UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA




                                 Sistemas e Controles Eletrônicos




11/08/2009 18:21                 Prof. Douglas Bressan Riffel   1
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      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                                 Conteúdo

     • Introdução
            d ã
          – Motivação
          – Conceitos Básicos
     • Aplicação dos Sistemas de Controle
          – Regulador de Esferas (James Watt - 1769)
          – Aplicações Espaciais
          – Robótica
          – Má i
            Máquinas Elét i
                      Elétricas



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      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                             Introdução
                                                                       ç

     • Motivação:
          i ã
          – Manipulação de processos (controle de
            temperatura, controle de velocidade, etc.).
          – Automação de tarefas repetitivas.
          – Obtenção de um resultado satisfatório.
     • Presente no Cotidiano
          – Caixa eletrônico
          – Aviões (piloto automático)
          – Automóveis (controle de tração.)
       Controle é o mecanismo utilizado para manter o equilíbrio.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE                           Sistemas de Controle
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      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                                       Visão geral
                                                                                g


     Sensores melhores
              mais visão.



                                                Melhores atuadores
                                                M lh      t d
                                                            mais músculos.


   Melhor controle
              maior precisão, combinando sensores e atuadores
                    p       ,
              de uma forma mais “inteligente”.




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        • Conceitos Básicos (Exemplo)




          Objetivo: Independente das variações na temperatura ambiente,
          a temperatura interna do forno deve ser constante.



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        • Conceitos Básicos
              – SISO (Single Input Single Output)

                                        Entrada                   Saída
                                                       Planta
                                                     (Processo)




              – MIMO (Multiple Input Multiple Output)




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     • Introdução
            d ã
          – Motivação
          – Conceitos Básicos
     • Aplicação dos Sistemas de Controle
          – 300 a.C. – Grécia: relógio de água (Ktesibios)
          – Regulador de Esferas (James Watt - 1769)
          – Aplicações Espaciais
          – R bóti
            Robótica
          – Máquinas Elétricas

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                                                                    NORMAL

  Regulador de Esferas
  James Watt - 1769
  J     W tt


                                                              FLUXO DE VAPOR NORMAL

                                                                     ROTAÇÃO
                                                                       ALTA




11/08/2009de algodão – Manchester - Douglas Bressan Riffel
  Fábrica 18:21               Prof. UK                       FLUXO DE VAPOR RESTRINGIDO
                                                                          8
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                                                                      p ç         p




   Antena para Rastreio de Satélites
   INPE/UFRN



               • Motores
               • Drivers
               • Engrenagens
               • Redutores
                                                             Lançamento do foguete VSB-30
               • Sensores                                    Alcântara - 19/07/2007 - INPE
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      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA             Miguel Nicolelis – Indicado ao
                                                  g
                                                          Nobel de Medicina




                                               Japão             EUA


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      Instalação do primeiro gerador na década de 80
      1760 toneladas, 16 m de diâmetro, 700 MW
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     • Classificação d Sistemas d Controle
        l ifi ã dos i           de      l
          – Controle em Malha Aberta
          – Controle em Malha Fechada
          – Malha Aberta x Malha Fechada
                   • Vantagens e Desvantagens
     • Conclusões e Considerações Finais




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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE                 Classificação dos Sistemas de
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     • Controle em Malha Aberta
          – Características:
                   • Sinal de controle predeterminado.
          – Exemplos:
                   • Automóvel sem velocímetro.
                      – Experiência do Motorista
                                       Motorista.
                      – Carga do veículo, terreno e rajadas de vento.
                   • Lava-roupas.
                             p
                      – Escolhe-se o “programa de lavagem”.




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     • Controle em Malha Fechada
          – Características
                   • Medição do sinal de saída.
                   • Sinal de controle em função da saída.
          – Exemplos:
                   • Automóvel com velocímetro
                                    velocímetro.
                   • Forno com sensor de temperatura.




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                      Classificação dos Sistemas de Controle
        • Diagrama de blocos




        • Para o exemplo do carro:
              – Sensor: Olhos do motorista
              – Controlador: Cérebro do motorista.
              – Atuador: Motor do automóvel.


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      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA         Malha Aberta x Malha Fechada

     • Controle em Malha Aberta
          – Vantagens:
                 g
                   • Barato (não precisa de sensores).
                   • Conveniente quando não se pode medir a saída.
                   • Construção simples e manutenção fácil.
          – Desvantagens:
                   • Sensível a perturbações.
                   • Impreciso
                     Impreciso.




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     • Controle em Malha Fechada
          – Vantagens:
                 g
                   • Boa precisão quando comparado ao sistema em malha
                     aberta.
                   • Rejeita o efeito das perturbações sobre a variável do
                     processo.
          – Desvantagens:
                   • Mais complexo e caro (
                             p            (uso de sensores).
                                                          )




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      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                                          Freqüência

           Objetivo: Função de Transferência
                                      Entrada               Saída
                                                 Sistema

                    Entrada                                                    Saída
                              Subsistema        Subsistema        Subsistema


           Revisão sobre Transformada de Laplace
            • A transformada de Laplace é definida como:
                                                           ∞
                                L[ f (t )] = F ( s ) = ∫ f (t )e − st dt
                                                           0−

            em que: s = σ + jω é uma variável complexa.
          • O limite inferior da integral significa que, mesmo se f(t) for descontínua em
          t=0, pode-se começar a integração antes da referida, desde que a integral
          convirja.
                 j


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      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                                 Domínio da Freqüência

          • A transformada inversa de Laplace é dada por:
                                                       1 σ + j∞
                                                      2πj ∫σ − j∞
                          −1
                        L [ F ( s )] = f (t )u (t ) =             F ( s )e st ds

            onde u(t) = 1, p/ t > 0 ou u(t) = 0, p/ t < 0. (função degrau unitário)
              Algumas f õ representativas
              Al      funções     t ti

                            f (t )      F (s )                   f (t )     F (s )
                          δ (t )                                              1
                                           1               e − at u (t )
                                           1                                 s+a
                          u (t )                                              ω
                                           s             sin ωtu (t )
                                                                           s2 + ω 2
                        t n u (t )        n!
                                                                              s
                                         s n +1           cos ωtu (t )
                                                                           s2 + ω 2

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      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                             Domínio da Freqüência

            Função de Transferência
            F ã d T        f ê i
             Escrevendo a saída C(s) em função de R(s), obtém-se:
                          C ( s)           (bm s m + bm −1s m −1 + ... + b0 )
                                 = G (s) =
                          R( s)            (an s n + an −1s n −1 + ... + a0 )
             A relação de polinômios acima G(s), denomina-se de Função de
             Transferência e o seu cálculo é feito com condições iniciais nulas.

              Problema:
              Obter a função de transferência representada por:
                                      dc(t )
                                             + 2c(t ) = r (t )
                                       dt
             Solução: Aplicando Laplace,
                                                                 C ( s)   1
                        sC ( s ) + 2C ( s ) = R( s) ⇒ G ( s) =          =
                                                                 R( s) s + 2

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      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                                          Domínio do Tempo

           Objetivo: Representação em espaço de estados
         • Considere o circuito RL abaixo, com condições iniciais nulas:
           Para a corrente i(t), pode-se escrever:
                                       di
                                       d
                              v(t ) = L + Ri
                                       dt
           Por Laplace,
               V ( s ) = L[ sI ( s ) − i (0)] + RI ( s )
           Se V(s) for um degrau unitário,
                                   1 ⎛1   1  ⎞   i (0)
                        I (s) =      ⎜  −    ⎟ +
                                   L⎝ s s+R/L⎠ s+R/L
           Aplicando a transformada inversa de Laplace
                                               Laplace,

                   i (t ) =
                              1
                              L
                                (1 − e−( R / L)t ) + i(0)e−( R / L)t    onde i(t) é uma variável de estado.




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           Objetivo: Representação em espaço de estados
           A variável de estado i(t) é obtida a partir da equação de estado
                                            di
                                           L + Ri = v(t )
                                                     (
                                            dt
           A partir de i(t) e de v(t), pode-se obter outras variáveis de circuito:
               vR (t ) = Ri (t )                tensão sobre o resistor.
               vL (t ) = v(t ) − Ri (t )        tensão sobre o indutor.
               di 1
                  = [v(t ) − Ri ]               derivada da corrente.
               dt L
             Determinando-se a variável de estado i(t) e a entrada v(t), pode-se obter o
           estado de qualquer variável de circuito para t >= to
                                                             to.
             As equações acima são denominadas de equações de saída.
             O sistema de equações que combina equações de estado e de saída compõe a
           representação no espaço de estado do sistema
                                                   sistema.


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           Objetivo: Representação em espaço de estados
           A equação de estado que representa o circuito exemplo não é única.
           Por exemplo: considere i = vR/R, então:
                        L dvR
                              + vR = v(t )
                        R dt
           Considere agora um sistema de segunda
           ordem:
                       di       1
                   L      + Ri + ∫ idt = v(t )
                       dt       C
           fazendo i(t) = dq/dt,
                               d 2q  dq 1
                              L 2 +R   + q = v(t )
                               dt    dt C
             Uma equação de ordem n pode ser convertida em n equações de primeira
           ordem.
           ordem


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           Objetivo: Representação em espaço de estados
           As equações de primeira ordem resultantes são do tipo:
                       dxi
                           = ai1 x1 + ai 2 x2 + ... + aiin xn + bi f (t )
                       dt
           onde cada xi é uma variável de estado, e os coeficientes aij e bi são constantes
           nos sistemas lineares e invariantes no tempo, sendo f(t) a entrada.

           Assim, podemos resolver a equação do circuito em termos de q(t) e i(t).
           Como dq/dt = i, então o seguinte sistema pode ser escrito:
                                  dq
                                     =i
                                  dt
                                  di 1 ⎡ 1             ⎤
                                     = ⎢− q − Ri + v( )⎥
                                                    (t
                                  dt L ⎣ C             ⎦
             O sistema de equações acima, associado a uma equação de saída,
           corresponde a representação no espaço de estado sistema.

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           Objetivo: Representação em espaço de estados
           Um exemplo de equação de saída é:
                                           1
                             vL (t ) = −     q (t ) − Ri (t ) + v(t )
                                           C
         • Observe que a equação de saída é uma combinação linear das variáveis de
         estado.
          Outras variáveis de estado podem também ser escritas, por exemplo:
                             dvR 1
                                 = [− RvR − RvC + Rv(t )]
                              dt  L
                                    dvC    1
                                        =    vR
                                     dt   RC
             As variáveis de estado devem ser linearmente independentes.
             Do ponto de vista de aplicabilidade, as equações de estados devem ser
          lineares.


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           Objetivo: Representação em espaço de estados
           As equações de estado podem ser representada matricialmente:
                                       x = Ax + Bu
                                       &
          onde:
              ⎡dq / dt ⎤       ⎡ 0                   1   ⎤     ⎡q ⎤      ⎡ 0 ⎤
           & =⎢              A=⎢                         ⎥ x = ⎢ i ⎥ B = ⎢1 / L ⎥ u = v(t )
                di / dt ⎥
           x
              ⎣         ⎦      ⎣− 1 / LC          − R / L⎦     ⎣ ⎦       ⎣      ⎦
          A equação de saída para y(t) = vL(t) é dada por
                                         y = Cx + Du
          onde:
                   C = [− 1 / C   − R]       D =1
          • D fi i õ
            Definições:
             1. Combinação linear: Uma combinação linear de n variáveis é definida como:

                                   S = k n xn + k n −1 xn −1 + ... + k1 x1

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           Representação em espaço de estados
         • Definições:
           2. Variáveis de sistema: Qualquer variável que responda a uma entrada ou a condições
           iniciais
           i i i i em um sistema.
                            it
           3. Variáveis de estado: Menor conjunto linearmente independente de variáveis de sistema
           que determinam os valores das variáveis de sistema para t >= to.
           4. Vetor de estado: Vetor cujos elementos são variáveis de estado.
           5. Espaço de estado: Espaço n-dimensional cujos eixos são variáveis de estado.
           6.
           6 Equações de estado: Conjunto de n equações diferenciais de primeira ordem
                                                                                 ordem.
           7. Equações de saída: Equações algébricas que representam as variáveis de saída de um
           sistema como combinações lineares das variáveis de estado e da entrada.

                                        x = Ax + Bu
                                        &
                                        y = Cx + Du



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           Entradas de teste

                                                            1                             1
                             1                    R(s ) =
                                                   (s                           R(s ) =
                                                                                 (
                   R( s) =                                  s2                            s3
                             s




             Degrau unitário
               g                          Rampa unitária                     Parábola
            Posição constante           Velocidade constante           Aceleração constante


               Representação Geral
               R          ã G l                     Representação com realimentação unitária
                                                    R          ã         li      ã    iái




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      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                             no Domínio do Tempo
                                                                                  p

           Sistemas de Segunda Ordem – Tipos de respostas




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           Sistemas de Segunda Ordem – Tipos de respostas




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                                                                         Resposta ao degrau
      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                                    no Domínio do Tempo
                                                                                         p

              Sistemas Subamortecido – Especificações
              Cálculo de Tp
              Ou seja:
                  ωn
                         ωn 1 − ξ 2
                 1− ξ 2
          =
            ( s + ξωn ) 2 + ωn (1 − ξ 2 )
                  ξ          2


              Portanto:

    c(t ) =
    &
                ωn
                1− ξ 2
                                   (
                         e −ξωnt sin ωn 1 − ξ 2 t   )
              Igualando a zero,
                                nπ
                t = Tp =
                           ωn 1 − ξ 2



11/08/2009 18:21                        Prof. Douglas Bressan Riffel           31
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                                                                  Resposta ao degrau
      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                             no Domínio do Tempo
                                                                                  p

           Sistemas Subamortecido – Análise Gráfica
            Respostas ao degrau em função da movimentação dos pólos
            1. Parte real constante:




11/08/2009 18:21                 Prof. Douglas Bressan Riffel           32
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
                                                                  Resposta ao degrau
      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                             no Domínio do Tempo
                                                                                  p

           Sistemas Subamortecido – Análise Gráfica
            Respostas ao degrau em função da movimentação dos pólos
            2. Parte imaginária constante:




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      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                             no Domínio do Tempo
                                                                                  p

           Sistemas Subamortecido – Análise Gráfica
            Respostas ao degrau em função da movimentação dos pólos
            3. Com relação de amortecimento constante:




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      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                             no Domínio do Tempo
                                                                                  p

           Sistemas Subamortecido – Pólos Adicionais
           Resposta do sistema com a adição de um pólo ao sistema subamortecido.




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                                                                  Resposta ao degrau
      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                             no Domínio do Tempo
                                                                                  p

           Sistemas Subamortecido – Zeros

    A inclusão de um zero na planta de
    controle altera basicamente a
    amplitude da ultrapassagem
    (overshoot)




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     • Admita o sistema de controle :




     • O erro entre a entrada e a saída é dado por:
               E ( s) = R( s) − C ( s)     mas como           C ( s ) = E ( s )G ( s )
                           R( s)
     então,    E (s) =
                         1 + G (s)
     • Fazendo t ir para ∞, obtém-se que:
                                                  sR(s)
                                                    (s
                                 e(∞) = lim
                                           s →0 1 + G ( s )


11/08/2009 18:21                     Prof. Douglas Bressan Riffel                        37
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      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                   Erros de Estado Estacionário

           Constantes de erros estáticos e tipo de sistema
           • Constante de Posição Kp

                                                  s(1 / s )          1
                    e(∞ ) = edeg rau ( ∞ ) = lim             =
                                            s →0 1 + G ( s )   1 + lim G ( s )
                                                                   s →0


                    K p = lim G ( s )                                              1
                           s →0
                                                              edeg rau ( ∞ ) =
                                                                                 1+ Kp
           • Constante de Velocidade Kv

                    K v = lim sG ( s )                                           1
                           s →0
                                                              erampa (∞ ) =
                                                                  p
                                                                                 Kv
           • Constante de Aceleração Ka

                                                                                 1
                    K a = lim s 2G ( s )                    e parábola ( ∞ ) =
                           s →0                                                  Ka
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                 Erros de Estado Estacionário

           Tipos de sistema
           Ti    d it

                                   Degrau             Rampa          Aceleração
                                   r(t) = 1           r(t) = t       r(t) = t² /2
                   Tipo 0               1
                                                             ∞             ∞
                                       1+ K
                   Tipo 1
                                          0                 1              ∞
                                                                 K
                   Tipo 2
                                                                           1
                                          0                      0             K

              C( s)              ( s − z1 )( s − z2 )( s − zn )  K (T s + 1)(Tb s + 1)...
                     = G( s) = ?                                = ? a
              R( s )          s ( s − p1 )( s − p2 )( s − pm ) s (T1s + 1)(T2 s + 1)...
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE                            Controladores Eletrônicos
      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                                       Proporcional - P


                                      R2
                                                                         R4
                    R1
                                                          R3

                               +
                                                                     +




                                                         R4 R2
                                               G( s) =
                                                         R3 R1


11/08/2009 18:21                   Prof. Douglas Bressan Riffel               40
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE                         Controladores Eletrônicos
      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                                          Integral - I


                                      C2
                                                                      R4
                    R1
                                                         R3

                               +
                                                                  +




                                                      R4 1
                                            G( s) =
                                                      R3 R1C2 s



11/08/2009 18:21                   Prof. Douglas Bressan Riffel            41
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE                     Controladores Eletrônicos
      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                     Proporcional-
                                                        Proporcional-Derivativo - PD


                      C1                 R2
                                                                         R4
                     R1
                                                            R3

                                   +
                                                                     +




                                                 R4 R2
                                       G( s) =         (R1C1s + 1)
                                                 R3 R1


11/08/2009 18:21                 Prof. Douglas Bressan Riffel                 42
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE                         Controladores Eletrônicos
      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                            Proporcional-
                                                               Proporcional-Integral - PI


                              R2            C2
                                                                         R4
                    R1
                                                         R3

                               +
                                                                     +




                                                  R4 R2 R2C2 s + 1
                                        G( s) =
                                                  R3 R1 R2C2 s


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      CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA             Proporcional-Integral-Derivativo
                                                Proporcional-Integral- e at o
                                                  opo c o a teg a
                                                                            PID
                      C1           R2          C2
                                                                              R4
                     R1
                                                            R3

                                   +
                                                                          +




                                          R4 R2 (R1C1s + 1)(R2C2 s + 1)
                                G( s) =
                                          R3 R1         R2C2 s


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                                                                Exemplo de Utilização
      NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA                                      Compensador




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10. Sistemas e Controles Eletrônicos

  • 1.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Sistemas e Controles Eletrônicos 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 1
  • 2.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Conteúdo • Introdução d ã – Motivação – Conceitos Básicos • Aplicação dos Sistemas de Controle – Regulador de Esferas (James Watt - 1769) – Aplicações Espaciais – Robótica – Má i Máquinas Elét i Elétricas 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 2
  • 3.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Introdução ç • Motivação: i ã – Manipulação de processos (controle de temperatura, controle de velocidade, etc.). – Automação de tarefas repetitivas. – Obtenção de um resultado satisfatório. • Presente no Cotidiano – Caixa eletrônico – Aviões (piloto automático) – Automóveis (controle de tração.) Controle é o mecanismo utilizado para manter o equilíbrio. 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 3
  • 4.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Sistemas de Controle CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Visão geral g Sensores melhores mais visão. Melhores atuadores M lh t d mais músculos. Melhor controle maior precisão, combinando sensores e atuadores p , de uma forma mais “inteligente”. 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 4
  • 5.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Introdução • Conceitos Básicos (Exemplo) Objetivo: Independente das variações na temperatura ambiente, a temperatura interna do forno deve ser constante. 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 5
  • 6.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Introdução • Conceitos Básicos – SISO (Single Input Single Output) Entrada Saída Planta (Processo) – MIMO (Multiple Input Multiple Output) 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 6
  • 7.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Conteúdo • Introdução d ã – Motivação – Conceitos Básicos • Aplicação dos Sistemas de Controle – 300 a.C. – Grécia: relógio de água (Ktesibios) – Regulador de Esferas (James Watt - 1769) – Aplicações Espaciais – R bóti Robótica – Máquinas Elétricas 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 7
  • 8.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE ROTAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA NORMAL Regulador de Esferas James Watt - 1769 J W tt FLUXO DE VAPOR NORMAL ROTAÇÃO ALTA 11/08/2009de algodão – Manchester - Douglas Bressan Riffel Fábrica 18:21 Prof. UK FLUXO DE VAPOR RESTRINGIDO 8
  • 9.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Aplicações Espaciais p ç p Antena para Rastreio de Satélites INPE/UFRN • Motores • Drivers • Engrenagens • Redutores Lançamento do foguete VSB-30 • Sensores Alcântara - 19/07/2007 - INPE 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 9
  • 10.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Robótica CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Miguel Nicolelis – Indicado ao g Nobel de Medicina Japão EUA 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 10
  • 11.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Máquinas Elétricas q Instalação do primeiro gerador na década de 80 1760 toneladas, 16 m de diâmetro, 700 MW 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 11
  • 12.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Conteúdo • Classificação d Sistemas d Controle l ifi ã dos i de l – Controle em Malha Aberta – Controle em Malha Fechada – Malha Aberta x Malha Fechada • Vantagens e Desvantagens • Conclusões e Considerações Finais 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 12
  • 13.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Classificação dos Sistemas de CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Controle • Controle em Malha Aberta – Características: • Sinal de controle predeterminado. – Exemplos: • Automóvel sem velocímetro. – Experiência do Motorista Motorista. – Carga do veículo, terreno e rajadas de vento. • Lava-roupas. p – Escolhe-se o “programa de lavagem”. 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 13
  • 14.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Classificação dos Sistemas de CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Controle • Controle em Malha Fechada – Características • Medição do sinal de saída. • Sinal de controle em função da saída. – Exemplos: • Automóvel com velocímetro velocímetro. • Forno com sensor de temperatura. 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 14
  • 15.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Classificação dos Sistemas de Controle • Diagrama de blocos • Para o exemplo do carro: – Sensor: Olhos do motorista – Controlador: Cérebro do motorista. – Atuador: Motor do automóvel. 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 15
  • 16.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Malha Aberta x Malha Fechada • Controle em Malha Aberta – Vantagens: g • Barato (não precisa de sensores). • Conveniente quando não se pode medir a saída. • Construção simples e manutenção fácil. – Desvantagens: • Sensível a perturbações. • Impreciso Impreciso. 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 16
  • 17.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Malha Aberta x Malha Fechada • Controle em Malha Fechada – Vantagens: g • Boa precisão quando comparado ao sistema em malha aberta. • Rejeita o efeito das perturbações sobre a variável do processo. – Desvantagens: • Mais complexo e caro ( p (uso de sensores). ) 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 17
  • 18.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Modelagem no Domínio da CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Freqüência Objetivo: Função de Transferência Entrada Saída Sistema Entrada Saída Subsistema Subsistema Subsistema Revisão sobre Transformada de Laplace • A transformada de Laplace é definida como: ∞ L[ f (t )] = F ( s ) = ∫ f (t )e − st dt 0− em que: s = σ + jω é uma variável complexa. • O limite inferior da integral significa que, mesmo se f(t) for descontínua em t=0, pode-se começar a integração antes da referida, desde que a integral convirja. j 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 18
  • 19.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Modelagem no CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Domínio da Freqüência • A transformada inversa de Laplace é dada por: 1 σ + j∞ 2πj ∫σ − j∞ −1 L [ F ( s )] = f (t )u (t ) = F ( s )e st ds onde u(t) = 1, p/ t > 0 ou u(t) = 0, p/ t < 0. (função degrau unitário) Algumas f õ representativas Al funções t ti f (t ) F (s ) f (t ) F (s ) δ (t ) 1 1 e − at u (t ) 1 s+a u (t ) ω s sin ωtu (t ) s2 + ω 2 t n u (t ) n! s s n +1 cos ωtu (t ) s2 + ω 2 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 19
  • 20.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Modelagem no CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Domínio da Freqüência Função de Transferência F ã d T f ê i Escrevendo a saída C(s) em função de R(s), obtém-se: C ( s) (bm s m + bm −1s m −1 + ... + b0 ) = G (s) = R( s) (an s n + an −1s n −1 + ... + a0 ) A relação de polinômios acima G(s), denomina-se de Função de Transferência e o seu cálculo é feito com condições iniciais nulas. Problema: Obter a função de transferência representada por: dc(t ) + 2c(t ) = r (t ) dt Solução: Aplicando Laplace, C ( s) 1 sC ( s ) + 2C ( s ) = R( s) ⇒ G ( s) = = R( s) s + 2 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 20
  • 21.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Modelagem no CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Domínio do Tempo Objetivo: Representação em espaço de estados • Considere o circuito RL abaixo, com condições iniciais nulas: Para a corrente i(t), pode-se escrever: di d v(t ) = L + Ri dt Por Laplace, V ( s ) = L[ sI ( s ) − i (0)] + RI ( s ) Se V(s) for um degrau unitário, 1 ⎛1 1 ⎞ i (0) I (s) = ⎜ − ⎟ + L⎝ s s+R/L⎠ s+R/L Aplicando a transformada inversa de Laplace Laplace, i (t ) = 1 L (1 − e−( R / L)t ) + i(0)e−( R / L)t onde i(t) é uma variável de estado. 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 21
  • 22.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Modelagem no CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Domínio do Tempo Objetivo: Representação em espaço de estados A variável de estado i(t) é obtida a partir da equação de estado di L + Ri = v(t ) ( dt A partir de i(t) e de v(t), pode-se obter outras variáveis de circuito: vR (t ) = Ri (t ) tensão sobre o resistor. vL (t ) = v(t ) − Ri (t ) tensão sobre o indutor. di 1 = [v(t ) − Ri ] derivada da corrente. dt L Determinando-se a variável de estado i(t) e a entrada v(t), pode-se obter o estado de qualquer variável de circuito para t >= to to. As equações acima são denominadas de equações de saída. O sistema de equações que combina equações de estado e de saída compõe a representação no espaço de estado do sistema sistema. 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 22
  • 23.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Modelagem no CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Domínio do Tempo Objetivo: Representação em espaço de estados A equação de estado que representa o circuito exemplo não é única. Por exemplo: considere i = vR/R, então: L dvR + vR = v(t ) R dt Considere agora um sistema de segunda ordem: di 1 L + Ri + ∫ idt = v(t ) dt C fazendo i(t) = dq/dt, d 2q dq 1 L 2 +R + q = v(t ) dt dt C Uma equação de ordem n pode ser convertida em n equações de primeira ordem. ordem 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 23
  • 24.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Modelagem no CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Domínio do Tempo Objetivo: Representação em espaço de estados As equações de primeira ordem resultantes são do tipo: dxi = ai1 x1 + ai 2 x2 + ... + aiin xn + bi f (t ) dt onde cada xi é uma variável de estado, e os coeficientes aij e bi são constantes nos sistemas lineares e invariantes no tempo, sendo f(t) a entrada. Assim, podemos resolver a equação do circuito em termos de q(t) e i(t). Como dq/dt = i, então o seguinte sistema pode ser escrito: dq =i dt di 1 ⎡ 1 ⎤ = ⎢− q − Ri + v( )⎥ (t dt L ⎣ C ⎦ O sistema de equações acima, associado a uma equação de saída, corresponde a representação no espaço de estado sistema. 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 24
  • 25.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Modelagem no CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Domínio do Tempo Objetivo: Representação em espaço de estados Um exemplo de equação de saída é: 1 vL (t ) = − q (t ) − Ri (t ) + v(t ) C • Observe que a equação de saída é uma combinação linear das variáveis de estado. Outras variáveis de estado podem também ser escritas, por exemplo: dvR 1 = [− RvR − RvC + Rv(t )] dt L dvC 1 = vR dt RC As variáveis de estado devem ser linearmente independentes. Do ponto de vista de aplicabilidade, as equações de estados devem ser lineares. 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 25
  • 26.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Modelagem no CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Domínio do Tempo Objetivo: Representação em espaço de estados As equações de estado podem ser representada matricialmente: x = Ax + Bu & onde: ⎡dq / dt ⎤ ⎡ 0 1 ⎤ ⎡q ⎤ ⎡ 0 ⎤ & =⎢ A=⎢ ⎥ x = ⎢ i ⎥ B = ⎢1 / L ⎥ u = v(t ) di / dt ⎥ x ⎣ ⎦ ⎣− 1 / LC − R / L⎦ ⎣ ⎦ ⎣ ⎦ A equação de saída para y(t) = vL(t) é dada por y = Cx + Du onde: C = [− 1 / C − R] D =1 • D fi i õ Definições: 1. Combinação linear: Uma combinação linear de n variáveis é definida como: S = k n xn + k n −1 xn −1 + ... + k1 x1 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 26
  • 27.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Modelagem no CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Domínio do Tempo Representação em espaço de estados • Definições: 2. Variáveis de sistema: Qualquer variável que responda a uma entrada ou a condições iniciais i i i i em um sistema. it 3. Variáveis de estado: Menor conjunto linearmente independente de variáveis de sistema que determinam os valores das variáveis de sistema para t >= to. 4. Vetor de estado: Vetor cujos elementos são variáveis de estado. 5. Espaço de estado: Espaço n-dimensional cujos eixos são variáveis de estado. 6. 6 Equações de estado: Conjunto de n equações diferenciais de primeira ordem ordem. 7. Equações de saída: Equações algébricas que representam as variáveis de saída de um sistema como combinações lineares das variáveis de estado e da entrada. x = Ax + Bu & y = Cx + Du 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 27
  • 28.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Entradas de teste Entradas de teste 1 1 1 R(s ) = (s R(s ) = ( R( s) = s2 s3 s Degrau unitário g Rampa unitária Parábola Posição constante Velocidade constante Aceleração constante Representação Geral R ã G l Representação com realimentação unitária R ã li ã iái 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 28
  • 29.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Resposta ao degrau CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA no Domínio do Tempo p Sistemas de Segunda Ordem – Tipos de respostas 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 29
  • 30.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Resposta ao degrau CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA no Domínio do Tempo p Sistemas de Segunda Ordem – Tipos de respostas 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 30
  • 31.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Resposta ao degrau CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA no Domínio do Tempo p Sistemas Subamortecido – Especificações Cálculo de Tp Ou seja: ωn ωn 1 − ξ 2 1− ξ 2 = ( s + ξωn ) 2 + ωn (1 − ξ 2 ) ξ 2 Portanto: c(t ) = & ωn 1− ξ 2 ( e −ξωnt sin ωn 1 − ξ 2 t ) Igualando a zero, nπ t = Tp = ωn 1 − ξ 2 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 31
  • 32.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Resposta ao degrau CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA no Domínio do Tempo p Sistemas Subamortecido – Análise Gráfica Respostas ao degrau em função da movimentação dos pólos 1. Parte real constante: 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 32
  • 33.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Resposta ao degrau CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA no Domínio do Tempo p Sistemas Subamortecido – Análise Gráfica Respostas ao degrau em função da movimentação dos pólos 2. Parte imaginária constante: 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 33
  • 34.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Resposta ao degrau CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA no Domínio do Tempo p Sistemas Subamortecido – Análise Gráfica Respostas ao degrau em função da movimentação dos pólos 3. Com relação de amortecimento constante: 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 34
  • 35.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Resposta ao degrau CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA no Domínio do Tempo p Sistemas Subamortecido – Pólos Adicionais Resposta do sistema com a adição de um pólo ao sistema subamortecido. 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 35
  • 36.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Resposta ao degrau CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA no Domínio do Tempo p Sistemas Subamortecido – Zeros A inclusão de um zero na planta de controle altera basicamente a amplitude da ultrapassagem (overshoot) 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 36
  • 37.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Erros de Estado Estacionário • Admita o sistema de controle : • O erro entre a entrada e a saída é dado por: E ( s) = R( s) − C ( s) mas como C ( s ) = E ( s )G ( s ) R( s) então, E (s) = 1 + G (s) • Fazendo t ir para ∞, obtém-se que: sR(s) (s e(∞) = lim s →0 1 + G ( s ) 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 37
  • 38.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Erros de Estado Estacionário Constantes de erros estáticos e tipo de sistema • Constante de Posição Kp s(1 / s ) 1 e(∞ ) = edeg rau ( ∞ ) = lim = s →0 1 + G ( s ) 1 + lim G ( s ) s →0 K p = lim G ( s ) 1 s →0 edeg rau ( ∞ ) = 1+ Kp • Constante de Velocidade Kv K v = lim sG ( s ) 1 s →0 erampa (∞ ) = p Kv • Constante de Aceleração Ka 1 K a = lim s 2G ( s ) e parábola ( ∞ ) = s →0 Ka 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 38
  • 39.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Erros de Estado Estacionário Tipos de sistema Ti d it Degrau Rampa Aceleração r(t) = 1 r(t) = t r(t) = t² /2 Tipo 0 1 ∞ ∞ 1+ K Tipo 1 0 1 ∞ K Tipo 2 1 0 0 K C( s) ( s − z1 )( s − z2 )( s − zn ) K (T s + 1)(Tb s + 1)... = G( s) = ? = ? a R( s ) s ( s − p1 )( s − p2 )( s − pm ) s (T1s + 1)(T2 s + 1)... 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 39
  • 40.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Controladores Eletrônicos CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Proporcional - P R2 R4 R1 R3 + + R4 R2 G( s) = R3 R1 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 40
  • 41.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Controladores Eletrônicos CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Integral - I C2 R4 R1 R3 + + R4 1 G( s) = R3 R1C2 s 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 41
  • 42.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Controladores Eletrônicos CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Proporcional- Proporcional-Derivativo - PD C1 R2 R4 R1 R3 + + R4 R2 G( s) = (R1C1s + 1) R3 R1 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 42
  • 43.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Controladores Eletrônicos CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Proporcional- Proporcional-Integral - PI R2 C2 R4 R1 R3 + + R4 R2 R2C2 s + 1 G( s) = R3 R1 R2C2 s 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 43
  • 44.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE Controladores Eletrônicos CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Proporcional-Integral-Derivativo Proporcional-Integral- e at o opo c o a teg a PID C1 R2 C2 R4 R1 R3 + + R4 R2 (R1C1s + 1)(R2C2 s + 1) G( s) = R3 R1 R2C2 s 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 44
  • 45.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DESERGIPE CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA Exemplo de Utilização NÚCLEO DE ENGENHARIA MECÂNICA Compensador 11/08/2009 18:21 Prof. Douglas Bressan Riffel 45