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O PAPEL DAS
FINANÇAS SOLIDÁRIAS
NA RECUPERAÇÃO
ECONÔMICA E
SUPERAÇÃO DA POBREZA
PÓS PANDEMIA
NA BAHIA
A Bahia vive uma das piores crises de sua história
Situação da Bahia em 2020:
• Taxa de desemprego mais alta do Brasil, 19,8%;
• 1,3 milhão de baianos em busca de emprego, 623.000 mais que 2019;
• Dezenas de milhares de trabalhadores informais perderam seu sustento:
fechamento de praias, cancelamento do Carnaval, etc.;
• 6 milhões de baianos vivendo em situação de pobreza;
• 1,8 milhão de baianos vivendo em extrema pobreza;
• 40% de baianos sobrevivem com renda domiciliar per capita abaixo de
R$446 por mês.
Três enormes desafios para superar esta crise:
(1) Promover políticas públicas para acelerar a recuperação econômica,
diminuindo o desemprego;
(2) Fortalecer as políticas públicas de combate à pobreza e inclusão
produtiva dos segmentos mais vulneráveis, minimizando o retrocesso
nos avanços obtidos antes da crise e
(3) Promover políticas públicas que contribuam para aumentar a
resiliência das comunidades mais vulneráveis para enfrentar e
sobreviver outras crises que virão.
Proposta na mesa: Bahia Solidária
Até hoje, só
escutamos propostas
sobre acesso ao
crédito.
E as finanças
solidárias??
A população mais vulnerável não acessa o microcrédito:
Acesso ao microcrédito da população mais
vulnerável vem diminuindo.
• Somente 12% dos clientes de
microcrédito tem renda até 1 salário
mínimo;
• Menos de 40% dos clientes de
microcrédito tem renda até 2 salários
mínimo;
• Menos de 30% do volume de
microcrédito vai para esses segmentos.
Ampliar a oferta de microcrédito: importante mas não suficiente
para superar os três desafios!
➢ A população mais vulnerável já teve que renegociar dívidas anteriores
que começam vencer agora ou contratou novas dívidas para garantir
necessidades de sobrevivência → não tem capacidade de contratar
novos empréstimos;
➢ Precisamos de investimentos adicionais para fortalecer as finanças
solidárias: não reembolsáveis para a fonte, mas reembolsáveis para os
Fundos Rotativos ou Bancos Comunitários locais → um investimento
que vai se multiplicando.
Finanças Solidárias
Programas de
transferência de
renda, ex. Bolsa
Família
Programas de
Inclusão produ-
tiva, ex.
Microcrédito
• Fundos Rotativos Solidários (FRS):
poupança coletiva e auto
gestionada; mais de 40 na Bahia, em
mais de 80 municípios, envolvendo
mais de 50.000 pessoas.
• Bancos Comunitários de Desenvolv-
imento (BCD): crédito para
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• Cooperativas de Crédito solidário.
Regulamentada pelo Banco Central,
oferece serviços bancários. Rede
ASCOOB, 16 cooperativas, 50.000
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Economia solidária e finanças solidárias: ativar o potencial das
comunidades excluídas para superar a pobreza e promover a
resiliência
Fortalecer as finanças solidárias e promover o primeiro acesso ao
microcrédito a um público até então exclúido
➢ Investimento de novos recursos para fortelecer FRS e BCDs;
➢ FRS e BCDs se comprometem a destinar parte desse recurso (ex. 20%) a
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➢ Recurso do fundo de aval é aplicado em “financiamentos híbridos” que
combinam microcrédito e finanças solidárias para viabilizar o primeiro
acesso ao microcrédito para empreendedor@s da economia solidária.
➢ Cooperativa de crédito ou CrediBahia oferece condições diferenciadas
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mais baixo por conta da garantia do fundo de aval solidário.
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Exemplos de financiamentos híbridos:
➢ O FRS/BCD ajuda no primiro acesso ao cartão de crédito. Com o cartão de crédito, a
empreendedora consegue comprar a matéria-prima para seu empreendimento e
parcelar o pagamento no cartão sem juros. Caso a empreendedora não conseguir
fazer um pagamento do cartão na data certa, o Fundo Rotativo cobre e é ressarcido
depois.
➢ O FRS/BCD ajuda com a intermedição para que um grupo de seus sócios consiga um
microcrédito. Recursos do FRS são utilizados para cobrir eventuais prestações que o
sócio não conseguir pagar na data de vencimento. FR ajuda para estender prazo de
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➢ O FRS/BCD empresta o capital para compra de equipamentos do EES, e a compra de
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Vantagens de financiamentos híbridos:
1. Para os FRS/BCD, porque lhes permite alavancar parte de seus
recursos, beneficiando mais pessoas;
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crédito e começam criar uma trajetória para serem incluídos no
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3. Para os programas de crédito porque conseguem ampliar sua clientela.
Recursos necessários e como financiar:
➢ Investimento mínimo necessário, por território: R$310.000. → R$150.000
investimento + R$160.000 custo de um(a) agente por 24 meses, inclusive despesas
com deslocamento e apoio administrativo. Lembrando que os R$150.000 voltam para
o FRS e vão se multiplicando.
➢ Realizar piloto em 11 territórios → onde já existe CESOL com FRS existente ou previsto
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Investimento total: aproximadamente R$3,8 milhões para 24 meses. Parte desses
recursos já está no orçamento atual.
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A Bahia precisa de uma estratégia de finanças solidárias!
• Finanças solidárias e CESOL: qual o papel do CESOL no fortalecimento das
finanças solidárias? ;
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Solidário, Sebrae, incubadoras; etc.
OBRIGADA!
Barbara Schmidt Rahmer
barbara@vencerjuntos.org.br
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  • 1. O PAPEL DAS FINANÇAS SOLIDÁRIAS NA RECUPERAÇÃO ECONÔMICA E SUPERAÇÃO DA POBREZA PÓS PANDEMIA NA BAHIA
  • 2. A Bahia vive uma das piores crises de sua história Situação da Bahia em 2020: • Taxa de desemprego mais alta do Brasil, 19,8%; • 1,3 milhão de baianos em busca de emprego, 623.000 mais que 2019; • Dezenas de milhares de trabalhadores informais perderam seu sustento: fechamento de praias, cancelamento do Carnaval, etc.; • 6 milhões de baianos vivendo em situação de pobreza; • 1,8 milhão de baianos vivendo em extrema pobreza; • 40% de baianos sobrevivem com renda domiciliar per capita abaixo de R$446 por mês.
  • 3. Três enormes desafios para superar esta crise: (1) Promover políticas públicas para acelerar a recuperação econômica, diminuindo o desemprego; (2) Fortalecer as políticas públicas de combate à pobreza e inclusão produtiva dos segmentos mais vulneráveis, minimizando o retrocesso nos avanços obtidos antes da crise e (3) Promover políticas públicas que contribuam para aumentar a resiliência das comunidades mais vulneráveis para enfrentar e sobreviver outras crises que virão.
  • 4. Proposta na mesa: Bahia Solidária Até hoje, só escutamos propostas sobre acesso ao crédito. E as finanças solidárias??
  • 5. A população mais vulnerável não acessa o microcrédito: Acesso ao microcrédito da população mais vulnerável vem diminuindo. • Somente 12% dos clientes de microcrédito tem renda até 1 salário mínimo; • Menos de 40% dos clientes de microcrédito tem renda até 2 salários mínimo; • Menos de 30% do volume de microcrédito vai para esses segmentos.
  • 6. Ampliar a oferta de microcrédito: importante mas não suficiente para superar os três desafios! ➢ A população mais vulnerável já teve que renegociar dívidas anteriores que começam vencer agora ou contratou novas dívidas para garantir necessidades de sobrevivência → não tem capacidade de contratar novos empréstimos; ➢ Precisamos de investimentos adicionais para fortalecer as finanças solidárias: não reembolsáveis para a fonte, mas reembolsáveis para os Fundos Rotativos ou Bancos Comunitários locais → um investimento que vai se multiplicando.
  • 7. Finanças Solidárias Programas de transferência de renda, ex. Bolsa Família Programas de Inclusão produ- tiva, ex. Microcrédito • Fundos Rotativos Solidários (FRS): poupança coletiva e auto gestionada; mais de 40 na Bahia, em mais de 80 municípios, envolvendo mais de 50.000 pessoas. • Bancos Comunitários de Desenvolv- imento (BCD): crédito para produção e consumo, moeda social; 10 na Bahia • Cooperativas de Crédito solidário. Regulamentada pelo Banco Central, oferece serviços bancários. Rede ASCOOB, 16 cooperativas, 50.000 cooperados, 30 municípios. Economia solidária e finanças solidárias: ativar o potencial das comunidades excluídas para superar a pobreza e promover a resiliência
  • 8. Fortalecer as finanças solidárias e promover o primeiro acesso ao microcrédito a um público até então exclúido ➢ Investimento de novos recursos para fortelecer FRS e BCDs; ➢ FRS e BCDs se comprometem a destinar parte desse recurso (ex. 20%) a um fundo de aval. ➢ Recurso do fundo de aval é aplicado em “financiamentos híbridos” que combinam microcrédito e finanças solidárias para viabilizar o primeiro acesso ao microcrédito para empreendedor@s da economia solidária. ➢ Cooperativa de crédito ou CrediBahia oferece condições diferenciadas (ex. juro mais baixo) para esses microcréditos, já que implicam risco mais baixo por conta da garantia do fundo de aval solidário. ➢ Já existe experiência com fundo de aval no COGEFUR e na ASCOOB.
  • 9. Exemplos de financiamentos híbridos: ➢ O FRS/BCD ajuda no primiro acesso ao cartão de crédito. Com o cartão de crédito, a empreendedora consegue comprar a matéria-prima para seu empreendimento e parcelar o pagamento no cartão sem juros. Caso a empreendedora não conseguir fazer um pagamento do cartão na data certa, o Fundo Rotativo cobre e é ressarcido depois. ➢ O FRS/BCD ajuda com a intermedição para que um grupo de seus sócios consiga um microcrédito. Recursos do FRS são utilizados para cobrir eventuais prestações que o sócio não conseguir pagar na data de vencimento. FR ajuda para estender prazo de carência ou prazo de devolução. ➢ O FRS/BCD empresta o capital para compra de equipamentos do EES, e a compra de matéria-prima e capital de giro é financiada através de um microcrédito.
  • 10. Vantagens de financiamentos híbridos: 1. Para os FRS/BCD, porque lhes permite alavancar parte de seus recursos, beneficiando mais pessoas; 2. Para a(o)s associada(o)s dos FRS/BCD, porque ganham acesso ao crédito e começam criar uma trajetória para serem incluídos no Cadastro Positivo e 3. Para os programas de crédito porque conseguem ampliar sua clientela.
  • 11. Recursos necessários e como financiar: ➢ Investimento mínimo necessário, por território: R$310.000. → R$150.000 investimento + R$160.000 custo de um(a) agente por 24 meses, inclusive despesas com deslocamento e apoio administrativo. Lembrando que os R$150.000 voltam para o FRS e vão se multiplicando. ➢ Realizar piloto em 11 territórios → onde já existe CESOL com FRS existente ou previsto + outros territórios com experiências de finanças solidárias bem consolidadas. Investimento total: aproximadamente R$3,8 milhões para 24 meses. Parte desses recursos já está no orçamento atual. ➢ Trata-se do desenvolvimento de uma nova tecnologia social de inclusão financeira. Portanto, existe possibilidade de acessar recursos de pesquisa e desenvolvimento para essa finalidade (Fundação Banco do Brasil? BNB/ETENE? BNDES/Fundo Social? Sebrae? FEBRABAN?)
  • 12. A Bahia precisa de uma estratégia de finanças solidárias! • Finanças solidárias e CESOL: qual o papel do CESOL no fortalecimento das finanças solidárias? ; • Finanças solidárias nos demais territórios: como fortalecer as iniciativas de finanças solidárias nos territórios sem CESOL? ; • Moedas sociais: Quais e quantos municípios da Bahia têm potencial e interesse para adotar a moeda social, seja o E-dinheiro e/ou uma moeda social local como parte de sua política de promoção do desenvolvimento local? ; • Finanças solidárias e microcrédito: Promover condições diferenciadas de microcrédito para a(o)s usuários das finanças solidárias por meio de oferta de financiamentos híbridos ; • Parcerias estratégicas: bancos públicos, setor privado, Fundo Nordeste Solidário, Sebrae, incubadoras; etc.