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RESUMO NÃO TÉCNICO

VALORIZ AÇ ÃO E QUALIFIC AÇ ÃO AMBIENTAL E TERRITORIAL
DOS ESPAÇOS CLASSIFIC ADOS DO CONCELHO DE MATOSINHOS
F O R M ATO V E R D E
M AT O S I N H O S VA L O R I Z A

AR

MATOSINHOS, 2013

• matosinhos valoriza! •
VALORIZAÇ ÃO E QUALIFIC AÇ ÃO AMBIENTAL E TERRITORIAL
DOS ESPAÇOS CLASSIFIC ADOS DO CONCELHO DE MATOSINHOS

COMPONENTE AR

IrRADIARE, Science for evolution®, Lda.

Equipa Técnica
Marcos António Nogueira (Direção de projeto)
Elsa Ferreira Nunes (Gestão de projeto)
Rui Pedro Henriques
Flávia Duarte
Mónica Rogério
Ana Sofia Martins
Inês Silva
Nuno Dias

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F O R M ATO V E R D E
M AT O S I N H O S VA L O R I Z A

AR

C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S

1.

2. 3. 4.

ENQUADRAMENTO

ÍNDICE

MATRIZ E CARTA DA
QUALIDADE DO AR

MATRIZ DE GEE E PLANO
DE AÇÃO PARA
A SUSTENTABILIDADE
ENERGÉTICA

NOTA FINAL

F O R M ATO V E R D E
M AT O S I N H O S VA L O R I Z A

AR

ENQUADRAMENTO /
7

1.
ENQUADRAMENTO

O Observatório da Qualidade do Ar tem por objetivo analisar a qualidade do ar e os
riscos ambientais associados à poluição atmosférica, no concelho de Matosinhos,
através da avaliação continuada de dois índices, designadamente, o índice local
de risco de incidência aguda e o índice local de risco de exposição prolongada,
fornecendo a distribuição territorial e temporal de ambos os índices. O índice local
de risco de incidência aguda permite verificar e localizar a ocorrência de incidentes
de exposição à concentração elevada de espécies químicas poluentes ou partículas
na atmosfera, mesmo que durante um período limitado de tempo. Através do índice
local de risco de exposição prolongada, identificam-se áreas sujeitas à exposição
prolongada de concentrações, mesmo que moderadas, de poluentes atmosféricos.

O projeto Observatório da Qualidade do Ar do Município de Matosinhos integra
também a execução da matriz energética do concelho de Matosinhos e o
desenvolvimento do Plano de Ação para a Energia Sustentável (PAES).

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M AT O S I N H O S VA L O R I Z A

AR

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9

2.
MATRIZ E CARTA DA
QUALIDADE DO AR

A elaboração da matriz da qualidade do ar incluiu uma exaustiva recolha e análise
de informação. A diversidade da informação recolhida requereu a consulta de
entidades de referência distintas, exemplificativamente o Eurostat, a Agência
Europeia do Ambiente, a Agência Internacional de Energia, a Direção-Geral de
Mobilidade e Transportes da Comissão Europeia, a Direção-Geral de Energia da
Comissão Europeia, e organismos nacionais relevantes como a Câmara Municipal
de Matosinhos, o Instituto Geográfico Português, a Estradas de Portugal, a Agência
Portuguesa do Ambiente e o Instituto Nacional de Estatística.

A informação de caracterização do território constituiu um requisito essencial para
a parametrização de modelos de qualidade do ar e análise de exposição a poluentes
atmosféricos. Neste sentido, foi efetuado o modelo digital de terreno do concelho
de Matosinhos e analisada cartografia de utilização do solo (rede viária, parque
edificado, entre outros). Procedeu-se ainda à identificação de equipamentos e
áreas sensíveis à contaminação atmosférica, como equipamentos de saúde e de
educação, entre outros.

A identificação e caracterização das fontes relevantes de emissões de poluentes,
situadas no concelho, teve como base informação socioeconómica, características

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10

11

do território, condições climatéricas e dados de trafego rodoviário, bem como

Devido ao elevado volume de informação relativa ao tráfego médio horário e ao

informação complementar disponibilizada por fontes de referência. Foram ainda

tráfego médio diário, para as principais rodovias do município foi necessário definir

realizadas medições in loco, de modo a completar toda a informação recolhida.

dois cenários típicos: cenário de inverno e cenário de verão. A definição do cenário

Ao nível da obtenção de resultados e da execução da Matriz da Qualidade do Ar,

típico de inverno teve como base o perfil de tráfego típico de janeiro e a definição

foram analisadas as fontes de emissões de poluentes relevantes na qualidade do ar

do cenário típico de verão teve como base o perfil de tráfego típico de julho.

do concelho e respetivos impactes.
Os elementos resultantes do estudo efetuado encontram-se acessíveis através de
A identificação e caracterização das fontes fixas relevantes de emissões de

uma interface específica em formato Web, que suporta o sistema de gestão da

poluentes, situadas no concelho, teve com base a informação anteriormente

qualidade do ar. Essa interface permite a visualização georreferenciada da carta e

referida. Foram obtidos dados de caracterização de fontes fixas localizadas no

da matriz. As evoluções temporais são disponibilizadas por cartografia dinâmica –

município de Matosinhos, nomeadamente, as empresas GALP ENERGIA, SGPS S.A.,

animação gráfica – e grafismos convencionais.

Indaqua Matosinhos - Gestão de Águas de Matosinhos, S. A. e EFACEC AMBIENTE,
S.A., em que foram verificadas as emissões de diversos poluentes.

A interface inclui funcionalidades de facilitação do acesso e de dinamização do uso
da carta, da matriz e das funções específicas do sistema de gestão da qualidade do

Relativamente à caracterização das fontes móveis no concelho de Matosinhos, esta

ar. Entre as primeiras destaca-se a possibilidade de analisar a qualidade do ar com

teve como base a informação de tráfego disponibilizada pela Estradas de Portugal

elevada resolução local: rua a rua ou em “estações virtuais” – para todo o período

e pelo Instituto de Infraestruturas Rodoviárias (INIR). A informação recolhida foi

temporal tomado como referência. Entre as segundas – funções específicas

relativa ao tráfego médio horário e ao tráfego médio diário para as principais

do sistema de gestão da qualidade do ar – destacam-se o sistema de receção

rodovias do município.

de reclamações, o sistema de acompanhamento e de suporte à gestão dessas

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13

reclamações e respetivo tratamento, o sistema de apoio à gestão de medições no
terreno e de pós-processamento e análise dos respetivos dados e, por último, o
sistema de suporte a previsões de curto prazo e a simulações.

Figura 1 - Página inicial plataforma de comunicação do observatório da qualidade do ar “HOME” –
mapa de Matosinhos.

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Figura 2 - Página da plataforma de comunicação do observatório da qualidade do ar “ESTAÇÕES VIRTUAIS”.

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3.
MATRIZ DE GEE E
PLANO DE AÇÃO PARA
A SUSTENTABILIDADE
ENERGÉTICA

Com a execução da matriz energética do concelho de Matosinhos pretendeu-se
caracterizar os consumos energéticos locais e as respetivas tendências evolutivas.

Os cenários de evolução da procura energética apresentados foram calculados
através de um modelo matemático que toma por base as projeções disponibilizadas
por organizações internacionais e organismos públicos responsáveis por
planeamento e estudo prospetivo. A título exemplificativo do trabalho
desenvolvido, apresentam-se alguns dos principais resultados obtidos.

No âmbito da execução da matriz energética do concelho de Matosinhos foram
ilustrados os consumos de energia por vetor energético para os anos 2010, 2020 e
2030. Os consumos de energia distribuem-se pelos seguintes vetores energéticos:
eletricidade, gás natural, butano, propano, gasolina e gás auto, gasóleo rodoviário,
gasóleos coloridos (gasóleo colorido e gasóleo colorido para aquecimento) e
outros combustíveis de utilização maioritariamente industrial (fuelóleo, petróleo
e coque de petróleo).

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16

17

Consumo de Energia por Fonte Energética

Consumo Total de Energia por Setor de Atividade
(GWh/ano)

1.600

1.600
2030

(GWh/ano)

2030

0

2020

2030

2010

2030

2020

2010

2030

2020

2010
2030

2020

2010

2020

200

2030

2010

2030

2020

2010

2020

600
400

2030

2010

2030

2020

2010

200

2020

2010

400

2030

600

2020

800
2010

2020

1.000

2030

2010

2010

2030

800

1.200
2020

1.000

1.400

2020

1.200

2010

1.400

0
Eletricidade

Gás Natural

Butano

Propano

Gasolina e
Gás Auto

Gasóleo
Rosoviário

Gasóleos
Coloridos

Outros

Figura 3 - Consumo de Energia por Vetor Energético (anos 2010, 2020 e 2030).

Setor
Doméstico

Indústria

Agricultura
e Pescas

Serviços

Transportes

Figura 4 - Consumo de Energia Elétrica por Setor de Atividade (anos 2010, 2020 e 2030).

Foram também determinados os consumos de energia por setor de atividade para
os anos 2010, 2020 e 2030, considerando-se os principais setores consumidores.

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Comparação de indicadores de
Matosinhos com Portugal Continental
Intensidade Energética por Setor de Atividade

De forma a avaliar o potencial de melhoria da eficiência energética e de redução de
emissões de CO2, relativamente a Portugal continental, foram utilizados indicadores de
benchmarking. Estes indicadores complementam a informação fornecida pela matriz para

(MWh/M€)

2.000

a identificação dos setores prioritários ao nível da melhoria da sustentabilidade energética.

1.800
1.600

Apresenta-se de seguida uma breve análise comparativa do desempenho

1.400

energético de Matosinhos com o resto do país.

1.200
Tabela 1 - Comparação dos principais indicadores energéticos de Matosinhos com Portugal
Continental, 2010.

1.000
800

CONCELHO DE
MATOSINHOS

PORTUGAL
CONTINENTAL

Intensidade Energética [MWh/M€]

1.591

1.008

Consumo de Energia por Habitante [MWh/
hab]

23

16

Consumo Total de Energia Elétrica no S.
Doméstico por Habitante [MWh/hab]

1,6

1,4

Consumo Total de Energia Elétrica do S.
Doméstico por Alojamento [MWh/aloj]

3,4

2,5

Consumo Gás Natural no S. Doméstico por
Habitante [kWh/hab]

575

347

600
400
200
0
1995

2000

2005

2010

2015

2020

2025

Intensidade Energética Industrial (MWh/M€/ano)
Intensidade Energética Solar de Serviços (MWh/M€/ano)
Intensidade Energética do Setor de Transportes (MWh/M€/ano)
Figura 5 - Intensidade Energética por Setor de Atividade.

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2030

2035

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EMISSÕES /
21

20

Emissões
CONCELHO DE
MATOSINHOS
Intensidade Energética dos Serviços [MWh/M€]

PORTUGAL
CONTINENTAL

572

223

A matriz de emissões de CO2 constituiu o principal resultado do inventário de
referência de emissões, ao quantificar as emissões de CO2 resultantes do consumo
de energia ocorrido na área geográfica do concelho de Matosinhos e ao identificar

Consumo Total de Energia nos Serviços por
Trabalhador [MWh/trab]

29

17

Custos da Energia Elétrica Consumida nos
Serviços por Custo do Trabalho [%]

8,0

8,3

Consumo de Gás Natural nos Serviços por
VAB Terciário [MWh/M€]

86

30

Intensidade Energética Industrial [MWh/M€]

1.885

1.251

Consumo Total de Energia na Indústria por
Trabalhador [MWh/trab]

105

57

Custos da Energia Elétrica na Indústria por
Custo do Trabalho [%]

24

22

Intensidade Energética dos Transportes
Rodoviários [MWh/M€]

409

428

as principais fontes destas emissões.

Emissões de CO2 por Setor de Atividade
(tCO2e/ano)

250.000

2020

2030

2020

2010

2030

2020

2010

2030

2030

2010

300.000

2020

350.000

2010

400.000

200.000

50.000

2030

2010

100.000

2020

150.000

0

Consumo de Energia em Transportes
Rodoviários por Habitante [MWh/hab]

6,0

Consumo Energético em Iluminação Pública
por Receitas do Município [MWh/k€]

0,8

C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S

6,7
Setor
Doméstico

0,8

Indústria

Agricultura
e Pescas

Serviços

Transportes

Figura 6 - Emissões de CO2 por Setor de Atividade (anos 2010, 2020 e 2030).

F O R M ATO V E R D E
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EMISSÕES /

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23

Implementação de medidas de
sustentabilidade energética
Emissões de CO2 Resultantes do Consumo
de Energia por Fonte Energética

Apresenta-se de seguida um excerto das estimativas da redução de consumo de energia
conseguida com a implementação de algumas medidas de sustentabilidade energética
propostas no Plano de Ação para a Energia Sustentável do Município de Matosinhos.

(tCO2e/ano)

No total das medidas a implementar a redução de consumos é cerca de 21,2%.

2010

2010

2020

300

2020

Tabela 2 - Estimativa da redução de consumo de energia conseguida com implementação
das medidas de sustentabilidade energética.
2030

400

2010

500

2020

2030

600

2030

2020

2010

2030

2020

2010

2030

2020

2010

2030

2020

2010

2030

2020

22.731

0,70

27.180

0,84

155.033

4,76

84.668

2,60

Melhoria da oferta e da rede de
transportes

2010

Iluminação eficiente (lâmpadas de baixo
consumo e balastros)

Veículos elétricos

2030

REDUÇÃO DE
CONSUMOS [%]

Veículos eficientes, acessórios eficientes e
renovação de frotas

100

REDUÇÃO DE
CONSUMOS
[MWH/ANO]

Certificação de edifícios

200

52.917

1,63

MEDIDAS DE SUSTENTABILIDADE
ENERGÉTICA

0
Eletricidade

Gás Natural

Butano

Propano

Gasolina e
Gás Auto

Gasóleo
Rosoviário

Gasóleos
Coloridos

Outros

Figura 7 - Emissões de CO2 por Vetor Energético Consumido (anos 2010, 2020 e 2030).

C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S

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24

25

MEDIDAS DE SUSTENTABILIDADE
ENERGÉTICA

REDUÇÃO DE
CONSUMOS
[MWH/ANO]

REDUÇÃO DE
CONSUMOS [%]

Energia Solar

130.666

4,02

Bombas de calor

11.167

0,34

As medidas de sustentabilidade incluídas no PAES de Matosinhos abrangem todos

Biodiesel

23.798

0,73

os principais setores de atividade, sendo fundamental o envolvimento dos cidadãos,

Gestão de água

13.867

0,43

Renovação de equipamentos domésticos

35.376

1,09

Sensibilização, educação e prémios para a
eficiência energética

13.776

0,42

Aumento da pedonalidade e do uso de
bicicleta

48.250

1,48

Otimização da mobilidade profissional e
pendular

13.403

0,41

C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S

O Plano de Ação para a Energia Sustentável do Município de Matosinhos inclui um
conjunto de medidas de sustentabilidade energética que deverão ser implementadas
para o cumprimento das metas de redução de 20% das emissões de CO2, até 2020.

agentes locais, empresariais, sociais e institucionais do município para o cumprimento
das metas de sustentabilidade propostas.

F O R M ATO V E R D E
M AT O S I N H O S VA L O R I Z A

AR

N O TA F I N A L /
27

4.
NOTA FINAL

O Observatório da Qualidade do Ar fornece os instrumentos de análise que permitem
determinar causas de exposição prolongada ou de incidentes de concentração
excessiva, simular alterações das condições de exposição decorrentes de alterações
nas atividades económicas e na mobilidade no território abrangido e identificar
perfis individuais de exposição para análise detalhada.

O Plano de Ação para a Energia Sustentável concretiza o compromisso assumido
pelo concelho de Matosinhos aquando da adesão ao Pacto de Autarcas europeus
de redução de pelo menos 20% de emissões de CO2.

Utilizando como ponto de partida a Matriz Energética e, em especial, a sua
dimensão prospetiva, foram identificadas áreas onde se torna necessário intervir
prioritariamente e foram definidas as ações a integrar no PAES.

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Matosinhos Valoriza - ar

  • 1. osinho at s• •m AR • • va a! loriz • ar • RESUMO NÃO TÉCNICO VALORIZ AÇ ÃO E QUALIFIC AÇ ÃO AMBIENTAL E TERRITORIAL DOS ESPAÇOS CLASSIFIC ADOS DO CONCELHO DE MATOSINHOS F O R M ATO V E R D E
  • 2. M AT O S I N H O S VA L O R I Z A AR MATOSINHOS, 2013 • matosinhos valoriza! • VALORIZAÇ ÃO E QUALIFIC AÇ ÃO AMBIENTAL E TERRITORIAL DOS ESPAÇOS CLASSIFIC ADOS DO CONCELHO DE MATOSINHOS COMPONENTE AR IrRADIARE, Science for evolution®, Lda. Equipa Técnica Marcos António Nogueira (Direção de projeto) Elsa Ferreira Nunes (Gestão de projeto) Rui Pedro Henriques Flávia Duarte Mónica Rogério Ana Sofia Martins Inês Silva Nuno Dias C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S F O R M ATO V E R D E
  • 3. M AT O S I N H O S VA L O R I Z A AR C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S 1. 2. 3. 4. ENQUADRAMENTO ÍNDICE MATRIZ E CARTA DA QUALIDADE DO AR MATRIZ DE GEE E PLANO DE AÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA NOTA FINAL F O R M ATO V E R D E
  • 4. M AT O S I N H O S VA L O R I Z A AR ENQUADRAMENTO / 7 1. ENQUADRAMENTO O Observatório da Qualidade do Ar tem por objetivo analisar a qualidade do ar e os riscos ambientais associados à poluição atmosférica, no concelho de Matosinhos, através da avaliação continuada de dois índices, designadamente, o índice local de risco de incidência aguda e o índice local de risco de exposição prolongada, fornecendo a distribuição territorial e temporal de ambos os índices. O índice local de risco de incidência aguda permite verificar e localizar a ocorrência de incidentes de exposição à concentração elevada de espécies químicas poluentes ou partículas na atmosfera, mesmo que durante um período limitado de tempo. Através do índice local de risco de exposição prolongada, identificam-se áreas sujeitas à exposição prolongada de concentrações, mesmo que moderadas, de poluentes atmosféricos. O projeto Observatório da Qualidade do Ar do Município de Matosinhos integra também a execução da matriz energética do concelho de Matosinhos e o desenvolvimento do Plano de Ação para a Energia Sustentável (PAES). C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S F O R M ATO V E R D E
  • 5. M AT O S I N H O S VA L O R I Z A AR M AT R I Z E C A R TA DA Q U A L I DA D E D O A R / 9 2. MATRIZ E CARTA DA QUALIDADE DO AR A elaboração da matriz da qualidade do ar incluiu uma exaustiva recolha e análise de informação. A diversidade da informação recolhida requereu a consulta de entidades de referência distintas, exemplificativamente o Eurostat, a Agência Europeia do Ambiente, a Agência Internacional de Energia, a Direção-Geral de Mobilidade e Transportes da Comissão Europeia, a Direção-Geral de Energia da Comissão Europeia, e organismos nacionais relevantes como a Câmara Municipal de Matosinhos, o Instituto Geográfico Português, a Estradas de Portugal, a Agência Portuguesa do Ambiente e o Instituto Nacional de Estatística. A informação de caracterização do território constituiu um requisito essencial para a parametrização de modelos de qualidade do ar e análise de exposição a poluentes atmosféricos. Neste sentido, foi efetuado o modelo digital de terreno do concelho de Matosinhos e analisada cartografia de utilização do solo (rede viária, parque edificado, entre outros). Procedeu-se ainda à identificação de equipamentos e áreas sensíveis à contaminação atmosférica, como equipamentos de saúde e de educação, entre outros. A identificação e caracterização das fontes relevantes de emissões de poluentes, situadas no concelho, teve como base informação socioeconómica, características C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S F O R M ATO V E R D E
  • 6. M AT R I Z E C A R TA DA Q U A L I DA D E D O A R / M AT O S I N H O S VA L O R I Z A AR M AT R I Z E C A R TA DA Q U A L I DA D E D O A R / 10 11 do território, condições climatéricas e dados de trafego rodoviário, bem como Devido ao elevado volume de informação relativa ao tráfego médio horário e ao informação complementar disponibilizada por fontes de referência. Foram ainda tráfego médio diário, para as principais rodovias do município foi necessário definir realizadas medições in loco, de modo a completar toda a informação recolhida. dois cenários típicos: cenário de inverno e cenário de verão. A definição do cenário Ao nível da obtenção de resultados e da execução da Matriz da Qualidade do Ar, típico de inverno teve como base o perfil de tráfego típico de janeiro e a definição foram analisadas as fontes de emissões de poluentes relevantes na qualidade do ar do cenário típico de verão teve como base o perfil de tráfego típico de julho. do concelho e respetivos impactes. Os elementos resultantes do estudo efetuado encontram-se acessíveis através de A identificação e caracterização das fontes fixas relevantes de emissões de uma interface específica em formato Web, que suporta o sistema de gestão da poluentes, situadas no concelho, teve com base a informação anteriormente qualidade do ar. Essa interface permite a visualização georreferenciada da carta e referida. Foram obtidos dados de caracterização de fontes fixas localizadas no da matriz. As evoluções temporais são disponibilizadas por cartografia dinâmica – município de Matosinhos, nomeadamente, as empresas GALP ENERGIA, SGPS S.A., animação gráfica – e grafismos convencionais. Indaqua Matosinhos - Gestão de Águas de Matosinhos, S. A. e EFACEC AMBIENTE, S.A., em que foram verificadas as emissões de diversos poluentes. A interface inclui funcionalidades de facilitação do acesso e de dinamização do uso da carta, da matriz e das funções específicas do sistema de gestão da qualidade do Relativamente à caracterização das fontes móveis no concelho de Matosinhos, esta ar. Entre as primeiras destaca-se a possibilidade de analisar a qualidade do ar com teve como base a informação de tráfego disponibilizada pela Estradas de Portugal elevada resolução local: rua a rua ou em “estações virtuais” – para todo o período e pelo Instituto de Infraestruturas Rodoviárias (INIR). A informação recolhida foi temporal tomado como referência. Entre as segundas – funções específicas relativa ao tráfego médio horário e ao tráfego médio diário para as principais do sistema de gestão da qualidade do ar – destacam-se o sistema de receção rodovias do município. de reclamações, o sistema de acompanhamento e de suporte à gestão dessas C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S F O R M ATO V E R D E
  • 7. M AT R I Z E C A R TA DA Q U A L I DA D E D O A R / M AT O S I N H O S VA L O R I Z A AR M AT R I Z E C A R TA DA Q U A L I DA D E D O A R / 12 13 reclamações e respetivo tratamento, o sistema de apoio à gestão de medições no terreno e de pós-processamento e análise dos respetivos dados e, por último, o sistema de suporte a previsões de curto prazo e a simulações. Figura 1 - Página inicial plataforma de comunicação do observatório da qualidade do ar “HOME” – mapa de Matosinhos. C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S Figura 2 - Página da plataforma de comunicação do observatório da qualidade do ar “ESTAÇÕES VIRTUAIS”. F O R M ATO V E R D E
  • 8. M AT O S I N H O S VA L O R I Z A AR M AT R I Z D E G E E E P L A N O D E AÇ ÃO PA R A A S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / 15 3. MATRIZ DE GEE E PLANO DE AÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA Com a execução da matriz energética do concelho de Matosinhos pretendeu-se caracterizar os consumos energéticos locais e as respetivas tendências evolutivas. Os cenários de evolução da procura energética apresentados foram calculados através de um modelo matemático que toma por base as projeções disponibilizadas por organizações internacionais e organismos públicos responsáveis por planeamento e estudo prospetivo. A título exemplificativo do trabalho desenvolvido, apresentam-se alguns dos principais resultados obtidos. No âmbito da execução da matriz energética do concelho de Matosinhos foram ilustrados os consumos de energia por vetor energético para os anos 2010, 2020 e 2030. Os consumos de energia distribuem-se pelos seguintes vetores energéticos: eletricidade, gás natural, butano, propano, gasolina e gás auto, gasóleo rodoviário, gasóleos coloridos (gasóleo colorido e gasóleo colorido para aquecimento) e outros combustíveis de utilização maioritariamente industrial (fuelóleo, petróleo e coque de petróleo). C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S F O R M ATO V E R D E
  • 9. M AT R I Z D E G E E E P L A N O D E AÇ ÃO PA R A A S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / M AT O S I N H O S VA L O R I Z A AR M AT R I Z D E G E E E P L A N O D E AÇ ÃO PA R A A S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / 16 17 Consumo de Energia por Fonte Energética Consumo Total de Energia por Setor de Atividade (GWh/ano) 1.600 1.600 2030 (GWh/ano) 2030 0 2020 2030 2010 2030 2020 2010 2030 2020 2010 2030 2020 2010 2020 200 2030 2010 2030 2020 2010 2020 600 400 2030 2010 2030 2020 2010 200 2020 2010 400 2030 600 2020 800 2010 2020 1.000 2030 2010 2010 2030 800 1.200 2020 1.000 1.400 2020 1.200 2010 1.400 0 Eletricidade Gás Natural Butano Propano Gasolina e Gás Auto Gasóleo Rosoviário Gasóleos Coloridos Outros Figura 3 - Consumo de Energia por Vetor Energético (anos 2010, 2020 e 2030). Setor Doméstico Indústria Agricultura e Pescas Serviços Transportes Figura 4 - Consumo de Energia Elétrica por Setor de Atividade (anos 2010, 2020 e 2030). Foram também determinados os consumos de energia por setor de atividade para os anos 2010, 2020 e 2030, considerando-se os principais setores consumidores. C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S F O R M ATO V E R D E
  • 10. M AT R I Z D E G E E E P L A N O D E AÇ ÃO PA R A A S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / M AT O S I N H O S VA L O R I Z A AR 18 M AT R I Z D E G E E E P L A N O D E AÇ ÃO PA R A A S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / C O M PA R AÇ ÃO D E I N D I C A D O R E S D E M ATO S I N H O S C O M P O R T U G A L C O N T I N E N TA L / 19 Comparação de indicadores de Matosinhos com Portugal Continental Intensidade Energética por Setor de Atividade De forma a avaliar o potencial de melhoria da eficiência energética e de redução de emissões de CO2, relativamente a Portugal continental, foram utilizados indicadores de benchmarking. Estes indicadores complementam a informação fornecida pela matriz para (MWh/M€) 2.000 a identificação dos setores prioritários ao nível da melhoria da sustentabilidade energética. 1.800 1.600 Apresenta-se de seguida uma breve análise comparativa do desempenho 1.400 energético de Matosinhos com o resto do país. 1.200 Tabela 1 - Comparação dos principais indicadores energéticos de Matosinhos com Portugal Continental, 2010. 1.000 800 CONCELHO DE MATOSINHOS PORTUGAL CONTINENTAL Intensidade Energética [MWh/M€] 1.591 1.008 Consumo de Energia por Habitante [MWh/ hab] 23 16 Consumo Total de Energia Elétrica no S. Doméstico por Habitante [MWh/hab] 1,6 1,4 Consumo Total de Energia Elétrica do S. Doméstico por Alojamento [MWh/aloj] 3,4 2,5 Consumo Gás Natural no S. Doméstico por Habitante [kWh/hab] 575 347 600 400 200 0 1995 2000 2005 2010 2015 2020 2025 Intensidade Energética Industrial (MWh/M€/ano) Intensidade Energética Solar de Serviços (MWh/M€/ano) Intensidade Energética do Setor de Transportes (MWh/M€/ano) Figura 5 - Intensidade Energética por Setor de Atividade. C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S 2030 2035 F O R M ATO V E R D E
  • 11. M AT R I Z D E G E E E P L A N O D E AÇ ÃO PA R A A S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / C O M PA R AÇ ÃO D E I N D I C A D O R E S D E M ATO S I N H O S C O M P O R T U G A L C O N T I N E N TA L / M AT O S I N H O S VA L O R I Z A AR M AT R I Z D E G E E E P L A N O D E AÇ ÃO PA R A A S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / EMISSÕES / 21 20 Emissões CONCELHO DE MATOSINHOS Intensidade Energética dos Serviços [MWh/M€] PORTUGAL CONTINENTAL 572 223 A matriz de emissões de CO2 constituiu o principal resultado do inventário de referência de emissões, ao quantificar as emissões de CO2 resultantes do consumo de energia ocorrido na área geográfica do concelho de Matosinhos e ao identificar Consumo Total de Energia nos Serviços por Trabalhador [MWh/trab] 29 17 Custos da Energia Elétrica Consumida nos Serviços por Custo do Trabalho [%] 8,0 8,3 Consumo de Gás Natural nos Serviços por VAB Terciário [MWh/M€] 86 30 Intensidade Energética Industrial [MWh/M€] 1.885 1.251 Consumo Total de Energia na Indústria por Trabalhador [MWh/trab] 105 57 Custos da Energia Elétrica na Indústria por Custo do Trabalho [%] 24 22 Intensidade Energética dos Transportes Rodoviários [MWh/M€] 409 428 as principais fontes destas emissões. Emissões de CO2 por Setor de Atividade (tCO2e/ano) 250.000 2020 2030 2020 2010 2030 2020 2010 2030 2030 2010 300.000 2020 350.000 2010 400.000 200.000 50.000 2030 2010 100.000 2020 150.000 0 Consumo de Energia em Transportes Rodoviários por Habitante [MWh/hab] 6,0 Consumo Energético em Iluminação Pública por Receitas do Município [MWh/k€] 0,8 C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S 6,7 Setor Doméstico 0,8 Indústria Agricultura e Pescas Serviços Transportes Figura 6 - Emissões de CO2 por Setor de Atividade (anos 2010, 2020 e 2030). F O R M ATO V E R D E
  • 12. M AT R I Z D E G E E E P L A N O D E AÇ ÃO PA R A A S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / EMISSÕES / M AT O S I N H O S VA L O R I Z A AR 22 M AT R I Z D E G E E E P L A N O D E AÇ ÃO PA R A A S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / I M P L E M E N TAÇ ÃO D E M E D I DA S D E S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / 23 Implementação de medidas de sustentabilidade energética Emissões de CO2 Resultantes do Consumo de Energia por Fonte Energética Apresenta-se de seguida um excerto das estimativas da redução de consumo de energia conseguida com a implementação de algumas medidas de sustentabilidade energética propostas no Plano de Ação para a Energia Sustentável do Município de Matosinhos. (tCO2e/ano) No total das medidas a implementar a redução de consumos é cerca de 21,2%. 2010 2010 2020 300 2020 Tabela 2 - Estimativa da redução de consumo de energia conseguida com implementação das medidas de sustentabilidade energética. 2030 400 2010 500 2020 2030 600 2030 2020 2010 2030 2020 2010 2030 2020 2010 2030 2020 2010 2030 2020 22.731 0,70 27.180 0,84 155.033 4,76 84.668 2,60 Melhoria da oferta e da rede de transportes 2010 Iluminação eficiente (lâmpadas de baixo consumo e balastros) Veículos elétricos 2030 REDUÇÃO DE CONSUMOS [%] Veículos eficientes, acessórios eficientes e renovação de frotas 100 REDUÇÃO DE CONSUMOS [MWH/ANO] Certificação de edifícios 200 52.917 1,63 MEDIDAS DE SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA 0 Eletricidade Gás Natural Butano Propano Gasolina e Gás Auto Gasóleo Rosoviário Gasóleos Coloridos Outros Figura 7 - Emissões de CO2 por Vetor Energético Consumido (anos 2010, 2020 e 2030). C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S F O R M ATO V E R D E
  • 13. M AT R I Z D E G E E E P L A N O D E AÇ ÃO PA R A A S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / I M P L E M E N TAÇ ÃO D E M E D I DA S D E S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / M AT O S I N H O S VA L O R I Z A AR M AT R I Z D E G E E E P L A N O D E AÇ ÃO PA R A A S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / I M P L E M E N TAÇ ÃO D E M E D I DA S D E S U S T E N TA B I L I DA D E E N E R G É T I C A / 24 25 MEDIDAS DE SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA REDUÇÃO DE CONSUMOS [MWH/ANO] REDUÇÃO DE CONSUMOS [%] Energia Solar 130.666 4,02 Bombas de calor 11.167 0,34 As medidas de sustentabilidade incluídas no PAES de Matosinhos abrangem todos Biodiesel 23.798 0,73 os principais setores de atividade, sendo fundamental o envolvimento dos cidadãos, Gestão de água 13.867 0,43 Renovação de equipamentos domésticos 35.376 1,09 Sensibilização, educação e prémios para a eficiência energética 13.776 0,42 Aumento da pedonalidade e do uso de bicicleta 48.250 1,48 Otimização da mobilidade profissional e pendular 13.403 0,41 C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S O Plano de Ação para a Energia Sustentável do Município de Matosinhos inclui um conjunto de medidas de sustentabilidade energética que deverão ser implementadas para o cumprimento das metas de redução de 20% das emissões de CO2, até 2020. agentes locais, empresariais, sociais e institucionais do município para o cumprimento das metas de sustentabilidade propostas. F O R M ATO V E R D E
  • 14. M AT O S I N H O S VA L O R I Z A AR N O TA F I N A L / 27 4. NOTA FINAL O Observatório da Qualidade do Ar fornece os instrumentos de análise que permitem determinar causas de exposição prolongada ou de incidentes de concentração excessiva, simular alterações das condições de exposição decorrentes de alterações nas atividades económicas e na mobilidade no território abrangido e identificar perfis individuais de exposição para análise detalhada. O Plano de Ação para a Energia Sustentável concretiza o compromisso assumido pelo concelho de Matosinhos aquando da adesão ao Pacto de Autarcas europeus de redução de pelo menos 20% de emissões de CO2. Utilizando como ponto de partida a Matriz Energética e, em especial, a sua dimensão prospetiva, foram identificadas áreas onde se torna necessário intervir prioritariamente e foram definidas as ações a integrar no PAES. C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S F O R M ATO V E R D E
  • 15. M AT O S I N H O S VA L O R I Z A • matosinhos valoriza! • Cofinanciamento C Â M A R A M U N I C I PA L D E M ATO S I N H O S