Pyramid Saúde da Mulher

786 visualizações

Publicada em

Apresentação do Projeto Pyramid Saúde da Mulher

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
786
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
11
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Pyramid Saúde da Mulher

  1. 1. Projeto Pyramid Saúde da Mulher Responsabilidade Social Empresarial Projeto Piloto
  2. 2. Projeto Pyramid Saúde da Mulher Partindo do s uc e s s o de s ua mis s ão ins tituc io nal, a Pyramid M edical Systems, c o m o Projeto Pyramid Saúde da M ulher, inaug ura s ua po lític a de re s po ns abilidade s o c ial:  pro mo ç ão da s aúde da mulhe r,  valo rizaç ão do dire ito inte rnac io nal à s aúde , e  aprimo rame nto do s is te ma de s aúde .
  3. 3. Responsabilidade Social  À e xe mplo de c e nte nas de e mpre s as , a Pyramid Me dic al S ys te ms re pas s ará re c urs o s privado s para fins públic o s , de ac o rdo c o m s ua vo c aç ão : vo ltando -s e para pro je to s na áre a de s aúde , e s pe c ific ame nte e m S aúde da Mulhe r.  A Pyramid Me dic al S ys te ms de s e ja fazê -lo de fo rma plane jada , mo nito rada e s is te mátic a , de s e nvo lve ndo o Pro je to PYRAM ID SAÚDE DA M ULHER, a partir de info rmaç õ e s qualific adas , c o m e fic ác ia e e xc e lê nc ia .  A partic ipaç ão das Empre s as nas aç õ e s de c o ntro le do c ânc e r de mama te m pape l fundame ntal no fo rtale c ime nto do c o ntro le s o c ial e na c apac idade de mo bilizaç ão e m to rno de pro je to s de re s po ns abilidade s o c ial, que c o me ç am a faze r parte da ag e nda e mpre s arial. De s s a fo rma c umpre o s e u pape l de núc le o mo bilizado r de parc e rias e m pro l da humanizaç ão da s aúde .
  4. 4. Valores A Pyramid Me dic al S ys te ms de s e ja que e s te s valo re s e s te jam re pre s e ntado s na Po lític a de Re s po ns abilidade S o c ial da e mpre s a :  Valo rizaç ão da s aúde e da qualidade de vida da mulhe r;  Re s pe ito ao s inte re s s e s le g ítimo s do s dife re nte s ag e nte s e nvo lvido s dire ta o u indire tame nte c o m o s e u ne g ó c io ;  Alinhame nto ao s princ ípio s do Pac to Glo bal, inic iativa inte rnac io nal c riada pe la ONU para pro mo ve r a bo a c idadania c o rpo rativa e o de s e nvo lvime nto g lo bal s us te ntáve l e inc lus ivo ;  Alinhame nto ao s parâme tro s té c nic o s para a pro g ramaç ão de aç õ e s de de te c ç ão pre c o c e do c ânc e r da mama , re c o me ndado s pe lo Minis té rio da S aúde , S e c re taria de Ate nç ão à S aúde , Ins tituto Nac io nal de Cânc e r, Co o rde naç ão de Pre ve nç ão e Vig ilânc ia .
  5. 5. Justificativa  O c ânc e r de mama é uma do e nç a que te m c ura , s e de s c o be rto lo g o no iníc io . É o tipo de c ânc e r mais fre qüe nte na mulhe r bras ile ira . Muitas mulhe re s , po ré m , pe rde m um te mpo pre c io s o , po rque tê m me do de pro c urar um mé dic o e faze r e xame s .  É o rie ntaç ão do Minis té rio da S aúde que to da mulhe r c o m 40 ano s o u mais de ve pro c urar um ambulató rio , c e ntro o u po s to de s aúde para re alizar o e xame c línic o das mamas anualme nte . Alé m dis s o , to da mulhe r e ntre 50 e 69 ano s de ve faze r, pe lo me no s , uma mamo g rafia a c ada do is ano s .  Fre nte às limitaç õ e s prátic as para a imple me ntaç ão , junto à po pulaç ão , de e s traté g ias e fe tivas para a pre ve nç ão do c ânc e r de mama , as inte rve nç õ e s , do po nto de vis ta da S aúde Públic a , pas s am a s e r dire c io nadas a s ua de te c ç ão pre c o c e , e à g arantia de re c urs o s diag nó s tic o s ade quado s e tratame nto
  6. 6. Justificativa  Inte rnac io nalme nte , te m -s e o bs e rvado , e m alg uns país e s de s e nvo lvido s , c o mo é o c as o do s Es tado s Unido s , Canadá , Re ino Unido , Ho landa , Dinamarc a e No rue g a , um aume nto da inc idê nc ia do c ânc e r de mama ac o mpanhado de uma re duç ão da mo rtalidade po r e s s e c ânc e r, o que e s tá as s o c iado à de te c ç ão pre c o c e po r me io da intro duç ão da mamo g rafia para ras tre ame nto e à o fe rta de tratame nto ade quado .  Em o utro s país e s , c o mo no c as o do Bras il, o aume nto da inc idê nc ia te m s ido ac o mpanhado do aume nto da mo rtalidade , o que po de s e r atribuído , princ ipalme nte , a um re tardame nto no diag nó s tic o e na ins tituiç ão de te rapê utic a ade quada .
  7. 7. Pyramid e a Saúde da Mulher A PYRAMID MEDICAL S YS TEMS , c o ns ide rando a s ituaç ão atual do c ânc e r de mama no Bras il, c o m o Pro je to PY RAM SAÚDE DA ID M ULHER, pas s a a c o labo rar e fe tivame nte nas e s traté g ias prio ritárias para o s e u c o ntro le :  a pre ve nç ão ,  a de te c ç ão pre c o c e e  o diag nó s tic o do c ânc e r de mama .
  8. 8. Objetivo Geral O Pro je to PY RAM SAÚDE DA M ID ULHER o bje tiva c o ntribuir para a pro mo ç ão da S aúde da Mulhe r e o aprimo rame nto do s is te ma de s aúde :  po r me io da o fe rta , g ratuita e vo luntária , de pro duto s e s e rviç o s de qualidade que pro mo vam a s aúde da mulhe r;  po r me io da fac ilitaç ão de s e u ac e s s o a e quipame nto s de e le vado c o nte údo te c no ló g ic o , aprimo rando o s is te ma de s aúde .
  9. 9. Público alvo e área de abrangęncia O Pro je to PY RAM ID SAÚDE DA MULHER o bje tiva be ne fic iar:  mulhe re s e ntre 40 e 69 ano s ,  re s ide nte s no Es tado de S anta Catarina , e m munic ípio s c o m o s mais baixo s IDH e que não po s s uam mamó g rafo s .
  10. 10. Objetivo específico – Unidade M óvel de Mamografia Digital Re alizar ras tre io e bus c a ativa de pac ie nte s para a de te c ç ão pre c o c e do c ânc e r de mama , c o m a finalidade de diag nó s tic o para tratame nto e m te mpo hábil, e m mulhe re s c o m idade s e ntre 40 e 69 ano s , das c las s e s me no s favo re c idas do s munic ípio s de S anta Catarina , to rnando ac e s s íve l e xame de última g e raç ão po r me io de uma Unidade Mó ve l de Mamo g rafia Dig ital, de ntro de padrõ e s do Co lé g io Bras ile iro de Radio lo g ia .
  11. 11. M global do objetivo específico eta  Ins e rir-s e e m uma abo rdag e m g lo bal que inc lui de s de a c o nvo c ató ria para o e xame mamário até o e nc aminhame nto ao tratame nto quando ne c e s s ário .  Co ntribuir para a re duç ão de mo rte s po r c ânc e r de mama , atravé s da de te c ç ão pre c o c e para a rápida ins tituiç ão do tratame nto , c o m c apac idade de re alizar até 750 e xame s de mamo g rafia po r mê s .  Artic ular c o m a re de de s aúde do Es tado e do s munic ípio s a abs o rç ão das de mandas que o s re s ultado s do s e xame s le vantare m po s te rio rme nte à re alizaç ão das mamo g rafias .
  12. 12. M do Projeto Piloto eta  O pro je to pilo to , c o m o e s c o po de avaliar a implantaç ão do Obje tivo Es pe c ífic o , s e rá de s e nvo lvido no pe río do de 6 me s e s , e m c inc o munic ípio s de S anta Catarina (Timbó Grande , Ce rro Ne g ro , Campo Be lo do S ul, Entre Rio s e Calmo n ), c o m a me ta de c he g ar a o fe re c e r, g ratuita e vo luntariame nte , c e rc a de 1000 e xame s no pe río do .
  13. 13. Metas específicas do Piloto Núme ro Dias / To tal To tal To tal de e xame s / e xame s / Pe río do munic ípi e xame s / munic ípi munic ípi o dia pe río do os o 6 5 5 40 200 1000 munic ípio me s e s s dias e xame s e xame s e xame s
  14. 14. Timbó Grande, 6.492 habitantes Planalto Norte, na microrregião de Canoinhas, a 401km de Florianópolis
  15. 15. Cerro Negro, 4.098 habitantes Planalto Serrano, na microrregião dos Campos de Lages, a 278km de Florianópolis
  16. 16. Campo Belo do Sul, 8.051 habitantes Planalto Serrano, na microrregião dos Campos de Lages, a 254km de Florianópolis
  17. 17. Entre Rios, 2.857 habitantes Meio-Oeste, na microrregião de Xanxerę, a 598km de Florianópolis
  18. 18. Calmon, 3.467 habitantes Oeste, microrregião de Joaçaba, a 433km de Florianópolis
  19. 19. Plano de Ação do Projeto Piloto – Principais Atividades Es te Plano de Aç ão pre vê as atividade s ne c e s s árias a s e re m de s e nvo lvidas pe lo Pro je to Pilo to , bus c ando a c o ns e c uç ão de s uas aç õ e s e s pe c ífic as e da me ta plane jada:  Es tabe le c ime nto de re de de c o labo rado re s , alianç as e parc e rias , para o de s e nvo lvime nto das aç õ e s  Implantaç ão da Unidade Mó ve l de Mamo g rafia Dig ital, c o m c apac idade de o fe rtar e xame s de mamo g rafia  Re alizaç ão do ate ndime nto à po pulaç ão do s munic ípio s e le ito s  Divulg aç ão do s re s ultado s
  20. 20. Estabelecimento de rede de colaboradores, alianças e parcerias, para o desenvolvimento das ações  Bus c ar a c o labo raç ão , c o mo um me io e fic az de re alizar as aç õ e s , junto ao Minis té rio da S aúde , S e c re taria de S aúde do Es tado de S anta Catarina , e pre fe ituras e s e c re tarias de s aúde munic ipais , be m c o mo c o m o s me io s de c o munic aç ão lo c ais .  De s e nvo lve r aç õ e s c o njuntas , e m to rno de o bje tivo s e /o u te mátic as c o muns , o pe rando no s níve is lo c ais e nac io nal, c o m o rg anizaç õ e s da s o c ie dade c ivil, ONGs e as s o c iaç õ e s , partic ularme nte aque las que já atue m c o ntra o c ânc e r de mama , po r e xe mplo a Re de Fe minina de Co mbate ao Cânc e r e m Flo rianó po lis – RFCC.  Ins e rir o Pro je to e m re de s de Re s po ns abilidade S o c ial e S aúde da Mulhe r, para a tro c a de info rmaç õ e s , artic ulaç ão ins tituc io nal e po lític a , e para a imple me ntaç ão de pro je to s c o muns .  Bus c ar o trabalho c o labo rativo e partic ipativo de pro fis s io nais da S aúde (mé dic o s radio lo g is tas , e tc .), e o utro s , já vinc ulado s c o m a Pyramid Me dic al S ys te ms .
  21. 21. Implantação da Unidade Móvel de Mamografia Digital  Aquis iç ão de um auto mó ve l (R$ 180.000,00): Mic ro -ô nibus , furg ão , s e m banc o s e s e m jane las ; Me rc e de s S printe r lo ng a ; Duc ato más te r, te to le vantado  Pre paraç ão da Unidade Mó ve l (R$ 45.000,00): Co ntratar e mpre s a e s pe c ializada e m pre parar unidade s mó ve is ; Plane jame nto das s alas , 3 c o mpartime nto s : pre paraç ão , e xame ; Pre paraç ão da infra -e s trutura : lo c al da ins talaç ão do s e quipame nto s de mamo g rafia , parte e lé tric a , c limatizaç ão do ambie nte / ar-c o ndic io nado , divis ó rias , ve daç ão plumbífe ra , to ldo ; Te mpo de c riaç ão : e ntre 40 e 60 dias , pas s ando po r dive rs o s de partame nto s , de s de a arquite tura do pro je to até o s de talhe s finais , c o mo a de c o raç ão inte rna .  Aquis iç ão de mamó g rafo e impre s s o ra : Adquirir de 1 Mamó g rafo Dig ital (S e le nia ): R$ 800.000,00; Impre s s o ra : R$ 30.000,00  Re g ularizaç ão : Cadas trar a Unidade Mó ve l no Ce ntro Es tadual de Vig ilânc ia e m S aúde (CEVS ) - S e to r de Vig ilânc ia S anitária , e o bs e rvar s uas e xig ê nc ias ; Mé dic o e /o u c línic a e s pe c ializada que dê o laudo ,
  22. 22. Realização do atendimento à população dos municípios eleitos Para c he g ar a re alizar 1000 e xame s de mamo g rafia no pe río do de s e is me s e s , o s ate ndime nto s o c o rre rão e m um e ve nto de mo bilizaç ão s o c ial para o ras tre io do c ânc e r de mama , e m c ada uma das lo c alidade s . Das 08:00 às 18 h , s e rão o fe re c ido s e xame s de última g e raç ão , c o m laudo s pro duzido s ime diatame nte apó s a c o ns ulta . Ao s c as o s po s itivo s , s e rá dada as s is tê nc ia no e nc aminhame nto ao S US . 1 Té c nic o radio lo g is ta , po r pe río do , e s tará à dis po s iç ão da po pulaç ão , para a re alizaç ão das mamo g rafias e m re g ime de plantão . Os ate ndime nto s o c o rre rão po r o rde m de c he g ada , po de ndo s e r ag e ndado s c o m ante c e dê nc ia pe lo S US lo c al. Durante to do o dia o utras atividade s parale las po de rão o c o rre r, c o mo a apre s e ntaç ão de te atro s de rua , a de pe nde r da mo bilizaç ão lo c al. Núme ro mínimo de ate ndime nto s :  Nº de e xame s /dia = 45-50 pac ie nte s dia  Nº de e xame s /munic ípio = 200  Nº de e xame s no pe río do = 1000 Núme ro de pro fis s io nais dire tame nte e nvo lvido s po r lo c alidade :  De 1 a 2 radio lo g is tas .
  23. 23. Divulgação dos resultados Mante ndo a tro c a c o m o s públic o s -alvo , re alizar accountability do s re s ultado s alc anç ado s c o m o Pro je to Pilo to e as c o nc lus õ e s a que s e c he g o u , be m c o mo pre s taç ão de c o ntas e re laç ão c us to -be ne fíc io da inic iativa . A trans parê nc ia , ao lado da c o munic aç ão dire ta c o m o públic o , te m -s e de mo ns trado e xtre mame nte valio s a para que s e o bte nha o apo io do s públic o s que s e que r ating ir. Me io s :  Re lató rio de Atividade s e Re s ultado s  Livre to Pyramid e a Saúde da Mulher – Primeiros Resultados  Pág ina na Inte rne t
  24. 24. Responsáveis Técnicos Paulo Araújo Pre s ide nte paulo @pyramidme dic al.c o m .br Rua Vie ira de Mo rais , 1532 - Campo Be lo , S ão Paulo , S P - 04617-005 Te l. 55 11 50950057 Le ila S o raya Me ne ze s Re s po ns abilidade S o c ial le ila@pyramidme dic al.c o m .br Rua Juvê nc io Co s ta , 120 - Trindade , Flo rianó po lis , S C - 88036-270 Te l. 55 48 30240702
  25. 25. Projeto Pyramid Saúde da Mulher Responsabilidade Social Empresarial http:/www.pyramidmedical.com.b / r/

×