A blogosfera Blog = Web+Log
Mais de  180 milhoes  de Blogs 100 mil Blogs  por dia 15 novas  mensagens por segundo 1.3 milhoes  de mensagens por dia Biliões de links entre blogs Qualquer assunto é tratado
AJAX Javascript e XML assíncronos
Usabilidade
Design
User generated content
Microblogging
 
- Surge em 2004 durante um brainstorm; - Foi utilizado dar o nome à conferência; - Criado pela O’Reilly Media e pela MediaLive International; - O significado é uma série de conceitos agrupados.
em 2004 Tim O'Reilly atribuiu o nome à Web 2.0 «Web 2.0 é a mudança para uma Internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicações que aproveitam os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a Inteligência Colectiva — Tim O'Reilly»
 
Utilizar a Web como uma plataforma de aplicações
- Sites deixam de ser estáticos; - Sites tornam-se verdadeiras aplicações; - Funcionalidades mais evoluidas dos sites; - Integração mais eficiente com a interface no cliente.
- Nunca chegar à versão “final” ;  - Evolução sem fim. - Aplicações na Cloud - Feedback constante dos utilizadores;
Democratizar a Web
- Aumento do número de utilizadores (aumento de mais de 300% face a 2000) - É o utilizador que cria o conteúdo - Vários revisores (OpenSource) - Folksonomy - Auto-moderação (votação) - Publicação fléxivel dos conteúdos - Transmissão de fiabilidade
Promover novas formas de distribuição da informação
.RSS (Really Simple Syndication) . APIs (Aplication Programing Interface) . Microformats . Evolução tecnológica dos sites . Sites que geram comunidades . Evolução das formas de interacção (chat, fórum) . Facilidade na pesquisa de informação . Aumento na Largura de Banda

3 Web20

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    Mais de 180 milhoes de Blogs 100 mil Blogs por dia 15 novas mensagens por segundo 1.3 milhoes de mensagens por dia Biliões de links entre blogs Qualquer assunto é tratado
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    AJAX Javascript eXML assíncronos
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    - Surge em2004 durante um brainstorm; - Foi utilizado dar o nome à conferência; - Criado pela O’Reilly Media e pela MediaLive International; - O significado é uma série de conceitos agrupados.
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    em 2004 TimO'Reilly atribuiu o nome à Web 2.0 «Web 2.0 é a mudança para uma Internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicações que aproveitam os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a Inteligência Colectiva — Tim O'Reilly»
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    Utilizar a Webcomo uma plataforma de aplicações
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    - Sites deixamde ser estáticos; - Sites tornam-se verdadeiras aplicações; - Funcionalidades mais evoluidas dos sites; - Integração mais eficiente com a interface no cliente.
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    - Nunca chegarà versão “final” ; - Evolução sem fim. - Aplicações na Cloud - Feedback constante dos utilizadores;
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    - Aumento donúmero de utilizadores (aumento de mais de 300% face a 2000) - É o utilizador que cria o conteúdo - Vários revisores (OpenSource) - Folksonomy - Auto-moderação (votação) - Publicação fléxivel dos conteúdos - Transmissão de fiabilidade
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    Promover novas formasde distribuição da informação
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    .RSS (Really SimpleSyndication) . APIs (Aplication Programing Interface) . Microformats . Evolução tecnológica dos sites . Sites que geram comunidades . Evolução das formas de interacção (chat, fórum) . Facilidade na pesquisa de informação . Aumento na Largura de Banda

Notas do Editor

  • #10 WEB 2.0 - É a segunda geração da World Wide Web; - Conceito de troca de informações; - Ambientes on-line tornam-se mais dinâmicos; - Utilizadores colaboram com a organização do conteúdo; - Rich Media Content.
  • #12 - Surge em 2004 durante uma brainstorm; - Foi utilizado para nomear uma conferência; - Criado pela O’Reilly Media e pela MediaLive International; - Significa uma série de conceitos agrupados.
  • #13 WEB 1.0 Produção de Conteúdo CENTRALIZADA TAXONOMIA Rede de Computadores Complexidade WEB 2.0 Produção de Conteúdo DESCENTRALIZADA FOLKSONOMIA Rede + Plataforma Simplicidade
  • #15 - Sites deixam de ser estáticos; - Sites tornam-se verdadeiras aplicações; - Funcionalidades mais evoluidas dos sites; - Integração mais eficiente com a interface no cliente. - Nunca chegar a versão “final” ; - Aplicações na Cloud – feedback constante dos utilizadores; - Evolução sem fim.
  • #16 - Sites deixam de ser estáticos; - Sites tornam-se verdadeiras aplicações; - Funcionalidades mais evoluidas dos sites; - Integração mais eficiente com a interface no cliente. - Nunca chegar a versão “final” ; - Aplicações na Cloud – feedback constante dos utilizadores; - Evolução sem fim.
  • #17 - Na web 2.0 o utilizador é que faz o conteúdo do site. Um bom exemplo é Flickr, site de compartilhamento de fotos em que o usuário disponibiliza e organiza suas fotos online. - Confiança total no usuário - O conceito é o mesmo do software livre: se há muitas pessoas olhando, todos os erros são corrigidos facilmente. Comunidades que se auto-moderam, através da participação dos usuários indicando ao sistema qual usuário não deve mais participar da comunidade é outro exemplo. A web 2.0 dá entender que o usuário é confiável, sempre. - Conteúdo dinâmico; - Publicação muito mais flexível; (tanto por editores profissionais como pelos próprios utilizadores) - Ferramentas de publicação multi-plataforma Próprio usuário gera e classifica conteúdo; (Como no YouTube, por exemplo) - Utilizador pode editar o conteúdo. (As Wikis são talvez a forma mais extrema de edição colaborativa, onde qualquer pessoa teoricamente qualificada pode melhorar a qualidade de determinado conteúdo – ex. Wikipedia) - O utilizador vê o conteúdo que quer, do jeito que quer. Um novo conceito de home page foi criado na web 2.0: a home page pessoal. Em sites como Google.com/ig, netvibes.com e live.com é possível criar a sua própria home page com o conteúdo que você quiser, através de RSS. Essas home pages são totalmente personalizaveis. A idéia é dar ao usuário toda a possibilidade de personalização do conteúdo para que este seja realmente relevante para aquela pessoa. - o usuário decide o que é melhor Sites como a Amazon utilizam a colaboração do usuário para definir o que é melhor no seu conteúdo. Na web 2.0 este conceito pode ser radicalizado como em sites de notícia em que só aparecem as noticias bem avaliadas pelos usuários (exemplo digg.com). A maior qualidade deste conceito é elevar o grau de relevância do conteúdo deixando o trabalho para o usuário. - o usuário pode mudar o conteúdo e republicá-lo. - Sites como a Wikipedia dão a possibilidade do usuário copiar a informação e reutilizá-la como quiser. - Para isso foram criadas outras formas de direitos autorais, como a Common Creatives, que flexibiliza os direitos autorais permitindo que o usuário reutilize o conteúdo do site.
  • #18 - Na web 2.0 o utilizador é que faz o conteúdo do site. Um bom exemplo é Flickr, site de compartilhamento de fotos em que o usuário disponibiliza e organiza suas fotos online. - Confiança total no usuário - O conceito é o mesmo do software livre: se há muitas pessoas olhando, todos os erros são corrigidos facilmente. Comunidades que se auto-moderam, através da participação dos usuários indicando ao sistema qual usuário não deve mais participar da comunidade é outro exemplo. A web 2.0 dá entender que o usuário é confiável, sempre. - Conteúdo dinâmico; - Publicação muito mais flexível; (tanto por editores profissionais como pelos próprios utilizadores) - Ferramentas de publicação multi-plataforma Próprio usuário gera e classifica conteúdo; (Como no YouTube, por exemplo) - Utilizador pode editar o conteúdo. (As Wikis são talvez a forma mais extrema de edição colaborativa, onde qualquer pessoa teoricamente qualificada pode melhorar a qualidade de determinado conteúdo – ex. Wikipedia) - O utilizador vê o conteúdo que quer, do jeito que quer. Um novo conceito de home page foi criado na web 2.0: a home page pessoal. Em sites como Google.com/ig, netvibes.com e live.com é possível criar a sua própria home page com o conteúdo que você quiser, através de RSS. Essas home pages são totalmente personalizaveis. A idéia é dar ao usuário toda a possibilidade de personalização do conteúdo para que este seja realmente relevante para aquela pessoa. - o usuário decide o que é melhor Sites como a Amazon utilizam a colaboração do usuário para definir o que é melhor no seu conteúdo. Na web 2.0 este conceito pode ser radicalizado como em sites de notícia em que só aparecem as noticias bem avaliadas pelos usuários (exemplo digg.com). A maior qualidade deste conceito é elevar o grau de relevância do conteúdo deixando o trabalho para o usuário. - o usuário pode mudar o conteúdo e republicá-lo. - Sites como a Wikipedia dão a possibilidade do usuário copiar a informação e reutilizá-la como quiser. - Para isso foram criadas outras formas de direitos autorais, como a Common Creatives, que flexibiliza os direitos autorais permitindo que o usuário reutilize o conteúdo do site.
  • #19 - Sites que formam e catalisam comunidades; (Orkut, Facebook, MySpace entre outros); - Evolução das antigas redes de relacionamento; (BBS, chat, fóruns etc.) - Aceleração do número de usuários; - Maior riqueza de conceito; - Sofisticação tecnológica dos “sites aplicativos” ; - Aumento da banda larga. - Uma das funções mais importantes da Web 2.0; - Facilitam a busca da informação; - Taxonomia “invertida”. (conteúdos se auto-classificam em categorias definidas, como no site del.icio.us, por exemplo )
  • #20 - Sites que formam e catalisam comunidades; (Orkut, Facebook, MySpace entre outros); - Evolução das antigas redes de relacionamento; (BBS, chat, fóruns etc.) - Aceleração do número de usuários; - Maior riqueza de conceito; - Sofisticação tecnológica dos “sites aplicativos” ; - Aumento da banda larga. - Uma das funções mais importantes da Web 2.0; - Facilitam a busca da informação; - Taxonomia “invertida”. (conteúdos se auto-classificam em categorias definidas, como no site del.icio.us, por exemplo )