Cont abi l i dade Apl i cada ao Set or                Públ i co                     &            Si st emas Bet ha        ...
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RevendasSom - se m s de 31, que auxi l i am na r et enção e capt ação dos    am    aim s de 3 m l cl i ent es. ai        i...
Em 2011, a Bet ha f oi el ei t a pel o públ i co a m hor em esa                                                     el    ...
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O que você encont r a na Bet ha?
Part i c i paç ão de M ado                      ercAt ual ment e    com m s ai    de     30pr odut os                    v...
Si s t em Im ant ados no P s         as pl            ai   Si st em as:                       Quant i dade:   Bet ha SAPO ...
Cl i ent es                      Criciúma                  TCE                                           Tribunal de Conta...
Ver t i cal Cont ábi lA Bet ha Si st emasÉ compost a por 35 col abor ador es:1 Coor denador1 Ger ent e de pr oj et os8 Ana...
Legi sl ação Bási ca Apl i cada ao Set or                Públ i co
Não podemos i ni ci ar nossa f al a sobr e Cont abi l i dade Apl i cada aoSet or Públ i co sem menci onar o Ar t . 37 da C...
Segundo o Pr of . Dom ngos Poubel de Cast r o:                     i         “ A Adm ni st r ação Públ i ca de ser vi st a...
Legi s l aç ão:   Com ári os :                     entLei 4. 320/ 64    “ Est at ui Nor mas Ger ai s de Di r ei t o Fi nan...
Legi s l aç ão:   Com ári os :                     entLei 101/ 2000 -   “ Est abel ece nor mas de f i nanças públ i casLRF...
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1ª ED  IÇÃO   2ª ED  IÇÃO      3ª ED   IÇÃO              4ª ED  IÇÃO               5ª ED  IÇÃO   MCASP         MCASP      ...
IP SAS 17 – At i vo  Li vro N  orm as         IP SAS 1 – Apr esent ação das                                               ...
Cont abi l i dade Apl i cada ao Set or Públ i co e                  Si st emas Bet ha
Para i ni c i arm o Es t udo da CASP vam i ni c i ar pel o                 os                     osbás i c o da Cont abi ...
Est uda          Ci ênc i a                                      Pont o de                                      Vi st aCon...
A cont abi l i dade é di vi di da em di ver sas r am f i cações, m                                                    i   ...
Repet i m as pergunt as c om enf oque na CASP         os                                  :1 – Qual o c onc ei t o de Cont...
N C T 16. 1 – Conc ei t uaç ão, Obj et o              B A Cont abi l i dade do Set or Públ i co deve apl i car os  P nc í...
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Ter aTer um i móvel       i nt enção de                     com ar um                          pr                     im ó...
N C T 16. 1 – Conc ei t uaç ão, Obj et o                BAl ém de cont r ol ar o P ri m o do Ent e P                      ...
N C T 16. 1 – Cam de Apl i c aç ão                     B               po Segundo o i t em 7 da NBC T SP 16. 1:“O c am de...
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NECESSIDADES DA SOCIEDADE     (Audiências Públicas)            PLANOS DE AÇÕES        ORÇAMENTO PÚBLICO  RECEITA          ...
B i c am e P anej am o Governam al s erve    as     ent   l        ent             ent para que o ent e públ i c o f aç a ...
Legi s l aç ãoA c art a magna Bras i l ei ra, Cons t i t ui ç ão Federal             de 1988, c i t a o s egui nt e:Art . ...
A CF de 88 t eve a c l ara preoc upaç ão de      i ns t i t uc i onal i zar a i nt egraç ão ent re osproc es s os de pl an...
O proc es s o de el aboraç ão do orç am o públ i c o no B                                           ent               ras ...
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ATIVO               ATIVO             PASSIVO                            PASSIVO                               PL         ...
1 – Ativo                                               2 - Passivo1.1- Ativo Circulante                                  ...
1 – Ativo                                               2 - Passivo   1.1- Ativo Circulante                               ...
1 – Ativo                                               2 - Passivo1.1- Ativo Circulante                                  ...
1 – Ativo                                               2 - Passivo1.1- Ativo Circulante                                  ...
1 – Ativo                                               2 - Passivo1.1- Ativo Circulante                                  ...
1 – Ativo                                          2 - Passivo3    – Variações                  Patrimoniais     4    – Va...
1                                 2 - Passivo3    – Variações   Patrimoniais   4    – Variações            Patrimoniais   ...
Demonst r ações Cont ábei s
D ON    EM STRAÇÕES CONTÁBEIS – N C T SP 16. 6                             BB anç o Orç am ári o al           ent         ...
Par a ef et uar a Cont abi l i zação dos At os e Fat os cont ábei s naexecução do or çam  ent o, a Bet ha Si st emas di sp...
Par a o cont r ol e cont ábi l a Bet ha Si st emas t ambém cont a com ossegui nt es si st emas:
c as p. bet ha. c om br                                                   .Bl og l ançado pel a Bet ha Si st em           ...
M ent o debat e. . .   om                     Pat r i ck      da     Si l va                                              ...
Apresentação Cedup CASP 20/09/2012
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  • A Demonstração das Mutações no Patrimônio Líquido deve ser elaborada apenas pelas empresas estatais dependentes e pelos entes que as incorporarem no processo de consolidação das contas.
  • Apresentação Cedup CASP 20/09/2012

    1. 1. Cont abi l i dade Apl i cada ao Set or Públ i co & Si st emas Bet ha Pat r i ck da Si l va Car doso Jonas Scr em n Br ol ese i
    2. 2. Conheça os M ni st r ant es: i Pat r i ck da Si l va Jonas Scr em n i Br ol ese Car doso é: é: Coor denador Ver t i cal Anal i st a de Negóci o -Bachar el Cont ábi l Ci ênci a em da Bachar el CASP ênci as Cont ábei s em CiComput ação; – UNESC;Especi al i zação em m hor i a no el Especi al i zação em Gest ãoPr ocesso de Sof t war e; Públ i ca M uni ci pal ;Tr abal ha na Bet ha Si st emas Pr of essor Uni ver si t ár i o nasdesde 1997; i nst i t ui ções: UNI BAVE, FUCAP e ESUCRI ;At ua na ár ea de CASP desde2000. Tr abal ha na Bet ha desde 2005 na ár ea de CASP.
    3. 3. Conheça um pouco da Bet ha Si st emasA Bet ha Si st emasÉ um i novador a em esa cat ar i nense, at uant e na ár ea públ i ca a prmuni ci pal , est adual e f eder al , desenvol vendo e com ci al i zando ersof t war es há 26 anos.Por t f ól i oConst i t uí do por m s de 30 pr odut os vol t ados especi f i cam ai ent e àgest ão públ i ca em ár eas especi ai s com educação, pl anej am o ent o,cont abi l i dade, t r i but ação, ent r e out r os.Col abor ador esSão m s de 400 col abor ador es, com est r ut ur a que abr ange ci nco aif i l i ai s, di st r i buí das nos est ados de Sant a Cat ar i na, Par aná,Ri o Gr ande do Sul e M nas Ger ai s, nas ci dades de Cr i ci úm i a,
    4. 4. RevendasSom - se m s de 31, que auxi l i am na r et enção e capt ação dos am aim s de 3 m l cl i ent es. ai iCer t i f i cação MPS. BRAdot ando pr át i cas def i ni das por m odel os de qual i dade com aconqui st a do ní vel G dest e m odel o.Compet i t i vi dadeA Bet ha Si st emas se m ant ém f i r me, cont r i bui ndo par a a i novaçãoda gest ão públ i ca, desenvol vendo f er r am ent as cada vez m s aief i cazes par a apoi ar na m hor i a da qual i dade de vi da da elsoci edade br asi l ei r a.
    5. 5. Em 2011, a Bet ha f oi el ei t a pel o públ i co a m hor em esa el prna cat egor i a Sol uções I nt egr adas par a Gover nos, pr em ação ior gani zada pel a ASSESPRO Naci onal .
    6. 6. Um dos val or es da Bet ha Si st emas é a Val or i zação dasPessoas, e em 2011 el a f oi r econheci da por doi s gr andespr êm os: i El ei t a a 52ª m hor em esa de TI e Tel ecom par a el prTr abal har , e o Pr êm o Ser Hum i ano, nas Cat egor i as Gest ão dePessoas e Responsabi l i dade Soci al .E no ano de 2012, pel a segunda vez consecut i va el a est á nor anki ng das m hor es do Gr eat e Pl ace t o W k, dest a vez na el or58ª posi ção, e ai nda ent r ou par a o Gui a Você S/ A dasm hor es el M hor es Em esas par a se el pr Cat egor i as : Gest ão de Tr abal har Pess oas e Respons abi l i dade Soci al
    7. 7. O que você encont r a na Bet ha?
    8. 8. Part i c i paç ão de M ado ercAt ual ment e com m s ai de 30pr odut os vol t adosespeci f i cam ent e à gest ãopúbl i ca, seus si st emas est ãoi m ant ados em pl :17 est ados br asi l ei r os;15, 27 % dos muni cí pi osbr asi l ei r os; At endi ment o75 % dos muni cí pi os Bet hacat ar i nenses; Não - at endi dosSendo 10. 545 si st emasi m ant ados pl em m sai de 850
    9. 9. Si s t em Im ant ados no P s as pl ai Si st em as: Quant i dade: Bet ha SAPO ( Cont abi l i dade) 2. 534 Bet ha Com aspr 1. 326 Bet ha Fol ha 1. 299 Bet ha Pat r i môni o 816 Bet ha Tesour ar i a 686 Bet ha Escol a 601 Bet ha Tr i but os 473 Bet ha Pl anej am ent o 466 Bet ha Fr ot as 389 Bet ha RH 374 Dem s Si st em ai as 1. 490 Tot al : 10. 454
    10. 10. Cl i ent es Criciúma TCE Tribunal de Contas Prefeitura Municipal Do Estado da Bahia de Gramado - RS Pr ef ei t ur a Balneário Muni ci pal Camboriú de Par anavaí Prefeitura Municipal PREFEITURA de Palhoça Prefeitura Municipal MUNICÍPIO de Teresópolis DE LAGES Assembléia Legislativa Mato Grosso Assembleia Legislativa Amazonas Orlândia - SP
    11. 11. Ver t i cal Cont ábi lA Bet ha Si st emasÉ compost a por 35 col abor ador es:1 Coor denador1 Ger ent e de pr oj et os8 Anal i st as de Negóci o15 Desenvol vedor es10 Test erA ver t i cal at ua di r et ament e com a CASP e est á sem e pracom panhando as novas l egi sl ações par a desenvol ver pr odut osr obust os e com a qual i dade r econheci da pel o m cado em que erat ua.
    12. 12. Legi sl ação Bási ca Apl i cada ao Set or Públ i co
    13. 13. Não podemos i ni ci ar nossa f al a sobr e Cont abi l i dade Apl i cada aoSet or Públ i co sem menci onar o Ar t . 37 da CF/ 88: “ Ar t . 37 – A adm ni st r ação i públ i ca di r et a e i ndi r et a de qual quer dos Poder es da Uni ão, dos Est ados, do Di st r i t o Feder al e dos M uni cí pi os obedecer á aos pri nc í pi os de l egal i dade, i mpessoal i dade, m al i dade, or publ i ci dade e ef i ci ênci a” .• Legal i dade – det erm na que a adm ni s t raç ão públ i c a não pode i i agi r c ont ra a l ei ou al ém da l ei , s ó podendo agi r nos es t ri t os l i m t es da l ei . N i ada é perm t i do s om e o que a l ei i ent aut ori za.
    14. 14. Segundo o Pr of . Dom ngos Poubel de Cast r o: i “ A Adm ni st r ação Públ i ca de ser vi st a, i j ur i di cament e, com cont r apont o da o adm ni st r ação pr i vada. Lá t udo é per m t i do, i i som ent e o que a l egi sl ação pr oí be. Na ár ea públ i ca nada é per m t i do, som i ent e o que a l egi sl ação aut or i za. ”
    15. 15. Legi s l aç ão: Com ári os : entLei 4. 320/ 64 “ Est at ui Nor mas Ger ai s de Di r ei t o Fi nancei r o par a el abor ação e cont r ôl e dos or çam ent os e bal anços da Uni ão, dos Est ados, dos M uni cí pi os e do Di st r i t o Feder al . ” O que a l ei t r ás: Tí t ul o I – Da l ei de or çam ent o; Tí t ul o I I – Da pr opost a or çam ent ár i a; Tí t ul o I I I – Da el abor ação da l ei de or çam ent o; Ti t ul o I V – Do exer cí ci o f i nancei r o; Tí t ul o V – Dos cr édi t os adi ci onai s; Tí t ul o VI – Da execução do or çam ent o; Tí t ul o VI I – Dos f undos especi ai s; Tí t ul o VI I I – Do cont r ol e da execução or çam ent ár i a; Tí t ul o I X – Da cont abi l i dade; Tí t ul o X – Das aut ar qui as e out r as
    16. 16. Legi s l aç ão: Com ári os : entLei 101/ 2000 - “ Est abel ece nor mas de f i nanças públ i casLRF vol t adas par a a r esponsabi l i dade na gest ão e dá out r as pr ovi dênci as. ” O que a l ei t r ás: Capí t ul o I – Di sposi ções pr el i m nar es; i Capí t ul o I I – Do pl anej am ent o; Capí t ul o I I I – Da r ecei t a públ i ca; Capí t ul o I V – Da despesa públ i ca; Capí t ul o V – Das t r ansf er ênci as vol unt ár i as; Capí t ul o VI – Da dest i nação de r ecur sos públ i cos par a o set or pr i vado; Capí t ul o VI I – Da dí vi da e do endi vi dam ent o; Capí t ul o VI I I – Da gest ão pat r i m oni al ; Capí t ul o I X – Da t r anspar ênci a, cont r ol e e f i scal i zação; Capí t ul o X – Di sposi ções f i nai s e t r ansi t ór i as.
    17. 17. N ero: úm Em a: entNBC T 16. 1 CONCEI TUAÇÃO, OBJETO E CAMPO DE APLI CAÇÃONBC T 16. 2 PATRI MÔNI O E SI STEMAS CONTÁBEI S PLANEJAM ENTO E SEUS I NSTRUMENTOS SOB O ENFOQUENBC T 16. 3 CONTÁBI LNBC T 16. 4 TRANSAÇÕES NO SETOR PÚBLI CONBC T 16. 5 REGI STRO CONTÁBI LNBC T 16. 6 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEI SNBC T 16. 7 CONSOLI DAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEI SNBC T 16. 8 CONTROLE I NTERNONBC T 16. 9 DEPRECI AÇÃO, AMORTI ZAÇÃO E EXAUSTÃONBC T AVALI AÇÃO E M ENSURAÇÃO DE ATI VOS E PASSI VOS EM16. 10 ENTI DADES DO SETOR PÚBLI CONBC T SI STEM DE I NFORM A AÇÃO DE CUSTOS DO SETOR PÚBLI CO16. 11
    18. 18. 1ª ED IÇÃO 2ª ED IÇÃO 3ª ED IÇÃO 4ª ED IÇÃO 5ª ED IÇÃO MCASP MCASP M CASP M CASP MCASPEl aborada El aborada El aborada El aborada El aborada 2008 2009 2010 2011 2012 Vál i da Vál i da Vál i da 2011 Vál i da Vál i da 2009 2010 2012 2012/2013 VOLUM ES: I – Vol ume P nc i pal ri VOLUM ES: I – Vol ume VOLUM ES: VOLUM ES: Part e 1 – P CO I – Vol um P nc i pal e ri I – P Cont . . Part e 2 – P CP Pri nc i pal P art e 1 – P CO P art e 1 – P CO VOLUM ES: Part e 3 – P CE P art e 2 – P CP Orç am . P art e 2 – P CP P art e 3 – P CEI – M anual II – P Part e 4 – P art e 3 – P CE . PCASP P art e 4 – P art e 4 –da R ei t a Cont . ec P CASP Part e 5 – P CASP P art e 5 –II – P ri m at . DCASP P art e 5 – D CASPManual da III – P C. . Part e 6 – P R & D CASP P art e 6 – P R& P art e 6 – P R & P art e 7 – Ex.D pes a es Es pec . Part e 7 – Ex. P art e 7 – Ex. P rát i c o IV – P CASP Prát i c o P rát i c o P art e 8 – Part e 8 – P art e 8 – D EFP ASP V – D CASP II – Vol um Anexos e DEFP ASP D EFP ASP II – Vol ume II – Vol um Anexos e
    19. 19. IP SAS 17 – At i vo Li vro N orm as IP SAS 1 – Apr esent ação das Im obi l i zado; Dem onst r ações Cont ábei s; IP SAS 18 – I nf or m ações por Int ernac i onai s IP SAS 2 – Dem onst r ação dos Segm ent o; Fl uxos de Cai xa;de Cont abi l i dade IP SAS 3 – Pol í t i cas IP SAS 19 – Pr ovi sões, Passi vos Cont i ngent es e para o Set or Cont ábei s, M udança de At i vos Cont i ngent es; Est i m i va e Ret i f i cação at SAS 20 – Di vul gação Públ i c o – 1419 de Er r o; IP sobr e Par t es Rel aci onadas; IP SAS 4 – Ef ei t os das pági nas Mudanças nas Taxas de IP SAS 21 – Reduç ão ao Val or Recuper ável de At i vo Câm o e Conver são bi Não Ger ador de Cai xa; de Dem onst r ações Cont ábei s“ ht t p: / / www. cf c. IP SAS 5 – Cust os de IP SAS 22 – Di vul gação de I nf or mação Fi nancei r aor g. br / upar q/ i ps Em ést i m IP pr os; SAS 6 – Dem onst r ações sobr e o Set or do Gover no Ger al ; as2010_web. pdf ” Consol i dadas e Separ adas; IP SAS 23 – Recei t a de IP SAS 7 – I nvest i m ent o em Tr ansação sem Col i gada e em Cont r ol ada; Cont r apr est ação IP SAS 8 – I nvest i m ent o em ( Tr i but os e Em eendi m pr ent o Cont r ol ado Tr ansf er ênci as) ; em IP SAS 24 – Apr es ent ação de Conj unt o ( Joi nt Vent ur e) ; I nf or mação Or çam ent ár i a IP SAS 9 – Recei t a de nas Tr ansação com Dem onst r ações Cont ábei s; Cont r apr est ação; IP SAS 25 – Benef í ci os a IP SAS 10 – Cont abi l i dade e Em egados; pr Evi denci ação em Econom a i IP SAS 26 – Reduç ão ao Al t am ent e I nf l aci onár i a; Val or Recuper ável de At i vo IP SAS 11 – Cont r at os de Ger ador de Cai xa; Const r ução; IP SAS 27 – At i vo Bi ol ógi co IP SAS 12 – Est oques; e Pr odut o Agr í col a; IP SAS 13 – Oper ações de IP SAS 28 – I nst r um ent os Ar r endam ent o M cant i l ; er Fi nancei r os: Apr esent ação; IP SAS 14 – Event o IP SAS 29 – I nst r um ent os Subsequent e; Fi nancei r os: IP SAS 16 – Pr opr i edade Reconheci m ent o e par a I nvest i m ent o; M ensur ação;
    20. 20. Cont abi l i dade Apl i cada ao Set or Públ i co e Si st emas Bet ha
    21. 21. Para i ni c i arm o Es t udo da CASP vam i ni c i ar pel o os osbás i c o da Cont abi l i dade Geral .Para voc ê:1 – Qual o c onc ei t o de Cont abi l i dade?2 – Qual o obj et o de es t udos da c ont abi l i dade?3 – Qual o obj et i vo da c ont abi l i dade?4 – Qual o c am de apl i c aç ão da c ont abi l i dade? po
    22. 22. Est uda Ci ênc i a Pont o de Vi st aCont r ol e e PATR ÔN IM IOanál i se El em os ent e OBJETO vari aç ões Ec onôm c o i OBJETI e VO Fi nanc ei ro Gerar Inf orm ões aç
    23. 23. A cont abi l i dade é di vi di da em di ver sas r am f i cações, m i asa cont abi l i dade é a m m par a t odos os r am es a os da ci ênci a,com o pr i nci pi o bási co da Cont abi l i dade que são os or egi st r os cont ábei s at r avés de par t i das dobr adas. Par at odo o Débi t o deve haver um Cr édi t o.
    24. 24. Repet i m as pergunt as c om enf oque na CASP os :1 – Qual o c onc ei t o de Cont abi l i dade Apl i c ada ao Set orPúbl i c o?2 – Qual o obj et o de es t udos da Cont abi l i dade Apl i c adaao Set or públ i c o?3 – Qual o obj et i vo da Cont abi l i dade Apl i c ada ao Set orPúbl i c o?
    25. 25. N C T 16. 1 – Conc ei t uaç ão, Obj et o B A Cont abi l i dade do Set or Públ i co deve apl i car os P nc í pi os de Cont abi l i dade. ri O Obj et i vo da CASP é f ornec er i nf orm ões aç sobr e os r esul t ados al cançados e os aspect os de nat ur eza orç am ári a, ec onôm c a, f i nanc ei ra e f í s i c a do pat ri m o ent i ôni da ent i dade do set or públ i co e suas m ações. ut O Obj et o da CASP é o P ri m o P at ôni úbl i c o.
    26. 26. N C T 16. 1 – Conc ei t uaç ão, Obj et o BE o que é P ri m o m m at ôni es o? PATR ÔN IM IO
    27. 27. Ter aTer um i móvel i nt enção de com ar um pr im óvelFazer um Ter aem ést i m pr o i nt enção de pedi r um em ést i m pr oAdqui r i r uma Ter o di r ei t om ca ar de usar um a m ca arTer a possede um car r o Ter a( ar r endam ent o pr opr i edadef i nancei r o) de um car r o Ter umTer um est oque dedi squet e di squet es
    28. 28. N C T 16. 1 – Conc ei t uaç ão, Obj et o BAl ém de cont r ol ar o P ri m o do Ent e P at ôni úbl i c o a CASP t ambémef et ua o c ont rol e do orç am o ent m c i pal uni at r avés del ançament os cont ábei s especí f i cos nos gr upos de cont as 5 e 6que são do Subs i s t em Orç am ári o. a ent ORÇAMENTO CONTROLA CI ÊNCI A CONTÁBI L CONTROLA
    29. 29. N C T 16. 1 – Cam de Apl i c aç ão B po Segundo o i t em 7 da NBC T SP 16. 1:“O c am de apl i c aç ão da Cont abi l i dade Apl i c ada ao Set or P po úbl i c o abrange t odas as ent i dades do s et or públ i c o. ” O que é ent i dade do s et or públ i c o? São ór gãos, f undos e pessoas j ur í di cas de di r ei t o públ i co ou que, pos s ui ndo pers onal i dade j urí di c a de di rei t o pri vado, rec ebam guardem , , m m em ovi ent , gerenc i em ou apl i quem di nhei ros , bens e val ores públ i c os , na exec uç ão de s uas at i vi dades . Equi par am se, - par a ef ei t o cont ábi l , as pessoas f í si cas que r ecebam subvenção,
    30. 30. Em um ent e públ i co basi cament e as movi ment ações de l ançament oscont ábei s que são ef et uadas dur ant e um exer cí ci o f i nancei r o( 01/ j an at é 31/ dez, segundo a l ei 4. 320/ 64) advém do que f oipl anej ado no or çament o muni ci pal at r avés da i dent i f i cação denecessi dades par a a popul ação, di ant e di sso, par a poder mosf al ar um pouco sobr e os l ançament os cont ábei s e asdemonst r ações cont ábei s t emos que ent ender um pouco do que é oor çament o públ i co e quai s são seus i nst r ument os depl anej ament o. N C T SP 16. 3 – P anej am o e s eus i ns t rum os s ob o B l ent ent enf oque c ont ábi l Fal arem agora s obre a: os
    31. 31. NECESSIDADES DA SOCIEDADE (Audiências Públicas) PLANOS DE AÇÕES ORÇAMENTO PÚBLICO RECEITA DESPESA SECRETARIAS
    32. 32. B i c am e P anej am o Governam al s erve as ent l ent ent para que o ent e públ i c o f aç a um program ão de a açdet erm nados obj et i vos a at i ngi r em um f ut uro ( 4 i anos ) bas eados em pri ori dades t raç adas at ravés da exec uç ão de aç ões pres ent es . P anej am o: l ent o pr ocesso cont i nuo e di nâm co vol t ado à i i dent i f i cação das m hor es al t er nat i vas par a o al cance da el m ssão i nst i t uci onal , i i ncl ui ndo a def i ni ção de obj et i vos, m as, et m os, ei m odol ogi a, et pr azos de execução, cust os e r esponsabi l i dades, m er i al i zados em pl anos hi er ar qui cam at ent e i nt er l i gados. Aval i aç ão de des empenho: a f er r ament a de gest ão ut i l i zada par a a af er i ção de aspect os de econom ci dade, ef i ci ênci a, ef i cáci a i e ef et i vi dade de pr ogr amas e ações execut adas por ent i dades do
    33. 33. Legi s l aç ãoA c art a magna Bras i l ei ra, Cons t i t ui ç ão Federal de 1988, c i t a o s egui nt e:Art . 165. Lei s de Ini c i at i va do Poder Exec ut i vo es t abel ec erão: I – o pl ano pl uri anual ; II – as di ret ri zes orç am ári as ; ent III – os orç am os anuai s . ent
    34. 34. A CF de 88 t eve a c l ara preoc upaç ão de i ns t i t uc i onal i zar a i nt egraç ão ent re osproc es s os de pl anej am o e orç am o ao t ornar ent ent c om s óri a e el aboraç ão dos t rês i ns t rum os pul ent bás i c os para es s e f i m:
    35. 35. O proc es s o de el aboraç ão do orç am o públ i c o no B ent ras i lobedec e a um “c i c l o” i nt egrado ao pl anej am o de aç ões , ent que, de ac ordo c om a Cons t i t ui ç ão Federal de 1988,c ompreende o P ano P uri anual - P A, a Lei de D ret ri zes l l P i Orç am ári as - LD e a Lei Orç am ári a Anual - LOA: ent O ent D s c us s ão e i Aprovaç ão El aboraç ão e do P A P El aboraç ão da Revi s ão do P A P LDO D s c us s ão e i Aval i aç ão Aprovaç ãoda Exec uç ão D s c us s ão e i da LD O Exec uç ão Aprovaç ão Orç am ári a / ent do LOA El aboraç ão da Fi nanc ei ra e Propos t a de LOA Cont rol e
    36. 36. Qual o obj et i vo do P anej am o Governam al ? l ent ent
    37. 37. Par a ef et uar o Pl anej am ent o gover nam ent al baseado nas t r êspeças or çam ent ár i as a Bet ha Si st emas desenvol veu o segui nt esi st ema:O Bet ha Pl anej ament o é o i nst r ument o de pl anej am ent oest r at égi co das ações de gover no, cont em ando, ger al m pl ent e, umper í odo de quat r o anos. Por ser um docum ent o de pl anej am ent ode m édi o pr azo, del e r esul t am as Lei s de Di r et r i zesOr çam ent ár i as e as Lei s Or çam ent ár i as Anuai s. O Bet haPl anej am ent o f oi desenvol vi do par a at ender a necessi dade depl anej am ent o e de acom panham ent o dest as ações de gover no. Val eobser var que o m esm t am o bém est á t ot al m ent e adapt ado às novassi t uações das Por t ar i as I nt er m ni st er i ai s 42/ 99, i 163/ 01 e
    38. 38. Agor a vam os vol t ar ao i ni ci oe r ef l et i r :  Qual o Obj et i vo da cont abi l i dade? “ O obj et i vo pr i nci pal da Cont abi l i dade é de ger ar i nf or mações út ei s par a os seus usuár i os. ” Li vr o: Teor i a da Cont abi l i dade, Edi t or a At l as.
    39. 39. Sistema Contábil Conceito Atos e fatos da gestão do patrimônio público, com o objetivo de orientar e suprir o processo de decisão, a prestação de contas e a instrumentalização do controle social
    40. 40. Subsistemas
    41. 41. Os Subsi st em as de i nf or mações subsi di am assegui nt es i nf or mações
    42. 42. Onde a CASP r egi st r a asi nf or mações?  No Pl ano de Cont as Apl i cado ao Set or Públ PCASP O i co est abel ece concei t os bási cos, r egr as par a r egi st r o dos at os e f at os e est r ut ur a cont ábi l padr oni zada, de m odo a at ender a t odos os ent es da Feder ação e aos dem sai usuár i os da i nf or mação cont ábi l , per m t i ndo a ger ação de base de dados i consi st ent e par a com l ação de est at í st i cas e f i nanças pi públ iest r ut ur a bási ca da escr i t ur ação cont ábi l , f or m É a cas. ada por um conj unt o de cont as pr evi am ent e est abel eci do, que per m t e obt er i as i nf or mações necessár i as à el abor ação de r el at ór i os ger enci ai s e dem onst r ações cont ábei s conf or m e as car act er í st i cas ger ai s da ent i dade, possi bi l i t ando a padr oni zação de pr ocedi m ent os cont ábei s.
    43. 43. ATIVO ATIVO PASSIVO PASSIVO PL PL Variações Patrimoniais Variações Patrimoniais Variações Patrimoniais Diminutivas AumentativasControles da Aprovação do Orçamentários Controles Controles da Execução doPlanejamento e Orçamento Planejamento e Orçamento Atos Potenciais Administração Financeira Dívida Ativa Controles Devedores Controles Credores Riscos Fiscais Custos Outros Controles
    44. 44. 1 – Ativo 2 - Passivo1.1- Ativo Circulante 2.1 – Passivo Circulante1.2 – Ativo Não Circulante 2.2 – Passivo Não Circulante 2.3 - Patrimônio Líquido3 – Variação Patrimonial Diminutiva 4 – Variação Patrimonial Aumentativa3.1 - Pessoal e Encargos 4.1 – Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria3.2 – Benefícios Previdenciários e Assistenciais 4.2 - Contribuições... ...3.9 – Outras Variações Patrimoniais Diminutivas Credor 4.9 – Outras Variações Patrimoniais Aumentativas5 Devedor – Controles da Aprovação Planejamento e Orçamento do 6 – Controles da Execução Planejamento e Orçamento do5.1 – Planejamento Aprovado 6.1 – Execução do Planejamento5.2 – Orçamento Aprovado 6.2 – Execução do Orçamento5.3 – Inscrição de Restos a Pagar 6.3 – Execução de Restos a Pagar7 – Controles Devedores 8 – Controles Credores7.1 – Atos Potenciais 8.1 – Execução dos Atos Potenciais7.2 – Administração Financeira 8.2 – Execução da Administração Financeira7.3 – Dívida Ativa 8.3 – Execução da Dívida Ativa7.4 – Riscos Fiscais 8.4 – Execução dos Riscos Fiscais7.8 – Custos 8.8 – Apuração de Custos7.9 – Outros Controles 8.9 – Outros Controles
    45. 45. 1 – Ativo 2 - Passivo 1.1- Ativo Circulante 2.1 – Passivo Circulante Composição46 1.2 – Ativo Não Circulante 2.2 – Passivo Não Circulante Contas Patrimoniais 2.3 - Patrimônio Líquido Patrimonial 3 – Variação Patrimonial Diminutiva 4 – Variação Patrimonial Aumentativa Resultado 3.1 - Pessoal e Encargos 4.1 – Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria 3.2 – Benefícios Previdenciários e Assistenciais 4.2 - Contribuições ... Contas de Resultado ... Patrimonial 3.9 – Outras Variações Patrimoniais Diminutivas 4.9 – Outras Variações Patrimoniais Aumentativas 5 – Controles da Aprovação do 6 – Controles da Execução do Planejamento e Orçamento Planejamento e Orçamento 5.1 – Planejamento Aprovado 6.1 – Execução do Planejamento 5.2 – Orçamento Aprovado 6.2 – Execução do Orçamento 5.3 – Inscrição de Restos a Pagar 6.3 – Execução de Restos a Pagar Contas Orçamentárias Orçamentária 7 – Controles Devedores 8 – Controles Credores 7.1 – Atos Potenciais 8.1 – Execução dos Atos Potenciais 7.2 – Administração Financeira 8.2 – Execução da Administração Financeira 7.3 7.4 – – Dívida Ativa Riscos Fiscais 8.3 8.4 – – Execução da Dívida Ativa Execução dos Riscos Fiscais Atos Potenciais 7.8 – Custos 8.8 – Apuração de Custos Controle 7.9 Contas de Controle – Outros Controles 8.9 – Outros Controles Custo s
    46. 46. 1 – Ativo 2 - Passivo1.1- Ativo Circulante 2.1 – Passivo Circulante1.2 – Ativo Não Circulante 2.2 – Passivo Não Circulante 2.3 - Patrimônio Líquido3 – Variação Patrimonial Diminutiva 4 – Variação Patrimonial Aumentativa3.1 - Pessoal e Encargos 4.1 – Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria3.2 – Benefícios Previdenciários e Assistenciais 4.2 - Contribuições... ...3.9 – Outras Variações Patrimoniais Diminutivas 4.9 – Outras Variações Patrimoniais Aumentativas5 – Controles da Aprovação do 6 – Controles da Execução do Planejamento e Orçamento Planejamento e Orçamento5.1 – Planejamento Aprovado 6.1 – Execução do Planejamento5.2 – Orçamento Aprovado 1º LANÇAMENTO - HORIZONTAL5.3 – Inscrição de Restos a Pagar 6.2 – Execução do Orçamento 6.3 – Execução de Restos a Pagar7 – Controles Devedores 8 – Controles Credores7.1 – Atos Potenciais 8.1 – Execução dos Atos Potenciais7.27.3 – – Dívida Ativa 1º LANÇAMENTO - HORIZONTAL Administração Financeira 8.2 8.3 – – Execução da Administração Financeira Execução da Dívida Ativa7.4 – Riscos Fiscais 8.4 – Execução dos Riscos Fiscais7.8 – Custos 8.8 – Apuração de Custos7.9 – Outros Controles 8.9 – Outros Controles
    47. 47. 1 – Ativo 2 - Passivo1.1- Ativo Circulante 2.1 – Passivo Circulante1.2 – Ativo Não Circulante 2.2 – Passivo Não Circulante 2.3 - Patrimônio Líquido3 – Variação Patrimonial Diminutiva 4 – Variação Patrimonial Aumentativa3.1 - Pessoal e Encargos 4.1 – Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria3.2 – Benefícios Previdenciários e Assistenciais 4.2 - Contribuições... ...3.9 – Outras Variações Patrimoniais Diminutivas 4.9 – Outras Variações Patrimoniais Aumentativas5 – Controles da Aprovação do 6 – Controles da Execução do Planejamento e Orçamento Planejamento e Orçamento5.1 – Planejamento Aprovado 6.1 – Execução do Planejamento5.2 – Orçamento Aprovado5.3 – Inscrição de Restos a Pagar DEMAIS LANÇAMENTOS - VERTICAL 6.2 – Execução do Orçamento 6.3 – Execução de Restos a Pagar7 – Controles Devedores 8 – Controles Credores7.1 – Atos Potenciais 8.1 – Execução dos Atos Potenciais7.2 – Administração Financeira 8.2 – Execução da Administração Financeira7.3 – Dívida Ativa DEMAIS LANÇAMENTOS - VERTICAL 8.3 – Execução da Dívida Ativa7.4 – Riscos Fiscais 8.4 – Execução dos Riscos Fiscais7.8 – Custos 8.8 – Apuração de Custos7.9 – Outros Controles 8.9 – Outros Controles
    48. 48. 1 – Ativo 2 - Passivo1.1- Ativo Circulante 2.1 – Passivo Circulante1.2 – Ativo Não Circulante 2.2 – Passivo Não Circulante Contabilidade Patrimonial /Regime LíquidoCompetência 2.3 - Patrimônio de3 – Variação Patrimonial Diminutiva 4 – Variação Patrimonial Aumentativa3.1 - Pessoal e Encargos 4.1 – Impostos, Taxas e Contribuições de Melhoria3.2 – Benefícios Previdenciários e Assistenciais 4.2 - Contribuições... ...3.9 – Outras Variações Patrimoniais Diminutivas 4.9 – Outras Variações Patrimoniais Aumentativas5 – Controles da Aprovação do 6 – Controles da Execução do Planejamento e Orçamento Planejamento e Orçamento5.1 – Planejamento Aprovado 6.1 – Execução do Planejamento Contabilidade Orçamentária / Regime “misto”5.2 – Orçamento Aprovado5.3 – Inscrição de Restos a Pagar 6.2 – Execução do Orçamento 6.3 – Execução de Restos a Pagar7 – Controles Devedores 8 – Controles Credores7.1 – Atos Potenciais 8.1 – Execução dos Atos Potenciais7.2 – Administração Financeira 8.2 – Execução da Administração Financeira7.3 – Dívida Ativa 8.3 – Execução da Dívida Ativa7.4 – Riscos Fiscais 8.4 – Execução dos Riscos Fiscais7.8 – Custos 8.8 – Apuração de Custos7.9 – Outros Controles 8.9 – Outros Controles
    49. 49. 1 – Ativo 2 - Passivo3 – Variações Patrimoniais 4 – Variações Patrimoniais Diminutivas Aumentativas5. Controles da Aprovação do 6. Controles da Execução do Planejamento e Orçamento Planejamento e Orçamento5.1 Planejamento Aprovado 6.1 Execução do Planejamento5.2 Orçamento Aprovado 6.2 Execução do Orçamento 5.2.1 Previsão da Receita D 6.2.1 Execução da Receita C Previsão Inicial da Receita Orçamentária Receita Orçamentária a Realizar7 – Controles Devedores 8 – Controles Credores
    50. 50. 1 2 - Passivo3 – Variações Patrimoniais 4 – Variações Patrimoniais Diminutivas Aumentativas5 6. Controles da Execução do Planejamento e Orçamento 6.1 Execução do Planejamento 6.2 Execução do Orçamento D 6.2.2 Execução da Despesa C Crédito Orçamentário Disponível7 – Controles Devedores 8 – Controles Credores
    51. 51. Demonst r ações Cont ábei s
    52. 52. D ON EM STRAÇÕES CONTÁBEIS – N C T SP 16. 6 BB anç o Orç am ári o al ent B anç o Fi nanc ei ro al B anç o P ri m al al at oni D ons t raç ão das em Vari aç ões P ri m ai s at oni D ON EM STRAÇÕES OB IGATÓR R IASD ons t raç ão do Fl uxo em D ons t raç ão da M aç ão em ut de Cai xa do P ri m o Lí qui do – at ôni Empres as Es t at ai s
    53. 53. Par a ef et uar a Cont abi l i zação dos At os e Fat os cont ábei s naexecução do or çam ent o, a Bet ha Si st emas di spõe de um si st emacham ado Bet ha Cont ábi l :O Bet ha Cont ábi l pr opor ci ona um a gest ão uni f i cada dopl anej am ent o e da execução cont ábi l - f i nancei r a m uni ci pal ,di spondo de um sér i e de r ecur sos e r el at ór i os par a que a aadm ni st r ação at enda pl enam i ent e suas obr i gações l egai s com oTr i bunal de Cont as e com a soci edade.O si st em a f aci l i t a o cont r ol e e o acom panham ent o dasmovi m ent ações f i nancei r as e pat r i m oni ai s dos ór gãosmuni ci pai s, gar ant i ndo  o equi l í br i o or çam ent ár i o daadm ni st r ação. iDe f áci l oper aci onal i zação, o Bet ha Cont ábi l moder ni za e
    54. 54. Par a o cont r ol e cont ábi l a Bet ha Si st emas t ambém cont a com ossegui nt es si st emas:
    55. 55. c as p. bet ha. c om br .Bl og l ançado pel a Bet ha Si st em as em m o de 2012 par a ait r oca de i nf or m ações sobr e di ver sos assunt os que envol vema Cont abi l i dade Apl i cada ao Set or Públ i co, com o:Pl a n o d e Co n t a s A l i c a d o a o Se t o r Pú b l i c o ( PCA p SP)N r ma s d e Co n t a b i l i d a d e A l i c a d a s a o Se t o r Pú b l i c o o pN t í c i a s d e e v e n t o s oEn t r e v i s t a s c o m c o nv i d a d o s e p r o f i s s i o na i s q ue sed e s t a c a m na á r e aEn t r e o u t r a s i n f o r ma ç õ e s s o b r e o a s s u n t o .Obj et i vo P nc i pal : riCom c as p. bet ha. c om br par t i l har e Di scut i r o conheci m . ent o adqui r i do comcl i ent es, cont ador es, est udant es e dem s i nt er essados na ai
    56. 56. M ent o debat e. . . om Pat r i ck da Si l va Jonas Scr em n Br ol ese i Car doso Anal i st a de Negóci o – Coor denador Ver t i cal CASP Cont ábi l ver t i cal . cont abi l @ h bet pat r i ck. car doso@ ha. bet a. com br . com br . f acebook. com j onas. br o / o www. bet ha. com b f acebook. com pt kcar dos / . l ese @ ol ese JBr @ r i cksc pat r M t o obr i gado! uiFont es:M ket i ng, Bet ha Si st em ar asVer t i cal Cont ábi l , Bet ha Si st em asApr esent ações Secr et ár i a do Tesour o Naci onal . Di sponí v el em:ht t p: / / www. st n. f azenda. gov. br / cont abi l i dade_gover nament al / t r ei nament os_event os_ccont . asp

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