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Estratégias e Ações para melhoramento do Mogno Africano

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Evandro Novaes


II Workshop Brasileiro de Mogno Africano
15 e 16 de agosto de 2013

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Estratégias e Ações para melhoramento do Mogno Africano

  1. 1. 8/21/13   ©  E.  Novaes     1   Prof.  Evandro  Novaes   Escola  de  Agronomia  -­‐  UFG   II  WORKSHOP  BRASILIERO  DE  MOGNO  AFRICANO   ©  E.  Novaes     O  mogno-­‐africano   Hypsipyla  grandella   Mogno  brasileiro  –  Swietenia  macrophylla   Mogno  africano  –  Khaya  ivorensis   ©  E.  Novaes    
  2. 2. 8/21/13   ©  E.  Novaes     2   Contato inicial – fev. 2012 © E. Novaes Primeiras perguntas •  Como é o grau de melhoramento das mudas de vocês? –  Vocês fazem pesquisas na área? •  Vocês tem acesso a alguma área com boa variabilidade genética? –  De onde vocês coletam suas sementes? © E. Novaes
  3. 3. 8/21/13   ©  E.  Novaes     3   Acesso a três fazendas no Pará Fazenda Idade plantio Espaçamento Gunma 15 anos 7 x 7 m Okajima 19 anos 8 x 8 m Norton 13 anos 10 x 10 m © E. Novaes Inventário – agosto/2012 © E. Novaes
  4. 4. 8/21/13   ©  E.  Novaes     4   Croquis para seleção © E. Novaes Seleção massal Fenótipo = Genótipo + Ambiente herdável © E. Novaes
  5. 5. 8/21/13   ©  E.  Novaes     5   Planilha de seleção © E. Novaes Checagem  e  marcação  das  árvores  no  campo   ©  E.  Novaes    
  6. 6. 8/21/13   ©  E.  Novaes     6   Objetivos do nosso trabalho •  Curto prazo – Clonar matrizes selecionadas – Instalar teste clonal para comprovar superioridade dos clones; •  Médio-longo prazo – Estabelecer protocolo de indução de florescimento precoce; – Realizar cruzamentos e testes de progênie; © E. Novaes Clonagem – vários métodos •  Resgate das matrizes via enxertia; – Já realizado em 2012; Borbulhia © E. Novaes
  7. 7. 8/21/13   ©  E.  Novaes     7   Clonagem – vários métodos •  Ideal é multiplicar clones via estaquia; •  Rejuvenescimento via enxertia seriada; – Para propiciar melhor enraizamento das estacas para propagação; © E. Novaes Teste clonal – nov./2013 Fonte: Alfenas et al. (2009) F = G + E F = G + E ΣE = 0 © E. Novaes
  8. 8. 8/21/13   ©  E.  Novaes     8   ObjeLvo  de  médio-­‐longo  prazo   -­‐  Realizar  cruzamentos  entre  as  árvores  selecionadas:   ©  E.  Novaes     Cruzamentos entre as árvores selecionadas – complicado! Fotos: Teotônio F. de Assis © E. Novaes
  9. 9. 8/21/13   ©  E.  Novaes     9   Pesquisas para indução de florescimento precoce Procedimento estabelecido em Eucalyptus: Enxertia + Hormônio vegetal © E. Novaes Pomar de cruzamentos © E. Novaes
  10. 10. 8/21/13   ©  E.  Novaes     10   Projeto  de  mestrado   Análise  da  diversidade  e  distâncias  genéGcas  em   população  de  melhoramento  do  mogno-­‐africano   Sabrina  Delgado   Marcadores  microssatélites   ©  E.  Novaes     Relembrando  GenéLca   O  que  diferencia  uma  árvore  da  outra?   São  as  diferenças  nos  alelos  presentes  nas   diferentes  partes  do  genoma  (DNA)   A1   A2   A1   A3   B1   B1   B1   B2   ©  E.  Novaes    
  11. 11. 8/21/13   ©  E.  Novaes     11   Ferramenta  poderosa  para  avaliar  diversidade   genéLca   •   Também  conhecidos  como  SSRs     • São  repeLções  de  di,  tri  ou  tetra-­‐ nucleo`deos;   •   ULlidade  como  marcador,  advém   do  fato  desses  locos  serem   altamente  mutáveis  (polimórficos)   ©  E.  Novaes     Técnica  de  PCR  –  permite  replicar  in  vitro  os  microssatélites   DNA   DNA   ©  E.  Novaes    
  12. 12. 8/21/13   ©  E.  Novaes     12   Eletroforese  –  permite  visualizar  as  diferenças  de  tamanho   dos  microssatélites   217  pb   221  pb   217  pb   217  pb   ©  E.  Novaes     Detecção  automaLzada  em   “sequenciadores”  de  DNA   Microssatélite  1   Microssatélite  2   Árvore  1   Árvore  2   Árvore  3   Árvore  4   Árvore  5   ©  E.  Novaes    
  13. 13. 8/21/13   ©  E.  Novaes     13   Resultados  –  diversidade  genéLca   •  Populações:   –  Okajima  (origem:  árvores  Embrapa)   –  Norton  (origem  Costa  do  Marfim)   –  Norton  (origem  Tanzânia)   0.53   0.54   0.55   0.56   0.57   0.58   0.59   0.6   0.61   0.62   Okajima   Norton_Tz   Norton_CM   Heterozigosidade  esperada   0   0.5   1   1.5   2   2.5   3   3.5   4   4.5   Okajima   Norton_Tz   Norton_CM   Riqueza  alélica  (n=8)   ©  E.  Novaes     Análise  da  estrutura  populacional   •  A  diversidade  não  está  concentrada  entre  as   populações:  Fst  =  0,01   •  Programa  Structure:   ©  E.  Novaes    
  14. 14. 8/21/13   ©  E.  Novaes     14   Análise  da  estrutura  populacional   •  ULlizando  10  indivíduos  de  K.  senegalensis   como  controle:   ©  E.  Novaes     Considerações finais •  Clones já selecionados apresentam potencial de produzir mais madeira do que mudas de sementes; –  Teste clonal deve comprovar essa superioridade; •  Indução de florescimento permitirá recombinar (cruzar) material genético dos clones •  Análise molecular aponta diversidade genética entre os clones selecionados –  Diversidade talvez não seja suficiente para um programa de melhoramento de longo prazo © E. Novaes
  15. 15. 8/21/13   ©  E.  Novaes     15   Agradecimentos   Laboratório  de  GenéLca  Vegetal  da   EA/UFG    -­‐  Ludmila  Ferreira  Bandeira    -­‐  Sabrina  Delgado  Soares    -­‐  Stela  Barros  Ribeiro    -­‐  Arthur  Tavares  de  Oliveira  Melo    e  demais  membros   Prof.  Alexandre  Siqueira   Guedes  Coelho   ©  E.  Novaes    

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