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CADERNO 1
HABITAÇÃORURAL:
CONHEÇAOSCAMINHOS
A CAIXA E A HABITAÇÃO RURAL
CADERNO 1
Assinatura Pedreiro
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HABITAÇÃORURAL:
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Material originalmente elaborado pela Cooperativa de Habitação dos
Agricultores Familiares dos Três Estados do Sul do Brasil - Cooperhaf,
com apoio técnico da CAIXA.
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18
19
19
22
ÍNDICE
1. HABITAÇÃO RURAL: UM PROJETO POSSÍVEL
2. UMA GRANDE NECESSIDADE
3. A ORIGEM DOS RECURSOS
3.1. PROGRAMA CARTA DE CRÉDITO FGTS - OPERAÇÕES COLETIVAS
3.1.1. Qual é o objetivo do programa?
3.1.2. Quem pode participar do programa?
3.1.3. De onde vêm os recursos?
3.1.4. Qual é a documentação necessária?
3.1.5. Quais são os critérios básicos para enquadramento do empreendimento?
3.1.6. Quais são as modalidades de financiamento?
3.1.7. O que é a contrapartida?
3.2. PROGRAMA CRÉDITO SOLIDÁRIO - FDS
3.2.1. Qual é o objetivo do programa?
3.2.2. Quem pode participar do programa?
3.2.3. De onde vêm os recursos?
3.2.4. Qual é a documentação necessária?
3.2.5. Quais são os critérios básicos para enquadramento do empreendimento?
3.2.6. Quais as modalidades de financiamento?
3.3. PROGRAMA DE SUBSÍDIO À HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL - PSH
3.3.1. Qual é o objetivo do programa?
3.3.2. Quem pode participar do programa?
3.3.3. De onde vêm os recursos?
3.3.4. Qual é a documentação necessária?
3.3.5. Quais são os critérios básicos para enquadramento do empreendimento?
3.3.6. Qual a modalidade de financiamento?
3.3.7. Qual o valor do repasse?
3.4. SUBSIDIO NA HABITAÇÃO RURAL?
4. CAPRICHANDO A MORADA
4.1. NOS PROJETOS DE HABITAÇÃO RURAL SUGERE-SE:
5. PARCERIAS
5.1. QUAIS PODEM SER OS NOSSOS PARCEIROS LOCAIS?
6. MORAR BEM FAZ PARTE DA DIGNIDADE HUMANA
04
uando as organizações sociais que atuam na área rural verificaram a necessida-
de de haver financiamento habitacional para o meio rural em sua pauta de
reivindicações, a iniciativa parecia quase impossível. Afinal, todos os progra-
Q
masdefinanciamentoeramdestinadosaostrabalhadoresurbanos.
Os agricultores familiares possuem características diferentes dos assalariados urba-
nos. Mas o que poderia ser um impedimento, visto no início como uma dificuldade pelos
próprios agentes financeiros (já que achavam que seria difícil operacionalizar os progra-
mas),foimaisumdesafioenfrentado.
Houve a percepção por parte dos gorvernantes de que, a partir de algumas adaptações,
o financiamento habitacional poderia chegar também ao meio rural. Seria a inauguração
de uma nova fase, em que o sonho de morar numa casa melhor e mais confortável
passouaserpossível.
1. HABITAÇÃO RURAL:
UM PROJETO POSSÍVEL
A CAIXA e a Habitação Rural
1
Caderno
05
2. UMA GRANDE NECESSIDADE
omo nunca havia existido um programa de financiamento habitacional para o meio
Crural,calculava-sequeanecessidadeeramuitogrande.
Os agricultores que tradicionalmente tinham acesso a linhas de crédito para construir
galpão, chiqueiro, investir na atividade leiteira e em pastagens continuavam morando
em casas precárias. Milhares de famílias moravam e ainda moram em casas sem
conforto, sem banheiro, as quais chegavam a oferecer riscos. Muitos jovens casais
eram obrigados a morar com os pais, porque a família não tinha condições de construir
umacasa.
Assim que noticiou-se a possibilidade de produção de habitações na área rural, regis-
trou-se uma grande procura de famílias interessadas em se habilitar aos financiamen-
tos.
Habitação rural: conheça os caminhos
06
NTE
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A caixa e_a_habitação_rural_caderno_1

  • 2. A CAIXA E A HABITAÇÃO RURAL CADERNO 1 Assinatura Pedreiro Assinatura Agricultor Assinatura Agricultora HABITAÇÃORURAL: CONHEÇAOSCAMINHOS Material originalmente elaborado pela Cooperativa de Habitação dos Agricultores Familiares dos Três Estados do Sul do Brasil - Cooperhaf, com apoio técnico da CAIXA.
  • 3. 04 05 08 08 08 08 09 09 09 09 10 11 11 11 11 11 12 12 13 13 13 13 14 14 14 14 15 18 18 19 19 22 ÍNDICE 1. HABITAÇÃO RURAL: UM PROJETO POSSÍVEL 2. UMA GRANDE NECESSIDADE 3. A ORIGEM DOS RECURSOS 3.1. PROGRAMA CARTA DE CRÉDITO FGTS - OPERAÇÕES COLETIVAS 3.1.1. Qual é o objetivo do programa? 3.1.2. Quem pode participar do programa? 3.1.3. De onde vêm os recursos? 3.1.4. Qual é a documentação necessária? 3.1.5. Quais são os critérios básicos para enquadramento do empreendimento? 3.1.6. Quais são as modalidades de financiamento? 3.1.7. O que é a contrapartida? 3.2. PROGRAMA CRÉDITO SOLIDÁRIO - FDS 3.2.1. Qual é o objetivo do programa? 3.2.2. Quem pode participar do programa? 3.2.3. De onde vêm os recursos? 3.2.4. Qual é a documentação necessária? 3.2.5. Quais são os critérios básicos para enquadramento do empreendimento? 3.2.6. Quais as modalidades de financiamento? 3.3. PROGRAMA DE SUBSÍDIO À HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL - PSH 3.3.1. Qual é o objetivo do programa? 3.3.2. Quem pode participar do programa? 3.3.3. De onde vêm os recursos? 3.3.4. Qual é a documentação necessária? 3.3.5. Quais são os critérios básicos para enquadramento do empreendimento? 3.3.6. Qual a modalidade de financiamento? 3.3.7. Qual o valor do repasse? 3.4. SUBSIDIO NA HABITAÇÃO RURAL? 4. CAPRICHANDO A MORADA 4.1. NOS PROJETOS DE HABITAÇÃO RURAL SUGERE-SE: 5. PARCERIAS 5.1. QUAIS PODEM SER OS NOSSOS PARCEIROS LOCAIS? 6. MORAR BEM FAZ PARTE DA DIGNIDADE HUMANA
  • 4. 04 uando as organizações sociais que atuam na área rural verificaram a necessida- de de haver financiamento habitacional para o meio rural em sua pauta de reivindicações, a iniciativa parecia quase impossível. Afinal, todos os progra- Q masdefinanciamentoeramdestinadosaostrabalhadoresurbanos. Os agricultores familiares possuem características diferentes dos assalariados urba- nos. Mas o que poderia ser um impedimento, visto no início como uma dificuldade pelos próprios agentes financeiros (já que achavam que seria difícil operacionalizar os progra- mas),foimaisumdesafioenfrentado. Houve a percepção por parte dos gorvernantes de que, a partir de algumas adaptações, o financiamento habitacional poderia chegar também ao meio rural. Seria a inauguração de uma nova fase, em que o sonho de morar numa casa melhor e mais confortável passouaserpossível. 1. HABITAÇÃO RURAL: UM PROJETO POSSÍVEL A CAIXA e a Habitação Rural 1 Caderno
  • 5. 05 2. UMA GRANDE NECESSIDADE omo nunca havia existido um programa de financiamento habitacional para o meio Crural,calculava-sequeanecessidadeeramuitogrande. Os agricultores que tradicionalmente tinham acesso a linhas de crédito para construir galpão, chiqueiro, investir na atividade leiteira e em pastagens continuavam morando em casas precárias. Milhares de famílias moravam e ainda moram em casas sem conforto, sem banheiro, as quais chegavam a oferecer riscos. Muitos jovens casais eram obrigados a morar com os pais, porque a família não tinha condições de construir umacasa. Assim que noticiou-se a possibilidade de produção de habitações na área rural, regis- trou-se uma grande procura de famílias interessadas em se habilitar aos financiamen- tos. Habitação rural: conheça os caminhos
  • 7. 07 Fermino Wansowski, agricultor familiar de Floriano Peixoto-RS. O agricultor Fermino Wansowskis mora com a mulher e dois filhos há cerca de seis meses na nova casa na comunidadede Linha Jacutingano interiorde Floriano Peixoto - RS. Durante 16 anos, moravam em uma casa de madeira, sem conforto algum. Conseguiram realizar o sonho deconstruirumacasadealvenariade7x9 metros. “ e j a o in i n o e n o a o e c . n S m a a ud d f anc ame to, nã t ria em c meç d a faz r a asa A ge te a e ã ia b r F c ito n n h ir s s bia qu n o ter como aca a . i amos mu s anos ju ta do din e o, ma u a ei o ec u o f ci te.C j a e s z n ncatinh j t d onseg ir su i en omaa ud ,r solvemo fa er.Agora tu o ce a u sa a ã e o v lq tu i tá d rto. N o tra ca , situaç o ra h rrí el, qua uer tempera ra ma s ix , a u r . o in n o t n a c en se q r l ba a er m ito f io N verno ã i h omo a g te a uece , era comp i- c t n a emj la ir ito mo e s” ado.Não i h n ane d e .Agoraesta sf lize .
  • 8. 08 3. A ORIGEM DOS RECURSOS xistem atualmente no âmbito do Governo Federal três programas de habitação que possuem recursos para a área rural: Carta de Crédito FGTS - Operações EColetivas, Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social - PSH e o Programa Crédito Solidário com recursos do Fundo de Desenvolvimento Social - FDS. As linhas de crédito permitem acessar recursos para construção e reforma de moradi- as,deformacoletiva,tendocomoagentefinanceiroaCaixaEconômicaFederal. 3.1. PROGRAMA CARTA DE CRÉDITO FGTS – OPERAÇÕES COLETIVAS 3.1.1. Qual é o objetivo do programa? Estabelecer as condições para concessão de financiamento a pessoas físicas, organi- zadas sob a forma coletiva em parceria com Entidade Organizadora (cooperativa, associação, etc.) destinado à aquisição de material de construção para fins de contrus- çãooureforma,ampliaçãoemelhoriadahabitação. Agricultores e agricultoras familiares ou assentados da reforma agrária com renda mensalbrutadeR$200,00aR$1.875,00. 3.1.2. Quem pode participar do programa? A CAIXA e a Habitação Rural 1 Caderno
  • 9. 09 3.1.3. De onde vêm os recursos? Ÿ Ÿ Ÿ FundodeGarantiaporTempodeServiço–FGTS; contrapartida: dos agricultores e agricultoras, dos Governos Federais, Estaduais, Municipais,daCooperativadeHabitaçãoeCréditoeINCRA; outrasfontes. 3.1.4. Qual é a documentação necessária? Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ carteiradeidentidadeeCPFdobeneficiárioecônjuge; provadoestadocivil(certidãodenascimento,casamentoouuniãoestável); matrículadaterraatualizadaouTítulodePossedoINCRA; comprovantederesidência(ex:contadeluzoucontadeágua). Obs.:Oimóveldeveapresentaráreacomsituaçãoregular. 3.1.5. Quais são os critérios básicos para enquadramento do empreendimento e beneficiários? Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ valor de avaliação da casa e 1 hectare de terra não poderá ultrapassar R$ 30.000,00 paramodalidadecauçãoeR$64.000,00paramodalidadedeSegurodeCrédito; ter cadastro aprovado, possuir capacidade de pagamento, ser maior de 18 anos ou emancipado; nãoserproprietáriodeimóvelresidencial; nãoteroutrofinanciamentohabitacionalativo; 3.1.6. Quais são as modalidades de financiamento? Ÿ aquisiçãodematerialdeconstrução–construção, Ÿ aquisiçãodematerialdeconstrução–conclusão,reformaeampliação. Habitação rural: conheça os caminhos
  • 10. 10 Tabela 1 - Limite do financiamento, juros e prazo. FINALIDADE Renda Valor do Orçamento Prazo Juro FINANCIAMENTO CAUÇÃO Conclusão/Reforma/ Ampliação Construção De 200,00 a 900,00 R$ 30.000,00 FINANANCIAMENTO SEGURO DE CRÉDITO Conclusão/Reforma/ Ampliação construção De 350,01 a 1.875,00 R$ 64.000,00 96 meses 6% aa 3.1.7. O que é a contrapartida? Recurso necessário para complementar o valor liberado pela CAIXA, a fim de concluir a implantação da obra. Deverá ser em dinheiro e depositada na Caixa Econômica Federal até a data de assinatura do contrato. Poderá ser dada pelos agricultores, Governos EstaduaiseMunicipais,CooperativasdeHabitaçãoeCréditoeINCRA. 72 meses 6% aa A CAIXA e a Habitação Rural 1 Caderno VF R$ 10.000,00 R$ 7.000,00
  • 11. 11 3.2. PROGRAMA CRÉDITO SOLIDÁRIO – FDS 3.2.1. Qual é o objetivo do programa? Viabilizar financiamentos habitacionais a pessoas físicas, organizadas em cooperativas ou associações com fins habitacionais, com recursos do Fundo de Desenvolvimento Social,decorrentedaspropostasselecionadaspeloMinistériodasCidades. 3.2.2. Quem pode participar do programa? Famíliascomrendamensalbrutadeaté1.050,00Reais. 3.2.3. De onde vêm os recursos? Ÿ Ÿ Ÿ FundodeDesenvolvimentoSocial-FDS; contrapartida: dos agricultores e agricultoras, dos Governos Federais, Estaduais, Municipais,daCooperativadeHabitaçãoeCréditoedoINCRA; outrasfontes. 3.2.4. Qual é a documentação necessária?        carteiradeidentidadeeCPFdobeneficiárioecônjuge; provadoestadocivil(certidãodenascimento,casamentoouuniãoestável); CertidãodeinteiroteorouTítulodePossedoINCRA; comprovantederesidência(ex:contadeluzoucontadeágua); Certidão Conjunta Negativa de Débito relativos a tributos Federais e à Divida Ativa ou Certidão Conjunta Positiva com efeito de Negativa de débitos relativos a tributos FederaiseàDividaAtivadaUnião; FichacadastroPessoaFísica. Obs.:Aáreadeintervençãodeveapresentarsituaçãoregular. Habitação rural: conheça os caminhos
  • 12. 12 3.2.5. Quais são os critérios básicos para enquadramento do empreendimento? Ÿ Ÿ Ÿ ? ? ter cadastro aprovado, possuir capacidade de pagamento, ser maior de 18 anos ou emancipado; não ser proprietário de imóvel residencial exeto na modalidade conclusão, amplia- ção,reformaparaopróprioimóvel; nãoterfinanciamentohabitacionalativo; servinculadoàcooperativaouassociação; serindicadopeloAgenteOrganizador. 3.2.6. Quais as modalidades de financiamento? Ÿ Ÿ ? construçãoemterrenopróprio; conclusão,reformaeampliação; Aquisiçãodematerialdeconstruçãoparaconstruçãodeimóvel. Tabela 2 - Limite do financiamento, juros e prazo. Modalidade Valor do Orçamento Prazo de Amortiza- ção Juro Construção em terreno próprio de R$ 12.000,00 a R$ 30.000,00 240 meses Zero Conclusão, Reforma e Ampliação de R$ 7.500,00 a R$ 10.000,00 240 meses Zero (1) Os valores podem sofrer alterações. Obs.:Osomatóriodoprazodeamortizaçãonãopodemultrapassara264meses. A CAIXA e a Habitação Rural 1 Caderno
  • 13. 13 3.3. PROGRAMA DE SUBSÍDIO À HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL - PSH 3.3.1. Qual é o objetivo do programa? Oferecer acesso à moradia adequada a cidadãos de baixa renda por intermédio da concessão de subsídios, organizados em grupos, com recursos provenientes da SecretariadoTesouroNacional. 3.3.2. Quem pode participar do programa? Pessoasfísicascomrendimento familiarmensalbrutonãosuperioraR$1.050,00. 3.3.3. De onde vêm os recursos? Ÿ Ÿ Ÿ SecretariadoTesouroNacional; contrapartida: dos agricultores e agricultoras, dos Governos Federais, Estaduais, Municipais,daCooperativadeHabitaçãoeCréditoeINCRA; outrasfontes. Habitação rural: conheça os caminhos
  • 14. 14 3.3.4. Qual é a documentação necessária? Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ carteiradeidentidadeeCPFdobeneficiárioecônjuge; provadoestadocivil(certidãodenascimento,casamentoouuniãoestável); matriculadaterraatualizadaouITRouTítulodePosedoINCRA; comprovantederesidência(ex:contadeluzoucontadeágua). 3.3.5. Quais são os critérios básicos para enquadramento do benefíciario? Ÿ Ÿ Ÿ nãoserproprietáriodeimóvelresidencialemqualquerlocaldopaís; nãoterfinanciamentohabitacionalativo; servinculadoàcooperativaouassociação. 3.3.6. Qual a modalidade de financiamento? Ÿ Ÿ ConstruçãodeUnidadesHabitacionais. Reforma,conclusãoe/ouampliaçãodeunidadeshabitacionais 3.3.7 Qual o valor do repasse? Ÿ AtéR$6.000,00. A CAIXA e a Habitação Rural 1 Caderno
  • 15. Uma das grandes vitórias da agricultura familiar foi a concessão de subsídios nos programasdo Governo Federal. Sãorecursos a fundo perdido, ou seja, a família contem- plada pelo programa não precisa devolver ao governo nenhum valor. As taxas de juros são menores que as praticadas no mercado (veja as tabelas 1 e 2). Os juros são equali- zados, o governo paga e não cobra do agricultor. Nesse sentido, muitos agricultores que não poderiam fazer financiamento, tiveram acesso a recursos importantes, que incenti- vamasuapermanêncianomeioruralemelhoramasuaqualidadedevida. 3.4 SUBSIDIO NA HABITAÇÃO RURAL? Habitação rural: conheça os caminhos 15
  • 16. 16
  • 17. 17 Vilson Pazinato, agricultor familiar de Quilombo-SC. “As rr s nde n s e idimos atu m nte fo am c mpr das pe o m u avô e r - te a o ó r s al e , r o a l e , qu e p s u uma ar par o m u pa . Ass m pude os c s uir a c sa qua do no a so p te a e i i , m on tr um a n s ca os. M foi a or , de oi de 1 os asa s é q dem s c nstru r a c s sam as só g a p s 6 an de c do ue pu o o i a a ea enteque i ,que nhav em r” qu g r a so a te . “ om acas no amelho o tud . C a v r u o” osane azin o, ricul orafamili deQui om -SC R P at ag t ar l bo “ o uímos uma c que a uand c samo de lá par á que í mos uma c C nstr asa pe n q o a s, a c r a asa m l r. C m asa ova me h o tud a s ra tudo apertad , se e aço fica a e ho o a c n l or u o, nte e o m sp , v t do ma s i c l. g ra a ge t s nte ma s valor zado, po aco oda melho s u i d fí i A o n e e se i i de m r r a v sitas. Fi ou m i i ma r c l m ,or aniz a. em s uma asa b ”. i c a s fác lde nte a asa i pa g ad T o c oa Vilson e Rosane Pazinato têm dois filhos, um com 16 anos e outro com 1 ano de idade. O casal planta milho e pastagem e lida com vacas leiteiras. Rosane ainda cuida da sua horta onde planta principalmente cebola, alface, couve e cenoura. Há um ano ampliaram a casa, através de financiamento junto a Caixa Econômica Federal. Foi feito um investimento de R$ 9.300,00 com subsídio de R$ 3 mil e financiamento de R$ 6.300,00. Investiram mais uma quantia poupados ao longo de 16 anos de casados. Antes da ampliação a casa não tinha área de serviço, que ficava fora, em um galpão. Depois da reforma a casa passou a ter quatro dormitórios,sala,umacozinhamaior,dois banheiros,áreadeserviçoegaragem.
  • 18. 18 4. CAPRICHANDO A MORADA casa é mais do que o imóvel onde a família habita. O conceito de casa envolve os arredores, o embelezamento, as condições de alimentação, higiene e con- Aforto. As moradias são habitadas por pessoas e a casa não é um fim em si, é a essência do ser humano. Quando o homem e a mulher sonham com uma casa melhor reproduzem neste sonho toda a sua expectativa e esperança de uma vida digna. E a mulher atua como grande incentivadora das melhorias que podem ser implantadas. Por isso, antes e depois da liberação dos financiamentos, os coordenadores municipais de habitação e assistentes sociais acompanham as famílias, fazem um levantamento das expectativas de cada morador, incentivam a formação de hortas, pomares e projetos de ajardinamento dos arredores. A habitação interfere diretamente na auto-estima do agricultor e da agricultora familiar, levando em conta que o lugar onde moram tem ligaçãodiretacomaqualidadedevida. 4.1 NOS PROJETOS DE HABITAÇÃO RURAL SUGERE-SE: Ÿ Ÿ Ÿ Ÿ aconstrução,reformaouampliaçãodasmoradiasrurais; a formação e a capacitação dos agricultores por meio de: cursos e materiais que abordam as orientações técnicas para a construção habitacional, organização, cooperativismo e associativismo na agricultura familiar, construindo um ambiente saudável,egestãofinanceiraesocialdapropriedade; aorganização,embelezamentoecuidadosdopomar,hortaejardim; o desenvolvimento de campanha de documentação, sindicalização e inclusão bancária para os agricultores e agricultoras com o objetivo de promover a inclusão socialefortaleceracidadania. A CAIXA e a Habitação Rural 1 Caderno
  • 19. 19 5. PARCERIAS ara concretizar o projeto de habitação rural, que tem reflexos sociais (criação de empregos) e econômicos (movimenta o comércio dos pequenos municípios com Pa compra de material de construção), as entidades organizadoras estabeleceram açõesousadaseparceriasestratégicas. As parcerias podem ser feitas com Prefeituras, Governos Estaduais, Empresas de assis- tência e extensão rural - Emater, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural - Epagri. Assim como parcerias com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA, o Ministério de Trabalho e Emprego – MTE, e o Ministério de Desenvolvimento Agrário-MDA. 5.1. QUAIS PODEM SER OS NOSSOS PARCEIROS LOCAIS? Habitação rural: conheça os caminhos
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  • 21. Mauri Cecone, agricultor familiar de Campinas do Sul-RS. A família do agricultor Mauri Cecone é formada por oito pessoas. Moravam há 22 anos na mesma casa. Em 14,6 hectares de terra, plantam soja, milho e tem um parreiral. A renda anual é de cerca de R$ 10 mil.Areforma da casa custou R$ 10 mil e a família conseguiu um descontodeR$5,9mil.O restantefoifinanciado. . a i u “Estamos muito felizes Nossa c sa estava em um estado tão precár o, q e o a t t e g quand chovi e inha visi a, a gente ch gava a ficar com ver onha, porque g r o a e h c i tinha otei a em t d parte. A g nte não tin a mais omo morar aqu e como d a a sa não via jeito de mu ar situação, t va pen ndo até em ir para a cidade. Sem o m i s r n financiamento, não tería os cond çõe de eformar a casa. O di heiro a fundo f e perdidofoiumaajuda undamental.Ag ntesesenterenovado”. 21
  • 22. 22 6. MORAR BEM FAZ PARTE DA DIGNIDADE HUMANA organização e a capacidade de implantar mecanismos capazes de operaciona- lizar, concretizar e facilitar o acesso dos agricultores às políticas públicas de Afinanciamento habitacional que promovam a melhoria da qualidade de vida de trabalhadoresetrabalhadorashojeéumapossibilidadequecomeçaaservisível. Se morar bem faz parte da dignidade humana, o desafio ainda é muito grande. Existem milhares de famílias de agricultores em todas as comunidades rurais do Brasil que carecem de atenção e inclusão social. Estima-se que o déficit habitacional no meio rural brasileiro é de 1,2 milhões de casas. Ou seja, uma em cada quatro famílias de agriculto- res familiares necessita de programas de financiamento para melhorar as condições de moradia. Os projetos já desenvolvidos até aqui indicam que o caminho para a solução deste problema está na organização, articulação e participação. Só assim, cada vez mais mulheres e homens poderão se sentir mais felizes em suas moradias e os jovens poderãotermelhoresperspectivasdevida. É possível participar associando-se nas entidades organizadas buscando informações nos estados e municípios, participando das discussões, elegendo os coordenadores municipais de habitação e ajudando a montar as equipes para concretizar o projeto também no seu município. O exemplo vem da natureza: o cooperativismo mostra que é fácilquebrarumavara,masémuitomaisdifícilquebrarumfeixeinteiro. A CAIXA e a Habitação Rural 1 Caderno
  • 23. Habitação rural: conheça os caminhos 23 ANOTAÇOES
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  • 25. Genipo Farias, agricultor familiar de Itapejara do Oeste-PR. 25 Joaci Moreira de Oliveira, agricultor familiar assentado da reforma agrária no assentamento Segredo Riachuelo, Bahia. Joaci Moreira de Oliveira, agricultor familiar assentado da reforma agrária no assentamento Segredo Riachuelo, Bahia. M n d se na o ra o nd um fa i gr c e “ i ha vi a mpre foi z na ru l c mpo o a míl a de a i ultor s. S pr o e o de o vime r c a mil a inc p m nte no em e lutam s p l senv l nto da ag i ultur fa i r pr i al e or ste se p ti i am ativa nte do si i ato do a dor s qui n de , mpre ar c p os me nd c s tr balha e a c i ou , tam m na a so ão d m . r e te em Mar ionil o S za bé s ciaç a co unidade Ago a, tanto n s asse e qu no s nta nto Cac o u p asse o, ntam nto, anto a se me do há nde me ai é ntad a as us ag a va ser on tr a a q á muitos ano v s nd gr ç a De or i c s uida a c s ue h s em e o so- n a. P r asa v m tan ra e iz o so ue c da a i ultor m e had a a mim a c e to pa r al ar nho q a gr c te ue bé o u, nto a a pa tod or cia e po q tam m é me qua par mostr r ra os a imp tân o der da ga ç Ac s a i p i l a ime a c ro e tr alho or niza ão. a a pr m m é o rinc pa l nto par ontinua m u ab Is i á br r nov or nte inc pa m te r esso om ça a so r a i os h izo s, pr i l en po que as p as c e m r e r e ho p e i i possí e e s a e r e ida ”. pe c be qu oson que ar c a m v l stá preste s to narr al de J aci Moreira de Oliv ira v ve d cria ão de a el as. o e i a ç b h Ou ra ren a é a cap no ultura. t d ri c