbridos, mas estão adaptados de forma diferente à vida em altitude. Explique como as características do sistema cardiovascular e respiratório dos iaques os torna mais adaptados do que o gado bovino à vida em altitude. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ Grupo Item Cotação (em pontos) I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 7 7 7 7 7 7 7 7 10 66 II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 7 7 7 7 7 8 7 8 10 68 III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 7 7 7 7 7 7 7 7 10 66 TOTAL 200
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 115 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. GRUPO I Efeito de estufa descontrolado O efeito de estufa é essencial à vida tal como a conhecemos. À semelhança de uma estufa de vidro, que deixa entrar a luz e retém o calor, o efeito de estufa isola gases na atmosfera e protege do frio mortífero do espaço. Mas desde a Revolução Industrial, a espécie humana perturbou o delicado equilíbrio atmosférico. As concentrações de dióxido de carbono (CO2) libertado pela queima dos combustíveis fósseis, e de outros gases com efeito de estufa (GEE), subiram a um ritmo alarmante, formando um manto espesso em torno da Terra, retendo calor em excesso e fazendo disparar as temperaturas globais. Embora um clima mais quente possa ser bem-vindo em alguns locais, a realimentação de alguns ciclos, como o da água e do carbono, complicam os efeitos das temperaturas mais elevadas. A maior evaporação gera uma cobertura de nuvens mais densas, exarcebando o efeito de aquecimento, já que as próprias nuvens são fortes isoladores (Fig. 1). O processo de retenção de carbono realizado, desde há longa data, pela formação de algumas rochas e pelo próprio oceano, removendo CO2 da atmosfera, apresentará grande instabilidade e estas reservas de CO2 serão libertadas, acelerando ainda mais o problema. Os cientistas alertam para um “ponto de inflexão”, uma temperatura para lá da qual o problema já não pode ser revertido. O prestigiado climatólogo da NASA, James Hansen, forneceu-nos um número para definir a nova condição crítica da vida tal como a conhecemos. James e os seus colaboradores estudaram a relação histórica entre o carbono atmosférico e fenómenos como o aumento do nível do mar (durante toda a história humana até ao início da Revolução Industrial, o ar não conteve mais de 275 ppm de CO2). Depois de analisarem os dados mais recentes, verificaram que o número atual é demasiado elevado e é por isso que o Ártico está a fundir. O aquecimento do planeta não é um problema para o futuro, mas sim uma crise do presente. Fig. 1 As atividades humanas poderão desencadear um aquecimento imparável do planeta. Adaptado de Superinteressante, outubro de 2012 Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Prova global
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    116 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. O subsistema onde se encontram armazenados os combustíveis fósseis é a (A) biosfera, pois estes resultam da acumulação de restos de seres vivos. (B) geosfera, pois são considerados como material da astenosfera. (C) biosfera, pois esta é constituída pelos seres vivos essencialmente formados por carbono. (D) geosfera, pois estão aprisionados ao nível da crosta terrestre. 2. Considerando a composição da atmosfera primitiva, pode afirmar-se que o dióxido de carbono existia (A) em maior percentagem do que o oxigénio. (B) em menor percentagem do que o árgon. (C) em menor percentagem do que o nitrogénio e o oxigénio. (D) em percentagem semelhante à do oxigénio. 3. Hansen e os seus colaboradores estudaram a relação histórica entre o carbono atmosférico e fenómenos como o aumento do nível da água do mar. A relação estudada reflete a interação dos subsistemas (A) atmosfera – biosfera (B) geosfera – hidrosfera (C) biosfera – geosfera (D) atmosfera – hidrosfera 4. O aquecimento global pode intensificar-se através do aumento (A) da luz solar recebida, tornando a Terra num sistema aberto. (B) da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera, emitido durante períodos de intensa atividade vulcânica. (C) de desequilíbrios nos subsistemas fechados da Terra. (D) da formação de glaciares que refletem a radiação infravermelha recebida pela Terra. 5. O excesso de dióxido de carbono na atmosfera pode ser removido em consequência (A) da formação de rochas carbonatadas no mar. (B) da libertação de metano utilizado na agricultura. (C) da desflorestação que ocorre em várias regiões do mundo. (D) das alterações climáticas provocadas pelo aumento da temperatura. 6. Atualmente, a fusão dos glaciares está a provocar uma __________ ao nível mundial, com exceção de alguns locais, como a península da Escandinávia, onde o fenómeno __________ compensa o aumento do nível do mar. (A) regressão marinha … de isostasia (B) transgressão marinha … de isostasia (C) regressão marinha … de subsidência (D) transgressão marinha … de subsidência
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 117 7. A erosão provocada pelo mar faz __________ a linha de costa, fenómeno que pode ser interpretado à luz do __________. (A) avançar … catastrofismo (B) avançar … uniformitarismo (C) recuar … catastrofismo (D) recuar … uniformitarismo 8. Os cientistas afirmam que o aquecimento global também provoca a alteração das correntes oceânicas. Indique a designação do tipo de dinâmica da Terra onde se incluem estes dois fenómenos. ____________________________________________________________________________________________ 9. Comente a seguinte afirmação: «O aquecimento global verificado atualmente poderá conduzir ao estabelecimento de uma nova era ou um novo período na escala do tempo geológico». ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    118 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 GRUPO II Raízes aéreas das orquídeas Na natureza existem cerca de 28 mil espécies de orquídeas. Algumas espécies de regiões tropicais são epífitas, isto é, fixam-se aos troncos das árvores, não para as parasitar, mas apenas para que lhes sirvam de suporte. Esta estratégia permite que em florestas densas evitem a competição com outras plantas no solo e possam ter melhor exposição solar. No entanto, o acesso à água e a nutrientes fica aparentemente impedido. A sobrevivência destas plantas está dependente de adaptações especiais das suas raízes, que crescem em contacto com o ar – raízes aéreas. São raízes espessas, geralmente esbranquiçadas e com a extremidade – coifa – verde, acastanhada ou avermelhada. As partes mais antigas destas raízes aéreas são cobertas por um tecido protetor – velame – de cor branco prateado (quando seco) ou verde pálido (quando húmido). O velame é um tecido constituído por várias camadas de células mortas e de parede espessada. As paredes hidrofílicas e os espaços vazios do velame funcionam como uma esponja, que quando chove capta rapidamente a água e os nutrientes dissolvidos na água da chuva. Em ambientes húmidos, o velame permite até a captação de água da atmosfera, sob a forma de vapor. Simultaneamente, o velame funciona como uma barreira que impede a evaporação de água dos tecidos mais internos da raiz, garantindo que as orquídeas se mantêm hidratadas, mesmo sob condições ambientais mais secas. Alguns estudos indicam que o velame também é importante na proteção dos tecidos contra a radiação ultravioleta e infravermelha. A entrada de água para o córtex da raiz não é feita por via apoplástica porque grande parte das células da camada subjacente ao velame – exoderme –, apresenta paredes com espessamentos de suberina, o que as impermeabiliza. Na exoderme existem ainda células de passagem, vivas e com paredes finas, que permitem que a planta controle a entrada de água e de sais minerais. A exoderme é outra estrutura que impede que a planta perca facilmente água pelas suas raízes expostas, mas permite a troca de gases. Além disto, a fotossíntese, que geralmente é uma função das folhas, em muitas orquídeas é parcial ou totalmente desenvolvida nas suas raízes aéreas, contribuindo para a síntese de compostos orgânicos. As raízes das orquídeas dependem de associações simbióticas com fungos ou com bactérias para obterem alguns nutrientes que escasseiam no seu ambiente. Adaptado de https://repositorioaberto.uab.pt/bitstream/10400.2/9058/1/Ra%C3%ADzes%20de%20orqu%C3%ADdeas_PBN.pdf (consultado em 14/02/2021) Fig. 2 A – Raízes aéreas de uma orquídea. B – Corte da raiz de uma orquídea (MOC).
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 119 1. As afirmações seguintes dizem respeito às raízes aéreas das orquídeas epífitas. I. Perderam a função da captação de absorção de água e sais minerais. II. Estão revestidas por um tecido que, quando está desenvolvido, não tem células vivas. III. Podem constituir superfícies de trocas gasosas entre a planta e o exterior. (A) I é falsa; II e III são verdadeiras. (B) II é verdadeira; I e III são falsas. (C) I e III são verdadeiras; II é falsa. (D) III é falsa; I e II são verdadeiras. 2. As folhas das orquídeas epífitas estão cobertas por uma espessa camada serosa – ________ – e, em muitas espécies, os estomas estão afundados em pequenas câmaras. As raízes aéreas estão cobertas pelo ________. Desta forma, a planta _________ pelas folhas e raízes expostas. (A) quitina … velame … evita perder água (B) quitina … córtex … consegue captar água (C) cutícula … velame … evita perder água (D) cutícula … córtex … consegue captar água 3. Existem células das raízes das orquídeas que ____________ em reações cíclicas que ocorrem ____________. (A) fixam dióxido de carbono … na matriz das mitocôndrias (B) fixam dióxido de carbono … no estroma dos cloroplastos (C) utilizam oxigénio … na matriz das mitocôndrias (D) utilizam oxigénio … no estroma dos cloroplastos 4. Nas orquídeas, como em todas as plantas, o transporte entre o córtex da raiz e o cilindro central está limitado (A) às vias transmembranar e simplástica. (B) às vias apoplástica e simplástica. (C) à via transmembranar. (D) à via apoplástica. 5. Faça corresponder a cada designação da coluna I, o acontecimento respetivo que consta da coluna II. Coluna I Coluna II (a) Apenas na fase fotoquímica da fotossíntese. [ ____ ] (b) Apenas na fase química da fotossíntese. [ ____ ] (c) Em ambas as fases. [ ____ ] (1) Reações de descarboxilação. (2) Libertação de oxigénio. (3) Reações de oxirredução. (4) Libertação de dióxido de carbono. (5) Hidrólise de ATP.
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    120 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 6. A translocação da seiva floémica verifica-se através de células ________, que constituem vasos onde a seiva está sob ________. (A) mortas … pressão (B) mortas … tensão (C) vivas … pressão (D) vivas … tensão 7. A existência de pressão radicular pode ser demonstrada por (A) fenómenos de evapotranspiração. (B) fenómenos de exsudação e gutação. (C) fenómenos de desidratação. (D) fenómenos de abertura e fecho dos estomas. 8. Se, numa célula vegetal, a síntese de ATP fosse bloqueada, um processo que não sofreria prejuízo seria a (A) fotossíntese. (B) fermentação. (C) síntese proteica. (D) osmose. 9. Identifique dois problemas que as raízes aéreas das orquídeas epífitas têm de enfrentar e explique como os conseguiram superar. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 121 GRUPO III Vulcão das Furnas – Açores O vulcão das Furnas é um dos três vulcões potencialmente mais ativos da ilha de São Miguel, nos Açores. Este vulcão está flanqueado, a oriente, pelo vulcão da Povoação, e a ocidente, pela zona fissural do Planalto da Achada. À semelhança dos vulcões das Sete Cidades, do Fogo e da Povoação, o vulcão das Furnas é um estratovulcão ou vulcão compósito, constituído por alternâncias de escoadas lávicas e materiais piroclásticos, tais como, cinzas, lapilli (bagacinas), bombas e blocos. É igualmente um vulcão poligenético, por ter resultado de inúmeras erupções seriadas ao longo da sua história geológica. Inicialmente, o vulcão das Furnas teria um aspeto morfológico semelhante à Montanha do Pico. Porém, ao longo da sua evolução, e na sequência de sucessivos episódios vulcânicos, foi modificando a sua configuração, até atingir o aspeto atual. Para tal, terá contribuído, fundamentalmente, o desenvolvimento de uma câmara magmática subjacente ao mesmo que terá permanecido e evoluído, através de processos geoquímicos e termodinâmicos altamente complexos, no decurso de um tempo geológico alargado. A evolução do magma conduziu ao enriquecimento de alguns elementos químicos, substancialmente sílica, determinantes no grau de explosividade de futuros episódios. A observação dos produtos vulcânicos emitidos durante as várias erupções (maioritariamente de natureza traquítica, isto é, com cerca de 63% sílica), associada à análise dos diversos depósitos e das várias estruturas, que integram este vulcão, permitiu reconstituir a sua história geológica. O histórico de erupções deste vulcão pode contribuir para o prognóstico de algum fenómeno vulcânico e, consequentemente, para a minimização de danos humanos e socioeconómicos. Importa ainda realçar um outro problema que se prende com a saúde da população que diariamente vive nas Furnas. É imperioso que todos estejam consciencializados de que alguns dos gases vulcânicos, que os envolvem em neblinas quase místicas, podem provocar danos físicos, ou, em casos extremos, serem letais quando atingem determinadas concentrações. Adaptado de: http://siaram.azores.gov.pt/vulcanismo/vulcao-furnas/_texto.html (consultado em 15/03/2021) Fig. 3 Complexos vulcânicos da Ilha de São Miguel, Açores.
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    122 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. O vulcão das Furnas é um estratovulcão, pois apresenta um cone (A) formado exclusivamente por escoadas lávicas. (B) formado por camadas alternadas de lavas e piroclastos. (C) formado exclusivamente por piroclastos. (D) alto devido ao seu vulcanismo efusivo. 2. A atividade vulcânica referida é do tipo (A) fissural com emissão de materiais pobres em sílica. (B) central com emissão de materiais ricos em sílica. (C) fissural com emissão de materiais ricos em sílica. (D) central com emissão de materiais pobres em sílica. 3. As Furnas encontram-se numa zona de grau geotérmico (A) elevado e baixo fluxo térmico. (B) baixo e elevado fluxo térmico. (C) elevado e elevado fluxo térmico. (D) baixo e baixo fluxo térmico. 4. Faça corresponder cada uma das expressões da coluna A relativas ao tipo de atividade tectónica ao respetivo contexto tectónico entre placas onde ocorre, descrito na coluna B. Coluna I Coluna II (a) Atividade vulcânica fissural com emissões de lavas básicas [ ____ ] (b) Atividade vulcânica central com emissões de lavas fluidas que ocorre no interior de uma placa [ ____ ] (c) Atividade vulcânica do tipo misto a explosivo, formando arcos vulcânicos continentais [ ____ ] (1) Limite convergente entre placa litosférica oceânica e placa litosférica oceânica (2) Limite convergente entre placa litosférica continental e placa litosférica continental (3) Limite divergente entre duas placas litosféricas (4) Limite convergente entre placa litosférica oceânica e placa litosférica continental (5) Hotspots 5. O arrefecimento à superfície de magmas de natureza traquítica leva à formação de rochas magmáticas (A) plutónicas com minerais bem desenvolvidos. (B) vulcânicas com minerais bem desenvolvidos. (C) plutónicas com minerais pouco desenvolvidos. (D) vulcânicas com minerais pouco desenvolvidos.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 123 6. Ordene as etapas identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência cronológica dos acontecimentos que originaram o complexo vulcânico das Sete Cidades. A. Ascensão de magma rico em componentes voláteis. B. Formação de uma depressão preenchida por águas pluviais. C. Projeção violenta de materiais piroclásticos, incluindo partes dos flancos do vulcão. D. Diminuição da densidade dos materiais rochosos em fusão. E. Aumento da pressão no interior da câmara magmática. ____________________________________________________________________________________________ 7. A datação absoluta dos complexos vulcânicos da Ilha de São Miguel pode feita com recurso a isótopos radioativos _________ presentes nas rochas _________. (A) estáveis … vulcânicas (B) estáveis … plutónicas (C) instáveis … vulcânicas (D) instáveis … plutónicas 8. O vulcanismo é um método _________ do estudo do interior da Terra que pode trazer para a superfície materiais presentes no _________. (A) direto … núcleo externo (B) direto … manto (C) indireto … núcleo externo (D) indireto … manto 9. A vigilância dos vulcões é essencial para a segurança das povoações, pois pode ajudar a prever erupções e prevenir as suas consequências. Explique de que modo se pode prever uma futura erupção utilizando dados sísmicos. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    124 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 GRUPO IV Fungos e aplicações na indústria Os fungos são organismos que podem ser encontrados em quase todos os ambientes (terrestres e aquáticos) a colonizar uma grande variedade de substratos (solo, plantas ou detritos orgânicos). O número estimado de espécies de fungos é de 2,2 a 3,8 milhões, embora apenas estejam descritas cerca de 120 mil espécies. A importância económica dos fungos é muito vasta. São importantes produtores de ácidos orgânicos, como os ácidos cítrico, fumárico e glutâmico, e também produzem metabolitos secundários e enzimas com diferentes aplicações (Tabela 1). Tabela 1 – Exemplos de metabolitos secundários e de enzimas, produzidos comercialmente a partir de fungos, e as respetivas aplicações (adaptado de Deacon, 2006). Fungo Metabolito/Enzima Aplicação Metabolito Penicillium chrysogenum Penicilinas Antibacteriano Acremonium chrysogenum Cefalosporinas Antibacteriano Penicillium griseofulvum Griseofulvinas Antifúngico Tolypocladium spp. Ciclosporinas Imunossupressor Giberella fujikuroi Giberelinas Hormona de plantas Claviceps purpurea Ergotinas Tratamento de enxaquecas; vasoconstritor; vasodilatador; anti-Parkinson; combate da hipertensão e de distúrbios psiquiátricos Enzima Aspergillus niger, A. oryzae ɲ-amilase Hidrólise do amido Aspergillus spp. Protease Hidrólise de proteínas (panificação) Aspergillus, Rhizopus Pectinase Clarificação de sumos de fruta Mucor, Aspergillus, Penicillium Lipase Lacticínios e detergentes Mucor spp. Renina Coagulação do leite Trichoderma reesei Celulase Indústria alimentar Aspergillus niger Lactase Indústria alimentar Os fungos também são responsáveis pela produção de muitos dos nossos alimentos. A leve- dura Saccharomyces cerevisiae, conhecida como levedura do padeiro, é o microrganismo usado no fabrico do pão. As leveduras com o metabolismo fermentativo, no qual utilizam a glicose produzindo etanol e dióxido de carbono, são também utilizadas na produção de bebidas alcoólicas como o saké japonês, a cerveja e o vinho. As espécies Penicillium camemberti, P. roquefortii e P. caseiolum são responsáveis pela produção dos queijos camembert, roquefort e brie, respetivamente, conferindo distintos sabores, texturas e aromas a estes queijos. Muitos cogumelos silvestres são comestíveis e por isso são colhidos no campo e comercializados em mercados. Entre os mais apreciados estão as trufas (Tuber melanosporum e Tuber magnatum), pertencentes ao filo Ascomycota, cujos ascocarpos lembram tubérculos, com odor característico e que são diferenciados debaixo do solo. As trufas formam micorrizas com as raízes de árvores como os carvalhos. Nos últimos anos registou-se um aumento considerável das atividades económicas relacionadas com a exploração dos cogumelos silvestres. Várias associações micológicas promovem festivais de míscaros (Amanita ponderosa, Lactarius deliciosus), associando a colheita deste recurso à prova gastronómica das espécies encontradas. Adaptado da revista Elementar, Casa das Ciências, Dezembro 2018, V6/04)
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 125 1. O fungo Saccharomyces cerevisiae é utilizado na indústria da panificação e promove (A) reações catabólicas de elevado rendimento energético. (B) reações anabólicas de elevado rendimento energético. (C) reações catabólicas de baixo rendimento energético. (D) reações anabólicas de baixo rendimento energético. 2. Nos ecossistemas, os fungos são (A) macroconsumidores e heterotróficos por absorção. (B) microconsumidores e heterotróficos por ingestão. (C) macroconsumidores e heterotróficos por ingestão. (D) microconsumidores e heterotróficos por absorção. 3. A acidificação do leite provoca a sua coagulação por ________ de ________ presentes neste alimento. (A) hidrólise … lípidos (B) hidrólise … proteínas (C) desnaturação … lípidos (D) desnaturação … proteínas 4. A produção de ácido cítrico obtém-se interrompendo (A) o ciclo de Calvin. (B) o ciclo de Krebs. (C) a glicólise. (D) a fermentação. 5. A lipase extraída do fungo Aspergilus, ao ser utilizada em processos industriais, promove (A) reações de hidrólise em ligações éster. (B) reações de condensação em ligações peptídicas. (C) reações de condensação em ligações éster. (D) reações de hidrólise em ligações peptídicas. 6. Ordene as etapas que ocorrem durante a fermentação, desde o início do processo até à libertação dos produtos finais. A. Produção de ácido pirúvico. B. Consumo de ATP. C. Formação de etanol. D. Síntese de ATP. E. Libertação de CO2. ____________________________________________________________________________________________
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    126 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 7. As ergotinas são utilizadas no tratamento de doenças cardiovasculares. No ser humano atuam num sistema circulatório que é (A) fechado e o sangue circula com maior pressão nas veias (B) aberto e o sangue circula com maior pressão nas artérias (C) fechado e o sangue circula com maior pressão nas artérias (D) aberto e o sangue circula com maior pressão nas veias 8. De acordo com os dados fornecidos, refira como as condições físico-químicas do meio podem interferir nos processos inerentes à panificação. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 9. Explique a importância para os seres humanos de, num futuro próximo, investir em avanços científico-tecnológicos que permitam estudar e conhecer melhor os fungos. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ Grupo Item Cotação (em pontos) I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total 5 5 5 5 5 5 5 5 10 50 II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total 5 5 5 5 5 5 5 5 10 50 III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total 5 5 5 5 5 5 5 5 10 50 IV 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total 5 5 5 5 5 5 5 7 8 50 TOTAL 200
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 127 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. A Terra está a perder oxigénio e ainda não se sabe porquê A Terra está a perder oxigénio, embora não o suficiente para desencadear grandes problemas para a vida na Terra, descobriu um novo estudo. Os níveis de oxigénio atmosférico estão, fundamentalmente, ligados à evolução da vida na Terra. Como tal, os cientistas há muito procuram reconstruir como os níveis de oxigénio atmosférico flutuaram no passado e o que pode controlar essas mudanças. «Não havia consenso sobre se, antes de a humanidade começar a queimar combustíveis fósseis, o ciclo do oxigénio estava em equilíbrio ou em desequilíbrio e, neste caso, se estava a aumentar ou a diminuir», disse o autor principal do estudo, Daniel Stolper, geoquímico da Universidade de Princeton. Para identificar os níveis de oxigénio presentes na atmosfera do planeta ao longo da sua história, os cientistas perfuraram gelo da Antártida e da Gronelândia a diferentes profundidades e analisaram a composição química das amostras recolhidas. Novas estimativas apontam para uma perda de cerca de 0,7% de oxigénio nos últimos 800 mil anos. Uma das hipóteses que ajuda a explicar este declínio, avançado por Stolper, é a de que «as taxas de erosão global podem ter aumentado devido, entre outros fatores, ao crescimento dos glaciares, que fragmentaram as rochas». O aumento das taxas de erosão teria exposto mais pirite e carbono orgânico à atmosfera. A pirite é um sulfureto de ferro e o carbono orgânico consiste em restos de organismos, principalmente plantas terrestres e microrganismos fotossintéticos aquáticos, como algas. Tanto a pirite como o carbono orgânico podem reagir com o oxigénio e removê-lo da atmosfera. Estas descobertas revelam o que pode ser uma estranha contradição: a de que os níveis de dióxido de carbono atmosférico devem subir conforme os níveis de oxigénio caem. No entanto, pesquisas anteriores descobriram que os níveis de dióxido de carbono atmosférico não mudaram, em média, nos últimos 800 000 anos. A explicação para este facto pode residir num outro: o aumento dos níveis de dióxido de carbono atmosférico aumentará as taxas nas quais as rochas vulcânicas se desgastam e os seus componentes vão para os mares, o que pode, então, prender o dióxido de carbono atmosférico em minerais oceânicos. Isso significa que se pode ter uma mudança no oxigénio atmosférico sem nenhuma mudança observável no dióxido de carbono médio. Adaptado de www.livescience.com/56219-earth-atmospheric-oxygen-levels-declining.html (consultado em 25/03/2021) 1. Segundo Stolper, a explicação para a diminuição nos níveis de oxigénio atmosférico reside numa interação entre a (A) biosfera e a geosfera. (B) geosfera e a atmosfera. (C) hidrosfera e a atmosfera. (D) hidrosfera e a biosfera. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Questão de aula 1 Subsistemas terrestres Ciclo das rochas
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    128 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. O provável aumento das taxas de erosão resultou da ação da ______, que é um subsistema terrestre ______. (A) hidrosfera … aberto (B) atmosfera … aberto (C) hidrosfera … fechado (D) atmosfera … fechado 3. O aumento dos níveis de dióxido de carbono pode ser compensado (A) pelo aumento da atividade vulcânica e pela queima dos combustíveis fósseis. (B) pela diminuição dos níveis de oxigénio atmosférico. (C) pelo aumento da taxa de formação de rochas sedimentares carbonatadas. (D) pela diminuição das taxas de erosão provocadas pelos glaciares. 4. A pirite é um mineral porque possui uma estrutura cristalina (A) variável consoante o meio onde se forma e uma composição química mal definida. (B) e uma composição química bem definida ou variável dentro de certos limites. (C) bem definida e uma composição química altamente variável. (D) sólida e altamente variável e uma composição química fixa. 5. Considere as afirmações seguintes, relativas ao ciclo das rochas. I. Algumas das rochas sedimentares provêm da alteração das rochas magmáticas e metamórficas. II. Rochas submetidas a pressões não litostáticas, apesar de se manterem no estado sólido, podem experimentar alterações mineralógicas. III. Todas as rochas magmáticas se originam a partir da lava expelida pelos vulcões. (A) I e III são verdadeiras; II é falsa. (B) I e II são verdadeiras; III é falsa. (C) III é verdadeira; I e II são falsas. (D) II é verdadeira; I e III são falsas. 6. A sedimentogénese é uma etapa que ______ a diagénese, levando à formação de rochas sedimentares detríticas ______. (A) sucede … consolidadas (B) antecede … consolidadas (C) sucede … não consolidadas (D) antecede … não consolidadas
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 129 7. As rochas vulcânicas resultam de um arrefecimento ______ do magma e, por isso, possuem textura ______. (A) lento … fanerítica (B) rápido … afanítica (C) lento … afanítica (D) rápido … fanerítica 8. Indique a designação do processo geológico que conduz à formação das rochas metamórficas. ____________________________________________________________________________________________ 9. Comente a seguinte afirmação: «O ciclo litológico é indispensável ao funcionamento dos subsistemas terrestres». ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ Item Cotação (em pontos) 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10 10 10 10 10 10 10 10 20 100
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 131 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. O Arquipélago do Havai e a cadeia submarina do Imperador O Monte Kilauea, na Grande Ilha do Havai, esteve em erupção silenciosa desde 1983, com impacte limitado nos habitantes da ilha. Desde o dia 3 de maio de 2018, um aumento dramático de atividade vulcânica afetou bairros e moradores, forçando as evacuações e enviando fluxos de lava para a costa este. Há mais de um século, o geólogo James Dana visitou as oito maiores ilhas do arquipélago havaiano e observou uma diferença significativa nas suas idades: as ilhas mais a noroeste, Kaua’i e Ni’ihau, eram as mais antigas; as outras eram progressivamente mais recentes, sendo a Ilha Grande, na ponta sudeste, a mais recente de todas. A uma distância de 3200 km da Ilha Grande, ocorre uma anomalia impressionante: a linha de montes submarinos muda abruptamente de direção, rumo ao norte, em direção à península russa de Kamtchatka, onde os montes submarinos entram numa zona de subducção (Fig. 1). Esta cadeia de montes submarinos contém cerca de uma centena de ilhas vulcânicas submersas e ficou conhecida como a cadeia dos montes submarinos do Imperador, em virtude de ter sido descoberta por um geólogo japonês. A sua formação ocorreu ao longo de um período de 55 Ma. A mudança na direção indica que o movimento da placa do Pacífico foi quase diretamente em sentido norte, embora as causas desse movimento e da abrupta mudança de direção, há cerca de 50 milhões de anos, permaneçam um mistério. A resposta provavelmente resulta de mudanças na direção e de colisões em diversas outras placas adjacentes. Fig. 1 Contexto geográfico do Arquipélago do Havai e da cadeia submarina do Imperador Adaptado de Erupções do Kilauea e o arquipélago havaiano: a geologia da tectónica de placas e dos pontos quentes. Wood, B., Journal of Big History III (1). 17- 31. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Questão de aula 2 Vulcanismo
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    132 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. Nos últimos 5 Ma, a placa do Pacífico moveu-se e originou o Arquipélago do Havai. Neste arquipélago, os vulcões são, progressivamente, (A) mais antigos de SE para o NO (B) mais recentes de SE para o NO (C) mais antigos para sudoeste (D) mais recentes de SE para o NO 2. Identifique a característica tectónica que permitiu a formação dos referidos vulcões. ____________________________________________________________________________________________ 3. A lava do vulcão Kilauea é (A) básica, rica em sílica e muito fluida. (B) ácida, rica em sílica e muito fluida. (C) básica, pobre em sílica e muito fluida. (D) ácida, rica em sílica e muito viscosa. 4. A cadeia montanhosa submarina do Imperador resultou de (A) plumas ascendentes de magma formadas no manto. (B) consolidação de magma em profundidade em pontos quentes. (C) correntes ascensionais lentas de magma, com origem em pontos quentes. (D) correntes ascensionais rápidas de magma, com origem em pontos quentes do núcleo. 5. A lava basáltica é formada (A) por fusão parcial das rochas devido à adição de voláteis. (B) por fusão parcial das rochas, em parte, devido a descompressão. (C) a partir de magmas pouco ricos em óxidos de ferro e magnésio. (D) a partir de magmas muito ricos em elementos voláteis. 6. A lava expelida pelo Kilauea (A) apresenta uma grande dificuldade na libertação dos gases. (B) inicia a sua solidificação a temperaturas mais elevadas. (C) arrefece lentamente devido à sua viscosidade. (D) quando arrefece, forma rochas de cor mais clara.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 133 7. Faça corresponder cada uma das descrições da coluna A ao respetivo conceito, que consta na coluna B. Coluna A Coluna B (a) Emanações de gases ricos em enxofre através de aberturas na superfície da crosta da Terra. [ ____ ] (b) Piroclastos de diâmetro entre os 64 e os 2 mm. [ ____ ] (c) Expulsão violenta e em fluxo de cinzas e gases, expelidos a grandes temperaturas. [ ____ ] (1) Lapilli (2) Mofetas (3) Nuvens ardentes (4) Bombas vulcânicas (5) Sulfataras ____________________________________________________________________________________________ 8. Considere as seguintes afirmações, relativas ao vulcanismo. I. É o único processo de libertação de energia interna da Terra, devido às correntes de convecção. II. É o processo responsável pelo movimento das placas tectónicas e enquadra-se na geodinâmica interna. III. Ocorre, principalmente, ao longo de limites convergentes e divergentes de placas litosféricas. (A) I e III são verdadeiras; II é falsa. (B) I e II são verdadeiras; III é falsa. (C) III é verdadeira; I e II são falsas. (D) II é verdadeira; I e III são falsas. 9. Explique de que forma o alinhamento da cadeia montanhosa submarina do Imperador fornece informações sobre o deslocamento da placa do Pacífico. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ Item Cotação (em pontos) 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10 10 10 10 10 10 10 10 20 100
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 135 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. A célula em 3D A partir da década de 50 do século passado, a microscopia eletrónica (ME) revelou um mundo intrincado dentro das células eucarióticas, espacialmente organizado em todas as escalas de comprimento, desde montagens moleculares nanométricas até estruturas celulares como os microtúbulos, constituídos por proteínas. Mesmo em diferentes regiões da célula, existem diferenças notáveis na estrutura dos componentes individuais, como a organização da cromatina nuclear ou a morfologia do retículo endoplasmático, este último altamente compacto na região próxima do núcleo, mas mais disperso na região mais afastada do núcleo. Recentemente, ao combinar a ME com a mais recente microscopia de super-resolução (SR), cientistas do Instituto Médico Howard Hughes e da Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos, obtiveram imagens extremamente detalhadas das complexas estruturas das células, todas em 3D. A modalidade SR destaca características que não são imediatamente visíveis a partir dos dados ME e, entre outras vantagens, permite a classificação única de vesículas com morfologia semelhante, como os lisossomas, os peroxissomas e as vesículas derivadas de mitocôndrias. A combinação destas duas técnicas, designada pelos investigadores como cryo-SR/EM permite obter imagens com boa resolução em altura, largura e profundidade, possibilitando diferenciar estruturas muito próximas, antes indistinguíveis, como o rearranjo do DNA no núcleo à medida que uma célula estaminal se diferencia e origina um neurónio, por exemplo. Adaptado de https://science.sciencemag.org/content/367/6475/eaaz5357 (consultado em 08/03/2021) Fig. 1 Esquema representativo de um tipo de célula. 1. A estrutura assinalada com a letra K participa diretamente (A) na síntese de proteínas e na digestão de macromoléculas. (B) no transporte de substâncias e na proteção da célula. (C) na produção de enzimas e no controlo da atividade celular. (D) na respiração celular e na obtenção de energia. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Questão de aula 3 Ecossistemas, células e biomoléculas
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    136 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. O organelo N intervém na síntese de moléculas (A) cujos monómeros são monossacarídeos. (B) como os nucleótidos, que fazem parte dos ácidos nucleicos. (C) que possuem dois grupos funcionais: amina e carboxilo. (D) inorgânicas, tais como os ácidos gordos e o glicerol. 3. A dimensão da maioria das células vegetais e animais situa-se na ordem de um micrómetro (μm). Esta unidade corresponde à milionésima parte (A) de um milímetro. (B) de um metro. (C) de um centímetro. (D) de um nanómetro. 4. A célula representada na figura 1 é ________ porque possui organelos _______________. (A) procariótica … como os ribossomas e o núcleo (B) eucariótica … membranares e núcleo (C) procariótica … como os cloroplastos e as mitocôndrias (D) eucariótica … como os cloroplastos e a parede celular 5. A célula representada na figura 1 é considerada vegetal, pois possui (A) os organelos A, M e L, que são típicos deste tipo de células. (B) os organelos I, L e N, que são típicos deste tipo de células. (C) os organelos F, G e H, que são típicos deste tipo de células. (D) os organelos G, I e J, que são típicos deste tipo de células. 6. Algumas lesmas-do-mar armazenam cloroplastos obtidos a partir de algas que ingeriram. Enquanto estes organelos continuarem a realizar a sua função dentro das lesmas, pode considerar-se que estas (A) pertencerão ao primeiro nível trófico de uma cadeia alimentar. (B) deixarão de ser autotróficas e passarão a ser heterotróficas. (C) passarão a desempenhar o papel de decompositores numa cadeia alimentar. (D) terão acesso a uma menor quantidade de energia devido ao tipo de alimentação. 7. Os níveis de hierarquia biológica repre- sentados na figura 2 pelas letras A, B, C e D correspondem, respetivamente, a (A) sistema de órgãos, organismo, ecos- sistema e comunidade. (B) comunidade, ecossistema, sistema de órgãos e organismo. (C) ecossistema, comunidade, organismo e sistema de órgãos. (D) organismo, sistema de órgãos, comu- nidade e ecossistema. Fig. 2 Alguns níveis de hierarquia biológica.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 137 8. A informação genética de uma célula encontra-se no _______, e esse tipo de moléculas são _______ de nucleótidos. (A) DNA … polímeros (B) RNA … polímeros (C) DNA … monómeros (D) RNA … monómeros 9. Os conhecimentos sobre as células progridem à medida que as técnicas de investigação se aperfeiçoam. Explique quais serão as possíveis vantagens de juntar a técnica referida no texto com a crescente utilização de proteínas fluorescentes e de moléculas marcadas radioativamente. _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ Item Cotação (em pontos) 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total 10 10 10 10 10 10 10 10 20 100
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 139 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. Colesterol, bactérias e membranas Na comunidade de micróbios do cólon humano há uma bactéria que transforma o colesterol em coprostanol, um metabolito não absorvível que é eliminado pelas fezes. A bactéria responsável por esta conversão foi batizada como Bacteroides dorei Strain D8 e foi identificada a partir das fezes de uma pessoa cujo teor em coprostanol era muito elevado. Foram feitas misturas de 12 colónias bacterianas presentes nas fezes e posteriormente foram cultivadas num meio com colesterol. Numa dessas culturas, o colesterol foi totalmente convertido em coprostanol. Uma vez identificada a bactéria, os investigadores constataram que, de acordo com o nível de bactérias no cólon, as pessoas transformam mais ou menos colesterol. As que têm mais de cem mil milhões destas bactérias por grama de matéria fecal, transformam totalmente o colesterol. Com uma concentração entre um milhão e cem milhões por grama, a transformação é parcial, e com menos de um milhão, a transformação não se produz, explicou o investigador. Foram realizadas culturas de Bacteroides sp. Strain D8 e foi testada em laboratório a sua capacidade de «devorar» o colesterol. As bactérias foram incubadas com uma determinada quantidade de colesterol, a 37 °C. Os resultados estão expressos no gráfico da figura 1. Fig. 1 Cultura de Bacteroides sp. Strain D8 num meio com colesterol. Fontes: www.rtp.pt/noticias/mundo/bacteria-devoradora-de-colesterol-identificada-no-homem_n146164; https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/17616613/ (consultados em 10/03/2021) 1. No gráfico da figura 1, as letras A, B e C, representam, respetivamente, (A) coprostanol, colesterol e crescimento da colónia de bactérias. (B) colesterol, crescimento da colónia de bactérias e coprostanol. (C) crescimento da colónia de bactérias, coprostanol e colesterol. (D) crescimento da colónia de bactérias, colesterol e coprostanol. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Questão de aula 4 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos
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    140 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. O colesterol é transportado no plasma associado a lipoproteínas – LDL e HDL. As LDL transportam o colesterol para as células e facilitam a deposição da gordura nos vasos, enquanto as HDL fazem o inverso, ou seja promovem a remoção do colesterol em excesso, inclusive o das placas arteriais (Fig. 2). Fig. 2 LDL e HDL. 2.1 Considere as seguintes afirmações relativas ao colesterol. I. O colesterol é um constituinte das membranas das células animais. II. As lipoproteínas de baixa densidade (LDL) têm uma percentagem de colesterol mais elevada do que as de alta densidade (HDL). III. Uma concentração alta de HDL no sangue e baixa de LDL representa um maior risco de formação de placas de gordura e de enfartes. (A) I e III são verdadeiras; II é falsa. (B) III é verdadeira; I e II são falsas. (C) II é verdadeira; I e III são falsas. (D) I e II são verdadeiras; III é falsa. 2.1 As LDL circulantes são incorporadas nas células através de pinocitose em vesículas que se ligam a lisossomas, formando vacúolos digestivos. O colesterol que depois fica livre no citoplasma pode ser utilizado pela célula. Os __________________ contribuem para a libertação do colesterol das partículas LDL porque __________________. (A) lisossomas … armazenam substâncias tóxicas (B) ribossomas associados ao retículo … armazenam substâncias tóxicas (C) lisossomas … realizam digestão intracelular (D) ribossomas associados ao reticulo … realizam digestão intracelular 3. A pinocitose é um tipo de (A) endocitose, que implica a invaginação da membrana plasmática para inclusão de fluido extracelular. (B) exocitose, que implica a evaginação da membrana plasmática para libertação de fluido intracelular. (C) endocitose, que implica a invaginação da membrana plasmática para inclusão de partículas sólidas. (D) exocitose, que implica a evaginação da membrana plasmática para libertação de partículas sólidas.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 141 4. Nas membranas celulares existem proteínas periféricas que (A) contêm muitos aminoácidos hidrofóbicos. (B) são também chamadas intrínsecas. (C) se associam aos fosfolípidos por ligações covalentes. (D) podem interagir com a região hidrofílica dos fosfolípidos. 5. Em muitos neurónios existe uma bainha de mielina, rica em colesterol. A falta de colesterol nas células poderá diminuir o isolamento ____________, o que tornará _______ eficiente a condução dos impulsos nervosos. (A) das dendrites … menos (B) do axónio … menos (C) das dendrites … mais (D) do axónio … mais 6. A presença de mais ou menos colesterol no sangue __________ diretamente o potencial osmótico deste fluido, porque o colesterol é uma molécula _________________. (A) não afeta … apolar com reduzida solubilidade na água (B) afeta … apolar com elevada solubilidade na água (C) não afeta … polar com reduzida solubilidade na água (D) afeta … polar com elevada solubilidade na água 7. O transporte _________ está dependente da presença de proteínas membranares _________. (A) mediado … periféricas (B) mediado … intrínsecas (C) não mediado … periféricas (D) não mediado … intrínsecas 8. Explique por que razão, quanto maior for a concentração de Bacteroides sp. Strain D8 no intestino de um ser humano, menor será a probabilidade de essa pessoa vir a sofrer de problemas vasculares, mesmo ingerindo gorduras animais. _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ Item Cotação (em pontos) 1. 2.1 2.2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. Total 10 10 10 10 10 10 10 10 20 100
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 143 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. Por que razão caem as folhas no outono? Com a chegada do outono, a paisagem adapta-se, os tons verdes das folhas dão lugar aos amarelos, laranjas, laranjas ferruginosos e vermelhos escarlates. Esta é a resposta de muitas árvores às alterações do clima da nova estação, preparando-se para a dormência do inverno. Nesta estação, as substâncias de reserva ficam essencialmente acumuladas na raiz. Entre os pigmentos das folhas verdes, a clorofila, maioritária e de cor verde, torna invisíveis os outros pigmentos, que são os carotenoides (laranjas) ou as xantofilas (amarelas, derivadas dos carotenos). Mais frágil, a clorofila é de facto a primeira a desaparecer nas folhas das caducifólias, dando lugar aos outros pigmentos, até que também estes desaparecem. Contudo, há um outro tom que marca as folhas de algumas plantas no outono – o vermelho das antocianinas. Estes pigmentos não se encontravam mascarados nas folhas pelos verdes das clorofilas, formando-se apenas nos últimos instantes de vida das folhas, no momento em que o fenómeno de abcisão foliar quebra a ligação entre os ramos e as folhas. À medida que os dias de outono vão sendo menos luminosos, a capacidade de realizar a fotossíntese vai diminuindo e o gasto energético necessário para manter as folhas vivas não é compensado pela produção de matéria orgânica. Então, através de um processo mediado por hormonas, as folhas caem de forma programada, e por uma zona na base dos pecíolos das folhas chamada zona de abscisão (Fig. 1). A zona de abscisão é formada por várias camadas de células parenquimatosas de pequeno tamanho, com paredes finas, que estão orientadas perpendicularmente ao pecíolo. Para ocorrer a abscisão, enzimas hidrolíticas (pectinases e celulases), produzidas em grande quantidade por células próximas, causam a destruição da lamela média1 e da parede celular primária das células desta zona. Antes da conclusão da abscisão, há exportação dos nutrientes móveis das folhas, por vasos floémicos do pecíolo. Observa-se, pouco antes da queda do órgão, a produção e acumulação de substâncias que vedam os vasos condutores. Depois formam-se várias camadas de células, com elevado conteúdo de suberina e de lenhina, que evitam a perda de água e impedem a entrada de microrganismos. Nessa altura, uma pequena brisa pode fazer cair as folhas, mas sempre pela zona de abscisão. 1 Camada que liga as paredes celulares de células contíguas. Fontes: www.studocu.com/pt-br/document/universidade-tecnologica-federal-do- parana/fisiologia-vegetal/resumos/abscisao-maturacao-e-senescencia/4465600/view; www.wilder.pt/naturalistas/a-transformacao-das-folhas-das-arvores/ (consultados em 20/3/2021) Fig. 1 A – Zona de abscisão, na base do pecíolo. B – Zona de abscisão, antes da queda da folha. C – Zona de abscisão depois da queda da folha. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Questão de aula 5 Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos Distribuição de matéria nas plantas
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    144 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência de acontecimentos envolvidos no transporte da seiva floémica das folhas para o caule. A. A água entra nos tubos crivosos das nervuras por osmose. B. Aumenta a pressão osmótica nos tubos crivosos das nervuras da folha. C. O açúcar e a água começam a fluir através das placas crivosas na zona do pecíolo. D. As células de companhia transportam ativamente sacarose para os tubos crivosos das nervuras. E. A pressão de turgescência nos vasos floémicos das nervuras aumenta. _____________________________________________________________________________ 2. Uma folha fica vermelha no outono porque as (A) xantofilas refletem luz vermelha. (B) xantofilas absorvem luz vermelha. (C) antocianinas refletem luz vermelha. (D) antocianinas absorvem luz vermelha. 3. Considere as afirmações relativas ao transporte nas plantas. I. No início da primavera, quando se inicia a formação das folhas, ocorre carga do floema na raiz. II. No xilema, a seiva circula sempre sob pressão. III. As cicatrizes da abscisão foliar ficam cobertas por suberina, uma substância também presente na endoderme da raiz. (A) I e II são verdadeiras; III é falsa. (B) I e III são verdadeiras; II é falsa. (C) II é verdadeira; I e III são falsas. (D) I é verdadeira; II e III são falsas. 4. Durante a fotossíntese, a energia luminosa transforma-se em energia química, quando os eletrões (A) da clorofila são transferidos para a CTE. (B) de moléculas de NADPH são transferidos para a CTE. (C) da CTE reduzem o NADP+ . (D) de moléculas de NADPH reduzem compostos do ciclo de Calvin. 5. A abertura dos estomas é essencial durante a fotossíntese. Um nutriente essencial na regulação da abertura dos estomas é o (A) fosfato. (B) cálcio. (C) magnésio. (D) potássio. 6. A regulação da abertura dos estomas é essencial porque permite à planta obter um equilíbrio entre a perda de _________ e o ganho de _________. (A) oxigénio … água (B) dióxido de carbono … açúcares (C) água … dióxido de carbono (D) açúcar … oxigénio +
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 145 7. Faça corresponder a cada frase da coluna I a respetiva designação, que consta da coluna II. Coluna I Coluna II (a) Tecido presente na superfície das folhas e nas partes jovens de caules e raízes, constituído por células achatadas e sem cloroplastos. [ ____ ] (b) Tecido constituído por vários tipos de células mortas como os traqueídos, vasos xilémicos e fibras lenhosas, e com um único tipo de células vivas, o parênquima. [ ____ ] (c) Tecido com células vivas, alongadas, unidas topo a topo, e cuja parede transversal apresenta perfurações. [ ____ ] (1) Xilema (2) Floema (3) Epiderme (4) Parênquima clorofilino (5) Cutícula 8. Indique onde se encontram especificamente os pigmentos fotossintéticos. _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ 9. Explique por que razão a queda das folhas ocorre sempre pela zona de abscisão. _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ Item Cotação (em pontos) 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total 10 10 10 10 10 10 10 10 20 100
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 147 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. O metabolismo é incrivelmente versátil e adaptável As células necessitam de energia para o seu metabolismo, bem como de substâncias para a construção das suas biomoléculas. Nem todas as moléculas orgânicas dos alimentos são destinadas à oxidação com o objetivo de obter combustível para a produção de ATP. Além das calorias, o alimento deve também fornecer compostos orgânicos de que as células necessitam para produzir as suas próprias moléculas. Alguns monómeros orgânicos obtidos da digestão podem ser utilizados diretamente. Por exemplo, os aminoácidos, que resultam da hidrólise de proteínas presentes nos alimentos, podem ser incorporados nas proteínas do organismo. Frequentemente, o organismo necessita de moléculas específicas que não estão presentes nos alimentos. Compostos intermediários da respiração aeróbia podem ser desviados para vias anabólicas como precursores a partir dos quais as células conseguem sintetizar as moléculas de que necessitam. Por exemplo, os seres humanos podem produzir cerca da metade dos 20 aminoácidos que compõem as proteínas, modificando compostos desviados do ciclo do ácido cítrico ou ciclo de Krebs; os restantes são os designados «aminoácidos essenciais», que devem ser obtidos a partir da dieta. Igualmente, a glicose pode ser produzida a partir de piruvato, e os ácidos gordos podem ser sintetizados a partir de acetil-CoA. Evidentemente, essas vias anabólicas, em vez de produzirem ATP, necessitam de o consumir. A glicólise, a formação de acetil-CoA e o ciclo do ácido cítrico funcionam como processos metabólicos que permitem às células converter alguns tipos de moléculas noutros tipos, de acordo com as necessidades. A ingestão de mais alimentos do que os que são necessários leva ao armazenamento de gordura, mesmo que os lípidos não estejam presentes na dieta. O metabolismo é incrivelmente versátil e adaptável (Fig. 1). Adaptado de Campbell, N., Reece, J. (2015). Biology. Pág. 181 Fig. 1 Ligação entre etapas da respiração aeróbia e vias anabólicas e catabólicas. 1. Considere as seguintes afirmações relativas ao metabolismo celular. I. Pode formar-se acetil-CoA a partir de monómeros de glícidos, lípidos ou proteínas. II. No ciclo de Krebs são produzidos compostos que podem integrar vias anabólicas. III. A respiração aeróbia é uma via anabólica. (A) I e III são verdadeiras; II é falsa. (B) III é verdadeira; I e II são falsas. (C) II é verdadeira; I e III são falsas. (D) I e II são verdadeiras; III é falsa. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Questão de aula 6 Obtenção de energia
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    148 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. A síntese proteica ocorre no retículo endoplasmático _______ e envolve reações _________. (A) rugoso … exoenergéticas (B) rugoso … endoenergéticas (C) liso … exoenergéticas (D) liso … endoenergéticas 3. O lactato é produzido por _________ do piruvato e a sua transformação em glicose implica a _________. (A) oxidação … fosforilação de moléculas de ADP (B) oxidação … hidrólise de moléculas de ATP (C) redução … fosforilação de moléculas de ADP (D) redução … hidrólise de moléculas de ATP 4. A glicólise ocorre __________, enquanto a formação de acetil-CoA verifica-se __________. (A) na matriz das mitocôndrias … nas cristas mitocondriais (B) na matriz das mitocôndrias … no citosol (C) no citosol … na matriz das mitocôndrias (D) no citosol … nas cristas mitocondriais 5. Ordene as expressões identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência de acontecimentos que culmina com a produção de aminoácidos não essenciais numa célula humana. A. Ingestão de alimentos ricos em amido. B. Oxidação da glicose no citosol. C. Desvio de compostos formados no ciclo de Krebs para a formação de aminoácidos. D. Quebra de ligações glicosídicas por hidrolases digestivas. E. Descarboxilação do piruvato na matriz mitocondrial. _____________________________________________________________________________ 6. Faça corresponder a cada frase da coluna I a respetiva designação, que consta da coluna II. Coluna I Coluna II (a) Recebe os eletrões resultantes da oxidação do NADH e do FADH2. [ ____ ] (b) Etapa da respiração aeróbia em que ocorrem descarboxilações e oxidações de compostos orgânicos. [ ____ ] (c) Etapa da respiração aeróbia em que a célula investe energia metabólica. [ ____ ] (1) Cadeia respiratória (2) Glicólise (3) Quimiosmose (4) ATP sintase (5) Ciclo de Krebs 7. A produção de lactato nas células humanas é um processo de recurso, quando há carência de (A) oxigénio e apenas permite um ganho de 2 ATP por molécula de glicose. (B) oxigénio e apenas permite um ganho de 4 ATP por molécula de glicose. (C) nutrientes e apenas permite um ganho de 2 ATP por molécula de glicose. (D) nutrientes e apenas permite um ganho de 4 ATP por molécula de glicose.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 149 8. Indique qual é a etapa da respiração aeróbia que não está representada na figura 1 e refira onde é que essa etapa se realiza. _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ 9. Explique como uma alimentação pobre em lípidos, mas muito abundante em glícidos e em proteínas, pode resultar na acumulação de gorduras. _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________ Item Cotação (em pontos) 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. Total 10 10 10 10 10 10 10 10 20 100
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 151 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. GRUPO I Subsistemas terrestres Numa aula de Biologia e Geologia montou-se um dispositivo experimental como o representado na figura 1. No modelo I, as duas garrafas de plástico invertidas (garrafa A e garrafa B) estão isoladas uma da outra; no modelo II as duas garrafas encontram-se interligadas por um fio de algodão que contacta a água da garrafa A (1 dы). Em ambos os modelos, na garrafa B, foram colocadas 10 sementes de feijão, no mesmo estado de desenvolvimento, e solo, na mesma quantidade. O dispositivo experimental foi colocado numa área arejada e solarenga da sala. Os resultados foram analisados ao fim de uma semana e encontram-se registados na tabela I. Modelo I Modelo II Fig. 1 Modelos do dispositivo experimental. Tabela I – Resultados experimentais obtidos ao fim de uma semana. Modelo I Modelo II Germinação das sementes Algumas sementes não germinaram. Germinaram todas as sementes. Comprimento das plantas de feijão 1 cm (em média) 3 cm (em média) Quantidade de água (garrafa A) 95 cы 60 cы 1. O modelo I é um exemplo de sistema ______, uma vez que ______ trocas de matéria entre as garrafas A e B. (A) fechado … ocorrem (B) fechado … não ocorrem (C) aberto … ocorrem (D) aberto … não ocorrem Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Teste prático 1 Subsistemas terrestres Ciclo das rochas Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra
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    152 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. A variável independente desta experiência é (A) o comprimento das plantas de feijão. (B) a quantidade de água colocada nas garrafas A. (C) a transferência de água entre as garrafas A e B. (D) o tempo de realização da experiência. 3. A experiência realizada ______ controlada, na qual o modelo ______ funciona como grupo experimental. (A) não é … I (B) não é … II (C) é … I (D) é … II 4. O maior crescimento das plantas no modelo II deve-se à presença de uma ______, que permite uma ______. (A) maior quantidade de água … maior taxa de fotossíntese. (B) maior quantidade de oxigénio … maior taxa de respiração. (C) menor quantidade de dióxido de carbono … maior taxa de fotossíntese. (D) menor quantidade de água … menor taxa de evapotranspiração. 5. Identifique os componentes nas garrafas que fazem parte de cada um dos subsistemas terrestres. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 6. Explique a variação da quantidade de água na garrafa A dos modelos I e II, no final da experiência. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 153 GRUPO II Classificação de rochas A figura 2 representa amostras de mão das rochas 1 a 6. 1. A rocha identificada com o número 1, foi provavelmente formada por (A) sedimentos depositados no fundo oceânico, ocorrendo a diagénese. (B) calor e pressão que atuaram numa rocha preexistente, recristalizando-a. (C) arrefecimento do magma em profundidade, cristalizando com uma textura fanerítica. (D) arrefecimento da lava à superfície, recristalizando com uma textura afanítica. 2. As rochas 2 e 3 são _____ e resultaram de _____. (A) quimiogénicas ... sedimentogénese, apenas (B) ambas detríticas ... diagénese (C) respetivamente, detrítica consolidada e biogénica ... sedimentogénese, apenas (D) respetivamente, biogénica e detrítica consolidada ... diagénese 3. A rocha 4 é sedimentar _____, tendo-se formado devido à _____ (A) biogénica ... precipitação de substâncias químicas em ambiente marinho (B) quimiogénica ... precipitação de substâncias químicas em ambiente marinho (C) biogénica ... acumulação de restos de seres vivos com carbonato de cálcio (D) quimiogénica ... acumulação de restos de seres vivos com carbonato de cálcio Rocha 1 Rocha 2 Rocha 3 Rocha 4 Rocha 5 Rocha 6 Fig. 2 Amostras de mão de rochas. Nota para o Professor: Este grupo pode ser realizado com amostras de mão existentes na escola.
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    154 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 4. As rochas 1 e 6 (A) consolidaram em intervalos de tempo distintos, originando texturas fanerítica e vítrea, respetivamente. (B) possuem texturas diferentes, devido às condições de pressão não litostática e temperatura. (C) têm textura fanerítica, por terem consolidado em intervalos de tempo diferentes. (D) têm textura fanerítica e vítrea, respetivamente, devido a processos de recristalização. 5. Indique duas características que permitem distinguir a rocha 2 da rocha 3. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 6. Caracterize a rocha 5 de acordo com os seguintes aspetos: a) identificação; b) classificação; c) condições/fatores que conduzem à sua formação; d) textura. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 155 GRUPO III Raciocínio geológico e história da Terra O bloco-diagrama da figura 3 mostra uma sucessão de unidades litostratigráficas. Algumas dessas unidades contêm fósseis. Fig. 3 Bloco-diagrama de uma sucessão de unidades litostratigráficas. 1. De acordo com o princípio do _____, proposto por _____, a formação das camadas de argilito ocorreu de uma forma _____. (A) uniformitarismo ... James Hutton … lenta e gradual (B) catastrofismo ... Cuvier … lenta e gradual (C) uniformitarismo ... Cuvier … rápida e abrupta (D) catastrofismo ... James Hutton … rápida e abrupta 2. Segundo o princípio da sobreposição dos estratos, (A) os estratos de arenitos são os mais recentes. (B) os estratos que contêm trilobites são os mais recentes. (C) a intrusão de granito é a mais recente. (D) as cinzas vulcânicas são mais recentes do que o argilito. 3. Entre os estratos que contêm argilito e os que contêm arenito grosseiro, pode-se afirmar que ocorreu (A) episódios de meteorização. (B) uma transgressão marinha. (C) episódios de erosão. (D) uma deformação. Nota para o Professor: Este grupo pode ser realizado com amostras de fósseis e fazê-los corresponder aos estratos.
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    156 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 4. Observando os fósseis que estão contidos nos estratos é possível concluir que (A) o paleoambiente onde se formou esta sucessão foi continental pantanoso. (B) apenas a trilobite é um fóssil de idade. (C) a amonite e a trilobite são fósseis de ambiente. (D) o paleoambiente onde se formou esta sucessão foi maioritariamente marinho. 5. Ao analisar o granito encontrou-se um isótopo X cujo tempo de semivida é de 50 000 anos. Se se recolher amostras deste granito com 150 000 anos, é de esperar que a percentagem de isótopo-filho nessas amostra seja, aproximadamente, igual a (A) 12,5%. (B) 50%. (C) 75%. (D) 87,5%. 6. A trilobite é um fóssil característico da Era _____, enquanto a amonite é um fóssil característico da Era _____. (A) Cenozoica ... Mesozoica (B) Mesozoica ...Paleozoica (C) Paleozoica ... Mesozoica (D) Mesozoica ... Cenozoica Grupo Item Cotação (em pontos) I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 10 10 10 10 10 20 70 II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 10 10 10 10 10 20 70 III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 10 10 10 10 10 10 60
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 157 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. GRUPO I Simulação de atividade vulcânica No laboratório de uma escola planificaram-se duas atividades práticas com o objetivo de compreender aspetos relacionados com os tipos de atividade vulcânica e identificar as analogias e diferenças entre os modelos laboratoriais e os processos geológicos – figuras 1A e 1B. Após a atividade prática, os alunos registaram os resultados obtidos na tabela I. A B Fig. 1 Modelos laboratoriais de tipos de atividade vulcânica. Tabela I – Resultados das simulações de atividade vulcânica. Modelo Estrutura do cone Materiais expelidos População atingida Outras observações A Vertentes íngremes e elevadas. Projeção de materiais sólidos de pequenas dimensões e uma nuvem de fumo extensa. Sim Foram observadas chamas a sair da cratera. B Vertente suaves e baixas. Escoadas fluidas de materiais de cor avermelhada. Sim O material escorreu rapidamente. 1. As erupções A e B são do tipo ______ e ______. (A) primário ... fissural (B) secundário ... central (C) primário ... central (D) secundário ... fissural Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Teste prático 2 Vulcanismo Sismologia Estrutura interna da Terra
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    158 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. A atividade vulcânica simulada em B é (A) explosiva, com lavas pobres em sílica, originando rochas como o basalto. (B) efusiva e os materiais emitidos resultam de magmas ricos em sílica. (C) explosiva, com magmas ricos em sílica, originando rochas como o granito. (D) efusiva e com facilidade em libertar gases, originando rochas como o gabro. 3. A simulação da atividade vulcânica em A diz respeito a uma erupção ______, cuja lava é ______, pobre em ______. (A) efusiva ... básica ... materiais voláteis (B) efusiva ... ácida ... sílica (C) explosiva ... básica ... sílica (D) explosiva ... ácida ... materiais voláteis 4. No caso A, o contexto tectónico é ______, enquanto no caso B é ______. (A) divergente ... convergente (B) divergente ... conservativo (C) convergente ... divergente (D) convergente ... conservativo 5. Associe os materiais libertados nestas simulações descritos na coluna A, aos materiais expelidos nas atividades vulcânicas descritos na coluna B. Coluna A Coluna B (a) Projeção de materiais sólidos de pequenas dimensões. [ ____ ] (b) Escoadas fluidas de materiais de cor avermelhada. [ ____ ] (c) Nuvem de fumo extensa. [ ____ ] (1) Cinzas (2) Bombas (3) Lavas pahoehoe (4) Lavas em almofada (5) Coluna eruptiva 6. Explique, de acordo com os resultados da tabela I, qual das erupções será mais perigosa para a população. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 159 GRUPO II Determinação do epicentro de um sismo Um sismo ocorrido numa região italiana, junto ao mar Adriático, foi registado em três estações sismográficas de Santa Sofia (SFI), Fossombrone (FSSB) e Esanatoglia (SNTG) (figura 2). Nos sismogramas obtidos nestas estações encontra-se assinalados os tempos de chegada das ondas P e S (figura 3). Fig. 2 Sismogramas obtidos nas estações sismográficas de Santa Sofia (SFI), Fossombrone (FSSB) e Esanatoglia (SNTG). Fig. 3 Relação Intervalo S-P e distância epicentral. 1. Preencha a tabela II com base no gráfico S-P da figura 3. Tabela II Estação sismográfica Intervalo S-P (s) Distância ao epicentro (km) Santa Sofia (SFI) Fossombrone (FSSB) Esanatoglia (SNTG)
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    160 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. Determine graficamente o epicentro do sismo na figura 4, tendo em consideração a escala do mapa. Fig. 4 Determinação gráfica do epicentro do sismo. 3. Ordene as etapas de A a F de modo a reconstituir a sequência de procedimentos da determinação da localização do epicentro de um sismo. A.Cálculo da distância entre a estação sismográfica e o epicentro. B. Interseção das distâncias epicentrais calculadas em outras estações sismográficas. C. Registo da chegada de ondas P à estação sismográfica. D.Registo da chegada das ondas S à estação sismográfica. E. Determinação da distância S-P em cada um dos sismogramas. F. Identificação de ondas P e de ondas S no sismograma. Adaptado de Exame Nacional de Biologia e Geologia, 2019, 1.ª fase 4. Explique o procedimento da determinação gráfica da magnitude de um sismo. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 161 GRUPO III Densidade das camadas da Terra A atividade prática seguinte teve como objetivo compreender a densidade e a espessura das diferentes camadas da Terra, a partir da realização de um modelo análogo. O modelo foi elaborado com uma proveta graduada. Utilizaram-se cinco tipos diferentes de soluções com diferentes densidades (note que 1 g/cm3 corresponde a 1 g/mы). Métodos 1. Pesquisar a densidade e a profundidade de cada camada identificada na tabela III. 2. Determinar a percentagem que cada camada ocupa, considerando a estrutura interna da Terra. 3. Identificar as soluções com densidades distintas. Soluções: 1,38 g/ ŵы – xarope de agave; 1,16 g/ ŵы – cola líquida; 1,05 g/ ŵы – detergente da loiça (verde); 1,00 g/ ŵы – água com corante alimentar (azul); 0,89 g/ ŵы – álcool etílico. 4. Estabelecer a correspondência entre cada camada da estrutura interna da Terra e a solução que a poderá representar na proveta graduada. 5. Determinar a quantidade de solução que deverá ser vertida na proveta graduada, para a capacidade de 20 ŵы. 6. Verter as soluções para dentro da proveta (uma de cada vez), de modo a simular as densidades das camadas do interior da Terra (Fig. 5). Os resultados obtidos encontram-se registados na tabela III. Tabela III – Densidade e profundidade das camadas da Terra. Camada Densidade* (g/cm3 ) Espessura de cada camada (km) % (em relação ao volume total da Terra) mы de solução utilizada (em 20 mы da proveta) Líquido utilizado na proveta1 Crosta 2,2 a 2,9 40 0,5 0,1 Manto superior 3,4 a 4,4 670 10,5 2,1 Manto inferior 4,4 a 5,6 2190 34,7 6,9 Núcleo externo 9,9 a 12,2 2250 35,2 7,1 Núcleo interno 12,8 a 13,1 1221 19,1 3,8 Total 6371 100 20 * Fonte: USGS publications repositor – https://pubs.usgs.gov/gip/interior/ 1 A coluna foi preenchida após a realização da atividade, mas não se apresentam os dados. Fig. 5 Resultados da atividade prática – proveta graduada com a diferença entre as diversas soluções.
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    162 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. De acordo com os dados da tabela III, (A) a crosta é a camada menos densa e mais espessa. (B) o núcleo externo é a camada com maior densidade e espessura. (C) a densidade e a espessura aumentam com a profundidade. (D) o núcleo interno é a camada com maior densidade. 2. Na proveta, os líquidos organizaram-se da base para o topo (A) por ordem crescente de densidades. (B) por ordem decrescente de densidades. (C) de acordo com a percentagem ocupada por cada uma das camadas. (D) de acordo com a espessura de cada uma das camadas. 3. Através da interpretação dos dados da proveta da figura 5, a solução (A) B diz respeito à cola líquida e representa o núcleo interno. (B) C corresponde a detergente da loiça e representa o manto inferior. (C) A corresponde ao álcool etílico e representa o núcleo interno. (D) E diz respeito ao xarope de agave e representa a camada mais fina. 4. Os resultados obtidos na proveta representam o modelo ______, uma vez que se baseia ______ e não ______ dos materiais. (A) geofísico ... na composição química ... no estado físico (B) geoquímico ... no estado físico ... na composição química (C) geofísico ... no estado físico ... na composição química (D) geoquímico ... na composição química ... no estado físico 5. Considerando apenas os dados da experiência, formule uma hipótese que relacione a velocidade das ondas sísmicas com a profundidade. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 6. A hipótese formulada por si na questão anterior, na realidade, não se verifica na natureza. Indique que características dos materiais, para além da densidade, vão influenciar as variações da velocidade das ondas sísmicas. ____________________________________________________________________________________________ Grupo Item Cotação (em pontos) I 1. 2. 3. 4. 5. 6. 10 10 10 10 10 20 70 II 1. 2. 3. 4. 10 20 10 20 60 III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 10 10 10 10 20 10 70
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 163 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. GRUPO I Observação de seres vivos de um charco ao MOC A figura 1 representa dois seres vivos que podem ser encontrados em charcos e lagos. A amiba é um ser unicelular heterotrófico que se movimenta e captura presas através de prolongamentos temporários denominados pseudópodes. Alimenta-se de bactérias e de outros seres unicelulares. A espirogira é uma alga filamentosa que tem um cloroplasto em forma de uma espiral. Uma grande parte das bactérias que se encontram nestes habitats sobrevivem decompondo detritos vegetais que se acumulam no meio e, por sua vez, servem de alimento a vários eucariontes unicelulares, como a amiba ou a paramécia. Fig. 1 Imagens ao MOC de uma amiba (A), e de um filamento de espirogira (B). A seta representa o sentido aparente de deslocação da amiba. Nota: A ampliação das duas imagens é diferente 1. A imagem da espirogira foi obtida com uma ampliação total de 400×. Indique a sequência exata dos passos necessários para obter a imagem da figura 1B, ordenando as letras das afirmações seguintes. A. Olhar pela ocular e baixar a platina com o parafuso macrométrico até obter uma imagem. B. Focar melhor com o parafuso micrométrico. C. Com a objetiva de 10× montada, fechar o diafragma e subir a platina ao máximo. D. Rodar o canhão e selecionar a objetiva de 40× e focar com o parafuso micrométrico. E. Depois de correr a preparação, centrar a área que quer observar ampliada. ____________________________________________________________________________________________ 2. As células da espirogira e a célula da amiba (A) têm em comum uma parede celular. (B) têm ambas membrana celular e cloroplastos. (C) diferem porque as primeiras podem fazer fagocitose. (D) diferem porque as primeiras realizam fotossíntese. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Teste prático 3 Células e biomoléculas
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    164 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 3. Para acompanhar o movimento da amiba, seria necessário deslocar a preparação (A) para baixo e para a direita. (B) para baixo e para a esquerda. (C) para cima e para a esquerda. (D) para cima e para a direita. 4. Para conseguir visualizar uma porção maior do filamento da espirogira, seria necessário (A) diminuir a ampliação para diminuir o campo de visão. (B) diminuir a ampliação para aumentar o campo de visão. (C) aumentar a ampliação para diminuir o campo de visão. (D) aumentar a ampliação para aumentar o campo de visão. 5. Para tornar mais visível o núcleo das células pode utilizar-se como corante ___________. A utilização de corantes para visualizar os cloroplastos não é necessária, porque estes possuem __________. (A) a água destilada … membranas (B) a água da torneira … pigmentos fotossintéticos (C) o azul de metileno … pigmentos fotossintéticos (D) o carmin acético … membranas 6. A membrana celular não é visível ao microscópio ótico, mas observando o movimento dos pseudópodes da amiba é possível concluir que ela existe e é uma estrutura fluida. Explique por que razão a membrana celular não é visível ao MOC e identifique o que lhe confere fluidez. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 165 Grupo II Osmose em Paramecium multimicronucleatum Paramecium multimicronucleatum é um protozoário, vulgarmente conhecido como paramécia. As paramécias são seres eucariontes, unicelulares e heterotróficos, que vivem em meio dulçaquícola (água doce). Não dispondo de parede celular e vivendo num meio hipotónico, possuem estruturas específicas – vacúolos contráteis – que bombeiam a água em excesso para o exterior (Fig. 2). Num estudo com esta espécie, algumas células foram filmadas ao microscópio. Foi contado o número de vezes que os vacúolos se contraíram e foi estimada a quantidade de fluido libertado, num determinado período e em meios com concentrações diferentes de soluto. Alguns resultados desse estudo estão apresentados nos gráficos da figura 3. Nesse trabalho foi ainda verificado que as paramécias, quando colocadas em meio isotónico ou mesmo em meio hipertónico, apesar de o número de contrações dos vacúolos reduzir muito, ainda se continuava a verificar. Adaptado de www.researchgate.net/publication/12191822_How_external_osmolarity_affects_the_activity_of_the_contractile_vacuole_compl ex_the_cytosolic_osmolarity_and_the_water_permeability_of_the_plasma_membrane_in_Paramecium_multimicronucleatum (consultado em 08/04/2021) Fig. 2 Paramécia. Fig. 3 Rcvc corresponde à variação da quantidade de fluido expulso pelo vacúolo contrátil. A linha a tracejado indica quando as paramécias foram transferidas para outro meio com diferente concentração de solutos. A osmolaridade (osmmol L-1 ) aumenta com a concentração de solutos. O meio com 24 mosmol L-1 corresponde à concentração do meio natural da paramécia. 1. A osmose refere-se à deslocação da água, através de uma membrana semipermeável, do meio (A) hipertónico para o meio hipotónico. (B) hipotónico para o meio hipertónico. (C) hipertónico para o meio isotónico. (D) isotónico para o meio hipotónico.
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    166 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. Quando as paramécias são transferidas para meios com _______ concentração de solutos, conseguem adaptar-se expulsando mais água através __________________. (A) maior … da superfície da membrana celular (B) menor … da superfície da membrana celular (C) maior … dos vacúolos contráteis (D) menor … dos vacúolos contráteis 3. Os dois meios em que foram colocadas as paramécias são ________ em relação ao seu citoplasma, o que justifica a ________ dos vacúolos contráteis e a expulsão contínua de fluido. (A) hipotónicos … inatividade (B) hipotónicos … atividade (C) hipertónicos … inatividade (D) hipertónicos … atividade 4. A principal função dos vacúolos contráteis é evitar que as paramécias sofram _________, quando colocadas num meio com _________ pressão osmótica. (A) lise celular … menor (B) lise celular … maior (C) plasmólise … maior (D) plasmólise … menor 5. Alguns iões existem em maior concentração no citoplasma das paramécias do que no meio onde estas vivem. A entrada desses iões para o citoplasma ocorre por (A) difusão facilitada, através de proteínas transportadoras. (B) difusão simples, através da bicamada lipídica. (C) transporte ativo, através de proteínas transportadoras. (D) difusão facilitada, através da bicamada lipídica. 6. Ao interpretar os resultados do seu estudo, os investigadores lançaram a hipótese de que os vacúolos contráteis podem não estar apenas envolvidos na eliminação do excesso de água, mas também na excreção de algumas substâncias residuais metabólicas. Fundamente essa hipótese com base nos resultados do estudo. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 167 Grupo III A absorção de glicose nos diabéticos Um aluno questionou o professor sobre uma dúvida relativamente à absorção de glicose nos diabéticos. O aluno sabia que estes doentes têm dificuldade em metabolizar a glicose e que, na ausência de insulina, a glicose não entra facilmente nas células e que se acumula no sangue. A sua dúvida era que, nesse caso, não entendia como os diabéticos podiam absorver a glicose, pois esta tinha de atravessar as células do epitélio intestinal. O professor forneceu os seguintes dados ao aluno para lhe permitir resolver a sua questão: • A glicose pode atravessar as membranas celulares, por difusão facilitada, através de proteínas transportadoras que constituem uma família com vários elementos (GLUT1, GLUT2, GLUT 4, etc.). • A proteína GLUT4 praticamente só realiza o seu «trabalho» na presença de insulina, uma hormona produzida no pâncreas; os diabéticos ou não a produzem, ou produzem-na em quantidade insuficiente ou as suas células são resistentes à insulina. • A proteína GLUT4 é o principal transportador de glicose num grande número de tecidos (ex. tecido muscular). • As células do epitélio intestinal têm outra proteína – SGLT1 – que assegura o transporte de glicose do lúmen intestinal para o interior das células, contra o gradiente de concentração. O posterior transporte para o sangue é realizado por difusão através da GLUT2 (Fig. 4). Fig. 4 Mecanismos de absorção da glicose ao nível intestinal. Adaptado de www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttextpid=S0004-27301998000600003 (consultado em 08/04/2021) 1. Na figura 4, os números 1 e 2 representam, respetivamente, (A) vilosidades intestinais e um canal de sódio. (B) microvilosidades intestinais e a bomba de sódio-potássio. (C) vilosidades intestinais e a bomba de sódio-potássio. (D) microvilosidades intestinais e um canal de potássio.
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    168 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. As proteínas que realizam transportes transmembranares são proteínas (A) extrínsecas e são moléculas polares. (B) extrínsecas e são moléculas anfipáticas. (C) intrínsecas e são moléculas anfipáticas. (D) intrínsecas e são moléculas polares. 3. A proteína SGLT1 utiliza o gradiente de sódio para transportar a glicose _________ seu gradiente de concentração. A proteína GLUT2 permite o transporte ________ da glicose para o sangue. (A) a favor do … ativo (B) a favor do … passivo (C) contra o … ativo (D) contra o … passivo 4. Nas células do epitélio intestinal, a concentração de sódio mantém-se ________ por ação da bomba de sódio-potássio, mecanismo que depende da presença de _________. (A) baixa … ATP (B) baixa … insulina (C) alta … ATP (D) alta … insulina 5. Explique como é que a informação fornecida pelo professor permitiu ao aluno esclarecer a sua dúvida e ficar a conhecer como se realiza a absorção intestinal de glicose. _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________ Grupo Item Cotação (em pontos) I 1. 2. 3. 4. 5. 6. Totais 10 10 10 10 10 20 70 II 1. 2. 3. 4. 5. 6. 10 10 10 10 10 20 70 III 1. 2. 3. 4. 5. 10 10 10 10 20 60
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 169 Em cada item de escolha múltipla, selecione a opção correta. GRUPO I Marcação radioativa – um método para seguir moléculas Os isótopos radioativos podem ser usados para seguir o movimento da sacarose por translocação no floema. A radioatividade pode ser revelada usando um filme fotográfico, numa técnica designada autorradiografia, pois é o material biológico que tem regiões onde se encontra a substância radioativa. Numa experiência típica como a realizada por Bidulph e Cory na Universidade de Washington na década de 1960, uma planta é cultivada em laboratório e uma folha é exposta por um curto período de tempo a dióxido de carbono contendo o isótopo radioativo 14 C. A figura 1 mostra três situações em que diferentes folhas foram expostas a 14 CO2 durante 3 horas. As imagens A2, B2 e C2 mostram as autorradiografias que localizam a radioatividade seis horas após a exposição. Adaptado de www.curiouscience.com/uploads/3/7/4/1/37410239/phloem_aphid_stylet_expt__1___1_.pdf (consultado em 08/04/2021) Fig. 1 As imagens A1, B1 e C1 indicam as folhas que foram expostas a 14 CO2. As imagens A2, B2 e C2 mostram as autorradiografias que localizam a radioatividade seis horas após a exposição. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Teste prático 4 Distribuição de matéria nas plantas Obtenção de energia Trocas gasosas A1 B1 C1 A2 B2 C2
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    170 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1. A sacarose apresenta radioatividade porque é formada a partir de _______, que é um produto da __________, um processo que consome ______________. (A) glicose … fotossíntese … dióxido de carbono (B) glicose … respiração aeróbia … oxigénio (C) amido … fotossíntese … oxigénio (D) amido … respiração aeróbia … dióxido de carbono 2. Os vasos que conduzem a sacarose são constituídos por células (A) mortas, com paredes lenhificadas. (B) vivas, com placas crivosas. (C) vivas, com paredes lenhificadas. (D) mortas, com placas crivosas. 3. O modelo ___________ é o que melhor explica a movimentação da seiva floémica em direção aos órgãos _______________. (A) da adesão-coesão-tensão … de consumo ou de reserva (B) do fluxo de massa … produtores (C) da adesão-coesão-tensão … produtores (D) do fluxo de massa … de consumo ou de reserva 4. As autorradiografias ________ demonstram que a seiva floémica tem uma deslocação ________. (A) A2 e B2 … bidirecional (B) B2 e C2 … unidirecional (C) A2 e B2 … unidirecional (D) B2 e C2 … bidirecional 5. Na experiência descrita, a raiz constituiu sempre ________, enquanto as folhas maduras funcionaram sempre como ________. Nos botões terminais, com botões florais e folhas em início de crescimento, verificou-se _______ do floema. (A) um sumidouro… uma fonte … carga (B) uma fonte … um sumidouro … carga (C) um sumidouro… uma fonte … descarga (D) uma fonte … um sumidouro … descarga
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 171 Grupo II A vida das leveduras e a produção de vinho do Porto A produção de vinho é um processo complexo, pois ocorrem múltiplas reações químicas e intervêm outros microrganismos, além das leveduras, mas estas são, sem dúvida o elemento central. A levedura Saccharomyces cerevisiae, através da fermentação alcoólica, transforma os açúcares do sumo da uva em etanol e inibe a proliferação de outros organismos. O processo de fermentação do mosto1 pela S. cerevisiae implica uma fase inicial de proliferação rápida, em que a presença de oxigénio é fundamental. Após essa fase, a cultura de leveduras estabiliza. As leveduras também são sensíveis à presença de álcool etílico e a partir de determinada concentração, aproximadamente 15 graus2 não sobrevivem. Por isso é que o vinho não tem usualmente um teor alcoólico superior (Fig. 2). Mas o vinho do Porto, um vinho internacional reconhecido, tem um teor alcoólico entre os 19 e 22 graus e ainda tem açúcares. Há quem3 defenda que «o vinho do Porto nasceu de um acidente, durante as longas viagens feitas entre Portugal e mercados como a Inglaterra no século XVII — aos vinhos seriam adicionadas doses de aguardente para que estes pudessem resistir às travessias marítimas». Atualmente, o processo de produção continua a ser esse, as leveduras são interrompidas «a meio do trabalho», altura em que é adicionada aguardente. A aguardente tem um forte teor alcoólico, o que provoca a morte das leveduras. 1 Sumo de uvas frescas usado para obtenção vinho. 2 O grau alcoólico é obtido medindo a densidade da bebida. Quando mais álcool estiver presente menor é a densidade e maior é o teor alcoólico. 3 https://observador.pt/2015/10/03/sabe-vinho-do-porto/ (consultado em 08/04/2021) Fig. 2 Fases de crescimento e de declínio de S. cerevisiae durante a fermentação do vinho. Adaptado de www.researchgate.net/publication/332733632_Yeast_Life_Span_and_its_Impact_on_Food_Fermentations (consultado em 08/04/2021) 1. As leveduras são organismos (A) anaeróbios facultativos e não possuem mitocôndrias. (B) anaeróbios e não possuem mitocôndrias. (C) anaeróbios facultativos e possuem mitocôndrias. (D) anaeróbios e possuem mitocôndrias.
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    172 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. No gráfico da figura 2, a fase de __________ corresponde a uma fraca produção de etanol, pois nesse período as leveduras apresentam fundamentalmente um metabolismo ________, com maior produção de energia por substrato consumido. (A) declínio … aeróbio (B) crescimento exponencial … aeróbio (C) declínio … anaeróbio (D)crescimento exponencial … anaeróbio 3. No gráfico da figura 2, durante toda a fase ________ açúcares para degradar e o teor alcoólico do meio _____ tóxico para S. cerevisiae. (A) de declínio há … não é (B) de declínio não há … é (C) estacionária não há … é (D) estacionária há … não é 4. Explique por que razão o vinho do Porto é um vinho naturalmente doce, mas com um teor alcoólico superior ao de outros vinhos. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ 5. Conceba uma experiência que comprove que a adição de álcool etílico pode matar as leveduras S. cerevisiae durante o processo de fermentação. Tenha como base a experiência que realizou em aula para o estudo da fermentação. Em vez do Erlenmeyer, utilize um frasco Kitazato com saída superior (Fig. 3) e adicione ao material um tubo fino de borracha e uma seringa de 20 mL com álcool etílico a 96%. Fig. 3 Frasco Kitazato com saída superior.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 173 Grupo III Estomas Numa aula prática de Biologia, um aluno retirou a epiderme inferior de uma folha, dividiu-a em dois fragmentos e montou um em água destilada e o outro numa solução salina saturada. Observou o tecido ao MOC para ver os estomas. Os esquemas que desenhou para representar as suas observações estão apresentados na figura 4. Fig. 4 Esquematização de estomas montados em soluções com diferente concentração de sais (preparações A e B). 1. Os números 1, 3 e 4 da figura representam, respetivamente, (A) cloroplastos, célula-guarda e ostíolo. (B) cloroplastos, núcleo e parede espessada da célula-guarda. (C) células de companhia, núcleo e parede da célula-guarda com maior elasticidade. (D) células de companhia, cloroplasto e ostíolo. 2. Nesta experiência, a variável independente foi _______________, enquanto a variável dependente foi _______________. (A) a concentração de potássio nas células-guarda … a abertura ou o fecho dos estomas (B) a abertura ou o fecho dos estomas … a concentração de potássio nas células-guarda (C) a abertura ou o fecho dos estomas … a concentração de sais no meio de montagem (D) a concentração de sais no meio de montagem … a abertura ou o fecho dos estomas 3. A preparação _______ foi realizada utilizando água destilada como meio de montagem. A água deslocou-se para _________ das células-guarda que ficaram ________. (A) B … fora … plasmolisadas (B) B … dentro … túrgidas (C) A … fora … túrgidas (D) A … dentro … plasmolisadas
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    174 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 4. A abertura dos estomas é estimulada _________ e o seu fecho induzido pela presença de ________. (A) pela luz … potássio (B) pela água … ácido abscísico (C) pela luz … ácido abscísico (D) pela água … potássio 5. A perda de água pela planta ocorre essencialmente ________ e tem implicações diretas no transporte da seiva ______. (A) pela cutícula… floémica (B) pela cutícula … xilémica (C) pelos estomas … floémica (D) pelos estomas … xilémica 6. Explique a importância de as plantas poderem controlar a abertura e o fecho dos estomas. ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ Grupo Item Cotação (em pontos) I 1. 2. 3. 4. 5. Totais 10 10 10 10 10 50 II 1. 2. 3. 4. 5. 10 10 10 20 30 80 III 1. 2. 3. 4. 5. 6. 10 10 10 10 10 20 70
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 175 Introdução A utilização de rubricas de avaliação constitui um procedimento bastante simples para apoiar a avaliação de uma grande diversidade de produções e desempenhos dos alunos. Na verdade, desde a apresentação oral de trabalhos, passando por qualquer trabalho escrito até ao desempenho na manipulação de um qualquer instrumento, as rubricas podem ser excelentes auxiliares para ajudarem, quer os alunos, quer os professores a avaliar a qualidade do que é necessário aprender e saber fazer. Para a grande maioria dos autores, as rubricas deverão incluir o conjunto de critérios que se considera traduzir, bem como o que é desejável que os alunos aprendam e, para cada critério, um número de descrições de níveis de desempenho. Ou seja, para um dado critério, poderá ter-se, por exemplo, três, quatro ou mesmo cinco níveis de desempenho que deverão traduzir orientações fundamentais, para que os alunos possam regular e autorregular os seus progressos nas aprendizagens que têm de desenvolver. Assim, numa rubrica, devem existir sempre dois elementos fundamentais: um conjunto coerente e consistente de critérios e um conjunto muito claro de descrições para cada um desses critérios. Susan Brookhart refere que, embora as rubricas nos permitam avaliar, elas são descritivas e não avaliativas por natureza. Em vez de julgar o desempenho, professores e alunos verificam qual a descrição que melhor o pode representar. Assim, antes do mais, as rubricas permitem desenvolver uma avaliação de referência criterial. E isto significa que estamos a comparar o que os alunos sabem e são capazes de fazer num dado momento com um ou mais critérios e suas descrições e não com uma média ou com um grupo, como acontece na avaliação de referência normativa. É igualmente relevante sublinhar que as rubricas podem ser utilizadas quer no contexto da avaliação formativa, avaliação para as aprendizagens, ou seja, para distribuir feedback de elevada qualidade, quer no contexto da avaliação sumativa, avaliação das aprendizagens, para que, num dado momento, se possa fazer um balanço ou um ponto de situação acerca do que os alunos sabem e são capazes de fazer. Como acontece com qualquer estratégia, processo ou tarefa de avaliação, as rubricas podem ser mais ou menos eficazes e úteis para avaliar certos objetos. Mas será sempre bom ter presente que as rubricas são sobretudo destinadas a apoiar a avaliação do desempenho dos alunos. Neste sentido, as rubricas devem ser claras e objetivas quanto à linguagem e terminologia utilizada, adequadas às tarefas e produtos que se pretendem avaliar e ser explícitas quanto ao nível de desempenho, para que sejam significativas para o aluno. Não devem ser usadas só como instrumentos de classificação, mas também como ferramenta colocada ao serviço da aprendizagem autorregulada. Os alunos deverão sempre ter acesso às rubricas que estão a ser utilizadas e, inclusivamente, sempre que tal seja possível, participar na identificação de critérios e na descrição dos desempenhos considerados relevantes para as aprendizagens a desenvolver. Adaptado de www.researchgate.net/profile/Domingos-Fernandes- 2/publication/339956075_Rubricas_de_Avaliacao/links/5e6fc5c4458515eb5aba58ad/Rubricas-de- Avaliacao.pdf (consultado em 22/03/2021) Nota: Tendo em conta o que foi referido anteriormente, os autores optaram por não propor pesos para cada um dos itens de avaliação. Rubricas de avaliação
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    176 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Critério (Itens avaliar) Descritores ou níveis de desempenho 1 – Emergente 2 – Em desenvolvimento 3 – Em consolidação 4 – Em expansão Peso Correção científica Apresentação com falhas graves ao nível dos conceitos ou das informações fundamentais. Apresentação com muitas, mas não graves, incorreções ao nível dos conceitos ou das informações fundamentais. Apresentação com poucas incorreções ao nível dos conceitos ou das informações fundamentais. Apresentação sem qualquer incorreção ao nível dos conceitos ou das informações fundamentais. Objetividade Exposição sem clareza, nem objetividade. Exposição pouco clara e pouco objetiva. Exposição, globalmente, clara e objetiva. Exposição muito clara e muito objetiva. Conteúdo científico Revela poucos conhecimentos dos conteúdos essenciais relacionados com o tema. Revela um conhecimento incompleto de alguns conteúdos essenciais relacionados com o tema. Revela um conhecimento essencial e completo dos conteúdos relacionados com o tema. Revela um conhecimento profundo e completo dos conteúdos relacionados com o tema. Articulação entre os elementos do grupo * Não existe qualquer articulação entre os vários elementos do grupo. Apresentação desorganizada. Fraca articulação entre os vários elementos do grupo. Torna-se evidente que alguns deles não prepararam a apresentação. Boa articulação entre a maioria dos elementos do grupo. Contudo, algum dos elementos não prepararam a apresentação com os restantes. Excelente articulação entre os vários elementos do grupo. Apresentação lógica e extremamente bem organizada. Defesa do trabalho Os elementos do grupo não estão suficientemente preparados para defender aspetos do seu trabalho. Vários elementos do grupo têm um conhecimento deficiente do conteúdo do seu trabalho. A maioria dos elementos do grupo revela um bom conhecimento do conteúdo do seu trabalho. Todos os elementos do grupo revelam um conhecimento profundo do conteúdo do seu trabalho. Qualidade dos recursos Não utiliza qualquer elemento audiovisual para apoiar ou realçar o conteúdo da apresentação (imagens, esquemas/ gráficos, vídeos). Utiliza alguns elementos audiovisuais de fraca qualidade. Utiliza elementos audiovisuais de qualidade, mas não os explora adequadamente. Utiliza elementos audiovisuais de grande qualidade para apoiar ou realçar o conteúdo da apresentação (imagens, esquemas/ gráficos, vídeos). Criatividade Apresentação nada criativa tanto ao nível da metodologia como dos materiais utilizados. Apresentação pouco criativa ao nível da metodologia e dos materiais utilizados. Apresentação com vários aspetos criativos ao nível da metodologia e dos materiais utilizados. Apresentação extremamente criativa tanto ao nível da metodologia como dos materiais utilizados. * A aplicar no caso de apresentação em grupo. Rubrica de avaliação: apresentação oral
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 177 Modo de apresentação da informação A informação é lida em vez de ser apresentada. A maior parte da informação é lida em vez de ser apresentada. A informação é apresentada, mas acompanhada da leitura de algumas notas. A informação é apresentada e não lida. Capacidade de suscitar interesse A apresentação é bastante ineficaz na captação da atenção ou do interesse da audiência. A apresentação nem sempre é eficaz na captação da atenção e do interesse da audiência. A apresentação poderá ter alguns percalços, mas é eficaz na captação da atenção e do interesse da audiência. Apresentação sem percalços e eficaz na captação da atenção e do interesse da audiência. Utilização da voz Discurso inaudível, com voz monótona, sem expressividade. Discurso nem sempre audível, com oscilações no volume de voz, mas sem expressividade. Discurso audível durante a maior parte da apresentação, boa articulação de voz com alguma expressividade. Discurso audível durante toda a apresentação, boa articulação de voz com expressividade. Fluidez discursiva e correção linguística Dificuldade de articulação do discurso, com incorreções na utilização da língua portuguesa, impedindo a inteligibilidade da exposição feita. Discurso pouco fluente e com dificuldades na utilização correta da língua portuguesa. Discurso razoavelmente bem articulado e sem incorreções, com utilização correta da língua portuguesa. Discurso muito bem articulado, fluído e sem incorreções, com utilização correta da língua portuguesa. Gestão do tempo * A apresentação ultrapassa consideravelmente o período temporal que lhe estava destinado ou ficou aquém do mesmo (acima de 10 minutos). A apresentação ultrapassa consideravelmente o período temporal que lhe estava destinado ou ficou aquém do mesmo (até 10 minutos). A apresentação ultrapassa ligeiramente o período temporal que lhe estava destinado ou ficou aquém do mesmo (até 5 minutos). Ótima gestão do tempo disponível. * Para apresentações de duração prevista de 15 a 30 minutos. Rubrica de avaliação: apresentação oral (cont.)
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    178 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Critério (Itens avaliar) Descritores ou níveis de desempenho 1 – Emergente 2 – Em desenvolvimento 3 – Em consolidação 4 – Em expansão Peso Pesquisa e seleção de informação Pesquisa insuficiente. Não existe seleção nem sistematização da informação. Pesquisa com falhas na seleção das informações relevantes, com uma sistematização incipiente da informação. Pesquisa das informações necessárias com algumas falhas na sistematização. Pesquisa eficaz revelando capacidade de seleção e sistematização. Organização do guião * Guião completamente desorganizado. Guião pouco organizado, não relevando qualquer cuidado no detalhe, focando só alguns elementos presentes no vídeo. Guião organizado e estruturado, revelando algum cuidado no detalhe, não focando todos os elementos presentes no vídeo. Guião bem organizado e estruturado, revelando cuidado no detalhe e focando todos os elementos presentes no vídeo. Correção científica Apresentação com falhas graves ao nível dos conceitos ou das informações fundamentais. Apresentação com muitas, mas não graves, incorreções ao nível dos conceitos ou das informações fundamentais. Apresentação com poucas incorreções ao nível dos conceitos ou das informações fundamentais. Apresentação sem qualquer incorreção ao nível dos conceitos ou das informações fundamentais. Conteúdo científico Revela poucos conhecimentos dos conteúdos essenciais relacionados com o tema. Revela um conhecimento incompleto de alguns conteúdos essenciais relacionados com o tema. Revela um conhecimento essencial e completo dos conteúdos relacionados com o tema. Revela um conhecimento profundo e completo dos conteúdos relacionados com o tema. Articulação entre os elementos do grupo **† Não existe qualquer articulação entre os vários elementos do grupo. Apresentação desorganizada. Fraca articulação entre os vários elementos do grupo. Torna-se evidente que alguns deles não prepararam a apresentação. Boa articulação entre a maioria dos elementos do grupo. Contudo, algum dos elementos não prepararam a apresentação com os restantes. Excelente articulação entre os vários elementos do grupo. Apresentação lógica e extremamente bem organizada. * O guião deverá ser entregue ao Professor antes da realização do vídeo e pode ser dispensável em vídeos de curta duração. ** Para o caso de o vídeo ser produzido em grupo. Rubrica de avaliação: elaboração de um vídeo
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 179 Discurso Discurso inaudível, com voz monótona, sem expressividade. Discurso nem sempre audível, com oscilações no volume de voz, mas sem expressividade. Discurso audível durante a maior parte da apresentação, boa articulação de voz com alguma expressividade. Discurso audível durante toda a apresentação, boa articulação de voz com expressividade. Qualidade visual Monótono, nada apelativo nem atrativo, não ajudando em nada a apresentação dos conteúdos. Visualmente, apresenta poucos aspetos interessantes, que revelam pouco esforço na apresentação de elementos atrativos ou apelativos, contribuindo pouco para uma apresentação eficaz. Visualmente, apresenta vários aspetos interessantes, que revelam algum esforço na apresentação de elementos atrativos ou apelativos, contribuindo para uma apresentação eficaz. Visualmente inovador, apelativo e atrativo, tornando a apresentação dos conteúdos mais eficaz. Criatividade As ideias são básicas, assim como os materiais e os métodos. As ideias, os materiais e os métodos são utilizados de forma previsível. As ideias, os materiais e os métodos mostram sinais de imaginação ou de estilo pessoal. As ideias, os materiais e métodos são utilizados de forma imaginativa e eficaz. Capacidade de suscitar interesse durante a projeção do vídeo A apresentação é bastante ineficaz na captação da atenção ou do interesse da audiência. A apresentação nem sempre é eficaz na captação da atenção e do interesse da audiência. A apresentação poderá ter alguns percalços, mas é eficaz na captação da atenção e do interesse da audiência. Apresentação sem percalços e eficaz na captação da atenção e do interesse da audiência. Gestão do tempo A apresentação ultrapassa consideravelmente o período temporal que lhe estava destinado ou ficou aquém do mesmo (acima de X * minutos). A apresentação ultrapassa consideravelmente o período temporal que lhe estava destinado ou ficou aquém do mesmo (até X * minutos). A apresentação ultrapassa ligeiramente o período temporal que lhe estava destinado ou ficou aquém do mesmo (até X * – 5 minutos). Ótima gestão do tempo disponível. * Tempo a definir pelo Professor. Rubrica de avaliação: elaboração de um vídeo (cont.)
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    180 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 * † Critério (Itens a avaliar) Descritores ou níveis de desempenho 1 – Emergente 2 – Em desenvolvimento 3 – Em consolidação 4 – Em expansão Peso Questão- -problema Não identifica o problema. Identifica parcialmente o problema. Identifica o problema, mas não o formula com clareza. Identifica e formula com clareza o problema. Fundamentação Teórica Não identifica nenhum dos princípios que permitem a compreensão da atividade experimental. Identifica poucos princípios/teorias que permitem a inteira compreensão da atividade experimental. Identifica a maioria dos princípios/teorias que permitem a inteira compreensão da atividade experimental. Identifica os princípios/teorias que permitem a inteira compreensão da atividade experimental. Seleção do material Não seleciona nenhum dos materiais essenciais. Seleciona alguns materiais essenciais. Seleciona quase todos os materiais essenciais. Seleciona todos os materiais essenciais. Planificação do procedimento/ método Planifica apenas algumas etapas do procedimento, com falhas no rigor científico * . Planifica quase todas as etapas do procedimento, com falhas no rigor científico. Planifica todas as etapas do procedimento, mas com falhas no rigor científico. ou Planifica quase todas as etapas do procedimento, mas sem falhas no rigor científico. Planifica todas as etapas do procedimento, com rigor científico. Execução do procedimento/ método Executa apenas uma pequena parte das etapas necessárias ao procedimento e nem sempre pela ordem correta. Executa quase todas as etapas do procedimento, mas nem sempre pela ordem correta. Executa todas as etapas do procedimento, mas nem sempre pela ordem correta. ou Executa quase todas as etapas do procedimento, mas sempre pela ordem correta. Executa todas as etapas do procedimento pela ordem correta. Nota: Em função do trabalho realizado, alguns destes critérios não estarão sujeitos a avaliação. Neste caso, a ponderação deverá ser redistribuída pelos restantes critérios. * O rigor científico deve ser balizado pelo Professor, de acordo com a tipologia e os objetivos da atividade experimental. Rubrica de avaliação: trabalho experimental
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 181 Manuseamento do material Manuseia sem destreza e sem segurança o material. Manuseia algumas vezes com destreza e segurança o material. Manuseia na maioria das vezes com destreza e segurança o material. Manuseia sempre com destreza e segurança o material. Resultados (registo e apresentação) Não regista os resultados. Regista e apresenta os resultados com falhas no rigor e/ou na clareza. Regista e apresenta os resultados com rigor e clareza, mas a sua leitura não é acessível. Regista e apresenta os resultados com rigor, clareza e permitindo uma leitura acessível dos mesmos. Discussão/ Interpretação dos resultados Não justifica os resultados em função dos pressupostos teóricos e/ou procedimentais. Justifica em parte os resultados em função dos pressupostos teóricos e/ou procedimentais. Justifica a maioria dos resultados em função dos pressupostos teóricos e/ou procedimentais e eventuais afastamentos, caso existam, das previsões. Justifica os resultados em função dos pressupostos teóricos e/ou procedimentais e eventuais afastamentos, caso existam, das previsões. Conclusão Não responde à questão- -problema. Responde à questão-problema, mas com falhas no cruzamento entre os dados obtidos e a fundamentação teórica e na validação ou refutação da(s) hipótese(s). Responde à questão-problema, mas com falhas no cruzamento entre os dados obtidos e a fundamentação teórica e/ou na validação ou refutação da(s) hipótese(s). Responde à questão-problema, cruzando aos dados obtidos com a fundamentação teórica, validando ou refutando hipótese(s). Autonomia Não demonstrou autonomia, recorrendo com muita frequência ao apoio de colegas e Professor. Demonstrou pouca autonomia, recorrendo com frequência a apoio de colegas e Professor. Demonstrou autonomia, recorrendo pontualmente a apoio de colegas e Professor. Demonstrou autonomia, não recorrendo a apoio de colegas e Professor. Rubrica de avaliação: trabalho experimental (cont.)
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    182 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Critério (Itensa avaliar) Descritores ou níveis de desempenho 1 – Emergente 2 – Em desenvolvimento 3 – Em consolidação 4 – Em expansão Peso Fundamentação teórica Não identifica nenhum dos princípios que permitem a compreensão do funcionamento do microscópio e das características da imagem resultantes da microscopia. Identifica poucos princípios que permitem a compreensão do funcionamento do microscópio e das características da imagem resultantes da microscopia. Identifica a maioria dos princípios que permitem a inteira compreensão do funcionamento do microscópio e das características da imagem resultantes da microscopia. Identifica todos os princípios que permitem a inteira compreensão do funcionamento do microscópio e das características da imagem resultantes da microscopia. Seleção do material Não seleciona nenhum dos materiais essenciais. Seleciona alguns materiais essenciais. Seleciona quase todos os materiais essenciais. Seleciona todos os materiais essenciais. Planificação do procedimento/ método Planifica apenas algumas etapas do procedimento, com falhas no rigor científico * . Planifica quase todas as etapas do procedimento, com falhas no rigor científico. Planifica todas as etapas do procedimento, mas com falhas no rigor científico. ou Planifica quase todas as etapas do procedimento, mas sem falhas no rigor científico. Planifica todas as etapas do procedimento, com rigor científico. Montagem da preparação Não consegue montar a preparação. Revela falhas no manuseamento do material biológico e na montagem da preparação, tornando difícil a obtenção de uma imagem. Revela falhas no manuseamento do material biológico ou na montagem da preparação, mas ainda assim permite a obtenção de uma imagem percetível. Manuseia devidamente o material biológico. Monta devidamente a preparação, permitindo a obtenção de uma boa imagem. * O rigor científico deve ser balizado pelo Professor, de acordo com a tipologia e os objetivos da atividade experimental. Rubrica de avaliação: atividades que envolvem a utilização do microscópio ótico
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 183 Obtenção de imagem Revela falhas graves nas técnicas de focagem, iluminação e ampliação que impedem a obtenção de uma imagem. Revela falhas nas técnicas de focagem, de iluminação e ampliação, mas obtém uma imagem de fraca qualidade. Revela falhas pontuais nas técnicas de focagem, de iluminação e ampliação, obtendo uma imagem percetível. Domina perfeitamente as técnicas de focagem, iluminação e ampliação, que permitem a obtenção de uma imagem de qualidade. Manuseamento do material Manuseia sem destreza e sem segurança o material. Manuseia algumas vezes com destreza e segurança o material. Manuseia na maioria das vezes com destreza e segurança o material. Manuseia sempre com destreza e segurança o material. Resultados (registo e apresentação) Não regista os resultados. Apresenta esquemas/fotografias com falhas na identificação, legendagem e sem indicação da ampliação utilizada. Apresenta esquemas/fotografias com falhas na identificação e/ou legendagem e/ou na indicação da ampliação utilizada. Apresenta esquemas/fotografias devidamente identificados e legendados, indicando a ampliação utilizada. Discussão/ Interpretação dos resultados Não justifica os resultados em função dos pressupostos teóricos e/ou procedimentais. Justifica em parte os resultados em função dos pressupostos teóricos e/ou procedimentais. Justifica a maioria dos resultados em função dos pressupostos teóricos e/ou procedimentais e eventuais afastamentos, caso existam, das previsões. Justifica os resultados em função dos pressupostos teóricos e/ou procedimentais e eventuais afastamentos, caso existam, das previsões. Conclusão Não responde à questão- -problema que está na base da atividade. Responde à questão-problema, mas com falhas no cruzamento entre os dados obtidos e a fundamentação teórica e na validação ou refutação da(s) hipótese(s). Responde à questão-problema, mas com falhas no cruzamento entre os dados obtidos e a fundamentação teórica e/ou na validação ou refutação da(s) hipótese(s). Responde à questão-problema, cruzando aos dados obtidos com a fundamentação teórica, validando ou refutando hipótese(s). Autonomia Não demonstra autonomia, recorrendo com muita frequência ao apoio de colegas e professor. Demonstra pouca autonomia, recorrendo com frequência a apoio de colegas e professor. Demonstra autonomia, recorrendo pontualmente a apoio de colegas e professor. Demonstra autonomia, não recorrendo a apoio de colegas e professor. Rubrica de avaliação: atividades que envolvem a utilização do microscópio ótico (cont.)
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 185 GRUPO I 1. (A) 2. (B) 3. (D) 4. (B) 5. (D) 6. C – E – A – D – B 7. O calor interno da Terra é transmitido aos materiais existentes no manto. À medida que esses materiais aquecem, ascendem e chegam à superfície. Quando isto acontece, tornam-se mais frios e acabam por se tornar mais densos e afundar. Este mecanismo faz com as placas litosféricas se movimentem. GRUPO II 1. (B) 2. (B) 3. (C) 4. (A) 5. (B) 6. D – A – E – C – B 7. As chuvas ácidas resultam da reação da água existente na atmosfera com poluentes gasosos emitidos sobretudo pela utilização de combustíveis fósseis. Ao ocorrer a precipitação, as águas das chuvas infiltram-se no solo e escorrem para as massas de água, acidificando solos, rios e lagos, e prejudicando os seres vivos que aí vivem. Esses seres vivos têm um pH ótimo e podem não sobreviver com esta alteração do pH do seu habitat. GRUPO III 1. (A) 2. (C) 3. (C) 4. (B) 5. (D) Propostas de solução Teste de avaliação diagnóstica
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    186 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 TESTE DE AVALIAÇÃO 1 GRUPO I 1. (B) 2. (C) 3. (A) 4. (B) 5. (C) 6. (a) – (2); (b) – (4); (c) – (5) 7. (B) 8. Sedimentogénese e diagénese. 9. Os produtos hidrófugos possuem na sua estrutura molecular ligações polares e não polares. A sua parte polar é atraída para a superfície da rocha e a não polar fica virada para o exterior. Desta forma, impedem a entrada de água para o interior da rocha, reduzindo assim a aptidão de molhagem da superfície tratada, o que permite a sua conservação. GRUPO II 1. (C) 2. (D) 3. (A) 4. (C) 5. (C) 6. (B) 7. (A) 8. Abrasão marinha. 9. Por um lado, o facto de terem vivido sobre sedimentos dos fundos oceânicos possibilitou que, após a sua morte, fossem rapidamente recobertos por novos sedimentos que, entretanto, se foram depositando. Por outro lado, o facto de possuírem um exoesqueleto rígido facilitou a fossilização destes seres, uma vez que este era dificilmente decomposto. GRUPO III 1. (C) 2. (A) 3. (B) 4. (C) 5. B – E – C – A – D 6. (D) 7. (D) 8. (B) 9. A presença de fraturas no maciço de Monchique permite a infiltração da água superficial e a sua circulação nas zonas profundas do interior deste maciço. Ao circularem pelas rochas, as águas estabelecem trocas de iões com estas, enriquecendo-se em determinados iões, e perdendo outros, o que condiciona a sua composição. TESTE DE AVALIAÇÃO 2 GRUPO I 1. Siltito, conglomerado, arenito e brecha. 2. (B) 3. (C) 4. (B) 5. (A) 6. (a) – (3); (b) – (1); (c) – (4) 7. C – B – E – A – D 8. O par de isótopos 14C /14N não poderia ser utilizado para a datação das rochas que continham os fósseis. A idade que foi atribuída às rochas foi de mais de 300 Ma que, portanto, não está contemplada no intervalo de tempo para o par de isótopos carbono-14 e nitrogénio- -14. 9. A Bacia Carbonífera do Douro estava integrada na primitiva Península Ibérica, localizada em latitudes tropicais e, por essa razão, com uma grande diversidade de flora e abundante. O ambiente intramontanhoso permitiu a deposição rápida de sedimentos sobre os seres vivos que morreram, que evitaram, por um lado, um ambiente rico em oxigénio e, por outro lado, a ação de agentes decompositores. GRUPO II 1. (A) 2. (B) 3. (B) 4. (C) 5. (B) 6. (A) 7. (D) 8. (B) 9. Nas correntes de convecção, os materiais rochosos em fusão parcial, muito quentes e menos densos, sobem em direção à superfície terrestre. Por baixo da litosfera, os materiais rochosos deslocam-se lateralmente, arrefecendo e tornando-se mais densos. Esta deslocação provoca o movimento da placa litosférica que está por cima. Nas zonas de convergência de placas litosféricas, uma placa afunda em relação à outra. Os materiais rochosos que afundam no interior da terra reaquecem devido ao calor interno do planeta. Os processos ridge-push e slab-pull, poderão ajudar também nos movimentos das placas, uma vez que estas são menos densas na zona da dorsal oceânica e mais densas na zona das fossas. Assim, a força com que estas mesmas placas são empurradas ou puxadas pode ajudar à movimentação da litosfera sobre a astenosfera. GRUPO III 1. (B) 2. (C) 3. (C) 4. (A) 5. (B) 6. (C) 7. (C) 8. O vulcão Lusi emite uma mistura fria de gás (metano), água e sólidos, que foi empurrada para a superfície em virtude de um influxo de água suficiente para causar pressão nas rochas em torno do furo que foi efetuado. O Lusi é o vulcão de lama mais rápido que se conhece e a lama que emitiu enterrou aldeias e provocou mortos, pelo que apresenta um risco elevado para a população que habita nas suas proximidades. TESTE DE AVALIAÇÃO 3 GRUPO I 1. (D) 2. (B) 3. (A) 4. (B) 5. (a) – (2); (b) – (1); (c) – (5) Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Testes de avaliação
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 187 6. (C) 7. (C) 8. (A) 9. Por um lado, o elevado teor em água dos sedimentos leva a um comportamento de liquefação do solo e consequente afundimento das edificações. Por outro lado, a reduzida consolidação do solo/existência de rochas não consolidadas/aluviões no subsolo de Katmandu conduz a uma amplificação das ondas sísmicas com consequentes danos nos edificados. GRUPO II 1. (C) 2. Descontinuidade de Gutenberg. 3. (B) 4. (B) 5. (D) 6. (A) 7. (B) 8. (C) 9. Com base nos dados da sismologia e outros, o modelo físico propõe a geosfera dividida em quatro unidades, da superfície para o interior: a litosfera, que é uma camada rígida onde a velocidade das ondas sísmicas aumenta progressivamente; a astenosfera, camada constituída por materiais parcialmente fundidos, onde as ondas sísmicas oscilam na sua velocidade (zona de baixas velocidades); a mesosfera, zona rígida do manto que se estende até ao núcleo externo, onde as ondas sísmicas aumentam a sua velocidade; o núcleo externo, que é uma camada líquida, as ondas S deixam de se propagar e as ondas P sofrem uma grande diminuição na sua velocidade e o núcleo interno sólido, onde as ondas P voltam a aumentar a sua velocidade. GRUPO III 1. (D) 2. (B) 3. (C) 4. (A) 5. (C) 6. (B) 7. (D) 8. Zona de transição. 9. Os sismos são fenómenos muito frequentes na Terra. Uma vez que as luzes de terramoto podem ocorrer antes ou durante um sismo e que existem em menos de 0,5% dos terramotos em todo o mundo, então é improvável a utilização deste fenómeno para a previsão de sismos.
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    188 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 TESTE DE AVALIAÇÃO 4 GRUPO I 1. (C) 2. (D) 3. (B) 4. (a) – (2); (b) – (4); (c) – (5) 5. (A) 6. (C) 7. (B) 8. A membrana do vírus é constituída por uma bicamada fosfolipídica associada a proteínas, tal como a membrana celular das células que este vai parasitar e utilizar para se replicar. Visto que os lípidos são moléculas que se dissolvem em solventes orgânicos, o álcool-gel vai destruir a membrana do vírus provocando assim a sua destruição. Da mesma forma, poderá ser usado sabão ou detergente para higienização das mãos e/ou superfícies, pois estes emulsionam os lípidos, sendo também uma forma de destruir os invólucros dos vírus e impedir que sejam capazes de infetar as células humanas provocando a doença covid-19. 9. O aumento da população mundial leva a uma cada vez maior utilização de recursos naturais necessários não só à sobrevivência da espécie humana, mas também ao seu modo de vida. Esta procura crescente causa destruição e perturbação de muitos ecossistemas levando a que determinados vírus e microrganismos existentes nestes locais, alguns intocados pelo ser humano, passem a estar em contacto mais próximo, e muitos deles podem provocar doenças graves no ser humano. Daí o significado da expressão, pois são as nossas intervenções nos ecossistemas que facilitam a contaminação da espécie humana com determinados agentes patogénicos. GRUPO II 1. O controlo é o grupo que foi submetido à injeção subcutânea de 0,9% de NaCl. 2. (A) 3. A percentagem de espermatozoides imóveis aumentou com o aumento das doses de CdCl2/kg pc, mas apenas foi significativamente maior do que o controlo na concentração maior (de 3 mg CdCl2/kg pc). 4. (B) 5. (C) 6. (A) 7. (C) 8. (D) 9. O consumo de tabaco é uma das vias de exposição ao cádmio mais frequentes para a população humana, em geral. Segundo os resultados da investigação, o cádmio interfere com a capacidade de motilidade dos espermatozoides, diminuindo-a, o que pode causar problemas de infertilidade. GRUPO III 1. (C) 2. (D) 3. (A) 4. (C) 5. (B) 6. (A) 7. (D) 8. (B) 9. Durante o processo digestivo, é obrigatório que o intestino esteja preparado para poder acomodar o quimo; desta forma, entende-se o seu grande aumento de tamanho, inclusivamente em comprimento. Para a realização do processo digestivo são também necessárias enzimas, como a aminopeptidase, que aumenta a sua atividade para digerir o alimento, que é rico em proteínas. A absorção é uma importante função do intestino delgado e por isso compreende-se que aumente a capacidade para absorver aminoácidos e que as microvilosidades se desenvolvam para aumentar a área de absorção e, assim, aproveitar melhor o alimento ingerido. No período de jejum, que nestas espécies pode ser muito prolongado, é indispensável consumir pouca energia, logo a atrofia do intestino delgado é uma vantagem. TESTE DE AVALIAÇÃO 5 GRUPO I 1. (B) 2. (C) 3. (B) 4. (a) – (3); (b) – (1); (c) – (4) 5. (B) 6. (D) 7. Como as moléculas de água são polares, têm dificuldade em atravessar a região interna das membranas celulares, pois é apolar, sendo constituída pelos ácidos gordos dos fosfolípidos. As aquaporinas funcionam como um canal hidrofílico que permite a passagem de moléculas de água, facilitando, quer o fluxo de entrada de água para o meio intracelular, quer a sua saída para o meio extracelular. O fluxo de água ocorre nos dois sentidos, sem gastos energéticos e de acordo com a pressão osmótica de cada meio. 8. (A) 9. (A) GRUPO II 1. (D) 2. (A) 3. D – E – C – B – A 4. (B) 5. (D) 6. O estudo do mecanismo de atuação da TTX pode ampliar o conhecimento sobre como bloquear os canais de sódio dos neurónios e como impossibilitar a formação de potenciais de ação, impedindo a propagação do impulso nervoso. Como a sensação da dor resulta da chegada de impulsos nervosos ao sistema nervoso central, se se conseguir inibir a propagação do impulso nervoso em determinados nervos, a sensação de dor na região enervada por esses nervos não será sentida. Esta linha de investigação pode, assim, levar à criação de analgésicos mais eficazes, capazes de aliviar dores severas. GRUPO III 1. (A) 2. (D) 3. (B) Propostas de solução Testes de avaliação
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 189 4. O floema é o um tecido que transporta nutrientes básicos para o metabolismo e crescimento das células. As novas células de xilema são células vivas que têm de crescer e formar paredes espessadas e lenhificadas, de forma a poderem ser funcionais no transporte da seiva xilémica; necessitam, portanto de um aporte de nutrientes, que só pode ser canalizado pelo floema, pelo que este tem de se ter diferenciado/desenvolvido antes. 5. C – A – E – B – D 6. (C) 7. (C) 8. (D) 9. (A) 10. D – E – B – A – C 11. Durante o inverno, a diminuição da luminosidade e do número de horas de luz diárias reduz a energia luminosa captada na fase fotoquímica, o que implica uma menor produção de compostos orgânicos no estroma dos cloroplastos. Temperaturas baixas têm um impacto negativo na atuação das enzimas que estão envolvidas no processo fotossintético. Os dois fatores levam a uma diminuição da taxa fotossintética. 12. (a) – (5); (b) – (8); (c) – (3); (d) – (2); (e) – (7) TESTE DE AVALIAÇÃO 6 GRUPO I 1. (B) 2. (B) 3. (A) 4. (C) 5. (D) 6. (B) 7. (D) 8. (C) 9. O miocárdio dos peixes e dos anfíbios é irrigado pelo sangue que percorre a cavidade do ventrículo. Nos peixes, esse sangue, que regressa dos restantes órgãos, é venoso. Nos anfíbios, o sangue que aflui para o seu único ventrículo é uma mistura de sangue arterial, que regressa dos pulmões, e de sangue venoso, da circulação sistémica. A menor oxigenação do sangue do miocárdio destes animais limita a produção de energia metabólica e não permite uma atividade cardíaca tão intensa como a de aves e mamíferos, em que o miocárdio é irrigado por sangue oxigenado vindo dos pulmões. A menor atividade cardíaca dos peixes e dos anfíbios faz o sangue circular com menor pressão pelos tecidos, impedindo taxas metabólicas elevadas, pois a distribuição de nutrientes e oxigénio e a remoção de produtos de excreção é mais lenta. GRUPO II 1. (B) 2. (A) 3. (B) 4. (C) 5. (D) 6. A – C – B – E – D 7. (D) 8. E – D – C – B – A 9. As exigências metabólicas dos peixes não são muito elevadas e podem ser sustentadas pela produção de ATP através da fermentação lática se o animal não estiver muito ativo. No entanto, a acumulação de lactato aumenta a acidez do sangue. Os peixes- -vermelhos evitam esse problema transformando o lactato, no fígado, novamente em glicose e, com esta, sintetizam glicogénio, uma substância de reserva. Nos músculos destes peixes existe outro processo para retirar lactato do sangue: transformam-no em etanol, e este pode ser facilmente eliminado do organismo através das brânquias. GRUPO III 1. (C) 2. (B) 3. (D) 4. (A) 5. (D) 6. (A) 7. (a) – (3); (b) – (2); (c) – (5) 8. (A) 9. Numa atmosfera rarefeita, a quantidade de oxigénio disponível é reduzida. Os pulmões do iaque apresentam uma maior capacidade/volume, permitindo captar mais oxigénio. O coração mais volumoso pode pôr em circulação mais sangue, aumentando a oxigenação dos tecidos. O facto de os pulmões dos iaques não apresentarem vasoconstrição pulmonar hipóxica é importante para a vida em altitudes muito elevadas. Se essa reação acontecesse em altitude, devido à baixa quantidade de oxigénio, afetaria todo o pulmão, reduzindo o fluxo de sangue neste órgão e tornando ainda mais difícil a captação de oxigénio.
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    190 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 GRUPO I 1. (D) 2. (A) 3. (D) 4. (B) 5. (A) 6. (B) 7. (D) 8. Geodinâmica externa. 9. O aquecimento global verificado atualmente tem sido responsável pela alteração ou mesmo pela eliminação de alguns habitats, trazendo consequências para as espécies que neles vivem. Essas consequências podem conduzir a uma extinção em massa. Os momentos em que estas extinções ocorreram ao longo da história da Terra permitiram dividir a escala dos tempos geológicos em eras e períodos. Assim, o mesmo poderá vir a ocorrer na atualidade. GRUPO II 1. (A) 2. (C) 3. (B) 4. (A) 5. (a) – (2); (b) – (5); c) – (3) 6. (C) 7. (B) 8. (D) 9. São vários os problemas que as raízes aéreas das orquídeas têm de enfrentar. Podem ser apresentados dois dos seguintes: Captação de água – possuem raízes aéreas com um tecido especializado, o velame, que, sendo constituído por células mortas de paredes hidrofílicas, funciona com uma esponja e absorve e retém água e minerais da chuva ou mesmo da atmosfera. Captação de nutrientes – é complementada por relações de simbiose que estabelecem com fungos e bactérias. Resistência à desidratação – é conseguida pelo velame e pela exoderme; esta apresenta células com paredes espessadas com suberina, uma substância imper- meável. Resistência à radiação ultravioleta e infravermelha – as raízes aéreas estão mais expostas à radiação solar e possuem tecidos clorofilinos para realizar a fotossíntese; a cobertura das raízes com o velame protege-as das radiação solar que poderia ser prejudicial (ultravioleta e infravermelha). GRUPO III 1. (B) 2. (B) 3. (B) 4. (a) – (3); (b) – (5); (c) – (4) 5. (D) 6. D – E – A – C – B 7. (C) 8. (B) 9. A monitorização dos vulcões pode ser feita através da instalação de sismógrafos, pois a ascensão do magma sob pressão provoca vibrações que são detetadas nestes aparelhos, o que permite a previsão de uma possível erupção. GRUPO IV 1. (C) 2. (D) 3. (D) 4. (B) 5. (A) 6. B – D – A – E – C 7. (C) 8. Na indústria da panificação são utilizadas proteases do fungo Aspergillus spp. para promover a hidrólise de proteínas. As proteases são enzimas e, como tal, também são proteínas, podendo ser desnaturadas com variações de temperatura ambiental ou alterações do pH do meio. A desnaturação, perda da estrutura tridimensional das proteínas, leva a que estas não desempenhem a sua função, compro- metendo assim o processo de panificação. 9. De acordo com os dados fornecidos, existem muitas aplicações na área da medicina e da indústria alimentar para derivados de fungos conhecidos, nomeadamente como antibióticos. Tendo em consideração que se estima que grande parte das espécies de fungos esteja ainda por descobrir, é muito importante o investimento em projetos científicos e tecnológicos que permitam a sua identificação e o seu estudo, para se poderem obter novos medicamentos e novos alimentos. Propostas de solução Prova global
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 191 QUESTÃO DE AULA 1 1. (B) 2. (A) 3. (C) 4. (B) 5. (B) 6. (D) 7. (B) 8. Recristalização. 9. Por um lado, o ciclo litológico disponibiliza à superfície materiais que, de outra forma, ficariam aprisionados em profundidade, como as rochas magmáticas plutónicas e metamórficas. Ao sofrerem meteorização e erosão, os elementos químicos destas rochas podem atingir a hidrosfera (enriquecendo as águas), servir a biosfera (para a alimentação dos seres vivos, para a edificação de conchas, etc.) e constituir novas rochas, como as rochas sedimentares, incluídas na geosfera. Por outro lado, o ciclo litológico possibilita ainda a ocorrência de erupções vulcânicas que emitem gases e irão constituir a atmosfera. QUESTÃO DE AULA 2 1. (A) 2. A existência de uma pluma térmica/ponto quente/hotspot. 3. (C) 4. (A) 5. (B) 6. (B) 7. (a) – (5); (b) – (1); (c) – (3) 8. (C) 9. A cadeia montanhosa submarina do Imperador encontra-se no interior da placa do Pacífico, tendo resultado da atuação do hotspot que também formou o Arquipélago do Havai. Esta cadeia apresenta um alinhamento quase totalmente norte-sul, enquanto o Arquipélago do Havai apresenta um alinhamento noroeste-sudeste. Esta diferença nos alinhamentos revela que a placa do Pacífico alterou o sentido de deslocação (passou de norte-sul para noroeste- sudeste). Propostas de solução Propostas de solução Questões de aula
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    192 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 QUESTÃO DE AULA 3 1. (B) 2. (C) 3. (A) 4. (B) 5. (D) 6. (A) 7. (C) 8. (A) 9. As vantagens de juntar a técnica referida no texto com a crescente utilização de proteínas fluorescentes e de moléculas marcadas radioativamente são, principalmente, duas. Por um lado, podem obter-se imagens com boa resolução em altura, largura e profundidade, o que possibilita diferenciar estruturas muito próximas, que antes não se conseguiam individualizar. Isto significa que passa a ser possível fazer estudos de morfologia mais pormenorizados, de uma grande variedade de células e até de vírus. Por outro lado, a junção destas técnicas permite localizar, tridimensionalmente, estruturas e moléculas marcadas radioativamente. QUESTÃO DE AULA 4 1. (B) 2.1 (D) 2.2 (C) 3. (A) 4. (D) 5. (B) 6. (A) 7. (B) 8. As gorduras animais são ricas em colesterol, mas a bactéria Bacteroides sp. Strain D8 converte o colesterol ingerido em coprostanol, metabolito não absorvível. Quanto maior for a concentração deste tipo de bactérias no intestino, maior será a per- centagem de colesterol convertido e eliminado nas fezes. Quanto mais reduzida for a quantidade de colesterol absorvido, menos LHL estará presente no sangue, o que diminui o risco de depósitos de placas de colesterol nos vasos. Estas placas estão na base de problemas vasculares – aterosclerose – que podem levar a complicações mais graves, ou mesmo fatais, como o enfarte de miocárdio ou o acidente vascular cerebral (AVC). QUESTÃO DE AULA 5 1. D – B – A – E – C 2. (C) 3. (B) 4. (A) 5. (D) 6. (C) 7. (a) – (3); (b) – (1); (c) – (2) 8. Encontram-se nos fotossistemas, que se localizam na membrana dos tilacoides, no interior dos cloroplastos. 9. A queda das folhas ocorre sempre pela zona de abscisão, por um lado, porque esta é constituída por uma camada de células parenquimatosas de pequeno tamanho e com paredes finas. Essas paredes e as respetivas lamelas médias são destruídas por ação enzimática, antes da abscisão, criando uma zona frágil que permite que a folha se destaque com facilidade. Por outro lado, é essencial à planta que a folha se destaque pela zona de abscisão, pois sob a camada de separação houve, previamente, a oclusão dos vasos condutores e a formação de camadas de células com elevado conteúdo de suberina e de lenhina, que evitam a perda de água e impedem a entrada de microrganismos. QUESTÃO DE AULA 6 1. (D) 2. (B) 3. (D) 4. (C) 5. A – D – B – E – C 6. (a) – (1); (b) – (5); (c) – (2) 7. (A) 8. É a fosforilação oxidativa e realiza-se na membrana interna da mitocôndria / nas cristas mitocondriais. 9. Os nutrientes absorvidos e que não são utilizados podem ser armazenados em reservas, sob a forma de triglicerídeos (gorduras). Os aminoácidos não utilizados na síntese proteica, depois da remoção do grupo amina, podem ser transformados em acetil-CoA. O mesmo acontece com os glícidos, que depois de transformados em glicose, sofrem glicólise, sendo o piruvato resultante oxidado na mitocôndria e transformado em acetil-CoA. Quando há acetil-CoA em excesso, este é convertido em ácidos gordos que vão integrar moléculas de triglicerídeos. Assim, podem formar-se gorduras a partir de glícidos e proteínas presentes na dieta. Propostas de solução Questões de aula
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 193 TESTE PRÁTICO 1 GRUPO I 1. (B) 2. (C) 3. (D) 4. (A) 5. O ar nas garrafas representa a atmosfera, o solo representa a geosfera, a água nas garrafas pertence à hidrosfera e as sementes estão incluídas na biosfera. 6. No modelo I, a diminuição da quantidade de água de 1 dы para 60 cы resultou, muito provavelmente, da evaporação deste líquido, em virtude de o dispositivo experimental estar montado numa região arejada e solarenga da sala. No modelo II, a diminuição da quantidade de água de 1 dы para 60 cы, resultou, quer do fator referido para o modelo I, quer do facto de a água ter subido através do fio de algodão para permitir a manutenção da quantidade deste líquido no solo, uma vez que esta foi utilizada pelas sementes para a sua germinação e para o crescimento das plantas. GRUPO II 1. (C) 2. (B) 3. (C) 4. (A) 5. Na rocha 2 os sedimentos são arredondados e na rocha 3 são angulosos; na rocha 2 os sedimentos resultaram de um transporte mais longo do que os da rocha 3. 6. A rocha 6 é um gnaisse, que é uma rocha metamórfica. Resulta de metamorfismo regional, cujos fatores principais são a tensão não litostática e a temperatura. A textura é foliada – bandado gnáissico. GRUPO III 1. (A) 2. (D) 3. (C) 4. (D) 5. (D) 6. (C) TESTE PRÁTICO 2 GRUPO I 1. (C) 2. (C) 3. (A) 4. (A) 5. (a) – (1); (b) – (3); (c) – (5) 6. De acordo com os resultados da tabela I, as duas erupções atingiram as populações. Na atividade vulcânica efusiva, em que há emissões de escoadas de lava mais fluidas, de natureza básica, há mais possibilidade de evacuar atempadamente as populações e de controlar a direção da corrente lávica. Nas erupções de natureza explosiva, associada a magmas mais ácidos e viscosos, podem formar-se nuvens ardentes que se deslocam a grandes velocidades e de modo não previsível, incontrolável, apresentando grande perigosidade para a segurança das populações. GRUPO II 1. Estação sismográfica Intervalo S-P (s) Distância ao epicentro (km) Santa Sofia (SFI) 5,5 38 Fossombrone (FSSB) 8,5 59,5 Esanatoglia (SNTG) 11,8 83 2. O sismo teve epicentro junto à localidade de Arezzo. 3. C – D – F – E – A – B 4. Inicialmente, mede-se, no sismograma, a amplitude da maior onda sísmica registada. Seguidamente, mede-se o intervalo de tempo S-P, de modo a determinar a distância epicentral. Depois, marcam-se os pontos correspondentes à amplitude e à distância epicentral em dois gráficos e unem-se os pontos, formando uma reta. A reta obtida passará num ponto de outro gráfico que corresponde à magnitude do sismo. GRUPO III 1. (D) 2. (B) 3. (B) 4. (D) 5. Segundo os dados da experiência, à medida que a profundidade aumenta, a densidade dos materiais terrestres aumenta. Como a velocidade das ondas sísmicas é inversamente proporcional ao aumento da densidade, a velocidade das ondas sísmicas vai diminuindo com a profundidade. 6. A rigidez e a incompressibilidade. Propostas de solução Propostas de solução Testes práticos
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    194 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 TESTE PRÁTICO 3 GRUPO I 1. C – A – B – E – D 2. (D) 3. (B) 4. (B) 5. (C) 6. A membrana celular não é visível ao MOC porque o limite de resolução deste microscópio é superior à espessura da membrana. A fluidez da membrana deve- se ao facto de esta ser constituída por moléculas anfipáticas (fosfolípidos e proteínas) que não apresentam posições fixas, possuindo alguma mobilidade. GRUPO II 1. (B) 2. (D) 3. (B) 4. (A) 5. (C) 6. O estudo indica que a atividade dos vacúolos contráteis, apesar de reduzida, continua quando as paramécias são colocadas em meio isotónico ou mesmo hipertónico. Se a sua única função fosse manter o equilíbrio hídrico, a sua atividade seria desnecessária numa solução isotónica pois as células já estariam em equilíbrio com o meio (a entrada e a saída de água através da membrana plasmática seriam equivalentes). Quando colocadas numa solução hipertónica, as células da paramécia tendem a perder água por osmose; nesse caso, a atividade dos vacúolos contráteis só agrava o desequilíbrio. Pode, assim, concluir-se que os vacúolos contráteis devem ter também outra função. GRUPO III 1. (B) 2. (C) 3. (D) 4. (A) 5. O professor indicou que existem vários trans- portadores da glicose, mas que só a proteína GLUT4 está dependente da insulina e que o epitélio intestinal tem outros transportadores para a glicose. Isso já responde à questão de os diabéticos poderem absorver glicose, mas terem muitas células que não a podem metabolizar. O professor forneceu ainda informações que permitem ao aluno entender, que as células do epitélio intestinal ao transportar ativamente glicose do lúmen intestinal para o meio intracelular, aproveitam ao máximo esse nutriente. Como conse- quentemente a concentração de glicose nas células epiteliais é superior à do sangue, a glicose pode passar para este meio por difusão facilitada por ação da proteína GLUT2. TESTE PRÁTICO 4 GRUPO I 1. (A) 2. (B) 3. (D) 4. (A) 5. (C) GRUPO II 1. (C) 2. (B) 3. (D) 4. O vinho do Porto é um vinho naturalmente doce porque não são adicionados açúcares no processo de produção (vinificação). Num vinho, a quantidade de álcool resulta da transformação dos açúcares em etanol por fermentação alcoólica. Assim, seria natural que quanto mais açúcares estivessem presentes num vinho menos álcool ele tivesse. Tal não acontece no vinho do Porto porque a adição de aguardente, a meio do processo de fermentação, mata as leveduras, impedindo que todos os açúcares se transformem em álcool, mas aumenta o teor de álcool do vinho. 5. O aluno deve montar dois dispositivos: um para servir de controlo e outro que permita a introdução de álcool durante o processo de fermentação. Os dispositivos devem ser idênticos ao da experiência referida. Nos dois Kitazatos, devem ser introduzidas as soluções de sacarose e as leveduras nas mesmas quantidades. Na abertura superior dos recipientes devem ser colocados os balões a vedarem os dispositivos. É importante que as aberturas laterais estejam seladas, mas num dos dispositivos essa saída deve estar ligada, pelo tubo de borracha, a uma seringa com álcool, para que seja possível adicionar o álcool à mistura. As previsões de resultados apontam para que: – no dispositivo de controlo haja libertação de dióxido de carbono durante mais tempo, enchendo mais o balão. Isso indica que as leveduras estavam a fazer fermentação alcoólica; – no outro dispositivo, a adição de álcool leva a que o balão não encha mais, indicando que o processo de fermentação parou por morte das leveduras. GRUPO III 1. (B) 2. (D) 3. (B) 4. (C) 5. (D) 6. O controlo da abertura e do fecho dos estomas é importante para as plantas, pois estas necessitam de manter os estomas abertos para realizarem as trocas gasosas, nomeadamente a fotossíntese. Mas podem ter do os fechar, mesmo durante o dia, para não perderem mais água quando se encontram sob stress hídrico. Propostas de solução Testes práticos
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    Materiais Complementares Materiais Complementares • Atividades práticas •Atividades laboratoriais • Saídas de campo • Propostas de DAC • Dinâmicas de grupo • Fichas de recuperação Biologia e Geologia 1O.O Ano
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 195 Introdução A descoberta da radioatividade, no século XIX, concedeu a Marie Curie o Prémio Nobel da Física, em 1903. Esta descoberta permite, atualmente, aos geólogos utilizarem esta propriedade das rochas (e dos minerais que estas contêm) para determinarem a sua idade. O processo de decaimento radioativo dos átomos pode ser comparado a um relógio. Nesta atividade, irá simular este fenómeno ao lançar um conjunto de dados e ao utilizar as regras de probabilidade. Neste contexto, usa-se a datação radiométrica do 238 U (urânio-238) que é o principal método para determinar a idade absoluta de algumas das rochas mais antigas da Terra. Questão-problema Como ocorre o decaimento radioativo? Fundamentação teórica Princípios e teorias x A datação radiométrica permite determinar a idade absoluta das rochas,em milhões de anos (Ma). x Nas rochas existem determinados elementos que são radioativos e instáveis (isótopos- pai) e que se transformam noutros mais estáveis (isótopos-filho), emitindo radiação (radioatividade). x O tempo de semivida corresponde ao intervalo de tempo necessário para que se desintegre metade da quantidade de isótopos-pai em isótopos-filho de uma amostra. x O tempo de semivida é independente das condições ambientais e constante para cada par de isótopos. x A idade absoluta de um mineral é determinada em função da percentagem de isótopos- -pai e isótopos-filho, tendo em consideração o respetivo tempo de semivida. x O 238 U decai em 206 Pb, sendo o seu tempo de semivida de 4500 Ma. Conceitos Datação radiométrica; isótopos-pai (238 U); isótopos-filho (206 Pb); radioatividade; decaimento radioativo; tempo de semivida. Dados radioativos – simulação do tempo de semivida Atividade individual/colaborativa Atividade prática 1
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    196 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Procedimento experimental Material x Telemóvel; x Folha de registo/apresentação de resultados (anexo 1); x Folha de interpretação de resultados (anexo 2). Método 1. Abra o link Random.org/dice. 2. Selecione 50 dados virtuais e lance os dados. 3. Conte o número de dados que mostram uma pinta na face. Registe esse número no anexo 1 nas colunas referentes à radioatividade [ ] e ao 206 Pb. 4. Subtraia esse número ao número inicial de 238 U, que inicialmente foi 50. Registe este novo número no anexo 1 na coluna referente ao 238 U. 5. Faça um novo lançamento com o número de 238 U calculado na alínea anterior. 6. Repita o procedimento dos pontos 3, 4 e 5. 7. Faça este procedimento num total de 15 vezes. 8. Transfira os resultados que registou no anexo para o anexo 2 e construa o gráfico que corresponde ao decaimento observado. Fig. 1
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 197 Anexo 1 Registo/apresentação de resultados Fig. 2 Exemplo do registo/apresentação de resultados. Fig. 3 Registo dos lançamentos efetuados (1 Ga corresponde a 109 anos) n Após cada lançamento, conte o número de dados que «sofreram decaimento». o Subtraia esse número ao número de átomos de 238 U remanescentes… p … e some-o ao número crescente de átomos de 206 Pb.
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    198 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Anexo 2 Interpretação de resultados Discussão dos resultados 1. Indique que tipo de isótopo (isótopo-pai ou isótopo-filho) representa o dado com uma pinta. 2. Indique, aproximadamente, o número de lançamentos que corresponde a um tempo de semivida. 3. Compare o gráfico que construiu com os obtidos pelos outros colegas. 4. Indique a forma do gráfico que obteve. 5. Compare o gráfico que construiu com o gráfico teórico (Fig. 4). Conclusão Discuta o resultado experimental obtido durante as simulações à luz do modelo teórico lecionado nas aulas. Fig. 4 Gráfico do decaimento radioativo (decaimento teórico e decamento após 15 lançamentos dos dados). Adaptado de https://deq.nc.gov/about/divisions/energy-mineral-and-land-resources/north-carolina-geological- survey/geoscience#answer-keys-and-rubrics (consultado em 27/03/2021)
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 199 Introdução A Teoria da Deriva Continental partia do pressuposto de que os continentes se moviam e se distanciavam uns dos outros, e apoiava-se numa série de argumentos, muitos dos quais válidos, mas não explicava como o processo decorria. A Teoria da Expansão dos Fundos Oceânicos, ao tentar explicar os dados fornecidos por sondagens efetuadas no fundo oceânico e o próprio relevo submarino, contribuiu para a compreensão do afastamento das massas continentais, validando a fragmentação da Pangeia e a migração dos continentes resultantes dessa divisão para as posições atuais. Questão-problema Como se pode explicar a deriva dos continentes e a expansão dos fundos oceânicos? Fundamentação teórica Princípios e teorias x Os continentes atuais estiveram unidos no passado, formando, até há cerca de 280 Ma a 200 Ma, um único supercontinente – Pangeia. x A Pangeia fragmentou-se lentamente em continentes de menores dimensões, que se foram deslocando até às posições ocupadas pelos continentes atuais. x Os oceanos expandem-se devido à formação de nova crosta oceânica nos riftes, que resulta da consolidação do magma proveniente do interior da Terra. x A crosta oceânica é destruída ao nível das fossas oceânicas. A datação radiométrica permite determinar a idade absoluta das rochas (em milhões de anos – Ma). Conceitos Pangeia; deriva dos continentes; expansão dos fundos oceânicos; riftes médio-oceânicos; fossas oceânicas. Procedimento experimental Materiais x Placa de papel cartonado/cartolina (com, aproximadamente, 30 cm de altura e 12 cm de largura); x Tesouras; x Pedaço de esferovite (20 cm x 20 cm) com 5 cm de espessura; x Régua; x Fita-cola transparente; x Fotocópias do anexo 3. Simulação da expansão dos fundos oceânicos Atividade colaborativa Atividade prática 2
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    200 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Método 1. Corte o papel cartonado/cartolina em A, B e C, de acordo com a figura 1. 2. Corte as duas tiras de papel do anexo 3. Fig. 1 Esquema do papel cartonado/cartolina com indicações das zones de corte. 3. Coloque as duas tiras de papel nas ranhuras do papel cartonado/cartolina, de acordo com a figura 2. Fig. 2 Esquema da introdução das tiras de papel cartonado/cartolina nas ranhuras de papel cartonado. 4. Coloque um pedaço de fita-cola transparente a unir as duas tiras de papel, como representado na figura 2. 5. Puxe devagar as duas tiras de papel através da pontas, de modo que os números que se encontram nas tiras fiquem simétricos. 6. Observe a movimentações dos locais 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20 e 21. 7. Registe as suas observações. 8. Corte a placa de esferovite ao meio da forma representada. 9. Volte a colocar as tiras na posição inicial (ver figura 2) e cole (com fita-cola) as duas porções de esferovite de forma a encaixarem uma na outra, mas cada parte em cima de cada uma das tiras de papel. 10. Repita o passo número 5. 11. Registe as suas observações. Nota para o Professor: Pode solicitar aos alunos que pintem as bandas simétricas em relação ao rifte.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 201 Registo/apresentação de resultados Registo das observações Sem esferovite Com esferovite Dados adicionais Os dados do navio Glomar Challenger permitem fazer uma conexão com a ciência real. Local Idade dos sedimentos (Ma) Distância ao rifte (km) 14 40 745 15 24 422 16 11 221 17 33 718 18 26 506 19 49 1010 20 67 1303 Discussão dos resultados 1. Indique a que corresponde, na Terra, as ranhuras A, B e C. 2. Indique o que representam as placas de esferovite em cima da tira do papel, no início e no final da experiência. 3. Explique o que se tentou simular com a realização dos passos 5 e 10 do procedimento. 4. Calcule a velocidade média de expansão do fundo oceânico na atividade realizada em cm/ano, considerando os dados fornecidos. 5. Considerando a idade da Terra, explique por que razão os fundos oceânicos mais antigos só têm entre 280 Ma a 200 Ma. Conclusão Explique como a atividade realizada permite responder à questão-problema. Adaptado de www.researchgate.net/publication/249521102_Modeling_seafloor-spreading_rates_through_time e https://ucmp.berkeley.edu/fosrec/Metzger3.html (consultado em 27/03/2021)
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    202 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Anexo 3 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Fig. 3
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 203 Introdução Durante uma erupção vulcânica são expelidos vários materiais do interior da Terra para a superfície terrestre. Um desses materiais é a lava, que corresponde à fração líquida do magma, parcialmente desgaseificada. De acordo com certas propriedades, as lavas podem comportar-se de forma diferente. Uma dessas propriedades é a viscosidade, que representa a resistência da lava em fluir. A viscosidade condiciona a velocidade de progressão da lava, assim como, em grande escala, o tipo de erupção vulcânica. Questões-problema Que fatores condicionam a viscosidade da lava? Qual a relação entre a viscosidade da lava e a sua velocidade de progressão? Como é que a viscosidade da lava influencia o tipo de atividade vulcânica? Fundamentação teórica Princípios e teorias x A viscosidade é uma propriedade que representa a resistência de uma determinada substância em fluir. x A composição e a temperatura do magma em ascensão, ou da lava que se forma a partir dele, influenciam a sua viscosidade. x A viscosidade do magma/lava condiciona o tipo de atividade vulcânica. x Na atividade vulcânica efusiva, a lava é pouco viscosa e a erupção calma. x A expulsão de lava pouco viscosa, a elevadas temperaturas, é geralmente rápida e muito abundante, cobrindo extensas áreas. x Na atividade vulcânica explosiva, a lava é muito viscosa e a erupção é, geralmente, violenta. x A expulsão de lava muito viscosa, de menor temperatura, é geralmente lenta e frequentemente não chega a derramar. x A lava muito viscosa solidifica frequentemente na chaminé vulcânica ou na cratera, originando domos ou agulhas vulcânicas. x Os diferentes tipos de atividade vulcânica estão associados a diferentes riscos. Conceitos Viscosidade; magma; lava; atividade vulcânica efusiva; atividade vulcânica explosiva; risco vulcânico. Relação entre a viscosidade de um fluido e a sua velocidade de progressão Atividade colaborativa Atividade prática 3 Nota para o Professor: Antes do início desta experiência, pode contextualizar situações reais de erupções vulcânicas, como o caso do vulcão Nyiragongo (República Democrática do Congo) e do Monte de Saint Helens (EUA).
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    204 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Procedimento experimental Material (por grupo) Um tipo de substância para cada grupo (caramelo, geleia, mel, gel de banho e ketchup); placa de aquecimento; 1 gobelé; termómetro; 8 tubos de ensaio; 3 varetas; 3 colheres de sobremesa; 1 suporte para tubos de ensaio; 2 tabuleiros ou plataformas (com, aproximadamente, 25 cm de largura por 75 cm de comprimento); uma caneta de acetato; cronómetro; régua. Método 1. Coloque o gobelé contendo água na placa de aquecimento, até atingir a temperatura de 50 o C. 2. Prepare os seguintes tubos: – tubos A e B, com uma colher da substância; – tubos C e D, com uma colher da substância + meia colher de açúcar. 3. Agite os tubos, com um com uma vareta diferente. 4. Coloque os tubos B e D no suporte e, de seguida, no gobelé. Deixe aquecer durante 2 minutos. 5. Marque uma linha de partida e de fim (a 15 cm da linha de partida) no tabuleiro/plataforma com uma caneta de acetato. 6. Incline o tabuleiro/plataforma, tal como observa na figura 1. Fig. 1 Esquema do tabuleiro/plataforma para a escorrência de substâncias. 7. Retire os tubos do gobelé e verta o seu conteúdo por cima da linha de partida, em locais diferentes. Cronometre o tempo que cada substância demora a atingir a linha de fim. Registe os resultados na tabela I. 8. Verta o conteúdo dos tubos A e C para outros 2 locais da linha de partida. Cronometre o tempo que a substância demora a atingir a linha de fim. Registe os resultados na tabela I. 9. Prepare de novo os tubos B e D, de acordo com as indicações fornecidas no passo 2. 10. Repita os passos anteriores para os tubos B e D para temperaturas de 100 o C. 11. Repita o passo 9 e aqueça os tubos a 200 o C. Verta sobre o tabuleiro/plataforma e registe os resultados. 12. Calcule, para cada um dos tubos utilizados, a velocidade de progressão da substância ou mistura das substâncias às diferentes temperaturas (tabela II). 13. Compare os resultados obtidos pelo seu grupo com os dos outros grupos.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 205 Registo/apresentação de resultados Tabela I Substância: ______________________ Tempo (s) Substância Substância + açúcar À temperatura ambiente A 50 oC A 100 oC A 200 oC Tabela II Velocidade de progressão das diferentes substâncias a diferentes temperaturas. Tubo A Tubo B Tubo C Tubo D Temperatura ambiente 50 oC 100 oC 200 oC ambiente 50 o C 100 oC 200 oC Tempo de progressão (s) Velocidade de progressão = distância/tempo (cm/s) Discussão de resultados 1. Mencione por que motivo foram usados os tubos A e C. 2. Refira que característica da lava é simulada com a variação das substâncias utilizadas. 3. Explique a função do açúcar nesta experiência. 4. Identifique a variável dependente desta experiência. 5. Indique a substância mais viscosa utilizada por todos os grupos. 6. Indique os fatores testados nesta experiência que provocam a variação da viscosidade de uma determinada lava. 7. Relacione a viscosidade da substância com a velocidade de progressão no tabuleiro. 8. Relacione a temperatura da lava com a sua viscosidade. 9. Associe duas das substâncias utilizadas aos tipos de atividade vulcânica: efusiva e explosiva. 10. Relacione a viscosidade da lava com o risco para as populações. Conclusão Responda às questões-problema. Adaptado de Edwards, B., Teasdale Myers. (2006). Active Learning Strategies for Constructing Knowledge of Viscosity Controls on Lava Flow Emplacement, Textures and Volcanic Hazards. Journal of Geoscience Education. 54. 603-609. 10.5408/1089-9995-54.5.603. www.researchgate.net/publication/232734703_Active_Learning_Strategies_for_Constructing_Knowledge_of_Viscosity_ Controls_on_Lava_Flow_Emplacement_Textures_and_Volcanic_Hazards/citation/download (consultado em 23/03/2021)
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 207 [Concebido pelo Prof. Doutor Luís Matias, com dados do IPMA e do Instituto Dom Luiz (FCUL)] Questão-problema Como determinar graficamente o epicentro de um sismo? Dados Um sismo ocorrido a 15 de janeiro de 2018, pelas 11h51, sentido em todo o Alentejo e na região de Lisboa e Vale do Tejo, foi registado pela rede sísmica do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Os sismogramas obtidos nas estações sismográficas de Leiria (PSBE), Estremoz (PESTR) e Beja (PBEJ) permitem identificar a chegada das ondas P e S e respetivos intervalos S-P (figuras 1 e 2). Fig. 1 Localização geográfica das estações sismográficas de Leiria, Estremoz e Beja. Determinação do epicentro de um sismo (págs. 152 e 153 do Manual – Vol. 1) Atividade individual Atividade prática 4
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    208 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Fig. 2 Sismogramas obtidos em cada estação sismográfica. As linhas a vermelho correspondem aos tempos de chegada das ondas P e S. Fig. 3 Gráfico da relação tempo/distância das ondas sísmicas. Interpretação dos dados 1. Preencha a tabela I com base nos sismogramas da figura 2 e no gráfico da relação tempo/distância da figura 3. Tabela I Estação sismográfica Intervalo S-P (s) Distância ao epicentro (km) Leiria Estremoz Beja 2. Tendo em consideração a escala do mapa, determine graficamente o epicentro deste sismo no mapa da figura 1.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 209 Introdução Ao projetar um edifício ou estrutura, os engenheiros consideram várias forças. Quando um sismo ocorre, as vibrações do solo fazem vibrar as fundações dos edifícios e essas vibrações transmitem-se debaixo para cima, ao longo de toda a sua estrutura. As acelerações horizontais geradas ao nível do solo e dos pisos dependem das características do movimento sísmico e do próprio edifício. A escolha dos materiais e a altura dos edifícios revelam-se fatores muito importantes. Todas as estruturas devem ser projetadas com capacidade para suportar com as forças que atuam sobre elas, nomeadamente as provocadas durante a ocorrência de um sismo, para que não prejudiquem as pessoas e os seus bens, isto é, para que diminuam o risco sísmico. Questões-problema Qual a influência dos materiais dos edifícios na sua resposta a um sismo? Qual a influência da altura de um edifício na sua resposta a um sismo? De que modo a estrutura dos edifícios pode diminuir o risco sísmico? Fundamentação teórica Princípios e teorias x As ondas sísmicas ao provocarem vibrações nos materiais, durante a sua propagação, geram forças, que podem afetar a estabilidade das construções. x Quando a frequência das ondas sísmicas aumenta os edifícios podem sofrer graves danos. x Geralmente, quanto mais alto for um edifício, menor a sua resistência às vibrações. x Reforços na estrutura dos edifícios aumentam a sua estabilidade e resistência às vibrações provocadas pelas ondas sísmicas. x A gaiola pombalina confere maior estabilidade aos edifícios. Conceitos: Ondas sísmicas; vibração; gaiola pombalina. Desafio Hoje você vai ser o(a) engenheiro(a) responsável pela construção de edifícios para uma cidade. Assim, considere as etapas representadas na figura 1. Fig. 1 Etapas do processo de design de engenharia. Construção antissísmica e diminuição de risco sísmico Atividade colaborativa / Design thinking Atividade prática 5
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    210 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Procedimento experimental Material Para a mesa de agitação: 2 pedaços de papelão resistente (tamanho A4); 2 elásticos espessos, duas bolas de ténis; 2 molas pretas para papéis de 25 mm; uma régua de 20 cm; fita adesiva masking. Para o edifício: 2 pedaços de papelão resistente, de tamanho inferior a A4; esparguete ou palhinhas ou palitos de espetadas, todos com 10 cm de altura; marshmallows ou jumping clay ou plasticina leve. Método Montagem da mesa de agitação 1. Coloque as duas bolas de ténis, afastadas 10 cm uma da outra, entre os dois pedaços de papelão. 2. Prenda cada bola de ténis aos dois pedaços de papelão com um elástico espesso. 3. Prenda a régua, com a fita adesiva masking, sob o pedaço superior do papelão. Nota: Cada vez que agitar a mesa, deve segurar o pedaço inferior de papelão com a sua mão. Montagem do edifício 1. Desenhe, num papel, um edifício da altura que pretender e com estrutura a seu gosto. 2. Partilhe com os restantes elementos do grupo o seu desenho. 3. Escolha 2 ou 3 edifícios para construção. 4. Construa esses edifícios, em cima de cada pedaço de papelão, de tamanho inferior a A4, com materiais à sua escolha. 5. À vez, coloque cada edifício construído em cima da mesa de agitação; prenda a base onde o edifício foi construído com as duas molas pretas ao papelão superior da mesa de agitação. Simulação do sismo 1. Abane a mesa de agitação, com o recurso à régua, para cada um dos tipos de edifícios. Tente manter os mesmos movimentos. 2. Registe os resultados. 3. Compare com os resultados dos outros grupos e, caso seja necessário, otimize as construções realizadas. 4. No caso de ter realizado alterações, volte a testar os edifícios recorrendo à mesa de agitação. Nota para o Professor: A mesa de agitação pode também ser construída com uma caixa de sapatos, berlindes e uma placa de cartão mais pequena do que a caixa, para colocar em cima dos berlindes (pode utilizar a tampa da própria caixa).
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 211 Registo/apresentação de resultados Discussão de resultados 1. Explique de que forma a altura dos edifícios condiciona a sua estabilidade. 2. Explique de que forma os diferentes tipos de materiais com que se constroem os edifícios condicionam a sua estabilidade. 3. Considerando a destruição provocada pelo sismo de 1755, explique a decisão tomada pelo Marquês de Pombal, para a reconstrução dos edifícios da baixa de Lisboa. Conclusão Responda à questão-problema: De que modo a estrutura dos edifícios pode diminuir o risco sísmico? Adaptado de www.teachengineering.org/activities/view/cub_mechanics_lesson10_activity1 e www.jpl.nasa.gov/edu/teach/activity/spaghetti-anyone/ (consultados em 29/03/2021).
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 213 Introdução A descoberta do núcleo da Terra – das suas dimensões e estado físico – teve como base estudos geofísicos baseados, essencialmente, na análise de dados da sismologia. Os dados recolhidos foram, portanto, obtidos a partir de métodos indiretos. Recorrendo a funções matemáticas foi possível conhecer as dimensões do núcleo terrestre. Esta atividade prática pretende simular, através de um modelo muito simples, como se propagam as ondas sísmicas no interior da Terra e que informações podem revelar. Questão-problema Como é que os geofísicos descobriram a existência o núcleo da Terra e as suas dimensões? Fundamentação teórica Princípios e teorias x De acordo com a Teoria do Ressalto Elástico, os sismos originam-se quando as tensões acumuladas sobre os blocos rochosos ultrapassam os limites de elasticidade destes. A energia até então acumulada é subitamente libertada sob a forma de ondas sísmicas. x As ondas sísmicas profundas P e S podem atravessar o planeta. As ondas P e S têm a sua propagação e velocidade condicionadas, pela rigidez e densidade dos materiais que atravessam. As ondas S não atravessam materiais que não estejam no estado sólido. x Superfície de descontinuidade: superfície que delimita dois meios com características físicas e/ou químicas diferentes e leva à não propagação, ou à refração e/ou reflexão dos raios incidentes (que podem ser de luz ou sísmicos), de acordo com o ângulo de incidência. x Zona de sombra sísmica: região da superfície terrestre que não é atingida por ondas sísmicas profundas diretas emanadas de um sismo de grande magnitude. x Os raios laser* são estreitos feixes de luz (fotões) concentrada, monocromáticos e bastante intensos. x As dimensões da Terra já eram conhecidas antes de se conhecer a existência do núcleo e já sido calculadas na antiguidade por Eratóstenes**. x Trigonometria, função cosseno (Aprendizagens Essenciais de Matemática, 9.o ano). Fig. 1 Dimensões do núcleo da Terra Atividade individual/colaborativa Atividade prática 6 *Nota para o Professor: sobre este assunto, consultar: https://spaceplace.nasa.gov/laser/en/ **Nota para o Professor: sobre este assunto, consultar: https://www.fc.up.pt/ mp/jcsantos/Eratostenes.html.
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    214 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Conceitos Foco sísmico, ondas sísmicas profundas (P e S), raio sísmico, superfície de descontinuidade sísmica, rigidez, densidade, reflexão e refração, cosseno. Procedimento Material ƵĂƐƚŝŶĂƐĚĞǀŝĚƌŽ͕ƵŵĂŐƌĂŶĚĞ;уϮϱĐŵĚĞĚŝąŵĞƚƌŽͿĞƵŵĂŵĠĚŝĂ;у12 cm de diâmetro), gobelé alto de 50 mы, ponteiro de visão laser, cartolina, marcador, compasso, régua graduada, transferidor, calculadora (ou telemóvel se tiver calculadora com funções trigonométricas), água e azeite. Método 1. Numa cartolina marque, com um compasso, três círculos centrados e com as dimensões dos recipientes que vai utilizar: tina grande, tina média e gobelé (figura 2). Fig. 2 Esquema da marcação dos limites dos três recipientes. 2. Corte um retângulo de cartolina (com 6 cm x 4 cm) e faça um furo no centro com 1 cm de diâmetro. 3. Cole na base da parede da tina grande o retângulo de papel/cartolina furado, com a base maior para baixo. Use fita-cola nos lados, de modo a não cobrir o furo (figura 3). Fig. 3 Retângulo com furo central. 4. Encha a tina grande com 4 cm de altura de água e coloque-a no centro da cartolina (alinhada com a respetiva circunferência). Marque na cartolina, junto à circunferência da tina, um ponto alinhado na vertical com o furo. Marque com um «F». 5. Encha uma tina média com 4 cm de altura de azeite e coloque-a no centro da cartolina (guie-se pela respetiva circunferência). 6. Aproxime o ponteiro de visão laser do foco e, mantendo sempre o aparelho na horizontal, ligue-o «varrendo» o interior da tina com o raio laser em todas as direções.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 215 7. Registe, na cartolina, com um «P», os locais, do perímetro da tina grande que delimitam a zona onde a luz do laser não chega. Para visualizar melhor a área não iluminada coloque um papel aderente à tina grande na zona oposta á origem da luz; tenha cuidado em não desviar a tina da sua posição na cartolina (figura 4). Fig. 4 Trajeto dos raios laser e marcação dos pontos «F» e «P». ZS – zona de sobra (região não iluminada). 8. Coloque 5 cm de altura de água no gobelé e introduza-o no centro da tina com azeite (sobre a respetiva circunferência). 9. Repita o procedimento do ponto 6. Tente iluminar a zona à qual anteriormente não chegava a luz do laser. Registe como o conseguiu. 10. Retire as tinas de cima da cartolina. Una, com um marcador fino, o ponto «F» (ponto de onde partia a luz do laser) ao centro das circunferências. Trace um segmento de reta que una ainda um dos pontos «P», que marca o início da zona de sombra, ao ponto «F». Trace outro segmento de reta, que parta do centro e seja perpendicular ao anterior (figura 5). Fig. 5 r = raio da tina grande; rn = raio da tina média. 11. Meça o raio da tina grande e o ângulo indicado na figura 4. 12. Calcule o raio da tina média utilizando a fórmula relativa ao cosseno. 13. Compare o resultado obtido com uma medição desse segmento. Registo/apresentação de resultados Apresente a cartolina com o registo dos pontos «F» e «P», as medições e os resultados dos cálculos pedidos. Pode ainda representar os raios laser através de esquemas, fotografias (legendadas) ou pequenos vídeos com áudio explicativo do que é observado.
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    216 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Discussão dos resultados 1. Indique o que representam, respetivamente, o gobelé, a tina média, a tina grande, o ponto «F» e o feixe de laser. 2. Indique que tipo de ondas sísmicas são simuladas pelo laser. Justifique por que razão não poderão ser outras. 3. Explique a existência de uma zona que não é atingido pelo laser e compare com os conhecimentos teórico sobre sismologia. 4. Refira se se verificaria uma zona de sombra para as ondas sísmicas se a Terra fosse homogénea. 5. Indique uma característica física que muda da água para o azeite e que influencia a propagação das ondas sísmicas. 6. Indique a que descontinuidade correspondem, respetivamente, as paredes da tina média e do gobelé. 7. Refira que dados permitiram a Gutenberg calcular a profundidade a que se encontra o núcleo externo e quais são as suas dimensões. 8. Explique, utilizando dados recolhidos na atividade realizada, que pista terá permitido a Lehmann ter suspeitado da existência de um núcleo interno. Conclusão Responda à questão-problema. Notas para o Professor: Esta atividade pretende que os alunos descubram que é possível “ver” o invisível utilizando métodos indiretos e recorrendo a várias ciências, neste caso a física e a matemática. Visa também mostrar a importância de modelos na construção do conhecimento científico. Propomos que o professor faça uma discussão com os alunos sobre as vantagens e limitações do modelo utilizado. O modelo apresentado pode ser utlizado como base para os alunos idealizarem: – uma demonstração da inexistência de zona de sombra se o interior da Terra fosse homogéneo (utilizando apenas a tina maior com água e o feixe de laser). – uma demonstração do comportamento das ondas S (utilizando, por exemplo, uma tina média de mesma dimensão com areia em vez de azeite); O protocolo apresentado está pensado para o Professor da disciplina de Biologia e Geologia aplicar numa aula prática, mas consideramos que seria interessante, envolver a/o docente de matemática titular da turma. Nesse caso os alunos procederiam apenas à recolha de dados relativos à localização da zona de sombra para os feixes de laser e ao tamanho da tina maior, não lhes seriam disponibilizadas quaisquer outras informações (ex. função cosseno) nem pedido para marcarem nenhuns ângulos. Sob a orientação do Professor de Matemática explorariam a forma de chegar ao tamanho da tina média que corresponde ao limite do núcleo externo. Podiam ainda utilizar os dados da literatura (ver manual) relativos à localização da sombra sísmica em distâncias angulares relativas ao foco sísmico ou de valoras de distância epicentral. A exploração conjunta com a/o docente de Física e Química A está condicionada pelo facto de os fenómenos ondulatórios constituírem aprendizagens essenciais da disciplina, mas apenas no 11.o ano.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 217 Introdução A osmose é o movimento da água através de uma membrana semipermeável. Este movimento é condicionado pela concentração total dos solutos existentes nos meios intracelular e extracelular, determinando a passagem de água da solução menos concentrada para a solução mais concentrada. Esta atividade pretende servir como um modelo da deslocação da água através da membrana celular. No entanto, apresenta limitações, pois as membranas externas do ovo, através das quais vai ocorrer a osmose, não são membranas celulares, logo não apresentam permeabilidade seletiva, apesar de serem igualmente semipermeáveis. Questão-problema Como pode um ovo servir de modelo para estudar a osmose nas células? Fundamentação teórica Princípios e teorias • O ovo das aves é a célula sexual feminina, fecundada ou não. • A gema de um ovo não fertilizado, «saco de nutrientes», é considerada uma célula visível a olho nu, uma vez que está intimamente ligada ao óvulo; no entanto, a parte celular funcional é microscópica. • A gema do ovo está suspensa num caldo de água (cerca de 85%) e de proteína (a clara de ovo). • Externamente, o ovo tem uma casca de carbonato de cálcio porosa, que é permeável aos gases, mas impermeável aos líquidos. • O ácido acético do vinagre remove, por dissolução, a casca do ovo. • O ovo é ainda constituído por membranas que são visíveis após a remoção da casca rígida, sendo de natureza proteica; não são membranas plasmáticas, mas também são semipermeáveis, isto é, são permeáveis a algumas substâncias, mas impermeáveis ou pouco permeáveis a outras. • A sacarose (o açúcar comum) é um dissacarídeo que, devido à sua dimensão, tem maior dificuldade em atravessar as membranas do ovo do que os iões de Na+ e de Cl- do sal. • O movimento passivo da água através de uma membrana semipermeável denomina-se osmose e ocorre do meio com menor concentração de soluto (meio hipotónico) para o meio com maior concentração de soluto (meio hipertónico), até que as concentrações se igualem de ambos os lados da membrana (os meios ficam isotónicos). • Quando uma célula é colocada numa solução hipertónica, perde água, e diz-se que fica plasmolisada – o fenómeno é a plasmólise. Quando uma célula é colocada numa solução hipotónica, ganha água e fica túrgida – o fenómeno é a turgescência. Osmose em células animais Atividade colaborativa Atividade de laboratório 1 Fig. 1 Composição de um ovo de ave.
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    218 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Conceitos Membranas semipermeáveis, permeabilidade seletiva, osmose, meio hipertónico, meio hipotónico, meios isotónicos, plasmólise e turgescência. Procedimento Material • Ovos de codorniz* • Vinagre • Papel absorvente • Caneta de acetato • Balança de precisão • Copos de precipitação (ou outros, ex. copos de plástico transparentes) • Soro fisiológico • Sacarose • Sal • Água destilada Método 1. Mergulhe os ovos em vinagre até à remoção total da casca (1 a 3 dias para ovos de codorniz, um pouco mais para ovos de galinha). 2. Marque os copos de precipitação com A, B, C e D, usando uma caneta de acetato. 3. Coloque 50 mL de água destilada no copo A. 4. Coloque 50 mL de soro fisiológico no copo B. 5. Prepare a solução saturada de sacarose. 6. Coloque 50 mL de solução de sacarose no copo C. 7. Prepare a solução saturada de sal (NaCl). 8. Coloque 50 mL de solução saturada de NaCl no copo D. 9. Retire os ovos do vinagre e lave-os rapidamente com água corrente. Se algum fragmento da casca permanecer, tente removê-lo gentilmente. 10. Seque os ovos com papel absorvente. 11. Pese cada um na balança de precisão e registe o valor na tabela 1. 12. Coloque um ovo em cada copo. 13. Após duas horas, retire os ovos dos copos de precipitação, seque-os e pese-os. Registe as suas observações na tabela 1. Registe também se observou alteração na forma e nas membranas dos ovos. * A utilização preferencial de ovos de codorniz prende-se unicamente com o facto de se economizar nos restantes materiais necessários à atividade, mas podem ser utilizados ovos de galinha.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 219 Registo/apresentação de resultados Tabela 1 – Registo das pesagens dos ovos. A Água destilada B Soro fisiológico C Solução saturada de sacarose D Solução saturada de NaCl Pi Peso inicial do ovo (g) Pf Peso final do ovo (g) Variação peso (%) = = 100 × (Pf – Pi)/Pi Discussão dos resultados 1. Em relação ao uso do vinagre: 1.1 refira a necessidade do uso do ácido acético; 1.2 quando os ovos foram colocados em vinagre, visualizou-se uma efervescência com o aparecimento de bolhas; indique a composição química dessas bolhas. 2. Discuta se realizou algum ensaio em que o meio utilizado fosse uma solução isotónica relativamente ao ovo. 3. Identifique: 3.1 a variável independente; 3.2 a variável dependente. 4. Compare os resultados percentuais da variação do peso dos ovos dos copos: 4.1 A e B; 4.2 B, C e D. 5. Refira, além da osmose, que outro tipo de transporte pode ter ocorrido através da membrana dos ovos. 6. Explique a escolha da variação do peso em percentagem e não em valores absolutos. Conclusão Responda à questão-problema. Sugestão Sugere-se que o Professor recolha os resultados de todos os grupos. Com esses dados, poderá escolher, com os alunos, os que devem constar de uma tabela em Excel para apresentação final dos resultados da turma. Poderá também discutir com a turma que formato gráfico deve ser utilizado para que os resultados tenham uma leitura mais fácil, mas sem comprometer o rigor, e discutir ainda a vantagem de integrar todos os resultados obtidos. Adaptado de www.exploratorium.edu/snacks/naked-egg (consultado em 02/04/2021)
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 221 Introdução Os pigmentos fotossintéticos são a base para as plantas captarem a energia luminosa e realizarem a síntese de compostos orgânicos. Conhecê-los um pouco melhor é o principal objetivo desta atividade. Questão-problema Que pigmentos existem numa folha e como os podemos separar? Fundamentação teórica Princípios e noções gerais • Nas plantas existem pigmentos de cor verde, as clorofilas – clorofila a (verde azulado) e clorofila b (verde amarelado) –, e pigmentos laranjas ou amarelos, os carotenoides – carotenos (tons de laranja) e xantofilas (tons de amarelo). • Os pigmentos fotossintéticos têm regiões hidrofóbicas que lhes permitem ficar «ancorados» nas membranas dos tilacoides dos cloroplastos. • As folhas (e outros órgãos das plantas) podem ainda ter outros pigmentos com outras funções, como as antocianinas (tons de vermelho) e os taninos (tons de castanho). • Solução de clorofila bruta – solução com diversos pigmentos fotossintéticos extraídos de uma planta (ou de outro ser vivo fotossintético). • Cromatografia de papel – técnica que permite a separação de solutos em função da solubilidade relativa de cada um. Os componentes mais solúveis sobem mais no papel enquanto os outros ficam mais junto à base. Conceitos Pigmentos fotossintéticos (clorofilas e carotenoides), tilacoide, cloroplasto e cromatografia. Procedimento experimental Material • Folhas de espinafre • Almofariz e pilão • Álcool a 95% • Papel de filtro 10 cm × 10 cm • Areia • Copo de precipitação alto (100 mL) • Funil • Caixa de Petri Método 1. Corte as folhas (com uma tesoura) em pequenos fragmentos para dentro do almofariz, até encher cerca de metade do recipiente. 2. Adicione um pouco de areia. 3. Macere as folhas com o pilão. 4. Vá juntando pequenas quantidades de álcool até obter um líquido fortemente corado de verde. Extração de pigmentos fossintéticos e sua separação por cromatografia de papel Atividade colaborativa Atividade de laboratório 2
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    222 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 5. Prepare o copo de precipitação com o funil e o papel de filtro. 6. Filtre a mistura tentando não deixar cair os fragmentos das folhas para dentro do funil. 7. Transfira o filtrado para uma caixa de Petri. 8. Corte um retângulo de papel de filtro com 10 cm × 10 cm e dobre-o ao meio. Coloque-o na caixa de Petri de modo a ficar com a dobra na vertical. 9. Aguarde e registe (por exemplo, com fotografias). Registo/apresentação de resultados Apresentação da folha de papel de filtro com os pigmentos devidamente identificados, ou fotografia legendada. Discussão dos resultados 1. Indique, relativamente ao procedimento, qual é a importância de: 1.1 macerar as folhas; 1.2 utilizar álcool e não água como solvente. 2. Indique os pigmentos presentes por ordem crescente da sua solubilidade em álcool. 3. As plantas que crescem na sombra têm geralmente maior concentração de clorofilas. Justifique esse facto. 4. Os carotenoides nos cloroplastos também ajudam a absorver o excesso de energia e dissipá-la como calor. Indique em que condições se encontram as folhas com maior concentração destes pigmentos. Conclusão Responda à questão-problema. Notas para o Professor: O Docente pode recolher as soluções de clorofila bruta que os alunos obtiveram e articular com o/a colega de física e química algumas atividades complementares: – Observação do fenómeno de fluorescência numa solução de clorofila bruta Nos laboratórios de física há geralmente condições para, em segurança, fazer incidir uma luz ultravioleta na solução de clorofila e observar a libertação de uma luz vermelha. O Docente pode explorar este aspeto para evidenciar o mecanismo de captação da energia luminosa (pág. 127 do Manual, Vol. 2). – Espetro de absorção de uma solução de clorofila bruta Em alguns laboratórios de física e química há espetrofotómetros que podem ser utilizados. Dessa forma, os alunos podem fazer uma comparação com o gráfico obtido e o espetro de ação da fotossíntese (pág. 126 do Manual, Vol. 2) e discutir os resultados da sua investigação.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 223 Introdução A taxa fotossintética corresponde à intensidade a que a fotossíntese se realiza. Recordando que a fotossíntese é um processo que liberta oxigénio, podem encontrar-se diversas estratégias para quantificar o oxigénio libertado e obter assim a taxa fotossintética. Nesta atividade essa quantificação é apenas relativa. Questão-problema Como estudar de forma simples os fatores que afetam a taxa fotossintética? Fundamentação teórica Princípios e conceitos gerais • Equação geral da fotossíntese: • Estrutura da folha: nas folhas existem espaços vazios por onde circula o ar e que permitem aos tecidos a realização de trocas gasosas. No espinafre, como em muitas plantas, são mais abundantes na página inferior da folha (no parênquima clorofilino lacunoso). • A dissolução de hidrogenocarbonato de sódio na água liberta dióxido de carbono. • As folhas estão cobertas por uma cutícula cerosa hidrofóbica. • O detergente emulsiona os lípidos. Conceitos Fotossíntese, taxa fotossintética, tecido clorofilino, lacunas e cutícula. Procedimento experimental Material • Folhas frescas de espinafre, de agrião ou de hera (folhas de crescimento rápido e com concentração elevada de pigmentos fotossintéticos) • Furador de papel de um furo (em opção furador de papel com dois furos e reservatório para os discos cortados) • Água • Hidrogenocarbonato de sódio (bicarbonato de sódio: NaHCO3) • Balança • Detergente da loiça • Seringa de 10 mL (sem agulha) • Copo de plástico transparente ou copo de precipitação de 250 mL • Lâmpada LED de 14 W • Candeeiro de secretária • Cronómetro (do relógio/telemóvel) • Papel de alumínio (opcional) Fotossíntese – taxa fotossintética Atividade colaborativa Atividade de laboratório 3
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    224 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Método 1. Faça uma solução de bicarbonato a 0,1% misturando 0,5 g de bicarbonato de sódio com 500 mL de água. Adicione 1 ou 2 gotas de detergente da loiça a esta solução e misture delicadamente, tentando evitar fazer espuma na solução. 2. Usando o furador, corte 10 círculos das folhas (Fig. 1). Evite as nervuras principais. 3. Remova o êmbolo da seringa. Coloque os discos de folhas no cilindro da seringa. Recoloque o êmbolo com cuidado para não tocar nem danificar os discos das folhas (Fig. 2). 4. Verta 150 mL de solução de bicarbonato no copo. Tente evitar fazer espuma. 5. Coloque a ponta da seringa na solução do copo e aspire cerca de 6 a 8 mL de solução de bicarbonato para a seringa. Os discos das folhas devem ficar a flutuar na solução. 6. Segure a seringa com a ponta para cima e expulse o ar empurrando o êmbolo com cuidado. 7. Tape a ponta da seringa firmemente com o dedo polegar e puxe o êmbolo suavemente para trás, criando um leve vácuo. Devem ver-se pequenas bolhas a sair dos discos de folhas. Segure o êmbolo por alguns segundos e depois solte-o, deixando-o voltar à posição inicial (Fig. 3). Alguns discos devem começar a afundar. 8. Repita a etapa anterior várias vezes (sempre com o polegar a vedar a ponta da seringa), até que todos os discos se tenham afundado na solução. Poderá ser necessário bater com os dedos na seringa para libertar as bolhas de ar e fazer que todos os discos afundem. 9. Quando todos os discos de folhas estiverem afundados na solução, retire o polegar e, com a seringa quase horizontal, remova cuidadosamente o êmbolo e despeje os discos e a solução no copo. Todos os discos devem ficar no fundo do copo. Se algum flutuar, remova-o. 10. Prepare o material para fazer a contagem do tempo e o registo. 11. Coloque o candeeiro para que a lâmpada fique suspensa cerca de 20 cm acima do copo. 12. A cada minuto registe o número de discos que atingem a superfície. 13. Quando todos os discos atingirem a superfície, coloque o copo na obscuridade de um armário, e espere 50 minutos. Pode envolver o copo em papel de alumínio para evitar qualquer penetração de luz. 14. Registe o que observou. Fig. 1 Fig. 2 Fig. 3
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 225 Registo/apresentação de resultados Construa uma tabela com os resultados obtidos a cada minuto. Transforme a tabela num gráfico linear, com o tempo no eixo das abcissas (X) e o número de discos que chegam à superfície no eixo das ordenadas (Y). Pode recorrer ao programa Microsoft Excel para a construção da tabela e para a criação do gráfico. Pode ser feito um pequeno vídeo para visualização da subida dos discos. Nesse caso, tente aproximar a câmara de forma a serem vistos pormenores, como as pequenas bolhas de ar que se formam em redor dos discos. Discussão dos resultados 1. Indique, relativamente ao procedimento, qual é a importância de utilizar: 1.1 bicarbonato de sódio; 1.2 detergente da loiça. 2. Considerando a estrutura de uma folha, explique por que razão os discos cortados flutuam na água e, depois do procedimento assinalado nos pontos 7 e 8 do protocolo, por que razão se afundam nela. 3. Os discos das folhas foram colocados numa situação ótima para a realização da fotossíntese. Justifique esta afirmação. 4. Tendo em conta a equação geral da fotossíntese, explique a subida dos discos das folhas na água do copo. 5. Construa uma hipótese que justifique os resultados obtidos na obscuridade. 6. Refira se esta atividade podia ser utilizada como base para o estudo da influência da intensidade luminosa na taxa fotossintética. Explique sinteticamente como procederia. 7. Indique se considera possível que o método seguido nesta atividade seja utilizado para pesquisa de outros fatores que afetam a taxa fotossintética. Em caso afirmativo, dê um exemplo. Conclusão Responda à questão-problema. Adaptado de www.exploratorium.edu/snacks/photosynthetic-floatation; https://mrandersonscience.files.wordpress.com/2015/01/flda_original_protocol-1.pdf (consultado em 02/04/2021) Notas para o Professor: O Professor pode desafiar os alunos a idealizarem outras experiências com base nesta atividade. Por exemplo: – A importância do dióxido de carbono na atividade fotossintética Montar um dispositivo idêntico e outro sem bicarbonato de sódio. – A importância do comprimento de onda na atividade fotossintética Montar um dispositivo idêntico e outros com filtros de várias cores no candeeiro. – A importância da temperatura na atividade fotossintética Montar um dispositivo idêntico, outro com o recipiente em banho-maria (ex. 30 °C) e outro com o recipiente numa tina com gelo (usando recipientes de vidro de laboratório).
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 227 Dissecação de animais: porquê, para quê e como A dissecação consiste no estudo da anatomia, na abertura e/ou separação de diferentes órgãos ou outras peças anatómicas de seres vivos. Por que fazer isso no contexto de aula? As aulas de dissecação de animais têm um valor educacional associado ao desenvolvimento de competências práticas e científicas, oferecendo ao Aluno a possibilidade de: • aprender a constituição estrutural com base em órgãos reais e não apenas através de esquemas; • intuir/compreender a funcionalidade do órgão e a sua relação com a estrutura; • pesquisar e problematizar, motivado pela curiosidade; • desenvolver a capacidade de observação; • associar as suas aprendizagens aos sentidos da visão, do olfato e do tato, construindo momentos únicos de aprendizagem. Que cuidados se devem ter e porquê? Se bem que exista em cada grupo de alunos alguns que anseiam por este tipo de atividades, outros, pelo contrário, receiam-nas e alguns questionam a sua relevância, apontando questões éticas. Se os primeiros facilitam o trabalho do Professor, os outros não podem ser esquecidos nem desrespeitados. Questões éticas, morais ou religiosas Há já algum tempo que não se usa o abate de animais em aulas práticas de Biologia. Assim, os animais e ou órgãos utilizados são de animais que são utilizados para consumo humano e que foram criados e abatidos de acordo com regras estritas para garantir o seu bem-estar nas explorações de origem e reduzir o seu sofrimento durante o abate. Para alguns alunos, estas aulas podem ser uma agressão às suas crenças religiosas sensibilidade. Nesse caso, o Professor deve dar a liberdade de o aluno realizar ou não a atividade. Pode permitir-lhe apenas observar ou só participar em alguns momentos. Se a atividade for alvo de avaliação, esses alunos podem realizar um trabalho sobre o mesmo assunto, mas mais teórico. Este tipo de atividades pode levantar outro tipo de problemas, nomeadamente ao nível da segurança. O manuseamento do material de dissecação, particularmente o bisturi, deve ser explicado com clareza e, sempre que possível, o bisturi deve ser substituído pela tesoura. Os professores devem ainda conferir que esse tipo de material permanece nos estojos respetivos após a utilização. Dissecação de animais Atividade de laboratório 4
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 229 Introdução Os peixes teleósteos, isto é, peixes com esqueleto ósseo, possuem superfícies respiratórias e um sistema circulatório particulares, especialmente adaptados ao meio aquático. São «parentes» afastados dos outros vertebrados que, de alguma forma, evoluíram a partir deles. Algumas características do sistema circulatório dos vertebrados são comuns a todos eles, como a existência de um sistema circulatório fechado com um coração em posição ventral. Questão-problema Que relação existe entre a estrutura e a localização das brânquias e do coração e a oxigenação do sangue nos peixes? Fundamentação teórica Princípios e teorias • Os peixes apresentam sistema circulatório fechado e hematose branquial. • As brânquias (ou guelras) são estruturas filamentosas intensamente irrigadas, suportadas por arcos branquiais e protegidas pelos opérculos. • A circulação da água, com oxigénio dissolvido, entra pela boca, saindo, por contração da cavidade bucal, para as brânquias e daí para o exterior através da fenda opercular. • O coração dos peixes apresenta, aparentemente, quatro cavidades, mas só duas são contráteis, há apenas uma aurícula e um ventrículo. Conceitos Brânquias, arcos branquiais, opérculo, fenda opercular, coração, aurícula e ventrículo. Procedimento experimental Material • Um carapau fresco médio ou grande (pode ser utilizada qualquer espécie de peixe teleósteo marinho ou de água doce) • Tabuleiro • Material de dissecação: pinça, agulha, lanceta, tesoura, sonda e bisturi • Luvas • Caixa de Petri • Lupa binocular • Água Dissecação de um peixe: brânquias e coração Atividade de laboratório 4A Fig. 1
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    230 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Método 1. Coloque o peixe no tabuleiro. Abra a boca do peixe e observe a comunicação da cavidade bucal com as brânquias, introduzindo a sonda pela fenda opercular. 2. Remova um dos opérculos, com o bisturi ou com a tesoura, e observe a estrutura das brânquias. 3. Remova um dos arcos branquiais com a tesoura. 4. Coloque o arco branquial numa caixa de Petri e observe com a lupa binocular. Cubra a brânquia com água e observe novamente. Registe a diferença que encontra. 5. Use uma tesoura para fazer o corte indicado na figura 2. 6. Remova cuidadosamente o coração. Observe e registe. Registo/apresentação de resultados Elabore esquemas e/ou faça registos fotográficos devidamente legendados. Discussão dos resultados 1. Relacione a estrutura das brânquias com a grande dimensão da sua superfície. 2. Indique como se pode comprovar que as brânquias são fortemente irrigadas. 3. O carapau, um nadador rápido que vive nos oceanos, tem uma fenda opercular muito maior relativamente à de uma enguia, um peixe que vive no fundo dos rios. Explique a relação entre as diferenças estruturais indicadas e o modo de vida de cada animal. 4. Apesar da eficiência das brânquias na hematose, um peixe asfixia quando é retirado da água. Considerando as suas observações, explique a razão deste facto. 5. Refira por que razão o sangue do coração é mais escuro do que o das brânquias. 6. Explique, indicando dados das suas observações, como se pode concluir que no coração dos peixes circula apenas sangue venoso. 7. O coração dos peixes localiza-se muito próximo das brânquias. Relacione este facto com o sistema de circulação dos peixes. Conclusão Responda à questão-problema. Fig. 2
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 231 Notas para o Professor: O Professor pode aproveitar para referir pormenores da anatomia externa do peixe (figura 3) e mostrar os diversos órgãos internos. Pode também comparar a anatomia do peixe com a do ser humano, descobrindo paralelismos que os alunos não suspeitariam. Dessa forma, estará a introduzir discretamente alguns aspetos relativos à evolução, uma aprendizagem essencial do 11.o ano. Fig. 3 Anatomia externa e interna de um peixe teleósteo.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 233 Introdução O coração é um órgão fascinante. É uma «bomba» que durante décadas bombeia o sangue para todos os órgãos do corpo. A sua estrutura revela a forma como o sangue circula no seu interior e permite inferir o trajeto do sangue no corpo. Questão-problema Que relações existem entre a morfologia (estrutura) e a fisiologia (funcionamento) do coração de um mamífero? Fundamentação teórica Princípios e teorias • O coração é o órgão central do sistema cardiovascular dos mamíferos, pois é uma estrutura vital para a circulação do sangue, cuja função principal é distribuir nutrientes e oxigénio e remover os produtos de excreção. • Nos mamíferos, a circulação é dupla e completa. O seu coração tem quatro cavidades: duas aurículas e dois ventrículos. • Existe um septo que separa completamente os dois ventrículos. • Nas cavidades cardíacas do lado direito circula sangue venoso, e nas do lado esquerdo sangue arterial. • Cada aurícula abre para um ventrículo através de uma válvula que impede o refluxo de sangue. • À saída dos ventrículos existem válvulas sigmoides. • As artérias coronárias fornecem sangue oxigenado ao músculo cardíaco – miocárdio. Conceitos Coração, miocárdio, cavidades e válvulas cardíacas, vasos sanguíneos, circulação dupla e completa. Procedimento experimental Material • Coração de porco • Tabuleiro de dissecação (ou outro facilmente lavável) • Materiais de dissecação: bisturi, sonda, tesoura, agulha e lanceta • Luvas Método 1. Morfologia externa do coração. 1.1 Coloque o coração no tabuleiro de dissecação. 1.2 Para poder fazer a identificação das estruturas através de esquemas ou de fotografias, deve identificar a face ventral, o que é relativamente fácil pois é mais arredondada. 1.3 Descubra, por palpação, os ventrículos (muito mais volumosos e consistentes) e as aurículas (que apresentam uma prega lateral). Dissecação de um coração de porco Atividade de laboratório 4B
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    234 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1.4 Distinga as artérias das veias. As artérias têm paredes muito mais resistentes e espessas e uma coloração mais clara. 1.5 Observe as coronárias. Faça um corte transversal numa (use o bisturi) e introduza uma agulha de dissecação para testar a resistência da sua parede. Identifique se é uma artéria ou uma veia. 1.6 Faça a legenda do esquema da figura (pode não dispor de todas as estruturas, por terem sido removidas pelo fornecedor). 2. Morfologia interna do coração 2.1 Coloque o coração no tabuleiro de dissecação com a face ventral virada para cima. 2.2 Realize os cortes indicados na figura. 2.2.1Comece por dissecar a parte à sua esquerda: iniciando o corte pela artéria pulmonar, avance em direção ao sulco intraventricular e, com o coração assente no tabuleiro, corte a parede do ventrículo direito com um bisturi. 2.2.2Proceda de igual forma para a parte à sua direita. 2.3 Compare a espessura da parede dos dois ventrículos. 2.4 Observe as válvulas arteriais/sigmoides (em forma de meia lua) e as válvulas auriculoventriculares (membranas esbranquiçadas associadas a filamentos da mesma cor). Com uma pinça, explore a sua elasticidade. 2.5 Faça a legenda da figura 4. Registo/apresentação de resultados Fig. 4
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 235 Discussão dos resultados 1. Relacione a circulação sanguínea com as diferenças que se encontram na espessura das paredes: 1.1 das aurículas relativamente à dos ventrículos; 1.2 dos dois ventrículos. 2. Refira de que modo a estrutura das paredes de artérias e veias reflete a função de cada vaso. 3. Explique por que razão as coronárias estão localizadas na periferia do coração. 4. Relacione o tipo de sangue transportado pelas veias (cavas e pulmonares) com as cavidades cardíacas onde se inserem. 5. Indique a função das válvulas sigmoides e das válvulas auriculoventriculares. 6. Explique de que forma a estrutura do coração de um mamífero revela que apresenta uma circulação dupla e completa. Conclusão Responda à questão-problema. Notas para o Professor: Se quando for feita a encomenda dos corações para dissecação pedir um coração com os pulmões garante que tem um coração com os vasos sanguíneos associados e pode ainda explorar mais alguns órgãos, como o esófago e os pulmões. Relativamente ao esófago, é interessante mostrar a espessura e a elasticidade da parede, bem com a presença de tecido muscular (e referir a sua relação com os movimentos peristálticos). Quanto aos pulmões, é útil mostrar a sua elasticidade, fazendo uma demonstração muito simples e recorrendo a equipamento que existe nos laboratórios de física e química – uma bomba de vácuo. Sugere-se o envolvimento do Professor dessa disciplina para transformar uma bomba de vácuo num compressor (processo muito fácil). Então basta ligar o tubo que expele o ar à traqueia e ver os pulmões inflar dramaticamente, aumentando em muito o seu volume. Se alguma região não se dilatar é porque está danificada e deixa escapar o ar. Desligando o aparelho, a elasticidade do pulmão fá-lo retomar o volume inicial. O Professor pode então lançar algumas questões para discussão: – Que movimentos da caixa torácica implicam contrações musculares com gastos energéticos? – Que estrutura permite a aderência dos pulmões à caixa torácica e ao diafragma? Se não existisse o que aconteceria? Na sua demonstração, o Professor pode ainda cortar um fragmento do pulmão e colocar em água, evidenciando que flutua. Os alunos devem encontrar a razão de tal facto. Propõe-se ainda permitir que os alunos explorem, através do tato, um fragmento de pulmão. Certamente vão referir a existência de estruturas tubulares rígidas (brônquios). É uma oportunidade para o Professor questionar os alunos sobre se conhecem estruturas similares noutros animais (traqueias dos insetos) e se têm uma função idêntica.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 237 O MICROSCÓPIO ÓTICO COMPOSTO (MOC) A utilização do microscópio ótico implica vários conhecimentos e procedimentos com que os alunos devem estar familiarizados. Constituição de um microscópio ótico composto (MOC) O MOC é constituído por duas partes: uma parte mecânica e uma parte ótica. Cada parte engloba uma série de componentes com diferentes funções (Fig. 1). No seu conjunto, a parte ótica permite a obtenção da imagem e a mecânica serve para dar estabilidade e suporte à parte ótica. Fig. 1 Constituição de um microscópio ótico composto (MOC). Os elementos da parte mecânica estão representados a laranja e os da parte ótica estão a verde. Obervação de células ao microscópio Tubo (ou canhão) • Cilindro que suporta os sistemas de lentes, com a ocular na extremidade superior e o revólver, com as objetivas, na extremidade inferior. Nos microscópios monoculares (com uma só ocular), o tubo é um cilindro reto ou oblíquo. Nos microscópios binoculares (com duas oculares), o tubo pode ser inclinado e a distância entre as duas oculares pode ser ajustada em função do espaço entre os olhos de cada observador. Revólver (ou tambor) • Peça giratória adaptada à parte inferior do tubo, onde estão inseridas as lentes das objetivas de diferentes ampliações, e que, por rotação, permite trocar de objetiva. Gira-se o revólver sempre de uma objetiva de menor ampliação para a de maior ampliação ao lado. Braço (ou coluna) • Peça fixa à base, na qual estão aplicadas todas as outras partes constituintes mecânicas, como o tubo, a platina, o porta- -condensador e os parafusos macro e micrométrico). Pode ser reclinável ou fixo. Platina • Peça circular, quadrada ou retangular, paralela à base, onde se coloca a preparação a observar, possuindo, no centro, um orifício circular ou alongado que possibilita a passagem dos raios luminosos captados pelo espelho e concentrados (direcionados) pelo condensador e pelo diafragma, passando pelo material, pela objetiva e pela ocular até à retina do observador. Charriot • Peça opcional, na platina, que permite o deslocamento da preparação. Pé (ou base) • Suporta o microscópio, assegurando a sua estabilidade. Lente ocular • Encaixada na extremidade superior do tubo, a sua função é aumentar a imagem fornecida pela objetiva. O aumento fornecido pela ocular está geralmente inscrito nela. Por exemplo: 5×; 8×; 10×. Condensador e diafragma • Localizados abaixo da platina. Condensador • É constituído por um conjunto de lentes que concentram os raios luminosos, fazendo-os incidir na preparação. Assim, a luz é distribuída regularmente no campo visual do microscópio. Diafragma • Está associado ao condensador e permite regular a intensidade luminosa no campo visual do microscópio. Por norma, ao utilizar as objetivas de pequena ampliação, deve ser fechado para eliminar os raios laterais. Deve ser aberto quando se utilizam as objetivas de maior ampliação. Lentes objetivas • Encaixadas no revólver, permitem a ampliação da imagem de um objeto. O aumento fornecido por cada objetiva encontra-se inscrito em cada uma. Para se utilizar a objetiva de 100× coloca-se uma gota de óleo de cedro (gota de imersão) em cima da lamela; isso permite um maior aproveitamento de luz, pois com a objetiva seca parte dos feixes luminosos são desviados. Fonte de luz ou espelho • Peça encaixada por baixo do condensador. Existem vários tipos de fontes luminosas, podendo ser uma lâmpada (iluminação artificial), ou um espelho que reflita a luz solar (iluminação natural). O espelho quando existe tem duas faces: uma plana, usada nas grandes ampliações, incluindo a de imersão, uma vez que capta e projeta os raios luminosos paralelos e divergentes; e a face côncava, usada nas pequenas ampliações, uma vez que capta e projeta os raios convergentes. Parafuso macrométrico • Botão que se roda para fazer movimentos de grande amplitude no tubo ou na platina. É necessário para fazer a focagem. Permite um movimento vertical de 7,5 cm. Parafuso micrométrico • Botão que se roda para fazer movimentos de amplitude reduzida no tubo ou na platina. Permite completar a focagem. O movimento é no máximo de 2 milésimos de milímetros (2 μm). 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Apoio à atividade de laboratório
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    238 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Funcionamento do MOC e características da imagem obtida O MOC permite observar material biológico ampliado e em pormenor, usando um feixe de luz que atravessa o objeto. A imagem é então ampliada pela objetiva, seguidamente é transmitida a um espelho (no canhão) e, finalmente, sofre nova ampliação pela ocular. Esse percurso dos raios luminosos justifica as características da imagem que o observador vê. Relativamente ao objeto real, a imagem obtida ao MOC é ampliada, invertida e simétrica. O poder de ampliação e a resolução permitem tornar visível ao olho do ser humano objetos que sem o MOC são invisíveis. A ampliação a que se observa o objeto é calculada multiplicando a ampliação da ocular pela ampliação da objetiva. A resolução é a menor distância a que devem estar dois pontos para que possam ser observados como distintos. O MOC tem um limite de resolução de 0,3-0,2 μm. O poder de resolução depende da abertura numérica da objetiva, do comprimento de onda da luz utilizada e da refração que o meio oferece. O que se observa focado ao MOC é função da profundidade de campo, que se define como a variação da posição de foco da objetiva que não provoca alterações na acuidade visual e nitidez da imagem de um ponto no centro do campo. A profundidade de campo, bem como o campo de visão, são inversamente proporcionais à ampliação. Em termos práticos, aumentar a ampliação implica reduzir o campo de visão e ter maior dificuldade em focar o objeto. PREPARAÇÃO DO MATERIAL PARA OBSERVAÇÃO AO MOC Preparações temporárias ou definitivas Para observação ao microscópio, o material biológico deverá ser preparado numa camada muito fina entre lâmina e lamela, para poder ser examinado, pois a luz tem de atravessar o conjunto – a preparação biológica. As preparações são normalmente constituídas por quatro elementos, a saber: a lâmina, o meio de montagem, o objeto biológico em estudo e a lamela. As preparações biológicas podem ser temporárias ou definitivas, se apresentam, respetivamente, curta ou longa duração. As preparações temporárias permitem observar o material vivo, inclusive no seu meio normal de vida: água salgada, água doce ou fluidos corporais. Esses meios, nos quais se encontram as células a observar, constituem o meio de montagem. O soro fisiológico e a solução de Ringer são soluções isotónicas que permitem manter, em equilíbrio hídrico, respetivamente, células animais e células vegetais vivas. As preparações temporárias têm uma duração limitada, uma vez que o meio de montagem evapora e as células também se degradam e autodestroem por autólise. Nas preparações definitivas, como as que se podem adquirir a empresas especializadas, o material é submetido a técnicas morosas que requerem equipamento especializado. Apesar de não permitirem observar material biológico vivo, têm a vantagem de a preparação ter uma grande durabilidade. Nas aulas de microscopia só se irão efetuar preparações temporárias, mas o estudo destas pode e deve ser complementado com a utilização de preparações definitivas, porque a qualidade das mesmas, nomeadamente os cortes histológicos, permite visualizar estruturas que de outra forma não seriam observáveis. Estas preparações apresentam ainda uma mais-valia em termos didáticos, pois, devido a técnicas de coloração diversas, põem em evidência determinadas estruturas celulares, extracelulares e ultracelulares. Técnicas de coloração As células apresentam estruturas muito transparentes que não contrastam suficientemente de modo a tornarem-se distintas umas das outras. As exceções são os cloroplastos e os vacúolos, que têm pigmentos hidrossolúveis das células vegetais, e os cromatóforos, que são células animais especializadas. A função dos corantes é dar maior contraste/evidência a estruturas celulares que, pela sua transparência e fraco contraste ótico, se tornariam difíceis de observar.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 239 Existem corantes vitais e corantes não vitais; os primeiros mantêm o material biológico vivo e os segundos não. No entanto, o mesmo corante pode ser vital ou não, dependendo da concentração em que se usa. Os corantes vitais são geralmente usados em concentrações muito baixas. Não existe uma técnica de coloração que ponha em evidência todas as estruturas celulares. A coloração das células deve-se sobretudo à combinação dos corantes com as proteínas, dependendo da sua carga elétrica. Por esta razão, o facto de os corantes poderem corar especificamente um organelo e não outro – corantes seletivos – está relacionado com a diferença de cargas elétricas existente entre as proteínas dos diferentes organelos celulares e os corantes que a elas se podem ligar quimicamente. Assim, quando colocamos corante azul (ex. azul de metileno) numa preparação, podemos verificar de início que toda a preparação fica azul, mas, se lavarmos a preparação, o corante que não se encontra ligado a nenhuma estrutura é arrastado. Nas preparações definitivas é frequentemente utilizado mais do que um corante. Em preparações de cortes histológicos de tecidos animais, a técnica de coloração mais utilizada é da hematoxilina- eosina. A hematoxilina (hemateína) cora substâncias ácidas presentes no núcleo (ácidos nucleicos) e a eosina cora os compostos básicos do tecido, como o citoplasma. Em cortes histológicos de órgãos vegetais apenas as paredes são visíveis e geralmente apresentam-se coradas de forma diferenciada, de acordo com a presença ou não de lenhina. A tabela 1 indica alguns corantes de uso comum e a sua aplicabilidade. Tabela 1 Corante Aplicabilidade Vermelho neutro Em espécimes animais e vegetais. Cora o núcleo e alguns organelos como os lisossomas e os vacúolos. Pode ser utilizado para evidenciar tecidos e seres planctónicos. É um corante vital. Azul de metileno Em espécimes animais e vegetais. Cora rapidamente o núcleo. É um corante vital. Carmim acético Em espécimes animais. Cora o núcleo. Safranina Em espécimes animais e vegetais. Cora o núcleo. Em tecidos vegetais cora as paredes lenhificadas Solução de Fehling A + B Deteta a presença de açúcares redutores (monossacarídeos, como a glucose, e dissacarídeos, como a maltose e a lactose) e aldeídos. Soluto de lugol Em espécimes vegetais. Cora estruturas com amilose. A aplicação do corante pode ser feita de diferentes formas. Coloração por imersão Nesta técnica de coloração, o material biológico fica imerso durante algum tempo no corante selecionado (Fig. 2). Fig. 2 Técnica de coloração por imersão.
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    240 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Coloração por irrigação Na técnica de coloração por irrigação substitui-se o meio de montagem de uma preparação pelo corante. Para tal, coloca-se o corante num dos lados da preparação e, no outro lado, absorve-se o meio original com papel absorvente (Fig. 3). Fig. 3 Técnica de coloração por irrigação. Montagem de uma preparação Etapas a seguir para a montagem de uma preparação: 1. Na parte central da lâmina bem limpa, coloca-se uma gota do meio de montagem que se vai utilizar. 2. Sobre o meio de montagem, coloca-se o material a observar e cobre-se com a lamela. Nota: Para evitar a formação de bolhas de ar na preparação, deve-se colocar a lamela fazendo um ângulo de 45° com a lâmina e, com a ajuda de uma agulha de disseção, deixá-la cair lentamente sobre a lâmina (Fig. 4). Fig. 4 Montagem de uma preparação. Por vezes, no estudo de microrganismos e de tecidos animais ou vegetais, temos necessidade de observar o material in vivo (ao vivo), no seu estado natural, sem uso de fixadores nem corantes, que de algum modo sempre criam artificialidades no material da observação. Existem técnicas especiais que são vantajosas em determinadas situações.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 241 Técnica de esfregaço Esta técnica utiliza-se quando as células a observar estão em meio líquido, como é o caso das células sanguíneas ou das bactérias do iogurte. A técnica do esfregaço consiste em espalhar o material biológico ao longo de uma lâmina de vidro, com o auxílio de outra lâmina de vidro, sob a forma de uma camada delgada e homogénea (Fig. 5-A). Também poderá ser efetuada com o auxílio de uma ansa de inoculação (Fig. 5-B). Fig. 5 A – Técnica do esfregaço com lâmina de vidro. B – Técnica do esfregaço com uma ansa. Técnica de esmagamento Este método é usado nos casos em que existe uma aderência fraca entre as células do tecido a observar. Para visualizar as células, basta colocar um pequeno fragmento do tecido entre a lâmina e a lamela e fazer uma pequena pressão com o polegar. Provoca-se assim um esmagamento do tecido, o que faz que as células se espalhem, formando uma fina camada, que é facilmente atravessada pela luz. Fig. 6 Técnica do esmagamento. A B
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    242 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 UTILIZAÇÃO DO MOC Nas aulas de microscopia deve estar disponível um microscópio ótico por aluno ou no máximo para ser partilhado por dois alunos. Deve-se frisar, aos alunos, que partilhar um microscópio não é utilizá-lo simultaneamente por dois alunos, apesar de possuir dois parafusos macrométricos e dois parafusos micrométricos. Na utilização do MOC devem ser seguidas algumas regras básicas: 1. Se o MOC possuir uma ocular, deve-se olhar por ela com o olho esquerdo (se se for destro), mantendo os dois olhos abertos. Se o MOC tiver duas oculares, deve-se olhar por ambas. 2. A mão dominante deve ficar livre para desenhar as observações; assim, os parafusos de comando devem ser manuseados com a outra mão. 3. Os mecanismos de deslocação não devem ser forçados. Os parafusos macrométricos e micrométricos são muito sensíveis e a sua substituição tem um custo elevado. 4. No final da sua utilização deve-se: desligar a fonte de luz; rodar o revólver de modo a colocar no eixo ótico a objetiva de menor ampliação; baixar a platina com o parafuso macrométrico e retirar a preparação; deixar a platina e as lentes (ocular e objetivas) limpas. Iluminação da preparação As imagens do MOC são obtidas por transparência e, muitas vezes, não é com mais luz que se conseguem as melhores imagens. Como numa fotografia, a luz é o mais importante, mas na «dose» e na incidência certas. A iluminação é regulada de acordo com o material a observar, pois algumas preparações exigem mais luz do que outras. Na iluminação de uma preparação devem ser observadas as seguintes etapas: 1. Ligar a fonte de luz. Alguns microscópios têm um reóstato que permite regular a intensidade da fonte de luz. 2. Regular o condensador, rodando-o, até que o campo do microscópio se apresente claro e uniforme. As mudanças de objetiva devem ser acompanhadas de um ajuste do condensador. 3. Regular a abertura do diafragma, de forma a obter a iluminação ideal. Para objetos com grande transparência, o fecho do diafragma pode fornecer uma luz oblíqua que evidencia o que se pretende observar. Técnica de focagem da imagem Focagem com a objetiva de menor ampliação 1. Descer completamente a platina e verificar se a objetiva de menor ampliação está devidamente colocada no eixo ótico. Se não estiver, roda-se o revólver até se sentir um pequeno estalido, que é indicador da posição de encaixe. 2. Fixar a lâmina preparada para observação na platina, usando as pinças. 3. Deslocar a platina horizontalmente de modo que o material a observar fique alinhado com a objetiva. 4. Sem olhar pela ocular, mas sim lateralmente e para a preparação, subir completamente a platina, movendo o parafuso macrométrico. 5. Observar pela ocular e mover lentamente o parafuso macrométrico até que o material fique visível. 6. Aperfeiçoar a focagem com o parafuso micrométrico. Corrigir a iluminação, se necessário.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 243 Focagem com as objetivas de maior ampliação 1. Para aumento de ampliação, trocar a objetiva. Para o efeito, depois de focar com a objetiva de menor ampliação, iluminar o melhor possível o material e situar no centro do campo do microscópio o pormenor que se quer observar mais ampliado. 2. Rodar o revólver, de modo a colocar a objetiva que tem a ampliação imediatamente superior. 3. Focar, utilizando exclusivamente o parafuso micrométrico, movendo-o muito lentamente, pois qualquer movimento brusco pode partir a preparação ou danificar a objetiva (alguns microscópios têm mecanismos de travão que evitam danos). 4. Ajustar de novo a iluminação. 5. Se não se conseguir focar, repetir todas as operações pela ordem indicada. REGISTO DAS OBSERVAÇÕES Fotografias de imagens ao MOC «Uma imagem vale mais de que mil palavras.» Na microscopia isso também é verdade, mas existem algumas limitações. A imagem ao MOC foca apenas um plano, pelo que uma fotografia capta apenas esse plano. No entanto, quando se faz uma observação ao microscópio pode ficar-se com uma ideia da estrutura 3D movimentando o parafuso micrométrico, o que permite focar vários planos. As fotografias de preparações microscópicas podem ser realizadas com câmaras digitais acopladas à ocular ou simplesmente com um telemóvel (já existem no mercado objetos para acoplar os telemóveis à ocular). Execução de desenhos de observação microscópica Para quê fazer desenhos, se é mais moroso e difícil do que tirar fotografias? A prática do desenho tem uma importância fundamental na interpretação e na descoberta dos pormenores, pois desenvolve as faculdades de observação e ajuda a memória a reter os aspetos morfológicos. Pode também ser «uma dor de cabeça» para alguns alunos, porque consideram que não tem jeito para o desenho, ou mesmo para o professor, porque alguns alunos podem ser tentados a fazer desenhos artísticos que não representem o real observável. É necessário explicar muito bem quais são as regras que os alunos devem seguir neste trabalho. Antes de desenhar, o aluno deve ter bem presente o objetivo em vista. O desenho, antes de mais nada, é uma escolha e um resumo. Com uma objetiva de baixa ampliação, o aluno deve explorar a preparação em toda a sua extensão e selecionar o seu objetivo. Deve colocar a parte selecionada no centro do campo de visão, recorrer à ampliação adequada e fazer então o seu registo. Para realizar cada desenho deve-se usar lápis preto macio, papel branco e borracha. O desenho deve ocupar sensivelmente meia folha A4. É desnecessário fazer um círculo em volta do desenho para mostrar que foi visto ao microscópio. O desenho esquemático tem de estar centrado no que se pretende ver, pelo que não faz nenhum sentido representar, por exemplo, uma bolha de ar ou um resíduo de corante, simplesmente porque está lá. O aluno deve representar apenas o que vê, confiar na sua capacidade de observação e não copiar representações esquemáticas realizadas por colegas ou existentes em livros, pois o que está a ver pode até ter muito mais interesse.
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    244 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 O aluno deve começar com traços muito suaves e apagar o mínimo de vezes possível (não faz mal que fiquem alguns traços ténues no fundo). É indispensável que compare muitas vezes o seu desenho com o que vê. Deve mexer o parafuso micrométrico para focar diferentes planos e integrar no esquema a informação que recolheu. Por fim, é importante que realce os pormenores pretendidos. Como legendar fotografias ou esquemas Na legendagem devem ser seguidas as seguintes regras: x dar um título à representação e indicar a ampliação total com que foi obtida; x fazer a legenda fora do esquema e em letra legível; x usar um lápis e uma régua para desenhar as linhas da legenda; x colocar, preferencialmente, as linhas da legenda na horizontal. Fontes: https://wikiciencias.casadasciencias.org/wiki/index.php/Microsc%C3%B3pio_%C3%93ptico; https://www.fciencias.com/2014/06/26/tecnicas-de-coloracao/ https://blogs.zeiss.com/microscopy/en/education-in-biology/ https://mmegias.webs.uvigo.es/02-english/6-tecnicas/5-general.php (consultados em 09/04/2021)
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 245 Introdução Com esta atividade, pretende-se que, através do método IBSE – Inquiry Based Science Learning (aprendizagem baseada na resolução de problemas) – os alunos apresentem soluções que possam contribuir para a resolução de um determinado problema. O IBSE é um modelo de ensino-aprendizagem que reconhece a necessidade de desenvolver nos alunos competências de raciocínio, de resolução de problemas e de saber científico, técnico e tecnológico. Contudo, uma vez que este modelo pressupõe a utilização de problemas reais, e não o estudo de casos hipotéticos com resultados perfeitos e convergentes, os alunos, ao enfrentarem esses problemas, também desenvolvem outras competências, elencadas no Perfil dos Alunos, tais como, linguagens e textos, informação e comunicação, pensamento crítico e pensamento criativo, relacionamento interpessoal e desenvolvimento pessoal. Neste tipo de metodologia, os alunos agem como profissionais e confrontam-se com os problemas à medida que eles ocorrem – com informação pouco estruturada e a necessidade de determinar a melhor solução possível. Esta é a forma como engenheiros, médicos e, também, professores, abordam a resolução de problemas. As vantagens da dinamização deste tipo de atividade são várias, destacando-se: • os alunos definem os problemas com clareza e resolvem-nos – os professores são «tutores» e «facilitadores» da aprendizagem; • aos alunos são dadas apenas linhas orientadoras para abordarem os problemas, e não uma fórmula para o resolverem. Desta forma, têm de desenvolver hipóteses alternativas, aceder a informação de fontes diversas, avaliá-la e utilizá-la para, porventura, alterar as hipóteses com base em nova informação; • os alunos encontram soluções que correspondam ao problema e respetivas condições, com base na informação obtida e num raciocínio claramente expresso; • a avaliação é autêntica (contextualizada e integrada nas atividades de aprendizagem) e é baseada no desempenho. O problema proposto, neste caso, está relacionado com a fotossíntese. PROBLEMA Com o desaparecimento de várias espécies de plantas, o processo fotossintético pode estar em risco. Como é óbvio, as implicações deste facto são importantes, uma vez que a realização da fotossíntese pelas plantas assegura a sobrevivência de numerosas espécies, de forma direta ou indireta. No entanto, os cientistas têm descoberto formas de realizar a fotossíntese artificialmente. Será que o futuro do planeta pode ser sustentado pela tecnologia que, entretanto, foi criada? Para a resolução do problema, os alunos poderão ser desafiados a descobrir as suas respostas e a apresentar soluções, utilizando as etapas descritas a seguir. Fotossíntese artificial (pág. 139 do Manual – Vol. 2) Atividade de resolução de problemas Ampliação do Explorar +
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    246 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 ETAPA 1 – Envolvimento Sem colocar o problema aos alunos, o Professor poderá fornecer algumas informações que motivem e envolvam os alunos nesta atividade. Os alunos são confrontados com um cenário do mundo real em relação ao qual devem colocar questões como: O que é que eu já sei sobre este problema ou esta questão? O que é que eu necessito de saber para resolver eficazmente este problema ou esta questão? A que fontes posso aceder para encontrar uma solução ou hipótese? Seguidamente, o Professor poderá fornecer uma lista de notícias/vídeos, que se elencam abaixo, ou solicitar aos alunos a sua própria pesquisa, de forma a definir o problema e a explorar os seus conhecimentos prévios. Nesta última situação, é importante a avaliação das fontes utilizadas: • Em que medida são atuais? • Até que ponto são credíveis e adequadas? Notícias As folhas artificiais poderão finalmente sair dos laboratórios https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=folhas-artificiais-sair-laboratorios id=010115190226#.XVkpj6dOqRs (consultado em 02/04/2021) Cientistas descobrem nova forma de transformar luz solar em combustível https://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/cientistas-descobrem-nova-forma-de-transformar-luz-solar-em- combustivel-23035802 (consultado em 02/04/2021) Células artificiais com fotossíntese abrem múltiplos caminhos https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=celulas-artificiais-fotossintese-abrem- multiplos-caminhosid=010165180607#.XVkuoKdOqRs (consultado em 02/04/2021) Conferência sobre espécies ameaçadas debate níveis de proteção de animais e plantas https://observador.pt/2019/08/17/conferencia-sobre-especies-ameacadas-debate-niveis-de-protecao-de- animais-e-plantas/ (consultado em 02/04/2021) Quase 600 plantas extintas em 250 anos. «Más notícias para todas as espécies» https://rr.sapo.pt/2019/06/11/mundo/quase-600-plantas-extintas-em-250-anos-mas-noticias-para-todas-as- especies/noticia/154414/ (consultado em 02/04/2021) Vídeos Can artificial photosynthesis save the planet? https://www.youtube.com/watch?v=mSavKdVpE20 (consultado em 02/04/2021) Artificial photosynthesis – TedX https://www.youtube.com/watch?v=bhH3_EY6uq8 (consultado em 02/04/2021) ETAPA 2 – Identificar os conhecimentos que é necessário adquirir para resolver o problema Após a leitura das notícias e a visualização dos vídeos, seguir-se-á um pequeno debate, de forma a retirar as ideias principais e a identificar o problema: • Será que o futuro do planeta pode ser sustentado pela tecnologia que foi criada? Seguidamente, os alunos serão divididos em grupos e tentam fazer o ponto da situação, respondendo aos seguintes tópicos: • O que já sabiam sobre o assunto? • O que ficaram a saber sobre o assunto? • O que ainda falta esclarecer? • Que possíveis pessoas/empresas (stakeholders) os poderão ajudar a resolver o problema? Nota: O Professor pode ajudar a organizar os alunos em diferentes grupos: cientistas que são adeptos da fotossíntese artificial, biólogos que se opõem a este tipo de tecnologias, governo/empresas que pretendam investir nesta solução, etc.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 247 ETAPA 3 – Investigar sobre o problema e procurar soluções Nesta etapa, os alunos, em grupo, deverão assumir a posição das pessoas/empresas (stakeholders) e investigar mais sobre o problema. Nesta fase, é importante que partilhem, debatam, reflitam e cooperem com os seus colegas de grupo. ETAPA 4 – Avaliar possíveis soluções para o problema Em grupos, os alunos deverão compreender qual o papel de cada um dos grupos de pessoas/ empresas e a sua posição na resolução do problema, construindo um pequeno guião do tipo role-play. Neste processo, cada um dos grupos vai descrever a sua resposta à pergunta inicial. ETAPA 5 – Solucionar o problema e apresentar resultados Através de um vídeo/representação/apresentação, os alunos deverão organizar os seus argumentos, de forma a solucionar o problema. No final, haverá uma apresentação dos resultados à turma.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 249 Guião para planificação de uma visita de estudo no âmbito da disciplina de Biologia e Geologia (em interdisciplinaridade) Introdução A prática pedagógica de visitas de estudo favorece um ambiente direcionado às aprendizagens integradoras, onde é possível criar condições para a evolução cognitiva do aluno, potenciando a formação de cidadãos ativos, responsáveis e respeitadores da diferença do outro, nomeadamente ao nível cultural e patrimonial, através do desenvolvimento de competências sociais, pessoais e científicas. Assim, uma visita de estudo bem programada e dinamizada permite atingir uma amplitude de objetivos que ultrapassam os objetivos científicos da disciplina. Para a equipa de autores, as visitas de estudo apresentam-se como estratégias fundamentais que nenhuma outra, em sala de aula, poderá substituir. Na realidade, tendo a Geologia como principal objeto de estudo a Terra e a Biologia os seres vivos, dificilmente em sala de aula o aluno consegue ter uma visão integradora sem um contexto abrangente, que só o trabalho de campo poderá proporcionar. As visitas de estudo são, ainda, práticas onde a interdisciplinaridade pode e deve ser potenciada, no seu máximo, criando um ambiente de aprendizagem integrada e unificadora do conhecimento. Nesta perspetiva, constituem-se como contextos onde se podem dinamizar os DAC e temas de Cidadania e Desenvolvimento, nomeadamente, o desenvolvimento sustentável, a educação ambiental, a educação patrimonial, entre outras. Por tudo o que foi referido, os autores consideraram pertinente a elaboração de um guião para facilitar o trabalho de planificação de uma visita de estudo em qualquer área geográfica, destacando outros aspetos, para além dos geológicos e biológicos, que o docente considere significativos para a aprendizagem dos alunos. Como sugestão, e à laia de referência, apresenta-se uma visita de estudo à zona de Sintra, em interdisciplinaridade com as áreas disciplinares de Português, Filosofia, Inglês e Física e Química A. Esta visita pode ser transposta para qualquer outro local do país, consoante a escola em que o docente se encontra a lecionar. Guião de trabalho Planificação da visita de estudo 1. Escolha do local a visitar A escolha do local a visitar pode ser feita pelos professores dinamizadores da visita ou pelos alunos, em trabalho colaborativo, após pesquisa efetuada pelos mesmos e dentro de um conjunto de possibilidades fornecido pelo Professor. Alguns exemplos de locais a visitar: museus de história natural, geomonumentos, parques naturais, áreas protegidas, locais de interesse geológico ou biológico (que possam não estar assinalados patrimonialmente, como pedreiras, ribeiras, praias rochosas e matas). 2. Definição dos objetivos a atingir, das competências que se pretendem desenvolver (Perfil dos Alunos) e das Aprendizagens Essenciais das disciplinas envolvidas (incluídos nos documentos curriculares) Este momento deverá ocorrer em reunião de docentes preparada para o efeito. Nesta fase, os professores deverão preocupar-se em estabelecer objetivos e competências que não sejam apenas científicos. Se possível, devem ser estabelecidos descritores de avaliação das aprendizagens atingidas pelos alunos com a realização da visita de estudo. Saídas de campo
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    250 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Apresentam-se, seguidamente, alguns objetivos possíveis: – promover a relação entre aluno/aluno e professor/aluno; – despertar a sensibilidade para o ambiente que os rodeia; – desenvolver a inteligência emocional; – reconhecer o valor do património existente, respeitá-lo e contribuir para a sua conservação. 3. Calendarização das atividades a dinamizar Será necessário estabelecer uma calendarização que inclua os aspetos que a seguir se discriminam: 1.a semana mês: ______ 2.a /3.a semanas mês: ______ 4.a semanas mês: ______ 1.a /2.a semanas mês: ______ 2.a /3.a semanas mês: ______ 4.a /5.a semanas mês: ______ mês: ______ Contactos com entidades gestoras (caso seja necessário) X Visita prévia aos locais escolhidos X Logística (transporte, materiais, etc.) X X X Planeamento das atividades X X X Sessão de esclarecimento preparatória da visita X Visita de estudo X Trabalho final (partilha com os pares) X Apresentação à comunidade X
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 251 4. Definição de estratégias/atividades Em trabalho colaborativo, os professores deverão elencar as estratégias que deverão ser dinamizadas para a realização da visita de estudo: antes, durante e após. Antes da visita de estudo propõe-se a exploração do mapa geológico da região/Google Earth®/Google Maps® e o tipo de materiais a fornecer aos alunos (como kits de aprendizagem, por exemplo). Deve-se ainda, elaborar os guiões a fornecer aos alunos, os regulamentos de dinâmicas de grupo/jogos/peddy-paper, etc. O trabalho de pesquisa e investigação deve estar incluído no guião fornecido ao aluno. Durante a visita de estudo, sugerem-se as seguintes atividades: dinâmicas de grupo (que desenvolvem competências ligadas a saúde, bem-estar e ambiente, de relacionamento interpessoal ou desenvolvimento pessoal e autonomia), jogos, trabalho de pesquisa, trabalho experimental, trabalho entre pares, peddy-paper, de exploração/interpretação, direcionadas para o exercício da criatividade, entre outros. Após a visita de estudo, é necessário proceder-se à escolha do produto final resultante da aprendizagem a entregar pelos alunos. Este produto deve ser apresentado em grupo aos colegas, que contribuirão com opiniões e críticas construtivas e, posteriormente, apresentado à comunidade. 5. Sessão de esclarecimento preparatória da visita de estudo Nesta fase, os professores devem orientar os alunos para os objetivos de aprendizagem, das competências que se pretendem desenvolver e das Aprendizagens Essenciais das disciplinas envolvidas. Também deverá ser feita referência ao material que deverão levar para a visita de estudo (vestuário, calçado, alimentação, hidratação, etc.) e às regras que deverão respeitar consoante o espaço a visitar. 6. Durante a visita de estudo Os alunos devem realizar as atividades propostas no guião. Os professores devem permitir um tempo para que os alunos explorem, em segurança, de forma autónoma o espaço visitado. 7. Avaliação da visita de estudo O guião da visita de estudo deve conter uma parte destinada à a avaliação da visita de estudo pelos alunos. Esta avaliação deve ser realizada logo após o término da mesma. Desta forma, sugere-se a devolução do guião ao Professor. Quanto aos professores envolvidos na organização e dinamização da visita de estudo, sugere-se um exercício reflexivo sobre a mesma, nomeadamente, quanto às possibilidades de repercussão desta visita de estudo sobre as suas práticas pedagógicas e sobre os aspetos que melhorariam na mesma ou noutra visita semelhante. A equipa de autores realça que a ausência de planificação da visita de estudo compromete a sua dinamização e a obtenção de resultados significativos ao nível da aprendizagem que dela se espera.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 253 Saída de campo na região de Sintra – Mafra Introdução Com esta saída de campo pretende-se (re)descobrir uma diversidade geológica incrível e invulgar em Portugal. A biodiversidade é, também, muito elevada, uma vez que existe uma grande diversidade de habitats e, consequentemente, de ecossistemas. Será ainda possível observar fauna e flora, quer autóctone (características do nosso país), quer endémica (exclusiva desta zona e, como tal rara) e ainda a paisagem natural humanizada da serra de Sintra. Estes são alguns dos locais integrantes da Área Protegida do Parque Natural de Sintra-Cascais. Nesta viagem estão sempre presentes as obras do ser humano, umas mais modestas e rústicas, outras monumentais. Objetivos • Observar diferentes aspetos da geologia da região: litologia e modos de jazida das rochas. • Observar diferentes paisagens. • Observar diversos habitats e ecossistemas. • Proceder ao estudo integrado de um ecossistema. • Reconhecer a importância da preservação dos geomonumentos. • Reconhecer a importância da preservação da biodiversidade e da criação e manutenção de áreas protegidas. • Fazer fotografias destinadas à elaboração de um cartaz sobre as paisagens geológicas/biológicas observadas. • Fomentar o espírito crítico e a fruição estética. • Desenvolver o espírito de equipa. «Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Conheço a Itália, a Sicília, a Grécia e o Egito, e nunca vi nada, nada que valha a Pena. É a cousa mais bela que tenho visto. Este é o verdadeiro jardim de Klingsor – e, lá no alto, está o Castelo do Santo Graal.» Richard Straus «Sintra é o único lugar do país em que a história se fez jardim. Porque toda a sua lenda converge para aí e os seus próprios monumentos falam menos do passado do que de um eterno presente de verdura. E a memória do que foi mesmo em tragédia desvanece-se no ar ou reverdece numa hera de um muro antigo.» Louvar e Amar, Virgílio Ferreira Saídas de campo
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    254 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Material • Mapa da região • Máquina fotográfica/telemóvel • Caderno ou bloco de notas • Material de escrita • Kit com tiras de pH, termómetro e medidor portátil de oxigénio dissolvido • Recipientes para separação do lixo produzido durante a saída de campo Algumas regras a seguir numa saída de campo 1. Preservar a natureza, recolhendo apenas as amostras necessárias. 2. Não retirar amostras que possam mutilar ou danificar verdadeiras preciosidades. 3. Preservar os seres vivos nos vários locais a visitar. 4. Não se aproximar demasiado de precipícios ou de zonas perigosas. 5. Ser discreto durante a visita, evitando ruídos, gritos, conversas desnecessárias, corridas, etc. 6. Não fazer lume. 7. Estar atento às informações durante a visita. 8. Colaborar nas tarefas que lhe são pedidas. Início da saída de campo A. À porta da escola 1. Assinale no mapa o local onde se encontra, colocando o n.o da paragem. 2. Observe o espaço que o rodeia. 3. Registe no quadro seguinte três aspetos com impacte ambiental. Aspetos positivos Aspetos negativos • • • • • •
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 255 B. Penedo do Lexim Este local é um geomonumento (imóvel de interesse público – Decreto-Lei n.o 28/82 de 26 de fevereiro). Corresponde a uma antiga chaminé vulcânica que constituía um vulcão ativo há 70 Ma e que faz parte do Complexo Vulcânico de Lisboa. 1. Assinale no mapa o local onde se encontra, colocando o n.o da paragem. 2. Escolha um local seguro, sente-se e observe as cores, sinta o vento, identifique os aromas, oiça os sons e registe essas observações no quadro seguinte. Cores Sons Cheiros 3. Registe as emoções que sentiu através de um pequeno poema. Escreva-o no espaço seguinte. 4. Imagine-se aqui há cerca de 70 Ma quando este vulcão estava em erupção. Imagine novamente as cores, os cheiros e os sons desse tempo e registe-os no quadro seguinte. Cores Sons Cheiros
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    256 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 5. Escolha com os seus dedos um enquadramento fotográfico e fotografe-o. Realize o esboço da paisagem fotografada. 6. Compare esta paisagem com a da área onde vive. Que diferenças encontra? ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 7. Neste local encontram-se vestígios antropológicos. y Ajude o seu professor a identificar a área. y Preste atenção à explicação. y Indique o que faria para preservar este local. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 8. Complete a frase seguinte, relativa à rocha que constitui o Penedo do Lexim. Esta rocha é o ________________ e resultou do arrefecimento ________________ da lava que existia no interior de uma chaminé vulcânica.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 257 9. Represente esquematicamente um vulcão, em corte, fazendo a legenda das seguintes estruturas: cratera, chaminé vulcânica, cone vulcânico, câmara magmática. 10. Complete a frase seguinte. Ao longo de milhões de anos, o ________________ sofreu ________________ e a rocha da chaminé ficou à vista. Observam-se prismas de basalto, formas que se designam «________________ ________________». É uma paisagem ________________. 11. Escolha um colega de turma que partilhe consigo a mesma banda/cantor preferida/o ou o mesmo gosto musical e desenvolvam o seguinte trabalho de pares: – observem a vegetação que vos rodeia e recolham três folhas de plantas diferentes; – registem as características dessa vegetação. Fotografem-na.
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    258 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 C. Mata Ribeirinha de Cheleiros 1. Assinale no mapa o local onde se encontra, colocando o n.o da paragem. 2. Sente-se de forma confortável, faça silêncio e oiça os sons que o rodeiam. Aproveite este momento e partilhe com os colegas o poema por si elaborado na paragem anterior. 3. Observe esta linha de água (Ribeira de Cheleiros) e esquematize um perfil transversal da mesma. y Identifique a forma do vale provocado pela erosão fluvial. _________________________________________________________________________ y Classifique o troço da ribeira em curso superior, médio ou inferior (para isso é necessário olhar para a dimensão e forma dos seixos que existem no leito do rio). _________________________________________________________________________ y Caracterize a água da ribeira quanto ao pH, temperatura e oxigénio dissolvido. _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 259 Estudo sumário de um ecossistema O estudo integral de todo o ecossistema, de todo o ambiente físico que o integra e de todos organismos que nele vivem, é uma ação humanamente impossível. Por esta razão, os biólogos fazem o estudo de pequenas áreas representativas do ecossistema e, depois, com esses dados generalizam leis para a totalidade do ecossistema. Aqui propõe-se que estude de forma simples o ecossistema ribeirinho à volta deste curso de água. Para tal, forme um grupo de trabalho com 4 a 5 elementos. 1. Observe com atenção e criteriosamente este ecossistema e caracterize-o globalmente, preenchendo o seguinte quadro. 2. Defina a área de amostragem no ecossistema, por exemplo, uma margem desta linha de água que abranja a variedade do ecossistema (água, áreas de vegetação espontânea, troncos velhos, pedras, áreas de declive variado, etc.). Delimite a área de amostragem com estacas improvisadas. Quantifique e/ou qualifique alguns dos fatores abióticos que observa e registe-os no quadro seguinte. Fator abiótico Procedimento Registo Tipo de solo ou substrato • Identifique os tipos de rochas que formam o leito do rio, os detritos, quer em dimensão quer em termos de origem. Temperatura • Meça a temperatura à superfície e em profundidade, quer no solo quer na água. Matéria orgânica • Verifique se existem vestígios ou restos de vegetais (ex: folhas, ramos, etc.) e animais (penas, fezes, ossadas, etc.) no solo. Identifique-os. • Determine a extensão do solo coberta por matéria orgânica (completamente coberta, parcialmente coberta, pouco coberta, descoberta). Outros • Assinale outro fator abiótico particularmente sentido no dia da visita (exemplo, pluviosidade, vento, etc). Tipo de zona Proximidade a cursos de água Grau de exposição à luz solar Características de relevo Florestal Lago Recebe luz direta durante todo o dia Recebe luz apenas durante parte do dia Sombrio Plano Declive pouco acentuado Declive acentuado Montanhoso Planalto Urbana Rio Agrícola Ribeiro Industrializada Fonte Ajardinada Pântano Mar
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    260 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Estudo da biodiversidade 3. Observe a comunidade biótica presente no ecossistema, começando pela comunidade vegetal. Indique que tipo de árvores, arbustos e plantas herbáceas observa (se conseguir, quantifique a diversidade de tipos populacionais presentes e a sua abundância relativa). Comunidade vegetal Arbórea Arbustiva Herbácea 4. Tire fotografias com o objetivo de auxiliar as observações e registos. 5. Dedique-se agora à observação dos animais. Registe a fauna visível em troncos de árvores, arbustos, solo e na água. Não se esqueça que os troncos caídos no solo costumam albergar grande número de seres vivos, assim como algumas pedras (quer em terra, quer na água). (Deverá ter o cuidado de voltar a colocar as pedras e os troncos na posição em que se encontram) Procure vestígios de fauna (ex.: pegadas de animais, habitáculos – tocas, formigueiros, ninhos, etc.). Registe também esses vestígios. Comunidade animal 6. Reflita sobre os motivos que permitiram a existência deste local ainda tão selvagem tão próximo de nós. Indique alguns desses motivos. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 7. O que sugere para preservar o local onde se encontra? ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ Pausa para almoço Nota: Após o almoço, junte o lixo produzido, colocando-o posteriormente nos recipientes apropriados.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 261 D. Granja dos Serrões – campo de lapiás Este local é um geomonumento. Foi reclassificado como Monumento Natural da Granja dos Serrões, pelo Decreto-Lei n.o 142/2008 de 24 de julho. 1. Assinale no mapa o local onde se encontra, colocando o n.o da paragem. 2. Escolha um local seguro, sente-se e observe as cores, sinta o vento, identifique os aromas, oiça os sons e registe no quadro seguinte: Cores Sons Cheiros 3. Registe os aspetos seguintes, fazendo esquemas, tirando fotografias ou fazendo a descrição no quadro seguinte. Aspeto dos blocos rochosos Vegetação Seres vivos observáveis y Aqui a rocha é o calcário. y As formações rochosas que se observam – os lapiás – constituem o remanescente da dissolução do calcário, mostrando a composição estratigráfica de pormenor. y A erosão observada (erosão cársica) resulta da dissolução do carbonato de cálcio pelas águas gasocarbónicas pluviais (águas da chuva com dióxido de carbono dissolvido). A reação química é a seguinte: CaCO3 + H2O + C02 їĂ;,K3)2 Calcário Hidrogenocarbonato de cálcio (solúvel) y Entre os lapiás permanece um resíduo argiloso, não solúvel, constituindo a terra rossa. O campo de lapiás é um testemunho da história geológica da Terra e documenta uma relação entre a atmosfera, litosfera e biosfera.
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    262 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 4. Indique a relação entre este coberto vegetal e o do Penedo de Lexim. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 5. Refira uma justificação para a relação referida anteriormente. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 263 E. A vivência atmosférica de Sintra – Parque da Pena 1. Assinale no mapa o local onde se encontra, colocando o n.o da paragem. 2. Leia em silêncio o seguinte texto. «Sintra pertence àquela classe de valores míticos de primeira grandeza do nosso firmamento espiritual, cujo culto é fervorosamente exercido por uma pequeníssima confraria de apaixonados. (...) Sintra é em tudo excecional – no clima, na paisagem, na História, nos monumentos. (...) A luz ali é doce, cor de cidra, cintilante de suaves gorjeios de claridade, desde que o sol se levanta até ao desmaiar das ave-marias; a finura da sua atmosfera, nascida – como Afrodite – das ondas do mar, côa-se pelos bosques de ericácias e sai perfumada com aromas de mato que floresce nas encostas, sabe a murtinhos e ao medronho capitoso. E os frequentes nevoeiros, tão caluniados e detestados, são como dobras de renda branca a roçar pelo colo dos montes, a enredar-se nas fidalgas cameleiras de jardins (...). Pessoas dotadas de sensibilidade para as coisas do espírito e da Arte nunca poderão aproximar-se de Sintra, da verdadeira Sintra, sem experimentarem a profunda melancolia que se desprende desta região peregrina, destas paragens tantas vezes decantadas e enaltecidas (...)». Lino, Raul. Diário de Notícias, 2/3/1952 2.1 O autor do texto apresenta dois modos de experiência estética. Identifique-os. ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ 3. Faça uma retrospetiva sobre as suas experiências vividas nesta viagem e selecione as afirmações corretas. ;Ϳ A experiência estética é interessada e têm um fim utilitário. ;Ϳ A experiência estética é livre e desinteressada. ;Ϳ 0 juízo estético é um juízo de valor que obedece a normas ético-morais. ;Ϳ O juízo estético é um juízo de conhecimento. ;Ϳ O juízo estético é imparcial, contemplativo e universal. 4. Selecione um elemento do parque, natural ou não. Desenhe-o, fotografe-o ou descreva-o. Justifique a sua escolha.
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    264 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 4. Para pensar e refletir. Será que este parque, ao refletir o modo de estar, a experiência pessoal e subjetiva de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gotha não reflete, também, o encontro do mundo, da história, dos outros, das coisas e dos afetos com a nossa própria interioridade? ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ F. Partilhe com doçura – Escadaria do Palácio da Vila y Cada aluno retira de um saco um papel com um nome de um(a) colega secreto(a) (e não revela o seu nome). y Após retirar o papel com o nome, cada aluno pensa sobre aspetos positivos desse colega. y À vez, cada aluno dirige-se ao(à) colega secreto(a), entrega-lhe um doce típico de Sintra (travesseiro e/ou queijada) e revela o aspeto positivo que identificou sobre ele(a).
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 265 G. Avaliação 1. Agora que a visita chegou ao fim, é importante saber a sua opinião sobre a mesma. - - Refira um aspeto positivo da visita. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ / Refira um aspeto negativo da visita. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ Apresente sugestões para que, futuramente, a visita possa ser melhorada. ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 2. Faça a avaliação final desta visita de estudo, rodeando o número que corresponde à sua opinião (1 corresponde a «Não gostei nada»; 5 corresponde a «Gostei muito»). 1 2 3 4 5 3. Entregue este guião devidamente preenchido ao seu Professor. Deverá também fazer uma reflexão sobre a visita de estudo (em inglês e em português). Use a sua imaginação e, no máximo, 2 páginas A4, por grupo, com letra Arial, tamanho 12. Utilize as fotografias que tirou, devidamente legendadas. O uso de termos científicos e um enredo coerente contribuirão positivamente para a classificação final. Adaptado de: Almeida, A.; Vitorino, A; Calha, L; Silva, P.; Mendes, S. (2013). Guião de trabalho de campo. Trabalho realizado no âmbito da Ação de Formação «Sintra, a Natureza e os homens».
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 267 Conectar as esferas – interações entre os subsistemas terrestres Questão-problema: Serão os subsistemas (biosfera, hidrosfera, geosfera e atmosfera) interdependentes? Objetivos • Identificar os diferentes subsistemas terrestres. • Investigar os subsistemas terrestres, através de observações da natureza. • Descrever interações entre os subsistemas terrestres. Material • Lápis; • Fotocópias do documento «Observações de campo – conectar as esferas» (anexo 1); • Fotocópias do documento «Trabalho de pares – conectar as esferas» (anexo 2); • Post-it. Roteiro de trabalho Envolver 1. Observar o local escolhido durante 10 a 15 minutos. 2. Recolher informações/registar, no mínimo, 5 observações no documento «Observações de campo – conectar as esferas» com base nas seguintes questões: a) O que é que se observa? b) O que acontece na natureza? c) Que mudanças são observáveis? Explorar 1. Observar o diagrama com os componentes dos subsistemas terrestres: água, solo, ar e seres vivos (este trabalho pode ser realizado fora da sala de aula ou após o regresso à mesma). 2. Fazer corresponder as observações realizadas a cada um dos componentes dos subsistemas terrestres. 3. Partilhar as observações com um colega. O Professor pode escolher uma das observações de cada par e descrever com mais detalhe as interações entre os subsistemas, utilizando para isso o documento «Trabalho de pares – conectar as esferas». 4. Desenhar setas para identificar as conexões entre os diferentes subsistemas (deve realizar o máximo de conexões possível). Atividade desenvolvida sob a forma de metodologia inquiry. Áreas de Competências do Perfil dos Alunos: A, B, C, E, F, G, I Saídas de campo Subsistemas terrestres Nota para o Professor: Deverá escolher, previamente, o local onde se vão realizar as observações, como um jardim, uma mata, uma floresta, etc.
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    268 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 5. Escrever nas setas as explicações das conexões. 6. O Professor pode solicitar a alguns grupos a explicação das interações desenhadas e identificadas ou, em alternativa, colocar os desenhos elaborados ao longo das paredes da sala e pedir aos alunos para os observarem. Explicar 1. Questionar os alunos sobre: a) O que viram e ouviram? b) Que conclusões poderão tirar? c) O que é que esta exploração permite mostrar? Avaliar 1. Mostrar aos alunos imagens diversificadas que representam elementos de subsistemas terrestres. Para cada imagem, e durante o intervalo de tempo de 30 segundos, os alunos deverão identificar interações entre subsistemas. 2. Recolher a folha no final. Explorar mais (sugestões para o Professor) – Poderá elaborar um Kahoot com esta dinâmica. – Poderá realizar esta atividade em diferentes alturas do ano letivo, de modo a comparar observações e interações. – Poderá «gamificar» esta atividade: pode fornecer aos alunos pares de interações (exemplo: sol-solo) num conjunto de cartas elaborado para o efeito e solicitar que descrevam uma situação que ilustra cada uma das interações fornecidas. Adaptado de https://gpm.nasa.gov/education/lesson-plans/connect-spheres-earth-systems-interactions Nota para o Professor: Pretende-se que os alunos compreendam que todos os subsistemas terrestres estão conectados de alguma forma e que cada parte não pode existir por si só. Nota para o Professor: deverá fornecer post-it em número igual aos trabalhos e pedir aos alunos para escreverem um comentário ou identificar mais conexões.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 269 Anexo I Observações de campo – conectar as esferas Número da observação Observação 1 2 3 4 5 6 7 8
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    270 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Anexo II Trabalho de pares – conectar as esferas 1. Desenhe um círculo à volta dos subsistemas correspondentes às observações. 2. Desenhe as setas que permitem representar as conexões observadas nos subsistemas. 3. Descreva os detalhes de cada uma das interações ao longo de cada seta. Ar (atmosfera) Seres vivos (biosfera) Solo (geosfera) Água (hidrosfera)
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 271 Enquadramento As dinâmicas de grupo consistem em atividades interativas, geralmente, desenvolvidas na forma de jogo, que permitem gerar e desenvolver um ambiente inclusivo de ensino e aprendizagem e um sentimento de pertença à turma, através da criação de oportunidades de comunicação (oral e escrita) para todos os alunos. Estas dinâmicas possibilitam o desenvolvimento de várias competências, proporcionam ambientes de tomada de decisão importantes para o exercício de cidadania e têm, ainda, a vantagem de «transformar» o Professor num líder reconhecido por todos, contribuindo, muitas vezes, para a diminuição de ocorrências disciplinares em turmas cujo comportamento é muito agitado. Permitem, ainda, compreender a dinâmica da própria turma, pois possibilitam a identificação de alunos: líderes, inibidos, com boas capacidades de comunicação, afetivos, etc. As dinâmicas de grupo que seguidamente se apresentam estão divididas em dois tipos: • as que permitem desenvolver e mobilizar as áreas de competências do Perfil dos Alunos relacionadas com o bem-estar, a saúde e o ambiente, o relacionamento interpessoal e o desenvolvimento pessoal e da autonomia, dotando o aluno de ferramentas para o exercício pleno de cidadania, e que podem ser utilizadas em qualquer momento; • as que permitem desenvolver e mobilizar competências relacionadas com a aprendizagem, nomeadamente de saber científico, técnico e tecnológico, e que deverão ser aplicadas durante a lecionação desses conteúdos científicos. Quer para as primeiras, quer para as segundas, o Professor deverá propiciar sempre, no final da sua aplicação, um momento de reflexão, através da colocação de questões, onde poderá identificar as dificuldades sentidas pelos alunos. Deste modo, sugere-se, no final de cada uma das atividades, um conjunto de questões que poderão ser utilizadas pelo Professor. Contudo, o docente poderá optar por colocar outras que considere mais adequadas ao grupo-turma. A reflexão pode ser dirigida para o grupo-turma, em geral, ou individualmente, consoante o tipo de dinâmica realizada (este aspeto é referido em cada uma das atividades sugeridas). O momento de reflexão é muito importante, pelo que é recomendável que não seja descurado (o Professor deverá reservar parte da aula para esta fase – no mínimo, aproximadamente, meia hora). Sugere-se a aplicação destas dinâmicas de grupo em aulas em que a turma esteja dividida em turnos. O tempo de duração de cada uma delas é de, aproximadamente, noventa minutos. Dinâmicas de grupo
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    272 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Quebra-gelo: Eu chamo-me… e gosto de… Introdução: O objetivo desta dinâmica de grupo é promover a interação e, consequentemente, a comunicação entre os vários intervenientes, através de um jogo, cuja regra deverá ser descoberta por cada um dos alunos e só deve ser revelada no final. É útil a sua realização no início do ano letivo, pois permite que os alunos se possam conhecer melhor e revelar alguns gostos pessoais. Esta atividade também permite desinibir os alunos mais introvertidos, diverti-los, testar a sua atenção e concentração e levá-los à interiorização de que é importante o cumprimento das regras. Os alunos não deverão conversar uns com os outros durante a realização da atividade. Material: – Cadeiras dispostas em círculo (tantas quantos os participantes) – Bola Procedimento: As cadeiras deverão ser ocupadas por todos os alunos e pelo Professor, que também entrará no jogo. Não deverão existir no círculo cadeiras vazias – as excedentes deverão ser retiradas para outro local da sala – e o círculo deverá estar o mais apertado possível (em contexto pandémico deverá fazer-se um círculo mais alargado). O Professor deverá começar por referir que existe uma regra subjacente ao jogo e que o objetivo é descobrir essa mesma regra. A regra é: Eu chamo-me Cristina (o aluno diz o seu nome) e gosto de camélias (o aluno diz algo de que goste – objetos, ações, etc. – cuja inicial deve ser igual à inicial do seu próprio nome). Como nenhum dos alunos sabe esta regra, deverá ser o Professor a iniciar o jogo, com a bola nas mãos. Passa depois a bola para o participante à sua direita ou à sua esquerda que deverá repetir este procedimento. Todos os alunos deverão participar e o jogo só deve ser interrompido após o Professor se certificar de que todos os alunos estão a obedecer à regra. Nessa altura, o Professor deverá abrir o momento de reflexão sobre esta atividade. Reflexão (para o grupo-turma): • Porque estamos em círculo? • Para que serviu este jogo? • Que regra estava implícita neste jogo? • Sentiram facilidades? Quais? • Sentiram dificuldades? Quais? Dinâmica de grupo 1 Competências relacionadas com o bem-estar, a saúde e o ambiente, o relacionamento interpessoal e o desenvolvimento pessoal e da autonomia
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 273 Quebra-gelo: Repetição de nomes Esta dinâmica de grupo é semelhante à anterior em vários aspetos: deve ser realizada no início do ano letivo e também permite desinibir os alunos mais introvertidos, diverti-los e testar a sua atenção e concentração. Trata-se de um jogo de memorização dos nomes de todos os alunos da turma. Com esta dinâmica, o Professor poderá ficar a conhecer mais rapidamente os nomes dos alunos e identificar aqueles que possuem uma melhor capacidade de memorização e concentração. Os alunos não deverão conversar uns com os outros durante a realização da atividade. Material: – Cadeiras dispostas em círculo (tantas quantos os participantes) – Bola Procedimento: As cadeiras deverão ser ocupadas por todos os alunos. O Professor poderá escolher se entra no jogo ou não. Não deverão existir no círculo cadeiras vazias – as excedentes deverão ser retiradas para outro local da sala – e o círculo deverá estar o mais apertado possível (no contexto pandémico atual poderá fazer-se um círculo mais alargado). O Professor deverá começar por referir que o objetivo é os alunos repetirem todos os nomes de colegas que vão ouvindo pela ordem em que são referidos, acrescentando de seguida o seu próprio nome. Por exemplo: o primeiro aluno, que se chama Miguel, diz o seu nome; o segundo aluno, que se chama António, diz Miguel e acrescenta António; o terceiro aluno, que é a Bruna, diz Miguel, António, Bruna; e assim sucessivamente. O Professor escolhe, então, o sentido do jogo (no sentido dos ponteiros do relógio ou em sentido contrário) e o aluno que o irá iniciar, colocando-lhe uma bola nas mãos. A bola deverá ser passada de aluno para aluno. O último aluno deverá repetir todos os nomes ditos pelos colegas até então. Reflexão (para o grupo-turma) • Porque estamos em círculo? • Para que serviu este jogo? • Sentiram facilidades? Quais? • Sentiram dificuldades? Quais? Dinâmica de grupo 2 Competências relacionadas com o bem-estar, a saúde e o ambiente, o relacionamento interpessoal e o desenvolvimento pessoal e da autonomia
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    274 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Dizer bem nas costas Esta dinâmica de grupo pretende aumentar a coesão do grupo-turma, através do reforço positivo, nomeadamente pela atribuição de elogios de todos alunos, uns aos outros. Esta atividade só deverá ser dinamizada algum tempo após o início do ano letivo, pois requer que os alunos se conheçam bem entre si. Os elogios podem ser de natureza variada e devem ser feitos com respeito. Material: – Cadeiras dispostas em círculo (tantas quantos os participantes) – Fita-cola – Folhas de papel A5 (em número igual ao número dos alunos da turma) – Canetas de diferentes cores Procedimento: Inicialmente, os alunos ficam de pé, dispostos no interior do círculo formado pelas cadeiras. Nas costas de cada aluno, deverá ser colada, com fita-cola, uma folha A5, em branco. O Professor solicita, então, a cada participante, que escreva uma característica positiva na folha de cada um dos colegas. Após esta fase, os alunos sentam-se nas cadeiras, retiram a folha de papel que têm nas costas e, na sua vez, leem os elogios escritos pelos seus colegas. Reflexão (individualmente para cada aluno): • Concorda com os elogios que lhe foram feitos? • Na sua perspetiva, acrescentaria mais algum? Porquê? • Como se sentiu quando olhou pela primeira vez para a folha que estava nas suas costas? Porquê? • O que foi mais fácil para si: escrever elogios para os outros colegas ou ler os que escreveram para si? Dinâmica de grupo 3 Competências relacionadas com o bem-estar, a saúde e o ambiente, o relacionamento interpessoal e o desenvolvimento pessoal e da autonomia
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 275 O valor das palavras À semelhança da dinâmica de grupo anterior, também esta pretende aumentar a coesão do grupo-turma, mas, desta vez, através da identificação de um conjunto de expressões que devem ser usadas nas relações entre as pessoas e de outro conjunto de expressões que devem ser evitadas a todo o custo. Esta atividade poderá ser dinamizada em qualquer altura do ano letivo e, principalmente, se estiverem identificadas dificuldades de relacionamento entre os alunos da turma. Permite, ainda, identificar situações passadas que possam ter tido influência na forma como, atualmente, o aluno se relaciona com as outras pessoas e trabalhar competências relacionadas com a discriminação sexual ou racial, por exemplo. Material: – Cadeiras dispostas em círculo (tantas quantos os participantes) – Folhas de papel A5 (duas por cada aluno participante) – Canetas de diferentes cores Procedimento: As cadeiras deverão ser ocupadas por todos os alunos. Não deverão existir no círculo cadeiras vazias – as excedentes deverão ser retiradas para outro local da sala – e o círculo deverá estar o mais apertado possível (em contexto pandémico deverá fazer-se um círculo mais alargado). O Professor distribui duas folhas A5, em branco, a cada aluno e solicita a cada participante que escreva numa das folhas uma expressão que se pode utilizar com os colegas e, na outra folha, uma expressão que não se deve usar. Após este momento, os alunos, à vez, leem as expressões que registaram em cada folha. Estas expressões poderão ser escritas no quadro, dividido em dois setores, ou poderão ser afixadas num placard, também dividido nesses sectores. Descrevem-se a seguir alguns exemplos do que poderá ser registado pelos alunos: Expressões a usar: Acredita em ti; ainda bem que fazes parte da minha vida; és o meu braço direito; és uma ótima pessoa; essa roupa fica-te bem; fico feliz por estares bem; muito obrigada; para a próxima corre melhor; tens tantas qualidades; vamos resolver as nossas divergências; ajuda-me, por favor. Expressões a evitar: A culpa é toda tua; é por essas e por outras que não falo contigo; és um atrasado mental; essa roupa não te fica bem; não fazes nada bem; não gostas de ninguém; só pensas em ti; vai e não voltes; preferia nunca te ter conhecido; não podes confiar em ninguém. Reflexão (individualmente para cada aluno): • De que forma a expressão a usar que escreveu pode fazer a diferença para outra pessoa? • Por que razão escreveu essa expressão a evitar? • Como reagiria, a partir de agora, se ouvisse alguma das expressões a evitar destinadas a si? Porquê? Reflexão (para o grupo-turma) • Na vossa perspetiva, faltou referir alguma expressão? Qual? Dinâmica de grupo 4 Competências relacionadas com o bem-estar, a saúde e o ambiente, o relacionamento interpessoal e o desenvolvimento pessoal e da autonomia
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    276 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 A ordenação Esta dinâmica de grupo destina-se a conteúdos que impliquem uma sequência de acontecimentos. Neste caso, escolheu-se a escala do tempo geológico e a fotossíntese, mas o Professor poderá adaptá-la também aos acontecimentos ocorridos no ciclo das rochas, na propagação de impulso nervoso, incluindo a sinapse química, ou no transporte nas plantas e durante a respiração aeróbia. É desejável que esta dinâmica de grupo seja aplicada nas aulas em que a turma esteja dividida em turnos, pois a dimensão da sala onde será realizada pode ser uma condicionante. Propõe-se a realização desta atividade num contexto de consolidação de conhecimentos. Para a realização desta dinâmica é necessário que os alunos se posicionem segundo o acontecimento que lhe foi atribuído, tendo em conta todos os outros. As regras que deverão ser respeitadas são as seguintes: os alunos não devem falar, comunicando entre si apenas por gestos, e não devem pisar o chão (devem deslocar-se apenas em cima das folhas de jornal). Caso algumas destas regras seja desrespeitada, o jogo deverá reiniciar-se. Material: – Folhas duplas de jornal (em número igual ao número total dos alunos participantes) – Cartões de cartolina de tamanho A4 (contendo, cada um, um acontecimento específico) Exemplos de acontecimentos que podem constar nos cartões (na sequência correta) Escala do tempo geológico Fotossíntese x Formação do planeta Terra. x Formação da atmosfera. x Formação dos oceanos. x Aparecimento dos seres heterotróficos. x Aparecimento dos seres autotróficos. x Formação da camada de ozono. x Colonização do meio terrestre pelos seres vivos. x Aparecimento das trilobites. x Formação do supercontinente Pangeia. x Aparecimento das plantas com flor. x Extinção das amonites. x Aparecimento dos hominídeos. x Captação da luz pelos pigmentos fotossintéticos. x Excitação das clorofilas. x Transferência de eletrões para moléculas aceitadoras. x Transporte ativo de H+ . x Oxidação das moléculas de clorofila. x Redução das clorofilas do fotossistema I. x Síntese de ATP e de NADPH. x Fixação do carbono. x Formação de ADP e de NADP+ . x Redução e produção de açúcares. x Regeneração da ribulose bifosfato. Procedimento: As mesas e as cadeiras devem ser afastadas, de modo a criar um espaço amplo na sala. As folhas de jornal devem ser colocadas no chão, abertas, em fila (reta ou curva). Com os cartões de cartolina voltados para baixo, o Professor solicita aos alunos que escolham um, sem verem o que tem escrito e sem o mostrarem. Cada aluno posiciona-se em cima de uma folha de jornal e só nessa altura deve mostrar o seu cartão. Sem falarem uns com os outros e sem porem os pés no chão, os alunos devem ordenar-se segundo os acontecimentos dos respetivos cartões. Reflexão (para o grupo-turma): • O que foi mais fácil nesta dinâmica de grupo? • Quais as principais dificuldades que encontraram? • Que acontecimentos não foram considerados nesta dinâmica? Onde os incluiriam? Dinâmica de grupo 5 Competências relacionadas com o saber científico, técnico ou tecnológico
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 277 O risco O objetivo desta dinâmica de grupo é avaliar o conceito de risco que os alunos possuem, considerando diferentes situações. Esta atividade pode ser aplicada em unidades didáticas como a vulcanologia, a sismologia e a biodiversidade, baseando-se num exercício de tomada de decisão, com a respetiva justificação. Material: – 1 corda grossa, com aproximadamente 2,5 metros – Folhas A4, com números de 0 a 10 (em que o 0 corresponde a nenhum risco e o 10 corresponde ao risco máximo) – Tiras de papel,com afirmações ou texto Alguns exemplos de afirmações que podem constar nas tiras Risco vulcânico Risco sísmico Risco de perda de biodiversidade x Através do estudo do registo geológico das rochas da região, descobri que a casa onde moro encontra-se implantada numa região vulcânica que, há 80 Ma, mostrou inúmeras erupções com um caráter explosivo. x Por razões profissionais, a minha família teve de mudar de residência para a ilha do Faial, nos Açores. x O meu pai é da ilha da Madeira e sempre lá vivemos. Apesar de ter surgido uma oportunidade, nunca fomos morar para o continente. x Os meus pais querem mudar-se para o Algarve, pois nessa região o clima é mais agradável. x Através do estudo geológico das rochas da região, descobri que a casa onde moro encontra-se implantada por cima de uma falha inativa. x A minha família teve de mudar de residência do Porto para Lisboa. x A minha família resolveu mudar de estilo de vida e comprou um terreno onde se projeta construir um aldeamento turístico, junto ao Parque Natural de Peneda-Gerês. x A minha irmã foi trabalhar para o estrangeiro e deixou-me a sua tartaruga americana com 20 anos. Como tive pena dela, libertei-a numa ribeira perto de casa. x Por indicação de vários amigos, fui comprar uma piton-da-birmânia bebé. Paguei uma pequena fortuna. Procedimento: Colocar a corda no chão e dispor, por ordem crescente, os números de 0 a 10 (em folhas A4) ao longo da corda. Os alunos retiram, de uma caixa, uma tira dobrada com uma frase escrita e, sem mostrar a frase aos outros, leem-na em silêncio e vão posicionar-se na escala, de acordo com o risco que atribuem a essa frase. Caso tenham dúvidas, podem consultar o manual antes de se posicionarem na corda. Os alunos devem, posteriormente, conferenciar entre si para descobrirem quem tirou a mesma frase e decidir, em grupo, em que posição se deverão efetivamente colocar. Reflexão (para o grupo-turma): • Por que razão se posicionaram dessa forma? • Qual a importância da previsão e prevenção vulcânica/sísmica? • Que implicações têm a comercialização de espécies exóticas e a sua libertação no meio ambiente? • Qual a importância da preservação de áreas naturais? • Existem aspetos positivos associados ao vulcanismo/ à sismicidade/ à perda de biodiversidade? Se sim, quais? Dinâmica de grupo 6 Competências relacionadas com o saber científico, técnico ou tecnológico
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    278 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Cadeias alimentares Esta dinâmica de grupo permite que os alunos compreendam o conceito de cadeia alimentar e a sua importância para o equilíbrio dos ecossistemas. Pode ser realizada em interdisciplinaridade com Educação Física. O Professor poderá aplicá-la antes de introduzir os conceitos associados a esta questão, uma vez que os alunos já abordaram este conteúdo no 8.° ano, na disciplina de Ciências Naturais. Material: – Coletes ou T-shirts de três cores diferentes – Dispositivo de áudio para reprodução de música – Espaço externo à sala de aula Procedimento: O Professor, que não deve revelar o objetivo do jogo, divide os alunos em três grupos com a seguinte constituição: 1.° grupo – 15 produtores (P), que vestem um colete de cor verde e simulam o fitoplâncton; 2.° grupo – 8 consumidores primários (CP), que vestem um colete de cor amarela e simulam o zooplâncton; 3.° grupo – 5 consumidores secundários, (CS), que vestem um colete de cor vermelha e simulam sardinhas. O Professor poderá organizar os grupos com um número diferente de alunos, mas deverá manter a proporção indicada. Ao som da música, os CP procuram apanhar os P (alimentando-se deles) e esconder-se das sardinhas, enquanto estas procuram alimentar-se do zooplâncton. Caso um produtor seja apanhado por um CP, senta-se e espera o fim da rodada; se o CP for apanhado por um CS também se senta e espera pelo fim da rodada. Para se defender de um ataque de CS, os CP agacham-se, escondendo-se do CS (predador). No fim da rodada, que é anunciada pelo terminar da música, os alunos P apanhados transformam- -se em CP e devem vestir um colete/T-shirt da cor respetiva (ganho em população devido à alimentação). Os CP que não se tenham alimentado «morrem» (e saem do jogo), os apanhados transformam-se em CS e vestem o colete/T-shirt da cor respetiva. Caso um CS não se tenha alimentado, «morre» e sai do jogo. Reflexão (para o grupo-turma): • O que estiveram a representar? (o Professor pode aproveitar para clarificar o conceito de cadeia alimentar) • Por que motivo este jogo começa com a proporção indicada? • Se esta atividade continuasse por mais rodadas, o jogo continuaria a ser possível? • Porque é que os seres vivos precisam de se alimentar? • Por que razão num ecossistema em equilíbrio as populações dos vários níveis tróficos não desaparecem? • O ser humano pesca sardinhas; que consequências tem isso nesta cadeia? E que consequências pode haver para o ecossistema marinho? • Que exemplos de desequilíbrios de ecossistemas conhecem? Dinâmica de grupo 7 Competências relacionadas com o saber científico, técnico ou tecnológico
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 279 O carrossel A estratégia do carrossel é uma dinâmica de grupo que poderá ser usada em qualquer unidade didática de qualquer domínio da disciplina de Biologia e Geologia e, também no âmbito de temáticas de Cidadania e Desenvolvimento, nomeadamente, a utilização racional da água, a proteção de geomonumentos, a criação de áreas protegidas, a bioética (ex.: a utilização de espécies animais como cobaias em experiências científicas), e em questões sensíveis como a gravidez na adolescência, a interrupção voluntária da gravidez, a discriminação racial e sexual, etc. Consiste na utilização de uma «Caixa de perguntas», na qual os participantes colocam anonimamente uma questão que gostariam de ver esclarecida. Esta dinâmica é muito importante, pois permite desenvolver competências de comunicação (oral ou escrita), sem expor alunos que, por timidez ou vergonha, têm receio de colocar dúvidas no desenrolar da aula. Material: – Tiras de papel (uma tira por aluno participante) – 1 caixa de papel com uma ranhura no meio («Caixa de perguntas») – Cadeiras (tantas quantos os participantes; em número par) Procedimento: O Professor deverá iniciar a dinâmica por distribuir as tiras de papel em branco, uma por cada aluno e solicitar o seu preenchimento com uma questão/dúvida que gostassem de ver respondida. Após o preenchimento, os alunos devem dobrar a tira de papel ao meio e colocá-la na caixa. Serão, então, criados dois grupos, cada um com metade dos alunos da turma1 . Num dos grupos, os alunos irão desempenhar a função de inquiridores, enquanto os restantes tentarão responder às questões colocadas pelos primeiros. Numa segunda fase, trocam de papel: os alunos inicialmente inquiridores deverão passar àqueles que respondem, enquanto os que responderam na fase inicial, deverão passar a ser inquiridores. No centro da sala, devem dispor-se as cadeiras da seguinte forma: um grupo de cadeiras deve estar com as costas voltadas umas para as outras e encostadas; aí devem sentar-se os alunos que irão responder. À frente de cada uma destas cadeiras, deverá colocar-se outra cadeira, de forma a possibilitar que o aluno que coloca a pergunta fique de frente para o aluno que responde, de acordo com o esquema abaixo: P – Aluno que pergunta R – Aluno que responde 1 O n.° de alunos envolvidos tem de ser par. Caso isto não se verifique, o Professor poderá participar na atividade, pois todos os alunos devem estar envolvidos para que se sintam integrados no grupo-turma. Dinâmica de grupo 8 Competências relacionadas com o saber científico, técnico ou tecnológico
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    280 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Posteriormente, cada aluno inquiridor deverá retirar uma tira da caixa de perguntas e colocar a questão inscrita na tira ao aluno que está sentado à sua frente. Quando o Professor o indicar, os alunos P deverão avançar, ao mesmo tempo, para o próximo aluno que dá a resposta (ver setas no esquema). Quando todos os alunos tiverem respondido às questões, trocam de lugar, e os alunos P passam a ser R e os alunos R passam a ser P. O tempo limite para a elaboração oral de cada resposta deverá ser regulado pelo Professor. A atividade termina quando estiverem respondidas todas as questões nesta segunda fase. Reflexão (para o grupo-turma) • Em que papel se sentiram melhor: no de aluno que pergunta ou no do aluno que responde? Porquê? • Qual foi a questão que tiverem de colocar? • Que respostas obtiveram a essa questão? • Por que motivo obtiveram respostas diferentes à mesma questão? Nota: O Professor poderá recorrer às respostas mais corretas para elaborar uma apresentação digital, que deverá partilhar com os alunos.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 281 Quem conta um conto… Esta dinâmica de grupo tem como objetivo refletir sobre a forma como mudamos as histórias, desde que nos são contadas até ao momento em que somos nós próprios a contá-las. Poderá ser aplicada em qualquer unidade didática e permite desenvolver a competência de comunicação e melhorar as capacidades de memorização e concentração. Poderá ser realizada em interdisciplinaridade com uma disciplina de língua estrangeira (através de um texto construído nessa língua) e em qualquer momento do ano letivo. Material: – Cadeiras dispostas em círculo (tantas quantos os participantes) – Texto (escrito em português ou numa língua estrangeira), que deve ter vários personagens e vários acontecimentos e não deve ser maior do que o exemplificado de seguida Exemplo de um possível texto2 : Filho de um comerciante, James Hutton nasceu em Edimburgo, a 3 de junho de 1726 e faleceu a 26 de março de 1797, nessa mesma cidade. O seu pai e o seu irmão mais velho morreram quando ele era criança, deixando-o com a sua mãe e mais três irmãs. A sua instrução inicial foi dada pela sua mãe, tendo frequentado depois a atual Royal High School e, mais tarde, a Universidade de Edimburgo, na qual iniciou os seus estudos em Direito. Contudo, como aprendiz de advogado, ele dedicava mais tempo a divertir os seus colegas escriturários com experiências químicas do que a copiar documentos legais. Como resultado, foi dispensado do curso de Direito antes do final do primeiro ano e ingressou no estudo da Medicina, por estar mais intimamente relacionada com a Química. Ele passou três anos na Universidade de Edimburgo, depois dois em Paris e, finalmente, obteve o título de doutor na Holanda, em setembro de 1749. Mas, a Medicina tinha pouco apelo para Hutton. A sua associação com o amigo James Davie para desenvolverem um método barato de fabricação de sal amoníaco provou-se financeiramente compensadora e, portanto, Hutton acabou por decidir dedicar-se à agricultura. Estas duas atividades revelam-se muito compensadoras a nível financeiro e, por esse motivo, acabou por desistir da agricultura em 1768, para se estabelecer em Edimburgo, onde poderia perseguir os seus interesses científicos. Procedimento: As cadeiras deverão ser ocupadas por todos os alunos. Não deverão existir no círculo cadeiras vazias – as excedentes deverão ser retiradas para outro local da sala – e o círculo deverá estar o mais apertado possível (em contexto pandémico deverá fazer-se um círculo mais alargado). O Professor solicita a três voluntários para formarem um grupo, que sairão da sala acompanhados por um colega que lhes irá ler o texto fornecido pelo Professor. A leitura do texto deverá ser feita a um colega de cada vez (sem os outros ouvirem). Enquanto isso, o Professor deverá ler o texto original na sala. Após ouvirem o texto e por indicação do Professor, cada aluno voluntário deverá reentrar na aula e contar à restante turma o que ouviu. 2 Pode ser utilizada a biografia de qualquer outro cientista, qualquer outra história ou uma sequência de acontecimentos que levaram a uma descoberta. Dinâmica de grupo 9 Competências relacionadas com o saber científico, técnico ou tecnológico
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    282 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Reflexão (para o grupo-turma): • Que personagens identificaram nesta história? • Que discrepâncias encontraram entre o texto original e o que foi relatado pelos alunos voluntários? • Que pormenores foram mais valorizados? • Porque é que isso acontece? • O que é comunicar?3 • O que é importante para que a comunicação seja eficiente? 3 O Professor poderá ir registando no quadro as respostas dos alunos a esta questão, de forma a poder ser feita uma síntese no final da aula.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 283 Enquadramento legal dos domínios de autonomia curricular (DAC) «Domínios de autonomia curricular (DAC) são áreas de confluência de trabalho interdisciplinar e ou de articulação curricular, desenvolvidas a partir da matriz curricular-base de uma oferta educativa e formativa, tendo por referência os documentos curriculares, em resultado do exercício de autonomia e flexibilidade, sendo, para o efeito, convocados, total ou parcialmente, os tempos destinados a componentes de currículo, áreas disciplinares e disciplinas.» Alínea e) do Artigo 3.o do Decreto-Lei 55/2018, de 6 de julho «Os domínios de autonomia curricular têm por base os documentos curriculares das componentes de currículo, áreas disciplinares e disciplinas que lhes dão origem.» Artigo 19.o, n.o 4, do Decreto-Lei 55/2018, de 6 de julho Objetivos dos DAC • Consolidar, aprofundar e enriquecer as Aprendizagens Essenciais. • Desenvolver e valorizar as áreas de competências definidas no Perfil dos Alunos à saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO). • Desenvolver competências de pesquisa, avaliação, reflexão, mobilização crítica e autónoma de informação, com vista à resolução de problemas e ao reforço da autoestima dos alunos. • Promover o exercício da cidadania ativa, de participação social em contextos de partilha e de colaboração e de confronto de ideias. • Implementar metodologias centradas no aluno, proporcionando situações de aprendizagens significativas. Principais etapas da construção de um DAC 1. Definir, em Conselho de Turma, as disciplinas cujos conteúdos podem ser trabalhados no mesmo DAC. Identificar as aprendizagens essenciais que são comuns ou que referem explicitamente a articulação interdisciplinar, tendo em vista o desenvolvimento de áreas de competência identificadas no PASEO. 2. Articular as Aprendizagens Essenciais e Transversais e as competências do PASEO que se pretendem desenvolver com o DAC. 3. Privilegiar o trabalho prático-experimental e o desenvolvimento das capacidades de pesquisa, relação e análise, tendo por base: – temas, aprendizagens ou problemas; – competências e capacidades; – géneros textuais associados à produção e transmissão de informação e conhecimento. 4. Definir o produto final, envolvendo os alunos no processo. 5. Construir o cronograma de ação e definir o planeamento (tempo, espaços e recursos necessários). 6. Definir a avaliação (técnicas, procedimentos diversificados e adequados às finalidades, ao objeto em avaliação, aos destinatários e ao tipo de informação a recolher). Adaptado de www.erte.dge.mec.pt/sites/default/files/projectos_transversais/laboratorios_de_aprendizagem/atividades/w3_dac_9julho.pdf (consultado em 21/03/2021) Domínios de autonomia curricular (DAC)
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 285 Promoção da consciencialização ambiental Áreas disciplinares Biologia e Geologia y Português y Inglês y Física e Química A y Economia y Cidadania e Desenvolvimento Abordagens pedagógicas Aprendizagem colaborativa, aprendizagem por projeto, aprendizagem baseada em casos, aula invertida e aprendizagem baseada na resolução de problemas. Domínios Aprendizagens Essenciais Aprendizagens Transversais Perfil dos Alunos Biologia Biodiversidade • Relacionar a diversidade biológica com intervenções antrópicas que podem interferir nas dinâmicas dos ecossistemas (interações bióticas/ abióticas, extinção e conservação de espécies). • Pesquisar e sistematizar informações, integrando saberes prévios, para construir novos conhecimentos. • Realizar atividades em ambientes exteriores à sala de aula articuladas com outras atividades práticas. • Formular e comunicar opiniões críticas, cientificamente fundamentadas e relacionadas com Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente (CTSA). • Articular conhecimentos de diferentes disciplinas para aprofundar tópicos de Biologia e de Geologia. • Conhecedor/sabedor/ culto/ informado (A, B, G, I, J) • Criativo (A, C, D, J) • Crítico/analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/investigador (C, D, F, H, I) • Sistematizador/organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/autónomo (C, D, E, F, G, I, J) Geologia Geologia e métodos • Interpretar situações, identificando exemplos de interações entre os subsistemas terrestres (atmosfera, biosfera, geosfera e hidrosfera). Fases de execução do projeto 1. Realizar um exercício participativo com os alunos (em pequenos grupos) – mapeamento –, com o objetivo de identificar situações, na escola, em praias ou em rios próximos, relacionadas com o problema da contaminação do meio envolvente por plásticos. Possíveis problemas a detetar: ecopontos inexistentes/em número reduzido; ausência de hábitos de reciclagem na escola e em casa, falta de educação ambiental. 2. Formular a questão-problema. 3. Efetuar uma pesquisa orientada sobre os plásticos: a sua origem, utilizações, os impactes do seu uso para o ambiente e para a saúde (compreender a interferência nos ecossistemas e nas dinâmicas dos diferentes subsistemas terrestres). DAC 1 Educação ambiental
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    286 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 4. Identificar e contactar entidades e pessoas (parceiros/stakeholders) que possam ajudar a responder à questão-problema. 5. Realizar uma saída de campo/visita de estudo para levantamento e recolha de dados que permitam conhecer melhor a questão-problema. 6. Realizar atividades práticas para reconhecimento dos tipos de plásticos existentes e das suas aplicações. 7. Realizar palestras sobre a visita de estudo e as atividades laboratoriais, discutindo alguns assuntos relacionados com a problemática em estudo: economia circular, ciclo de vida dos produtos, redução dos plásticos e impactes ambientais (estas palestras podem ser organizadas pelos alunos com a colaboração dos stakeholders). 8. Pensar no produto final, de acordo com a questão-problema formulada, como a construção de máquinas que permitam reutilizar os plásticos (consultar, por exemplo, o site https://preciousplastic.com/); colocar mais ecopontos ou reorganizar os existentes na escola; promover campanhas de reciclagem; póster científico bilingue). 9. Comunicar o projeto à comunidade escolar.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 287 Estudo de geossítios (ou sítios de interesse geológico) Áreas disciplinares Biologia e Geologia y Português y Inglês y Cidadania e Desenvolvimento Abordagens pedagógicas Aprendizagem colaborativa, aprendizagem por projeto, aprendizagem baseada em estudos de caso, aula invertida e aprendizagem baseada na resolução de problemas. Contextualização Domínios Aprendizagens Essenciais Aprendizagens Transversais Perfil dos Alunos Geologia Geologia e métodos Estrutura e dinâmica da geosfera • Interpretar situações identificando exemplos de interações entre os subsistemas terrestres (atmosfera, biosfera, geosfera e hidrosfera). • Relacionar a construção da escala do tempo geológico com factos biológicos e geológicos da história da Terra. • Distinguir vulcanismo ativo de inativo, justificando a sua importância para o estudo da história da Terra. • Localizar evidências de atividade vulcânica em Portugal e os seus impactes socioeconómicos (aproveitamento geotérmico, turístico e arquitetónico). • Usar a teoria da Tectónica de Placas para analisar dados de vulcanismo e sismicidade em Portugal e no planeta Terra, relacionando-a com a prevenção de riscos geológicos. • Pesquisar e sistematizar informações, integrando saberes prévios, para construir novos conhecimentos. • Realizar atividades em ambientes exteriores à sala de aula articuladas com outras atividades práticas. • Formular e comunicar opiniões críticas, cientificamente fundamentadas e relacionadas com Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente (CTSA). • Articular conhecimentos de diferentes disciplinas para aprofundar tópicos de Biologia e de Geologia. • Conhecedor/sabedor/ culto/ informado (A, B, G, I, J) • Criativo (A, C, D, J) • Crítico/analítico (A, B, C, D, G) • Indagador/ investigador (C, D, F, H, I) • Sistematizador/ organizador (A, B, C, I, J) • Questionador (A, F, G, I, J) • Comunicador (A, B, D, E, H) • Participativo/colaborador (B, C, D, E, F) • Responsável/autónomo (C, D, E, F, G, I, J) Fases de execução do projeto 1. Realizar um exercício de brainstorming sobre o que é o património geológico. 2. Efetuar uma pesquisa orientada sobre geossítios em Portugal. Nota: existe uma listagem de geossítios e a respetiva descrição no site http://geossitios.progeo.pt DAC 2 Desenvolvimento sustentável
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    288 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 3. Orientar a escolha dos alunos, relativamente ao geossítio a estudar, com base na descrição e nas aprendizagens essenciais da disciplina de Biologia e Geologia. 4. Efetuar pesquisas sobre esse geossítio (possibilidade de visita, pontos de interesse a visitar, importância para o país, entidade gestora, caso exista, etc.) 5. Selecionar cientista(s) ou centro(s) de investigação que possam fornecer informações sobre o local e entrevistá-lo(s). 6. Divulgar a(s) entrevista(s) no jornal da escola, na rádio ou em qualquer outro meio de comunicação social. 7. Planificar uma visita de estudo ao local (assinalar na carta geológica as possíveis paragens a realizar, o tipo de observações a efetuar, possibilidade de recolher amostras e determinar quais e como devem ser recolhidas, elencar possíveis problemas ambientais que possam ser encontrados). 8. Realizar a visita de estudo (todas as paragens selecionadas deverão ser devidamente documentadas, as amostras identificadas e catalogadas, os problemas ambientais identificados). As amostras deverão passar a fazer parte do espólio científico da escola. 9. Elaborar um vídeo do geossítio, mostrando todas as etapas do trabalho efetuado e da visita realizada. O vídeo pode ser locucionado em português e em inglês, e, neste último caso, possuir legendagem em português. O vídeo deverá ser divulgado à comunidade escolar. Sugestões de outras temáticas a desenvolver nos DAC Seguidamente apresentam-se dez sugestões de temáticas a desenvolver nos DAC. Optou-se por não apresentar as suas planificações para que os professores, utilizando os exemplos atrás referidos, possam adaptá-las às suas práticas pedagógicas, às características das suas turmas e aos contextos da escola/comunidade escolar. Contudo, sugere-se um produto final para cada sugestão temática. 1. Ritmo e frequência cardíaca – ao ritmo do coração Produto final: realização de um concurso de dança inter-turmas 2. Avaliar a alimentação da Escola Produto final: criação de novas ementas na escola 3. Influência das máscaras na respiração aeróbia Produto final: criação de máscaras com materiais reciclados 4. As rochas e os minerais da minha região Produto final: criação de um folheto de divulgação 5. A lavagem das mãos e os microrganismos Produto final: conjunto de sessões de esclarecimento efetuadas por alunos do 10.o ano a alunos do 1.o CEB 6. A COVID-19 e a sustentabilidade ambiental Produto final: criação de ecopontos para máscaras descartáveis 7. A humanidade e a proteção das espécies que não lhe são úteis Produto final: criação de um tribunal de defesa de todas as espécies 8. A utilização de seres vivos como cobaias Produto final: realização de uma feira de ciência 9. Riquezas naturais potenciadoras do desenvolvimento da região Produto final: criação de um blogue de divulgação sobre a região 10. A importância dos Açores para o conhecimento da Terra Produto final: construção de maquetes
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 289 1. Leia atentamente o texto seguinte, que é um excerto da Carta do Chefe Seattle ao Presidente dos EUA, em 1854, a propósito da intenção manifestada pelo governo americano de adquirir o território da sua tribo na zona de fronteira entre os EUA e o Canadá. «(…) Como podes comprar ou vender o céu, o calor da Terra? Tal ideia nos é estranha. Se não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água, como podes então comprá-los? Cada torrão desta terra para o meu povo, cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada véu de neblina na floresta escura, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo. A seiva que circula nas árvores carrega consigo as recordações do homem vermelho. (…) Esta água brilhante que corre nos rios e regatos não é apenas água, mas sim o sangue de nossos ancestrais. (…) De uma coisa sabemos. A terra não pertence ao ser humano: é o ser humano que pertence à terra, disso temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo está relacionado entre si. (…)» www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/Carta_do_Chefe_Seattle_1263221069.pdf (consultado em 13/03/2021) 1.1 Estabeleça a correspondência correta entre cada subsistema terrestre da coluna I e as expressões do texto, apresentadas na coluna II. Nota: A cada letra da coluna I correspondem dois números da coluna II. Coluna I Coluna II (a) Atmosfera [ ____ ] (b) Hidrosfera [ ____ ] (c) Geosfera [ ____ ] (d) Biosfera [ ____ ] (1) «cada torrão desta terra» (2) «cada praia arenosa» (3) «cada véu de neblina» (4) «rios e regatos» (5) «cada folha reluzente de pinheiro» (6) «inseto a zumbir» (7) «pureza do ar» (8) «resplendor da água» 1.2 Classifique como verdadeira ou falsa cada uma das seguintes afirmações, relativas aos subsistemas terrestres. (A) Os minerais das rochas pertencem à geosfera. [ ____ ] (B) O ciclo da água é um exemplo da interação dos vários subsistemas terrestres. [ ____ ] (C) Os seres vivos realizam trocas de gases com a geosfera. [ ____ ] (D) A água que evapora dos lagos é uma interação atmosfera-geosfera. [ ____ ] (E) Os seres vivos contribuem para a formação de algumas rochas. [ ____ ] (F) Os subsistemas terrestres são fechados e interdependentes. [ ____ ] Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Ficha de recuperação 1 Subsistemas terrestres
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    290 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1.3 Selecione a opção que completa corretamente a frase seguinte. A expressão «Todas as coisas estão interligadas» permite afirmar que os subsistemas terrestres são (A) abertos. (B) fechados. (C) isolados. (D) umas vezes abertos, outras fechados.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 291 1. Na superfície da Terra existe uma grande variedade de rochas. 1.1 Selecione a opção que completa corretamente a frase seguinte. Uma rocha é (A) um constituinte da litosfera que é um componente dos minerais. (B) uma massa sólida natural e sempre composta por um só mineral. (C) uma massa sólida artificial e sempre composta por vários minerais (D) uma massa sólida natural e composta por um ou mais minerais. 1.2 Estabeleça a correspondência correta entre cada grupo de rochas da coluna I e as respetivas características, expressas na coluna II. Nota: A cada letra corresponde um número. Coluna I Coluna II (a) Rocha metamórfica. [ ____ ] (b) Rocha sedimentar. [ ____ ] (c) Rocha magmática intrusiva ou plutónica. [ ____ ] (d) Rocha magmática extrusiva ou vulcânica. [ ____ ] (1) Resulta de formações rochosas preexistentes, a partir da acumulação de detritos à superfície da Terra. (2) Resulta da consolidação do magma no interior da crosta terrestre. (3) Resulta da consolidação da lava no exterior da crosta terrestre. (4) Tem origem a partir de outras rochas por ação de elevadas temperaturas e pressões, sempre no estado sólido. 2. Complete as frases, relativas aos processos de formação de rochas, com os termos seguintes. Nota: Todos os termos devem ser usados. temperatura y pequenos y mármore y calcário y sal-gema y arenito basalto y granito y xisto y carvão y argilito ypressão y grandes y A rocha sedimentar resultante da evaporação de água é o a)_____________________. y O b)_____________________ pode ser uma rocha sedimentar quimiogénica ou biogénica, enquanto o c)_____________________ tem uma origem exclusivamente biológica. y A rocha que resulta da cimentação de grãos de areia é o d)_____________________. y O e)_____________________ é uma rocha sedimentar detrítica formada por sedimentos de menores dimensões do que os grãos de areia. y O f)_____________________ é uma rocha que resulta do arrefecimento lento do magma e, como tal, apresenta g)_____________________ cristais, enquanto o h)_____________________ é magmática extrusiva, em que normalmente os cristais são i)_____________________, e apenas visíveis ao microscópio. y Em relação às rochas metamórficas, o j)_____________________ resulta da recristalização do calcário, sendo a k)_____________________ o principal fator a atuar; já o l)_____________________ é uma rocha que apresenta foliação, uma vez que a m)_____________________ teve um papel preponderante na sua formação. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Ficha de recuperação 2 Ciclo das rochas
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    292 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 3. Ordene as etapas identificadas pelas letras de A a E, de modo a reconstituir a sequência correta da formação de uma rocha sedimentar. A. Sedimentação. B. Transporte. C. Erosão. D. Diagénese. E. Meteorização ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 293 1. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas aos princípios do raciocínio geológico. (A) No catastrofismo, as mudanças geológicas são bruscas e pontuais. [ ____ ] (B) A base do neocatastrofismo é o uniformitarismo, mas admite que no curso da história da Terra algumas mudanças foram originadas por fenómenos repentinos e catastróficos. [ ____ ] (C) A extinção dos dinossauros devido à queda de um meteorito é uma explicação uniformitarista. [ ____ ] (D) O catastrofismo inclui o atualismo geológico, que afirma que «o presente é a chave do passado.» [ ____ ] (E) No uniformitarismo as mudanças geológicas são lentas e graduais. [ ____ ] (F) Os catastrofistas defendem que as leis físicas e químicas que atuam na natureza se mantêm constantes ao longo do tempo. [ ____ ] 2. Complete as frases, relativas a fósseis, com os termos seguintes. rochas sedimentares y fósseis de fácies/ambiente y absoluta y fósseis de idade relativa y sedimentos y identidade paleontológica y A maior parte dos fósseis aparecem em a)_____________________. y Para que se dê a fossilização é necessário que o organismo, os seus restos ou marcas, fiquem rapidamente cobertos por b)_____________________. y Na reconstituição de ambientes do passado têm grande interesse os fósseis de seres vivos que existem e existiram em locais com condições muito restritas. Estes fósseis denominam- se c)_____________________. y Nem todos os fósseis são igualmente importantes para a datação das rochas. Só aqueles que correspondem a seres que sobreviveram durante intervalos de tempo curtos e viveram espalhados por muitas zonas da Terra (tiveram grande área de dispersão) permitem fazer uma datação d)_____________________ das rochas onde se encontram. Estes fósseis denominam-se e)_____________________. y O princípio que permite datar com a mesma idade estratos ou conjuntos de estratos contendo os mesmos fósseis é o da f) _____________________. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Ficha de recuperação 3 Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra.
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    294 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 3. Complete as frases, relativas à datação absoluta, com os termos seguintes. absoluta y radioatividade y isótopos-filho y isótopos-pai isótopos y neutrões y tempo de semivida y A datação radiométrica é um método de datação a)_____________________ que se faz valer de uma característica que certos átomos apresentam que é a b)_____________________. Estes átomos, denominados c)_____________________, são átomos de um determinado elemento químico que apresentam um número de d)_____________________ diferente do número de protões. y Estes átomos instáveis, denominados e)_____________________ tendem a transformar-se noutros mais estáveis denominados f)_____________________, através da desintegração. Esta desintegração acontece a uma determinada taxa que não é afetada por condições ambientais. Assim, conhecendo o g)_____________________ de um determinado elemento, isto é, o intervalo de tempo necessário para que se reduza para metade o número de isótopos radioativos iniciais de uma amostra, pode-se calcular a idade de uma rocha/mineral se se conseguir determinar a percentagem de isótopos iniciais.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 295 1. Complete as frases, relativas ao mobilismo geológico, com os termos seguintes. Deriva Continental y morfológico y paleoclimático y paleontológico geológico y transformante y divergente y convergente y continental Expansão dos Fundos Oceânicos y Pangeia y limite y A Teoria Tectónica de Placas foi precedida pela Teoria da a)_____________________ proposta por Alfred Wegener, a qual afirma que no passado os continentes atuais teriam estado unidos, constituindo um único supercontinente chamado b)____________________, e pela Teoria da c)_____________________. y Ao formular a sua teoria, Wegener apresentou alguns dados a favor da mesma. Assim, quando se referiu à «existência de grande semelhança nas sequências de estratos rochosos encontrados na América do Sul e em África», Wegener apresentou um dado d)_____________________. Por outro lado, quando relatou o «aparecimento de fósseis do feto Glossopteris na Austrália, Antártida, África e América do Sul», Wegener utilizou um dado e)_____________________, enquanto a expressão «A existência de depósitos de carvão na Antártida» remete para um dado f)_____________________. Finalmente, quando Wegener constata que existe um «encaixe dos contornos da costa oriental da América do Sul e ocidental de África», usou um dado g)_____________________. y Segundo a Teoria da Tectónica de Placas, a litosfera está fragmentada em várias placas tectónicas ou litosféricas que se movem umas em relação às outras. Estas zonas de contato entre duas placas ou h)_____________________ são regiões geologicamente ativas (onde ocorre a maioria dos sismos e vulcões). Quando duas placas se afastam, corresponde a um limite i)_____________________ ou construtivo, uma vez que há construção de crosta/litosfera. Por seu lado, quando as placas colidem umas em relação às outras existe um limite j)_____________________ ou destrutivo. Neste existe subducção, exceto se a colisão ocorrer entre uma placa litosférica continental e uma placa litosférica k)_____________________. Existe ainda uma outra possibilidade de movimento entre placas litosféricas, que é deslizamento entre placas e que corresponde a um limite l)_____________________ ou conservativo. 2. Nas alíneas 2.1 a 2.3, selecione a opção que completa corretamente a afirmação. 2.1 A atividade do rifte do Atlântico Norte é responsável (A) pelo afastamento entre a América do Norte e América do Sul. (B) pelo afastamento entre a Europa e a América do Norte. (C) pela aproximação entre a África e Europa. (D) pela aproximação entre a América do Norte e África. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Ficha de recuperação 4 O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas
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    296 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2.2 O limite entre placas litosféricas que origina a cadeia montanhosa dos Andes é (A) convergente. (B) divergente. (C) transformante. (D) nenhum dos anteriores. 2.3 Quando duas placas litosféricas deslizam horizontalmente uma em relação à outra, em sentidos opostos, originam um limite entre placas (A) convergente (B) divergente. (C) transformante. (D) nenhum dos anteriores.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 297 1. Complete as frases, relativas aos produtos emitidos por atividade vulcânica, com os termos seguintes. bombas vulcânicas y cinza y lapilli/bagacina y lava escoriácea/aa lava encordoada/pahoehoe y lava em almofada/pillow lava nuvens ardentes y pedra-pomes y piroclastos de fluxo y piroclastos de queda y Quando uma escoada de material fluido solidifica apresenta a superfície encordoada ou lisa, diz-se que é a)_____________________. Se apresentar a superfície angulosa designa-se b)_____________________. Já as formações arredondadas de lava que arrefece rapidamente debaixo de água designam-se c)_____________________. y Se o material piroclástico emitido por um vulcão for muito fragmentado e de pequenas dimensões denomina-se d)_____________________; se tiver dimensões intermédias, denomina-se e)____________________; se tiver grandes dimensões, designa-se f)___________________. Um caso particular de piroclastos muito porosos e leves, menos densos do que a água, é a g)_____________________. y Quanto à forma como os piroclastos são ejetados, existem dois tipos de piroclastos: os h)_____________________, quando o material é ejetado a grande altitude; e os i)_____________________, que descem as encostas do vulcão. Um caso particular deste último tipo são as correntes densas de gases e cinzas incandescentes com deslocação rápida que correspondem a j) _____________________. 2. Estabeleça a correspondência correta entre cada tipo de atividade vulcânica da coluna I e as respetivas características, expressas na coluna II. Nota: a cada letra corresponde um número. Coluna I Coluna II (a) Atividade efusiva [ ____ ] (b) Atividade explosiva [ ____ ] (c) Atividade mista [ ____ ] (1) É característica dos estratovulcões. (2) Resulta de lavas muito ácidas que podem mesmo solidificar nas crateras originando domos. (3) Origina cones vulcânicos largos e baixos que resultam do escoamento de lavas muito fluídas. 3. Selecione a opção que completa corretamente a frase seguinte. A maioria dos vulcões ativos no planeta encontra-se (A) em várias zonas do planeta, de forma indiscriminada. (B) em zonas onde as placas litosféricas são tectonicamente estáveis. (C) em qualquer limite divergente e convergente entre placas litosféricas. (D) nos limites divergentes e convergentes entre placas litosféricas, exceto nos limites convergentes do tipo placa continental – placa continental. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Ficha de recuperação 5 Vulcanismo
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    298 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 4. Estabeleça a correspondência correta entre os diferentes tipos de manifestações de vulcanismo secundário da coluna I e as respetivas características, expressas na coluna II. Nota: a cada letra corresponde um número. Coluna I Coluna II (a) Fumarola [ ____ ] (b) Géiser [ ____ ] (c) Nascente termal [ ____ ] (1) Jatos de água quente e vapor de água projetados de forma intermitente a partir de fraturas no solo. (2) Emissões de gases vulcânicos ricos em enxofre ou em dióxido de carbono através de fissuras da superfície terrestre. (3) Emissões de água quente ricas em substâncias minerais.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 299 1. Observe com atenção a figura 1, que representa a carta de isossistas do sismo de 23 de abril de 1909. Fig. 1 Carta de isossistas do sismo de 23 de abril de 1909. 1.1 Ordene, por ordem crescente de intensidade sísmica, as seguintes localidades: A. Santarém B. Setúbal C. Benavente D. Azambuja _______________________________________________________________________________________ 1.2 Indique uma localidade na qual o sismo tenha sido sentido com a mesma intensidade do que Peniche. _______________________________________________________________________________________ 1.3 Refira a localidade mais próxima do epicentro. _______________________________________________________________________________________ Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Ficha de recuperação 6 Sismologia
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    300 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas à sismologia. (A) O sismógrafo é o registo gráfico das ondas sísmicas. [ ____ ] (B) Fraturas nas rochas que constituem o interior da Terra podem provocar sismos. [ ____ ] (C) A intensidade de um sismo depende unicamente da distância ao epicentro. [ ____ ] (D) A atividade vulcânica pode originar um sismo. [ ____ ] (E) As isossistas são traçadas com base na Escala de Richter. [ ____ ] (F) A intensidade de um sismo corresponde à avaliação da grandeza de um sismo baseada na quantidade de energia libertada no hipocentro. [ ____ ] (G) Uma réplica é um abalo sísmico que ocorre após o sismo principal. [ ____ ] 3. Selecione a opção que completa corretamente a frase seguinte. Foco sísmico ou hipocentro é o (A) ponto à superfície com a máxima intensidade sísmica. (B) local à superfície onde as ondas sísmicas chegam em primeiro lugar. (C) ponto no interior da Terra onde se inicia a libertação de energia. (D) local da superfície terrestre onde as ondas sísmicas têm maior amplitude. 4. Complete as frases, relativas às ondas sísmicas, com os termos seguintes. Nota: Cada termo pode ser usado três vezes. primárias y secundárias y superficiais y As ondas a)______ são as mais lentas. y As ondas b)______ são as primeiras a chegar ao sismógrafo; as ondas que são registadas em segundo lugar são as ondas c)______. y As ondas d)______ só se propagam em meios sólidos, enquanto as e)______ propagam-se nos três tipos de meios: sólido, líquido e gasoso. y As ondas mais destruidoras são as ondas f)______. y As ondas g)______ têm maior amplitude. y As ondas h)______ classificam-se como ondas transversais; as ondas i)______ classificam-se como ondas longitudinais.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 301 1. Observe com atenção a figura 1, que esquematiza uma secção do globo terrestre. Fig. 1 Secção do globo terrestre. 1.1 Faça a correspondência entre os números de I a IV da figura 1 e as seguintes zonas da estrutura interna da Terra. Núcleo interno y Manto y Núcleo externo y Crosta I – _________________________ II – _________________________ III – _________________________ IV –_________________________ 1.2 Faça a correspondência entre as letras A, B e C da figura 1 e as seguintes descontinuidades do interior da Terra. Descontinuidade de Gutenberg y Descontinuidade de Lehmann Descontinuidade de Mohorovocic A – _________________________ B – _________________________ C – _________________________ Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Ficha de recuperação 7 Estrutura interna da Terra
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    302 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. Complete as frases, relativas à estrutura interna da Terra, com os termos seguintes. astenosfera y crosta y crosta oceânica y crosta continental litosfera y manto y núcleo interno y núcleo externo y A zona que corresponde à parte central do globo terrestre é o a)_____________________. Já a camada mais externa da Terra é a b)_____________________, que se divide em c)_____________________, mais densa, e em d)_____________________ com maior espessura. y A camada rígida formada pela crosta e parte superior do manto corresponde à e)_____________________, que assenta sobre uma zona do manto menos rígida formada por materiais parcialmente fundidos, que se denomina de f)_____________________. y A camada da Terra que ocupa 2/3 do seu volume é designada g)_____________________, enquanto a camada que se deduz estar no estado líquido é o h) _____________________. 3. Estabeleça a correspondência correta entre cada tipo de método do estudo do interior da Terra da coluna I e a respetiva descrição da coluna II. Nota: Cada letra tem correspondência com um número. Coluna I Coluna II (a) Sismologia [ ____ ] (b) Estudo da geotermia [ ____ ] (c) Estudo das explorações mineiras [ ____ ] (d) Estudo do geomagnetismo [ ____ ] (e) Vulcanismo [ ____ ] (f) Sondagens [ ____ ] (1) Análise do material resultante das escavações de minas profundas. (2) A Terra funciona como um íman gigante, revelando dados sobre o núcleo externo. (3) Estudo do aumento da temperatura do planeta com a profundidade. (4) A variação da velocidade e da direção das ondas sísmicas fornece informações sobre o estado físico dos materiais do interior da Terra. (5) Análise de amostras resultantes de perfurações efetuadas na crosta terrestre. (6) Análise do material expelido pelos vulcões. 3.1 Dos métodos que constam na coluna I, refira dois métodos diretos utilizados para o estudo do interior da Terra. _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 303 1. Leia o seguinte texto, relacionado com a rã-de-unhas-africana em Portugal. «A rã-de-unhas-africana, Xenopus laevis, é uma espécie originária da África do Sul e de Moçambique, que se encontra em duas ribeiras, Laje e Barcarena, na parte dos cursos que passam no concelho de Oeiras, distrito de Lisboa. Atualmente, após vários anos de uma campanha de controlo, iniciada em 2010, tornou-se muito rara. No entanto, ainda se encontram animais isolados.» www.wilder.pt/naturalistas/ra-de-unhas-africana-esta-invasora-e-um-caso-de-sucesso-em-portugal/ (consultado em 12/03/2021) Complete as frases, relativas ao funcionamento e à organização hierárquica de um ecossistema, com os termos seguintes. ecossistema • comunidade • população • tecidos • exótica • invasora • segundo primeiro • primário • impedida • produtor y A rã-de-unhas-africana deve o seu nome ao facto de ter unhas córneas nas extremidades dos seus dedos. Os dedos são formados por a)____________________ – conjunto de células que desempenham determinadas funções. y O conjunto de rãs-de-unhas-africanas que habitam a ribeira da Lage constitui uma b)____________________, enquanto o conjunto de todos os seres vivos que habitam essa mesma ribeira corresponde a uma c)____________________. Considera-se que a ribeira da Laje, com todos os seus componentes bióticos e abióticos, é um(a) d)__________________. y Como esta rã não é originária de Portugal, é classificada como uma espécie e)____________________ e, como se revelou ser muito voraz, tendo preferência por girinos de anfíbios nativos, põe em risco as suas populações e é também uma espécie f)________________. y Da sua alimentação também fazem parte presas praticamente do seu tamanho. Assim, em relação à posição que pode ocupar numa teia alimentar, esta rã nunca é um g)____________________ porque é heterotrófica, nunca ocupando por isso, o h)____________________ nível trófico. Como não é herbívora, também não ocupa o i)____________________ nível trófico, ou seja não é um consumidor j)____________________. y Como medida preventiva e uma vez que esta espécie ainda é comercializada nas lojas de animais, a sua libertação na natureza deve ser k)____________________. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Ficha de recuperação 8 Diversidade e organização biológica
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    304 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas às relações tróficas num ecossistema. (A) Na mesma cadeia alimentar, os produtores ocupam vários níveis tróficos. [ __ ] (B) Os consumidores terciários são o nível trófico que apresenta maior número de indivíduos. [ __ ] (C) Uma cadeia alimentar é formada por várias teias alimentares. [ __ ] (D) A transferência de matéria num ecossistema é cíclica e a transferência de energia é unidirecional. [ __ ] (E) Os consumidores, sejam eles primários, secundários ou terciários, são sempre micro- consumidores. [ __ ] (F) Os produtores e os decompositores são ambos autotróficos. [ __ ] (G) Os seres autotróficos são seres vivos que produzem matéria orgânica a partir de matéria inorgânica. [ __ ] (H) Ao longo de uma cadeia alimentar, a energia é transferida de modo que todos os indivíduos de cada do nível tófico recebam a mesma quantidade de energia do nível trófico anterior. [ __ ]
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 305 1. Estabeleça a correspondência correta entre cada tipo de célula da coluna I e as suas características, expressas na coluna II. Nota: A cada letra da coluna I correspondem dois números da coluna II. Coluna I Coluna II (a) Célula procariótica [ ____ ] (b) Célula eucariótica animal e vegetal [ ____ ] (c) Célula eucariótica animal [ ____ ] (d) Célula eucariótica vegetal [ ____ ] (e) Célula procariótica e eucariótica [ ____ ] (1) Com cloroplastos. (2) Com lisossomas. (3) Com parede celular formada por celulose. (4) Com membrana plasmática. (5) Sem membrana nuclear. (6) Com ribossomas. (7) Com cápsula. (8) Com núcleo. (9) Com mitocôndrias. (10) Com centríolos. 2. Complete as frases, relativas a funções dos organelos/estruturas celulares, com os termos seguintes. núcleo • retículo endoplasmático rugoso • retículo endoplasmático liso • ribossomas lisossomas • centríolos • mitocôndrias • complexo de Golgi • membrana plasmática cloroplastos • parede celular y A a)____________________ tem como função a regular as trocas entre a célula e o meio exterior; já a b)____________________ confere rigidez e proteção às células onde existe. y Os c)____________________ intervêm na síntese de proteínas. Alguns destes encontram- -se à superfície do d)____________________ que, além de participar na síntese, ainda transporta as proteínas. Por seu lado, o e)____________________ participa na síntese e no transporte de lípidos. y O f)____________________ é responsável pela secreção de substâncias e participa na formação dos g)____________________ que, por seu lado, são responsáveis pela digestão intracelular. y A divisão celular é controlada pelo h)____________________, mas nas células animais também intervêm os i)____________________. y Existem dois organelos com dupla membrana: as j)____________________, responsáveis pela respiração aeróbia, e os k)____________________, responsáveis pela fotossíntese. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Ficha de recuperação 9 Células e biomoléculas
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    306 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 3. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas às biomoléculas. (A) Os lípidos são geralmente insolúveis em água. [ __ ] (B) Todas as enzimas são proteínas. [ __ ] (C) As proteínas são os únicos polímeros existentes nos prótidos. [ __ ] (D) A glicose e a frutose são exemplos de monossacarídeos. [ __ ] (E) O amido é um polissacarídeo de reserva vegetal e o glicogénio é um polissacarídeo de reserva animal. [ __ ] (F) O DNA e o RNA são polímeros dos ácidos nucleicos. [ __ ] (G) A unidade básica dos ácidos nucleicos é a base nitrogenada. [ __ ] (H) O RNA possui sempre uma estrutura em hélice dupla. [ __ ] (I) As proteínas podem possuir estrutura primária, secundária, terciária ou quaternária. [ __ ] (J) Todos os lípidos são constituídos por glicerol e ácidos gordos. [ __ ]
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 307 1. Estabeleça a correspondência correta entre cada um dos tipos de digestão em seres heterotróficos da coluna I e as suas características, expressas na coluna II. Nota: A cada letra corresponde um número. Coluna I Coluna II (a) Digestão intracorporal [ __ ] (b) Digestão extracorporal [ __ ] (c) Digestão intracorporal e extracelular [ __ ] (d) Digestão intracelular [ __ ] (1) Efetuada pelos fungos. (2) Ocorre nos seres unicelulares. (3) Efetuada pelo ser humano. (4) Efetuada por todos os animais. 2. Complete as frases, relativas à digestão nos animais, com os termos seguintes. digestão • endocitose • cavidade gastrovascular • boca • lisossomas • exocitose completo • absorção y Na hidra e na planária, a digestão inicia-se na a)____________________ devido à ação de enzimas que são libertadas por b)____________________. As partículas semidigeridas passam por c)__________________ para as células do organismo, onde continua a digestão dentro de vacúolos digestivos, devido à intervenção dos d)_________________________. As partículas não digeridas são expulsas pela abertura, denominada e)____________________. y As minhocas e os humanos possuem tubo digestivo f)____________________, o que constituiu uma importante vantagem evolutiva, dado que permite uma g)____________________ e uma h)____________________ sequenciais, pois o alimento desloca-se num só sentido. 3. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas à membrana plasmática. (A) A membrana plasmática é impermeável à água. [ __ ] (B) Todas as membranas biológicas têm a mesma estrutura básica. [ __ ] (C) Os fosfolípidos da membrana organizam-se em bicamada. [ __ ] (D) O colesterol entra na composição das membranas de todas as células. [ __ ] (E) As proteínas da membrana podem estar associadas a glícidos, formando glicoproteínas. [ __ ] (F) As proteínas extrínsecas facilitam a difusão de moléculas polares. [ __ ] (G) Os fosfolípidos são moléculas com cabeça hidrofílica e cauda hidrofóbica. [ __ ] Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos Ficha de recuperação 10
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    308 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 4. Complete as frases, relativas aos transportes transmembranares, com os termos seguintes. hipertónico • citoplasma • hipotónico • vacúolo • turgescência plasmólise • osmose y A passagem de água através de uma membrana semipermeável denomina-se a)______________________. A água desloca-se do meio menos concentrado em soluto – meio b)______________________ – para o meio mais concentrado em soluto – meio c)______________________. y Numa célula animal ou vegetal que perdeu água ocorreu o fenómeno de d)______________________, enquanto numa célula animal ou vegetal que ganhou água ocorreu o fenómeno de e)______________________. y Nas células vegetais, a entrada e a saída de água ocorrem sobretudo para o f)______________________, enquanto nas células animais ocorrem para o g)______________________. 5. Selecione a opção que completa corretamente a frase seguinte. O transporte ativo de uma substância ____ energia porque ocorre ____ gradiente de concentração. (A) gasta … contra o (B) gasta … a favor do (C) não gasta … contra o (D) não gasta … a favor do 6. Estabeleça a correspondência correta entre os tipos de transportes transmembranares indicados na coluna I e as suas características, expressas na coluna II. Nota: Cada letra da coluna I tem correspondência com dois números da coluna II. Coluna I Coluna II (a) Transporte ativo [ ____ ] (b) Difusão facilitada [ ____ ] (c) Ambos os transportes [ ____ ] (1) É usada uma proteína transportadora. (2) Ocorre através de proteínas intrínsecas. (3) São utilizadas permeases. (4) Ocorre contra o gradiente de concentração. (5) Depende apenas de fenómenos físicos. (6) Necessita de ATP. 7. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas ao transporte de grande quantidade de macromoléculas através da membrana. (A) As substâncias são introduzidas nas células por exocitose. [ __ ] (B) Existem vários tipos de endocitose, a endocitose mediada por recetores, a pinocitose e a fagocitose. [ __ ] (C) A pinocitose corresponde à entrada na célula de gotículas de fluido extracelular. [ __ ] (D) É através da fagocitose que os seres unicelulares ingerem o alimento. [ __ ] (E) Na endocitose mediada por recetores é necessária a emissão de pseudópodes. [ __ ] (F) A endocitose mediada por recetores permite a entrada de substâncias específicas na célula. [ __ ]
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 309 8. Complete as frases, relativas à transmissão do impulso nervoso, com os termos seguintes. arborização terminal • repolarização • potencial de ação • negativas • despolarização repouso • dendrite • sinapse • neurotransmissores y Quando um neurónio não está a transmitir impulso nervoso diz-se que está em a)________________________. Nesta situação, existe um excesso de cargas b)________________________ no interior da célula em relação ao exterior. y Quando ocorre um estímulo, o impulso nervoso propaga-se ao longo de neurónio sob a forma de c)________________________, ocorrendo uma alteração transitória na polarização da membrana na fase de d)____________________, seguindo-se a fase de e)________________________, na qual a membrana volta à polarização inicial. y Quando o impulso nervoso atinge a f)________________________ do axónio, uma das formas de estabelecer uma ligação funcional ou g)________________________com o neurónio seguinte é através da libertação de substâncias químicas, denominadas h)________________________. Estas substâncias vão ligar-se à membrana da i)________________________ do neurónio seguinte, desencadeando neste um impulso nervoso. 9. Selecione a opção que completa corretamente a frase seguinte. Relativamente à condução saltatória do impulso nervoso (A) só acontece nos axónios dos neurónios sem bainha de mielina. (B) só acontece nos axónios dos neurónios com bainha de mielina. (C) acontece em todos os axónios de todos os neurónios. (D) acontece em todos os axónios dos neurónios dos invertebrados.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 311 1. Complete as frases, relacionadas com o processo fotossintético, com alguns dos seguintes termos. oxigénio • estroma • clorofilas • tilacoides • oxidadas • fotoquímica • química • dióxido de carbono • NADPH • ADP • ATP • NADP+ • compostos orgânicos y Os pigmentos fotossintéticos responsáveis pela cor verde das folhas são as a)_____________________, que absorvem as radiações luminosas, ficando b)_____________________. Estes pigmentos, localizados nos c)_____________________ dos cloroplastos vão, posteriormente, receber eletrões vindos da molécula de água, levando à libertação de d)_____________________. y Nesta primeira fase da fotossíntese, ou fase e)_____________________, formam-se ainda as moléculas f)___________________ (transportadora de H+ ) e g)____________________, que vão ser usadas na fase h)_____________________ da fotossíntese, que ocorre no i)_____________________ do cloroplasto. y Esta fase, que é um ciclo, começa com a fixação do j)_____________________ e resulta na formação de k) _____________________. y Das substâncias produzidas na fase anterior, uma irá fornecer energia às reações deste ciclo, quando passa a l)_____________________, e a outra transfere o seu hidrogénio e eletrões para os compostos desta fase e passa a m)_____________________. Estes dois compostos ficam assim disponíveis para ser usados na primeira fase da fotossíntese. 2. Selecione a opção correta nos itens 2.1 a 2.3. 2.1 O processo fotossintético tem como finalidade converter energia luminosa em energia (A) química, sob a forma de glicose. (B) elétrica, uma vez que existe transferência de eletrões entre moléculas. (C) química, sob a forma de ATP. (D) nuclear. 2.2 O organelo responsável pela fotossíntese é (A) a mitocôndria e existe tanto nos animais como nas plantas. (B) o cloroplasto, e existe tanto nos animais como nas plantas. (C) o cloroplasto, e só existe nas plantas. (D) a mitocôndria, e só existe nos animais. 2.3 Os reagentes da fotossíntese são (A) a glicose e o oxigénio. (B) a glicose e o dióxido de carbono. (C) a água e o dióxido de carbono. (D) a água e o oxigénio. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Ficha de recuperação 11 Obtenção de matéria pelos seres autotróficos
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    312 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 3. Ordene as seguintes etapas da fotossíntese. A. Ciclo de Calvin. B. Excitação da clorofila. C. Libertação de oxigénio. D. Dissociação da água. ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 313 1. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas à captação e distribuição de matéria nas plantas. (A) A seiva bruta é formada por água e sais minerais, enquanto a seiva elaborada só é constituída por sacarose. [ __ ] (B) A seiva bruta é transportada pelo xilema, e a seiva elaborada pelo floema. [ __ ] (C) O sentido da seiva bruta é sempre ascendente, mas o da seiva elaborada pode ser ascendente ou descendente. [ __ ] (D) Num caule, a seiva bruta circula mais externamente e a seiva elaborada mais internamente. [ __ ] (E) Um dos elementos condutores do xilema são os traqueídos, que são células mortas. [ __ ] (F) Os elementos condutores do floema são os tubos crivosos, e são células vivas. [ __ ] (G) Os pelos absorventes das raízes permitem uma absorção da água mais eficaz. [ __ ] (H) Os musgos, como qualquer planta terrestre, têm vasos xilémicos e floémicos. [ __ ] (I) As células que formam os elementos condutores do xilema comunicam umas com as outras através das placas crivosas. [ __ ] 2. Selecione a opção correta nos itens 2.1 a 2.4. 2.1 A entrada de água na raiz ocorre (A) umas vezes por osmose, outras por transporte ativo. (B) uma vez por osmose, outras por difusão facilitada. (C) sempre por osmose. (D) sempre por transporte ativo. 2.2 A subida de água até à folha através do xilema tem como principal causa a (A) transpiração. (B) respiração. (C) pressão radicular. (D) osmose. 2.3 Durante um dia luminoso e quente, geralmente quanto mais rapidamente uma planta libertar água/vapor de água, mais rapidamente absorve água do solo. Esta afirmação está de acordo com o (A) modelo da pressão radicular. (B) modelo da adesão-coesão-tensão. (C) modelo de fluxo de massa sob pressão. (D) modelo do mosaico fluido. 2.4 A pressão de turgescência, que promove o deslocamento da seiva elaborada, inicia-se (A) no xilema, junto às fontes. (B) no xilema, junto aos sumidouros. (C) no floema, junto aos sumidouros. (D) no floema, junto às fontes. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Distribuição de matéria nas plantas Ficha de recuperação 12
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    314 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 3. Os fenómenos a seguir indicados estão relacionados com a circulação de água nas plantas. Ordene-os corretamente, utilizando as respetivas letras. Inicie pela letra A. A. Saída de água pela folha. B. Absorção de água do solo pela raiz. C. Subida de água da raiz para o caule. D. Passagem da água do caule para a folha. ____________________________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 315 1. Complete as frases, relativas aos sistemas de transporte nos animais, com alguns dos seguintes termos. maior • menor • cavidade gastrovascular • hemolinfa • aberto • fechado intracorporal • artérias • veias • transporte y A a)______________________ da planária e da hidra funciona como sistema de b)______________________ e digestivo, isto porque após a digestão c)______________________, distribui os nutrientes a todas as células. y Nos animais com sistema de transporte d)______________________, o líquido circulante denomina-se e)______________________ porque não se distingue do líquido intersticial. y Nos animais com sistema de transporte f)______________________ existem vários tipos de vasos sanguíneos. As g)______________________ são os vasos sanguíneos que trazem o sangue de volta ao coração; já as h)______________________ são os vasos que transportam o sangue do coração para todo o corpo do animal. y A pressão sanguínea na veia cava é i)______________________ do que na aorta, e a velocidade do fluxo sanguíneo na veia cava é j)______________________ do que nos capilares. 2. Observe a tabela seguinte, relativa ao coração de diferentes vertebrados. Animais N.o de aurículas N.o de ventrículos Separação dos ventrículos Peixe 1 1 Ave 2 2 Total Tartaruga 2 2 Parcial Rã 2 ? 2.1 Indique o número de ventrículos existentes no coração da rã. ________________________________________________________________________ 2.2 Selecione a opção correta nos itens 2.2.1 a 2.2.3. 2.2.1 Com base na anatomia do coração, o animal mais parecido com os mamíferos é (A) o atum. (B) a rã. (C) a tartaruga. (D)a andorinha. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Transportes nos animais Ficha de recuperação 13
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    316 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2.2.2 No coração dos peixes, (A) o sangue venoso mistura-se com o sangue arterial. (B) só circula sangue venoso. (C) só circula sangue arterial. (D)circula à vez sangue venoso e sangue arterial. 2.2.3 Quando há mistura de sangue arterial e venoso no coração de um vertebrado, a circulação é (A) simples e incompleta. (B) simples e completa. (C) dupla e completa. (D)dupla e incompleta.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 317 1. Complete as frases, relacionadas com processos de metabolismo celular, com alguns dos seguintes termos. catabolismo • anabolismo • exoenergéticas • endoenergéticas • anaeróbios • aeróbios anaeróbios facultativos • fermentação alcoólica • respiração aeróbia • etanol • ATP glicólise • piruvato • fermentação lática • lactato • fermentação • citosol y O a)_______________________ corresponde ao conjunto de reações que ocorrem nas células com a formação de substâncias complexas a partir de substâncias mais simples. Como necessitam de energia para que ocorram, são classificadas como reações b)_______________________. Por seu lado, o c)_______________________ corresponde ao conjunto de reações celulares em que ocorre a degradação de substâncias complexas em substâncias mais simples. Como libertam energia, são classificadas como d)_______________________. y Em relação à forma como obtêm energia, os seres vivos podem ser classificados como e)_______________________, se as reações catabólicas necessitam de oxigénio para que ocorram, e como f)_______________________, se as reações catabólicas ocorrem na ausência de oxigénio. Contudo, existem ainda seres vivos, os g)_______________________, que têm a capacidade de utilizar tanto processos catabólicos aeróbios como anaeróbios. y Se o aceitador final de eletrões for o oxigénio, o processo catabólico em causa é a h)_______________________, mas se for uma molécula orgânica é a i)_______________________. Contudo, a primeira etapa, que se denomina j)_______________________, é comum aos dois processos e ocorre no k)_______________________ das células. Nesta etapa, uma molécula de glicose é convertida em duas moléculas de l)_______________________. y Existem dois tipos de fermentação: a m)_______________________, cujo produtos finais são o CO2 (dióxido de carbono) e o n)_______________________, e a o)____________________, cujo produto final é o p)_______________________. O resultado final, em termos de ganhos energéticos, em ambas as fermentações é de duas moléculas de q)_______________________. 2. Selecione a opção correta nos itens 2.1 e 2.2, relativos à respiração aeróbia. 2.1 O organelo responsável pela respiração aeróbia é (A) o cloroplasto tanto nos animais como nas plantas. (B) o cloroplasto nas plantas e a mitocôndria nos animais. (C) a mitocôndria nas plantas e o cloroplasto nos animais. (D) a mitocôndria tanto nos animais como nas plantas. 2.2 Os reagentes da respiração aeróbia são (A) a glicose e o oxigénio. (B) a glicose e o dióxido de carbono. (C) a água e o oxigénio. (D) a água e o dióxido de carbono. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Obtenção de energia Ficha de recuperação 14
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    318 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 3. Ordene as seguintes etapas da respiração aeróbia. A. Ciclo de Krebs. B. Cadeia respiratória. C. Glicólise. D. Formação de acetil-CoA. ____________________________________________________________________________
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 319 1. Complete as frases, relacionadas com as trocas gasosas nas plantas, com os termos seguintes. fora • ostíolos • estomas • transpiração • quentes • secos • células-guarda • túrgidas y As trocas gasosas nas plantas ocorrem em estruturas denominadas a)________________; cada uma possui, na parte central, aberturas designadas b)________________. y Estas estruturas abrem quando as c)________________ estão d)________________ e, como consequência, difunde-se vapor de água para e)________________ da planta. A este fenómeno dá-se o nome f)________________. y Este fenómeno é particularmente favorecido em dias g)________________ e h)________________. 2. Estabeleça a correspondência correta entre cada um dos animais indicados na coluna I e a superfície respiratória/órgão expressa na coluna II. Nota: A cada letra corresponde um só número. Coluna I Coluna II (a) Mamífero [ __ ] (b) Ave [ __ ] (c) Peixe [ __ ] (d) Minhoca [ __ ] (e) Inseto [ __ ] (1) Superfície cutânea. (2) Traqueias. (3) Pulmões com sacos aéreos. (4) Brânquias. (5) Pulmões com alvéolos. 2.1 Dos animais referidos na coluna I, indique aquele ou aqueles que tem ou têm difusão indireta dos gases respiratórios entre as superfícies respiratórias e as células. ________________________________________________________________________ 3. Selecione a opção correta nos itens 3.1 a 3.3. 3.1 Uma característica comum a todos os sistemas respiratórios dos animais é a existência de superfícies respiratórias (A) muito finas e húmidas. (B) unicamente húmidas. (C) unicamente finas. (D) com muitos vasos sanguíneos. 3.2 Nos peixes, a eficiente captação de oxigénio da água, nas superfícies respiratórias, é explicada porque (A) a água e o sangue circulam no mesmo sentido. (B) a água e o sangue circulam em sentidos opostos. (C) o coração está situado perto das brânquias. (D) a água tem mais oxigénio dissolvido do que o ar. Nome ____________________________________ Turma _____N.o ___ Data ___ /___ /____ Trocas gasosas Ficha de recuperação 15
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    320 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 3.3 Os insetos têm um sistema respiratório muito eficiente porque (A) o ar que sai e o ar que entra não se misturam. (B) é bastante ramificado. (C) a difusão de gases entre o ar e os tecidos é direta. (D) a hemolinfa é rica em pigmentos respiratórios.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 321 Atividade prática 1 Discussão dos resultados 1. O dado com uma pinta representa o isótopo-filho. 2. 4 a 5 lançamentos. 3. Os gráficos são semelhantes. 4. Trata-se de um gráfico em curva. 5. Apesar de algumas pequenas variações, os gráficos são semelhantes. Conclusão Os resultados obtidos aproximam-se do modelo teórico estudado. Quando passa um tempo de semivida, 50% dos isótopos-pai decaem e originam isótopos-filho. Na simulação realizada, no início de cada lançamento, os dados correspondem a isótopos-pai. Após o lançamento, alguns dos dados são transformados em isótopos- -filho. À medida que ocorre cada lançamento, vão-se subtraindo os dados transformados, de forma a diminuírem os isótopos-pai e a aumentarem os isótopos-filho. Isto corresponde ao que se passa num mineral após uma semivida. Tal como na simulação realizada, à medida que o tempo passa, o que corresponde a novos lançamentos sucessivos, a quantidade de isótopos-pai vai diminuindo, mas a probabilidade de se transformarem em isótopos-filho permanece igual. Atividade prática 2 Discussão dos resultados 1. As ranhuras A e B correspondem a zonas de subducção/fossas oceânicas; a ranhura C corresponde ao rifte. 2. As placas de esferovite, no início da experiência, representam a Pangeia, e no final, correspondem aos continentes atuais. 3. O passo 5 corresponde à expansão dos fundos oceânicos; o passo 10 diz respeito à deriva continental provocada pela expansão dos fundos oceânicos. 4. 1,97 cm/ano. 5. Os fundos oceânicos estão continuamente a formar-se e a destruir-se. Considerando que a idade da Terra é de 4600 Ma, isto significa que a maior parte dos fundos oceânicos que se formaram no planeta já foram destruídos. Conclusão Esta atividade pretendeu simular a fragmentação da Pangeia em dois continentes (placas de esferovite) mais pequenos, que se afastaram devido à abertura de um rifte. A ascensão de material do manto no rifte provoca o afastamento desses continentes e a formação de nova crosta oceânica. Na atividade simula-se ainda a possibilidade do movimento das placas litosféricas, que contêm as massas continentais, ser devido à existência de fossas oceânicas/ zonas de subducção numa região em que ocorre destruição de crosta oceânica. Atividade prática 3 Discussão dos resultados 1. Os tubos A e C foram utilizados para controlo da experiência. 2. A sua viscosidade. 3. O açúcar irá aumentar a viscosidade das substâncias, na medida em que se dissolve nas mesmas e torna- -as mais espessas. 4. A velocidade de progressão das substâncias ao longo do plano inclinado. Propostas de solução Atividades práticas
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    322 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 5. Ketchup. 6. A adição de açúcar, que representa a variação da quantidade de sílica; a temperatura. 7. Quanto maior for a viscosidade da substância, menor será a sua velocidade de progressão. 8. Quanto maior for a temperatura da lava, menor é a sua viscosidade. 9. Atividade vulcânica efusiva – gel de banho; atividade vulcânica explosiva – ketchup. 10.As lavas mais fluidas, por apresentarem uma taxa de escorrência mais elevada e maior velocidade de propagação, acarretam algum risco para as populações, uma vez que estas podem não ter tempo para evacuar. Contudo, as lavas mais viscosas, apesar de terem uma taxa de escorrência mais baixa, são as mais perigosas, pois devido à sua baixa temperatura e à sua elevada viscosidade, têm tendência a solidificar à saída da cratera ou no interior da chaminé vulcânica. Este facto faz aumentar a pressão no interior do edifício vulcânico, gerando explosões, normalmente violentas, que podem ocorrer subitamente, colocando em risco as populações. Conclusão A viscosidade da lava é condicionada pela sua composição em sílica e pela temperatura a que se encontra. As lavas mais viscosas progridem mais lentamente do que as lavas mais fluidas. Lavas viscosas originam erupções explosivas e lavas fluidas originam erupções efusivas. Atividade prática 4 Interpretação de dados 1. Estação sismográfica Intervalo S-P (s) Distância ao epicentro (km) Leiria 13,9 114 Estremoz 4,3 36 Beja 10 82 2. O ponto preto na figura seguinte representa o epicentro do sismo.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 323 Atividade prática 5 Discussão dos resultados 1. Quanto mais altos forem os edifícios, menor será a sua estabilidade. 2. Materiais mais dúcteis, simulados nesta experiência pelo esparguete, permitem uma maior estabilidade dos edifícios contruídos. Pelo contrário, materiais mais frágeis, dão uma menor estabilidade dos edifícios construídos. 3. Após o sismo de 1755, o Marquês de Pombal mandou reconstruir os edifícios da Baixa de Lisboa, usando estruturas de madeira em forma de cruz (gaiola pombalina) no interior das paredes. O uso da gaiola pombalina dá estabilidade aos edifícios e reduz a sua fragilidade/vulnerabilidade aos sismos. Conclusão Edifícios cuja estrutura responde melhor às vibrações provocadas pelos sismos, são mais resistentes ao colapso, o que faz diminuir o risco sísmico. Atividade prática 6 Discussão dos resultados 1. O gobelé representa o núcleo interno. Os limites exteriores da tina média representam a fronteira entre o núcleo e o manto. A tina grande representa a Terra. O ponto «F» representa o foco de um grande sismo. O raio laser representa o raio sísmico. 2. Os raios laser representam as ondas P. As outras ondas profundas são as ondas S, mas essas não atravessam o núcleo externo, representado no modelo pela tina média. 3. Na Terra, existe uma zona de sombra sísmica que se deve à refração dos raios sísmicos, neste caso são raios laser. Na realidade, o limite de descontinuidade é a superfície de descontinuidade de Gutenberg. No modelo, é a transição para a tina média. 4. Não. 5. A densidade. 6. São, respetivamente, a superfície de descontinuidade de Gutenberg e a descontinuidade de Lehmann. 7. A localização da zona de sombra e o raio da Terra. 8. Na Terra, tal como no modelo, verifica-se a chegada à zona de sombra de raios refletidos numa superfície de descontinuidade no interior do núcleo (no modelo é a parede do gobelé). Quando Lehmann verificou esse facto intuiu a existência de um núcleo interno. Conclusão – Apesar de não se conseguir aceder diretamente ao interior da Terra, podemos acumular conhecimentos sobre esta zona interpretando dados da sismologia (e não só). – Como as ondas sísmicas se comportam como ondas luminosas, sofrem reflexões e refrações ao ultrapassar superfícies de descontinuidade. – Da interpretação desses dados e através de cálculos matemáticos foi possível calcular onde se encontram as descontinuidades e a profundidade e dimensão das diferentes camadas concêntricas que constituem a Terra. – O diferente comportamento das ondas sísmicas em função do material que atravessam também permite inferir sobre características físicas desses materiais, como a rigidez e a densidade. – No modelo utilizado provou-se que, com a delimitação da zona de sombra, neste caso para o feixe de laser e a dimensão do raio da tina maior (equivalente à superfície terrestre) foi possível calcular as dimensões da tina média (equivalente ao núcleo externo). – A chegada de ondas refletidas à zona de sombra permite concluir que o núcleo não é homogéneo/existe um núcleo interno.
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    324 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Atividade de laboratório 1 Osmose em células animais Discussão dos resultados 1.1 O ácido acético descalcifica a casca do ovo, possibilitando a passagem da água e de determinados solutos. 1.2 Dióxido de carbono. 2. Em função dos resultados, indicar se algum dos ovos não alterou o seu peso durante a experiência; esse seria o meio isotónico. Algumas variações podem verificar-se, mesmo no ovo colocado em soro fisiológico. A discussão desse resultado deve levar à conclusão de que o ovo era hipotónico (se diminuiu de peso) ou hipertónico (se aumentou de peso) relativamente ao soro fisiológico. 3.1 A concentração de soluto. 3.2 A variação do peso dos ovos. 4.1 No ovo do copo B, a variação do peso terá sido pouco significativa, pois o soro fisiológico tem uma concentração de solutos mais próxima da existente no ovo. No copo A houve entrada de água para o ovo, por osmose, uma vez que o meio é hipotónico (água destilada), e foi isso que fez aumentar o peso do ovo. 4.2 A variação do peso do ovo do copo B não terá sido significativa. Os ovos dos copos C e D terão diminuído de peso por terem sido colocados em meio hipertónico, o que obrigou a água a sair, por osmose. Discutir os resultados, tendo ainda em conta a possibilidade de uma difusão mais fácil do sal do que da sacarose. 5. Difusão. 6. Como os ovos não têm todos o mesmo peso inicial, estudar a variação percentual do seu peso ao longo da experiência permite fazer uma comparação mais correta. Conclusão / Resposta à questão-problema Um ovo, de galinha ou de codorniz, pode servir de modelo para a osmose nas células se houver primeiro a descalcificação da casca, pois esta é impermeável aos líquidos. Apesar de um ovo não fecundado ser constituído por uma célula, ela corresponde apenas à gema. As membranas associadas à casca não são membranas celulares, mas também são semipermeáveis, isto é, permeáveis à água e impermeáveis, ou parcialmente permeáveis, a alguns solutos. Desta forma, tal como nas células, ocorrem fenómenos de osmose. A água entra para o ovo, por osmose, se ele for colocado em meio hipotónico, o que justifica o seu aumento de peso. Se for colocado num meio hipertónico, a água sai por osmose e o ovo perde peso. O mesmo acontece com todas as células. No entanto, ao contrário das membranas celulares, as membranas externas do ovo não têm a capacidade de selecionar quando uma determinada molécula pode entrar ou sair da célula. Isso verifica-se nas membranas das células por ação de proteínas transportadoras, como os canais iónicos, as permeases e a bomba de sódio potássio. Atividade de laboratório 2 Extração de pigmentos fossintéticos e sua separação por cromatografia de papel Discussão dos resultados 1.1 Destruir a estrutura da folha, rompendo as células para expor os pigmentos e poder extraí-los com o solvente. 1.2 Os pigmentos fotossintéticos têm regiões hidrofóbicas, logo não são solúveis em água, mas sim em solventes orgânicos, como é o caso do álcool. 2. Clorofila b, clorofila a e carotenoides. 3. As plantas que crescem na sombra produzem mais clorofilas para compensar a falta de luminosidade. 4. Essas folhas estão expostas a luz muito intensa. Propostas de solução Atividades de laboratório
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 325 Conclusão / Resposta à questão-problema Numa folha de espinafres podemos encontrar clorofila a, clorofila b e carotenoides. A sua separação é possível utilizando técnicas simples como a cromatografia de papel. A disposição dos diversos pigmentos na folha de papel de filtro resulta da sua solubilidade no solvente escolhido; os pigmentos com maior solubilidade ascendem mais no papel. As concentrações destes pigmentos variam em função das espécies, das condições de iluminação em que se encontram e da idade das folhas (esta última mais evidente nas folhas caducas). Atividade de laboratório 3 Fotossíntese – taxa fotossintética Discussão dos resultados 1.1 Aumentar a quantidade de dióxido de carbono dissolvido na água. 1.2 O detergente atua na cutícula hidrofóbica da folha e facilita a penetração da água. 2. Os discos cortados flutuam na água porque as folhas apresentam lacunas com ar. Depois de este ser substituído por água a densidade dos discos aumenta e afundam-se. 3. O tecido clorofilino dos discos tinha as condições ideais para a realização da fotossíntese porque dispunha de luz intensa, dióxido de carbono em quantidade e água disponível. 4. De acordo com a equação geral da fotossíntese, um dos produtos formados é o oxigénio. A libertação deste gás pelo tecido clorofilino da folha preencheu as lacunas dos discos e fê-los flutuar. 5. Na ausência de luz não foi produzido mais oxigénio e o que se encontrava nas lacunas dos discos libertou-se e estas ficaram preenchidas por água. 6. Sim, podia-se atingir esse objetivo montando dispositivos idênticos, mas sob luz de diferentes intensidades (ex. candeeiros iguais a diferentes distâncias dos copos). 7. Sim. Por exemplo: retirar o bicarbonato, num dispositivo, para jogar com diferentes quantidades de dióxido de carbono do meio; colocar os dispositivos a diferentes temperaturas (ex. colocar um dispositivo num recipiente com gelo, noutro usar um banho-maria). Conclusão / Resposta à questão-problema A atividade fotossintética levou à libertação de oxigénio que preencheu as lacunas das folhas e fez subir os discos que assim se tornaram menos densos. Na obscuridade a fotossíntese cessa e o oxigénio que se encontrava nas lacunas dos discos libertou-se e estas ficaram preenchidas por água. Esta atividade pode servir de base para o estudo de fatores que influenciam a taxa fotossintética, na medida em que a subida dos discos (variável dependente) pode ser mais ou menos rápida em função das variáveis independentes que sejam introduzidas (ex. intensidade luminosa, comprimento de onda da luz utilizada, variação da quantidade de dióxido de carbono em solução na água, ou temperatura). Na realização dessas experiências, o dispositivo utilizado nesta atividade serviria de controlo. Atividade de laboratório 4A Dissecação de um peixe: brânquias e coração Discussão dos resultados 1. Os peixes têm vários pares de brânquias, cada uma com vários filamentos e cada um deles com várias lamelas; desta forma, a superfície total em contacto com a água é relativamente grande. 2. Através da sua cor e porque quando se cortam libertam bastante sangue. 3. Num nadador rápido, os gastos energéticos são maiores, sendo também maior o consumo de oxigénio, pelo que mais água terá de atravessar as brânquias para oxigenar o sangue. Ter fendas operculares maiores permite um maior fluxo de água. A enguia tem as necessidades energéticas menores que o carapau. 4. Quando uma brânquia é retirada de água, as lamelas e os filamentos branquiais aderem, reduzindo significativamente a superfície através da qual ocorre a hematose. Assim, um peixe fora de água vê a sua superfície respiratória reduzida que, como tem tendência a desidratar em contato com o ar, deixa de ser funcional, pelo que, mais tarde ou mais cedo, o peixe vai asfixiar.
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    326 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 5. Porque é sangue venoso. 6. Como os peixes só têm uma aurícula, que recebe o sangue, e um ventrículo, que o expulsa, o sangue que atravessa o coração só podia ser arterial ou venoso, mas a sua coloração indica que é venoso. 7. A circulação dos peixes é uma circulação simples, em que todo sangue que sai do coração se dirige diretamente para as brânquias e destas é que segue para os restantes órgãos. Desta forma, é vantajoso que o coração se localize na proximidade das brânquias, para que quando sai oxigenado das brânquias ainda siga a grande velocidade e pressão. Conclusão / Resposta à questão-problema As brânquias estão protegidas pelos opérculos e comunicam com a cavidade bucal e com o exterior, através da fenda opercular; assim, podem ser banhadas por uma corrente contínua de água com oxigénio dissolvido que permite uma hematose mais eficaz. A existência de vários pares de brânquias, cada um com vários filamentos, e estes com muitas lamelas, forma uma grande superfície onde se fazem as trocas gasosas. O coração localiza-se em posição ventral, junto às brânquias, pois é para esse órgão que envia diretamente o sangue. O sangue que é oxigenado nas brânquias, segue para os restantes órgãos e regressa ao coração. Como os peixes têm circulação simples e o coração apenas tem uma aurícula e um ventrículo, é atravessado unicamente por sangue venoso. Atividade de laboratório 4B Dissecação de um coração de porco Discussão dos resultados 1.1 Os ventrículos são mais musculosos, pois têm de enviar o sangue, sob pressão, para as artérias, enquanto as aurículas recebem o sangue proveniente de outros órgãos (com menor pressão), através de veias, e contraem-se apenas para enviar o sangue para os ventrículos. 1.2 O ventrículo esquerdo tem paredes mais espessas e musculosas do que o ventrículo direito. Quando se contraem (sístole), bombeiam o sangue, para as artérias, com uma pressão diferente. A baixa pressão nas artérias pulmonares facilita as trocas gasosas nos pulmões e a pressão mais elevada na circulação sistémica permite que o sangue transporte oxigénio e nutrientes até aos tecidos muito rapidamente, apesar de percorrer um trajeto maior. 2. As artérias recebem o sangue sob pressão elevada em resultado da sístole ventricular, pelo que têm de ser mais elásticas e resistentes, o que justifica a sua maior espessura. A sua elasticidade, conjuntamente com a existência de válvulas à saída do coração, permitem manter a pressão do sangue até à rede de capilares. As veias conduzem o sangue com baixa pressão em direção ao coração, pelo que têm paredes com menor espessura e menor resistência. 3. As coronárias são artérias que levam o sangue arterial para o miocárdio. Se se inserissem no meio da massa muscular do coração, a contração deste bloqueava o fluxo de sangue nas coronárias, e o coração deixava de receber nutrientes e oxigénio. 4. As veias cavas transportam sangue venoso para a aurícula direita, e as veias pulmonares transportam sangue arterial para a aurícula esquerda. 5. Impedirem o refluxo do sangue, garantindo que segue um caminho unidirecional. As válvulas sigmoides impedem o retrocesso de sangue para os ventrículos; as válvulas auriculoventriculares impedem o retrocesso do sangue para as aurículas. 6. A existência de quatro cavidades cardíacas bem individualizadas, separadas por válvulas, indica que o sangue percorre dois circuitos independentes, a circulação pulmonar e a circulação sistémica. Conclusão / Resposta à questão-problema A divisão do coração em duas partes distintas e o sistema de válvulas indicam que os mamíferos têm uma circulação dupla e completa. Os ventrículos são muito mais desenvolvidos do que as aurículas, pois a sua contração tem de gerar pressão suficiente para levar o sangue para os diferentes órgãos. O ventrículo esquerdo é mais musculoso, pois canaliza o sangue para a circulação sistémica. As válvulas cardíacas garantem que, após as sístoles, não há refluxo de sangue. Os vasos sanguíneos que contactam com as cavidades cardíacas têm uma estrutura diferenciada, sendo as artérias muito mais resistentes e elásticas, para poderem receber o sangue sob pressão. O músculo cardíaco é irrigado pelas artérias coronárias, vasos que percorrem a periferia do órgão para não serem obstruídos durante as sístoles cardíacas.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 327 Ficha de recuperação 1 1.1 (a) – (3) e 7; (b) – (4) e (8); (c) – (1) e (2); (d) – (5) e (6) 1.2 (A) V; (B) V; (C) F; (D) F; (E) V; (F) F 1.3 (A) Ficha de recuperação 2 1.1 (D) 1.2 (a) – (4); (b) – (1); (c) – (2); (d) – (3) 2. a) sal-gema; b) calcário; c) carvão; d) arenito; e) argilito; f) granito; g) grandes; h) basalto; i) pequenos; j) mármore; k) temperatura; l) xisto; m) pressão 3. E – C – B – A – D Ficha de recuperação 3 1. (A) V; (B) V; (C) F; (D) F; (E) – V; (F) F 2. a) rochas sedimentares; b) sedimentos; c) fósseis de fácies/ambiente; d) relativa; e) fósseis de Idade; f) identidade paleontológica 3. a) absoluta; b) radioatividade; c) isótopos; d) neutrões; e) isótopos-pai; f) isótopos-filho; g) tempo de semivida Ficha de recuperação 4 1. a) Deriva Continental; b) Pangeia; c) Expansão dos Fundos Oceânicos; d) geológico; e) paleontológico; f) paleoclimático; g) morfológico; h) limite; i) diver- gente; j) convergente; k) continental; l) transformante. 2.1. (B) 2.2. (A) 2.3. (C) Ficha de recuperação 5 1. a) lava encordoada/pahoehoe; b) lava escoriácea/aa; c) lava em almofada/pillow lava; d) cinza; e) lapilli/ bagacina; f) bombas ou blocos; g) pedra-pomes; h) piroclastos de queda; i) piroclastos de fluxo; j) nuvens ardentes. 2. (a) – (3); (b) – (2); (c) – (1) 3. (D) 4. (a) – (2); (b) – (1); (c) – (3) Ficha de recuperação 6 1.1 B – A – D – C 1.2 Setúbal 1.3 Benavente 2. (A) F; (B) F; (C) F; (D) V; (E) F; (F) F; (G) V 3. (C) 4. a) superficiais; b) primárias; c) secundárias; d) secun- dárias; e) primárias; f) superficiais; g) superficiais; h) secundárias; i) primárias. Ficha de recuperação 7 1.1 I – Crosta; II – Manto; III – Núcleo externo; IV – Núcleo interno 1.2 A – Descontinuidade de Mohorovicic; B – Descon- tinuidade de Gutenberg; C – Descontinuidade de Lehmann 2. a) núcleo interno; b) crosta; c) crosta oceânica; d) crosta continental; e) litosfera; f) astenosfera; g) manto; h) núcleo externo. 3. (a) – (4); (b) – (3); (c) – (1); (d) – (2); (e) – (6); (f) – (5) 3.1 Dois dos seguintes: explorações mineiras; vulcanismo; sondagens. Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Propostas de solução Fichas de recuperação
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    328 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Ficha de recuperação 8 1. a) tecidos; b) população; c) comunidade; d) ecossistema; e) exótica; f) invasora; g) produtor; h) primeiro; i) segundo; j) primário; k) impedida 2. (A) F (B) F; (C) F; (D) V; (E) F; (F) F; (G) V; (H) F Ficha de recuperação 9 1. (a) – (5), (7); (b) – (8), (9); (c) – (2), (10); (d) – (1), (3); (e) – (4), (6) 2. a) membrana plasmática; b) parede celular; c) ribossomas; d) retículo endoplasmático rugoso; e) retículo endoplasmático liso; f) complexo de Golgi; g) lisossomas; h) núcleo; i) centríolos; j) mitocôndrias; k) cloroplastos 3. (A) V; (B) V; (C) F; (D) V; (E) V; (F) V; (G) F; (H) F; (I) V; (J) F Ficha de recuperação 10 1. (a) – (4); (b) – (1); (c) – (3); (d) – (2) 2. a) cavidade gastrovascular; b) exocitose; c) endocitose; d) lisossomas; e) boca; f) completo; g) digestão; h) absorção 3. (A) F; (B) V; (C) V; (D) F; (E) V; (F) F; (G) V 4. a) osmose; b) hipotónico; c) hipertónico; d) plasmólise; e) turgescência; f) vacúolo; g) citoplasma 5. (A) 6. (a) – (4), (6); (b) – (3), (5); (c) – (1), (2) 7. (A) F; (B) V; (C) V; (D) V; (E) F; (F) V 8. a) repouso; b) negativas; c) potencial de ação; d) despolarização; e) repolarização; f) arborização terminal; g) sinapse; h) neurotransmissores; i) dendrite 9. (B) Ficha de recuperação 11 1. a) clorofilas; b) oxidadas; c) tilacoides; d) oxigénio; e) fotoquímica; f) NADPH; g) ATP; h) química; i) estroma; j) dióxido de carbono; k) compostos orgânicos; l) ADP; m) NADP+ 2.1 (A) 2.2 (C) 2.3 (C) 3. B – D – C – A Ficha de recuperação 12 1. (A) F; (B) V; (C) V; (D) F; (E) V; (F) V, (G) V; (H) F; (I) F 2.1 (C) 2.2 (A) 2.3 (B) 2.4 (D) 3. A – D – C – B Ficha de recuperação 13 1. a) cavidade gastrovascular; b) transporte; c) intracorporal; d) aberto; e) hemolinfa; f) fechado; g) veias; h) artérias; i) menor; j) maior 2.1 Um. 2.2.1 (D) 2.2.2 (B) 2.2.3 (D) Ficha de recuperação 14 1. a) anabolismo; b) endoenergéticas; c) catabolismo; d) exoenergéticas; e) aeróbios; f) anaeróbios; g) anaeróbios facultativos; h) respiração aeróbia; i) fermentação; j) glicólise; k) citosol; l) piruvato m) fermentação alcoólica; n) etanol; o) fermentação lática; p) lactato; q) ATP 2.1 (D) 2.2 (A) 3. C – D – A – B Ficha de recuperação 15 1. a) estomas; b) ostíolos; c) células-guarda; d) túrgidas; e) fora; f) transpiração; g) secos h) quentes (ou vice-versa, em g) e h)) 2. (a) – (5); (b) – (3); (c) – (4); (d) – (1); (e) – (2) 2.1 Mamífero; ave; peixe e minhoca. 3.1 (A) 3.2 (B) 3.3 (C) Propostas de solução Fichas de recuperação
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 329 Ensino digital | Carlos Pinheiro A crise pandémica obrigou as escolas a transfor- ŵĂƌĞŵĂƐƐƵĂƐƉƌĄƟĐĂƐ͕ĂĚĂƉƚĂŶĚŽͲĂƐĂƵŵĐŽŶƚĞdžƚŽ ĚĞĞŶƐŝŶŽĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ŶƵŵĂŵďŝĞŶƚĞ totalmente virtual e mediado por tecnologias que a ŵĂŝŽƌŝĂĚŽƐĚŽĐĞŶƚĞƐĞĂůƵŶŽƐŶĆŽĚŽŵŝŶĂǀĂ͕ŵĂƐĚĞ que muito rapidamente se apropriaram. KƌĞŐƌĞƐƐŽĂŽĞŶƐŝŶŽƉƌĞƐĞŶĐŝĂů͕ŶŽŝŶşĐŝŽĚŽĂŶŽ ůĞƟǀŽ ϮϬϮϬͲϮϭ͕ƐĞ ƉŽƌ Ƶŵ ůĂĚŽ ĮĐŽƵ ŵĂƌĐĂĚŽ ƉĞůĂ eventual necessidade de recorrer de novo a mode- ůŽƐĚĞĞŶƐŝŶŽĂĚŝƐƚąŶĐŝĂŽƵŵŝƐƚŽ͕ƚŽƌŶŽƵ ƚĂŵďĠŵ ĞǀŝĚĞŶƚĞ ƋƵĞ͕ ŵĞƐŵŽ ƉƌĞƐĞŶ- ĐŝĂůŵĞŶƚĞ͕ĠƉŽƐƐşǀĞůŵŽďŝůŝnjĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞ plataformas digitais para a construção de novos cenários de ensino e de aprendiza- ŐĞŵ͕ŶƵŵŵŽĚĞůŽĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽ͘ K ĐŽŶĐĞŝƚŽ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ŚşďƌŝĚŽ͕ ŽƵ blended learning, resulta da combinação da aprendizagem presencial com ambien- tes online͕ ƉƌŽŵŽǀĞŶĚŽ ƵŵĂ ĚŝĨĞƌĞŶĐŝĂ- ĕĆŽĚŽƐƚĞŵƉŽƐ͕ĚŽƐůƵŐĂƌĞƐ͕ĚŽƐŵŽĚŽƐĞ ĚŽƐƌŝƚŵŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƉĂƌĂƋƵĞŽƐ ĂůƵŶŽƐĂƉƌĞŶĚĂŵŵĂŝƐĞŵĞůŚŽƌ͘ As sugestões que aqui apresentamos ǀŝƐĂŵ͕ ĂƐƐŝŵ͕ ŶĆŽ Ɛſ ĂƵdžŝůŝĂƌ ŽƐ ĚŽĐĞŶ- tes na eventual transição para modelos ĚĞΛŽƵŵŝƐƚŽƐ͕ŵĂƐƚĂŵďĠŵƉŽƚĞŶĐŝĂƌĂŝŶŽǀĂ- ĕĆŽƐƵƐƚĞŶƚĂĚĂĞĂŇĞdžŝďŝůŝĚĂĚĞŶŽŵŽĚĞůŽƉƌĞƐĞŶĐŝĂů͕ ƟƌĂŶĚŽƉĂƌƟĚŽĚŽƵƐŽĚĂƐƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐƉĂƌĂ ĂŵĞůŚŽƌŝĂĚŽƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞĞŶƐŝŶŽĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ aliando com sucesso as vantagens da sala de aula İƐŝĐĂĂŽƐďĞŶĞİĐŝŽƐĚĂĞĚƵĐĂĕĆŽĚŝŐŝƚĂů͘ WůĂŶŝĮĐĂƌ KƋƵĞƐĆŽĂŵďŝĞŶƚĞƐŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ĞƋƵĂŝƐĂƐƐƵĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐ͍ KƐ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ŚşďƌŝĚŽƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ ŵƵŝ- ƚĂƐǀĞnjĞƐĚĞƐŝŐŶĂĚŽƐƉĞůĂĞdžƉƌĞƐƐĆŽŝŶŐůĞƐĂblended learning͕ ƐĆŽ Ƶŵ ŵŽĚĞůŽ ŇĞdžşǀĞů ƋƵĞ ĐŽŵďŝŶĂ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ İƐŝĐŽƐ Ğ ǀŝƌƚƵĂŝƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŶŽ ĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚĞƉƌŽũĞƚŽƐŽƵĚĞŽƵƚƌĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ĚĞĞŶƐŝŶŽͲĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƐĞŵŚĂǀĞƌŶĞĐĞƐƐŝĚĂĚĞĚĞ ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ Ğ ĂůƵŶŽƐ ƉĂƌƟůŚĂƌĞŵ Ž ŵĞƐŵŽ ĞƐƉĂĕŽ İƐŝĐŽĞŽƐŵĞƐŵŽƐƚĞŵƉŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘dƌĂƚĂͲƐĞ ĚĞƵŵŵŽĚĞůŽƋƵĞĞdžŝŐĞƵŵĂĐƵŝĚĂĚŽƐĂƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐŽďƌĞĐŽŵŽĞƋƵĂŶĚŽƵƐĂƌŽƐĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ͕İƐŝĐŽƐĞĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƉĂƌĂĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉƌĞƐĞŶ- ĐŝĂŝƐ ŽƵ Ă ĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ ƚƌĂďĂůŚŽ ĂƵƚſŶŽŵŽ ŽƵ ĐŽůĂďŽ- ƌĂƟǀŽ͕ŝŶƚĞƌĂĕĆŽƐŽĐŝĂůĞĂƉůŝĐĂĕĆŽƉƌĄƟĐĂ͕ƚĞŶĚŽĞŵ ǀŝƐƚĂƉƌŽƉŽƌĐŝŽŶĂƌĂŽƐĂůƵŶŽƐĐŽŶƚĞdžƚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂ- ŐĞŵŵĂŝƐƌŝĐŽƐ͕ĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĚŽƐĞĂĚĂƉƚĂĚŽƐĂŽƐƌŝƚŵŽƐ ĞĐĂƌĂĐƚĞƌşƐƟĐĂƐĚĞĐĂĚĂĂƉƌĞŶĚĞŶƚĞ͘ ZĞůĂƟǀĂŵĞŶƚĞ ă ƐƵĂ ĞƐƚƌƵƚƵƌĂ͕ ŽƐ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ŚşďƌŝĚŽƐ ĐŽŵƉƌĞĞŶĚĞŵ ƵŵĂ ĐŽŵƉŽŶĞŶƚĞ ŚƵŵĂŶĂ ;ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ Ğ ĂůƵŶŽƐ͕ ĞǀĞŶƚƵĂůŵĞŶƚĞ ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐƚĂƐ ĐŽŶǀŝĚĂĚŽƐĞĞŶĐĂƌƌĞŐĂĚŽƐĚĞĞĚƵĐĂĕĆŽͿ͕ ĐŽŶƚĞƷĚŽƐƉĞĚĂŐſŐŝĐŽƐ;ƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ŽƐƚƌĂ- ĚŝĐŝŽŶĂŝƐ͕ŵĂƐĞƐƉĞĐŝĂůŵĞŶƚĞŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐͿ͕ ƵŵĂŵďŝĞŶƚĞĨşƐŝĐŽ;ĂƐĂůĂĚĞĂƵůĂͿĞĚŝŐŝ- ƚĂů;ĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐƚĞĐŶŽůſŐŝĐĂƐͿĞĂƐŝŶƚĞ- rações entre eles. ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŚşďƌŝĚĂ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂ inúmeras vantagens.WŽƌƵŵůĂĚŽ͕ĂƐƐĞŶƚĂ ŶĂŝĚĞŝĂĚĞƋƵĞŽƐĂůƵŶŽƐĚĞŝdžĂŵĚĞƐĞƌ ƌĞĐĞƚŽƌĞƐƉĂƐƐŝǀŽƐĚĞĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽĞĚĞ que o professor já não é a única fonte de informação. Combinar o ensino presencial ŶĂĞƐĐŽůĂĐŽŵĂƟǀŝĚĂĚĞƐƌĞĂůŝnjĂĚĂƐăĚŝƐ- ƚąŶĐŝĂ͕ĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐonline͕ƉůĂŶŝĮĐĂĚĂƐ ĞĂƉŽŝĂĚĂƐƉĞůŽƐƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ͕ĚĞƐĞŶǀŽůǀĞ ĂĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂƵƚſŶŽŵĂ ĞĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͕ƉŽƚĞŶĐŝĂĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂŽůŽŶŐŽ da vida e oferece instrumentos que facilitam a per- sonalização e a diferenciação. Ao usar ambientes e recursos online͕ĞƐƚĄͲƐĞƐŝŵƵůƚĂŶĞĂŵĞŶƚĞĂĂƉŽŝĂƌŽ desenvolvimento das competências digitais dos alu- ŶŽƐ͕ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐŝŶĚŝƐƉĞŶƐĄǀĞŝƐƉĂƌĂŽĞdžĞƌĐşĐŝŽĚĞ ƵŵĂĐŝĚĂĚĂŶŝĂƉůĞŶĂ͕ĂƟǀĂĞĐƌŝĂƟǀĂŶĂƐŽĐŝĞĚĂĚĞĚĂ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽĞĚŽĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽĞŵƋƵĞĞƐƚĂŵŽƐŝŶƐĞ- ridos. ƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐůĞƟǀĂƐƉƌĞƐĞŶĐŝĂŝƐƐĆŽŝŶĚŝƐƉĞŶƐĄǀĞŝƐ para o desenvolvimento das competências sociais dos ĂůƵŶŽƐ͕ƉĂƌĂŽďĞŵͲĞƐƚĂƌƉĞƐƐŽĂů͕ƉĂƌĂŽƐĞŶƟĚŽĚĞ ƉĞƌƚĞŶĕĂăĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞĞƉĂƌĂĂƌĞůĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ ƉƌŽĨĞƐƐŽƌͬĂůƵŶŽ͕ ƚĆŽ ŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞ ƉĂƌĂ Ž ƐƵĐĞƐƐŽ ĚĂ aprendizagem no caso de crianças e jovens. A abor- dagem ŚşďƌŝĚĂ, sem prescindir dessa componente ĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂů ĚĞ ŝŶƚĞƌĂĕĆŽ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ Ğŵ ƐĂůĂ ĚĞ aula, permite ao professor propor novas soluções de ĞŶƐŝŶŽĞĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ŚĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞďĂƐĞĂĚĂƐ ŶŽƵƐŽĚĞƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ĐŽŵƉƌŽĐĞƐƐŽƐŵĂŝƐ ĐĞŶƚƌĂĚŽƐŶŽĂůƵŶŽ͕ŶŽĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚĞĐŽŵƉĞ- ƚġŶĐŝĂƐƚƌĂŶƐǀĞƌƐĂŝƐĞŶĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵƉŽƌƉƌŽũĞƚŽƐ͕ O conceito de ensino ŚşďƌŝĚŽƌĞƐƵůƚĂĚĂ combinação da aprendizagem presencial com ambientes online͕ promovendo uma diferenciação dos ƚĞŵƉŽƐ͕ĚŽƐůƵŐĂƌĞƐ͕ dos modos e dos ritmos ĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƉĂƌĂ que os alunos aprendam ŵĂŝƐĞŵĞůŚŽƌ͘
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    330 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 ƋƵĞǀĂůŽƌŝnjĞŵŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽĞĐƌŝĂƟǀŽ͕ŽƚƌĂ- ďĂůŚŽ ĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽ Ğ ĂƐ ĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĐŽŵƵŶŝĐĂ- ĕĆŽ͘EĞƐƚĞƐĞŶƟĚŽ͕ĠƵŵĂĂďŽƌĚĂŐĞŵƋƵĞƉŽĚĞƐĞƌ ŝŵƉůĞŵĞŶƚĂĚĂĚĞĨŽƌŵĂĞĮĐĂnjƚĂŶƚŽŶŽĞŶƐŝŶŽďĄƐŝĐŽ ĐŽŵŽŶŽƐĞĐƵŶĚĄƌŝŽ͕ĚĞƐĚĞƋƵĞŶĂĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞĞƐĐŽ- ůĂƌŚĂũĂƵŵĂĐŽŵƉƌĞĞŶƐĆŽĐůĂƌĂĚĂƐƐƵĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐ e seja precedida de organização e planeamento. Na ŽƉŝŶŝĆŽ ĚĞ DŽƌĞŝƌĂ͕ :͘ ͕͘ Θ ,ŽƌƚĂ͕ϭ uma das gran- ĚĞƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐĚĞƐƚĞŵŽĚĞůŽĠĂƐƵĂŇĞdžŝďŝůŝĚĂĚĞͨŶĂ ĨŽƌŵĂĐŽŵŽƐĞŐĞƌĞŽƚĞŵƉŽ͕ĐŽŵŽŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐƐĆŽ ŵŝŶŝƐƚƌĂĚŽƐ͕ĐŽŵŽŽƐĂůƵŶŽƐŝŶƚĞƌĂŐĞŵĐŽŵŽƐƌĞĐƵƌ- ƐŽƐ͕ĐŽŵŽƐƐĞƵƐƉĂƌĞƐĞĐŽŵŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͘ŶƋƵĂŶƚŽ no ambiente online ĞİƐŝĐŽ͕ŽĨŽƌŵĂƚŽĠĞƐĐŽůŚŝĚŽĞ ƵƐĂĚŽ Ğŵ ĞdžĐůƵƐŝǀŝĚĂĚĞ Ğ͕ ƉŽƌƚĂŶƚŽ͕ ƐĞŵ ŽƐ ďĞŶĞ- İĐŝŽƐĚŽŽƵƚƌŽ͕Žblended learning pode oferecer o ŵĞůŚŽƌ ĚĞ ĂŵďĂƐ ĂƐ ƌĞĂůŝĚĂĚĞƐ͕ Ž ŵĞůŚŽƌ ĚĞƐƐĞƐ ŵƵŶĚŽƐ͕ŶƵŵĂĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂŝŶƚĞŐƌĂĚĂĞƷŶŝĐĂͩ͘ YƵĞƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐĚĞǀŽƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌ͍ ĞƐĐŽůŚĂĚĂƉůĂƚĂĨŽƌŵĂĚĞƐƵƉŽƌƚĞĂŽƐĂŵďŝĞŶƚĞƐ ŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĠƵŵĂĚĂƐĚĞĐŝƐƁĞƐŵĂŝƐ ŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƐŶŽƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͘KƐŵŽĚĞůŽƐ mais comuns são os sistemas de gestão de aprendiza- gem (LMS – Learning Management Systems) ou siste- mas de gestão de conteúdos de aprendizagem (LCMS ʹĞĂƌŶŝŶŐŽŶƚĞŶƚDĂŶĂŐĞŵĞŶƚ^LJƐƚĞŵƐͿ͕ƉŽĚĞŶĚŽ ƚĂŵďĠŵƵƐĂƌͲƐĞŽƵƚƌŽƟƉŽĚĞĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽůĂ- ďŽƌĂĕĆŽĞĚŝƐĐƵƐƐĆŽ͕ĐŽŵďŝŶĂĚĂƐĐŽŵĞůĞŵĞŶƚŽƐĚĞ ƐƵƉŽƌƚĞ͕ŽƌŝĞŶƚĂĕĆŽĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘ŵĂŝŽƌŝĂĚĂƐƉůĂƚĂ- ĨŽƌŵĂƐŵĂŝƐƵƐĂĚĂƐ;DŽŽĚůĞ͕'ŽŽŐůĞůĂƐƐƌŽŽŵŽƵ DŝĐƌŽƐŽŌdĞĂŵƐͿĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĂŽĞƐƐĞŶĐŝĂůĚĂƐĂƟǀŝĚĂ- des relacionadas com a gestão do processo de ensino Ğ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ Ğŵ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ŶŽŵĞĂĚĂ- ŵĞŶƚĞ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ ĚĞ ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ ĚĞ ŐĞƐƚĆŽ ĚĞ ĐŽŶƚĞƷĚŽƐĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘ K ŝĚĞĂů ƐĞƌĄ ƋƵĞ Ă ƉƌſƉƌŝĂ ĞƐĐŽůĂ ĐŽŶƚƌĂƚƵĂůŝnjĞ͕ ŽƌŐĂŶŝnjĞ Ğ ĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĞ ă ĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞ ĞƐĐŽůĂƌ ƵŵĂ plataforma adequada ao modelo de ensino que pre- ƚĞŶĚĞĂĚŽƚĂƌ͕ĞƋƵĞĞƐƐĂƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐĞũĂƵƐĂĚĂƉŽƌ ƚŽĚŽƐŽƐƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ͘/ƐƐŽ͕ĐŽŶƚƵĚŽ͕ŶĆŽƐŝŐŶŝĨŝĐĂƋƵĞ ĂůƵŶŽƐĞĚŽĐĞŶƚĞƐĮƋƵĞŵůŝŵŝƚĂĚŽƐĂŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐŽĨĞ- ƌĞĐŝĚŽƐ ƉŽƌ ĞƐƐĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ͕ ƐĞŶĚŽ ƉĞůŽ ĐŽŶƚƌĄƌŝŽ ϭ DŽƌĞŝƌĂ͕:͕͘͘Θ,ŽƌƚĂ͕D͘:͘;ϮϬϮϬͿ͘ĚƵĐĂĕĆŽĞĂŵďŝĞŶƚĞƐ ŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘hŵƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞŝŶŽǀĂĕĆŽƐƵƐƚĞŶ- tada. Revista UFG͕20;ϮϲͿ͘Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵŚƩƉƐ͗ͬͬĚŽŝ͘ ŽƌŐͬϭϬ͘ϱϮϭϲͬƌĞǀƵĨŐ͘ǀϮϬ͘ϲϲϬϮϳ͘ŽŶƐƵůƚĂĚŽĞŵϮϵͲϭϭͲϮϬϮϬ ĚĞƐĞũĄǀĞůƋƵĞƐĞĚŝǀĞƌƐŝĮƋƵĞĂƵƟůŝnjĂĕĆŽĚĞĐŽŶƚĞƷ- ĚŽƐĞĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƐĞƉŽƐƐşǀĞůŝŶƚĞŐƌĂŶĚŽͲŽƐ ŶĂ ƉƌſƉƌŝĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ͕ Ğ ƐĂůǀĂŐƵĂƌĚĂŶĚŽ͕ ŶĂƚƵƌĂů- ŵĞŶƚĞ͕ĂƐƋƵĞƐƚƁĞƐĚĞƉƌŝǀĂĐŝĚĂĚĞĞƐĞŐƵƌĂŶĕĂĚŽƐ ĂůƵŶŽƐ͕ ŶŽ ƌĞƐƉĞŝƚŽ ƉĞůŽ ĚŝƐƉŽƐƚŽ ŶŽ ZĞŐƵůĂŵĞŶƚŽ 'ĞƌĂůƐŽďƌĞĂWƌŽƚĞĕĆŽĚĞĂĚŽƐ͘ Para a implementação de um modelo de ensino ŚşďƌŝĚŽďĂƐĞĂĚŽĞŵƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƐĞƌĄĞƐƐĞŶ- ĐŝĂůƋƵĞĂƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ͕ĚŽƉŽŶƚŽĚĞǀŝƐƚĂĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͕ ƉĞƌŵŝƚĂ͕ĚĞĨŽƌŵĂĨĄĐŝů͕ŝŶĐŽƌƉŽƌĂƌĞŐĞƌŝƌĂƟǀŝĚĂĚĞƐ de comunicação de um para um e de um para mui- ƚŽƐ͕ĚĞĨŽƌŵĂƐşŶĐƌŽŶĂĞĂƐƐşŶĐƌŽŶĂ͕ĂĚŝƐƚƌŝďƵŝĕĆŽĞ ŵŽŶŝƚŽƌŝnjĂĕĆŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƚĂƌĞĨĂƐ͕ĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĂƐ aprendizagens e formas rápidas de feedback. ŽƉŽŶƚŽĚĞǀŝƐƚĂĚŽƐĂƉƌĞŶĚĞŶƚĞƐ͕ĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐ ĚĞǀĞƌĆŽ ĨĂǀŽƌĞĐĞƌ Ă ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͕ ƉĞƌŵŝƟŶĚŽƋƵĞŽƐĂůƵŶŽƐŽƌŐĂŶŝnjĞŵ͕ƉƌŽĐĞƐƐĞŵ͕ĂŶĂ- ůŝƐĞŵĞŝŶƚĞƌƉƌĞƚĞŵŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ƋƵĞƉůĂŶĞŝĞŵ͕ŵŽŶŝ- ƚŽƌŝnjĞŵĞƌĞŇŝƚĂŵƐŽďƌĞĂƐƵĂƉƌſƉƌŝĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ ƋƵĞĨŽƌŶĞĕĂŵĞǀŝĚġŶĐŝĂƐĚŽƉƌŽŐƌĞƐƐŽ͕ƋƵĞƉĂƌƟůŚĞŵ ŝĚĞŝĂƐĞĞŶĐŽŶƚƌĞŵƐŽůƵĕƁĞƐĐƌŝĂƟǀĂƐ͘ĞǀĞƌĆŽĂŝŶĚĂ ŽĨĞƌĞĐĞƌ Ă ŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚĂƌ ĐŽůĂďŽƌĂƟǀĂ- ŵĞŶƚĞ͕ĚĞĂƉƌĞƐĞŶƚĂƌͬĞŶǀŝĂƌŽƚƌĂďĂůŚŽĂŽĚŽĐĞŶƚĞĞ de receber rápido feedback. É ainda importante que as plataformas contemplem procedimentos de auten- ƟĐĂĕĆŽƋƵĞĐŽŵƉƌŽǀĞŵĂŝĚĞŶƟĚĂĚĞĚŽƐĂůƵŶŽƐ͕ĚĞ ĨŽƌŵĂĂĞǀŝƚĂƌͲƐĞĂĞdžŝƐƚġŶĐŝĂĚĞĚƷǀŝĚĂƐƐŽďƌĞĂĂƵƚŽ- ƌŝĂĚĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐƌĞĂůŝnjĂĚĂƐ͘ YƵĞŵŽĚĞůŽƐĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĞdžŝƐƚĞŵĞĐŽŵŽ ƉůĂŶŝĮĐĂƌ͍ A escola deverá dispor de um Plano de Ação para ŽĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽŝŐŝƚĂů;WͿ͕ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽĨƵŶ- damental para o desenvolvimento digital da escola. ƐƚĞ W ŝŵƉůŝĐĂ Ă ŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽ ĚĂƐ ŝŶĨƌĂĞƐƚƌƵ- ƚƵƌĂƐ͕ ĐŽŶĞĐƟǀŝĚĂĚĞ Ğ ĞƋƵŝƉĂŵĞŶƚŽ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ Ƶŵ ƉůĂŶĞĂŵĞŶƚŽĞĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĞĮĐĂnjĞƐĚĂĐĂƉĂ- ĐŝĚĂĚĞ ĚŝŐŝƚĂů͕ ŝŶĐůƵŝŶĚŽ ĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞƐ ŽƌŐĂŶŝnjĂƟǀĂƐ ĂƚƵĂůŝnjĂĚĂƐ͕ĂŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚŽŶşǀĞůĚĞƉƌŽĮĐŝġŶĐŝĂ digital e formas de capacitação dos professores e o acesso a conteúdos de aprendizagem de elevada qualidade e a plataformas seguras que respeitem ĂƉƌŝǀĂĐŝĚĂĚĞĞĂƐŶŽƌŵĂƐĠƟĐĂƐ͘ĞƐĞũĂǀĞůŵĞŶƚĞ͕ esse plano deverá também incluir a referência a ŵŽĚĞůŽƐĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͘ ƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĚĞŵŽĚĞůŽƐŚşďƌŝĚŽƐĚĞĞĚƵĐĂĕĆŽ ĚĞǀĞƌĄĚĂƌƉƌĞĨĞƌġŶĐŝĂĂĂƟǀŝĚĂĚĞƐƋƵĞĨĂǀŽƌĞĕĂŵŽ
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 331 Ensino digital | Carlos Pinheiro desenvolvimento de competências trans- versais e interdisciplinares de forma inte- ŐƌĂĚĂĞĂƌƟĐƵůĂĚĂ͕ŝŶĐůƵŝŶĚŽĂĚƵĐĂĕĆŽ ƉĂƌĂ Ă ŝĚĂĚĂŶŝĂ͕ ƉĞůŽ ƋƵĞ ĚĞƐĞũĂǀĞů- ŵĞŶƚĞƌĞĂůŝnjĂƌͲƐĞͲĄŶŽĐŽŶƚĞdžƚŽĚŽŽŶƐĞ- ůŚŽĚĞdƵƌŵĂ͕ĞŵĂƌƟĐƵůĂĕĆŽĐŽŵŽWůĂŶŽ ĚĞdƌĂďĂůŚŽĚĞdƵƌŵĂĞĂŶƚĞƐĚŽŝŶşĐŝŽĚĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ůĞƟǀĂƐ͘ K ƚƌĂďĂůŚŽ ĐŽůĂďŽƌĂ- ƟǀŽĚŽƐĚŽĐĞŶƚĞƐƐĞƌĄŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞŶĆŽƐſ ŶĞƐƚĂĨĂƐĞĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͕ĐŽŵŽĂŽůŽŶŐŽ de todo o processo. ^ƵŐĞƌĞͲƐĞ ƵŵĂ ĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĕĆŽ ĚĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ͕ ƉƌŝǀŝůĞŐŝĂŶĚŽ͕ ĐŽŶƚƵĚŽ͕ ĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ ĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽ͕ĞŵƉĂƌĞƐŽƵĞŵŐƌƵƉŽƐŵĂŝƐĂůĂƌŐĂĚŽƐ͕ usandoastecnologiasdigitaisparapromoveroenvolvi- ŵĞŶƚŽĂƟǀŽĞĐƌŝĂƟǀŽĚŽƐĂůƵŶŽƐŶĂĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĚŽƐĞƵ ƉƌſƉƌŝŽ ĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽ͘ ƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐ ƋƵĞ ĨŽŵĞŶƚĞŵĂƐĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐƚƌĂŶƐǀĞƌƐĂŝƐĚŽƐĂůƵŶŽƐ͕Ă ƌĞŇĞdžĆŽĞĂĞdžƉƌĞƐƐĆŽĐƌŝĂƟǀĂ͕ĚĞĨŽƌŵĂƚƌĂŶƐĚŝƐĐŝƉůŝ- ŶĂƌ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ŶŽąŵďŝƚŽĚĞƵŵϮ Ϳ͕ĐŽŶĚƵnjĞŵ ŚĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞăƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐŵĂŝƐƐŝŐ- ŶŝĮĐĂƟǀĂƐ͘ďƌŝƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂƉƌŽďůĞŵĄƟĐĂƐĚĂ ǀŝĚĂĂƚƵĂů͕ĞŶǀŽůǀĞŶĚŽŽƐĂůƵŶŽƐĞŵĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉƌĄƟ- ĐĂƐ͕ŶĂŝŶǀĞƐƟŐĂĕĆŽĐŝĞŶơĮĐĂŽƵŶĂƌĞƐŽůƵĕĆŽĚĞƉƌŽ- ďůĞŵĂƐĐŽŶĐƌĞƚŽƐ͕ƋƵĞƐĞƚƌĂĚƵnjĂŵ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ŶĂ ƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĚĞƚĂƌĞĨĂƐƋƵĞƉĞƌŵŝƚĂŵĂŽƐĂůƵŶŽƐĞdžƉƌĞƐ- ƐĂƌͲƐĞĂƚƌĂǀĠƐĚĞŵĞŝŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ŵŽĚŝĮĐĂŶĚŽĞĐƌŝĂŶĚŽ ĐŽŶƚĞƷĚŽĚŝŐŝƚĂů;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ǀşĚĞŽƐ͕ĄƵĚŝŽƐ͕ĨŽƚŽƐ͕ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ďůŽŐƵĞƐ͕ ƉĄŐŝŶĂƐ web͕ wikis͕ ĞͲƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐ͕ĚŝĄƌŝŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘͘͘ͿƐĞƌĄ ƵŵĨĂƚŽƌĚĞŵŽƟǀĂĕĆŽĂĚŝĐŝŽŶĂůĞĐŽŵƌĞƐƵůƚĂĚŽƐƐĞŵ- ƉƌĞƐƵƌƉƌĞĞŶĚĞŶƚĞƐ͘ĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂů͕ŶĞƐƚĞƐĐĂƐŽƐ͕ƚƌĂ- ďĂůŚĂƌŽƚĞŵĂĚŽƐĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌĞĚĂƐůŝĐĞŶĕĂƐƋƵĞ ƐĞĂƉůŝĐĂŵĂŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ďĞŵĐŽŵŽĂĨŽƌŵĂ ĚĞƌĞĨĞƌĞŶĐŝĂƌĨŽŶƚĞƐĞĂƚƌŝďƵŝƌůŝĐĞŶĕĂƐ͕ĞĐĂƉĂĐŝƚĂƌŽƐ alunos para gerir riscos e usar tecnologias digitais de forma segura e responsável. ^ĞƌĄƚĂŵďĠŵŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƋƵĞĂƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĐŽŶƐŝ- dere oportunidades de aprendizagem personalizada ŶŽąŵďŝƚŽĚĂĚŝĨĞƌĞŶĐŝĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ Ϯ KƐʹĚŽŵşŶŝŽƐĚĞĂƵƚŽŶŽŵŝĂĐƵƌƌŝĐƵůĂƌʹĐŽŶƐƟƚƵĞŵ ƵŵĂŽƉĕĆŽĐƵƌƌŝĐƵůĂƌĚĞƚƌĂďĂůŚŽŝŶƚĞƌĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƌĞŽƵĂƌƟĐƵůĂ- ção curricular,ĐƵũĂƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĚĞǀĞŝĚĞŶƟĮĐĂƌĂƐĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƐ envolvidas e a forma de organização. (Decreto-Lei n.o ϱϱͬϮϬϭϴ ʹƌƟŐŽϵ͘o ) dar a diferentes alunos diferentes tarefas digitais para atender a necessidades indi- ǀŝĚƵĂŝƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ ƉƌĞĨĞƌġŶĐŝĂƐ Ğ ŝŶƚĞƌĞƐƐĞƐͿ Ğ ƚĞƌ Ğŵ ůŝŶŚĂ ĚĞ ĐŽŶƚĂ ƋƵĞ͕ Ğŵ ƉĂƌƟĐƵůĂƌ ŶĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƌĞĂůŝnjĂĚĂƐ Ă ĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ƉŽĚĞƌĆŽƐƵƌŐŝƌĚŝĮĐƵůĚĂĚĞƐƉƌĄ- ƟĐĂƐ ŽƵ ƚĠĐŶŝĐĂƐ ;ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ ĂĐĞƐƐŽ Ă ĚŝƐƉŽƐŝƟǀŽƐĞƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐŽƵĨĂůƚĂĚĞ ĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐͿ͕ ĚĞǀĞŶĚŽ ƉŽƌ ŝƐƐŽ prever-se formas de apoio para os alunos que necessitem. džŝƐƚĞŵǀĄƌŝŽƐŵŽĚĞůŽƐĚĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ ĚĞĂŵďŝĞŶƚĞƐŚşďƌŝĚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ como o dos cenários de aprendizagem da ƵƌŽƉĞĂŶ ^ĐŚŽŽůŶĞƚ3 (ŚƩƉƐ͗ͬͬĨĐů͘ĞƵŶ͘ŽƌŐͬƚŽŽůƐĞƚϯ) ou os do ůĂLJƚŽŶŚƌŝƐƚĞŶƐĞŶ/ŶƐƟƚƵƚĞ4 . Seja qual for Ž ŵŽĚĞůŽ ĂĚŽƚĂĚŽ͕ Ă ƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ ĚĞǀĞƌĄ ƉƌĞǀĞƌ ĂƐ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐ Ă ƌĞĂůŝnjĂƌ Ğ Ă ƐƵĂ ĐĂůĞŶĚĂƌŝnjĂĕĆŽ͕ ŽƐ ƌĞĐƵƌƐŽƐŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽƐ͕ĂĚĞƐĐƌŝĕĆŽĐůĂƌĂĚĂƐƚĂƌĞĨĂƐĞ ĚĂĨŽƌŵĂĐŽŵŽŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐŝƌĆŽƐĞƌƵƐĂĚŽƐ͕ĂĂǀĂůŝĂ- ção e o papel dos alunos e do(s) professor(es) em cada ƵŵĂĚĂƐĞƚĂƉĂƐ͘DĂŝƐăĨƌĞŶƚĞ͕ŵŽƐƚƌĂƌĞŵŽƐĐŽŵŽĂ ĐŽŶĐĞĕĆŽ ĚĞ ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƐĞ ĐŽŶĐƌĞƟnjĂ ŵĞĚŝĂŶƚĞ Ă aplicação destes modelos. ^ĞůĞĐŝŽŶĂƌĞĐƌŝĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐ KƋƵĞƐĆŽďŽŶƐƌĞĐƵƌƐŽƐƉĂƌĂĞĚƵĐĂĕĆŽĚŝŐŝƚĂů ĞŽŶĚĞĞŶĐŽŶƚƌĄͲůŽƐ͍ ĞƐƐĞŶĐŝĂů ƋƵĞ Ž ĚŽĐĞŶƚĞ ĚŝƐƉŽŶŚĂ ĚĂƐ ĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐŶĞĐĞƐƐĄƌŝĂƐƉĂƌĂƵƐĂƌ͕ĐƌŝĂƌ͕ƉĂƌƟůŚĂƌ ĞƉůĂŶŝĮĐĂƌĂƵƟůŝnjĂĕĆŽĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐĚŝŐŝ- ƚĂŝƐ ĚĞ ĨŽƌŵĂ ĞĨĞƟǀĂ Ğ ƌĞƐƉŽŶƐĄǀĞů͘ ŵ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ online͕ŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐƐĆŽĂƉƌŝŶĐŝƉĂůĨŽƌŵĂĚĞ ĐŽŶƚĂĐƚŽĚŽƐĂůƵŶŽƐĐŽŵŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐĐƵƌƌŝĐƵůĂƌĞƐ͕ pelo que uma cuidadosa seleção é fundamental para o sucesso da aprendizagem esperada.EĂƚƵƌĂůŵĞŶƚĞ͕ a avaliação e seleção de recursos deverá estar sempre ŽƌŝĞŶƚĂĚĂƉĂƌĂŽŽďũĞƟǀŽĞƐƉĞĐşĮĐŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ĞƚĞƌĞŵĐŽŶƚĂŽĐŽŶƚĞdžƚŽ͕ĂĂďŽƌĚĂŐĞŵƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĞ ŽŶşǀĞůĚĞĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂĚŽƐĂůƵŶŽƐ͘ 3 sĞƌĞdžĞŵƉůŽƐĞŵƉŽƌƚƵŐƵġƐĞŵŚƩƉƐ͗ͬͬĨĐů͘ĞƵŶ͘ŽƌŐͬƉƚͺWdͬ ƚŽŽůϯƉϭ 4 ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĐŚƌŝƐƚĞŶƐĞŶŝŶƐƟƚƵƚĞ͘ŽƌŐͬǁƉͲĐŽŶƚĞŶƚͬƵƉůŽĂĚƐͬ ϮϬϭϯͬϬϰͬůĂƐƐŝĨLJŝŶŐͲͲϭϮͲďůĞŶĚĞĚͲůĞĂƌŶŝŶŐ͘ƉĚĨ ƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐ que fomentem as competências transversais dos ĂůƵŶŽƐ͕ĂƌĞŇĞdžĆŽĞĂ ĞdžƉƌĞƐƐĆŽĐƌŝĂƟǀĂ͕ĚĞ forma transdisciplinar conduzem ŚĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞ ăƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĚĞ aprendizagens mais ƐŝŐŶŝĮĐĂƟǀĂƐ͘
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    332 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 No Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores – DigCompEduϱ ͕ĂĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂĚŽƐƉƌŽ- fessores para avaliar recursos é destacada em dife- ƌĞŶƚĞƐŶşǀĞŝƐĚĞĐŽŵƉůĞdžŝĚĂĚĞ͗ĂǀĂůŝĂƌĂƋƵĂůŝĚĂĚĞĚĞ recursos digitais – em termos gerais e com base em ĐƌŝƚĠƌŝŽƐďĄƐŝĐŽƐ͕ĐŽŵŽƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ůŽĐĂůĚĞƉƵďůŝ- ĐĂĕĆŽ͕ ĂƵƚŽƌŝĂ͕ ĐŽŵĞŶƚĄƌŝŽƐ ĚĞ ŽƵƚƌŽƐ ƵƟůŝnjĂĚŽƌĞƐ͘ ƵŵŶşǀĞůŝŶƚĞƌŵĠĚŝŽ͕ŵĂƐĚĞŵĂŝŽƌĞdžŝŐġŶĐŝĂ͕ƉĞĚĞͲ ͲƐĞĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌƋƵĞƐĞũĂĐĂƉĂnjĚĞĂǀĂůŝĂƌĂĮĂďŝůŝĚĂĚĞ de recursos digitais e a sua adequação para o grupo ĚĞĂƉƌĞŶĚĞŶƚĞƐĞŽďũĞƟǀŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞƐƉĞĐş- ĮĐŽ͘ŝŶĂůŵĞŶƚĞĂƵŵŶşǀĞůŵĂŝƐĞůĞǀĂĚŽĚĞĞdžŝŐġŶĐŝĂ ƉĞĚĞͲƐĞĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌƉĂƌĂĂǀĂůŝĂƌĂĮĂďŝůŝĚĂĚĞĞĂĚĞ- quação do conteúdo com base numa combinação de ĐƌŝƚĠƌŝŽƐ͕ǀĞƌŝĮĐĂŶĚŽƚĂŵďĠŵĂƐƵĂƉƌĞĐŝƐĆŽĞŶĞƵ- tralidade. A Internet oferece um manancial imensurável ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ĞĚƵĐĂƟǀŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ĚĞƐĚĞ ĨŽƚŽŐƌĂĮĂƐ͕ ĚŽĐƵŵĞŶƚĂĕĆŽ ĞƐĐƌŝƚĂ ƐŽď Ă ĨŽƌŵĂ ĚĞ ƚĞdžƚŽƐ͕ ƋƵĞ ƉŽĚĞŵƐĞƌĐŽŵďŝŶĂĚŽƐĐŽŵŐƌĄĮĐŽƐ͕ŇƵdžŽŐƌĂŵĂƐ͕ ĚŝĂŐƌĂŵĂƐ͕ ƚĂďĞůĂƐ͕ ďĂƐĞƐ ĚĞ ĚĂĚŽƐ͕ ŚŝƐƚſƌŝĂƐ ĚŝŐŝ- ƚĂŝƐ͕ ĂŶŝŵĂĕƁĞƐ͕ ǀşĚĞŽƐ͕ ŽďũĞƚŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ ƚƌŝĚŝŵĞŶ- ƐŝŽŶĂŝƐ Ğ ƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ ĞƐƉĂĐŝĂŝƐ͕ ƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ ĚĞ ƌĞĂůŝĚĂĚĞ ǀŝƌƚƵĂů ŽƵ ĂƵŵĞŶƚĂĚĂ͕ ƐŝŵƵůĂĕƁĞƐ͕ ŵĂŶƵĂŝƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ũŽŐŽƐ͕ ĂŵďŝĞŶƚĞƐ ǀŝƌƚƵĂŝƐ͕ ƌĞĐƵƌ- ƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐĂďĞƌƚŽƐ͕ebooks͕ǀŝĚĞŽũŽŐŽƐƐĠƌŝŽƐŽƵ ĐŽŵĞƌĐŝĂŝƐĐŽŵĮŶĂůŝĚĂĚĞƐĞĚƵĐĂƟǀĂƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ DŝŶĞĐƌĂŌͿ͕ƌĞƉŽƐŝƚſƌŝŽƐĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐĞŽƵƚƌĂƐ plataformas de conteúdos e recursos. Em Portugal ƚĞŵŽƐ ĞdžĐĞůĞŶƚĞƐ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ůŝǀƌĞƐ͕ ĐŽŵŽ Ă ĂƐĂ ĚĂƐ ŝġŶĐŝĂƐ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĐĂƐĂĚĂƐ- ĐŝĞŶĐŝĂƐ͘ŽƌŐͿ͕ĂZdWŶƐŝŶĂ;ŚƩƉƐ͗ͬͬĞŶƐŝŶĂ͘ƌƚƉ͘ƉƚͿ͕Ž Portal Pordata (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƉŽƌĚĂƚĂ͘ƉƚͿŽƵĂŚĂŶ Academy (ŚƩƉƐ͗ͬͬƉƚͲƉƚ͘ŬŚĂŶĂĐĂĚĞŵLJ͘ŽƌŐͿ͕ Ğ ƐŽůƵ- ĕƁĞƐĐŽŵĞƌĐŝĂƐĚĞŵƵŝƚŽďŽĂƋƵĂůŝĚĂĚĞ͕ĚĞƋƵĞƐĆŽ ĞdžĞŵƉůŽĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐĚĂƐĞĚŝƚŽƌĂƐĞƐĐŽůĂƌĞƐ͕ĐŽŵŽ a Aula Digital da Leya (ŚƩƉƐ͗ͬͬĂƵůĂĚŝŐŝƚĂů͘ůĞLJĂ͘ĐŽŵ). ^ĞŶĚŽƉƌŽĚƵnjŝĚŽƐƉŽƌĞƋƵŝƉĂƐĚĞƉƌŽĮƐƐŝŽŶĂŝƐƋƵĞ ĂƐƐĞŐƵƌĂŵŽƌŝŐŽƌ͕ĂĚŝǀĞƌƐŝĚĂĚĞĞĂĐŽŶƐŝƐƚġŶĐŝĂĚŽƐ ƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ŽƐĐŽŶƚĞƷĚŽƐĚĂƵůĂŝŐŝƚĂů oferecem um ŐƌĂƵĚĞĐŽŶĮĂŶĕĂĞǀĂůŽƌĂĐƌĞƐĐŝĚŽƐƌĞůĂƟǀĂŵĞŶƚĞ ĂŽƐ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ůŝǀƌĞƐ ĚĂ /ŶƚĞƌŶĞƚ͕ Ğ ĞƐƚĆŽ ĂůŝŶŚĂĚŽƐ ĐŽŵŽĐƵƌƌşĐƵůŽĞŽƌŝĞŶƚĂĚŽƐƉĂƌĂŽďũĞƟǀŽƐĞƐƚƌŝƚĂ- ŵĞŶƚĞƉĞĚĂŐſŐŝĐŽƐ͘ƵůĂŝŐŝƚĂůĨŽƌŶĞĐĞƚĂŵďĠŵ ƐƵƉŽƌƚĞĞŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞĂƉŽŝŽăĞdžƉůŽƌĂĕĆŽĚŽƐ ϱ ŚƩƉ͗ͬͬĂƌĞĂ͘ĚŐĞ͘ŵĞĐ͘ƉƚͬĚŽǁŶůŽĂĚͬŝŐŽŵƉĚƵͺϮϬϭϴ͘ƉĚĨ ƉƌſƉƌŝŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ĨĂĐŝůŝƚĂŶĚŽƐŽďƌĞŵĂŶĞŝƌĂŽƚƌĂďĂ- ůŚŽĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͘ Mas como selecionar os recursos mais adequados no meio de tanta diversidade? dϲ ͕ ƵŵĂ ĂŐġŶĐŝĂ ŐŽǀĞƌŶĂŵĞŶƚĂů ďƌŝƚąŶŝĐĂ ƉĂƌĂĂƐƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐŶĂĞĚƵĐĂĕĆŽ͕ŝĚĞŶƟĮĐĂƵŵĐŽŶ- ũƵŶƚŽĚĞƉƌŝŶĐşƉŝŽƐĚĞƋƵĂůŝĚĂĚĞĚŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂ- ƟǀŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͗ • o recurso favorece a inclusão e o acesso; ͻ ŽƌĞĐƵƌƐŽĠĚĞƐĂĮĂŶƚĞĞŵŽƟǀĂĚŽƌĞƉŽƚĞŶĐŝĂŽ envolvimento dos alunos na aprendizagem; • o recurso tem potencial para uma aprendizagem ĞĨĞƟǀĂĞĞĮĐĂnj͖ ͻ ŽƌĞĐƵƌƐŽƉƌŽƉŝĐŝĂƵŵĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂĞŽƌŝĞŶ- tada para apoiar o progresso na aprendizagem; • o recurso favorece uma rigorosa avaliação suma- ƟǀĂ͖ • o recurso é inovador e propicia abordagens ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƐŝŶŽǀĂĚŽƌĂƐ͖ • o recurso é fácil de usar pelos alunos; • o recurso tem uma elevada convergência curri- cular. ǀŝĚĞŶƚĞŵĞŶƚĞ͕ĞƐƚĞƉƌŽĐĞƐƐŽĞdžŝŐĞƚĞŵƉŽĞĞdžƉĞ- ƌŝġŶĐŝĂ͕ƉĞůŽƋƵĞƚĂŵďĠŵĂƋƵŝŽƚƌĂďĂůŚŽĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽ ĚĞĚŽĐĞŶƚĞƐĠĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂů͕ĞĞdžŝƐƚĞŵĐŽŵƵŶŝĚĂĚĞƐ onlineŵƵŝƚŽĂƟǀĂƐ͕ŽŶĚĞŵŝůŚĂƌĞƐĚĞƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐƉĂƌ- ƟůŚĂŵ ĂƐ ƐƵĂƐ ĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂƐ ĚĞ ƐƵĐĞƐƐŽ Ğŵ ĂŵďŝĞŶ- tes digitais e esclarecem as dúvidas mais comuns. Em ĞŶƐŝŶŽ ŚşďƌŝĚŽ͕ ĚĞǀĞŵŽƐ ƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌ Ă ĚŝǀĞƌƐŝĚĂĚĞ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ƟƌĂŶĚŽƉĂƌƟĚŽĚŽŵƵůƟŵĠĚŝĂƋƵĞŽƐĂŵďŝĞŶ- ƚĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐŽĨĞƌĞĐĞŵ͕Ğ͕ƐŽďƌĞƚƵĚŽ͕ĞǀŝƚĂƌĂƚĞŶƚĂĕĆŽ de usar apenas os mesmos materiais usados nas aulas presenciais (o que funciona bem em regime presencial ŶĆŽƐĞƌĄŶĞĐĞƐƐĂƌŝĂŵĞŶƚĞĞĮĐĂnjƋƵĂŶĚŽŽĂůƵŶŽŶĆŽ está na presença do professor). Deve-se também veri- ĮĐĂƌƐĞŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐƵƐĂŵƵŵĂůŝŶŐƵĂŐĞŵĐůĂƌĂĞŽďũĞ- ƟǀĂĞƋƵĞƐĞũĂĞŶƚĞŶĚŝĚĂƉĞůŽƐĂůƵŶŽƐŶƵŵĂƵƟůŝnjĂĕĆŽ ĂƵƚſŶŽŵĂ͕͘ĮŶĂůŵĞŶƚĞ͕ƉŽŶĚĞƌĂƌƉŽƐƐşǀĞŝƐƌĞƐƚƌŝĕƁĞƐ ƉĂƌĂ Ă ƵƟůŝnjĂĕĆŽ ŽƵ ƌĞƵƟůŝnjĂĕĆŽ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌ͕ƟƉŽĚĞĮĐŚĞŝƌŽ͕ƌĞƋƵŝ- ƐŝƚŽƐƚĠĐŶŝĐŽƐ͕ĚŝƐƉŽƐŝĕƁĞƐůĞŐĂŝƐ͕ĂĐĞƐƐŝďŝůŝĚĂĚĞͿ͘ ϲ d;ϮϬϬϳͿYƵĂůŝƚLJWƌŝŶĐŝƉůĞƐĨŽƌĚŝŐŝƚĂůůĞĂƌŶŝŶŐƌĞƐŽƵƌĐĞƐ͘ ^ƵŵŵĂƌLJ/ŶĨŽƌŵĂƟŽŶ. Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵŚƩƉƐ͗ͬͬůĂĞƌĞŵŝ- ĚĚĞů͘ĚŬͬǁƉͲĐŽŶƚĞŶƚͬƵƉůŽĂĚƐͬϮϬϭϮͬϬϳͬYƵĂůŝƚLJͺƉƌŝŶĐŝƉůĞƐ͘ƉĚĨ. ŽŶƐƵůƚĂĚŽĞŵϮϵͲϭϭͲϮϬϮϬ͘
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 333 Ensino digital | Carlos Pinheiro KĚŽĐĞŶƚĞƉŽĚĞƌĄƚĂŵďĠŵĚĞƐĞŶǀŽůǀĞƌĂƟǀŝĚĂĚĞƐ de ĐƵƌĂĚŽƌŝĂĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ƉƌŽĐĞĚĞŶĚŽ͕ĚĞĨŽƌŵĂƐŝƐƚĞ- ŵĄƟĐĂ͕ăŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽ͕ǀĂůŝĚĂĕĆŽ͕ĚĞƐĐƌŝĕĆŽĞĚŝƐƉŽŶŝ- bilização de recursos digitais de forma organizada (por ĞdžĞŵƉůŽ͕ĚĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵƚĞŵĂƐĚŽĐƵƌƌşĐƵůŽͿ͘džŝƐƚĞŵ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐƋƵĞĨĂĐŝůŝƚĂŵĞƐƐĞƉƌŽĐĞƐƐŽ͕ĐŽŵŽ o tĂŬĞůĞƚ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁĂŬĞůĞƚ͘ĐŽŵͿ͕ŽůŝƉďŽĂƌĚŚƩƉƐ͗ͬͬ ŇŝƉďŽĂƌĚ͘ĐŽŵͿ͕ Ž Symbaloo ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƐLJŵďĂůŽŽ͘ com) e o Diigo (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĚŝŝŐŽ͘ĐŽŵͿ͘ƐƚĞƟƉŽĚĞ ĂƟǀŝĚĂĚĞĂƐƐĞŐƵƌĂƌĄĂŽĚŽĐĞŶƚĞƵŵďĂŶĐŽĚĞƌĞĐƵƌ- ƐŽƐƋƵĂŶĚŽƟǀĞƌĚĞƐĞůĞĐŝŽŶĂƌŵĂƚĞƌŝĂŝƐƉĂƌĂĂĐŽŶ- ĐĞĕĆŽĚĂƐĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƉŽĚĞƌĄƐĞƌŝŐƵĂůŵĞŶƚĞƵŵ ƉƌĞĐŝŽƐŽ ĂƵdžşůŝŽ ŶĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ŝŶǀĞƐƟŐĂĕĆŽ ĚŽƐ alunos. ŽŵŽĐƌŝĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐƉĂƌĂĞŶƐŝŶŽĚŝŐŝƚĂů͍ ŽŶƐƟƚƵŝŶĚŽ ƵŵĂ ĂƟǀŝĚĂĚĞ ďĂƐƚĂŶƚĞ ĞdžŝŐĞŶƚĞ Ğ ĐŽŵƉůĞdžĂ͕ĨƌĞƋƵĞŶƚĞŵĞŶƚĞĂĐĂƌŐŽĚĞĞƋƵŝƉĂƐŵƵů- ƟĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƌĞƐ;ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐƚĂƐĚĞĐŽŶƚĞƷĚŽ͕ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐ- tas em designĚĞŵĂƚĞƌŝĂŝƐ͕ĞƐƉĞĐŝĂůŝƐƚĂƐĞŵdesign ŐƌĄĮĐŽĞĚĞŝŶƚĞƌĨĂĐĞ͕ƉƌŽŐƌĂŵĂĚŽƌĞƐ͕ŐĞƐƚŽƌĚĞƉƌŽ- ũĞƚŽ͕ĞƚĐ͘Ϳ͕ĂƉƌŽĚƵĕĆŽĚĞƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ ĚĞĞůĞǀĂĚĂĐŽŵƉůĞdžŝĚĂĚĞ;ĂŶŝŵĂĕƁĞƐ͕ŝŶƚĞƌĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ ƐŝŵƵůĂĕƁĞƐ͕ŐĂŵŝĮĐĂĕĆŽ͕ƌĞĂůŝĚĂĚĞǀŝƌƚƵĂů͕ŐĞƐƚĆŽĚĞ bases de dados) não está ao alcance do comum dos ĚŽĐĞŶƚĞƐ͘ ŽŶƚƵĚŽ͕ Ă ŵĂŝŽƌŝĂ ĚŽƐ ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ ƉŽƐ- ƐƵŝĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐƋƵĞ͕ĚĞĨŽƌŵĂƐŝŵƉůĞƐ͕ůŚĞƉĞƌŵŝ- ƚĞŵĐƌŝĂƌĞŽƵĂĚĂƉƚĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ͕ƉĂƌƟůŚĂĚĂƐŶŽ^ůŝĚĞƐŚĂƌĞ͕ŶƵŵƐĞƌǀŝĕŽ ŶĂ ŶƵǀĞŵ ŽƵ ŶĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ ĚĂ ĞƐĐŽůĂͿ͕ ŝŶƚĞŐƌĂŶĚŽ ĂŶŝŵĂĕƁĞƐ͕links͕ŵƵůƟŵĠĚŝĂŽƵĞůĞŵĞŶƚŽƐŝŶƚĞƌĂƟ- ǀŽƐ͕ƋƵĞƉĞƌŵŝƚĞŵƟƌĂƌƉĂƌƟĚŽĚĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐĚĞƵŵ ƌĞĐƵƌƐŽ ĚŝŐŝƚĂů͘ ĂnjĞƌ ŵŽĚŝĮĐĂĕƁĞƐ ďĄƐŝĐĂƐ Ă ƌĞĐƵƌ- ƐŽƐ ĞĚƵĐĂƟǀŽƐ ĂďĞƌƚŽƐ͕ ƌĞƐƉĞŝƚĂŶĚŽ ŽƐ ƚĞƌŵŽƐ ĚĞ ůŝĐĞŶĐŝĂŵĞŶƚŽĚŽƐŵĞƐŵŽƐ͕ƉĂƌĂŽƐĂĚĞƋƵĂƌĂŽƐĞƵ ĐŽŶƚĞdžƚŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĞĚŝĕĆŽŽƵ ĞdžĐůƵƐĆŽĚĞĞůĞŵĞŶƚŽƐ͕ĂĚĂƉƚĂĕĆŽĚĂƐĐŽŶĮŐƵƌĂĕƁĞƐ gerais ou combinação de diferentes recursos) é tam- bém uma forma de criar recursos. A simples gravação ĚĞƵŵǀşĚĞŽ;ĐŽŵŽƉƌſƉƌŝŽƚĞůĞŵſǀĞůͿĐŽŵŽĚŽĐĞŶƚĞ ĂĞdžƉůŝĐĂƌƵŵĐŽŶƚĞƷĚŽŵĂŝƐĐŽŵƉůĞdžŽŽƵĂĚĞŵŽŶƐ- ƚƌĂƌƵŵƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽ͕ĞĂƐƵĂƉƵďůŝĐĂĕĆŽŶƵŵĂƉůĂ- ƚĂĨŽƌŵĂ ĚĞ ƉĂƌƟůŚĂ ĚĞ ǀşĚĞŽƐ ŽƵ ŶĂ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂ ĚĂ ĞƐĐŽůĂ͕ĠŽƵƚƌŽĞdžĐĞůĞŶƚĞĞdžĞŵƉůŽĨĄĐŝůĚĞĞdžĞĐƵƚĂƌ͘ ƐƚĂƐ ƐĆŽ ĂĕƁĞƐ ƌŽƟŶĞŝƌĂƐ ƋƵĞ ƌĞƋƵĞƌĞŵ ƉŽƵĐŽ ƉůĂŶĞĂŵĞŶƚŽĞĐƌŝĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ŵĂƐ͕ĐĂĚĂǀĞnjŵĂŝƐ͕ĂƐ plataformasonlineŽĨĞƌĞĐĞŵ͕ŵĞƐŵŽŶĂƐƐƵĂƐǀĞƌƐƁĞƐ ŐƌĂƚƵŝƚĂƐ͕ŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞƐĚĞĐƌŝĂƌƌĞĐƵƌƐŽƐĞĚƵĐĂƟǀŽƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐĚĞƋƵĂůŝĚĂĚĞƋƵĞĐŽŶƐƟƚƵĞŵĞdžĐĞůĞŶƚĞƐŽƉŽƌ- tunidades de aprendizagem e avaliação em ensino ŚşďƌŝĚŽ͘ ĞƐƚĂĐĂŵŽƐĂƋƵŝĂůŐƵŵĂƐ͗ • criação de páginas web͗ tĞďŶŽĚĞ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ ǁǁǁ͘ǁĞďŶŽĚĞ͘ƉƚͿ͕ 'ŽŽŐůĞ ^ŝƚĞƐ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƐŝƚĞƐ͘ google.comͿ͕tŝdž;ŚƩƉƐ͗ͬͬƉƚ͘ǁŝdž͘ĐŽŵ); ͻ ĐƌŝĂĕĆŽ ĚĞ ƵŵĂ ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕĆŽ͗ WƌĞnjŝ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ prezi.comͿ͕DŝĐƌŽƐŽŌ^ǁĂLJ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƐǁĂLJ͘ŽĸĐĞ͘ comͿ͕ EĞĂƌƉŽĚ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬŶĞĂƌƉŽĚ͘ĐŽŵ ͕ ^ůŝĚŽ (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘Ɛůŝ͘ĚŽͿ͕ ĚŽďĞ ^ƉĂƌŬ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ ƐƉĂƌŬ͘ĂĚŽďĞ͘ĐŽŵͬƉƚͲZ); ͻ ĐƌŝĂĕĆŽĚĞƚĞƐƚĞƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂ͗ĂŚŽŽƚ (ŚƩƉƐ͗ͬͬŬĂŚŽŽƚ͘ĐŽŵͬͿ͕ YƵŝnjŝnjnj ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƋƵŝnjŝnjnj͘ comͿ͕^ŽĐƌĂƟǀĞ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƐŽĐƌĂƟǀĞ͘ĐŽŵͿ͕'ŽŽŐůĞ ŽƌŵƐ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŐŽŽŐůĞ͘ĐŽŵͬĨŽƌŵƐͿ͕ tŽƌ- ĚǁĂůů;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁŽƌĚǁĂůů͘ŶĞƚͬƉƚ); ͻ ĐƌŝĂĕĆŽĚĞƉĞƋƵĞŶŽƐǀşĚĞŽƐƐŽďƌĞƚĞŵĂƐĚŽĐƵƌƌş- ĐƵůŽ͗WŽǁƚŽŽŶ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƉŽǁƚŽŽŶ͘ĐŽŵͿ͕ŝƚĞĂ- ble (ŚƩƉƐ͗ͬͬďŝƚĞĂďůĞ͘ĐŽŵͿ͕ ŝnjŽĂ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ ŬŝnjŽĂ͘ĐŽŵͿ͕DŽŽǀůLJ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŵŽŽǀůLJ͘ĐŽŵ); ͻ ĐƌŝĂĕĆŽĚĞŝŶĨŽŐƌĄĮĐŽƐƐŽďƌĞƚĞŵĂƐĚŽĐƵƌƌşĐƵůŽ͗ WŝŬƚŽĐŚĂƌƚ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬƉŝŬƚŽĐŚĂƌƚ͘ĐŽŵͿ͕ 'ĞŶŝĂů͘ůLJ (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŐĞŶŝĂů͘ůLJͬĞŶͿ͕ /ŶĨŽŐƌĂŵ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ infogram.com/ptͿ͕ ĂŶǀĂ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ĐĂŶǀĂ͘ ĐŽŵͬƉƚͺƉƚͬĐƌŝĂƌͬŝŶĨŽŐƌĂĮĐŽͿ͕ sŝƐŵĞ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ ǁǁǁ͘ǀŝƐŵĞ͘ĐŽ); • criaçãodeummapamentaloumuraldigitalpara ĂƉƌĞƐĞŶƚĂƌ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ ĚĞ ĨŽƌŵĂ ŽƌŐĂŶŝnjĂĚĂ͗ Mindomo (ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ŵŝŶĚŽŵŽ͘ĐŽŵͬƉƚͿ͕ Padlet (ŚƩƉƐ͗ͬͬƉĂĚůĞƚ͘ĐŽŵͿ͕ WŽƉƉůĞƚ ;ŚƩƉƐ͗ͬͬ popplet.com). ^ĞƌĄĂĐŽŶƐĞůŚĄǀĞůĐŽŵĞĕĂƌĐŽŵƌĞĐƵƌƐŽƐĨĄĐĞŝƐĚĞ produzir e de disponibilizar online͕ŶƵŵĂůŝŶŐƵĂŐĞŵ ĐůĂƌĂĞĂĐĞƐƐşǀĞůƉĂƌĂŽƐĂůƵŶŽƐ͕ĞĞdžƉĞƌŝŵĞŶƚĂƌĚŝĨĞ- ƌĞŶƚĞƐąŶŐƵůŽƐĚĞĂďŽƌĚĂŐĞŵ;Ă/ŶƚĞƌŶĞƚĞƐƚĄĐŚĞŝĂ ĚĞĐŽŶƚĞƷĚŽƐƐŽďƌĞƚŽĚŽƐŽƐĂƐƐƵŶƚŽƐ͕ƉĞůŽƋƵĞĂŽƌŝ- ginalidade é muito valorizada pelos alunos). Se neces- ƐĄƌŝŽ͕ ƉŽĚĞƌĄ ƉĞĚŝƌͲƐĞ ĂũƵĚĂ ŶĂ ĞƐĐŽůĂ ĂŽƐ ĐŽůĞŐĂƐ ŵĂŝƐĞdžƉĞƌŝĞŶƚĞƐ͘ ^ĞũĂ ƋƵĂů ĨŽƌ Ž ƟƉŽ ĚĞ ƌĞĐƵƌƐŽ ƉƌŽĚƵnjŝĚŽ ŽƵ ĂĚĂƉƚĂĚŽ͕ Ġ ĞƐƐĞŶĐŝĂů Ž ƌĞƐƉĞŝƚŽ ƉĞůŽƐ ĚŝƌĞŝƚŽƐ ĚĞ ĂƵƚŽƌ;ŽƐĚŝƌĞŝƚŽƐĚĞĂƵƚŽƌƚġŵĞdžĐĞĕƁĞƐƉĂƌĂĮŶĂ- ůŝĚĂĚĞƐĞĚƵĐĂƟǀĂƐ͕ŵĂƐĚĞǀĞƌĆŽƌĞƐƉĞŝƚĂƌͲƐĞĞƐƐĂƐ
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    334 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 ĞdžĐĞĕƁĞƐĞŝĚĞŶƟĮĐĂƌƐĞŵƉƌĞŽƐĂƵƚŽƌĞƐͿ͘EŽĐĂƐŽ ĚĞƐĞƉƌŽĚƵnjŝƌĞŵĐŽŶƚĞƷĚŽƐƉƌſƉƌŝŽƐ͕ĚĞǀĞͲƐĞĐŽŶ- ƐŝĚĞƌĂƌĂƐƵĂƉĂƌƟůŚĂĞƉŽƐƐŝďŝůŝĚĂĚĞĚĞƌĞƵƟůŝnjĂĕĆŽ͕ ĂƚƌŝďƵŝŶĚŽͲůŚĞƐ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ƵŵĂůŝĐĞŶĕĂƌĞĂƟǀĞ Commonsϳ . ŽŵŽĐƌŝĂƌĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉĂƌĂĞŶƐŝŶŽĚŝŐŝƚĂů͍ A operacionalização dos modelos de ensino e ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ŚşďƌŝĚŽƐ ĐŽŶĐƌĞƟnjĂͲƐĞ ŶĂ ĐƌŝĂĕĆŽ Ğ ĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĂĕĆŽ ĂŽƐ ĂůƵŶŽƐ ĚĞ ĞͲĂƟǀŝ- ĚĂĚĞƐ͕ ƋƵĞ ƉŽĚĞŵ ĐŽŵďŝŶĂƌ ƚƌĂďĂůŚŽ ƌĞĂůŝnjĂĚŽĞŵƐĂůĂĂƵůĂĐŽŵƚƌĂďĂůŚŽĂĚŝƐ- tância em plataformas digitais. A conce- ĕĆŽĚĞĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞǀĞƌĄƐĞƌĂƌƟĐƵůĂĚĂ ĞŵĐŽŶƐĞůŚŽĚĞƚƵƌŵĂ͕ŶƵŵĂƉĞƌƐƉĞƟǀĂ ŝŶƚĞƌĚŝƐĐŝƉůŝŶĂƌ͕ ƉŽŶĚĞƌĂŶĚŽ Ă ĐĂƌŐĂ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽƉĞĚŝĚĂĂŽƐĂůƵŶŽƐ͕ŽƟƉŽĚĞĨĞƌ- ƌĂŵĞŶƚĂƐĂƵƟůŝnjĂƌĞĂĐĂůĞŶĚĂƌŝnjĂĕĆŽĚĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͕ƉĂƌĂĞǀŝƚĂƌƐŽďƌĞĐĂƌŐĂĚĞƚƌĂ- ďĂůŚŽ͘ĞǀĞƚĞƌͲƐĞĞŵĐŽŶƚĂƋƵĞƚĂƌĞĨĂƐ Ğ ĞdžĞƌĐşĐŝŽƐ Ă ĚŝƐƚąŶĐŝĂ ĚĞŵŽƌĂŵ ŵĂŝƐ tempo a concluir em casa devido a dife- rentes fatores. hŵĂĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞĚĞǀĞŝĚĞŶƟĮĐĂƌĐůĂƌĂ- ŵĞŶƚĞŽƐŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĚĂƌ ŝŶƐƚƌƵĕƁĞƐĐůĂƌĂƐ͕ƐƵĐŝŶƚĂƐĞĚĞĨĄĐŝůůĞŝƚƵƌĂ ƉĂƌĂĂƚĂƌĞĨĂƉĞĚŝĚĂ͕ĂĮŵĚĞĞǀŝƚĂƌŝŶƚĞƌ- ƉƌĞƚĂĕƁĞƐĞƌƌĂĚĂƐ͘KƐƌĞĐƵƌƐŽƐ͕ƚĂŶƚŽŽƐ İƐŝĐŽƐĐŽŵŽŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ĚĞǀĞƌĆŽĞƐƚĂƌĐŽƌ- ƌĞƚĂŵĞŶƚĞŝĚĞŶƟĮĐĂĚŽƐ͕ĞĚĞǀĞŵŽƐĂƐƐĞŐƵƌĂƌͲŶŽƐĚĞ que os mesmos são facilmente acedidos e entendidos por todos os alunos. ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞ ĚĞǀĞ ƚĂŵďĠŵ ĐůĂƌŝĮĐĂƌ Ž ƟƉŽ ĚĞ ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽĞƐƉĞƌĂĚĂĚŽƐĂůƵŶŽƐĞŵĐĂĚĂƵŵĂĚĂƐ tarefas e indicar o tempo previsto para a sua realiza- ĕĆŽ͕ďĞŵĐŽŵŽĂĨŽƌŵĂĚĞĚĞǀŽůƵĕĆŽĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ ĞĂĚĂƚĂůŝŵŝƚĞƉĂƌĂĂĐŽŶĐůƵƐĆŽ͘KĞƋƵŝůşďƌŝŽĞŶƚƌĞ ŽƚĞŵƉŽĂƚƌŝďƵşĚŽƉĂƌĂĚĞƐĞŶǀŽůǀĞƌĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞ ĂƐƵĂĐŽŵƉůĞdžŝĚĂĚĞĠĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂůƉĂƌĂĂƐƐĞŐƵƌĂƌŽ ƐƵĐĞƐƐŽĚĂƐŵĞƐŵĂƐ͘ĞǀĞƌĄƐĞƌƚĂŵďĠŵŇĞdžşǀĞů͕ŝƐƚŽ Ġ͕ƉĂƐƐşǀĞůĚĞƐĞŝƌĂĚĂƉƚĂŶĚŽĞŵĨƵŶĕĆŽĚŽfeedback ƌĞĐŽůŚŝĚŽ͕ĞƐĞƌĂĐŽŵƉĂŶŚĂĚĂĚĞƵŵĂƌƵďƌŝĐĂĚĞĂǀĂ- ůŝĂĕĆŽ͕ĚĞƋƵĞĨĂůĂƌĞŵŽƐĂĚŝĂŶƚĞ͘ ϳ ŚƩƉƐ͗ͬͬĐƌĞĂƟǀĞĐŽŵŵŽŶƐ͘ŽƌŐ͘ ŽŵŽ ƐĞ ĚŝƐƐĞ Ă ƉƌŽƉſƐŝƚŽ ĚĂ ƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽ͕ ŶŽ ĚĞƐĞŶŚŽĚĂƐĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞǀĞͲƐĞƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌŽƚƌĂ- ďĂůŚŽĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽĞĂƐŵĞƚŽĚŽůŽŐŝĂƐĚĞƚƌĂďĂůŚŽĚĞ ƉƌŽũĞƚŽĞ͕ĞŵĨƵŶĕĆŽĚŽƟƉŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ƉŽĚĞƌĆŽ ƉƌĞǀĞƌͲƐĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐƐşŶĐƌŽŶĂƐĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ŽƌŐĂŶŝnjĂ- ĚĂƐĞĚŝŶĂŵŝnjĂĚĂƐƉĞůŽƐƉƌſƉƌŝŽƐĂůƵŶŽƐ͕ŵĂƐƉƌĞ- ferencialmente com a supervisão do professor. As ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͕ ŶĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ŚşďƌŝĚŽ͕ ƚġŵĐŽŵŽƉƌŝŶĐŝƉĂůŽďũĞƟǀŽĂũƵĚĂƌŽĂůƵŶŽĂĐŽŶƐ- ƚƌƵŝƌŽƐĞƵƉƌſƉƌŝŽĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽ͕ĂƉĂƌƟƌĚĂŝŶƚĞ- ƌĂĕĆŽĐŽŵŽƐĐŽůĞŐĂƐ͕ĐŽŵŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞ ĐŽŵŽƐƌĞĐƵƌƐŽƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ǀĂůŽƌŝnjĂŶĚŽƉŽƌ ŝƐƐŽĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĂƵƚſŶŽŵĂĞĂƵƚŽƌ- ƌĞŐƵůĂĚĂ͘hŵĂĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞďĞŵĞƐƚƌƵƚƵ- ƌĂĚĂƚĞŵĚĞƐĞƌŵŽƟǀĂĚŽƌĂ͕ĞŶǀŽůǀĞŶƚĞ Ğ ŝŶƚĞŶĐŝŽŶĂů͕ ƉƌŽŵŽǀĞƌ ƵŵĂ ĂƉƌĞŶ- ĚŝnjĂŐĞŵ ĂƟǀĂ Ğ ƵŵĂ ĨŽƌƚĞ ŝŶƚĞƌĂĕĆŽ Ğ ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ Ğ ĞƐƚĂƌ ĂƐƐŽĐŝĂĚĂ Ă ƵŵĂ ĂǀĂůŝĂĕĆŽĂĚĞƋƵĂĚĂƋƵĞǀĞƌŝĮƋƵĞƐĞŽƐ ŽďũĞƟǀŽƐ ĞƐƚĆŽ Ă ƐĞƌ ĐƵŵƉƌŝĚŽƐ͕ ƉƌĞƐ- ƐƵƉŽŶĚŽƉŽƌŝƐƐŽƵŵĂĐŽŵƉĂŶŚĂŵĞŶƚŽ regular da parte do professor. Ɛ ƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐ ĚŝŐŝƚĂŝƐ ƐĆŽ ĞdžĐĞůĞŶ- ƚĞƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐŶŽĂƉŽŝŽăĚŝĨĞƌĞŶĐŝĂĕĆŽ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĞăĞĚƵĐĂĕĆŽƉĞƌƐŽŶĂůŝnjĂĚĂ͕ algo a ter em conta na conceção de ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ƋƵĞĚĞǀĞƌĄĚĂƌƌĞƐƉŽƐƚĂăƐ ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐĞdžƉĞĐƚĂƟǀĂƐĞĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞƐĚĞ ĐĂĚĂĂůƵŶŽ͘EŽĐĂƐŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĐŽůĂ- ďŽƌĂƟǀĂƐ͕ĚĞǀĞƌĆŽĂĚŽƚĂƌͲƐĞĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ŝŶĐůƵƐŝǀĂƐ ƋƵĞ ƉƌŽŵŽǀĂŵ Ă ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽ ĚĞ ƚŽĚŽƐ ŽƐŵĞŵďƌŽƐĚŽŐƌƵƉŽ͕ŝŶĐĞŶƟǀĂŶĚŽ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕Ă ŝŶƚĞƌĂũƵĚĂĞŶƚƌĞĂůƵŶŽƐ͕ƋƵĞƌĂŽŶşǀĞůĚĂƌĞĂůŝnjĂĕĆŽ ĚĂƐ ƚĂƌĞĨĂƐ ƋƵĞƌ ĂŽ ŶşǀĞů ĚĂ ƌĞŐƵůĂĕĆŽ ŝŶƚĞƌƉĂƌĞƐ͘ WŽĚĞƌĆŽƐĞƌĂƚƌŝďƵşĚĂƐĨƵŶĕƁĞƐĞƐƉĞĐşĮĐĂƐĂŽƐĂůƵ- ŶŽƐĚĞƵŵĂƚƵƌŵĂ͕ŵĞĚŝĂŶƚĞĂƐƐƵĂƐĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐ͕ ĐŽŵŽ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ƚƵƚŽƌĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ƋƵĞĂũƵĚĂŵŽƐ ĐŽůĞŐĂƐ ŶĂ ƵƟůŝnjĂĕĆŽ ĚĂƐ ƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐ͖ ĚĞůĞŐĂĚŽ ĚĞ ƚƵƌŵĂ͕ƋƵĞĨŽŵĞŶƚĂĂƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽĚŽƐĐŽůĞŐĂƐŶĂ ĞdžĞĐƵĕĆŽĚĂƐƚĂƌĞĨĂƐƉƌŽƉŽƐƚĂƐĞĂũƵĚĂĂŵŽŶŝƚŽƌŝ- njĄͲůĂƐ͖ŵŽĚĞƌĂĚŽƌĞƐŶĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ entre outros. WĂƌĂůĞůĂŵĞŶƚĞ͕ĚĞǀĞƌĞŵŽƐĞƐƚĂƌĂƚĞŶƚŽƐĂŽďĞŵͲ -estar emocional dos alunos e a situações de can- ƐĂĕŽİƐŝĐŽŽƵƉƐŝĐŽůſŐŝĐŽ͕ƐŽůŝĐŝƚĂŶĚŽĐŽŵĨƌĞƋƵġŶĐŝĂ feedbackƐŽďƌĞĂĐĂƌŐĂĚĞƚƌĂďĂůŚŽ͕ŽĞƐƚĂĚŽĞŵŽĐŝŽ- nal e as preferências e ritmos de aprendizagem. EŽĚĞƐĞŶŚŽĚĂƐ ĞͲĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞǀĞͲƐĞ ƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌŽƚƌĂďĂůŚŽ ĐŽůĂďŽƌĂƟǀŽĞĂƐ metodologias de ƚƌĂďĂůŚŽĚĞƉƌŽũĞƚŽ Ğ͕ĞŵĨƵŶĕĆŽĚŽƟƉŽ ĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ƉŽĚĞƌĆŽ ƉƌĞǀĞƌͲƐĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƐşŶĐƌŽŶĂƐĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͕ organizadas e dinamizadas pelos ƉƌſƉƌŝŽƐĂůƵŶŽƐ͕ŵĂƐ preferencialmente com a supervisão do professor.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 335 Ensino digital | Carlos Pinheiro 'ĞƐƚĆŽĚĂĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĞĚĂƐŝŶƚĞƌĂĕƁĞƐ YƵĞƌĞŐƌĂƐĞƐƚĂďĞůĞĐĞƌƉĂƌĂƵŵĂĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĐůĂƌĂ ĞĞĮĐĂnj͍ KƐŵŽĚĞůŽƐĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽĞŽƵƐŽĚĞƉůĂƚĂĨŽƌ- mas digitais incluem frequentemente espaços de inte- ração e o estabelecimento de comunicações regulares ĞŶƚƌĞ ƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ Ğ ĂůƵŶŽƐ Ğ ĞŶƚƌĞ ĂůƵŶŽƐ͕ ƵƐĂŶĚŽ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐƋƵĞƐĞƌĞŐĞŵƉŽƌĐſĚŝŐŽƐĞĨŽƌŵĂƐĚĞ ĐŽŶĚƵƚĂƉƌſƉƌŝĂƐ͘ƉŽƌŝƐƐŽŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞĚĞĮŶŝƌƉƌĞ- ǀŝĂŵĞŶƚĞ͕ĞĚĞƉƌĞĨĞƌġŶĐŝĂĞŵĐŽŶũƵŶƚŽĐŽŵŽƐĂůƵ- ŶŽƐ͕ƌĞŐƌĂƐĐůĂƌĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĞŶĞƟƋƵĞƚĂĞŶƚƌĞ ĂůƵŶŽͬƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ĞŶƚƌĞĂůƵŶŽͬĂůƵŶŽĞĞŶƚƌĞƉƌŽĨĞƐƐŽƌͬ pais/encarregados de educação. ƋƵŝĮĐĂŵĂůŐƵŵĂƐƐƵŐĞƐƚƁĞƐƉĂƌĂĂĞůĂďŽƌĂĕĆŽ ĚĞƵŵĐſĚŝŐŽĚĞĐŽŶĚƵƚĂ͗ ͻ ƐĞƌĞŵƉĄƟĐŽ͕ĐŽƌĚŝĂůĞĐŽŶƐƚƌƵƟǀŽŶĂƐŝŶƚĞƌĂ- ĕƁĞƐĐŽŵŽƐĂůƵŶŽƐĞŝŶĐĞŶƟǀĂƌĂĂĚŽĕĆŽĚĞƐƐĞƐ ƉƌŝŶĐşƉŝŽƐŶĂŝŶƚĞƌĂĕĆŽĞŶƚƌĞƉĂƌĞƐ͖ ͻ ŐĞƌŝƌ ĂƐ ĞdžƉĞĐƚĂƟǀĂƐ ĚĞ ŝŶƚĞƌĂĕĆŽ ;ĚĞĮŶŝƌ Ž ƉƌĂnjŽŵĄdžŝŵŽĚĞƌĞƐƉŽƐƚĂĂŽƐĂůƵŶŽƐͿ͗ŶĆŽƐĞ ĚĞǀĞƌĞƐƉŽŶĚĞƌŶĂŚŽƌĂĂƋƵĂůƋƵĞƌŵĞŶƐĂŐĞŵ ŽƵĚƷǀŝĚĂĚĞĂůƵŶŽ͕ŵĞƐŵŽĨŽƌĂĚŽŚŽƌĄƌŝŽĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ;ĂŵĞŶŽƐƋƵĞƐĞũĂƵƌŐĞŶƚĞ͕ĚĞǀĞŝŶƚĞ- ƌĂŐŝƌͲƐĞĂƉĞŶĂƐĚƵƌĂŶƚĞŽŚŽƌĄƌŝŽůĂďŽƌĂůͿ͖ ͻ ƚĞƌĞŵĐŽŶƚĂŽĐŽŶƚĞdžƚŽĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĂƐƐşŶ- crona (a ausência de linguagem não verbal pode ŐĞƌĂƌĂŵďŝŐƵŝĚĂĚĞĞͬŽƵŝŶƚĞƌƉƌĞƚĂĕƁĞƐĞƌƌĂĚĂƐ͗ ƉŽŶĚĞƌĂƌŽƵƐŽĚĂĐƌşƟĐĂĚĞŵĂƐŝĂĚŽĚƵƌĂ͕ĚĂ ŝƌŽŶŝĂĞĚŽŚƵŵŽƌͿ͖ ͻ ĞŵĐĂŶĂŝƐŐĞƌŝĚŽƐƉŽƌĂůƵŶŽƐ͕ŶŽŵĞĂƌŽƵĞůĞŐĞƌ um moderador; • monitorizar com regularidade as comunicações ĞŶƚƌĞƉĂƌĞƐĞŵĂŵďŝĞŶƚĞĂďĞƌƚŽ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ ŶŽƐĨſƌƵŶƐͿĞŝŶƚĞƌǀŝƌƋƵĂŶĚŽŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͘ YƵĂŝƐĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽŵĂŝƐ ĂĚĞƋƵĂĚĂƐĂĐĂĚĂĐŽŶƚĞdžƚŽ͍ ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĂĚŝƐƚąŶĐŝĂŽĐŽƌƌĞĞŵ ĨŽƌŵĂƚŽ ƐşŶĐƌŽŶŽ Ğ ĂƐƐşŶĐƌŽŶŽ͘ džĐĞƚŽ Ğŵ ĐĂƐŽƐ ĚĞ ŝŶƚĞƌƌƵƉĕĆŽ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ƉƌĞƐĞŶĐŝĂů͕ ĐŽŵŽ ŶĂ ƌĞĐĞŶƚĞ ƐŝƚƵĂĕĆŽƉĂŶĚĠŵŝĐĂ͕ĚĞǀĞƌĆŽƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌͲƐĞ͕ŶĂƐŵŽĚĂ- ůŝĚĂĚĞƐĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽ͕ĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂ- ĕĆŽĂƐƐşŶĐƌŽŶĂ͘ Em termos de ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ ƐşŶĐƌŽŶĂ͕ ĂƐ ĨĞƌƌĂ- ŵĞŶƚĂƐĚŝƐƉŽŶşǀĞŝƐƐĆŽŽchat͕ĂĂƵĚŝŽĐŽŶĨĞƌġŶĐŝĂĞĂ videoconferência. Estas ferramentas permitem o con- ƚĂĐƚŽĚŝƌĞƚŽĞŶƚƌĞĂůƵŶŽ;ƐͿĞƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ŽƵĞŶƚƌĞĂůƵŶŽƐ͕ simulandooambientedesaladeaulaeproporcionando um feedback imediato; promovem também a esponta- ŶĞŝĚĂĚĞ͕ŽƋƵĞƉŽĚĞƐĞƌĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂůĞŵĚĞƚĞƌŵŝŶĂ- ĚĂƐĐŝƌĐƵŶƐƚąŶĐŝĂƐ͘ŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĚĞĞŶƐŝŶŽŚşďƌŝĚŽ͕Ă ƐƵĂƵƟůŝnjĂĕĆŽƉŽĚĞƌĄũƵƐƟĮĐĂƌͲƐĞŶŽĐĂƐŽĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐ ĚĞŐƌƵƉŽ͕ƉĞƌŵŝƟŶĚŽƋƵĞĂůƵŶŽƐĐŽŵƵŶŝƋƵĞŵĞŶƚƌĞƐŝ ƉĂƌĂŽƌŐĂŶŝnjĂĕĆŽĚŽƚƌĂďĂůŚŽ͕ƉĂƌĂĞƐĐůĂƌĞĐŝŵĞŶƚŽĚĞ ĚƷǀŝĚĂƐƐƵƐĐŝƚĂĚĂƐƉĞůĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƉĂƌĂƐĞƐƐƁĞƐĚĞ ďƌĂŝŶƐƚŽƌŵŝŶŐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽĚĞƉƌĞƉĂƌĂĕĆŽƉĂƌĂĂƌĞĂ- ůŝnjĂĕĆŽĚĞĂƟǀŝĚĂĚĞƐĞƉůĂŶŝĮĐĂĕĆŽĚĞƚĂƌĞĨĂƐͿ͘ Entre as ferramentas de ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽĂƐƐşŶĐƌŽŶĂ͕ encontram-se o ĞŵĂŝů (que pode ser usado como lista ĚĞĚŝƐƚƌŝďƵŝĕĆŽͿĞŽƐĨſƌƵŶƐĚĞĚŝƐĐƵƐƐĆŽ;ƋƵĞƉŽĚĞŵ ĂƐƐƵŵŝƌ ĨŽƌŵĂƐ ĚŝƐƟŶƚĂƐ Ğŵ ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ ƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐ ou aplicações). Embora as ferramentas de comunica- ĕĆŽĂƐƐşŶĐƌŽŶĂƉŽƐƐĂŵ ƐĞƌƵƐĂĚĂƐĂƵƚŽŶŽŵĂŵĞŶƚĞ pelos alunos (no respeito pelas regras de comunica- ĕĆŽĞƐƚĂďĞůĞĐŝĚĂƐͿ͕ĞůĂƐĚĞǀĞŵƐĞƌƐĞŵƉƌĞ͕ƐŽďƌĞƚƵĚŽ ĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĂďĞƌƚŽƐĐŽŵŽ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ŶŽĐĂƐŽĚĞ ĨſƌƵŶƐĚĂƚƵƌŵĂ͕ƐƵƉĞƌǀŝƐŝŽŶĂĚĂƐƉĞůŽĚŽĐĞŶƚĞ͘ ĞƉĞŶĚĞŶĚŽ ĚŽ ƟƉŽ ĚĞ ĂƟǀŝĚĂĚĞ͕ Ă ĂĕĆŽ ĚŽ ĚŽĐĞŶƚĞƉŽĚĞŝŶĐŝĚŝƌƐŽďƌĞ͗ • mensagens ou perguntas para fomentar a dis- cussão; ͻ ĞůĂďŽƌĂĕĆŽĚĞƵŵĂƐşŶƚĞƐĞĚĂĚŝƐĐƵƐƐĆŽ͖ ͻ ŵĞŶƐĂŐĞŶƐƌĞůĂĐŝŽŶĂĚĂƐĐŽŵŽĐŽŶƚĞƷĚŽĚĂƐĂƟ- vidades (recursos ou esclarecimentos adicionais ƐŽďƌĞŽƚĞŵĂĚĂĂƟǀŝĚĂĚĞŽƵĂƚĂƌĞĨĂĂƌĞĂůŝnjĂƌͿ͖ • mensagens relacionadas com o processo (escla- recimento de dúvidas no uso das tecnologias ĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ ĐůĂƌŝĮĐĂĕĆŽ ĚĞ ƉƌŽĐĞĚŝŵĞŶƚŽƐ ƐŽďƌĞ ĂƌĞĂůŝnjĂĕĆŽĞŽĞŶǀŝŽĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐ͕ĚŝƐĐƵƐƐĆŽ ƐŽďƌĞĂƐĞƚĂƉĂƐĚŽƚƌĂďĂůŚŽͿ͖ ͻ ŽƌŝĞŶƚĂĕƁĞƐƐŽďƌĞĞƟƋƵĞƚĂ͗ĐſĚŝŐŽĚĞĐŽŶĚƵƚĂ͕ ĚĞĐŝƐƁĞƐƐŽďƌĞƉůĄŐŝŽ͕ŶĞƟƋƵĞƚĂ͕ƚŽŵĚĂƐĚŝƐ- cussões; • resposta a perguntas ou dúvidas dos alunos e feedbackĂŽƐƚƌĂďĂůŚŽƐ͘ ŽŵŽƵƐĂƌĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐĚĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ ĂŽƐĞƌǀŝĕŽĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĚĂĂǀĂůŝĂĕĆŽ͍ ŶƋƵĂŶƚŽ ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽ ĚĂ ĂĕĆŽ ƉĞĚĂŐſŐŝĐĂ͕ ĂƐ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ ĚĞ ĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ ƐĆŽ͕ ƉĞƌ ƐĞ͕ valiosos recursos ao serviço da aprendizagem e da avaliação.
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    336 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 KƉĞƌĮůĚŽƐĂůƵŶŽƐăƐĂşĚĂĚĂĞƐĐŽůĂƌŝĚĂĚĞ ŽďƌŝŐĂƚſƌŝĂ ƉƌĞĐŽŶŝnjĂ͕ ŶĂƐ ĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐ ĚĂĄƌĞĂĚĞ/ŶĨŽƌŵĂĕĆŽĞĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽ͕ƋƵĞ ŽƐĂůƵŶŽƐƐĞũĂŵĐĂƉĂnjĞƐĚĞͨĐŽůĂďŽƌĂƌĞŵ ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐ ĐŽŶƚĞdžƚŽƐ ĐŽŵƵŶŝĐĂƟǀŽƐ͕ ĚĞ ĨŽƌŵĂĂĚĞƋƵĂĚĂĞƐĞŐƵƌĂ͕ƵƟůŝnjĂŶĚŽĚŝĨĞ- ƌĞŶƚĞƐƟƉŽƐĚĞĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ;ĂŶĂůſŐŝĐĂƐĞ ĚŝŐŝƚĂŝƐͿ͕ĐŽŵďĂƐĞŶĂƐƌĞŐƌĂƐĚĞĐŽŶĚƵƚĂ ƉƌſƉƌŝĂƐĚĞĐĂĚĂĂŵďŝĞŶƚĞͩ͘ϴ É por isso importante que o uso das ferramentas de comunicação seja ĐƵŝĚĂĚŽƐĂŵĞŶƚĞ ƉůĂŶŝĨŝĐĂĚŽ͕ ĂƐƐŽĐŝĂĚŽ Ă ŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞŽďũĞƚŽĚĞĂǀĂ- ůŝĂĕĆŽ͕ƐĞũĂƋƵĂůĨŽƌĂĄƌĞĂĐƵƌƌŝĐƵůĂƌ͕ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ŵĞĚŝĂŶƚĞŽƵƐŽĚĞƵŵĂƌƵďƌŝĐĂĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘ EŽĐĂƐŽĚĂƐŵĞŶƐĂŐĞŶƐĞŵĨſƌƵŶƐ͕ĂƐŵĂŝƐƌŝĐĂƐ ĚŽƉŽŶƚŽĚĞǀŝƐƚĂƉĞĚĂŐſŐŝĐŽ͕ŽĚŽĐĞŶƚĞĚĞǀĞŝŶĨŽƌ- ŵĂƌƉƌĞǀŝĂŵĞŶƚĞŽƐĂůƵŶŽƐĚĞƋƵĞĂƐƐƵĂƐƉĂƌƟĐŝƉĂ- ções serão objeto de avaliação e divulgar os critérios ĚĞ ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĚĞ ĐĂĚĂ ŵĞŶƐĂŐĞŵ ;ƋƵĞ ƉŽĚĞƌĆŽ ƐĞƌ͕ ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ Ă ĚŝŵĞŶƐĆŽ͕ Ž ĂĐƌĞƐĐĞŶƚĂƌ ǀĂůŽƌ ĂŽ ĚĞďĂƚĞ͕ĞƐĞƌĞŵƐƵƉŽƌƚĂĚĂƐĞŵĐŝƚĂĕƁĞƐĐƌŝƚĞƌŝŽƐĂƐĞͬ ŽƵƚĞƌĞŵĂŶĞdžŽƐƐŝŐŶŝĮĐĂƟǀŽƐ͘WŽĚĞŵ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ ƵƐĂƌͲƐĞĐŝŶĐŽŶşǀĞŝƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͗ϬʹƐĞŵƋƵĂůƋƵĞƌ ŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ϭʹĐŽŵĂůŐƵŵŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ϮʹĐŽŵŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ ϯʹĐŽŵŵƵŝƚŽŝŶƚĞƌĞƐƐĞ͖ϰʹĐŽŵŝŶƚĞƌĞƐƐĞĞdžĐĞĐŝŽ- ŶĂů͘EŽĮŶĂů͕ŽĚŽĐĞŶƚĞĚĞǀĞƌĄƐŝŶƚĞƟnjĂƌŽĐŽŶƚĞƷĚŽ ĞĂƐĞǀĞŶƚƵĂŝƐĐŽŶĐůƵƐƁĞƐĚĂĚŝƐĐƵƐƐĆŽ͕ŽƵ͕ĞŵĂůƚĞƌ- ŶĂƟǀĂ͕ƐŽůŝĐŝƚĂƌĂƵŵŽƵŵĂŝƐĂůƵŶŽƐƋƵĞƌĞĂůŝnjĞŵƵŵ ƚĞdžƚŽƐşŶƚĞƐĞĚŽƐĐŽŶƚƌŝďƵƚŽƐĚŽƐĐŽůĞŐĂƐ͘ FeedbackĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ YƵĞŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ͕ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĞƚĠĐŶŝĐĂƐ ĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĞǀŽƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌ͍ ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĐŽŶƐƟƚƵŝ Ƶŵ ƉƌŽĐĞƐƐŽ ƌĞŐƵůĂĚŽƌ ĚŽ ĞŶƐŝŶŽĞĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƋƵĞŽƌŝĞŶƚĂŽƉĞƌĐƵƌƐŽĞƐĐŽ- ůĂƌĚŽƐĂůƵŶŽƐĞĐĞƌƟĮĐĂĂƐĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐĚĞƐĞŶǀŽůǀŝ- ĚĂƐ͕ĞƋƵĞƚĞŵƉŽƌŽďũĞƟǀŽĐĞŶƚƌĂůĂŵĞůŚŽƌŝĂĚŽĞŶƐŝŶŽ ĞĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘ĂƐĞŝĂͲƐĞŶƵŵƉƌŽĐĞƐƐŽĐŽŶơŶƵŽĚĞ ŝŶƚĞƌǀĞŶĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂƋƵĞĐŽŵƉƌĞĞŶĚĞĂƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐ ϴ D/E/^dZ/KhK;ϮϬϭϲͿ͘WĞƌĮůĚŽƐůƵŶŽƐă^ĂşĚĂ da Escolaridade Obrigatória. Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵ͗ŚƩƉƐ͗ͬͬ ǁǁǁ͘ĚŐĞ͘ŵĞĐ͘ƉƚͬƐŝƚĞƐͬĚĞĨĂƵůƚͬĮůĞƐͬƵƌƌŝĐƵůŽͬWƌŽũĞƚŽͺƵƚŽ- ŶŽŵŝĂͺĞͺůĞdžŝďŝůŝĚĂĚĞͬƉĞƌĮůͺĚŽƐͺĂůƵŶŽƐ͘ƉĚĨ. Consultado em ϯϬͲϭϭͲϮϬϮϬ͕ƉĄŐ͘ϮϮ͘ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͗ĚŝĂŐŶſƐƟĐĂ͕ĨŽƌ- ŵĂƟǀĂĞƐƵŵĂƟǀĂ͘ A ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĚŝĂŐŶſƐƟĐĂ realiza-se ƐĞŵƉƌĞ ƋƵĞ ƐĞũĂ ĐŽŶƐŝĚĞƌĂĚŽ ŽƉŽƌƚƵŶŽ͕ ƐĞŶĚŽĞƐƐĞŶĐŝĂůƉĂƌĂĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂƌĂĚĞĮ- ŶŝĕĆŽĚĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͕ƉĂƌĂĂĂĚĞƋƵĂĕĆŽĚĞ ŵĞƚŽĚŽůŽŐŝĂƐ͕ ĚĞ ĐŽŶƚĞƷĚŽƐ Ğ ŽďũĞƟǀŽƐ ĞĚŽƐƉƌſƉƌŝŽƐŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͘ É igualmente um instrumento importante ƉĂƌĂĂĚĞĮŶŝĕĆŽĚĞĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐĚĞĚŝĨĞƌĞŶ- ĐŝĂĕĆŽƉĞĚĂŐſŐŝĐĂĞƉŽĚĞƌĄƚĂŵďĠŵƐĞƌƷƟů ƉĂƌĂĂĐŽŶƐƟƚƵŝĕĆŽĚĞŐƌƵƉŽƐĚĞƚƌĂďĂůŚŽ͘ EĂƐ ŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĞŶƐŝŶŽ ĚŝŐŝƚĂů͕ ĐŽŵŽ Ğŵ ƚŽĚĂƐ ĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ƉĞĚĂŐſŐŝ- ĐĂƐ͕ĚĞǀĞƉƌŝǀŝůĞŐŝĂƌͲƐĞĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂ͕ƌĞĐŽƌ- ƌĞŶĚŽĂƵŵĂǀĂƌŝĞĚĂĚĞĚĞŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞƌĞĐŽůŚĂ ĚĞŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽĂĚĞƋƵĂĚŽƐăĚŝǀĞƌƐŝĚĂĚĞĚĂƐĂƉƌĞŶ- ĚŝnjĂŐĞŶƐ Ğ ăƐ ĐŝƌĐƵŶƐƚąŶĐŝĂƐ Ğŵ ƋƵĞ ŽĐŽƌƌĞŵ͘ ƐƚĞ ƟƉŽĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ĚĞĐĂƌĄƚĞƌĐŽŶơŶƵŽĞƐŝƐƚĞŵĄƟĐŽ͕ ƉĞƌŵŝƚĞĂŽƐƉƌŽĨĞƐƐŽƌĞƐ͕ĂŽƐĂůƵŶŽƐĞĂŽƐĞŶĐĂƌƌĞŐĂ- dos de educação obter informação atualizada sobre Ž ĚĞƐĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽ ĚŽ ĞŶƐŝŶŽ Ğ ĚĂ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ com vista ao ajustamento de processos e estratégias (autorregulação do processo e da aprendizagem). As plataformas e ferramentas digitais oferecem um conjunto de vantagens que ajudam a transformar ĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂŶƵŵŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽĂƟǀŽĞĐŽŶơ- ŶƵŽĚĞŵĞůŚŽƌŝĂĚĂƐĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐ͕ƚŽƌŶĂŶĚŽŽƐƉƌŽ- ĐĞƐƐŽƐŵĂŝƐƌĄƉŝĚŽƐ͕ƚƌĂŶƐƉĂƌĞŶƚĞƐĞĞĮĐĂnjĞƐ͘:ĂŶĞƚ ŽŽŶĞLJ;ϮϬϭϵͿϵ ŝĚĞŶƟĮĐĂĂůŐƵŵĂƐĚĞƐƐĂƐǀĂŶƚĂŐĞŶƐ͗ • feedbackƌĄƉŝĚŽ;ĞŵƚĞŵƉŽƌĞĂůͿĞĚĞƐƵƉŽƌƚĞăƐ ĞƚĂƉĂƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĐŽŵƵŵŶşǀĞů ĚĞĚŝĮĐƵůĚĂĚĞĂĚĞƋƵĂĚŽ͖ ͻ ƐƵƉŽƌƚĞƉĂƌĂĂƐĞƐĐŽůŚĂƐĚŽƐĂůƵŶŽƐ;ƉĂƌĂƉĞƌƐŽ- ŶĂůŝnjĂƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĐŽŵŽĨĂƚŽƌĚĞŵŽƟǀĂ- ĕĆŽŝŶƚƌşŶƐĞĐĂͿ͖ • ambientes de aprendizagem imersiva para ĂƉŽŝĂƌĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĐŽŶƚĞdžƚƵĂůŝnjĂĚĂ͖ ͻ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐƉĂƌĂĚŝƐƉŽƐŝƟǀŽƐŵſǀĞŝƐƋƵĞƉĞƌ- ŵŝƚĞŵĂĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵͨĂƋƵĂůƋƵĞƌ ŚŽƌĂĞĞŵƋƵĂůƋƵĞƌůƵŐĂƌ͖ͩ ϵ KKEz͕:͘;ϮϬϭϵͿ͘ŝŐŝƚĂůŽƌŵĂƟǀĞƐƐĞƐƐŵĞŶƚ͗ƌĞǀŝĞǁ ŽĨƚŚĞůŝƚĞƌĂƚƵƌĞ͘KŶůŝŶĞ͘ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵ͗ŚƩƉ͗ͬͬǁǁǁ͘ĞƵŶ͘ŽƌŐͬ ĚŽĐƵŵĞŶƚƐͬϰϭϭϳϱϯͬϴϭϳϯϰϭͬƐƐĞƐƐйϰϬĞĂƌŶŝŶŐнŝƚĞƌĂƚƵ- ƌĞнZĞǀŝĞǁͬďĞϬϮĚϱϮϳͲϴĐϮĨͲϰϱĞϯͲϵĨϳϱͲϮĐϱĐĚϱϵϲϮϲϭĚ͘ŽŶƐƵů- ƚĂĚŽĞŵϯϬͲϭϭͲϮϬϮϬ͕ƉƉ͘ϴͲϵ͘ É importante que o uso das ferramentas de comunicação seja cuidadosamente ƉůĂŶŝĮĐĂĚŽ͕ĂƐƐŽĐŝĂĚŽ ĂŽďũĞƟǀŽƐĚĞ aprendizagem e objeto ĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ƐĞũĂƋƵĂů ĨŽƌĂĄƌĞĂĐƵƌƌŝĐƵůĂƌ͕ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ŵĞĚŝĂŶƚĞŽ uso de uma rubrica de avaliação.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 337 Ensino digital | Carlos Pinheiro • oportunidades de autoavaliação e de avaliação por pares; ͻ ĂĐĞƐƐŽĂƌĞĐƵƌƐŽƐĞĂĞdžĞŵƉůŽƐonline; ͻ ƌĞĐŽůŚĂĚĞĚĂĚŽƐƉĂƌĂŵĞůŚŽƌĐŽŵƉƌĞĞŶĚĞƌŽƐ ƉƌŽĐĞƐƐŽƐĞĐŽŶƚĞdžƚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĂŶĄ- ůŝƐĞĚĞƐƐĞƐĚĂĚŽƐĂĮŵĚĞƉƌĞǀĞƌŽƉƌŽŐƌĞƐƐŽ dos alunos e adaptar a aprendizagem; • potencial para uma integração mais consistente ĚĂƐĂǀĂůŝĂĕƁĞƐĨŽƌŵĂƟǀĂĞƐƵŵĂƟǀĂ͖ • oportunidades para os alunos conceberem os ƐĞƵƐƉƌſƉƌŝŽƐŽďũĞƟǀŽƐĞĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐĚĞĂƉƌĞŶ- dizagem. Quanto aos ŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐ Ğ ƚĠĐŶŝĐĂƐ de avalia- ĕĆŽ͕ĞůĞƐĚĞǀĞƌĆŽƐĞƌŽŵĂŝƐĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĚŽƐƉŽƐƐşǀĞŝƐ͕ podendo incluir a ŽďƐĞƌǀĂĕĆŽ;ƋƵĞƉĞƌŵŝƚĞƌĞĐŽůŚĞƌ ĚĂĚŽƐŶŽŵŽŵĞŶƚŽĞŵƋƵĞĞƐƚĆŽĂĂĐŽŶƚĞĐĞƌ͕ƐĞŵ ĐƌŝĂƌ ƐŝƚƵĂĕƁĞƐ ĂƌƟĮĐŝĂŝƐ͕ ƉƌŽƉŽƌĐŝŽŶĂŶĚŽ Ž ƌĞƚŽƌŶŽ imediato do resultado da aprendizagem) e ŵĠƚŽĚŽƐ ĞƚĠĐŶŝĐĂƐŽƌĂŝƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĂƋƵĂŶĚŽĚĂĂƉƌĞƐĞŶƚĂ- ĕĆŽŽƌĂůĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐŽƵĂƐƵĂĚŝƐĐƵƐƐĆŽͬĚĞĨĞƐĂͿ͕ƋƵĞ são os mais fáceis de aplicar. Nas ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐŽƌĂŝƐ deverá valorizar-se não a ƌĞƉƌŽĚƵĕĆŽĚŽĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽ͕ŵĂƐƐŽďƌĞƚƵĚŽŽƉĞŶ- ƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽĞŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌŝĂƟǀŽ͕ĂĐĂƉĂĐŝĚĂĚĞ ĚĞƉĞŶƐĂƌĚĞŵŽĚŽĂďƌĂŶŐĞŶƚĞĞĞŵƉƌŽĨƵŶĚŝĚĂĚĞ͕ ĚĞĨŽƌŵĂůſŐŝĐĂ͕ĂŶĂůŝƐĂŶĚŽŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂƐ ŽƵŝĚĞŝĂƐĚĞĨŽƌŵĂĐƌşƟĐĂ͕ĂƌŐƵŵĞŶƚĂŶĚŽĐŽŵƌĞĐƵƌƐŽ ĂĐƌŝƚĠƌŝŽƐŝŵƉůşĐŝƚŽƐŽƵĞdžƉůşĐŝƚŽƐ͘ Quanto aos ŵĠƚŽĚŽƐĞƐĐƌŝƚŽƐ͕ĂůĠŵĚŽƐƚƌĂĚŝĐŝŽ- ŶĂŝƐƚĞƐƚĞƐĞƐĐƌŝƚŽƐ͕ĞdžŝƐƚĞŵŽƵƚƌŽƐŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐŵĂŝƐ ĂĚĞƋƵĂĚŽƐăĂǀĂůŝĂĕĆŽĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐ͕ĚĞƋƵĞ ĚĞƐƚĂĐĂŵŽƐŽƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐ͗ ͻ ƚƌĂďĂůŚŽƐ ĞƐĐƌŝƚŽƐ ;ĞŶƐĂŝŽƐ͕ ƌĞůĂƚſƌŝŽƐ͕ ĂŶĄůŝ- ƐĞƐ ĚĞ ƚĞdžƚŽƐ͕ ĮĐŚĂƐ ĚĞ ƌĞƐŽůƵĕĆŽ ĚĞ ĞdžĞƌĐş- ĐŝŽƐ͕ƌĞĚĂĕĆŽĚĞƚĞdžƚŽƐŽƌŝŐŝŶĂŝƐ͕ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ͕ ŵĂƉĂƐ ŵĞŶƚĂŝƐ͕ ŝŶĨŽŐƌĄĮĐŽƐ͘͘͘Ϳ͘ EĞƐƚĞ ƟƉŽ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽƐ͕ ĚĞǀĞƌĆŽ ĂĚŽƚĂƌͲƐĞ ĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ĂŶƟͲ'ŽŽŐůĞ͕ŝƐƚŽĠ͕ŽƐĂůƵŶŽƐĚĞǀĞƌĆŽƐĞƌĚĞƐĂ- ĮĂĚŽƐĂĂŶĂůŝƐĂƌĞŝŶǀĞƐƟŐĂƌƋƵĞƐƚƁĞƐ;ƵƐĂŶĚŽĂ /ŶƚĞƌŶĞƚĞŽƵƚƌĂƐĨŽŶƚĞƐĚĞŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽͿ͕ĚŝƐƟŶ- guindo o que sabem do que pretendem desco- brir e adotando as estratégias adequadas para ŝŶǀĞƐƟŐĂƌĞƌĞƐƉŽŶĚĞƌăƐƋƵĞƐƚƁĞƐŝŶŝĐŝĂŝƐ͘ĞǀĞ ǀĂůŽƌŝnjĂƌͲƐĞ Ă ĂŶĄůŝƐĞ ĐƌşƟĐĂ ĚĂƐ ĐŽŶĐůƵƐƁĞƐ Ă ƋƵĞ ĐŚĞŐĂŵ͕ ƌĞĨŽƌŵƵůĂŶĚŽ͕ ƐĞ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͕ ĂƐ ĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ĂĚŽƚĂĚĂƐ͕ Ğ ĐŽŶƚƌĂƌŝĂƌ Ğ ĐŽŶĚĞŶĂƌ ƐŝƐƚĞŵĂƟĐĂŵĞŶƚĞŽƉůĄŐŝŽĞĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕĆŽĂĐƌş- ƟĐĂ ĚĂ ŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͘ DƵŝƚŽƐ ĚĞƐƚĞƐ ƚƌĂďĂůŚŽƐ podem também ser avaliados mediante técni- cas orais. ͻ ƚƌĂďĂůŚŽƐ ƉƌĄƟĐŽƐ͘ ƐƚĞƐ ƉŽĚĞŵ ƐĞƌ ƌĞĂůŝnjĂ- ĚŽƐƉƌĞƐĞŶĐŝĂůŵĞŶƚĞŽƵĞŵŵŽĚĂůŝĚĂĚĞƐŚşďƌŝ- ĚĂƐ͕ ƉƌŽƉŽŶĚŽ͕ ŶĞƐƚĞ ƷůƟŵŽ ĐĂƐŽ͕ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ cujos resultados possam ser documentados por ĞƐĐƌŝƚŽ͕ĄƵĚŝŽŽƵǀşĚĞŽ͕ƉĞůŽĂůƵŶŽŽƵƉŽƌƚĞƌ- ĐĞŝƌŽƐ͕ĞƉŽƐƚĞƌŝŽƌŵĞŶƚĞĞŶǀŝĂĚŽƐŽƵĂƉƌĞƐĞŶ- ƚĂĚŽƐĂŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌŽƵăƚƵƌŵĂ͖ ͻ ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽĞŵĨſƌƵŶƐ͖ ͻ ĞͲƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐŽƵĚŝĄƌŝŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘ƐƚĞƐ são os instrumentos mais ricos do ponto de vista ĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͕ƉŽŝƐƉĞƌŵŝƚĞŵĚĞƐĞŶǀŽůǀĞƌĞ ĂǀĂůŝĂƌĐŽŵƉĞƚġŶĐŝĂƐĚĞŶşǀĞůĞůĞǀĂĚŽ;ĚĞƐĐƌĞ- ǀĞƌ͕ ĐŽŵĞŶƚĂƌ͕ ƌĞůĂĐŝŽŶĂƌ͕ ĂǀĂůŝĂƌ͕ ĐƌŝĂƌͿ͘ ƐƵĂ componente digital possibilita o recurso a for- mas diversas de produção ou organização de ĐŽŶƚĞƷĚŽƐ ;ĨŽƚŽŐƌĂĮĂ͕ ŵƵůƟŵĠĚŝĂͿ ƋƵĞ ĚŽĐƵ- ŵĞŶƚĂŵĂƐĨĂƐĞƐĚŽƚƌĂďĂůŚŽĞĐŽŶǀŽĐĂŵĚŝĨĞ- ƌĞŶƚĞƐƟƉŽƐĚĞůŝƚĞƌĂĐŝĂƐ͘ ƵƟůŝnjĂĕĆŽĚĞĞͲƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐŽƵĚŝĄƌŝŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂ- ŐĞŵƉĞƌŵŝƚĞĂŽƐĂůƵŶŽƐƵƟůŝnjĂƌĞĚŽŵŝŶĂƌŝŶƐƚƌƵŵĞŶ- ƚŽƐ ĚŝǀĞƌƐŝĮĐĂĚŽƐ ƉĂƌĂ ƉĞƐƋƵŝƐĂƌ͕ ĚĞƐĐƌĞǀĞƌ͕ ĂǀĂůŝĂƌ͕ ǀĂůŝĚĂƌĞŵŽďŝůŝnjĂƌŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͕ĚĞĨŽƌŵĂĐƌşƟĐĂĞĂƵƚſ- ŶŽŵĂ͕ǀĞƌŝĮĐĂŶĚŽĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐĨŽŶƚĞƐĚŽĐƵŵĞŶƚĂŝƐĞĂ ƐƵĂĐƌĞĚŝďŝůŝĚĂĚĞ͕ĞŽƌŐĂŶŝnjĂƌĂŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽƌĞĐŽůŚŝĚĂ ĚĞĂĐŽƌĚŽĐŽŵƵŵƉůĂŶŽ͕ĐŽŵǀŝƐƚĂăĞůĂďŽƌĂĕĆŽĞă ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕĆŽĚĞƵŵŶŽǀŽƉƌŽĚƵƚŽŽƵĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘ ƚĂŵďĠŵ ƵŵĂ ĞdžĐĞůĞŶƚĞ ĨŽƌŵĂ ĚĞ desenvolver as competências digitais dos aprendentes. džĞŵƉůŽƐĚĞĞůĞŵĞŶƚŽƐĂĂǀĂůŝĂƌ͗ • seleção dos materiais e sua relação com as aprendizagens; ͻ ƚĞdžƚŽĚĞƐĐƌŝƟǀŽͬĞdžƉůŝĐĂƟǀŽ͖ ͻ ĂŶĄůŝƐĞĐƌşƟĐĂ͖ • evidências de aprendizagem; ͻ ŶĂǀĞŐĂĕĆŽ͕ĨŽƌŵĂƚĂĕĆŽĞĂĐĞƐƐŝďŝůŝĚĂĚĞ͖ • citações e respeito pelos direitos de autor; ͻ ĞůĞŵĞŶƚŽƐŵƵůƟŵĠĚŝĂ͘ Outra forma de usar a avaliação ao serviço da aprendizagem é a prática da ĂƵƚŽĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ƋƵĞƉŽĚĞ ƐĞƌ ƌĞĂůŝnjĂĚĂ ĂŶƚĞƐ͕ ĚƵƌĂŶƚĞ ŽƵ ĂƉſƐ ĂƐ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ͘ ƐƚĂƉŽĚĞƌĄƌĞǀĞƐƟƌͲƐĞĚĞƵŵĂƌĞŇĞdžĆŽĐƌşƟĐĂ͕ĐŽŵ
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    338 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 ƋƵĞƐƚƁĞƐ ŽƌŝĞŶƚĂĚŽƌĂƐ͕ ŽƵ ĚĞ ƵŵĂ ĚŝƐĐƵƐƐĆŽ ŶƵŵ ĨſƌƵŵ͘KƌĞƐƵůƚĂĚŽĚĞƐƚĞƉƌŽĐĞƐƐŽƐĞƌǀŝƌĄĚĞŝŶƐƚƌƵ- ŵĞŶƚŽĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚŽƌƉĂƌĂŽĂůƵŶŽĞ͕ƉĂƌĂŽƉƌŽĨĞƐ- ƐŽƌ͕ƐĞƌĄƵŵŝŶĚŝĐĂĚŽƌĚĞŶĞĐĞƐƐŝĚĂĚĞĚĞƌĞǀŝƐĆŽĞͬŽƵ ĂƉƌŽĨƵŶĚĂŵĞŶƚŽĚĂƐĂƟǀŝĚĂĚĞƐƉƌŽƉŽƐƚĂƐ͘ Importa também referir o uso das tecnologias digi- tais para ĂǀĂůŝĂĕĆŽ ĞŶƚƌĞ ƉĂƌĞƐ͕ ŵĞĚŝĂŶƚĞ ĐƌŝƚĠƌŝŽƐ ƉƌĞĚĞĮŶŝĚŽƐ͕ƋƵĞĐŽŶƚƌŝďƵŝƉĂƌĂĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĐŽůĂďŽƌĂ- ƟǀĂĚĞĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽĞŵĂŵďŝĞŶƚĞƐĚŝŐŝƚĂŝƐĞƉĂƌĂĂ aprendizagem entre pares. Muitas das plataformas de ensino digital permi- tem manter os pais informados acerca do percurso ĚŽƐĂůƵŶŽƐĞĚŽƐƌĞƐƵůƚĂĚŽƐĚĂƐƵĂĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ĂƐƐĞŐƵ- ƌĂŶĚŽĂƐƐŝŵƵŵĂƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽŵĂŝƐŝŶĨŽƌŵĂĚĂŶĂǀŝĚĂ escolar do seu educando. YƵĂůĂŝŵƉŽƌƚąŶĐŝĂĚŽĨĞĞĚďĂĐŬ ŶŽĞŶƐŝŶŽĚŝŐŝƚĂů͍ Dar feedback ĨŽƌŵĂƟǀŽ ĨƌĞƋƵĞŶƚĞ͕ ƌĄƉŝĚŽ͕ ŽƉŽƌ- ƚƵŶŽĞĚŝƌĞĐŝŽŶĂĚŽĂŽƐĂůƵŶŽƐĠƵŵĨĂƚŽƌĐƌşƟĐŽĚĞ sucesso da aprendizagem em ambientes digitais. Ainda que muitas ferramentas permitam conceber ĂƟǀŝĚĂĚĞƐĚĞfeedbackĂƵƚŽŵĄƟĐŽ;ŽĐĂƐŽĚŽƐƚĞƐƚĞƐ ĚĞƌĞƐƉŽƐƚĂĨĞĐŚĂĚĂͿ͕ĞƐƚĞŵƵŝƚĂƐǀĞnjĞƐŶĆŽĠŵĂŝƐĚŽ que a devolução do resultado de uma tarefa/questão ĞŶĆŽĚĞǀĞƌĄƐƵďƐƟƚƵŝƌŽfeedbackƉĞƐƐŽĂů͕ĨŽƌŵĂƟǀŽ ĞĨŽƌŵĂĚŽƌ͕ƉŽƌƉĂƌƚĞĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͘ EĂ ĐƌŝĂĕĆŽ ĚĞ ĂƟǀŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ Ğŵ ĂŵďŝĞŶƚĞƐŚşďƌŝĚŽƐ͕ŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌĚĞǀĞƌĄƉŽƌŝƐƐŽƉƌĞ- ver a necessidade de dar um feedback regular aos ĂůƵŶŽƐ͕ƵƐĂŶĚŽĂƐƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐĚŝŐŝƚĂŝƐƉĂƌĂŵŽŶŝƚŽƌŝ- zar remotamente o seu progresso e intervir quando ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͕ ƉĞƌŵŝƟŶĚŽ Ă ĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĕĆŽ Ğ ŽĨĞƌĞ- ĐĞŶĚŽƐŽůƵĕƁĞƐƉĂƌĂƵůƚƌĂƉĂƐƐĂƌĚŝĮĐƵůĚĂĚĞƐŽƵƉĂƌĂ ĂƉƌŽĨƵŶĚĂƌ ĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽƐ͘ WŽĚĞƌͲƐĞͲĄ ŝŶĐůƵƐŝǀĂ- mente antecipar as necessidades de orientação dos ĂůƵŶŽƐ͕ ĐƌŝĂŶĚŽ͕ ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ ƵŵĂ ƐĞĐ- ção de ajuda ou de perguntas frequentes ;YͿŽƵƚƵƚŽƌŝĂŝƐĞŵǀşĚĞŽ. WĂƌĂƐĞƌĞĨĞƟǀŽ͕Žfeedback deve evi- denciar as competências já adquiridas pelos alunos e oferecer novas possibilida- des de aprendizagem e de evidenciação ĚĂƐŵĞƐŵĂƐ͘hŵfeedback focado apenas ŶĂŝĚĞŶƟĮĐĂĕĆŽĚĞĞƌƌŽƐĠƉŽƵĐŽƷƚŝůĞƐſ terá verdadeiro impacto se incidir naquilo ƋƵĞŽĂůƵŶŽƉƌĞĐŝƐĂĚĞĨĂnjĞƌƉĂƌĂĐƵŵƉƌŝƌĂƚĂƌĞĨĂ͕ŽĨĞ- ƌĞĐĞŶĚŽ͕ ƐĞ ŶĞĐĞƐƐĄƌŝŽ͕ ŶŽǀĂƐ ĞƐƚƌĂƚĠŐŝĂƐ ŽƵ ŶŽǀŽƐ ƌĞĐƵƌƐŽƐƉĂƌĂĂƟŶŐŝƌŽƐŽďũĞƟǀŽƐ͘hŵĂĨŽƌŵĂĚĞĨŽƌŶĞ- cer um feedbackĞĮĐĂnjƐĞƌĄĞƐƚĂďĞůĞĐĞƌƵŵĂĐŽŵƉĂƌĂ- ĕĆŽĐŽŵĐƌŝƚĠƌŝŽƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽŽƵƌƵďƌŝĐĂƐ͕ĚĞƐĐƌĞǀĞŶĚŽ aquilo que o aluno já alcançou e fornecendo sugestões ƐŽďƌĞŽƋƵĞĂŝŶĚĂƉŽĚĞƐĞƌŵĞůŚŽƌĂĚŽ͘Kfeedback deverá por isso ocorrer durante o processo de realiza- ĕĆŽĚĂĂƟǀŝĚĂĚĞĞŶĆŽĂƉſƐŽƐĞƵĮŶĂů͘ Além deste feedbackĨŽƌŵĂƟǀŽĞĂǀĂůŝĂƟǀŽ͕Ğŵ modalidades de ensino digital é também essencial o feedbackŝŶƚĞƌĂĐŝŽŶĂů͕ŶŽŵĞĂĚĂŵĞŶƚĞŵĞŶƐĂŐĞŶƐĚĞ ŝŶĐĞŶƟǀŽŽƵƐŝŵƉůĞƐŵĞŶƚĞĂĐŽŶĮƌŵĂĕĆŽĚĞƌĞĐĞďŝ- ŵĞŶƚŽĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐŽƵĞdžĞĐƵĕĆŽĚĞƚĂƌĞĨĂƐ͘ ŽŵŽĐŽŶƐƚƌƵŝƌŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽƐĚĞƌĞŐŝƐƚŽ ĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽŵĂŝƐŽďũĞƟǀŽƐ͕ƚƌĂŶƐƉĂƌĞŶƚĞƐĞ ƉŽƚĞŶĐŝĂĚŽƌĞƐĚĂĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͍ ĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĂƐĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐƉƌĞƐƐƵƉƁĞĂĞdžŝƐ- tência de critérios que traduzam claramente o que é desejável que os alunos aprendam e a descrição dos ĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐŶşǀĞŝƐĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ. Estes instrumentos de registo são comummente designados de rubricas ;ĂƉĂƌƟƌĚŽŝŶŐůġƐƌƵďƌŝĐ) de avaliação ou descritores ĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ͘,ĂďŝƚƵĂůŵĞŶƚĞ͕ĂƐƌƵďƌŝĐĂƐĂƉƌĞƐĞŶ- tam-se sob a forma de uma matriz com indicação de um conjunto de critérios que contemplem todas as ĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŶƐƋƵĞŽĂůƵŶŽƚĞŵĚĞƌĞĂůŝnjĂƌŶĂĞdžĞĐƵ- ĕĆŽĚĂƚĂƌĞĨĂ͕Ğ͕ƉĂƌĂĐĂĚĂĐƌŝƚĠƌŝŽ͕ŽƐĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐŶşǀĞŝƐ ĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽƋƵĂůŝƚĂƟǀŽ;ƋƵĞǀĂƌŝĂŵŝĚĞĂůŵĞŶƚĞ ĞŶƚƌĞϯĞϱͿ͘ĂĚĂŶşǀĞůĚĞĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽĠĚĞƐĐƌŝƚŽĚĞ ĨŽƌŵĂĚĞƚĂůŚĂĚĂĞĐůĂƌĂƉĂƌĂŽĂůƵŶŽĞƉŽĚĞƐĞƌĂƐƐŽ- ĐŝĂĚŽĂƵŵĂĞƐĐĂůĂĚĞǀĂůŽƌĞƐ͕ƉĞƌŵŝƟŶĚŽĂƐƐŝŵĂŽ professor criar registos de avaliação mais transparen- ƚĞƐĞĐŽĞƌĞŶƚĞƐĐŽŵŽƐŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͘ As rubricas podem ser usadas para avaliar qual- ƋƵĞƌ ƟƉŽ ĚĞ ƚƌĂďĂůŚŽ͕ ĐŽŵŽ ƉĞƐƋƵŝƐĂƐ͕ ƚƌĂďĂůŚŽƐĞŵŐƌƵƉŽ͕ĂƉƌĞƐĞŶƚĂĕƁĞƐ͕ƌĞƐĞ- ŶŚĂƐ͕ ƉŽƌƚĞĨſůŝŽƐ͕ ĚĞďĂƚĞƐ͕ ƉƌŽĚƵĕĆŽ ĚĞ ƉŽĚĐĂƐƚƐ͕ ǀşĚĞŽƐ͕ ĞƚĐ͕͘ ƐĞŶĚŽ ĞdžƚƌĞŵĂ- mente úteis em qualquer modalidade e ŶşǀĞůĚĞĞŶƐŝŶŽ͕ƉŽŝƐĂůĠŵĚĞĨĂĐŝůŝƚĂƌĞŵ ŽƚƌĂďĂůŚŽĚŽĚŽĐĞŶƚĞ͕ƉŽĚĞŵƐĞƌƵƐĂĚĂƐ pelos alunos como instrumento orienta- ĚŽƌĚŽƐĞƵƚƌĂďĂůŚŽ͕ĂŽƐĞƌǀŝĕŽĚĂĂƉƌĞŶ- ĚŝnjĂŐĞŵĂƵƚſŶŽŵĂĞĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͘ Dar feedbackĨŽƌŵĂƟǀŽ ĨƌĞƋƵĞŶƚĞ͕ƌĄƉŝĚŽ͕ oportuno e direcionado aos alunos é um fator ĐƌşƟĐŽĚĞƐƵĐĞƐƐŽĚĂ aprendizagem em ambientes digitais.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 339 Ensino digital | Carlos Pinheiro ŶƚƌĞ ĂƐ ǀĂŶƚĂŐĞŶƐ ĚĂƐ ƌƵďƌŝĐĂƐ ĚĞ ĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ ƐĂůŝĞŶƚĂŵŽƐĂƐƐĞŐƵŝŶƚĞƐ͗ • permitem ŽĞŶǀŽůǀŝŵĞŶƚŽĚŽƐĂůƵŶŽƐŶŽƉƌŽͲ ĐĞƐƐŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ;ƉŽƌĞdžĞŵ- ƉůŽ͕ ƐƵŐĞƌŝŶĚŽ ĐƌŝƚĠƌŝŽƐ ƉĂƌĂ Ă ĞůĂďŽƌĂĕĆŽ ĚĂƐ ƌƵďƌŝĐĂƐƉĞůĂƐƋƵĂŝƐŽƐƐĞƵƐƚƌĂďĂůŚŽƐĞƉƌŽũĞƚŽƐ serão avaliados); • ƌĞĚƵnjĞŵ Ă ƐƵďũĞƟǀŝĚĂĚĞ da avaliação (o pro- cesso de avaliação torna-se mais transparente e o aluno compreenderá mais facilmente o ĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽƋƵĞƐĞĞƐƉĞƌĂĚĞůĞŶƵŵĂƚĂƌĞĨĂĚĞ ĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ĞƋƵĂŝƐƐĆŽŽƐĂƐƉĞƚŽƐƋƵĞǀĆŽƐĞƌŽ foco da avaliação); ͻ ĂũƵĚĂŵŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌĂĚĂƌŵĞůŚŽƌ feedback ao aluno; ͻ ŵĞůŚŽƌĂƌĂŵĂŵŽƟǀĂĕĆŽĞĂĐŽŶĮĂŶĕĂĚŽƐĂůƵͲ nos͕ pelo facto de os ajudar a compreender a ĨŽƌŵĂĚĞĂůĐĂŶĕĂƌƵŵďŽŵĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ͖ • ĞŶĐŽƌĂũĂŵŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽ;ͨƐĞĚŝƐĐƵƟƌ- mos previamente com os alunos os critérios pre- ƐĞŶƚĞƐŶĂƐŐƌĞůŚĂƐ͕ĞƐƚĂƌĞŵŽƐĂĞdžƉůŝĐŝƚĂƌĂůŐƵŶƐ ĞůĞŵĞŶƚŽƐŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞƐŶŽƉĞŶƐĂŵĞŶƚŽĐƌşƟĐŽ ƋƵĞ͕ĚĞŽƵƚƌŽŵŽĚŽ͕ŽŵŝƟƌşĂŵŽƐĐŽŶƐŝĚĞƌĂŶĚŽͲ ͲŽƐŝŵƉůşĐŝƚŽƐ͕ͩ^ƚĞǀĞŶƐΘĞǀŝϭϬ ); • facilitamaĐŽŵƉƌĞĞŶƐĆŽĚĂƐĞdžƉĞĐƚĂƟǀĂƐĐŽŵŽ ƚƌĂďĂůŚŽ͘ƌƵďƌŝĐĂĚĞŝdžĂĐůĂƌŽƋƵĂŝƐĂƐĐĂƌĂĐƚĞ- ƌşƐƟĐĂƐƋƵĞŽƚƌĂďĂůŚŽĚĞǀĞƉŽƐƐƵŝƌƉĂƌĂŽďƚĞƌĂ ĞdžĐĞůġŶĐŝĂ͘WĞƌŵŝƚĞƋƵĞŽĂůƵŶŽĨĂĕĂƵŵĂĂƵƚŽĂ- ǀĂůŝĂĕĆŽƉĞƌŵĂŶĞŶƚĞĚŽƐĞƵƚƌĂďĂůŚŽĞƐĞũĂŵĂŝƐ ĂƵƚſŶŽŵŽŶŽƉƌŽĐĞƐƐŽĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ͖ • ajudam a ĐůĂƌŝĮĐĂƌŽďũĞƟǀŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵ ĐŽŵƉůĞdžŽƐ assegurando avaliações consisten- ƚĞƐ͘KƐĂůƵŶŽƐƉĞƌĐĞďĞŵŵĞůŚŽƌŽƋƵĞƐĞĞƐƉĞƌĂ ĚĞůĞƐ͕ŵĞƐŵŽĞŵƚĂƌĞĨĂƐĐŽŵƉůĞdžĂƐ͕ƉŽĚĞŶĚŽ usar a rubrica como um guia para um bom ĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ Ğ ƉĞƌŵŝƟŶĚŽͲůŚĞƐ ƉĞƌĐĞďĞƌ ƉŽƌ- ƋƵĞĠƋƵĞŽƐĞƵƚƌĂďĂůŚŽĠďŽŵŽƵŵĂƵ͖ • ƌĞĚƵnjĞŵŽƚƌĂďĂůŚŽĚŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ƉŽŝƐƚŽƌŶĂŵĂ ĂǀĂůŝĂĕĆŽŵĂŝƐƌĄƉŝĚĂĞŵĞŶŽƐƐƵďũĞƟǀĂ͘ Algumas plataformas de LMS já permitem a avaͲ ůŝĂĕĆŽƉŽƌƌƵďƌŝĐĂƐ;ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ĂDŝĐƌŽƐŽŌdĞĂŵƐ͕ ϭϬ ^ƚĞǀĞŶƐ͕ ͘ Θ Ğǀŝ͕ ͘ ;ϮϬϬϱͿ͘ /ŶƚƌŽĚƵĐƟŽŶ ƚŽ ZƵďƌŝĐƐ͗ ĂŶ ĂƐƐĞƐƐŵĞŶƚ ƚŽŽů ƚŽ ƐĂǀĞ ŐƌĂĚŝŶŐ ƟŵĞ͕ ĐŽŶǀĞLJ ĞīĞĐƟǀĞ ĨĞĞĚďĂĐŬ ĂŶĚ ƉƌŽŵŽƚĞ ƐƚƵĚĞŶƚ ůĞĂƌŶŝŶŐ͘ ^ƚĞƌůŝŶŐ͕ sŝƌŐŝŶŝĂ͗ ^ƚLJůƵƐWƵďůŝƐŚŝŶŐ͘ Ă 'ŽŽŐůĞ ůĂƐƐƌŽŽŵ Ğ ĂƐ ǀĞƌƐƁĞƐ ŵĂŝƐ ƌĞĐĞŶƚĞƐ ĚŽ DŽŽĚůĞͿ͘džŝƐƚĞŵĚŝǀĞƌƐĂƐĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐonlineϭϭ e apli- ĐĂĕƁĞƐƉĂƌĂĚŝƐƉŽƐŝƟǀŽƐŵſǀĞŝƐƋƵĞĨĂĐŝůŝƚĂŵĂĐƌŝĂ- ĕĆŽ ĚĞ ƌƵďƌŝĐĂƐ Ğ ŽĨĞƌĞĐĞŵ ĞdžĞŵƉůŽƐ͕ ƐƵŐĞƐƚƁĞƐ Ğ modelos que podem ser adaptados. Estas ferramen- ƚĂƐ͕ĐŽŶƚƵĚŽ͕ƐĆŽŵĞŶŽƐǀĂŶƚĂũŽƐĂƐĚŽƋƵĞĂƐƌƵďƌŝ- ĐĂƐĚŝƐƉŽŶŝďŝůŝnjĂĚĂƐƉĞůĂƐƉůĂƚĂĨŽƌŵĂƐD^͕ƉŽŝƐĂşͨĂƐ rubricas de avaliação são criadas e enviadas ao mesmo ƚĞŵƉŽƋƵĞĂĂƟǀŝĚĂĚĞƋƵĞŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌƉƌĞƚĞŶĚĞƌĞĂůŝ- njĂƌ͕ĐůĂƌŝĮĐĂŶĚŽƉƌĞǀŝĂŵĞŶƚĞ͕ŶƵŵĂůſŐŝĐĂĚĞĨĞĞĚƵƉ͕ ŽƋƵĞƐĞĞƐƉĞƌĂƋƵĞĐĂĚĂĂůƵŶŽĨĂĕĂ͘ůĠŵĚŝƐƐŽ͕ĂŐŝ- ůŝnjĂŵĞƉŽƚĞŶĐŝĂŵĂŽƉŽƌƚƵŶŝĚĂĚĞ͕ĂĞƐƉĞĐŝĮĐŝĚĂĚĞĞ a personalização do feedbackĚŽƉƌŽĨĞƐƐŽƌ͕ĂĂǀĂůŝĂĕĆŽ ƉĞůŽƐƉĂƌĞƐĞĂƉƌſƉƌŝĂĂƵƚŽĂǀĂůŝĂĕĆŽ͕ƉĞƌŵŝƟŶĚŽƵŵĂ ŐĞƐƚĆŽŵĂŝƐĞĮĐĂnjĚĂŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽƌĞĐŽůŚŝĚĂͩ͘ϭϮ hŵĂďŽĂƌƵďƌŝĐĂĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĚĞǀĞƌĄƐĞƌ͗ • ĂĚĞƋƵĂĚĂ ăƐ ƚĂƌĞĨĂƐ ŽƵ ƉƌŽĚƵƚŽƐ ƋƵĞ ƐĞ ƉƌĞ- tende avaliar; • džƉůşĐŝƚĂ ƋƵĂŶƚŽ ĂŽƐ ŶşǀĞŝƐ ĚĞ ĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽ ;ŶŽ ƐĞƵ ĐŽŶũƵŶƚŽ͕ ĚĞǀĞ ĚĞƐĐƌĞǀĞƌ ƋƵĂůƋƵĞƌ ƌĞƐƵůƚĂĚŽƉŽƐƐşǀĞůƐŽďƌĞŽĚĞƐĞŵƉĞŶŚŽĚĞƵŵ aluno) e quanto ao que se espera do aluno em ĐĂĚĂŶşǀĞů͖ • ĐůĂƌĂĞŽďũĞƟǀĂƋƵĂŶƚŽăůŝŶŐƵĂŐĞŵĞƚĞƌŵŝŶŽůŽ- ŐŝĂƵƟůŝnjĂĚĂ;ĚĞǀĞŵƐĞƌĞŶƚĞŶĚŝĚĂƐƉĞůŽĂůƵŶŽͿ ʹƋƵĂŶƚŽŵĂŝƐŽďũĞƟǀĂĨŽƌĂƐƵĂĚĞƐĐƌŝĕĆŽ͕ŵĂŝƐ fácil será para o professor a avaliação do traba- ůŚŽŽƵƚĂƌĞĨĂĞ͕ƉĂƌĂŽĂůƵŶŽ͕ĂůĐĂŶĕĂƌŽƌĞƐƵů- ƚĂĚŽĞƐƉĞƌĂĚŽĞĞŶƚĞŶĚĞƌĂĐůĂƐƐŝĮĐĂĕĆŽŽďƟĚĂ͖ • ĨŽƌŵĂƟǀĂ. Embora a rubrica possa ser usada ĐŽŵŽŝŶƐƚƌƵŵĞŶƚŽĚĞĐůĂƐƐŝĮĐĂĕĆŽ͕ĞůĂĚĞǀĞƌĄ estar sobretudo ao serviço da aprendizagem ĂƵƚŽƌƌĞŐƵůĂĚĂ͕ĐŽŶƚƌŝďƵŝŶĚŽƉĂƌĂĂũƵĚĂƌŽƐĂůƵ- nos a aprender e os professores a ensinar. sĄƌŝŽƐĞdžĞŵƉůŽƐĚĞƌƵďƌŝĐĂƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽ;ĚĂƌĞƐ- ponsabilidade da Direção Regional da Educação dos ĕŽƌĞƐͿ͕ƉĂƌĂĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐƟƉŽůŽŐŝĂƐĚĞƚƌĂďĂůŚŽƐ͕ƉŽĚĞ- rão ser encontrados em ŚƩƉƐ͗ͬͬǀŝĞǁ͘ŐĞŶŝĂů͘ůLJͬϱĞďĨ- ϮĚϬĞϴĞϮϰϯďϬĚϱĂϯϮĨĂĚďͬŐƵŝĚĞͲƌƵďƌŝĐĂƐ. ϭϭ ůŐƵŵĂƐ ĨĞƌƌĂŵĞŶƚĂƐ ƐĆŽ͕ ƉŽƌ ĞdžĞŵƉůŽ͕ YƵŝĐŬZƵďƌŝĐ͕ ƐƐĂLJdĂŐŐĞƌ͕ZƵďƌŝĐDĂŬĞƌ͕ŝZƵďƌŝĐŽƵZƵďŝƐƚĂƌ͘ ϭϮ DĂĐŚĂĚŽ͕͘;ϮϬϮϬͿ͘WƌĄƟĐĂƐĚĞĂǀĂůŝĂĕĆŽĨŽƌŵĂƟǀĂĞŵĐŽŶͲ ƚĞdžƚŽƐĚĞĂƉƌĞŶĚŝnjĂŐĞŵĞĞŶƐŝŶŽĂĚŝƐƚąŶĐŝĂ͘Online͘ŝƐƉŽŶşǀĞů Ğŵ͗ ŚƩƉƐ͗ͬͬǁǁǁ͘ƌĞƐĞĂƌĐŚŐĂƚĞ͘ŶĞƚͬƉƵďůŝĐĂƟŽŶͬϯϰϬϵϰϬϱϬϱͺ WƌĂƟĐĂƐͺĚĞͺĂǀĂůŝĂĐĂŽͺĨŽƌŵĂƟǀĂͺĞŵͺĐŽŶƚĞdžƚŽƐͺĚĞͺĂƉƌĞŶĚŝ- njĂŐĞŵͺĞͺĞŶƐŝŶŽͺĂͺĚŝƐƚĂŶĐŝĂ͘ŽŶƐƵůƚĂĚŽĞŵϯϬͲϭϭͲϮϬϮϬ͘
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 341 R Roteiro
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    342 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Índice Antes de começar… Aceda à Aula Digital Explore os manuais digitais Explore os recursos do professor Explore os recursos do aluno Comunique e oriente o estudo dos seus alunos
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 343 Antes de começar… Para aceder rapidamente aos manuais e recursos digitais da LeYa Educação (Edições Asa, Gailivro, Texto e Sebenta): offline I Plataforma web Aula Digital: www.auladigital.leya.com Crie um atalho ou guarde esta página nos Favoritos do navegador que está a usar (Chrome, por exemplo). App Aula Digital Coloque esta app no ecrã inicial do seu tablet para aceder aos manuais e recursos digitais sem precisar de ter internet. online I App Smart Aula Digital Coloque esta app no ecrã inicial do teu tablet ou smartphone para aceder a vídeos e quizzes com explicações imediatas, que ajudam os seus alunos a rever o essencial das matérias. Disponível do 5.o ao 12.o ano.
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    344 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Aceda à Aula Digital Na Aula Digital encontra os manuais e todos os recursos digitais de que precisa para explorar os temas das suas disciplinas com os seus alunos – vídeos, animações, atividades interativas, materiais de apoio à avaliação e muito, muito mais. Para usar todos estes recursos, comece por aceder à sua conta em Aula Digital. Clique em Entrar Aceda a www.auladigital.leya.com 2 Introduza o seu utilizador, a sua palavra-passe e clique em Entrar. 3 1
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 345 Explore as áreas da plataforma Aula Digital. 4 Biblioteca | Área onde pode aceder aos manuais e aos recursos digitais online Banco de Recursos | Área onde encontra uma bateria de recursos das principais disciplinas, do 1.o ao 12.o ano Smart | Área de acesso a sequências de vídeos, áudios e quizzes, com explicações imediatas que ajudam os seus alunos a estudar e a esclarecer dúvidas Os meus testes | Área onde pode editar ou criar testes interativos com correção automática As minhas aulas | Área onde pode editar ou criar aulas interativas para projeção em sala de aula As minhas salas | Área a partir da qual pode criar salas para comunicar, esclarecer dúvidas e orientar o estudo dos seus alunos
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    346 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Para explorar os manuais digitais online, aceda à plataforma web Aula Digital, entre na Biblioteca e selecione o manual a que pretende aceder. Explore os manuais digitais online I Biblioteca | Área onde os manuais escolares são disponibilizados. Cada manual está identificado com o título, a disciplina e o ano. Clicando nele, pode aceder a todas as publicações e recursos digitais que lhe estão associados.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 347 Recursos digitais | Explore os vários temas das suas disciplinas usando os recursos digitais que encontra nas páginas dos manuais: vídeos, animações, atividades, áudios, mapas interativos, jogos e muito, muito mais. Navegue pelo índice. Explore todos os recursos digitais do manual. Aceda rapidamente a páginas importantes, marcadas ou anotadas. Pesquise um assunto e aceda rapidamente a páginas e recursos que o abordam. Navegue pelas páginas e ajuste a visualização para poder ler e explorar texto, imagens e esquemas com todo o detalhe. Anote o que é mais importante. Marque as páginas mais importantes para lhes aceder rapidamente. online I
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    offline I Para poder exploraros manuais offline, faça o seu download. Toque no botão de opções e escolha a opção Download por capítulos. Faça o download dos capítulos que está a trabalhar com os seus alunos. Se preferir, pode descarregar todos os capítulos, tocando no botão. Explore os manuais digitais Para explorar os manuais digitais offline, descarregue-os da plataforma web para o seu computador ou aceda no seu tablet à app Aula Digital com os mesmos dados de acesso. No computador Em tablet Aceda à área Offline e descarregue os conteúdos seguindo as instruções apresentadas. 348 Editável e fotocopiável © Texto | BIOGEO 10
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 349 Navegue pelo índice do manual. Marque as páginas importantes. Aceda rapidamente a páginas anotadas. Navegue pelas miniaturas das páginas. Navegue rapidamente pelas páginas usando esta barra. Escreva e desenhe no manual, usando o dedo ou uma pen. Recorte texto ou imagens do manual e partilhe por e-mail ou envie para o caderno digital. Pressione o ecrã com o dedo ou com uma pen e crie notas do que é importante lembrar. Use o menu superior para navegar pelo manual, pelos recursos e pelo caderno digital. Recursos digitais Explore os recursos digitais em qualquer lugar. Na app Aula Digital pode ver vídeos, animações, atividades e muito mais, sem precisar de ter acesso a internet. offline I
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    350 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Explore os recursos do Professor Glossários e Gramáticas Para esclarecer regras e apresentar vocabulário novo. Áudios e Imagens Ajudam a relembrar o que se deu nas aulas e, no caso dos áudios, a ouvir e a treinar a leitura de textos. Simuladores e Vídeos laboratoriais Para fazer experiências e tirar conclusões de uma forma virtual. Apresentações Para acompanhar a apresentação dos conteúdos ou rever a matéria dada. Karaokes Para que os seus alunos se divirtam enquanto reveem a matéria. Animações e Vídeos Aceda a animações ou vídeos que ajudam os seus alunos a perceber melhor a matéria. Explore os recursos que acompanham os manuais, ao longo das páginas ou diretamente na área Recursos. Entre também no Dossiê para aceder a materiais exclusivos do professor: fichas e grelhas de avaliação, planificações, materiais para os alunos com mais dificuldades, entre muitos outros. Partilhe estes recursos com os seus alunos através da área As minhas salas.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 351 No Dossiê estão disponíveis todos os materiais exclusivos do professor, totalmente editáveis – planificações, apresentações, fichas, testes e muito mais. Aqui pode aceder também a todos os áudios dos projetos escolares e ao guia de exploração dos recursos digitais. Área com atualização de materiais!
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    352 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 No Banco de recursos encontra rapidamente os recursos digitais de que precisa na sala de aula, para orientar o estudo dos seus alunos ou para iniciar um trabalho interdisciplinar. Explore os recursos do Professor Recursos digitais organizados e facilmente pesquisáveis pelos temas do programa ou de forma livre, por palavras-chave. Para usar de forma complementar ou independente do manual escolar. Ideal para a realização de pesquisas, trabalhos de projeto ou para o trabalho interdisciplinar. Pesquise por tema do programa ou de forma livre e encontre rapidamente recursos úteis para desenvolver trabalho interdisciplinar.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 353 Os seus alunos podem testar os seus conhecimentos e ver as suas dúvidas esclarecidas em qualquer momento e em qualquer lugar, mesmo sem internet. Explore os recursos do Aluno Na app Smart Aula Digital os seus alunos podem explorar áudios e vídeos, e rever o essencial da matéria no seu smartphone. Vídeos para compreender melhor a matéria. Quizzes rápidos, para testar os conhecimentos. Explicações para esclarecer dúvidas. Avaliação de progresso e possibilidade de melhorar os resultados. Recursos organizados pelos temas do manual e contendo toda a matéria. Disponível para as principais disciplinas do 5.o ao 12.o ano. Explore estes recursos através da área Smart da plataforma web e faça recomendações de estudo.
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    354 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Comunicar facilmente com os seus alunos num ambiente controlado por si! Pode responder a questões colocadas pelos seus alunos, lançar tópicos de debate e escrever comentários. A partir da área As minhas salas pode comunicar e enviar trabalhos e testes para orientar o estudo dos seus alunos, monitorizando os seus resultados. Numa sala, pode publicar informações importantes, partilhar páginas e documentos de estudo, comunicar e esclarecer as dúvidas de todos os alunos da turma, criando um post no mural. Para criar uma sala e associar alunos: Clique em Associar sala, na área As minhas salas. Preencha o nome da sala. Clique em Criar sala. Clique em Associar alunos. Associe os alunos, disponibilizando-lhes o código da sala ou enviando um convite por e-mail. 1 2 3 4 5 Comunique e oriente o estudo dos seus alunos
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    Envie testes interativos econsulte os relatórios automáticos individuais de cada aluno para identificar o que ainda precisa de ser melhorado. A partir de uma sala, pode ainda enviar trabalhos e testes interativos que os alunos podem realizar de acordo com as suas orientações. Acompanhe a realização dos trabalhos dos seus alunos e esclareça as dúvidas, escrevendo comentários.
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    356 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 www.auladigital.leya.com www.facebook.com/leyaeducacaoportugal www.youtube.com/leyaeducacaoportugal
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 357 A plataforma é uma ferramenta inovadora que possibilita a fácil exploração do projeto BIOGEO 10. A permite o acesso a um vasto conjunto de recursos multimédia associados ao manual, apoiando quer o trabalho na sala de aula quer o estudo autónomo dos alunos. Apresenta-se em seguida uma panorâmica geral do tipo de recursos disponíveis em cada domínio do manual e depois, com mais detalhe, os recursos disponíveis para cada unidade, de acordo com o objetivo de utilização: apresentação de conteúdos, aplicação/consolidação ou avaliação, explicitando-se os recursos que são exclusivos do Professor. Recursos multimédia disponíveis em cada Domínio Domínio 1 භ Geologia e métodos Recursos multimédia do domínio Tipo de recurso Quantidade disponível Apresentações PowerPoint® (exclusivas do Professor) 4 Vídeo 1 Animações 5 Infográfico 1 Simulador 1 Vídeo laboratorial 1 Atividades interativas 9 Sínteses 4 Podcasts 4 Kahoot® (exclusivos do Professor) 4 Quizzes 6 Testes interativos 4 Testes interativos (exclusivos do Professor) 4 Guião de exploração de recursos digitais
  • 363.
    358 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Domínio 2 භ Estrutura e dinâmica da geosfera Recursos multimédia do domínio Tipo de recurso Quantidade disponível Apresentações PowerPoint® (exclusivas do Professor) 4 Animações 7 Simulador 1 Vídeo laboratorial 1 Atividades interativas 7 Sínteses 3 Podcasts 3 Kahoot® (exclusivos do Professor) 4 Quizzes 8 Testes interativos 3 Testes interativos (exclusivos do Professor) 3
  • 364.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 359 Domínio 3 භ Biodiversidade Recursos multimédia do domínio Tipo de recurso Quantidade disponível Apresentações PowerPoint® (exclusivas do Professor) 3 Animações 3 Infográfico 1 Simulador 1 Vídeo laboratorial 3 Atividades interativas 3 Sínteses 2 Podcasts 2 Kahoot® (exclusivos do Professor) 2 Quizzes 6 Testes interativos 2 Testes interativos (exclusivos do Professor) 2
  • 365.
    360 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Domínio 4 භ Obtenção de matéria Recursos multimédia do domínio Tipo de recurso Quantidade disponível Apresentações PowerPoint® (exclusivas do Professor) 5 Animações 3 Infográfico 2 Simulador 2 Vídeo laboratorial 1 Atividades interativas 4 Sínteses 2 Podcasts 2 Kahoot® (exclusivos do Professor) 2 Quizzes 6 Testes interativos 2
  • 366.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 361 Domínio 5 භ Distribuição de matéria Recursos multimédia do domínio Tipo de recurso Quantidade disponível Apresentações PowerPoint® (exclusivas do Professor) 2 Animações 2 Infográfico 1 Vídeo laboratorial 2 Atividades interativas 2 Sínteses 2 Podcasts 2 Kahoot® (exclusivos do Professor) 2 Quizzes 4 Testes interativos 2 Testes interativos (exclusivos do Professor) 2
  • 367.
    362 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Domínio 6 භ Transformação e utilização de energia pelos seres vivos Recursos multimédia do domínio Tipo de recurso Quantidade disponível Apresentações PowerPoint® (exclusivas do Professor) 2 Animações 3 Infográfico 1 Vídeo laboratorial 4 Atividades interativas 4 Sínteses 2 Podcasts 2 Kahoot® (exclusivos do Professor) 2 Quizzes 4 Testes interativos 2 Testes interativos (exclusivos do Professor) 2
  • 368.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 363 Domínio 1 භ Geologia e métodos 1.1 Subsistemas terrestres Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Componentes do sistema Terra (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Interações entre os subsistemas terrestres Animação que apresenta o modo como os quatro subsistemas terrestres interagem entre si, através de exemplos. Aplicação/ Consolidação • Atividade Subsistemas terrestres Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Subsistemas terrestres Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 1.1 Subsistemas terrestres. • Podcast Subsistemas terrestres Resumos áudio dos conteúdos: – Sistema Terra; – Subsistemas terrestres. • Kahoot® Kahoot 1.1 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 8 e 9. • Quiz Terra e os subsistemas em interação Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Subsistemas terrestres Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo Os subsistemas terrestres (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
  • 369.
    364 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1.2 Ciclo das rochas Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Ciclo das rochas (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Ciclo das rochas Animação que apresenta o ciclo das rochas e os principais fenómenos geológicos que ocorrem. Aplicação/ Consolidação • Vídeo Laboratorial Observação e identificação de rochas em amostras de mão Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade prática presente no manual. • Atividade Tipos de rochas Atividade composta por 2 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade O ciclo das rochas Atividade composta por 2 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Ciclo das rochas Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 1.2 Ciclo das rochas. • Podcast Ciclo das rochas – Resumos áudio dos conteúdos: – Rochas e minerais; – Rochas sedimentares; – Rochas magmática; – Rochas metamórficas; – Ciclo litológico ou ciclo das rochas. • Kahoot® Kahoot 1.2 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 26 e 27. • Quiz Ciclo litológico Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Ciclo das rochas Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo O ciclo das rochas (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
  • 370.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 365 1.3 Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra. Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Princípios do raciocínio geológico. A idade e história da Terra (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Princípios do raciocínio geológico Animação que apresenta os princípios do raciocínio geológico. • Animação Datação radiométrica (cálculo) Animação que mostra o cálculo através da datação radiométrica (curva de desintegração do radio-isótopo considerado). • Infográfico Escala do tempo geológico Infografia da escala do tempo geológico. Aplicação/ Consolidação • Atividade Princípios do raciocínio geológico Atividade composta por 2 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade Sequências estratigráficas Atividade composta por 2 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade A história da Terra Atividade composta por 2 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 1.3 Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra. • Podcast Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra Resumos áudio dos conteúdos: – Princípios do raciocínio geológico; – Sequências estratigráficas; – Fósseis; – Tipos de rochas; – Relevo; – Datação relativa; – Datação absoluta; – Escala do tempo geológico. • Kahoot® Kahoot 1.3 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, na página 47. • Quiz Princípios geológicos e tempo geológico Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz História da Terra Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Escala do tempo geológico Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo Os princípios de raciocínio geológico. Idade e história da Terra (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
  • 371.
    366 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1.4 O mobilismo geológico e a teoria da tectónica da placas Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Tectónica de placas (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Placas litosféricas e tipos de limites entre placas litosféricas Animação que apresenta as principais placas litosféricas e os tipos de limites que existem entre si. • Vídeo Movimento das placas litosféricas Vídeo com a representação do movimento das placas tectónica ao longo dos últimos 500 milhões de anos. Aplicação/ Consolidação • Simulador Tectónica de Placas Simulador que permite analisar os processos que ocorrem nos limites entre as placas litosféricas, consoante a placa litosférica e o tipo de limite. • Atividade Teoria da Deriva Continental Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade Teoria da Expansão dos Fundos Oceânicos Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade Teoria da Tectónica de Placas Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 1.4 O mobilismo geológico e a teoria da tectónica de placas. • Podcast O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas Resumos áudio dos conteúdos: – Da Teoria da Deriva Continental à Teoria da Tectónica de Placas; – Teoria da Deriva Continental; – Teoria da Expansão dos Fundos Oceânicos; – Teoria da Tectónica de Placas; – Correntes de convecção; – Tipos de limites entre placas litosféricas. • Kahoot® Kahoot 1.4 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 74 e 75. • Quiz Mobilismo geológico Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
  • 372.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 367 Domínio 2 භ Estrutura e dinâmica da geosfera 2.1 Vulcanismo Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Vulcanismo (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Apresentação Vulcões e tectónica de placas (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Composição da lava e tipos de atividade vulcânica Animação que apresenta as principais características da composição de lava, fazendo a associação a cada tipo de erupção vulcânica. • Animação Erupções vulcânicas históricas Animação que compara à escala, o poder e o tamanho de várias erupções vulcânicas que ocorreram ao longo da história. • Animação Vulcanismo e tectónica de placas Animação que apresenta a distribuição dos vulcões na Terra e as suas principais características, tendo em conta se o vulcanismo ocorre nos limites ou no interior das placas. Aplicação/ Consolidação • Simulador Atividade vulcânica e formação de rochas magmáticas Simulador que permite analisar o tipo de atividade vulcânica pode ocorrer consoante a percentagem de sílica presente na lava e os tipos de rochas que se podem formar. • Vídeo Laboratorial Simulação de uma erupção vulcânica Vídeo com sugestão de um protocolo para a execução da atividade prática presente no manual. • Atividade Atividade vulcânica Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade Vulcões e tectónica de placas Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Vulcanismo Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 2.1 Vulcanismo. • Podcast Vulcanismo Resumos áudio dos conteúdos: – Vulcanismo primário central e fissural; – Tipos de atividade vulcânica; – Vulcanismo secundário ou residual; – Vulcões e tectónica de placas; – Vulcanismo ativo e inativo. • Kahoot® Kahoot 2.1 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 98 e 99. • Quiz Tipos de lavas Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Tipos de atividade vulcânica Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Vulcanismo e tectónica de placas Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Atividade vulcânica Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Vulcanismo Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo Vulcanismo (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
  • 373.
    368 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 2.2 Sismologia Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Sismologia (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Características das ondas sísmicas Animação que apresenta as ondas sísmicas e as suas características. • Animação Contributo da sismologia para o conhecimento da estrutura interna da Terra Animação que apresenta os contributos do estudo das ondas sísmicas para o conhecimento da estrutura interna da Terra. • Animação Determinação do epicentro de um sismo Animação que apresenta como se determina graficamente o epicentro de um sismo recorrendo a sismogramas simplificados. Aplicação/ Consolidação • Atividade Sismos Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade Ondas sísmicas e descontinuidades do interior da Terra Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade Sismos e tectónica de placas Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Sismologia Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 2.2 Sismologia. • Podcast Sismologia Resumos áudio dos conteúdos: – Sismos; – Teoria do ressalto elástico; – Conceitos básicos em sismologia; – Ondas sísmicas; – Ondas sísmicas e descontinuidades do interior da Terra; – Determinação gráfica do epicentro de um sismo; – Sismicidade e tectónica de placas; – Escalas de avaliação de sismos; – Avaliação do risco sísmico; – Ações de prevenção de risco sísmico. • Kahoot® Kahoot 2.2 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 138 e 139. Quiz Sismologia Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Tectónica de placas, vulcanismo e sismicidade Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Sismologia Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo Sismologia (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
  • 374.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 369 2.3 Estrutura interna da Terra Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Métodos de estudo do interior da Terra (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Viagem ao interior da Terra Animação que apresenta uma viagem ao interior da terra, comparando a profundidade de estruturas da natureza ou construídas pelo ser humano, com profundidade conhecida, com a estrutura do interior da Terra. Aplicação/ Consolidação • Atividade Geomagnetismo Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade Geotermia Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Estrutura interna da Terra Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 2.2 Sismologia. • Podcast Estrutura interna da Terra Resumos áudio dos conteúdos: – Métodos de estudo do interior da Terra; – Modelos da estrutura interna da Terra. • Kahoot® Kahoot 2.3 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 172 e 173. • Quiz Estrutura interna da Terra Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Dinâmica da litosfera e tectónica de placas Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Estrutura interna da Terra Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo Estrutura interna da Terra (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
  • 375.
    370 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Domínio 3 භ Biodiversidade 3.1 Biodiversidade e conservação da natureza Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Biodiversidade e conservação da natureza (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Ecossistemas Animação que apresenta os níveis de organização biológica. • Infográfico Áreas protegidas em Portugal Infografia com mapa de algumas das áreas protegidas em Portugal. Aplicação/ Consolidação • Atividade Os ecossistemas Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Biodiversidade e conservação da natureza Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 3.1 Biodiversidade e conservação da natureza. • Podcast Biodiversidade e conservação da natureza Resumos áudio dos conteúdos: – Hierarquia biológica; – Funcionamento dos ecossistemas; – Importância dos ecossistemas e da biodiversidade. • Kahoot® Kahoot 3.1 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 8 e 9. • Quiz Diversidade biológica e dinâmica dos ecossistemas Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Hierarquia biológica e estrutura dos ecossistemas Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Biodiversidade e organização biológica Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo Biodiversidade e organização biológica (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
  • 376.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 371 3.2 Células e biomoléculas Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação As células (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Apresentação A química da vida (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação As células Animação que apresenta e compara as estruturas que constituem as células procarióticas e as eucarióticas. • Animação Biomoléculas Animação que apresenta os quatro grupos de biomoléculas – glícidos, lípidos, prótidos e ácidos nucleicos – quanto à sua constituição e funções que desempenham nos seres vivos. Aplicação/ Consolidação • Vídeo Laboratorial Observação de células ao MOC – células da epiderme da túnica da cebola Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade de laboratório presente no manual. • Vídeo Laboratorial Observação de células ao MOC – folha de elódea Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade de laboratório presente no manual. • Vídeo Laboratorial Observação de células ao MOC – observação de seres vivos de um lago/charco ou de uma infusão Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade de laboratório presente no manual. • Atividade A célula Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade Biomoléculas Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Células e biomoléculas Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 3.2 Células e biomoléculas. • Podcast Células e biomoléculas Resumos áudio dos conteúdos: – Células; – Biomoléculas. • Kahoot® Kahoot 3.2 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 32 e 33. • Quiz A célula Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Célula animal e célula vegetal Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz A célula vegetal Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Biomoléculas Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Célula e as biomoléculas Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo A célula e as biomoléculas (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
  • 377.
    372 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Domínio 4 භ Obtenção de matéria 4.1 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Ingestão, digestão e absorção em seres vivos heterotróficos (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Apresentação A membrana celular (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Apresentação Transporte transmembranar e propagação do impulso nervoso (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Ingestão e digestão (intracelular e extracelular) Animação que distingue a ingestão da digestão (intracelular e extracelular), apresentando exemplos. • Animação Transporte membranar Animação que apresenta os vários processos transmembranares que podem ocorrer na célula. • Infográfico Potencial de ação e restabelecimento do potencial de repouso Infografia animada da imagem do manual sobre o potencial de ação e restabelecimento do potencial de repouso. • Infográfico Sinapse química Infografia animada da imagem do manual sobre a sinapse química. Aplicação/ Consolidação • Simulador Neurónio Simulador do PhET® que permite analisar a passagem de iões de Sódio e de Potássio através da membrana do neurónio, durante o impulso nervoso. • Vídeo Laboratorial Osmose em células vegetais Vídeo com sugestão de um protocolo para a execução da atividade de laboratório presente no manual. • Atividade Digestão intracelular e extracellular Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade Membrana cellular Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 4.1 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos. • Podcast Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos – Resumos áudio dos conteúdos: – Ingestão, digestão e absorção; – Membrana plasmática; – Transportes membranares; – Impulso nervoso. • Kahoot® Kahoot 4.1 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 72 e 73. • Quiz Ingestão, digestão e absorção Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Modelo da estrutura da membrana celular Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Processos transmembranares Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação.
  • 378.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 373 Aplicação/ Consolidação (Cont.) • Quiz Funções de organelos celulares Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Propagação do impulso nervoso Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
  • 379.
    374 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 4.2 Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Fotossíntese (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Apresentação Fases da fotossíntese (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Fotossíntese Animação que apresenta o processo da fotossíntese e as duas fases: fotoquímica e química. Aplicação/ Consolidação • Simulador Fatores que influenciam a fotossíntese Simulador que permite analisar os efeitos de vários fatores, como o dióxido de carbono, a temperatura, a intensidade da luz e a variação do comprimento de onda da luz, no processo da fotossíntese. • Atividade Fotossíntese: fase fotoquímica Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade Fotossíntese: fase química Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 4.2 Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos. • Podcast Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos Resumos áudio dos conteúdos: – Fotossíntese; – Fase fotoquímica; – Fase química (ciclo de Calvin). • Kahoot® Kahoot 4.2 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 120 e 121. • Quiz Fotossíntese Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
  • 380.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 375 Domínio 5 භ Distribuição de matéria 5.1 Distribuição de matéria nas plantas Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Transporte nas plantas (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Transporte da seiva xilémica Animação que apresenta os modelos de translocação da seiva xilémica: o modelo da pressão radicular e o modelo da adesão-coesão-tensão. • Infográfico Transporte da seiva floémica Infografia animada da imagem do manual do transporte da seiva floémica. Aplicação/ Consolidação • Vídeo Laboratorial Investigando a subida da seiva xilémica Vídeo com sugestão de um protocolo para a execução da atividade experimental presente no manual. • Vídeo Laboratorial Construção de um modelo de fluxo de massa – Modelo de Münch Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade experimental presente no manual. • Atividade Distribuição de matéria nas plantas Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Distribuição de matéria nas plantas Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 5.1 Distribuição de matéria nas plantas. • Podcast Distribuição de matéria nas plantas Resumos áudio dos conteúdos: – Transporte nas plantas; – Transporte da seiva xilémica; – Transporte da seiva floémica. • Kahoot® Kahoot 5.1 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 146 e 147. • Quiz Movimentos de fluidos nas plantas Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Transporte nas plantas Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Transporte nas plantas Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo Transporte nas plantas (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
  • 381.
    376 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 5.2 Transporte nos animais Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Transporte nos animais (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Sistemas de transporte nos animais Animação que apresenta os sistemas de transporte nos animais, distinguindo os sistemas de transporte aberto dos sistemas de transporte fechado e os tipos de circulação nos vertebrados. Aplicação/ Consolidação • Atividade Sistemas de transporte nos animais Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade Fluidos circulantes nos mamíferos Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Transporte nos animais Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 5.2 Transporte nos animais. • Podcast Transporte nos animais Resumos áudio dos conteúdos: – Sistemas de transporte nos animais – estrutura e funções; – Circulação simples - peixes; – Circulação dupla e incompleta – anfíbios; – Circulação dupla e completa – aves e mamíferos. • Kahoot® Kahoot 5.2 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 172 e 173. • Quiz Transporte nos animais Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Sangue e linfa Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Transporte nos animais Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo Transporte nos animais (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
  • 382.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 377 Domínio 6 භ Transformação e utilização de energia pelos seres vivos 6.1 Obtenção de energia Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Transformação e utilização de energia pelos seres vivos (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Respiração aeróbia Animação que apresenta as quatro etapas da respiração aeróbia, o balanço energético, os produtos e a equação final. • Animação Fermentação Animação que apresentada as duas etapas da fermentação, o balanço energético, os produtos e a equação final. • Infográfico Cadeia respiratória e quimiosmose Infografia animada da imagem do manual sobre a cadeia respiratória e quimiosmose. Aplicação/ Consolidação • Vídeo Laboratorial Utilização de Saccharomyces cerevisiae para o estudo da fermentação Vídeo com sugestão de um protocolo para a execução da atividade experimental presente no manual. • Vídeo Laboratorial Produção de iogurte Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade de laboratório presente no manual. • Vídeo Laboratorial A química do pão Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade de laboratório presente no manual. • Atividade Respiração aeróbia Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade Fermentação Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Obtenção de energia Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 6.1 Obtenção de energia. • Podcast Obtenção de energia Resumos áudio dos conteúdos: – Anabolismo e catabolismo; – Respiração aeróbia; – Fermentação; – Comparação entre respiração aeróbia e fermentação. • Kahoot® Kahoot 6.1 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 196 e 197. • Quiz Fermentação e respiração aeróbia Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz As células e a fermentação e respiração Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Transformação e utilização de energia Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo Transformação e utilização de energia (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
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    378 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 6.2 Trocas gasosas Recursos Apresentação de conteúdos • Apresentação Trocas gasosas (Exclusivo para o Professor) Apresentação de síntese da matéria com definições, exemplos e exercícios de consolidação de conhecimentos. • Animação Estruturas respiratórias nos animais Animação que apresenta a diversidade de estruturas respiratórias nos animais. Aplicação/ Consolidação • Vídeo Laboratorial Observação e interpretação de dados sobre a abertura e o fecho dos estomas Vídeo que exemplifica a execução do procedimento da atividade de laboratório presente no manual. • Atividade Trocas gasosas nas plantas Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Atividade Trocas gasosas nos animais Atividade composta por 4 questões, com correção automática e inclusão de notas de apoio (dica). • Síntese Trocas gasosas Síntese da matéria relativa aos conteúdos abordados na unidade 6.1 Obtenção de energia. • Podcast Trocas gasosas Resumos áudio dos conteúdos: Trocas gasosas em diferentes meios; Trocas gasosas nas plantas; Trocas gasosas nos animais. • Kahoot® Kahoot 6.2 (Exclusivo para o Professor) Link para aplicação com 10 questões sobre a atividade proposta no manual, nas páginas 224 e 225. • Quiz Trocas gasosas nas plantas Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. • Quiz Estruturas respiratórias Quiz composto por 5 questões de resposta fechada e respetiva explicação. Avaliação • Teste interativo Trocas gasosas Teste interativo composto por 5 questões, com acesso a relatório detalhado. • Teste interativo Trocas gasosas (Exclusivo para o Professor) Teste interativo composto por 10 questões, com acesso a relatório detalhado.
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    379 Apps úteis noensino de Biologia e Geologia
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 387 Volume 1 – Geologia 1.1 Subsistemas terrestres [Vol. 1 (Geologia) – págs. 8 e 9] Atividade: Por que se extinguiu o maior tubarão de todos os tempos? Soluções: 1 – A; 2 – A; 3 – B; 4 – A; 5 – C; 6 – C; 7 – D; 8 – B; 9 – A; 10 – A 1.2 Ciclo das rochas [Vol. 1 (Geologia) – págs. 26 e 27] Atividade: Como é que um rio contribui para a transformação das rochas? Soluções: 1 – A; 2 – B; 3 – B; 4 – D; 5 – B; 6 – C; 7 – A; 8 – D; 9 – A; 10 – C 1.3 Princípios do raciocínio geológico. Idade e história da Terra[Vol. 1 (Geologia) – págs. 46 e 47] Atividade: Os fósseis dos crocodilos portugueses contam histórias? Soluções: 1 – D; 2 – A; 3 – B; 4 – B; 5 – B; 6 – A; 7 – D; 8 – B; 9 – A; 10 – C Kahoots
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    388 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 1.4 O mobilismo geológico e a Teoria da Tectónica de Placas [Vol. 1 (Geologia) – págs. 74 e 75] Atividade: Que história contam os fósseis de salamandra-gigante descobertos no Algarve? Soluções: 1 – B; 2 – B; 3 – A; 4 – C; 5 – B; 6 – D; 7 – A; 8 – B; 9 – A; 10 – C 2.1 Vulcanismo [Vol. 1 (Geologia) – págs. 98 e 99] Atividade: Onde se localiza o ponto mais alto de Portugal? Soluções: 1 – B; 2 – A; 3 – D; 4 – C; 5 – B; 6 – D; 7 – B; 8 – A; 9 – B; 10 – C 2.2 Sismologia [Vol. 1 (Geologia) – págs. 138 e 139] Atividade: Qual foi o contributo do sismo de 1755 para a compreensão deste tipo de fenómenos naturais? Soluções: 1 – B; 2 – D; 3 – C; 4 – A; 5 – A; 6 – B; 7 – A; 8 – C; 9 – B; 10 – D
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 389 2.3 Estrutura interna da Terra [Vol. 1 (Geologia) – págs. 172 e 173] Atividade: Como se justifica a raridade e o valor do diamante? Soluções: 1 – D; 2 – A; 3 – B; 4 – D; 5 – B; 6 – C; 7 – D; 8 – B; 9 – A; 10 – B
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    390 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 Volume 2 – Biologia 3.1 Biodiversidade e conservação da natureza [Vol. 2 (Biologia) – págs. 8 e 9] Atividade: O esquilo-vermelho regressou a Portugal. Mas estará livre de perigo? Soluções: 1 – A; 2 – D; 3 – B; 4 – B; 5 – C; 6 – A; 7 – A; 8 – D; 9 – A; 10 – B 3.2 Células e biomoléculas [Vol. 2 (Biologia) – págs. 32 e 33] Atividade: O que é necessário para que um ovo se transforme num pinto? Soluções: 1 – B; 2 – A; 3 – D; 4 – B; 5 – C; 6 – B; 7 – B; 8 – B; 9 – C; 10 – A 4.1 Obtenção de matéria pelos seres vivos heterotróficos [Vol. 2 (Biologia) – págs. 72 e 73] Atividade: Ferro a mais ou ferro a menos? Soluções: 1 – A; 2 – B; 3 – C; 4 – D; 5 – C; 6 – A; 7 – A; 8 – D; 9 – A; 10 – B
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 391 4.2 Obtenção de matéria pelos seres vivos autotróficos [Vol. 2 (Biologia) – págs. 120 e 121] Atividade: Como é que as cianobactérias revolucionaram a biosfera? Soluções: 1 – C; 2 – B; 3 – A; 4 – A; 5 – B; 6 – B; 7 – A; 8 – C; 9 – D; 10 – A 5.1 Distribuição de matéria nas plantas [Vol. 2 (Biologia) – págs. 146 e 147] Atividade: As plantas transpiram. Que implicações tem esse fenómeno? Soluções: 1 – D; 2 – B; 3 – A; 4 – A; 5 – D; 6 – B; 7 – C; 8 – C; 9 – A; 10 – A 5.2 Transporte nos animais [Vol. 2 (Biologia) – págs. 172 e 173] Atividade: Quanto tempo demora um glóbulo vermelho a regressar ao dedo indicador da mão direita? Soluções: 1 – B; 2 – B; 3 – A; 4 – A; 5 – C; 6 – C; 7 – C; 8 – B; 9 – D; 10 – A
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    392 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 6.1 Obtenção de energia [Vol. 2 (Biologia) – págs. 196 e 197] Atividade: Tartarugas que hibernam debaixo de água deixam de respirar durante meses. Como conseguem? Soluções: 1 – B; 2 – A; 3 – C; 4 – D; 5 – B; 6 – A; 7 – B; 8 – D; 9 – B; 10 – D 6.2 Obtenção de energia [Vol. 2 (Biologia) – págs. 224 e 225] Atividade: Como conseguem os gansos-de-cabeça- -listada voar sobre os Himalaias? Soluções: 1 – A; 2 – A; 3 – C; 4 – B; 5 – D; 6 – B; 7 – C; 8 – C; 9 – D; 10 – A
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 393 1. O megalodonte deve o seu nome (A) às dimensões dos seus dentes. (B) à grande quantidade de dentes que possuía. (C) às suas pequenas dimensões. (D) ao seu tipo de alimentação. 2. Num período de glaciação (A) diminui a temperatura média à superfície da Terra. (B) diminui a quantidade de gelo nos polos. (C) aumenta o nível médio das águas do mar. (D) aumenta a temperatura média à superfície da Terra 3. O megalodonte extinguiu-se (A) há cerca de 10 milhões de anos. (B) há cerca de 3 milhões de anos. (C) depois da idade do gelo. (D) quando surgiu o Homo sapiens sapiens. 4. O fecho do istmo do Panamá (A) foi provocado pelo movimento das placas litosféricas. (B) impossibilitou a migração das baleias anãs. (C) impediu a evolução das orcas. (D) não teve nada a ver com a extinção do megalodonte. 5. Com o arrefecimento do planeta, há 3 Ma, as baleias-anãs migraram para (A) zonas tropicais. (B) zonas de águas tépidas. (C) os polos. (D) a zona equatorial. 6. Os fósseis de megalodonte são essencialmente de dentes porque (A) tinham um esqueleto ósseo. (B) não tinham esqueleto. (C) estes não se decompõem facilmente. (D) tinham um esqueleto de cartilagem. 7. Alguns paleontólogos atribuem a extinção destes animais (A) ao declínio das populações de presas. (B) à competição pelo alimento com outros predadores de grande porte. (C) às alterações climáticas que ocorreram naquela altura. (D) Todas as opções anteriores. Kahoot 1.1
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    394 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. A explicação sobre a extinção dos megalodonte é uma teoria. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 9. Sendo um predador de topo, o desaparecimento do megalodonte terá tido consequências em todo o ecossistema. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 10. As teorias que justificam a extinção do megalodonte evidenciam a interação entre os subsistemas terrestres. (A) Verdadeiro. (B) Falso.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 395 1. O rio Mondego atravessa, no seu curso, todos os tipos de rochas. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 2. As rochas ___ que ocorrem em Coimbra são mais ___ do que os granitos da serra da Estrela. (A) sedimentares (…) antigas (B) sedimentares (…) recentes (C) magmáticas (…) antigas (D) magmáticas (…) recentes 3. O Mondeguinho surge entre rochas graníticas que se formaram à superfície, por arrefecimento do magma. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 4. As rochas metamórficas são resultado da ___ de rochas preexistentes. (A) erosão (B) fusão (C) destruição (D) recristalização 5. Na Livraria do Mondego, o leito do rio estreita porque (A) os quartzitos são rochas metamórficas. (B) os quartzitos são rochas muito resistentes à erosão. (C) nesta zona a corrente do rio tem menos energia. (D) os quartzitos são rochas muito antigas. 6. Os diferentes tipos de rochas (sedimentares, magmáticas e metamórficas) classificam-se de acordo com a (A) sua idade. (B) sua cor. (C) sua origem. (D) sua distância ao mar. 7. Ao longo de um rio verifica-se, sucessivamente, (A) erosão, transporte e deposição. (B) transporte, deposição e erosão. (C) transporte, erosão e deposição. (D) deposição, transporte e erosão. Kahoot 1.2
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    396 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. A capacidade de erosão do rio Mondego é (A) constante ao longo do seu trajeto. (B) insignificante ao longo do seu trajeto. (C) maior no troço final – Baixo Mondego. (D) maior no troço inicial – Alto Mondego. 9. A fertilidade dos solos do Baixo Mondego deve-se ao tipo de materiais depositados pelo rio. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 10. O ciclo das rochas ___ relacionar ___ de todos os tipos de rochas. (A) permite (…) a idade (B) não permite (…) a formação (C) permite (…) a origem (D) não permite (…) a origem
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 397 1. O tempo geológico é medido em (A) anos. (B) séculos. (C) milénios. (D) milhões de anos. 2. O crocodilo-de-chelas foi encontrado (A) em rochas sedimentares detríticas. (B) em rochas metamórficas foliadas. (C) entre cinzas vulcânicas. (D) entre sedimentos do rio Tejo, junto a Chelas. 3. O crocodilo de Tentúgal e o crocodilo de Chelas são de duas espécies que viveram no Tejo há milhões de anos. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 4. Portugalosuchus azenhae viveu entre dinossauros, o que significa que é um fóssil formado na a Era (A) Paleozóica. (B) Mesozóica. (C) Cenozóica. 5. O crocodilo de Chelas era uma espécie __________ que viveu num tempo em que Lisboa tinha um clima __________. (A) estuarina … temperado (B) estuarina … tropical (C) marinha … árido (D) marinha … tropical 6. As rochas onde foram encontrados os fósseis do crocodilo de Tentúgal são contemporâneas da sua existência. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 7. O risco de extinção do crocodilo semelhante a Tomistoma lusitanica, que vive atualmente na Ásia, deve-se, essencialmente, (A) ao facto de já existir há muito tempo na Terra. (B) ao facto de não ser um verdaeiro crocodilo. (C) à sua incapacidade de viver em ambiente marinho. (D) às modificações no seu habitat. Kahoot 1.3
  • 403.
    398 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. Em Lisboa também existem rochas sedimentares onde se encontram fósseis de organismos marinhos, o que revela que (A) o clima mudou ao longo do tempo geológico. (B) a região de Lisboa já esteve submersa. (C) a Pangeia ainda não se tinha fragmentado. (D) o movimento dos continentes é muito lento. 9. O estudo dos fósseis e das rochas em que se encontram permite reconstituir a história do planeta Terra. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 10. De todos os organismos que já viveram na Terra (A) apenas alguns se extinguiram. (B) apenas alguns seres aquáticos fossilizaram. (C) a maior parte está extinta. (D) a maior parte fossilizou.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 399 1. Metoposaurus algarvensis era um animal (A) marinho. (B) de água doce. 2. Os fósseis de Metoposaurus algarvensis formaram-se no Período (A) Jurásico, durante a formação da Pangeia (B) Triásico, no início da fragmentação da Pangeia. (C) Cretácico, durante a formação da Pangeia (D) Pérmico, no início da fragmentação da Pangeia. 3. A fossilização de vários exemplares de Metoposaurus algarvensis no mesmo local foi facilitada por (A) se concentrarem em lagos lamacentos que secaram durante o verão. (B) serem anfíbios e estarem dependentes da presença de água. (C) serem predadores de topo. (D) se deslocarem com mais dificuldade em terra 4. No Triásico, com um clima quente e seco, as zonas propícias à presença de Metoposaurus algarvensis eram regiões (A) marinhas costeiras. (B) permanente húmidas de rios de montanha. (C) de baixa altitude para onde drenavam redes fluviais. (D) de elevada altitude onde se iniciam as redes fluviais. 5. A formação de zonas de subducção foi responsável pela fragmentação da Pangeia. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 6. As placas litosféricas são constituídas por (A) crosta oceânica ou continental. (B) crosta continental apenas. (C) crosta oceânica apenas. (D) crosta e parte superficial do manto. 7. Aquando da formação dos fósseis de Metoposaurus algarvensis, a região algarvia estava junto a um limite divergente. (A) Verdadeiro. (B) Falso. Kahoot 1.4
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    400 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. Nos limites divergentes, as placas litosféricas (A) permanecem imóveis (B) afastam-se. (C) colidem. (D) deslizam lateralmente. 9. Metoposaurus algarvensis era um dos predadores de topo que os dinossauros, de então, tiveram de enfrentar. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 10. A distribuição dos fósseis de Metoposaurus algarvensis ___ a Teoria ___ proposta por Wegener. (A)apoia (…) da Expansão dos Fundos Oceânicos (B)não apoia (…)da Expansão dos Fundos Oceânicos (C)apoia (…) da Deriva Continental (D)não apoia (…) da Deriva Continental
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 401 1. A superfície da crosta oceânica em que se instala a ilha do Pico é de natureza (A) sedimentar. (B) vulcânica. (C) plutónica. (D) metamórfica. 2. Geologicamente, a Montanha do Pico é (A) um complexo vulcânico. (B) um conjunto de vulcões. (C) um vulcão de grandes dimensões. (D) uma caldeira vulcânica. 3. Subir à cratera da Montanha do Pico tem alguns riscos, pois (A) o vulcão ainda está ativo. (B) a parte superior está permanentemente coberta de neve. (C) a vegetação é muito densa. (D) as condições de visibilidade podem comprometer a orientação. 4. O Piquinho é (A) um cone de cinzas vulcânicas. (B) uma pequena cratera. (C) um cone lávico. (D) uma agulha vulcânica. 5. O vulcão da Montanha do Pico começou a apresentar erupções subaéreas há 240 000 anos. Antes disso (A) tinha estado adormecido. (B) tinha tido erupções submarinas. (C) não tinha erupções. (D) tinha apenas manifestações de vulcanismo secundário. 6. As crateras secundárias correspondem às (A) últimas crateras a formarem-se. (B) segundas crateras a formarem-se. (C) crateras que se encontram no topo do vulcão. (D) crateras que têm uma posição lateral. 7. As erupções do vulcão do Pico ocorreram apenas na cratera principal, libertando sempre o mesmo tipo de materiais. (A) Verdadeiro. (B) Falso. Kahoot 2.1
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    402 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. As bombas e as bagacinas libertadas em erupções explosivas são (A) piroclastos. (B) bioclastos. (C) balastros. (D) tipos de lava. 9. As erupções do vulcão da Montanha do Pico foram sempre explosivas (A) Verdadeiro. (B) Falso. 10. A Montanha do Pico é um património geológico que (A) constitui um recurso renovável. (B) tem pouco valor económico para a região. (C) deve ser preservado para as futuras gerações. (D) não dá informação sobre o interior da Terra.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 403 1. Antes do sismo de Lisboa (em 1755) já havia muitos estudos realizados sobre a atividade sísmica. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 2. Um tsunami ocorre (A) sempre que se verifica um sismo. (B) apenas na sequência de um sismo. (C) antes de um grande sismo. (D) na sequência de alguns sismos. 3. A intensidade de um sismo é avaliada através de dados recolhidos (A) com sismógrafos. (B) com osciloscópios. (C) sobre o grau de destruição causada pelo sismo. (D) sobre o grau de destruição causada apenas pelo tsunami. 4. Se na atualidade voltasse a ocorrer um sismo idêntico ao de 1755, podiam registar-se várias (A) intensidades na Escala Macrossísmica Europeia. (B) magnitudes na Escala de Richter. (C) intensidades na Escala de Richter. (D) magnitudes na Escala Macrossísmica Europeia. 5. Os abalos sísmicos são resultado da propagação de ondas sísmicas. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 6. A partir do séc. XX, o registo de sismos violentos permitiu aos sismólogos (A) determinar com rigor os estragos causados pelos sismos registados. (B) alargar o conhecimento sobre a estrutura interna da Terra. (C) prever com exatidão a ocorrência de novos sismos. (D) nenhuma das opções anteriores é válida. 7. A partir dos sismogramas, podem obter-se informações, como a localização do epicentro e a magnitude do sismo. (A) Verdadeiro. (B) Falso. Kahoot 2.2
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    404 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. A energia de um sismo é libertada na forma de ondas sísmicas com origem no (A) epicentro e que se propagam em profundidade e ao longo da superfície. (B) hipocentro e que se propagam apenas em profundidade. (C) hipocentro e que se propagam em profundidade e ao longo da superfície. (D) epicentro e que se propagam apenas à superfície. 9. Os edifícios da Praça do Comércio, em Lisboa, escondem uma estrutura antissísmica designada ___. (A) jaula pombalina (B) gaiola pombalina (C) grade pombalina (D) rede pombalina 10. A prevenção do risco sísmico, para além da edificação de estruturas antissísmicas, inclui (A) elaboração e atualização de planos de emergência. (B) divulgação de informação sobre os comportamentos adequados. (C) realização de simulacros. (D) Todas as opções anteriores são válidas.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 405 1. O diamante difere da grafite por (A) ser um material sintético. (B) ser um material mais comum. (C) ter uma composição química diferente. (D) ter uma estrutura cristalina diferente. 2. A pressão (A) litostática exerce-se em todas as direções e aumenta em profundidade. (B) litostática exerce-se numa só direção e diminui com a profundidade. (C) dirigida exerce-se em todas as direções e aumenta com a profundidade. (D) dirigida exerce-se numa só direção e diminui com a profundidade. 3. As chaminés kimberlíticas fornecem dados sobre a composição do manto inferior. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 4. A perfuração mais profunda alguma vez realizada pelo ser humano atingiu uma profundidade de (A) 24 km. (B) 160 km. (C) 80 km. (D) 12 km 5. A pressão e a temperatura necessárias à formação de diamantes só se encontram a profundidades superiores a 160 km. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 6. As placas litosféricas ou placas tectónicas são formadas (A) exclusivamente por crosta terrestre. (B) exclusivamente pelo manto superior rígido. (C) por crosta terrestre e parte rígida do manto superior. (D) por crosta terrestre e pela região plástica da astenosfera. 7. A dinâmica da litosfera resulta do calor interno da Terra e da presença de uma camada (A) sobrejacente mais plástica. (B) sobrejacente mais rígida. (C) subjacente mais rígida. (D) subjacente mais plástica. Kahoot 2.3
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    406 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. A estrutura interna da Terra (A) apresenta apenas duas camadas distintas. (B) apresenta camadas concêntricas. (C) é homogénea. (D) é desconhecida. 9. O vulcanismo fornece informações _______ materiais existentes no interior da Terra. (A) sobre a composição química dos (B) unicamente sobre a pressão a que estão sujeitos os (C) unicamente sobre a temperatura dos (D) unicamente sobre as propriedades físicas dos 10. A sismologia permitiu conhecer a superfície de descontinuidade que limita (A) a crosta continental da crosta oceânica. (B) o núcleo externo do manto. (C) a litosfera da astenosfera. (D) o manto superior do manto inferior.
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    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 407 1. Os esquilos são espécies que exploram recursos das florestas mas contribuem para a sua manutenção. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 2. A ___ entre as duas espécies de esquilos acontece pelo facto de ___. (A) simbiose ... consumirem o mesmo tipo de alimentos (B) simbiose ... o esquilo-cinzento ser maior e mais inteligente (C) competição ... o esquilo-cinzento ser maior e mais inteligente (D) competição ... consumirem o mesmo tipo de alimentos 3. O esquilo-vermelho extinguiu-se em ___ como consequência ___. (A) Portugal ... da introdução do esquilo-cinzento (B) Portugal ... da desflorestação massiva (C) Inglaterra ... da falta de alimento (D) Inglaterra ... das alterações climáticas 4. Os esquilos são considerados consumidores de ___ ordem, logo ocupam o ___ nível trófico. (A) 1.a ... primeiro (B) 1.a ... segundo (C) 2.a ... segundo (D) 2.a ... terceiro 5. Atualmente, as ___ de esquilos-vermelhos de ___ estão em crescimento. (A) comunidades ... de Portugal (B) comunidades ... do Reino Unido (C) populações ... de Portugal (D) populações ... do Reino Unido 6. A doença que causa mortalidade no ___ é provocada por ___. (A) esquilo-vermelho ... um vírus (B) esquilo-vermelho ... uma bactéria (C) esquilo-cinzento ... uma bactéria (D) esquilo-cinzento ... um vírus 7. Um órgão apresenta um nível de complexidade maior do que um tecido. (A) Verdadeiro. (B) Falso. Kahoot 3.1
  • 413.
    408 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. Num ecossistema em equilíbrio existe ___ número de presas do que dos seus predadores, porque ___. (A) menor ... a energia se perde ao longo das cadeias tróficas (B) menor ... os predadores dominam o ecossistema (C) igual ... os ciclos de matéria renovam os recursos (D) maior ... a energia se perde ao longo das cadeias tróficas 9. Um ecossistema pode entrar em desequilíbrio com a introdução de uma única espécie. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 10. O crescimento das populações de esquilo-vermelho em Portugal está a ___ o ecossistema e a ___ a reflorestação. (A) beneficiar ... limitar (B) beneficiar ... promover (C) prejudicar ... promover (D) prejudicar ... limitar
  • 414.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 409 1. As células do pinto são células com núcleo diferenciado e por isso designam-se (A) células animais. (B) células eucarióticas. (C) células diferenciadas. (D) células procarióticas. 2. Durante o desenvolvimento, o novo ser utiliza os nutrientes existentes na clara, na gema e mesmo na casca do ovo. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 3. O ovo é um ___ que é utilizado na alimentação humana como fonte de ___. (A) nutriente … hidratos de carbono e água (B) nutriente … proteínas e lípidos (C) alimento … hidratos de carbono e água (D) alimento … proteínas e lípidos 4. Proteínas, hidratos de carbono e lípidos são compostos inorgânicos. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 5. Para o crescimento do pinto, é necessário que as células ___ utilizando a informação presente ___. (A) cresçam … nas proteínas (B) cresçam … nos lípidos (C) se dividam … no DNA (D) se dividam … nos hidratos de carbono 6. As substâncias ___ são os constituintes mais abundantes no ovo e incluem ___. (A) inorgânicas … proteínas e lípidos (gorduras) (B) inorgânicas … água e minerais (C) orgânicas … proteínas e lípidos (gorduras) (D) orgânicas … água e minerais 7. O momento da ___ corresponde à saída do pinto do interior do ovo. (A) implosão (B) abcisão (C) eclosão (D) catalisação Kahoot 3.2
  • 415.
    410 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. O DNA é uma molécula ___ representa uma percentagem ___ do peso do ovo. (A) muito importante e, naturalmente, … muito significativa (B) muito importante e, no entanto, … pouco significativa (C) pouco importante e, naturalmente, … pouco significativa (D) pouco importante e, no entanto, … muito significativa 9. As penas, o bico e as unhas de um pinto são constituídas por uma proteína chamada queratina, que tem (A) função reguladora. (B) função energética. (C) função estrutural. (D) função enzimática. 10. Apesar de existirem em pequena quantidade no ovo, ___ abundantes nos cereais que alimentam o pinto. (A) os glícidos são nutrientes orgânicos (B) as proteínas são nutrientes orgânicos (C) os glícidos são nutrientes inorgânicos (D) as proteínas são nutrientes inorgânicos
  • 416.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 411 1. A hemacromatose resulta de superatividade de uma proteína existente na membrana das células intestinais. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 2. A ___ é o componente celular responsável pela ___. (A) membrana celular … passagem de moléculas só para o meio extracelular (B) membrana celular … troca de moléculas entre as células e o meio externo (C) parede celular … troca de moléculas entre as células e o meio externo (D) parede celular … passagem seletiva de substâncias vitais à célula 3. A ___ do ferro para a corrente sanguínea ocorre nas ___. (A) absorção … células do estômago (B) digestão … vilosidades intestinais (C) absorção … vilosidades intestinais (D) digestão … células do estômago 4. A sequência correta dos fenómenos de obtenção de nutrientes pelas células na espécie humana é (A) digestão no intestino, digestão no estômago, ingestão e absorção. (B) absorção, ingestão, digestão no estômago e digestão no intestino. (C) digestão no estômago, digestão no intestino, absorção e ingestão. (D) ingestão, digestão no estômago, digestão no intestino e absorção. 5. Os ___ apresentam um tubo digestivo ___ pois a digestão de vegetais é difícil. (A) herbívoros … mais curto (B) carnívoros … mais curto (C) herbívoros … mais longo (D) carnívoros … mais longo 6. A hemoglobina assegura o transporte de ___ a todas as células, molécula à qual a membrana plasmática é ___. (A) oxigénio … permeável (B) ferro … permeável (C) oxigénio … impermeável (D) ferro … impermeável Kahoot 4.1
  • 417.
    412 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 7. Os lisossomas são organelos que contêm enzimas digestivas. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 8. As enzimas digestivas têm natureza ___ e permitem a ___ de ligações em moléculas presentes nos alimentos. (A) lipídica ... quebra (B) proteica ... formação (C) lipídica ... formação (D) proteica ... quebra 9. Os neurónios são a unidade básica do sistema nervoso. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 10. A transmissão do impulso nervoso ao longo de um neurónio ocorre ___. O impulso nervoso é um sinal ___. (A) das dendrites para os axónios ... químico (B) das dendrites para os axónios ... eletroquímico (C) dos axónios para as dendrites ... químico (D) dos axónios para as dendrites ... eletroquímico
  • 418.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 413 1. Sabe-se que um ser vivo é fotossintético, logo só pode ser (A) uma planta. (B) uma planta ou uma alga. (C) uma planta, uma alga ou uma bactéria. (D) uma planta, uma alga ou um fungo. 2. Dos seguintes acontecimentos qual foi o que permitiu a colonização do meio terrestre. (A) Desenvolvimento de plantas. (B) Formação de ozono (O3) na estratosfera. (C) Primeiros seres fotossintéticos. (D) Formação de O2 atmosférico. 3. Durante a evolução da vida na Terra, a respiração aeróbia é posterior à fotossíntese. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 4. Os produtos da respiração aeróbia (CO2 e H2O) são utilizáveis na fotossíntese. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 5. Os estromatólitos são verdes porque as cianobactérias possuem clorofila. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 6. Os corais foram os primeiros seres vivos construtores de recifes e ainda existem na atualidade. (C) Verdadeiro. (D) Falso. 7. Os fósseis de estromatólitos formaram-se em mares ___ profundos, uma vez que ___ necessitam de luz. (A) pouco … as cianobactérias (B) pouco … os corais (C) muito … as cianobactérias não (D) muito … os corais não 8. A fotossíntese é um processo que necessita de (A) oxigénio, água, luz e clorofila. (B) oxigénio, água, e luz. (C) dióxido de carbono, água, luz e clorofila. (D) dióxido de carbono, água, e oxigénio. Kahoot 4.2
  • 419.
    414 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 9. A existência de oxigénio atmosférico resultante da atividade das cianobactérias é um exemplo de interação entre (A) a atmosfera e geosfera. (B) a geosfera e a biosfera. (C) a hidrosfera e a biosfera. (D) a atmosfera e a biosfera. 10. O crescimento dos estromatólitos é um processo muito ___ e resulta da ___. (A) lento … precipitação de carbonato de cálcio (B) lento … atividade de seres eucariontes (C) rápido … precipitação de carbonato de cálcio (D) rápido … atividade de seres procariontes
  • 420.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 415 1. As plantas necessitam de deslocar água do solo para as suas folhas para (A) controlarem a temperatura destas. (B) poderem realizar a fotossíntese. (C) poderem transpirar. (D) todas as opções anteriores. 2. O aquecimento das folhas podia levar à ___ de enzimas e de ___. (A) desnaturação … outros glícidos (B) desnaturação … outras proteínas (C) hidrólise … outras proteínas (D) hidrólise … outros glícidos 3. As plantas prestam outros serviços aos ecossistemas, além da produção de alimento e da libertação de oxigénio. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 4. A evaporação da água das folhas refresca o ar à sua volta. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 5. A matéria orgânica produzida no parênquima (tecido vegetal fundamental) ___ tem de ser distribuída ___. (A) de reserva ... pelas folhas (B) de reserva ... pela planta (C) clorofilino ... pelas folhas (D) clorofilino ... pela planta 6. A ascensão da água, desde a raiz até aos ramos terminais, ocorre de acordo com a lei da gravitação universal. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 7. A epiderme das folhas está revestida por ceras, substâncias ___ que contribuem para ___ a transpiração foliar. (A) hidrofílicas … reduzir (B) hidrofílicas … aumentar (C) hidrofóbicas … reduzir (D) hidrofóbicas … aumentar Kahoot 5.1
  • 421.
    416 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. As folhas das plantas são estruturas finas, o que garante que ___ presentes ___ possam receber luz. (A) as mitocôndrias ... nas células do parênquima clorofilino (B) as mitocôndrias ... nas células da epiderme (C) os cloroplastos ... nas células do parênquima clorofilino (D) os cloroplastos ... nas células da epiderme 9. Para que a fotossíntese, a respiração e a transpiração possam ocorrer, (A) as folhas não podem estar totalmente impermeabilizadas. (B) as folhas têm de estar totalmente impermeabilizadas. (C) as células do parênquima clorofilino têm de possuir cloroplastos. (D) as células do parênquima clorofilino têm de possuir mitocôndrias. 10. A fotossíntese e a transpiração foliar fazem das plantas elementos particularmente importantes nos ciclos biogeoquímicos (A) da água e do carbono. (B) do carbono e do fósforo. (C) do nitrogénio e do fósforo. (D) do nitrogénio e da água.
  • 422.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 417 1. A principal função dos eritrócitos é o transporte de (A) dióxido de carbono. (B) oxigénio. (C) água. (D) nutrientes. 2. A velocidade do sangue é mínima nas artérias, reduz-se drasticamente nos capilares e volta a aumentar nas veias. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 3. O coração humano é um órgão propulsor, constituído por (A) duas aurículas e dois ventrículos. (B) uma aurícula e um ventrículo. (C) duas aurículas e um ventrículo. (D) uma aurícula e dois ventrículos. 4. Cada vez que os dois ventrículos se contraem, em média são bombeados 0,14 litros de sangue para as artérias. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 5. O ventrículo esquerdo bombeia o sangue para a (A) artéria aorta e, desta, para os pulmões. (B) artéria pulmonar e, posteriormente, para os capilares sistémicos. (C) artéria aorta e, posteriormente, para os capilares sistémicos. (D) veia pulmonar e, desta, para os pulmões 6. Relativamente às veias, é possível afirmar que (A) são os vasos onde a pressão sanguínea é menor. (B) apresentam apenas uma camada de células nas suas paredes. (C) são os únicos vasos que possuem válvulas ao longo do seu trajeto. (D) são os vasos que recebem o sangue diretamente dos ventrículos. 7. O miocárdio é o músculo do coração e é mais espesso (A) na aurícula direita. (B) na aurícula esquerda. (C) no ventrículo esquerdo. (D) no ventrículo direito. Kahoot 5.2
  • 423.
    418 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. A diástole e a sístole, são, respetivamente, (A) a contração e o relaxamento do coração. (B) o relaxamento e a contração do coração. (C) a saída e a entrada de sangue no coração. (D) a entrada e a saída de sangue no coração. 9. Na circulação pulmonar, o sangue faz o seguinte circuito: ventrículo (A) esquerdo, veias pulmonares, pulmões e artéria pulmonar. (B) esquerdo, artéria pulmonar, pulmões e veias pulmonares (C) direito, veias pulmonares, pulmões e artéria pulmonar. (D) direito, artéria pulmonar, pulmões e veias pulmonares. 10. Um eritrócito demora 58 segundos a dar a volta ao sistema circulatório. (A) Verdadeiro. (B) Falso.
  • 424.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 419 1. Durante a hibernação da tartaruga-pintada, o reduzido número de batimentos cardíacos indicia que os tecidos necessitam de (A) menos nutrientes e expelem mais produtos de excreção. (B) menos nutrientes e expelem menos produtos de excreção. (C) mais nutrientes e expelem mais produtos de excreção. (D) mais nutrientes e expelem menos produtos de excreção. 2. Na hibernação, a acidificação do sangue da tartaruga-pintada é um risco maior do que a falta de oxigénio. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 3. A ___ é um processo celular exoenergético. (A) polimerização de aminoácidos (B) bomba de sódio-potássio (C) hidrólise de ATP (D) osmose 4. A carapaça da tartaruga-pintada protege o animal (A) apenas de agressões externas. (B) apenas da desidratação. (C) de agressões externas e da congelação do sangue durante a hibernação. (D) de agressões externas e da acidificação do sangue durante a hibernação. 5. Os processos que levam à formação de ATP são endoenergéticos. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 6. As células eliminam o ácido lático para fluidos corporais, tais como o fluido intersticial e o sangue. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 7. O metabolismo das células das tartarugas-pintadas (A) é impossível sem oxigénio atmosférico, pois respiram por pulmões. (B) pode ser assegurado pela energia obtida com a fermentação lática. (C) não é afetado com a imersão, pois há oxigénio dissolvido na água. (D) é acelerado durante a hibernação para obterem mais energia. Kahoot 6.1
  • 425.
    420 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. As tartarugas-pintadas permanecem ___, ficando sujeitas a amplitudes térmicas ___ do que as existentes no ar. (A) Emersas durante a hibernação … maiores (B) emersas durante a hibernação … menores (C) imersas durante a hibernação … maiores (D) imersas durante a hibernação … menores 9. As células das tartarugas-pintadas apresentam mitocôndrias, (A) retículo endoplasmático e nucleoide. (B) retículo endoplasmático e núcleo. (C) parede celular e nucleoide. (D) parede celular e núcleo. 10. As tartarugas (A) não apresentam sistema circulatório. (B) apresentam um sistema circulatório aberto. (C) apresentam um sistema circulatório fechado e simples. (D) apresentam um sistema circulatório fechado e duplo.
  • 426.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 421 1. A hemoglobina é uma ___ existente nos ___, cuja função essencial é o transporte de oxigénio no sangue. (A) proteína … eritrócitos (B) lípido… eritrócitos (C) glícido … leucócitos (D) proteína … leucócitos 2. Uma maior vascularização permite um maior fluxo de sangue. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 3. As mitocôndrias são (A) um organelo celular que produz energia por via anaeróbia. (B) um tipo de células que realizam fermentação. (C) um organelo celular no qual se produz energia por via aeróbia. (D) um tipo de células que consomem oxigénio. 4. Na travessia dos Himalaias, as baixas temperaturas são a maior dificuldade que Anser indicus tem de superar. (A) Verdadeiro. (B) Falso. 5. Com o aumento da altitude, o ar torna-se mais ___, e a quantidade de oxigénio, no mesmo volume de ar, ___. (A) frio … mantém-se constante (B) quente ... diminui (C) rarefeito … mantém-se constante (D) rarefeito ... diminui 6. Às trocas de gases entre o sangue e o ar, no interior dos pulmões, dá-se a designação de (A) hemolinfa. (B) hematose. (C) hemoglobina. (D) hemácia. 7. Em altitude, a hiperventilação é uma solução para oxigenar os tecidos, que não é uma solução viável (A) para as aves. (B) para o ganso-de-cabeça-listada. (C) para o ser humano. (D) para a generalidade dos vertebrados. Kahoot 6.2
  • 427.
    422 Editável efotocopiável © Texto | BIOGEO 10 8. Indique o processo que ocorre nos músculos do ganso-de-cabeça-listada e lhes permite realizar voos prolongados. (A) Fermentação alcoólica. (B) Fermentação lática. (C) Respiração aeróbia. (D) Respiração anaeróbia. 9. As adaptações do ganso-de-cabeça-listada ao voo em altitude são um exemplo da (A) maior resistência desta ave ao frio relativamente às outras. (B) maior capacidade de voo desta ave relativamente às outras. (C) importância das migrações para todas as aves. (D) importância da interação entre diversos sistemas de órgãos. 10. Os sistemas circulatório e respiratório estão intimamente interligados no ganso-de-cabeça listada (A) Verdadeiro. (B) Falso.
  • 428.
  • 429.
    Editável e fotocopiável© Texto | BIOGEO 10 Este separador destina-se ao arquivo dos materiais que os Autores e a Editora planeiam disponibilizar, ao longo da vigência do projeto BIOGEO 10, aos professores adotantes. Arquivo
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