Temas para Mestrado - 2011/2013   1. BIODIVERSIDADE E EVOLUÇÃOMicromorfologia das Plantas Tóxicas de Portugal ContinentalÁ...
Camellia japonica e C. sasanqua nos jardins históricos portuguesesÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientado...
Flora de altitude do Parque Natural da Serra da Estrela: o complexoAira/CorynephorusÁrea de Investigação: Biodiversidade e...
Cenococcum geophilum em ambiente extremo: tolerância nova ou inata?Área de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientad...
Porquê escolher um sexo quando se pode ter os dois? Efeito da posição da flor na especializaçãosexualÁrea de Investigação:...
2. ECOLOGIA DAS INVASÕES E INTERACÇÕES BIÓTICASAnálise de Risco de Plantas Exóticas e Invasoras de PortugalÁrea de investi...
Gestão de Plantas Invasoras no Jardim Botânico da Universidade de CoimbraÁrea de investigação: Ecologia das Invasões e Int...
Biologia reprodutiva dos cogumelos Amanita phalloides e A. muscariaÁrea de Investigação: Ecologia das Invasões e Interacçõ...
3. ECOFISIOLOGIAAnálise da Dendroecologia e propriedades dos vasos dos arbustos Mediterrânicos comoferramenta em decisões ...
4. ECOLOGIA E SOCIEDADEDivulgação de Ciência no Banco de Sementes do Jardim Botânico da Universidade de CoimbraÁrea de inv...
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Temas de mestrado - CEF

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Temas de mestrado - CEF

  1. 1. Temas para Mestrado - 2011/2013 1. BIODIVERSIDADE E EVOLUÇÃOMicromorfologia das Plantas Tóxicas de Portugal ContinentalÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: António Xavier Pereira Coutinho & Augusto Manuel Ferreira DinisBreve Descrição: O objectivo deste trabalho é estudar, com recurso a microscopia óptica de campo claro e amicroscopia electrónica de varrimento, bem como a tratamentos estatísticos adequados, a micromorfologia(pólen, sementes, epidermes foliares e carpológicas) de um número significativo das plantas vasculares tóxicasexistentes em Portugal Continental.Palinotaxonomia do género Orobanche L. (Orobanchaceae) na Bacia do MediterrâneoÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: António Xavier Pereira Coutinho & Augusto Manuel Ferreira DinisBreve Descrição: Neste trabalho pretende-se estudar (com recurso a microscopia óptica de campo claro e amicroscopia electrónica de varrimento, bem como a uma análise estatística adequada) a morfologia polínica deum número significativo de espécies de Orobanche, contribuindo, assim, para um melhor conhecimento daTaxonomia e da Filogenia deste importante género de plantas parasitas, que inclui diversas pragas de cultivosagrícolas.Estudos Florísticos e de Educação Ambiental em Parques e Jardins de PortugalContinentalÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: António Xavier Pereira CoutinhoBreve Descrição: Os objectivos deste trabalho são: 1) realizar o inventário florístico exaustivo dos VegetaisVasculares de Parques e Jardins relevantes, do ponto de vista da biodiversidade, de Portugal Continental; 2)incrementar o seu valor natural mediante a elaboração de percursos das suas plantas notáveis. Durante esteestudo serão utilizadas, entre outras, técnicas modernas de georreferenciação e de aferição de vegetais.Certificação FlorestalÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: António Xavier Pereira CoutinhoBreve Descrição: O comércio internacional solicita, cada vez mais, a necessidade da utilização de madeiracertificada, sendo indispensável a definição de áreas de conservação e de protecção. Abrem-se, assim, novasoportunidades de emprego para biólogos com conhecimentos no campo da Biodiversidade Vegetal. Emcolaboração com uma empresa nacional prestigiada da área do abastecimento de madeiras, pretende-se dotar osmestrandos de conhecimentos aprofundados sobre o tema em causa, numa especialidade de investigação emque o trabalho de campo e a educação ambiental dos produtores serão fundamentais
  2. 2. Camellia japonica e C. sasanqua nos jardins históricos portuguesesÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: Fátima Sales & Eduarda PazBreve Descrição: Projecto que tem como objectivo a avaliação do património históricoligado ao cultivo de camélias ornamentais em Portugal. Um dos pólos de cultivo decamélia em Portugal é Sintra; outro abrange o norte do país. Este património égeneticamente muito rico e envolve vários cultivares criados em Portugal ao longo demais de um século. Urge fazer uma base de dados das espécies e plantas existentes, doseu estado de conservação e potencial para biotecnologia. Este projecto é um primeiropasso para outros mais vastos que envolvem a determinação do parentesco entre as árvores existentes emPortugal (DNA) e a história do cultivo da camélia no país. A segunda orientadora é especialista em conservaçãode jardins históricos e paisagem.Flora do Geopark Arouca (UNESCO): percurso pedestre interpretadoÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: Fátima Sales & Eduarda PazBreve Descrição: Projecto que tem como objectivo a avaliação da vegetação deuma área seleccionada do Geopak Arouca e o desenvolvimento de percursospedestres focados em temas florísticos. O Geopark está integrado na redeinternacional de geoparques. É uma zona muito vasta que possui 3 áreasclassificadas Rede Natura 2000: parte do rio Paiva, Serra da Freita e Arade e umaparte da serra de Montemuro. Possui semelhanças florísticas com o Parque Naturalda Serra da Estrela (PNSE) as quais serão investigadas neste projecto. A orientadora principal tem projectos noPNSE e a segunda orientadora é especialista em conservação de jardins históricos e paisagens.Atlas da flora portuguesaÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: Fátima Sales & Paula CastroBreve Descrição: Projecto-piloto para o mapeamento da flora portuguesa. O primeiropasso é trabalhar a informação existente em Herbários. Foi escolhida a famíliaPoaceae porque está totalmente informatizada no Herbário de Coimbra, cada espécieassociada a uma imagem, e não está ainda tratada na Flora iberica (uma mais valiacientífica para este projecto). Será necessária a familiarização com softwareSPECIFY e SIG. Pretende-se (i) o estabelecimento de metodologia para odesenvolvimento de um projecto à escala nacional; (ii)o desenvolvimento de mapaspara as espécies de Poaceae do Herbário COI; e (iii) disponibilizar a informação em (ii) no site de COI. Asegunda orientadora é especialista em SIG aplicado à ecologia.
  3. 3. Flora de altitude do Parque Natural da Serra da Estrela: o complexoAira/CorynephorusÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: Fátima Sales & João LoureiroBreve Descrição: Projecto que tem como objectivo estudar as relações evolutivas dentrodos 5 géneros de gramíneas que constituem o complexo Aira/Corynephorus que existenos prados húmidos, lagoachos (reserva biogenética) e zonas áridas de altitude doPNSE. Implicações do ponto de vista de conservação.Colecções biológicas: o desenvolvimento de uma base de dados internacional históricaonlineÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: Fátima SalesBreve Descrição: Projecto que tem como objectivo desenvolver uma base de dadosem SPECIFY dos colectores do Herbário Histórico de Moritz Willkomm, bem comoda sua escrita e tipo de etiquetas e disponibilizar a informação de uma forma visualno site do Herbário COI. O Herbário de Willkomm é de importância fundamentalpara a investigação da flora da Península Ibérica e para a elaboração da Flora iberica, projecto que está sediadoQuanto "pesa" um genoma? Exploração das relações entre o tamanho do genoma e a tolerânciaaos solos serpentínicos em pares co-genéricos de plantas vascularesÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: João Loureiro & Susana GonçalvesBreve Descrição: Projecto com o objectivo de, por citometria de fluxo, avaliar diferenças no tamanho dogenoma entre espécies vegetais tolerantes a solos serpentínicos e pares co-genéricos não tolerantes àqueles solose, assim, testar a teoria nucleotípica (adaptativa) da evolução do tamanho do genoma.Variação do tamanho do genoma do fungo Cenococcum geophilumÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: Susana Gonçalves & João LoureiroBreve Descrição: Projecto com o objectivo de, por citometria de fluxo, estimar o tamanho do genoma e a suavariação em populações de C. geophilum. Este projecto constitui o primeiro passo no processo de sequenciaçãocompleta do genoma desta espécie no âmbito do projecto de investigação CENECOGEN (IR: Ludo Muller;Freie Universität Berlin).
  4. 4. Cenococcum geophilum em ambiente extremo: tolerância nova ou inata?Área de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: Susana Gonçalves & Helena FreitasBreve Descrição: Simulação in vitro de uma experiência de transplante recíproco com populações do fungoectomicorrízico C. geophilum provenientes de solos serpentínicos/solos não serpentínicos de modo a testar ahipótese de evolução adaptativa desta espécie àquele ambiente extremo. Este projecto insere-se no âmbito doprojecto de investigação CENECOGEN (IR: Ludo Muller; Freie Universität Berlin).Evolução do tamanho do genoma do género Alyssum na Península IbéricaÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: João Loureiro & Teresa GonçalvesBreve Descrição: Projecto com o objectivo de avaliar a contribuição do tamanho do genoma na evolução etaxonomia das várias espécies de Alyssum que ocorrem na Península Ibérica.Diferentes entre iguais: diversidade genética do cogumelo Amanita muscariaÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: Susana Gonçalves & António PortugalBreve Descrição: De acordo com dados moleculares recentes, Amanita muscaria não é afinal apenas umaespécie, mas várias! Este projecto tem como objectivo detectar a presença de espécies crípticas deste cogumeloem Portugal por sequenciação da região ITS (Internal Transcribed Spacer, que fornece um “código de barras”único para cada espécie fúngica). Pretende-se também estudar a relação entre tipos ITS e hospedeirospreferenciais (e.g. Pinus vs. Quercus).Cogumelos na cidade: a biodiversidade à nossa volta e (quase sempre) escondidaÁrea de Investigação: Biodiversidade e Evolução/Ecologia e SociedadeOrientadores: Susana Gonçalves & M. Teresa GonçalvesBreve descrição: Em parceria com a plataforma Biodiversity4all (http://www.biodiversity4all.org/), esteprojecto tem como objectivo criar uma base de dados geo-referenciada dos macrofungos na área urbana deCoimbra, contribuindo para o conhecimento do número de espécies existentes, sua distribuição, abundância efenologia. Insere-se no âmbito de uma proposta para a criação de um "Observatório dos Cogumelos” a nívelnacional (IR: Susana Gonçalves, CFE).Estudo da flora da Reserva da Faia Brava: contributo para a sua gestão e conservaçãoÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: Paula Castro & António Xavier Pereira CoutinhoBreve Descrição: Pretende-se com este trabalho: a) realizar o inventário florístico na Reserva da Faia Brava(Beira Alta); b) cartografar espécies e habitats; c) integrar a informação num Sistema de Informação Geográficae d) contribuir para acções de gestão e conservação da biodiversidade neste espaço natural.
  5. 5. Porquê escolher um sexo quando se pode ter os dois? Efeito da posição da flor na especializaçãosexualÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: Rubén Torices, Sílvia Castro & João LoureiroBreve Descrição: Apesar da maioria das Angiospérmicas serem hermafroditas (i.e., as flores são bissexuais),algumas espécies possuem flores masculinas e femininas unissexuais, assim como flores hermafroditas nomesmo individuo. Nas Asteraceae, quando presentes, as flores unissexuais estão sempre dispostas na mesmaposição: flores femininas no exterior enquanto as masculinas estão no interior do capítulo. O objectivo principaldeste projecto é explorar de que forma a posição da flor influencia as características florais e do fruto econsequentemente, de que forma poderão dirigir a evolução das flores unissexuais na maior família das plantascom flor.Efeito das características florais no isolamento reprodutivo: cenário na zona de hibridizaçãoentre Anacyclus clavatus e A. valentinusÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: Rubén Torices, Sílvia Castro & João LoureiroBreve Descrição: As zonas de hibridização oferecem laboratórios naturais para investigar processos evolutivosde origem e manutenção da biodiversidade, especialmente através da ocorrência de barreiras ao fluxo de genes epressões selectivas sobre características fenotípicas. Neste projecto utilizamos a zona de hibridização entre duasespécies de Anacyclus (A. clavatus e A. valentinus, Asteraceae) na qual foram detectados fenótipos intermédiosentre os dois taxa. O objectivo do projecto é avaliar o papel das características florais no isolamento reprodutivoentre as duas espécies e os respectivos híbridos, i.e., características que poderão estar envolvidas e constituiruma barreira à troca de genes restringindo a formação e manutenção de híbridos.Escape evolutivo às alterações climáticas: efeito da duplicação do genoma na variação decaracterísticas funcionaisÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: Lucía DeSoto, João Loureiro & Rubén ToricesBreve Descrição: Actualmente, a biodiversidade encontra-se seriamente ameaçada pelas alterações climáticas.Assim, revela-se fundamental avaliar a capacidade que os organismos possuem para se adaptar aos câmbiosclimáticos e evolutivamente escaparem à extinção. A poliploidização (duplicação do genoma) pode originaralterações imediatas no êxito do indivíduo e poderá permitir a ocorrência de um estado evolutivo transitórioanteriormente inexistente. Neste projecto propomos estudar as comunidades entomófilas de plantas de altamontanha, fortemente ameaçadas pelas alterações climáticas que se têm registado, com o objectivo principal deavaliar características funcionais ao nível vegetativo e reprodutor e testar se grupos poliploides apresentam umavariabilidade fenotípica superior que permita gerir melhor com as alterações devidas ao aquecimento global.Evolução e variação do tamanho do genoma das macroalgas portuguesasÁrea de Investigação: Biodiversidade e EvoluçãoOrientadores: João Loureiro & Leonel PereiraBreve Descrição: O tamanho do genoma é uma característica intrínseca dos organismos, sendo consideradauma ferramenta cada vez mais importante na taxonomia e ecologia. Até ao momento, existe pouca informaçãoacerca da variação do tamanho do genoma em algas, em particular em macroalgas. Este projecto pretendecontribuir com informação acerca do tamanho de genoma das macroalgas portuguesas e de que forma estacaracterística se pode correlacionar com atributos taxonómicos e ecológicos deste conjunto de organismos.
  6. 6. 2. ECOLOGIA DAS INVASÕES E INTERACÇÕES BIÓTICASAnálise de Risco de Plantas Exóticas e Invasoras de PortugalÁrea de investigação: Ecologia das Invasões e Interacções BióticasOrientadores: Elizabete Marchante, Hélia Marchante, Sofia Costa & António GouveiaBreve Descrição: Muitas das plantas que nos rodeiam não são nativas, mas sim plantas exóticas vindas deoutras floras e/ou continentes. Algumas não comportam risco ecológico, mas outras apresentam comportamentoinvasor. Neste projecto pretende-se fazer uma análise de risco das espécies exóticas presentes em Portugal,recorrendo a recolha de informação bibliográfica e recolha/medição de parâmetros funcionais emorfológicos em exemplares de plantas vivas e eventualmente outros parâmetros ecológicos. O resultado finalserá uma lista de espécies onde seja possível distinguir plantas exóticas sem risco de plantas exóticas comcomportamento invasor.Mais informações: Elizabete Marchante (elizabete.marchante@gmail.com)Controlo biológico de Acacia longifolia e interacções indirectas em redes ecológicasÁrea de investigação: Ecologia das Invasões e Interacções BióticasOrientadores: Elizabete Marchante & Hélia MarchanteBreve Descrição: Acacia longifolia é uma das plantas invasoras mais dispersa ao longo das dunas costeiras emPortugal. Trichilogaster acaciaelongifoliae é uma vespa australiana formadora de galhas, usada como agente decontrolo biológico de A. longifolia na África-do-Sul, cuja introdução em Portugal está a ser considerada. Comeste projecto, pretende-se estudar as comunidades associadas a insectos formadores de galhas, nomeadamenteplantas, insectos formadores de galhas, parasitóides de galhas e inquilinos de galhas – um “mini-ecossistema” adescobrir em cada galha! -, de forma a construir redes ecológicas que permitam avaliar potenciais efeitosindirectos deste agente de controlo biológico nas comunidades e redes ecológicas nativas. Este projecto será umimportante contributo para a gestão dos problemas causados por A. longifolia em Portugal.Mais informações: Elizabete Marchante (elizabete.marchante@gmail.com)
  7. 7. Gestão de Plantas Invasoras no Jardim Botânico da Universidade de CoimbraÁrea de investigação: Ecologia das Invasões e Interacções Bióticas / Ecologia e SociedadeOrientadores: Elizabete Marchante, Catarina Schreck Reis* e Paula Castro*Centro de Investigação Didáctica e Tecnologia na Formação de Formadores da Universidade de AveiroBreve Descrição: Na Mata do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra (JBUC) encontram-se algumasplantas exóticas com comportamento invasor, causando problemas a nível da conservação do Jardim. Assim, éimportante gerir de forma sustentável as áreas invadidas por estas plantas.Este mestrado tem como objectivo contribuir para a gestão das plantas invasoras no JBUC, passando por: 1)inventariação e cartografia das plantas invasoras presentes; 2) avaliação de risco das plantas exóticas e 3)elaboração de um plano de gestão das plantas invasoras do JBUC, incluindo, entre outras fases, a prevenção,através de desenvolvimento de acções de sensibilização e divulgação desta problemática e ensaio demetodologias de controlo para Ailanthus altissima (umas das plantas invasoras mais problemática na Mata doJBUC).Mais informações: pcastro@ci.uc.pt (Paula Castro)Evolução da capacidade competitiva e barreiras reprodutivas na planta invasora CentaureasolstitialisÁrea de Investigação: Ecologia das Invasões e Interacções BióticasOrientadores: Daniel Montesinos; Sílvia Castro e Susana Rodríguez-EcheverríaBreve Descrição: As plantas invasoras desenvolvem adaptações e evoluem nos novos ambientes quecolonizam. Este projecto tem dois objectivos principais: 1) estudar a existência de adaptações ao novo habitatinvadido através de transplantes recíprocos em Espanha e Califórnia (em colaboração com universidadesamericanas); e 2) estudar barreiras reprodutivas entre plantas das áreas nativa vs. invasora realizandocruzamentos controlados entre plantas a crescer em estufa.
  8. 8. Biologia reprodutiva dos cogumelos Amanita phalloides e A. muscariaÁrea de Investigação: Ecologia das Invasões e Interacções BióticasOrientadores: Susana Gonçalves e M. Teresa GonçalvesBreve descrição: Algumas características relacionadas com o estabelecimento e a dispersão destas espéciespodem ajudar a explicar porque são agora invasoras em algumas partes do mundo. Este projecto pretendeavaliar essas características no habitat nativo destes fungos para posterior comparação com dados semelhantesrecolhidos nos habitats de introdução e realiza-se no âmbito do projecto de investigação AMANITA (IR:Susana Gonçalves; CFE) em colaboração com Anne Pringle (Harvard University, USA).Hospedeiros associados a Amanita phalloides em PortugalÁrea de Investigação: Ecologia das Invasões e Interacções BióticasOrientadores: Susana Gonçalves, M. Teresa Gonçalves e António PortugalBreve descrição: Para que um fungo ectomicorrízico se torne invasor quando introduzido em novas áreasgeográficas deverá ser necessário um elevado nível de “promiscuidade” na simbiose com os hospedeiros. Comeste projecto pretende-se, através de técnicas moleculares, avaliar rigorosamente quais os hospedeirosassociados a Amanita phalloides (espécie nativa da Europa e invasora na costa oeste da América do norte) emPortugal de modo a testar a hipótese de que este fungo tem a capacidade de se associar a um grupo alargado dehospedeiros na sua área de distribuição nativa. Este trabalho realiza-se no âmbito do projecto de investigaçãoAMANITA (IR: Susana Gonçalves; CFE) em colaboração com Anne Pringle (Harvard University, USA).Fungos ectomicorrízicos associados à invasora Acacia dealbataÁrea de Investigação: Ecologia das Invasões e Interacções BióticasOrientadores: Susana Gonçalves, António Portugal e Susana Rodríguez EcheverríaBreve descrição: Acacia dealbata estabelece simbiose com bactérias fixadoras de azoto e esta associaçãomostrou exercer um papel importante no processo de invasão de novas áreas geográficas por esta leguminosa.Este projecto pretende explorar a existência de outra simbiose: entre Acacia dealbata e fungos ectomicorrízicos.Através da realização de bio-ensaios, análise morfológica e técnicas moleculares, pretende-se determinar aocorrência de ectomicorrizas e avaliar a diversidade de fungos ectomicorrízicos associada à espécie invasoraAcacia dealbata em Portugal.Diversidade e ecologia de macrofungos na Mata Nacional do BussacoÁrea de Investigação: Ecologia das Invasões e Interacções BióticasOrientadores: Anabela Marisa Azul (amjrazul@ci.uc.pt) e Paula CastroBreve Descrição: Projecto com o objectivo de estudar a diversidade e ecologia dos macrofungos na MataNacional do Bussaco, com vista a criar um catálogo possível de ficar disponível em plataformas digitais e umabase de informação integrada num sistema de informação geográfica. Pretende-se, ainda, contribuir para aelaboração de acções de sensibilização e educação ambiental com vista à gestão e conservação deste patrimónionatural.Mais informações: amjrazul@ci.uc.pt ; azul.anabelamarisa@gmail.com (Anabela Marisa Azul)
  9. 9. 3. ECOFISIOLOGIAAnálise da Dendroecologia e propriedades dos vasos dos arbustos Mediterrânicos comoferramenta em decisões de restauração de sistemas semi-áridosÁrea de Investigação: EcofisiologiaOrientadores: Cristina Nabais, Jordi Cortina (Departamento de Ecología, Universidad de Alicante. Spain) eLucía DeSoto.Breve Descrição: Núcleos de Quercus coccifera, Pistacia lentiscus ou Rhamnus lycioides são componenteschave dos ecossistemas semi-áridos Mediterrânicos afectando a composição das comunidades e aos processosecológicos, sendo assim estas espécies frequentemente usadas na restauração de estepes degradadas. Nãoobstante, a dinâmica destas espécies a longo prazo assim como a capacidade para superar condicionesclimáticas futuras são ainda pouco conhecidas. Os objectivos deste projecto são (i) estudar os padrões decrescimento individual e a estrutura e dinâmica das populações, e (ii) determinar de que forma as condiçõesclimáticas afectam as características dos vasos do xilema das diferentes espécies chave.Os jovens reproduzem-se melhor em condições extremas? Influência da idade na alocação derecursos à reprodução e no êxito reprodutivo de arbustos em solos de gessosÁrea de Investigação: EcofisiologiaOrientadores: Lucía DeSoto, Cristina F. Aragón (Dep. Ecology & Evolutionary Biology. University ofCalifornia Santa. USA), Marcos Méndez (Área de Biodiversidad y Conservación. Universidad Rey Juan Carlos.Spain) e Susana Rodríguez-Echeverría.Breve Descrição: Dado que a reprodução implica um custo de recursos, a maioria das prantas necessita dealcançar um tamanho mínimo para ser capaz de se reproduzir eficientemente; assim, a alocação de recursos paraa reprodução dependeria da relação entre ganho e competição por recursos, assim como do tamanho e da idadedo indivíduo. O objectivo principal deste projecto é determinar o efeito da idade e do crescimento dos anéissobre a reprodução em arbustos perenes (Heliantemun spp.) em ambientes extremos (solos de gesso); para issoserá analisado (i) se existe um tamanho/idade de maturação sexual, (ii) a influença do tamanho/idade naalocação de recurso à reprodução e êxito reprodutivo, e (iii) se o crescimento dos anéis e a reproduçãocompetem por recursos.
  10. 10. 4. ECOLOGIA E SOCIEDADEDivulgação de Ciência no Banco de Sementes do Jardim Botânico da Universidade de CoimbraÁrea de investigação: Ecologia e SociedadeOrientadores: Catarina Schreck Reis* e António Xavier Pereira Coutinho*Centro de Investigação Didáctica e Tecnologia na Formação de Formadores da Universidade de AveiroBreve Descrição: O projecto visa a investigação, promoção e desenvolvimento de actividades de educação edivulgação científica no contexto único que é o Banco de Sementes do Jardim Botânico da Universidade deCoimbra, existente desde 1868. Embora nem sempre reconhecido e devidamente explorado, as sementesrevestem-se de um enorme potencial no ensino de diversas áreas da ciência experimental, tanto em ambientesformais como informais. Pretende-se com este trabalho contribuir para a divulgação da botânica e o aumento daliteracia científica junto de diferentes públicos.Mais informações: cschreckreis@ci.uc.pt ou cafe@bot.uc.ptCogumelos na cidade: a biodiversidade à nossa volta e (quase sempre) escondidaÁrea de Investigação: Diversidade e Evolução de Plantas e Fungos/Ecologia e SociedadeOrientadores: Susana Gonçalves e M. Teresa GonçalvesBreve descrição: Em parceria com a plataforma Biodiversity4all (http://www.biodiversity4all.org/), esteprojecto tem como objectivo criar uma base de dados geo-referenciada dos macrofungos na área urbana deCoimbra, contribuindo para o conhecimento do número de espécies existentes, sua distribuição, abundância efenologia. Insere-se no âmbito de uma proposta para a criação de um "Observatório dos Cogumelos” a nívelnacional (IR: Susana Gonçalves, CFE).

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