O documento aborda como o capitalismo sobreviveu a crises, destacando o papel do imperialismo e os ajustes espaço-temporais na acumulação de capital. A análise de David Harvey sugere que a sobreacumulação leva a crises que exigem a expansão geográfica e reorganizações para absorver excedentes de trabalho e capital. O novo imperialismo é caracterizado pela acumulação por espoliação, refletindo a tentativa dos EUA de manter sua hegemonia no capitalismo global diante de ameaças econômicas.