SAÚDE COLETIVA
PROGRAMA NACIONALDE IMUNIZAÇOES E VACINAS
PROF. FELIPE GUTIERRE MOREIRA
OBJETIVOS
• Conhecer o Programa Nacional de Imunização;
• Entender processo de imunização fisiológica do ser humano;
• Diferenciar os conceitos de imunização ativa e passiva;
• Estudar os componentes existentes dentro das vacinas;
• Compreender os efeitos adversos e contraindicações das vacinas.
INTRODUÇÃO
Olá aluno!
Neste aula iremos compreender de forma geral como o sistema de
imunização brasileiro funciona, e qual a sua importância para a garantia da
prevenção de doenças infecciosas que a muitos anos levavam milhares de
pessoas ao óbito.
Bons estudos!
1. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) é um sucesso do Brasil
reconhecido no mundo. São mais de 300 milhões de doses anuais distribuídas em
vacinas, soros e imunoglobulinas, fatos que contribuíram, por exemplo, com a
erradicação da varíola e da poliomielite, além da redução dos casos e mortes
derivadas
O PNI define os calendários de
vacinação considerando a situação
epidemiológica, o risco, a vulnerabilidade e as
especificidades sociais, com orientações
específicas para crianças, adolescentes,
adultos, gestantes, idosos e povos indígenas
do sarampo, da
rubéola, do tétano, da difteria e
da coqueluche.
1. PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÕES
Os objetivos do Programa Nacional de Imunizações é de forma geral garantir
que os brasileiras sejam imunizadas contras as principais doenças que afetam a
população. Veja de forma específica quais são esses objetivos:
Vacinas com qualidade para todas
as crianças
O PNI tem como principal estratégia
a vacinação de crianças, pois, a
grande maioria das vacinas são
administradas durante os primeiros 4
anos de vida,
Alcançar cobertura vacinal de
100%
A cobertura vacinal é um termo que
indica a quantidade de pessoas que
foram vacinas quando comparado
com o total de pessoas que deviam
receber as vacinas. Quando uma
campanha de vacinação alcança
100% de cobertura, significa que
todo mundo que devia receber
aquela vacina, foi vacinado.
Reunir informações de todo o país
Todas as informações relacionadas a
vacinas no brasil são gerenciadas
pelo PNI, essas informações
permitem identificar se a população
tem buscado a vacinação e até
mesmo se as mesmas são eficazes
após a aplicação.
1. METAS ANUAIS DO PNI
O PNI possui algumas metas para serem alcançadas todos os anos, de forma
geral, a meta sempre é a erradicação da doença no território brasileiro, veja as
principais doenças que o PNI busca erradicar:
Sarampo Tétano Neonatal e Acidental
Difteria
Coqueluche
Hepatite B
Meningites
Febre Amarela
Rubéola
Caxumba
Formas Graves da Tuberculose
1. METAS ANUAIS DO PNI
O PNI oferece apoio técnico para a organização mundial de saúde, e é
referência mundial em imunização pública. O PNI já auxiliou tecnicamente os países:
• Palestina.
• Cisjordânia.
• Faixa de Gaza.
• Suriname.
• Angola.
• EUA.
• México.
• Guiana Francesa.
PROCESSO DE IMUNIZAÇÃO
1. PROCESSO DE IMUNIZAÇÃO
Para facilitar o entendimento do processo da imunização, nós iremos
estudar as células de defesas através de nomes mais comuns relacionados ao
exército. Então conheça agora os cargos:
Resposta Específica
Patrulhadores
(Macrófagos)
Soldados
(Linfócitos B)
General
(Linfócitos T)
Tropa de Elite
(Natural Killers)
1. PROCESSO DE IMUNIZAÇÃO
Após a entrada do microrganismo no
corpo humano, uma célula chamada de
macrófago ou patrulhador no nosso caso, irá
identificar esse ser vivo estranho.
O patrulhador tem a função comer os
microrganismos que entram no organismo,
dessa forma, ele consegue descobrir o código
que possibilita entrar dentro do invasor e
destruí-lo. Os patrulhadores chamam esse
código de antígeno.
Enquanto ele descobre o código, o
patrulhador também chama o general para
acionar sua tropa de soldados.
Patrulhadores
(Macrófagos)
1. PROCESSO DE IMUNIZAÇÃO
Os patrulhadores
percorrem a corrente
sanguínea em busca
de invasores.
Quando encontram ,
comem para identificar
o código, chamado de
antígeno.
Antígeno
No mesmo momento
chama os generais, porque
é ele que irá coordenar o
ataque contra esses
microrganismos.
General
(Linfócitos T)
1. PROCESSO DE IMUNIZAÇÃO
O código, chamado de antígeno,
identificado pelo patrulhador é informado ao
general e seus soldados. Com esse código eles
podem produzir uma munição letal, essa
munição é chamada de anticorpo.
Entre os soldados, alguns irão ter a
responsabilidade de registrar o antígeno na
memória do nosso corpo, para que
posteriormente, quando o mesmo invasor vier
novamente, nós possamos combate-lo
rapidamente.
Agora consideramos que um indivíduo
está imunizado.
General
(Linfócitos T)
Soldados
(Linfócitos B)
General
Soldado
Invasores
Anticorpo
Microrganismos
infecta nosso corpo
A
Z
H
Os Linfócitos identificam o
antígeno e iniciam a
produção de anticorpos.
Imunoglobulina M
O Linfócito B armazena as
informações do antígeno. Criado
imunidade
Antígeno: código
Anticorpos
Imunoglobulina G
1. PROCESSO DE IMUNIZAÇÃO
Abaixo podemos identificar um resumo do processo de imunização natural:
IMUNIZAÇÃO ATIVA E PASSIVA
1. IMUNIZAÇÃO ATIVA
A imunização ativa é aquela em que o próprio organismo da pessoa produz
anticorpos e células imunes. Isso se dá quando ele entra em contato com alguma
substância que lhe é estranha. Uma forma de se contrair uma imunização ativa é
adquirindo uma doença infecciosa, e ocorre a produção de anticorpos específicos.
Trata-se de uma proteção imunológica natural que se estende por anos, embora
haja caso de durar toda a vida.
A varicela (catapora) é um ótimo
exemplo de imunidade ativa, pois, uma vez
que o indivíduo adquire a doença, ele
nunca mais desenvolverá a mesma
novamente se sua imunidade estiver com
funcionamento normal.
1. IMUNIZAÇÃO ATIVA
A imunidade ativa pode ser desenvolvida de duas formas, naturalmente ou de
forma artificial. Veja a baixo a diferença entre ambas formas de imunidade:
Imunidade Ativa Natural
Como vimos nas páginas anteriores, podemos adquirir
imunidade quando adquirimos uma doença, o nosso organismo irá
aprender a combater o microrganismo causador da doença e
saberemos como destruí-lo na próxima infecção antes mesmo dele
causar algum sintoma. Quando adquirimos a imunidade pegando a
doença, então desenvolvemos uma imunidade natural.
O problema da imunidade natural, é que nem sempre todos os
seres humanos irão sobreviver a doença, alguns poderão morrer como
é o caso de idosos, doentes crônicos e imunodeficientes.
1. IMUNIZAÇÃO ATIVA
A imunidade ativa pode ser desenvolvida de duas formas, naturalmente ou de
forma artificial. Veja a baixo a diferença entre ambas formas de imunidade:
Imunidade Ativa Artificial
Pegar a doença não é o único meio de adquirir a
imunidade, a muitos séculos atrás o ser humano desenvolveu
a imunidade artificial, essa imunidade ocorre através da
aplicação do microrganismo de forma intencional dentro do
indivíduo para que ele desenvolva a imunidade, porém, esse
microrganismo foi alterado e não causará a doença, apenas
alguns sintomas como febre, fadiga, e dor.
Isso atualmente é realizado através da vacinação, ou
seja, dentro da vacina pode haver vírus e bactérias inativos
ou atenuados.
1. IMUNIZAÇÃO PASSIVA
Existe ainda outra forma de adquirir imunidade além da
forma ativa, ou seja, adquirindo a doença ou o microrganismo
que causa a doença. O ser humano também pode ser tornar
imune a uma patologia através da imunidade passiva.
Na imunização passiva, os anticorpos são transferidos à
pessoa através de um outro ser humano, assim como por um
animal. Sua imunização, entretanto, é mais breve, podendo
durar apenas algumas semanas ou então meses.
São administrados anticorpos prontos, que irão conferir
imunidade imediata após a aplicação. Após algumas semanas a
quantidade de anticorpos diminui, perdendo a imunidade.
1. IMUNIZAÇÃO PASSIVA
A imunidade passiva pode ser adquirida de forma natural ou artificial,
vamos compreender a diferença entre elas abaixo:
Imunidade Passiva Natural
A natural é obtida pela passagem de
anticorpos do corpo da mãe para o do feto. Isso
pode se dar tanto por meio da placenta,
colostro e leite materno.
Imunidade Passiva Artificial
Na imunidade passiva é administrado
no paciente anticorpos prontos produzidos em
outro animal ou ser humano que já possuem a
imunidade.
Na imagem ao
lado é possível identificar
a produção de um soro
para venenos.
1. TIPOS DE IMUNIZAÇÕES
A imunidade passiva pode ser adquirida de forma natural ou artificial,
vamos compreender a diferença entre elas abaixo:
No esquema ao lado é
possível identificar um resumo
das imunizações estudas nas
páginas anteriores.
AÇÃO DAS VACINAS
1. AÇÃO DAS VACINAS
As vacinas estimulam respostas imunológicas protetoras do hospedeiro
para combater o patógeno invasor. Ao invadir um organismo, bactérias e vírus
atacam as células e se multiplicam, esta invasão é chamada de infecção e é isso
que causa a doença.
Para proteger nossa saúde, as vacinas
precisam estimular o sistema imunológico
também chamado de sistema imunitário ou
imune a produzir anticorpos, um tipo de
proteína, agentes de defesa que atuam contra
os micróbios que provocam doenças
infecciosas.
O nome “vacina” tem
origem da palavra “vaca”, ela foi
desenvolvida a mais de 500 anos
na china.
Pedaços de vacas
contaminadas com varíola eram
secadas no sol, e
posteriormente inaladas, dessa
forma os indivíduos adquiriam
uma forma mais fraca da doença
e ficavam imunes. Ao lado você
identifica um frasco com a
varíola atenuada.
1. COMPOSIÇÃO DAS VACINAS
Atualmente as vacinas são encontradas em frascos com diversas substâncias que irão
garantir seu funcionamento e segurança. Veja o que há dentro de um frasco de vacina:
Microrganismo
O microrganismos causador da doença
está contido dentro da dose da vacina, porém, ele
sofre alterações para que não cause a doença no
indivíduo. Dessa forma, é possível encontrar
microrganismos inativos, atenuados ou
fragmentos:
Inativo
O microrganismo
encontra-se morto
dentro do frasco.
Atenuado
O microrganismo
está vivo, porém,
enfraquecido.
Fragmentos
Parte do
microrganismo é
administrado.
Conservantes
Substâncias que irão manter a eficácia da
vacina por longos períodos para que seja possível
chegar até o usuário. Pode ser encontrado
antibióticos e estabilizadores.
Líquido de suspensão
É o líquido onde o microrganismos e os
conservantes são diluídos, de forma geral é
utilizado água destilada ou soro fisiológico.
1. CONTROLE DE QUALIDADE DAS VACINAS
As vacinas precisam apresentar um nível de segurança muito alto antes de
ser distribuída para as populações, por essa razão, existem normas que irão
garantir a qualidade dessas medicações.
O laboratório que produzem as vacinas devem obedecer as normas
padronizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil somente são
usados as vacinas após testes realizados pelo Instituto Nacional de Controle de
Qualidade em Saúde – INCQS do Ministério da Saúde e aprovadas pela Agência
Nacional de Vigilância Sanitária.
ASSOCIAÇÃO DAS VACINAS
1. ASSOCIAÇÃO DAS VACINAS
As vacinas apesar de estimularem o sistema imune a causarem reações
fisiológicas no organismo, podem ser administradas de forma simultânea, ou
seja, o paciente pode receber no mesmo dia mais de um tipo de imunizante. Isso
é benéfico porque:
• Em um único atendimento pode ser administrado mais de um tipo de vacina;
• Facilita aa rotina da vacinação.
• Reduz o número de contato de pessoas com o serviço;
• Imuniza o indivíduo contra maior número de doenças.
1. ASSOCIAÇÃO DAS VACINAS
A associação de vacinas não aumenta o risco de evento adverso, assim
como não compromete a resposta imunológica em um indivíduo saudável. Dessa
forma, as vacinas podem ser associadas de duas formas:
Vacina combinada
No mesmo frasco de vacina há diferentes
microrganismos que irão promover imunidade
contra diferentes doenças, tudo em uma aplicação
só. Veja exemplos de vacinas combinadas:
Tríplice Viral Tríplice Bacteriana
Vacina simultânea
Na aplicação simultânea o paciente irá
receber vacinas diferentes, porém, com mais de
uma aplicação. Exemplo:
Um recém-nascido irá receber a vacina BCG na região do
deltoide, e a vacina Hepatite B na região vasto lateral da coxa.
EFEITOS COLATERAIS E CONTRAINDICAÇÕES DAS VACINAS
1. EFEITOS COLATERIAIS ESPERADOS
Alterações fisiológicas são esperadas após a vacinação, geralmente são
benignas com evolução limitada. Eles ocorrem porque na vacinação um
microrganismos foi administrado para que o organismo realize a produção de
anticorpos, através da resposta do sistema imune, causando inflamação no local.
Os sintomas esperados são:
Febre Fadiga Dor e vermelhidão no local de aplicação
1. EFEITOS COLATERIAIS ESPERADOS
Caso ocorra sintomas mais graves e inesperados, são raros, a equipe
deve realizar a notificação do evento adverso à Secretaria Municipal de Saúde.
As seguintes informações serão coletadas durante o atendimento:
• Vacina aplica.
• Data.
• Dose.
• Local de aplicação.
• Sintomas apresentados.
• Avaliação médica.
1. QUANDO ADIAR A VACINA
A vacina irá estimular o sistema imune a desenvolver a imunidade, porém,
em algumas situações a aplica da vacina deverá ser adiada pois pode causar
complicações para a saúde do paciente caso ele já esteja doente. Veja quando
devemos orientar que o paciente retorno em outra data:
Febre axilar maior que
37,5ºC
A febre é um sinal
de que o corpo está
combatente alguma
infecção, por isso, não é
indicado aplicara vacina.
Doenças agudas e febris graves
Se o paciente estiver apresentando uma evolução rápida de
sintomas, não é indicado administrar a vacina, para que os sinais da
doença em desenvolvimento não sejam atribuídos como efeitos adversos
das vacinas.
É orientado que o indivíduo busque atendimento médico, e
retorno depois que realizar o tratamento dos sintomas da doença em
evolução.
1. QUANDO NÃO ADIAR A VACINA
Alguns quadros clínicos não necessitam do adiamento da vacina, veja em
quais situações o paciente poderá receber o imunizante:
Presença de doença respiratória
comum ou alérgica no trato respiratório
superior
Doenças respiratórias que tenha
afetado as narinas, faringe ou laringe não
são contraindicação para a aplicação da
vacina. Mesmo com tosse e rinite (coriza).
Diarreia leve ou
moderada
Desnutrição Uso de antibióticos
1. QUANDO NÃO ADIAR A VACINA
Outras falsas contraindicações:
Antecedentes familiar ou presença
de doença neurológica estável
(convulsão)
Prematuridade ou baixo
peso ao nascer
Internação hospitalar, caso
não seja contraindicado
1. CONTRAINDICAÇÕES
Infelizmente para alguns pacientes a vacina pode causar problemas
graves devido a condição clínica do indivíduo, a vacina é contraindicada para
aqueles que possuem:
• Alergia à algum componente da vacina.
• Gestantes.
• Vacinas de bactérias atenuadas ou vírus atenuado.
• Imunodeficiência.
• Congênita ou adquirida.
• Corticoides em doses altas ou prologadas, e/ou
terapias imunossupressoras.
• Quimioterapia e radioterapia.
• Imunodeficiência.
• Congênita ou adquirida.
• Algumas vacinas como H1N1 verifica-se
imunidade atual do paciente. Mas porque o
risco de morte se adquirir a doença é maior.
CALENDÁRIO NACIONAL DE VACINAS
2. CALENDÁRIO VACINAL DA CRIANÇA ( PARTE 1)
2. CALENDÁRIO VACINAL DA CRIANÇA( PARTE 2)
2. CALENDÁRIO VACINAL DA CRIANÇA ( PARTE 3)
2. CALENDÁRIO VACINAL DO ADOLESCENTE
2. CALENDÁRIO VACINAL DO ADULTO
2. CALENDÁRIO VACINAL DA GESTANTE
2. CALENDÁRIO VACINAL DA GESTANTE
CONCLUSÃO
Parabéns por ter chegado até aqui!
As vacinas são medicações complexas porque atuam diretamente no
funcionamento do sistema imune, por essa razão elas são desenvolvidas com
base em padrões extremamente rigorosos para que possam apresentar eficácia
e também segurança para os usuários. Entre as maiores descobertas da
medicina, a vacina é uma das que mais estenderam o tempo de vida humano
permitindo que crianças pudessem crescer e se desenvolver sem riscos de
doenças, e idosos vivessem mais tempo.
Espero que tenha compreendido todo o conteúdo desse material, bons
estudos!
MATERIAL DE APOIO
Vídeo: “EXISTE PERIGO NA VACINA?”(YOUTUBE. EXISTE PERIGO NA VACINA? | Nerdologia)
Disponível em:<https://youtu.be/MiIZlSNAu0E>. Acesso em:02/03/2021.)
• Link para acesso: https://youtu.be/MiIZlSNAu0E
PDF: “Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação”
Disponível em:<https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf>. Acesso
em:02/03/2021.)
• Link para acesso: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças
Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação/Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância
em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis.Brasília: Ministério da Saúde, 2014.Disponivel
em:<https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf>.Acessado em 27.04.2020.
• BRASIL, Ministério da Saúde. Imunização. Calendário vacinal 2020.Brasília: Ministério da Saúde, 2014.Disponivel
em:<https://saude.es.gov.br/Media/sesa/Imuniza%C3%A7%C3%A3o/Calendario%20Nacional%20de%20Vacinacao
%20-%202020.pdf>.Acessado em 27.04.2020.
• (OLIVEIRA,V.C. et al. “Prática da enfermagem na conservação de vacinas”. ”. Rev. Acta paul.
enferm. vol.22 no.6 São Paulo Nov./Dec. 2009. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-21002009000600014>. Acesso em:27/04/2020.)

10. PROGRAMA NACIONALDE IMUNIZAÇOES E VACINAS.pdf

  • 1.
    SAÚDE COLETIVA PROGRAMA NACIONALDEIMUNIZAÇOES E VACINAS PROF. FELIPE GUTIERRE MOREIRA
  • 2.
    OBJETIVOS • Conhecer oPrograma Nacional de Imunização; • Entender processo de imunização fisiológica do ser humano; • Diferenciar os conceitos de imunização ativa e passiva; • Estudar os componentes existentes dentro das vacinas; • Compreender os efeitos adversos e contraindicações das vacinas.
  • 3.
    INTRODUÇÃO Olá aluno! Neste aulairemos compreender de forma geral como o sistema de imunização brasileiro funciona, e qual a sua importância para a garantia da prevenção de doenças infecciosas que a muitos anos levavam milhares de pessoas ao óbito. Bons estudos!
  • 4.
    1. PROGRAMA NACIONALDE IMUNIZAÇÕES O Programa Nacional de Imunizações (PNI) é um sucesso do Brasil reconhecido no mundo. São mais de 300 milhões de doses anuais distribuídas em vacinas, soros e imunoglobulinas, fatos que contribuíram, por exemplo, com a erradicação da varíola e da poliomielite, além da redução dos casos e mortes derivadas O PNI define os calendários de vacinação considerando a situação epidemiológica, o risco, a vulnerabilidade e as especificidades sociais, com orientações específicas para crianças, adolescentes, adultos, gestantes, idosos e povos indígenas do sarampo, da rubéola, do tétano, da difteria e da coqueluche.
  • 5.
    1. PROGRAMA NACIONALDE IMUNIZAÇÕES Os objetivos do Programa Nacional de Imunizações é de forma geral garantir que os brasileiras sejam imunizadas contras as principais doenças que afetam a população. Veja de forma específica quais são esses objetivos: Vacinas com qualidade para todas as crianças O PNI tem como principal estratégia a vacinação de crianças, pois, a grande maioria das vacinas são administradas durante os primeiros 4 anos de vida, Alcançar cobertura vacinal de 100% A cobertura vacinal é um termo que indica a quantidade de pessoas que foram vacinas quando comparado com o total de pessoas que deviam receber as vacinas. Quando uma campanha de vacinação alcança 100% de cobertura, significa que todo mundo que devia receber aquela vacina, foi vacinado. Reunir informações de todo o país Todas as informações relacionadas a vacinas no brasil são gerenciadas pelo PNI, essas informações permitem identificar se a população tem buscado a vacinação e até mesmo se as mesmas são eficazes após a aplicação.
  • 6.
    1. METAS ANUAISDO PNI O PNI possui algumas metas para serem alcançadas todos os anos, de forma geral, a meta sempre é a erradicação da doença no território brasileiro, veja as principais doenças que o PNI busca erradicar: Sarampo Tétano Neonatal e Acidental Difteria Coqueluche Hepatite B Meningites Febre Amarela Rubéola Caxumba Formas Graves da Tuberculose
  • 7.
    1. METAS ANUAISDO PNI O PNI oferece apoio técnico para a organização mundial de saúde, e é referência mundial em imunização pública. O PNI já auxiliou tecnicamente os países: • Palestina. • Cisjordânia. • Faixa de Gaza. • Suriname. • Angola. • EUA. • México. • Guiana Francesa.
  • 8.
  • 9.
    1. PROCESSO DEIMUNIZAÇÃO Para facilitar o entendimento do processo da imunização, nós iremos estudar as células de defesas através de nomes mais comuns relacionados ao exército. Então conheça agora os cargos: Resposta Específica Patrulhadores (Macrófagos) Soldados (Linfócitos B) General (Linfócitos T) Tropa de Elite (Natural Killers)
  • 10.
    1. PROCESSO DEIMUNIZAÇÃO Após a entrada do microrganismo no corpo humano, uma célula chamada de macrófago ou patrulhador no nosso caso, irá identificar esse ser vivo estranho. O patrulhador tem a função comer os microrganismos que entram no organismo, dessa forma, ele consegue descobrir o código que possibilita entrar dentro do invasor e destruí-lo. Os patrulhadores chamam esse código de antígeno. Enquanto ele descobre o código, o patrulhador também chama o general para acionar sua tropa de soldados. Patrulhadores (Macrófagos)
  • 11.
    1. PROCESSO DEIMUNIZAÇÃO Os patrulhadores percorrem a corrente sanguínea em busca de invasores. Quando encontram , comem para identificar o código, chamado de antígeno. Antígeno No mesmo momento chama os generais, porque é ele que irá coordenar o ataque contra esses microrganismos. General (Linfócitos T)
  • 12.
    1. PROCESSO DEIMUNIZAÇÃO O código, chamado de antígeno, identificado pelo patrulhador é informado ao general e seus soldados. Com esse código eles podem produzir uma munição letal, essa munição é chamada de anticorpo. Entre os soldados, alguns irão ter a responsabilidade de registrar o antígeno na memória do nosso corpo, para que posteriormente, quando o mesmo invasor vier novamente, nós possamos combate-lo rapidamente. Agora consideramos que um indivíduo está imunizado. General (Linfócitos T) Soldados (Linfócitos B)
  • 13.
  • 14.
    Microrganismos infecta nosso corpo A Z H OsLinfócitos identificam o antígeno e iniciam a produção de anticorpos. Imunoglobulina M O Linfócito B armazena as informações do antígeno. Criado imunidade Antígeno: código Anticorpos Imunoglobulina G 1. PROCESSO DE IMUNIZAÇÃO Abaixo podemos identificar um resumo do processo de imunização natural:
  • 15.
  • 16.
    1. IMUNIZAÇÃO ATIVA Aimunização ativa é aquela em que o próprio organismo da pessoa produz anticorpos e células imunes. Isso se dá quando ele entra em contato com alguma substância que lhe é estranha. Uma forma de se contrair uma imunização ativa é adquirindo uma doença infecciosa, e ocorre a produção de anticorpos específicos. Trata-se de uma proteção imunológica natural que se estende por anos, embora haja caso de durar toda a vida. A varicela (catapora) é um ótimo exemplo de imunidade ativa, pois, uma vez que o indivíduo adquire a doença, ele nunca mais desenvolverá a mesma novamente se sua imunidade estiver com funcionamento normal.
  • 17.
    1. IMUNIZAÇÃO ATIVA Aimunidade ativa pode ser desenvolvida de duas formas, naturalmente ou de forma artificial. Veja a baixo a diferença entre ambas formas de imunidade: Imunidade Ativa Natural Como vimos nas páginas anteriores, podemos adquirir imunidade quando adquirimos uma doença, o nosso organismo irá aprender a combater o microrganismo causador da doença e saberemos como destruí-lo na próxima infecção antes mesmo dele causar algum sintoma. Quando adquirimos a imunidade pegando a doença, então desenvolvemos uma imunidade natural. O problema da imunidade natural, é que nem sempre todos os seres humanos irão sobreviver a doença, alguns poderão morrer como é o caso de idosos, doentes crônicos e imunodeficientes.
  • 18.
    1. IMUNIZAÇÃO ATIVA Aimunidade ativa pode ser desenvolvida de duas formas, naturalmente ou de forma artificial. Veja a baixo a diferença entre ambas formas de imunidade: Imunidade Ativa Artificial Pegar a doença não é o único meio de adquirir a imunidade, a muitos séculos atrás o ser humano desenvolveu a imunidade artificial, essa imunidade ocorre através da aplicação do microrganismo de forma intencional dentro do indivíduo para que ele desenvolva a imunidade, porém, esse microrganismo foi alterado e não causará a doença, apenas alguns sintomas como febre, fadiga, e dor. Isso atualmente é realizado através da vacinação, ou seja, dentro da vacina pode haver vírus e bactérias inativos ou atenuados.
  • 19.
    1. IMUNIZAÇÃO PASSIVA Existeainda outra forma de adquirir imunidade além da forma ativa, ou seja, adquirindo a doença ou o microrganismo que causa a doença. O ser humano também pode ser tornar imune a uma patologia através da imunidade passiva. Na imunização passiva, os anticorpos são transferidos à pessoa através de um outro ser humano, assim como por um animal. Sua imunização, entretanto, é mais breve, podendo durar apenas algumas semanas ou então meses. São administrados anticorpos prontos, que irão conferir imunidade imediata após a aplicação. Após algumas semanas a quantidade de anticorpos diminui, perdendo a imunidade.
  • 20.
    1. IMUNIZAÇÃO PASSIVA Aimunidade passiva pode ser adquirida de forma natural ou artificial, vamos compreender a diferença entre elas abaixo: Imunidade Passiva Natural A natural é obtida pela passagem de anticorpos do corpo da mãe para o do feto. Isso pode se dar tanto por meio da placenta, colostro e leite materno. Imunidade Passiva Artificial Na imunidade passiva é administrado no paciente anticorpos prontos produzidos em outro animal ou ser humano que já possuem a imunidade. Na imagem ao lado é possível identificar a produção de um soro para venenos.
  • 21.
    1. TIPOS DEIMUNIZAÇÕES A imunidade passiva pode ser adquirida de forma natural ou artificial, vamos compreender a diferença entre elas abaixo: No esquema ao lado é possível identificar um resumo das imunizações estudas nas páginas anteriores.
  • 22.
  • 23.
    1. AÇÃO DASVACINAS As vacinas estimulam respostas imunológicas protetoras do hospedeiro para combater o patógeno invasor. Ao invadir um organismo, bactérias e vírus atacam as células e se multiplicam, esta invasão é chamada de infecção e é isso que causa a doença. Para proteger nossa saúde, as vacinas precisam estimular o sistema imunológico também chamado de sistema imunitário ou imune a produzir anticorpos, um tipo de proteína, agentes de defesa que atuam contra os micróbios que provocam doenças infecciosas. O nome “vacina” tem origem da palavra “vaca”, ela foi desenvolvida a mais de 500 anos na china. Pedaços de vacas contaminadas com varíola eram secadas no sol, e posteriormente inaladas, dessa forma os indivíduos adquiriam uma forma mais fraca da doença e ficavam imunes. Ao lado você identifica um frasco com a varíola atenuada.
  • 24.
    1. COMPOSIÇÃO DASVACINAS Atualmente as vacinas são encontradas em frascos com diversas substâncias que irão garantir seu funcionamento e segurança. Veja o que há dentro de um frasco de vacina: Microrganismo O microrganismos causador da doença está contido dentro da dose da vacina, porém, ele sofre alterações para que não cause a doença no indivíduo. Dessa forma, é possível encontrar microrganismos inativos, atenuados ou fragmentos: Inativo O microrganismo encontra-se morto dentro do frasco. Atenuado O microrganismo está vivo, porém, enfraquecido. Fragmentos Parte do microrganismo é administrado. Conservantes Substâncias que irão manter a eficácia da vacina por longos períodos para que seja possível chegar até o usuário. Pode ser encontrado antibióticos e estabilizadores. Líquido de suspensão É o líquido onde o microrganismos e os conservantes são diluídos, de forma geral é utilizado água destilada ou soro fisiológico.
  • 25.
    1. CONTROLE DEQUALIDADE DAS VACINAS As vacinas precisam apresentar um nível de segurança muito alto antes de ser distribuída para as populações, por essa razão, existem normas que irão garantir a qualidade dessas medicações. O laboratório que produzem as vacinas devem obedecer as normas padronizadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil somente são usados as vacinas após testes realizados pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde – INCQS do Ministério da Saúde e aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
  • 26.
  • 27.
    1. ASSOCIAÇÃO DASVACINAS As vacinas apesar de estimularem o sistema imune a causarem reações fisiológicas no organismo, podem ser administradas de forma simultânea, ou seja, o paciente pode receber no mesmo dia mais de um tipo de imunizante. Isso é benéfico porque: • Em um único atendimento pode ser administrado mais de um tipo de vacina; • Facilita aa rotina da vacinação. • Reduz o número de contato de pessoas com o serviço; • Imuniza o indivíduo contra maior número de doenças.
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    1. ASSOCIAÇÃO DASVACINAS A associação de vacinas não aumenta o risco de evento adverso, assim como não compromete a resposta imunológica em um indivíduo saudável. Dessa forma, as vacinas podem ser associadas de duas formas: Vacina combinada No mesmo frasco de vacina há diferentes microrganismos que irão promover imunidade contra diferentes doenças, tudo em uma aplicação só. Veja exemplos de vacinas combinadas: Tríplice Viral Tríplice Bacteriana Vacina simultânea Na aplicação simultânea o paciente irá receber vacinas diferentes, porém, com mais de uma aplicação. Exemplo: Um recém-nascido irá receber a vacina BCG na região do deltoide, e a vacina Hepatite B na região vasto lateral da coxa.
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    EFEITOS COLATERAIS ECONTRAINDICAÇÕES DAS VACINAS
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    1. EFEITOS COLATERIAISESPERADOS Alterações fisiológicas são esperadas após a vacinação, geralmente são benignas com evolução limitada. Eles ocorrem porque na vacinação um microrganismos foi administrado para que o organismo realize a produção de anticorpos, através da resposta do sistema imune, causando inflamação no local. Os sintomas esperados são: Febre Fadiga Dor e vermelhidão no local de aplicação
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    1. EFEITOS COLATERIAISESPERADOS Caso ocorra sintomas mais graves e inesperados, são raros, a equipe deve realizar a notificação do evento adverso à Secretaria Municipal de Saúde. As seguintes informações serão coletadas durante o atendimento: • Vacina aplica. • Data. • Dose. • Local de aplicação. • Sintomas apresentados. • Avaliação médica.
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    1. QUANDO ADIARA VACINA A vacina irá estimular o sistema imune a desenvolver a imunidade, porém, em algumas situações a aplica da vacina deverá ser adiada pois pode causar complicações para a saúde do paciente caso ele já esteja doente. Veja quando devemos orientar que o paciente retorno em outra data: Febre axilar maior que 37,5ºC A febre é um sinal de que o corpo está combatente alguma infecção, por isso, não é indicado aplicara vacina. Doenças agudas e febris graves Se o paciente estiver apresentando uma evolução rápida de sintomas, não é indicado administrar a vacina, para que os sinais da doença em desenvolvimento não sejam atribuídos como efeitos adversos das vacinas. É orientado que o indivíduo busque atendimento médico, e retorno depois que realizar o tratamento dos sintomas da doença em evolução.
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    1. QUANDO NÃOADIAR A VACINA Alguns quadros clínicos não necessitam do adiamento da vacina, veja em quais situações o paciente poderá receber o imunizante: Presença de doença respiratória comum ou alérgica no trato respiratório superior Doenças respiratórias que tenha afetado as narinas, faringe ou laringe não são contraindicação para a aplicação da vacina. Mesmo com tosse e rinite (coriza). Diarreia leve ou moderada Desnutrição Uso de antibióticos
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    1. QUANDO NÃOADIAR A VACINA Outras falsas contraindicações: Antecedentes familiar ou presença de doença neurológica estável (convulsão) Prematuridade ou baixo peso ao nascer Internação hospitalar, caso não seja contraindicado
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    1. CONTRAINDICAÇÕES Infelizmente paraalguns pacientes a vacina pode causar problemas graves devido a condição clínica do indivíduo, a vacina é contraindicada para aqueles que possuem: • Alergia à algum componente da vacina. • Gestantes. • Vacinas de bactérias atenuadas ou vírus atenuado. • Imunodeficiência. • Congênita ou adquirida. • Corticoides em doses altas ou prologadas, e/ou terapias imunossupressoras. • Quimioterapia e radioterapia. • Imunodeficiência. • Congênita ou adquirida. • Algumas vacinas como H1N1 verifica-se imunidade atual do paciente. Mas porque o risco de morte se adquirir a doença é maior.
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    2. CALENDÁRIO VACINALDA CRIANÇA ( PARTE 1)
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    2. CALENDÁRIO VACINALDA CRIANÇA( PARTE 2)
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    2. CALENDÁRIO VACINALDA CRIANÇA ( PARTE 3)
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    2. CALENDÁRIO VACINALDO ADOLESCENTE
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    CONCLUSÃO Parabéns por terchegado até aqui! As vacinas são medicações complexas porque atuam diretamente no funcionamento do sistema imune, por essa razão elas são desenvolvidas com base em padrões extremamente rigorosos para que possam apresentar eficácia e também segurança para os usuários. Entre as maiores descobertas da medicina, a vacina é uma das que mais estenderam o tempo de vida humano permitindo que crianças pudessem crescer e se desenvolver sem riscos de doenças, e idosos vivessem mais tempo. Espero que tenha compreendido todo o conteúdo desse material, bons estudos!
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    MATERIAL DE APOIO Vídeo:“EXISTE PERIGO NA VACINA?”(YOUTUBE. EXISTE PERIGO NA VACINA? | Nerdologia) Disponível em:<https://youtu.be/MiIZlSNAu0E>. Acesso em:02/03/2021.) • Link para acesso: https://youtu.be/MiIZlSNAu0E PDF: “Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação” Disponível em:<https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf>. Acesso em:02/03/2021.) • Link para acesso: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf
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    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • BRASIL,Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação/Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis.Brasília: Ministério da Saúde, 2014.Disponivel em:<https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_procedimentos_vacinacao.pdf>.Acessado em 27.04.2020. • BRASIL, Ministério da Saúde. Imunização. Calendário vacinal 2020.Brasília: Ministério da Saúde, 2014.Disponivel em:<https://saude.es.gov.br/Media/sesa/Imuniza%C3%A7%C3%A3o/Calendario%20Nacional%20de%20Vacinacao %20-%202020.pdf>.Acessado em 27.04.2020. • (OLIVEIRA,V.C. et al. “Prática da enfermagem na conservação de vacinas”. ”. Rev. Acta paul. enferm. vol.22 no.6 São Paulo Nov./Dec. 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-21002009000600014>. Acesso em:27/04/2020.)