Dois públicos:
Transparência & Mobilidade
Eng.ª Haydée Svab
Transparência não é:
- somente abrir as contas
- por um pdf na internet
- atender às pressões da mídia
- perguntar quem / porque quer saber
- para punir servidores públicos
- foco no resultado
Transparência – tipologia:
Ativa
O poder público
se antecipa e
disponibiliza
dados.
Passiva
O poder público
reage a pedidos
fornecendo
dados.
X
Transparência
Governo
aberto
Participação
popular
Dados
Abertos
Software
Livre
Controle
Social Confiança
Dados Abertos:
Dados são abertos quando qualquer
pessoa pode livremente usá-los, reutilizá-
los e redistribuí-los, estando sujeito a, no
máximo, a exigência de creditar a sua
autoria e compartilhar pela mesma
licença.
Importante: publicação dos dados em
formato aberto e sob uma licença aberta.
8 princípios dos Dados Abertos:
Completos
Primários
Atuais
Acessíveis
Processáveis por máquina
Acesso não discriminatório
Formatos não proprietários
Livres de licenças
Software Livre – as 4 liberdades:
0) Executar o programa, para qualquer propósito.
1) Estudar como o programa funciona, e adaptá-lo
para as suas necessidades.*
2) Redistribuir cópias de modo que você possa
ajudar ao seu próximo
3) Aperfeiçoar o programa, e liberar os seus
aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade
se beneficie.
* Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para estas liberdades.
Parceria
governo – sociedade
Política Nacional de
Mobilidade Urbana
Lei de
Acesso à
Informação
Pública
Estatuto
das
Cidades
Equidade urbana
Direito
à
informação
Direto
à
cidade
Plano de Mobilidade - elaboração
mobilização identificação e análises prévias
pesquisas e levantamentosconsultas públicas
consultas sobre
diagnóstico
análises dos problemas com
diagnósticos e prognósticos
concepção e análise de
propostas e simulações
consultas sobre
propostas
consolidação e
detalhamento do plano
Audiência do Plano
de Mobilidade
Referências:
ANTP. “Elaborando um plano de mobilidade urbana”. 2013.
ANTP. “Nota Técnica - Ampliação do acesso ao Transporte Público Urbano -
Propostas em Tramitação no Congresso Nacional. 2013.
LAVALLE, Adrian Gurza e CASTELLO, Graziela. “Sociedade Civil. Representação e a dupla face da
accountability: Cidade do México e São Paulo.” In: Caderno CRH, Salvador, vol. 21, n. 52, Abr. 2008.
LEI nº 10.257/2001 que institui o Estatuto da Cidade. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LEIS_2001/L10257.htm
LEI nº 12.527/2011 que regula o acesso às Informações Públicas. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm
LEI nº 12.587/2012 que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana. Disponível em:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12587.htm
SILVA, Daniela Bezerra da. “Transparência na Esfera Pública Interconectada”. Dissertação de
mestrado, 2010.
VASCONCELLOS, Eduardo Alcântara. “Transporte urbano, espaço e equidade: análise das políticas
públicas”. São Paulo, Anablume Editora, 2001.
Obrigada!
Haydée Svab
hsvab@hsvab.eng.br
Twiter: @hsvab
Lista Thacker: thackday@googlegroups.com

Dois públicos: transparência e mobilidade

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    Dois públicos: Transparência &Mobilidade Eng.ª Haydée Svab
  • 2.
    Transparência não é: -somente abrir as contas - por um pdf na internet - atender às pressões da mídia - perguntar quem / porque quer saber - para punir servidores públicos - foco no resultado
  • 3.
    Transparência – tipologia: Ativa Opoder público se antecipa e disponibiliza dados. Passiva O poder público reage a pedidos fornecendo dados. X
  • 4.
  • 5.
    Dados Abertos: Dados sãoabertos quando qualquer pessoa pode livremente usá-los, reutilizá- los e redistribuí-los, estando sujeito a, no máximo, a exigência de creditar a sua autoria e compartilhar pela mesma licença. Importante: publicação dos dados em formato aberto e sob uma licença aberta.
  • 6.
    8 princípios dosDados Abertos: Completos Primários Atuais Acessíveis Processáveis por máquina Acesso não discriminatório Formatos não proprietários Livres de licenças
  • 7.
    Software Livre –as 4 liberdades: 0) Executar o programa, para qualquer propósito. 1) Estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades.* 2) Redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo 3) Aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie. * Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para estas liberdades.
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  • 9.
    Política Nacional de MobilidadeUrbana Lei de Acesso à Informação Pública Estatuto das Cidades
  • 10.
  • 11.
    Plano de Mobilidade- elaboração mobilização identificação e análises prévias pesquisas e levantamentosconsultas públicas consultas sobre diagnóstico análises dos problemas com diagnósticos e prognósticos concepção e análise de propostas e simulações consultas sobre propostas consolidação e detalhamento do plano Audiência do Plano de Mobilidade
  • 12.
    Referências: ANTP. “Elaborando umplano de mobilidade urbana”. 2013. ANTP. “Nota Técnica - Ampliação do acesso ao Transporte Público Urbano - Propostas em Tramitação no Congresso Nacional. 2013. LAVALLE, Adrian Gurza e CASTELLO, Graziela. “Sociedade Civil. Representação e a dupla face da accountability: Cidade do México e São Paulo.” In: Caderno CRH, Salvador, vol. 21, n. 52, Abr. 2008. LEI nº 10.257/2001 que institui o Estatuto da Cidade. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LEIS_2001/L10257.htm LEI nº 12.527/2011 que regula o acesso às Informações Públicas. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm LEI nº 12.587/2012 que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12587.htm SILVA, Daniela Bezerra da. “Transparência na Esfera Pública Interconectada”. Dissertação de mestrado, 2010. VASCONCELLOS, Eduardo Alcântara. “Transporte urbano, espaço e equidade: análise das políticas públicas”. São Paulo, Anablume Editora, 2001.
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